Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download ""

Transcrição

1 CENSO DE AVES COMUNS n o a rq u ip é la g o d o s Aç o re s Balanço dos primeiros três anos & resu ltados do período

2 2 C E N S O D E A V E S C O M U N S N O A R Q U IP É L A G O D O S A Ç O R E S Trabalhar para o estudo e conservação das aves e seus habitats, promovendo um desenvolvimento que garanta a viabilidade do patrimó nio natural para usufruto das geraçõ es futuras. A S P E A S ociedade P ortu gu esa p ara o E stu do das Av es é uma org aniz aç ã o nã o g overnamental de ambiente que trabalha para a conservaç ã o das aves e dos seus habitats em P ortug al. Como associaç ã o sem fins lucrativos, depende do apoio dos só cios e de diversas entidades para concretiz ar as suas acç õ es. F az parte de uma rede mundial de org aniz aç õ es de ambiente, a BirdLife In tern a tio n a l, que actua em mais de 1 países e tem como objectivo a preservaç ã o da diversidade bioló g ica através da conservaç ã o das aves, dos seus habitats e da promoç ã o do uso sustentável dos recursos naturais. T orne-se hoje mesmo S ó cio da S P E A e contribua para esta missã o. Agradecimentos O projecto CAC é resultado de um trabalho quase inteiramente voluntário que envolve cerca de 1 colaboradores em todo o país. É devido um ag radecimento especial a todos os voluntários que faz em este projecto possível, nomeadamente aos colaboradores responsáveis pela recolha de dados nos Aç ores, sendo a eles que se destina este relató rio. E q u ip a C oordenaç ã o N acional R icardo M artins C oordenaç ã o R egional R egiã o N orte (V iana do C astelo, B raga, P orto, Av eiro, C oimb ra, V ila R eal, B raganç a, V iseu e G u arda) Carlos S antos R egiã o C entro (L eiria, L isb oa, S antaré m, C astelo B ranco e P ortalegre) Ana Isabel L eal R egiã o S u l (S etú b al, É v ora, B eja e F aro) Ana T eresa M arques Arq u ip é lago da M adeira Isabel F ag undes Arq u ip é lago dos Aç ores R icardo Ceia E lab oraç ã o, design e p aginaç ã o R icardo Ceia Aná lise de dados G eoff H ilton & Ana M eirinho F otografias R icardo Ceia Ap oio e su p erv isã o à C oordenaç ã o N acional D ata D ez embro de 2 9 L uís Costa (D irector E x ecutivo) D oming os L eitã o (Coordenador do P rog rama T errestre ) J osé P edro T avares ( Country P rog rammes Officer da R S P B para a T urquia, P ortug al e G récia)

3 C E N S O D E A V E S C O M U N S N O A R Q U IP É L A G O D O S A Ç O R E S 3 R esu mo A necessidade de monitoriz ar as populaç õ es de aves nunca foi seg uramente tã o importante como ag ora, com o rápido desenvolvimento, urbaniz aç ã o e industrializ aç ã o que se verifica em todo o mundo. A fim de estabelecer estratég ias adequadas de conservaç ã o, é fundamental conhecer em que medida as populaç õ es de aves aumentam ou diminuem e quais os factores responsáveis por essas flutuaç õ es. A sua monitoriz aç ã o apresenta ainda a vantag em de servir como valioso indicador do estado de conservaç ã o de outros g rupos faunísticos e dos habitats em g eral. H á alg uns anos, a BirdLife In tern a tio n a l, em parceria com o E u ro p ea n Bird C en s u s C o u n c il (E B CC), decidiu implementar um projecto europeu de censo de aves comuns, o P a n European Common Bird Monitoring Scheme (PECBMS). O principal objectivo é o de usar as aves comuns como indicadores do estado geral do meio natural através de dados científicos sobre as alteraç õ es nas populaç õ es nidificantes em toda a Europa. Em Portugal, a Sociedade Portuguesa para o Estudo das A ves (SPEA ) iniciou o seu projecto Censo de A ves Comuns (CA C) em 2 4, associando se ao projecto europeu. Este projecto, para além de contribuir anualmente com os dados das espécies portug uesas para o P EC B M S, fornece o Índice de A v es C omuns incluído nas políticas nacionais de desenv olv imento sustentá v el e de desenv olv imento rural. N o arq uipélag o dos A ç ores o projecto C A C foi introduz ido em 27, sendo q ue até à presente data, estes dados nã o foram analisados para o cá lculo de índices ou tendê ncias populacionais específicas. Este é o primeiro relató rio q ue descrev e o estado das populaç õ es de av es comuns nos A ç ores no â mbito do projecto C A C. S ã o apresentados resultados de abundâ ncia para 29 espécies, baseados em dados preliminares referentes aos anos 27 e 28 recolh idos em 1 9 unidades de amostrag em. É certamente cedo para tirar g randes conclusõ es sobre tendê ncias populacionais, pois isso req uererá mais anos de amostrag em, no entanto, podemos ter já os primeiros resultados sobre a abundâ ncia das av es comuns nos A ç ores.

4 4 CENSO D E A V ES COM U NS NO A R Q U IP É L A G O D OS A Ç OR ES Introdução A inclusã o do Índice de A v es C omuns, fornecido pelo C A C, na Estratég ia N acional de D esenv olv i- mento S ustentá v el ; O Ce ns o de Av e s Com uns (CAC) é um projecto lanç ado A inclusã o do Indicador de A v es C omuns de Z onas em 24 pela Soc ie da de Portug ue s a p a ra o Es tudo A g rícolas no P lano Estratég ico N acional para o da s Av e s (SPEA) e consiste num prog rama de monitoriz aç ã o a long o praz o de av es comuns nidificantes e seus A cedê ncia de informaç ã o para o R elató rio de D esenv olv imento R ural ; h abitats, em P ortug al. Estado do A mbiente de 26, da A ssociaç ã o P ortug uesa do A mbiente, apresentado a 1 5 de J anei- O s principais objectiv os deste projecto sã o assim os seg uintes: ro de A nalisar as tendê ncias populacionais de um v asto conjunto de espécies de av es nidificantes numa g rande v ariedade de h abitats em todo o territó rio portug uê s (continente e reg iõ es autó nomas). A fim de estabelecer estratég ias adeq uadas de conserv aç ã o, é fundamental conh ecer em q ue medida as populaç õ es de av es aumentam ou diminuem. A sua monitoriz aç ã o apresenta ainda a v antag em de serv ir como v alioso indicador do estado de conserv aç ã o de outros g rupos animais e dos h abitats em g eral. 2. C ontribuir anualmente para o Esq uema P an-europeu O PECBMS é c om p os to p or 35 p a ís e s inc luindo Portug a l. de M onitoriz aç ã o de A v es C omuns (P EC B M S ), coordenado pela BirdLife International e pelo E u rop ean Bird C ens u s C ou nc il (EB C C ), com os dados das tendê ncias populacionais das espécies portug uesas. N o entanto, a importâ ncia do C enso de A v es C omuns ultrapassa o â mbito nacional, uma v ez q ue está integ rado no P EC B M S, sendo um objectiv o do C A C fornecer, a 3. P romov er a conserv aç ã o das av es e dos seus h abitats atrav és do env olv imento directo de um g rande nú mero este nív el, informaç ã o sobre as tendê ncias populacionais de v oluntá rios em projectos decisiv os de monitoriz aç ã o das espécies portug uesas. F oi publicada este ano pelo de av es. P EC B M S uma nov a broch ura com a actualiz aç ã o das U ma v ez q ue as políticas ambientais afectam a g estã o e tendê ncias populacionais de espécies europeias, utiliz aç ã o do territó rio, a criaç ã o de um Índice de A v es com dados de 1 98 até 26, prov enientes de 21 países, incluindo os dados portug ueses de C omuns por tipo de h abitat (ag rícola, florestal, etc.), constituirá uma ferramenta importante para medir a sustentabilidade das pró prias decisõ es políticas ao long o do Com o func iona o p roje c to? tempo e suportar medidas com v ista à conserv aç ã o de À semelh anç a do q ue acontece em g eral nos mais de 2 espécies com tendê ncias mais neg ativ as e q ue sejam países europeus q ue tê m esq uemas de monitoriz aç ã o de consideradas potencialmente mais ameaç adas. N este av es comuns, o C A C funciona numa base de participaç ã o sentido já foram concretiz adas alg umas metas, salientando-se: v oluntá ria de colaboradores de campo.

5 C E N S O D E A V E S C O M U N S N O A R Q U IP É L A G O D O S A Ç O R E S 5 Em P ortug al, cada colaborador fica responsá v el por uma q uadrícula U T M 1 x 1 k m, onde se pretende q ue asseg ure anualmente a realiz aç ã o de censos de av es, de forma a permitir uma monitoriz aç ã o continuada das av es e seus h abitats. O processo de atribuiç ã o de q uadrículas é aleató rio, dentro de cada distrito, mas também se tem em conta a disponibilidade e á rea de residê ncia dos colaboradores. O q ue se pretende neste projecto é q ue a amostra utiliz ada represente o melh or possív el a realidade do país e nã o os melh ores locais para observ ar av es. A metodolog ia assenta em pontos de escuta, com a duraç ã o de 5 minutos, efectuados durante as primeiras q uatro h oras da manh ã. Em cada q uadrícula dev em ser seleccionados 2 pontos, distanciados pelo menos 1 k m e distribuídos de acordo com a representativ idade dos diferentes tipos de h abitat, eleg endo sempre q ue possív el z onas de h abitat h omog éneo. A realiz aç ã o dos censos de av es é feita apenas duas v ez es por ano, durante a época de reproduç ã o da g rande maioria das espécies q ue ocorrem na g eneralidade do territó rio nacional. A primeira v isita é realiz ada em A bril e a seg unda em M aio, h av endo um interv alo mínimo de q uatro semanas entre ambas, o q ue g arante q ue no conjunto sejam detectadas as espécies q ue nidificam mais cedo e também as mais tardias. D e ano para ano, os censos nas q uadrículas sã o feitos sempre nos mesmos pontos (preferencialmente pelo mesmo observ ador), respeitando a ordem definida inicialmente e sendo reg istadas todas as alteraç õ es detectadas ao nív el do h abitat. Este projecto é dirig ido à s av es comuns, mas durante os censos sã o reg istadas todas as espécies de av es detectadas. N o entanto, para espécies mais raras ou com uma distribuiç ã o reduz ida, dificilmente se conseg uirá obter dados suficientes para determinar tendê n- cias populacionais com alg uma robustez. C ada nov o colaborador, no primeiro ano em q ue a q uadrícula é atribuída, necessita efectuar uma v isita prév ia à realiz aç ã o dos censos, para reconh ecimento da á rea e selecç ã o dos pontos de escuta, de acordo com os critérios definidos. Toda s a s e s p é c ie s de te c ta da s dura nte os c e ns os de v e m s e r re g is ta da s num a Fic h a de Ca m p o. Um a v e z c onc luído o tra b a lh o de c a m p o, é ne c e s s á rio p re e nc h e r um a Fic h a Re s um o, p or v is ita e p or q ua dríc ula, q ue é p os te riorm e nte e nv ia - da p a ra o Coorde na dor Re g iona l.

6 6 CENSO D E A V ES COM U NS NO A R Q U IP É L A G O D OS A Ç OR ES CAC Açore s Ba la nço dos p rim e iros trê s a nos T rê s anos apó s o início do projecto no continente e arq uipélag o da M adeira, o C A C é introduz ido no arq uipélag o dos A ç ores em 27. U ma v ez q ue esta reg iã o insular se disting ue ao nív el g eog rá fico, topog rá fico e ecoló g ico do q ue até à data h av ia sido contemplado para o restante territó rio nacional, foi necessá rio adaptar os conteú dos do C A C a esta nov a realidade. O s principais aspectos tidos em conta foram: D elimitaç ã o das unidades de amostrag em; D efiniç ã o do calendá rio de ex ecuç ã o; R ev isã o dos có dig os para preench imento da F ich a de H abitats. De lim ita ção da s unida de s de a m os tra g e m U ma v ez q ue os A ç ores sã o compostos por nov e ilh as h abitadas, os k m 2 correspondentes à superfície deste arq uipélag o encontram-se frag mentados. F oi v erificado q ue um g rande nú mero de q uadrículas U T M 1 x 1 k m do arq uipélag o possuía menos de 5 % de superfície, o q ue, juntamente com a reduz ida rede de acessos em alg umas q uadrículas, impossibilitaria a selecç ã o de 2 pontos de escuta de acordo com os pressupostos metodoló g icos em q ue se baseia o C A C. A ssim sendo, foi efectuada uma aná lise atenta de cada q uadrícula, de modo a poder ag lomerar q uadrículas v iz inh as, nã o comprometendo a metodolog ia nos A ç ores. A s 73 q uadrículas U T M 1 x 1 k m q ue abrang em as nov e ilh as do arq uipélag o foram associadas em 3 2 unidades de amostrag em q ue podem env olv er até q uatro q uadrículas U T M 1 x 1 k m. N os casos em q ue h ouv e associaç ã o de q uadrículas U T M 1 x 1 k m optou-se por conferir à unidade de amostrag em final a desig naç ã o da q uadrícula com numeraç ã o inferior. Em semelh anç a ao efectuado no continente, nos A ç ores o processo de atribuiç ã o de q uadrículas é aleató rio, dentro de cada ilh a. Ta b e la 1. Lis ta de unida de s de a m os tra g e m nos Açore s c om p os ta s p or um m á x im o de q ua tro q ua dríc ula s UTM 1 x 1 k m. Ilh a Unida de de a m os tra g e m De s ig na ção S anta M aria P F P F 6 9 P F 6 8 P F 78 + P F 79 P F 78 P G 8 P G 8 P G 9 + P G 1 9 P G 9 P G P G 1 8 P G 1 7 P G 27 + P G 28 P G 27 S ã o M ig uel P G P G 4 7 P G 3 7 P G P G 3 9 P G 3 8 P G P G 4 9 P G 4 8 P G P G P G 5 9 P G 5 7 P G P G P G 6 9 P G 6 7 M H M H 78 + M H 77 M H 6 8 T erceira M H M H 79 + M H 8 9 M H 6 9 M H M H 8 8 M H 8 7 M H 97 + M H 98 + M H 99 M H 97 G raciosa M J 2 + M J M J 1 2 M J 2 L H L H L H 97 + L H 98 L H 8 8 M H 7 + M H 8 M H 7 S ã o J org e M H M H M H 1 8 M H 1 6 M H 26 + M H 27 + M H M H 3 7 M H 26 L H L H 75 L H 6 5 L H L H 76 L H 6 6 P ico L H 8 5 L H 8 5 L H 8 6 L H 8 6 L H 94 + L H 95 + L H 96 L H 94 M H 5 + M H 1 5 M H 5 L H L H L H 6 6 L H 4 6 F aial L H 4 7 L H 4 7 L H L H 6 7 L H 5 7 F lores F D F D F D F D 6 6 F D 4 6 F D F D F D 6 7 F D 4 7 C orv o F D 6 9 F D 6 9 De finição do c a le ndá rio de e x e c ução L ocaliz ado no meio do O ceano A tlâ ntico, o arq uipélag o dos A ç ores é caracteriz ado por um clima temperado oceâ nico com precipitaç ã o moderada, distribuída por todo o ano, elev ada h umidade relativ a e reduz ida v ariaç ã o de temperaturas. Em conseq uê ncia destes factores, a fauna ornitoló g ica residente nos A ç ores inicia mais tarde a época de reproduç ã o uma v ez q ue, nã o se v erificando condiç õ es climatéricas fortemente adv ersas, este período se pode estender até ao O utono. A dicionalmente,

7 C E N S O D E A V E S C O M U N S N O A R Q U IP É L A G O D O S A Ç O R E S 7 os ú nicos mig radores estiv ais q ue nidificam no arq uipélag o sã o av es marinh as q ue reg ressam com o início da P rimav era. D este modo, e apó s consultar a opiniã o de alg uns entendidos, para g arantir q ue no conjunto das duas v oltas sejam detectadas as espécies q ue nidificam mais cedo e também as mais tardias, o calendá rio anual de ex ecuç ã o do C A C nos A ç ores foi atrasado uma q uinz ena. Enq uanto q ue no continente e M adeira, a primeira v olta dev e ser feita entre 1 e 3 de A bril e a seg unda entre 1 e 3 1 de M aio, nos A ç ores, a primeira v olta dev e ser feita entre 1 5 de A bril e 1 5 de M aio e a seg unda v olta entre 1 6 de M aio e 1 5 de J unh o. Re v is ão dos c ó dig os p a ra p re e nc h im e nto da Fic h a de Ha b ita ts A s oito classes pertencentes ao nív el 1 da classificaç ã o de h abitats para o continente e M adeira foram também utiliz adas para os A ç ores. N o entanto, apenas os có dig os de h abitat correspondentes à s classes E Z onas h umaniz adas e H R och edos de interior foram conserv ados sem alteraç õ es. N a tabela 2 sã o apresentadas as modificaç õ es efectuadas a cada nív el da classificaç ã o de h abitats de modo a suprimir informaç ã o desajustada para os A ç ores e acrescentar nov os có dig os q ue tornassem possív el uma melh or descriç ã o dos h abitats aç orianos. As 73 q ua dríc ula s UTM 1 x 1 k m q ue a b ra ng e m a s nov e ilh a s do a rq uip é la g o dos Açore s fora m a s s oc ia da s e m 32 unida de s de a m os tra g e m q ue p ode m e nv olv e r a té q ua tro q ua dríc ula s UTM 1 x 1 k m.

8 8 CENSO D E A V ES COM U NS NO A R Q U IP É L A G O D OS A Ç OR ES Ta b e la 2. Re v is ão dos c ó dig os p a ra p re e nc h im e nto da Fic h a de Ha b ita ts nos Açore s. Pa ra c a da nív e l da c la s s ific a ção s ão indic a da s os c ó dig os de h a b ita t q ue fora m a dic iona dos (+) ou re m ov idos (-). Nív e l 1 Nív e l 2 Nív e l 3 Nív e l A BOSQUES 1 3 Incenso 2 Q uercíneas de folh a march escente 1 4 O utras á rv ores de folh a persistente 3 Q uercíneas de folh a persistente 5 M isto de folh a caduca e march escente 8 M isto de coníferas e march escente 1 M isto de persistente e march escente B MATOS 6 Infestaç ã o por C onteira 3 M atag al de montanh a C PASTAGENS E AFINS 9 " T ípica" pastag em A ç o- riana 4 M atag al de média ou baix a altitude 5 O utros 1 P astag ens de montanh a 4 P astag ens secas 5 C aniç ais/c anav iais 6 J uncais 8 S apais (inundaç ã o perió - dica com á g ua salg ada) D TERRENOS AGRÍCOLAS 3 O liv ais 3 C om sebes v iv as 1 D e reg adio 3 C om v eg etaç ã o daninh a 1 C om sebes entre as culturas 7 A rroz ais 4 S em sebes v iv as 2 D e seq ueiro 4 S em v eg etaç ã o daninh a 2 S em sebes entre as culturas E ZONAS HUMANIZADAS F ZONAS HÚMIDAS INTERIORES 2 L ag oa (entre 5 e 4 5 m2; ex : 21 x 21 m = m2) 5 A lbufeira (armanez amento de á g ua > 4 5 m2) 8 R io (mais de 2 m de larg ura) G COSTAS 7 F ajã 4 R ias e estuá rios H ROCHEDOS DE INTERIOR 8 F oz de ribeira 5 D unas 6 S alinas Nív e l 5 Eliminado Eliminado Eliminado

9 C E N S O D E A V E S C O M U N S N O A R Q U IP É L A G O D O S A Ç O R E S 9 N o início da difusã o do projecto, percebeu-se q ue a frag - mentaç ã o do arq uipélag o acrescia alg umas dificuldades em termos de formaç ã o e contacto com os colaboradores, uma v ez q ue o C oordenador R eg ional residia em S ã o M ig uel. S endo q ue alg uns colaboradores locais rev elav am menos ex periê ncia na identificaç ã o de av es, foi definido para alg uns casos um sistema de duplas em q ue estes eram acompanh ados por colaboradores mais ex perientes, q ue por sua v ez nã o poderiam continuar o C A C a long o praz o dev ido ao cará cter temporá rio da sua estadia nos A ç ores. Ta b e la 3. Qua dro re s um o da a trib uição e m onitoriz a ção de unida de s de a m os tra g e m nos Açore s. Unida de s de a m os tra g e m a trib uída s Unida de s de a m os tra g e m m onitoriz a da s Ilh a s m onitoriz a da s D esafortunadamente, neste terceiro ano nã o foram monitoriz adas 1 1 das 23 unidades de amostrag em atribuídas nã o h av endo amostrag em em S ã o J org e e no C orv o. Re s ulta dos do p e ríodo D esde o término da época de campo até à aná lise dos dados decorre inev itav elmente um g rande praz o. D urante este interv alo de tempo os dados sã o resumidos e env iados pelos colaboradores ao C oordenador R eg ional para posterior v erificaç ã o e, subseq uentemente, remetidos ao C oordenador N acional para q ue sejam finalmente introduz idos na base de dados pela eq uipa de aná lise de dados. P or esta raz ã o, apesar de no presente relató rio se faz er o balanç o do primeiro triénio do projecto C A C nos A ç ores apenas se apresenta uma aná lise preliminar de dados do período N a primeira época do C A C nos A ç ores, apó s uma activ a div ulg aç ã o do projecto e realiz aç ã o de uma saída de formaç ã o (F urnas - S alto de C av alo, S ã o M ig uel), foi possív el reunir 22 v oluntá rios interessados em colaborar na monitoriz aç ã o de 1 9 unidades de amostrag em. N o entanto, em q uatro das unidades de amostrag em atribuídas a monitoriz aç ã o nã o foi cumprida, faz endo com q ue o P ico e a G raciosa nã o fossem abrang idas pelo C A C neste ano inaug ural. Em 28, na seq uê ncia de uma contínua div ulg aç ã o do projecto e realiz aç ã o de uma saída de formaç ã o (S erra da T ronq ueira, S ã o M ig uel), foram ang ariados 29 v oluntá rios dispostos a monitoriz ar 23 unidades de amostrag em. A pesar de sete unidades de amostrag em nã o terem sido consumadas, neste seg undo ano do C A C nos A ç ores foram já reunidos dados procedentes das nov e ilh as. Em 29 foi realiz ada uma nov a saída de formaç ã o (R ibeira G rande, S ã o M ig uel) e, ainda q ue o nú mero de colaboradores interessados descesse para 26, o nú mero de unidades de amostrag em permaneceu ig ual a 28. O Es torninh o (Sturnus vulgaris) e o Pa rda l (P asse r d o m e stic us) s ão dua s e s p é c ie s tip ic a m e nte a s s oc ia da s a h a b ita ts urb a nos. A cobertura g eog rá fica dos A ç ores pelo C A C pode-se considerar fav orá v el, sendo q ue as unidades de amostrag em atribuídas se distribuem actualmente por todas as ilh as. A distribuiç ã o dos pontos de escuta permitiu obter uma boa cobertura das v á rias ilh as do arq uipélag o e dos principais tipos de h abitat ex istentes. A s pastag ens, seg uidas das z onas de costa, sã o o h abitat q ue reú ne maior nú mero de pontos de contag em, o q ue reflecte a sua g rande ex tensã o nos A ç ores.

10 1 CENSO D E A V ES COM U NS NO A R Q U IP É L A G O D OS A Ç OR ES N os dois anos iniciais deste projecto nos A ç ores foram contadas av es pertencentes a 29 espécies distintas. Estas contag ens foram realiz adas durante 5 8 v oltas o q ue dá em média 5 4 av es/dia de contag em e 28 av es/ponto de escuta. D e modo a poder comparar o nú mero de detecç õ es em ambos os anos, uma v ez q ue o nú mero de pontos de escuta nã o foi uniforme, foi calculado o nú mero médio de indiv íduos detectados por ponto de escuta (T abela 4 ). Ta b e la 4. Nú m e ro m é dio de indiv íduos de te c ta dos p or p onto de e s c uta. O tota l de indiv íduos p a ra c a da e s p é c ie p ode s e r ob tido m ultip lic a ndo, p a ra c a da a no, os v a lore s indic a dos p e lo nú m e ro de p ontos de e s c uta. Es p é c ie A lec toris ru fa -,3 A nas p laty rh y nc h os,1 1 - A rdea c inerea,5,1 A renaria interp res -,8 Bu teo b u teo,1 28,21 C alonec tris diom edea -,6 5 3 C ardu elis c ardu elis,1 1 4,21 C ardu elis c h loris,94,3 6 C olu m b a liv ia 2,72 3,1 3 5 C olu m b a p alu m b u s,1 1 6,296 C otu rnix c otu rnix,1 23,223 E g retta g arz etta,2 - E rith ac u s ru b ec u la,924 1,78 E s trilda as trild,5,5 F ring illa c oeleb s 4, ,8 G allinag o g allinag o,25,3 4 G allinu la c h lorop u s,2 - Laru s m ic h ah ellis 1,28 7 1,75 8 M otac illa c inerea 1,1 6,723 N u m eniu s p h aeop u s -,1 2 P as s er dom es tic u s 4, ,5 1 P y rrh u la m u rina,3 4,3 7 R eg u lu s reg u lu s,3 3 4,4 6 S erinu s c anaria 2, ,8 1 9 S terna h iru ndo,1 6 6,1 3 2 S trep top elia s p.,2 - S tu rnu s v u lg aris 1, ,6 6 5 S y lv ia atric ap illa 1, ,4 25 T u rdu s m eru la 3, ,3 94 Nº m é dio de a v e s p or p onto 24,971 29,6 26 Nº de p ontos de e s c uta Da s 1 e s p é c ie s m a is c om uns, a Alv é ola -c inz e nta (M o tac illa c ine re a) foi a ú nic a q ue e m 2 8 a p re s e ntou m e nor nú m e ro de de te c çõ e s q ue C omparando os resultados dos dois anos v erifica-se q ue, apesar de nã o terem sido detectadas as mesmas espécies, tanto em 27 como em 28 foram detectadas 25 espécies. O nú mero de espécies por unidade de amostrag em foi também constante nos dois anos, com uma média de 1 5 espécies detectadas. A lg umas espécies nã o nidificantes no arq uipélag o (A rdea c inerea, A renaria interp res, E g retta g arz etta, N u m eniu s p h aeop u s, S trep top elia sp.) foram detectadas em poucas ocasiõ es, dev ido à sua ocorrê ncia irreg ular nos A ç ores. O nú mero má x imo de espécies detectadas num mesmo ponto de escuta foi ating ido nos pontos 1 5 e 1 8 da q uadrícula P G 8. A pesar destes pontos corresponderem a uma típica pastag em aç oriana com sebes v iv as e á rv o- res dispersas, no dia 1 de J unh o de 28 foram aí detectadas 1 5 espécies distintas! É de referir q ue em 28 foram detectados por ponto de escuta, em média, cinco indiv íduos mais q ue em 27 (+ 1 8 % ), presumiv elmente em conseq uê ncia de uma P rimav era com pouca ch uv a em 28 o q ue potencia uma maior activ idade das av es. A menor h umidade relativ a reg istada em 28 pode estar, no entanto, também relacionado com a menor abundâ ncia da A lv éolacinz enta (M otac illa c inerea) neste ano (-29% ), uma v ez q ue esta espécie se encontra associada maioritariamente a z onas com h umidade onde os insectos abundam.

11 C E N S O D E A V E S C O M U N S N O A R Q U IP É L A G O D O S A Ç O R E S 1 1 PF68* PF PG 8 PG PG17 PG * O s valo re s nã o inc lue m d ad o s d a 2 ª vo lta d e c o ntage ns. Fig ura s 1-6. Tota l de indiv íduos de te c ta dos p or e s p é c ie e m c a da unida de de a m os tra g e m no p e ríodo (Nota : os v a lore s a nua is s ão a s om a da s dua s v olta s de c onta g e ns ).

12 1 2 CENSO D E A V ES COM U NS NO A R Q U IP É L A G O D OS A Ç OR ES PG48 PG57* PG67 MH MH97 MJ * O s valo re s d e 2 7 nã o inc lue m d ad o s d a 2 ª vo lta d e c o ntage ns. Fig ura s Tota l de indiv íduos de te c ta dos p or e s p é c ie e m c a da unida de de a m os tra g e m no p e ríodo (Nota : os v a lore s a nua is s ão a s om a da s dua s v olta s de c onta g e ns ).

13 C E N S O D E A V E S C O M U N S N O A R Q U IP É L A G O D O S A Ç O R E S 1 3 MH16* LH LH66 LH LH47 FD * O s valo re s d e 2 8 nã o inc lue m d ad o s d a 1 ª vo lta d e c o ntage ns. Fig ura s Tota l de indiv íduos de te c ta dos p or e s p é c ie e m c a da unida de de a m os tra g e m no p e ríodo (Nota : os v a lore s a nua is s ão a s om a da s dua s v olta s de c onta g e ns ).

14 1 4 CENSO D E A V ES COM U NS NO A R Q U IP É L A G O D OS A Ç OR ES FD O Ca ná rio-da -te rra (Se rinus c anaria), p re s e nte e m toda s a s ilh a s do a rq uip é la g o, foi a q ua rta e s p é c ie m a is c om um dura nte a s c onta g e ns. Fig ura 19. Tota l de indiv íduos de te c ta dos p or e s p é c ie e m c a da unida de de a m os tra g e m no p e ríodo (Nota : os v a lore s a nua is s ão a s om a da s dua s v olta s de c onta g e ns ). Ta b e la 5. Nú m e ro m é dio de indiv íduos de te c ta dos p or p onto de e s c uta e m c a da ilh a, c a lc ula do p a ra a s 1 e s p é c ie s m a is c om uns. Pos ição Sa nta Ma ria São Mig ue l Te rc e ira Gra c ios a São J org e Pic o Fa ia l Flore s Corv o Es p é c ie 1 P as s er dom es tic u s 4,25 6,4 2 6,5 5,5 3 4,22 3,1 5 4,8 5 2,4 4 1,3 8 2 F ring illa c oeleb s 2,7 4,4 8 1,3 4 2,6 1 3,4 6 6,3 1 2,8 2 4, ,23 3 T u rdu s m eru la 2,5 9 2,6 6 2,3 2,6 1,8 4 3,93 3,92 2,76 6,3 3 4 S erinu s c anaria 2,3 1 2,96 1,3 5 1,4 3 8,94 8,8 4 3,5 1,29 4,8 5 C olu m b a liv ia - 4,1 2,5 7,3 1,1 9 1,1 6,23 1,6 4 3,25 6 S tu rnu s v u lg aris 3,1 1 1,8 7,21 2,3 8,79,4 3,4 9,6 8 4,3 3 7 Laru s m ic h ah ellis,1 4 2,3 1,99 1,78 1,1 9,1 3 1,5,4 5 3,3 3 8 S y lv ia atric ap illa,1 7 1,4 6,6 1 1,5 1,3 3,1 1,1 8,74 4,8 3 9 E rith ac u s ru b ec u la,27 1,4 3,25,23 1,25 1,6 1, M otac illa c inerea,3 4,98,3 9,5 3 2,1 4,6 5,5 1,4 4 2,6 8 Nº de p ontos de e s c uta À semelh anç a do v erificado no continente (H ilton 26 ) o tui um interessante caso de ev oluç ã o insular dev ido à P ardal-comum (P as s er dom es tic u s ) foi a espécie mais ocorrê ncia de trê s subespécies endémicas nos A ç ores. A abundante nos A ç ores, facto q ue pode estar parcialmente relacionado com a considerá v el h umaniz aç ã o dos M aria, foi a q ue apresentou menor abundâ ncia relativ a, subespécie R. r. s anc taem ariae, residente em S anta á reas amostrados (e.g. presenç a de estradas). N o entanto, tendo em conta os dados de abundâ ncia relativ os a escuta enq uanto q ue em S ã o M ig uel, onde reside a com um nú mero médio de,3 indiv íduos/ponto de cada ilh a (T abela 5 ), em S ã o J org e, P ico, F lores e C orv o subespécie R. r. az oric u s, foram detectados em média a espécie mais abundante foi o T entilh ã o (F ring illa c oeleb s ). m is, distribuída nas restantes ilh as do arq uipélag o,5 5 indiv íduos/ponto de escuta. A subespécie R. r. iner- A pesar de nã o constar entre as 1 espécies mais (ausente no C orv o) apresentou uma abundâ ncia relativ a comuns, a Estrelinh a-de-poupa (R eg u lu s reg u lu s ) consti- de,26 indiv íduos/ponto de escuta, sendo F lores

15 C E N S O D E A V E S C O M U N S N O A R Q U IP É L A G O D O S A Ç O R E S 1 5 e G raciosa as ilh as com menor nú mero médio de indiv í- duos por ponto de escuta, respectiv amente,1 e,5. O P ico foi a ilh a onde se v erificou uma maior abundâ ncia desta espécie fortemente associada a bosq ues e á reas de matos, sendo detectados em média,6 5 indiv íduos/ ponto de escuta. N o C orv o foi reg istada uma elev ada abundâ ncia relativ a de alg umas das espécies de passeriformes mais comuns, O síndrome da insularidade é uma possív el ex plicaç ã o para este caso, uma v ez q ue na ausê ncia de P isco-de-peito-ruiv o (E rith ac u s ru b ec u la) e Estrelinh a-de -poupa, as populaç õ es das outras espécies podem ating ir maiores densidades. A subespécie aç oriana de P ombo-torcaz (C olu m b a S ã o M ig uel. p alu m b u s az oric a), incluída no A nex o I da D irectiv a A v es, O Bic o-de -la c re (E strild a astrild ), um a e s p é c ie e x ó tic a re c e nte m e nte introduz ida no a rq uip é la g o a p a rtir de c a tiv e iro, foi s om e nte de te c ta da na ilh a de São Mig ue l. nã o foi reg istada em S anta M aria e nas F lores. N as ilh as do g rupo central v erificaram-se em média,4 1 indiv í- duos/ponto de escuta, enq uanto q ue em S ã o M ig uel e no C orv o esse nú mero diminuiu para,1 8 e,5, respectiv amente. D uas das espécies detectadas, o P intassilg o (C ardu elis c ardu elis ) e o V erdilh ã o (C ardu elis c h loris ), terã o sido introduz idas pelo H omem nos A ç ores na seg unda metade do séc. X IX. Enq uanto q ue o P intassilg o foi detectado em S anta M aria, S ã o M ig uel, S ã o J org e, P ico e F aial, o V erdilh ã o foi detectado em S ã o M ig uel, T erceira e S ã o J org e. J á o B ico-de-lacre (E s trilda as trild), prov av elmente introduz ido no final do séc. X X foi somente reg istado em O objectiv o primordial do C A C é a determinaç ã o das tendê ncias populacionais a long o praz o das espécies de av es mais comuns no territó rio portug uê s uma v ez q ue isso permitirá inferir acerca da saú de e sustentabilidade do ambiente. É ainda cedo para calcular as tendê ncias populacionais das av es mais comuns nos A ç ores. D e q ualq uer modo, v ale a pena analisar os dados já recolh i- dos, uma v ez q ue estes dados fornecem uma amostra do tipo de resultados q ue se poderã o esperar no futuro. Bib liog ra fia H ilton, G. 26 C ens o de A v es C om u ns em P ortu g al. D ados p relim inares de 2 4 e 2 5. S ociedade P ortug uesa para o Estudo das A v es, L isboa. M artins, R. 27 C enso de A v es C omuns. P ardela 28 : M artins, R. 29 A s av es como B io-indicadores. P ardela 3 6 :

16 Soc ie da de Portug ue s a p a ra o Es tudo da s Av e s - SPEA A v enida da L iberdade nº1 5-2ª Esq uerdo L isboa w w w.s p e a.p t T el. ( ) T lm. ( ) / ( ) F ax : ( ) spea.pt

PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O

PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O O s depós itos fos s ilíferos, o s s ítios paleontológ icos (paleobiológicos ou fossilíferos) e o s fós s eis q u e a p r e s e n ta m valores científico, educativo o u cultural

Leia mais

Estratégico. III Seminário de Planejamento. Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011

Estratégico. III Seminário de Planejamento. Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011 Estratégico III Seminário de Planejamento Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011 G es tão Em pre sa rial O rie nta ção pa ra om erc ado Ino vaç ão et

Leia mais

soluções sustentáveis soluções sustentáveis

soluções sustentáveis soluções sustentáveis soluções sustentáveis 1 1 1 2 3 KEYAS S OCIADOS UNIDADES DE NEGÓCIO ALGUNS CLIENTES 2 2 1 2 3 KEYAS S OCIADOS UNIDADES DE NEGÓCIO ALGUNS CLIENTES 3 3 APRES ENTAÇÃO A KEYAS S OCIADOS a tu a d e s d e 1

Leia mais

Embarque no Turismo O Papel do Turismo no Desenvolvimento do País

Embarque no Turismo O Papel do Turismo no Desenvolvimento do País Embarque no Turismo O Papel do Turismo no Desenvolvimento do País Belo Horizonte/MG, 21 de junho de 2010 Segmentação A s eg mentação es tá pres ente em todos os mercados, incluindo o mercado do turis mo;

Leia mais

Programa Copa do Mundo 2014

Programa Copa do Mundo 2014 Programa Copa do Mundo 2014 Programa Copa do Mundo 2014 Gerente do Programa: Mario Queiroz Guimarães Neto Rede do Programa: Rede de Cidades Objetivo do Programa: Organizar com excelência os eventos FIFA

Leia mais

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e :

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 13 DE JULH DE 2015! Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : Caso vo cê nunca t e nh a pa

Leia mais

1. A cessan do o S I G P R H

1. A cessan do o S I G P R H 1. A cessan do o S I G P R H A c esse o en de reç o w w w.si3.ufc.br e selec i o ne a o p ç ã o S I G P R H (Siste m a I n te g ra d o de P la ne ja m e n t o, G estã o e R e c u rs os H u m a n os). Se

Leia mais

O P a pel da M ídia no C o ntro le da s P o lític a s de S a úde

O P a pel da M ídia no C o ntro le da s P o lític a s de S a úde B ra s ília, 26 de s etem bro de 2009 C o ntro le da s P o lític a s de L uiz R ibeiro FU N Ç Ã O D O J O R N A L I S M O J o r n a lis m o é a a tiv id a d e p r o fis s io n a l q u e c o n s is te e

Leia mais

Tópicos Quem é é a a PP aa nn dd ui t t?? PP oo rr qq ue um CC aa bb ea men tt oo PP er ff oo rr ma nn cc e? dd e AA ll tt a a Qua ll ii dd aa dd e e PP aa nn dd ui t t NN et ww oo rr k k II nn ff rr aa

Leia mais

IN S A In s titu t N a tio n a l

IN S A In s titu t N a tio n a l IN S A : U m a re d e d e 5 e s c o la s s u p e rio re s d e e n g e n h a ria O INS A de Rennes existe desde 1966 R ouen O INS A de Rouen existe desde 1985 O INS A de S trasbourg existe desde 2003 R

Leia mais

A Prefeitura Municipal de Santa Barbara, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR.

A Prefeitura Municipal de Santa Barbara, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR. Edição Nº Nº 030/2012 00004 Sexta-Feira Quit-Feira 08 11 de Março Janeiro de de 2012 2013 A Prefeitura Municipal de Santa Barbara, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR. Nº

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM No u s o d a c o mp e t ê n c i a p r e v i s t a al í n e a v ) d o n. º 1 d o ar t i g o 64º d o De c r e t o -Le i n. º 1

Leia mais

A COMUNICAÇÃO COMO ELEMENTO MOTIVACIONAL DOS ALUNOS INGRESSANTES NO CURSO DE SECRETARIADO EXECUTIVO BILÍNGÜE DA FAZU

A COMUNICAÇÃO COMO ELEMENTO MOTIVACIONAL DOS ALUNOS INGRESSANTES NO CURSO DE SECRETARIADO EXECUTIVO BILÍNGÜE DA FAZU Secretariado Executivo Bilíngüe/Office Administration 127 A COMUNICAÇÃO COMO ELEMENTO MOTIVACIONAL DOS ALUNOS INGRESSANTES NO CURSO DE SECRETARIADO EXECUTIVO BILÍNGÜE DA FAZU INTRODUÇÃO O p re s e n te

Leia mais

Linguagem Oral, Poesia e Trissomia 21 Rui Fernando Costa Campos Escola Superior de Educação de Lisboa rucafields@gmail.com Resumo A poesia, enq uanto Arte, é um conceito lig ado à cog nição e emoção (

Leia mais

E mpresa B rasileira de S erviços Hospitalares EBS ER H. Plano de Ação

E mpresa B rasileira de S erviços Hospitalares EBS ER H. Plano de Ação E mpresa B rasileira de S erviços Hospitalares EBS ER H Plano de Ação 1 C O N T E X TO (R es ulta do s R E H U F) D es de s ua c o nc epç ã o o R E H U F tem a tua do : N a fo rm a de Fina nc ia m ento

Leia mais

R E DE MA IS VIDA R e de de A te nç ã o à S a úde do Ido s o

R E DE MA IS VIDA R e de de A te nç ã o à S a úde do Ido s o R E DE MA IS VIDA R e de de A te nç ã o à S a úde do Ido s o C ic lo d e D e b a te s : "1 C liq0 u e Ap a ra n eo d ita s r do eo s tilo Ed o ssta u b tí tu lo to m e s tre d o Id o s o E lia n a M á

Leia mais

Fabiano Leoni. William Corbo

Fabiano Leoni. William Corbo Fabiano Leoni William Corbo O CURSO Este é um curso pensado especialmente para líderes inquietos e cheios de vontade de mergulhar fundo em PESSOAS. O curso Cultura & Encantamento pretende fornecer importantes

Leia mais

Ciclo de Palestras. Celeb ra r o d ia d o p ro fissiona l fa rm a c êutic o c om c a p a c ita ç ões q ue p ossa m Instrum enta liza r e

Ciclo de Palestras. Celeb ra r o d ia d o p ro fissiona l fa rm a c êutic o c om c a p a c ita ç ões q ue p ossa m Instrum enta liza r e Ciclo de Palestras UDia do Farmacêutico OBJETIVO Celeb ra r o d ia d o p ro fissiona l fa rm a c êutic o c om c a p a c ita ç ões q ue p ossa m Instrum enta liza r e a tua liza r os p rofissiona is c om

Leia mais

o bje tiv o f in a l d o C oa c h in g é fa z e r c o m qu e o s c lie n te s t o rn e m -s e a u tô no m o s.

o bje tiv o f in a l d o C oa c h in g é fa z e r c o m qu e o s c lie n te s t o rn e m -s e a u tô no m o s. O r ie n ta ç õ e s In i ci ai s E u, R ic k N e ls o n - P e rs on a l & P rof e s s io n al C o a c h - a c re dito qu e o o bje tiv o f in a l d o C oa c h in g é fa z e r c o m qu e o s c lie n te

Leia mais

Gerência e Segurança d e R ed es W irel es s Claudia Pereira c lp ereir@ c is c o. c o m 1 Aplicaçõ e s I n t e r at iv as X Aplicaçõ e s T r an s acio n ais 1950s-1990s C a r t a s e me mo r a n d o s

Leia mais

A N E X O P L A N O M U N I C I P A L D E E D U C A Ç Ã O 2 0 1 5 2024

A N E X O P L A N O M U N I C I P A L D E E D U C A Ç Ã O 2 0 1 5 2024 E S T A D O D E S A N T A C A T A R I N A P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E M A J O R V I E I R A S E C R E T A R I A M U N I C I P A L D E E D U C A Ç Ã O, C U L T U R A E D E S P O R T O C N

Leia mais

Padrões de lançamento para Estações de Tratamento de Esgotos Domésticos Reunião AESBE 10/02/09

Padrões de lançamento para Estações de Tratamento de Esgotos Domésticos Reunião AESBE 10/02/09 Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - SABESP Associação das Empresas Estaduais de Saneamento Básico - AESBE Padrões de lançamento para Estações de Tratamento de Esgotos Domésticos Reunião

Leia mais

U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D O P A R A N Á L E T Í C I A M A R I A G R O B É R I O

U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D O P A R A N Á L E T Í C I A M A R I A G R O B É R I O U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D O P A R A N Á L E T Í C I A M A R I A G R O B É R I O A B O R T O : U M A Q U E S T Ã O M O R A L, L E G A L, C U L T U R A L E E C O N Ô M I C A C U R I T I B A

Leia mais

P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E J A R D I M

P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E J A R D I M N Ú C L E O D E C O M P R A S E L I C I T A Ç Ã O A U T O R I Z A Ç Ã O P A R A R E A L I Z A Ç Ã O D E C E R T A M E L I C I T A T Ó R I O M O D A L I D A D E P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 027/ 2

Leia mais

REFORMA POLÍTICA. Capítulo VI

REFORMA POLÍTICA. Capítulo VI REFORMA POLÍTICA Capítulo VI REFORMA QUE O GOVERNO LULA E O CONGRESSO NACIONAL DEVEM PRIORIZAR [espontânea e única, em %] Pe so 1 0 0 % Re fe rê ncia s a re form a s Re form a Agrá ria 7 Re form a Tra

Leia mais

A Prefeitura Municipal de Conceição da Feira, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR.

A Prefeitura Municipal de Conceição da Feira, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR. Edição Nº Nº 030/2012 00034 Sexta-Feira Quit-Feira 22 08 de de Fevereiro Março de 2012 2013 A Prefeitura Municipal de Conceição da Feira, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR.

Leia mais

P a n o r a m a d o s e to r fe r tiliz a n te s

P a n o r a m a d o s e to r fe r tiliz a n te s P a n o r a m a d o s e to r fe r tiliz a n te s H e n r iq u e M a ia R ib e ir o S u p e r v is o r c o m e r c ia l G u s ta v o N. G. P. R o s a S u p e r v is o r té c n ic o FE R TI L I Z A N TE

Leia mais

AGÊNCIA AMBIENTAL FEDERAL AMERICANA - USEPA

AGÊNCIA AMBIENTAL FEDERAL AMERICANA - USEPA AGÊNCIA AMBIENTAL FEDERAL AMERICANA - USEPA Emenda ao 40 CFR Parts 261, 266, 268 e 271 Documento: FERTILIZANTES À BASE DE ZINCO PRODUZIDOS A PARTIR DE MATERIAL SECUNDÁRIO PERIGOSO Julho/2002 S U M Á R

Leia mais

Alencar Instalações. Resolvo seu problema elétrico

Alencar Instalações. Resolvo seu problema elétrico Alencar Instalações Resolvo seu problema elétrico T r a b a lh a m o s c o m : Manutenção elétrica predial, residencial, comercial e em condomínios Redes lógicas Venda de material elétrico em geral. Aterramentos

Leia mais

O siste ma foi de se nvolvido e m C # atra vé s da fe rrame nta Microsoft Visual S tudio 2008. Banco de dados Microsoft S QL S e rve r 2008 r2

O siste ma foi de se nvolvido e m C # atra vé s da fe rrame nta Microsoft Visual S tudio 2008. Banco de dados Microsoft S QL S e rve r 2008 r2 His tó ric o O de s e nvolvime nto do S is te ma Voto E le trônico do Ministé rio P úblico do E stado de S ão P aulo te ve s e u início e m 2009 com a fina lidade de automatiza r os proce ssos e le itorais

Leia mais

Prefeitura Municipal de Gavião-BA

Prefeitura Municipal de Gavião-BA Edição Nº Nº 024/2012 030/2012 Segunda-Feira Quinta-Feira 08 26 de Março Junho de 2012 Rua Irmã Dulce, nº 370 Gavião Bahia CEP: 44650-000. Tel/Fax: 75.3682 2271 CNPJ: 13.233.036/0001-67 www.gaviao.ba.gov.br

Leia mais

P la no. B a nda L a rg a

P la no. B a nda L a rg a de P la no N a c io na l B a nda L a rg a 1 Sumário 1. Im p o r tâ n c ia E s tr a té g ic a 2. D ia g n ó s tic o 3. O b je tiv o s e M e ta s 4. A ções 5. In v e s tim e n to s 6. G o v e r n a n ç a

Leia mais

Entenda o seguro de acidentes pessoais

Entenda o seguro de acidentes pessoais HOME PERGUNTAS FREQUENTES MAPA DO SITE Sábado, 5 de Maio de 2012 HOME INDIVÍDUO EMPRESA MERCADO GLOSSÁRIO FALE CONOSCO ACIDENTES PESSOAIS O que é? Tipos de coberturas Comprando uma apólice e poupando dinheiro

Leia mais

E V O L U Ç Ã O D O S S IS T E M A S D E M O N IT O R A M E N T O N A G E R Ê N C IA D E R IS C O D A N IE L R U S S I F IL H O russi@sascar.com.

E V O L U Ç Ã O D O S S IS T E M A S D E M O N IT O R A M E N T O N A G E R Ê N C IA D E R IS C O D A N IE L R U S S I F IL H O russi@sascar.com. E V O L U Ç Ã O D O S S I S T E M A S D E M O N I T O R A M E N T O N A G E R Ê N C I A D E R I S C O D A N IE L R U S S I F IL H O russi@sascar.com.br HISTÓRICO 1994 - in í c io d o s r a s t r e a d

Leia mais

Ministério Público Federal, B rasília 8 de junho de 2009. Leonardo C. Fleck, C ons ervação E s tratég ica

Ministério Público Federal, B rasília 8 de junho de 2009. Leonardo C. Fleck, C ons ervação E s tratég ica Ministério Público Federal, B rasília 8 de junho de 2009 Leonardo C. Fleck, C ons ervação E s tratég ica P r e o c u p a ç ã o c o m a q u a lid a d e d o s g a s to s p ú b lic o s e m c e n á r io

Leia mais

Assistência Empresarial Gratuita ARTIGO 1 - DEFINIÇÕES A ) USUÁRIO:

Assistência Empresarial Gratuita ARTIGO 1 - DEFINIÇÕES A ) USUÁRIO: Assistência Empresarial Gratuita ARTIGO 1 - DEFINIÇÕES A ) USUÁRIO: B ) P ESSOA USUÁRIA: Entende-se por Pessoa Usuá ria, alé m do proprietá rio, os funcioná rios da Empresa, desde q ue, devidamente registrados

Leia mais

MECANISMOS DE FINANCIAMENTO À EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO. Gerência Regional de Apoio ao Comércio Exterior GECEX Ribeirão Preto

MECANISMOS DE FINANCIAMENTO À EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO. Gerência Regional de Apoio ao Comércio Exterior GECEX Ribeirão Preto MECANISMOS DE FINANCIAMENTO À EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO Gerência Regional de Apoio ao Comércio Exterior GECEX Ribeirão Preto FINANC IAMENTOS À EXPOR TAÇ ÃO Adiantamento s obre C ontrato de C âmbio AC C Adiantamento

Leia mais

C ontextualização his tórica da operacionalização da R es olução C onama 258/99 1/19

C ontextualização his tórica da operacionalização da R es olução C onama 258/99 1/19 C ontextualização his tórica da operacionalização da R es olução C onama 258/99 1/19 C iclo de vida : Do pneu novo ao pneu us ado FABRICAÇÃO IMPORTAÇÃO MERCADO Pneus Novos EXPORTADOS Pneus novos Fora do

Leia mais

1 3Centrs e PP esq is II DD C n MM n Astr l i Astri C h i n Re. C h e H n g K n g F i n l n i I n i F rn 0 4 C n I n n si Al e m n h E st s U n i s I

1 3Centrs e PP esq is II DD C n MM n Astr l i Astri C h i n Re. C h e H n g K n g F i n l n i I n i F rn 0 4 C n I n n si Al e m n h E st s U n i s I 1 3Mr P e re s, R e s e r h D i re t r I D C B rs i l Br 0 0metr Cis e Bn L rg n Brsil, 2005-201 0 R e s l t s P ri m e i r T ri m e s t re e 2 0 0 7 Prer r Prer r Met e Bn Lrg em 2 0 1 0 n Brs i l : 10

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA INTERDISCIPLINARIDADE EM SAÚDE

A IMPORTÂNCIA DA INTERDISCIPLINARIDADE EM SAÚDE AUDITORIA IA CLÍNICA A IMPORTÂNCIA DA INTERDISCIPLINARIDADE EM SAÚDE Auditoria é em um exame cuidadoso e sistemático das atividades desenvolvidas em determinada empresa ou setor, cujo objetivo é averiguar

Leia mais

A va lia ç ã o de R is c o s A plic a da à Q ua lida de em D es envo lvim ento de S o ftw a re

A va lia ç ã o de R is c o s A plic a da à Q ua lida de em D es envo lvim ento de S o ftw a re Rafael Espinha, Msc rafael.espinha@primeup.com.br +55 21 9470-9289 Maiores informações: http://www.primeup.com.br contato@primeup.com.br +55 21 2512-6005 A va lia ç ã o de R is c o s A plic a da à Q ua

Leia mais

lh e c o n fe re o in c is o II d o a rt. 4 º d o Re g u la m e n to d o D e p a rta m e n to -G e ra l d o Pe s s o a l (R-1 56 ), a p ro v a d o

lh e c o n fe re o in c is o II d o a rt. 4 º d o Re g u la m e n to d o D e p a rta m e n to -G e ra l d o Pe s s o a l (R-1 56 ), a p ro v a d o PORTARIA Nº 1 6 4 -D G P, D E 4 D E NOV E M B RO D E 2 0 1 1. Alte ra a d is trib u iç ã o d e e fe tiv o d e m ilita re s te m p o rá rio s, p a ra o a n o d e 2 0 1 1. O CHEFE DO DEPARTAMENTO-GERAL DO

Leia mais

O papel da mãe no desenvolvimento da criança

O papel da mãe no desenvolvimento da criança O papel da mãe no desenvolvimento da criança O pa pel d a m ãe no desenv olvim ento de um a cr i a n ça é i m portante pois esta é quem lhe v ai d ar as d efesas que n e cessita, assim como, tem o dever

Leia mais

NPQV Variável Educação Prof. Responsáv el : Ra ph a el B i c u d o

NPQV Variável Educação Prof. Responsáv el : Ra ph a el B i c u d o NPQV Variável Educação Prof. Responsáv v el :: Ra ph aa el BB ii cc uu dd o ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA ÁREA DE EDUCAÇÃO 2º Semestre de 2003 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA ÁREA DE EDUCAÇÃO As atividades realizadas

Leia mais

Oferta Significado 2011. Candidaturas POPH 3.2, 8.3.2 e 9.3.2 Formação para a Inovação e Gestão. Setembro 2011

Oferta Significado 2011. Candidaturas POPH 3.2, 8.3.2 e 9.3.2 Formação para a Inovação e Gestão. Setembro 2011 Oferta Significado 2011 Candidaturas POPH 3.2, 8.3.2 e 9.3.2 Formação para a Inovação e Gestão Setembro 2011 Data para submissão das Candidaturas: Até 10 de Outubro 2011 Financiamento Formação Geral Micro

Leia mais

www.investorbrasil.com

www.investorbrasil.com Proposta curso preparatório para CPA 20 - ANBIMA www.investorbrasil.com Apresentação INVESTOR APRESENTAÇÃO A INVESTOR é uma escola que nasceu da necessidade das pessoas aprenderem as ferramentas e instrumentos

Leia mais

Consulta de Atas de Registro de Preços da área da Saúde

Consulta de Atas de Registro de Preços da área da Saúde Consulta de Atas de Registro de Preços da área da Saúde Passo a passo para consulta ao Banco de Dados da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. W Favoritos I ~ la..q.,ft >> CJJ lij ~ ~ Página Segurança

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DOS CONVENENTES NO SICONV. Luiz Lustosa Vieira, Dr. Ministério do Planejamento

AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DOS CONVENENTES NO SICONV. Luiz Lustosa Vieira, Dr. Ministério do Planejamento AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DOS CONVENENTES NO SICONV Luiz Lustosa Vieira, Dr Ministério do Planejamento O Ministério do Planejamento visando facilitar o acesso aos recursos disponibilizados pelo Orçamento

Leia mais

dos novos d e s e n v o I v i m e n t o s urbanos nas malhas i n f r a - e s t r u t u r a i s

dos novos d e s e n v o I v i m e n t o s urbanos nas malhas i n f r a - e s t r u t u r a i s REPUBLICA DEMOCRÁTICA WÍ DE SÃO TOME E PRÍNCIPE ( U nidade'disciplina-trabalho) GOVE RN O DECRETO-LEl N.' 029/2014 No âmbito do p roje cto de "Ap o io ao Desenvolvimento urbano em São Tomé e Príncìpe",

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIRG PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIRG PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIRG PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO A Pró-Reitoria d e Pesquisa e Pós-Graduação d o Centro Universitário UnirG torna públic o o presente Edita l p ara a abertura d e insc

Leia mais

Prof. Dr. Jorge O. Trierweiler Departamento de Eng. Química (DEQUI) Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Prof. Dr. Jorge O. Trierweiler Departamento de Eng. Química (DEQUI) Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Prof. Dr. Jorge O. Trierweiler Departamento de Eng. Química (DEQUI) Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) D imens õ es do P ro blema do L ixo Q ua lquer s o luç ã o tem que s er a na lis a

Leia mais

R eg is tro de P rodutos R em edia dores. Cintia M. Araújo Souza CCONP/CGASQ/DIQUA Brasília, 12/03/2013

R eg is tro de P rodutos R em edia dores. Cintia M. Araújo Souza CCONP/CGASQ/DIQUA Brasília, 12/03/2013 R eg is tro de P rodutos R em edia dores Cintia M. Araújo Souza CCONP/CGASQ/DIQUA Brasília, 12/03/2013 Remediadores Ambientais LEGIS LAÇÃO ES PECÍFICA: Res olução CONAMA nº 314, de 29/10/2002 D is põe

Leia mais

REVIS TA CONTATO LEITOR GALERIA COLUNAS EDIÇÕES ANTIGAS ASSINATURA. 30/7/2014 Salão de Gramado encerra nesta quinta-feira.

REVIS TA CONTATO LEITOR GALERIA COLUNAS EDIÇÕES ANTIGAS ASSINATURA. 30/7/2014 Salão de Gramado encerra nesta quinta-feira. Q u a, 3 0 d e J u l h o d e 2 0 1 4 search... REVIS TA CONTATO LEITOR GALERIA COLUNAS EDIÇÕES Selecione a Edição ANTIGAS C l i q u e n o l i n k a b a i xo p a r a a c e s s a r a s e d i ç õ e s a n

Leia mais

Câmara Municipal de Retirolândia-BA

Câmara Municipal de Retirolândia-BA Edição Nº 030/2012 007/2012 Terça-Feira Quinta-Feira 3108 de de Julho Março de 2012 de 2012 A CASA DA DEMOCRACIA Rua Joana Angélica, n.º 537 Centro CEP 48.750-000 Retirolândia/BA CNPJ 63.103.808/0001-14

Leia mais

e Caracterização Não-Superior

e Caracterização Não-Superior Evolução e Caracterização da Formação Pós-Secundária Não-Superior em Portugal O O Estado da Arte Cristina Reis Rede de Escolas Objectivos: 1º - Perceber a evolução desta tipologia de oferta formativa.

Leia mais

Projeto Creche: Estratégias Promotoras do Desenvolvimento da Comunicação e Linguagem em Crianças Surdas Maria José Sant Ana Morais Cascalho Casa Pia de Lisboa Maria.cascalho@casapia.pt F rancisco V az

Leia mais

ÍN DICE GERAL. das sociedades (artigo 64.! 1 do CSC)... 19

ÍN DICE GERAL. das sociedades (artigo 64.! 1 do CSC)... 19 ÍN DICE GERAL P ro g ra m a d a s J o rn a d a s so b re a R e fo rm a d o C ó d ig o d a s S o c ie d a d e s C o m e r c ia is... 5 A p re s e n ta ç ã o... 9 D isc u rso d o M in istro d e E sta d o

Leia mais

Cadastro Territorial Multifinalitário no planejamento e gestão territorial urbana

Cadastro Territorial Multifinalitário no planejamento e gestão territorial urbana Mundo Geo Connect Seminário Geotecnologia na Gestão Municipal Sessão Desafios para as Prefeituras: o CTM como instrumento de política fiscal e urbana São Paulo, 16 de junho de 2011 Cadastro Territorial

Leia mais

. D A D O S I N I C I A I S 1.1 N a t u r e z a e fi n a l i d a d e d a e d i f i c a ç ã o : i n d i ca r o ti p o d e e d ifi ca ç ã o ( e x : e s c o l a r u r a l co m 0 2 s a l a s, e sc o la u r

Leia mais

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.)

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.) 32988 Quarta-feira 22 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Ou tu bro de 2003 Art. 3º O Gru po Parlamentar reger-se-á pelo seu regulamento in ter no ou, na falta deste, pela decisão da ma i o ria absoluta de seus mem

Leia mais

White Paper. Mais produtividade e mobilidade com Exchange Server. O correio eletrônico é uma das ferramentas de

White Paper. Mais produtividade e mobilidade com Exchange Server. O correio eletrônico é uma das ferramentas de White Paper Mais produtividade e mobilidade com Exchange Server Entenda como usar melhor a plataforma de correio eletrônico da Microsoft para ganhar mais eficiência na comunicação da sua empresa O correio

Leia mais

Prof. Mat eus Andrade

Prof. Mat eus Andrade A Term oquím ic a t em c om o objet ivo o est udo das variaç ões de energia que ac om panham as reaç ões quím ic as. Não há reaç ão quím ic a que oc orra sem variaç ão de energia! A energia é c onservat

Leia mais

Relatório Final Projecto de Avaliação da Interacção entre a Avifauna e a Rede de Transporte e Distribuição de Energia Eléctrica dos Açores

Relatório Final Projecto de Avaliação da Interacção entre a Avifauna e a Rede de Transporte e Distribuição de Energia Eléctrica dos Açores Relatório Final Projecto de Avaliação da Interacção entre a Avifauna e a Rede de Transporte e Distribuição de Energia Eléctrica dos Açores Ponta Delgada, Março, 2009 Relatório Intercalar Localização e

Leia mais

White Paper. Boas Práticas de E-mail Marketing

White Paper. Boas Práticas de E-mail Marketing White Paper Boas Práticas de E-mail Marketing Saiba como alguns cuidados simples podem melhorar os resultados de suas campanhas de e-mail marketing Para garantir a qualidade no mix de comunicação atual,

Leia mais

COMBINAR CORRESPONDENCIA, CREACIÓN DE INDICES Y TABLAS DE CONTENIDO EN MICROSOFT WORD.

COMBINAR CORRESPONDENCIA, CREACIÓN DE INDICES Y TABLAS DE CONTENIDO EN MICROSOFT WORD. COMBINAR CORRESPONDENCIA, CREACIÓN DE INDICES Y TABLAS DE CONTENIDO EN MICROSOFT WORD. I.E.S. ANDRÉS DE VANDELVIRA J. G a r r i g ó s ÍNDICE 1 COMBINAR CORRESPONDENCIA... 2 2. CREACIÓN DE ÍNDICES EN MICROSOFT

Leia mais

12 ru e d e R ib e a u v illé. T é l. :03.88.57.51.7 1 / Fa x : Ed it é le 13 /05/2016 à 17 :23 Page : 1 / 12

12 ru e d e R ib e a u v illé. T é l. :03.88.57.51.7 1 / Fa x : Ed it é le 13 /05/2016 à 17 :23 Page : 1 / 12 R A M F A R A N D O L E 12 ru e d e R ib e a u v illé 6 7 7 3 0 C H A T E N O IS R e s p o n s a b le s d u R e la is : B ie g e l H. - R o e s c h C. T é l. :03.88.57.51.7 1 / Fa x : * * * * * * * * *

Leia mais

Guia para a eliminação de estereótipos de género no âmbito laboral e nas organizações sindicais

Guia para a eliminação de estereótipos de género no âmbito laboral e nas organizações sindicais Guia para a eliminação de estereótipos de género no âmbito laboral e nas organizações sindicais Projecto Europeu COMISIÓN EUROPEA Com apoio da Comunidade Europeia Programa relativo à Estratégia Quadro

Leia mais

Uma Nova Geração de Ferramentas para Gestão de Processos de Software

Uma Nova Geração de Ferramentas para Gestão de Processos de Software Uma Nova Geração de Ferramentas para Gestão de Processos de Software Coordenação Profa Carla Alessandra Lima Reis Prof Rodrigo Quites Reis http://www.processode Roteiro Introdução Elementos Motivadores

Leia mais

MÃE. M esmo q u e o s eu f ilho j á t enha sido regi strad o procu r e o cartóri o d e R egi stro Civil de

MÃE. M esmo q u e o s eu f ilho j á t enha sido regi strad o procu r e o cartóri o d e R egi stro Civil de APRESENTAÇÃO O T r i b u n a l d e J u st i ç a d e S ã o P a u l o d e s e n v o l ve, d e s d e 2 0 0 7, o P r o j e to P a t e r n i d a d e R e s p o n s á v e l. S u a d i s c i p l i n a e s t á

Leia mais

U M P R O G R A M A E S P E C I A L D E M O B I L I D A D E I N T E R N A C I O N A L E M C I Ê N C I A, T E C N O L O G I A e I N O V A Ç Ã O.

U M P R O G R A M A E S P E C I A L D E M O B I L I D A D E I N T E R N A C I O N A L E M C I Ê N C I A, T E C N O L O G I A e I N O V A Ç Ã O. U M P R O G R A M A E S P E C I A L D E M O B I L I D A D E I N T E R N A C I O N A L E M C I Ê N C I A, T E C N O L O G I A e I N O V A Ç Ã O. C o n s e lh o N a c io n a l d e D e s e n v o lv im e n

Leia mais

Entenda a previdência complementar aberta

Entenda a previdência complementar aberta HOME PERGUNTAS FREQUENTES MAPA DO SITE Q uinta, 17 de Maio de 2012 HOME INDIVÍDUO EMPRESA MERCADO GLOSSÁRIO FALE CONOSCO PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR ABERTA O que é? Tipos de benefícios e renda Comprando um

Leia mais

P ro fa. Dra. E lia n e M. O c t a v ia n o Ma rt in s

P ro fa. Dra. E lia n e M. O c t a v ia n o Ma rt in s T R A N S P O R T E MA R IT IMO E F L U V IA L N A A MA Z O N P ro fa. Dra. E lia n e M. O c t a v ia n o Ma rt in s DIME N S AO IN T E R N AC IO N A L DO T R A N S P O R T E MA R IT IMO E F L U V IA L

Leia mais

Proposta de Revisão Metodológica

Proposta de Revisão Metodológica Proposta de Revisão Metodológica Gestão do Desempenho Dezembro de 20 DIDE/SVDC Propostas para 202 Nova sist em át ic a de pac t uaç ão e avaliaç ão de m et as set oriais e de equipe; Avaliaç ão de De s

Leia mais

Lógicas de Ação na Gestão Intermédia das Escolas: O Caso do Departamento Curricular das Expressões Ana Paula Vicente Vitorino Agrupamento de Escolas a Sudoeste de Odivelas Escola E.B. 2/3 António Gedeão

Leia mais

S EG UR O DE PR E Ç OS AG R IC ULTUR A FAMILIAR

S EG UR O DE PR E Ç OS AG R IC ULTUR A FAMILIAR MINIS TÉR IO DO DES ENVOLVIMENTO AG R ÁR IO S EG UR O DE PR E Ç OS PAR A A AG R IC ULTUR A FAMILIAR Perg untas e R es pos tas 1- O que é o S eg uro de Preços para a Ag ricultura Familiar? R É um mecanis

Leia mais

Prgrmçã O Mu s u Év r, p r l ém f rcr s s i g ns «vi s i t s cl áss i cs» qu cri m s p nt s c nt ct nt r s di v rs s p úb l ic s qu vi s it m s c nt ú d s d s u ri c s p ó l i, p r cu r, c nc m i t nt

Leia mais

(Breve caracterização do concelho)

(Breve caracterização do concelho) Percursos de Saúde Ambiental 2009/05/15 Percurso Pessoal 1991-94 1º Curso de (Higiene e) Saúde Ambiental,no Porto 1997-98 Licenciatura, no Porto 2 Percurso Pessoal Departamento de Saúde Pública Delegado

Leia mais

Inspeção Industrial Através de Visão Computacional. Maurício Edgar Stivanello Paulo César Rodacki Gomes - Orientador

Inspeção Industrial Através de Visão Computacional. Maurício Edgar Stivanello Paulo César Rodacki Gomes - Orientador Inspeção Industrial Através de Visão Computacional Maurício Edgar Stivanello Paulo César Rodacki Gomes - Orientador Roteiro da apresentação 1 Introdução 2 Fundamentação teórica 3 Desenvolvimento do Trabalho

Leia mais

Ministério Público Federal Procuradoria da República em Pernambuco

Ministério Público Federal Procuradoria da República em Pernambuco Inquérito Civil Público n. º 1.26.000.000359/2012-67 Promoção de Arquivamento nº 151-2014/MPF/PRPE/AT PROMO ÇÃO Trata-se de inquérito civil público instaurado nesta Procuradoria da República, a partir

Leia mais

Pr of. Mat eus Andr ade

Pr of. Mat eus Andr ade OLUÇÕ são m ist uras hom ogêneas de duas ou m ais subst ânc ias. OLUÇÕ OLUÇÃO = OLUO + OLV m enor proporç ão em geral H 2 O x em plos: aç úc ar em água, ar, ligas m et álic as,... om o se form a um a soluç

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA COORDENADORIA DA RECEITA ESTADUAL

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA COORDENADORIA DA RECEITA ESTADUAL Termo de Apreensão de mercadorias e outros bens (Artigo 859, 8º - RICMS/RO) (NR dada pelo Dec. 18976, de 30.06.14 efeitos a partir de 30.06.14) GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA D.R.F. AR/PF TERMO DE APREENSÃO

Leia mais

Profa. Dra. C ristina Pereira G aglianone

Profa. Dra. C ristina Pereira G aglianone Profa. Dra. C ristina Pereira G aglianone C en t r o C o l a b o r a d o r em A l i m en t aç ão e N u t r i ç ão E sc o l ar U n i v e r si d ad e F ed er al d e S ão P au l o P r o je t o d e L e i 6

Leia mais

UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO IESMA PROGRAMA DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL

UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO IESMA PROGRAMA DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO IESMA PROGRAMA DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL Reconhecido Pela Portaria Nº 1.705 De 18 de Outubro de 2010,

Leia mais

White Paper. Datas Comemorativas. Calendário 2011 de datas comemorativas para campanhas sazonais

White Paper. Datas Comemorativas. Calendário 2011 de datas comemorativas para campanhas sazonais Datas Comemorativas White Paper Calendário 2011 de datas comemorativas para campanhas sazonais As datas comemorativas podem ser exploradas para rentabilizar o seu comércio, seja ele físico ou online. Dedique

Leia mais

7a. Edição Editora Atlas

7a. Edição Editora Atlas FIB - FACULDADES INTEGRADAS DE BAURU Pós-graduação em Auditoria, Controladoria e Finanças Disciplina: PLANEJAMENTO E CONTROLE ORÇAMENTÁRIO Slide 1 Professor: MASAKAZU HOJI ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

Leia mais

Entenda o seguro de vida

Entenda o seguro de vida HOME PERGUNTAS FREQUENTES MAPA DO SITE Q uinta, 17 de Maio de 2012 HOME INDIVÍDUO EMPRESA MERCADO GLOSSÁRIO FALE CONOSCO VIDA O que é? Tipos de coberturas Comprando uma apólice e poupando dinheiro Vigência

Leia mais

Workshop da Micro e Pequena Indústria. Licenciamento Ambiental. CIESP Sorocaba 26/maio/2009

Workshop da Micro e Pequena Indústria. Licenciamento Ambiental. CIESP Sorocaba 26/maio/2009 Workshop da Micro e Pequena Indústria Licenciamento Ambiental CIEP orocaba 26/maio/2009 O CIEP - Regionais Meio Ambiente CIEP 31 grupos MA formados +9500 Empresas e 43 DRMD s ~ 290 profissionais voluntários

Leia mais

Princípios Básicos. Sindicância

Princípios Básicos. Sindicância Princípios Básicos Da Sindicância ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA É a atividade concreta e imediata que o Estado desenvolve para a consecução dos interesses da coletividade. 1 O servidor público ao ser investido

Leia mais

BOA VISTA SERVIÇOS SCPC INTEGRADO

BOA VISTA SERVIÇOS SCPC INTEGRADO BOA VISTA SERVIÇOS SCPC INTEGRADO Objetivo Permitir ao cliente consultar as informações referentes aos registros de débitos (comprador / avalista), títulos protestados, consultas anteriores (SCPC), central

Leia mais

M U R I L O R U B I Ã O : U M A R E S E N H A C R Í T I C A D O C O N TO O P I R O T É C N I C O Z A C A R I A S

M U R I L O R U B I Ã O : U M A R E S E N H A C R Í T I C A D O C O N TO O P I R O T É C N I C O Z A C A R I A S ISSN 2236-3335 M U R I L O R U B I Ã O : U M A R E S E N H A C R Í T I C A D O C O N TO O P I R O T É C N I C O Z A C A R I A S P o r F l á v i a R o d r i g u e s d o s S a n t o s L i c e n c i a t u

Leia mais

MANUAL DE ESTRUTURA, NORMAS E PROCESSOS DA BIBLIOTECA DA FESVV

MANUAL DE ESTRUTURA, NORMAS E PROCESSOS DA BIBLIOTECA DA FESVV BIBLIOTECA DA FACULDADE ESTÁCIO DE SÁ DE VILA VELHA MANUAL DE ESTRUTURA, NORMAS E PROCESSOS DA BIBLIOTECA DA FESVV Bibliotecária Luzia Ribeiro 2010 Juarez Moraes Ramos Júnior Diretor Geral Luiz Cláudio

Leia mais

GASTRONOMIA. Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to.

GASTRONOMIA. Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to. GASTRONOMIA Instruções Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to. Res pe i te mar gens e en tra das de pa rá gra fo. Use as in for ma ções

Leia mais

Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves

Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves 1. Introdução A energia eólica é a fonte de energia que regista maior crescimento em todo o mundo. A percentagem

Leia mais

Est udo da veloc idade das reaç ões quím ic as e dos fat ores que nela influem. Prof. Mat eus Andrade

Est udo da veloc idade das reaç ões quím ic as e dos fat ores que nela influem. Prof. Mat eus Andrade Est udo da veloc idade das reaç ões quím ic as e dos fat ores que nela influem. CLASSIFICAÇÃO DAS REAÇÕES CINÉTICAS I - Quant o à veloc idade Rápidas: neut ralizaç ões em m eio aquoso, c om bust ões,...

Leia mais

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10 QUESTÃO 1 VESTIBULAR FGV 010 JUNHO/010 RESOLUÇÃO DAS 15 QUESTÕES DE MATEMÁTICA DA PROVA DA MANHÃ MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A O mon i tor de um note book tem formato retangular com a di ag o nal medindo

Leia mais

c) O elevador desc e c om movimento uniformemente retardado de ac eleraç ão igual a 3 m/ s 2.

c) O elevador desc e c om movimento uniformemente retardado de ac eleraç ão igual a 3 m/ s 2. Capítulo 3 D in âm ica E x e rc íc io 3.1 : Um homem de massa 90 kg está dentro de um elevador. Determine a força q ue o p iso ex erce sob re o homem em cada um dos seguintes casos: a) O elevador sob e

Leia mais

REVISÃO DO PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL PCH PIEDADE JUNHO/2007

REVISÃO DO PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL PCH PIEDADE JUNHO/2007 REVISÃO DO PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL JUNHO/27 VOLUME II ANEXOS ANEXO I DESENHOS... 1 Revisão do Plano de Controle Ambiental PCH Piedade Junho/27 ANEXO I DESENHOS Sigla PIE-CAN-2 PIE-ACE-2 PIE-RESG-1

Leia mais

Portal da Justiça A Justiça ao serviço do cidadão e das empresas

Portal da Justiça A Justiça ao serviço do cidadão e das empresas 1 de 7 Portal da Justiça A Justiça ao serviço do cidadão e das empresas Publicação On- Line de Acto Societário e de outras entidades Imprimir Ajuda Fechar Publicação NIF/NIPC 500065268 Entidade Clube de

Leia mais

PROGRAMA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DAS ZONAS BALNEARES - QUALIDADE DAS ZONAS ENVOLVENTES

PROGRAMA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DAS ZONAS BALNEARES - QUALIDADE DAS ZONAS ENVOLVENTES PROGRAMA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DAS ZONAS BALNEARES - QUALIDADE DAS ZONAS ENVOLVENTES Área Funcional de Engenharia Sanitária -Setúbal 1. PROGRAMA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Objectivos do programa Actividades

Leia mais

Plano Intermunicipal de Mobilidade e Transportes (PIMT) da Região de Aveiro. PIMT Região de Aveiro 1 16

Plano Intermunicipal de Mobilidade e Transportes (PIMT) da Região de Aveiro. PIMT Região de Aveiro 1 16 Plano Intermunicipal de Mobilidade e Transportes (PIMT) da Região de Aveiro 1 16 Breve enquadramento A Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA) decidiu desenvolver o Plano Intermunicipal de

Leia mais