BOLETIM GPUIM 18 ANOS Edição Especial

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "BOLETIM GPUIM 18 ANOS Edição Especial"

Transcrição

1 BOLETIM GPUIM 18 ANOS Edição Especial PREFÁCIO: O GPUIM é o sonho de várias pessoas que se realiza a cada dia, alimentando o desejo de outros que vão realizar os próprios sonhos e alimentar o desejo de outros que vão sonhar... e assim vamos...já são 18 anos... Fazer parte do GPUIM é, fundamentalmente, estabelecer um compromisso político e ético com o direito das pessoas e da sociedade à informação confiável, consistente e útil sobre medicamentos. Essa é a grande lição que ensinamos e aprendemos todos os dias e o compromisso é para a vida inteira... Helena Lutéscia L.Coêlho - por todos

2 GPUIM - PELO USO SEGURO, EFICAZ E ECONÔMICO DOS MEDICAMENTOS Breve histórico do GPUIM Como toda realização humana realmente transformadora, a história do GPUIM partiu do coração de algumas pessoas que mobilizaram o entusiasmo de outras e assim sucessivamente. Em julho de 1990, foi criado o Grupo de Prevenção ao Uso Indevido de Medicamentos (GPUIM), formado por iniciativa de um grupo de estudantes do Curso de Farmácia da Universidade Federal do Ceará (UFC), tendo à frente desse processo uma docente da disciplina de Toxicologia do, contando inicialmente com o apoio de infra-estrutura do Instituto Equatorial de Cultura Contemporânea (COELHO, 1998b). Convém ressaltar que sua existência foi oficializada em 1995, através da Resolução nº 8 da UFC do Conselho Universitário. A idéia mobilizava os interesses políticos e científicos dos participantes, preocupados com a dura realidade da questão do medicamento no Brasil e com o crônico afastamento da maioria dos farmacêuticos de suas responsabilidades perante essa situação. O grupo compreendia que a falta de acesso a informações confiáveis e pertinentes sobre medicamentos era um dos fatores que contribuíam para sua utilização inadequada na sociedade e que os farmacêuticos tinham um importante papel a cumprir nesse aspecto. Por isso surgiu a decisão política de adotar como estratégia principal a democratização da informação farmacológica, trabalhando em todos os níveis, desde a geração de conhecimentos, através da investigação científica, à sua disseminação entre os profissionais de saúde, gestores do poder público e comunidade. Dada a sua inserção no curso de Farmácia, parte importante dos esforços do grupo seria dedicada a contribuir para mudanças na formação profissional que colocassem as ciências farmacêuticas a serviço da promoção e recuperação da saúde. Sem modelos pré-estabelecidos, o grupo aliou-se à Acción Internacional por La Salud (AIS), uma rede de grupos latino-americanos voltados para a promoção da saúde,

3 bem como a uma organização não-governamental existente na época, o Instituto Equatorial de Cultura Contemporânea (IECC), dedicado à construção da cidadania no Ceará. Ainda em seus primórdios, o GPUIM participou da criação da Sociedade Brasileira de Vigilância de Medicamentos (SOBRAVIME), na perspectiva de formar uma entidade nacional que congregasse os grupos nacionais que atuassem no mesmo âmbito. Sua inserção no meio acadêmico constituiu-se numa forma de expandir as atividades relacionadas à utilização de medicamentos no âmbito do ensino, pesquisa e extensão. O enfoque do medicamento e sua relação com o paciente trouxeram a perspectiva de uma nova visão voltada para a Farmácia Clínica. A busca e o desenvolvimento de projetos na área da Farmacoepidemiologia foram alguns tópicos levantados nesse período para o ensino e pesquisa. As atividades de extensão foram refletidas através da prestação de serviço à comunidade sobre os aspectos relacionados ao medicamento, bem como trabalhos elaborados pelo grupo. Como principal problema, identificado e considerado como o primeiro passo da estratégica básica de desenvolvimento de suas atividades, foi investigada a indicação de medicamentos abortivos de farmácias em Fortaleza O caso misoprostol. O estudo realizado sobre o misoprostol colocou o GPUIM em contato com a questão da ilegalidade do aborto no Brasil e a difícil exposição a algo considerado como uma alternativa segura de aborto por diversas mulheres e uma parte da área médica (BARBOSA & ARIHA, 1993). A partir do estudo realizado por Coelho et al. (1991), o misoprostol passou a ter um controle de prescrição no país e foi classificado como medicamento de risco X pelo Food and Drug Administration (FDA). Desafios à parte, isso resultou em outro estudo voltado para a área do Estudo de Utilização de Medicamentos (EUM), cujos resultados foram publicados parcialmente na Contraception, em 1994 (COELHO et al., 1994). Com essa repercussão, o grupo adquiriu visibilidade e, como conseqüência, em 1992, obteve recursos financeiros, de uma ONG alemã, denominada Medico International. Os contatos internacionais possibilitados pelo caso misoprostol, permitiram ao GPUIM estabelecer parcerias muito relevantes para direcionar e desenvolver as atividades do grupo, particularmente o Instituto Mario Negri de Milão, Itália, e o

4 Instituto Catalão de Farmacologia Clínica da Universidade Autonoma de Barcelona (ICF). Os convites e oportunidades de capacitação para os membros foram surgindo, dentre eles, destacam-se: a) Participação em estudo multicêntrico sobre automedicação, constituindo a primeira dissertação de mestrado do grupo, elaborada por Arrais (1997); b) Pós-doutorado na área da farmacoepidemiologia (Itália, 1993) e c) Treinamento em um centro regional de informação (Itália, 1994). Posteriormente a esses acontecimentos, como fruto da colaboração com o instituto Mario Negri, foi efetivada a implantação do Centro de Informação de Medicamentos (CIM), em 1994, com atividades relacionadas à informação ativa e passiva e um programa na rádio universitária sobre medicamentos (COELHO, 1998b). Do intercâmbio com o ICF, surgiu o Centro de Farmacovigilância do Ceará (CEFACE), cujo funcionamento teve início em novembro de Além dessas duas subunidades, o núcleo conta atualmente com mais três subunidades: o Centro de Informações Toxicológicas (CIT), o Centro de Estudos em Atenção Farmacêutica (CEATENF) e o Centro de Apoio à Assistência Farmacêutica (CEAAF). Dessas atividades participam professores do Curso de Farmácia, Farmacêuticos e estudantes de graduação e de pós-graduação da área de saúde. Por ocasião da comemoração dos seus seis anos de existência, em novembro de 1996, o GPUIM promoveu o I Seminário Brasileiro de Farmacoepidemiologia, tendo como participantes grupos de profissionais com interesse na área, especialmente, os farmacêuticos (ARRAIS, 1999). Nesse encontro foi realizada a elaboração de um documento final a respeito da estruturação do Sistema Nacional de Farmacovigilância, uma atividade que já tinha sido iniciada em 1995 e finalmente concretizada nesse período (ARRAIS, 1999). Uma ênfase de sua importância na contribuição para o Uso Racional de Medicamentos deve ser dada através de sua produção científica:

5 ARTIGOS PUBLICADOS OLIVEIRA, M. F. ; DIAS, Aparecida Tiemi Nagao ; SOUZA, A. S. ; Coelho, Helena Lutescia Luna ; BRANCO, I. C.. Tratamento etiológico da Doença de Chagas no Brasil.. Revista de Patologia Tropical, v. 37, p , SANTOS, D. B. ; Clavenna, Antonio ; Bonati, Maurizio ; Coelho, Helena Lutescia Luna. Off label and unlicensed drug utilization in hospitalized children in Fortaleza, Brazil.. European Journal of Clinical Pharmacology, v. 64, p , BRIZENO, Mariana Oliveira ; ARAUJO, M. C. ; SANTIAGO, Raquel Araujo de ; COELHO, H. L. L. ; FONTELES, M.M.F. Adverse Reactions to oxacillin in hospitalized children: a prospective study.. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, v. 7, p , SOUZA, M. O. B. ; SANTIAGO, Raquel Araujo de ; NOGUEIRA, L. M. ; COELHO, H. L. L. ; FONTELES, M.M.F. Perfil de utilização e registro de reações adversas a oxacilina no Hospital Universitário do Estado do Ceará. Acta Farmaceutica Bonaerense, v. 26, p , ARRAIS, P. S. D. ; BARRETO, Mauricio Lima ; COELHO, H. L. L.. Aspectos dos processos de prescrição e dispensação de medicamentos na percepção do paciente: estudo de base populacional em Fortaleza, Ceará, Brasil. Cadernos de Saúde Pública (FIOCRUZ), v. 23, p. 1-11, GRUMACH, A. S. ; MATIDA, L. H. ; HEUKELBACH, J. ; Coelho, Helena Lutescia Luna ; RAMOS JUNIOR, A. N.. A (Des) informação Relativa à Aplicação da penicilina na Rede do Sistema de Saúde do Brasil: O Caso da Sífilis.. DST. Jornal Brasileiro de Doenças Sexualmente Transmissíveis, v. 19, p , SANTOS, D. B. ; COELHO, H. L. L.. Adverse drug reactions in hospitalized children in Fortaleza - Brasil. Pharmacoepidemiology and Drug Safety, Estados Unidos, v. 15, p , NERI, E. D. R. ; OLIVEIRA, S. G. M. ; RODRIGUES, J. L. N. ; MEDEIROS, M. M. C. ; FONTELES, M. M. F.. Erro na área da saúde: culpado ou inocente?

6 Eis a questão. Pharmacia brasileira, v. 18, n. 3/4, 2006 SILVA, A. V. A. ; FONSECA, S. G. C. ; ARRAIS, P. S. D. ; FRANCELINO, E. V.. Presença de excipientes com potencial para indução de reações adversas em medicamentos comercializados no Brasil. RBCF. Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas, v. 44, p , ARRAIS, P. S. D. ; BARRETO, M. L. ; COELHO, H. L. L.. Aspectos dos processos de prescrição e dispensação de medicamentos na percepção do paciente: estudo de base populacional em Fortaleza, Ceará, Brasil. Cadernos de Saúde Pública (FIOCRUZ), v. 23, p , ROMEU, G. A. ; PASSOS, A. C. B. ; MONTEIRO, M. P. ; Moreira, Gustavo José da Silva. Conhecimento e grau de satisfação dos farmacêuticos usuários de um centro de informação sobre medicamentos (CIM). Revista Brasileira em Promoção da Saúde (UNIFOR), v. 18, p , 2005.

7 ARTIGOS ACEITOS PARA PUBLICAÇÃO: FONTELES, M. M. F. ; Edith Teles Venancio ; Emiliano Ricardo Vasconcelos Rios ; Brígida Maria B. Bessa ; Eudiana V. Francelino ; Denilla Maria S. Carvalho ; COELHO, H. L. L.. Vigilância pós-comercialização da Aguardente Alemã (Operculina macrocarpa e Convolvulus scamonea). Revista Brasileira de Farmacognosia, SILVEIRA, P. F. ; BANDEIRA, M. A. M. ; ARRAIS, P. S. D.. Farmacovigilância e Reações Adversas às Plantas Medicinais e Fitoterápicos: uma realidade. Revista Brasileira de Farmacognosia, COSTA, P. Q. DA ; LIMA, J. E. S. ; COELHO, H. L. L.. Prescrição e preparo de medicamentos sem formulação adequada para crianças: um estudo de base hospitalar.. RBCF. Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas, DISSERTAÇÕES DEFENDIDAS: 1. Estudo de Utilização Antiasmáticos em Rede Privada de Farmácia no Município de Fortaleza, Ceará, 2002; 2. Perfil de Utilização de Medicamentos e Monitorização de Reações Adversas em Pacientes Pediátricos no Hospital Infantil Albert Sabin (2002); 3. Determinação do Perfil dos Erros de Prescrição de Medicamentos em um Hospital Universitário e sua Inserção de Melhoria de Qualidade (2004); 4. Monitorização Intensiva de Reação Adversa a Medicamentos em Pacientes Hospitalizadas em Fortaleza-Ceará (2004); 5. Adequação da Metodologia Dáder em Pacientes Hospitalizados: Uma Abordagem em Atenção Farmacêutica (2005); 6, Inadequação de Formulações Farmacêuticas de Uso Pediátrico e Sua Problemática em Hospital de Ensino do Nordeste do Brasil (2005);

8 7.Utilização de Medicamentos em Instituições de Longa Permanência para Idosos em Fortaleza-Ceará: Perfil, Riscos e Necessidades (2006); 8. Uso de medicamentos nefrotóxicos em pediatria: prevalência, fatores de riscos e prevenção (2006); 9. Avaliação de Riscos Teratogênicos em Gestações Expostas ao Misoprostol: Um estudo de caso-controle (2006); 10. Análise de sobrevida de pacientes renais crônicos em hemodiálise (2006); 11. Centro de Farmacovigilância do Ceará: Análise do perfil de Reação Adversa a Medicamento e Queixa Técnica (2007); 12. Monitoramento de Pacientes Chagásicos Tratados com Benzonidazol (2007); 13 Utilização de psicofármacos entre os usuários atendidos na Atenção Primária de Maracanaú, Ceará (2008). TESES DEFENDIDAS: Epidemiologia do consumo de medicamentos e eventos adversos no município de Fortaleza, Ano de Obtenção (2004); Estudos de Utilização de Medicamentos em Crianças na Cidade de Salvador: análise de fatores determinantes (2008).

9 Centro de Informação sobre Medicamentos da Universidade Federal do Ceará (CIM/UFC): uma estratégia de apoio ao Uso Racional de Medicamentos. O Centro de Informação Sobre Medicamentos da Universidade Federal do Ceará (CIM/UFC) iniciou as suas atividades em dezembro de 1994, atendendo por telefone, fax e correio eletrônico a solicitações de informação provenientes da comunidade, incluindo profissionais da saúde, particularmente farmacêutico e público em geral. Os CIM são locais onde atuam profissionais com treinamento e experiência na provisão de informação sobre medicamentos e que reúnem fontes de informação técnico-científica, confiáveis, atualizadas, reconhecidas internacionalmente e independentes, visando garantir o uso racional destes produtos. O funcionamento dos CIMs constitui uma intervenção positiva no sentido de reduzir a prevalência do uso indevido de medicamentos, funcionando como um observatório epidemiológico ( DA SILVA, 1999; DA SILVA et al., 1997). Um CIM é fundamentalmente um serviço caracterizado por pergunta/resposta. As atividades principais desenvolvidas pelo CIM/UFC são: Informação passiva que inclui o atendimento aos solicitantes, bem como a análise das perguntas, a pesquisa em fontes de informação (sejam estas primárias por exemplo: artigos originais publicados em revistas e/ou jornais médicos; secundárias por exemplo: LILACS, MEDLINE, EMBASE, MICROMEDEX; ou terciárias por exemplo: livros generalistas e/ou especializados), avaliação das informações obtidas, e elaboração da resposta que pode ser fornecida em forma oral ou escrita, de imediato ou no prazo de dois dias conforme a necessidade e possibilidade. Durante o atendimento da solicitação, é preenchida uma ficha técnica com indagações importantes para a compreensão do caso e elaboração da resposta. Esta ficha contém dados que permitem a identificação do usuário, do(s) medicamento(s), a natureza da solicitação, a resposta e as fontes de informações empregadas na elaboração da resposta, com posterior inserção em um banco de dados. O banco de dados assim constituído é analisado periodicamente para

10 elaboração de boletins, artigos científicos, relatórios, dissertações, etc. Já a Informação ativa consiste na elaboração e divulgação do boletim semanal CIM/UFC FAX, artigos científicos, matérias para jornal, etc., entrevistas em rádio, televisão e jornais seja por iniciativa destes ou do CIM/UFC; participação em e promoção de cursos de extensão e oficinas; participação em cursos de graduação e pós-graduação na área da saúde. Como atividades externas na área de estímulo à preocupação e o interesse dos profissionais da saúde com o diagnóstico e a notificação de reações adversas a medicamentos elaboradas pelo CEFACE, podem ser citadas: a promoção de oficinas, capacitação de profissionais de saúde e veiculação de fontes de informação sobre os riscos e advertências quanto ao uso de medicamentos através da distribuição de folders e alertas em farmacovigilância. Na área acadêmica, o CIM/UFC tem colaborado de forma sistemática, em disciplinas como Farmacoepidemiologia e Farmacovigilância e Introdução à Prática Farmacêutica do Curso de Farmácia da UFC. Os operadores do CIM/UFC são farmacêuticos e estudantes de farmácia, os quais são supervisionados por professores doutores que também fazem parte do GPUIM. O CIM/UFC dispõe de uma biblioteca básica especializada e banco de dados, além de ter acesso a fontes atualizadas através da biblioteca de Ciências da Saúde e dispor do sistema de bibliotecas e base de dados acessados através de periódicos do portal CAPES disponibilizado pela UFC. De dezembro de 1994 a outubro de 2008, um total de pessoas solicitaram informação sobre medicamentos ao CIM/UFC. O CIM/UFC realiza sua rotina de atendimento às solicitações (informação passiva), de acordo com a figura 1.

11 Gráfico 1 Número de solicitações do CIM/UFC Figura 1 Operacionalização do CIM/UFC

12 Centro de Farmacovigilância do Ceará (CEFACE) Monitorando e minimizando os riscos de um dano durante a terapia medicamentosa O Brasil é considerado o 10º mercado consumidor mundial de medicamentos, e não se têm ainda informações seguras e suficientes quanto à ocorrência de Reação Adversas a Medicamentos (RAM) em nossa população. Atualmente existe uma busca crescente de comunicar as RAM que se observam na prática diária, como método para aprimorar o conhecimento dos efeitos indesejáveis dos medicamentos e ao mesmo tempo realizar uma terapia farmacológica de forma segura. O Centro de Farmacovigilância do Ceará foi estruturado, como a subunidade do GPUIM, responsável pelo trabalho de monitoramento de RAM e Queixa Técnica (QT). A partir de sua estruturação e implantação foram propostos objetivos como: Criar um banco de dados estadual sobre reações adversas a medicamentos; Realizar investigações na área de Farmacovigilância; Capacitar pessoal em Farmacovigilância particularmente graduandos em farmácia e farmacêuticos hospitalares; dentre outros. Sua principal ferramenta de trabalho tem sido a ficha de notificação (ficha amarela). O procedimento metodológico adotado pelo CEFACE, a partir da notificação espontânea ou busca ativa nas unidades clínicas, tem sido coletar e analisar suspeitas de casos de reações adversas seguindo as fases adaptadas de Coelho et al. (1999) (FIGURA 2). A evolução das atividades do CEFACE, a partir de sua implantação em 1996, tem sido registrar e analisar casos suspeitos de Reações Adversas a Medicamentos (RAM) e Queixas Técnicas (QT) contribuindo assim, para o Uso Racional de Medicamentos (URM). No contexto atual, o CEFACE conta com uma equipe formada por um coordenador, um farmacêutico responsável técnico, um bolsista de trabalho, uma bolsista de extensão e acadêmicos voluntários do Curso de Farmácia.

13 O procedimento metodológico adotado pelo CEFACE, a partir da notificação espontânea ou busca ativa nas unidades clínicas, trabalha com as suspeitas de casos de reações adversas seguindo as seguintes fases adaptadas de Coelho et al. (1999) (FIGURA 2). Encaminhada ao CEFACE Profissional de saúde ou equipe do CEFACE detecta a suspeita de RAM ou QT O caso é notificado na ficha amarela do CEFACE e... É enviada uma carta resposta ao notificador com a conclusão do caso Os dados são introduzidos em banco de dados No CEFACE, os casos são analisados segundo a literatura científica A análise dos casos é apresentada em reunião semanal, onde participam, farmacêuticos, farmacologistas e médico Figura 2 Metodologia do CEFACE. Como atividades externas na área de estímulo à preocupação e o interesse dos profissionais da saúde com o diagnóstico e a notificação de reações adversas a medicamentos elaboradas pelo CEFACE, podem ser citadas: a promoção de oficinas, capacitação de profissionais de saúde e veiculação de fontes de informação sobre os riscos e advertências quanto ao uso de medicamentos através da distribuição de folders e alertas em farmacovigilância. Na área acadêmica, o CEFACE tem colaborado de forma sistemática, em disciplinas como Farmacoepidemiologia e Farmacovigilância do Curso de Farmácia da UFC, Vigilância Sanitária e Introdução à Farmácia pela Universidade de Fortaleza (UNIFOR) e curso de especialização em Assistência Farmacêutica pela Escola de Saúde Pública do Ceará. Uma estreita relação tem sido promovida com o Mestrado em

14 Ciências Farmacêuticas através da participação em projetos de dissertação na área de Farmácia Clínica e tese de doutorado. Outro resultado obtido dentro da pós-graduação foi à construção em 2003, de três disciplinas na área de monitoramento de risco derivado do uso de medicamentos como: a) Métodos em Farmacovigilância; b) Mecanismo de reações alérgicas a medicamento e c) Doenças Hematológicas induzidas por medicamentos. Para efeito de cooperação, junto à criação e implementação do Sistema Nacional de Farmacovigilância, executadas pela Ufarm/ANVISA, o CEFACE tem contribuído através de sugestões, com uma posterior elaboração de texto adicional, encaminhados à ANVISA por ocasião da Consulta Pública nº 10 de 09 de abril de O CEFACE também tem promovido o envio das suspeitas de notificações de RAM, já avaliadas e classificadas pelo próprio centro, como forma de alimentar o banco de dados nacional. Atualmente, seu banco de dados conta com notificações de RAM e 121 notificações de QT. O mesmo é analisado periodicamente para elaboração de artigos científicos, relatórios, dissertações, trabalhos para apresentação em eventos etc. Gráfico 1 - Distribuição das notificações de Reação Adversa a Medicamentos (RAM) por grupo terapêutico envolvido

15 Gráfico 2 Número de Queixas Técnicas CEFACE/UFC

16 Centro de Estudos em Atenção Farmacêutica (CEATENF) Cuidando e acompanhando você, com responsabilidade no uso de seus medicamentos O Centro de Estudos em Atenção Farmacêutica (CEATENF) da UFC foi criado com o objetivo de desenvolver atividades de planejamento, estruturação, assessoria, treinamento e investigação na área de AF, funcionando como núcleo colaborador e representante do GPUIM/DEFA para as instituições e pesquisadores nesse contexto. Atenção Farmacêutica: o profissional farmacêutico e o cuidado ao paciente Sabidamente, o Farmacêutico é o profissional com perfil mais adequado a lidar com os medicamentos, portanto ao acompanhar de perto o tratamento farmacológico do paciente esse profissional é capaz de identificar, registrar, resolver e prevenir os Problemas Relacionados aos Medicamentos (PRM), garantindo alcançar resultados benéficos da farmacoterapia e minimização dos problemas. Assim, a Atenção Farmacêutica está centrada no bem-estar do paciente/usuário, diante da terapia com fármacos proposta. Desde novembro de 2007, quando se deu início as atividades do CEATENF, o referido centro tem se empenhado em informar, divulgar e propagar os conceitos norteadores da AF, além de treinar acadêmicos de farmácia nessa área, na perspectiva de consolidar a prática do cuidado farmacêutico em meio à sociedade. Atualmente, o CEATENF conta com uma Unidade de Cuidados Farmacêuticos (UCF) no Centro de Atenção ao Idoso do Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC), onde pacientes idosos contam com o atendimento farmacêutico sendo acompanhados em sua farmacoterapia por acadêmicos/profis-sionais de farmácia com o objetivo de garantir um uso adequado, efetivo e seguro de seus medicamentos.

17 1. Farmacêutico se apresenta e explica sobre o serviço de ATENFAR 2. Convida o paciente a participar do serviço 3. Entrevista 6. Detecção de PRM 5. Estudo de caso 4. Preenchimento da ficha de estado de situação 7. Intervenção 8. Melhoria da qualidade de vida Figura 3 Metodologia do CEATENF

18 Centro de Informações Toxicológicas CIT Prestando informações sobre toxicidade de agentes químicos prevenção, diagnóstico e tratamento das intoxicações O CIT/UFC é um novo projeto de extensão vinculado ao GPUIM em fase de estruturação. A função dessa unidade especializada será fornecer informação e orientação sobre o diagnóstico, tratamento e prevenção das intoxicações, assim como sobre a toxicidade das substâncias químicas e os riscos que elas ocasionam à saúde. Informalmente, o setor de Toxicologia já atuava dessa maneira, através do Grupo de Prevenção ao Uso Indevido de Medicamentos (GPUIM). Cabe ressaltar que desde março de 1989, o setor de Toxicologia - DEFA/UFC dá apoio ao Centro de Assistência Toxicológica do Instituto Dr. José Frota (CEATOX-IJF) em termos de: participação dos estudantes de graduação em Farmácia na equipe técnica desse centro, que dá suporte ao atendimento de pacientes intoxicados, desenvolvimento de programas educativos e informativos à comunidade, através de estágio curricular e extracurricular orientado e desenvolvimento por alunos da graduação do Curso de Farmácia de projetos de pesquisa na área de Toxicologia Clínica. Um Centro de Informações Toxicológicas atuando no âmbito da UFC constituirá um local de prática essencial para a educação do farmacêutico, bem como oferecerá oportunidade para o desenvolvimento de investigação científica voltada para a solução de problemas clínicos e metodológicos relevantes, possibilitando dessa maneira o exercício de competências em Toxicologia desenvolvidas no Curriculum Farmacêutico. Objetivos: O objetivo do presente projeto é implementar o Centro de Informação Toxicológicas (CIT) do (DEFA/UFC). Para tanto serão realizadas as atividades descritas a seguir:

19 Prestar, por intermédio de pessoal especificamente treinado, orientações de conteúdo técnico-científico aos profissionais de saúde e à população em geral, sobre exposição a substâncias químicas e biológicas que possam causar agravos à saúde humana, enfatizando as ocorrências peculiares de nossa região. Contribuir com o diagnóstico e tratamento das intoxicações. Registrar os atendimentos e disponibilizar os dados para a produção de informação epidemiológica. Alertar as autoridades responsáveis sobre o risco de intoxicações e envenenamentos em circunstâncias que exijam providências sanitárias. Desenvolver e participar de atividades educativas e preventivas nas áreas de Toxicologia e Toxinologia, e capacitar profissionais de saúde para o atendimento nessas áreas. Metodologia: As atividades de extensão serão realizadas conforme descrito a seguir: Atendimento às solicitações de informação, feito por meio de fax, telefone ou e- mail. Preenchimento de instrumento de coleta dos dados (ficha padronizada de atendimento às solicitações). Criação e alimentação de banco de dados. Análise estatística de dados, utilizando o programa EPI-INFO. Emprego de dados e outras informações levantadas para a elaboração de boletins educativos e informativos para os profissionais de saúde e à população em geral, sobre temas relevantes nas áreas de Toxicologia e Toxinologia.

20 Realizações do CIT/UFC: Matéria: Cuidado com o anjinho, publicada no caderno Ciência e Saúde/Universidade do Jornal O Povo em 09/07/2006; Trabalho Anjinho: um relato de caso, apresentado na II Jornada norte/nordeste de Vigilância Sanitária realizada no período de 04 a 06 de novembro de 2007; Boletim sobre os riscos associados com a exposição humana ao formaldeído. COMUNIDADE SERVIÇOS RELACIONADOS À TOXICOLOGIA CIT 1. Recepção da pergunta 2. Avaliação prévia do caso 3. Busca e avaliação das informações 4. Elaboração e comunicação da resposta 5. Alimentação do banco de dados no EPI INFO 6. Análise sistemática dos dados e elaboração de material educativo Figura 4 Operacionalização do CIT

21 Centro de Estudos e Apoio à Assistência Farmacêutica (CEAAF) Na qualidade da assistência farmacêutica a elevação do nível de saúde da população O Centro de Estudos e de Apoio à Assistência Farmacêutica (CEAAF), como parte integrante do Grupo de Prevenção ao Uso Indevido de Medicamentos (GPUIM), iniciou suas atividades no ano de O CEAAF visa integrar pesquisadores, estudantes (graduação e pós-graduação) das áreas de Ciências Farmacêuticas, saúde pública e afins, bem como demais profissionais vinculados ou interessados na área da Assistência Farmacêutica, para formação de um senso crítico e interdisciplinar que contribua com a racionalidade no uso dos produtos farmacêuticos e a elevação do nível de saúde da população. Tem como seu principal objetivo contribuir para o desenvolvimento da Assistência Farmacêutica na busca de resultados definidos na saúde que melhorem a qualidade de vida da população, que se desdobra em vários outros, cujos principais são: Contribuir para o ensino de graduação e pós-graduação na área da Assistência Farmacêutica; Implementar um programa de capacitação técnica na área da Assistência Farmacêutica; Desenvolver estudos e pesquisas com ênfase nos aspectos culturais, econômicos, sociais e políticos da utilização de medicamentos; Oferecer apoio e consultoria técnica a organizações públicas e privadas na área da Assistência Farmacêutica; Desenvolver ações educativas e disseminar informações que contribuam para o uso racional de medicamentos. Para que esses objetivos possam ser atingidos, algumas ações e estratégias devem ser desenvolvidas, como:

22 Promover eventos científicos para construir e intercambiar conhecimentos no campo da Assistência Farmacêutica, mediante organização de seminário, conferências e demais reuniões cientificas; Estabelecer mecanismos de integração entre profissionais da docência e dos serviços de saúde; Procurar recursos para o desenvolvimento de tecnologias e de conhecimento para a formação técnico-científica de alunos de pós-graduação em Assistência Farmacêutica e áreas afins que se proponham a fazer parte do Centro e mestrandos de Ciências Farmacêuticas e de Saúde Pública que desenvolvam suas dissertações em Assistência Farmacêutica; Colaborar com projetos de avaliações tecnológicas aplicadas à saúde; Manter intercâmbio e cooperar com entidades nacionais e estrangeiras similares. Este grupo está aberto a todos que se interessam pelos procedimentos básicos aplicados no domínio do medicamento, que compõem a Assistência Farmacêutica, tão necessários à atenção à saúde, que recebe o paciente e a comunidade, em uma instituição pública ou privada com ou sem finalidade de lucro econômico. É, portanto, um Centro que tem por finalidade promover o estudo, a discussão e a divulgação da Assistência Farmacêutica, em particular, na perspectiva de sua aplicação para fins de desenvolvimento econômico e social. Nessa perspectiva o grupo reúne profissionais com formação e experiência em campos diversos da Assistência Farmacêutica e está aberto aos outros profissionais interessados ou que desenvolvam trabalhos relacionados a sua área de atuação. Desde que exista um vinculo com a temática Assistência Farmacêutica, o CEAAF tanto pode favorecer uma orientação sistemática quanto produzir um número substancial de estudos e pesquisas. As principais linhas de atuação do CEAAF e suas principais áreas de desenvolvimento são: 1. Farmacoeconomia - Estudos de avaliação econômica dos medicamentos, considerando as várias técnicas de uso corrente. 2. Gestão farmacêutica em sistemas e serviços de saúde - Estudos que abordem os aspectos do financiamento dos medicamentos, as formas de regulação dos atos farmacêuticos, o comportamento dos usuários de serviços farmacêuticos, ferramentas do marketing farmacêutico, entre outros.

Resumo: OBJETIVO METODOLOGIA

Resumo: OBJETIVO METODOLOGIA TÍTULO: CENTRO DE APOIO À TERAPIA RACIONAL PELA INFORMAÇÃO SOBRE MEDICAMENTOS RELATO DE 3 ANOS DE ATIVIDADE. AUTORES: Castilho, Selma Rodrigues, Gervásio, Gláucia, Ponciano, Fernanda, Gallazi, Aline Resumo:

Leia mais

Guia de Farmacovigilância - Anvisa. ANEXO IV - Glossário

Guia de Farmacovigilância - Anvisa. ANEXO IV - Glossário Guia de Farmacovigilância - Anvisa ANEXO IV - Glossário De acordo com a RESOLUÇÃO - RDC Nº 4, DE 10/02/09 (DOU 11/02/09): Dispõe sobre as normas de farmacovigilância para os detentores de registro de medicamentos

Leia mais

CARTA DE SÃO PAULO 5º CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS E A SEGURANÇA DO PACIENTE

CARTA DE SÃO PAULO 5º CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS E A SEGURANÇA DO PACIENTE CARTA DE SÃO PAULO 5º CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS E A SEGURANÇA DO PACIENTE A realização do I Congresso Brasileiro sobre o Uso Racional de Medicamentos

Leia mais

Farmacovigilância no Brasil

Farmacovigilância no Brasil Agência Nacional de Vigilância Sanitária Farmacovigilância no Brasil Unidade de Farmacovigilância Brasília, May 2002 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Diretor Presidente Substituto da ANVISA Cláudio

Leia mais

ORDEM DOS FARMACÊUTICOS - RESPOSTA A PEDIDO DE CREDITAÇÃO

ORDEM DOS FARMACÊUTICOS - RESPOSTA A PEDIDO DE CREDITAÇÃO Filipe Leonardo De: suporte@sensocomum.pt Enviado: terça-feira, 16 de Outubro de 2012 18:05 Para: mguedes.silva@mjgs.pt ; joanaviveiro@ordemfarmaceuticos.pt; joaomartinho@ordemfarmaceuticos.pt Assunto:

Leia mais

Corrida da Saúde. Infantis A - Feminino

Corrida da Saúde. Infantis A - Feminino Corrida da Saúde Classificação geral do corta-mato, realizado no dia 23 de Dezembro de 2007, na Escola E.B. 2,3 de Valbom. Contou com a participação dos alunos do 4º ano e do 2º e 3º ciclos do Agrupamento

Leia mais

Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão

Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão Hospital Universitário Walter Cantídio Diretoria de Ensino e Pesquisa Serviço de Desenvolvimento de Recursos Humanos Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão HOSPITAL

Leia mais

Nacional sobre Propaganda e Uso Racional de Medicamentos

Nacional sobre Propaganda e Uso Racional de Medicamentos Seminário Nacional sobre Propaganda e Uso Racional de Medicamentos Brasília 31 de agosto,, 1 e 2 de setembro de 2006 Promoção do Uso Racional de Medicamentos Informação aos Prescritores e Dispensadores

Leia mais

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA 1 FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA O PROFISSIONAL FARMACÊUTICO O Farmacêutico é um profissional da

Leia mais

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE DO HOSPITAL MATERNO INTANTIL DE BRASÍLIA

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE DO HOSPITAL MATERNO INTANTIL DE BRASÍLIA 1 GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE COORDENAÇÃO GERAL DE SAÚDE DA ASA SUL HOSPITAL MATERNO INFANTIL DE BRASÍLIA PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE DO HOSPITAL MATERNO INTANTIL DE BRASÍLIA

Leia mais

NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013.

NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013. NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013. Assessoria da Presidência Assessoria técnica Grupo de consultores ad hoc Conselho Federal de

Leia mais

CENTRO DE INFORMAÇÕES SOBRE MEDICAMENTOS/HCPA

CENTRO DE INFORMAÇÕES SOBRE MEDICAMENTOS/HCPA 1ª JORNADA DE FARMÁCIA HOSPITALAR CENTRO DE INFORMAÇÕES SOBRE MEDICAMENTOS/HCPA Busca de Evidências x Farmácia Clínica Tatiana von Diemen Farmacêutica Hospital de Clínicas de Porto Alegre Seção de Farmácia

Leia mais

Dispõe sobre as normas de farmacovigilância para os detentores de registro de medicamentos de uso humano.

Dispõe sobre as normas de farmacovigilância para os detentores de registro de medicamentos de uso humano. Resolução da Diretoria Colegiada RDC nº 4 ANVISA de 10 de fevereiro de 2009 Dispõe sobre as normas de farmacovigilância para os detentores de registro de medicamentos de uso humano. A Diretoria Colegiada

Leia mais

BIOÉTICA E ÉTICA MÉDICA

BIOÉTICA E ÉTICA MÉDICA BIOÉTICA E ÉTICA MÉDICA CIDES EXT. TELEFONE Direção - Doutor Rui Nunes 26845 220426845 Lic. Filipa Santos (Secretariado) 26840 220426840 Doutora Guilhermina Rego 26844 220426844 Mestre Ivone Duarte 26841

Leia mais

Técnicos Especializados

Técnicos Especializados Nome da Escola : Data final da candidatura : Disciplina Projeto: Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano, Porto Nº Escola : 153000 2015-09-03 Nº Horário : 75 Escola de Referência para a Educação Bilingue

Leia mais

CENTRO INTEGRADO DE SAÚDE

CENTRO INTEGRADO DE SAÚDE 15 DIAS: 17/07/2015 A 31/07/2015 ENGENHARIA CIVIL MARCELO MARTINS AZEVEDO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA EVALDO MORAES DO NASCIMENTO ARQUITETURA E URBANISMO DESIGNER DE INTERIORES MATKIARA FRANCY DE CARVALHO

Leia mais

AMANDA COSTA DE MORAIS

AMANDA COSTA DE MORAIS O Programa de Educação Tutorial (PET) do curso de Administração da UFMG certifica que o(a) aluno(a) AMANDA COSTA DE MORAIS participou da 7ª Discussão Temática Diversidade e inovação: cultura empreendedora

Leia mais

Farmacêutica Priscila Xavier

Farmacêutica Priscila Xavier Farmacêutica Priscila Xavier A Organização Mundial de Saúde diz que há USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS: quando pacientes recebem medicamentos apropriados para suas condições clínicas, em doses adequadas às

Leia mais

Fontes de Notificação em Farmacovigilância Murilo Freitas Dias, Nair Ramos de Souza, Milena Oliveira Bittencourt e Marcia Santos Nogueira

Fontes de Notificação em Farmacovigilância Murilo Freitas Dias, Nair Ramos de Souza, Milena Oliveira Bittencourt e Marcia Santos Nogueira Fontes de Notificação em Farmacovigilância Murilo Freitas Dias, Nair Ramos de Souza, Milena Oliveira Bittencourt e Marcia Santos Nogueira Um dos principais objetivos da Farmacovigilância, seja qual for

Leia mais

COMÉRCIO INTERNACIONAL CURSO DE ECONOMIA

COMÉRCIO INTERNACIONAL CURSO DE ECONOMIA COMÉRCIO INTERNACIONAL CURSO DE ECONOMIA CLASSIFICAÇÕES DO SEGUNDO TESTE E DA AVALIAÇÃO CONTINUA Classificações Classificação Final Alex Santos Teixeira 13 13 Alexandre Prata da Cruz 10 11 Aleydita Barreto

Leia mais

Fortalecendo o Sistema de Farmacovigilância para a introdução de novos medicamentos para a tuberculose no Brasil

Fortalecendo o Sistema de Farmacovigilância para a introdução de novos medicamentos para a tuberculose no Brasil Fortalecendo o Sistema de Farmacovigilância para a introdução de novos medicamentos para a tuberculose no Brasil Introdução Em 2009, o Ministério da Saúde (MS) do Brasil mudou seu esquema de tratamento

Leia mais

Prescrição Farmacêutica. Aspectos técnicos e legais

Prescrição Farmacêutica. Aspectos técnicos e legais Bem Vindos! Prescrição Farmacêutica Aspectos técnicos e legais Quem sou? Prof. Dr José Henrique Gialongo Gonçales Bomfim Farmacêutico Bioquímico 1998 Mestre em Toxicologia USP 2003 Doutor em Farmacologia

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO DOUTORADO EM DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA EM

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE INSTITUTO DE SAÚDE E GESTÃO HOSPITALAR

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE INSTITUTO DE SAÚDE E GESTÃO HOSPITALAR UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE INSTITUTO DE SAÚDE E GESTÃO HOSPITALAR Curso de Especialização em Enfermagem Pediátrica e Neonatal 1ª Turma- Sobral 1. JUSTIFICATIVA Apesar das

Leia mais

Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008

Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008 Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008 Ementa: Regulamenta o exercício profissional nos serviços de atendimento pré-hospitalar, na farmácia hospitalar e em outros serviços de saúde, de natureza pública

Leia mais

10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM ATENÇÃO FARMACÊUTICA PARA A MELHORIA DA SAÚDE DA POPULAÇÃO

10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM ATENÇÃO FARMACÊUTICA PARA A MELHORIA DA SAÚDE DA POPULAÇÃO 10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM ATENÇÃO FARMACÊUTICA PARA A MELHORIA DA SAÚDE DA POPULAÇÃO Jonas Ricardo Munhoz 1 Johnny Trovó Rota 1 Raquel Soares Tasca 2 Marco Antonio Costa 2 Os estudos da utilização

Leia mais

ESCOLA E.B. 2,3 DE LAMAÇÃES 2013-2014

ESCOLA E.B. 2,3 DE LAMAÇÃES 2013-2014 5º1 1 ANA CATARINA R FREITAS SIM 2 BEATRIZ SOARES RIBEIRO SIM 3 DIOGO ANTÓNIO A PEREIRA SIM 4 MÁRCIO RAFAEL R SANTOS SIM 5 MARCO ANTÓNIO B OLIVEIRA SIM 6 NÁDIA ARAÚJO GONÇALVES SIM 7 SUNNY KATHARINA G

Leia mais

I JORNADA DE FISIOTERAPIA HGWA

I JORNADA DE FISIOTERAPIA HGWA I JORNADA DE FISIOTERAPIA HGWA 1. OBJETIVO Fomentar o conhecimento científico e investir no crescimento técnico científico da Fisioterapia sob o tema Segurança e Qualidade na Assistência Fisioterapêutica.

Leia mais

DOCENTES DO CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM CAMPUS AMÍLCAR FERREIRA SOBRAL

DOCENTES DO CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM CAMPUS AMÍLCAR FERREIRA SOBRAL DOCENTES DO CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM CAMPUS AMÍLCAR FERREIRA SOBRAL CHEFE DO CURSO DE ENFERMAGEM Profa. MSc. Izabel Cristina Falcão Juvenal Barbosa Possui graduação em Terapia Ocupacional pela

Leia mais

Escola sede: Escola Secundária de S. Pedro do Sul Alunos Matriculados - 2015/2016

Escola sede: Escola Secundária de S. Pedro do Sul Alunos Matriculados - 2015/2016 13948 5 A 2.º Ciclo do Ensino Básico Ana Gabriela Pedro Fernandes Escola Básica n.º 2 de São Pedro do Sul 13933 5 A 2.º Ciclo do Ensino Básico Ana Júlia Capela Pinto Escola Básica n.º 2 de São Pedro do

Leia mais

MESTRADOS E DOUTORAMENTOS - 2015

MESTRADOS E DOUTORAMENTOS - 2015 MESTRADOS E DOUTORAMENTOS - 2015 2ª FASE - ECT SUPLENTE EXCLUÍDO LISTA DE CANDIDATOS SERIAÇÃO CARLA MARIA CARNEIRO ALVES Doutoramento em Didática de Ciências e Tecnologias 3,9 de 5 4 CARLOS EDUARDO DOS

Leia mais

FACIDER FACULDADE DE COLIDER. FACIDER atualizado 2014/1 FARMACIA, BACHARELADO ESTUDOS FORMATIVOS Página 1

FACIDER FACULDADE DE COLIDER. FACIDER atualizado 2014/1 FARMACIA, BACHARELADO ESTUDOS FORMATIVOS Página 1 Portaria Credenciamento IES: Portaria 1658 D.O.U. 25/07/01. Portaria Autorização Administração : Portaria 1658 D.O.U. 25/07/01 Portaria Reconhecimento Administração : Portaria 3.519 D.O.U.14/10/05. Portaria

Leia mais

ALCATEIA ACAGRUP 2014 - SIERRA NORTE - MADRID - ESPANHA PARTICIPANTES: 26 60% INCIDÊNCIA NO GRUPO 20%

ALCATEIA ACAGRUP 2014 - SIERRA NORTE - MADRID - ESPANHA PARTICIPANTES: 26 60% INCIDÊNCIA NO GRUPO 20% ALCATEIA Sec NIN NOME NIN NOME Lob 1215050143005 Alice Neto Santos Nascimento 1215050143015 Afonso da Fonseca Machado Lob 1215050143010 Amélia Maria Mesquita Aleixo Alves 1115050143010 Afonso Jesus Dias

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE CENTRO DE EDUCAÇÃO CED PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO PPGE

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE CENTRO DE EDUCAÇÃO CED PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO PPGE Linha A: Formação, Didática e Trabalho Docente Núcleo 1: Didática, Saberes Docentes e Práticas Pedagógicas - Maria Socorro Lucena Lima - Jacques Therrien - Maria Marina Dias Cavalcante Local: Sala do Prof.

Leia mais

II. Atividades de Extensão

II. Atividades de Extensão REGULAMENTO DO PROGRAMA DE EXTENSÃO I. Objetivos A extensão tem por objetivo geral tornar acessível, à sociedade, o conhecimento de domínio da Faculdade Gama e Souza, seja por sua própria produção, seja

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA DO CHS Vivian Heringer Pizzinga 1 Luiza do Carmo Louzada 2 Thais Klein de Angelis 3 Alessandra Teixeira Marques Pinto 4 Mercedes Duarte e Silva 5 Carlos Emmanuel da Fonseca Rocha 6 Total de área: 6 DO

Leia mais

Adriane Cristina de Jesus

Adriane Cristina de Jesus Adriane Cristina de Jesus Alexandre Coelho Rodrigues Gomes Alexandre Montenegro Nascimento Vilarinhos Ana Carolina Nogueira Ana Carolina Rodrigues Oliveira Ana Luiza de Paiva Silva Ana Luiza dos Anjos

Leia mais

FARMÁCIA. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC

FARMÁCIA. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC FARMÁCIA Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 CURSO: FARMÁCIA Dados de identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente da Mantenedora Presidente: Ed. Rodrigo Calvo Galindo Base legal da Mantenedora

Leia mais

Experiência: PROJETO HOSPITAIS SENTINELA: UMA ESTRATÉGIA DE VIGILÂNCIA PARA A PÓS-COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS DE SAÚDE

Experiência: PROJETO HOSPITAIS SENTINELA: UMA ESTRATÉGIA DE VIGILÂNCIA PARA A PÓS-COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS DE SAÚDE Experiência: PROJETO HOSPITAIS SENTINELA: UMA ESTRATÉGIA DE VIGILÂNCIA PARA A PÓS-COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS DE SAÚDE Agência Nacional de Vigilância Sanitária Ministério da Saúde Responsável: Clarice

Leia mais

Autor Área Científica 1 Área Científica 2 Ordem Dia Hora Área Autor Área Científica 1 Área Científica 2 Ordem Dia Hora Área

Autor Área Científica 1 Área Científica 2 Ordem Dia Hora Área Autor Área Científica 1 Área Científica 2 Ordem Dia Hora Área Autor Área Científica 1 Área Científica 2 Ordem Dia Hora Área Carina Coelho Cariologia/Med. dentária Preventiva Dentisteria Operatória 1 11 15h00-16h00 Investigação Isabel Roçadas Pires Cariologia/Med.

Leia mais

Processo Seletivo Público Apex-Brasil ASII-07. Comunicado 04 Resultado Final 1ª Etapa - Análise Curricular 15/05/2014

Processo Seletivo Público Apex-Brasil ASII-07. Comunicado 04 Resultado Final 1ª Etapa - Análise Curricular 15/05/2014 Processo Seletivo Público Apex-Brasil ASII-07 Comunicado 04 Resultado Final 1ª Etapa - Análise Curricular 15/05/2014 INFORMAÇÕES IMPORTANTES: 1ª ETAPA: de caráter eliminatório e classificatório A análise

Leia mais

APURAÇÃO DE RESULTADO ENTREVISTA. 15 - ÁREA: DIRETORIA DE EXTENSÃO Secretaria e Coordenação de Estágio. Nível Superior

APURAÇÃO DE RESULTADO ENTREVISTA. 15 - ÁREA: DIRETORIA DE EXTENSÃO Secretaria e Coordenação de Estágio. Nível Superior 15 - ÁREA: DIRETORIA DE EXTENSÃO Secretaria e Coordenação de Estágio. Nível Superior 46 Samuel Souza Evangelista 130 104 Jussara Cândida Soares Desclassificada 45 Bruno José Rupino 130 61 Fabiana Grigógio

Leia mais

INVESTIGAÇÃO ACERCA DA PRINCIPAL FINALIDADE DO USO DE PLANTAS MEDICINAIS EM CRIANÇAS DE 0 A 2 ANOS

INVESTIGAÇÃO ACERCA DA PRINCIPAL FINALIDADE DO USO DE PLANTAS MEDICINAIS EM CRIANÇAS DE 0 A 2 ANOS INVESTIGAÇÃO ACERCA DA PRINCIPAL FINALIDADE DO USO DE PLANTAS MEDICINAIS EM CRIANÇAS DE 0 A 2 ANOS COSTA, Eliene Pereira. Discente do curso de Enfermagem do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, da

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS 1º PERÍODO

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS 1º PERÍODO CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS 1º PERÍODO Biologia Geral, Citologia e Genética Estudo da célula, seus componentes e relação com as funções

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE CRUTAC. Formação Profissional. Análises Clínicas.

PALAVRAS-CHAVE CRUTAC. Formação Profissional. Análises Clínicas. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA AVALIAÇÃO

Leia mais

Nome do candidato Curso - Campus Semestre Classificação

Nome do candidato Curso - Campus Semestre Classificação 589 ADILSON SANTOS DE JESUS 49 AMANDA LUISA FAGUNDES AMORIM 45477 ARLISON SANTOS SOUZA 7698 AUGUSTO MACHADO RAMOS 80880 BIANCA AMORIM SANTOS 00492 DANIEL SANTOS SILVA 44442 DANILO FLORES DE OLIVEIRA 6240

Leia mais

F - ÁREA PROFISSIONAL FARMÁCIA. FARMÁCIA HOSPITALAR E CLÍNICA - InCor. Titulação: Aprimoramento e Especialização

F - ÁREA PROFISSIONAL FARMÁCIA. FARMÁCIA HOSPITALAR E CLÍNICA - InCor. Titulação: Aprimoramento e Especialização F - ÁREA PROFISSIONAL FARMÁCIA FARMÁCIA HOSPITALAR E CLÍNICA - InCor Titulação: Aprimoramento e Especialização Supervisora: Drª Sonia Lucena Cipriano Características: (duração 12 meses) Dirigido a farmacêuticos,

Leia mais

Nota Técnica Conjunta SESA N 02/2014 1

Nota Técnica Conjunta SESA N 02/2014 1 Nota Técnica Conjunta SESA N 02/2014 1 Assunto: Fluxo para solicitação, distribuição e dispensação do medicamento Palivizumabe para o tratamento profilático do Vírus Sincicial Respiratório (VSR) no Estado

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GEFIS Nº 29 / 2010 Abordagem Sindrômica. Participação Legal do Enfermeiro. Programa de Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis. Programa de Atenção Integral em Doenças Prevalentes

Leia mais

TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR

TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR e Prática Clínica TRATAMENTO ANALÍTICO-COMPORTAMENTAL DO TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR TRATAMENTO ANALÍTICO-COMPORTAMENTAL DO TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR Maria Rita Zoéga Soares Samir Vidal Mussi e cols. Coordenação

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Psicologia. O Presidente

Leia mais

Oncologia. Aula 3: Legislação específica. Profa. Camila Barbosa de Carvalho

Oncologia. Aula 3: Legislação específica. Profa. Camila Barbosa de Carvalho Oncologia Aula 3: Legislação específica Profa. Camila Barbosa de Carvalho Legislações importante em oncologia - RDC n o. 220/2004 - RDC n o. 67/2007 - RDC n o. 50/2002 - RDC n o. 306/2004 - NR 32/2005

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 Ementa: Regulamenta o registro, a guarda e o manuseio de informações resultantes da prática da assistência farmacêutica nos serviços de saúde. O Conselho Federal

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ UFC FACULDADE DE MEDICINA FAMED FACULDADE DE PSICOLOGIA PROFESSOR ORIENTADOR: Dr. Fábio Gomes de Matos e Souza

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ UFC FACULDADE DE MEDICINA FAMED FACULDADE DE PSICOLOGIA PROFESSOR ORIENTADOR: Dr. Fábio Gomes de Matos e Souza UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ UFC FACULDADE DE MEDICINA FAMED FACULDADE DE PSICOLOGIA PROFESSOR ORIENTADOR: Dr. Fábio Gomes de Matos e Souza O SUICÍDIO O suicídio, um problema de saúde pública, é responsável

Leia mais

Lista de Trabalhos para a VI Semana Acadêmica da Farmácia

Lista de Trabalhos para a VI Semana Acadêmica da Farmácia Lista de Trabalhos para a VI Semana Acadêmica da Farmácia Número Autor Título Situação ABORDAGEM FISIOTERAPICA ASSOCIADA AO TRATAMENTO Ana Caroline da Silva 01 FARMACOLÓGICO EM PACIENTES COM ESPODILITE

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VOUZELA E CAMPIA ESCOLA BÁSICA DE CAMPIA MATEMÁTICA - 2013/2014 (3.º período) 2.º Ciclo - TABUADA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VOUZELA E CAMPIA ESCOLA BÁSICA DE CAMPIA MATEMÁTICA - 2013/2014 (3.º período) 2.º Ciclo - TABUADA 2.º Ciclo - TABUADA 1.ºs 6.º Ac 7 Fernando Miguel L. Fontes 100,0 6.º Ac 8 Francisca Vicente Silva 100,0 6.º Bc 2 Daniel Henriques Lourenço 99,6 3.ºs 5.º Bc 16 Simão Pedro Tojal Almeida 99,6 5.º Ac 10

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.813, DE 22 DE JUNHO DE 2006. Aprova a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos e dá outras providências.

Leia mais

MFIG - TRABALHO Codigo Nome turma Nota Trabalho 110402106 Adriana Castro Valente 2 15,0 110402107 Alex da Silva Carvalho 3 14,9 70402122 Alexandre

MFIG - TRABALHO Codigo Nome turma Nota Trabalho 110402106 Adriana Castro Valente 2 15,0 110402107 Alex da Silva Carvalho 3 14,9 70402122 Alexandre MFIG - TRABALHO Codigo Nome turma Nota Trabalho 110402106 Adriana Castro Valente 2 15,0 110402107 Alex da Silva Carvalho 3 14,9 70402122 Alexandre Jorge Costelha Seabra 2 18,2 110402182 Ana Catarina Linhares

Leia mais

151713 - Agrupamento de Escolas de Mosteiro e Cávado 346652 - Escola E.B.2,3 do Cávado. Relação de Alunos

151713 - Agrupamento de Escolas de Mosteiro e Cávado 346652 - Escola E.B.2,3 do Cávado. Relação de Alunos 3452 - Escola E.B.2,3 do Cávado : A 137 1 Adriana Manuela Gomes Pinheiro 14 S S 20 2 Alexandra Pereira Ferreira 28 3 Ângelo Rafael Araújo Gomes S 28 4 Beatriz da Costa Oliveira S 2 5 Domingos Gonçalo Ferreira

Leia mais

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel CICLO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA O Ciclo da Assistência Farmacêutica compreende um sistema integrado de técnicas, científicas e operacionais SELEÇÃO DE MEDICAMENTOS

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS. luciene@fortalnet.com.br 1

POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS. luciene@fortalnet.com.br 1 POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS luciene@fortalnet.com.br 1 POLÍTICA? luciene@fortalnet.com.br 2 Política É um compromisso oficial expresso em um documento escrito. São decisões de caráter geral, destinadas

Leia mais

TURMA 10 H. CURSO PROFISSIONAL DE: Técnico de Multimédia RELAÇÃO DE ALUNOS

TURMA 10 H. CURSO PROFISSIONAL DE: Técnico de Multimédia RELAÇÃO DE ALUNOS Técnico de Multimédia 10 H 7536 Alberto Filipe Cardoso Pinto 7566 Ana Isabel Lomar Antunes 7567 Andreia Carine Ferreira Quintela 7537 Bruno Manuel Martins Castro 7538 Bruno Miguel Ferreira Bogas 5859 Bruno

Leia mais

O Perfil Dos Usuários Do Grupo De Apoio Às DST s E AIDS, Viçosa - MG 1

O Perfil Dos Usuários Do Grupo De Apoio Às DST s E AIDS, Viçosa - MG 1 O Perfil Dos Usuários Do Grupo De Apoio Às DST s E AIDS, Viçosa - MG 1 Talita da Conceição de Oliveira Fonseca. Economista Doméstica. Endereço: Rua João Valadares Gomes nº 210, bairro JK, Viçosa-MG. E-mail:

Leia mais

Atribuições Clínicas do Farmacêutico

Atribuições Clínicas do Farmacêutico Atribuições Clínicas do Farmacêutico Evolução dos gastos com medicamentos do Ministério da Saúde 650% crescimento R$ Atualizado: 10/02/2014 Fonte: Fundo Nacional de Saúde FNS e CGPLAN/SCTIE/MS Hospitalizações

Leia mais

O desafio na produção de conhecimento a partir de inquérito de saúde de base populacional: a experiência da cidade de São Paulo

O desafio na produção de conhecimento a partir de inquérito de saúde de base populacional: a experiência da cidade de São Paulo O desafio na produção de conhecimento a partir de inquérito de saúde de base populacional: a experiência Katia Cristina Bassichetto Assessora técnica Coordenação de Epidemiologia e Informação CEInfo Função

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA DO CHS Vivian Heringer Pizzinga APROVADO 1 Luiza do Carmo Louzada APROVADO 2 Thais Klein de Angelis APROVADO 3 Alessandra Teixeira Marques Pinto APROVADO 4 Mercedes Duarte e Silva APROVADO 5 Carlos Emmanuel

Leia mais

10 projetos de pesquisa aprovados no edital BICT/FUNCAP 12/2014

10 projetos de pesquisa aprovados no edital BICT/FUNCAP 12/2014 Projetos de pesquisa no Saúde Instituto de Ciências da 10 projetos de pesquisa aprovados no edital BICT/FUNCAP 12/2014 Título: Avaliação da autoeficácia materna para prevenir diarreia infantil em Redenção-CE

Leia mais

Centro Universitário de Brusque - UNIFEBE Conselho Universitário - CONSUNI

Centro Universitário de Brusque - UNIFEBE Conselho Universitário - CONSUNI REGULAMENTO DA CLÍNICA ESCOLA E SERVIÇOS DE PSICOLOGIA - CESP Aprovado pela Resolução CONSUNI nº 11/15 de 08/04/15. CAPÍTULO I DO OBJETIVO DO REGULAMENTO Art. 1º A Clínica Escola de Psicologia é o ambiente

Leia mais

LISTA DE CANDIDATOS ADMITIDOS E NÃO ADMITIDOS. Concurso Oferta de Escola para Contratação de Docente Grupo 110. Ano Letivo - 2014/2015

LISTA DE CANDIDATOS ADMITIDOS E NÃO ADMITIDOS. Concurso Oferta de Escola para Contratação de Docente Grupo 110. Ano Letivo - 2014/2015 LISTA DE CANDIDATOS ADMITIDOS E NÃO ADMITIDOS Concurso Oferta de Escola para Contratação de Docente Grupo 110 Ano Letivo - 2014/2015 CANDIDATOS ADMITIDOS: Nº Candidato NOME OSERVAÇÕES 1367130034 Alexandra

Leia mais

Escola de Educação Profissional Newton Paiva

Escola de Educação Profissional Newton Paiva ADRIANE RIBEIRO DE OLIVEIRA Técnico em Secretaria Técnico em Secretaria - 072MTSMA002 042MTHTP001 Gestão da Secretaria 082MTEVMA001 ALINE BASTOS DE BARROS 112MTSBTP004 Prática Profissional I 112MTSBTP002

Leia mais

Ana Paula Pinheiro Chagas Fernandes ana.chagas@nupad.medicina.ufmg.br

Ana Paula Pinheiro Chagas Fernandes ana.chagas@nupad.medicina.ufmg.br Ana Paula Pinheiro Chagas Fernandes ana.chagas@nupad.medicina.ufmg.br Se a educação sozinha não pode transformar a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda. Não há saber mais ou saber menos: Há saberes

Leia mais

Escola sede: Escola Secundária de S. Pedro do Sul Alunos Matriculados - 2015/2016

Escola sede: Escola Secundária de S. Pedro do Sul Alunos Matriculados - 2015/2016 13008 10 E Técnico de Instalações Elétricas Carlos Jorge Oliveira Rodrigues Escola Secundária de São Pedro do Sul 13791 10 E Técnico de Instalações Elétricas Daniel dos Santos Rodrigues Escola Secundária

Leia mais

RESULTADOS. Nome Global ( /100) PT1840719 ADÃO AZEVEDO MALHEIRO MATOS BARBOSA 94 B1 PT1840720 ADRIANA MORAIS SOUSA 52 A1

RESULTADOS. Nome Global ( /100) PT1840719 ADÃO AZEVEDO MALHEIRO MATOS BARBOSA 94 B1 PT1840720 ADRIANA MORAIS SOUSA 52 A1 PT1840719 ADÃO AZEVEDO MALHEIRO MATOS BARBOSA 94 B1 PT1840720 ADRIANA MORAIS SOUSA 52 A1 PT1840721 ADRIANA XAVIER DA SILVA FERNANDES 38 Pré-A1 PT1840722 ALEXANDRA FILIPA AZEVEDO SANTOS 52 A1 PT1840723

Leia mais

Ministério da Educação e Ciência Resultados da 1ª Fase do Concurso Nacional de Acesso de 2012

Ministério da Educação e Ciência Resultados da 1ª Fase do Concurso Nacional de Acesso de 2012 14472273 ANA CARLA MELO VALADÃO Colocada em 0911 14595437 ANA ISABEL TERRA SILVA Colocada em 3101 9084 14541457 ANA MARIA DE SOUSA MARTINS Colocada em 7220 8149 14314779 ANDRÉ ALVES HOMEM Colocado em 0130

Leia mais

Uma área em expansão. Radiologia

Uma área em expansão. Radiologia Uma área em expansão Conhecimento especializado e treinamento em novas tecnologias abrem caminho para equipes de Enfermagem nos serviços de diagnóstico por imagem e radiologia A atuação da Enfermagem em

Leia mais

Cursos Profissionais Turma 1P1 Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos

Cursos Profissionais Turma 1P1 Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos Turma 1P1 Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos Nome * Bruno Miguel de Sá Gonçalves b 3,818 TGPSI Fábio Daniel de Sá Gonçalves b 3,727 TGPSI Leandro Filipe da Silva Veiga b 3,364 TGPSI

Leia mais

Guia para Registro de Novas Associações em Dose Fixa

Guia para Registro de Novas Associações em Dose Fixa Medicamentos Guia para Registro de Novas Associações em Dose Fixa Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa Guia para Registro de Novas Associações

Leia mais

EVENTOS DO CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS XII

EVENTOS DO CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS XII EVENTOS DO CURSO DE BACHARELADO EM DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS XII SEMESTRE NOME DO EVENTO RESPONSÁVEL OBJETIVOS CLIENTELA ATENDIDA 2006.1 Curso de Primeiros Socorros Aracy Fernandes de Magalhães

Leia mais

CURSO: ANIMADOR SOCIOCULTURAL LISTA PROVISÓRIA DE ALUNOS SELECIONADOS

CURSO: ANIMADOR SOCIOCULTURAL LISTA PROVISÓRIA DE ALUNOS SELECIONADOS CURSO: ANIMADOR SOCIOCULTURAL Adriana da Conceição Palhares Lopes Alexandra Rodrigues Barbosa Ana Salomé Lopes Queirós Andreia Dias da Costa Bianca Patricia Gonçalves Ramos Carina Filipa Monteiro Rodrigues

Leia mais

31º Curso Normal de Magistrados para os Tribunais Judiciais

31º Curso Normal de Magistrados para os Tribunais Judiciais A 796 Neuza Soraia Rodrigues Carvalhas Direito e Processual 729 Maria Teresa Barros Ferreira Direito e Processual 938 Rute Isabel Bexiga Ramos Direito e Processual 440 Inês Lopes Raimundo Direito e Processual

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÂO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (CCIH) E SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (SCIH) DO HU/UFJF

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÂO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (CCIH) E SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (SCIH) DO HU/UFJF REGIMENTO INTERNO DA COMISSÂO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (CCIH) E SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (SCIH) DO HU/UFJF CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO Artigo 1º Atendendo à Portaria de número

Leia mais

CARTA ABERTA SOBRE PRESCRIÇÃO FARMACÊUTICA

CARTA ABERTA SOBRE PRESCRIÇÃO FARMACÊUTICA CARTA ABERTA SOBRE PRESCRIÇÃO FARMACÊUTICA A garantia da provisão de serviços e produtos para o cuidado das pessoas é um problema de saúde coletiva. A dimensão da necessidade de acesso e utilização a recursos

Leia mais

EXPERIÊNCIA DA IMPLANTAÇÃO DA ATENÇÃO FARMACÊUTICA NO SUS APS SANTA MARCELINA / SP:

EXPERIÊNCIA DA IMPLANTAÇÃO DA ATENÇÃO FARMACÊUTICA NO SUS APS SANTA MARCELINA / SP: APS SANTA MARCELINA INTRODUÇÃO EXPERIÊNCIA DA IMPLANTAÇÃO DA NO SUS APS SANTA MARCELINA / SP: UM PROCESSO EM CONSTRUÇÃO Parceria com a Prefeitura de São Paulo no desenvolvimento de ações e serviços voltados

Leia mais

NOME TITULAÇÃO QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL CARGO/FUNÇÃO

NOME TITULAÇÃO QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL CARGO/FUNÇÃO NOME TITULAÇÃO QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL CARGO/FUNÇÃO José Romualdo Degasperi Educação Reitor Ricardo Spindola Mariz Educação Pró-Reitor Adelaide dos Santos Figueiredo Luiz Síveres Antônio Pereira Lima

Leia mais

Edital 04/13 - Inglês Grupo 1

Edital 04/13 - Inglês Grupo 1 Edital 04/13 - Inglês Grupo 1 1º DANIELLE OLIVEIRA LELIS GONRING 74,00 25,90 62,00 18,60 100,00 15,00 89,00 17,80 77,30 2º MARA CORRÊA SENNA 96,00 33,60 41,00 12,30 94,00 14,10 83,00 16,60 76,60 3º CAROLINA

Leia mais

Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Resultados da 2ª Fase do Concurso Nacional de Acesso de 2011

Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Resultados da 2ª Fase do Concurso Nacional de Acesso de 2011 14320023 ALEXANDRE VAZ MARQUES VASCONCELOS Colocado em 1105 Universidade do Porto - Faculdade de Engenharia 9897 Ciências de Engenharia - Engenharia de Minas e Geoambiente 13840715 ANA CLÁUDIA DIAS MARTINS

Leia mais

ATENÇÃO!!! PERÍODO A SER DIGITADO 01/09/2010 A 30/09/2010 Introd Info Geografia 1 Filosofia Português 1 Química 1 Biologia 1 Artes Física 1 Qual Vida

ATENÇÃO!!! PERÍODO A SER DIGITADO 01/09/2010 A 30/09/2010 Introd Info Geografia 1 Filosofia Português 1 Química 1 Biologia 1 Artes Física 1 Qual Vida Introd Info Geografia 1 Filosofia Português 1 Química 1 Biologia 1 Artes Física 1 Qual Vida 1 Matemática 1 Total de % de total Raquel Mauro Veronica Regina Jorge Ana Daniel Freitas Jô Mário faltas faltas

Leia mais

Resultados da Candidatura a Alojamento

Resultados da Candidatura a Alojamento Resultados da Candidatura a Alojamento Unidade Orgânica: Serviços de Acção Social RESIDÊNCIA: 02 - ESE ANO LECTIVO: 2015/2016 2ª Fase - Resultados Definitivos >>> EDUCAÇÃO BÁSICA 14711 Ana Catarina Mendes

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA

CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA Adriano Gonçalves Barbosa de Castro - Ortodontia - Clínica de Odontologia Pediatria I Alexandre Gonçalves Barbosa Castro - Clínica de CTBMF; Clínica de Pacientes Especiais Ana Maria Costa - Clínica de

Leia mais

CAMPUS SÃO LUÍS - MONTE CASTELO FORMA INTEGRADA

CAMPUS SÃO LUÍS - MONTE CASTELO FORMA INTEGRADA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO CURSO: TÉCNICO EM COMUNICAÇÃO VISUAL - DIURNO LUIZ ADRIEL RODRIGUES OLIVEIRA 888 26,00 CURSO: TÉCNICO EM COMUNICAÇÃO

Leia mais

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo Padrão Nível 1 Uso seguro e racional de medicamentos Dimensões da qualidade Aceitabilidade, adequação e integralidade Assistência Farmacêutica

Leia mais

UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR DE CAMPINA GRANDE FACULDADE DE CAMPINA GRANDE FAC CG 1º SIMPÓSIO MULTIDISCIPLINAR DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR DE CAMPINA GRANDE FACULDADE DE CAMPINA GRANDE FAC CG 1º SIMPÓSIO MULTIDISCIPLINAR DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR DE CAMPINA GRANDE FACULDADE DE CAMPINA GRANDE FAC CG 1º SIMPÓSIO MULTIDISCIPLINAR DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE LISTA DE TRABALHOS APROVADOS AUTOR RESPONSÁVEL Adriana Furtado

Leia mais

161718 - Agrupamento Escolas Castro Daire 343717 - Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos de Castro Daire. Relação de Alunos

161718 - Agrupamento Escolas Castro Daire 343717 - Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos de Castro Daire. Relação de Alunos 343717 - Escola Básica dos 2.º e 3.º s de Castro Daire Turma : A 1498 1 Ana Catarina Costa Esteves 14920 2 Ana Francisca da Silva Fernandes 16292 3 Beatriz Monteiro Andrade 14409 4 Camila Almeida Oliveira

Leia mais

PLANO DE ENSINO. Carga Horária: 72 horas/aula

PLANO DE ENSINO. Carga Horária: 72 horas/aula PLANO DE ENSINO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Farmácia Professores: Dinamar aparecida Gomes dinamar_gomes@hotmail.com Período/ Fase: 1º Semestre:

Leia mais

Hospital Sofia Feldman

Hospital Sofia Feldman Hospital Sofia ldman Relatório de Remuneração de Médicos Referente a Mês/Ano: 07/2015 NOME DO TRABALHADOR ROBERTO SALES MARTINS VERCOSA PAULO MAX GARCIA LEITE LUCAS BARBOSA DA SILVA JOAO BATISTA MARINHO

Leia mais

PROGRAMA DE RESIDÊNCIA INTEGRADA MULTIPROFISSIONAL EM ATENÇÃO HOSPITALAR - PRIMAH

PROGRAMA DE RESIDÊNCIA INTEGRADA MULTIPROFISSIONAL EM ATENÇÃO HOSPITALAR - PRIMAH PROGRAMA DE RESIDÊNCIA INTEGRADA MULTIPROFISSIONAL EM ATENÇÃO HOSPITALAR - PRIMAH DIRETRIZES PEDAGÓGICAS DO PROGRAMA ESTÃO BASEADAS NAS AÇÕES QUE COMPORTAM ATIVIDADES Multiprofissionalidade e interdisciplinaridade:

Leia mais

Aplicação do FMEA nas Centrais de Quimioterapia. Mario Luiz P. Ferreira Área da Qualidade

Aplicação do FMEA nas Centrais de Quimioterapia. Mario Luiz P. Ferreira Área da Qualidade Aplicação do FMEA nas Centrais de Quimioterapia Mario Luiz P. Ferreira Área da Qualidade Introdução O tema Segurança do Paciente se transformou em preocupação, nas instituições de saúde, a partir de 2003

Leia mais

PLANO DE GESTÃO 2015-2017

PLANO DE GESTÃO 2015-2017 UNIFAL-MG FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS PLANO DE GESTÃO 2015-2017 Profa. Fernanda Borges de Araújo Paula Candidata a Diretora Profa. Cássia Carneiro Avelino Candidata a Vice Diretora Índice Apresentação...

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COMISSÃO DE RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL E EM ÁREA PROFISSIONAL DA SAÚDE -COREMU PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM ÁREA PROFISSIONAL DA SAÚDE EM MEDICINA VETERINÁRIA Edital nº: 03/2015 PROPPG/UFERSA

Leia mais