1º Encontro Interinstitucional de Ciência e Tecnologia Mini-Curso: Parâmetros para análise de água: instrumentos e metodologia

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1 1º Encontro Interinstitucional de Ciência e Tecnologia Mini-Curso: Parâmetros para análise de água: instrumentos e metodologia Prof. Maria Amélia da S. Campos Souza Prof. Vera Lúcia Abdala Prof. Admildo Costa de Freitas Eng. Agrônomo: Mauro Ferreira Machado

2 1º Encontro Interinstitucional de Ciência e Tecnologia EDUCAÇÃO AMBIENTAL: a interdisciplinaridade em um contexto Paisagístico de bacias hidrográficas

3 INTRODUÇÃO Necessidade da educação ambiental visão crítica e global do meio ambiente desenvolver atitudes críticas posição crítica e participativa em relação ao uso aos recursos naturais INTERDISCIPLINARIDADE

4 Educação Ambiental em Microbacias Hidrográficas EDUCAÇÃO AMBIENTAL (EA) Vocábulo composto por um substantivo e um adjetivo (Layrargues, 2004). Educação ambiental Fazeres pedagógicos Contexto da prática

5 Educação Ambiental em Microbacias Hidrográficas QUAL O PRINCIPAL OBJETIVO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL? Conduzir o indivíduo para atividades responsáveis buscando a harmonia entre homem/sociedade e ambiente.

6 EDUCAÇÃO AMBIENTAL INTERDISCIPLINAR A raiz do nosso dilema ambiental reside no fato de não termos aprendido a pensar ecologicamente. Ou seja, nós aprendemos analisar a pensar o mundo dividindo-o em pedaços. Não aprendemos, porém a pensar o mundo juntando-o de volta, a sintetizá-lo a longo prazo e de forma global. (Tanner, 1982)

7 COMO FAZER A ABORDAGEM INTERDISCIPLINAR NO CONTEXTO GEOGRÁFICO EM BACIAS HIDROGRÁFICAS? Campos Souza, 2009

8 COMO FAZER A ABORDAGEM INTERDISCIPLINAR NO CONTEXTO GEOGRÁFICO EM BACIAS HIDROGRÁFICAS? Observar a paisagem transformada pelo homem.

9 COMO FAZER A ABORDAGEM INTERDISCIPLINAR NO CONTEXTO GEOGRÁFICO EM BACIAS HIDROGRÁFICAS? Observar a degradação. Campos Souza, 2009.

10 EFEITOS ANTRÓPICOS Alterações produzidas pelo homem sobre a paisagem pode alterar parte do ciclo hidrológico quanto a quantidade e qualidade da água; a nível global: Emissões de gases para a atmosfera produz aumento no efeito estufa, alterando as condições das emissões da radiação térmica, poluição aérea, etc; a nível local: obras hidráulicas atua sobre o rios, lagos e oceanos; desmatamento atua sobre o comportamento da bacia hidrográfica; a urbanização também produz alterações localizadas nos processos do ciclo hidrológico terrestre, contaminação das águas, etc.

11 ÁGUAS CONTINENTAIS O escoamento superficial converge para os rios que formam a drenagem principal das bacias hidrográficas. Superficiais Rios Lagos Subterrâneas Abdala, 2010

12 ÁGUAS CONTINENTAIS BACIA HIDROGRÁFICA Região drenada por rio principal e seus afluentes. Representa toda a área de contribuição superficial que a água escoa por gravidade até a seção do rio; Drena toda a água que escoa superficialmente por gravidade para a seção principal; Geografia para todos

13 Bacia hidrográfica O divisor de água subterrâneo pode ser diferente do superficial. Bacia hidrográfica é separada de outra por uma linha divisória, chamada DIVISOR DE ÁGUAS. Cada chuva que cai a partir desse ponto se dirige ao curso de água principal.

14 Divisor de águas ou topográfico foz do curso d`água Sangas

15 Delimitação das Bacias Hidrográficas Definida a partir de uma carta topográfica seguindo as linhas das cristas e as elevações circundantes da seção do curso d água em estudo. Atende apenas a fatores de ordem topográfica, uma linha de divisão de águas, que divide as precipitações que caem e que encaminham o escoamento superficial resultante para um ou outro sistema fluvial;

16

17 Delimitação das Bacias Hidrográficas

18 Delimitação das Bacias Hidrográficas

19 O QUE É UMA BACIA HIDROGRÁFICA? Campos Souza, 2009.

20 A CLASSIFICAÇÃO das bacias hidrográficas: Microbacias; Minibacias; Sub-bacias; Pequenas bacias Fonte: Stimamiglio (2002)

21 Parâmetros para análise de água: instrumentos e metodologia PLANEJAMENTO A partir de um planejamento considerando as dimensões: Ambiental Cultural Social Econômica Política etc. no contexto multidisciplinar Local com desenvolvimento em equilíbrio.

22 Planejamento Caracterização: Identificar os Principais Aspectos Ambientais e Socioeconômicos. Avaliação ambiental distribuída: Identificação dos Indicadores e caracterização dos efeitos ambientais da Bacia Hidrográfica. Conflitos: identificação das áreas pontuais. Participação Pública: Discussão. Avaliação Ambiental Integrada: Avaliar os impactos ambientais causados pela ação antrópica. Resultado: Diretrizes para subsidiar futuros estudos.

23 Planejamento Características físicas da Área de Estudo Área Precipitação pluviométrica Intensidade máxima; pluviogramas; médias Rede de drenagem Densidade de drenagem Tempo de concentração Enxurrada máxima Método racional Declividade média

24 Plano de Manejo de Bacia Hidrográfica Cenários de Avaliação: horizontes, riscos, etc Diagnóstico dos Recursos Hídricos Estratégias, metas de uso, racionalização e melhoria da qualidade da água, visando metas ambientais Alternativas de desenvolvimento setorial e intersetoriais Avaliação de balanço de quantidade e qualidade de água Medidas: Programas e Projeto para Atendimento das Metas Estratégias setoriais e intersetoriais Identificação dos conflitos Outorga e Cobrança de Água Restrições de Uso e controle para Proteção INSUMOS AVALIAÇÃO RESULTADOS Mecanismo de Participação Pública

25 Preparo de Trabalho de Campo Manejo de Bacia Hidrográfica 1ª Etapa Análise: Análise preliminar de uma bacia hidrográfica; escolha da região a ser estudada; carta topográfica; imagem de satélite; fotos áreas.

26 Carta Topográfica

27 Imagem de Satélite de Uberaba

28 Fotografia Aérea

29 2ª Etapa Materiais: Vestimentas apropriadas; Prancheta para anotações; GPS; Máquina fotográfica e filmadora; Equipamentos de coleta de acordo com o estudo a ser realizado; Bússola.

30 Exemplo de Procedimento 1 COLETA DE ÁGUA SUPERFICIAL Foto 1: Bolsas térmicas com gel Foto 2: Material para coleta de água: 2 tubos para centrífuga, unidades filtrantes e seringa descartável sem agulha Foto 3: Amostras de água acondicionadas na bandeja de isopor

31 Foto 5: Coleta de amostra de água no rio Foto 4: Coleta da amostra de água (observar a posição do filtro entre a seringa e o tubo) Foto 6: Número da amostra registrado na tampa e no corpo do tubo

32 Foto 7: Fita isolante vermelha ao redor da tampa para facilitar a identificação da amostra para análise dos cátions Foto 8: Amostras acondicionadas na bandeja dentro da caixa de isopor com as bolsas térmicas Foto 9: Fita isolante amarela ao redor da tampa para facilitar a identificação da amostra para análise dos ânions

33 Exemplo de Procedimento 2 Uma sonda multiparametro que pode registrar 13 parâmetros físico químicos de Qualidade de agua até a cada 1 segundo. Possui um sistema de monitoramento da qualidade da água com precisão de Horiba U-22 laboratório, para ser utilizado também em campo.

34 O analisador de qualidade da água pode medir simultaneamente: ph, temperatura, oxigênio dissolvido, condutividade, salinidade, turbidez, sólidos totais dissolvidos (TSD), profundidade da água, potencial de óxido redução (ORP). Facilita a obtenção de dados, altamente confiáveis, da qualidade da água, de modo simples e rápido, apenas submergindo o sensor na água.

35 Fotos da coleta rio Uberaba

36 Abdala, 2009

37 Abdala, 2009

38 Abdala, 2009

39 1º Encontro Interinstitucional de Ciência e Tecnologia PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICOS DE ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO

40 PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICOS DE ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO ÁGUA: Recurso natural de valor econômico, estratégico e social, essencial à existência e bem estar do homem e à manutenção dos ecossistemas do planeta, a água é um bem comum a toda a humanidade. Especialistas acreditam que em cerca de 20 anos teremos no mundo uma crise semelhante a do petróleo, relacionada com a disponibilidade de água de boa qualidade. A água está se tornando uma comodity em crise.

41 Onde está a água no planeta? Todo mundo sabe que o Planeta Terra é formado por muita água, mas...

42 A situação da água no mundo Regiões onde há deficiência de água África: Saara ( km 2 ) - Kalahari ( km 2 ) Ásia: Arábia ( km 2 ) - Gobi ( km 2 ) Chile: Atacama ( km 2 ) Onze países da África e nove do Oriente Médio já não têm água. A situação também é crítica no México, Hungria, Índia, China, Tailândia e Estados Unidos.

43 Consumo Médio de Água no Mundo/Faixa de Renda Fonte: Relatório do Banco Mundial Disponibilidade de Água por Habitante/Região (1000m 3 ) Fonte: N.B. Ayibotele The world water: assessing the resource.

44 A SITUAÇÃO DA ÁGUA NO BRASIL O Brasil detém 11,6% da água doce superficial do mundo. Os 70 % da água disponíveis para uso estão localizados na Região Amazônica. Os 30% restantes distribuem-se desigualmente pelo País, para atender a 93% da população. Distribuição dos Recursos Hídricos, da Superfície e da População (em % do total do país) Fonte: DNAEE 1992

45 PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICOS DE ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO IMPORTÂNCIA DA ÁGUA: Histórico: Água foi considerada por Aristóteles como elemento químico até o fim do século XVII. A partir desta data Lavoisier através de seus estudos, levou em consideração a combustão do hidrogênio e notou a presença da formação de umidade. A partir deste momento Covemdish observou que misturando hidrogênio com oxigênio em certas proporções obtinha como produto a água (H 2 O).

46 PROPRIEDADES QUÍMICAS DA ÁGUA 1º- A água reage com metais alcalinos (elementos do grupo 1A da tabela periódica) violentamente, dando como produto da reação hidróxidos metálicos mais hidrogênio.

47 PROPRIEDADES QUÍMICAS DA ÁGUA 2º- A água reage em condições normais com metais alcalinos terrosos (Grupo 2A), tendo como produto da reação hidróxidos metálicos mais hidrogênios.

48 PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICOS DE ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO ESTADO NATURAL DA ÁGUA A água é muito abundante na natureza: No estado sólido (geleiras), no estado líquido (rios e mares) como no estado gasoso (na atmosfera). E as nuvens???? A água na natureza nunca é pura, pois possui em dissolução substâncias sólidas, líquidas, ou gasosas que encontra na sua passagem pelo solo, ou atmosfera, como por exemplo: minerais, sais, gases, substâncias orgânicas e outros compostos. E a chuva?

49 QUALIDADE DA ÁGUA DISPONÍVEL A poluição das águas devido as atividades humanas aumentou vertiginosa-mente nos últimos 50 anos. De acordo com a legislação, a poluição da água pode ser: Pontual Descarga de efluentes a partir de indústrias e de estações de tratamento de esgoto ou Difusa Escoamento superficial urbano, escoamento superficial de áreas agrícolas e deposição atmosférica São bem localizadas, fáceis de identificar e de monitorar Espalham-se por toda a cidade, são difíceis de identificar e tratar

50 PARÂMETROS DE QUALIDADE DAS ÁGUAS: A qualidade da água pode ser representada através de diversos parâmetros que traduzem as suas principais características físicas, químicas e biológicas. Os itens seguintes descrevem, os principais parâmetros, apresentando o conceito do mesmo, a sua origem (natural ou antropogênica), a sua importância sanitária, a sua utilização e as interpretações dos resultados de análises. Tais parâmetros podem ser utilizados para caracterizar águas de abastecimentos, águas residuais, ou mananciais e corpos receptores.

51 PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICOS DE ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO Padrões de potabilidade A água própria para o consumo, ou água potável, deve obedecer certos requisitos na seguinte ordem: Organolética: não possui odor e sabor objetáveis; Física: ser de aspecto agradável; não ter cor e turbidez acima do padrão de potabilidade; Química: não conter substâncias nocivas ou tóxicas acima dos limites de tolerância para o homem; Biológica:não conter germes patogênicos.

52 PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICOS DE ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO Os padrões de potabilidade indicam as concentrações máximas permissíveis de alguns parâmetros. No Brasil, acham-se em vigor as normas e o padrão de potabilidade da água, estabelecidos pelo Ministério da Saúde, através da Portaria 36/GM de 19/01/1990.

53 QUALIDADE X USO DA ÁGUA A água é um elemento vital para as atividades humanas e para a manutenção da vida. Para satisfazer as necessidades humanas e ambientais, é necessário que a água tenha certas características qualitativas, e as exigências com relação à pureza da água variam com o seu uso. A água utilizada para análises clínicas, por exemplo, deve ser tanto quanto possível isenta de sais e outras substâncias em solução ou suspensão. Já para a navegação e para a geração de energia, por exemplo, a água deve apenas atender ao requisito de não ser excessivamente agressiva às estruturas. Para os processos biológicos incluindo a manutenção dos ecossistemas, a alimentação humana e a dessedentação animal, as exigências são intermediárias.

54 ANÁLISES FÍSICO-QUÍMICAS DA ÁGUA TITULOMÉTRICAS Alcalinidade total A alcalinidade total de uma água é dada pelo somatório das diferentes formas de alcalinidade existentes, ou seja, é a concentração de hidróxidos, carbonatos e bicarbonatos, expressa em termos de carbonato de cálcio. Pode-se dizer que a alcalinidade mede a capacidade da água em neutralizar os ácidos. A medida da alcalinidade é de fundamental importância durante o processo de tratamento de água, pois é em função do seu teor que se estabelece a dosagem dos produtos químicos utilizados.

55 ALCALINIDADE TOTAL Método de determinação Titulação com Ácido Sulfúrico Fluxograma da análise

56 GÁS CARBÔNICO LIVRE O gás carbônico livre existente em águas superficiais normalmente está em concentração menor do que 10 mg/l, enquanto que em águas subterrâneas pode existir em maior concentração. O gás carbônico contido na água pode contribuir significativamente para a corrosão das estruturas metálicas e de materiais à base de cimento (tubos de fibro-cimento) de um sistema de abastecimento de água e por essa razão o seu teor deve ser conhecido e controlado.

57 GÁS CARBÔNICO LIVRE Método de determinação Titulação com Hidróxido de Sódio Fluxograma da análise de CO 2

58 CLORETOS Geralmente os cloretos estão presentes em águas brutas e tratadas em concentrações que podem variar de pequenos traços até centenas de mg/l. Estão presentes na forma de cloretos de sódio, cálcio e magnésio. Concentrações altas de cloretos podem restringir o uso da água em razão do sabor que eles conferem e pelo efeito laxativo que eles podem provocar. Os métodos convencionais de tratamento de água não removem cloretos.

59 CLORETOS Método de determinação Titulação com Nitrato de Prata. Fluxograma da análise de cloretos

60 DUREZA TOTAL A dureza total é calculada como sendo a soma das concentrações de íons cálcio e magnésio na água, expressos como carbonato de cálcio.

61 DUREZA TOTAL Método de determinação Titulação com EDTA (do inglês Ethylenediamine tetraacetic acid) ácido etilenodiamino tetra-acético Fluxograma da análise

62 PH O termo ph representa a concentração de íons hidrogênio em uma solução. Na água, este fator é de excepcional importância, principalmente nos processos de tratamento. Na rotina dos laboratórios das estações de tratamento ele é medido e ajustado sempre que necessário para melhorar o processo de coagulação/floculação da água e também o controle da desinfecção. O valor do ph varia de 0 a 14. Abaixo de 7 a água é considerada ácida e acima de 7, alcalina. Água com ph 7 é neutra.

63 PHMETRO Existem no mercado vários aparelhos para determinação do ph. São denominados de potenciômetros ou colorímetros.

64 ANÁLISES COLORIMÉTRICAS Cloro residual livre O cloro é um produto químico utilizado na desinfecção da água. Sua medida é importante e serve para controlar a dosagem que está sendo aplicada e também para acompanhar sua evolução durante o tratamento. Os principais produtos utilizados são: hipoclorito de cálcio, cal clorada, hipoclorito de sódio e cloro gasoso.

65 CLORO RESIDUAL LIVRE Método de determinação Comparação visual comparador colorimétrico;

66 COR A cor da água é proveniente da matéria orgânica como, por exemplo, substâncias húmicas, taninos e também por metais como o ferro e o manganês e resíduos industriais fortemente coloridos. A cor, em sistemas públicos de abastecimento de água, é esteticamente indesejável. A sua medida é de fundamental importância, visto que água de cor elevada provoca a sua rejeição por parte do consumidor e o leva a procurar outras fontes de suprimento muitas vezes inseguras.

67 COR Método de determinação Método de Comparação visual Determinação de: FLUORETOS, COR NATURAL DE ÁGUA, ALUMÍNIO, FERRO, MANG ANÊS, NITROGÊNIO Colorímetro Visual Modelo DLNH-100

68 TURBIDEZ A turbidez da água é devido à presença de materiais sólidos em suspensão, que reduzem a sua transparência. Pode ser provocada também pela presença de algas, plâncton, matéria orgânica e muitas outras substâncias como o zinco, ferro, manganês e areia, resultantes do processo natural de erosão ou de despejos domésticos e industriais.

69 TURBIDEZ Existem equipamentos específicos para determinação da turbidez na água. Método Nefelométrico Turbidímetro TurbiDirect Aqualytic

70 SABOR E ODOR Conforme Sperling (1995), pode-se definir como sabor à interação entre o gosto (salgado, doce, azedo e amargo), e o odor. O odor está basicamente relacionado com a sensação olfativa. Os principais constituintes responsáveis pelo sabor e odor são os sólidos em suspensão, os sólidos dissolvidos e os gases dissolvidos. O sabor e o odor podem possuir duas origens: natural e antropogênica. A natural, por matéria orgânica em decomposição, microorganismo (ex. algas) ou por gases dissolvidos, como por exemplo ácido sulfídrico (H 2 S), enquanto que, a origem antropogênica é simplesmente relacionada com despejos domésticos, industriais ou gases dissolvidos.

71 TEMPERATURA A temperatura possui duas origens quando relacionada com o parâmetro de caracterização de águas. A primeira é a origem natural, que está relacionada à transferência de calor por radiação, condução e convecção entre atmosfera e solo, enquanto a origem antropogênica está relacionada com águas de torres de resfriamento e despejos industriais. Qual a importância da temperatura como parâmetro sanitário?

72 SÓLIDOS TOTAIS Sólidos: são compostos por substâncias dissolvidas e em suspensão, e também são classificados como fixos (inorgânicos) e voláteis (orgânicos). Sólidos Totais Sólidos Suspensos (> 1,2 m) Sólidos Dissolvidos (< 1,2 m) Sólidos Suspensos Voláteis (Mat. Orgânica) Sólidos Suspensos Fixos (Mat. Inorgânica) Sólidos Dissolvidos Voláteis (Mat. Orgânica) Sólidos Dissolvidos Fixos (Sais Inorgânicos)

73 PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICOS DE ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO MATÉRIA ORGÂNICA está contida na fração de sólidos voláteis, mas normalmente é medida de forma indireta pela DBO e DQO. Pode ser medida também como carbono orgânico total (COT), em águas limpas e efluentes para reuso. O QUE É DBO? COMO SE DETERMINA? OQUE É DQO? COMO SE DETERMINA? O QUE É COT? COMO SE DETERMINA? Problemas?

74 OUTROS PARÂMETROS Detergentes: existem os detergentes catiônicos e os aniônicos, mas somente os últimos são controlados pela legislação. DETERMINAÇÃO ESPECTROFOTOMÉTRICA Fenóis: podem originar-se em composições desinfetantes, em resinas fenólicas e outras matérias primas. DETERMINAÇÃO ESPECTROFOTOMÉTRICA OU COLORIMÉTRICA

75 OUTROS PARÂMETROS Óleos e graxas: é muito comum a origem nos restaurantes industriais. As oficinas mecânicas, casa de caldeiras, equipamentos que utilizem óleo hidráulico além de matérias primas com composição oleosa (gordura de origem vegetal, animal e óleos minerais). O método mais utilizado é o de extração com solvente, conhecido como método Soxhlet. Matéria inorgânica: é toda àquela composta por átomos que não sejam de carbono (exceto no caso do ácido carbônico e seus sais). Os poluentes inorgânicos são os sais, óxidos, hidróxidos e os ácidos.

76 OUTROS PARÂMETROS Nitrogênio e Fósforo: presentes nos esgotos sanitários e nos efluentes industriais são essenciais às diversas formas de vida, causando problemas devido à proliferação de plantas aquáticas nos corpos receptores. Metais: são analisados de forma elementar. Tóxicos: alumínio; cobre; cromo; chumbo; estanho; níquel; mercúrio; vanádio; zinco. Etc...

77 1º Encontro Interinstitucional de Ciência e Tecnologia Exemplo de Procedimento 3 Vazão Definição: Volume de água que passa por uma determinada seção, de um rio ou canal, num determinado intervalo de tempo. A medida de vazão em um curso d água é efetuada de forma indireta a partir da medida de velocidade ou de nível. Pode-se quantificar o consumo, se avaliar a disponibilidade dos recursos hídricos e se planificar a respectiva gestão da bacia hidrográfica. Cálculo de vazão

78 Método Flutuador

79

80 dois conjuntos de medidores de vazão ( por molinete e sensor ultrasônico) para medição de vazões em rios e válvulas dispersoras dos açudes.

81 Método: Molinete A medida de vazão em uma seção transversal de um canal fluvial é efetuada, normalmente, com o auxílio de molinete, com o qual se obtém a medida da velocidade da corrente fluvial em pontos preestabelecidos (Fig. 1). Fig. 1 Molinete de hélice

82 A velocidade da corrente de um fluxo fluvial é, normalmente, maior na parte central de um rio do que em suas margens. Em função dessa variação da velocidade da corrente em diferentes pontos da seção transversal, devem-se obter medidas em diversos pontos tanto na superfície da seção transversal como em diversos níveis em cada seção vertical (Fig.2 e 3). Fig. 2 Perfil de velocidade com os respectivos pontos de medição recomendados Fig. 3 Seção transversal com indicação das verticais e representação da velocidade da corrente medida

83 Exemplo de Procedimento 3 Métodos de Medida de Vazão 1. Em pequenos córregos e fontes: O Método mais simples para medição de vazão consiste em: recolher a água em um recipiente de volume conhecido (tambor, barril, etc.); contar o número de segundos gastos para encher completamente o recipiente. Exemplo: Se um tambor de 200 litros fica cheio em 50 segundos, a vazão será: Q = 200 litros = 4,0 litros/segundo 50 seg.

84 1. Em pequenos córregos e fontes: Para ter-se a vazão em: Litros por minuto (l/min): multiplica-se por 60; Litros por hora (l/h): multiplica-se por 3.600; Litros por dia (l/d): multiplica-se por Observação: No caso de correntes de volume e velocidade muito pequenos, devem ser utilizados tambores de 18 litros de capacidade.

85 2. Em função da área e da velocidade A vazão aproximada de uma corrente do tipo médio pode ser determinada pelo conhecimento da velocidade da água e da área da seção transversal de um trecho da veia líquida. 3.Determinação da velocidade Como é mostrado na figura, sobre uma das margens da corrente marcam-se, a uma distância fixada, dois pontos de referência, A e B. Solta-se, a partir da referência A, e na linha média da corrente, um flutuador (rolha de cortiça, bola de borracha, pedaço de madeira, etc.) e anota-se o tempo gasto para que ele atinja a referência B. Exemplo: se a distância entre A e B é de 10 metros e o tempo gasto pelo flutuador para percorrê-la é de 20 segundos, então, a velocidade da corrente é:

86 4. Determinação da seção transversal Em corrente de seção transversal aproximadamente constante ao longo de um certo trecho, procede-se da seguinte maneira: Escolhe-se uma seção (F-F) intermediária entre os pontos A e B e determina-se a largura que a corrente aí apresenta. Procede-se a uma sondagem ao longo da seção (F-F), utilizando-se varas, paus, ou escalas graduadas. Exemplo: Suponhamos que os dados são os seguintes:

87 4. Determinação da seção transversal A área média da seção transversal será: Am = 4,00m x 1,00m = 4,00m2 Finalmente vem para vazão da corrente: Q = área média da seção transversal x velocidade Q = 4,00m2 x 0,50m/s = 2,00m3/s = 2.000l/s. Observação: - Em correntes de seção transversal variável, a área média utilizada no cálculo da vazão é a média aritmética das áreas das seções transversais determinadas em A-A e B-B.

88 4. Determinação da seção transversal Determinação da seção transversal - Atualmente, os flutuadores são pouco usados para medições precisas, em virtude de ocorrência de muitos erros, em razão de causas perturbadoras,como os ventos, irregularidades do leito do curso de água, etc... Empregase nas medições expedidas e na falta de outros recursos.

89 5. Com aplicação do vertedouro de madeira Este método é aplicável a correntes até 3,00m de largura. vertedouro é colocado perpendicularmente à corrente, barrando-a e obrigando a passagem da água pela seção triangular (figura ); em um dos lados do vertedouro coloca-se uma escala graduada em centímetros, na qual faz-se a leitura do nível alcançado pela água (figura 11). Para determinação da vazão da corrente, toma-se a leitura na escala graduada e consulta-se a tabela para cálculo de vazão em Vertedouro Triangular. Exemplo: se

90 Vertedouro de madeira

91 1º Encontro Interinstitucional de Ciência e Tecnologia Exemplo de Procedimento 4 A Construção de Conhecimento a partir de análise de Paisagem em Bacia Hidrográfica Método: Escolas, universidades e empresas; Campus Uberaba do IFTM com alunos do Ensino Médio e Técnico para pesquisa de doutorado em Ciências do Solo; Abordagem Interdisciplinar.

92 Campos, 2009 OBJETIVO Atividades teórico-práticas, Desenvolver atividades teórico-práticas interdisciplinar em educação ambiental e apresentar a importância de educação em solo na unidade territorial de microbacia hidrográfica.

93 Número de respostas RESULTADOS E DISCUSSÕES 12 Impactos ambientais causados pela agricultura Questionário E.M. E.M.T. Respostas Geradas

94 Número de respostas RESULTADOS E DISCUSSÕES Impactos ambientais causados pela agricultura Questionário E.M. E.M.T. Respostas Geradas

95 Número de respostas Resultados e discussões Como amenizar os impactos ambientais do uso e ocupação do solo - Questionário Fazer reflorestamento Rotação de culturas Diminuir agrotóxicos Não desmatar Uso racional do solo Fazer plantio direto Agricultura familiar Sem resposta E.M. E.M.T. Respostas Geradas

96 Número de respostas Resultados e discussões Como amenizar os impactos ambientais do uso e ocupação do solo - Questionário Evitar o desmatamento Evitar agrotóxicos para não... Respeitar as APPs Rotação de cultura para não... Fazer plantio direto na palha Uso curvas de nível Plantio orgânico Sem resposta E.M. E.M.T. Respostas Geradas

97 CONCLUSÕES A teoria associada com a prática deixa de ser só do professor e passa a ser de todos. Fala dos alunos de 2009 Os alunos destacaram a importância da interdisciplinaridade como ferramenta facilitadora também no ensino/aprendizagem, aliando conteúdo que pode agora ser abordado, trabalhado e discutido com a sociedade civil. Fonte: Machado, 2009 Turma de 2009 Córrego Lanoso

98 Conclusão: O que pode ser gerado a partir da coleta de dados: Mapas da área de estudo; Análise dos parâmetros de água que podem gerar gráficos; Diagnóstico socioambiental; Zoneamento.

99 Pontos demarcados para medição de vazão na APA do rio Uberaba, em Fonte: Abdala, 2005.

100 Mapa de isoconcentração de nascentes da APA do rio Uberaba Fonte: Abdala, 2005.

101 REFERÊNCIAS BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros curriculares Nacionais: ensino médio. Brasília:MEC; SEMTEC, MARSH, G. P. Man and nature. Disponível em:<http://books.google.com.br/books?id=q- 7wEQi0Gj0C&printsec=frontcover&dq=man+and+nature&source > Acesso em 2 de Janeiro de SOUZA, M.A.S.C. Ensino de língua e metodologia de projetos: o caso do ensino médio no CEFET de Uberaba. UFRRJ, 2005 (Dissertação de mestrado

102 POR HOJE É SÓ PESSOAL

103 "Você não pode ensinar nada a um homem; você pode apenas ajudá-lo a encontrar a resposta dentro dele mesmo." Galileu Galilei

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