Acompanhamento Conjuntural 12/2011. Contas Externas

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1 Acompanhamento Conjuntural 12/2011 PIB O IBGE divulgou que o PIB brasileiro registrou estagnação no 3º trimestre do ano, em relação ao trimestre imediatamente anterior. Tal resultado evidencia a desaceleração econômica previamente detectada pelo Banco Central, quando deu início ao atual processo de flexibilização da Política Monetária. Em termos anualizados, a taxa de crescimento da economia também caiu de 4,9% no 2º trimestre, para 3,7% no 3º trimestre, sinalizando um crescimento da ordem de 3% para este ano, o que não deixa de ser um resultado positivo, diante da crise internacional que abate mais fortemente as economias avançadas. O setor industrial apresentou crescimento anualizado de 2,9%, contra 3,6% do setor de serviços e 2,7% da agropecuária. Política Monetária O Copom cortou novamente os juros na reunião do final de novembro, passando a taxa básica de juros da economia para 11%. O Comitê prevê uma deterioração do cenário externo e um recuo da inflação brasileira no último trimestre deste ano, após o pico registrado entre julho e setembro. A expectativa do Copom é de que a inflação convirja para o centro da meta em Diante do esfriamento da economia brasileira, o Copom sinalizou que deverá continuar a realizar ajustes moderados na Selic, pois pretende tempestivamente mitigar os efeitos vindos de um ambiente global mais restritivo. As expectativas do mercado são de que o FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DA BAHIA Diretoria Executiva Superintendência de Desenvolvimento Industrial Data de fechamento: 16 /12/2011 Copom promova cortes, totalizando 1,5 p.p, ao longo do ano de A inflação medida pelo IPCA acelerou em novembro, apresentando alta de 0,52% ante 0,43% em outubro. No acumulado dos primeiros onze meses deste ano, o IPCA contabiliza elevação de 5,97%, ficando acima dos 5,25% registrados em igual período de Em 12 meses o IPCA atingiu 6,64%. A expectativa do mercado é que o IPCA alcance 6,50% no final ano, situando-se no limite superior do intervalo da meta inflacionária. Política Fiscal Os resultados das contas públicas nos primeiros dez meses deste ano indicam que o Governo cumprirá com folga a meta de superávit primário fixada para Embora a situação fiscal esteja controlada, o agravamento da crise mundial preocupa. Seus efeitos já foram sentidos no 3º trimestre deste ano, quando o PIB registrou crescimento nulo. O Governo Federal anunciou, no início de dezembro, novas medidas para estimular o consumo e o crédito, como o corte do IPI na linha branca de eletrodomésticos, redução/isenção do PIS/Cofins sobre o trigo, farinha de trigo, pão francês e massas, o corte do IOF sobre o crédito ao consumidor e o fim do IOF sobre aplicações de estrangeiros na Bolsa. Analistas consideram que as medidas terão um impacto positivo sobre o consumo do final do ano. No entanto, dificilmente levarão a economia para o crescimento esperado pelo Governo Federal, que trabalha com metas de crescimento fixadas no Plano Plurianual ( ), de aumento de 4,5% do PIB em 2011 e 5,0% em 2012.

2 Contas Externas No acumulado dos primeiros dez meses deste ano, o saldo em conta corrente, que compreende os resultados da balança comercial e das contas serviços, rendas e transferências unilaterais, foi deficitário em US$ 39,1 bilhões. No acumulado dos últimos 12 meses, o déficit alcançou US$ 47,3 bilhões (2% do PIB), confirmando a tendência de deterioração das contas externas após a crise de 2008, porém em um ritmo menos intenso nos últimos meses. O déficit nas contas serviços e rendas, em função, principalmente, das despesas com viagens internacionais e das remessas de lucros e dividendos, explica o saldo negativo em conta corrente. A expectativa do mercado é de aumento do déficit em conta corrente nos próximos meses, alcançando US$ 54,5 bilhões no final do ano. As reservas internacionais em outubro totalizaram US$ 352,9 bilhões, registrando elevação de US$ 3,2 bilhões em relação ao verificado em setembro. O Banco Central não realizou operações no mercado doméstico de câmbio em outubro. Com o agravamento da crise internacional, o mercado agora projeta que dólar alcançará R$1,80 no final do ano, valor acima do projetado no mês anterior (R$ 1,75). 2

3 PIB O IBGE divulgou que o PIB brasileiro registrou estagnação no 3º trimestre do ano, em relação ao trimestre imediatamente anterior. Tal resultado evidencia a desaceleração econômica previamente detectada pelo Banco Central, que deu início à mudança de rumo na condução da Política Monetária. Em termos anualizados, a taxa de crescimento da economia também caiu de 4,9% no 2º trimestre, para 3,7% no 3º trimestre, sinalizando um crescimento da ordem de 3% para este ano, o que não deixa de ser um resultado positivo, diante da crise internacional que abate mais fortemente os países desenvolvidos. Sob a ótica da demanda (ver gráfico em anexo), a análise da taxa anualizada mostra que, no 3º trimestre deste ano, o Consumo das Famílias cresceu 5,4%, ante 7% no mesmo trimestre do ano anterior, ainda refletindo a elevação da massa salarial real e a expansão do crédito com recursos livres para as pessoas físicas. O Consumo do Governo (Despesa de Consumo da Administração Pública) também cresceu a uma taxa inferior à verificada no ano anterior (2,3%, contra 5,1%). A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) foi a que sofreu maior desaceleração ao registrar alta de 7,0% no 3º trimestre de 2011, contra 21,2% em igual período de Vale destacar que o crescimento da FBCF (taxa de investimento da economia) é bastante relevante no contexto atual de crise e refletiu a maior importação de máquinas e equipamentos. As Exportações de Bens e Serviços cresceram 6,8% enquanto as Importações de Bens e Serviços aumentaram 14,5%, contra 30,8% em igual período do ano passado, mostrando que a desaceleração econômica provocou redução no ritmo das importações, além da influência da desvalorização cambial ocorrida em decorrência da crise internacional. Do lado da oferta, o resultado da taxa anualizada no 3º trimestre de 2011 reflete o desempenho positivo dos setores Serviços (3,6%), Indústria (2,9%) e Agropecuária (2,7%). Todas as atividades industriais registraram expansão: Extrativa Mineral (5,4%), Construção Civil (4,4%), Eletricidade, Gás, Água, Esgoto e Limpeza Urbana (4,4%), e a Indústria de Transformação (1,7%). No setor de Serviços, as maiores elevações ocorreram nas atividades de Intermediação Financeira, Seguros, Previdência Complementar e Serviços Correlatos (6,3%), Comércio (5%) e Serviços de Informação (4,9%). Ver gráfico em anexo. O PIB do setor industrial registrou queda em relação ao trimestre anterior, em função da queda de 1,4% da indústria de transformação, que mais do que compensou os resultados positivos da Indústria Extrativa Mineral (0,9%), Eletricidade, Gás, Água, Esgoto e Limpeza Urbana (0,8%) e Construção Civil (0,2%). A desaceleração no consumo das famílias, o agravamento da crise externa e a maior penetração dos importados em função da valorização cambial prejudicaram o setor industrial brasileiro, que deverá registrar expansão de 1,8% em Segundo projeções da CNI, o PIB industrial crescerá 2,3% em O PIB medido a preços de mercado alcançou R$ 1,04 trilhão no 3º trimestre deste ano, sendo R$ 891,1 bilhões referentes ao valor adicionado a preços básicos e R$ 155,6 bilhões aos impostos sobre produtos líquidos de subsídios. Considerando o valor adicionado, nota-se que a Agropecuária reduziu pouco sua participação no PIB, passando de 5,3% no 3º trimestre de 2010 para 5,2% em igual período deste ano. A Indústria respondeu por 28,4% do PIB no 3º trimestre de 2011, contra 29,5% no 3º trimestre do ano anterior, enquanto o setor de Serviços incrementou sua participação no PIB de 65,3% para 66,4%, na mesma comparação intertemporal. Quanto ao desdobramento do PIB pelos componentes da demanda a preços de mercado (inclusive impostos), o Consumo das Famílias totalizou R$ 631,2 bilhões, o Consumo do Governo R$ 201,8 bilhões e a FBCF R$ 209,6 bilhões (20% do PIB, contra 20,4% no 3º trimestre de 2010). As Exportações e as Importações de Bens e Serviços alcançaram R$ 133,3 bilhões e R$ 136,9 bilhões, respectivamente, enquanto a Variação de Estoques foi positiva em R$ 7,8 bilhões. 3

4 Os dados do Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), apontam uma geração líquida de 126,1 mil empregos formais em outubro, contra 209,1 mil no mês anterior. Os setores responsáveis pelo desempenho no mês foram: Serviços (77,2 mil), Comércio (60,9 mil) e Construção Civil (10,3 mil). Nos primeiros dez meses do ano, o País gerou um saldo de 2,2 milhões de postos de trabalho. No acumulado de 12 meses, o saldo registrado foi de 1,97 milhões de empregos gerados. Os dados apontam para uma geração de empregos inferior à registrada no ano passado, refletindo a desaceleração da economia. Política Monetária Na reunião dos dias 29 e 30 de novembro, o Copom manteve a tendência de corte dos juros das últimas duas reuniões e reduziu a Selic em 0,5 p.p, para 11% (totalizando, neste período, corte de 1,5 p.p.). De acordo com a ata da reunião, o Comitê considerou que os riscos para a estabilidade financeira mundial cresceram desde a última reunião em 19/10, contribuindo para a continuidade do processo de deterioração do cenário internacional. As projeções apontam para reduções generalizadas e de grande magnitude nas taxas de crescimento dos principais blocos econômicos. Dessa forma, para o Banco Central, o cenário internacional apresenta viés desinflacionário no horizonte relevante, justificando as ações tomadas neste momento. No cenário doméstico, o Copom considerou que a inflação acumulada em doze meses já alcançou o seu pico e começa a recuar no trimestre corrente em direção à trajetória de metas. O Comitê avalia que, por si só, essa inversão de tendência contribuirá para melhorar as expectativas dos agentes econômicos, em especial dos formadores de preços, sobre a dinâmica da inflação nos próximos trimestres. O cenário central com o qual trabalha o Copom indica que os riscos são decrescentes e que a inflação deverá convergir para o valor central da meta em Novos ajustes moderados deverão ser realizados, pois o Copom pretende tempestivamente mitigar os efeitos vindos de um ambiente global mais restritivo. A redução do nível da taxa básica neste momento é consistente com o cenário de convergência da inflação para a meta em A inflação medida pelo IPCA acelerou em novembro, apresentando alta de 0,52% ante 0,43% em outubro. De acordo com o IBGE, os preços dos alimentos foram responsáveis por quase metade da alta do IPCA no mês, com impacto de 0,25 p.p, contra 0,13 p.p no mês anterior. O item carnes foi o que apresentou maior impacto em novembro (0,06 p.p, com alta de 2,63%), acompanhado por altas significativas nos itens: tomate (+10,37%), palpa de açaí (+6,53%) e batata-inglesa (+4,94%).O IPCA de novembro também foi impactado pelos grupos Despesas Pessoais, que registrou alta de 0,88%, com destaque para o item empregados domésticos (+1,36%), Habitação (+0,47%) e Vestuário (+0,58%). No acumulado dos primeiros onze meses deste ano, o IPCA contabiliza elevação de 5,97%, ficando acima dos 5,25% registrados em igual período de Em 12 meses o IPCA alcançou 6,64%, situando-se acima do intervalo superior da meta de inflação. Cumpre registrar que, a partir de janeiro de 2012, o IBGE irá mudar a metodologia de cálculo do IPCA, utilizando a nova base de estruturas de gastos de consumo. A partir de abril deste ano, o IBGE passou a divulgar mensalmente o Índice de Preço ao Produtor (IPP), que mede a evolução dos preços de produtos na porta da fábrica, sem impostos e sem frete, de 23 setores da indústria de transformação. O período de divulgação tem defasagem de dois meses. Em outubro de 2011, o IPP registrou alta de 0,85%, ante alta de 1,23% em setembro. As maiores variações observadas em outubro se deram entre os produtos compreendidos nas seguintes atividades industriais: bebidas (+3,62%), produtos de metal (+3,46%), e outros produtos químicos (+2,74%). No ano, o IPP registra alta de 2,86% e no acumulado de 12 meses até outubro, 4,77%. 4

5 Política Fiscal O superávit primário do setor público em outubro alcançou R$ 14 bilhões, valor superior ao registrado em igual mês do ano passado, que foi de R$ 9,7 bilhões. O pagamento de juros no mês somou R$ 20,3 bilhões, contra R$ 16,1 bilhões em igual mês do ano passado. Por conta do elevado superávit primário no mês, o déficit nominal caiu para 1,8% do PIB. A dívida líquida do setor público em outubro alcançou R$ 1,54 trilhão, equivalente a 38,2% do PIB, com elevação de 1,1 p.p. em relação ao mês anterior. A dívida bruta, variável utilizada nas comparações internacionais, alcançou R$ 2,23 trilhões em outubro de 2011, o equivalente a 55,4% do PIB, com queda de 0,4 p.p em relação a setembro. No ano, o superávit primário alcança 3,54% do PIB, resultado do esforço das instâncias de governo (central e regional) e das estatais (ver tabela 2 no anexo). Cumpre registrar a redução de 13,6% do déficit da Previdência na comparação dos primeiros dez meses do ano de 2011 com igual período de Em 12 meses, o superávit primário subiu para 3,3%, ante 3,2% do PIB do mês passado, ficando 0,2 p.p. acima da meta fixada para este ano. O déficit nominal em 12 meses caiu para 2,5% do PIB, com queda de 0,1 p.p em relação ao mês anterior (ver tabela 3 no anexo). Os resultados consolidados das contas públicas nos primeiros dez meses indicam que o Governo cumprirá com folga o superávit primário fixado para este ano, na medida em que a economia realizada até outubro já alcança 93% da meta e, em 12 meses, supera em 4,6% a meta de superávit primário, que foi ampliada para R$ 127,8 bilhões. O bom desempenho das contas neste ano resulta do aumento da arrecadação do Governo Federal, que cresceu mais de 12% em termos reais na comparação de janeiro a outubro de 2011 com igual período do ano passado. Praticamente todos os impostos federais aumentaram sua arrecadação muito acima da inflação no período, com destaque para: CSLL, Imposto de Importação, Imposto de Renda, CIDE, IPI, IOF, PIS/PASEP, Cofins, Receitas Tributárias e Outros Impostos. A Receita federal projeta que a arrecadação terá uma expansão real entre 11% e 11,5% neste ano, fazendo com que se contabilize o maior crescimento das receitas em relação ao crescimento do PIB desde 2003 (cerca de quatro vezes superior ao crescimento do PIB). Embora a situação fiscal esteja controlada, o agravamento da crise mundial preocupa e seus efeitos já foram sentidos no terceiro trimestre deste ano, quando o PIB registrou crescimento nulo. Por conta disso, o Governo Federal anunciou, no início de dezembro, novas medidas para estimular o consumo. As principais medidas foram a redução/isenção do IPI para linha branca de eletrodomésticos (fogões, tanquinhos, máquinas de lavar e geladeiras), redução/isenção do PIS/Cofins sobre o trigo, farinha de trigo, pão francês e massas. Também foram anunciadas medidas de estímulo ao crédito, como o corte do IOF sobre crédito ao consumidor de 3% para 2,5%, e o fim do IOF de 2% em aplicações de estrangeiros na Bolsa. Ademais, o Governo reduziu tributos do Minha Casa, Minha Vida, de 6% para 1% em imóveis de até R$ 85 mil. Analistas consideram que as medidas terão impacto positivo sobre o consumo ainda neste ano. Em 2009, medidas semelhantes foram adotadas e, naquela época, o efeito foi bastante positivo, a exemplo das vendas de geladeiras, que aumentaram de 5,2 milhões de unidades para 6,4 milhões. O Ministro da Fazenda, Guido Mantega, declarou que novas medidas poderão ser adotadas para levar o crescimento do PIB para 5% em 2012, dadas as metas de crescimento fixadas no Plano Plurianual ( ), que estima aumento de 4,5% do PIB em 2011, 5,0% em 2012 e 5,5% ao ano para 2013, 2014 e Contas Externas O déficit em conta corrente de US$ 39,1 bilhões no acumulado dos primeiros dez meses deste ano pode ser explicado pelo saldo negativo do agregado serviços e rendas, que passou de -US$ 55,9 bilhões em

6 para -US$ 66,9 bilhões em igual período de 2011, em virtude das maiores remessas de lucros e dividendos, despesas com viagens internacionais, aluguel de equipamentos, transporte, dentre outros. A balança comercial apresentou superávit de US$ 25,4 bilhões e o saldo das transferências unilaterais alcançou US$ 2,5 bilhões. A entrada de investimentos estrangeiros diretos (IED) no País alcançou US$ 56 bilhões, contra US$ 29,3 bilhões no acumulado entre janeiro e outubro de 2010, destinados principalmente para as seguintes atividades: telecomunicações; metalurgia; extração de petróleo e gás natural; comércio, exceto veículos; bebidas; eletricidade, gás e outras utilidades; serviços financeiros e atividades auxiliares; seguros, resseguros, previdência, complementar e planos de saúde, produtos alimentícios; e extração de minerais metálicos. Em novembro, a agência de classificação de risco Standard & Poor s (S&P) elevou a nota do Brasil, motivada pelo compromisso do País com as metas fiscais. Tal decisão deverá ter pouco impacto no curto prazo, em função da maior aversão global ao risco associada ao agravamento da crise das dívidas soberanas na Europa. O último Relatório de Mercado do BC apresenta as seguintes projeções para o ano de 2011: saldo de US$ 28,8 bilhões na balança comercial, déficit de US$ 54,3 bilhões na conta corrente e fluxo de US$ 60,1 bilhões em investimentos estrangeiros diretos. Após a forte entrada de dólares registrada nos meses de julho (US$ 15,8 bilhões), agosto (US$ 4,2 bilhões) e setembro (US$ 8,5 bilhões), o fluxo de capitais inverteu o sinal em outubro (-US$ 134 milhões), alcançando -US$ 942 milhões em novembro. No acumulado dos primeiros onze meses do ano, o fluxo de entrada de dólares superou o de saída em US$ 67,2 bilhões, contra US$ 26,3 bilhões em igual período de 2010, reflexo da entrada de US$ 25 bilhões no mercado financeiro e de US$ 42,3 bilhões no mercado comercial. A cotação do dólar reflete a especulação dos bancos no mercado de câmbio, cuja posição em dólar passou de vendida para comprada (aposta na desvalorização do Real), alcançando US$ 1,3 bilhão em setembro, US$ 3,7 bilhões em outubro e US$ 1 bilhão em novembro. Após oscilar entre 1,53 e 1,69 nos primeiros oito meses deste ano, a taxa de câmbio R$/US$ comercial (compra) apresentou forte volatilidade (com tendência de alta) em setembro, outubro e novembro, refletindo a deterioração do cenário externo, a redução da taxa Selic e as medidas governamentais para conter o câmbio. Após atingir o pico de R$ 1,90 em 22/09, com a atuação do BC, através da venda de swaps cambiais tradicionais, o dólar seguiu em patamar elevado, encerrando o mês de novembro cotado em R$ 1,81. A expectativa é que a cotação da moeda norte-americana alcance R$ 1,80 no final de A dívida externa total brasileira alcançou US$ 297,6 bilhões em outubro, tendo a dívida de longo prazo atingido US$ 250,7 bilhões e a de curto prazo totalizado US$ 46,8 bilhões. Com o aumento da aversão ao risco associado ao agravamento da crise global, a expectativa é que as empresas e bancos brasileiros enfrentem maiores dificuldades para captar recursos externos e rolar as suas dívidas. O valor das exportações brasileiras alcançou US$ 21,8 bilhões em novembro, contra importações de US$ 21,2 bilhões, gerando um saldo comercial de US$ 583 milhões, contra US$ 2,4 bilhões no mês anterior. O resultado mais modesto da balança comercial em novembro reflete a redução no ritmo de crescimento mundial e, consequentemente, da demanda internacional. No acumulado dos primeiros onze meses deste ano, as exportações alcançaram US$ 233,9 bilhões, um aumento de 29,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, e as importações, US$ 207,9 bilhões, uma alta de 25,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. O superávit comercial no acumulado do ano foi da ordem de US$ 26 bilhões, valor US$ 11,2 bilhões superior ao de igual período do ano passado. No período acumulado de 12 meses até novembro, as exportações alcançaram US$ 254,8 bilhões e as importações US$ 223,5 bilhões. Tanto as exportações, quanto as importações registraram recorde para o período de 12 meses. No início de dezembro, o Governo anunciou a regulamentação do Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadores (Reintegra) que prevê a desoneração de resíduos de tributos 6

7 indiretos (Cide, IOF, PIS, Cofins etc.) sobre os produtos industrializados brasileiros exportados. O Reintegra é uma das principais medidas do Plano Brasil Maior, lançado em agosto, e vigorará até o final de As empresas beneficiadas terão o ressarcimento equivalente a até 3% da receita de exportação. Segundo o MDIC, poderão ser beneficiados os produtos cujos custos dos insumos importados não sejam superiores a 40% do preço de exportação (para os produtos de alta tecnologia, o limite é de 65%). Os exportadores poderão utilizar os valores do Reintegra para compensar débitos próprios, vencidos ou vincendos, referentes a tributos da Receita ou solicitar a quantia em espécie. Petróleo Nos últimos trinta dias, o mercado internacional do petróleo registrou elevação nos preços do mercado spot, com o final dos conflitos na Líbia. A tendência de médio prazo, no entanto, é de contenção nos preços. Por um lado, a oferta está aumentando com o retorno da produção líbia, além do crescimento da produção não-opep nos Estados Unidos, Canadá e Mar do Norte. Por outro lado, a demanda se encontra deprimida na Europa e nos Estados Unidos, por conta da crise econômica internacional provocada pela dificuldade de gerenciamento das dívidas na Europa, que se iniciou na Grécia, atingiu também Portugal e agora afeta Itália e Espanha. Os Estados Unidos, maiores consumidores do mundo, ainda apresentam sinais tênues de recuperação, mas, do lado positivo, apresentam um nível de produção de petróleo cada vez maior, reduzindo a sua dependência das importações do Oriente Médio. Desse modo, a maior pressão sobre a demanda da commodity surge dos países em desenvolvimento, especialmente China e Índia. Em termos de cenário de curto e médio prazos, por um lado, a época de petróleo a preços baixos acabou (em 2002, por exemplo, o petróleo WTI no mercado spot era comercializado em média por US$ 26/barril). Por outro lado, a perspectiva de haver grandes elevações nos preços do petróleo é baixa, dado os limites na oferta e as restrições na demanda já mencionadas. Na segunda semana de dezembro, o petróleo WTI (mercado spot) alcançou US$ 101/barril (contra US$ 95/barril, em igual período do mês anterior), enquanto a cesta OPEP foi cotada a US$ 109/barril (contra US$ 111/barril, em igual período do mês anterior). Front Externo A União Europeia aprovou em reunião de cúpula um plano de austeridade que deverá impactar significativamente a vida da população daquele continente por vários anos. As medidas aprovadas devem dar lugar a mais uma onda de protestos e, segundo analistas, com mudanças nos governos nas próximas eleições. De acordo com o pacote de reformas aprovado, os governos terão de promover uma série de ajustes em suas contas e qualquer déficit acima de 3% do PIB será punido. O teto da dívida pública será de 60% do PIB. Na prática, para chegar ao que a UE propõe, os países membro precisarão reduzir gastos num valor equivalente a US$ 3,6 trilhões. O pacto inclui a antecipação, para julho de 2012, de um Mecanismo Europeu de Estabilidade (fundo permanente de resgate para os países da região) e um financiamento de 200 bilhões de euros a países endividados, provido pelo FMI. As medidas negociadas durante a cúpula da UE em Bruxelas começariam a valer em março de Nas discussões da UE não houve consenso em torno das medidas propostas. A principal objeção veio da Grã-Bretanha, que exigiu ser eximida de algumas regulamentações orçamentárias e financeiras, as quais, segundo o Premiê David Cameron, influenciariam negativamente o setor financeiro do país. Como a exigência britânica foi vetada, o país não firmou o pacto. Suécia, Hungria e República Tcheca ficaram de consultar seus Parlamentos antes de tomarem uma decisão. Há dúvidas também se a Dinamarca passará o pacto pelo crivo parlamentar antes de assiná-lo. 7

8 Apesar das declarações positivas dos principais lideres europeus, o pacto ainda não entusiasmou o mercado financeiro, que esperava a aprovação de medidas que dessem maior poder de ação ao BCE. Não há dúvidas de que os impactos dessas medidas serão bastante duros. Os cortes, que já começaram a ocorrer por toda a Europa, dão uma ideia da magnitude do impacto na atividade econômica na zona do euro. Em Portugal, o PIB no terceiro trimestre voltou a cair 5%, depois que o governo adotou o pacote de austeridade no modelo exigido por Bruxelas. Na Irlanda os cortes no orçamento de 2012 terão maior impacto na camada mais pobre, que irá perder 500 milhões de euros em benefícios sociais. Na Grécia, o pacote de austeridade exigirá em 2012 o corte de 15% no salário dos funcionários públicos e a demissão de 20% deles. Duas mil escolas fecharão as portas. Segundo a consultoria Deloitte, as vendas de Natal na Grécia vão cair 25% ante ao fraco ano de Em meio às discussões sobre a crise, a UE aprovou a adesão de seu 28º membro, a Croácia, que se tornará parte efetiva do bloco a partir de julho de O Banco Central Europeu cortou em 0,25 ponto percentual - para 1% - a taxa de juros dos países que utilizam o euro. A medida, que volta a colocar a taxa de juros europeia no seu mais baixo nível histórico, visa evitar que a recessão volte a se alastrar pelas economias do euro. A autoridade monetária manteve em 1,6% a previsão de crescimento neste ano para os países que utilizam a moeda comum, mas revisou para baixo, de 1,3% para 0,3%, a projeção para O índice de preços ao consumidor da zona do euro registrou variação de 3% em novembro, enquanto a taxa de desemprego manteve-se em 10,3% em outubro. De acordo com a segunda estimativa do Bureau of Economic Analysis (BEA), o PIB norte-americano cresceu 2% no 3º trimestre de 2011, contra uma expansão de 1,3% no 2º trimestre de 2011, em termos anualizados. Segundo dados divulgados pelo Departamento de Comércio, o déficit comercial dos Estados Unidos atingiu US$ 43,5 bilhões em outubro, frente à previsão dos analistas de saldo negativo de US$ 44 bilhões. No mês, as exportações somaram US$ 179,2 bilhões e as importações atingiram US$ 222,6 bilhões. A economia dos Estados Unidos criou 120 mil empregos em novembro, com os empregadores privados abrindo 140 mil novas vagas, segundo dados divulgados pelo Departamento de Trabalho. O avanço, porém, ficou um pouco abaixo da previsão dos analistas do mercado, que previam a criação de 125 mil vagas. Segundo dados divulgados pelo National Bureau of Statistics of China, a produção industrial da China apresentou, em outubro, expansão de 13,2% em relação ao registrado em igual mês do ano anterior e de 14,1% no acumulado dos últimos 12 meses. A formação bruta de capital fixo taxa de investimento manteve-se alta de 24,9% no período de janeiro a outubro sobre o mesmo período do ano passado. O Índice de Preços ao Consumidor da China, principal indicador da inflação no país, foi de 5,5% em outubro, permanecendo inalterado em relação ao registrado em setembro. Há sinais de que os esforços do governo chinês para conter os altos preços de 2011, principalmente nos setores de alimentos e moradia, vêm atingindo os objetivos estabelecidos, mas a inflação ainda está longe da meta de 4%. Segundo dados divulgados pelo METI (Ministério da Economia, Comércio e Indústria), em outubro, a produção industrial japonesa cresceu 2,4% em relação ao registrado no mês anterior e 0,4% em relação ao verificado em igual mês de Os segmentos industriais que mais contribuíram para a alta foram: equipamentos de transporte, maquinário em geral e produtos químicos. Em outubro, a taxa de desemprego ficou em 4,5% e o índice de preços ao consumidor registrou deflação de 0,2%. 8

9 Acompanhamento Conjuntural 12/2011 Economia em desaceleração As medidas restritivas adotadas pelo Governo Federal no início do ano, acrescidas a um ambiente econômico internacional adverso, provocaram uma desaceleração mais forte do que a anteriormente prevista na economia brasileira. Esse quadro acaba de ser confirmado estatisticamente, com a divulgação das contas nacionais trimestrais do 3º trimestre, que contabilizaram crescimento nulo, na comparação com o trimestre imediatamente anterior. A previsão é que o PIB de 2011 tenha crescimento próximo a 3%. Desse modo, fica patente que o processo de redução da taxa Selic promovido pelo Banco Central foi acertado, no sentido de minimizar o freio da atividade econômica e ao colocar o controle da inflação pela via monetária num plano secundário, já que a própria redução da atividade econômica tende a conter as pressões inflacionárias. No atual cenário, a atividade industrial deverá permanecer em ritmo lento. Em realidade, mesmo o nível de crescimento esperado pelo governo para 2012 (5%) já pode estar comprometido, tendo em conta o baixo carregamento estatístico deste ano para 2012, o crescimento inferior da demanda, a reduzida confiança empresarial e a desaceleração da construção civil e do consumo de máquinas e equipamentos (nível de investimentos). Em relação ao câmbio, o mercado enfrentou um período de volatilidade com o agravamento da crise europeia, chegando a trabalhar com o patamar de R$1,90/US$. No entanto, o BC interveio promovendo leilões de "swap" cambial, o equivalente a uma venda de dólares no mercado futuro, e conseguiu controlar o processo de alta, à medida que os mercados internacionais também se acalmavam. Atualmente o dólar está cotado em cerca de R$ 1,80. Apesar da expressiva oscilação ocorrida, num cenário de médio prazo, permanece a tendência de sobrevalorização do Real, em decorrência do enfraquecimento das economias avançadas. O processo de valorização do Real no período recente provocou uma concorrência desleal para a indústria nacional, em face à entrada facilitada de produtos importados e ao encolhimento das margens, pela dificuldade de repasse do aumento dos custos de seus insumos. Nesse sentido, a elevação temporária da cotação do dólar foi positiva para o setor industrial. Analisando a conjuntura econômica com foco no setor industrial, observamse efeitos diferenciados de acordo com o perfil setorial. Os fabricantes de bens de consumo, a exemplo de calçados, têxteis e alimentos e bebidas, sofreram com o processo de valorização cambial que, juntamente ao problema dos elevados encargos trabalhistas, reduz significativamente a competitividade das empresas locais em relação aos concorrentes externos. Os setores industriais capital-intensivos e produtores de bens tradable ainda se beneficiam dos preços das commodities, que impulsionam as receitas de segmentos como refino, petroquímico, metalurgia e celulose. As empresas que possuem dívidas denominadas em dólares ou que possuem elevados coeficientes de importação se beneficiaram da trajetória de valorização do Real, mas, podem ser bastante afetadas caso o agravamento da crise global provoque novos repiques do Dólar. No âmbito local, o impacto negativo da retração da demanda de resinas de terceira geração motivou a antecipação da parada de manutenção em unidades da Braskem. As indústrias químicas baianas devem ficar atentas ao processo de reestruturação da petroquímica mundial, com a maior presença de países do Oriente Médio no mercado. No dia 5/12, a Shell assinou com a Qatar Petroleum acordo para investir US$ 6,4 bilhões na produção de 1,5 milhão de toneladas/ano de monoetilglicol e 300 mil toneladas/ano de alfaolefinas. Outros projetos semelhantes foram anunciados em países como o Iraque e Arábia Saudita. 9

10 Compõem o presente Anexo os seguintes documentos: (i) Gráficos do PIB no 3º trimestre de 2011 (págs. 11 a 13); (ii) (iii) Brasil: Representatividade da Indústria de Transformação (% PIB) (pág.14); Brasil: Composição das Exportações (pág.15); (iv) Tabelas de Política Fiscal (págs. 16 a 18); (v) Brasil e Bahia: Evolução Mensal dos Saldos das Admissões menos Desligamentos de Trabalhadores regidos pela CLT, no período janeiro a outubro 2011 (págs. 19 e 20); (vi) Indicadores de Economias Avançadas (pág. 21); (vii) (viii) Indicadores Econômicos de Países Emergentes (pág. 22); e Relatório de Mercado do Banco Central - Expectativas de Mercado (págs. 23 e 24). 10

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14 Fonte: Ipeadata; elaboração FIEB/SDI. Previsão para o ano de

15 Fonte: Ipeadata ( ); elaboração FIEB/SDI. Nota: 2011 de janeiro a outubro Nota: 2011 de janeiro a setembro 15

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23 Relatório de Mercado do Banco Central: Expectativas de Mercado (09/12/2011) 23

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