Quadro jurídico no sistema educativo português

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1 I Simpósio Luso-Alemão sobre a Qualificação Profissional em Portugal - Oportunidades e Desafios Isilda Costa Fernandes SANA Lisboa Hotel, Av. Fontes Pereira de Melo 8, Lisboa 24 de novembro 2014

2 Contexto Considerações prévias Conceitos: Qualificação e Ensino e Formação Profissional Qualificação profissional no contexto legislativo português Constituição da República Portuguesa (Artigos 50.º e 70.º) Lei de Bases do Sistema Educativo (LBSE) Sistema Nacional de Qualificações (SNQ) Compromisso para o Crescimento, Competitividade e Emprego (2012) Desafios 2

3 Considerações prévias Conceitos QUALIFICAÇÃO pode ser vista como o resultado formal (certificado, titulo ou diploma) de um processo de avaliação obtido quando um organismo competente determina que uma pessoa possui os resultados da aprendizagem fixados por normas predefinidas e/ou possui as competências necessárias para exercer uma profissão num domínio específico de atividade. Uma qualificação confere um reconhecimento oficial do valor dos resultados da aprendizagem junto do mercado de trabalho ou na educação/formação. Uma qualificação pode conferir um direito jurídico para o exercício de uma profissão. OCDE in Terminologia da Política Europeia de Educação e Formação (Cedefop 2014) 3

4 Considerações prévias Conceitos QUALIFICAÇÃO pode ser entendida como um requisito, ou seja, o conjunto de conhecimentos, capacidades, aptidões e competências exigidas a uma pessoa para o exercício de uma profissão. OIT - in Terminologia da Política Europeia de Educação e Formação (Cedefop 2014) ENSINO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL (EFP) que pode ser definido como o ensino e formação que tem como objetivo dotar as pessoas de conhecimentos teóricos e práticos, capacidades e/ou competências exigidos por profissões específicas ou pelo mercado de trabalho. ETF - in Terminologia da Política Europeia de Educação e Formação (Cedefop 2014) 4

5 Constituição da República Portuguesa (Artigos 58.º e 70.º) A Constituição da República Portuguesa, aprovada em 1976, veio consagrar o direito ao trabalho e à educação a todos os cidadãos. Para a sua concretização, determina a Constituição que incumbe ao Estado promover a formação cultural e técnica e a valorização profissional dos trabalhadores (art.º 58.º) e que as políticas dirigidas aos jovens devem ter como um dos seus objetivos prioritários a criação de condições para a sua [dos jovens] efetiva integração na vida ativa (art.º 70.º). 5

6 Constituição da República Portuguesa (Artigos 58.º e 70.º) No contexto legislativo português a efetivação destes direitos é assegurada pela Lei n.º 46/86, de 14 de outubro, que estabelece o quadro geral do sistema educativo, Lei de Bases do Sistema Educativo (LBSE) e, o reforço dessa efetivação foi concretizado com a publicação do Decreto-Lei n.º 396/2007, de 31 de dezembro, que estabelece o Sistema Nacional de Qualificações (SNQ). 6

7 Lei de Bases do Sistema Educativo (LBSE) Lei n.º 46/86, de 14 de outubro que estabelece a Lei de Bases do Sistema Educativo (LBSE) refere que o sistema educativo se organiza de forma a desenvolver a capacidade para o trabalho e proporcionar, com base numa sólida formação geral, uma formação específica para a ocupação de um justo lugar na vida ativa que permita ao indivíduo prestar o seu contributo ao progresso da sociedade em consonância com os seus interesses, capacidades e vocação (art.º 3.º, alínea e)). Determina a existência de modalidades especiais de educação escolar (art.º 19.º), nas quais enquadra a formação profissional (inicial). Refere-se que a formação profissional, para além de complementar a preparação para a vida ativa iniciada no ensino básico, visa uma integração dinâmica no mundo do trabalho pela aquisição de conhecimentos e de competências profissionais, por forma a responder às necessidades nacionais de desenvolvimento e à evolução tecnológica. 7

8 Lei de Bases do Sistema Educativo (LBSE) A organização dos cursos de formação profissional deve adequar-se às necessidades conjunturais nacionais e regionais de emprego, podendo integrar módulos de duração variável e combináveis entre si, com vista à obtenção de níveis profissionais sucessivamente mais elevados (art.º 22.º, n.º 5). A LBSE estabelece ainda que o funcionamento dos cursos e módulos pode ser realizado segundo formas institucionais diversificadas, designadamente: a) utilização de escolas de ensino básico e secundário; b) protocolos com empresas e autarquias; c) apoios a instituições e iniciativas estatais e não estatais; d) dinamização de ações comunitárias e de serviços à comunidade; e) criação de instituições específicas. (art.º 22.º, n.º 6). 8

9 Lei de Bases do Sistema Educativo (LBSE) Lei n.º 46/86, de 14 de outubro, que teve as seguintes alterações: Lei n.º 115/1997, de 19/09, primeira alteração à Lei de Bases do Sistema Educativo no que respeita ao acesso, graus académicos e diplomas do ensino superior, à formação inicial de educadores de infância e professores e qualificação para outras funções educativas, nomeadamente docência em educação especial Lei n.º 49/2005, de 30/08, segunda alteração à Lei de Bases do Sistema Educativo e primeira alteração à Lei de Bases do Financiamento do Ensino Superior Lei n.º 85/2009, de 27/08, estabelece o regime da escolaridade obrigatória para as crianças e jovens que se encontram em idade escolar e consagra a universalidade da educação pré-escolar para as crianças a partir dos 5 anos de idade 9

10 Sistema Nacional de Qualificações (SNQ) Portugal tem enfrentado nas últimas décadas dois grandes desafios, em matéria de qualificação profissional: A necessidade urgente de assegurar um significativo aumento dos indivíduos com acesso a formação, quer inicial quer contínua A necessidade de assegurar a relevância e a qualidade do investimento em formação, concentrando os recursos nas formações mais críticas à adaptabilidade dos trabalhadores e à competitividade e necessidades das empresas. Entendeu-se ser fundamental debater e consensualizar com os parceiros sociais os caminhos a seguir relativamente às mudanças a introduzir no sistema de formação profissional, resultando este debate na celebração com a generalidade dos parceiros sociais, em 14 de Março de 2007, do Acordo para a Reforma da Formação Profissional, aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 173/2007, de 7 de novembro. 10

11 Sistema Nacional de Qualificações (SNQ) Decreto-Lei n.º 396/2007, de 31 de dezembro o regime jurídico do Sistema Nacional de Qualificações (SNQ) que adota os princípios consagrados no acordo e reestrutura a formação profissional inserida no sistema educativo e a inserida no mercado de trabalho, integrando-as com objetivos e instrumentos comuns e sob um enquadramento institucional renovado. Definem-se os serviços com competências nos domínios da conceção e da execução das políticas de educação e formação profissional; os conselhos setoriais para a qualificação; os centros para a qualificação e o ensino profissional CQEP e as entidades formadoras certificadas. 11

12 Sistema Nacional de Qualificações (SNQ) SNQ assume como objetivos principais promover a generalização do nível secundário como qualificação mínima da população, elevar a formação de base da população ativa, possibilitando a sua progressão escolar e profissional e garantir que os cursos profissionalizantes de jovens confiram a dupla certificação, escolar e profissional. Instrumentos fundamentais no apoio à concretização da estratégia de qualificação são criados o Quadro Nacional de Qualificações (QNQ) e o Catálogo Nacional de Qualificações (CNQ). 12

13 Sistema Nacional de Qualificações (SNQ) - Legislação Quadro Nacional de Qualificações (QNQ) - Portaria n.º 782/2009, de 23/07, regula o Quadro Nacional de Qualificações e define os descritores para a caracterização dos níveis de qualificação nacionais e Despacho n.º 978/2011, de 12/01, que caracteriza os níveis de qualificação do QNQ Catálogo Nacional de Qualificações (CNQ) - Portaria n.º 781/2009, de 23/07, estabelece a estrutura e organização do Catálogo Diplomas, certificados e caderneta individual de competências - Portaria n.º 474/2010, de 07/08, estabelece o modelo de certificado de formação profissional que, no âmbito do Sistema Nacional de Qualificações, se destina a certificar a conclusão com aproveitamento de uma ação de formação certificada não inserida no Catálogo Nacional de Qualificações e Portaria n.º 475/2010, de 8/07, aprova o modelo da caderneta individual de competências e regula o respetivo conteúdo e o processo de registo. 13

14 Sistema Nacional de Qualificações Sistema de certificação de entidades formadoras - Portaria n.º 851/2010, de 6/09, alterada pela Portaria n.º 208/2013, de 26/06 O processo de certificação é clarificado e simplificado, através da definição de requisitos mais precisos e promove-se o reforço da capacidade das entidades formadoras, cuja certificação depende de as mesmas disporem de estruturas com recursos humanos, instalações e equipamentos adequados e terem competências necessárias ao desenvolvimento das atividades formativas. A certificação das entidades formadoras é obrigatória para o acesso a financiamento público da atividade formativa. 14

15 Compromisso para o Crescimento, Competitividade e Emprego Em 18 de Janeiro de 2012, o Governo acordou com a maioria dos Parceiros Sociais com assento na Comissão Permanente de Concertação Social um conjunto de medidas, designadamente as correspondentes às políticas ativas de emprego e formação profissional. No âmbito deste Acordo as políticas de emprego e formação profissional assumem uma importância fundamental, acrescida pelo seu papel estrutural no domínio da melhoria da capacidade competitiva das empresas, num contexto de elevado número de desempregados e de prolongada duração do desemprego e pela resposta às necessidades das empresas e dos trabalhadores e particularmente dos jovens. 15

16 Compromisso para o Crescimento, Competitividade e Emprego Definidas medidas estratégicas o Plano Estratégico de Iniciativas de Promoção da Empregabilidade Jovem - «Impulso Jovem», dirigida aos jovens e a medida Vida Ativa Emprego Qualificado com especial enfoque nos desempregados. Aposta-se na revisão dos programas de formação, na melhoria do sistema de certificação profissional e no reforço do sistema de reconhecimento, validação e certificação profissional, através da criação dos Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional (Portaria n.º 135-A/2013, de 28/03). Reforço do ensino e formação profissional com vista a elevar os níveis de qualificação e melhorar significativamente a qualidade da oferta nos cursos profissionalizantes de nível secundário que se desenvolvem quer no âmbito do sistema escolar, nas estruturas tuteladas pelo Ministério da Educação e da Ciência, quer nas estruturas de formação profissional da esfera do Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social 16

17 Compromisso para o Crescimento, Competitividade e Emprego Plano Estratégico de Iniciativas de Promoção da Empregabilidade Jovem - «Impulso Jovem», aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 51- A/2012, de 14/06 (alterada pela RCM n.º 36/2013, de 4/06) que assenta em quatro eixos de intervenção consentâneos com os objetivos do Plano: Estágios Emprego, Apoios à Contratação, Formação Profissional e Empreendedorismo. Criar oportunidades de ingresso no mercado de trabalho para os jovens portugueses, oferecendo-lhes formação certificada ou formação no posto de trabalho, sempre com o objetivo de uma posterior relação laboral duradoura com vista a inverter a tendência instalada de aumento do desemprego estrutural entre os jovens. 17

18 Compromisso para o Crescimento, Competitividade e Emprego No âmbito das políticas de qualificação e inserção profissional dirigidas aos jovens, o governo aprovou o Plano Nacional de Implementação de Uma Garantia Jovem (PNI-GJ) (Resolução de Conselho de Ministros n.º 104/2013, de 31/12). Este Plano visa concretizar a Recomendação da CE para a concretização em cada Estado-Membro de iniciativas concertadas entre vários agentes no sentido de proporcionar a todos os jovens com menos de 25 anos uma oportunidade, de qualidade, seja de emprego, de formação permanente, de educação e formação profissional ou estágio, no prazo de quatro meses após ficarem desempregados ou saírem da educação formal. 18

19 Compromisso para o Crescimento, Competitividade e Emprego Medida Vida Ativa Emprego Qualificado, criada pela Portaria n.º 203/2013, de 17/07 Visa integrar os desempregados de forma mais célere em percursos de formação modular - baseados em unidades de formação de curta duração do Catálogo Nacional de Qualificações, ou em processos de reconhecimento, validação e certificação de competências, nas vertentes profissional e de dupla certificação. Assume especial relevância a possibilidade da formação prática decorrer em contexto de trabalho, de forma a proporcionar aos desempregados a realização de atividades que contribuam para a consolidação ou para o desenvolvimento de competências adquiridas através de percursos formais ou por via da experiência profissional. 19

20 Compromisso para o Crescimento, Competitividade e Emprego No âmbito do Reforço do ensino e formação profissional desenvolveu-se medidas que visam um forte incremento da qualidade do ensino em todos os cursos e níveis de educação e formação, relevando, designadamente, as que se centram na promoção do sucesso escolar, na redução do abandono escolar precoce e na melhoria da aprendizagem ao longo da vida. A aposta no ensino profissional, com reforço da componente dual e uma maior e mais estreita articulação com o setor empresarial, surgiu pois como um grande objetivo estratégico. Reforçadas as ofertas formativas profissionalizantes, de nível não superior, com a criação dos cursos de ensino vocacional de nível básico (Portaria n.º 292-A/2012, de 26/09) e de nível secundário (Portaria n.º 276/2013, de 23/08). 20

21 Desafios A importância de dispor de diagnósticos de necessidades de qualificações deve ser considerada como uma prioridade para 2015 O envolvimento do tecido empresarial nos processos formativos, nomeadamente numa lógica de formação no contexto de trabalho, continua a ser uma dimensão chave Enquadramento legal para o ensino e formação profissional dual de nível secundário, através da criação de uma oferta única de educação e formação profissional de jovens O investimento na qualificação pedagógica dos tutores deve ser visto como prioritário Um projeto no quadro do Acordo de Entendimento celebrado entre Portugal e a Alemanha, que visa definir um programa de formação para os tutores nas empresas, com o objetivo de melhorar as condições de aprendizagem em contexto real de trabalho. 21

22 Obrigada pela vossa atenção Isilda Costa Fernandes SANA Lisboa Hotel, Av. Fontes Pereira de Melo 8, Lisboa - 24 de novembro 2014

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