NBR5410 SOB O PONTO DE VISTA DA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO. Ivan Faccinetto Bottger

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1 NBR5410 SOB O PONTO DE VISTA DA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Ivan Faccinetto Bottger

2 PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA NBR5410 As instalações elétricas devem ser concebidas e construídas de maneira a excluir qualquer risco de incêndio de materiais inflamáveis, devido a temperaturas elevadas ou arcos elétricos; Instalações 1000 Vac 400Hz; Instalações 1500 Vdc.

3 PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA NBR5410 Referências normativas: ABNT NBR 5418:1992 Instalações elétricas em atmosferas explosivas; ABNT NBR 6812:1995 Fios e cabos elétricos Queima vertical (fogueira) Método de ensaio (CANCELADA) *; ABNT NBR 9518:1997 Equipamentos elétricos para atmosfera explosivas Requisitos gerais; IEC :2004 e :2002 Eletrical apparatus for explosive gas atmosphere. * ABNT NBR NM-IEC : Métodos de ensaios para cabos elétricos submetidos ao fogo

4 PRINCIPAIS ITENS Item 5 Proteção para garantir a segurança Item 5.2 Proteção contra efeitos térmicos Item Proteção contra incêndio Item 6 Seleção e instalação dos componentes Item 6.2 Seleção e instalação das linhas elétricas Item Condições gerais de instalação Item Barreiras corta fogo Item 6.6 Serviços de segurança

5 SELEÇÃO E INSTALAÇÃO DAS LINHAS ELÉTRICAS

6 INFLUÊNCIAS EXTERNAS MEIO AMBIENTE AA - Temperatura Ambiente (-60 C até +40 C); AB - Condições Climáticas (Umidade e Temperatura); AC - Altitude (Baixa 2000m ou Alta > 2000m); AD - Presença de água (desprezível até Submersão); AE - Corpos sólidos (desprezível até poeira intensa); AF - Substâncias corrosivas (desprezível até permanente); AG - Solicitações Mecânicas (impactos e vibrações); AK - Flora ou mofo (desprezível ou prejudicial); AL Fauna (desprezível ou prejudicial);

7 INFLUÊNCIAS EXTERNAS MEIO AMBIENTE AM - Fenômenos eletromagnéticos (Controlado, normal e alto); AM - Radiações ionizantes (desprezível, baixa e alta); AQ - Descargas Atmosféricas (desprezível, indiretas e diretas); AR - Movimentação do Ar (desprezível, média e forte); AS - Vento (desprezível, média e forte);

8 INFLUÊNCIAS EXTERNAS - UTILIZAÇÃO BA - Competências ( Pessoas comuns, crianças, qualificadas); BB - Resistência elétrica do corpo humano (baixa até alta); BC - Contato de pessoas com potencial de terra (nulo até contínuo); BD - Condições de fuga das pessoas (normal até longa e tumultuada); BE - Natureza dos materiais processados ou armazenados (desprezível,incêndio, explosão e contaminação);

9 INFLUÊNCIAS EXTERNAS CONSTRUÇÃO DAS EDIFICAÇÕES CA - Materiais de construção (não combustíveis e combustíveis); CB - Estrutura das edificações (desprezível, propagação de incêndio, movimentação, flexível).

10 SELEÇÃO E INSTALAÇÃO DAS LINHAS ELÉTRICAS EM FUNÇÃO DAS INFLUÊNCIAS EXTERNAS

11 SELEÇÃO E INSTALAÇÃO DAS LINHAS ELÉTRICAS EM FUNÇÃO DAS INFLUÊNCIAS EXTERNAS

12 SELEÇÃO E INSTALAÇÃO DAS LINHAS ELÉTRICAS EM FUNÇÃO DAS INFLUÊNCIAS EXTERNAS

13 ÍNDICE DE PROTEÇÃO IP

14 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO COMPONENTES DE INSTALAÇÃO Não devem representar perigo de incêndio para os materiais adjacentes; Temperaturas suscetíveis de provocar incêndio; Arcos ou centelhamento; Concentração de calor.

15 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM PERCURSO DE FUGA Não propague ou contribua para a propagação do incêndio; Não atinja temperatura alta suficiente para inflamar materiais adjacentes; Linhas aparentes: Fora do alcance normal ou possuir proteção contra danos mecânicos;

16 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM PERCURSO DE FUGA Cabos e condutos não metálicos: Não propagantes de chama; Livres de halogênios (Alta reatividade); Baixa emissão de fumaça e gases tóxicos;

17 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM PERCURSO DE FUGA Exemplos:

18 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM LOCAIS DE RISCOS ESPECÍFICOS BE2 E BE3

19 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM LOCAIS DE RISCOS ESPECÍFICOS BE2 E BE3 Equipamentos limitados aos que o local exige para as atividades desenvolvidas; Em caso de ambientes com poeira combustível, limitar a temperatura do invólucro dos componentes elétricos para que as mesmas não atinjam a temperatura de ignição da poeira; Correto dimensionamento dos equipamentos; Dispositivos de proteção devem ser dispostos fora desses locais, amenos que os invólucros sejam IP4X; Proteção mecânica para as luminárias IP4X; Circuitos protegidos contra sobrecargas e curtos-circuitos; Motores de acionamento automático ou a distância: instalação de sensores térmicos; Dispositivos DR (diferencial-residual) e/ou DSI(supervisor de isolamento).

20 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM LOCAIS DE RISCOS ESPECÍFICOS BE2 E BE3

21 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM LOCAIS DE RISCOS ESPECÍFICOS BE2 E BE3 Dispositivos DR (diferencial-residual)

22 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM LOCAIS DE RISCOS ESPECÍFICOS CA2 E CB2

23 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM LOCAIS DE RISCOS ESPECÍFICOS CA2 E CB2 Garantir que os componentes da instalação elétrica não possam provocar combustão nas paredes, tetos ou pisos; Devem ser tomadas precauções para que as instalações elétricas não possam propagar incêndios (efeito chaminé). Detectores de incêndio que acionem dampers em dutos ou galerias

24 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM LOCAIS DE RISCOS ESPECÍFICOS CA2 E CB2

25 BARREIRAS CORTA FOGO Quando uma linha elétrica atravessar elementos de construção (pisos, paredes, tetos, etc) as aberturas remanescentes à passagem da linha devem ser obturadas de modo a preservar a características de resistência ao fogo; As Obturações devem suportar as mesmas influências externas a que a linha elétrica for submetida: Resistência a produtos de combustão; IP (água) igual ao aos elementos de construção;

26 BARREIRAS CORTA FOGO Os elemento obturante devem ter o mesmo grau de resistência ao fogo dos elementos da construção;

27 BARREIRAS CORTA FOGO Caso as linhas elétricas forem instaladas dentro de eletrodutos fechados, que sejam não-propagantes de chama, que tenha índice de proteção IP33 e com 710mm² de secção transversal (máximo) não precisam ser obturados internamente;

28 BARREIRAS CORTA FOGO

29 BARREIRAS CORTA FOGO

30 BARREIRAS CORTA FOGO

31 BARREIRAS CORTA FOGO Em caso de poços verticais atravessando diversos níveis, cada travessia de piso deve ser obturada: Não propagantes de chama; Livres de halogênios (Alta reatividade); Baixa emissão de fumaça e gases tóxicos

32 BANDEJAS, LEITOS E PRATELEIRAS Os cabos devem ser dispostos, preferencialmente, em uma única camada. Admite-se, no entanto, a disposição em várias camadas, desde que o volume de material combustível representado pelos cabos (isolações, capas e coberturas) não ultrapasse: 3,5 dm3 por metro linear, para cabos de categoria BF(blindagem em fita) da ABNT NBR 6812*; 7 dm3 por metro linear, para cabos de categoria AF (Alma em fibra natural) da ABNT NBR 6812*. NOTA A limitação do volume de material combustível destina-se a minimizar ou mesmo evitar que os cabos contribuam para a propagação de incêndio. * ABNT NBR NM-IEC : Métodos de ensaios para cabos elétricos submetidos ao fogo

33 TERMOVISOR

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38 20:49:56 20:51:41 20:52:26 3 minutos e 38 segundos 20:53:34 20:52:59 20:53:16

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42 258 C

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47 SERVIÇOS DE SEGURANÇA Iluminação de emergência; Bombas de incêndio; Elevadores para brigada de incêndio e bombeiros; Sistema de alarme e de incêndio; Sistema de detecção de fumaça; Sistema de exaustão de fumaça; Equipamentos médicos essenciais.

48 SERVIÇOS DE SEGURANÇA

49 SERVIÇOS DE SEGURANÇA Serviços de segurança destinados a funcionar em condições de incêndio: Fonte de segurança para manter alimentação por tempo adequado: Baterias; Geradores; Alimentação da rede pública independente da linha normal. Componentes devem apresentar resistência ao fogo;

50 SERVIÇOS DE SEGURANÇA Circuitos de segurança devem ser independentes de outros circuitos; Não devem atravessar locais de risco de incêndio (BE2) a menos que sejam resistentes ao fogo; Não devem, em nenhuma hipótese, atravessar locais de risco de explosão (BE3); A proteção do circuito pode ser omitida se a perda de alimentação representar um perigo maior. Nesse caso, deve-se monitorar a ocorrência de sobrecargas; Claramente identificados.

51 BOMBAS DE INCÊNDIO Recomendada a omissão da proteção contra sobrecarga por razões de segurança; Casos em que se pode omitir a proteção contra curtos-circuitos: Circuitos e motores usados em serviços de segurança(bombas de incêndio, sistemas de extração de fumaça, etc.);

52 SECCIONAMENTO DE EMERGÊNCIA Todas as partes da instalação nas quais possa ser necessário desligar a alimentação para eliminar perigo inesperado: Escadas rolantes; Elevadores; Correias transportadoras; Portas comandadas eletricamente; Máquinas; Ferramentas; Instalações de lavagem de veículo.

53 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Ivan Faccinetto Bottger

54 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA NBR 10898:1999 Sistema de iluminação de emergência NBR 5410:2005 Instalações elétricas de baixa tensão

55 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA

56 TIPOS DE ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA: Iluminação auxiliar Iluminação de ambiente (aclaramento) Iluminação de emergência Iluminação de sinalização ou balizamento

57 INSTALAÇÃO DE ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA: Luminância mínima; ofuscamento; Teste; Visibilidade na fumaça

58 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Conjunto de blocos autônomos; Sistema centralizado com baterias; Sistema centralizado com Grupo Gerador Diesel; Equipamentos Portáteis; Sistema de iluminação fixa por elemento químico (sem gerar calor) Sistemas fluorescentes à base de acumulação de energia de luz.

59 CONJUNTO DE BLOCOS AUTÔNOMOS Fonte de energia; Sensor de falha na tensão; Uma ou várias lâmpadas;

60 ILUMINAÇÃO DE BALIZAMENTO

61 ILUMINAÇÃO DE BALIZAMENTO Sistema centralizado com baterias

62 ILUMINAÇÃO DE ACLARAMENTO

63 ILUMINAÇÃO DE ACLARAMENTO

64

65

66 ILUMINAÇÃO AUXILIAR

67 ILUMINAÇÃO AUXILIAR

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