DIREITO EMPRESARIAL PROFº GIOSER CAVET

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1 DIREITO EMPRESARIAL PROFº GIOSER CAVET PARTE I INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO EMPRESARIAL PARTE II - TEORIA GERAL DO DIREITO SOCIETÁRIO E SOCIEDADES EMPRESÁRIAS PARTE III FALÊNCIA E RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS (LEI N.º /2005) PARTE IV TÍTULOS DE CRÉDITO PARTE I - - PESSOA JURÍDICA: SÃO ORGANIZAÇÕES CONSTITUÍDAS POR UMA COLETIVIDADE DE PESSOAS OU POR UMA MASSA DE BENS, DIRIGIDOS À REALIZAÇÃO DE INTERESSES COMUNS, ÀS QUAIS A ORDEM JURÍDICA ATRIBUI PERSONALIDADE. - EMPRESA: ATIVIDADE ECONÔMICA ORGANIZADA. - EMPRESÁRIO: ART. 966 CÓDIGO CC. - SOCIEDADE EMPRESÁRIA: ART. 981 CC. EMPRESA. - ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL: CONJUNTO DE BENS NECESSÁRIOS PARA A EXPLORAÇÃO DA CLASSES DE EMPRESÁRIOS - EMPRESÁRIO INDIVIDUAL: ART. 966 CC. - EMPRESÁRIO COLETIVO: ART. 983 CC ( SOCIEDADES EMPRESÁRIAS ). CONDIÇÕES PARA O EXERCÍCIO DA ATIVIDADE EMPRESARIAL (ART. 972 CC); PESSOAS IMPEDIDAS DE EXERCER A ATIVIDADE EMPRESARIAL (ART CC): SERVIDORES PÚBLICOS (LEI N.º 8112/90); FALIDOS (LEI N.º /2005); AGENTES POLÍTICOS; PENALMENTE PROIBIDOS; ESTRANGEIROS. 1

2 SOCIEDADE EMPRESÁRIA É A PESSOA JURÍDICA QUE EXPLORA UMA EMPRESA. ART. 981 DO CC: "CELEBRAM CONTRATO DE SOCIEDADE AS PESSOAS QUE RECIPROCAMENTE SE OBRIGAM A CONTRIBUIR, COM BENS OU SERVIÇOS, PARA O EXERCÍCIO E ATIVIDADE ECONÔMICA E A PARTILHA, ENTRE SI, DOS RESULTADOS". PERSONALIZAÇÃO DAS SOCIEDADES EMPRESÁRIA. PRINCÍPIO DA AUTONOMIA DA PESSOA JURÍDICA: AUTONOMIA DE ATUAÇÃO (TEORIA ORGANICISTA): A DELIBERAÇÃO TOMADA PELA SOCIEDADE, POR EXEMPLO, É O RESULTADO DA SOMATÓRIA DAS VONTADES INDIVIDUAIS DE SEUS SÓCIOS, DA MESMA FORMA QUE O ATO PRATICADO PELA SOCIEDADE, POR INTERMÉDIO DA PESSOA NATURAL DE QUALQUER DE SEUS SÓCIOS É O ATO DELA E NÃO DELE, QUE SIMPLESMENTE ATUA COMO SE FOSSE A PROPRIA SOCIEDADE. AUTONOMIA PATRIMONIAL: O PATRIMÔNIO SOCIAL NÃO RESPONDE PELAS DÍVIDAS DOS SÓCIOS; SÓ PELAS DÍVIDAS DA SOCIEDADE. INÍCIO DA PERSONALIZAÇÃO: REGISTRO DE SEUS ATOS CONSTITUTIVOS. TÉRMINO DA PERSONALIZAÇÃO: COM O ADVENTO DO PROCEDIMENTO DISSOLUTÓRIO, QUE PODE SER JUDICIAL OU EXTRAJUDICIAL. ESSE PROCEDIMENTO COMPREENDE TRÊS FASES: DISSOLUÇÃO, LIQUIDAÇÃO E A PARTILHA. LIMITES DA PERSONALIZAÇÃO. EMPREENDEDORES E INVESTIDORES. OBRIGAÇÕES GERAIS DO EMPRESÁRIO E DA SOCIEDADE EMPRESÁRIA A) REGISTRAR-SE NO ÓRGÃO COMPETENTE, ANTES DE DAR INÍCIO À EXPLORAÇÃO DE SUA ATIVIDADE (ART E SS DO CC E LEI N.º 8934/94); B) MANTER ESCRITURAÇÃO REGULAR DE SEUS NEGÓCIOS (ART CC). REGISTRO DE EMPRESA - FINALIDADE DO REGISTRO: ART. 1.º, INCS. I, II E III, DA LEI N.º 8934/94. - EFEITOS JURÍDICOS: A) SOCIEDADES EMPRESÁRIAS: AQUISIÇÃO DE PERSONALIDADE JURÍDICA ( ART. 985 CC). A.1) ASSUNÇÃO DE CAPACIDADE PARA DIREITOS E OBRIGAÇÕES; A.2) OS SÓCIOS NÃO MAIS SE CONFUNDEM COM A PESSOA DA SOCIEDADE; A.3) A PESSOA JURÍDICA POSSUI PATRIMÔNIO PRÓPRIO; A.4) A SOCIEDADE PODE ALTERAR SUA ESTRUTURA INTERNA. B) EMPRESÁRIO: PROTEÇÃO JURÍDICA E GOZO DAS PRERROGATIVAS PRÓPRIAS DE EMPRESÁRIO. 2

3 ÓRGÃOS DE REGISTRO DE EMPRESA A) SINREM SISTEMA NACIONAL DE REGISTRO DE EMPRESAS MERCANTIS; B) DNRC DEPARTAMENTO NACIONAL DE REGISTRO DO COMÉRCIO (JUNTAS COMERCIAIS). ATOS DE REGISTRO MATRÍCULA; ARQUIVAMENTO; AUTENTICAÇÃO. MODALIDADE FINALIDADE LEILOEIROS MATRÍCULA / E CANCELAMENTO TRADUTORES PÚBLICOS E INTÉRPRETES COMERCIAIS TRAPICHEIROS ADMINISTRADORES DE ARMAZÉNS-GERAIS ATOS CONSTITUTIVOS, ALTERAÇÕES, DISSOLUÇÕES DE ARQUIVAMENTO FIRMAS INDIVIDUAIS, SOCIEDADES EMPRESÁRIAS E COOPERATIVAS ATOS RELATIVOS À CONSÓRCIOS E GRUPOS DE SOCIEDADES QUALQUER ATO DE INTERESSE DO EMPRESÁRIO OU DA SOCIEDADE EMPRESÁRIA AUTENTICAÇÃO LIVROS MERCANTIS CÓPIAS DE DOCUMENTOS ASSENTADOS CONSEQÜÊNCIAS DA FALTA DO REGISTRO A) RESPONSABILIDADE ILIMITADA DOS SÓCIOS DAS SOCIEDADES EMPRESÁRIAS; B) AUSÊNCIA DE LEGITIMIDADE ATIVA PARA REQUERER O PEDIDO DE FALÊNCIA DE OUTRA SOCIEDADE EMPRESÁRIA OU EMPRESÁRIO (ART. 97, PAR. 1.º, LEI N.º /2005); C) IMPEDIMENTO PARA REQUERER A RECUPERAÇÃO JUDICIAL (ART. 51, V, LEI N.º /2005); D) MULTAS DE NATUREZA DA ADMINISTRATIVA E FISCAL; E) A ATIVIDADE DESEMPENHADA FICA FORÇOSAMENTE RESTRITA AO UNIVERSO DA INFORMALIDADE. MANTER ESCRITURAÇÃO REGULAR DE SEUS NEGÓCIOS O EXERCÍCIO REGULAR DA ATIVIDADE EMPRESARIAL PRESSUPÕE A ORGANIZAÇÃO DE UMA CONTABILIDADE. FUNÇÕES DA MANUTENÇÃO REGULAR DA ESCRITURAÇÃO: 1) GERENCIAL (POSSIBILITA AVALIAR OS RESULTADOS DA ATIVIDADE DESENVOLVIDA); 2) DOCUMENTAL (NECESSIDADE DE DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DA ATIVIDADE EMPRESARIAL); 3) FISCAL (RELACIONA-SE AO CONTROLE DA INCIDÊNCIA E PAGAMENTO DE 3

4 TRIBUTOS). NO DIREITO BRASILEIRO, A PREVISÃO GENÉRICA DO DEVER DE ESCRITURAÇÃO ESTÁ PREVISTA NO ART , CAPUT, DO CÓDIGO CIVIL PARA O EMPRESÁRIO E A SOCIEDADE EMPRESÁRIA, E DE FORMA ESPECÍFICA NO ART. 177 DA LEI N.º 6.404/76 PARA AS SOCIEDADES ANÔNIMAS. ESPÉCIES DE LIVROS: PARA O DIREITO EMPRESARIAL O ÚNICO LIVRO OBRIGATÓRIO É O DIÁRIO. ENTRETANTO, EXISTEM OUTROS LIVROS QUE SÃO EXIGIDOS LEVANDO EM CONSIDERAÇÃO A ATIVIDADE DESENVOLVIDA E A CONFORMAÇÃO JURÍDICA DA SOCIEDADE EMPRESÁRIA (P. EX.: ART. 100 DA LEI N.º 6.404/76). OBS.: DE TODAS AS ATIVIDADES MERCANTIS A ÚNICA QUE NÃO ESTÁ OBRIGADA A TER O LIVRO DIÁRIO E A ATIVIDADE BANCÁRIA, UMA VEZ QUE PODERÁ SUBSTITUÍ-LO PELO LIVRO DE BALANCETES DIÁRIOS E BALANÇOS (LEI N.º 4.843/65) - LER ART DO CÓDIGO CIVIL DE REQUISITOS EXTRÍNSECOS: VISAM CONFERIR SEGURANÇA JURÍDICA. A ESCRITURAÇÃO DEVERÁ OBSERVAR O DISPOSTO NO ART DO CÓDIGO CIVIL. EXTRAVIO DOS LIVROS: HIPÓTESES DE CASO FORTUITO OU FORÇA MAIOR - PUBLICAÇÃO DO OCORRIDO EM JORNAL DE GRANDE CIRCULAÇÃO DO LOCAL DO ESTABELECIMENTO E COMUNICADO A JUNTA COMERCIAL NO PRAZO DE 48 HORAS (DEC. 486/69). EFICÁCIA PROBATÓRIA DOS LIVROS: FAZEM PROVA CONTRA O PRÓPRIO EMPRESÁRIO OU SOCIEDADE EMPRESÁRIA; CONTRA OUTRO EMPRESÁRIO OU SOCIEDADE EMPRESÁRIA; CONTRA NÃO-EMPRESÁRIOS (ARTS. 378, 379 E 380 DO CPC). CONSEQÜÊNCIAS DA FALTA DE ESCRITURAÇÃO: DIVIDEM-SE EM SANCIONADORAS E MOTIVADORAS. SANCIONADORAS: IMPORTA EM PENALIZAÇÃO DO EMPRESÁRIO - ÓRBITA CIVIL: EVENTUAL PRESUNÇÃO DOS FATOS ALEGADOS PELA PARTE ADVERSA; ÓRBITA PENAL: CRIME FALIMENTAR (ART. 178 DA LEI N.º /2005); MOTIVADORAS: NEGAM AO EMPRESÁRIO UM BENEFÍCIO QUE PODERIA USUFRUIR CASO TIVESSE CUMPRIDO A OBRIGAÇÃO - 1) INACESSIBILIDADE À RECUPERAÇÃO JUDICIAL; 2) INEFICÁCIA PROBATÓRIA (ART. 379 DO CPC). ESCRITURAÇÃO EXIBIÇÃO DOS LIVROS: PRINCÍPIO DO SIGILO (ART CC/2002). CONSIDERAVA-SE QUE O EMPRESÁRIO TINHA O DIREITO DE MANTER RESERVADAS INFORMAÇÕES QUE SOMENTE LHE DIZIAM RESPEITO, COMO OS SEUS GANHOS E DESPESAS. O REFERIDO PRINCÍPIO ESTÁ LIGADO, PORTANTO, A TUTELA DA PRIVACIDADE. A PRIVACIDADE (PRINCÍPIO DO SIGILO) FOI PAULATINAMENTE SENDO EXCEPCIONADA E HOJE EM DIA NÃO PODER SER OPOSTA CONTRA: A) AUTORIDADES FISCAIS (ART CC/2002); B) ORDEM JUDICIAL (ART CC/2002). SÚMULA 439 DO STF: "ESTÃO SUJEITOS À FISCALIZAÇÃO TRIBUTÁRIA, OU PREVIDENCIÁRIA, QUAISQUER LIVROS COMERCIAIS, LIMITADO O EXAME AOS PONTOS OBJETO DE INVESTIGAÇÃO." PRESSUPOSTO PARA APRECIAÇÃO DOS LIVROS EMPRESARIAIS PELA AUTORIDADE FAZENDÁRIA OU PREVIDENCIÁRIA: INSTAURAÇÃO DE PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO DA FAZENDA OU INSS. TRATA-SE DE UMA 4

5 FORMALIDADE PRELIMINAR QUE SERVE COMO COMPROVAÇÃO DA NATUREZA OFICIAL DO PROCEDIMENTO, OFERECENDO GARANTIAS AO EMPRESÁRIO OU A SOCIEDADE EMPRESÁRIA, E REQUISITO DE ADMISSIBILIDADE PARA O PROSSEGUIMENTO DA MEDIDA. SEGUEM-SE ENTÃO DUAS ALTERNATIVAS: A) EXPEDIÇÃO DE INTIMAÇÃO PARA COMPARECIMENTO NO POSTO FISCAL; B) COMPARECIMENTO NO PRÓPRIO ESTABELECIMENTO. CONSEQÜÊNCIAS NOS CASOS DE IRREGULARIDADE NOS LIVROS: LAVRATURA DO AUTO DE INFRAÇÃO. EXIBIÇÃO DOS LIVROS POR ORDEM JUDICIAL: EXIBIÇÃO PARCIAL (ART. 382 CPC) E EXIBIÇÃO TOTAL (ART. 381 CPC - P. EX: 105 DA LEI 6.404/76). APRECIAÇÃO DOS LIVROS POR ACIONISTAS E SÓCIOS COTISTAS DE SOCIEDADES EMPRESÁRIAS: ARTS CC/2002. DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PERIÓDICAS LEVANTAMENTO DE BALANÇOS ANUAIS, PATRIMONIAL E DE RESULTADO (ARTS CC/2002). EXEMPLO DA SOCIEDADE LIMITADA: A OBRIGAÇÃO SE RESUME AO LEVANTAMENTO DO BALANÇO GERAL DO ATIVO E PASSIVO E A DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS, OBSERVADAS AS TÉCNICAS GERALMENTE ACEITAS PELA CONTABILIDADE (ART USQUE 1189 CC/2002). PERIODICIDADE: EM REGRA ANUAL. EXCEÇÕES: SOCIEDADES ANÔNIMAS (ART. 204 DA LSA) E AS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS (ART. 31 DA LEI N.º 4.594/64). CONSEQÜÊNCIAS PARA A FALTA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PERIÓDICAS: DIFICULDADE DE ACESSO AO CRÉDITO BANCÁRIO; IMPOSSIBILIDADE DE PARTICIPAR EM LICITAÇÃO PROMOVIDA PELO PODER PÚBLICO (LEI N.º 8.666/93, ART. 31, I); IMPOSSIBILIDADE DE REQUERER RECUPERAÇÃO JUDICIAL; OS ADMINISTRADORES DA SOCIEDADE ANÔNIMA E DA SOCIEDADE LIMITADA RESPONDERÃO, PERANTE OS SÓCIOS, POR EVENTUAIS PREJUÍZOS ADVINDOS DA INEXISTÊNCIA DO DOCUMENTO. COMENTÁRIOS SOBRE O ART. 178 DA LEI N.º /2005. ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL CONCEITO: "É O CONJUNTO DE BENS REUNIDOS PARA A EXPLORAÇÃO DA ATIVIDADE ECONÔMICA". MOTIVO DE SER OBJETO DE TUTELA NO DIREITO EMPRESARIAL: PRESERVAÇÃO DO INVESTIMENTO REALIZADO NA ORGANIZAÇÃO DA EMPRESA. GOODWILL OF A TRADE = FONDS DE COMMERCE = FUNDO DE EMPRESA: SOBREVALOR NASCIDO DA ATIVIDADE EMPRESARIAL. FUNDO DE EMPRESA CARACTERIZA-SE COMO UM ATRIBUTO DO ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL. NATUREZA JURÍDICA DO ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL EMBORA EXISTAM 09 TEORIAS ACERCA DA NATUREZA JURÍDICA DO ESTABELECIMENTO, COMPONDO UM LEQUE DE VISÕES QUE VÃO DESDE A PERSONIFICAÇÃO DO COMPLEXO DE BENS ATÉ A NEGATIVA DE SUA RELEVÂNCIA PARA O DIREITO, DE ACORDO COM OS ENSINAMENTOS DE FABIO ULHOA COELHO (IN CURSO DE DIREITO COMERCIAL, VOLUME 1, SÃO PAULO : SARAIVA, 2002, P. 99) BASTA DESTACAR APENAS TRÊS PONTOS ESSENCIAIS: 5

6 1.º) O ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL NÃO É SUJEITO DE DIREITO; 2.º) O ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL É UMA COISA; E 3.º) O ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL INTEGRA O PATRIMÔNIO DA SOCIEDADE EMPRESÁRIA. DISTINÇÃO: ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL - EMPRESA - SOCIEDADE EMPRESÁRIA. ELEMENTOS DO ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL O ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL É COMPOSTO POR BENS MATERIAIS E IMATERIAIS. MATERIAIS: MERCADORIAS, ESTOQUE, UTENSÍLIOS, VEÍCULOS, MAQUINARIA, ETC... IMATERIAIS: BENS INDUSTRIAIS (PATENTE DE INVENÇÃO, DE MODELO DE UTILIDADE, REGISTRO DE DESENHO INDUSTRIAL, MARCA REGISTRADA, NOME EMPRESARIAL) E O PONTO (LOCAL EM QUE SE EXPLORA A ATIVIDADE ECONÔMICA). ATRIBUTOS DO ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL AVIAMENTO: POTENCIAL DE LUCRATIVIDADE DA EMPRESA. NÃO SE CARACTERIZA COMO ELEMENTO DO ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL. AVIAMENTO = FUNDO DE EMPRESA. CLIENTELA: CONJUNTO DE PESSOAS QUE HABITUALMENTE CONSOMEM OS PRODUTOS OU SERVIÇOS DE DETERMINADO EMPRESÁRIO OU SOCIEDADE EMPRESÁRIA. PROTEÇÃO AO PONTO : LOCAÇÃO EMPRESARIAL PONTO: "É O LOCAL EM QUE SE ENCONTRA O ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL". QUANDO O EMPRESÁRIO E/OU SOCIEDADE EMPRESÁRIA SÃO PROPRIETÁRIOS DO IMÓVEL EM QUE SE ESTABELECERAM, O DIREITO DE INERÊNCIA AO PONTO É ASSEGURADO PELO DIREITO DE PROPRIEDADE DE QUE É TITULAR. ENTRETANTO, QUANDO OS MESMOS NÃO SÃO PROPRIETÁRIOS, MAS LOCATÁRIOS, A PROTEÇÃO DO SEU DIREITO DE INERÊNCIA AO PONTO DECORRE DE DISCIPLINA ESPECÍFICA. PROTEÇÃO JURÍDICA: "DECORRE DA SUA IMPORTÂNCIA PARA O SUCESSO DA EMPRESA". LEI DE LUVAS (1934): DE ACORDO COM A SISTEMÁTICA ESTABELECIDA, O COMERCIANTE E O INDUSTRIAL QUE LOCASSE IMÓVEL PARA EXPLORAÇÃO DE SUA ATIVIDADE, POR PRAZO DETERMINADO DE NO MÍNIMO 5 ANOS, E NÃO TIVESSE MUDADO DE RAMO NOS ÚLTIMOS 3 ANOS, PODERIA PLEITEAR A RENOVAÇÃO COMPULSÓRIA DO VÍNCULO LOCATÍCIO. LEI DE LOCAÇÃO PREDIAL URBANA VIGENTE (LEI N.º 8.245/91, ART. 51): A SISTEMÁTICA DA LEI DE LUVAS FOI MANTIDA. REQUISITOS DA LOCAÇÃO EMPRESARIAL LEI N.º 8.245/91, ART. 51: A LOCAÇÃO SOMENTE SERÁ CONSIDERADA EMPRESARIAL QUANDO FOR 6

7 PERMITIDO AO LOCATÁRIO PLEITEAR A RENOVAÇÃO COMPULSÓRIA DO CONTRATO. REQUISITO FORMAL: CONTRATO ESCRITO COM PRAZO DETERMINADO; REQUISITO TEMPORAL: MÍNIMO DE 05 ANOS DE RELAÇÃO LOCATÍCIA; REQUISITO MATERIAL: EXPLORAÇÃO DA MESMA ATIVIDADE ECONÔMICA POR PELO MENOS 3 ANOS ININTERRUPTOS. COMENTÁRIOS: REQUISITO FORMAL: LER ART. 56 DA LEI N.º 8.245/91; REQUISITO TEMPORAL: ACESSIO TEMPORIS; REQUISITO MATERIAL: ESTE REQUISITO ESTÁ RELACIONADO COM O SOBREVALOR AGREGADO AO IMÓVEL. PROTEÇÃO AO PONTO : LOCAÇÃO EMPRESARIAL (CONT.) ART. 51 DA LEI N.º 8.245/91 (DIREITO DO LOCATÁRIO DE INERÊNCIA AO PONTO) PROCEDIMENTO: O DIREITO DE INERÊNCIA AO PONTO É EXERCIDO ATRAVÉS DE AÇÃO JUDICIAL PRÓPRIA DENOMINADA RENOVATÓRIA. PRAZO DECADENCIAL PARA PROPOSITURA DA AÇÃO RENOVATÓRIA - ENTRE 01 ANO A 06 MESES ANTES DO TÉRMINO DO PRAZO DO CONTRATO A RENOVAR. EXCEÇÃO DE RETOMADA - ART. 5.º, INC. XXII, DA CF (DIREITO DE PROPRIEDADE): A RENOVAÇÃO COMPULSÓRIA DO CONTRATO DE LOCAÇÃO EMPRESARIAL NÃO PODE SER INCOMPATÍVEL COM O EXERCÍCIO DO DIREITO DE PROPRIEDADE, PELO LOCADOR. POR ESSA RAZÃO ADMITE-SE A EXCEÇÃO DE RETOMADA, NA AÇÃO RENOVATÓRIA. ( FUNDAMENTO LEGAL - ARTS. 52, INCS. I E II, E 72, INCS. I, II, III E IV, DA LEI N.º 8.245/91): A) REALIZAÇÃO DE OBRAS NO IMÓVEL, QUE IMPORTEM SUA RADICAL TRANSFORMAÇÃO POR EXIGÊNCIA DO PODER PÚBLICO; B) REFORMAS NO IMÓVEL QUE O VALORIZEM, PRETENDIDAS PELO LOCADOR; C) INSUFICIÊNCIA NA PROPOSTA APRESENTADA PELO LOCATÁRIO, NA AÇÃO RENOVATÓRIA; D) MELHOR PROPOSTA DE TERCEIROS; E) TRANSFERÊNCIA DE ESTABELECIMENTO EXISTENTE HÁ MAIS DE UM ANO, PERTENCENTE AO CÔNJUGE, ASCENDENTE OU DESCENDENTE DO LOCADOR, OU A SOCIEDADE EMPRESÁRIA POR ELE CONTROLADA; E F) USO PRÓPRIO. OBS. : IMPORTANTE RESSALTAR QUE O ROL ACIMA TRANSCRITO É APENAS EXEMPLIFICATIVO, OU SEJA, EM QUALQUER CASO, SE A RENOVAÇÃO COMPULSÓRIA DA RELAÇÃO LOCATÍCIA IMPORTAR A IMPOSSIBILIDADE DE O LOCADOR EXERCER PLENAMENTE O SEU DIREITO DE PROPRIEDADE, AINDA QUE A HIPÓTESE NÃO SE ENCONTRE ESPECIFICAMENTE CONTEMPLADA NA LEI COMO FATOR IMPEDITIVO DA RENOVAÇÃO, ESTA NÃO PODE OCORRER, PORQUE O CONTRÁRIO REPRESENTARIA DESOBEDIÊNCIA À NORMA CONSTITUCIONAL ASSECURATÓRIA DAQUELE DIREITO. 7

8 INDENIZAÇÃO DO PONTO SE CARACTERIZADA A LOCAÇÃO EMPRESARIAL E PROPOSTA A AÇÃO RENOVATÓRIA DENTRO DO PRAZO, O LOCATÁRIO TERÁ, EM DETERMINADAS SITUAÇÕES, DIREITO À INDENIZAÇÃO PELA PERDA DO PONTO, CASO O LOCADOR OBTENHA A RETOMADA DO IMÓVEL. PRESSUPOSTOS PARA O EMPRESÁRIO TER DIREITO À INDENIZAÇÃO PELA PERDA DO PONTO: CARACTERIZAÇÃO DA LOCAÇÃO COMO EMPRESARIAL, COM O ATENDIMENTO AOS REQUISITOS FORMAL, MATERIAL E TEMPORAL; B) AJUIZAMENTO DA AÇÃO RENOVATÓRIA DENTRO DO PRAZO; C) ACOLHIMENTO DE EXCEÇÃO DE RETOMADA. HIPÓTESES EM QUE CABERÁ A INDENIZAÇÃO PELA PERDA DO PONTO: SE A EXCEÇÃO DE RETOMADA FOI A EXISTÊNCIA DE PROPOSTA MELHOR DE TERCEIRO; B) SE O LOCADOR DEMOROU MAIS DE 03 MESES, CONTADOS DA ENTREGA DO IMÓVEL, PARA DAR-LHE O DESTINO ALEGADO NA EXCEÇÃO DE RETOMADA; C) EXPLORAÇÃO NO IMÓVEL DA MESMA ATIVIDADE DO LOCATÁRIO; D) INSINCERIDADE DA EXCEÇÃO DE RETOMADA. DESTA LISTA, APENAS AS DUAS PRIMEIRAS SÃO ESPECIFICADAMENTE MENCIONADAS NA LEI (LL, ART. 52, 3.º), DECORRENDO AS DEMAIS DOS PRINCÍPIOS GERAIS DO DIREITO, QUE VEDAM O ENRIQUECIMENTO ILÍCITO E TUTELAM A BOA-FÉ (VIDE FÁBIO ULHOA COELHO, IN CURSO DE DIREITO COMERCIAL, VOL. I, SÃO PAULO : SARAIVA, 2002, P. 110/112) PARÂMETRO DE INDENIZAÇÃO PELA PERDA DO PONTO EM TODOS OS CASOS TRATADOS A INDENIZAÇÃO CONSISTIRÁ NO RESSARCIMENTO: A) DOS PREJUÍZOS DECORRENTES DA MUDANÇA; B) DOS PREJUÍZOS GERADOS PELA PERDA DO LUGAR (PONTO); C) DOS PREJUÍZOS OCASIONADOS PELA DESVALORIZAÇÃO DO FUNDO DE EMPRESA. CONSISTIRÁ AINDA NO RESSARCIMENTO DOS LUCROS CESSANTES. COMENTÁRIOS: O ART. 75 DA LEI 8.245/91 PRECEITUA QUE, "NA HIPÓTESE DO INC. III DO ART. 72, A SENTENÇA FIXARÁ DESDE LOGO A INDENIZAÇÃO DEVIDA AO LOCATÁRIO EM CONSEQÜÊNCIA DA NÃO PRORROGAÇÃO DA LOCAÇÃO, SOLIDARIAMENTE DEVIDA PELO LOCADOR E O PROPONENTE. BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE "SHOPPING CENTER" CONCEITO: É UM EMPREENDIMENTO NO QUAL OS ESPAÇOS COMERCIAIS SÃO ALUGADOS PARA EMPRESÁRIOS COM DETERMINADOS PERFIS, DE FORMA QUE O COMPLEXO POSSA ATENDER DIVERSAS NECESSIDADES DOS CONSUMIDORES. ADESÃO AO EMPREENDIMENTO: O UNIVERSO LEGAL, QUE COMPREENDERÁ O EMPREENDIMENTO, SE CONSTITUIRÁ, NA VERDADE, DE TRÊS DOCUMENTOS AUTÔNOMOS, CUJOS CONTEÚDOS IMPORÃO OBRIGAÇÕES DISTINTAS: 1) APÓS A APROVAÇÃO DA CONSTRUÇÃO DO EMPREENDIMENTO É ELABORADA UMA ESCRITURA DECLARATÓRIA DE NORMAS GERAIS COMPLEMENTARES DOS CONTRATOS DE LOCAÇÃO. CASO O EMPREENDIMENTO SEJA CONSTITUÍDO NOS MOLDES DA LEI 4.591/64, SERÁ ELABORADA UMA CONVENÇÃO CONDOMINIAL ACOMPANHADA DO REGIMENTO INTERNO; 2) CONTRATO DE LOCAÇÃO; 3) ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS LOJISTAS. 8

9 RES SPERATA : PRESTAÇÃO RETRIBUTIVA DAS VANTAGENS EM SE ESTABELECER NUM COMPLEXO EMPRESARIAL DESSA NATUREZA. TENANT MIX : PLANEJAMENTO DE DISTRIBUIÇÃO DO ESPAÇO. CONTRATO DE LOCAÇÃO EM SHOPPING CENTER NATUREZA JURÍDICA: CONTRATO ATÍPICO. ASPECTOS JURÍDICOS: CONTRATO CELEBRADO POR PRAZO INFERIOR A 05 ANOS; CONTRATO CELEBRADO POR PRAZO SUPERIOR A 05 ANOS. DENÚNCIA VAZIA AÇÃO RENOVATÓRIA EXCEÇÃO À RETOMADA ALIENAÇÃO DE ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL BREVE RECAPITULAÇÃO SOBRE ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL E SEUS ELEMENTOS. CONTRATO DE TRESPASSE & CESSÃO DE COTAS SOCIAIS DE SOCIEDADE LIMITADA OU ALIENAÇÃO DE CONTROLE DE SOCIEDADE ANÔNIMA. NO CONTRATO DE TRESPASSE O ESTABELECIMENTO DEIXA DE INTEGRAR O PATRIMÔNIO DE UM EMPRESÁRIO OU SOCIEDADE EMPRESÁRIA (O ALIENANTE) E PASSA PARA O DE OUTRO (O ADQUIRENTE). OBJETO DO CONTRATO DE TRESPASSE : COMPLEXO DE BENS CORPÓREOS E INCORPÓREOS UTILIZADOS NA EXPLORAÇÃO DA EMPRESA. O CONTRATO DE TRESPASSE TERÁ QUE SER ARQUIVADO NO REGISTRO PÚBLICO DE EMPRESAS MERCANTIS E DE PUBLICADO NA IMPRENSA OFICIAL (ART DO NOVO CC). A EFICÁCIA DA ALIENAÇÃO FICARÁ SUBORDINADA AO PGTO DE TODOS OS CREDORES, OU DO CONSENTIMENTO DESTES, DE MODO EXPRESSO OU TÁCITO, EM TRINTA DIAS A PARTIR DE SUA NOTIFICAÇÃO, CASO NÃO RESTEM BENS SUFICIENTES AO ALIENANTE PARA SOLVER O SEU PASSIVO (ART DO NOVO CC). O ADQUIRENTE DO ESTABELECIMENTO RESPONDE PELO PAGAMENTO DOS DÉBITOS ANTERIORES À TRANSFERÊNCIA, DESDE QUE REGULARMENTE CONTABILIZADOS, CONTINUANDO O DEVEDOR PRIMITIVO SOLIDARIAMENTE OBRIGADO PELO PRAZO DE UM ANO, QUANTO AOS CRÉDITOS VENCIDOS, DA PUBLICAÇÃO, E, QUANTO AOS OUTROS, DA DATA DO VENCIMENTO (ART DO NOVO CC). CLÁUSULA DE NÃO-RESTABELECIMENTO: NÃO HAVENDO AUTORIZAÇÃO EXPRESSA, O ALIENANTE DO ESTABELECIMENTO NÃO PODE FAZER CONCORRÊNCIA AO ADQUIRENTE, NOS CINCO ANOS SUBSEQÜENTES À TRANSFERÊNCIA (ART DO NOVO CC). EMPRESARIAL OBRIGAÇÕES DE ORDEM TRABALHISTA E FISCAL LIGADAS AO ESTABELECIMENTO INDEPENDENTE DO ADVENTO DO NOVO CC, O ADQUIRENTE DO ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL É SEMPRE SUCESSOR DO ALIENANTE, EM RELAÇÃO A OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS E FISCAIS LIGADAS AO 9

10 ESTABELECIMENTO, NOS TERMOS DA LEGISLAÇÃO APLICÁVEL. NESTE CASO TAMBÉM NÃO SE OBSERVARÁ O DISPOSTO NO ART DO NOVO CC, QUE LIBERA O ALIENANTE APÓS O DECURSO DE 01 ANO DA PUBLICAÇÃO DO RESPECTIVO CONTRATO DE TRESPASSE NA IMPRENSA OFICIAL, QUANTO AOS CRÉDITOS VENCIDOS, OU DO VENCIMENTO, QUANTO AOS DEMAIS. RESPONSABILIDADE DO ADQUIRENTE PELAS OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS: ART. 448 DA CLT. RESPONSABILIDADE DO ADQUIRENTE PELAS OBRIGAÇÕES FISCAIS: ART. 133 CTN. TRESPASSE E LOCAÇÃO EMPRESARIAL CESSÃO DA LOCAÇÃO: AUTORIZAÇÃO DO LOCADOR (ART. 13 DA LEI N.º 8.245/91). EXPRESSA; TÁCITA: INÉRCIA POR 30 DIAS A PARTIR DA NOTIFICAÇÃO. ART DO NOVO CC: PODERÁ O LOCADOR RESCINDIR O CONTRATO, NOS 90 DIAS SEGUINTES À PUBLICAÇÃO DO CONTRATO DE ALIENAÇÃO NA IMPRENSA OFICIAL, SE HOUVER JUSTA CAUSA. AÇÃO RENOVATÓRIA. ELEMENTOS IMATERIAIS DO ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL PROPRIEDADE INDUSTRIAL NOÇÕES INTRODUTÓRIAS ORIGEM HISTÓRICA: INGLATERRA EM 1623 (STATUTE OF MONOPOLIES) - PREVIA OUTORGA DE PATENTES PARA INVENÇÕES PELO PRAZO DE 14 ANOS. CONVENÇÃO DE PARIS PARA PROTEÇÃO DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL EM 1880 (INICIALMENTE FORAM APENAS 11 PAÍSES SIGNATÁRIOS: BÉLGICA, BRASIL, PORTUGAL, FRANÇA, GUATEMALA, ITÁLIA, HOLANDA, SÃO SALVADOR, SÉRVIA, ESPANHA E SUÍÇA). OBJETIVO: PROTEÇÃO DOS BENS IMATERIAIS DO EMPRESÁRIO E DA SOCIEDADE EMPRESÁRIA LIGADOS À ATIVIDADE POR ELES DESENVOLVIDA. NATUREZA JURÍDICA: PROPRIEDADE IMATERIAL, DE CUNHO INCORPÓREO. REGIME JURÍDICO 9.279/96). PROPRIEDADE INDUSTRIAL: DIREITO DE PROPRIEDADE (ARTS. 5.º, INC. XXIX DA CF E LEI N.º BENS INTEGRANTES DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL INTEGRAM A PROPRIEDADE INDUSTRIAL A INVENÇÃO, O MODELO DE UTILIDADE, O DESENHO INDISTRIAL E A MARCA. INVENÇÃO: É O PRODUTO DA INTELIGÊNCIA HUMANA QUE OBJETIVA CRIAR BENS ATÉ ENTÃO DESCONHECIDOS PARA APLICAÇÃO INDUSTRIAL. MODELO DE UTILIDADE: É O INSTRUMENTO, UTENSÍLIO OU OBJETO DESTINADO AO APERFEIÇOAMENTO OU MELHORIA DE UMA INVENÇÃO PREEXISTENTE. 10

11 DESENHO INDUSTRIAL: É A FORMA PLÁSTICA ORNAMENTAL DE UM OBJETO OU O CONJUNTO ORNAMENTAL DE LINHAS E CORES QUE POSSA SER APLICADO A UM PRODUTO, PROPORCIONANDO RESULTADO VISUAL NOVO E ORIGINAL NA SUA CONFIGURAÇÃO EXTERNA E QUE POSSA SERVIR DE TIPO DE FABRICAÇÃO INDUSTRIAL. MARCA: SINAIS DISTINTIVOS VISUALMENTE PERCEPTÍVEIS. FORMA: - QUANTO A SUA APRESENTAÇÃO OU FORMA, MARCA PODE SER CLASSIFICADA DA SEGUINTE NOMINATIVAS: IDENTIFICADAS POR PALAVRAS; FIGURATIVAS: MAIS CONHECIDAS COMO LOGOTIPOS; MISTA: QUANDO NUMA MESMA MARCA SÃO IDENTIFICADAS FORMAS FIGURATIVAS E NOMINATIVAS JUNTAS; TRIDIMENSIONAL: É AQUELA REPRESENTADA PELO FORMATO CARACTERÍSTICOM NÃO-FUNCIONAL E PARTICULAR QUE É DADO AO PRÓPRIO PRODUTO OU AO SEU RECIPIENTE. DIREITO IMATERIAL (DIREITO INDUSTRIAL & DIREITO AUTORAL) DIREITO IMATERIAL OU INTELECTUAL - DIREITO INDUSTRIAL (INVENÇÃO, O MODELO DE UTILIDADE, O DESENHO INDUSTRIAL E A MARCA) DIREITO AUTORAL (OBRA CIENTÍFICA, ARTÍSTICA, LITERÁRIA E DE PROGRAMAS DE COMPUTADOR). EM TERMOS DE REGRAS GERAIS, É POSSÍVEL DISTINGUIR O DIREITO INDUSTRIAL DO DIREITO AUTORAL NOS TERMOS DA TABELA ABAIXO: 11

12 OBJETOS DE DISTINÇÃO DIREITO INDUSTRIAL DIREITO AUTORAL PROTEGE QUEM REGISTROU QUEM IDEALIZOU EXTENÇÃO DA PROTEÇÃO IDÉIA INVENTIVA FORMA COMO A IDÉIA SE EXTERIORIZA DIREITO DE EXCLUSIVIDADE DECORRE DE UM ATO ADMINISTRATIVO DECORRE DO ATO DE CRIAÇÃO DA OBRA PATENTEABILIDADE SÃO PATENTEÁVEIS A INVENÇÃO E O MODELO DE UTILIDADE. ESTABELECE A LEI DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL QUE PARA A PATENTE SER CONCEDIDA, A INVENÇÃO OU O MODELO DE UTILIDADE DEVE PREENCHER OS SEGUINTES REQUISITOS: NOVIDADE: A INVENÇÃO NÃO DEVE ESTAR COMPREENDIDA NO ESTADO DA TÉCNICA (VIDE ARTS. 11, 1.º E 12, INCS. I, II E III DA LEI 9.279/96); ATIVIDADE INVENTIVA: ORIGINALIDADE. NÃO PODE SER MERO DESDOBRAMENTO DAQUILO QUE JÁ É DE DOMÍNIO PÚBLICO (ART. 14 DA LEI 9.279/96); E APLICAÇÃO INDUSTRIAL: SOMENTE É PATENTÁVEL AQUELA INVENÇÃO OU MODELO DE UTILIDADE QUE POSSA SER UTILIZADO EM ESCALA INDUSTRIAL (ART. 15 DA LEI 9.279/96). INVENÇÕES E MODELOS DE UTILIDADE NÃO PATENTEÁVEIS: ART. 18 DA LEI 9.279/96. SEGREDO INDUSTRIAL NÃO ESTÁ O EMPRESÁRIO OBRIGADO A PATENTEAR DETERMINADO INVENTO, POIS TAL PROCEDIMENTO CARACTERIZA-SE COMO UMA FACULDADE. SE ENTENDER MAIS CONVENIENTE, SEU TITULAR PODERÁ GUARDÁ-LOS EM SEGREDO, NÃO DISPONIBILIZANDO AO PÚBLICO OS MÉTODOS, OS PROJETOS, AS COMPOSIÇÕES QUE MATERIALIZAM SEU INVENTO. VANTAGEM: O SEGREDO INDUSTRIAL SE ETERNIZA EM SUAS MÃOS. DESVANTAGEM: O FATO DE TERCEIRO CONSEGUIR ATRAVÉS DE MEIOS LÍCITOS E MÉRITOS PRÓPRIOS, OBTER O MESMO RESULTADO ALCANÇADO PELO SEU INVENTOR PRIMITIVO. ART. 195, INC. XI, DA LEI 9.279/96: PROTEÇÃO DO SEGREDO INDUSTRIAL. REGISTRABILIDADE SE A PATENTE REFERE-SE À INVENÇÃO E AO MODELO DE UTILIDADE, O REGISTRO DIZ RESPEITO AO DESENHO INDUSTRIAL E À MARCA. DESENHO INDUSTRIAL ESTABELECE A LEI DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL QUE PARA O DESENHO INDUSTRIAL SER REGISTRADO E, CONSEQÜENTEMENTE, TER O SEU CRIADOR DIREITO DE EXCLUSIVIDADE SOBRE ELE, DEVEM 12

13 ESTAR PRESENTES TRÊS REQUISITOS: NOVIDADE: O DESENHO INDUSTRIAL NÃO DEVE ESTAR COMPREENDIDO NO ESTADO DA TÉCNICA (ART. 96, CAPUT, E 3.º, DA LEI 9.279/96); ORIGINALIDADE: É ORIGINAL AQUELE DESENHO INDUSTRIAL QUANDO DELE RESULTE UMA CONFIGURAÇÃO VISUAL DISTINTIVA, EM RELAÇÃO A OUTROS OBJETOS (ART. 97 DA LEI 9.279/96); DESIMPEDIMENTO: SERÁ REGISTRADO O DESENHO INDUSTRIAL QUE NÃO ESTIVER CONTEMPLADO NAS HIPÓTESES PREVISTAS NO ART. 100, INCS. I E II, DA LEI 9.279/96. MARCA ESTABELECE A LEI DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL QUE PARA A MARCA SER REGISTRADA E, CONSEQUENTEMENTE, TER O SEU CRIADOR DIREITO DE EXCLUSIVIDADE SOBRE ELA, DEVEM ESTAR PRESENTES TRÊS REQUISITOS: NOVIDADE RELATIVA: CUMPRIR A FINALIDADE DE IDENTIFICAR, DIRETA OU INDIRETAMENTE, PRODUTOS E SERVIÇOS, DESTACANDO-OS DOS SEUS CONCORRENTES; NÃO-COLIDÊNCIA COM MARCA NOTÓRIA: VIDE ART. 126 DA LEI 9.279/96; DESIMPEDIMENTO: SERÁ REGISTRADA A MARCA QUE NÃO ESTIVER CONTEMPLADA NAS HIPÓTESES PREVISTAS NO ART. 124 DA LEI 9.279/96. PRINCÍPIO DA ESPECIALIDADE: PELO "PRINCÍPIO DA ESPECIFICIDADE, A PROTEÇÃO DA MARCA REGISTRADA É LIMITADA AOS PRODUTOS E SERVIÇOS DA MESMA CLASSE, SALVO QUANDO O INPI A DECLARA "MARCA DE ALTO RENOME". NESTA HIPÓTESE, A PROTEÇÃO É AMPLIADA PARA TODAS AS CLASSES. EXPLORAÇÃO DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL PRIORIDADE (ART. 127 DA LEI 9.279/96). LICENÇA DE DIREITO INDUSTRIAL. CESSÃO DE DIREITO INDUSTRIAL. DEGENERAÇÃO DE MARCA NOTÓRIA. EXTINÇÃO DO DIREITO INDUSTRIAL EXTINGUE-SE O DIREITO INDUSTRIAL PELAS SEGUINTES RAZÕES: DECURSO DO PRAZO DE DURAÇÃO: DIREITO INDUSTRIAL PRAZO O QUE OCORRER POR ÚLTIMO: 20 ANOS, CONTADOS DA PATENTE DE INVENÇÃO DATA DO DEPÓSITO, OU 10 ANOS CONTADOS DA CONCESSÃO (ART. 40, PÁR. ÚNICO, DA LPI) 13

14 O QUE OCORRER POR ÚLTIMO: 15 ANOS, CONTADOS DA PATENTE DE MODELO DE UTILIDADE REGISTRO DE DESENHO INDUSTRIAL REGISTRO DA MARCA DATA DO DEPÓSITO, OU 07 ANOS CONTADOS DA CONCESSÃO (ART. 40, PÁR. ÚNICO, DA LPI) 10 ANOS, A CONTAR DO DEPÓSITO, ADMITIDAS ATÉ 03 PRORROGAÇÕES SUCESSIVAS, POR PERÍODO DE 05 ANOS CADA (ART. 108 DA LPI) 10 ANOS, CONTADOS DA CONCESSÃO, SENDO CABÍVEIS SUCESSIVAS PRORROGAÇÕES, POR IGUAL PERÍODO (ART. 133 DA LPI) CADUCIDADE: FATOR EXTINTIVO DECORRENTE DO ABUSO OU DESUSO NO EXERCÍCIO DO DIREITO INDUSTRIAL. B.1) EM RELAÇÃO À PATENTE SE O TITULAR NÃO EXPLORAR (DIRETAMENTE OU POR LICENÇA VOLUNTÁRIA) A INVENÇÃO OU O MODELO DE UTILIDADE, DE MODO A ATENDER ÀS DEMANDAS DO MERCADO, TENDO DECORRIDOS 03 (TRÊS) ANOS DA CONCESSÃO, PODERÁ SER REQUERIDA A LICENÇA COMPULSÓRIA. DECORRIDOS 02 ANOS DO LICENCIAMENTO COMPULSÓRIO, A CADUCIDADE PODERÁ SER DECLARADA PELO INPI, DE OFÍCIO OU A REQUERIMENTO DO INTERESSADO (ART. 68 E 80 USQUE 83, DA LPI); B.2) REGISTRO DA MARCA: FLUÊNCIA DE 05 ANOS SEM EXPLORAÇÃO ECONÔMICA. FALTA DE PAGAMENTO DA RETRIBUIÇÃO DEVIDA AO INPI: ARTS. 78, INC. IV, E 119, INC. III, AMBOS DA LPI). RENÚNCIA DO TITULAR: DESDE QUE NÃO CAUSE PREJUÍZO A TERCEIROS (ARTS. 78, INC. II E 119, INC. II, AMBOS DA LPI). INEXISTÊNCIA DE REPRESENTANTE LEGAL NO BRASIL, SE O TITULAR E DOMICILIADO OU SEDIADO NO EXTERIOR: LPI, ART PROCESSO ADMINISTRATIVO NO INPI PEDIDO DE PATENTE: A TRAMITAÇÃO COMPREENDE QUATRO FASES (DEPÓSITO, PUBLICAÇÃO, EXAME E DECISÃO). PEDIDO DE REGISTRO DE DESENHO INDUSTRIAL. PEDIDO DE REGISTRO DE MARCA. NOME EMPRESARIAL NOME EMPRESARIAL: É AQUELE UTILIZADO POR UM EMPRESÁRIO PARA SE IDENTIFICAR, ENQUANTO SUJEITO EXERCENTE DE UMA ATIVIDADE ECONÔMICA. DIVIDE-SE EM 02 (DUAS) ESPÉCIES: FIRMA (TEM POR BASE NECESSARIAMENTE UM NOME CIVIL) E DENOMINAÇÃO (PODE TOMAR POR BASE QUALQUER EXPRESSÃO LINGUISTICA). PROTEÇÃO AO NOME EMPRESARIAL: ART. 34 DA LEI 8934/94 (PRINCÍPIOS DA VERACIDADE (ART DO CC/2002) E DA NOVIDADE(ART DO CC/2002). 14

15 DIFERENÇAS ENTRE NOME EMPRESARIAL E MARCA O NOME EMPRESARIAL IDENTIFICA O SUJEITO DE DIREITO, ENQUANTO A MARCA IDENTIFICA, DIRETA OU INDIRETAMENTE, PRODUTOS OU SERVIÇOS. ELEMENTOS NOME EMPRESARIAL MARCA DISTINTIVOS ORGÃO DE PROTEÇÃO JUNTA COMERCIAL INPI ÂMBITO DE PROTEÇÃO ESTADUAL NACIONAL ÂMBITO MATERIAL DA PROTEÇÃO PRAZO DE DURAÇÃO INDEPENDE O RAMO DE ATIVIDADE ENQUANTO ESTIVER EM FUNCIONAMENTO REGULAR (VIDE ART. 60, 1.º, DA LEI N.º 8.934/94) ESTÁ RESTRITA À CLASSE DOS PRODUTOS OU SERVIÇOS 10 ANOS, COM POSSIBILIDADE DE SUCESSIVAS PRORROGAÇÕES POR IGUAL PERÍODO EXPLICAÇÕES SOBRE TÍTULO DE ESTABELECIMENTO PROCESSO ADMINISTRATIVO NO INPI SÃO PATENTEÁVEIS A INVENÇÃO E O MOELO DE UTILIDADE. ESTABELECE A LEI DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL QUE PARA A PATENTE SER CONCEDIDA, A INVENÇÃO OU O MODELO DE UTILIDADE DEVE PREENCHER OS SEGUINTES REQUISITOS: NOVIDADE: A INVENÇÃO NÃO DEVE ESTAR COMPREENDIDA NO ESTADO DA TÉCNICA (VIDE ARTS. 11, 1.º E 12, INCS. I, II E III DA LEI 9.279/96); ATIVIDADE INVENTIVA: ORIGINALIDADE. NÃO PODE SER MERO DESDOBRAMENTO DAQUILO QUE JÁ É DE DOMÍNIO PÚBLICO (ART. 14 DA LEI 9.279/96); E APLICAÇÃO INDUSTRIAL: SOMENTE É PATENTEÁVEL AQUELA INVENÇÃO OU MODELO DE UTILIDADE QUE POSSA SER UTILIZADO EM ESCALA INDUSTRIAL (ART. 15 DA LEI 9.279/96). - PEDIDO DE PATENTE O PEDIDO DE PATENTE DE INVENÇÃO OU DE MODELO DE UTILIDADE SEGUE TRAMITAÇÃO QUE COMPREENDE QUATRO FASES: DEPÓSITO, PUBLICAÇÃO, EXAME E DECISÃO. I.II PROCESSAMENTO: DEPÓSITO (ART. 19): REQUERIMENTO; RELATÓRIO DESCRITIVO; REIVINDICAÇÕES (DEVERÁ O REQUERENTE DEFINIR COM EXATIDÃO ASPECTOS TÉCNICOS DA INVENÇÃO E DO MODELO DE UTILIDADE, A PONTO DE JUSTIFICAR A PROTEÇÃO LEGAL). DESENHOS, SE FOR O CASO; 15

16 RESUMO (É PRECEDIDO PELO TÍTULO DA INVENÇÃO, SENDO REDIGIDO DE FORMA A PERMITIR UMA COMPREENSÃO DO PROBLEMA TÉCNICO E DA SOLUÇÃO PROPOSTA PELA INVENÇÃO); PAGAMENTOS DAS RETRIBUIÇÕES. PUBLICAÇÃO: TÊM POR FINALIDADE DAR CIÊNCIA AOS INTERESSADOS DA EXISTÊNCIA DO PEDIDO DE CONCESSÃO DE DIREITO INDUSTRIAL. EXAME FORMAL; DECISÃO. DA EXPEDIÇÃO DA CONCESSÃO DA PATENTE: ART. 38 E SEGUINTES. DURAÇÃO DA PATENTE: DIREITO INDUSTRIAL PRAZO O QUE OCORRER POR ÚLTIMO: 20 ANOS, CONTADOS DA PATENTE DE INVENÇÃO DATA DO DEPÓSITO, OU 10 ANOS CONTADOS DA CONCESSÃO (ART. 40, PÁR. ÚNICO, DA LPI) O QUE OCORRER POR ÚLTIMO: 15 ANOS, CONTADOS DA PATENTE DE MODELO DE UTILIDADE DATA DO DEPÓSITO, OU 07 ANOS CONTADOS DA CONCESSÃO (ART. 40, PÁR. ÚNICO, DA LPI) NULIDADE DA PATENTE (ART. 50 E SEGUINTES):PRAZO PARA ALEGAÇÃO 06 MESES; AÇÃO DE NULIDADE (ART. 56). PROCESSO ADMINISTRATIVO NO INPI PEDIDO DE REGISTRO DE MARCA: INTRODUÇÃO: ARTS. 122, 123 E 124 DA LPI. QUANTO À NATUREZA A MARCA PODE SER: A) DE PRODUTO OU SERVIÇO; B) DE CERTIFICAÇÃO; C) COLETIVA. PROCESSAMENTO: DEPÓSITO : ART. 155; EXAME FORMAL; OPOSIÇÃO DE TERCEIROS (PRAZO: 60 DIAS): ARTS. 158 E 159; DECISÃO: ART DA EXPEDIÇÃO DO CERTIFICADO DE REGISTRO: ART. 161 E SEGUINTES. DURAÇÃO DO REGISTRO: 16

17 REGISTRO DA MARCA 10 ANOS, CONTADOS DA CONCESSÃO, SENDO CABÍVEIS SUCESSIVAS PRORROGAÇÕES, POR IGUAL PERÍODO (ART. 133 DA LPI) NULIDADE DO REGISTRO (ART. 165 E SEGUINTES):PRAZO PARA ALEGAÇÃO 180 DIAS; AÇÃO DE NULIDADE: PRAZO PRESCRICIONAL: 05 ANOS; FORO COMPETENTE: JUSTIÇA FEDERAL. PROTEÇÃO NO ÂMBITO INTERNACIONAL - INTROD.: O BRASIL, COMO PAÍS UNIONISTA, OU SEJA, PERTENCENTE À UNIÃO DE PARIS, ASSUMIU COMPROMISSO INTERNACIONAL DE CONFERIR PRIORIDADE A DETERMINADOS PEDIDOS DE PATENTE OU REGISTRO INDUSTRIAL. PROCEDIMENTO: O ATO DE EFETIVAR O DEPÓSITO PERANTE O INPI CONFERE AO REQUERENTE PROTEÇÃO EM TODOS OS PAÍSES UNIONISTAS DE ACORDO COM OS SEGUINTES PRAZOS: INVENÇÃO E MODELO DE UTILIDADE: 12 (DOZE) MESES; MARCA E DESENHO INDUSTRIAL: 06 (SEIS) MESES. CASO O REQUERENTE OBJETIVE PROTEÇÃO EM ÂMBITO INTERNACIONAL, DEVERÁ ANTES DA EXPIRAÇÃO DOS PRAZOS ACIMA PREVISTOS ENTABULAR O DEPÓSITO NOS RESPECTIVOS PAÍSES DESEJADOS FORMAS DE EFETIVAÇÃO DOS DEPÓSITOS DE PEDIDOS NACIONAIS NO EXTERIOR: A) REQUERIMENTO DIRETAMENTE NO PAÍS DESEJADO, DE ACORDO COM AS NORMAS E REGULAMENTOS PREVISTOS; B) PEDIDO DE TRAMITAÇÃO PARA CONCESSÃO DE PATENTE. O TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES - PCT FOI FIRMADO EM 19 DE JUNHO DE 1970, EM WASHINGTON, COMO A FINALIDADE DESENVOLVER O SISTEMA DE PATENTES E DE TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA. PREVÊ BASICAMENTE MEIOS DE COOPERAÇÃO ENTRE OS PAÍSES INDUSTRIALIZADOS E OS PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO. ATÉ JULHO DE 2000 SÃO 108 PAÍSES SIGNATÁRIOS DO PCT. O PCT TEM COMO OBJETIVO SIMPLIFICAR, TORNANDO MAIS EFICAZ E ECONÔMICO, TANTO PARA O USUÁRIO COMO PARA OS ÓRGÃOS GOVERNAMENTAIS ENCARREGADOS NA ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA DE PATENTES, O PROCEDIMENTO A SEGUIR, NO CASO DE UMA SOLICITAÇÃO PARA PROTEÇÃO PATENTÁRIA EM VÁRIOS PAÍSES. NO QUE SE REFERE AO PEDIDO INTERNACIONAL, O TRATADO PREVÊ BASICAMENTE O DEPÓSITO INTERNACIONAL E UMA BUSCA INTERNACIONAL. O DEPÓSITO DO PEDIDO INTERNACIONAL DEVE SER EFETUADO EM UM DOS PAÍSES MEMBROS DO PCT E TAL DEPÓSITO TERÁ EFEITO SIMULTÂNEO NOS DEMAIS PAÍSES MEMBROS NOMEADOS (DESIGNADOS OU ELEITOS) PELO DEPOSITANTE QUANDO POR OCASIÃO DO DEPÓSITO. O PEDIDO INTERNACIONAL, JUNTO COM O RELATÓRIO INTERNACIONAL DA BUSCA, É PUBLICADO APÓS O PRAZO DE DEZOITO MESES CONTADOS A PARTIR DA DATA DE DEPÓSITO DO PRIMEIRO PEDIDO. 17

18 A BUSCA INTERNACIONAL PREVISTA É OBRIGATÓRIA E PODERÁ SER REALIZADA POR UMA DAS AUTORIDADES INTERNACIONAIS DE BUSCA JUNTO AO TRATADO. O RESULTADO DA BUSCA INTERNACIONAL É ENCAMINHADO AO DEPOSITANTE E DEMAIS PAÍSES DESIGNADOS PELO MESMO NO ATO DO DEPÓSITO. OS DEPOSITANTES RESIDENTES OU DOMICILIADOS NO BRASIL PODERÃO ESCOLHER AS SEGUINTES AUTORIDADES DE BUSCA: 1. ESCRITÓRIO EUROPEU DE PATENTES; 2. ESCRITÓRIOS DE PATENTE DA SUÉCIA; 3. ESCRITÓRIOS DE PATENTE ÁUSTRIA; E 4. ESCRITÓRIOS DE PATENTE DOS ESTADOS UNIDOS. O CAPÍTULO II DO TRATADO PREVÊ, AINDA, UM EXAME PRELIMINAR INTERNACIONAL, OPCIONAL PARA O DEPOSITANTE, REALIZADO POR AUTORIDADES INTERNACIONAIS DE EXAME. OS PAÍSES PARA OS QUAIS O DEPOSITANTE DESEJE QUE SEJAM ENVIADOS OS EXAMES INTERNACIONAIS PODERÃO SER ELEITOS POR OCASIÃO DO DEPÓSITO OU O MAIS TARDAR NO 19º (DÉCIMO NONO) MÊS A CONTAR DO DEPÓSITO OU DA PRIORIDADE, SE HOUVER. O TRATADO NÃO INTERFERE COM AS LEGISLAÇÕES NACIONAIS DOS PAÍSES MEMBROS, HAVENDO INCLUSIVE, AUTONOMIA NO QUE SE REFERE À ACEITAÇÃO E UTILIZAÇÃO DA BUSCA E/OU DO EXAME INTERNACIONAIS. É IMPORTANTE RESSALTAR QUE O PEDIDO INTERNACIONAL NÃO ELIMINA A NECESSIDADE QUANTO À INSTRUÇÃO REGULAR DO PEDIDO DIANTE DOS ESCRITÓRIOS NACIONAIS DA CADA UM DOS PAÍSES NOMEADO PELO DEPOSITANTE. ESTE PROCESSAMENTO DIANTE DOS ESCRITÓRIOS ENVOLVIDOS RECEBE O NOME DE FASE NACIONAL DO PEDIDO INTERNACIONAL E DEVERÁ SER INICIADO DENTRO DO PRAZO DE VINTE MESES (QUANDO NÃO HOUVER EXAME INTERNACIONAL) OU TRINTA MESES (NO CASO DE EXAME INTERNACIONAL). UMA DAS PRINCIPAIS VANTAGENS DO SISTEMA PARA O USUÁRIO É QUE ANTES DO INÍCIO DA FASE NACIONAL, O MESMO, JÁ COM CONHECIMENTO DO RELATÓRIO DE BUSCA INTERNACIONAL, PODERÁ AVALIAR AS POSSIBILIDADES REAIS DE PATENTEABILIDADE DO SEU PEDIDO, PROSSEGUINDO OU NÃO COM O MESMO. ESTA AVALIAÇÃO É IMPORTANTE EM VISTA DOS GASTOS DE TRAMITAÇÃO NECESSÁRIOS NAS RESPECTIVAS FASE NACIONAIS. OS RELATÓRIOS INTERNACIONAIS DE BUSCA E EXAME FACILITAM O TRABALHO DOS EXAMINADORES DOS ÓRGÃOS OFICIAIS. O PÚBLICO, TOMANDO CONHECIMENTO O PEDIDO DE PATENTE JUNTO COM O RELATÓRIO DE BUSCA, PODE MELHOR COMPREENDER E AVALIAR A INVENÇÃO. COM A FINALIDADE DE AUXILIAR OS DEPOSITANTES, A OMPI PREPAROU UM GUIA ESPECIAL PARA OS USUÁRIOS (PCT APPLICANT'S GUIDE) ONDE TODOS OS DETALHES PARA O REGULAR PROCESSAMENTO DO PEDIDO INTERNACIONAL, ASSIM COMO AS EXIGÊNCIAS E O PROCESSAMENTO QUANDO DA FASE NACIONAL EM CADA UM DOS PAÍSES MEMBROS, SÃO DEVIDAMENTE MENCIONADOS E ESCLARECIDOS. O PEDIDO INTERNACIONAL TORNOU-SE OPERACIONAL A PARTIR DE 01 DE JUNHO DE O BRASIL ASSINOU O TRATADO QUANDO DE SUA CONCLUSÃO, RATIFICANDO-O EM 09 DE JANEIRO DE 1978.O TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES (PATENT COOPERATION TREATY - PCT) TEM COMO OBJETIVO PRINCIPAL A SIMPLIFICAÇÃO DO PROCESSO SIMULTÂNEO DE UM PEDIDO DE PATENTE EM DIVERSOS PAÍSES, 18

19 COMO A EMISSÃO RÁPIDA DE UM RELATÓRIO DE BUSCA, QUE PERMITE AO DEPOSITANTE AVALIAR A PATENTEABILIDADE DE SUA INVENÇÃO E CONSIDERAR A CONTINUIDADE DO PROCESSAMENTO DE SEU PEDIDO NOS DIFERENTES PAÍSES. O REGIME JURÍDICO DA CONCORRÊNCIA NO PLANO DA ATIVIDADE ECONÔMICA, CONCORRÊNCIA VEM A SER A ATUAÇÃO INDEPENDENTE DE VÁRIAS EMPRESAS (EMPRESÁRIOS E/OU SOCIEDADES EMPRESÁRIAS) PARA CONSEGUIR O MAIOR NÚMERO DE CONTRATOS COM A MESMA CLIENTELA, OFERECENDO OS PREÇOS, AS QUALIDADES OU AS CONDIÇÕES MAIS FAVORÁVEIS. INTRODUÇÃO - APÓS DETIDA ANÁLISE DOS ARTS. 5.º, XXIX, 170 E 173, 4.º, TODOS DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA, CONCLUI-SE: (I) QUE A LIBERDADE DE CONCORRÊNCIA DEVE CEDER LUGAR PARA A TUTELA TEMPORÁRIA DOS DIREITOS INDUSTRIAIS; E (II) QUE A LIBERDADE DE CONCORRÊNCIA DEVE TAMBÉM LEVAR EM CONSIDERAÇÃO A PROTEÇÃO A SER ASSEGURADA A PROPRIEDADE DOS NOMES EMPRESARIAIS E DOS DEMAIS SINAIS DISTINTIVOS QUE O EMPRESÁRIO E/OU SOCIEDADE EMPRESÁRIA UTILIZA PARA O EXERCÍCIO DE SUA ATIVIDADE. REGRAS RELATIVAS À CONCORRÊNCIA É POSSÍVEL DIZER QUE AS REGRAS RELATIVAS À CONCORRÊNCIA, NO PLANO ECONÔMICO, SEGUNDO O FIM A QUE SE DESTINAM, PODEM ENVOLVER: (I) PROTEÇÃO À LIBERDADE DE COMPETIÇÃO; (II) PROTEÇÃO À LEALDADE NA COMPETIÇÃO; (III) PROTEÇÃO AOS DIREITOS IMATERIAIS QUE O EMPRESÁRIO E/OU SOCIEDADE EMPRESÁRIA POSSUI PARA O EXERCÍCIO DA ATIVIDADE EMPRESARIAL; E (IV) LIMITAÇÕES À LIBERDADE DE CONCORRÊNCIA. SOB ESSE ASPECTO OBSERVA-SE QUE HÁ DUAS FORMAS DE CONCORRÊNCIA QUE O DIREITO REPUDIA, PARA FINS DE LIVRE INICIATIVA: A DESLEAL E A PERPETRADA COM ABUSO DE PODER ECONÔMICO (INFRAÇÃO À ORDEM ECONÔMICA). NATUREZA DOS ATOS DE VIOLAÇÃO ÀS REGRAS DE CONCORRÊNCIA - USURPAÇÃO: USO INDEVIDO DE DIREITOS DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL; - CONFUSÃO: IMITAÇÃO DOS DIREITOS DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL DE OUTREM; - DIFAMAÇÃO: TENTATIVAS DE DENEGRIR A IMAGEM DO CONCORRENTE; - CONTRÁRIOS À MORALIDADE: ENVOLVEM PRÁTICAS DE SUBORNO DE EMPREGADOS DO CONCORRENTE PARA OBTENÇÃO DE SEGREDOS INDUSTRIAIS...; 19

20 - DOMINAÇÃO DE MERCADO: OU DE RESTRIÇÃO DE LIVRE COMPETIÇÃO (P.EX.: CARTEL E MONOPÓLIO). FUNDAMENTOS LEGAIS - A DISCIPLINA JURÍDICA DA CONCORRÊNCIA, DESIGNADA COMO DIREITO CONCORRENCIAL, ENCONTRA-SE REGRADA POR NORMAS INSERTAS NOS SEGUINTES DIPLOMAS LEGAIS: LEI DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL (LEI N.º 9279/1996), LEI DE ECONOMIA POPULAR (1.521/1951), CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR (LEI N.º 8.078/1990) E NA LEI DE DEFESA DA CONCORRÊNCIA (LEI N.º 8884/1994). I A LEI DE DEFESA DA CONCORRÊNCIA - LEI N.º 8.884/ INFRAÇÕES DA ORDEM ECONÔMICA: ANÁLISE DOS ARTS. 20, 21 E IRRELEVÂNCIA DA CULPA: A RESPONSABILIZAÇÃO ADMINISTRATIVA DO EMPRESÁRIO OU SOCIEDADE EMPRESÁRIA EM VIRTUDE DE INFRAÇÃO DA ORDEM ECONÔMICA INDEPENDE DE CULPA. NO ENTANTO, NÃO É TÉCNICO CHAMAR A HIPÓTESE DE OBJETIVA, À SEMELHANÇA DO QUE SE VERIFICA COM A RESPONSABILIDADE CIVIL INDEPENDENTE DE CULPA. - ÓRGÃOS ADMINISTRATIVOS DE REPRESSÃO ÀS INFRAÇÕES: COMPETE AO CADE (CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA), AUXILIADO PELA SDE (SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA). II SDE ÓRGÃO DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA QUE DESEMPENHA O PAPEL DE FISCALIZADOR DAS ATIVIDADES ECONÔMICAS EXERCIDAS POR QUEM DETÉM A POSIÇÃO DOMINANTE EM MERCADO RELEVANTE DE BENS OU SERVIÇOS, COMPETINDO-LHE, DENTRE OUTRAS FUNÇÕES, ADOTAR MEDIDAS PREVENTIVAS E CELEBRAR COMPROMISSOS DE CESSAÇÃO DE PRÁTICAS ABUSIVAS, INSTAURAR E INSTRUIR PROCESSOS ADMINISTRATIVOS PARA APURAÇÃO E REPRESSÃO DE INFRAÇÕES À ORDEM ECONÔMICA, REMETENDO-OS PARA JULGAMENTO PELO CADE (ART. 32 E SS). III - CADE - NATUREZA JURÍDICA: TRIBUNAL ADMINISTRATIVO, SOB A FORMA DE AUTARQUIA, VINCULADO AO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, COM FUNÇÃO JUDICANTE. - COMPOSIÇÃO: PRESIDENTE E 06 CONSELHEIROS, NOMEADOS PELO PRESIDENTE DA REPÚBLICA. - DECISÕES DO CADE: A) NATUREZA ADMINISTRATIVA; B) ESTRUTURA (ART. 46); C) POSSIBILIDADE DE EXECUÇÃO JUDICIAL (ART. 60); 20

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