RELATÓRIO SUPERINTENDÊNCIA DE MEDICAMENTOS E PRODUTOS BIOLÓGICOS SUMED/ANVISA

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1 RELATÓRIO SUPERINTENDÊNCIA DE MEDICAMENTOS E PRODUTOS BIOLÓGICOS SUMED/ANVISA Brasília, 3 de setembro de 214. Copyright 214. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. 1

2 SUPERINTENDÊNCIA DE MEDICAMENTOS E PRODUTOS BIOLÓGICOS Titular: Antonio César Silva Mallet Substituto: Meiruze Sousa Freitas Coordenação de Bulas e Rotulagem Titular: Fernanda Horne da Cruz Substituto: Lisana Reginini Sirtori Coordenação da Farmacopeia Brasileira Titular: Mônica da Luz Carvalho Soares Substituta: Elizabete Regina Viana Freitas Coordenação de Pesquisa Clínica em Medicamentos e Produtos Biológicos Titular: Patricia Ferrari Andreotti Substituto: Flavia Regina Souza Sobral Coordenação da Propriedade Intelectual Titular: Antônio Carlos da Costa Bezerra Substituto: Mônica Fones Caetano Coordenação de Instrução e Análise de Recursos Titular: Nubia de Cassia Albuquerque Figueiredo Substituta: Nádia Lima Dias Cabral GERÊNCIA-GERAL DE MEDICAMENTOS Titular: Ricardo Ferreira Borges Coordenação de Medicamentos Específicos, Notificados e Gases Medicinais Titular: João Paulo Silvério Perfeito Substituta: Raquel Marcolongo Coordenação de Medicamentos Fitoterápicos e Dinamizados Titular: Ana Cecilia Bezerra Carvalho Substituta: Kelia Xavier Resende Vasconcelos Coordenação de Registro de Insumo Farmacêutico Ativo Titular: Patricia Fernandes Nantes de Castilho Substituta: Priscila Alves de Andrade Coordenação de Equivalência Terapêutica Titular: Gustavo Mendes Lima Santos Substituta: Kelen Carine Costa Soares Gerência de Avaliação de Tecnologia de Registro de Medicamentos Sintéticos Titular: Stefania Schimaneski Piras Substituto: Alberto Leonor Oliveira Brito 2

3 Gerência de Avaliação de Tecnologia de Pós-Registro de Medicamentos Sintéticos Titular: Meiruze Souza Freitas Substituta: Ana Carolina Moreira Marino Araujo Gerência de Avaliação de Eficácia e Segurança de Medicamentos Sintéticos Titular: Claudiosvam Martins Alves Sousa Substituta: Mariana Marins Gradim GERÊNCIA-GERAL DE PRODUTOS BIOLÓGICOS, SANGUE, TECIDOS, CÉLULAS E ÓRGÃOS Titular: Marcelo Mario Matos Moreira Substituta: Daniela Marreco Cerqueira Gerência de Produtos Biológicos Titular: Daniela Marreco Cerqueira Substituta: Maria Fernanda Reis e Silva Thees Gerência de Sangue, Tecidos, Células e Órgãos Titular: João Paulo Baccara Araújo 3

4 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2. PRINCIPAIS AÇÕES E MELHORIAS 3. ACÕES NAS ÁREAS SUBORDINADAS DIRETAMENTE À SUMED 4. AÇÕES NA GERÊNCIA-GERAL DE MEDICAMENTOS 5. AÇÕES NA GERÊNCIA-GERAL DE PRODUTOS BIOLÓGICOS, SANGUE, TECIDOS, CÉLULAS E ÓRGÃOS 6. PESQUISA DE SATISFAÇÃO DOS SERVIDORES 7. PERSPECTIVAS 4

5 1 INTRODUÇÃO Os medicamentos e produtos biológicos devem se apresentar eficazes, seguros e com qualidade para o consumo, devendo ser minimizados os possíveis riscos à saúde da população, o que é verificado através das ações sanitárias de registro, inspeções e monitoramento de mercado. A concessão e a manutenção do registro de medicamentos são atos administrativos que permitem a sua entrada e a sua permanência no mercado, realizadas por meio de ações vinculados às decisões técnicas que são baseadas nas Resoluções vigentes, nos Guias, nas Notas Técnicas e no conhecimento científico, decorrentes da avaliação das petições de concessão de registro, alterações pósregistro e renovações de registro de medicamentos. O presente relatório da SUMED é o primeiro realizado após a reestruturação das áreas de registro de medicamentos e produtos biológicos, publicada em 2 de junho de 214. O foco dessa avaliação são os setores que tiveram as principais mudanças de organização, de competências e estruturas de trabalho. Dessa forma, nesse momento não está sob o escopo desse relatório a Coordenação de Propriedade Intelectual - COOPI, a Coordenação da Farmacopeia Brasileira - COFAR e a Gerência de Sangue, Células, Tecidos e Órgãos - GSTCO, passando a integrá-lo, entretanto, nos futuros. Visando a dar maior transparência da gestão, a SUMED, a partir deste relatório, adotará a prática de trimestralmente apresentar os dados qualitativos e quantitativos de sua atuação. NOVA ESTRUTURA 5

6 OBJETIVOS DA SUPERINTENDÊNCIA DE MEDICAMENTOS E PRODUTOS BIOLÓGICOS Uniformizar e aprimorar os procedimentos administrativos e técnicos; Promover maior transparência e previsibilidade quanto às decisões; Aprimorar a organização e sistematização dos processos; Fortalecer o papel orientador da regulação que cabe à Anvisa; Racionalizar e otimizar os tempos e processos de trabalho; e Cumprir, de modo mais efetivo e eficaz, a missão da Anvisa. OBJETIVO DO RELATÓRIO Apresentar as propostas organizacionais e de trabalho, bem como os dados e indicadores de acampamento das atividades realizadas pelas áreas da SUMED que estão no escopo deste relatório. RECURSOS HUMANOS A equipe é constituída, essencialmente, por servidores públicos concursados das carreiras de especialista em regulação, analista administrativo, técnico em regulação e técnico administrativo. A composição é multidisciplinar, com títulos de especialistas, mestres e doutores, e possuem as formações estão distribuídas da seguinte forma: Tabela 1: Quantidade de servidores por área da SUMED ÁREA CARGO/FUNÇÃO QUANTIDADE SUMED Especialistas 6 (Assessoria, COOPI, COREC, COFAR e Projetos) Analista Administrativo 2 Técnico em Regulação 4 Técnico Administrativo 1 GGMED Especialistas 131 Analista Administrativo - Técnico em Regulação 1 Técnico Administrativo 5 GGPBS Especialistas 32 Analista Administrativo Técnico em Regulação 5 Técnico administrativo 3 Ademais, a SUMED também conta com apoio da equipe de estagiários dos cursos de farmácia, direito, química e de alunos do ensino médio. O contrato dos estagiários é realizado por meio de convênio com CIEE Centro de Integração Empresa-Escola. 1 6

7 CAPACITAÇÃO A SUMED tem incentivado a formação dos servidores e, neste sentido, ofereceu aproximadamente 1h/aulas de capacitação para os novos servidores, além do curso de formação oferecido pela Agência. Ressaltamos que a formação proporcionada teve como objetivos específicos a atuação em atividades finalísticas para a avaliação de petições de concessão de registro, pós-registro, renovação de registro e pesquisa clínica de medicamentos, ou seja, permitir a avaliação efetiva dos dados de tecnologia farmacêutica e segurança e eficácia, apresentados nos dossiês. Em consonância com esta proposta de capacitação da SUMED foi possível a realização no auditório da ANVISA, no período de 1 a 11 de setembro, o Seminário de Metodologia Analítica em parceria com a Farmacopeia Americana USP. Temos ainda a perspectiva de realização, ainda em 214, do Seminário de estudos de degradação forçada, o Curso de Capacitação em Validação de Processo de Produção e o Workshop de estudos de estabilidade para medicamentos. Este último, especificamente, será realizado no modelo de educação continuada, com palestrante da ANVISA e participação do Setor Regulado de forma a minimizar as dúvidas sobre o tema. Salientamos que este tipo de proposta de capacitação permite ainda a formação de outros servidores da ANVISA, além dos lotados na SUMED. 2 PRINCIPAIS AÇÕES DE MELHORIA SUMED 2.1. PROJETO BOAS PRÁTICAS DE QUALIDADE Elaboração/publicação de guias técnicos, orientação de serviços e notas técnicas; Publicação no site e envio para as associações representativas do setor produtivo documentos orientativos no modelo de perguntas e respostas; Reunião para esclarecimentos de exigências técnicas (Projeto piloto para as exigências de registro para medicamentos genéricos inéditos); Reuniões de apresentação de produto; Reuniões para orientação quanto a erros sistemáticos (Projeto Educativo & Orientativo para petições de pós-registro de medicamentos genérico, similares e novos) Reuniões com associações representativas; Workshops técnicos e regulatórios sobre os temas escolhidos em comum acordo com o setor regulado e as áreas técnicas; Formação da Comissão de Decisão Técnica; e Participação em Grupo Piloto de Trabalho Internacional de Medicamentos Genéricos (IGDRP) para convergência regulatória, harmonização, padronização de análise e compartilhamento de informações. 2.2.UNIDADE DE TRIAGEM A unificação da triagem de petições é projeto de atuação da SUMED. Desde 31/7/214, uma equipe centralizada, composta por servidores, exerce o trabalho na Unidade de Protocolo, executando avaliação preliminar/triagem dos documentos no momento da entrada das petições. Essa atividade visa a 7

8 racionalização da análise técnica frente a apresentação dos requisitos documentais necessários para os diferentes tipos de petição, os quais são previstos nas normativas da Anvisa. Além disso, permite que a autoridade sanitária faça uma avaliação mais objetiva e célere dos parâmetros de qualidade, segurança e eficácia estabelecidos para a concessão do registro e comercialização de medicamentos no Brasil. Essa equipe utiliza procedimento de análise documental, previamente padronizado, para avaliação dos diferentes tipos de petições. Inicialmente, está sendo realizada essa avaliação para os assuntos de petições de registro de genéricos e similares e para as renovações de registro de medicamento similar. Em 2/9/214 foi iniciada, de forma escalonada, a triagem de 12 (doze) assuntos de pós-registro de medicamentos genéricos e similares. A perspectiva é que sejam inseridos mais assuntos de petição e novas categorias de medicamentos na triagem de forma a contribuir para que as áreas técnicas recebam somente petições aptas para a avaliação técnico-sanitária. As ações da avaliação preliminar/triagem são fundamentadas na verificação e adequabilidade dos dados apresentados frente às diretrizes estabelecidas dos regulamentos sanitários de conhecimento amplo. Gráfico 1: Resultado da triagem de 1% das petições de registro de medicamento genérico e similar com entrada no período de 31/7 a 2/9/214 9% Mérito de avaliação 91% Indeferido 8

9 Gráfico 2: Resultado da triagem de 1% das petições de renovação de registro de medicamento similar com entrada no período de 13/8 a 2/9/214 4% Mérito de avaliação 96% Indeferido Ademais, vale contextualizar que a avaliação preliminar das petições de renovação de registro de medicamento similar é uma atividade que já estava estabelecida na gerência de pós-registro de medicamentos sintéticos. No período de abril a agosto de 214 foram realizadas 195 (cento e noventa e cinco) avaliações preliminares das petições de renovação de registro medicamento similares e os desfechos estão apresentados no gráfico n. 3 a seguir. Na avaliação dessas petições é possível perceber que as motivações das reprovações estão sustentadas na ausência da apresentação de estudos de bioequivalência/biodisponibilidade relativa, ausência de adequação dos estudos de estabilidade do medicamento as condições previstas na Resolução RE 1/25, alterações realizadas no medicamento sem peticionamento e adequabilidade de estudos previstos na Resolução da Diretoria Colegiada - RDC 48/29, temos ainda, a ausência de Drug Master File e da rastreabilidade das informações do fármaco, bem como a utilização de metodologia analítica inadequada e a apresentação de ensaios/estudos com os resultados reprovados. Gráfico 3: Resultado da triagem de 195 petições de renovação de registo de medicamento similar 9

10 2.3. PRIORIZAÇÃO DE ANÁLISE TÉCNICA ELETRÔNICA A rotina de priorização de análise técnica de petições foi originalmente estabelecida no âmbito da GGMED por meio da Resolução RDC nº 28, de 27, que dispunha sobre determinadas situações onde haveria relevância pública para a avaliação antecipada de determinadas petições, conforme o possível impacto dos medicamentos e produtos biológicos na população. Já naquela ocasião, foi desenvolvido sistema para permitir que o peticionamento deste tipo de demanda ocorresse exclusivamente por meio eletrônico, pensando na eficiência do processo. Neste ano, foram publicadas a Resolução-RDC nº 37/214, que atualiza o marco legal para priorização de análise, e a Instrução Normativa-I.N. nº 3/214, que estabelece a pontuação dos critérios estabelecidos para priorização de análise. Dentre as inovações podemos destacar que o estabelecimento de critérios objetivos de pontuação permitirá uma maior transparência e previsibilidade nas solicitações e nos resultados. O resultado da avaliação das petições de priorização de análise passará a ser publicado no Diário Oficial da União, garantido a segurança jurídica das decisões da SUMED. Além da manutenção de vários critérios anteriormente estabelecidos (priorização para medicamentos estratégicos para o SUS, para medicamentos genéricos inéditos, para vacinas integrantes do Programa Nacional de Imunizações PNI, para as parcerias de desenvolvimento produtivo PDPs e medicamentos para doenças negligenciadas), a nova resolução prevê também a priorização para diversos tipos de petições relacionadas à pesquisa clínica para medicamentos e produtos biológicos, bem como a priorização para medicamentos órfãos destinados às doenças raras e medicamentos produzidos com insumos de origem nacional. As situações que possam acarretar o desabastecimento dos programas do SUS ou do mercado são objeto de especial atenção quanto à priorização de análise, sendo concedida precedência sobre todas as demais situações de priorização SISTEMAS ELETRÔNICOS REGISTRO ELETRÔNICO Esta SUMED tem trabalhado juntamente com a GGTIN para finalizar a parte de registro e pós-registro de medicamentos novos por meio exclusivamente eletrônico. Quarenta e dois processos que estão na fila já tiveram sua análise iniciada, e em breve encaminharemos as exigências para complementação das informações pelo setor regulado PETICIONAMENTO ELETRÔNICO Com o objetivo de reduzir a tramitação de processos nas áreas e a necessidade de reconstituição de processos, a equipe da SUMED identificou petições com alto volume de solicitações e baixa quantidade de documentos. O peticionamento eletrônico de petições de baixa complexidade foi disponibilizado no início de Agosto/214 e possibilita que o setor regulado realize o envio de documentos sem que haja necessidade de deslocamento até a ANVISA e o acesso instantâneo por parte de qualquer técnico da ANVISA às informações enviadas. Além disso, a proposta se enquadra no esforço da Agência em busca da simplificação de processos, da eficiência e eficácia das ações, bem como da redução dos documentos a serem arquivados. 1

11 No momento, o protocolo eletrônico é facultativo, sendo possível o protocolo de petições relacionadas à bula, rotulagem, nome comercial, retificações de publicação, inclusões de nova apresentação comercial, inclusões de local de embalagem primária e secundária e especificações de metodologia analítica. Após um período de testes e avaliação, o peticionamento eletrônico será compulsório e, em seguida, serão incluídos novos tipos de assuntos. Ainda que seja previsto o protocolo exclusivamente eletrônico, o sistema de peticionamento foi desenvolvido de tal forma que, caso haja problemas no peticionamento eletrônico, as petições podem ser protocoladas na forma convencional MONITORAMENTO ELETRÔNICO DOS DADOS A SUMED adotou como procedimento para monitoramento dos dados os relatórios extraídos dos sistemas eletrônicos: Datavisa e Sistema DW. 2.5.AGENDA REGULATÓRIA Biênio TEMA ÁREA RESPONSÁVEL JUSTIFICATIVA ALTERADA - Quando necessário NATUREZA DA NORMA 1 Guia para Realização de Estudo de Estabilidade de Medicamentos GGMED Revisão e atualização do guia para a realização dos estudos de estabilidade em medicamentos - Resolução RE nº 1/25, com base nos avanços tecnológicos atuais, além de tornar mais claros alguns pontos da norma.há pontos que são descritos de forma ampla na norma que têm gerado interpretações equivocadas, causando indeferimentos. Atualmente, o Guia de Fotoestabilidade está em outro instrumento, dificultando o acesso pelo setor regulado e o mesmo se encontra desatualizado frente às referências internacionais. Há deficiência também nas regras sobre o estudo após diluição. Revisão 2 Registro e Pós-registro de Medicamentos Dinamizados GGMED Tendo em vista as pesquisas científicas publicadas na literatura internacional e com base na nova edição da Farmacopéia Homeopática Brasileira, faz-se necessário a atualização das normas de registro e pós- registro de medicamentos dinamizados, favorecendo a competitividade no setor e a harmonização com referências internacionais. Além disso, há necessidade de que as normas para medicamentos dinamizados estejam em consonância também com as estratégias previstas para registro e pós-registro de medicamentos sintéticos e fitoterápicos.diante disso propõe-se a revisão da Resolução RDC n 26/27 e das Instruções Normativas IN 4/27 e IN 5/27. Revisão 3 4 Memento fitoterápico Brasileiro Atualização da Farmacopeia Brasileira e demais compêndiosouatualização dos compêndios e produtos da Farmacopeia Brasileira COFAR COFAR De acordo com a Lei nº 9.782, de 26 de janeiro de 1999, é competência da Anvisa, promover a revisão e atualização periódica da Farmacopeia Brasileira(FB). Com o rápido avanço da tecnologia e a crescente complexidade das substâncias medicinais são necessárias as frequentes revisões da Farmacopeia, de seus compêndios e produtos. A ausência destas atualizações podem impactar nas ações de regulação sanitária e inibir o desenvolvimento científico e tecnológico nacional. São compêndios da FB, as edições e os suplementos da Farmacopeia Brasileira; da Farmacopeia Homeopática Brasileira;do Formulário Nacional da Farmacopeia Brasileira;do Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira;do Manual de Denominações Comuns Brasileiras;do Manual de Elaboração de Monografias para a Farmacopeia Brasileira; do Memento Fitoterápico da Farmacopeia Brasileira. São produtos da Farmacopeia Brasileira, as Denominações Comuns Brasileiras (DCB) e os materiais de referência (SQR - substâncias químicas de referência). Atualização de lista 11

12 TEMA ÁREA RESPONSÁVEL JUSTIFICATIVA ALTERADA - Quando necessário NATUREZA DA NORMA Frases de Alerta em Bula e Rotulagem Guia para Bioequivalência de Medicamentos Inalatórios Revisão da Resolução nº 37, de 3 de agosto de 211, que trata do Guia para isenção e substituição de estudos de biodisponibilidade relativa/ bioequivalência. Notificação de gases medicinais GGMED GGMED GGMED GGMED Revisão da Resolução RDC 137/3, com o objetivo de atualizar as frases de alerta para princípios ativos e excipientes em bulas e rotulagem de medicamentos. Deseja-se garantir ao consumidor informações sobre a segurança dos produtos de acordo com os componentes da formulação.há risco sanitário com relação à ausência de informações de componentes do medicamento que podem causar reações alérgicas ou agravar problemas de saúde dos consumidores. A demonstração da equivalência terapêutica de medicamentos inalatórios representa um desafio, uma vez que são formas farmacêuticas complexas quanto aos dispositivos de liberação de fármacos e quanto à via de administração. Atualment e, não existe uma definição, por parte da Anvisa, sobre quais os ensaios in vitro e in vivo devem ser conduzidos e seus critérios de aceitação. Um guia com essas definições é essencial para orientar empresas que pretendem registrar medicamentos genéricos e similares desses produtos. Estudos de bioequivalência/biodisponibilidade relativa são ensaios in vivo apresentados quando do pedido de registro de certos medicamentos, como parte da comprovação de sua segurança e eficácia. Podem, no entanto, ser dispensados em casos específicos, considerando a forma farmacêutica e as características das substâncias ativas sob investigação. Nesses circunstâncias são substituídos por avaliações in vitro. A norma em vigor para regulamentação do tema, Resolução nº 37, de 3 de agosto de 211, está de acordo com referências internacionais, mas pode ser aperfeiçoada a fim de ampliar a relação de ativos sujeitos à bioisenção, e assim, reduzir a realização de ensaios com a participação de voluntários. Em 28, a RDC 7, que dispõe sobre a notificação de gases medicinais, foi publicada com algumas lacunas como, por exemplo, a ausência de um anexo que deveria ter sido publicado em, no máximo, seis meses após sua publicação, trazendo informações padronizadas que deveriam constar na embalagem dos gases medicinais de uso consagrado, tais como indicações; precauções, contra-indicações e reações adversas; posologia e administração; cuidados de armazenamento; instruções para uso e manuseio; e incompatibilidades. Assim sendo, considerando que as empresas encontram-se em período de adequação, preparandose para a notificação/registro desses produtos, é necessário avançar no processo regulatório, definindo novo prazo limite para a notificação dos gases medicinais, a padronização e republicação do Anexo II da RDC 7/28 com todas as informações concernentes o uso, indicações, contra-indicações, advertências, entre outras, e demais alterações e atualizações necessárias no texto da norma. Revisão Nova Norma Nova Norma Revisão 9 Notificação Simplificada de Medicamentos GGMED Revisão 1 11 Adequação da formulação de medicamentos específicos com ativos (vitaminas, minerais e/ou aminoácidos) abaixo de 25% da IDR Fabricação e Controle de Qualidade dos Soros Antiofídicos, Antitoxídicos e Anti-Rábico (Soros Hiperimunes) GGMED GGPBS Os medicamentos a base de vitaminas e/ou minerais (ou seja, com pelo menos um dos componentes acima dos limites nutricionais estabelecidos pela IDR) não podem conter em sua formulação vitamina e/ou mineral com IDR abaixo de 25%, considerando que não há atribuição terapêutica a este componente nem como suplemento e não há, portanto, racionalidade para a associação. São considerados os valores de IDR descritos na RDC nº 269/5 para enquadramento dos suplementos vitamínico e/ou mineral como medicamento, quando os mesmos apresentam pelo menos um dos seus componentes ativos acima dos limites estabelecidos para a IDR. Desta forma, de modo a direcionar a adequação das formaulações dos medicamentos já disponíveis no mercado nacional, com ativos (vitaminas, minerais e/ou aminoácidos) abaixo de 25% da IDR, é importante tratarmos tecnicamente dos procedimentos a serem seguidos. Ausência de regulamento específica para o registro de soros hiperimunes. A norma que está sendo revisada (Portaria 174/1996) trata apenas dos requisitos de fabricação e controle de qualidade.há necessidade de aperfeiçoamento do arcabouço regulatório para acompanhar os avanços tecnológicos e referências internacionais. Nova Norma Nova Norma 12

13 TEMA ÁREA RESPONSÁVEL JUSTIFICATIVA ALTERADA - Quando necessário NATUREZA DA NORMA Registro e Pós-Registro de Extratos Alergênicos e Produtos Alergênicos Pesquisa Clínica em Terapias Celulares Elaboração de RDC que dispões sobre as vacinas influenza a serem utilizadas no Brasil no Ano de 214. registro de produtos biológicos de baixa complexidade Proposta de Revisão das RDCs 9/211 e 56/21 com o objetivo de publicar regulamento sanitário único de Banco de Células com foco em Boas Práticas Pós-Registro de Insumos Farmacêuticos Ativos GGPBS GGPBS GGPBS - GPBIO GGMED GGPBS GGMED Proposta de revisão da Resolução RDC n 233/25, que dispõe sobre a Produção e Controle de Qualidade para Registro, Alteração Pós-Registro e Revalidação dos Extratos Alergênicos e dos Produtos Alergênicos, de modo a adequá-la às normativas internacionais sobre o tema.existem dispositivos obsoletos na norma que causam implicações na competitividade das empresas no cenário nacional.o fato de a norma prever a manipulação desses produtos pela indústria farmacêutica dificulta o entendimento sobre o processso produtivo envolvido. A classificação dos extratos em famílias é inapropriada por não considerar as caracteristicas específicas de cada extrato, o que tem impacto na qualidade, eficácia e segurança do produto. A necessidade de estabelecer mecanismos de avaliação da segurança das pesquisas envolvendo terapias celulares conduz ao desenvolvimento de norma referente à questão de terapias celulares de modo a permitir à Anvisa a anuência prévia em pesquisa clínica. Em função da sazonalidade e mutações virais, anualmente, a Organização Mundial da Saúde publica recomendação para composição da vacina influenza a ser utilizada no hemisfério sul para imunização da população.a Anvisa precisa emitir resolução divulgando quais serão as cepas que deverão compor as vacinas a serem utilizadas no ano seguinte. Existem categorias de produtos biológicos que são moléculas menos complexas e que têm extrema dificuldade em cumprir com os requisitos da legislação de registro de produtos biológicos atual (RDC n 55/21). Desta forma, faz-se necessário criar uma regulamentação específica e menos rígida para produtos de menor complexidade. As diretrizes para o funcionamento de Laboratórios de processamento de células progenitoras hematopoéticas provenientes de medula óssea e sangue periférico, de Bancos de sangue de cordão umbilical e placentário e de Centros de tecnologia celular precisam de atualização quanto ao conteúdo técnico, padronização técnica e de qualidade para o processamento de diferentes tipos de células humanas, além de aprimoramento da abordagem de Boas Práticas de funcionamento dos serviços. Desenvolvimento de norma sobre pós-registro de insumos farmacêuticos ativos, tendo em vista que apesar de a Anvisa possuir regulamentação para o registro de insumos farmacêuticos ativos, as empresas necessitam informar modificações nos seus processos de registro e em alguns casos obterem autorização para implementar, uma vez que tais mudanças podem acarretar riscos aos produtos finais em que são utilizados. Revisão Nova Norma Atualização de lista Nova Norma Revisão Nova Norma 18 Pós-Registro de Medicamentos GGMED Proposta de revisão da Resolução RDC n 48/29, que dispõe sobre realização de alteração, inclusão, suspensão, reativação, e cancelamento pós-registro de medicamentos. As mudanças pós registro podem afetar a qualidade, segurança e eficácia do medicamento e, desta forma, merecem destaque da atuação regulatória por parte da Anvisa.A Anvisa recebeu sinalização do setor regulado de que a norma precisaria ser revista em alguns aspectos, principalmente no que se referia à celeridade das ações. Durante a revisão da norma, foram constatados alguns aspectos técnicos que também precisavam ser revistos. Revisão 19 revisão da RDC n 57/29 GGMED A norma atual, RDC n 57/29, trata do registro de Insumo Farmacêutico Ativo (IFA), precisa ser revisada considerando a necessidade de inclusão de alguns requisitos técnicos que não foram tratados na presente norma, e que são essenciais para garantia da qualidade, segurança e eficácia do produto, além da necessidade da simplificação de procedimentos e harmonização com os regulamentos internacionais. Revisão 2 Proposta de norma para a ampliação de registro das listas atuais ( IN n 15/29 e IN n 3/213) para todos os IFAS sintéticos e semissintéticos. GGMED Em obediência ao disposto na Lei nº 636/76, a Resolução RDCn 57/29 prevê a implantação de registro sanitário dos insumos farmacêuticos ativos (IFAs). Atualmente, apenas alguns IFAs são submetidos ao registro sanitário. Gradualmente a lista de IFAs deve ser atualizada, com o intuito de diminuir o risco sanitário envolvido na fabricação de medicamentos Nova Norma 13

14 TEMA ÁREA RESPONSÁVEL JUSTIFICATIVA ALTERADA - Quando necessário NATUREZA DA NORMA Estudos de Equivalência Farmacêutica e de Perfil de Dissolução Comparativo Provas de Equivalência Farmacêutica para Medicamentos na Forma de Sprays e Aerossóis Nasais de Dose Controlada Validação de Métodos Analíticos Ensaios in vitro e in vivo para o Registro e Pósregistro de Formulações na Forma Farmacêutica Semissólida de Ação Tópica. Nanotecnologia Relacionada a Produtos e Processos Sujeitos à Vigilância Sanitária Auditorias de produtos sujeitos à vigilância sanitária GGMED GGMED GGMED GGMED SUMED, SUALI,SUCOM, SUTOX,SUINP SUMED, SUALI e SUCOM Trata-se da revisão da Resolução RDC n 31/21, que dispõe sobre a realização dos Estudos de Equivalência Farmacêutica e de Perfil de Dissolução Comparativo. O objetivo é atualizar alguns pontos da norma, alinhando-os com outros regulamentos e procedimentos vigentes na Agência.Conflito do disposto na norma com o entendimento técnico da Anvisa. Trata-se da revisão da Instrução Normativa - IN nº 12/29 - capítulo I (Provas de equivalência farmacêutica para medicamentos na forma de sprays e aerossóis nasais de dose controlada), de modo a tornar mais clara algumas questões referentes à adequada condução das análises para fins de Equivalência Farmacêutica.A IN atualmente vigente não contempla todos os ensaios necessários para a comprovação da equivalência farmacêutica e, devido ao risco sanitário, não é possível a aprovação de registro de medicamentos genéricos e similares para estas formas farmacêuticas, uma vez que não contempla o número adequado de amostras, nem os parâmetros que devem ser submetidos à análises de estatísticas. Revisão dos critérios e parâmetros constantes da Resolução RE n 899/23, que estabelece o "Guia para validação de métodos analíticos". Atualmente, o texto da norma dá margem a interpretações subjetivas. Há necessidade de acompanhamento da evolução da tecnologia farmacêutica e dos referenciais internacionais. Diante do recente avanço das inovações tecnocientíficas que utilizam as nanotecnologias em produtos e processos que estão sendo disponibilizados no mercado, seja para uso ou consumo, faz-se necessária a identificação daqueles sujeitos a vigilaçância sanitária, para avaliação da segurança e eficácia considerando os eventuais riscos associados. Atualmente trata-se de uma lacuna regulatória em que há presença de assimetria de informações, bem como a insuficiência de referências metodológicas para análise dos eventuais riscos. A necessiade de atuação regulatória da Agência também é identificada em razão da crescente oferta de produtos nanoteconológicos na área da saúde, o que requer um ambiente regulatório seguro e estável para o desenvolvimento econômico e social. Considerando que os procedimentos de pós-registro estão sendo simplificados conforme diretrizes da nova estrutura da Agência por macroprocessos, com maior ênfase no pós-mercado, a regulamentação dos procedimentos de auditorias se torna necessária como mecanismo de controle aplicável a todos os produtos sujeitos à vigilância sanitária. Isso permitirá a consolidação desse novo modelo regulatório. Revisão Revisão Revisão Nova Norma Nova Norma Nova Norma 3 AÇÕES NAS ÁREAS SUBORDINADAS DIRETAMENTE À SUMED 3.1 PESQUISA CLÍNICA COPEC Equipe dedicada a avaliação de processos de Pesquisa Clínica; Aumento do número de Especialistas; Técnico em Regulação dedicado aos processos de importação de pesquisa clínica; Melhoria da qualidade nas avaliações estatísticas dos ensaios clínicos; Disponibilização da Consulta a Ensaios Clínicos aprovados pela ANVISA no website; Realização de Workshop com as entidades representativas de Pesquisa Clínica para harmonização de condutas e procedimentos; 14

15 Publicação de Proposta de Nova Regulamentação, ora em fase final de consolidação das contribuições da Consulta Pública; Realização de reuniões específicas com as principais representações de Pesquisa Clínica no país para discussão da nova proposta de regulamentação; e Realização de inspeção de boas práticas clínicas com outra autoridade regulatória de referência. Gráfico 4: Quantidades de entrada e saída de petições de anuência em pesquisa clínica 3.2 COORDENAÇÃO DE BULAS E ROTULAGEM CBREM Análise de 1% das petições de medicamentos novos, fitoterápicos, similares e específicos referente à alteração de nome comercial; Monitoramento das solicitações de alteração de rotulagem; Participação no grupo de trabalho para avaliação de bulas de medicamentos isentos de prescrição médica na América Latina (México, Colômbia, Argentina, Venezuela e Brasil); Publicação da orientação de submissão de petições de registros de medicamentos clones. Proposta de elaboração de guia de submissão e análise de nomes comerciais; Realização de 3(três) Seminários com o Setor Regulado sobre submissão e análise de petições de clones de acordo com a RDC 31/214. Dados CBREM de 2/6/14 à 31/8/214: Atendimento de 1 reuniões com o setor regulado; Avaliação de 7 bulas; e Verificação de 45 notificações relacionadas a rotulagem. 15

16 Gráfico 5: Quantidades de petições de registro de clones até 18/9/ Clones Aguardando análise Analisados Gráfico 6: Quantidades de petições de registro de clone avaliadas: 247 7% 6% 14% Deferidos Encerrados Não aprovado 38% 29% Matriz aguardando análise Em exigência 6% Em análise 3.3 COORDENAÇÃO DE RECURSOS COREC Apresentação de assuntos não harmonizados e recorrentes nos recursos nas reuniões gerenciais; Análise conjunta da admissibilidade e mérito; Triagem de recursos quanto ao assunto e quanto a casos análogos aos já julgados pela Dicol para distribuição conjunta; Adequação à atual política de divulgação de filas da Anvisa. Auxílio às diretorias quanto aos recursos; Assessoria às Coordenações de Recursos de outras Superintendências; Na grande maioria dos casos, a Dicol tem acompanhado a sugestão da Corec. Gráfico 7: Status do quantitativo médio de avaliação das petições de recurso 16

17 Gráfico 8: Quantidade de petições de recursos que entraram na COREC Recursos com análise por mandado judicial: 213 = (até 31/jul) = 9 4. AÇÕES NA GERÊNCIA-GERAL DE MEDICAMENTOS - GGMED A Gerência-Geral de Medicamentos no seu modelo de gestão organizacional busca ser mais eficaz, atingir os objetivos e cumprir a missão da Anvisa, bem como atuar de forma articulada com as áreas finalísticas sob a sua supervisão. Dessa forma, busca assegurar o sucesso da sua atuação, estimulando o uso de mecanismos gerenciais mais eficazes, visando utilizar os recursos de forma integrada e a estratégia de monitoramento dos dados/resultado da GGMED. A partir 17

18 dessa perspectiva aqui mencionada, ressaltar a função de gestão de pessoas como elemento estratégico e relevante para a organização. Em consonância com um dos objetivos de reduzir o tempo de análise das solicitações realizadas pela Gerencia Geral, temos que: A primeira medida adotada foi a priorização dos processos com a análise já iniciada em detrimento daquelas petições que ainda aguardam análise na fila. Nesse novo procedimento os técnicos da GGMED são orientados a realizar a análise dos cumprimentos de exigência em até 3 dias após o recebimento desse documento, de modo a dar sustentação a esse procedimento a equipe de gestores foi orientada a distribuir novos processos levando em consideração o número de cumprimento de exigência de cada técnico. Esse procedimento altera a orientação do processo de trabalho da equipe de modo que o trabalho da equipe resultará, em curto prazo, numa redução da velocidade de retirada de petições da fila de análise. Em um segundo momento, a partir de 1 meses do início do trabalho (essa previsão leva em consideração 1 mês para a realização de análise técnica inicial e emissão de exigência, 3 meses para a realização do cumprimento por parte da empresa, 1 mês para a análise do cumprimento e emissão de nova exigência, 3 meses para o cumprimento da exigência por parte da empresa, 1 mês para análise do cumprimento e elaboração de parecer conclusivo e 1 mês para a publicação da decisão) a equipe da GGMED passará a emitir pareceres conclusivos. O tempo para a emissão de parecer conclusivo será reduzido uma vez que outras ações estão sendo realizadas para a redução do tempo total de análise, abaixo seguem as principais ações que estão sendo realizadas: Realização de Workshops e publicação de guias orientativos A utilização dessas ferramentas permite que as dúvidas gerais mais recorrentes sejam tratadas de forma que seja necessária a emissão de um menor numero de exigências; Convocação para a realização de reuniões técnicas em no máximo três semanas após a emissão de exigências As reuniões tornará mais claro ao agente regulado quais são os questionamentos da área técnica e permitirá o desenvolvimento das respostas mais objetivas uma vez que considerarão as dúvidas apresentadas durante a reunião. O trabalho inicialmente será realizado com petições priorizadas, a medida que o procedimento for ajustado a equipe estenderá as atividades a petições não priorizadas; Chamamento de empresas que apresentem erros recorrentes O contato com empresas de modo a realizar reuniões orientativas permitirá que sejam evitadas as emissões de exigência ou indeferimento relacionadas às ações recorrentes do ente regulado. As ações acima elencadas irá, em um primeiro momento, reduzir o número de itens relacionados à primeira exigência bem como reduzir o tempo necessário para que as empresas cumpram a referida exigência e em um segundo momento resultarão na redução da necessidade de uma segunda exigência o que resultará em emissão do parecer conclusivo em até 6 meses. A proposta de trabalho acima exposta está associada a segmentação do conhecimento e das atividades fruto da nova estrutura da GGMED, nesse contexto será possível realizar a análise em paralelo de demandas consideradas importantes/prioritárias pela Agência. A principal aplicação dessa estrutura será na análise de medicamentos novos e inovadores, se por um lado foi possível alocar um maior numero de servidores para essas demandas por outro lado a divisão de tarefas entre as equipes de registro de insumos, análise de tecnologia farmacêutica e segurança e eficácia resultará em uma análise mais rápida e com melhor qualidade. 18

19 Por fim, a equipe da GGMED está orientada para a identificação de produtos que possam ser trabalhados dentro de um processo de simplificação, nesse contexto, já foram identificados produtos que possam ser incluídos no sistema de notificação simplificada, a elaboração de bulas padrão para medicamentos dinamizados, específicos e fitoterápicos vem sendo estimulada, uma vez que nesses casos não se faz necessária avaliação de dados de segurança e eficácia desses produtos COMISSÃO DE DECISÃO TÉCNICA DA GGMED Trata-se de um projeto experimental para procedimento de melhoria da qualidade da Gerência-Geral de Medicamentos - GGMED. O comitê técnico contribuirá na tomada de decisão final dessa gerência geral. O comitê técnico de medicamentos (CT-MED) é um projeto experimental e têm os seguintes objetivos: Contribuir na tomada de decisão final da GGMED;. Propor a implementação de ações que propiciem o melhor entendimento das diretrizes técnicas; Disponibilizar subsídios para a elaboração de síntese da interpretação da legislação de vigilância sanitária, a partir de um conjunto de decisões, revelando sua orientação para casos análogos; e Contribuir para a ampliação do acesso à população de medicamentos com qualidade comprovada. Fundamentos para a atuação do comitê: O medicamento deve se apresentar eficaz, seguro e com qualidade para o consumo, devendo ser minimizados os possíveis riscos à saúde da população, o que é verificado através da análise técnica dos documentos relacionados ao registro; Imparcialidade na avaliação GERÊNCIA DE EFICÁCIA E SEGURANÇA GESEF A Gerência de Avaliação de Eficácia e Segurança de Medicamentos Sintéticos (GESEF) possui, dentre suas competências, a de manifestar-se de forma circunstanciada e conclusiva, no que se refere à comprovação de segurança e eficácia de medicamento com base na avaliação de dossiês técnicos com resultados de ensaios não clínicos e clínicos para fins de concessão ou renovação de registro de medicamentos sintéticos e suas modificações. Compete ainda à GESEF participar de inspeções relacionadas a estudos de eficácia e segurança dos medicamentos sob sua competência e prestar assistência às demais unidades organizacionais da ANVISA no que se refere à eficácia e segurança de medicamentos sintéticos. A equipe da GESEF é formada por 18 Especialistas em Regulação e Vigilância Sanitária (compreendendo, por formação, 1 estatístico, 1 médico e 16 farmacêuticos), 1 Técnico em Regulação, 2 estagiários, 1 Técnico Administrativo e 1 Técnico em Secretariado. Avaliação técnica de Segurança e Eficácia Em face da reestruturação e com a entrada de novos servidores, a partir de junho de 214 a GESEF alterou sua dinâmica de trabalho passando a avaliar exclusivamente os dossiês de segurança e eficácia (ensaios não clínicos e clínicos) para fins de registro de medicamentos novos sintéticos e suas modificações 19

20 (inovadores). Do mesmo modo, a GESEF passou a avaliar os dossiês de segurança e eficácia dos medicamentos similares únicos de mercado (SUM) no que se refere à sua adequação à categoria de medicamentos novos, como potenciais candidatos a integrarem a lista de medicamentos de referência. Redimensionamento da Equipe Antes da reestruturação a equipe da GESEF ( antiga COPEM), tinha como atribuição avaliar, além dos dossiês técnicos de ensaios não clínicos e clínicos, todas provas de tecnologia farmacêutica. Uma vez que a equipe GESEF passou a avaliar exclusivamente os dossiês de segurança e eficácia, tornou-se possível propor a divisão da equipe em pequenos grupos que possam se especializar em determinadas classes terapêuticas de medicamentos, como oncológicos, anti-infecciosos, cardiovasculares etc. Assim. Os técnicos poderão adquirir maior expertise em determinadas áreas, conferindo maior qualidade nas suas análises e maior rapidez em suas decisões. Também foi destacada uma equipe de especialistas para avaliação exclusiva de medicamentos únicos de mercado (SUM) Fila de Análise Até a presente data, 27 petições de registro de medicamento novo e 87 petições de medicamentos inovadores se encontravam na fila no status aguardando análise. O prazo médio para início de análise, a partir da protocolização, é de 2 meses para petições de medicamentos inovadores e de 8 meses para registro de medicamentos novos. Com o redimensionamento da equipe GESEF, 25% dos processos da fila de registro de Medicamentos Novos tiveram sua análise iniciada e pretende-se: Reduzir o tempo de espera para início da análise do registro de medicamento novo para 4 meses ao final de Outubro e até 3 meses até dezembro de 214; Previsão de, até o final dezembro de 214, reduzir para 1 ano o tempo de espera para início da análise de registro de novas associações, formas farmacêuticas, novas concentrações, novas indicações e ampliações de uso (Inovadores). Ações previstas e em andamento pela GESEF Em discussão a operacionalização na área da parceria com o CNPq para viabilização de consultoria de especialistas Ad hoc para avaliação de dossiês técnicos de ensaios não clínicos e clínicos e suporte à equipe técnica da GESEF na elaboração de notas técnicas ou guias sobre temas técnicos específicos, incluindo Guia para registro de medicamentos antineoplásicos; Em elaboração proposta de diretrizes para realização de audiências prévias com as empresa para apresentação de produto e discussão com a área técnica antes da submissão dos respectivos dossiês de registro ou pós-registro (inovadores); Planejamento e definição de cronograma para participação de inspeções relacionadas a estudos de eficácia e segurança dos medicamentos em análise na GESEF; Elaboração de parecer técnico de segurança e eficácia para divulgação e/ou publicação no portal da Anvisa; Publicação de Proposta de Nova Regulamentação de Registro de Medicamento Novo; 2

21 Gráfico 9: Fila de análise de registro dos medicamentos inovadores Gráfico 1: Quantidades de entrada e saída de petições de registro dos medicamentos inovadores 4.3. GERÊNCIA DE AVALIAÇÃO DE REGISTROS DE MEDICAMENTOS SÍNTÉTICOS - GRMED Registro de Medicamentos Priorizados Considerando a relevância desses medicamentos e o impacto positivo que o registro destes produtos traz para a população, a GRMED alocou um grupo de especialistas (15) para a análise das solicitações de registro de medicamentos novos, medicamentos genéricos inéditos e demais registros que foram priorizados. Até o final de junho/214, a GRMED tinha uma fila com 66 processos de registro priorizados. Neste momento, todos os processos priorizados já tiveram sua análise iniciada, sendo que 62 já se encontram com o status em exigência ou em exigência prorrogada. Até o final do mês de setembro, será emitida uma primeira manifestação para os processos priorizados ainda em análise (4 processos). 21

22 Desde agosto/214, todas as exigências de processos priorizados passaram a incluir um item informando que a empresa poderia solicitar reunião entre 7 e 21 dias após a leitura da exigência para esclarecimento dos itens. Estas reuniões tornarão mais claro ao agente regulado quais são os questionamentos da área técnica e permitirão a elaboração de respostas mais objetivas, uma vez que elas levarão em consideração os esclarecimentos prestados durante a reunião. Por outro lado, o especialista responsável pela análise do processo conseguirá tomar uma decisão com uma maior rapidez e com mais segurança. Até o momento, 16 reuniões já foram agendadas com a GRMED para esclarecimentos de exigências de processos priorizados, o que corresponde a aproximadamente 26 % do total de processos com exigências já emitidas. A GRMED também alterou sua dinâmica de trabalho de modo que seja priorizada a conclusão de análise de processos mediante avaliação de cumprimentos de exigência em detrimento do início de análise de processos que ainda estão aguardando na fila de espera. Além disso, o prazo interno para análise do cumprimento de exigência será reduzido de 6 para 3 dias. Dessa forma, de acordo, com cálculos preliminares, o tempo entre o início da análise e a publicação poderá ser calculado de forma mais objetiva e as empresas poderão ter previsibilidade quanto a publicação do processo a partir do início da análise. A estimativa inicial é que se transcorram 1 meses entre o início da análise e a publicação: Análise: 3 dias Exigência - Cumprimento da exigência: 9 dias (com prorrogação de prazo) Análise do cumprimento: 3 dias Nova exigência - Cumprimento da exigência: 9 dias (com prorrogação de prazo) Análise do cumprimento e elaboração do parecer: 3 dias Trâmites de publicação: 3 dias Na Resolução RDC nº 37/214, o prazo previsto para a análise do processo priorizado e envio de exigência completa é de 75 dias, que são contados à partir da data da publicação da decisão referente a priorização. A GRMED tem como objetivo reduzir em 2%, ou seja, de 75 dias para 6 dias a partir da data de publicação do deferimento, o tempo para a primeira manifestação para os processos que tiveram a priorização deferida Registro de Medicamentos Novos A partir de setembro/214, a GRMED incorporou a análise da Tecnologia Farmacêutica de processos de registro de medicamentos novos. Estes processos foram submetidos na Anvisa e serão avaliados por meio do sistema de registro eletrônico. Considerando a relevância desses medicamentos e o impacto positivo que o registro destes produtos traz para a população, a GRMED alocou um grupo de especialistas (15) para a análise das solicitações de registro de medicamentos priorizados e de medicamentos novos. 25% dos processos da fila de registro de Medicamentos Novos tiveram sua análise iniciada; Até final de Outubro, previsão de reduzir o tempo de espera para o início da análise para 3 meses; 22

23 Até janeiro/215, previsão de reduzir em cerca de 2%, de 9 para 75 dias, o tempo para o início da análise e envio da primeira exigência para um processo de registro de medicamento novo; e Até o final de 214, previsão de reduzir para 1 ano o tempo de espera para início da análise de registro de novas associações, novas formas farmacêuticas, novas concentrações, novas indicações e ampliações de uso Registro de Medicamentos Genéricos e Similares Com a entrada de novos servidores, foi possível alocar uma equipe exclusiva para a análise de processos não priorizados. Esta equipe com 16 servidores possibilitará uma análise contínua e sustentada dessas solicitações de registro. Vale destacar que a quantidade de servidores dedicados atualmente para a análise de processos não priorizados corresponde ao total de especialistas que a área possuía anteriormente para a execução de todas as atividades de sua competência, inclusive a análise de processos priorizados e não priorizados. Em setembro/214, a fila de registro de medicamentos genéricos e similares é composta por 1485 processos. Com a publicação da Resolução-RDC n 31/214, a expectativa é de que este passivo sofra redução, uma vez que muitos processos clones ainda estão inseridos nessa fila; Previsão de redução do passivo: conforme avaliação feita pela Falconi baseada nos dados históricos da GGMED (considerando férias, licenças e treinamentos), os especialistas estão disponíveis aproximadamente 15 dias por ano para realizar as análises de processos. Considerando que ao longo dos anos pode-se estabelecer um prazo de análise de 1 dias para cada processo, estima-se que a capacidade dos especialistas será de analisar aproximadamente 15 processos por ano, o que possibilitará a análise de aproximadamente 24 processos por ano somente pela equipe dedicada aos processos de registro não priorizados (16 servidores); Desde agosto/214, 41 processos de registro de genéricos/similares não priorizados tiveram a análise técnica iniciada na GRMED;e Ao final do ano será avaliada se a iniciativa das reuniões técnicas logo após a emissão da exigência poderá ser estendida aos processos não priorizados. A partir da análise do gráfico n. 11, observa-se uma evolução do passivo de processos de registro de medicamentos genéricos e similares, ou seja, um aumento no número de solicitações de registro submetidas na Anvisa com a situação aguardando análise. Esta evolução foi proporcionada, principalmente, pelo baixo número de servidores para atender a alta demanda da área. 23

24 Gráfico 11: situações dos processos de registro (genéricos e similares) por ano de entrada Gráfico 12: Fila de análise de registro dos medicamentos genéricos e similares

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