Título : COOPERATIVAS DE CRÉDITO UM MODELO VIÁVEL. Área Temática: Perfil das Organizações Cooperativas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Título : COOPERATIVAS DE CRÉDITO UM MODELO VIÁVEL. Área Temática: Perfil das Organizações Cooperativas"

Transcrição

1 Título : COOPERATIVAS DE CRÉDITO UM MODELO VIÁVEL Área Temática: Perfil das Organizações Cooperativas ARTIGO APRESENTADO NO III ENCONTRO LATINO AMERICANO DE COOPERATIVISVO EM SÃO LEOPOLDO RS 2004 Autores: MARCIO ROBERTO PALHARES NAMI ANA ALICE VILAS BOAS, Phd Resumo: Nosso país possui um extenso território com uma diversidade imensa de características culturais e econômicas, baseado neste princípio existe o grande desafio de fazer chegar o crédito, destinado ao fomento e expansão, a quem necessita de pequenas somas, e ao mesmo tempo, tem dificuldade de suprir as exigências normais de mercado, devido à falta de recursos culturais e patrimoniais. Face ao quadro acima, mostramos a importância de uma cooperativa de crédito aberta para o desenvolvimento de uma região, as chamadas cooperativas Luzzatti, que trazem em sua filosofia a preocupação em reverter os recursos ao menor custo possível e buscam atingir o maior número possível de associados, não havendo preocupação com o lucro. O modelo escolhido foi a Cooperativa de Crédito de Mendes Ltda, uma cooperativa que atua no interior do estado do Rio de Janeiro há 73 anos ininterruptamente e que vem trazendo respostas aos anseios da população em geral, com foco especial nas operações destinadas aos associados de baixa renda. 1. INTRODUÇÃO As Cooperativas nasceram em Rochdale, no distrito de Lancashire, Inglaterra em 21 de dezembro de 1844 sob o nome de Rochdale Society of Equitable Pionners.

2 Segundo Thenório Filho (1999:19) esta sociedade somente tomaria o nome de Cooperativa de Rochdale após a promulgação da Lei de 1852, que versa sobre a sociedade industrial e de previdência com uma rápida disseminação pelo mundo com presença marcante na Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Holanda e outros países da Europa, em 28 de dezembro de 1902 sob as influências das necessidades dos colonos da região Sul, o padre jesuíta suíço Theodor Amistad inspirado no modelo Raifessen. Segundo Meinem, Domingues e Domingues (2002:11) associação restrita a produtores rurais que alcançou tamanho êxito nas comunidades interioranas que estimulou um grupo de bancários da capital gaúcha a constituir em 1946 a Cooperativa de Crédito dos Funcionários do Banrisul Ltda. Antes disso em 1929 na cidade de Mendes, interior do estado do Rio de Janeiro, era inaugurada a Cooperativa de Crédito de Mendes. 2. O PERFIL DAS COOPERATIVAS DE CRÉDITO As cooperativas de crédito se dividem em três principais tipos: ocupacional, associacional e residencial, dentro da primeira categoria temos os empregados de unidades industriais, trabalhadores de ferrovias, funcionários públicos... O segundo grupo inclui membros de organizações fraternais específicas, sindicatos, associações de produtores agrícolas e similares. E há finalmente as pequenas cooperativas de crédito circunscritas aos residentes em pequenas comunidades e nas vizinhanças dos lugares maiores. No Brasil as cooperativas destinadas às pequenas comunidades não podem ser criadas nos dias atuais, existiu inclusive no ano de 1999 a resolução número 2608 do Banco Central do Brasil determinando o fechamento das existentes, após efetuado um movimento nacional o quadro foi parcialmente revertido, pois embora a proibição da 2

3 criação de novas cooperativas abertas ao público as chamadas Luzzatti foi autorizada a manutenção das existentes. As cooperativas de crédito, fiscalizadas por suas centrais e pelo Banco Central do Brasil são muitas das vezes confundidas com bancos comerciais, mas segundo Meinen, Domingues e Domingues (2002) possuem expressivas diferenças conforme Quadro 1. Quadro l: Distinções principais entre Cooperativas de Crédito e Bancos BANCOS São sociedades de capital O poder é exercido na proporção do número de ações As deliberações são concentradas O administrador é um terceiro (homem de mercado) O usuário de operações é mero cliente O usuário não exerce qualquer influência no preço dos produtos Podem tratar distintamente cada usuário Avançam pela competição Visam o lucro por excelência O resultado é de poucos donos (nada é dividido com o cliente) São reguladas pela Lei das Sociedades Anônimas Fonte: Meinen et al (2002:16) COOPERATIVAS DE CRÉDITO São sociedades de pessoas O voto tem peso igual para todos, uma pessoa um voto As decisões são partilhadas entre muitos O administrador é do meio (cooperativado) O usuário é o próprio dono (cooperativado) O usuário é o próprio dono (cooperativado) toda a política operacional é decidida pelos próprios donos (cooperativados) Não podem distinguir: o que vale para um vale para todos (Lei 5764/71) Desenvolvem-se pela cooperação O lucro está fora de seu objeto (art. 3 da Lei 5764/71 O excedente (sobras) é distribuído entre todos os usuários na proporção das operações individuais reduzindo ao máximo o preço pago pelos cooperativados São reguladas pela Lei cooperativista A última revisão dos princípios cooperativistas ocorreu no congresso da ACI realizado em Manchester, em Sendo aprovado o seguinte enunciado sintético: Princípio da adesão livre e voluntária; Princípio do controle democrático pelos sócios; 3

4 Princípio da participação econômica dos sócios; Princípio da independência e autonomia das cooperativas; Princípio da educação, treinamento e formação; Princípio da cooperação entre cooperativas; Princípio da preocupação com a comunidade. As cooperativas centrais, sobre as quais a vigilância do BC é maior, têm obrigação de fiscalizar as singulares a elas vinculadas. Desde que as normas referentes a auditorias, controles internos e prestação de informações ficaram mais rígidos, o BC avalia que houve progresso em termos prudenciais na concessão do crédito. A maior segurança das operações que resultou desse processo, é o que permite agora reduzir o capital mínimo requerido. Das cooperativas não-vinculadas ou independentes, que representam os 19% restantes do total de cooperativas singulares, o BC continuaria a exigir uma capitalização maior. Neste caso, o BC não conta com a ajuda das centrais para fiscalizar. Não necessariamente, porém, o percentual continuaria nos atuais 20%. O capital mínimo requerido das cooperativas centrais, atualmente de 13% dos ativos ponderados pelo risco, também deverá cair para 11%, se a proposta dele for acatada pelo governo. Os bancos cooperativos - ou seja, controlados por cooperativas - já são sujeitos ao mínimo de 11%, como qualquer banco. Embora devam ser adotadas em momentos diferentes, a permissão para que se formem cooperativas de livre associação e a exigência de menos capital das cooperativas vão no mesmo sentido. Ambas as medidas buscam fazer do setor uma alternativa aos bancos e financeiras e ajudar a reduzir os spreads bancários com o aumento da concorrência. 4

5 Até a década de 70, a regulamentação permitia a formação de cooperativas de livre associação no Brasil. Eram as chamadas cooperativas Luzzatti - referência ao italiano Luigi Luzzatti, que criou o modelo em Hoje existem apenas 13 delas no país. A formação de novas foi proibida e a maioria das existentes na época foi liquidada na pelo BC por problemas de gestão e de mau uso da poupança dos associados. O governo acredita que, com as normas prudenciais mais duras e a rígida fiscalização que imporá às futuras cooperativas abertas, o risco de isso acontecer de novo é muito pequeno. O modelo não levará o nome Luzzatti justamente porque este ficou associado a problemas. Segundo dados do BC, ao final de 2002, existiam no país cooperativas em funcionamento, com mais de 1,43 milhão de cooperados. Elas detém, contudo, apenas 1,4% do patrimônio líquido exigível e 1% do ativo permanente do sistema financeiro nacional. Até o final de junho do ano passado, elas respondiam por apenas 1,64% do total de operações de crédito do sistema financeiro e cerca de 70% tinha patrimônio líquido inferior a R$ 1 milhão. 3. COOPERATIVAS LUZZATTI O cooperativismo na Itália segundo Thenório Filho (1999) teve como seus maiores expoentes Luigi Luzzatti e Leone Wollemborg. Luzzatti fundou no ano de 1865 o primeiro banco cooperativo urbano em Milão, e Wollemborg organizou a primeira cooperativa de crédito em Lorégia em Os bancos populares de Luzzatti e as cooperativas de crédito de Wollemborg, eram a adaptação das novas condições econômico-sociais, inspiradas no sistema alemão com algumas modificações, segundo Pinho (1997:54) adotam o self-help embora admitam ajuda estatal. Esta deve ser apenas supletiva, desaparecendo tão logo a sociedade esteja em condições de resolver os seus problemas; 5

6 dão grande importância à conduta dos associados, dos quais exigem sérias qualidades morais e fiscalização recíproca; adotam a máxima convertire in capital l`onestá a fim de criar em torno da sociedade uma atmosfera moral de confiança; concedem empréstimo mediante palavra de honra; não remuneram os administradores da sociedade. As Luzzatti existentes no Brasil, atualmente são treze, nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Ceará e Mato Grosso, tem como característica principal a de serem cooperativas abertas ao público em geral, tendo como requisito básico para a admissão residir no município sede ou nos circunvizinhos. Estas cooperativas são fiscalizadas pelo Banco Central do Brasil que desde os idos de 1950 proibiu a criação de novas cooperativas Luzzatti e em 1999 através da resolução 2608 instituiu normas que inviabilizavam a manutenção das cooperativas ainda existentes. Após mobilização das mais diversas frentes cooperativistas junto ao Congresso Nacional foi editada a resolução 2771 de 30 de agosto de 2000 que entre outros aspectos revogava em seu artigo quinto a resolução número COOPERATIVA DE MENDES A Cooperativa de Mendes Fundada em 1929, do tipo Luzzatti, na definição de Bergengren (1973) as cooperativas Luzzatti são cooperativas circunscritas aos residentes em pequenas comunidades e nas vizinhanças de lugares maiores esta cooperativa veio cumprindo sua função social ao longo dos anos fomentando a região com: crédito imobiliário, crédito agrícola, crédito hipotecário e outras linhas disponíveis e oportunas de acordo com o capital e legislação vigente. Ela funciona ininterruptamente desde sua fundação sempre apresentando fechamentos positivos de balanço, com distribuição de sobras líquidas (fonte conselho de administração), porém as cooperativas 6

7 do tipo Luzzatti tiveram sua criação proibida desde os idos de 1950, em 1965, quando da reformulação da legislação bancária os bancos oficiais foram prestigiados como instrumentos canalizadores de recursos para o campo, reduzindo assim o escopo das cooperativas. Face ao ocorrido a cooperativa vem operando com modesta capacidade, mas sempre assistindo aos anseios básicos da comunidade. 4.1: HISTÓRICO DA COOPERATIVA DE MENDES Foi o idealismo dos primeiros 31 sócios quotistas, todos moradores de Mendes, naquela época 4 o distrito do município de Barra do Piraí/RJ, sul do estado, que deu início em 20 de outubro de 1929, ao primeiro banco da cidade com a fundação da Sociedade Cooperativa de Responsabilidade Limitada, Banco de Mendes, para funcionar nas dependências da Pharmácia Central da cidade. Para conhecer melhor a opinião dos associados sobre a atuação da cooperativa, foi feita uma pesquisa com os usuários. A qual é descrita a seguir: 4.2: A PESQUISA O conselho de administração da Cooperativa de Mendes quando da realização de sua reunião ordinária no início de março de 2002 deixou patente a necessidade premente de renovar e atualizar os produtos e serviços oferecidos aos seus associados como forma de manutenção e modernização da gama de serviços nesta ocasião existentes. Do universo à época, de cerca de 1400 associados, os diretores selecionaram aleatoriamente sob a forma de abordagem na sede da cooperativa cerca de 100 cooperados das mais variadas atividades profissionais e níveis de renda, indagando a cada um dos mesmos as seguintes perguntas: 1. O Sr./Sra. está satisfeito(a) com a qualidade do atendimento da sua Cooperativa? 7

8 2. O Sr./Sra. necessita de algum produto ou serviço que sua cooperativa ainda não oferece? Qual? 3. O que mais o(a) motiva para permanecer associado de nossa Cooperativa? 4. Qual seu grau de satisfação com sua Cooperativa em uma escala de 0 a 10? 5. Favor citar o que o Sr./Sra. considera um ponto positivo em nossa Cooperativa. 6. Favor citar o que o Sr./Sra. considera um ponto negativo em nossa Cooperativa. 7. Caso queira favor apresentar suas sugestões ou reclamações. Após colhidos e devidamente computados os seguintes resultados foram elencados: Com relação à questão 1 73% se declararam satisfeitos, 23% insatisfeitos e 4% não opinaram / não tinham opinião formada; A questão 2 abordava produtos ou serviços, o critério para seleção das respostas considerou a primeira opção elencada pelo associado por ordem de preferência. Foram destacados os seguintes resultados: 36 pessoas citaram cartões de crédito; 12 pessoas (comerciantes em geral) necessitavam de políticas de desconto de títulos; 16 associados citaram a necessidade de convênio com a light (concessionária de luz do estado do Rio de Janeiro) para recebimento de faturas de conta de luz; 10 associados proprietários de pontos comerciais salientaram a necessidade de autorização para abertura de contas correntes pessoa jurídica; 8 associados manifestaram o desejo de receberem seus benefícios do INSS na cooperativa, e 18 associados não opinaram/não sentiam necessidade de outros produtos ou serviços. Do universo de 100 associados indagados 4 não quiseram atribuir grau, a média dos demais 96 ficou em 6.7 (seis inteiros e sete décimos); Para apuração dos pontos positivos foi adotado o critério de escolha do citado em primeiro plano, nos casos em que o associados apresentou mais de uma opção, em primeiro lugar: atendimento (70 citações), seguido (21 citações) baixos custos de manutenção, e 7 citaram a localização, 2 não opinaram / não quiseram responder. 8

9 Para os pontos negativos foi adotado o mesmo critério de apuração da questão 5 tendo como respostas principais: 20 pessoas citaram a necessidade de diversificar serviços, 12 pessoas citaram a necessidade de um caixa automático, 68 pessoas não opinaram / não quiseram responder. Com base nos resultados apresentados foi criada uma comissão consultiva que se encaminhou para a Central das Cooperativas de Economia e Crédito Mútuo do Estado do Rio de Janeiro (CECRERJ), Central das Cooperativas do Estado do Rio de Janeiro, entidade cooperativista de segundo grau da qual a cooperativa de Mendes é filiada e a mesma fornece consultoria e assessoria nas mais diferentes áreas de produtos e serviços ligados ao cooperativismo e ao sistema financeiro como um todo. Realizou também em paralelo reuniões de grupo com os diretores de forma a viabilizar e estruturar os planos de reestruturação e modernização dos produtos/serviços oferecidos. De forma concisa seguem algumas necessidades apuradas e suas respectivas conclusões/andamentos descritas pelo Conselho Diretor: Foi efetuada uma reforma geral nas instalações da sede da cooperativa envolvendo piso, pintura, mobiliário maquinas e equipamentos de informática buscando modernizar e atualizar o lay-out; Foi firmado convênio com a Prefeitura Municipal de Mendes para arrecadação dos carnês de IPTU e Água da cidade; Foi firmado convênio com a UNIMED (cooperativa médica de serviços de saúde) através da Cooprevisaúde (cooperativa especializada em produtos e serviços de saúde) de forma a ofertar aos funcionários um plano de saúde completo de escopo nacional para o atendimento de suas necessidades nesta área. Após período de experiência foi negociada a possibilidade dos associados em geral se filiarem com um custo médio de mensalidades cerca de 35% mais atrativos que os demais planos disponíveis no mercado; 9

10 Firmado um convênio com o BANCOOB (Banco Cooperativo do Brasil S/A) para a oferta aos associados do cartão Bancoob Visa, que possui todas as comodidades disponíveis na bandeira visa e negociada por seu turno uma taxa reduzida de rotativo (média do mercado 9.5% praticada pela cooperativa em 01/05/2003 7%); Os funcionários passaram por criterioso treinamento e reciclagem de forma a enfatizar a necessidade do bom atendimento, agilidade e presteza nas informações aos associados da cooperativa; Foram contratados funcionários oriundos de outras instituições / com experiência em outras instituições financeiras (bancos comerciais) para agirem como multiplicadores dos diversos perfis de mercado; Foi contatada a central das cooperativas de forma a solicitar a viabilização de convênio com a Light, até a data da elaboração do presente as negociações não haviam alcançado um termo. 4.3: DADOS COMPLEMENTARES Após efetuadas as ações supra descritas, ao serem analisados os números da instituição foram levantados os seguintes dados: Quadro 1: Carteira de Empréstimos da Cooperativa de Mendes evolução empréstimos ,00 R$ , ,00 0,

11 O Quadro 1 mostra a evolução da carteira de empréstimos, sendo os dados em laranja, verde e azul respectivos aos balancetes de dez/2001, dez/ 2002 e mar/2003 respectivamente. A carteira de empréstimos apresentou uma evolução de mais de 50% com ênfase na concessão de empréstimos de pequena monta, cerca de 100 contratos em 2002 com valores iguais ou inferiores a R$ dando acesso ao crédito a associados de baixa renda e com pequenas necessidades de consumo. Quadro 2: Evolução do Capital Social da Cooperativa de Crédito de Mendes EVOLUÇÃO CAPITAL VALOR R$ , , , , , O Quadro 2 mostra que durante longo período em parte devido à conjuntura econômica que impedia e corroía os valores aplicados a médio e longo prazos, não houve uma política efetiva de elevação de capital, somente eventos esporádicos. Face à nova realidade aliada ao projeto de conscientização da comunidade e associados da importância de se conhecer e atuar em cooperativismo foi lançada uma campanha de 12 parcelas mensais, que no momento 1 (dez 2001) comparado ao momento 2(dez 2002) e finalmente no momento 3 (mar/2003) deixa visível a evolução do aporte de capital, com valor médio de R$ que até a presente conta com um aporte total superior a R$ 19 mil e mais de 60 adesões. A administração da cooperativa se considera satisfeita com os resultados apresentados, ressalta ainda que realizou após março de 2003 quando do andamento da implantação da maioria das modificações supra descritas, uma pesquisa de satisfação 11

12 com de 100 usuários da cooperativa com a seguinte questão: Qual seu grau de satisfação com sua Cooperativa em uma escala de 0 a 10?, Como critério de escolha foi distribuído de forma aleatória nas mesas da gerência e guichês de caixa formulários com a questão citada, após efetuada a média dos 100 formulários recolhidos chegou-se ao número de 8.7 (oito inteiros e sete décimos), do índice de satisfação dos associados. 5: CONCLUSÕES Este case, denota a capacidade de uma empresa de 73 anos reaprender, sobreviver, inovar e por seu turno conseguir sobressair em um universo altamente dinâmico e competitivo, embora não sejam concorrentes de uma forma direta, devido às diferentes características dos bancos comerciais em relação às cooperativas, a cidade de Mendes no interior do estado do Rio é assistida por agências do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banerj e por dois escritórios de financeiras, um exclusivo para atendimento de funcionários públicos e outro destinado ao público em geral. A cooperativa de Mendes devido ao atual momento econômico se encontra em evidência como exemplo de cooperativa aberta, servindo como base inclusive para matérias em periódicos diversos, transcrevemos a seguir matéria assinada pela jornalista Janis Rocha do Valor Econômico, publicada em 03/06/2003: Embora não tivessem sido consultados até agora, os líderes do sistema de cooperativas comemoraram a intenção do governo federal de permitir a criação de cooperativas de crédito de livre associação. Matéria publicada na edição de ontem do Valor noticiou que está quase pronto o programa que possibilitará qualquer pessoa, sem exigência de qualquer vínculo empregatício, aderir às cooperativas de crédito. "É um grande avanço", afirmou Gilson Gavião, presidente da central das cooperativas do Rio de Janeiro (Cecrerj). "É uma boa notícia", disse Marcio Roberto Palhares Nami, diretor-conselheiro da CreMendes, uma das poucas 12

13 cooperativas abertas existentes no Brasil, que opera no município de Mendes, a 90 km da capital do Rio. Por outro lado, estes profissionais mostraram preocupação com a falta de informação sobre que modelo será utilizado e, principalmente, se os bancos cooperativos (Bancoob e Bansicred) serão utilizados no programa de abertura ou se vão dividir o espaço com o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal. O sistema de cooperativas aberto existe há décadas. É o chamado sistema Luzzatti, tolhido com a reforma do sistema financeiro de 1964, que proibiu a criação de novas cooperativas. Hoje existem apenas 10 em andamento - Itororó (BA); Barbalha (CE); Caixeiral do Crato (Crato, CE); Lageado (RS); Sul Riograndense (Porto Alegre, RS); Hering (Blumenau, SC); Mirassol (SP); Olímpia (SP); Mendes (RJ) e Guarulhos (SP). Em 1999, o Banco Central tentou fechar estas cooperativas abertas. Pela Resolução 2.608, o BC deu um prazo de dois anos para que elas fechassem as portas. Houve um intenso lobby, que envolveu as centrais estaduais e a Organização das Cooperativas do Brasil, que conseguiram reverter a resolução. No entanto, continuou proibida a criação de novas. Para permitir a criação de instituições abertas, o governo terá que reformular a Resolução do BC, explica Marcio Palhares Nami. A cooperativa de Mendes tem 73 anos de existência e atende pessoas, moradores da cidade (de 17 mil habitantes) e de municípios vizinhos (Barra do Piraí, Paulo de Frontin, Vassouras, Piraí e Paracambi). Para entrar na cooperativa, o cidadão tem apenas que apresentar comprovante de endereço no município, CIC, RG e comprovante de renda. Demora 30 dias para a conta ser aprovada, prazo em que são checados os dados dos cadastros negativos de crédito (Serasa e SPC). Não se trata de uma mera conta corrente. O cooperado 13

14 tem que comprar cotas da cooperativa. Na CreMendes, o candidato a cooperado paga R$ 157,00 - R$ 100 para comprar o mínimo de 100 cotas; R$ 50,00 para depósito de abertura da conta; e R$ 7,00 pela pesquisa aos cadastros negativos. Aberta a conta, ele terá direito a talão de cheque, saldo, extrato e crédito, que varia de acordo com a renda apresentada. A taxa de juros, que era 3,5%, com as sucessivas altas da Selic foi aumentada mês passado para 4,1% ao mês. Há dois meses, a Mendes instituiu uma tarifa de R$ 3,00 para financiar um programa de modernização tecnológica que a interligará ao sistema nacional cooperativo. E há também um fundo de renda fixa, que remunera os aplicadores em 1,5% ao mês. Face ao histórico apresentado, consoante ao perfil apresentado pelo mercado neste momento, em nossa visão este modelo é comprovadamente viável, podendo ser utilizado como base para implantações nas mais diversas regiões do país. 14

15 6. BIBLIOGRAFIA IRION, João Eduardo Oliveira, Cooperativismo e Economia Social. São Paulo. Editora STS, Manual de Consulta. Legislação Cooperativista. Segunda Edição, Dominium Coop, BERGENGREN, Roy Frederick ( ) Cruzada, a Luta pela Democracia Econômica na América do Norte, , a história das cooperativas de crédito na América do Norte/ Roy F. Bergengren, introdução de Percy S. Brown; colaboração de Agnes C. Gartlande e James W. Brown; interlúdio de Alex F. Laidlaw, Brasília Cooperforte, MEINEN, Enio. Cooperativas de Crédito no Direito Brasileiro/ In: Jefferson Nercolini Domingues org. Jane Aparecida Stefanes Domingues. Porto Alegre, Editora Sagra Luzzatto, (série cooperativismo volume dois) THENÓRIO FILHO, Luiz Dias Pelos Caminhos do Cooperativismo : com destino ao crédito mútuo, São Paulo: Central das Cooperativas de Crédito do Estado de São Paulo, PINHO, Diva Benevides As grandes coordenadas do cooperativismo brasileiro Volume I Realidade Econômica do Cooperativismo, Cecrespa

Título: A Influência do Cooperativismo de Crédito na Região Sul Fluminense: Um Estudo de Caso da Cooperativa de Crédito de Mendes

Título: A Influência do Cooperativismo de Crédito na Região Sul Fluminense: Um Estudo de Caso da Cooperativa de Crédito de Mendes Título: A Influência do Cooperativismo de Crédito na Região Sul Fluminense: Um Estudo de Caso da Cooperativa de Crédito de Mendes Autor: NAMI, M. R. P.; VENTURA, L. da S.; MIRANDA, T. N. Fonte: para citar

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS COOPERATIVAS PARA A EXPANSÃO DO CRÉDITO

A IMPORTÂNCIA DAS COOPERATIVAS PARA A EXPANSÃO DO CRÉDITO A IMPORTÂNCIA DAS COOPERATIVAS PARA A EXPANSÃO DO CRÉDITO INDICE O Sistema Financeiro Nacional - SFN Instituições de Crédito Cooperativas de Crédito Diferenças entre Bancos e Cooperativas de Crédito O

Leia mais

Cooperativismo. Cooperativa de Crédito. Apoio

Cooperativismo. Cooperativa de Crédito. Apoio Cooperativismo Cooperativa de Crédito Apoio O que é uma cooperativa. É uma sociedade de pessoas com forma e natureza jurídica própria, de natureza civil, sem fins lucrativos, não sujeita à falência, constituída

Leia mais

O cooperativismo de crédito e você

O cooperativismo de crédito e você O cooperativismo de crédito e você A Cooperativa de Crédito é uma instituição financeira sem fins lucrativos de propriedade dos associados, controlada de forma democrática por seus membros, e tem o propósito

Leia mais

Cooperativas de crédito Opções de associação para micro e pequenas empresas Vantagens e desvantagens com relação ao sistema bancário

Cooperativas de crédito Opções de associação para micro e pequenas empresas Vantagens e desvantagens com relação ao sistema bancário Cooperativas de crédito Opções de associação para micro e pequenas empresas Vantagens e desvantagens com relação ao sistema bancário 1- Opções de associação de empresas a cooperativas de crédito As pessoas

Leia mais

Cooperativismo É a união de pessoas voltadas para um objetivo comum, sem fins lucrativos, por meio da cooperação e da ajuda mútua entre associados.

Cooperativismo É a união de pessoas voltadas para um objetivo comum, sem fins lucrativos, por meio da cooperação e da ajuda mútua entre associados. COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS FUNCIONÁRIOS DAS EMPRESAS DE CERÂMICA CoopASPACER Cooperativismo É a união de pessoas voltadas para um objetivo comum, sem fins lucrativos, por meio da cooperação

Leia mais

Cooperativismo - Forma ideal de organização

Cooperativismo - Forma ideal de organização Cooperativismo - Forma ideal de organização Cooperativismo é modelo socioeconômico capaz de unir desenvolvimento econômico e bem-estar social. Seus referenciais fundamentais são: participação democrática,

Leia mais

Cooperativismo. Cooperativa de Crédito Mútuo dos Empregados da INFRAERO

Cooperativismo. Cooperativa de Crédito Mútuo dos Empregados da INFRAERO Cooperativismo Cooperativa de Crédito Mútuo dos Empregados da INFRAERO GESTÃO: Samuel José dos Santos Diretor Presidente Marco Antonio da C.Guimarães - Diretor Operacional João Gonçalves dos Santos Diretor

Leia mais

FINANÇAS E COOPERATIVISMO

FINANÇAS E COOPERATIVISMO O CARREGA NA ESSÊNCIA OS VALORES DA HUMANIDADE Cooperativismo é a união voluntária de pessoas com o objetivo de atender necessidades e aspirações comuns, de natureza econômica, social, cultural ou outras.

Leia mais

Seja sócio dessa ideia. Filiada a

Seja sócio dessa ideia. Filiada a Seja sócio dessa ideia. Filiada a COMPARE... E VEJA A DIFERENÇA BANCO Você é um Cliente Precisa de resultado Os lucros vão para o banqueiro ou acionistas Antes do ajudar, vem a questão do retorno Taxas

Leia mais

1.8. Cartões emitidos para pagamento de benefícios ou repasse de programas sociais devem ser considerados?

1.8. Cartões emitidos para pagamento de benefícios ou repasse de programas sociais devem ser considerados? PAGAMENTOS DE VAREJO E CANAIS DE ATENDIMENTO Perguntas freqüentes 1. Arquivo ESTATCRT.TXT Informações relativas aos cartões com função saque e e-money 1.1. Devo informar os saques efetuados sobre linhas

Leia mais

O que é o FGTS? Quem tem direito ao FGTS? Qual o valor do depósito?

O que é o FGTS? Quem tem direito ao FGTS? Qual o valor do depósito? O que é o FGTS? O FGTS - Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - é um fundo composto por depósitos bancários em dinheiro, compulsório, vinculado, realizado pelo empregador em favor do trabalhador, visando

Leia mais

1. COMISSÃO EXECUTIVA DE RECURSOS HUMANOS

1. COMISSÃO EXECUTIVA DE RECURSOS HUMANOS Governança Corporativa se faz com Estruturas O Itaú se orgulha de ser um banco essencialmente colegiado. A Diretoria atua de forma integrada e as decisões são tomadas em conjunto, buscando sempre o consenso

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º, DE 2002

PROJETO DE LEI N.º, DE 2002 PROJETO DE LEI N.º, DE 2002 (Do Sr. Augusto Nardes) Institui o Fundo de Desenvolvimento da Empresa de Micro e de Pequeno Porte - Banco do Pequeno Empresário, e dá outras providências. O Congresso Nacional

Leia mais

Cooperativas de crédito e seus impactos sociais

Cooperativas de crédito e seus impactos sociais Cooperativas de crédito e seus impactos sociais A estrutura do cooperativismo de crédito brasileiro Inseridas no meio econômico financeiro do país desde 1902, as cooperativas de crédito se apresentam com

Leia mais

Pesquisa de Satisfação

Pesquisa de Satisfação Pesquisa de Satisfação Anualmente a Visão Prev realiza uma Pesquisa de Satisfação com seus participantes. A ação é uma das ferramentas utilizadas pela Entidade para ouvir a opinião dos participantes e

Leia mais

O que é o FGTS? Quem tem direito ao FGTS? Qual o valor do depósito?

O que é o FGTS? Quem tem direito ao FGTS? Qual o valor do depósito? a O que é o FGTS? O FGTS - Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - é um fundo composto por depósitos bancários em dinheiro, compulsório, vinculado, realizado pelo empregador em favor do trabalhador, visando

Leia mais

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00.

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00. ESPE/Un SERE 2013 Nas questões a seguir, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a Folha de Respostas, único documento válido para

Leia mais

Cliente Nossa Caixa, o Banco do Brasil tem orgulho de receber você.

Cliente Nossa Caixa, o Banco do Brasil tem orgulho de receber você. Cliente Nossa Caixa, o Banco do Brasil tem orgulho de receber você. Conheça os benefícios e novidades do seu novo banco. Banco do Brasil. É de São Paulo. É do Brasil. É Todo Seu. Índice Introdução...3

Leia mais

I Congreso LatinoAmericano de Bancarizacion, Micrhofinanzas Y Remesas

I Congreso LatinoAmericano de Bancarizacion, Micrhofinanzas Y Remesas I Congreso LatinoAmericano de Bancarizacion, Micrhofinanzas Y Remesas História da CAIXA O dia 12 de janeiro de 1861 marcou o início da história da CAIXA e de seu compromisso com o povo brasileiro. Foi

Leia mais

SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE BRASÍLIA PÚBLICA

SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE BRASÍLIA PÚBLICA SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE BRASÍLIA PÚBLICA 2 Caixa, patrimônio dos brasileiros. Caixa 100% pública! O processo de abertura do capital da Caixa Econômica Federal não interessa aos trabalhadores e à população

Leia mais

O QUE SÃO COOPERATIVAS DE CRÉDITO PERFIL INSTITUCIONAL DESEMPENHO ECONÔMICO SOLUÇÕES FINANCEIRAS SUSTENTABILIDADE

O QUE SÃO COOPERATIVAS DE CRÉDITO PERFIL INSTITUCIONAL DESEMPENHO ECONÔMICO SOLUÇÕES FINANCEIRAS SUSTENTABILIDADE O QUE SÃO COOPERATIVAS DE CRÉDITO PERFIL INSTITUCIONAL DESEMPENHO ECONÔMICO SOLUÇÕES FINANCEIRAS SUSTENTABILIDADE AGENTES DA PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL DAS COMUNIDADES ONDE ATUAM Principais

Leia mais

O C artão d o S ervidor PR P E R F E EI E TUR U A R A MU M N U I N CI C PA P L A L DE D E LOND N R D I R NA N

O C artão d o S ervidor PR P E R F E EI E TUR U A R A MU M N U I N CI C PA P L A L DE D E LOND N R D I R NA N O Cartão do Servidor PREFEITURA MUNICIPAL DE LONDRINA Cartão BMG Card O BMG Card é um cartão de crédito com bandeira MasterCard, direcionado aos Servidores Públicos Estatutários do Governo de Santa Catarina,

Leia mais

Entenda o Novo Sistema de Pagamentos Brasileiro O Novo SPB O que muda com o novo SPB Saiba o que não muda com o novo SPB Saiba mais

Entenda o Novo Sistema de Pagamentos Brasileiro O Novo SPB O que muda com o novo SPB Saiba o que não muda com o novo SPB Saiba mais * Informações de janeiro/2002 * Sumário Entenda o Novo Sistema de Pagamentos Brasileiro O Novo SPB Benefícios do Novo SPB O que é Porque mudar O que muda O que muda com o novo SPB Transferências só com

Leia mais

SECRETARIA DA JUSTIÇA E DA DEFESA DA CIDADANIA FUNDAÇÃO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR DIRETORIA DE ESTUDOS E PESQUISAS

SECRETARIA DA JUSTIÇA E DA DEFESA DA CIDADANIA FUNDAÇÃO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR DIRETORIA DE ESTUDOS E PESQUISAS Resultados dos estudos sobre a redução de taxas de juros praticadas por bancos públicos e privados. Orientações aos consumidores. Face aos diversos anúncios de redução de juros veiculados na mídia a partir

Leia mais

Atualidades do Mercado Financeiro

Atualidades do Mercado Financeiro Atualidades do Mercado Financeiro Sistema Financeiro Nacional Dinâmica do Mercado Mercado Bancário Conteúdo 1 Sistema Financeiro Nacional A estrutura funcional do Sistema Financeiro Nacional (SFN) é composta

Leia mais

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PARA ENGENHARIA 16/04/2013. Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) 9607-2031

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PARA ENGENHARIA 16/04/2013. Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) 9607-2031 ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PARA ENGENHARIA Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) 9607-2031 Obs.: Para aprofundar os conhecimentos no Sistema Financeiro Nacional, consultar o livro: ASSAF NETO, Alexandre.

Leia mais

O que é o conglomerado Caixa...

O que é o conglomerado Caixa... CAIXA FEDERAL QUAL CAIXA QUEREMOS? Março 2015 O que é o conglomerado Caixa... A Caixa é uma instituição financeira constituída pelo Decreto-Lei 759/1969, sob a forma de empresa pública, vinculada ao Ministério

Leia mais

MANUAL DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO

MANUAL DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO 1 - INTRODUÇÃO As exposições sujeitas ao risco de crédito são grande parte dos ativos da COGEM. Por isso, o gerenciamento do risco dessas exposições é fundamental para que os objetivos da Cooperativa sejam

Leia mais

MATERIAL. EXPlICatIvo. Plano BAYER CD

MATERIAL. EXPlICatIvo. Plano BAYER CD MATERIAL EXPlICatIvo Plano BAYER CD 1 Prezado Colaborador! você, que está sendo admitido agora ou ainda não aderiu ao Plano de Previdência oferecido pelo Grupo Bayer, tem a oportunidade de conhecer, nas

Leia mais

Estatuto da Caixa Econômica Federal Decreto n 0. 6.473, de 05/06/2008

Estatuto da Caixa Econômica Federal Decreto n 0. 6.473, de 05/06/2008 Estatuto da Caixa Econômica Federal Decreto n 0. 6.473, de 05/06/2008 IF sob a forma de empresa pública, criada nos termos do Decreto-Lei n o 759, de 12 de agosto de 1969, vinculada ao Ministério da Fazenda.

Leia mais

SICOOB - Contabilidade. Período: 01/08/2013 a 31/08/2013. Conta Cod. Red. Descrição da Conta Saldo Anterior Débitos Créditos Saldo Atual

SICOOB - Contabilidade. Período: 01/08/2013 a 31/08/2013. Conta Cod. Red. Descrição da Conta Saldo Anterior Débitos Créditos Saldo Atual 1.0.0.00.00-7 CIRCULANTE E REALIZÁVEL A LONGO PRAZO 58.764.189,56 169.901.510,67 169.746.419,72 58.919.280,51 1.1.0.00.00-6 DISPONIBILIDADES 469.845,67 62.841.447,38 62.796.662,79 514.630,26 1.1.1.00.00-9

Leia mais

Sr (ª). Prefeito (a),

Sr (ª). Prefeito (a), Sr (ª). Prefeito (a), O Banco do Brasil é um dos principais parceiros dos Governos Federal, Estaduais e Municipais na implantação de políticas públicas, projetos e programas impulsionadores do desenvolvimento.

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DE CLUBE DE INVESTIMENTO GRUPOINVEST

ESTATUTO SOCIAL DE CLUBE DE INVESTIMENTO GRUPOINVEST ESTATUTO SOCIAL DE CLUBE DE INVESTIMENTO GRUPOINVEST I - Denominação e Objetivo Artigo 1º - O Clube de Investimento GRUPOINVEST, doravante designado simplesmente Clube constituído por número limitado de

Leia mais

www.concursovirtual.com.br

www.concursovirtual.com.br História da Caixa Professor Carlos Arthur 1. A Caixa Econômica Federal (CAIXA), criada em 1861, está regulada pelo Decreto-Lei n.º 759/1969, como empresa pública vinculada ao Ministério da Fazenda. A instituição

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTOS IMPACTO

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTOS IMPACTO ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTOS IMPACTO I Denominação e Objetivo Artigo 1º - O Clube de Investimento IMPACTO constituído por número limitado de membros que tem por objetivo a aplicação de recursos

Leia mais

Plano de Vantagens Itaú

Plano de Vantagens Itaú Plano de Vantagens Itaú Conheça o Plano de Vantagens Itaú para correntistas. O Plano de Vantagens Itaú oferece benefícios de acordo com o seu relacionamento com o banco e conforme sua utilização de serviços.

Leia mais

RELATÓRIO DA GESTÃO 2014

RELATÓRIO DA GESTÃO 2014 1 Senhores Associados: RELATÓRIO DA GESTÃO 2014 Temos a satisfação de apresentar o Relatório da Gestão e as Demonstrações Contábeis da CREDICOAMO Crédito Rural Cooperativa, relativas às atividades desenvolvidas

Leia mais

PROVA TÉCNICAS BANCÁRIAS BANCO DO BRASIL 2007

PROVA TÉCNICAS BANCÁRIAS BANCO DO BRASIL 2007 PROVA TÉCNICAS BANCÁRIAS BANCO DO BRASIL 2007 RESOLUÇÃO DE QUESTÕES PARTE 05 (ÚLTIMA) FONTE: http://www.cespe.unb.br/concursos/bb12007/ E-BOOK SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL Este e-book é recomendado para

Leia mais

IC CLUBE DE INVESTIMENTO CNPJ n. 07.847.689/0001-33 ESTATUTO SOCIAL

IC CLUBE DE INVESTIMENTO CNPJ n. 07.847.689/0001-33 ESTATUTO SOCIAL IC CLUBE DE INVESTIMENTO CNPJ n. 07.847.689/0001-33 ESTATUTO SOCIAL I - DENOMINAÇÃO E OBJETIVO Artigo 1 - O IC Clube de Investimento é constituído por número limitado de membros que têm por objetivo a

Leia mais

Site Tricard A ferramenta de gestão do Cartão Tricard

Site Tricard A ferramenta de gestão do Cartão Tricard Site Tricard A ferramenta de gestão do Cartão Tricard 04 Acessando o Site Tricard Posição de Propostas Acões para sua Loja 09 13 30 Manuais de Treinamento 02 Introdução No Site Transacional Tricard, você

Leia mais

Regulamento do Plano de Vantagens Itaú Mais benefícios para quem mantém relacionamento com o Itaú.

Regulamento do Plano de Vantagens Itaú Mais benefícios para quem mantém relacionamento com o Itaú. Regulamento do Plano de Vantagens Itaú Mais benefícios para quem mantém relacionamento com o Itaú. O Plano de Vantagens Itaú oferece benefícios de acordo com o seu relacionamento e a sua utilização dos

Leia mais

Apresentação A Investe Rio é uma instituição financeira não bancária, sociedade de economia mista com personalidade jurídica de direito privado, vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia,

Leia mais

Empréstimo. Pagamento em até 30 meses; Sem taxa de abertura de crédito; Parcelas debitadas em conta; Limites analisados pela renda.

Empréstimo. Pagamento em até 30 meses; Sem taxa de abertura de crédito; Parcelas debitadas em conta; Limites analisados pela renda. Produtos Conta Corrente Com isenção de tarifas de manutenção, dez folhas cheques, quatro extratos mensais, emissão de extratos on-line, tarifas reduzidas, só na Credlíder. Conta Poupança A Poupança Credlider

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 002/2015

RESOLUÇÃO N. 002/2015 RESOLUÇÃO N. 002/2015 Atualiza a Resolução 005/2014 em seu artigo 3º (Taxa de juros do Consignado Estadual e renovação garantias I e II) de acordo com as condições e garantias oferecidas pelo sócio, inalteradas

Leia mais

Cidadão Perguntas e Respostas

Cidadão Perguntas e Respostas Cidadão Perguntas e Respostas 1. INFORMAÇÕES GERAIS... 2 1.1 O QUE É O SCR?... 2 1.2 QUEM PODE CONSULTAR AS INFORMAÇÕES ARMAZENADAS?... 2 1.3 PARA QUE SERVEM OS DADOS?... 2 1.4 OUTROS PAÍSES TÊM SISTEMAS

Leia mais

Conhecimentos Bancários Professor Carlos Arthur

Conhecimentos Bancários Professor Carlos Arthur Conhecimentos Bancários Professor Carlos Arthur 1 - Sobre as atribuições do Banco Central do Brasil, é incorreto afirmar: a) Exerce o controle de crédito b) Estimula a formação de poupança e a sua aplicação

Leia mais

Perfis de Investimento

Perfis de Investimento Perfis de Investimento Manual Perfis de Investimento Manual Perfis de Investimento Índice Objetivo... 3 Introdução... 3 Falando sobre sua escolha e seu plano... 3 Perfis de Investimento... 5 Principais

Leia mais

SERVIÇOS DISPONÍVEIS NO BANRISUL OFFICE BANKING EXTRATOS

SERVIÇOS DISPONÍVEIS NO BANRISUL OFFICE BANKING EXTRATOS SERVIÇOS DISPONÍVEIS NO BANRISUL OFFICE BANKING EXTRATOS Através do serviço de extratos do Banrisul Office Banking, o correntista pode consultar e imprimir os movimentos em suas contas (correntes ou poupança),

Leia mais

Painel da Indústria Financeira - PIF

Painel da Indústria Financeira - PIF Painel da Indústria Financeira - PIF Agenda Desintermediação Bancária nas Operações de Créditos Relacionamento com Instituições não Bancárias As Razões de Uso do Sistema Financeiro, segundo as Empresas:

Leia mais

INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONSTITUIÇÃO DA SOCIEDADE LIMITADA EMPRESA 1

INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONSTITUIÇÃO DA SOCIEDADE LIMITADA EMPRESA 1 INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONSTITUIÇÃO DA SOCIEDADE LIMITADA EMPRESA 1 Pelo presente instrumento particular, atendendo as formalidades legais, SÓCIA 2; SÓCIO 2, resolvem constituir uma sociedade limitada,

Leia mais

II ENCONTRO INTERNACIONAL SOBRE REGULAÇÃO E SUPERVISÃO EM MICROFINANÇAS COMPARAÇÃO DE MODELOS MUNDIAIS E O CASO BRASILEIRO

II ENCONTRO INTERNACIONAL SOBRE REGULAÇÃO E SUPERVISÃO EM MICROFINANÇAS COMPARAÇÃO DE MODELOS MUNDIAIS E O CASO BRASILEIRO II ENCONTRO INTERNACIONAL SOBRE REGULAÇÃO E SUPERVISÃO EM MICROFINANÇAS Painel: Crédito Cooperativo e Desenvolvimento COMPARAÇÃO DE MODELOS MUNDIAIS E O CASO BRASILEIRO TEMAS A SEREM ABORDADOS: Características

Leia mais

LEI Nº 2465/2013 SÚMULA: II 15.01, no caso da prestação dos serviços de administração de cartão de crédito ou débito e congêneres;

LEI Nº 2465/2013 SÚMULA: II 15.01, no caso da prestação dos serviços de administração de cartão de crédito ou débito e congêneres; LEI Nº 2465/2013 SÚMULA: Estabelece normas de incidência do ISS, relativas às operações efetuadas com cartões de crédito e de débito, e dá outras providências. AUTORIA: Poder Executivo A Câmara Municipal

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA CONSTITUIÇÃO DE COOPERATIVAS

ORIENTAÇÃO PARA CONSTITUIÇÃO DE COOPERATIVAS ORIENTAÇÃO PARA CONSTITUIÇÃO DE COOPERATIVAS 1. BREVE HISTÓRICO O cooperativismo objetiva difundir os ideais em que se baseia, para atingir o pleno desenvolvimento financeiro, econômico e social de todas

Leia mais

Microfinanças e Cooperativismo de Crédito

Microfinanças e Cooperativismo de Crédito Microfinanças e Cooperativismo de Crédito Gilson Bittencourt gilson.bittencourt@fazenda.gov.br 1 Microfinanças: Objetivos do Governo Federal Facilitar e ampliar o acesso ao crédito entre os empreendedores

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO INVESTIDORES DE PERNAMBUCO

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO INVESTIDORES DE PERNAMBUCO ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO INVESTIDORES DE PERNAMBUCO I - Denominação e Objetivo Artigo 1º - O CLUBE DE INVESTIMENTO INVESTIDORES DE PERNAMBUCO, constituído por número limitado de membros

Leia mais

Introdução. Capitais Internacionais

Introdução. Capitais Internacionais Capitais Internacionais e Mercado de Câmbio no Brasil Atualizado em novembro de 2010 1 Introdução O tratamento aplicável aos fluxos de capitais e às operações de câmbio acompanhou as conjunturas econômicas

Leia mais

Programa CAIXA Melhor Crédito

Programa CAIXA Melhor Crédito Programa CAIXA Melhor Crédito CAIXA REDUZ A PARTIR DE HOJE TAXAS DE JUROS EM ATÉ 88% O Caixa Melhor Crédito trará beneficio imediato para mais de 25 milhões de clientes A Caixa Econômica Federal anunciou

Leia mais

A... Aceitação Ato de aprovação pela entidade de uma proposta efetuada.

A... Aceitação Ato de aprovação pela entidade de uma proposta efetuada. A... Aceitação Ato de aprovação pela entidade de uma proposta efetuada. Adesão Característica do contrato de previdência privada, relativa ao ato do proponente aderir ao plano de previdência. Administradores

Leia mais

Consignação Manual do Correspondente Consignação

Consignação Manual do Correspondente Consignação Manual do Correspondente Consignação Banestes S.A. - Banco do Estado do Espírito Santo GCONS - Gerência de Consignação SUMÁRIO 1. Conceito...3 2. Apresentação...3 3. Informações Gerais...3 3.1. Condições

Leia mais

Regulamento do Plano de Vantagens Itaú Uniclass Mais benefícios para quem mantém relacionamento com o Itaú Uniclass.

Regulamento do Plano de Vantagens Itaú Uniclass Mais benefícios para quem mantém relacionamento com o Itaú Uniclass. Regulamento do Plano de Vantagens Itaú Uniclass Mais benefícios para quem mantém relacionamento com o Itaú Uniclass. O Plano de Vantagens Itaú Uniclass oferece benefícios de acordo com o seu relacionamento

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO FIDUS

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO FIDUS ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO FIDUS I DENOMINAÇÃO E OBJETIVO ARTIGO 1º - O CLUBE DE INVESTIMENTO FIDUS constituído por número limitado de membros que têm por objetivo a aplicação de recursos

Leia mais

Sumário 1 APRESENTAÇÃO... 3 2 VOCÊ SABE COMO FUNCIONA UMA COOPERATIVA DE CRÉDITO?... 3 3 COOPERATIVISMO... 3 4 COOPERATIVA DE CRÉDITO...

Sumário 1 APRESENTAÇÃO... 3 2 VOCÊ SABE COMO FUNCIONA UMA COOPERATIVA DE CRÉDITO?... 3 3 COOPERATIVISMO... 3 4 COOPERATIVA DE CRÉDITO... Manual do Cooperado Sumário 1 APRESENTAÇÃO... 3 2 VOCÊ SABE COMO FUNCIONA UMA COOPERATIVA DE CRÉDITO?... 3 3 COOPERATIVISMO... 3 4 COOPERATIVA DE CRÉDITO... 3 5 COOPERHIDRO... 3 6 RECONHECIMENTO PARA FUNCIONAMENTO...

Leia mais

Consórcio. Imobiliário. na prática. Por que o consórcio é muito mais interessante do que o financiamento? Livre-se dos Juros!

Consórcio. Imobiliário. na prática. Por que o consórcio é muito mais interessante do que o financiamento? Livre-se dos Juros! Consórcio Imobiliário na prática Por que o consórcio é muito mais interessante do que o financiamento? Livre-se dos Juros! 1 Sobre a empresa A A+ Consórcios iniciou suas atividades com o objetivo de gerir

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO BLUE STAR

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO BLUE STAR 1 ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO BLUE STAR I - Denominação e Objetivo Artigo 1º - O CLUBE DE INVESTIMENTO BLUE STAR constituído por número limitado de membros que têm por objetivo a aplicação

Leia mais

Título : Estrutura organizacional (estrutura, atribuições e competências) 2 Capítulo : Índice Seção : Subitem Descrição

Título : Estrutura organizacional (estrutura, atribuições e competências) 2 Capítulo : Índice Seção : Subitem Descrição Título : Estrutura organizacional (estrutura, atribuições e competências) 2 Capítulo : Índice Seção : Capítulo Seção Item Subitem Descrição Estrutura Organizacional (estrutura, atribuições e competências)

Leia mais

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Vivo Prev

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Vivo Prev Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios Vivo Prev Exercício: 2013 e 2012 dezembro R$ Mil Descrição 2013 2012 Variação (%) Relatório Anual 2013 Visão Prev 1. Ativos Disponível Recebível Investimento

Leia mais

Manual do Cooperado COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS COLABORADORES DO GRUPO SAINT-GOBAIN A MELHOR SOLUÇÃO PARA OS SEUS PROBLEMAS

Manual do Cooperado COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS COLABORADORES DO GRUPO SAINT-GOBAIN A MELHOR SOLUÇÃO PARA OS SEUS PROBLEMAS C re d i C o o p e r a t i v a de Ec o n om i a e C rédi t o Mút u o d o s C o l a b o r a d o re s d o G r u p o S a i n t- G o b a i n Ave n id a S a n t a M a r i n a, 443 Ág u a Br a n c a - São Pau

Leia mais

Guia Prático para você. O Besc é Banco do Brasil. Veja a diferença que isso faz no seu dia-a-dia.

Guia Prático para você. O Besc é Banco do Brasil. Veja a diferença que isso faz no seu dia-a-dia. Guia Prático para você. O Besc é Banco do Brasil. Veja a diferença que isso faz no seu dia-a-dia. guia_pf.indd 1 3/24/09 10:53:08 AM Índice Introdução...02 Relacionamento com o Banco do Brasil...03 Conta

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO N.º 247, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2000

ANEXO À RESOLUÇÃO N.º 247, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2000 ANEXO À RESOLUÇÃO N.º 247, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2000 REGULAMENTO PARA ARRECADAÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO DAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES PARA O FUNDO DE UNIVERSALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES

Leia mais

Prefeitura Municipal de Farias Brito GOVERNO MUNICIPAL CNPJ n 07.595.572/0001-00

Prefeitura Municipal de Farias Brito GOVERNO MUNICIPAL CNPJ n 07.595.572/0001-00 ANEXO I PREGÃO Nº 2012.12.12.1 TERMO DE REFERÊNCIA Com a especificação dos serviços de assessoria, consultoria, execução contábil, justificativas, defesas e recursos de processos administrativos junto

Leia mais

Agora sua máquina da Cielo passa os cartões Diners Club. Informativo. Ou seja, o seu ponto de venda acaba de ganhar vários pontos com os clientes.

Agora sua máquina da Cielo passa os cartões Diners Club. Informativo. Ou seja, o seu ponto de venda acaba de ganhar vários pontos com os clientes. A número 1 em vendas. NADA SUPERA ESSA MÁQUINA. Informativo EDIÇÃO 2 TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE A CIELO PARA O SEU NEGÓCIO. Palavra do presidente Prezado cliente, A Cielo atua no cenário multibandeira

Leia mais

Nordeste FEVEREIRO 2015

Nordeste FEVEREIRO 2015 Banco do Nordeste FEVEREIRO 2015 Banco do Nordeste do Brasil Visão Geral Banco Múltiplo com 62 anos de atuação para o desenvolvimento da região Nordeste, norte de MG e do ES. Ativos Totais R$ 71,0 bilhões

Leia mais

PLANO DE AÇÃO 2016 Gestão 2014/2017

PLANO DE AÇÃO 2016 Gestão 2014/2017 INTRODUÇÃO O Plano de Ação do Sindicato-Apase adota como referencial de elaboração as Teses aprovadas no XI Fórum Sindical/2015, referendadas na Assembleia Geral Extraordinária Deliberativa de 11/12/2015.

Leia mais

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Prezado Cooperado, Em 2012 a economia brasileira apresentou forte desaceleração, tendo uma das mais baixas taxas de crescimento da América Latina, inferior até as pessimistas

Leia mais

Empresas da Construção Civil/ Empresas de Médio e Grande Porte /Entidades Sem Fins Lucrativos

Empresas da Construção Civil/ Empresas de Médio e Grande Porte /Entidades Sem Fins Lucrativos CAIXA ECONÔMICA FEDERAL AVALIAÇÃO DE RISCO Empresas da Construção Civil/ Empresas de Médio e Grande Porte /Entidades Sem Fins Lucrativos INSTRUÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS A ANÁLISE

Leia mais

Cartão Consignado. Aposentados e Pensionistas do INSS

Cartão Consignado. Aposentados e Pensionistas do INSS Cartão Consignado Aposentados e Pensionistas do INSS Cartão Consignado INSS Regras Vigentes INSS Regras Vigentes Cartão exclusivo para compras (o saque é proibido). Temos que aguardar a manifestação do

Leia mais

OS LUCROS E PREJUÍZOS NAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS INSERIDAS NO SISTEMA COOPERATIVISTA

OS LUCROS E PREJUÍZOS NAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS INSERIDAS NO SISTEMA COOPERATIVISTA OS LUCROS E PREJUÍZOS NAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS INSERIDAS NO SISTEMA COOPERATIVISTA Por: Vera Cristiane Costa Prezoto Introdução Diante do atual cenário de competitividade, as organizações buscam instrumentos

Leia mais

Microcrédito, inclusão social e desenvolvimento local: a experiência do Banco do Povo Crédito Solidário em Santo André e Mauá

Microcrédito, inclusão social e desenvolvimento local: a experiência do Banco do Povo Crédito Solidário em Santo André e Mauá Santo André e Mauá - Brasil Microcrédito, inclusão social e desenvolvimento local: a experiência do Banco do Povo Crédito Solidário em Santo André e Mauá Jorge Luiz Gouvêa1 I. O contexto: a reestruturação

Leia mais

LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000.

LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000. LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000. Institui o Plano de Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Municipais e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE DUQUE DE CAXIAS decreto e eu sanciono

Leia mais

MANUAL DO ASSOCIADO. Desde 1974 estimulando a poupança e ajudando a realizar sonhos!

MANUAL DO ASSOCIADO. Desde 1974 estimulando a poupança e ajudando a realizar sonhos! MANUAL DO ASSOCIADO Desde 1974 estimulando a poupança e ajudando a realizar sonhos! 2 Expediente COGEM - Cooperativa de Crédito Mútuo dos Empregados de Empresas Metalúrgicas do Estado de São Paulo Av.

Leia mais

DECRETO Nº 3130, DE 22 DE JULHO DE 2011.

DECRETO Nº 3130, DE 22 DE JULHO DE 2011. DECRETO Nº 3130, DE 22 DE JULHO DE 2011. Regulamenta o art. 54 da Lei Complementar nº 392, de 17/12/2008, Dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Uberaba e dá outras providências.

Leia mais

Art. 2 o Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação. Reitoria da Universidade Estadual de Ponta Grossa.

Art. 2 o Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação. Reitoria da Universidade Estadual de Ponta Grossa. RESOLUÇÃO CA N o 220 DE 9 DE JUNHO DE 2014. Aprova a assinatura do Convênio a ser celebrado entre a Universidade Estadual de Ponta Grossa e a Barigui S/A- Crédito, Financiamento e Investimentos. O CONSELHO

Leia mais

COOPERATIVAS DE CRÉDITO: GOVERNANÇA SISTÊMICA 1

COOPERATIVAS DE CRÉDITO: GOVERNANÇA SISTÊMICA 1 COOPERATIVAS DE CRÉDITO: GOVERNANÇA SISTÊMICA 1 Lúcia Regina Vieira Zermiani 2 RESUMO Governança corporativa ou o governo das sociedades ou das empresas é o conjunto de processos, costumes, políticas,

Leia mais

ANOREG/BR ASSOCIAÇÃO DOS NOTÁRIOS E REGISTRADORES DO BRASIL

ANOREG/BR ASSOCIAÇÃO DOS NOTÁRIOS E REGISTRADORES DO BRASIL ANOREG/BR ASSOCIAÇÃO DOS NOTÁRIOS E REGISTRADORES DO BRASIL São Paulo, 16 de dezembro de 2010. A Associação dos Notários e Registradores do Brasil ANOREG BR At.: Sr. Rogério Portugal Bacellar Prezado Senhor,

Leia mais

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Visão Multi

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Visão Multi Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios Visão Multi Exercício: 013 e 01 dezembro R$ Mil Descrição 013 01 Variação (%) Relatório Anual 013 Visão Prev 1. Ativos Recebível Investimento Ações

Leia mais

ROTEIRO OPERACIONAL CARTÃO DE CRÉDITO CONSIGNADO SETOR PÚBLICO INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL INSS

ROTEIRO OPERACIONAL CARTÃO DE CRÉDITO CONSIGNADO SETOR PÚBLICO INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL INSS E-MAILS DE CONTATO BANCO DAYCOVAL Negócio Roteiro Operacional Promotora MESA DE ANALISE CARTÃO CONSIGNADO cartaoliberacao@bancodaycoval.com.br Empréstimo Cartão Débito C/C SUPORTE PROMOTORA suportepromotora@bancodaycoval.com.br

Leia mais

Mercado de Ações O que são ações? Ação é um pedacinho de uma empresa Com um ou mais pedacinhos da empresa, você se torna sócio dela Sendo mais formal, podemos definir ações como títulos nominativos negociáveis

Leia mais

Sociedade PÓLO DE EXPORTAÇÃO DE SERVIÇOS DE SOFTWARE DO PLANALTO MÉDIO REGIMENTO INTERNO

Sociedade PÓLO DE EXPORTAÇÃO DE SERVIÇOS DE SOFTWARE DO PLANALTO MÉDIO REGIMENTO INTERNO Sociedade PÓLO DE EXPORTAÇÃO DE SERVIÇOS DE SOFTWARE DO PLANALTO MÉDIO REGIMENTO INTERNO Aprovado em Reunião Ordinária do Conselho de Administração conforme registro em ata. Este Regimento Interno Regulamenta

Leia mais

Conhecendo os Processos de Cobrança

Conhecendo os Processos de Cobrança Conhecendo os Processos de Cobrança 03 Processos de Cobrança Entenda a Fatura Ferramentas de Suporte Consulta de Extratos 05 09 11 16 Consumo Consciente 02 Processos de Cobrança conheça os processos de

Leia mais

XIII Seminário Internacional de Países Latinos Europa-América. Políticas de Facilitação de Créditos para o Desenvolvimento das PME

XIII Seminário Internacional de Países Latinos Europa-América. Políticas de Facilitação de Créditos para o Desenvolvimento das PME XIII Seminário Internacional de Países Latinos Europa-América Políticas de Facilitação de Créditos para o Desenvolvimento das PME Fortaleza, 30 de outubro de 2006 1 Sumário 1 - Mercado MPE 2 - Acesso ao

Leia mais

Foram reapresentados pelo consultor os objetivos aprovados na reunião de 15 de março em São Paulo para o biênio 2013/2014;

Foram reapresentados pelo consultor os objetivos aprovados na reunião de 15 de março em São Paulo para o biênio 2013/2014; Na reunião do conselho administrativo realizada em 17 de maio de 2013 na cidade de Natal Rio Grande do Norte compareceram os representantes do DF, RS, PB,AL,PI,RN,PE que discorreram acerca dos seguinte

Leia mais

LEI Nº176, DE 9 de DEZEMBRO DE 1949. Capítulo _ I Da organização, Fins e Jurisdição

LEI Nº176, DE 9 de DEZEMBRO DE 1949. Capítulo _ I Da organização, Fins e Jurisdição LEI Nº176, DE 9 de DEZEMBRO DE 1949. REGULA O BANCO MUNICIPAL DA PRODUÇÃO DE ANÁPOLIS. A CÂMARA MUNICIPAL decreta e eu PREFEITO MUNICIPAL sanciono a seguinte lei: Capítulo _ I Da organização, Fins e Jurisdição

Leia mais

TABELA DE TARIFAS PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

TABELA DE TARIFAS PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS TABELA DE TARIFAS PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Pessoa Física PF RELAÇÃO DOS SERVIÇOS PRESTADOS Confecção de cadastro para início de relacionamento Fornecimento de 2ª via de cartão com função de débito com

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO PLATINUM

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO PLATINUM ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO PLATINUM I Denominação e Objetivo Artigo 1º O Clube de Investimento PLATINUM é constituído por número limitado de membros que têm por objetivo a aplicação de recursos

Leia mais

Parecer da KONTAS Contabilidade Assessoria e Consultoria Empresarial Ltda ME

Parecer da KONTAS Contabilidade Assessoria e Consultoria Empresarial Ltda ME Parecer da KONTAS Contabilidade Assessoria e Consultoria Empresarial Ltda ME Aos Administradores da Associação dos Oficiais da Polícia Militar da Bahia AOPM Salvador - BA 1- Examinamos os Balanços Patrimoniais

Leia mais

Condução da Assembleia

Condução da Assembleia ASSEMBLEIAS 2015 Condução da Assembleia Márcio Port Presidente Mário Konzen Vice-Presidente Diretoria Executiva Diretor Executivo...Solon Stapassola Stahl Diretor de Operações...Eduardo Spier Diretora

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 008/2010

RESOLUÇÃO N. 008/2010 RESOLUÇÃO N. 008/2010 Regulamenta as taxas de juros cobradas nos contratos de empréstimos de acordo com as condições de garantias oferecidas pelo sócio e dá outras providências. O Conselho de Administração

Leia mais

Produtos e Serviços para Associados. Pessoas Físicas

Produtos e Serviços para Associados. Pessoas Físicas Produtos e Serviços para Associados Pessoas Físicas O Sicoob Divicred entende o que seu associado precisa. Por isso, oferece soluções ágeis e modernas para otimizar suas operações bancárias e proteger

Leia mais

Empréstimo e cartão consignado

Empréstimo e cartão consignado outubro/2014 Empréstimo e cartão consignado direcionados a aposentados e pensionistas Todo aquele que recebe benefícios de aposentadoria ou pensão por morte pagos pela Previdência Social pode obter crédito

Leia mais