Ceará. Economia cearense deve crescer acima da média nacional nos próximos anos. Luzineide Sales Mariana Orsini Paula Yamaguti

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1 Ceará Economia cearense deve crescer acima da média nacional nos próximos anos. Luzineide Sales Mariana Orsini Paula Yamaguti setembro 2013

2 Índice Página Pontos de destaque do Estado... 3 PIB... 4 Perfil das mesorregiões e principais atividades econômicas... 8 Perfil da população... 9 Rendimento Emprego Agricultura e pecuária Indústria Comércio Comércio exterior Complexo Industrial e Portuário de Pecém Serviços Turismo Desenvolvimento municipal e educação Transportes Construção Investimentos Anunciados Copa de Agências bancárias Crédito e inadimplência... 28

3 Pontos de destaque do Estado Projetamos que o Ceará crescerá acima da média brasileira entre 2011 e 2020 Os principais propulsores desse desempenho no longo prazo devem ser, além da conjuntura nacional e internacional, os investimentos direcionados principalmente por: Copa do Mundo de 2014 Fortaleza será uma das 14 cidades contando com alguns projetos de investimento em infraestrutura, além da atração de turistas para o Estado. Investimentos no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP). Investimentos nos setores de bens de capital, energia eólica, metalurgia e siderurgia e petróleo e gás. Além disso, o Estado vem mostrando aumento na renda e consequente aumento no consumo acima da média nacional, tendência que deve se manter no curto prazo, devido ao nível de renda ainda baixo no Estado. Características do Estado: Terceiro maior PIB do Nordeste, respondendo por 2,1% do PIB brasileiro (2010). Registrou crescimento real médio de 5,6% entre O setor de serviços é o que mais contribui para o Valor Adicionado Bruto (VAB)* (70,2% de participação na média de ) e empregos formais no Estado. Sua capital, Fortaleza, é um dos principais destinos turísticos do País. A indústria cearense acumula crescimento de 2,2% em 2013 até julho. No Estado, há forte concentração de indústrias de transformação, com destaque para indústrias de preparação e de artefatos de couro, das quais o detém quase a metade da produção nordestina. O Estado é o maior produtor de energia eólica do País, respondendo por 38% da produção nacional desse tipo de energia. Esse setor recebeu investimentos pesados na última década. O Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), maior exportador de frutas e calçados do País, situado nos municípios de São Gonçalo do Amarante e Caucaia, conta com a presença de indústrias de diversos segmentos, com destaque para a produção de cimento e de equipamentos para a geração de energia eólica. Na agricultura, o Estado destaca-se na produção de frutas e de castanha de caju para exportação. Também é significativa a produção de feijão e milho, que deve apresentar um crescimento elevado em *VAB: valor da produção menos valor dos bens intermediários. 3

4 Projetamos que o crescimento do PIB do Estado fique acima do PIB brasileiro nos próximos anos O Ceará conta com grandes investimentos nos setores de metalurgia e siderurgia, petróleo e gás, geração de energia eólica e infraestrutura para a Copa de 2014 e no Complexo Industrial e Portuário de Pecém. Tais investimentos deverão impulsionar seu crescimento no longo prazo. Nossa perspectiva é que o PIB do Ceará apresente crescimento médio acima do PIB brasileiro até Além dos investimentos, o Estado vem apresentando aumento na renda e consequente elevação no consumo acima da média nacional. Isso vem acontecendo devido ao nível ainda baixo de renda e à maior proporção de jovens entrando no mercado de trabalho, além do forte crescimento das transferências governamentais via INSS e Bolsa Família, que possuem peso maior na renda total das famílias do NE com relação à média nacional. 10% 8% Crescimento Real Ano a Ano Evolução do PIB Projeção BR NE Evolução do PIB - projeções Itaú BR 3,3% 4,5% 2,3% NE 4,3% 4,7% 2,3% 3,1% 5,6% 2,7% Evolução do PIB - setores (Crescimento real anual) 35,3 25,5 Agropecuária Indústria Serviços Total 6% 4% 6,6-0,2 1,7 11,9 4,5 0,5 4,4-1,2 6,5 7,6 5,2 4,24,5 5,7 2,1-0,4 11,8 6,8 2% 0% -10,6-16,3-22,0-8,4-2% P 2015P 2019P Fonte: IBGE, Itaú Fonte: IBGE, Projeções Itaú

5 O Estado possui o terceiro maior PIB do Nordeste Em 2010, o PIB do Ceará foi de R$ 77,8 bilhões, o que corresponde a 15,3% do PIB do Nordeste e a 2,1% do PIB nacional. Em termos de participação no PIB do Nordeste, o está atrás apenas da Bahia (30,4%) e de Pernambuco (18,8%). Entre 2009 e 2010, houve crescimento do PIB real de 8% no Estado. Nos últimos anos, a taxa média de crescimento do produto do Estado foi de 5,2%, frente a um crescimento médio de 4,4% no Nordeste e de 4,2% no Brasil. A distribuição do PIB entre as mesorregiões está concentrada no norte do Estado, sendo que a Região Metropolitana de Fortaleza detém 62,7% do total. Entre 2009 e 2010 houve maior crescimento do PIB real nas mesorregiões do Jaguaribe (36,4%) e no Norte (28%). Participação das Mesorregiões (% do PIB total do Estado ) Crescimento do PIB (PIB real 2009/2010) Participação dos estados no PIB do NE (2010) 9,9% 7,8% 62,7% 16,3% 28% 17,2% BA 30,4% MA 8,9% PI 4,3% 15,3% 5,1% 5,4% 16,6% 36,4% 2,5% 6,6% 21,1% 12,5% SE 4,7% AL 4,8% PE 18,8% PB 6,3% RN 6,4% Fonte: IBGE, Itaú 5

6 Região metropolitana de Fortaleza possui o maior PIB per capita do Estado Noroeste PIB per capita: R$5.790,59/hab. Sobral (R$ /hab): conta com um polo industrial com mais de 150 indústrias nos setores de calçados, cosméticos, mineração, embalagens, refrigerantes, cimento e serviços diversos de fundição. Norte PIB per capita: R$6.009,05/hab. São Gonçalo do Amarante (R$ /hab.): conta com a presença do Complexo Industrial e Portuário do Pecém, numa área de cerca de 320km². As principais instalações são usinas termelétricas, siderurgias e tancagem de derivados de petróleo. 3 Metropolitana de Fortaleza: PIB per capita: R$14.088,37/hab. Eusébio (R$ /hab.): destaque para atividades relacionadas ao setor de serviços (com destaque para o turismo), comércio e construção civil. O município também conta com a presença de três polos industriais. Fonte: IBGE, Itaú Sertões: PIB per capita: R$4.609,15/hab. Quixadá (R$ /hab.): a economia é baseada em avicultura e comércio. Conta com quatro granjas de grande e médio porte, com produção de cerca de 80 mil frangos por semana e geração de aproximadamente 400 empregos diretos e 2 mil indiretos. PIB per capita (2010) Municípios com maior/menor PIB per capita (2010) Município PIB per capita (R$/hab) PIB (R$ mil) Quixeré Eusébio São Gonçalo do Amarante Maracanaú Horizonte Catarina Tejuçuoca Aiuaba Tarrafas Abaiara Jaguaribe: PIB per capita: R$7.889,12/hab. Quixeré (R$ /hab.): município de maior PIB per capita do Estado, caracteriza-se pela fruticultura e pelas atividades comerciais. Centro-Sul: PIB per capita:r$5.167,75/hab. Iguatu (R$ 7.909/hab.): a atividade comercial do município serve de apoio para mais de dez municípios situados na mesma mesorregião. Outros destaques da economia são o plantio de feijão, banana e milho. Sul: PIB per capita: R$5.878,12/hab. Barbalha (R$ 8.214/hab.): destaque para o polo de Medicina, com a presença da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará. A economia também baseia-se em agricultura, comércio e turismo. 6

7 25% 20% 15% 10% 5% 0% -5% -10% Setor de serviços contribui com mais de 70% do Valor Adicionado Bruto do Estado Crescimento Anual PIB real das atividades (2009/2010) NE Ranking IBGE - maiores municípios em relação ao VAB no país** (2010) Município Posição Ocupada VAB (R$) Indústria Fortaleza/ 17º Maracanaú/ 98º Serviços Fortaleza/ 9º **Considera apenas os 100 maiores * Serviços industriais de utilidade pública Participação das atividades no VAB real (2010) Setor NE BR Agropecuária 4,4% 6,8% 5,6% Indústria 25,6% 24,8% 27,7% Extrativa 1,4% 4,9% 7,0% Transformação 50,9% 47,6% 61,9% Construção 23,9% 30,2% 19,8% SIUP 23,8% 17,4% 11,3% Serviços 70,1% 68,4% 66,7% Comércio 22,0% 21,6% 19,4% Transportes 6,1% 6,7% 7,4% Serviço da Informação 3,3% 2,9% 5,2% Financeiro 7,6% 6,4% 11,2% Aluguel 10,7% 11,5% 11,9% APU 31,2% 32,1% 23,4% Outros 19,2% 18,9% 21,5% A distribuição do VAB* entre os setores no é próxima à distribuição no Nordeste e no País. No entanto, a agropecuária tem participação menor no (4,4%) do que no Nordeste (6,8%) e no País (5,6%). A indústria possui participação de 25,6%, superior à do Nordeste (24,6%) e inferior à do País (27,7%). O setor de serviços compõe a maior parcela do VAB e possui participação (70,1%) superior à do Nordeste (68,4%) e Brasil (66,7%). Nos últimos cinco anos, as atividades que mais cresceram no Estado, em média, foram: construção (9,9%) e comércio (8,7%), com crescimento superior ao observado no Nordeste e no Brasil. Outros destaques foram indústria de transformação (3,1%), aluguel (3,8%) e Siup (6,7%). Houve retração na extração mineral (-2,6%), ficando esta abaixo do NE (0,7%) e do Brasil (4,4%). Fortaleza e Maracanaú estiveram entre os municípios com maior VAB na indústria. Fortaleza também foi o nono município brasileiro em termos de maior VAB no setor de Serviços. Fonte: IBGE, Itaú *VAB: valor da produção menos valor dos bens intermediários. 7

8 Perfil das mesorregiões TRIGO: FORMAÇÃO e principais atividades DE PREÇOS econômicas CIPP 1 2 Noroeste: grande participação da agricultura, com destaque para a produção de frutas tais como coco da Bahia, banana, manga e maracujá. Na região encontram-se também agroindústrias. Alguns municípios: Sobral, Tianguá e Camocim. Norte: a região engloba o Complexo Industrial e Portuário do Pecém, que conta com a presença de diversas indústrias e de terminais de cargas e containers que oferecem suporte ao terminal portuário. Alguns municípios: São Gonçalo do Amarante, Baturité e Caucaia. 3 Metropolitana de Fortaleza: destaque para o turismo em Fortaleza e a presença de indústrias de extração mineral e do setor de construção civil. Alguns municípios: Fortaleza, Eusébio e Pacajus. Agricultura: Banana Cana-de-açúcar Castanha de caju Coco da Bahia Feijão Mandicoa Manga Maracujá Melão Milho Tomate Pecuária: Aves Cabra Ovelha Indústrias e serviços: CIPP Construção Civil Extração Mineral Turismo Complexo Industrial e Portuário do Pecém Sertões: a região sofre com os períodos de seca e caracteriza-se pela pecuária de caprinos, ovinos e aves. Também há produção agrícola de feijão e milho, as principais culturas do Estado. Alguns municípios: Quixadá, Acopiara e Quixeramobim. Jaguaribe: economia baseada na agropecuária, com presença de produtores de cabras, coco da Bahia e banana. A região tem atraído empreendimentos no campo de agricultura irrigada. Alguns municípios: Jaguaribe, Limoeiro do Norte e Morada Nova. Centro-Sul: economia baseada na agricultura, com destaque para a produção de feijão, milho e banana. Alguns municípios: Iguatu, Lavras da Mangabeira e Várzea Alegre. Sul: devido à fertilidade de seus solos, conta com presença de produtores de mandioca, cana-de-açúcar, milho e banana. A região também tem recebido investimentos industriais nos setores de transformação de construção civil. Principais municípios: Juazeiro do Norte e Crato. 8

9 Ceará concentra cerca de 16% da população nordestina População (mil hab. 2010) Pirâmide etária (barras) e Brasil (contorno) Densidade demográfica (hab./km² ) Pirâmide etária - Projeção 2030 (barras) e Brasil (contorno) Municípios com maiores/menores crescimentos População 2010 Crescimento (2000/2010) Horizonte ,23% Eusébio ,18% Jijoca de Jericoacoara ,64% Pacajus ,34% Pacatuba ,76% Caucaia ,65% Mulungu ,09% Caridade ,30% Maranguape ,13% General Sampaio ,74% Guaramiranga ,11% Granjeiro ,63% São João do Jaguaribe ,65% Reriutaba ,31% Aratuba ,72% Homens Mulheres Homens Mulheres A população total do Ceará é a terceira maior do NE e a oitava maior do Brasil (8,4 milhões de habitantes). O Estado concentra 15,9% da população do Nordeste e 4,43% da população brasileira. Devido à tendência de queda nas taxas de fecundidade e ao aumento da expectativa de vida, a população brasileira, assim como a cearense, deverá passar por um processo de envelhecimento nas próximas décadas. Como a pirâmide etária ilustra, haverá uma maior parcela da população em idades mais avançadas, comparativamente à de mais jovens. Fonte: IBGE, Itaú 9

10 Fortaleza tem rendimento acima da média nacional Rendimento médio do trabalho (R$) Maior rendimento Fortaleza: R$ 1.400,29 584,23 571,08 550,01 611,23 692,71 602,45 Rendimento médio mensal (R$ ) 728 Fortaleza , O rendimento médio do trabalho no Ceará (R$ 899,10) é inferior ao rendimento médio do Nordeste (R$ 945,61) e ao do Brasil (R$ 1.344,70), apresentando, entretanto, crescimento 10 pontos percentuais acima do brasileiro nos últimos cinco anos. O Índice de Gini, é maior no Estado (0,523) do que na Região Nordeste (0,52) e no Brasil (0,50). Com relação à distribuição, é possível verificar que os maiores rendimentos estão concentrados na RMF e no sul do Estado. Nas demais regiões, mais de 80% da população encontra-se na categoria de rendimento não remunerado, de subsistência ou inferior a R$ 700. % da População ocupada por faixa de rendimento (2010) Não remunerado, de subsistência ou inferior a R$ ,8% 85,5% 86,5% 82,3% 59,5% Entre R$ 700 e R$ 5 mil 13,4% 14% 12,9% 16,9% 36,3% NE BR Índice de Gini* (2011) 0,523 0,52 84,1% 79,7% Entre R$ 5 mil e R$ 10 mil 0,6% 2,8% 0,4% 15,1% 19% Superior a R$ 10 mil 0,2% 1,4% 0,1% 0,50 0,5% 0,5% 0,2% 0,2% Fonte: Censo IBGE, Itaú NE BR *Índice de Gini: medida de desigualdade. Varia de 0 a 1. Quanto mais próximo de 0, maior a igualdade. 0,6% 0,9% 0,3% 0,4% 10

11 Participação elevada do emprego formal na indústria de transformação Evolução do estoque de emprego formal (Var. % Anual) Evolução do emprego informal *dados até jun/13 ** 2010 não consta por ser ano de Censo Distribuição do emprego formal por mesorregião (em % do total jun/13) 7% 2% Fonte: Caged, IBGE, Itau 7% 5% 2% 4% 74% ***dados de jul/13 Em 2012, o estoque de emprego formal no Ceará cresceu a uma taxa superior à observada no Nordeste e no Brasil. No entanto, o emprego informal ainda é elevado no Estado e no Nordeste quando comparado ao do País. Com relação à distribuição, 74,3% do número de empregos formais está concentrado na Região Metropolitana de Fortaleza. Em termos de composição, no há maior participação de mão de obra na indústria de transformação (24,5%), quando comparada ao Nordeste (17,8%) e ao Brasil (21,5%). Destaque também para a baixa participação do emprego formal na agropecuária (2,5%). 11

12 Agricultura: recuperação na safra produção de feijão e milho O VBP, Valor bruto da Produção do Estado, é dividido em 42% de grãos, 40% de frutas e 18% dos demais produtos. Deve-se destacar que em 2009 e 2010 a produção agrícola do Ceará foi bastante prejudicada pelas condições climáticas adversas. O Estado é o segundo maior produtor de melão (32% do total do Brasil), fava em grão (17,6%) e mamona em baga (15,1%) do País. Com relação à produção total do Ceará, as maiores participações são de feijão (28,7%) e milho (30,4%). Para a safra de 2012/13, é esperado um recuo na área plantada de ambos produtos no Estado, embora seja previsto um aumento elevado na produção tanto de feijão (111,2%) quanto de milho (47,9%). Com isso, a produtividade desses produtos deve crescer a taxas acima dos 100%. Classificação (2011) Valor da produção Part. Part. da Tipo de produto (R$ mil) do cultura 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º BR no BR no Melão RN BA RS PI PE PR TO SP MT ,0% 6,8% Fava (em grão) PB PE PI RN MA SE MG RS AL ,6% 0,4% Mamona (baga) BA MG PE SP PI PR MT PB RS ,1% 1,0% Feijão (em grão) MG PR GO SP BA MT PE SC RS ,5% 28,7% Amendoim (em casca) SP MG RS PR BA TO SE GO MS ,0% 0,5% Girassol (em grão) MT GO RS MG MS BA SE SP DF ,6% 0,0% Tomate SP MG PR GO RJ BA ES SC RS ,1% 7,7% Milho (em grão) PR MG MT RS GO SC SP MS BA ,3% 30,4% ,25 Fonte: IBGE, Agrolink, CONAB, Itaú Preço do melão amarelo (13Kg - média nacional) 14,21 17,13 14,63 18,94 24,8 19,83 fev-12 mai-12 ago-12 nov-12 fev-13 mai-13 ago-13 Var. Anual Feijão 2011/ /13¹ NE BR Área Plantada 433,6 326,8-24,6% -13,6% -9,5% Produtividade 75,8 212,6 180,4% 49,5% 8,0% Produção 32,9 69,5 111,2% 29,1% -2,1% Milho Área Plantada 520,6 364,4-30,0% -3,4% 3,3% Produtividade 142,0 300,0 111,3% 3,3% 3,4% Produção 73,9 109,3 47,9% -0,2% 6,9% ¹Previsão em Maio/

13 Pecuária: importância do Estado nos rebanhos de asnos e ovelhas Tipo de Classificação (2011) Tamanho do rebanho produto 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º BR Asinino BA PI MA PE RN PB MG PA TO Ovino RS BA PE PI PR RN MS MT SP Caprino BA PE PI PB RN MA PR MG RS Muar BA MG PA MA MT TO PE SP MS Avícola PR SP SC RS MG GO MT BA PE Coelhos RS PR SC MG SP RJ BA ES DF O detém o segundo maior rebanho de asnos e o terceiro maior rebanho de ovelhas do País. Também está entre os dez maiores rebanhos de cabras, mulas, aves e coelhos. No último trimestre de 2012 houve retração no número de animais abatidos no, em relação ao mesmo período de Destaque para o abate de bovinos, que diminuiu 13% no Ceará, enquanto no País houve aumento de 11,1%. Nos últimos meses, tem sido observada uma queda do preço do ovino, 15Kg, e do caprino, 15Kg, no Brasil. Esses preços são importantes para o Estado, uma vez que o detém 12,1% dos rebanhos ovinos e 11,1% dos rebanhos caprinos do País. 19,8% Participação do nos rebanhos do Brasil (2011) 12,1% 11,1% 6,4% 10,3% Asinino Ovino Caprino Muar Outros Animais abatidos Crescimento no período out-dez/11 out-dez/12 Brasil Bovino % 11,1% Suíno % 0,8% Avícola % -2% Preço ovino 15 KG (média nacional - R$) Aug/07 Aug/08 Aug/09 Aug/10 Aug/11 Aug/12 Aug/13 Preço caprino 15 KG (média nacional - R$) Aug/11 Dec/11 Apr/12 Aug/12 Dec/12 Apr/13 Aug/13 Fonte: IBGE e Agrolink, Itaú 13

14 Presença forte da indústria de alimentos, calçados e couro, produtos químicos e farmacêuticos no Estado A indústria compõe 25,6% do VAB do Ceará e responde por cerca de 24,5% do total de empregos formais do Estado. Na região NE, o Ceará tem a terceira maior participação, com 13,1%. Com o crescimento da renda acima do brasileiro, a região NE tem atraído muitas indústrias para seus Estados. No Ceará, as maiores participações hoje são fabricação de produtos alimentícios (18,7%), fabricação de produtos químicos (13,8%) e fabricação de coque, de produtos derivados de petróleo e biocombustíveis (9,7%). No acumulado em 2013 até julho, o Ceará apresentou alta de 2,2% na produção industrial. Para o Brasil, essa alta foi de 2%. Dentre os setores, cabe destacar a produção de calçados e artigos de couro e o refino de petróleo e álcool. Para este último, há previsão de grandes investimentos da Petrobras no Estado, que serão detalhados mais adiante. Crescimento da Produção por Setor em 2013 Fonte: IBGE, Itaú Total Ind. Indústria de transf. Alim. e bebidas Têxtil Vestuário e acessórios Calçados/artigos de couro Refino de petróleo e álcool Minerais não metálicos Metalurgia básica Máq., aparelhos e mat. el. acumulado até jul/13-70,2% Brasil NE -18,9% -5,7% -1,0% -3,1% -0,4% -2,2% -2,7% -0,6% -3,4% 2,0% 2,4% 2,2% 2,5% 2,6% 2,2% ND 6,1% 11,7% 23,6% 0,7% 10,0% 9,7% 8,9% 13,5% 22,3% 7,4% 7,5% 7,1% 7,7% 25% 20% 15% 10% 5% 0% -5% -10% -15% -20% var. % em 12 meses Brasil Nordeste Ceará Participação dos Estados na indústria (% do valor da prod. industrial do Nordeste 2010) BA 46% Produção Industrial MA PI 04% 02% AL 04% SE 04% PE 16% 13% RN 05% PB 04% -25% jan-10 jul-10 jan-11 jul-11 jan-12 jul-12 jan-13 jul-13 14

15 Comércio: crescimento da receita no Ceará está acima do Nordeste e Brasil Vendas no comércio varejista (ex. automóveis e material de construção) Índice de volume vendas no comércio varejista por segmento (Acumulado até julho/2013 sobre o mesmo período em 2012) Índice base fixa com ajuste sazonal (2011=100) Combustíveis e lubrificantes Hiper e supermercados, prod. Alim./bebidas e fumo -1% 0,6% 6,4% 14% 100 Tecidos, vestuário e calçados 5% 3,4% 90 Móveis Eletrodomésticos -2,8% -3% 8,6% 22% 80 Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos 9,1% 24% 70 Livros, jornais, revistas e papelaria 0% 4,0% 60 BR 50 jan-05 jan-06 jan-07 jan-08 jan-09 jan-10 jan-11 jan-12 jan-13 Equip. e materiais p/ escritório, informática e comunicação Outros artigos de uso pessoal e doméstico -9% 1% 4,3% 10,0% Ceará Brasil O comércio no representa 22% do VAB e 21,4% dos estoque de empregos formais. Entre 2009 e 2010, o setor apresentou crescimento da receita bruta de 25%, superior ao observado no Nordeste (21,1%) e no Brasil (18,7%). O maior montante da receita está concentrado no comércio varejista, que também concentra maior parcela de trabalhadores e unidades locais com receita de revendas. No ano até julho, as vendas no varejo no Ceará no conceito restrito (ex. automóveis e material de construção) acumulam alta de 3,6%, frente a uma alta de 3,4% no índice para o Brasil. O volume de vendas no comércio varejista de móveis e artigos farmacêuticos médicos no está crescendo este ano bem acima do volume brasileiro, como observamos no gráfico acima, enquanto para hipermercados e supermercados o volume recuou mais do que para o País no período compreendido. Cabe destacar que o Estado vem estimulando a instalação de indústrias farmacêuticas por meio de incentivos fiscais. No setor moveleiro, cerca de 80% da produção ainda vem dos Estados do Sul e Sudeste, porém o Estado já conta com quatro polos: Marco, Fortaleza, Iguatu e Jaguaribe Fonte: PME - IBGE,Itaú 15

16 Balança comercial deficitária desde O Estado vem apresentando desde 2006 déficit na balança comercial. Suas exportações são concentradas em poucos produtos (calçados, castanha de caju e algumas frutas) e em apenas alguns destinos como Estados Unidos, Alemanha, Argentina e Holanda. Cerca de 85% das importações do Estado são de manufaturados. O principal item de importação é o gás natural (26% do total), seguido de trigo (10,6% do total). Os principais países de origem das importações são China, Argentina e Trinidad e Tobago, cujo principal item é o gás natural. Apresenta deficiência em promoção comercial estruturada para divulgar os produtos cearenses no mercado internacional, falta de cultura exportadora em órgãos públicos e empresas, ausência de pontos focais de apoio à exportação no interior do Estado e inexistência de projetos específicos voltados às exportações nos polos industriais. Balança comercial (US$ bilhões) 85,0% 12,3% 2,6% Básicos Semimanufaturados Manufaturados 47,5% Importações por fator agregado (2012) 3,1% 3,1% 26,3% 26,3% Exportações por fator agregado (2012) 23,1% ,5% 23,1% Básicos Semimanufaturados Básicos Semimanufaturados Manufaturados Manufaturados Operações Operações Especiais Fonte: MDIC, Itaú Exportações Importações Saldo 16

17 Exportações concentradas em poucos produtos e destinos em 2012 Principais produtos exportados Principais origens dos produtos importados Principais origens dos produtos importados (% do total) (% do total) Argentina 15,4% Argentina 15,4% Castanha de caju,fresca ou seca,sem casca 11,7% Estados Unidos 23,6% Chile 9,6% Chile Outs.calç.cobr.tornoz.part.sup.borr.,plást. 9,6% 10,3% Argentina 9,2% Couros/peles,bovinos,prepars.divid.c/a China flor 9,0% 8,1% China Paises Baixos (Holanda) 9,0% 8,3% Calcados de borracha/plast.c/parte Estados Unidos super.em t 8,8% 7,0% Estados Unidos China 5,3% 8,8% Argélia Meloes frescos 8,0% 6,2% Argélia Reino Unido 4,5% 8,0% Ceras vegetais 5,3% Hungria 3,6% México 7,5% México 7,5% Outs.calçads.sol.ext.borr./plást.couro/nat. 4,6% Itália 3,6% Alemanha 3,5% Alemanha 3,5% Sucos (sumo) de outras frutas,n/fermen.s/adic 3,5% Alemanha 3,5% Outs.couros/peles,int.bovinos,prepars.etc. Espanha 3,3% 2,6% Espanha Hong Kong 3,3% 2,9% Outs.couros/peles,int.bovinos,pena Canadá fl.prepars 3,3% 2,5% Marrocos 3,1% Principais produtos importados (% do total) US$ FOB - % do total Principais destinos das exportações Canadá Mexico 3,3% 2,4% Marrocos 3,1% US$ FOB - % do total Principais origens das importações (% do total) Principais origens dos produtos importados Principais origens dos produtos importados Outras turbinas a vapor,de potencia>40mw 11,6% Argentina 15,4% ArgentinaChina 15,4% 27,6% Gas natural,liquefeito 8,8% Chile EUA 9,5% 9,6% Out.trigos e misturas de trigo Chilec/centeio, exc 9,6% 7,8% Argentina 8,8% Outros grupos eletrog.de Chinaenergia eolica 3,6% 9,0% China 9,0% Itália 5,2% Lamin.ferro/aco,a frio,l>=6dm,em Estados Unidosrolos,1mm<e< 2,4% 8,8% Estados Unidos 8,8% Colombia 3,5% Partes de outros motores/geradores/grupos Argélia ele 2,4% 8,0% Argélia 8,0% Alemanha 3,2% Geradores de corrente alternada,pot>750kva 2,2% México 7,5% México 7,5% Turquia 3,2% Oleos de dende,em bruto 2,1% Alemanha 3,5% Alemanha Índia 3,5% 2,5% Lamin.ferro/aco,a frio,l>=6dm,em rolos,0.5mm< 2,0% Espanha 3,3% Espanha Nigéria 3,3% 2,4% Fio de fibras artificiais>=85%,simples 2,0% Canadá 3,3% Trinidad Canadá e tobago 3,3% 2,4% US$ FOB - % do total US$ FOB - % do total Marrocos 3,1% Marrocos 3,1% Fonte: MDIC, Itaú 17

18 Complexo Industrial e Portuário de Pecém: atração de investimentos nos próximos anos contribuirá para o desenvolvimento da região O Centro Industrial de Pecém, também conhecido como CIPP (Complexo Industrial e Portuário do Pecém) está localizado em Caucaia e São Gonçalo do Amarante, a 45 km de Fortaleza. O terminal portuário está preparado para importar carvão mineral, que será utilizado na produção de energia e siderurgias. No conjunto estão instaladas indústrias produtoras de cimento, de mel e de suplementos para nutrição animal. Também estão presentes usinas termelétricas e produtoras de equipamentos para a geração de energia eólica. Estão em processo de instalação companhias siderúrgicas, refinarias de petróleo, fábrica de cerâmica, indústrias do segmento metal-mecânica, de fertilizantes e alimentícia. Outros destaques são os terminais de carga e de containers. RAIO X DO CIPP Área: hectares Principais Vias de Acesso: BR-222, -085 e Localização: situado nos municípios cearenses de São Gonçalo do Amarante e Caucaia. Ramal Ferroviário: 22 km. Gasoduto Guamaré-Pecém: 383 km. Subestação da Chesf: 200 MVA Terminal Intermodal: 352 Ha. Tubovia: 9 km. Sistema Adutor de Água: 23 km. Terminal Portuário: Off Shore CIPP No complexo está sendo construída a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), empresa-âncora da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do Estado. A ZPE consistirá num distrito industrial em que as empresas operarão com incentivos fiscais por 20 anos, sendo que 80% da produção deverá ser exportada. A CSP representa um investimento de US$ 1,7 bilhão e deverá produzir três milhões de toneladas de chapas de aço por ano no segundo semestre de A segunda empresa a ser instalada na ZPE é a Vale Pecém, que beneficiará minérios das minas que servirão de insumos à CSP. Os investimentos previstos na área também deverão atrair investimentos em infraestrutura nos municípios, tais como a construção de alojamentos, restaurantes, escolas e hotéis. Fonte: Portal Pecém, Itaú 18

19 Porto do Pecém: maior exportador de calçados e frutas do País Ranking dos Portos Brasileiros (por produto jan a jul de 2013) Exportação Frutas; Cascas de Cítricos e de Melões Importação Ferro fundido, ferro e aço Posição Porto US$ mi Ton Posição Porto US$ mi Ton 1º Pecem º Santos º Fortaleza º Pecem º Santos º Itajai Calçados, Polainas e Artefatos Semelhantes, e suas Partes Algodão e suas Obras Posição Porto US$ mi Ton Posição Porto US$ mi Ton 1º Rio Grande º Itajaí º Santos º Santos º São Paulo - aeroporto º Rio de Janeiro º Pecem º Pecem Fonte: SEX, Itaú Canada 9% Destino das exportações das frutas (jan-jul 2013) Outros 11% Espanha 4% EUA 54% Reino Unido 11% Holanda 11% O Terminal Portuário do Pecém está localizado no município de São Gonçalo do Amarante e é o maior exportador de frutas e calçados do Brasil. O Porto do Pecém também é importante na importação de algodão, ferro e aço. Em relação aos demais portos brasileiros, Pecém destaca-se pela proximidade com os Estados Unidos e a Europa (média de sete dias para chegar a esses destinos do Porto de Santos, levaria em média 13 dias). Holanda, Grã Bretanha, Estados Unidos e Alemanha são os principais destinos das frutas exportadas pelo porto. A principal origem dessas frutas é o Ceará (44,3%). 19

20 Setor de serviços no Ceará cresce acima da média nordestina Receita bruta de serviços (R$ mi) Cresc. Part. Total ,4% 100,0% Serviços prestados às famílias ,4% 12,1% Serviços de informação e comunicação ,4% 26,4% Serviços prestados às empresas ,1% 27,9% Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio ,9% 24,0% Atividades imobiliárias ,6% 3,0% Serviços de manutenção e reparação ,8% 1,6% Outras atividades de serviços ,2% 5,0% 17,4% 17,7% 10,1% Serviços (Participações 2010) 13,9% 16,4% 10,3% 1,8% 2,5% 1,7% /NE NE/BR /BR Número de empresas e outras organizações (Unidades (mi) coluna, Cresc. anual - linha) NE 9% 9% 9% 8% 14% % 14% % % % 800 6% 600 4% 400 2% 0% Pessoal ocupado (Nº de pessoas (mi) coluna, Cresc. anual linha) 14% NE 13% 8% 7% Número de empresas Pessoal ocupado Salários 14% 20 13% 11% 12% 10% 15 8% 6% 4% 2% 0% Salários e outras remunerações (R$ bi coluna, Cresc. anual linha) 22% 15% 18% 15% O setor de serviços corresponde a cerca de 70,1% do VAB e abriga 38,7% dos empregos formais do Ceará. Entre 2009 e 2010, a receita bruta do setor de serviços apresentou crescimento anual de 19,4% no Estado, sendo que esse crescimento foi impulsionado principalmente pelas atividades imobiliárias (51,6%) e serviços prestados às empresas (46,1%). NE 30% 21% 35% 30% 25% 20% 15% 10% 5% 0% Em termos de números de empresas, pessoas ocupadas e salários, a participação do no Nordeste é em torno de 17% e, no Brasil, em torno de 2%. Fonte: IBGE, Itaú 20

21 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Turismo: Fortaleza é importante destino turístico do Brasil Demanda turística via Fortaleza (Regiões do Brasil -2011) S N 4,7% 10,0% SE 39,5% CO 9,9% NE 35,9% Demanda turística via Fortaleza (Países-2011) Outros 32% Alemanha 7% Espanha 7% França Itália 27% Portugal 20% 8% A capital cearense, Fortaleza, é um dos principais destinos do turismo de lazer do Brasil, de modo que as taxas médias de ocupação dos meios de hospedagem são mais elevadas nos meses de janeiro e julho (férias escolares). Taxa média de ocupação nos meios de hospedagem Fortaleza/ 100,0 90,0 80,0 70,0 60,0 50,0 40,0 (% ) Em 2011 recebeu mais de 900 mil turistas brasileiros e mais de 150 mil estrangeiros. As principais regiões de origem dos turistas em Fortaleza são Sudeste (39,5%) e Nordeste (35,9%), e os principais países de origem são Itália (27%) e Portugal (20%). Outros municípios do importantes para o turismo são Aquiraz, Aracati, Caucaia, Jijoca de Jericoacoara e Trairi. Principais geradores de receitas no Ceará 20,9% 15,4% % valor gerado 24,5% Hotéis Apart hotel ou flats Pousadas Albergues Hóspedes registrados por motivo de viagem Fortaleza/ 954 (mil pessoas 2011) Nacional Internacional 9,4% 5,9% 4,7% 4,5% 4,1% 4,1% 3,6% 2,9% SP RJ DF PE MA AM PI BA PR Outros Fonte: SETUR e FIPE, Itaú Turismo e laser Negócios Convenções e eventos 21

22 Destaque nordestino em educação e longevidade, segundo o Índice de Desenvolvimento Humano IDHM (2010) IDHM - Educação (2010) Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM - PNUD) Renda Educação Longevidade Alto desenvolvimento (0,8 a 1) Desenvolvimento moderado (0,6 a 0,8) Desenvolvimento regular (0,4 a 0,6) Baixo desenvolvimento (0 a 0,4) Obtido a partir do indicador Renda per Capita. Obtido através da média geométrica do subíndice de frequência de crianças e jovens à escola, e do subíndice de escolaridade da população adulta. Obtido a partir do indicador Esperança de Vida ao Nascer IDHM Renda Longevidade Educação Brasil 0,727 0,739 0,816 0,637 Nordeste 0,668 0,653 0,779 0,565 Ceará 0,682 0,651 0,793 0,615 De acordo com o IDHM, o é o melhor Estado do Nordeste em termos educação e longevidade. No índice geral ocupa a segunda colocação do NE, atrás apenas do Rio Grande do Norte. No Brasil ocupa a décima oitava posição. Em termos de escolaridade, a maioria da população possuía ensino fundamental incompleto (36%) em 2011, mas a participação da população com ensino superior apresentou ligeira melhora entre 2009 e Número de pessoas (mil) acima de 10 anos por faixa de escolaridade Escolaridade ** Total % % % Sem instrução e menos de 1 ano % % % Ensino Fundamental Incompleto % % % Ensino Fundamental Completo 659 9% % % Ensino Médio Incompleto 492 7% 511 7% 532 7% Ensino Médio Completo % % % Ensino Superior em Curso 219 3% 228 3% 299 4% Ensino Superior Completo ou mais 278 4% 297 4% 336 5% Não determinados 37 1% 37 1% 20 0% Fonte: IBGE, PNUD, Itaú ** 2010 não consta por ser ano de Censo 22

23 Frota de veículos tem predomínio de motos em sua composição Participação dos Estados nos emplacamentos do Nordeste AL RN 5,0% 6,2% PI 7,3% PB 7,3% MA 12,0% (2012) SE 4,2% 17,3% BA 23,3% PE 17,4% Composição da frota de veículos (2012) 4% 4% 3% 14% 12% 11% 26% 43% 48% 58% 56% NE BR 128% 121% 61% 55% 123% 271% Automóveis Motos Caminhões Trator esteira e rodas 95% 93% 84% 83% Outros Total Número de habitantes por veículo * Automóveis Motos Caminhões Outros Total BR 4,57 9,79 18,77 62,57 2,56 NE 11,00 10,65 36,46 125,67 4,54 10,72 8,28 36,39 120,60 4,00 * PNAD 2011 Crescimento da frota (2007/2012) O possui o terceiro maior número de emplacamentos no Nordeste (17,3% do total). Entre 2007 e 2012, a taxa de crescimento das principais frotas esteve acima do observado no Nordeste e no Brasil, sendo que no total houve aumento de 83%. 56% 41% 37% BR NE Automóveis Motos Caminhões Outros Fonte: Denatran, FENABRAVE, BGE, Itaú Com relação ao número de habitantes por veículos o possui uma razão abaixo da média do Nordeste e do Brasil na categoria de motos. Com relação a automóveis, no entanto, essa razão é acima do dobro da média brasileira. A frota do é composta principalmente por motos (48%), o oposto do observado no Brasil, onde predominam os automóveis (56%). No entanto, a composição da frota do é muito próxima à do Nordeste. 23

24 Milhares Construção civil: setor em retração e preços de venda dos imóveis estáveis Produção (barra) e consumo (linha) de cimento 25% NE BR 20% 15% 10% (Var. anual) Preço de venda - Fortaleza (Número Índice) Índice Var. % YoY (eixo dir.) 25% 20% 15% 5% % 0% -5% -10% % 0% Dados do Mercado Imobiliário em Fortaleza - * Vendas Lançamentos Velocidade Média de Vendas** (eixo direito) 0 0% mai-07 mai-08 mai-09 mai-10 mai-11 mai-12 mai-13 *Dados referentes à unidades residenciais e comerciais. Soma dos últimos 12 meses. **Vendas no mês dividido pela oferta no início do período. Fonte: SNIC, SINDUSCON-/FIEC e FIPE-ZAP, Itaú 14% 12% 10% 8% 6% 4% 2% Os dados do mercado imobiliário em Fortaleza mostram que, desde 2012, há tendência de queda no número de unidades lançadas e vendidas, assim como na velocidade de vendas. Contudo, em 2012, a capital cearense ocupou o sétimo maior mercado do País, lançando 44 empreendimentos imobiliários com unidades. O Valor Geral de Vendas (VGV) foi de R$ 2,4 bilhões. Desse total de construções, 41 (93%) são residenciais verticais e três (7%) comerciais. Desde 2011, a forte demanda por imóveis tem feito com que a variação anual dos preços dos imóveis anunciados, de acordo com o índice FipeZap, fique acima de 10%. Contudo, neste ano o índice vem mostrando forte desaceleração nos preços dos imóveis. Em jul/13, a alta nos preços foi de 8% ante jul/12, enquanto em jun/12, a alta frente a jul/11 havia sido de 17%. 24

25 Elevados investimentos anunciados para os setores de metalurgia e siderurgia e de petróleo e gás Ceará Investimentos de R$ 29,6 bilhões da Vale (metalurgia e siderurgia); R$ 24,2 bilhões da Petrobrás até 2020 (Premium II), entre outros. Distribuição Setorial dos Investimentos Anunciados (Ceará ) Um dos mais importantes empreendimentos privados do Nordeste e um dos maiores do Brasil, a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), em fase de construção no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp), produzirá em sua primeira etapa, prevista para setembro de 2015, 3 milhões de toneladas de placas de aço/ano para exportação, podendo atingir 6 milhões de toneladas numa segunda etapa. Além de produtos siderúrgicos também produzirá energia elétrica, cujo excedente será disponibilizado ao mercado nacional. A Refinaria Premium II, com previsão de instalação até 2017, deverá suprir a demanda por diesel com baixo teor de enxofre, querosene de aviação, nafta, gás de cozinha e bunker (combustível de navio). A previsão é de que, quando estiver pronta, a Petrobras conseguirá refinar 300 mil litros de petróleo por dia, quantidade esta que poderá ser comercializada através do Porto do Pecém, no caso de exportação, ou direcionada para o mercado interno. Além disso, o Ceará é hoje o maior parque produtor de energia eólica do Brasil, respondendo por 38% da produção dessa energia no País, atraindo grandes investimentos. O Estado possui 19 parques eólicos em operação e mais 50 em fase de projeto ou construção. O início das operações desses parques pode amenizar os efeitos da seca no setor energético, pois é nos meses de escassez de chuvas que sopram os ventos mais fortes. Metalurgia e Siderurgia Petróleo e Gás Energia Outros Indústria de Transformação 5,4% 3,2% 2,0% 40,2% Total de Investimentos*: R$ 60,2 bilhões 49,2% *Soma dos investimentos anunciados, agrupados por setor. Não refletem necessariamente o total de investimentos na região. Fonte: Notícias na Mídia, Itaú 25

26 Copa de 2014: atração de investimentos em infraestrutura Distribuição dos Investimentos por tema (R$ Milhões) 761 Mobilidade Urbana Algumas das obras já foram entregues para a Copa das Confederações, como as de alargamento da Avenida Alberto Craveiro e de uma rotatória ao lado do Estádio Castelão Além de obras viárias, devem ser construídas até a Copa mais duas estações da linha de metrô da capital e o veículo leve sobre trilhos (VLT) Parangaba-Mucuripe, que irá ligar a zona hoteleira à área do estádio. A previsão de entrega dessas obras, no entanto, é para o primeiro trimestre de 2014, antes dos jogos da Copa do Mundo. Estádios Mobilidade Urbana Aeroportos Portos Total Recursos Locais Orçamento Federal Financiamento Federal Aeroporto Internacional Pinto Martins Responsável pela obra: Governo Federal Execução da obra em jun/2013: 27,2% Previsão de Término: mar/2014 A previsão é de que o terminal de passageiros do aeroporto de Fortaleza passe de 38,5 mil m 2 para 90,3 mil m 2. A ampliação fará com que a capacidade de movimentação de pessoas a cada ano saltar de 6,2 milhões para 8,6 milhões. Fonte: Portal da Copa 2014 Balanço dez/2012, Itaú Estádio Governador Plácido Castelo (Castelão) Responsável pela obra: Governo Estadual A obra consiste em reforma, ampliação e modernização do Estádio Plácido Aderaldo Castelo. Fortaleza também será uma das quatro sedes da Copa das Confederações 2013 e receberá uma das semifinais. O Castelão foi o primeiro estádio a ser entregue para a Copa do Mundo de Terminal Marítimo de Fortaleza (Mucuripe) Responsável pela obra: Governo Federal Execução da obra até o final de 2012: 36% (previsão: 46%) Implantação de Terminal Marítimo de Passageiros com a construção de cais para um berço de uso múltiplo, pátio e estacionamento. A obra realizará a pavimentação e a urbanização da via de acesso. 26

27 Ceará concentra 14,1% das agências bancárias do Nordeste Participação dos Estados nas agências do Nordeste RN 5,9% PI 4,8% (2012) SE 4,2% AL 5,6% Em 2012, 14,1% do total de agências do Nordeste estavam no Ceará. O Estado possuía 488 agências bancárias das quais 8% pertenciam ao Itaú Unibanco, 37,1% a outros bancos privados e 54,9% aos públicos. Essa distribuição entre os bancos era muito próxima à observada no Nordeste. PE 17,2% PB 6,9% MA 9,6% BA 30,1% 14,1% No, 66 municípios não possuíam agências. Cerca de 6% dos municípios possuíam pelo menos uma agência do Itaú Unibanco. Na capital, Fortaleza, o Itaú Unibanco conta com 26 agências. Entre 2011 e 2012 foram abertas 38 agências no Estado. Desse total, duas são do Itaú Unibanco. % de cada tipo de banco no total de agências da unidade (2012) Unidade Itaú Unibanco Outros Privados Públicos 8,0% 37,1% 54,9% NE 8,8% 34,7% 56,6% BR 17,5% 40,6% 41,8% % de municípios com pelo menos uma agência (2012) Unidade Itaú Unibanco Outros Privados Públicos 6,0% 51,1% 61,4% NE 5,5% 38,9% 48,4% BR 21,2% 59,1% 57,4% Número de agências por tipo de banco (2012) Itaú Unibanco Fortaleza 26 agências Outros privados Fortaleza 78 agências Públicos Fortaleza 79 agências Fonte: BCB, Itaú 27

28 Crescimento do saldo de crédito PF acima do brasileiro 50% 45% 40% 35% 30% 25% 20% 15% Crescimento Anual Saldo PF NE BR 10% jun-07 jun-08 jun-09 jun-10 jun-11 jun-12 jun-13 Crescimento Saldo de Crédito Anual - jun/ % 40% 20% Crescimento Anual Saldo PJ NE BR 0% jun-07 jun-08 jun-09 jun-10 jun-11 jun-12 jun-13 Composição do Saldo - jun/2013 Total PF PJ 19,0% 19,5% 19,9% 17,1% 22,7% 18,5% 17,7% 17,6% 14,4% 17,08% 18,01% 20,6% 17,1% 19,7% 18,01% 15,9% 19,3% 20,3% 21,9% 22,1% 19,1% 16,2% 27,2% 16,6% 13,5% 17,1% 13,9% O saldo de crédito total* do Ceará em jun/2013 somou R$ 46,7 bilhões, alta de 17,1% em 12 meses. Desse total, 50,5% são do segmento PF, e 49,5% do segmento PJ. Essa composição é próxima da observada no Nordeste, porém diferente da brasileira, em que há predomínio do segmento PJ. No últimos meses, o Ceará, assim como o Nordeste, vem apresentando crescimento anual do saldo PF superior ao brasileiro. Esse crescimento está concentrado nas operações de crédito consignado, habitacional e aquisição de automóveis. Com relação ao segmento PJ, o crescimento no, Nordeste e Brasil ficaram bem próximos nos últimos meses. No, os setores de geração e transmissão de energia elétrica e de construção civil têm sido os maiores tomadores de crédito. Fonte: BCB, Itaú *Os saldo de crédito regionais consideram apenas as operações acima de R$ Os valores para o Brasil também são acima de R$

29 Ceará registrou queda da inadimplência em junho Inadimplência PF Inadimplência PJ Inadimplência (jun/2013) Total PF PJ 4,5 4,03 3,66 4,74 4,25 2,93 4,78 4,17 3,59 5,68 5,18 5,18 5,28 4,58 5,24 5,3 5,89 4,28 Comprometimento de Renda** 2,73 2,744,7 2,33 2,69 3,64 1,36 2,84 3,16 2,51 3,17 Nos últimos meses a inadimplência PF do tem ficado próxima à inadimplência do Nordeste. No segmento PJ, o tem apresentado inadimplência superior à do Nordeste desde o final de Em mai/13, a inadimplência PJ do Ceará deu um salto para 4,2%, reflexo dos atrasos nos pagamentos de empresas no setor de energia. Em geral, os indicadores de atraso do e Nordeste em ambos segmentos estiveram acima do indicador no Brasil. Tanto o comprometimento de renda quanto o endividamento do estiveram abaixo do observado no Nordeste e no Brasil, em consequência do baixo nível de bancarização. Endividamento Fonte: BCB, Itaú * A inadimplência regional considera apenas os saldos de crédito regionais das operações acima de R$ Os valores para o Brasil também são acima de R$ ** Esta medida de comprometimento de renda considera apenas o saldo PF de crédito total dividido pela massa salarial total do Estado ou região, não refletindo necessariamente a média individual de comprometimento. 29

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