C.F. -Artigo 155 Inciso XII -cabe à lei complementar:

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1 SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA ICMS DEFINIÇÃO Ocorre a substituição tributária quando a lei altera a responsabilidade pelo cumprimento da obrigação tributária, dando a terceiro, que não praticou o fato gerador, mas que possui vinculação indireta com aquele que deu causa ao fato gerador. Fundamentação Legal: L. C. n. 087/96 (arts. 6. e seguintes); Convênio ICMS n. 081/93 e Artigos 260 a 318; 412 a 422 e, 423 a 432 do R.I.C.M.S. -SP/002 CÓDIGO TRIBUTÁRIO NACIONAL Art Sujeito passivo da obrigação principal é a pessoa obrigada ao pagamento de tributo ou penalidade pecuniária. Parágrafo único. O sujeito passivo da obrigação principal diz-se: I -contribuinte, quando tenha relação pessoal e direta com a situação que constitua o respectivo fato gerador; II -responsável, quando, sem revestir a condição de contribuinte, sua obrigação decorra de disposição expressa de lei. LEGALIDADE C.F. -Artigo 155 Inciso XII -cabe à lei complementar: a) definir seus contribuintes; b) dispor sobre substituição tributária; c) disciplinar o regime de compensação do imposto; d) fixar, para efeito de sua cobrança e definição do estabelecimento responsável, o local das operações relativas à circulação de mercadorias e das prestações de serviços; Não há o que se discutir, embora há a antecipação do recolhimento do imposto de um fato gerador presumido; (que ainda não ocorreu e nem se sabe se ocorrerá). Assim a ST, como o próprio nome já diz, caracteriza-se pela substituição do contribuinte na responsabilidade pelo pagamento do imposto, transferindo a terceiro esta responsabilidade. A substituição tributária pode ser para frente ou para trás. Na substituição tributária para frente o sujeito passivo recolhe dois impostos, o devido pelas operações próprias e o devido nas operações subseqüentes antes da ocorrência do fato gerador (arts. 261 e seguintes do RICMS/SP). Substituição Tributária para frente: Indústria Atacadista Varejista Consumidor Final ICMS Próprio ICMS Substituição Tributária- Devido nas operações subseqüentes

2 Na substituição tributária para trás o ICMS recolhido é o referente as operações anteriores e não há o problema da antecipação do fato gerador, ocorrendo apenas uma postergação do pagamento, além da substituição do sujeito passivo. Esta substituição também é denominada DIFERIMENTO. Substituição Tributária Para Trás: Produtor Rural Atacadista Varejista Consumidor Final ICMS Diferido ICMS Tributado ICMS Tributado ICMS não pago Diferimento ICMS pago das operações anteriores. É tributado na venda ou em outro momento. ICMS pago da própria operação SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA PARA TRÁS ICMS diferido ICMS Tributado ICMS Tributado ICMS Não-Pago ICMS pago das operações ICMS pago da Diferimento anteriores, no livro de Apuoperação própria ração referente ao ICMS da entrada. É tributado na venda ou em outro momento definido na legislação, conforme o caso. SUCATA INDUSTRIAL SUCATEIRO VAREJISTA CONSUMIDOR FINAL

3 SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA PARA TRÁS: ICMS Diferido ICMS Diferido ICMS Tributado ICMS não pago ICMS não pago ICMS pago das operações Diferimento Diferimento anteriores, no Livro de Apuração referente ao ICMS da entrada na indústria. É tributado na venda. SUCATA INDUSTRIAL SUCATEIRO VAREJISTA CONSUMIDOR FINAL OPERAÇÃO COM PRODUTOR: Aplica-se o Diferimento art. 260 do RICMS/2000 Não se aplica o Diferimento PRODUTOR RURAL INDÚSTRIA ou COMÉRCIO PRODUTOR PRODUTOR PESSOA FÍSICA PRODUTOR SUBSTITUTO TRIBUTÁRIO E SUBSTITUÍDO DEFINIÇÕES SUBSTITUTO: É aquele que a legislação determina como responsável pelo recolhimento do imposto. Obs.: Embora o pagamento do ICMS seja de responsabilidade do substituto, ele cobra o imposto retido na nota fiscal de venda. SUBSTITUÍDO: É aquele que dá causa ao fato gerador, mas a legislação o dispensa de recolhimento, pois atribui ao substituto esta obrigação. CONVÊNIOS -PROTOCOLOS Para que haja a substituição tributária é necessário uma lei que a institua, mas com relação às operações interestaduais é necessário que haja um Convênio ou Protocolo ICMS disciplinando a matéria. Os CONVÊNIOS ICMS determinam a obrigação para todos os Estados. Os PROTOCOLOS representam acordos entre alguns Estados e não necessitam da aprovação do CONFAZ por todos os membros. CONVÊNIOS Benefícios fiscais somente podem ser concedidos ou revogados por convênios celebrados e ratificados pelos Estados e pelo Distrito Federal. (Art. 150, 6. c/c o art. 155, 2., letra g, da C.F., e o art.1º. da L.C. n. 25/75)

4 Reuniões entre as Secretarias de Fazenda dos Estados, D.F. e Receita Federal: CONFAZ Conselho Nacional de Política Fazendária. CONVÊNIOS Formalidades para os convênios entrarem em vigor: Publicação no DOU dentro de 10 dias da reunião; Ratificação Estadual dentro de 15 dias da publicação no DOU. (A falta da publicação é considerada ratificação tácita); Ratificação Nacional dentro de 10 dias da ratificação Estadual, através de ato do Presidente da Comissão Técnica Permanente do ICMS COTEPE/ICMS; Entram em vigor no 30º. dia após a ratificação nacional, salvo disposição em contrário. PROTOCOLOS: Não possuem as formalidades dos convênios; São celebrados entre Estados. PRODUTOS SUJEITOS À SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA O Estado de São Paulo regula a substituição tributária internamente para os seguintes produtos: Fumo e sucedâneos Convênio ICMS Nº. 37/1994 -arts. 289 e 290 do RICMS/ SP Cimento Protocolo ICM Nº. 11/1985, alterado pelo protocolo ICMS Nº. 30/1997 -arts. 291 e 292 do RICMS/SP Refrigerante, Cerveja, Chope e Água Protocolo ICMS Nº. 11/1991, alterado pelo protocolo ICMS Nº. 4/1998 -arts. 293 e 294 do RICMS/SP Sorvete Protocolo ICMS Nº. 20/2005 -arts. 295 e 296 do RICMS/SP Frutas (amêndoa, avelã, castanha, noz, pêra ou maçã) Convênio AE nº. 15/1972 -arts. 297 e 298 do RICMS/SP Veículos de 2 rodas Convênio ICMS nº. 52/1993, alterado pelos Conv. ICMS nº. 88/93, 44/94 e 88/94 -arts. 299 e 300 do RICMS/SP Veículos Convênio ICMS nº. 132/1992, alterado pelos Conv. ICMS 87/93, 44/94 e 88/94 -arts. 301 e 302 do RICMS/SP Faturamento de veículos direto ao consumidor Convênio ICMS nº. 51/2000 -arts. 303 a 309 do RICMS/SP Pneumáticos Convênio ICMS nº. 85/1993-arts. 310 e 311 do RICMS/SP 17 Tintas e Vernizes Convênio ICMS nº. 74/1994 -arts. 312 e 313 do RICMS/SP Combustíveis Convênio ICMS nº. 3/1999 e alterações -arts. 412 a 417 do RICMS/SP Álcool Convênio ICMS nº. 3/1999 e alterações -arts. 418 e 419 do RICMS/SP Metanol Convênio ICMS nº. 3/1999 e alterações -art. 420 do RICMS/SP (Diferimento) Querosene de aviação, iluminante, gasolina de aviação e óleo combustível Convênio ICMS nº. 3/1999 e alterações -art. 421 do RICMS/SP (Diferimento) Gás natural Convênio ICMS nº. 3/1999 e alterações -art. 422 do RICMS/SP (Diferimento)

5 NOVOS PRODUTOS SUJEITOS À SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Decreto nº /2007 Efeitos a partir de 01/02/2008 Medicamentos Convênio ICMS Nº. 76/94 (Conv.ICMS 15/97: denúncia SP) -arts. 313-A e 313-B do RICMS/ SP Bebidas Alcoólicas Lei nº /2007 -arts. 313-C e 313-D do RICMS/SP Perfumaria Lei nº /2007 -arts. 313-E e 313-F do RICMS/SP Produtos de Higiene Pessoal Lei nº /2007 -arts. 313-G e 313-H do RICMS/SP NOVOS PRODUTOS SUJEITOS À SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Decreto nº /2008 Efeitos a partir de 01/04/2008 Ração Animal Lei nº /2007 -arts. 313-I e 313-J do RICMS/ SP Produtos de Limpeza Lei nº /2007 (Ver Decreto , de 18/04/2008) -arts. 313-K e 313-L do RICMS/SP Produtos Fonográficos Lei nº /2007 -arts. 313-M e 313-N do RICMS/SP Autopeças Lei nº /2007 (Ver Decr /08 e /08) -arts. 313-O e 313-P do RICMS/SP NOVOS PRODUTOS SUJEITOS À SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Decreto nº /2008 Efeitos a partir de 01/04/2008 Pilhas e Baterias Lei nº /2007 -arts. 313-Q e 313-R do RICMS/ SP Lâmpadas Lei nº /2007 -arts. 313-S e 313-T Elétricas do RICMS/SP Papel Lei nº /2007 -arts. 313-U e 313-V do RICMS/SP NOVOS PRODUTOS SUJEITOS À SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Decreto nº /2008 Efeitos a partir de 01/05/2008 Produtos da Indústria Lei nº. -arts. 313-W e 313Alimentícia: chocolates, /2007 X do RICMS/ SP sucos e bebidas prontas, snacks, molhos, temperos e condimentos, barra de cereais e outros Materiais de Construção Lei nº. -arts. 313-Y e 313-Z e Congêneres: 46 ítens /2007 do RICMS/SP Quais os próximos??? (Lei n.????) -arts. 313???? do RICMS/SP O Estado de São Paulo também determina que quando o contribuinte enviar produtos para outra Unidade da Federação, tem a responsabilidade do recolhimento do ICMS. Principais: 1 Lâmpada elétrica e eletrônica, classificada nas posições 8539 e 8540, reator e starter, classificados nas posições e Nº. 17/1985 e Nº. 33/2008 (Sta. Catarina)

6 AM, MS, PB, PA, CE, BA, SE, MG, ES, PR, RS, RO, AP, MA, TO, PI, MT, AC, AL, RR, RN, PE, GO, DF Pilhas e baterias elétricas classificadas na posição 8506 da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias-Sistema Harmonizado NBM SH Nº. 18/1985 e Nº. 34/2008 (SC) AM, MS, PB, PA, PE, BA, SE, MG, ES, PR, RS, RO, MA, TO, PI, AC, MT, AL, RR, RN, CE, GO, DF. 3 Disco fonográfico, fita virgem ou gravada e outros suportes para reprodução ou gravação de som ou imagem Nº. 19/1985 e Nº. 35/2008 (SC) RJ, AM, MS, PB, PA, PE, AL, RN, BA, SE, DF, PI, AC, MG, ES, PR, AP, RS, RO, TO, RR, MA, MT, GO. 4 Sorvetes e preparados para fabricação de sorvetes em máquina Nº. 20/2005 e Nº. 40/2008 (MT) MG, PR, RJ, AL, AP, ES, DF, PB, PE, PI, RN, RS, RO, SC, SE, TO, MS, BA. 5 Peças, componentes e acessórios, para veículos automotores e outros fins Nº. 22/2008 e Nº. 41/2008 CE, AL, AM, BA, MA, MT, MG, PA, PR, RS, SC, AP, DF. ATENÇÃO Comunicado CAT 30, de (Esclarece sobre a aplicação das disposições dos Protocolos ICMS que tratam da ST) A partir de 1º./05/08: Protocolos ICMS 6 a 8/08, 10 a 12/08, 14/08, 15/08, 22/08, 41/08 e 45/08. A partir de 1º./06/08: Protocolos ICMS 31 a 35/08, 40 e 41/08 (Amapá e DF.). A partir de 1º./09/08: Protocolos ICMS 13/08, 16/08, 18 a 21/08 e 23/08. NÃO APLICABILIDADE DA SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Pelo art. 264 do RICMS/SP a substituição tributária não se aplica nas seguintes hipóteses: a) Integração ou consumo em processo de industrialização toda vez que a mercadoria for matéria-prima do destinatário da mercadoria; b) Estabelecimento, exceto de microempresa, quando a operação subseqüente estiver amparada por isenção ou não-incidência indica a possibilidade da saída da mercadoria com o beneficio de isenção ou não incidência, mesmo que haja o recolhimento anterior da substituição tributária, exceto nos casos de microempresa, pois a isenção não compreende a substituição tributária; c) Outro estabelecimento do mesmo titular, desde que não varejista -não haverá substituição tributária nas transferências de mercadorias. Lembrando que quando a legislação dispõe sobre estabelecimentos do mesmo titular, quer dizer a mesma empresa (mesmo CNPJ base), não incluindo as empresas do mesmo grupo que possuam CNPJ s diversos; d) Outro estabelecimento responsável pelo pagamento do imposto por sujeição passiva por substituição, em relação à mesma mercadoria ou a outra mercadoria enquadrada na mesma modalidade de substituição contempla a hipótese de uma venda para a outra empresa que também tem obrigação de retenção do ICMS por substituição tributária; e) Estabelecimento situado em outro Estado por este dispositivo a substituição tributária

7 abrange apenas as operações internas; contudo, se no CONVÊNIO ICMS ou PROTOCOLO que prever a obrigação permitir que o Estado destinatário exija o ICMS por substituição tributária, haverá substituição tributária nas operações interestaduais. NORMAS GERAIS DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Os Estados, por meio do Convênio ICMS nº. 81/1993 determinaram regras gerais de substituição tributária que devem ser seguidas por todas as Unidades de Federação. Vejamos: Convênio ICMS Nº. 81/1993: Publicado em 15/09/93 no Diário Oficial da União e Retificado no mesmo D.O.U. em 04/10/93. Sofreu Ratificação Nacional no D.O.U. de 04/10/93, através do Ato COTEPE-ICMS nº. 5/1993. Alterado pelos Convênios ICMS Nºs. 19/1994, 27/1995, 50/1995, 79/1995, 96/1995, 51/1996, 78/1996, 56/1997, 71/1997, 108/1998, 73/1999, 18/2000, 95/2001, 109/2001, 146/2002, 114/2003, 31/2004, 16/2006 e 111/2006. NORMAS GERAIS DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Ajuste nº. 4/1993; Convênio ICMS nº. 83/2000; Convênio ICMS nº. 78/1996 fixou até , o prazo para os contribuinte se adequarem ao Convênio ICMS nº. 81/1993; Convênio ICMS nº. 95/2001 GNRE; Cláusula 3ª. do Protocolo ICMS 20/05; Despachos nºs. 3/01, 01/06, 17/06, 19/06, 13/07 e 20/08. OPERAÇÃO DE SUBSTITUIÇÃO Na substituição tributária para frente, a empresa que a legislação determinar (geralmente industrial, distribuidor ou transportador) deve recolher o ICMS das operações futuras ate o consumidor final Indústria Atacadista Varejista Consumidor Final ICMS Próprio ICMS Substituição tributária ICMS devido na Substituição tributária englobando o ICMS próprio e o devido nas operações subseqüentes BASE DE CÁLCULO A base de cálculo da substituição tributária da mercadoria será o preço final a consumidor (único ou máximo), aprovado por órgão governamental. ou ainda, o preço praticado pelo sujeito passivo, nele incluído todos os valores da operação própria, seguros e outras despesas debitadas ao destinatário, acrescido do IPI e da margem de valor agregado constante em Convênio e dispositivo regulamentar. BASE DE CÁLCULO Art. 40-A (RICMS/SP) No caso de sujeição passiva por substituição com retenção antecipada do imposto, a base de cálculo será o preço final a consumidor, único ou máximo, autorizado ou fixado por autoridade competente (Lei nº /1989, art. 28, na redação da Lei /07, art. 1º., II). (Acrescido pelo inciso I do art. 2º. do Decr , de ). Único Tratando-se de veículo automotor novo importado, ao preço único ou máximo de venda deverão ser acrescidos os valores relativos aos acessórios colocados no veículo pelo sujeito passivo por substituição. BASE DE CÁLCULO Art. 41. (RICMS/SP) -Na falta de preço final a consumidor, único ou máximo, autorizado ou fixado por autoridade competente, a base de cálculo do imposto para fins de substituição tributária com retenção antecipada do imposto será o preço praticado pelo sujeito passivo,

8 incluídos os valores correspondentes a frete, carreto, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ao adquirente, acrescido do valor resultante da aplicação de percentual de margem de valor agregado, estabelecido conforme disposto pela legislação em cada caso (Lei nº /1989, art. 28-A, I, na redação da Lei /07, art. 1º, III).(Redação dada pelo art. 1º, I do Decreto nº /07) BASE DE CÁLCULO Art. 41. (RICMS/SP)... Único Quando existir preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador, adotar-se-á esse preço como base de cálculo para retenção do imposto por substituição tributária, desde que (Lei 6.374/89, art. 28-A, VIII): 1 a entidade representativa do fabricante ou importador apresente pedido formal, nos termos de disciplina estabelecida pela SEFAZ, devidamente documentado por cópias de Notas Fiscais e demais elementos que possam comprovar o preço praticado; 2 na hipótese de deferimento do pedido referido no item 1, o preço sugerido será aplicável somente após ser editada a legislação correspondente. BASE DE CÁLCULO Art. 42. (RICMS/SP) Na impossibilidade de inclusão dos valores referentes a frete, seguro ou outro encargo na base de cálculo de que trata o artigo anterior, por serem esses valores desconhecidos pelo sujeito passivo por substituição, o recolhimento do imposto sobre as referidas parcelas será efetuado pelo contribuinte substituído que realizar a operação final com a mercadoria, nos termos dos artigos 265 e 280, devendo tal condição ser indicada nos documentos fiscais relativos a todas as operações. BASE DE CÁLCULO Art. 42 -RICMS/SP: (Vejamos os artigos 265 e 280) (Art. 265 A retenção do imposto na forma deste capítulo não exclui o pagamento de complemento, pelo contribuinte substituído, na hipótese de o valor da operação ou prestação final com a mercadoria ou serviço ter sido maior que o da base de cálculo utilizada para a retenção, observada a disciplina estabelecida pela Secretaria da Fazenda.) BASE DE CÁLCULO Art. 42 -RICMS/SP: (Vejamos os artigos 265 e 280) (Art. 280 Na hipótese do artigo 42, o contribuinte substituído que realizar a operação final com a mercadoria lançará o imposto a pagar referente às parcelas do frete e/ou seguro englobadamente com o imposto a ser complementado, nos termos do artigo 265, em sendo o caso. 1º -o pagamento sobre as parcelas referidas no caput somente será efetuado quando for apurado imposto a ser complementado, até o limite desse complemento, nos termos da disciplina pertinente. 2º -o disposto neste artigo não impedirá o aproveitamento pelo contribuinte substituído, quando admitido, do crédito do imposto incidente sobre a prestação de serviço de transporte, efetivamente pago, nos termos do 2º do artigo 266.) BASE DE CÁLCULO Os Artigos 43 e 44 do RICMS/SP, prevê ainda a possibilidade de fixação de BC da ST por média ponderada dos preços a consumidor final e fixação de percentual de margem de valor agregado, com base em levantamentos realizados pela SEFAZ. E o Art. 45 reza que se o

9 contribuinte utilizar BC inferior à prevista na legislação, sobre a diferença será devido o imposto. BASE DE CÁLCULO DA SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA DA MERCADORIA EM RELAÇÃO AO FRETE Observem o seguinte esquema: a) Quando o frete está na substituição tributária (frete CIF): Remetente Transportador CTRC Destinatário São Paulo (art. 266 do RICMS/2000) Rib. Preto valor do CTRC R$ 88,00 Tomador do serviço O ICMS do frete devido é pago pelo remetente, não sendo devido pelo transportador, nos termos dos arts. 274, 4º e 318 do RICMS/SP BASE DE CÁLCULO DA SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA DA MERCADORIA EM RELAÇÃO AO FRETE b) Quando o frete não está incluso na substituição tributária (frete FOB): Remetente Transportador CTRC Destinatário São Paulo (art. 266 do RICMS/2000) Rib. Preto Valor do CTRC R$ 88,00 Tomador do serviço Calcula o frete como substituição tributária (art. 317 do RICMS) Na situação b, cabe ao tomador de serviço (destinatário) recolher o ICMS da prestação de serviço de transporte, nos termos do art. 317 do RICMS. Isto ocorre porque o substituto tributário da mercadoria não sabe o valor do frete no momento da emissão da nota fiscal de venda e conseqüente lançamento do ICMS próprio e da substituição tributária, pois é o destinatário que contrata a transportadora. Por este motivo o RICMS/2000 determina que nos fretes FOB não se aplica o art. 266 do RICMS, ou seja, o frete não faz parte da base de cálculo do ICMS da substituição tributária da mercadoria. PROCEDIMENTO DO SUBSTITUTO Substituto é aquele que tem a obrigação de recolhimento do ICMS no lugar do substituído que, por este motivo, tem o ICMS próprio (que é devido pela saída da mercadoria) e o ICMS substituição (devido pelas operações subseqüentes até o consumidor final). EMISSÃO DE NOTA FISCAL Quando o substituto vende uma mercadoria deve emitir a nota fiscal com o ICMS próprio, que não deve ser destacado no campo próprio e o ICMS substituição. Art O sujeito passivo por substituição emitirá documento fiscal para as operações e prestações sujeitas à retenção do imposto, que, além dos demais requisitos, deverá conter, nos campos próprios, as seguintes indicações (Lei nº /89, art. 67, 1º, e Conv.de SINIEF, art. 19, I, L, e V, C e D, e 23, na redação do ajuste SINIEF nº. 3/94, cláus. 1ª., IX, e Ajuste SINIEF nº. 2/96, cláus. 1ª.): I a base de calculo de retenção, apurada nos termos do art. 41; Art II o valor do imposto retido, cobrável do destinatário. 1º -É vedado o destaque do valor do imposto incidente sobre a operação própria, sendo

10 obrigatória a indicação do seu valor no campo Informações Complementares do documento fiscal. 2º -O documento fiscal emitido por sujeito passivo por substituição de outro Estado deverá conter, também, o número de sua inscrição no Cadastro de Contribuintes deste Estado, ainda que por meio de carimbo. Art º -Quando um mesmo documento fiscal referir-se, além de operações sujeitas ao imposto, também as outras não sujeitas, cujas mercadorias se submetam ao regime de substituição tributária em operações subseqüentes, o substituto deverá indicar o valor do imposto retido referente a umas e a outras separadamente, no campo Informações Complementares. 4º -Quando houver decisão judicial para efeito de não-retenção do imposto devido por substituição tributária, esta circunstância:(lei nº /01, art. 1º): (Redação dada ao 4º pelo inciso IV do art. 1º do Decreto nº , de ; efeitos a partir de ) Art 273-4º. 1. Será mencionada no documento fiscal, no campo Informações Complementares, indicando a obrigação do destinatário em relação ao recolhimento do imposto na operação subseqüente; 2. Tratando-se de fabricante e de distribuidor de combustível liquido ou lubrificante, derivados de petróleo, deverá, também, encaminhar à Diretoria Executiva da Administração tributária DEAT, situada na Av. Rangel Pestana nº. 300, 10º andar, São Paulo/SP, CEP , até o dia 5 (cinco) do mês subseqüente ao da saída da mercadoria, relação dos destinatários dos produtos, contendo, no mínimo, as seguintes informações: a) O nome ou a razão social; b) Os números de inscrição estadual e no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda CNPJ); c) O número, a série e a data da nota fiscal; d) O tipo, a quantidade do produto e o correspondente valor. 47 Art º -O sujeito passivo por substituição deverá discriminar no campo Informações Complementares do documento fiscal, relativamente a cada mercadoria, o valor da base de cálculo da retenção, bem como o valor do imposto retido. 6º -A relação prevista no item 2 do 4º poderá ser encaminhada por meio de arquivo magnético na forma disciplinada pela Secretaria da Fazenda. (Acrescentado pelo inciso II do art. 2º do Decr. nº , de ; efeitos a partir de ) (Modelo NF Exemplo:) Emissão de NF pelo Substituto Exemplo: Fabricante de tintas vende 10 galões de tintas pelo valor unitário de R$ 100,00. O IPI deste produto têm alíquota de 10%. Acresceu ainda, na N.F., como despesas acessórias Frete, no valor de R$ 50,00. O IVA-ST é de 35%. Vamos preencher a Nota Fiscal?

11 Modelo de NF Cálculo do Imposto BC do ICMS Vr.do ICMS BC Subst.Trib Vr.ICMS Subst. Vr.Total do Preço Valor do Frete Vr.Seguro Outr.Desp.Acess. Vr.total do IPI Vr.Total da NF Dados Adicionais Reservado ao Fisco ESCRITURAÇÃO FISCAL Para o lançamento da nota fiscal o substituto deve lançar o ICMS próprio, mesmo não destacando na nota fiscal. Utilizando as colunas Base de Cálculo e Imposto Debitado. Já para escriturar o ICMS devido na substituição tributária, o contribuinte deve indicar na coluna Observações, a base de cálculo da substituição e o importo retido. Exemplo: REGISTRO DE SAÍDAS Valor Contábil Base de Cálculo ICMS Debitado Base de Cálculo IPI Debitado Observações APURAÇÃO A apuração deve ser realizada em duas folhas, uma referente ao ICMS próprio, que permite o aproveitamento dos créditos, e a outra referente ao ICMS substituição, que não permite a utilização dos créditos da entrada a não ser que receba mercadoria em devolução. Por isto, na apuração do ICMS substituição, mesmo que a empresa tenha um saldo credor, não pode utilizá-lo para abater o ICMS substituição que necessita ser recolhido. No exemplo a seguir, uma empresa tem na apuração própria um saldo credor de R$ 3.000,00 num determinado mês. APURAÇÃO DOS SALDOS

12 13. SALDO DEVEDOR (Débito menos Crédito) 14 DEDUÇÕES 15. IMPOSTO A RECOLHER 16. SALDO CREDOR (Crédito menos débito) A TRANSPORTAR PARA O PERÍODO SEGUINTE 3.000,00 Apuração Se esta mesma empresa tiver apuração de ICMS substituição tributária, terá que recolher este ICMS: APURAÇÃO DOS SALDOS 13. SALDO DEVEDOR (Débito menos Crédito) 1.000,00 14 DEDUÇÕES 15. IMPOSTO A RECOLHER 1.000, SALDO CREDOR (Crédito menos débito) A TRANSPORTAR PARA O PERÍODO SEGUINTE Apuração Por este exemplo a empresa apresenta a seguinte situação: a) Operação própria saldo credor de R$ 3.000,00; b) Substituição tributária saldo devedor de R$ 1.000,00; Assim, a empresa, mesmo com saldo credor de R$ 3.000,00, tem que recolher o ICMS devido pela substituição tributária apurada (R$ 1.000,00). RECOLHIMENTO O recolhimento do ICMS é feito de acordo com o CPR (Código de Prazo de Recolhimento). A empresa deve recolher duas GAREs, uma para o imposto próprio (046-2) e outra para o ICMS substituição tributária (063-2) 58 De forma resumida, o que o substituto deve fazer: a) Emissão de documento fiscal na venda da mercadoria contendo a base de cálculo da retenção e o imposto retido, em campo próprio (art. 273 do RICMS/SP); b) O ICMS próprio não pode ser destacado, podendo ser indicado em Informações Complementares (art. 273, 1º, do RICMS/SP), tanto para operações internas como interestaduais; c) No Livro de Saída deve ser escriturado a operação própria nas colunas com destaque do ICMS e a operação de substituição tributária em Observações indicando o imposto retido e a base de cálculo da retenção (art. 275 do RICMS/SP); De forma resumida, o que o substituto deve fazer... d) Deve apurar o ICMS substituição no último dia do período em folha distinta do próprio; e) Informar na GIA em pastas separadas (art. 281 do RICMS/SP); f) Recolher o imposto próprio por meio da GAREICMS no prazo de recolhimento no Anexo IV do RICMS/SP; g) Recolher o ICMS devido na substituição tributária no prazo de vencimento estabelecido no dispositivo legal que trata da substituição tributária da mercadoria, se não tiver, recolher no mesmo prazo do ICMS próprio apenas, mas em códigos diferentes. Os códigos de vencimentos e datas estão estabelecidos também no Anexo IV do RICMS/SP.

13 PROCEDIMENTO DO SUBSTITUIDO O contribuinte substituído deve emitir a nota fiscal sem destaque do ICMS, nas operações internas e interestaduais à não-contribuintes, pois já foi retido antecipadamente. O substituído, quando adquire a mercadoria paga, o ICMS substituído que comporá o custo da mercadoria. Na sua venda, apesar de não efetuar o recolhimento, colocará este ICMS no custo, cobrando do destinatário. EMISSÃO DE NOTA FISCAL Na emissão da nota fiscal deve constar a base de calculo do ICMS substituição e o valor do ICMS retido. Vejamos: Art O contribuinte substituído, ao realizar operações com mercadoria ou prestação de serviço que tiver recebido com imposto retido, emitirá documento fiscal, sem destaque do valor do imposto, que conterá, além dos demais requisitos, a seguinte indicação Imposto Recolhido por Substituição art.... do RICMS (Lei nº /89, art. 67, 1º, e Ajuste SINIEF nº. 4/93, cláusula terceira, na redação do Ajuste SINIEF nº. 1/1994) 1º -O documento fiscal terá subsérie distinta, salvo se for nota fiscal. 2º -Quando o contribuinte substituído tiver adquirido a mercadoria ou serviço sem a retenção do imposto devido por substituição tributária em virtude de decisão judicial, qualquer que seja o favorecido da referida decisão, esta circunstância será mencionada no documento fiscal que emitir, no campo Informações Complementares, indicando a obrigação do destinatário em relação ao recolhimento do imposto na operação subseqüente. 3º -O contribuinte substituído que realizar operações destinadas ao território paulista, com a finalidade de comercialização subseqüente, ou prestação de serviço vinculada a operação ou prestação abrangida pela substituição tributária, deverá, no campo Informações Complementares do documento fiscal: 1. Indicar a base de cálculo sobre qual o imposto foi retido e o valor da parcela do imposto retido cobrável do destinatário; 2. Relativamente a cada mercadoria, discriminar as indicações previstas no item anterior. 4º -O transportador que realizar prestação de serviço em conformidade com o disposto no caput do art. 266, relativamente à mercadoria com imposto retido, emitirá o documento fiscal sem destaque do valor do imposto, nele fazendo constar, além dos demais requisitos, a indicação Imposto Compreendido na Substituição Tributária da Mercadoria Art. 266 do RICMS. Emissão da N.F. pelo Subsbtituído O comerciante atacadista que adquiriu o lote de tintas (10 galões no valor unitário de R$ 100,00), acrescido de IPI, frete e IVA-ST, totalizando R$ 1.246,67, vendeu este mesmo lote, integralmente, para uma indústria de móveis pelo valor total de R$ 1.300,00 (um mil e trezentos reais). Vamos emitir a N.F.? Modelo de NF

14 Cálculo do Imposto Vr. Total Produtos Vr. Total da N.Fiscal 0 Dados Adicionais Reservado ao Fisco. ESCRITURAÇÃO FISCAL O substituído deve escriturar tanto o Livro Registro de Entradas como o Livro Registro de Saídas utilizando as colunas valor Contábil e Outras. ESCRITURAÇÃO FISCAL Na coluna Observações indicamos o valor do ICMS substituição tributária de R$ 46,67, porque este seria a parcela cobrável do destinatário. Isto, contudo não representa uma nova retenção, pois a parcela cobrável é o ICMS equivalente ao valor que falta para se chegar a base de cálculo ICMS substituição tributária. Esta operação pode ser resumida nos seguintes passos: O substituto vendeu a mercadoria por R$ 1.050,00 (ICMS -R$ 189,00), que é devido por ele em sua operação própria, mesmo que não existisse a substituição tributária. Por ser substituição tributária, considerou que a venda ao consumidor final será feita por R$ 1.559,25 (ICMS -R$ 280,67), ou seja, o varejista irá vender a mercadoria para o consumidor por R$ 1.559,25; Nesta operação de substituição o ICMS retido será de R$ 91,67 (R$ 280,67 R$ 189,00), que representa a diferença entre o ICMS presumido (R$ 1.559,25 x 18%) e o devido em sua operação (R$ 1.050,00 x 18%); d) Se o substituído vende a mesma mercadoria por R$ 1.300,00 (ICMS de R$ 234,00), não haverá recolhimento deste imposto, pois o substituto já efetuou o recolhimento do ICMS até o consumidor final; e) Nesta operação do substituído, o ICMS retido será de R$ 46,67 (R$ 280,67 R$ 234,00), ou seja, a diferença entre o ICMS presumido (R$ 1.552,50 x 18%) e o devido em sua operação, se não houvesse a substituição tributária (R$ 1.300,00 x 18%). Na GIA, a informação da substituição tributária também deve ser prestada pelo substituído utilizando a coluna de Imposto Retido por Substituição na coluna Substituído. (Na GIA, a soma dos campos deve ser igual ao Valor Contábil) APURAÇÃO Como a operação de substituição tributária para o substituído é lançada tanto nas entradas com nas saídas em operações na coluna Outras, respectivamente de operações sem crédito e sem débito do imposto, não havendo débito nem crédito a ser apurado na operação RECOLHIMENTO Desta operação de substituição tributária, como não resulta saldo devedor não haverá recolhimento do ICMS pelo substituído. (Sobre o procedimento existe uma Resposta à Consulta n.º 168/1998.) De forma resumida o que o substituído deve fazer: a) Emissão do documento fiscal sem destaque do ICMS, indicando Imposto Recolhido por Substituição Art.... do RICMS (art. 274 do RICMS);

15 b) Indicar na Nota Fiscal o valor do Imposto retido e a base de cálculo da retenção (art. 274, 3º., do RICMS); c) Escrituração da Nota Fiscal recebida com retenção da mercadoria utilizando as colunas Valor Contábil e Outras (art. 278 do RICMS); d) O valor do imposto retido não será incluído na coluna Outras, pois não representa faturamento da empresa (art. 278, 1º, do RICMS); e) Na apuração não há ICMS devido na operação de substituição nem obrigação de escrituração de uma folha distinta. OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS A principal obrigação acessória é a entrega da GIA, que é preenchida tanto pelo substituto como pelo substituído. OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS DENTRO E FORA DO ESTADO (ARQUIVO MAGNÉTICO) 1. As empresas que fazem operações interestaduais ficam obrigadas a informar estas operações a outras Unidades da Federação, nos termos do Convênio ICMS n.º 81/ Lembramos também que atualmente, como a maioria das empresas utiliza o sistema eletrônico de processamento de dados, já tem obrigação de entregar arquivos magnéticos mensalmente (SINTEGRA), conforme estabelece o Convênio ICMS n.º 57/1995 e a Portaria CAT n.º 32/1996, no Estado de São Paulo. OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS DENTRO E FORA DO ESTADO (ARQUIVO MAGNÉTICO) 3. As empresas que vendem mercadorias, sujeitas à substituição tributária habitualmente para outros Estados, devem ter inscrição como substituto tributário. E, neste caso, o Estado destinatário, onde a empresa efetuará sua inscrição, pode exigir a entrega da GIA-ST. Para isso, a empresa deve se informar na Secretaria da Fazenda do Estado no momento que providenciar sua inscrição. 4. Para as empresas que não possuem inscrição estadual de substituto tributário por não realizarem tais operações em habitualidade, devem recolher o ICMS para o outro Estado por meio de GNRE por ocasião da saída de mercadoria do estabelecimento, que deverá acompanhar o transporte. OBSERVAÇÕES GERAIS Sobre a substituição tributária ainda podemos destacar as seguintes situações: Possibilidade de crédito Quando o contribuinte, receber com imposto retido, mercadoria que não destinará à comercialização (matéria-prima, por exemplo), poderá aproveitar o crédito do ICMS, quando for o caso, nos termos do art. 272 do RICMS/2000. Caso a empresa adquira matéria prima diretamente do substituto, este venderá com o ICMS destacado e sem a substituição tributária (art. 264 do RICMS/00) Isto ocorre, por exemplo, quando uma empresa adquire tinta para industrialização de uma loja que já recebeu com substituição tributária, por isso não teria como ser aplicado o art. 264 do RICMS/SP. Vejamos: Art O contribuinte que receber, com imposto retido, mercadoria não destinada a comercialização subseqüente aproveitará o crédito fiscal, quando admitido, calculando-o

16 mediante aplicação da alíquota interna sobre a base de cálculo que seria atribuída à operação própria do remetente, caso estivesse submetida ao regime comum de tributação (Lei nº /89, art. 36, c/ alteração da Lei nº /96, art. 2º, I). Parágrafo único -Se a operação de que decorreu a entrada da mercadoria estiver beneficiada por redução de base de cálculo, seu valor, para determinação do crédito fiscal, será reduzido em igual proporção. Exemplo: Uma indústria de móveis compra tinta com substituição tributária de um atacadista, numa operação dentro do Estado de São Paulo. Se a Nota Fiscal de aquisição for de R$ 1.000,00, mesmo sem o destaque do ICMS, a indústria terá direito ao crédito de R$ 180,00. (R$ 1.000,00 x 18%). ICMS devido na Substituição Tributária englobando o ICMS próprio e o devido nas operações subseqüentes ICMS Próprio ICMS Substituição Tributária Indústria Atacadista Indústria Consumidor de tintas de Móveis final ICMS Próprio Não destaca ICMS foi Venda do produto + recolhido antecipadamente acabado tributado Subst. Trib. Pela indústria pelo ICMS Indústria se credita do ICMS art. 272 do RICMS/SP O contribuinte deve observar que, se o produto adquirido for tributado com redução de base de cálculo, o crédito será feito considerando esta situação NÃO RECOLHIDO O ICMS POR SUBSTITUIÇÃO EM DECORRÊNCIA DE DECISÃO JUDICIAL Os contribuintes substituídos deverão cumprir as obrigações tributárias, principal e acessórias, ou seja, passam a recolher o ICMS como se não houvesse substituição tributária (art. 267, I, do RICMS). Estas situações ocorrem quando o produto, por decisão judicial, não tem o ICMS recolhido por substituição tributária; nesta hipótese, a operação passa a ser tributada e, desta forma, a aída do industrial terá o destaque do ICMS propiciando o crédito a quem adquirir. Nesta situação o substituído terá que ter um controle dos estoques, pois os produtos adquiridos com a substituição tributária sairão com substituição tributária e produtos adquiridos sairão tributados. VENDA COM SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA DE TINTAS Indústria Atacadista Varejo Consumidor Final ICMS Próprio e ICMS Substituição Tributária ICMS devido na Substituição Tributária englobando o ICMS próprio e o devido nas operações subseqüentes. VENDA DE TINTAS SEM APLICAÇÃO DA SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA (EM DECORRÊNCIA DE DECISÃO JUDICIAL) Indústria Atacadista Varejo Consumidor Final ICMS próprio ICMS ICMS próprio próprio art. 267 do RICMS/SP Art Não recolhido o imposto pelo sujeito passivo por substituição:

17 I -em decorrência de decisão judicial, enquanto não retomada a substituição tributária, deverão os contribuintes substituídos cumprir todas as obrigações tributárias, principal e acessórias, pelo sistema de débito e crédito, observadas as normas comuns previstas na legislação; II-tratando-se de débito não declarado em guia de informação, o débito fiscal poderá ser exigido do contribuinte substituído: a) em razão de fraude, dolo ou simulação, mediante de lavratura de Auto de Infração e imposto de multa AIIM; b) nos demais casos, mediante notificação, cujo não atendimento acarretará lavratura de Auto de Infração e Imposto de Multa AIIM. 83 Exemplos: -Operação dentro do estado: -Operação com tintas à base de poliésteres NBM/SH Valor da mercadoria R$ 1.000,00 Alíquota interna do ICMS 18% Alíquota de IPI 10% Valor do IPI R$ 100,00 Margem de valor agregado (*) 35% (art. 313 do RICMS) (*) Obs.-A margem de valor agregado pode não ser aplicada se houver um preço sugerido pelo fabricante Dados da Nota Fiscal Base de cálculo ICMS R$ 1.000,00 (IPI não próprio integra, pois mercadoria é destinada à revenda ICMS próprio (R$ x 18%) R$ 180,00 Base de cálculo ICMS (R$ 1.000,00 + R$ substituição 100,00) x 1,35 = R$ 1.485,00 (IPI integra a base, pois estamos presumindo o valor da venda ao consumidor final) Valor da nota fiscal de venda do substituto Valor da mercadoria R$ 1.000,00 IPI R$ 100,00 ICMS retido R$ 87,30 Total da nota fiscal R$ 1.187,30 CálculodoICMStotalR$1.485,00x18%=R$267,30(ICMStotalconsiderandoqueavendaavarejos ejafeitanestevalorpresumido) ICMSretidoR$267,30 R$180,00=R$87,30(éadiferençaentreoICMSdevidonavendafinaleoICMSdevidonavendaprópr ia). Outro Exemplo: -Operação interestadual (mercadoria vendida para contribuinte na Bahia): -Operação com tintas à base de poliésteres NBM/SH Valor da mercadoria R$ 1.000,00 Alíquota do ICMS para contribuinte 7% na Bahia

18 Alíquota interna de tinta na Bahia 17% Alíquota de IPI 10% Valor do IPI R$ 100,00 Margem de valor 35% (art. 313 do RICMS) Dados da Nota Fiscal Base de cálculo ICMS próprio R$ 1.000,00 (IPI não integra, pois a mercadoria é destinada à revenda) ICMS próprio (R$ x 7% ) R$ 70,00 Base de cálculo ICMS (R$ 1.000,00 + R$ 100,00) x 1,35 substituição = R$ 1.485,00 (IPI integra a base, pois estamos presumindo o valor da venda a consumidor final) Cálculo do ICMS total R$ 1.485,00 x 17% = R$ 252,45 (ICMS total considerando que a venda a varejo seja feita neste valor presumido) ICMS retido R$ 252,45 R$ 70,00 = R$ 182,45 (é a diferença entre o ICMS devido na venda final e o ICMS devido na venda própria) Valor da nota fiscal de venda do substituto Valor da mercadoria R$ 1.000,00 IPI R$ 100,00 ICMS retido R$ 182,00 Total da nota fiscal R$ 1.282,45 OPERAÇÕES COM VEÍCULOS Nas operações com veículos, o ICMS é retido somente até a saída da primeira concessionária. Exemplo de operação com substituição tributária: Substituição Substituição Tributária Tributária Montadora Concessionário Consumidor Final OPERAÇÕES COM VEÍCULOS Exemplo de comercialização de veículo com e sem substituição tributária: (**) Substituição Substituição Tributária Tributária Montadora Concessionário Loja de Veículos Operação Tributada Consumidor Final (**) Atenção: O 3º. do artigo 54 do RICMS determina que é aplicada a alíquota de 12% enquanto estiver no ciclo de comercialização do veículo novo. Chamo a atenção no seguinte aspecto: Como não há uma definição exata na legislação do ICMS de quando é obrigatório o registro de veículos em nome da loja, por ser competência da legislação de trânsito, recomendo, em caso de dúvida, consulta à Secretaria da Fazenda, através da Consultoria Tributária.

19 Transcrevendo o art º. do RICMS: 3º. -Aplica-se, ainda, a alíquota prevista neste artigo em relação ao inciso X (Lei nº /1989, art. 34, 6º, com alteração da Lei nº /2001, art. 2º, I): 1. No recebimento do veiculo importado do exterior por sujeito passivo por substituição, para o fim de comercialização ou integração no seu ativo imobilizado; 2. Na saída realizada pelo fabricante ou importador, sujeito passivo por substituição, que destine o veiculo diretamente a consumidor ou usuário final, inclusive quando destinado ao ativo imobilizado; 3. Em operação posterior àquela abrangida pela retenção do imposto ocorrida no ciclo comercialização do veiculo novo. Exemplo de cálculo de substituição tributária: Operação interna: Valor do veículo R$ ,00 Alíquota do IPI ( EX 01) 13% Valor do IPI R$ 2.600,00 Valor sugerido de venda (base de cálculo R$ ,00 ICMS substituição tributária) Cálculo: ICMS próprio (R$ x 12%) R$ 2.400,00 Cálculo do ICMS total ( R$ x 12%) R$ 3.036,00 ICMS substituição (R$ R$ 2.400) R$ 636,00 Valor da nota fiscal de venda do substituto Valor do veículo IPI ICMS retido Total da nota fiscal R$ ,00 R$ 2.600,00 R$ 636,00 R$ ,00 Exemplo de operação Interestadual: (Venda para o Ceará) Valor do veículo R$ ,00 Alíquota do IPI ( EX 01) 13% Alíquota interestadual para contribuinte no Ceará 7% Alíquota interna de veículo no Ceará 17% Base de cálculo reduzida (necessidade de termo do Convênio ICMS nº. 132/1992) 70,59% (art. 43, acordo previsto I, do RICMS/CE) Valor do IPI R$ 2.600,00 Valor sugerido de venda (base de cálculo ICMS subst.tributária) R$ ,000 Cálculo:

20 ICMS próprio (R$ x 7%) R$ 1.400,00 Cálculo do ICMS total R$ 3.036,07 (R$ x 0,7059 x 17%) ICMS substituição R$ 1.636,07 (R$ 3.036,07 R$ 2.400,00) Valor da nota fiscal de venda do substituto Valor do veículo R$ ,00 IPI R$ 2.600,00 ICMS retido R$ 1.636,07 Total da nota fiscal R$ ,07 OPERAÇÕES COM VEICULOS Venda direta ao consumidor dentro e fora do Estado As vendas diretas das montadoras seguem as normas do Convênio ICMS nº. 51/2000. Por este Convênio ICMS as montadoras efetuam a venda, mas mandam o veículo a uma concessionária, para que esta entregue o veículo ao consumidor final. O RICMS/2000 disciplina esta operação no art COMUNICADO CAT N. 17/2002 Esclarece sobre procedimentos inerentes à aplicação do Convênio ICMS 51/2000, que estabelece disciplina relacionada com as operações com veículos automotores novos efetuadas por meio de faturamento direto para o consumidor. (Vamos ver o Comunicado...) Com base na legislação, vamos ver um exemplo de cálculo: OPERAÇÃO DENTRO DO ESTADO DE SÃO PAULO: Consumidor final Operação Tributada Montadora Valor do Veículo R$ ,00 Alíquota do IPI ( EX 01) 13% Base de cálculo do IPI (redução de 9% - Inc. I, do 2º do art.2º da Lei nº /02) R$ ,00 Valor do IPI R$ 2.366,00 Alíquota do ICMS em São Paulo 12% ICMS da operação (R$ x 12%) R$ 2.683,92

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