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1 Auditor da Receita: prova comentada de contabilidade geral e avançada Olá, amigas e amigos concurseiros! Com todas as questões comentadas, aqui está a prova de contabilidade geral e avançada aplicada para auditor-fiscal/2012. Peço que me desculpem pelos erros e descuidos, pois esse trabalho foi feito às pressas, em razão da urgência. Quem tem meus livros Contabilidade Básica 9ª edição e Contabilidade Avançada 5ª edição pode conferir mais detalhes, acompanhando as páginas citadas antes dos comentários. Para minha felicidade, apenas uma questão não está explicitamente contida nesses livros. Boa sorte e um forte abraço! Ricardo Ferreira CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA 1 - Entre as características qualitativas de melhoria, a comparabilidade está entre as que os analistas de demonstrações contábeis mais buscam. Dessa forma, pode-se definir pela estrutura conceitual contábil que comparabilidade é a característica que a) permite que os usuários identifiquem e compreendam similaridades dos itens e diferenças entre eles nas Demonstrações Contábeis. b) utiliza os mesmos métodos para os mesmos itens, tanto de um período para outro, considerando a mesma entidade que reporta a informação, quanto para um único período entre entidades. c) considera a uniformidade na aplicação dos procedimentos e normas contábeis, onde, para se obter a comparabilidade, as entidades precisam adotar os mesmos métodos de apuração e cálculo. d) garante que usuários diferentes concluam de forma completa e igual, quanto à condição econômica e financeira da empresa, sendo levados a um completo acordo. e) estabelece procedimentos para a padronização dos métodos e processos aplicados em demonstrações contábeis de mesmo segmento. página 41. Características qualitativas de melhoria QC19. Comparabilidade, verificabilidade, tempestividade e compreensibilidade são características qualitativas que melhoram a utilidade da informação que é

2 relevante e que é representada com fidedignidade. As características qualitativas de melhoria podem também auxiliar a determinar qual de duas alternativas que sejam consideradas equivalentes em termos de relevância e fidedignidade de representação deve ser usada para retratar um fenômeno. Comparabilidade QC20. As decisões de usuários implicam escolhas entre alternativas, como, por exemplo, vender ou manter um investimento, ou investir em uma entidade ou noutra. Consequentemente, a informação acerca da entidade que reporta informação será mais útil caso possa ser comparada com informação similar sobre outras entidades e com informação similar sobre a mesma entidade para outro período ou para outra data. QC21. Comparabilidade é a característica qualitativa que permite que os usuários identifiquem e compreendam similaridades dos itens e diferenças entre eles. Diferentemente de outras características qualitativas, a comparabilidade não está relacionada com um único item. A comparação requer no mínimo dois itens. QC22. Consistência, embora esteja relacionada com a comparabilidade, não significa o mesmo. Consistência refere-se ao uso dos mesmos métodos para os mesmos itens, tanto de um período para outro considerando a mesma entidade que reporta a informação, quanto para um único período entre entidades. Comparabilidade é o objetivo; a consistência auxilia a alcançar esse objetivo. QC23. Comparabilidade não significa uniformidade. Para que a informação seja comparável, coisas iguais precisam parecer iguais e coisas diferentes precisam parecer diferentes. A comparabilidade da informação contábilfinanceira não é aprimorada ao se fazer com que coisas diferentes pareçam iguais ou ainda ao se fazer coisas iguais parecerem diferentes. QC24. Algum grau de comparabilidade é possivelmente obtido por meio da satisfação das características qualitativas fundamentais. A representação fidedigna de fenômeno econômico relevante deve possuir naturalmente algum grau de comparabilidade com a representação fidedigna de fenômeno econômico relevante similar de outra entidade que reporta a informação. QC25. Muito embora um fenômeno econômico singular possa ser representado com fidedignidade de múltiplas formas, a discricionariedade na escolha de métodos contábeis alternativos para o mesmo fenômeno econômico diminui a comparabilidade. A Estrutura Conceitual evidencia a necessidade de as demonstrações contábeis da entidade serem comparáveis entre si ao longo dos anos, bem como com demonstrações de outras entidades. Para alcançar esse objetivo, torna-se necessário que a mensuração e apresentação dos efeitos financeiros de fatos semelhantes sejam processadas de modo consistente ao longo dos diversos exercícios. Portanto, é preciso informar os métodos ou critérios adotados pela entidade, as mudanças e os seus efeitos. Todavia, a Estrutura Conceitual não defende a uniformidade a todo custo, recusando que ela se torne um impedimento à introdução de normas contábeis aperfeiçoadas. Se a prática contábil adotada não está em conformidade com as características qualitativas de relevância e representação fidedigna, deve ser mudada, ainda que em prejuízo da uniformidade de critério. Também não se devem manter certas práticas contábeis quando existam alternativas mais relevantes e confiáveis.

3 2 - A Empresa Controladora S.A., companhia de capital aberto, apura um resultado negativo de equivalência patrimonial que ultrapassa o valor total de seu investimento na Empresa Adquirida S.A. em R$ ,00. A Empresa Controladora S.A. não pode deixar de aplicar recursos na investida, uma vez que ela é a única fornecedora de matéria-prima estratégica para seu negócio. Dessa forma, deve a investidora registrar o valor da equivalência a) a crédito do investimento, ainda que o valor ultrapasse o total do investimento efetuado. b) a crédito de uma provisão no passivo, para reconhecer a perda no investimento. c) a crédito de uma provisão no ativo, redutora do investimento. d) a débito do investimento, ainda que o valor ultrapasse o total do investimento efetuado. e) a débito de uma reserva de capital, gerando uma cobertura para as perdas. página 321. Uma vez reduzida a zero o saldo contábil da participação do investidor, eventuais perdas adicionais apenas são consideradas e um passivo somente é reconhecido caso o investidor tenha incorrido em obrigações legais ou construtivas (não formalizadas) de fazer pagamentos em nome da coligada. Por exemplo, o investidor se compromete a pagar eventuais dívidas da coligada para não prejudicar sua imagem no mercado. Se a coligada subsequentemente apura lucros, o investidor deve retomar o reconhecimento de sua participação nesses lucros somente após o ponto em que a parte que lhe cabe nesses lucros posteriores se iguala à sua participação nas perdas não reconhecidas, ou seja, a partir de quando recupera o prejuízo. 3 - Na identificação e determinação de erro contábil de períodos anteriores, devem ser consideradas as omissões e incorreções nas demonstrações contábeis da entidade de um ou mais períodos anteriores que a) não estavam disponíveis quando da autorização para divulgação das demonstrações contábeis desses períodos e não retroagissem a prazo superior a dois exercícios contábeis. b) somente quando se verifica efetivamente fraudes administrativas nos cálculos e informações que respaldaram as informações sobre as quais as demonstrações retrospectivas foram baseadas. c) na avaliação de seus efeitos incluíssem os efeitos decorrentes de cálculos matemáticos ou aplicação equivocada de políticas contábeis que não retroagissem a cinco períodos contábeis. d) contivessem informações que pudessem ter sido razoavelmente obtidas e levadas em consideração na elaboração e na apresentação dessas demonstrações contábeis.

4 e) a necessidade de uma reapresentação retrospectiva exigir premissas baseadas no que teria sido a intenção da Administração naquele momento passado e não produzissem efeitos fiscais. Base para a solução: CPC 23. Erros de períodos anteriores são omissões e incorreções nas demonstrações contábeis da entidade de um ou mais períodos anteriores decorrentes da falta de uso, ou uso incorreto, de informação confiável que: (a) estava disponível quando da autorização para divulgação das demonstrações contábeis desses períodos; e (b) pudesse ter sido razoavelmente obtida e levada em consideração na elaboração e na apresentação dessas demonstrações contábeis. Tais erros incluem os efeitos de erros matemáticos, erros na aplicação de políticas contábeis, descuidos ou interpretações incorretas de fatos e fraudes. 4 - Os bens adquiridos e mantidos pela empresa, sem a produção de renda e destinados ao uso futuro para expansão das atividades da empresa, são classificados no balanço como a) Imobilizado em Andamento. b) Realizável a Longo Prazo. c) Propriedades para Investimentos. d) Investimentos Temporários. e) Outros Investimentos Permanentes. página 259. A Lei das Sociedades por Ações estabelece que também são classificados no ativo não circulante, como investimentos, os direitos de qualquer natureza, não classificáveis no ativo circulante, e que não se destinem à manutenção da atividade da companhia ou da empresa. Esse item recebe os ativos que não podem ser classificados em outros grupos e subgrupos. Vale dizer, na hipótese de o direito não se enquadrar em outra disposição da lei sobre a classificação dos elementos do ativo, deve-se incluí-lo entre os demais investimentos. Apesar da omissão no texto da Lei nº 6.404/76, para que os direitos de qualquer natureza figurem no ativo não circulante como investimentos, também é necessário que não possam ser classificados no ativo realizável a longo prazo. O texto do art. 179, inciso III, parte final, seria mais adequado se dissesse:... e os direitos de qualquer natureza, não classificáveis no ativo circulante, nem no ativo realizável a longo prazo, e que não se destinem à manutenção da atividade da companhia. O inciso supramencionado identifica os bens corpóreos e incorpóreos da entidade que não estejam sendo utilizados em suas atividades usuais. Geralmente, os direitos de qualquer natureza classificados no ativo não circulante entre os investimentos são bens que a companhia não destinou ainda à negociação, muito embora nada

5 a impeça de fazê-lo, já que esses bens não se destinam à manutenção das suas atividades. Apesar de serem classificados como investimentos permanentes, esses bens podem ser alienados a qualquer momento. São classificados como investimentos permanentes os terrenos e edificações fora de uso, ou destinados à locação, ou à futura expansão. A partir do momento em que haja a destinação desses imóveis para as atividades da companhia, eles deverão ser reclassificados, passando para o imobilizado. Também são investimentos permanentes: obras de arte, antiguidades, marcas e patentes fora de uso. Apesar de não haver menção ao fato na Lei das Sociedades por Ações, alguns bens classificados como investimentos permanentes estão sujeitos a depreciação. É o caso das edificações, fora de uso nas atividades da companhia, alugadas a terceiros. 5 - A empresa Valorização S.A. tem como estratégia a compra de suas próprias ações para aumentar a liquidez de seus papéis no mercado e aproveitar a vantagem da diferença entre o valor patrimonial e o valor de mercado. O resultado obtido, quando da venda dessas ações em tesouraria, pela empresa Valorização S.A., deve ser contabilizado como a) reserva de capital, quando gerarem um ganho. b) outras receitas operacionais, quando gerarem um ganho. c) ágio na venda de ações, quando gerarem uma perda. d) ações em tesouraria, quando gerarem uma perda. e) despesas não operacionais, quando gerarem uma perda. página 516. De acordo com o 5 do art. 182, da Lei n 6.404/76, as ações em tesouraria deverão ser destacadas no balanço como dedução da conta de patrimônio líquido que registrar a origem dos recursos aplicados na sua aquisição. Ações em tesouraria são títulos de emissão da companhia que ela própria adquiriu. Isso torna a sociedade acionista de si mesma. Nas sociedades por cotas, há as cotas em tesouraria ou cotas liberadas. Ao julgar que suas ações valem mais do que o ofertado no mercado, a companhia pode, por exemplo, aproveitar a baixa cotação para comprar seus títulos. Isso tende a ser visto com bons olhos pelo mercado, pois gera presunção de que a empresa está confiante em seu futuro. Outro objetivo poderia ser aumentar o volume de negócios com as ações. Estabelece o art. 30 da mesma lei que a companhia não pode negociar com as próprias ações. Entre as exceções, a Lei das Sociedades por Ações admite a aquisição de suas pela companhia para permanência em tesouraria, desde que até o valor do saldo de lucros ou reservas, exceto a legal. Mas determina que essas ações, enquanto mantidas em tesouraria, não darão direito a dividendo nem a voto. Ao excluir os direitos patrimoniais e políticos, o legislador pretendeu evitar que a companhia possa utilizar a negociação com suas próprias ações como forma de manipular as cotações dos títulos no mercado.

6 A CVM, por meio da Instrução n 10/80, ao dispor sobre a compra das próprias ações pelas companhias abertas, fixou que a aquisição é vedada quando: 1 - importar na diminuição do capital social; 2 - requerer a utilização de recursos superiores ao saldo de lucros ou reservas disponíveis, constantes do último balanço; 3 - criar, por ação ou omissão, direta ou indiretamente, condições artificiais de demanda, oferta ou preço das ações ou envolver práticas não equitativas; 4 - tiver por objeto ações não integralizadas ou pertencentes ao acionista controlador; 5 - estiver em curso oferta pública de aquisição de suas ações. Para efeitos da aquisição de ações em tesouraria, a CVM considera disponíveis todas as reservas, com exceção das seguintes: 1 - legal; 2 - de lucros a realizar; 3 - de reavaliação (enquanto houver); 4 - especial de dividendo obrigatório não distribuído. O limite previsto na Instrução n 10/80 para a aquisição das próprias ações é de até 10% dos títulos em circulação. O resultado líquido proveniente da alienação de ações em tesouraria é contabilizado: 1 - se positivo, como reserva de capital, a crédito de conta específica; 2 - se negativo, a débito das contas de reservas ou lucros que registrem a origem dos recursos aplicados em sua aquisição. Na aquisição pela companhia de ações de sua emissão: D - Ações em Tesouraria C - Caixa Na alienação com lucro: D - Caixa C - Ações em Tesouraria C - Reserva de Capital Lucro na Alienação Na alienação com prejuízo: D - Caixa D - Reserva de Lucro, de Capital ou Lucros Acumulados (conforme a origem) C - Ações em Tesouraria No caso das companhias abertas, as ações só poderão ser adquiridas para manutenção em tesouraria se houver autorização no estatuto para que o conselho de administração autorize a operação. Cabe a esse órgão indicar as reservas ou lucros que servirão como origem dos recursos aplicados na aquisição. 6 - O balancete de verificação evidencia a) os estornos efetuados no período. b) a configuração e classificação correta dos itens contábeis. c) a igualdade matemática dos lançamentos efetuados no período.

7 d) o registro dos movimentos individuais das contas contábeis no período. e) os lançamentos do período, quando efetuados de forma correta no período. Base para a solução: Contabilidade Básica, 9ª edição, Ricardo Ferreira, Editora Ferreira, página 139. O balancete de verificação relaciona todas as contas de acordo com a natureza do saldo. Independente de serem patrimoniais ou de resultado, retificadoras ou não, as contas são apresentadas em duas colunas, uma devedora e a outra credora. As contas com saldo igual a zero não precisam ser demonstradas. A finalidade do balancete de verificação é demonstrar a correta aplicação do método das partidas dobradas. Se para cada débito em uma ou mais contas houve crédito de igual valor em uma ou mais contas, então o total devedor deve ser igual ao total credor. Caso isto não ocorra, existirá algum erro no uso do método digráfico. O balancete de verificação é feito a partir do livro-razão, do qual são extraídos os saldos para a sua elaboração. O livro Diário não apresenta os saldos das contas. Sua preocupação principal é com o registro das operações em rigorosa ordem cronológica, o que faz deste livro um emaranhado de informações de pouca utilidade para a elaboração de relatórios e demonstrações contábeis. Com base nos saldos dos razonetes do problema anterior, vejamos o balancete de verificação: Erros identificáveis no balancete de verificação Os erros que podem ser identificados mediante a elaboração do balancete são: 1 - se o registro for feito só a débito, sem o crédito correspondente, ou vice-versa (um débito de 10 sem o crédito correspondente de 10), a diferença entre os totais devedores e credores será equivalente ao valor não debitado ou creditado; 2 - se em vez de debitar uma conta e creditar outra o contabilista debitar ou creditar as duas contas (dois débitos de 10, quando o correto seria debitar 10 e creditar 10), a diferença entre os totais devedores e credores será correspondente ao dobro do valor lançado errado; 3 - se o contabilista registrar a débito ou a crédito um valor e, em contrapartida, lançar duas vezes igual valor a débito ou a crédito (um débito de 10 e dois créditos de 10 cada, quando o correto seria registrar 10 a débito e 10 a crédito), a diferença entre os totais devedores e credores do balancete corresponderá ao valor debitado ou creditado a mais. Se houver erro na transposição de contas do livro-razão, quando da elaboração do balancete, os totais devedores e credores não serão iguais. O balancete de verificação não detecta todos os erros cometidos na escrituração, mas apenas os decorrentes da incorreta aplicação do método das partidas dobradas ou ocorridos na transposição de contas do Razão. Se no lugar de debitar a conta Caixa o contabilista debitar a conta Bancos Conta Movimento, este erro no uso das contas não será identificado pelo balancete de verificação. Se o lançamento de um fato contábil foi omitido, não há como se descobrir a omissão por intermédio do balancete. Ele também não consegue identificar os lançamentos feitos em duplicidade e as inversões de lançamentos. 7 - Dos registros da Cia. Galáctica, relativos à operação de alienação de Investimentos, foram extraídos os seguintes dados: Dados da negociação Valor em R$ Valor Recebido pela venda 9.500

8 Valor patrimonial da conta Investimento Custo Valor do Ágio já amortizado Saldo da Conta Investimento - Ágio (valor ainda não amortizado) 800 Estimativas de Perdas c/ Investimento registradas 400 Com base nos dados fornecidos, pode-se afirmar que esse evento gerou a) um lançamento de crédito na conta de Investimento - Valor de Custo no valor de R$ 9.500,00. b) o reconhecimento de um desembolso na aquisição do investimento no valor de R$ 9.000,00. c) um Ganho com Alienação de investimentos no valor de R$ 100,00. d) o registro de um débito na conta de Investimentos - Ágio no valor total de R$ 800,00. e) uma Perda com a Alienação de Investimentos no valor de R$ 700,00. Base para a solução: Contabilidade Básica, 9ª edição, Ricardo Ferreira, Editora Ferreira, páginas 658 a 662. Valor patrimonial da conta Investimento Custo Saldo da Conta Investimento - Ágio (valor ainda não amortizado) 800 Estimativas de Perdas c/ Investimento registradas ( 400) Valor contábil Resultado = = Observado o exposto no gráfico de Participações Societárias da Cia. Firmamento, a seguir, pode-se afirmar que a) a participação dos acionistas não controladores na Cia. Netuno corresponde a 16,5% do capital total. b) os dividendos distribuídos pela Cia. Vênus devem ser reconhecidos pela investidora como Receitas. c) os juros sobre o capital próprio, quando calculados e pagos pela Cia. Éris, são registrados pela investidora a débito de Participações Societárias. d) a Cia. Júpiter é controlada indireta da Cia. Firmamento, mesmo que não se verifique influência significativa da investidora. e) a investidora, ao registrar a remuneração distribuída aos acionistas pela Cia. Sol, efetua um crédito na conta Resultado de Equivalência Patrimonial.

9 Observação: o gráfico não será aqui reproduzido. página 337. Alternativa A Participação da Firmamento na Netuno: 20% + (90% x 70%) + (30% x 5%) = 84,5%. Participação dos minoritários: 100% 84,5% = 15,5%. Alternativa B Os juros distribuídos pela Vênus são reconhecidos pela Firmamento como receita de dividendos, no resultado, pois aquela é avaliada pelo custo de aquisição (não é coligada ou controlada). Alternativa C Os juros sobre o capital próprio são registrados pela investida como receita. Alternativa D Participação da Firmamento na Júpiter: (10 x 40%) + (70 x 2%) = 18%. Não é controlada, nem coligada, salvo se houver influência significativa. Alternativa E A Firmamento deve registrar como redução do custo do investimento os dividendos recebidos da Sol, pois se trata de controlada. 9 - A empresa Controle S.A. recebeu um laudo de avaliação da empresa adquirida Invest S.A., com os seguintes dados: Laudo de avaliação Empresa Invest S.A. AVALIAÇÃO CONTÁBIL Marcas e Patentes R$ ,00 R$ 0,00 Carteira de Clientes - direito R$ ,00 R$ 0,00 Expectativa de rentabilidade futura R$ ,00 R$ 0,00 Fórmulas R$ ,00 R$ 0,00 Imobilizado R$ ,00 R$ ,00 TOTAL R$ ,00 R$ ,00 Essa operação, de aquisição, gera um lançamento contábil na empresa a) Invest S.A. na conta de ativo intangível - marcas e patentes de R$ ,00. b) Controle S.A. na conta de valores a receber de R$ ,00. c) Invest S.A. na conta de intangível de R$ ,00.

10 d) Controle S.A. na conta de investimento ágio de R$ ,00. e) Invest S.A. na conta de imobilizado R$ ,00. página 589. D - Ativos Identificáveis Adquiridos D - Ágio (goodwill) C - Valores Pagos Cabe recurso: o conteúdo programático não menciona o tema dessa questão: combinação de negócios. 10- A empresa Highlith S.A. implantou nova unidade no norte do país. Os investimentos na unidade foram de R$ ,00, registrados no ativo imobilizado. No primeiro ano, a empresa contabilizou um ajuste de perda de valor recuperável de R$ ,00. No segundo ano, o valor da unidade, caso fosse vendida para o concorrente e único interessado na aquisição, seria de R$ ,00. Ao analisar o valor do fluxo de caixa descontado da unidade, apurou-se um valor de R$ ,00. Dessa forma, deve o contador da empresa a) manter o valor do investimento, visto não haver perda de valor recuperável. b) reconhecer um complemento de perda de valor recuperável de R$ 5.000,00. c) reverter parte da perda de valor recuperável no valor de R$ ,00. d) registrar um complemento de perda de valor recuperável de R$ ,00. e) estornar o total da perda de valor recuperável de R$ ,00. página 383. O valor recuperável é o maior entre o valor líquido de venda e o valor em uso, ou seja Como o valor contábil, , é maior que o valor recuperável, , existe perda de Todavia, já há ajuste para perde de , restando, portanto, somar à perda existente o valor de A Cia. Gráfica Firmamento adquire uma máquina copiadora, em 02/01/2008, pelo valor de R$ 1,2 milhões, com vida útil estimada na capacidade total de reprodução de 5 milhões de cópias. A expectativa é de que, após o uso total da máquina, a empresa obtenha por este bem o valor de R$ ,00, estabelecendo um prazo máximo de até 5 anos para atingir a utilização integral da máquina.

11 No período de 2008/2009, a empresa executou a reprodução de das cópias esperadas e no decorrer de 2010 foram reproduzidas mais cópias. Ao final de 2010, o Departamento de Gestão Patrimonial da empresa determina como valor recuperável desse ativo R$ ,00. Com base nos dados fornecidos, é possível afirmar que a) o valor depreciável dessa máquina é de R$ ,00. b) o saldo da depreciação acumulado em 2010 é de R$ ,00. c) em 2010 a empresa deve registrar como despesa de depreciação o valor de R$ ,00. d) o valor líquido dessa máquina ao final de 2010 é R$ ,00. e) ao final de 2010 a empresa deve reconhecer uma perda estimada de R$ ,00. página 356. Capacidade total de reprodução Cópias de 2008/2009 ( ) 50% Cópias de 2010 ( ) 26% Cópias a depreciar ao fim de % Em 2008 Custo de aquisição Valor residual ( ) Valor depreciável Em 2010 Custo de aquisição Depreciação acumulada ( ) x 76% Valor contábil Depreciação de 2010: x 26% =

12 12- Os gastos com a aquisição de Peças e Materiais de Consumo e Manutenção de itens do imobilizado e o de Peças e Conjunto para Reposição em Máquinas e Equipamentos são classifi cados: a) ambos como Ativo Circulante. b) Despesas Operacionais e Estoques. c) Conta de Resultado e Imobilizado. d) ambos como Imobilizado. e) Imobilizado e estoques. página 266. A legislação comercial e as normas internacionais de contabilidade não estabelecem um critério objetivo que sirva para diferenciar os materiais de uso ou consumo, classificados normalmente no ativo circulante, dos bens do ativo fixo (imobilizado). Na prática, têm sido adotadas, nos registros contábeis, as regras estabelecidas pela legislação tributária. O Imposto de Renda estabelece que o custo de aquisição de bens do ativo fixo não poderá ser deduzido diretamente como despesa operacional, salvo se o bem adquirido tiver valor unitário não superior a R$ 326,61, ou prazo de vida útil que não ultrapasse um ano. Se o bem adquirido for de valor e vida útil superiores a esses limites, terá de ser registrado no imobilizado para posterior depreciação ou amortização. Por analogia, com base nessa determinação da legislação do Imposto de Renda, considera-se material de uso ou consumo aquele cujo valor não seja superior a R$ 326,61 ou cujo tempo de vida útil não ultrapasse um ano. Enquadram-se nessa regra os materiais de escritório ou expediente, limpeza, manutenção. Assim, bem do ativo fixo é aquele que, cumulativamente, tem valor superior a R$ 326,61 e vida útil superior a um ano. Cabe recurso: Contabilmente, o procedimento mais adequado é lançar os materiais de uso ou consumo como estoque do ativo circulante. À medida que eles sejam consumidos, o valor correspondente deve ser transferido para o resultado. Na aquisição dos materiais de uso ou consumo: D - Estoque de Materiais de Uso ou Consumo C - Caixa ou Contas a Pagar Quando do consumo desses bens: D - Despesas com Materiais de Uso ou Consumo C - Estoque de Materiais de Uso ou Consumo Entretanto, se a quantidade de material adquirido não for relevante, é admissível o seu registro diretamente como custo ou despesa. 13- A empresa Captação S.A. emitiu debêntures para financiamento de uma nova usina de açúcar. Foram realizados gastos com advogados, consultores e bancos de investimento, no processo de estruturação da emissão e colocação no mercado dos

13 papéis. Fundamentado nas novas normas contábeis brasileiras, referidos gastos devem ser registrados como a) Conta redutora do passivo não circulante (debêntures) longo prazo. b) Despesas com Emissão de Debêntures, no resultado, em outras despesas. c) Débito de conta redutora do Capital Social Gastos com Captação. d) Despesa financeira para compor o custo financeiro total da operação de captação de recursos, durante a vigência do título. e) Despesa antecipada, no Ativo Circulante e Não Circulante, de acordo com o período que serão geradas as receitas decorrentes do projeto. página 492, e CPC 08. Cabe recurso: Parece haver um equívoco no gabarito oficial dessa questão (E). O gabarito correto, salvo melhor juízo, é a alternativa A. Conforme o CPC 08 Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários, o registro do montante inicial dos recursos captados por intermédio da emissão de títulos patrimoniais deve corresponder aos valores líquidos disponibilizados para a entidade pela transação. Essas operações são efetuadas com sócios já existentes e/ou novos, sem representar esforço relacionado às atividades próprias da empresa. Por isso, seus custos não devem influenciar o saldo líquido das transações geradoras de resultado da entidade. Ainda segundo a mesma norma, os custos de transação incorridos na captação de recursos por intermédio da emissão de títulos patrimoniais devem ser contabilizados, de forma destacada, em conta redutora (Gastos com Emissão de Títulos Patrimoniais, por exemplo), deduzidos os eventuais efeitos fiscais. O gabarito parece baseado no item 19 do CPC 08: Contabilização temporária dos custos de transação 19. Os custos de transação de que trata este Pronunciamento Técnico, enquanto não captados os recursos a que se referem, devem ser apropriados e mantidos em conta transitória e específica do ativo como pagamento antecipado. O saldo dessa conta transitória deve ser reclassificado para a conta específica, conforme a natureza da operação, tão logo seja concluído o processo de captação, ou baixado conforme determinado nos itens 7 e 17 se a operação não se concretizar. Todavia, como o título do item já denuncia, trata-se de registro provisório. Pelo enunciado da questão, a captação dos recursos parece já ter sido inclusive concluída. 14- A empresa Redesconto S.A. trabalha com o desconto de duplicatas. Considerando que a operação de desconto foi realizada com duplicatas que tinham vencimento em 30, 60, 90 e 120 dias, o valor dos juros descontados a serem reconhecidos no ato da operação devem ser contabilizados como a) conta redutora das duplicatas descontadas no Passivo.

14 b) conta redutora das Receitas, no Resultado. c) despesa antecipada, no Ativo Circulante. d) despesas fi nanceiras no Resultado. e) conta redutora das duplicatas descontadas no Ativo. Base para a solução: Contabilidade Básica, 9ª edição, Ricardo Ferreira, Editora Ferreira, páginas 187 a 189. Na operação de desconto, o banco antecipa o valor de títulos de crédito (duplicatas, notas promissórias), pagando à empresa o valor atual (valor nominal do título menos o desconto). A empresa, entretanto, não promove a baixa do valor do documento, na conta Duplicatas a Receber, no ato da operação de desconto, porque se o título não for recebido do cliente, o banco poderá cobrá-lo de quem lhe efetuou o desconto. Muito embora se refiram ao período ainda a transcorrer até a data de vencimento do título de crédito, os juros do desconto são cobrados antecipadamente. Antes da convergência da Contabilidade brasileira aos padrões internacionais, a operação de desconto de duplicata a receber de cliente era registrada assim: D - Bancos Conta Movimento ( ativo) D - Juros a Vencer ( ativo) C - Duplicatas Descontadas ( ativo) No ato do desconto, a empresa registrava os juros da operação como despesa antecipada, no ativo, e os apropriava posteriormente ao resultado, de acordo com o prazo transcorrido. A conta Duplicatas Descontadas era classificada como retificadora do ativo. Retificava a conta Duplicatas a Receber. Todavia, com a aplicação das normas internacionais de contabilidade, o critério que provavelmente deverá predominar no registro do desconto de duplicatas será este: 1 D - Bancos Conta Movimento ( ativo) D - Encargos Financeiros a Transcorrer ( PE) C - Duplicatas Descontadas ( PE) Desse modo, a conta Duplicatas Descontadas passa a ser classificada no passivo exigível, sendo retificada pela conta Encargos Financeiros a Transcorrer. A justificativa para esse tratamento é que, como o desconto de duplicata não transfere para o banco o risco do não recebimento do título, trata-se, na essência, de um empréstimo bancário com duplicatas oferecidas em garantia. Lançamento de apropriação dos juros ao resultado: D - Despesa de Juros ( SL) C - Encargos Financeiros a Transcorrer ( PE) Quando o banco recebe a duplicata, é remetido um aviso do fato à empresa, que só então efetua a baixa na conta Duplicatas a Receber, mediante o seguinte lançamento: D - Duplicatas Descontadas ( PE) C - Duplicatas a Receber ( ativo) 1 Esse é o posicionamento, por exemplo, dos autores do livro Manual de Contabilidade Societária (Fipecafi), Sérgio de Iudícibus e outros.

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