Boletimj. Manual de Procedimentos. ICMS - IPI e Outros. Minas Gerais. Federal. Estadual. IOB Setorial. IOB Comenta. IOB Perguntas e Respostas

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1 Boletimj Manual de Procedimentos Fascículo N o 10/2014 Minas Gerais // Federal IOF Factoring // Estadual ICMS Crédito fiscal // IOB Setorial Estadual Bancário - Obrigações acessórias das empresas administradoras de cartões de crédito e débito // IOB Comenta Federal IOF - Operações de crédito - Aplicação da alíquota adicional // IOB Perguntas e Respostas IOF Mútuo - Pagamento das parcelas - Implicações no atraso Mútuo - Pessoa jurídica - Equiparação a instituição financeira Operações de crédito - Saldos a descoberto - Incidência ICMS/MG Microcervejaria - Conceito Microcervejaria - Crédito presumido Veja nos Próximos Fascículos a IPI - Consulta tributária a ICMS - Crédito acumulado a ICMS - Crédito presumido

2 2014 by IOB FOLHAMATIC EBS > SAGE Capa: Marketing IOB FOLHAMATIC EBS > SAGE Editoração Eletrônica e Revisão: Editorial IOB FOLHAMATIC EBS > SAGE Telefone: (11) (São Paulo) (Outras Localidades) Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) ICMS, IPI e outros : IOF : factoring ed. -- São Paulo : IOB Folhamatic, (Coleção manual de procedimentos) ISBN Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços - Brasil 2. Imposto sobre Produtos Industrializados - Brasil 3. Tributos - Brasil I. Série CDU-34: (81) Índices para catálogo sistemático: 1. Brasil : Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços : ICMS : Direito tributário 34: (81) 2. Brasil : Imposto sobre Produtos Industrializados : IPI : Direito tributário 34: (81) Todos os direitos reservados. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial desta obra, por qualquer meio ou processo, sem prévia autorização do autor (Lei n o 9.610, de , DOU de ). Impresso no Brasil Printed in Brazil Boletim IOB

3 Boletimj Manual de Procedimentos a Federal Factoring IOF SUMÁRIO 1. Introdução 2. Fato gerador 3. Contribuinte 4. Responsabilidade 5. Alíquota 6. Base de cálculo 7. Cobrança e recolhimento 8. Exemplo 9. Soluções de consultas 1. Introdução O Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF) incide sobre as operações citadas, incluindo-se, entre as de crédito, as realizadas por empresas que exercem as atividades de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia, mercadológica, gestão de crédito, seleção de riscos, administração de contas a pagar e a receber, compra de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factoring). Neste texto, examinaremos o tratamento tributário dispensado pela legislação do IOF às mencionadas operações. (Regulamento do IOF - Decreto nº 6.306/2007, art. 2º, I, b ) 2. Fato gerador Constitui fato gerador do IOF a entrega do montante ou do valor que constitua o objeto da obrigação, ou a sua colocação à disposição do interessado. A expressão operações de crédito compreende as operações de empréstimo sob qualquer modalidade, inclusive abertura de crédito e desconto de títulos, a alienação, à empresa que exercer as atividades de factoring, de direitos creditórios resultantes de venda a prazo e o mútuo de recursos financeiros entre pessoas jurídicas ou entre pessoa jurídica e pessoa física. (Decreto nº 6.306/2007, art. 3º, caput, 3º) 3. Contribuinte Constitui fato gerador do IOF a entrega do montante ou do valor que constitua o objeto da obrigação, ou a sua colocação à disposição do interessado O contribuinte é a pessoa física ou jurídica alienante do direito creditório resultante de venda a prazo a empresa de factoring. (Decreto nº 6.306/2007, art. 4º, parágrafo único) 4. Responsabilidade A responsabilidade pela cobrança e pelo recolhimento do imposto é da empresa de factoring adquirente do direito creditório. Embora o contribuinte seja a pessoa jurídica ou a pessoa física que aliena o direito creditório resultante de venda a prazo, a responsabilidade pelo recolhimento é atribuída à empresa de factoring, a exemplo do que ocorre nas demais operações de crédito, em que o tomador do financiamento ou do empréstimo é o contribuinte. A responsabilidade pelo recolhimento, no entanto, é atribuída pela legislação à instituição financeira. (Decreto nº 6.306/2007, art. 5º, caput, II) 5. Alíquota O imposto incide sobre o valor da respectiva operação, mediante a aplicação das seguintes alíquotas: Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Mar/ Fascículo 10 MG10-01

4 a) mutuário pessoa jurídica: 0,0041% ao dia; b) mutuário pessoa física: 0,0041% ao dia. Nota Além das alíquotas citadas, há, ainda, a aplicação da alíquota adicional de 0,38%, independentemente do prazo da operação, seja o mutuário pessoa física ou jurídica (Decreto nº 6.306/2007, art. 7º, 15). O IOF não excederá o valor resultante da aplicação da alíquota diária a cada valor de principal, prevista para a operação, multiplicada por 365 dias, acrescido da alíquota adicional de 0,38%, ainda que a operação seja de pagamento parcelado. Cálculo: pessoa física ou jurídica: 0,0041 x 365 = 1,4965% + 0,38% = 1,8765%. Note-se que o IOF incidirá no período compreendido entre a data da ocorrência do fato gerador e a data do vencimento de cada parcela do direito creditório alienado à empresa de factoring. (Decreto nº 6.306/2007, art. 7º, caput, II, 1º e 15) 5.1 Pessoa jurídica optante pelo Simples Nacional Quando se tratar de mutuário pessoa jurídica optante pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional), em que o valor seja igual ou inferior a R$ ,00, a alíquota será de 0,00137% ao dia. Para reconhecimento da aplicabilidade da alíquota reduzida, caberá ao mutuante exigir, no ato da realização da operação, declaração em 2 vias de que se enquadra como pessoa jurídica optante pelo Simples Nacional e de que o signatário é seu representante legal e está ciente de que a falsidade na prestação desta informação o sujeitará, juntamente com as demais pessoas que para ela concorrem, às penalidades previstas na legislação criminal e tributária, relativas à falsidade ideológica (Código Penal, art. 299) e ao crime contra a ordem tributária (Lei nº 8.137/1990, art. 1º). Nota Além da alíquota citada, haverá a aplicação da alíquota adicional de 0,38%, independentemente do prazo da operação (Decreto nº 6.306/2007, art. 7º, 15). (Decreto nº 6.306/2007, art. 7º, caput, VI, 15, e art. 45, II) 6. Base de cálculo A base de cálculo do IOF nas operações de factoring é o valor líquido entregue ou colocado à disposição do alienante, correspondente ao valor nominal do título ou do direito creditório, deduzindo-se os juros cobrados antecipadamente. (Decreto nº 6.306/2007, art. 7º, caput, II, 4º) 7. Cobrança e recolhimento O IOF será cobrado na data da operação de desconto e recolhido por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) até o 3º dia útil subsequente ao decêndio de sua cobrança, utilizando-se o código de receita (Decreto nº 6.306/2007, art. 10, caput, III, parágrafo único) 7.1 Recolhimento fora do prazo O IOF não pago ou não recolhido no prazo legal será acrescido de: a) juros de mora equivalentes à taxa Selic, acumulada mensalmente, calculados a partir do 1º dia do mês subsequente ao do vencimento até o mês anterior ao pagamento, e de 1% no mês do pagamento; e b) multa de mora, calculada a partir do 1º dia subsequente ao do vencimento, à taxa de 0,33% por dia de atraso, limitada a 20%. (Decreto nº 6.306/2007, art. 47) 8. Exemplo Suponhamos que uma duplicata de venda mercantil, sacada contra determinada pessoa jurídica, decorrente de operações comerciais, no valor de R$ ,00, emitida em , com vencimento em , tenha sido negociada, no mesmo dia de sua emissão, pelo credor a uma empresa de factoring no valor líquido de R$ ,00: 0,0041% (alíquota) 123 dias (de a ) = 0,5043% + 0,38% R$ ,00 0,8843% = R$ 397,94 O valor do IOF devido será de R$ 397,94 e deverá ser recolhido até o 3º dia útil subsequente ao decêndio de sua cobrança ( ), com utilização do código de Darf MG Manual de Procedimentos - Mar/ Fascículo 10 - Boletim IOB

5 8.1 Pagamento parcelado Conforme o exemplo desenvolvido no item 8, suponhamos que o título fosse emitido para pagamento em 4 parcelas iguais, no valor de R$ ,00 cada uma, com vencimentos em 05.02, 05.03, e , respectivamente, e que tenha sido negociado com a empresa de factoring pelo valor líquido de R$ ,00. Sendo que R$ ,00 4 = R$ ,00 (cada parcela). 1ª Parcela ( ) 0,0041% 34 dias = 0,1394% + 0,38% R$ ,00 0,5194% = R$ 61,03 2ª Parcela ( ) 0,0041% 62 dias = 0,2542% + 0,38% R$ ,00 0,6342% = R$ 74,52 3ª Parcela ( ) 0,0041% 93 dias = 0,3813% + 0,38% R$ ,00 0,7613% = R$ 89,45 4ª Parcela ( ) 0,0041% 123 dias = 0,5043% + 0,38% R$ ,00 0,8843% = R$ 103,91 O total do IOF a recolher será de R$ 328,91 (soma das parcelas de R$ 61,03 + R$ 74,52 + R$ 89,45 + R$ 103,91). 9. Soluções de consultas Transcrevemos, a seguir, a íntegra da Solução de Consulta nº 345/2010, da Divisão de Tributação da Superintendência Regional da 8ª Região Fiscal, da Receita Federal do Brasil (RFB). SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 345, DE DOU 1 DE Assunto: Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários - IOF DIREITOS CREDITÓRIOS. AQUISIÇÃO. INCIDÊNCIA. Não incide o IOF nas operações de crédito relativas às cessões de direitos creditórios resultantes de vendas a prazo, quando o cessionário for instituição financeira, por falta de previsão legal. O imposto somente incidirá quando o cessionário for empresa que executa atividade de factoring. Dispositivos Legais: Lei nº 4.595, de 1964, art. 17; Lei nº 9.249, de 1995, art. 15, 1º, inciso III, alínea d; Lei nº 9.532, de 1997, art. 58; Decreto nº 6.306, de Riof/07, art. 2º, inciso I, alínea b, art. 3º, 3º, inciso II, art. 4º e art. 5º; IN RFB nº 907, de 2009, art. 6º; e Resolução nº 2.144, de 1995, do CMN. SONIA DE QUEIROZ ACCIOLY BURLO Chefe A Coordenação-Geral de Tributação (Cosit), por meio da Solução de Consulta Cosit nº 25/2014, reformulou a Solução de Consulta SRRF/08 Disit nº 110/2008, no sentido de que não incide o IOF nas operações de cessão, sem coobrigação, de direitos creditórios decorrentes de vendas a prazo, quando o cessionário é instituição financeira. Todavia, quando do estabelecimento de cláusula de coobrigação do cedente (ou seja, em operações de cessão de direitos creditórios a instituição financeira com coobrigação), incide o IOF/Crédito sempre que resta a operação caracterizada como desconto de títulos, na forma estabelecida pela Solução de Divergência Cosit nº 16/2011. Veja, a seguir, a íntegra dessa Solução de Consulta: SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 25, DE DOU 1 de , RET. DOU 1 DE ASSUNTO: Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF) Ementa: CESSÃO DE CRÉDITOS - INSTITUIÇÃO FINAN- CEIRA - INCIDÊNCIA - REFORMA A SOLUÇÃO DE CON- SULTA SRRF08/DISIT Nº 110, DE Não incide o IOF nas operações de cessão, sem coobrigação, de direitos creditórios decorrentes de vendas a prazo, quando o cessionário for instituição financeira. Todavia, quando do estabelecimento de cláusula de coobrigação do cedente (ou seja, em operações de cessão de direitos creditórios a instituição financeira com coobrigação), incide o IOF/Crédito sempre que restar a operação caracterizada como desconto de títulos, na forma estabelecida pela Solução de Divergência Cosit nº 16, de Dispositivos Legais: Decreto nº 6.306, de 14 de dezembro de 2007, art. 2º, inciso I, alíneas a e b e art. 3º, 3º; Lei nº 9.532, de 10 de dezembro de 1997, art. 58; Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995, art.15, 1º, inciso III, alínea d. CLÁUDIA LÚCIA PIMENTEL MARTINS DA SILVA Coordenadora-Geral da Cosit Substituta (Solução de Consulta SRRF Disit nº 345/2010-8ª Região Fiscal; Solução de Consulta Cosit nº 25/2014) N Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Mar/ Fascículo 10 MG10-03

6 a Estadual ICMS Crédito fiscal SUMÁRIO 1. Introdução 2. Crédito do imposto 3. Estorno 4. Hipóteses de limitação ao crédito (benefícios fiscais unilaterais) 5. Hipóteses de vedação ao crédito 6. Crédito presumido 7. Outros créditos 8. Penalidades 1. Introdução O ICMS é não cumulativo, desta forma, compensa- -se o que for devido em cada operação ou prestação com o anteriormente cobrado por esta ou por outra Unidade da Federação, relativamente à mercadoria entrada ou à prestação de serviço recebida, acompanhada de documento fiscal hábil, emitido por contribuinte em situação regular perante o Fisco. Não se considera cobrado, ainda que destacado em documento fiscal, o montante do imposto que corresponder a vantagem econômica decorrente da concessão de qualquer subsídio, redução da base de cálculo, crédito presumido ou outro incentivo ou benefício fiscal em desacordo com a legislação. Neste texto, veremos as regras para apropriação do crédito do ICMS, previstas no RICMS-MG/2002. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 62) 2. Crédito do imposto Trataremos, neste item, das hipóteses de aproveitamento de crédito, das condições para a sua apropriação, do seu valor, dos momentos em que este deverá ser escriturado e de outros aspectos a ele relativos. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 69) 2.1 Mercadorias e insumos Para a compensação do crédito, é assegurado, portanto, ao sujeito passivo o direito de creditar-se do imposto anteriormente cobrado em operações de que tenha resultado a entrada de mercadoria, real ou simbólica, no estabelecimento, inclusive a destinada ao seu uso ou consumo ou ao Ativo Permanente, ou o recebimento de serviços de transporte interestadual e intermunicipal ou de comunicação. Essa regra de crédito aplica-se à aquisição de mercadorias, inclusive material de embalagem, adquiridas ou recebidas no período para comercialização. Assim, geram direito ao crédito a matéria-prima, o produto intermediário ou o material de embalagem, adquiridos ou recebidos no período, para emprego diretamente no processo de produção, extração, industrialização, geração ou comunicação, observando-se que: a) incluem-se na embalagem todos os elementos que a componham, a protejam ou lhe assegurem a resistência; b) são compreendidos entre as matérias-primas e os produtos intermediários aqueles que sejam consumidos ou integrem o produto final na condição de elemento indispensável à sua composição. Também geram crédito as mercadorias adquiridas ou recebidas para integração ou consumo em processo de produção de produtos industrializados, inclusive os semielaborados, destinados à exportação para o exterior. Nota De acordo com a Instrução Normativa Sutri nº 4/2013, foi esclarecido, para as atividades de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca, aquicultura e de extração mineral e para as atividades a elas complementares não caracterizadas como industriais, o seguinte: a) crédito de energia elétrica - é vedado o aproveitamento de créditos de ICMS relativo à aquisição de energia elétrica, exceto na hipótese de seu emprego como insumo energético na produção de mercadorias destinadas ao exterior, na proporção que estas saídas representem do total das saídas realizadas pelo estabelecimento; b) crédito de insumos - deverão ser adotados os mesmos critérios dispostos na Instrução Normativa SLT nº 1/1986, salvo disposição especial da legislação tributária. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 66, IV) 2.2 Mercadoria destinada ao Ativo Permanente Na legislação mineira, há permissão para crédito do ICMS relativo à entrada de bem destinado ao Ativo Permanente do estabelecimento, desde que seja observado o seguinte: a) o crédito será efetuado à razão de 1/48 por mês, devendo a 1ª fração ser apropriada no mês em que ocorrer a entrada do bem no estabelecimento; b) a fração de 1/48 será proporcionalmente aumentada ou diminuída, pro rata die, caso o período de apuração seja superior ou inferior a um mês civil; MG Manual de Procedimentos - Mar/ Fascículo 10 - Boletim IOB

7 c) na hipótese de alienação do bem antes do término do 48º período de apuração, contado a partir daquele em que tenha ocorrido a sua entrada no estabelecimento, não será admitido, a partir do período em que ocorrer a alienação, o aproveitamento do crédito em relação à fração que corresponderia ao restante do quadriênio; d) para fins de aproveitamento de crédito, o bem destinado ao Ativo Permanente deve satisfazer, de forma cumulativa, os seguintes requisitos: d.1) ser de propriedade do contribuinte; d.2) ser utilizado nas atividades operacionais do contribuinte; d.3) ter vida útil superior a 12 meses; d.4) a limitação de sua vida útil deve decorrer apenas de causas físicas, tais como o uso, o desgaste natural ou a ação dos elementos da natureza, ou de causas funcionais, como a inadequação ou o obsoletismo; d.5) não integrar o produto final, exceto se de forma residual; d.6) ser contabilizado como Ativo Imobilizado. Nota A Instrução Normativa Sutri nº 2/2009 dispõe sobre a vedação à apropriação do crédito do ICMS em relação aos bens destinados à incorporação ao Ativo Permanente do estabelecimento, nas situações em que estes forem objeto de comodato. Incluem-se, também, no conceito de bem do Ativo Imobilizado: a) o bem fabricado no próprio estabelecimento do contribuinte; b) a parte de bem principal imobilizado em partes, devido à vida útil diferenciada das partes; c) a parte de bem principal a ser utilizada exclusivamente como sobressalente, desde que a parte tenha sido imobilizada individualmente; d) a parte de um bem principal que será agregada a este, desde que essa parte melhore as condições e amplie a vida útil econômica originalmente estimada para o bem principal; e) a mercadoria originária do estoque do Ativo Circulante que for imobilizada para utilização nas atividades operacionais do contribuinte. Não se enquadra no conceito de bem do Ativo Imobilizado a parte de um bem principal não definida nas letras b, c e d anteriores e utilizada para fins de restaurar ou manter o padrão original de desempenho do bem. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 66, II e 5º, 12 e 13) Crédito de partes e peças Será, ainda, admitido o crédito, relativo à aquisição de partes e peças empregadas nos bens, desde que: a) a substituição das partes e peças resulte aumento da vida útil prevista no ato da aquisição ou do recebimento do respectivo bem por prazo superior a 12 meses; e b) as partes e peças sejam contabilizadas como Ativo Imobilizado. O crédito aqui referido será admitido, também, em relação às partes e peças empregadas em bem de propriedade de terceiro e que se encontre na posse do contribuinte, desde que: a) o bem satisfaça aos seguintes requisitos: a.1) seja utilizado nas atividades operacionais do contribuinte; a.2) tenha vida útil superior a 12 meses; a.3) a limitação de sua vida útil decorra apenas de causas físicas, tais como o uso, o desgaste natural ou a ação dos elementos da natureza, ou de causas funcionais, como a inadequação ou o obsoletismo; a.4) não integre o produto final, exceto se de forma residual; b) as partes e peças atendam aos requisitos do Ativo Permanente. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 66, II e 6º) Ativo em construção O valor do ICMS do componente de bem do Ativo Imobilizado fabricado no próprio estabelecimento do contribuinte somente será passível de apropriação no momento em que a fabricação do bem estiver concluída e ele estiver pronto para ser utilizado. Para fins desse crédito, considera-se componente a mercadoria utilizada na fabricação de bem do Ativo Imobilizado no próprio estabelecimento do contribuinte. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 66, 14 e 15) Ativo Permanente - Crédito integral desde 1º Nota Essa sistemática de crédito pôde ser utilizada no período de 1º a O Fisco mineiro alterou o Regulamento para incluir a possibilidade do crédito integral do ICMS destacado no documento fiscal de aquisição de bens para integrar o Ativo Imobilizado dos estabelecimentos industriais cuja atividade esteja relacionada no ato legal. Para que o contribuinte possa se creditar de uma única vez Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Mar/ Fascículo 10 MG10-05

8 do valor constante no documento fiscal de aquisição, devem ser observados os seguintes requisitos: a) o adquirente deve estar em situação regular perante o Fisco; b) o adquirente não deve possuir, por qualquer de seus estabelecimentos: b.1) débitos fiscais inscritos em dívida ativa; b.2) débitos do imposto declarados e não pagos no prazo de até 30 dias da data do vencimento; b.3) débito de ICMS decorrente de autuação em relação a qual não caiba mais recurso ou defesa administrativa e não pago no prazo fixado para o seu recolhimento; b.4) débito do qual decorra impugnação ainda não julgada definitivamente na esfera administrativa, relativo a crédito de imposto destacado no documento fiscal sem amparo em convênio ou protocolo de ICMS. Nas situações em que o contribuinte não cumprir o descrito na letra b, ele poderá realizar o crédito integral, desde que os débitos que possua: a) estejam garantidos por depósito, judicial ou administrativo, fiança bancária, seguro de obrigações contratuais ou outro tipo de garantia, conforme parecer aprovado pelo Advogado- -Geral do Estado, se inscritos na dívida ativa, ou pelo Secretário de Estado de Fazenda, caso ainda pendentes de inscrição na dívida ativa; b) sejam objeto de pedido de parcelamento regularmente cumprido, quando declarados ou apurados pelo Fisco; c) sejam garantidos por depósito administrativo, fiança bancária, seguro de obrigações contratuais ou outro tipo de garantia, conforme parecer aprovado pelo Secretário de Estado de Fazenda, quando objeto de impugnação ainda não julgada definitivamente na esfera administrativa. Nota O contribuinte mineiro, para fins de crédito integral, deverá apresentar requerimento na administração fazendária de sua circunscrição, instruído com oferecimento de fiança bancária ou seguro-garantia, seguro de obrigações contratuais ou outro tipo de garantia, conforme parecer aprovado pelo Advogado-Geral do Estado, se inscritos na dívida ativa, ou pelo Secretário de Estado de Fazenda, caso ainda pendentes de inscrição na dívida ativa. Neste caso, os autos serão encaminhados para análise e decisão do Secretário de Estado de Fazenda ou, no caso de débito inscrito em dívida ativa, do Advogado-Geral do Estado. Aos estabelecimentos que estiverem em fase pré-operacional ou que não tiverem débitos de ICMS suficientes para absorverem de forma integral o crédito do ICMS, poderá ser concedido regime especial para autorizar que o ICMS incidente na saída do bem do estabelecimento fabricante seja diferido para o momento em que ocorrer a saída do produto industrializado. Caso o contribuinte cumpra todos os requisitos e as condições para a realização do crédito integral e não permaneça com o bem do ativo por 48 meses, deverá recolher aos cofres públicos o ICMS relativo às parcelas restantes para completar o quadriênio, independente de o crédito ter sido efetivado de forma integral ou diferido mediante regime especial. Cumpre observar que o Fisco mineiro editará as demais normas regulamentadoras dessa sistemática de crédito. A efetivação do crédito do ICMS relativo a aquisições do ativo pode ser realizada pelos seguintes estabelecimentos: Lista de atividades passíveis ao crédito integral desde 1º ATIVIDADE CNAE Fabricação de aguardente de cana-de-açúcar /01 Fabricação de outras aguardentes e bebidas destiladas /02 Fabricação de vinho /00 Fabricação de malte, inclusive malte uísque /01 Fabricação de cervejas e chopes /02 Fabricação de águas envasadas /00 Fabricação de refrigerantes /01 Fabricação de chá-mate e outros chás prontos para consumo /02 Fabricação de refrescos, xaropes e pós para refrescos, exceto refrescos de frutas /03 Fabricação de outras bebidas não alcoólicas não especificadas anteriormente /99 Preparação e fiação de fibras de algodão /00 Preparação e fiação de fibras têxteis naturais, exceto algodão /00 Fiação de fibras artificiais e sintéticas /00 Fabricação de linhas para costurar e bordar /00 Tecelagem de fios de algodão /00 ATIVIDADE CNAE Tecelagem de fios de fibras têxteis naturais, exceto algodão /00 Tecelagem de fios de fibras artificiais e sintéticas /00 Fabricação de artefatos têxteis para uso doméstico /00 Fabricação de artefatos de tapeçaria /00 Fabricação de artefatos de cordoaria /00 Fabricação de tecidos especiais, inclusive artefatos /00 Fabricação de outros produtos têxteis não especificados /00 anteriormente Confecção de roupas íntimas /01 Facção de roupas íntimas /02 Confecção de peças do vestuário, exceto roupas íntimas e /01 as confeccionadas sob medida Confecção, sob medida, de peças do vestuário, exceto /02 roupas íntimas Facção de peças do vestuário, exceto roupas íntimas /03 Confecção de roupas profissionais, exceto sob medida / MG Manual de Procedimentos - Mar/ Fascículo 10 - Boletim IOB

9 ATIVIDADE CNAE Confecção, sob medida, de roupas profissionais /02 Fabricação de acessórios do vestuário, exceto para segurança e proteção /00 Fabricação de meias /00 Fabricação de artigos do vestuário, produzidos em malharias e tricotagens, exceto meias, /00 Fabricação de artigos para viagem, bolsas e semelhantes /00 de qualquer material Fabricação de artefatos de couro não especificados anteriormente /00 Fabricação de calçados de couro /01 Acabamento de calçados de couro sob contrato /02 Fabricação de tênis de qualquer material /00 Fabricação de calçados de material sintético /00 Fabricação de calçados de materiais não especificados /00 anteriormente Fabricação de papel /00 Fabricação de cartolina e papel-cartão /00 Fabricação de embalagens de papel /00 Fabricação de embalagens de cartolina e papel-cartão /00 Fabricação de chapas e de embalagens de papelão ondulado /00 Fabricação de formulários contínuos /01 Fabricação de produtos de papel, cartolina, papel-cartão e /02 papelão ondulado para uso comercial e de escritório Fabricação de fraldas descartáveis /01 Fabricação de absorventes higiênicos /02 Fabricação de produtos de papel para uso doméstico e /99 higiênico-sanitário não especificados anteriormente Fabricação de produtos de pastas celulósicas, papel, cartolina, papel-cartão e papelão ondulado não especificados /00 anteriormente Fabricação de produtos petroquímicos básicos /00 Fabricação de intermediários para plastificantes, resinas /00 e fibras Fabricação de produtos químicos orgânicos não especificados anteriormente /00 Fabricação de sabões e detergentes sintéticos /00 Fabricação de produtos de limpeza e polimento /00 Fabricação de cosméticos, produtos de perfumaria e de /00 higiene pessoal Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes e lacas /00 Fabricação de tintas de impressão /00 Fabricação de impermeabilizantes, solventes e produtos afins /00 Fabricação de adesivos e selantes /00 Fabricação de pólvoras, explosivos e detonantes /01 Fabricação de artigos pirotécnicos /02 Fabricação de fósforos de segurança /03 Fabricação de aditivos de uso industrial /00 Fabricação de catalisadores /00 Fabricação de chapas, filmes, papéis e outros materiais e /01 produtos químicos para fotografia Fabricação de outros produtos químicos não especificados anteriormente /99 Fabricação de medicamentos alopáticos para uso humano /01 Fabricação de medicamentos homeopáticos para uso humano /02 Fabricação de medicamentos fitoterápicos para uso humano /03 Fabricação de medicamentos para uso veterinário /00 Fabricação de preparações farmacêuticas /00 Fabricação de pneumáticos e de câmaras de ar /00 Reforma de pneumáticos usados /00 Fabricação de artefatos de borracha não especificados /00 anteriormente Fabricação de laminados planos e tubulares de material /00 plástico ATIVIDADE CNAE Fabricação de embalagens de material plástico /00 Fabricação de tubos e acessórios de material plástico para /00 uso na construção Fabricação de artefatos de material plástico para uso pessoal e doméstico /01 Fabricação de artefatos de material plástico para usos industriais /02 Fabricação de artefatos de material plástico para uso na /03 construção, exceto tubos e acessórios Fabricação de artefatos de material plástico para outros /99 usos não especificados anteriormente Fabricação de vidro plano e de segurança /00 Fabricação de embalagens de vidro /00 Fabricação de artigos de vidro /00 Fabricação de estruturas pré-moldadas de concreto armado, em série e sob encomenda /01 Fabricação de artefatos de cimento para uso na construção /02 Fabricação de artefatos de fibrocimento para uso na /03 construção Fabricação de casas pré-moldadas de concreto /04 Preparação de massa de concreto e argamassa para /05 construção Fabricação de outros artefatos e produtos de concreto, cimento, fibrocimento, gesso e materiais semelhantes /99 Fabricação de produtos cerâmicos refratários /00 Fabricação de azulejos e pisos /01 Fabricação de artefatos de cerâmica e barro cozido para /02 uso na construção, exceto azulejos e pisos Fabricação de material sanitário de cerâmica /01 Fabricação de produtos cerâmicos não refratários não especificados anteriormente /99 Britamento de pedras, exceto associado à extração /01 Aparelhamento de pedras para construção, exceto associado à extração /02 Aparelhamento de placas e execução de trabalhos em /03 mármore, granito, ardósia e outras pedras Fabricação de cal e gesso /00 Decoração, lapidação, gravação, vitrificação e outros trabalhos em cerâmica, louça, vidro e cristal /01 Fabricação de outros produtos de minerais não metálicos /99 não especificados anteriormente Produção de semiacabados de aço /00 Produção de laminados planos de aço ao carbono, revestidos ou não /01 Produção de laminados planos de aços especiais /02 Produção de tubos de aço sem costura /01 Produção de laminados longos de aço, exceto tubos /02 Produção de arames de aço /01 Produção de relaminados, trefilados e perfilados de aço, /02 exceto arames Produção de alumínio e suas ligas em formas primárias /01 Produção de laminados de alumínio /02 Metalurgia dos metais preciosos /00 Metalurgia do cobre /00 Produção de zinco em formas primárias /01 Produção de laminados de zinco /02 Produção de soldas e anodos para galvanoplastia /03 Metalurgia de outros metais não ferrosos e suas ligas não /99 especificados anteriormente Fundição de ferro e aço /00 Fundição de metais não ferrosos e suas ligas /00 Fabricação de estruturas metálicas /00 Fabricação de esquadrias de metal /00 Fabricação de obras de caldeiraria pesada /00 Produção de forjados de aço /01 Produção de forjados de metais não ferrosos e suas ligas /02 Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Mar/ Fascículo 10 MG10-07

10 ATIVIDADE CNAE Produção de artefatos estampados de metal /01 Fabricação de produtos da metalurgia do pó /02 Serviços de usinagem, solda, tratamento e revestimento /01 em metais /02 Fabricação de artigos de cutelaria /00 Fabricação de artigos de serralheria, exceto esquadrias /00 Fabricação de ferramentas /00 Fabricação de embalagens metálicas /00 Fabricação de produtos de trefilados de metal padronizados /01 Fabricação de produtos de trefilados de metal, exceto padronizados /02 Fabricação de artigos de metal para uso doméstico e pessoal /00 Serviços de confecção de armações metálicas para a /01 construção Fabricação de outros produtos de metal não especificados /99 anteriormente Fabricação de aparelhos e equipamentos de medida, teste /00 e controle Fabricação de cronômetros e relógios /00 Fabricação de geradores de corrente continua e alternada, /01 peças e acessórios Fabricação de transformadores, indutores, conversores, /02 sincronizadores e semelhantes, peças e acessórios Fabricação de motores elétricos, peças e acessórios /03 Fabricação de aparelhos e equipamentos para distribuição /00 e controle de energia elétrica Fabricação de material elétrico para instalações em circuito de consumo /00 Fabricação de fios, cabos e condutores elétricos isolados /00 Fabricação de fogões, refrigeradores e máquinas de lavar /00 e secar para uso doméstico, peças e acessórios Fabricação de aparelhos elétricos de uso pessoal, peças /01 e acessórios Fabricação de outros aparelhos eletrodomésticos não especificados anteriormente, peças e acessórios /99 Fabricação de eletrodos, contatos e outros artigos de carvão e grafita para uso elétrico, eletroímãs e isoladores /01 Fabricação de equipamentos para sinalização e alarme /02 Fabricação de outros equipamentos e aparelhos elétricos /99 não especificados anteriormente Fabricação de motores e turbinas, peças e acessórios, exceto para aviões e veículos rodoviários /00 Fabricação de equipamentos hidráulicos e pneumáticos, /00 peças e acessórios, exceto válvulas Fabricação de válvulas, registros e dispositivos semelhantes, peças e acessórios /00 Fabricação de compressores para uso industrial, peças e /01 acessórios Fabricação de compressores para uso não industrial, peças e acessórios /02 Fabricação de rolamentos para fins industriais /01 Fabricação de equipamentos de transmissão para fins industriais exceto rolamentos /02 Fabricação de fornos industriais, aparelhos e equipamentos não elétricos para instalações térmicas, peças e acessórios /01 Fabricação de estufas e fornos elétricos para fins industriais, peças e acessórios /02 Fabricação de máquinas, equipamentos e aparelhos para /01 transporte e elevação de pessoas, peças e acessórios Fabricação de máquinas, equipamentos e aparelhos para /02 transporte e elevação de cargas, peças e acessórios Fabricação de máquinas e aparelhos de refrigeração e ventilação para uso industrial e comercial, peças e acessórios /00 Fabricação de aparelhos e equipamentos de ar-condicionado para uso industrial /01 Fabricação de aparelhos e equipamentos de ar-condicionado para uso não /02 industrial ATIVIDADE CNAE Fabricação de máquinas e equipamentos para saneamento básico e ambiental, peças e acessórios /00 Fabricação de máquinas de escrever, calcular e outros equipamentos não eletrônicos para escritório, peças e acessórios /01 Fabricação de outras máquinas e equipamentos de uso geral não especificados anteriormente, peças e acessórios /99 Fabricação de máquinas e equipamentos para a prospecção e extração de petróleo, peças e acessórios /00 Fabricação de outras máquinas e equipamentos para uso na extração mineral, peças e acessórios, exceto na extração de petróleo /00 Fabricação de tratores, peças e acessórios, exceto agrícolas /00 Fabricação de máquinas e equipamentos para terraplenagem, pavimentação e construção, peças e acessórios, /00 exceto tratores Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para caminhões /01 Fabricação de carrocerias para ônibus /02 Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para outros veículos automotores, exceto caminhões e ônibus /03 Fabricação de peças e acessórios para o sistema motor de /00 veículos automotores Fabricação de peças e acessórios para os sistemas de /00 marcha e transmissão de veículos automotores Fabricação de peças e acessórios para o sistema de freios /00 de veículos automotores Fabricação de peças e acessórios para o sistema de direção e suspensão de veículos automotores /00 Fabricação de material elétrico e eletrônico para veículos /00 automotores, exceto baterias Fabricação de bancos e estofados para veículos automotores /01 Fabricação de outras peças e acessórios para veículos automotores não especificados anteriormente /99 Fabricação de móveis com predominância de madeira /00 Fabricação de móveis com predominância de metal /00 Fabricação de móveis de outros materiais, exceto madeira /00 e metal Fabricação de colchões /00 Fabricação de instrumentos não eletrônicos e utensílios para uso médico, cirúrgico, odontológico e de laboratório /01 Fabricação de mobiliário para uso médico, cirúrgico, odontológico e de laboratório /02 Fabricação de aparelhos e utensílios para correção de defeitos físicos e aparelhos ortopédicos em geral sob encomenda /03 Fabricação de aparelhos e utensílios para correção de defeitos físicos e aparelhos ortopédicos em geral, exceto sob /04 encomenda Fabricação de materiais para medicina e odontologia /05 Serviços de prótese dentária /06 Fabricação de artigos ópticos /07 Fabricação de artefatos de tecido não tecido para uso /08 odonto-médico-hospitalar Fabricação de escovas, pincéis e vassouras /00 Fabricação de roupas de proteção e segurança e resistentes a fogo /01 Fabricação de equipamentos e acessórios para segurança /02 pessoal e profissional Fabricação de canetas, lápis e outros artigos para escritório /02 Fabricação de letras, letreiros e placas de qualquer material, exceto luminosos /03 Fabricação de painéis e letreiros luminosos /04 Fabricação de aviamentos para costura /05 Fabricação de produtos diversos não especificados anteriormente /99 Abate de aves / MG Manual de Procedimentos - Mar/ Fascículo 10 - Boletim IOB

11 Também poderão usufruir dessa forma de crédito as operações destinadas aos seguintes estabelecimentos: a) contribuinte classificado no código /00 da CNAE, que seja fabricante dos seguintes produtos de uso doméstico: congeladores (freezers), combinações de refrigeradores e congeladores (freezers) ou máquinas de lavar louça, classificados nos códigos , , ou da NBM/SH; b) contribuinte classificado no código /01 da CNAE, que seja fabricante de lâmpadas LED, classificadas no código da NBM/SH; c) contribuinte classificado no código /00 da CNAE, que seja fabricante de: c.1) painéis de partículas de madeira (MDP) classificados nos códigos a da NBM/SH; c.2) painéis de fibras de madeira de média densidade (MDF) classificados nos códigos a da NBM/SH; c.3) chapas de fibras de madeira classificadas nos códigos a da NBM/SH; d) contribuinte classificado nos códigos /01 (cultivo de eucalipto) ou /03 (cultivo de pinus) da CNAE, que tenha a sua produção destinada a fabricantes de: d.1) MDP classificados nos códigos a da NBM/SH; d.2) painéis de fibras de MDF classificados nos códigos a da NBM/SH; d.3) chapas de fibras de madeira classificadas nos códigos a da NBM/SH; e) contribuinte que seja fabricante de células fotovoltaicas em módulos ou painéis, classificadas nos códigos ou da NBM/SH; f) contribuinte classificado no código /01 da CNAE (geração de energia elétrica) que gere energia elétrica a partir de biomassa resultante da industrialização e de resíduos da cana-de-açúcar e que esteja credenciado perante a Secretaria de Estado de Fazenda (SEF), conforme regulamentação específica. O Fisco mineiro permite que para a apropriação integral do crédito do ativo, seja considerado o CNAE secundário da empresa, desde que este conste nos dados cadastrais do estabelecimento no Cadastro de Contribuintes do Estado de Minas Gerais e que o CNAE principal da empresa seja de estabelecimento industrial. Para gerar o direito ao crédito, o bem ou componente deve satisfazer, de forma cumulativa, os seguintes requisitos: a) ser de propriedade do contribuinte que o adquiriu; b) ser utilizado nas atividades operacionais do contribuinte; c) ter vida útil superior a 12 meses; d) ter vida útil limitada apenas em razão de causas físicas, tais como o uso, o desgaste natural ou a ação dos elementos da natureza, ou de causas funcionais, como a inadequação ou o obsoletismo; e) não integrar o produto final, exceto se de forma residual; f) ser contabilizado como Ativo Imobilizado; g) não ter destinação alheia à atividade do estabelecimento. Cabe enfatizar que esse procedimento de ajuste não se aplica nas situações em que a alienação ocorrer antes de 12 meses a contar da data de aquisição. (RICMS-MG/2002, Anexo IX, Parte 1, arts. 498 a 500, e Parte 2; Resolução Conjunta SEF/AGE nº 4.341/2011; Decreto nº /2011) 2.3 Importação Na hipótese de importação de serviço, mercadoria ou bem, ou na aquisição de mercadoria ou bem, importados e apreendidos ou abandonados, em leilão promovido pelo Poder Público, o valor correspondente ao crédito será escriturado no período de apuração em que ocorrer o recolhimento do imposto. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 67, 1º) 2.4 Energia elétrica A Lei Complementar nº 87/1996, art. 33, II, na redação original, assegurava o direito ao crédito do imposto incidente sobre a energia elétrica consumida pelo estabelecimento a contar de 1º , desde que utilizada em função de operações ou prestações alcançadas pela incidência do imposto. Nota A Consulta de Contribuinte nº 123/2004, expedida pela Diretoria de Orientação e Educação Tributária da Secretaria de Estado da Fazenda, manifesta entendimento quanto à possibilidade de aproveitamento do crédito do imposto incidente sobre o fornecimento de energia elétrica, por estabelecimento que exerce atividade de supermercado. Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Mar/ Fascículo 10 MG10-09

12 A Lei Complementar nº 102/2000, ao introduzir alterações na Lei Complementar nº 87/1996, restringiu o direito ao citado aproveitamento em relação à entrada de energia elétrica. De acordo com o art. 7º do referido diploma, as suas disposições deveriam vigorar a desde 1º , ou seja, a partir do 1º dia do mês subsequente ao da sua publicação. Entretanto, os ministros do Supremo Tribunal Federal, ao examinarem a Ação Direta de Inconstitucionalidade nº , decidiram, em medida liminar, que as modificações decorrentes da citada Lei Complementar somente produziriam eficácia a contar de 1º , tendo em vista o princípio constitucional da anterioridade, uma vez que, se tais disposições produzissem efeitos desde 1º , resultaria em aumento do tributo no mesmo exercício em que a Lei foi publicada. Ação Direta de Inconstitucionalidade nº medida liminar (1) - DOU de Proced.: Distrito Federal Relator: Min. Marco Aurélio Reqte: Confederação Nacional da Indústria Advdos: Carlos Roberto Miguel e Outros Reqdo: Presidente da República Reqdo: Congresso Nacional Decisão: o Tribunal, apreciando a questão do princípio da anterioridade, emprestou interpretação conforme à Constituição e sem redução de texto, no sentido de afastar a eficácia do art. 7º da Lei Complementar nº 102, de 11 de julho de 2000, no tocante à inserção do 5º do art. 20 da Lei Complementar nº 87/1996, e às inovações introduzidas no art. 33, II, da referida lei, bem como à inserção do inciso IV. Observar- -se-á, em relação a esses dispositivos, a vigência consentânea com o dispositivo constitucional da anterioridade, vale dizer, terão eficácia a partir de 1º de janeiro de Votou o Presidente o Dr. Leonardo Greco. Ausente, justificadamente, o Senhor Ministro Nelson Jobim. Plenário, Diante da decisão em causa, os contribuintes poderão efetuar o crédito do ICMS na entrada de bens do Ativo Permanente e de energia elétrica e no recebimento de serviço de comunicação, em relação ao período de 1º.08 a , de acordo com as disposições de que trata a Lei Complementar nº 87/1996. Note-se, sob esse aspecto, que alguns Estados já haviam se manifestado no sentido de que as modificações decorrentes da Lei Complementar nº 102/2000 produziriam efeitos somente a contar de 1º Posteriormente, com as alterações da Lei Complementar nº 114/2002 e da Lei Complementar nº 138/2010, o direito ao crédito passou a ser admitido em relação à entrada de energia elétrica no estabelecimento, nas seguintes hipóteses: a) até : a.1) quando for objeto de operação de saída de energia elétrica; a.2) quando consumida no processo de industrialização; a.3) quando seu consumo resultar em operação de saída ou prestação para o exterior, na proporção desta sobre as saídas e prestações totais; b) a partir de 1º , nas demais hipóteses. Nota De acordo com a Instrução Normativa Sutri nº 4/2013, foi esclarecido, para as atividades de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca, aquicultura e de extração mineral e para as atividades a elas complementares não caracterizadas como industriais, o seguinte: a) crédito de energia elétrica - é vedado o aproveitamento de créditos de ICMS relativo à aquisição de energia elétrica, exceto na hipótese de seu emprego como insumo energético na produção de mercadorias destinadas ao exterior, na proporção que estas saídas representem do total das saídas realizadas pelo estabelecimento; b) crédito de insumos - deverão ser adotados os mesmos critérios dispostos na Instrução Normativa SLT nº 1/1986, salvo disposição especial da legislação tributária. (Lei Complementar nº 87/1996; Lei Complementar nº 114/2002; Lei Complementar nº 122/2006; Lei Complementar nº 138/2010; RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 66, III e 4º) 2.5 Aquisição de combustíveisv Os combustíveis propiciam direito ao crédito do imposto, quando adquiridos para consumo, tanto no processo produtivo como no transporte, por veículos próprios, de mercadorias regularmente oneradas pelo imposto. Assim, é permitido o crédito do ICMS relativo a combustível, lubrificante, pneus, câmaras de ar de reposição ou de material de limpeza, adquiridos por prestadora de serviços de transporte e estritamente necessários à prestação do serviço, limitado ao mesmo percentual correspondente, no faturamento da empresa, ao valor das prestações alcançadas pelo imposto e restrito às mercadorias empregadas ou utilizadas exclusivamente em veículos próprios. Porém, somente darão direito ao crédito as mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento, nele entradas a partir de 1º As operações com combustíveis encontram-se sujeitas ao regime de recolhimento do ICMS por substituição tributária. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 66, VIII) 2.6 Serviço de transporte Para a compensação do crédito, é assegurado, portanto, ao sujeito passivo o direito de creditar-se MG Manual de Procedimentos - Mar/ Fascículo 10 - Boletim IOB

13 do imposto anteriormente cobrado em operações de que tenha resultado a entrada de mercadoria, real ou simbólica, no estabelecimento, ou o recebimento de serviços de transporte interestadual e intermunicipal ou de comunicação. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 66, I) 2.7 Serviço de comunicação Em relação ao crédito do ICMS incidente sobre a prestação de serviço de comunicação, o direito ao crédito passou a ser admitido em relação aos serviços de comunicação utilizados pelo estabelecimento tomador, observadas as seguintes condições: a) até , somente por estabelecimento prestador de serviço de comunicação, na execução de serviço desta natureza, e por estabelecimento que promova operação que destine ao exterior mercadoria ou que realize prestação de serviço para o exterior, na proporção destas em relação a operações ou prestações totais; b) a partir de 1º , por qualquer estabelecimento. Ao crédito do ICMS relativo ao serviço de comunicação aplicam-se as explicações constantes no subitem 2.4. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 66, I e 2º) 2.8 Simples Nacional As microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo regime do Simples Nacional, previsto na Lei Complementar federal nº 123/2006, via de regra, não geram direito a crédito do ICMS. Porém, a legislação mineira permite o creditamento do imposto incidente sobre essas aquisições desde que a mercadoria adquirida seja destinada a comercialização ou industrialização e que o imposto tenha sido corretamente informado no documento fiscal. Para fins de cálculo desse valor, o contribuinte optante pelo Simples Nacional aplicará a alíquota prevista nos Anexos I e II da Lei Complementar nº 123/2006, para a faixa da receita bruta a que o remetente estiver sujeito no mês anterior ao da operação, observando-se que: a) na hipótese da operação ocorrer no mês de início da atividade do contribuinte enquadrado como microempresa ou empresa de pequeno porte, a alíquota a ser informada corresponderá ao menor percentual de ICMS previstos nos respectivos anexos; b) o documento fiscal que acobertar a operação deverá conter, no campo destinado às informações complementares ou, na sua falta, no corpo do documento fiscal, por qualquer meio gráfico indelével, a expressão: Permitido o aproveitamento do crédito de ICMS no valor de R$...; correspondente à alíquota de...%, nos termos do art. 23 da Lei Complementar federal nº 123/2006. Assim, o imposto corretamente informado no documento fiscal emitido pela microempresa e empresa de pequeno porte poderá ser apropriado pelo destinatário, sob forma de crédito, desde que as aquisições sejam destinadas a comercialização ou industrialização. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 42, 26, art. 68-A, e art. 70, XV) 2.9 Defensivo agrícola Há, também, na legislação mineira, a previsão para crédito do ICMS incidente nas aquisições de defensivo agrícola adquirido por produtor rural para uso na agricultura. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 66, IX) 2.10 Material de uso e consumo O direito ao crédito do ICMS relativo à entrada de mercadoria destinada ao seu uso ou consumo está previsto na Lei Complementar nº 87/1996, art. 20. Inicialmente, esse direito estava assegurado somente desde 1º Contudo, posteriormente o mencionado prazo foi prorrogado 5 vezes: a 1ª para 1º , por meio da Lei Complementar nº 92/1997, a 2ª para 1º , por intermédio da Lei Complementar nº 99/1999, a 3ª para 1º por intermédio da Lei Complementar nº 114/2002, a 4ª para 1º , por intermédio da Lei Complementar nº 122/2006, e a 5ª para 1º , por meio da Lei Complementar nº 138/2010. Desse modo, somente darão direito ao aproveitamento de crédito as mercadorias, destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento, nele entradas a partir de 1º (Lei Complementar nº 87/1996, arts. 20 e 33, I; Lei Complementar nº 92/1997; Lei Complementar nº 99/1999; Lei Complementar nº 114/2002; Lei Complementar nº 122/2006; Lei Complementar nº 138/2010; RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 66, X) Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Mar/ Fascículo 10 MG10-11

14 2.11 Condições para aproveitamento do crédito O direito ao crédito, para efeito de compensação com débito do imposto, reconhecido ao estabelecimento que tenha recebido as mercadorias ou os bens ou para o qual tenham sido prestados os serviços, está condicionado à idoneidade formal, material e ideológica da documentação e, se for o caso, à escrituração nos prazos e nas condições estabelecidos na legislação. O crédito somente será admitido depois de sanada a irregularidade porventura existente no documento fiscal. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 69) 2.12 Valor a ser escriturado como crédito O valor a ser apropriado como crédito é o equivalente ao imposto pago relativamente às mercadorias entradas e ao serviço de transporte ou de comunicação utilizados no respectivo estabelecimento. Quando a operação ou prestação subsequente estiver beneficiada com redução de base de cálculo, o crédito será proporcional à base de cálculo adotada. O abatimento do valor do imposto, sob a forma de crédito, somente será permitido mediante apresentação da 1ª via do respectivo documento fiscal, salvo as exceções previstas na legislação tributária. Cabe ressaltar que, nos casos em que o contribuinte utilizar-se da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), o crédito somente será permitido se o documento foi devidamente autorizado e se encontrar em situação regular na base de dados da Secretaria de Estado de Fazenda. Em relação ao serviço de transporte rodoviário de cargas, somente poderá ser utilizado como crédito pelo tomador do serviço, desde que corretamente identificado: a) no Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas ou no Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e); b) no documento de arrecadação utilizado para pagamento do imposto: b.1) pelo transportador autônomo ou pela empresa transportadora de outra Unidade da Federação, não inscritos como contribuinte neste Estado, quando não houver emissão de conhecimento de transporte; b.2) pelo transportador inscrito no Cadastro de Contribuintes do ICMS deste Estado, na hipótese prevista no art. 9º da Parte 1 do Anexo IX do RICMS-MG/2002; c) na nota fiscal relativa à operação, quando a responsabilidade pelo recolhimento couber ao alienante ou ao remetente. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 63, 1º, e art. 70, 1º; Decreto nº /2013) Devolução A apropriação do crédito do imposto decorrente de devolução de mercadoria fica condicionada à comprovação do desfazimento do negócio mediante: a) restituição pelo cliente da via do documento fiscal a ele destinada; b) declaração do cliente ou responsável, na 1ª via do documento fiscal, de que devolveu as mercadorias, com menção do seu documento de identidade ou, tratando-se de contribuinte ou seu preposto, com a aposição de carimbo de CNPJ; c) visto obrigatório do posto de fiscalização, se existente no itinerário normal que deva ser percorrido pelo transportador, no documento que acobertar o trânsito da mercadoria. A apropriação restringe-se às parcelas não recebidas da pessoa que promover a devolução, quando se tratar de venda a prestação. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 76, 1º) Saldo O saldo eventualmente verificado a favor do contribuinte, em determinado período, transfere-se para o período ou períodos subsequentes. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 65, 1º) Limite O crédito do imposto corresponderá ao montante do imposto corretamente destacado no documento fiscal relativo a operação ou prestação. Quando o imposto destacado no documento fiscal for superior ao devido, o valor a ser abatido não compreenderá o excesso. Se o imposto destacado no documento fiscal for inferior ao devido, o valor a ser abatido corresponderá ao do destaque, ficando assegurado o abatimento da diferença, desde que feito com base em documento fiscal complementar emitido pelo alienante ou remetente da mercadoria ou pelo prestador do serviço. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 68, parágrafo único) MG Manual de Procedimentos - Mar/ Fascículo 10 - Boletim IOB

15 2.13 Manutenção do crédito A legislação do ICMS prevê algumas operações/ prestações em que o imposto não incide ou encontram-se amparadas pelo benefício de isenção ou redução de base de cálculo, no entanto, os créditos efetuados por ocasião das entradas de mercadorias, matérias-primas, produtos intermediários, material de embalagem e serviços tomados poderão ser mantidos na sua escrita fiscal. Não será exigido o estorno do crédito do imposto: a) adquiridos ou recebidos no estabelecimento: a.1) que venham a ser objeto de operações de exportação para o exterior; a.2) integrados ou consumidos em processo de produção de mercadorias que venham a ser objeto de operação de exportação para o exterior; b) adquiridos ou recebidos por estabelecimento fabricante de lubrificantes e integrados ou consumidos na industrialização de lubrificantes que venham a ser objeto de operação interestadual para o fim de comercialização ou industrialização. Essas não são as únicas hipóteses de manutenção de crédito. Existem dispositivos legais que concedem isenções e reduções de base de cálculo que também trazem essa possibilidade. Assim, sempre que há um benefício fiscal, o dispositivo concessivo trará essa disposição expressa de manutenção do crédito, pois, se não houver, não será possível a permanência do crédito na escrita, devendo o contribuinte proceder o seu estorno, no período de apuração em que deu a saída da mercadoria sem a tributação. Nota As reduções de base de cálculo estão previstas no RICMS-MG/2002, Anexo IV. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 71, 3º) 2.14 Crédito extemporâneo É assegurado ao contribuinte o direito de creditar- -se do imposto anteriormente cobrado, relativamente à mercadoria entrada em seu estabelecimento, real ou simbolicamente, ou ao serviço a ele prestado, em razão de operações ou prestações regulares e tributadas. O RICMS-MG/2002, Parte Geral, arts. 66 e seguintes, estabelece as situações em que o contribuinte fará jus ao crédito do ICMS. Geralmente, o direito é assegurado nas aquisições de mercadorias/prestações de serviços que gerem saídas subsequentes tributadas pelo ICMS. Assim, cabe ao contribuinte verificar, dentro da particularidade das atividades desenvolvidas, em quais situações poderá creditar-se do ICMS. O crédito do ICMS é efetuado pelo contribuinte no momento do lançamento fiscal do documento, ou seja, na sua escrituração fiscal. A escrituração do crédito será efetuada no período (mês) em que se verificar a entrada da mercadoria no estabelecimento do contribuinte. Assim, o crédito se realizará ao se efetuar o registro do documento fiscal de aquisição da mercadoria ou da prestação de serviço tributada pelo ICMS no livro Registro de Entradas. Ou seja, o crédito fiscal será realizado neste momento, não sendo possível o contribuinte creditar-se do ICMS sem que haja a escrituração fiscal respectiva. Portanto, para ser considerado crédito extemporâneo, necessariamente deverá ser escriturado em período de apuração subsequente ao da entrada da mercadoria ou aquisição do serviço no estabelecimento destinatário. Todavia, se eventualmente o documento fiscal, por qualquer motivo, deixar de ser lançado em ordem cronológica, mas for escriturado no próprio período de apuração a que se referir sua entrada, o crédito lançado não será considerado extemporâneo. Nos casos em que o crédito não foi apropriado no período de entrada da mercadoria ou aquisição do serviço no estabelecimento do contribuinte, temos a denominada escrituração ou apropriação extemporânea. Para tanto, somente poderá ser realizada quando forem anotadas as causas determinantes dessa escrituração. Temos, portanto, 2 situações distintas: a) contribuinte que escriturou o documento fiscal e não realizou o crédito; b) contribuinte que não escriturou o documento fiscal. Nas situações em que o contribuinte efetuou a escrituração do documento fiscal nos momentos aludidos na legislação (letra a ) e, por qualquer motivo, não realizou o crédito do ICMS a que tinha direito, poderá realizá-lo diretamente no livro Registro de Apuração do ICMS, modelo 9, no campo Outros Créditos do quadro Crédito do Imposto, com a descrição da ocorrência. Em contrapartida ao procedimento descrito anteriormente, há o contribuinte que, além de não se creditar do ICMS, também não escriturou o documento fiscal. Nesse caso, poderá escriturá-lo em período posterior, observado o prazo prescricional, mediante a apropriação extemporânea do crédito não efetuado na época própria. Portanto, o contribuinte efetuará o registro da nota fiscal no livro Registro de Entradas, com crédito do Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Mar/ Fascículo 10 MG10-13

16 ICMS em ICMS - Valores fiscais, na coluna Imposto Creditado, e, na coluna Observações, fará constar a causa da escrituração extemporânea. Trata-se de procedimento comum, nos casos de apropriação extemporânea de crédito do ICMS, a obrigação de o contribuinte comunicar o fato à repartição fazendária a que estiver circunscrito, no prazo de 5 dias após o término do período de apuração em que o valor foi apropriado em sua escrita fiscal. Para essa comunicação, não há modelo previsto na legislação, podendo o contribuinte elaborá-lo da maneira que lhe convier. A escrituração extemporânea independe de prévia autorização do Fisco mineiro, sendo necessária apenas a sua informação ao Estado, por meio da comunicação supramencionada. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 67, 2º) 2.15 Prazo para extinção do crédito O direito ao crédito extinguir-se-á após 5 anos contados da data de emissão do documento fiscal que o originou. Esse prazo, denominado prescricional, encontra-se previsto também no Código Tributário Nacional, art Podemos descrever o prazo prescricional como o direito de o contribuinte apropriar-se do crédito do imposto em 5 anos, a contar da data de emissão do documento fiscal. Após esse período, o contribuinte perde esse direito. (Código Tributário Nacional, art. 174; RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 67, 3º) 3. Estorno Notas (1) O Decreto nº /2010 estabelece procedimentos para pagamento de crédito tributário, com dispensa ou redução de multa e juros, decorrente do estorno de crédito do ICMS relativo à entrada do bem de uso ou consumo aplicado no processo produtivo de produto industrializado, inclusive semielaborado, destinado à exportação ou à entrada de insumos empregados no transporte do referido produto em veículo próprio. (2) A Resolução SEF nº 4.229/2010 estabelece procedimentos para demonstração do estorno de crédito do ICMS e da recomposição da conta- -gráfica de contribuinte optante pelo Programa de Parcelamento Especial (PPE II) e para pagamento do crédito tributário decorrente do estorno do imposto na aquisição da material de uso e consumo utilizado em processo de industrialização destinado à exportação e de insumo utilizado em veículo próprio para transporte desses produtos. O contribuinte deverá efetuar o estorno do crédito sempre que o serviço tomado ou a mercadoria ou o bem entrado no estabelecimento: a) vierem a ser objeto de operação subsequente não tributada ou isenta, observado o disposto no subitem 7.6 desta matéria; b) vierem a ser integrados ou consumidos em processo de comercialização, industrialização, produção, extração, geração, prestação de serviço de transporte, interestadual ou intermunicipal, ou de comunicação, quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto; c) vierem a ser utilizados em fim alheio à atividade do estabelecimento; d) vierem a ser objeto de subsequente operação ou prestação com redução da base de cálculo, hipótese em que o estorno será proporcional à redução; e) vierem a ser objeto de perecimento, deterioração, inutilização, extravio, furto, roubo ou perda, por qualquer motivo, da mesma mercadoria ou bem, ou de outra dela resultante, dentro do mesmo período em que se verificar o fato, ou no prazo de 30 dias, em se tratando de calamidade pública, contado de sua declaração oficial; f) tiverem o imposto destacado na documentação fiscal não cobrado na origem. O valor escriturado para o abatimento sob a forma de crédito será sempre estornado quando o aproveitamento permitido na data da aquisição ou do recebimento de mercadoria ou bem, ou da utilização de serviço, tornar-se total ou parcialmente indevido por força de modificação das circunstâncias ou das condições anteriores, ressalvadas as disposições em contrário previstas do RICMS-MG/2002. Tendo havido mais de uma aquisição ou recebimento e sendo impossível estabelecer correspondência entre estes e a mercadoria cujo crédito deva ser estornado, o montante a estornar será calculado pela aplicação da alíquota vigente à data do estorno sobre o valor da aquisição ou do recebimento mais recente. Para efeitos de estorno, será emitida nota fiscal com destaque do imposto e com a observação de que a emissão se deu para fins de estorno do valor do imposto anteriormente creditado, com menção ao fato determinante deste, a qual deve ser escriturada no livro Registro de Saídas. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 71, 1º, art. 72, art. 73 e art. 74) 4. Hipóteses de limitação ao crédito (benefícios fiscais unilaterais) Cabe-nos enfatizar que o Estado de Minas Gerais veda o crédito do ICMS decorrente de aquisições interestaduais de mercadorias ou bens que estejam amparadas por benefícios fiscais unilaterais, ou seja, benefícios fiscais concedidos pela Unidade da Federação de origem, sem amparo em convênio ou protocolo celebrado no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) MG Manual de Procedimentos - Mar/ Fascículo 10 - Boletim IOB

17 O Estado de Minas Gerais já se manifestou a respeito da vedação desses créditos ao publicar a Resolução SEF nº 3.166/2001, a qual contém a relação dos produtos e dos respectivos fundamentos legais por Unidade da Federação. O RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 62, 1º, 4º a 6º, dispõe sobre a vedação do crédito do ICMS nas aquisições interestaduais de mercadorias ou prestações de serviços beneficiados com incentivos unilaterais. Nesse caso, o destinatário mineiro está autorizado a apropriar o crédito decorrente do recebimento de mercadorias ou serviços em operações ou prestações interestaduais, realizadas desde 1º até o dia imediatamente anterior à data em que o incentivo ou benefício for divulgado em resolução estadual. Essa autorização também se aplica em relação à apropriação de crédito, assim considerada a dedução do imposto destacado no documento fiscal de aquisição para cálculo do ICMS a ser recolhido a título de substituição tributária, na hipótese em que o substituto tributário for o contribuinte mineiro nas operações interestaduais. Essas disposições não se aplicam: a) na entrada decorrente de operação de transferência; b) na entrada decorrente de operação ou prestação promovida por estabelecimento de empresa interdependente; c) para dedução do imposto devido pela operação própria no cálculo do ICMS-ST realizado pelo contribuinte substituto de outro Estado nas operações interestaduais com destinatário mineiro, por ter o remetente substituto ciência do incentivo ou benefício fiscal concedido pelo Estado onde está situado seu estabelecimento; d) nas demais situações em que o destinatário mineiro comprovadamente tenha ciência do incentivo ou benefício fiscal concedido ao remetente. Além desse ato legal, foi publicado o Decreto nº /2009, que permite ao Fisco estadual adotar medidas de proteção à economia mineira, estabelecendo tratamento tributário diferenciado por setor econômico para equilibrar as condições de competitividade. As medidas serão tomadas após a comprovação do prejuízo à competitividade das empresas mineiras, seja por parte do contribuinte ou de entidade de classe representativa do setor econômico. Nesse caso, a SEF encaminhará à Assembleia Legislativa medida concedendo tratamento tributário diferenciado por meio de Regime Especial de Tributação (RET) a ser concedido pelo Diretor da Superintendência de Tributação, contendo a forma, o prazo e as condições para sua fruição, o qual poderá retroagir à data da situação que lhe deu causa. Assim, a SEF poderá: a) conceder benefícios, incentivos e facilidades fiscais, necessários ao equilíbrio da concorrência, tais como: a.1) diferimento e suspensão da incidência do imposto; a.2) crédito presumido; a.3) transferência de créditos acumulados; a.4) facilidades no cumprimento de obrigações tributárias acessórias, inclusive apuração simplificada do imposto; a.5) prazos especiais para pagamento do imposto; a.6) redução de base de cálculo; b) assegurará tratamento isonômico entre contribuintes que estejam em idêntica situação; c) levará em consideração a manutenção do equilíbrio fiscal; e d) assegurará tramitação prioritária ao pedido de RET. Em relação à competência para concessão desses regimes especiais, esta poderá ser concedida ao titular da Superintendência Regional da Fazenda indicada em Portaria da Superintendência de Tributação (Sutri), a qual relacionará, com a devida fundamentação legal, o objeto dos respectivos regimes e o setor econômico contemplado com o regime especial. Caso a referida portaria seja revogada, a competência para concessão dos regimes especiais retorna ao Superintendente de Tributação. O Estado de Minas Gerais poderá celebrar convênio com o município no qual esteja localizado o estabelecimento de contribuinte detentor de RET, especialmente quando se tratar de instalação ou expansão de estabelecimento industrial. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 62, 1º, 4º a 6º, na redação dada pelo Decreto nº /2012; Decreto nº /2009; Resolução SEF nº 3.166/2001; Decreto nº /2013) 4.1 Demonstração de estornos O Fisco mineiro regulamentou a demonstração de estornos de créditos tributários do ICMS e a recomposição da conta-gráfica para fins de remissão parcial de créditos tributários prevista no Decreto nº /2012. Assim, o contribuinte mineiro deverá apresentar demonstração dos estornos de crédito do ICMS, bem como as respectivas deduções relativas aos créditos tributários resultantes dos estornos e da recomposição Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Mar/ Fascículo 10 MG10-15

18 a conta-gráfica. Esses demonstrativos serão elaborados com base em planilhas, a serem disponibilizadas no site da Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais, na Internet. Após a elaboração dos demonstrativos, juntamente com os arquivos eletrônicos gravados em CD, estes serão entregues na administração fazendária a que estiver circunscrito o estabelecimento matriz ou principal ou na Advocacia Regional responsável pela cobrança do crédito tributário até Ressalta-se que, para a demonstração dos estornos de créditos de ICMS, serão apresentados demonstrativos distintos em relação ao crédito tributário formalizado e em relação aos estornos de créditos espontaneamente efetivados. Para isso, devem ser apresentados os valores dos estornos e os valores resultantes da dedução do crédito tributário relativo às parcelas do imposto recolhido em etapas anteriores à operação beneficiada por incentivo ou benefício fiscal unilateral concedido em outra Unidade da Federação. Nas situações em que o contribuinte verificar, após a recomposição da conta-gráfica, que o estabelecimento apresentou saldo credor no mês de dezembro/2011, este deverá substituir a Declaração de Apuração e Informação do ICMS (Dapi) relativa a esse período e aos períodos subsequentes afetados pelo saldo credor. Também deverá ser reapresentada a Dapi no caso de o contribuinte ter entregue a Dapi com saldo devedor e, após a recomposição da conta-gráfica, constatar saldo credor. Porém, caso os períodos de apuração cujo saldo credor ou devedor seja afetado pelos estornos de créditos, não será exigida a substituição da Dapi. Os demonstrativos a serem apresentados pelo contribuinte mineiro devem ser mantidos pelo período de 5 anos. Nos casos de recomposição da conta-gráfica, o contribuinte deverá lavrar termo no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. Cumpre observar, também, que a redução ou o cancelamento de multa por descumprimento de obrigação acessória somente se cumulará com a remissão parcial de crédito tributário previsto no Decreto nº /2012 se o pagamento ocorrer até (Resolução SEF nº 4.409/2012) 5. Hipóteses de vedação ao crédito A seguir, apresentamos as hipóteses de vedação ao crédito contidas na legislação mineira. 5.1 Isenção ou não incidência A isenção ou a não incidência, salvo determinação em contrário: a) não implicará crédito para compensação com o valor devido nas operações ou prestações seguintes; b) acarretará a anulação do crédito relativo às operações ou às prestações anteriores. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 70, I, e art. 71, I) Ativo permanente em comodato A legislação mineira expressamente veda a apropriação do crédito do ICMS de bens incorporados ao ativo permanente do estabelecimento que sejam objeto de cessão por comodato, ainda que destinados à industrialização de mercadorias por encomenda do estabelecimento comodante (quem cede em comodato). Nessa situação específica, o contribuinte detentor do bem deverá observar os seguintes procedimentos, que variam de acordo com cada situação distinta: a) o bem seja previamente destinado a posterior saída em comodato: a.1) os valores relativos ao crédito da aquisição bem como os valores correspondentes ao serviço de transporte e ao diferencial de alíquotas não deverão ser lançados no livro Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente (Ciap); b) a saída do bem em comodato ocorra após a utilização nas atividades operacionais da empresa e, antes de decorridos o quadriênio (48 meses): b.1) a partir da data da cessão em comodato, o crédito do ICMS correspondente à fração do restante do quadriênio não será mais admitido; b.2) deverá ser escriturado, no livro Ciap, na coluna Saída, Baixa ou Perda (Dedução do Crédito), o valor correspondente ao imposto relativo à aquisição do bem, ora escriturada na coluna Entrada (Crédito Passível de Apropriação) ; c) retorno do bem cedido em comodato e este ser reinserido nas atividades operacionais do contribuinte, antes de decorrido o período de 48 meses da aquisição: o crédito fiscal poderá ser apropriado, mediante escrituração no Ciap, conforme as regras gerais de crédito do ativo previstas no RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 66. (Instrução Normativa Sutri nº 2/2009) 5.2 Vedação ao crédito Não é admissível o aproveitamento do crédito do imposto quando: MG Manual de Procedimentos - Mar/ Fascículo 10 - Boletim IOB

19 a) a operação que ensejar a entrada de mercadoria ou de bem ou a prestação que ensejar o recebimento de serviço estiverem beneficiadas por isenção ou não incidência, ressalvadas as disposições em contrário previstas no RICMS-MG/2002; b) a operação subsequente com a mesma mercadoria ou com outra dela resultante deva ocorrer com isenção ou não incidência; c) se tratar de entrada, até , de bens destinados a uso ou a consumo do estabelecimento; d) os serviços de transporte ou de comunicação recebidos pelo tomador: d.1) não se destinarem a ser por ele utilizados na execução de serviços de transporte ou de comunicação, na comercialização de mercadorias ou em processo de produção, extração, industrialização ou geração, inclusive de energia elétrica; d.2) estiverem vinculados ao recebimento de mercadoria ou bem destinados à comercialização ou à utilização em processo de produção, extração, industrialização ou geração, inclusive de energia elétrica, cuja operação de que decorra a saída posterior destes, ou de outros dele resultantes, ocorra com isenção ou não incidência, exceto exportação; d.3) estiverem vinculados à saída de mercadoria ou bem isenta ou não tributada, promovida pelo tomador, exceto exportação de produtos para o exterior; d.4) estiverem vinculados à prestação de serviço isenta ou não tributada, exceto exportação de produtos para o exterior; e) o imposto se relacionar com a operação ou prestação: e.1) promovida por microempresa ou empresa de pequeno porte, salvo nas hipóteses previstas no RICMS-MG/2002; e.2) com bens ou mercadorias adquiridos ou recebidos por microempresas ou empresas de pequeno porte; f) a operação ou a prestação estiverem acobertadas por documento fiscal falso, ideologicamente falso ou inidôneo, salvo prova concludente de que o imposto devido pelo emitente foi integralmente pago; g) o contribuinte não possuir a 1ª via do documento fiscal, salvo o caso de comprovação da autenticidade do valor a ser abatido, mediante apresentação de cópia do documento, com pronunciamento do Fisco de origem e aprovação da autoridade fazendária a que o contribuinte estiver circunscrito; h) a operação ou a prestação se relacionarem com devolução de mercadoria feita por produtor rural, exceto a pessoa não inscrita como contribuinte ou não obrigada à emissão de documento fiscal, ressalvado o disposto no art. 76 da Parte Geral do RICMS-MG/2002; i) o documento fiscal indicar como destinatário estabelecimento diverso daquele que o registrar, salvo se autorizado pela repartição fazendária a que o estabelecimento destinatário estiver circunscrito, mediante anotação no próprio documento e no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências (RUDFTO) do contribuinte destinatário indicado no documento; j) o pagamento do imposto na origem não for comprovado, na hipótese de exigência prevista na legislação tributária; k) o valor do imposto estiver destacado a maior no documento fiscal, relativamente ao excesso; l) deva não ocorrer, por qualquer motivo, operação posterior com a mesma mercadoria ou com outra dela resultante; m) a operação ou a prestação que ensejarem a entrada de mercadoria ou bem ou o recebimento de serviço forem realizadas com diferimento, salvo se o adquirente da mercadoria ou do bem ou destinatário do serviço debitarem-se, para pagamento em separado, do imposto devido na operação ou na prestação; n) o imposto se relacionar à entrada de bens ou ao recebimento de serviços alheios à atividade do estabelecimento; consideram-se alheios à atividade do estabelecimento todos os bens que não sejam utilizados direta ou indiretamente na comercialização, industrialização, produção, extração, geração ou prestação de serviço de transporte, interestadual ou intermunicipal, ou de comunicação; salvo prova em contrário, presume-se alheio à atividade do estabelecimento o veículo de transporte pessoal; o) a mercadoria entrada no estabelecimento for destinada à prestação de serviço isenta ou não tributada pelo ICMS; p) o imposto se relacionar à operação promovida por microempresa ou empresa de pequeno porte, quando: p.1) no documento fiscal que acobertar a aquisição, não for informada a alíquota correspondente ao percentual de ICMS previsto no RICMS-MG/2002; e Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Mar/ Fascículo 10 MG10-17

20 p.2) a operação relativa à aquisição não for tributada pelo ICMS. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 70) 5.3 Vedação ao crédito relativo a operações interestaduais com produtos interestaduais de 4% O Fisco mineiro limitou ao percentual de 4% sobre o valor da respectiva base de cálculo o crédito a ser apropriado pelo destinatário ou deduzido na apuração do ICMS devido por substituição tributária, na hipótese de operação com mercadoria ou bem que tenha conteúdo importado cujo documento fiscal acobertador esteja em desacordo com as exigências previstas em ato normativo expedido pelo Confaz, conforme determina a Resolução do Senado Federal nº 13/2012, art. 1º, 3º. Essa disposição aplica-se nos casos em que o Fisco constatar que a mercadoria ou o bem possui conteúdo importado superior a 40%. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 66, 17 e 20, introduzido pelo Decreto nº /2013; Decreto nº /2013) 6. Crédito presumido Constituirão, também, crédito do imposto os valores indicados no RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 75. Normalmente, o crédito presumido é opcional, o que significa que o contribuinte pode escriturar os créditos relativos às entradas de mercadorias e aos serviços tomados ou optar pelo crédito presumido, que substitui aqueles. Ao optar pelo crédito presumido, o contribuinte, via de regra, deve registrar essa opção no livro RUDFTO, modelo 6, e, a partir do 1º dia do mês ou do período de apuração subsequente, deixar de lançar os créditos relativos a cada entrada de mercadoria ou a cada prestação de serviço tomada. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 75) 7. Outros créditos No RICMS-MG/2002, existem outras situações em que o crédito fiscal é admitido, as quais passamos a expor adiante. 7.1 Direitos autorais Também ensejará o aproveitamento, sob a forma de crédito, o valor dos direitos autorais, artísticos ou conexos, relativos a discos fonográficos ou a outros suportes com sons gravados, comprovadamente pagos a autores e artistas nacionais ou a empresas que os representem e das quais sejam titulares ou sócios majoritários, ou que com eles mantenham contratos de edição ou transferência de direitos autorais, nos termos da Lei federal nº 9.610/1998, arts. 53 e 49, respectivamente, observando-se que: a) somente serão lançados a título de crédito os valores pagos durante o período, limitados ao percentual de 40%, até , aplicáveis sobre o valor do imposto debitado no mesmo período, correspondente às operações efetuadas com discos fonográficos ou com outros suportes com sons gravados, vedado o aproveitamento de quaisquer outros créditos; b) é vedado o aproveitamento do crédito excedente em quaisquer estabelecimentos do mesmo titular ou de terceiros, ou a transferência de crédito de uma para outra empresa; c) para apuração do imposto debitado e do limite referido na letra a anterior, o contribuinte deverá: c.1) emitir documentos individualizados; c.2) escriturar, em separado, as operações realizadas com discos fonográficos ou com outros suportes com sons gravados; c.3) fazer demonstrativo que indique o valor do imposto devido nas referidas operações; d) o benefício fica condicionado à entrega, até o dia 10 do mês subsequente, à administração fazendária a que o contribuinte estiver circunscrito, de relação dos pagamentos efetuados no período, a título de direitos autorais, artísticos ou conexos, com a identificação dos beneficiários, seus domicílios, inscrição no Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), e de comprovante de entrega da referida relação, à Receita Federal; e) o aproveitamento do crédito referido nesse item somente poderá ser efetuado até o 2º mês subsequente ao mês em que ocorreu o pagamento dos direitos autorais, artísticos ou conexos. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 66, 1º, na redação dada pelo Decreto nº /2005; Convênio ICMS nº 40/2004) 7.2 Devolução de mercadorias O estabelecimento que receber mercadoria devolvida por particular, produtor rural ou qualquer pessoa não considerada contribuinte ou não obrigada à emissão de documento fiscal poderá apropriar-se do valor do imposto debitado por ocasião da saída da mercadoria, nas seguintes hipóteses: a) se a devolução ocorrer em virtude de garantia, considerando-se como tal a que decorrer de obrigação assumida pelo remetente ou fabricante de substituir a mercadoria remetida, caso esta apresente defeito dentro do prazo de garantia ou outro prazo legal previsto para a hipótese; MG Manual de Procedimentos - Mar/ Fascículo 10 - Boletim IOB

DECRETO Nº 45.630, DE 7 DE JULHO DE 2011 (MG de 08/07/2011) Altera o Regulamento do ICMS aprovado pelo Decreto nº 43.080, de 13 de dezembro de 2002.

DECRETO Nº 45.630, DE 7 DE JULHO DE 2011 (MG de 08/07/2011) Altera o Regulamento do ICMS aprovado pelo Decreto nº 43.080, de 13 de dezembro de 2002. DECRETO Nº 45.630, DE 7 DE JULHO DE 2011 (MG de 08/07/2011) Altera o Regulamento do ICMS aprovado pelo Decreto nº 43.080, de 13 de dezembro de 2002. O GOVERNADOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS, no uso de atribuição

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