PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO Secretaria Federal de Controle Interno. Relatório de Demandas Especiais

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1 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO Secretaria Federal de Controle Interno Relatório de Demandas Especiais /

2 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO DAS SITUAÇÕES VERIFICADAS Análise sobre a atuação do BNB na Operação de Crédito B / CONSTATAÇÃO: Balanço Patrimonial da Mutuária revela insuficiência de recursos próprios para fazer face às aquisições dos itens de investimento a serem financiados pela operação CONSTATAÇÃO: Aceitação de Notas Fiscais Inidôneas para comprovação de aquisição dos equipamentos financiados no valor de R$ , CONSTATAÇÃO: Existência de um único orçamento para item a ser financiado, em desacordo com as normas do Banco, bem como orçamento fraudado para o mesmo item CONSTATAÇÃO: Orçamento de subestação sobreavaliado; ausência de análise dos orçamentos por parte da CENOP; garantias insuficientes; operação descoberta CONSTATAÇÃO: Concessão indevida de bônus de adimplência no valor de R$ ,97 em face do atraso no pagamento de parcela de juros da operação CONSTATAÇÃO: Inexistência de apólice de seguros para os bens adquiridos, em desacordo com o manual auxiliar-operações de crédito do BNB Conclusão sobre a atuação do BNB na Operação de Crédito B / Análise sobre a atuação do BNB na Operação de Crédito B / CONSTATAÇÃO: Aceitação de notas fiscais inidôneas no valor de R$ , CONSTATAÇÃO: Adulteração de pelo Gerente Geral de Negócios responsável pela Operação, passando para concluídos os gravames dos 103 veículos financiados, o que permitiu a realização do desembolso da operação, quando originalmente informava a conclusão dos gravames de apenas 32 veículos CONSTATAÇÃO: Inexistência de Apólice de seguros para os veículos adquiridos, em desacordo com o manual auxiliar de procedimentos para operações de crédito do BNB CONSTATAÇÃO: Inserção de informações falsas no INFOGER sobre vistoria de verificação de existências dos 103 veículos Análise sobre a atuação do BNB na Operação de Crédito B / CONSTATAÇÃO: Balanço Patrimonial da Mutuária revela insuficiência de recursos próprios para fazer face às aquisições dos itens de investimento a serem financiados pela operação CONSTATAÇÃO: Inexistência de Apólice de seguros para os equipamentos financiados, em desacordo com o manual auxiliar-operações de crédito do BNB CONSTATAÇÃO: Aceitação de nota fiscal inidônea no valor de R$ ,00 para comprovação de aquisição dos equipamentos financiados Análise sobre a atuação do BNB na Operação de Crédito B / CONSTATAÇÃO: Ausência de comprovação física dos equipamentos supostamente adquiridos com recursos do financiamento CONSTATAÇÃO: Diferença significativa entre o Laudo de Convalidação de imóvel dado em garantia e o valor de transação de compra e venda registrado em escritura pública na mesma época CONSTATAÇÃO: Aceitação de notas fiscais inidôneas no valor de R$ ,00 para efeito de comprovação da aplicação dos recursos. 53 1

3 2.4.4 CONSTATAÇÃO: Ausência de avaliação sobre a adequação dos preços das propostas comerciais para os equipamentos financiados Análise sobre a atuação do BNB na Operação de Crédito B / CONSTATAÇÃO: Fragilidades no processo de comprovação do porte da empresa CONSTATAÇÃO: Ausência de recomposição do Fundo de Liquidez CONSTATAÇÃO: Ausência de registro de hipoteca, dada em garantia, de terreno avaliado em R$ ,00, na respectiva serventia imobiliária CONSTATAÇÃO: Aceitação de notas fiscais inidôneas no valor de R$ ,00 para efeito de comprovação da aplicação dos recursos CONSTATAÇÃO: Aceitação de Notas Fiscais sem descrição dos números de série dos equipamentos Análise sobre a atuação do BNB na Operação de Crédito A CONSTATAÇÃO: Negligência de vistoria realizada e falha no laudo ao atestar a existência de equipamento sem bem caracterizá-lo (número de série, modelo e marca) e fornecido por empresa que não é fabricante de equipamento ou representante comercial de um deles, ligada, de fato, à mutuária e vizinha a ela CONSTATAÇÃO: Ausência se seguro obrigatório para bem constituinte de garantia evolutiva da operação de crédito CONSTATAÇÃO: Aceitação de Notas Fiscais sem descrição dos números de série dos equipamentos Análise sobre a atuação do BNB na Operação de Crédito B / CONSTATAÇÃO: Inconsistências na análise do crédito e nos relatórios de acompanhamento do projeto CONSTATAÇÃO: Irregularidades na avaliação e na convalidação das garantias CONSTATAÇÃO: Irregularidades quanto aos procedimentos de liberação dos recursos do financiamento à empresa mutuária CONSTATAÇÃO: Os recursos do financiamento no montante de R$ ,00 não foram aplicados de acordo com a Cédula de Crédito Industrial CONSTATAÇÃO: Irregularidades na liberação dos recursos de capital de giro Análise sobre a atuação do BNB na Operação de Crédito B CONSTATAÇÃO: Parte de recurso da operação de crédito comprovada documentalmente com nota fiscal inidônea no valor de R$ ,00, emitida por empresa não localizada no endereço constante da nota fiscal Análise sobre a atuação do BNB na Operação de Crédito B CONSTATAÇÃO: Ausência da aplicação dos recursos financiados, no valor de R$ ,00, com simulação da aquisição do objeto do financiamento CONSTATAÇÃO: Incompatibilidade da atividade e do porte do fornecedor em relação ao objeto e valor da venda, presente na nota fiscal aceita pelo Banco como comprovante da aplicação do financiamento CONSTATAÇÃO: Negligência de Vistoria Realizada e Falha no Laudo ao atestar a existência de equipamento sem bem caracterizá-lo (número de série, modelo e marca) e fornecido por empresa que não é fabricante de equipamento ou representante comercial de um deles, ligada, de fato, à mutuária e vizinha 2

4 a ela Análise sobre a atuação do BNB na Operação de Crédito B CONSTATAÇÃO: Parte de recurso da operação de crédito foi comprovada documentalmente com nota fiscal inidônea no valor de R$ ,00, emitida por empresa não localizada no endereço constante da nota fiscal CONSTATAÇÃO: Indício de inexistência material da empresa Nordeste Indústria de Embalagens Ltda CONSTATAÇÃO: Desatualização do Cadastro do cliente no Banco. Empreendimento fechado. Alteração societária do cliente sem anuência do Banco. Ausência de vistoria de rotina pela CENOP CONSTATAÇÃO: Falhas na avaliação da Proposta de Concessão de LRC nº colocando em risco o retorno da operação CONSTATAÇÃO: Falta de celeridade na adoção de providências para fins de antecipação do vencimento da operação de crédito Análise da manifestação apresentada pelo empregado matrícula CONCLUSÃO 139 3

5 1 INTRODUÇÃO 1.1 Este Relatório apresenta os resultados da ação de controle desenvolvida em função de situações presumidamente irregulares ocorridas no âmbito do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste - FNE, operado pelo Banco do Nordeste do Brasil S/A BNB, apontadas à Controladoria- Geral da União - CGU, que deram origem ao processo nº / Sobre o assunto, encontram-se em andamento os Procedimentos Administrativos n os / e junto aos Ministérios Público Federal (Procuradoria da República no Estado do Ceará) e Estadual, respectivamente, além do Inquérito Policial IPI nº 0949/2011 no Departamento da Polícia Federal do Ceará. 1.3 As situações apontadas dizem respeito a: existência de um grupo de empresas, relacionadas a seguir, que tem transgredido diversas normas legais, inclusive de natureza penal, para se beneficiar indevidamente da obtenção de recursos financeiros oriundos do FNE com juros abaixo de mercado: Razão Social CNPJ Flexcar Comércio e Locação de Veículos Ltda / Ceará Indústria Comércio Beneficiamento de Plástico / R & J Locações e Investimentos / Costa Dourada Auto Locação / JRHX JR Holdings Participações / Br Plast. Ind. Com. e Reciclagem / Horizonte Adm. Centros Comerciais / C4 Construções Ltda / JCPF Empreendimentos Imobiliários / Nordeste Indústria de Embalagens / JR Administração de Centros Comerciais / Flex Cred Fomento Mercantil / participação de empregados do Banco em impropriedades cometidas na concessão de financiamentos com recursos do FNE, a saber: empregado matrícula , gerente de negócios da Agência Fortaleza-Centro: a) liberação de forma autônoma, com sua própria senha, da quantia de R$ ,00 para três empresas do grupo; b) atestação da aquisição e da existência de bens financiados e dados em garantia sem que tais bens tivessem sido efetivamente adquiridos; c) adulteração de documentos a fim de forjar a comprovação de realização de gravames de veículos financiados pela mutuária Flexcar Comércio e Locação de Veículos Ltda.; d) recebimento e aceitação de notas fiscais patentemente inidôneas para fins de comprovação de aquisição de veículos financiados à empresa Flexcar Comércio e Locação de Veículos Ltda.; e) adulteração de mensagem eletrônica a fim de comprovar a realização de gravames dos veículos financiados, permitindo, assim, liberar os recursos do financiamento; f) participação em ações direcionadas a permitir avaliações de bens imóveis dados em garantia em operação de financiamento por valores bem acima de mercado, contribuindo para que novas operações fossem realizadas (JRHX e BRPLAST); g) dispensa indevida do aporte de recursos próprios previstos no projeto das empresas mutuárias Empregado matrícula , analista da CENOP: 4

6 a) validação de documentos e elaboração de contratos supostamente irregulares apresentados pelo grupo de empresas citadas; b) sociedade na empresa Prospecto, credenciada do BNB, a qual teria elaborado os projetos que respaldaram as operações de financiamento das empresas mutuárias citadas na demanda Empregado matrícula , técnico avaliador da CENOP a) avaliações e laudos de imóveis superavaliados dados em garantia Empregado matrícula 47287, Gerente-Geral da Agência Fortaleza Centro: a) existência de sua chancela em operações da carteira de negócios e sua suposta ligação pessoal ao empregado matrícula Empregado matrícula Gerente Geral da Agência Bezerra de Meneses: a) solicitação da transferência de operação da empresa Nordeste Embalagens Ltda. da Agência Metro Montese para a Agência Bezerra de Menezes. b) liberação de financiamentos da ordem de R$ 17,7 milhões para empresas, cujas garantias dadas estariam supostamente superavaliadas; c) solicitação da transferência de operação da empresa BR Plast, que se encontrava suspensa na Agência Metro Montese, para a Agência Bezerra de Meneses. 1.4 O presente trabalho foi realizado no período de 17 de outubro de 2011 a 14 de março de Foram analisadas as operações de crédito financiadas com recursos do FNE, relacionadas no quadro a seguir, todas tendo como critério de seleção a relação societária direta ou indireta com o Sr. José Juacy Cunha Pinto Filho: Mutuário Nº Operação Data Contrato Valor FNE (R$) Valor Contrap. (R$) Valor Projeto (R$) Ceará Indústria e Comércio de Embalagens Plásticas Ltda. Flexcar Comércio e Locação de Veículos Ltda. R & J Locações Investimentos e Incorporações Ltda. B /001 10/03/ B /001 14/03/ B /001 14/12/ C4 Construções Ltda. B /001 03/09/ JCPF Empreendimentos Imobiliários e Incorporações Ltda. Nordeste Indústria de Embalagens Ltda. B /001 12/01/ A /001 04/03/ B /001 04/08/ B /001 15/12/ B /001 09/03/ B /001 27/04/ TOTAL Com efeito, vale ressaltar que a exclusão das demais empresas mencionadas se deu em razão de não possuírem operações de crédito firmadas com o BNB, no âmbito do FNE. 5

7 1.6 Para a execução do trabalho foram feitas análise dos dossiês das respectivas operações de crédito, com o fito de verificar a aderência dos procedimentos adotados pelos empregados do BNB com a legislação do FNE e com os normativos internos do Banco que disciplinam a concessão de crédito, com especial atenção para os seguintes aspectos: - aprovação da capacidade econômico-financeira de pessoas físicas e jurídicas de contrair o financiamento e aportar os recursos próprios estabelecidos nas operações de crédito; - convalidação dos laudos de avaliação das garantias apresentadas pelos mutuários das operações de crédito; - aceite das comprovações financeiras (notas fiscais, faturas, recibos e outros documentos dessa natureza) dos supostos investimentos feitos com recursos do financiamento, apresentadas pelos mutuários; - exame da consistência das informações lançadas nos relatórios elaborados pelos técnicos do BNB, de acompanhamento dos projetos; 1.7 Ademais, os seguintes procedimentos de auditoria foram empregados pela Equipe Técnica responsável pelos exames, sem prejuízo de outros, a saber: - confirmação externa de notas fiscais (circularização) perante a Secretária da Fazenda do Estado do Ceará, e de propostas comerciais presentes nos dossiês, que serviram de base para aprovação dos orçamentos das inversões físicas financiadas, juntos aos supostos fornecedores; e - visitas in loco às sedes dos empreendimentos financiados para verificar o estágio de implantação. 1.8 Os resultados pormenorizados dos trabalhos realizados estão apresentados no item 2, onde estão relatadas as constatações relacionadas às situações contidas nas demandas apresentadas. 2 - DAS SITUAÇÕES VERIFICADAS A seguir apresentamos as constatações relacionadas às situações que foram examinadas, agrupadas por Programa/Ação, e vinculadas aos respectivos órgãos superiores Análise sobre a atuação do BNB na Operação de Crédito B /001. a) Fato: Trata-se da análise da regularidade da operação de financiamento nº B /001, contratada em 10/03/2011, com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste, no Programa FNE-Industrial, com a finalidade de ampliação das atividades da empresa, contemplando verba para capital de giro, elaboração do projeto, instalações, aquisição de máquinas e equipamentos, totalizando R$ ,33. Desse total, o banco financiaria R$ ,98 com recursos do FNE Industrial, ficando R$ ,35, como contrapartida de recursos próprios. A mutuária da operação é a empresa CEARA INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE EMBALAGENS PLÁSTICAS LTDA., CNPJ nº / , cujas atividades principais são a fabricação de embalagens pet e de plástico. A Empresa Credenciada que elaborou o Projeto de Investimento é a Prospecto Projetos de Viabilidade e Consultoria Empresarial, CNPJ nº / , cujo sócio majoritário é o Sr. José Edmilson Sampaio Santana. O plano prevê prazo total da operação em 96 meses, sendo 24 meses de carência e 72 para amortização. E os juros normais da operação são de 9,5% ao ano, com desconto de 25% referente a bônus de adimplência, ou seja, no caso de reembolsos realizados no prazo previsto, o mutuário faz 6

8 jus a uma taxa de 7,125% ao ano. Os itens previstos no projeto e suas parcelas de financiamento da operação estão na tabela seguinte: ITEM DE INVERSÃO VALOR TOTAL (R$) VALOR FINANCIADO (R$) Capital de giro ,00 - Tx de elaboração do projeto ,00-01 Subestação (300 kva) ,00 392,592,85 02 empilhadeiras , ,00 03 sopradoras MP , ,00 01 sopradora PP/PE , ,00 01 rotuladora , ,00 02 compressores alta pressão , ,00 02 compressores bx pressão , ,00 01 desumidificador , ,13 02 moinhos , ,00 12 modes para pet , ,00 01 molde p/sopradora convencional PP/PE , ,00 01 faca definidora de volume 7.500, ,00 TOTAL , ,98 b) Evidências: Proposta de Crédito com Amparo em Limite de Risco de Projeto (LRP) e Cédula de Crédito da operação CONSTATAÇÃO: Balanço Patrimonial da Mutuária revela insuficiência de recursos próprios para fazer face às aquisições dos itens de investimento a serem financiados pela operação. a) Fato: Observa-se que a Proposta de Crédito com Amparo em Limite de Risco de Projeto (LRP) nº traz a seguinte avaliação quanto ao grau de liquidez dos recursos próprios do mutuário: Avaliação: Grau de Liquidez Alto Fundamentação: Os recursos próprios previstos no projeto correspondem a R$ ,35, representando 28,16% do total dos investimentos e, de acordo com informações da Agência, serão aportados pela própria empresa, com recursos oriundos da própria atividade, sendo aplicados pari-passu às liberações dos recursos financiados. Observa-se nas demonstrações dos resultados a existência de lucros acumulados da ordem de R$ 976 mil. Ainda, conforme informação do projeto/agência, a proponente vem realizando aportes relativos à sua contrapartida de recursos próprios. Registre-se que a análise acima transcrita foi realizada pela Agência Fortaleza-Centro, consubstanciada em parecer subscrito pelo Gerente Geral da Agência Fortaleza-Centro, empregado matrícula 47287, e pelo Gerente de Negócios, empregado matrícula , em 04 de janeiro de 7

9 2011, parecer este que integra a proposta de concessão de crédito. Como se observa do trecho acima, o documento se limita a informar que as demonstrações de resultados da proponente registram a existência de lucros acumulados no valor de 976 mil reais, não havendo nenhuma fundamentação técnica para a conclusão de que o grau de liquidez da empresa é alto e satisfatório para que o projeto seja implementado. Inicialmente, para embasar melhor a análise, registre-se que o termo liquidez diz respeito à quão facilmente um ativo da empresa pode ser convertido em dinheiro. No caso em estudo, o objetivo da análise é verificar se a empresa é capaz de aportar os recursos financeiros previstos no projeto como de sua responsabilidade, na aquisição dos equipamentos e instalações a serem financiados, por ocasião do pagamento dessas aquisições. Nesse contexto, é de se esperar que o balanço patrimonial da empresa ou seu balancete mais recente apresente disponibilidades superiores ao valor definido como recursos próprios, caso contrário a empresa não será capaz de pagar à vista pelos bens financiados até a data prevista para o desembolso do financiamento. Todavia, não é isso que se verifica no caso em tela, pois as disponibilidades registradas são da ordem de 540 mil reais. E os demais ativos da empresa possuem baixa liquidez. A seguir, apresentam-se a composição dessas disponibilidades, de acordo com o balanço patrimonial da empresa, em 31 de dezembro de 2010: Caixa R$ ,00 Banco Conta Movimento R$ ,00 Duplicatas a Receber R$ ,18 Outros Créditos R$ ,13 Total de Disponibilidades R$ ,31 Assim, verifica-se que a análise realizada pela agência Fortaleza-Centro, representada pelo Gerente Geral da Agência, empregado matrícula 47287, e pelo Gerente de Negócios, empregado matrícula , não está embasada tecnicamente para concluir que o mutuário possuía alta capacidade econômico-financeira para aportar o montante de recursos próprios previstos e nas condições contratadas, de maneira a viabilizar a adequada implantação do empreendimento. Em face do exposto, verifica-se desrespeito à norma do Banco 2101MA-OC (nota 1), que estabelece: Nota 1: O colegiado detentor da alçada para deferir a operação poderá dispensar a realização do depósito prévio de que trata o item 4 anterior, permitindo que os recursos próprios do cliente sejam aplicados "pari passu" com os recursos do crédito, desde que sejam cumpridas as seguintes condições cumulativamente: a) a agência tenha plena convicção da capacidade de o proponente dispor dos recursos próprios para participação no projeto; b) o parecer da agência constante na proposta de financiamento traduza, de forma inequívoca, à luz do conceito do cliente, da sua capacidade empreendedora, do mercado em que atua, do tempo e tradição na atividade e da classificação global da proposta, a forma e a disponibilidade dos recursos próprios. (Grifos nossos) O fato narrado também se contrapõe à Nota nº 011 do Manual Auxiliar de Operações de Crédito, a qual orienta: 8

10 O parecer da agência sobre o pleito de financiamento, lançado na proposta, disporá sobre os seguintes aspectos, dentre outras informações julgadas necessárias, além do parecer gerencial conclusivo: a) suficiência, adequação e oportunidade do crédito; b) suficiência e adequação das garantias oferecidas; c) disponibilidade, liquidez e capacidade de aporte dos recursos próprios do proponente; d) aspectos de enquadramento normativo; e) negociação quanto à utilização de produtos e serviços do Banco; f) nos casos de dispensa da apresentação do alvará de funcionamento ou sua substituição por outro documento emitido pela autoridade competente, a explicitação dessa decisão e suas razões e fundamentos de forma clara e inequívoca. (Grifos nossos) A Central de Apoio Operacional, setor responsável do BNB por dar apoio às Agências, também está incumbida de realizar análise da capacidade de o mutuário aportar os recursos, conforme se depreende da leitura do Título 9 Análise de Projetos pelas Centrais de Apoio Operacional do Manual de Procedimentos de Operações de Crédito, que estabelece: 2 O analista examinará, no seu trabalho de análise, todos os dados, informações e projeções econômico-financeiras constantes do processo encaminhado pela agência por meio do SINC, e, se for o caso, a documentação complementar remetida por malote, oportunidade em que adotará os seguintes procedimentos: a) revisão do enquadramento normativo do pleito; b) análise técnica, econômica e financeira do projeto, especialmente no que se refere à adequação e suficiência das garantias e à existência de mercado para a normal comercialização da produção projetada, validando, no que for técnica e normativamente aceitável, as projeções, os dados, as informações e os pareceres técnico-gerenciais já emitidos e constantes do projeto em análise; c) exame qualitativo do projeto, dispensando, na medida do possível, a reelaboração de demonstrativos e/ou planilhas que já tenham sido apresentados pelos elaboradores de projeto cadastrados, cabendo ao analista empenhar-se, prioritariamente, em acrescer informações importantes sobre o empreendimento, a empresa e a operação, para efeito da decisão sobre o crédito; d) verificação de aspectos relevantes do projeto, tais como: - méritos socioeconômicos; - gestão técnica e administrativa; - adequação tecnológica do empreendimento; - existência de mercado para a normal comercialização da produção projetada; - tamanho e localização do projeto, impacto ambiental etc. e) realização da análise de risco do projeto e atribuição do Limite de Risco para Financiamento de Projeto (LRP); f) exame crítico dos valores e do período da assessoria empresarial e técnica, de acordo com as peculiaridades de cada projeto. (...) 3. Dessa forma, a análise abrangerá todos os aspectos relacionados com o empreendimento, com vistas à verificação de sua viabilidade nos seguintes aspectos: a) aspecto técnico: exequibilidade do projeto em termos de disponibilidade de fatores como 9

11 tecnologia, insumos, assessoria empresarial e técnica, mão-de-obra, recursos naturais etc., sendo observados pelo analista principalmente os seguintes aspectos relacionados com as características do proponente e a exequibilidade técnica do plano, ressalvado que, na análise de projetos e propostas com itens de inversão para construção civil, os aspectos técnicos que serão observados constam no Caderno de Recomendações Técnicas, disponível na intranet na página do Ambiente de Análise e Acompanhamento de Operações de Crédito: - estrutura produtiva da empresa; - o nível tecnológico das explorações ou dos processos produtivos; - o sistema de exploração adotado; - a compatibilidade dos fatores de produção com o plano de inversões financiável e com os objetivos pretendidos; - a adequação técnica do empreendimento programado às condições edafoclimáticas da unidade rural e ao tipo de exploração já desenvolvido pela empresa; - outros aspectos. b) aspecto econômico: viabilidade do empreendimento em termos de retornos do investimento aplicado (com recursos próprios e com recursos financiados por terceiros), mediante o seguinte: - projeções periódicas, normalmente ano a ano, do valor das receitas e dos custos e despesas totais; - apuração do lucro líquido, com o qual a empresa amortizará o financiamento obtido, e a contrapartida de recursos próprios, mantendo uma sobra para reinvestimentos, distribuição de dividendos etc. (...) c) aspecto mercadológico: possibilidade real de comercialização no mercado interno e/ou externo dos produtos da empresa aos preços previstos no projeto, o que será verificado mediante o competente estudo e levantamento de mercado, basicamente em termos de oferta e demanda atuais e potenciais, salientando-se que o aspecto mercadológico será fundamental à viabilidade econômica do empreendimento, observado que a garantia de venda da produção está diretamente relacionada ao seguinte: - estrutura eficiente de escoamento, beneficiamento e/ou industrialização da produção; - mecanismos modernos de comercialização da produção (sistemas de integração mediante contratos de fornecimento, sistema cooperativista, bolsa de mercadorias etc.); - competitividade do produto, em termos de preço e qualidade. d) aspecto financeiro: diz respeito à questão da existência e da suficiência dos recursos financeiros (próprios da empresa e financiados por terceiros) para a execução do projeto, em todas as suas etapas, de forma que não se comprometa o cronograma físico financeiro planejado, averiguando-se, por isso, as condições reais de a empresa aportar, efetivamente, a contrapartida de recursos próprios nas épocas previstas, bem como examinando- se os aspectos burocráticos, legais e financeiros que possam criar contingências às liberações de recursos pelo Banco e/ou outros financiadores do empreendimento, reduzi-las, postergá-las ou suspendê-las, principalmente quando se tratar de recursos de incentivos fiscais (FINOR, FINAM, reflorestamento etc.); Vale destacar que, de acordo com o Manual Auxiliar de Operações de Crédito, do Capítulo 6 do Título 8 Alçadas operacionais, redação vigente até 18/04/2011, a operação em tela está na alçada do COMAG (Comitê de Avaliação de Crédito na Agência ) - M5, coordenada pelo Superintendente Estadual, o empregado matrícula 98566, o qual também teve participação na aprovação da proposta de crédito. No mesmo normativo são estabelecidas as atribuições do COMAG: a) deliberar, quando de sua alçada, sobre pleitos de concessão de LRC e sobre pleitos de concessão, administração e recuperação de crédito, inclusive a emissão de créditos documentários de importação, de clientes sob sua responsabilidade gerencial; 10

12 b) pronunciar-se sobre propostas de concessão, administração e recuperação de crédito, inclusive prestação de garantia bancária e emissão de crédito documentário de importação, de clientes sob sua responsabilidade gerencial tanto quando do envio da proposta para análise pela CENOP como quando do envio direto para deliberação por alçada superior à sua. Registre-se, ainda, que as demais informações técnicas registradas na proposta de crédito foram endossadas pelos funcionários do Banco matrículas , Gerente de Central, matrícula , Gerente Executivo e 47058, Analista de Projetos. b) Evidências: Proposta de Crédito com amparo em LRP nº e balanços patrimoniais da mutuária. c) Manifestação da Unidade Examinada: Por meio do Ofício AGÊNCIAS -2011/016/05, de 01 de dezembro de 2011, o BNB se manifestou: Quando da realização da análise efetuou-se a verificação dos balanços dos três últimos exercícios e, de acordo com os parâmetros admitidos pelo Banco, a empresa apresentava recursos/ativos compatíveis com o montante de recursos próprios previstos no projeto. Os efetivos aportes foram negociados pelas agências de forma pari-passu aos desembolsos de crédito, para cujas comprovações foi incluída condição pré-desembolso. Por meio do Ofício AGÊNCIAS -2012/016/20, de 21 de março de 2012, o BNB se manifestou sobre o informativo encaminhado àquele Banco em 14 de março de 2012, por meio do Ofício nº 7487/2011/NAC-3/CGU-Regional/CE: Com referência aos recursos próprios da operação, temos a informar que considerando que a empresa não apresentou além das informações contábeis, bens ou outras disponibilidades para aportar os recursos próprios, a liberação do financiamento só ocorreu mediante o prévio aporte dos recursos próprios, o que de fato aconteceu, conforme pode se verificar nos recibos das empresas fornecedoras datados de 28/03/2011 e 29/03/2011, tendo a liberação ocorrido após essa data, em 06/04/2011. É bem verdade que, posteriormente, constatou-se que a documentação era inidônea, no entanto naquela ocasião, não se tinha conhecimento desse fato. (sic) Por meio do Ofício 2011/830/10, de 20 de março de 2012, assinado pela analista de projetos matrícula 47058, o BNB se manifestou: "Na realização da análise, levou-se em conta a negociação da Agência, que comentou no seu parecer os recursos próprios serão aportados pela empresa com aplicação no projeto pari-passu aos desembolsos realizados pelo BNB e serão oriundos das disponibilidades financeiras da empresa, ou seja, teriam origem da estrutura de capitais da empresa/patrimônio e seriam aportados concomitantemente às liberações das parcelas de crédito. Nesse contexto, quando da análise, observou-se a existência de patrimônio compatível com o montante exigido, já que o projeto previa a aquisição de máquinas e equipamentos destinados à ampliação com modernização do empreendimento, possibilitando obtenção de recursos próprios com a comercialização de parte das máquinas pré-existentes e parte do circulante, estando assim compatível com a negociação proferida pela Agência. No contexto, considerando que o aporte dos recursos próprios foi negociado para aplicação de forma pari-passu, foi inserida pela análise condição pré-desembolso de comprovação da devida aplicação dos referidos recursos." 11

13 d) Análise do Controle Interno: Em sua manifestação, o BNB alega que, de acordo com os parâmetros admitidos pelo Banco, a empresa apresentava recursos compatíveis. Todavia, não apresenta quais os parâmetros aceitáveis e qual o normativo do banco que regula a matéria. Quanto à alegação de que os recursos deveriam ser aplicados pari-passu aos desembolsos, verifica-se que houve a necessidade de os recursos próprios estarem disponíveis por ocasião do primeiro e único desembolso da operação, que ocorreu em 29/12/2010. Ante ao fato de que as disponibilidades em 31/12/2010 eram de 540 mil reais, e os recursos próprios necessários para a compra dos equipamentos eram de R$ ,35, verifica-se que havia insuficiência desses recursos. No que diz respeito ao argumento de que a liberação dos recursos financeiros se deu em momento posterior à comprovação da aplicação dos recursos próprios pela mutuária, comprovação essa que teria se dado por meio da apresentação de notas fiscais de compra dos itens financiados, entende-se que o método utilizado não permite demonstrar o efetivo desembolso dos recursos próprios, pois a apresentação de nota fiscal referente aos bens financiados não é garantia de que os recursos próprios previstos no projeto foram efetivamente aplicados, vez que tais documentos podem vir a ser inidôneos, a exemplo do caso ora em análise. Ademais, não se pode olvidar da obrigação normativa de avaliar, de forma adequada e fundamentada, a capacidade financeira da empresa candidata ao financiamento, sendo esse um fator preponderante na decisão de se conceder o financiamento. Ademais, a liquidez satisfatória dos recursos próprios é requisito condicionante para a aprovação da Proposta de Crédito, vez que normativos do Banco estabelecem que o depósito antecipado dos recursos próprios da mutuária poderá ser dispensado, para ser aplicado pari passu à execução do projeto, apenas se ficar comprovado, inequivocamente, no parecer gerencial da proposta de crédito, a sua capacidade financeira para aportar esses recursos no prazo estabelecido. Nesse contexto, como o parecer da agência não permite tal convicção e, em sentido contrário, existindo informações nos balanços patrimoniais mais recentes da empresa que indicam insuficiência de disponibilidades, tal desembolso não deveria ter ocorrido. Em face do exposto, consideramos insuficientes os argumentos apresentados, o que não elide a constatação. e) Conclusão: Do exposto, verificou-se que a empresa Ceará Indústria e Comércio Beneficiamento de Plástico (CNPJ / ) beneficiou-se com a situação apresentada, tendo recebido recursos provenientes de operação de crédito com recursos do FNE sem que tivesse logrado comprovar capacidade financeira para aportar capital próprio visando à aquisição dos bens financiados. Verificou-se, também, que os fatos apontados confirmam a participação de empregados do BNB na prática de irregularidades que resultaram na contratação, concessão e liberação indevidas de recursos do FNE para a empresa supracitada. Nesta constatação, restou caracterizada a ação de funcionários do banco ao avaliar indevidamente como positiva a situação de liquidez dos ativos da empresa, descumprindo regras previstas no Título 9 do Manual de Procedimentos Operação de Crédito, o que permitiu que a empresa fosse contemplada com o financiamento. As condutas individualizadas estão devidamente caracterizadas a seguir: 1) o empregado matrícula , analista da CENOP, à época, emitiu parecer favorável à contratação da operação de crédito desconsiderando a insuficiência dos requisitos técnicos que caracterizassem a satisfatória liquidez dos recursos da mutuária; 12

14 2) o empregado matrícula , Gerente de Negócios da Agência Fortaleza-Centro, à época, assinou o parecer da agência, contido na Proposta de Crédito, registrando que a mutuária tinha condições de aportar os recursos próprios no projeto, em que pese o balanço da empresa demonstrar o contrário; 3) o empregado matrícula 47287, Gerente-Geral da Agência Fortaleza-Centro, à época, manifestou sua concordância com o teor da Proposta de Crédito, sem fundamentos técnicos, que sustentassem as informações daquele documento, e 4) o empregado matrícula 98566, Superintendente Regional do Ceará, à época, votou favoravelmente à Proposta de Concessão de Crédito, como Coordenador do Comitê de Avaliação de Crédito da Agência COMAG CONSTATAÇÃO: Aceitação de Notas Fiscais Inidôneas para comprovação de aquisição dos equipamentos financiados no valor de R$ ,33. a) Fato: Como comprovações da aquisição dos equipamentos financiados pela operação, foram apresentadas pela empresa Ceará Indústria Comércio Beneficiamento de Plástico CNPJ / , as seguintes notas fiscais: EMITENTE DESCRIÇÃO DO PRODUTO VALOR (R$) NÚMERO E. Morais Teles E. Morais Teles Br plast Indústria e Comercio de Reciclagem Ltda Br plast Indústria e Comercio de Reciclagem Ltda 01 (uma) Subestação Completa de 300KVA 02 (duas) Empilhadeira Marca Yale Mod GLP 050 Vx 2500kg 03 Sopredora M2000 Multipet, 01 Sopradora convencional PP/PE, 01 Rotuladora MZ12000, 02 Compressores de alta pressão, 02 Compressores de baixa pressão. 01 Desumidificador DP 619/624, 02 Moinhos trituradores de PET, 12 moldes de PET para MP2000, 01 Molde PP/PE para sopradora convencional, 01 faca definidora de volume , de 28/03/ , de 28/03/ , de 29/03/ , de 29/03/2011 Todas as notas fiscais da tabela acima foram consideradas inidôneas pela SEFAZ-CE - Secretaria da Fazenda do Estado do Ceará, conforme descrito no ofício que foi emitido pela SEFAZ-CE para o BNB, Of. GABON/CEPAF 295/2011, de 05 de setembro de 2011, pelos motivos a seguir apresentados: - Notas fiscais nº 003 e 004, supostamente, emitidas em 28/03/2011 pelo contribuinte E.MORAIS TELES-ME. Afirmamos que esse contribuinte encontra-se BAIXADO DE OFÌCIO desde 10/12/2010, o que torna os documentos fiscais, emitidos após a baixa de ofício, INIDÔNEOS. - Notas fiscais nºs 019 e 020 emitidas pelo contribuinte BR PLAST INDÚSTRIA E COMERCIO DE RECICLAGEM LTDA. Afirmamos que os dados de INSCRIÇÂO ESTADUAL, CNPJ e ENDEREÇO, constantes no destinatário das notas fiscais mencionadas, pertencem a outras empresas. Salientamos 13

15 que a empresa CEARÁ INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE EMBALAGENS PLÁTICAS LTDA, destinatária dos produtos descritos nas notas fiscais citadas, NÃO tem cadastro na SEFAZ-CE. As incompatibilidades quanto aos dados do destinatário descaracterizam esta nota fiscal, tornando-a inidônea. Merece destaque o fato de a BRPLAST não ter como atividade comercial a revenda dos equipamentos mencionados nas notas emitidas pela mesma. Sua atividade, na verdade, se resume à fabricação e comercialização de embalagens e materiais plásticos, conforme consulta ao contrato social da empresa vigente à época da contratação da operação. Essa incoerência não foi identificada por nenhum dos setores do BNB que participaram do processo de concessão, liberação e acompanhamento de crédito. Faz parte da composição societária de ambas as empresas emitentes das notas fiscais inidôneas a Sra. Elaine Morais Teles. Registre-se que há dois laudos de vistorias realizados que atestam a aquisição de todos os equipamentos descritos nas notas fiscais listadas anteriormente, quais sejam, laudo de vistoria nº , assinado pelo empregado matrícula , e laudo de vistoria nº , assinado pelo empregado matrícula Ainda, verifica-se que as notas fiscais foram emitidas sem o número de série dos equipamentos, o que possibilita que os mesmos equipamentos sejam apresentados como realização de inversões de mais de uma operação de crédito. Com efeito, os referidos laudos trazem informação de que os recursos de financiamento e de capital próprio do mutuário foram corretamente e completamente aplicados. Todavia, esses documentos não trazem elementos que fundamentem tal afirmativa, como fotografias que apresentem elemento individualizador dos equipamentos adquiridos, além de as notas fiscais inidôneas em comento não trazerem número de série dos bens adquiridos. No que tange especialmente a essas deficiências, o BNB foi instado a se manifestar sobre o assunto, por meio da Solicitação de Auditoria nº /05, de 28/11/2011, in verbis: 7. (...) Dessa forma, solicitamos informar os elementos de convicção utilizados pelos técnicos responsáveis pelos relatórios para concluir que os recursos do financiamento e do capital próprio do mutuário foram corretamente e completamente aplicados, conforme registrado nesses documentos; 8. Sobre os equipamentos financiados, informar quais os elementos utilizados pelos técnicos que realizaram os relatórios de acompanhamento de projetos da operação em tela para individualizar os equipamentos vistoriados, permitindo, assim, afirmar que determinado equipamento foi adquirido novo e em data compatível com o financiamento, bem como fazer o cotejamento com as notas fiscais correspondentes; b) Evidências: Of. GABON/CEPAF nº 295/2011, de 05 de setembro de 2011, da Secretaria de Fazenda do Estado do Ceará (SEFAZ/CE) e notas fiscais citadas. c) Manifestação da Unidade Examinada: Por meio do Ofício AGÊNCIAS -2011/016/05, de 01 de dezembro de 2011, o BNB se manifestou: "Item 7 Para comprovação da aplicação dos recursos oriundos do financiamento e também da contrapartida de recursos próprios foi realizada a vistoria física dos itens constantes do programa de inversões conforme discriminados no Anexo-Orçamento da Cédula de Crédito. De posse das cópias das notas fiscais enviadas pela Agência realizamos a checagem da descrição dos itens, 14

16 verificando sua correspondência física e financeira com a descrição da cédula de crédito. Item 8 Durante a vistoria realizada para a identificação dos equipamentos, foi comparada a descrição constante do Anexo-Orçamento da cédula de crédito com a descrição constante das notas fiscais. Através da identificação visual verificamos se os equipamentos estavam compatíveis com a descrição das notas fiscais, observando sua idade aparente e estado de conservação. Por meio do Ofício AGÊNCIAS -2012/016/20, de 21 de março de 2012, o BNB se manifestou: A respeito da constatação das notas fiscais, temos a informar que esses documentos, pelo menos nos que não são eletrônicos, não há como se fazer um controle institucional sobre isso, a menos que se faça a sua circularização junto ao fisco estadual, o que normalmente não se faz, já que não há recomendação normativa nesse sentido. Quanto às notas fiscais eletrônicas, existe recomendação normativa de que se faça a consulta ao portal da nota fiscal eletrônica. A Administração da Agência recomenda aos gestores imediatos que cumpram essa orientação, o que no caso da Agência Fortaleza, essa tarefa é realizada pelo Gerente de Negócios responsável pelo recebimento dos documentos, ou sob seu acompanhamento pelo Gerente de Suporte que auxilia. No presente caso, as notas fiscais emitidas pela empresa BR PLAST INDÚSTRIA E COMÈRCIO DE RECICLAGEM LTDA não foram consultadas no portal da nota fiscal eletrônica, apesar da orientação citada anteriormente. (sic) Por meio do Ofício 2012/665/319, assinado pelo empregado matrícula , de 21 de março de 2012, o BNB se manifestou: A CENOP/For nunca exigiu o registro fotográfico nos laudos de vistoria, bem como nunca me foi disponibilizado equipamentos necessários para inserir a fotografia em laudos. Faço toda vistoria no local, procurando identificar os itens vistoriados pelo tipo de equipamento e demais descrições quando constam nos seguintes documentos: anexo-orçamento da cédula de crédito e das respectivas notas fiscais. Quando há a descrição total do item nesses documentos, não vejo necessidade de repetir no laudo de vistoria o número de série, ou do chassi, ou outra identificação que já conste na nota fiscal ou na cédula de crédito. Não é minha atribuição verificar a inidoneidade da nota fiscal uma vez que a mesma me foi passada pela agência contratante, servindo apenas como elemento de conferência dos itens vistoriados e dos seus valores. Por seu turno não tenho condições de verificar a inidoneidade de documentos fiscais, uma vez que a mesma não é circularizada no Banco. Fiz a vistoria no local em data de 20/04/2011, LAUDO DE VISTORIA nº , quando verifiquei pessoalmente os bens contratados, porquanto se houve outra vistoria posteriormente, não tenho como ser responsável por alteração havida vários meses após, posto que não sou depositário fiel e nem guardião dos bens financiados pelo Banco. Por meio do Ofício 2012/830/015, assinado pelo empregado matrícula 48704, de 21 de março de 2012, o BNB se manifestou: "Em referência a falta de documentação fotográfica citado pelo CGU, não nos é requerido a fundamentação da vistoria através deste recurso, dado que: - Os normativos do Banco não fazem referência à necessidade desse tipo de comprovação; - A Cenop-Fortaleza não exige esse tipo de comprovação, uma vez que não possui equipamento fotográfico, ou outros equipamentos importantes para conferencias de construções civis, como trena eletrônica; - O sistema no qual elaboramos nossos laudos não permitem a inserção de arquivos fotográficos ou 15

17 quaisquer outros, senão arquivos de textos; - Em que pese a responsabilidade que nos é imputada, crê-se que a empresa confia na idoneidade moral dos responsáveis pelas vistorias técnicas dos financiamentos. Mormente no meu caso, presto ao Banco do Nordeste este tipo de serviço há 09 (anos). Não temos, nem recebemos do Banco formação técnica para verificação de inidoneidade de notas fiscais, já que este tipo de conferência não é de nossa responsabilidade, uma vez que essas notas são apresentadas à agência responsável pelo financiamento e só então, esta nos envia cópias (xerox ou digitais) para realizarmos a conferência dos itens nela constantes. Além disso, não tenho conhecimento que o procedimento de circularização das notas fiscais seja realizado pelo Banco. Com relação às informações prestadas na vistoria , reitero que identifiquei, um a um, todos os equipamentos constantes da cédula de crédito, (conferindo com suas notas fiscais, incluindo números de séries, quando estes eram citados), inclusive 02 (dois) equipamentos que se encontravam em endereço distinto, conforme relatado em meu laudo. " d) Análise do Controle Interno: Da análise da descrição dos métodos aplicados pelos técnicos na vistoria dos equipamentos, verificase que a metodologia é inadequada por ser insuficiente para a comprovação de que os equipamentos vistoriados foram adquiridos novos e que, de fato, correspondem àqueles descritos nas notas fiscais de aquisição disponibilizadas pelo mutuário. Isso ocorre porque as notas fiscais são aceitas sem que haja a descrição do número de série dos equipamentos, o que permite que esses mesmos equipamentos possam ser apresentados para outros financiamentos. Ademais, a confirmação da inidoneidade das notas fiscais apresentadas reforça a tese de que os números de série dos equipamentos foram propositalmente omitidos, vez que nem sequer foram adquiridos. Lembrando-se ainda que não consta dentre as atividades da empresa BRPLAST, emitente de notas fiscais inidôneas, a atividade de venda de equipamentos de qualquer natureza. Verifica-se também que a ausência de relatório fotográfico nos relatórios fragiliza o termo de vistoria, vez que dá demasiada validade ao que está registrado pelo técnico no relatório, sem que haja verdadeira comprovação do que foi declarado. Outro aspecto inadequado se refere ao caráter subjetivo existente na avaliação da idade do equipamento. No que concerne ao argumento de que seria impossível aos empregados do Banco concluir sobre a idoneidade das notas fiscais, discorda-se de tal opinião, pois para o caso em tela, havia indícios suficientes de que tais documentos foram fraudados, pelo fato de que a natureza das atividades desenvolvidas pelas empresas emitentes das notas fiscais é incompatível com as atividades de revenda de máquinas industriais novas ou instalação e aquisição de subestações de energia elétrica, informação esta constante, inclusive, dos registros cadastrais das empresas no sistema S400 (cadastro) do BNB. Com efeito, face aos indícios de falsidade dos documentos apresentados, configura falha grave a ausência de circularização de tais documentos antes da efetiva liberação dos recursos financeiros da operação. e) Conclusão: Do exposto, verificou-se que a empresa Ceará Indústria e Comércio Beneficiamento de Plástico (CNPJ / ) beneficiou-se com a situação apresentada, tendo recebido recursos provenientes de operação de crédito com recursos do FNE, por meio da apresentação de notas fiscais inidôneas. 16

18 Verificou-se, também, que os fatos apontados confirmam a participação de empregados do BNB na prática de irregularidades que resultaram na contratação, concessão e liberação indevidas de recursos do FNE para a empresa supracitada. Nesta constatação, restou caracterizada a ação de funcionários do banco ao aceitar notas fiscais com características evidentes de inidoneidade e por atestar a existência dos bens financiados em laudos desprovidos de informações que comprovem a existência dos objetos financiados. As condutas individualizadas estão devidamente caracterizadas a seguir: 1) o empregado matrícula , Gerente de Negócios da Agência Fortaleza-Centro, à época, aceitou notas fiscais com características evidentes de inidoneidade como comprovação de aquisição de bens pela Mutuária; 2) os empregados matrículas , Gerente de Negócios da Agência Fortaleza-Centro, à época, , técnico da CENOP, e matrícula 48704, técnico da CENOP, atestaram a existência de equipamentos financiados com recursos do FNE, conforme acima citado CONSTATAÇÃO: Existência de um único orçamento para item a ser financiado, em desacordo com as normas do Banco, bem como orçamento fraudado para o mesmo item. a) Fato: De acordo com o título 32.2 do Manual de Procedimentos de Operações de Crédito, para aprovação dos preços dos equipamentos financiados, todos os equipamentos devem estar acompanhados de, no mínimo, duas propostas de fornecedores diferentes. Da análise da documentação disponibilizada pelo Banco, verifica-se que a regra não foi cumprida para o item Subestação de energia elétrica. Para esse item do projeto de financiamento, verificou-se a existência de 1 (uma) única proposta comercial supostamente emitida pela empresa SOS Serviços Elétricos. A referida proposta foi circularizada junto à SOS Serviços Elétricos para se confirmar a autenticidade do documento. A empresa se manifestou no sentido de não ter sido emitida tal proposta para subestação de energia elétrica para a Ceará Plásticos, justificando que a proposta em questão tem apresentação totalmente diferente do documento oficial da empresa, bem como foi assinada por pessoa estranha aos quadros da empresa. De fato, verificou-se, ao comparar com a proposta oficial apresentada pela gerente administradora da SOS, que o documento presente no dossiê da operação não estava em papel timbrado nem continha informações básicas como CNPJ e endereço da empresa. b) Evidências: Dossiê da operação. Declaração da Empresa que supostamente teria emitido proposta comercial para a subestação de energia, afirmando não reconhecer como sua a proposta comercial utilizada no dossiê. c) Manifestação da Unidade Examinada: Por meio do Ofício AGÊNCIAS -2012/016/20, de 21 de março de 2012, o BNB se manifestou: 17

19 Não foi dado conhecimento ao administrador principal da Agência, sobre a apresentação de um único orçamento para o item de inversão da Subestação de Energia Elétrica. Trata-se de um exame documental básico que deve ser observado pelo Gerente de Negócios responsável pelo atendimento ao cliente, e ainda mais precisamente deve ser criticado pela CENOP, quando da análise do projeto. Por meio do Ofício 2011/830/10, de 20 de março de 2012, assinado pela analista de projetos matrícula 47058, o BNB se manifestou: "Para efeito de definição dos valores dos itens a serem financiados, nesse caso uma subestação de energia, adota-se como procedimento a verificação dos orçamentos apresentados pela empresa tomadora do crédito, conforme orienta o normativo interno do BNB (MP-OC ), tomados como verdadeiros pela análise, adotando-se o de menor valor. A documentação apresentada é inicialmente criticada na fase de instrução da proposta (quantitativa e qualitativamente), pela Agência Operadora e Central de Retaguarda Operacional CRO que, em seguida, encaminha para análise da viabilidade técnica e econômico-financeira da CENOP. Após a realização da análise pela CENOP, toda a documentação é devolvida para Agência/CRO, que realiza crítica prévia da sua conformidade para encaminhamento aos Controles Internos, que finalmente valida todo o processo. Do ponto de vista técnico, para efeito de certificação da adequação da subestação, foi inserida pela análise condição pré-contratual de aprovação pela concessionária de energia elétrica do referido item. Ademais, no que tange à segurança do crédito, de forma específica à incorporação como garantia evolutiva da subestação, esse item não foi considerado pelo Banco, vez que se trata de componente normalmente doado pela empresa à concessionária de energia para sua operacionalização, o que dificultaria uma possível intervenção no sentido de reaver o bem, no caso de uma execução. A operação de crédito contemplou o financiamento parcial do item, R$ 392,6 mil, equivalentes a 51,29% do seu valor total. Por fim, no tocante aos valores dos itens que compõem o bem a ser financiado, procede-se inicialmente uma verificação dos valores constantes das cartas-proposta apresentadas (MP-OC ), sendo estes validados posteriormente, quando da liberação do crédito pela Agência, com a verificação dos respectivos valores no documento fiscal apresentado pelo cliente." d) Análise do Controle Interno: A manifestação do Banco apenas corrobora a falha detectada. No que concerne à identificação dos responsáveis, verifica-se que a análise técnica da proposta, inclusive quanto aos aspectos de valores do projeto, foi feita pela Analista de Projetos matrícula O mesmo documento está assinado pelo Gerente da Central, matrícula , e pelo Gerente Executivo, matrícula Além dos membros da CENOP, identifica-se, de fato, como responsável pela aceitação de apenas uma proposta comercial forjada o próprio Gerente de Negócios, empregado matrícula Quanto aos argumentos apresentados pela analista de projetos matrícula 47058, fazem-se as seguintes considerações: a) a referida analista informa que as propostas comerciais são analisadas quantitativa e analiticamente pela Agência Operadora e pela Central de Retaguarda Operacional. Sobre essa análise, o que se observa é ausência de qualquer registro de sua efetiva realização, muito pelo contrário, ante o descompasso em relação ao preço de mercado, há evidências claras de que não houve nenhuma análise na única proposta de fornecimento apresentada; b) a analista ainda aduz que depois da crítica ao orçamento, a documentação é encaminha para a 18

20 Agência e, na sequência, para os controles internos. Esse aspecto merece destaque, pois evidencia que, apesar da obrigatoriedade de no mínimo 2 (duas) propostas, as demais áreas, inclusive os controles internos, os quais têm o dever de verificar a conformidade do processo, não detectaram a desconformidade de haver apenas 1 (uma) proposta; c) sobre os aspectos relacionados às garantias, verifica-se que, de fato, a Subestação não consta como garantia evolutiva da operação. Todavia, como esta era uma informação acessória, esse fato não descaracteriza o cerne da questão, que é a apresentação de um único orçamento e este ser fraudado. d) por derradeiro, a Analista afirma que os valores dos projetos são cotejados com os valores das notas fiscais. Quanto a esse aspecto, tem-se que o procedimento não é suficiente para evitar fraudes nos valores dos bens ou serviços a serem financiados. Em face de todo o exposto, mantém-se a constatação, tendo sido elidido apenas o aspecto relacionado à situação da subestação estar como garantia evolutiva da operação. e) Conclusão: Do exposto, verificou-se que a empresa Ceará Indústria e Comércio Beneficiamento de Plástico (CNPJ / ) beneficiou-se com a situação apresentada, tendo recebido recursos provenientes de operação de crédito com recursos do FNE, por meio de apresentação de uma única proposta comercial para item de investimento, em desacordo com normativo do Banco, sendo a mesma fraudada. Verificou-se, também, que os fatos apontados confirmam a participação de empregados do BNB na prática de irregularidades que resultaram na contratação, concessão e liberação indevidas de recursos do FNE para a empresa supracitada. Nesta constatação, restou caracterizada a ação de funcionários do banco ao aceitar proposta comercial patentemente fraudada e em quantidade inferior a mínima exigida pelo Manual de Operações de Crédito do Banco. As condutas individualizadas estão devidamente caracterizadas a seguir: 1) os empregados matrícula , Gerente de Negócios da Agência Fortaleza-Centro, à época, aceitou proposta comercial forjada da mutuária para fins de definição do valor do financiamento; 2) os empregados matrícula 47058, Analista de Projetos, matrícula , Gerente Executivo da CENOP, matrícula , Gerente da CENOP, por emitir parecer da CENOP na Proposta de Concessão de Crédito, o qual avaliou o valor do projeto com base em apenas uma proposta de fornecimento para a subestação de energia, em desacordo com os normativos do Banco CONSTATAÇÃO: Orçamento de subestação sobreavaliado; ausência de análise dos orçamentos por parte da CENOP; garantias insuficientes; operação descoberta. a) Fato: A proposta de aquisição e montagem de subestação de energia elétrica de 300 KVA apresentada pelo mutuário informa o valor de R$ ,00. O detalhamento dos equipamentos que compõem a subestação e seus custos unitários está apresentado a seguir: 19

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