Guia de Boas Práticas de Igualdade de Género no setor da Cerâmica. Dezembro 2011

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Guia de Boas Práticas de Igualdade de Género no setor da Cerâmica. Dezembro 2011 www.igualdade.info"

Transcrição

1 Guia de Boas s de Igualdade de Género no setor da Cerâmica Dezembro 2011

2 Guia de Boas s de Igualdade de Género no setor da Cerâmica

3 ÍNDICE 01 INTRODUÇÃO 5 02 A IGUALDADE DE GÉNERO NO SETOR DA CERÂMICA A pertinência de uma intervenção O PROJETO GERIR PARA A IGUALDADE OBJETIVOS METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO IDENTIFICAÇÃO DE BOAS PRÁTICAS 10 FICHA TÉCNICA Título Guia de Boas s de Igualdade de Género no Setor da Cerâmica Editor APICER - Associação Portuguesa da Indústria de Cerâmica Autores CH Business Consulting, SA Coordenação: Lurdes Morais Consultoria: Armanda Cristino, Ana Guerra, Carolina Leite, Catarina Silva e Sílvia Sotero Conceção Gráfica Filomena Jorge Edição Monstros&Cia Impressão e Acabamento Macasi - Artes Gráficas Quantidade 500 Ano 2011 BOAS PRÁTICAS IMPLEMENTADAS DE IGualdade de género MISSÃO, VALORES E ESTRATÉGIA DA EMPRESA RECRUTAMENTO E SELECÇÃO FORMAÇÃO E APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA REMUNERAÇÃO E GESTÃO DAS CARREIRAS DIÁLOGO SOCIAL E PARTICIPAÇÃO DOS/DAS TRABALHADORES/AS RESPEITO PELA DIGNIDADE DE MULHERES E DE HOMENS CONCILIAÇÃO ENTRE TRABALHO, FAMÍLIA E VIDA PESSOAL PROTECÇÃO DA MATERNIDADE E PATERNIDADE INFORMAÇÃO, COMUNICAÇÃO E IMAGEM PROCEDIMENTOS DE IGUALDADE DE GÉNERO

4 01 INTRODUÇÃO As questões da Igualdade de Género (IG) estão intimamente relacionadas com as práticas de desenvolvimento organizacional adotadas pelas empresas. Apesar do reconhecimento da sua importância, em Portugal, são ainda poucas as PMEs que formalizam as suas políticas de igualdade nos processos de gestão, particularmente, no que se refere à promoção da IG no local de trabalho e de mecanismos facilitadores da Conciliação entre a Vida Profissional, Familiar e Pessoal, como forma de aumentar a sua competitividade. A grande maioria das empresas ainda segue práticas de gestão pouco inovadoras adotando formas organizacionais deficientemente igualitárias e flexíveis às mudanças estruturais e comportamentais da sociedade contemporânea. A verdade é que os/as empresários/as ainda não se encontram suficientemente sensibilizados/as para esta abordagem, sendo fraca a perceção dos ganhos resultantes da aplicação de Boas s Empresariais conducentes à Igualdade de Género. Esta situação deve-se, em parte, à falta de conhecimento dos instrumentos e metodologias apropriadas. Consciente desta problemática, a APICER Associação Portuguesa da Indústria de Cerâmica promoveu um projeto designado por GERIR PARA A IGUALDADE, com o apoio do Eixo 7 do Programa Operacional Potencial Humano, com objetivo de sensibilizar as empresas do setor para a complexidade e emergência da temática, dotando-as dos instrumentos necessários à definição de políticas inovadoras neste domínio, sensibilizando e informando sobre os custos/benefícios associados à adoção de políticas de IG, demostrando as mais-valias para as empresas e para colaboradores/as. 5 Este projeto contou com a participação de 8 empresas do setor da cerâmica, nas quais foi realizado um diagnóstico abrangendo as dimensões do Planeamento Estratégico, da Gestão de Recursos Humanos e da Comunicação Interna e Externa, que conduziu à definição de um conjunto de medidas constantes de um Plano de Ação para a Igualdade. Porque na fase de diagnóstico foram identificadas Boas s nestas empresas que merecem ser divulgadas, entendeu-se oportuna a sua publicação, na forma de Guia, como instrumento de disseminação e apropriação por parte de outras empresas. O Guia de Boas s de Igualdade de Género no Setor da Cerâmica destina-se assim à gestão de topo das empresas e tem por objetivo a partilha de alguns procedimentos que ultrapassam o que é legalmente exigido, devidamente testados e validados, que contribuíram decisivamente para o crescimento das empresas e para o bem estar de colaboradores/as. APICER 2011

5 02 A IGUALDADE DE GÉNERO NO SETOR DA CERÂMICA A pertinência de uma intervenção O setor da cerâmica apresentava, em 2009, uma taxa de feminização global de 46% para o que muito contribui o subsetor da fabricação de cerâmica utilitária e decorativa, que empregava mais de 63% de mulheres, na sua grande maioria em tarefas que exigem baixos níveis de qualificação. Este é, sem dúvida, o subsetor mais dependente do trabalho feminino. SUBSetorES HOMENS MULHERES Cerâmica Estrutural 81% 19% Pavimentos e Revestimentos 63% 37% Louça Sanitária 62% 38% Cerâmica Utilitária e Decorativa 37% 63% Cerâmicas Especiais 60% 40% Perante este quadro, surge a pertinência de diagnosticar a problemática da Igualdade de Género em todos os subsetores da cerâmica, pela necessidade de promover uma maior convergência na igualização da empregabilidade em cada um deles, esbatendo as atuais assimetrias. Se, por um lado, existem empresas com uma elevada taxa de empregabilidade feminina, nas quais é fundamental o desenvolvimento de políticas conducentes à Conciliação entre a Vida Profissional, Familiar e Pessoal, que permitam às mulheres uma evolução em termos de progressão na carreira, no usufruto de direitos e remunerações, existem por outro lado, outros subsetores onde as mulheres estão fracamente representadas em termos de taxa de empregabilidade, onde se torna evidente a necessidade de uma intervenção ao nível da gestão de recursos humanos que promova uma maior igualdade no acesso às profissões. 6 No setor da cerâmica, os quadros médios e superiores existentes em 2009 correspondiam a apenas 7,5% do total de trabalhadores/as, na sua maioria do sexo masculino, enquanto que os colaboradores/as semi-qualificados, não qualificados ou praticantes e aprendizes perfaziam 39,3%. Os níveis de escolaridade são também reduzidos apesar de se verificar uma evolução positiva recente. No ano em referência, 78,4% dos trabalhadores/as possuem um nível de habilitações equivalente ao ensino básico, sendo as mulheres que mais contribuem para este indicador, já que correspondem a 80% do total da população feminina. De uma maneira geral, as mulheres apresentam um grau de habilitações literárias inferior aos homens, com exceção do setor da fabricação de artigos cerâmicos de uso doméstico e ornamental e considerando até ao ensino secundário, pois em níveis superiores verifica-se uma supremacia do sexo masculino. Aliás, as habilitações acima do bacharelato são maioritariamente associadas ao sexo masculino, mesmo no subsetor atrás mencionado, o que reforça a desigualdade na atribuição de funções de chefia. 7 Uma análise às categorias profissionais nos vários subsetores de atividade permite confirmar uma efetiva segregação profissional em determinadas funções, sendo a categoria de acabador na fabricação de artigos cerâmicos de uso doméstico e ornamental, a que apresenta uma maior diferença na empregabilidade por sexo, em favor do feminino. No que respeita à empregabilidade no masculino, destaca-se a categoria de forneiro, particularmente na fabricação de tijolos, telhas e outros produtos cerâmicos para construção e a categoria de chefe de equipa de produção sobretudo no subsetor de fabricação de azulejos, ladrilhos, mosaicos e placas de cerâmica. APICER 2011

6 03 O PROJETO GERIR PARA A IGUALDADE OBJETIVOS O projeto GERIR PARA A IGUALDADE promovido pela APICER, enquadra-se nas orientações do III Plano Nacional para a Igualdade, Cidadania e Género e no quadro legislativo em vigor, no que respeita à Igualdade de Oportunidades entre homens e mulheres, tendo em consideração os seguintes objetivos: ııpromover a igualdade de género no seio das empresas através da implementação de planos de igualdade, contemplando as dimensões do Planeamento Estratégico, da Gestão de Recursos Humanos e da Comunicação Interna e Externa; ııpromover a conciliação entre a vida profissional, familiar e pessoal, dando prioridade à criação de condições de paridade na harmonização das responsabilidades profissionais e familiares; A metodologia do projeto Gerir para a Igualdade combinou momentos de intervenção na empresa, através do desenvolvimento de um Diagnóstico, Elaboração e Implementação de um Plano para a Igualdade, com sessões de formação temáticas articuladas para os momentos de consultoria, dirigida aos/às interlocutores/as de cada empresa. A implementação do GERIR PARA A IGUALDADE, assentou pois numa metodologia de formação e ação nas empresas, exigindo um envolvimento ativo de todos os níveis da organização nas diversas fases de desenvolvimento, através da concretização de um conjunto de atividades no seio de cada uma das empresas participantes, conforme esquema que se segue: ııpromover e divulgar casos de boas práticas em matéria de criação e implementação de planos de igualdade, incluindo os mecanismos facilitadores da conciliação da vida profissional com a vida pessoal e familiar. Diagnóstico E ELABORAÇÃO DO PLANO DE IGUALDADE 8 METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO O projeto iniciou com uma fase de divulgação pelos associados da APICER, tendo resultado na constituição de um grupo de 8 empresas a seguir identificadas, as quais manifestaram interesse e disponibilidade em aderir à iniciativa. Sessão de imersão Formação das equipas Formação de Conselheiros/as IG Elaboração do Diagnóstico e Plano de Igualdade 9 SUBSetorES Cerâmica Estrutural Cerâmica Sotelha, SA CS Coelho da Silva, SA Umbelino Monteiro, SA IMPLEMENTAÇÃO Implementação do Plano de Igualdade Workshops temáticos Cerâmica Utilitária e Decorativa Pavimentos e Revestimentos Almas D Areosa, SA CMG Cerâmicas, Lda Matcerâmica Fabrico de Louça, SA Porcelanas da Costa Verde, SA CLIPER Cerâmica, SA Avaliação e redefinição dos Planos Avaliação e disseminação Divulgação de Desde logo, estas empresas destacaram internamente uma equipa de trabalho constituída por elementos das várias secções e por representantes dos/as trabalhadores/as, coordenada por um elemento, o/a Conselheiro/a para IG nomeado pela gestão de topo, que assegurou não só o acompanhamento e monitorização de todo o projeto, bem como a interligação entre os membros da organização. APICER 2011

7 04 IDENTIFICAÇÃO DE BOAS PRÁTICAS O processo de identificação de Boas s decorreu da Fase de Diagnóstico realizada em cada empresa, durante a qual se analisou a atual situação no que concerne às suas políticas e práticas nos domínios da igualdade e da não discriminação entre mulheres e homens, da conciliação entre a vida profissional, familiar e pessoal e da proteção da maternidade e paternidade, identificando áreas com necessidade de intervenção futura. Consideramos ainda importante partilhar no último capítulo do Guia alguns procedimentos que decorrem da participação no projeto Gerir para Igualdade e que se encontram em fase de implementação. Não podendo ser consideradas Boas s, já que não se encontram experimentadas e validadas com resultados mensuráveis, constituem um ponto de partida para a melhoria dos procedimentos tendo em vista a concretização dos objetivos propostos. A metodologia de diagnóstico utilizada foi a referenciada no Guião de Auto-Avaliação da Igualdade de Género nas Empresas, que contempla uma avaliação das seguintes dimensões: Missão, valores e estratégia da empresa; 2. Recrutamento e seleção; 3. Formação e aprendizagem ao longo da vida; 4. Remuneração e gestão das carreiras; 5. Diálogo social e participação dos/as trabalhadores/as; 6. Respeito pela dignidade de mulheres e homens; 7. Conciliação entre trabalho, família e vida pessoal; 8. Proteção da maternidade e da paternidade; 9. Informação, comunicação e imagem. 11 Para cada uma destas dimensões de análise, procurou-se fazer uma reflexão conjunta num processo de auscultação ao nível dos elementos das equipas, onde foi possível identificar os pontos de melhoria, a constar no Plano de Ação para a Igualdade e as Boas s existentes, tendo em vista a sua valorização a nível interno e externo. As Boas s de Igualdade de Género e Conciliação entre a Vida Profissional, Familiar e Pessoal, foram descritas numa ficha de caracterização individual, contendo os principais elementos diferenciadores de cada uma delas, considerando o seu potencial de transferibilidade ou incorporação por parte de outras empresas, permitindo uma exposição dos constrangimentos associados à sua implementação e resultados obtidos. As fichas de caracterização de Boas s constituem o Capítulo seguinte deste Guia, onde se procurou selecionar, pelo menos, uma boa prática para cada uma das dimensões de Igualdade de Género acima mencionadas. Por outro lado, dado algumas práticas serem muito similares, em mais do que uma empresa, selecionou-se apenas uma delas a título de exemplo, evitando a duplicação de conteúdos. APICER 2011

8 BOAS PRÁTICAS IMPLEMENTADAS DE IGUALDADE DE GÉNERO Fichas de Caracterização de Boas s validadas e experimentadas

9 Missão, valores e estratégia da empresa As empresas devem incorporar os princípios da Igualdade de Género nos seus documentos estratégicos, como a missão e valores, bem como expressar formalmente as suas preocupações em todos os instrumentos de comunicação interna e externa orientada aos stakeholders. Para além da sua incorporação, estas políticas deverão estar expressas no modelo de gestão, designadamente através da existência de medidas de ação associadas a metas e objetivos mensuráveis incluídos nos planos de ação anuais, promovendo o envolvimento de todos os níveis da organização.

10 Empresa Umbelino Monteiro, SA Empresa CLIPER Cerâmica, SA Cerâmica Estrutural Pavimentos e Revestimentos Missão, valores e estratégia da empresa 16 Plano Anual de Responsabilidade Social No âmbito da Responsabilidade SociaI, a Umbelino Monteiro define e implementa anualmente um Plano de Ação, onde é incluída a dimensão da Igualdade de Género. A Umbelino Monteiro selecionou um grupo de colaboradores/as que reúne periodicamente para definir as medidas a implementar na empresa no âmbito da Responsabilidade Social. Neste conceito, são integradas medidas promotoras da IG e que favorecem a Conciliação entre a Vida Familiar, Profissional e Pessoal. Recursos Humanos: Administração, Departamento de Recursos Humanos e Grupo de Responsabilidade Social. Não se verificam. Participação ativa da Administração e credibilidade do Grupo de Responsabilidade Social. Inclusão da Igualdade de Género nos Valores e na Política de Qualidade da empresa Difundir a importância das questões da Igualdade de Género através da sua inclusão nos Valores e Política de Qualidade da empresa. Todos/as os/as colaboradores/as da CLIPER e a todos os seus stakeholders. Inclusão dos valores da Igualdade de Género na Política de Qualidade da empresa e nos processos de gestão. Recursos Humanos: Departamento de Qualidade, Segurança e Ambiente e Departamento de Recursos Humanos. Não se verificam. Compromisso ao mais alto nível hierárquico da empresa e investimento na divulgação. 17 Missão, valores e estratégia da empresa Implementação de práticas de Responsabilidade Social e sensibilização para a Igualdade de Género. Melhoria do ambiente organizacional. O valor acrescentado desta prática para a empresa reflete-se, a nível interno e externo, pela melhoria da imagem e do ambiente organizacional. APICER 2011

11 Recrutamento e seleção Os procedimentos associados ao recrutamento e seleção de pessoal nas empresas devem assentar nos princípios da igualdade e não discriminação em função do sexo. Neste domínio as empresas deverão atender especialmente ao cumprimento da legislação em vigor, no que respeita a regras de publicitação nos anúncios de oferta de emprego, bem como ao tratamento da informação de forma desagregada por sexo. Ainda neste domínio, e de acordo com os seus princípios, as empresas deverão seguir outras formas de promoção da igualdade de género, nomeadamente encorajando a candidatura e a seleção de homens ou de mulheres em profissões onde um dos sexos esteja sub-representado e garantir a paridade de ambos os sexos na constituição de júris de seleção.

12 Empresa CMG Cerâmicas Lda Empresa CLIPER Cerâmica, SA Cerâmica Utilitária e Decorativa Pavimentos e Revestimentos Protocolo de estágios Manual de Acolhimento Recrutamento e seleção 20 A CMG Cerâmicas tem um protocolo de estágios estabelecido com o CRITN (Centro de Recuperação e Intervenção de Torres Novas) com o objetivo de dar uma oportunidade de trabalho a Homens e Mulheres marginalizados/as ou que apresentem uma menor capacidade de trabalho. Todos/as os/as utentes do CRITN que apresentem o perfil indicado para a execução das funções que lhe são propostas e que mostrem vontade em realizar um estágio profissional na CMG Cerâmicas. Sempre que existe uma necessidade de recrutamento de um/uma colaborador/a, a CMG Cerâmicas entra em contacto com o CRITN no sentido de encontrar a pessoa mais indicada para o desempenho dessa função. Recursos Humanos. Muitos/as indivíduos/as evidenciam dificuldades de adaptação ao mundo do trabalho mas que têm sido facilmente ultrapassadas devido ao apoio dado pela CMG Cerâmicas durante o período de adaptação. Dar a conhecer a empresa e facilitar a rápida integração de novos membros na equipa CLIPER. Este documento serve também para comunicar os direitos, obrigações e todas as boas práticas existentes, nomeadamente no que respeita às questões da Igualdade de Género. O Manual de Acolhimento fornece informação relativa à missão, valores, visão e políticas da CLIPER, desde a forma como está organizada internamente, à sua história e aos seus produtos. Por último, mas não menos importante, informação pertinente relativa às regras básicas para o bom funcionamento e organização da CLIPER. Recursos Humanos. Não se verificam. 21 Recrutamento e seleção Estas pessoas demonstram uma enorme motivação e reconhecimento pelo facto de lhes ser dada uma oportunidade de trabalho em igualdade de circunstâncias. A implementação e sustentabilidade desta prática dependem do compromisso ao mais alto nível hierárquico da empresa na continua atualização do documento. A maior parte das pessoas provenientes do CRITN que iniciaram a sua atividade na CMG Cerâmicas através de um estágio profissional, no final deste período experimental integraram os quadros da empresa. Facilidade de integração e adaptação de novos/as colaboradores/as. APICER 2011

13 Formação e aprendizagem ao longo da vida O acesso à formação e educação é um direito comum a mulheres e homens, cabendo às empresas a responsabilidade de lhes proporcionar os meios necessários à sua concretização, estimulando os processos de aprendizagem ao longo da vida, sem qualquer tipo de discriminação. Com esse objetivo, as empresas deverão atender aos princípios da Igualdade de Género no planeamento da formação, salvaguardando igual participação de mulheres e homens e garantindo igual acesso ao número mínimo de horas de formação certificada estabelecido na lei. A inclusão desta temática nos planos de formação interna é também uma boa prática na medida em que constitui uma forma de disseminação dos conceitos da Igualdade de Género na esfera profissional e familiar. Para além do cumprimento da legislação em vigor, neste domínio, as empresas poderão adotar muitas outras políticas, nomeadamente facultar a interrupção da carreira para efeitos de formação ou outros estudos, bem como estimular a participação de homens ou de mulheres em ações de formação dirigidas a profissões/funções em que se encontrem sub-representados/as.

14 Empresa CLIPER Cerâmica, SA Pavimentos e Revestimentos Formação e aprendizagem ao longo da vida Aprendizagem ao longo da vida - (Plano de Formação, Protocolo CNO ACIFF) Aumentar competências, qualificações e habilitações de colaboradores/ as, contribuindo desta forma para um aumento das aptidões profissionais e consequente aumento de produtividade e organização dentro da empresa, procurando sempre estimular a participação do sexo subrepresentado nas diversas ações. A todos/as os/as colaboradores/as que pretendam crescer profissionalmente, desenvolver novas competências e aumentar as suas habilitações. Este plano é projetado de forma a permitir o acesso a todos/as e incentiva a igual participação de mulheres e de homens nos processos de formação. REMUNERAÇÃO E GESTÃO DAS CARREIRAS 24 Estabelecimento de um protocolo com o CNO da Figueira da Foz (ACIFF) e a consequente divulgação da Iniciativa Novas Oportunidades por todos os/as colaboradores/as da CLIPER. Plano de Formação anual que aborda temáticas que vão desde as áreas comportamentais às áreas técnicas e operacionais. Recursos Humanos para o estabelecimento de parcerias e elaboração do plano de formação. Recursos Financeiros na contratação de entidades acreditadas para desenvolverem a formação. A igualdade entre homens e mulheres na esfera profissional deve ser uma constante nas diversas componentes do trabalho, nomeadamente ao nível da remuneração e dos processos de gestão da carreira. Neste sentido, as empresas devem assegurar a igualdade de remuneração por trabalho igual ou de valor igual, sem discriminação em função do sexo, nomeadamente através da existência de critérios de promoção e progressão na carreira que garantam a igualdade de acesso a categorias ou níveis hierárquicos mais elevados, bem como a possibilidade de uma gestão da carreira igualitária para homens e mulheres. A falta de empenho e motivação para a participação nas referidas ações, as horas de formação e aprendizagem que serão em horário laboral e pós-laboral que de alguma forma podem colidir com a vida familiar de cola-boradores e colaboradoras. Encontrar um ponto de equilíbrio que permita o acesso à formação, comprometendo o mínimo possível a produção da empresa e a vida familiar e pessoal dos/as colaboradores/ as. A implementação e sustentabilidade desta prática dependem do compromisso ao mais alto nível hierárquico da empresa bem como de todos/as os colaboradores/as. Aumento do empenho e motivação revelada por todos/as, bem como a melhoria da produtividade, níveis de qualidade e desempenho.

15 Empresa Umbelino Monteiro, SA Cerâmica Estrutural remuneração e gestão das carreiras 26 Modelo de Gestão de Carreiras associado ao Modelo de Avaliação de Desempenho Tornar o Modelo de Gestão de Carreiras mais justo para homens e mulheres que colaboram com a Umbelino Monteiro. Implementação do processo de Gestão de Carreiras tendo por base a Avaliação de Desempenho por objetivos já desenvolvida na Umbelino. Todo o planeamento de carreiras é feito através dos resultados diretos da avaliação de desempenho, tornando desta forma o processo mais justo e transparente, não descriminando homens nem mulheres. Recursos Humanos: Administração e Departamento de Recursos Humanos. Diálogo social e participação dos trabalhadores/as O diálogo social e a participação de trabalhadores/as na vida das organizações estão contemplados a vários níveis na legislação do trabalho, enquanto referencial de democratização e cidadania, no pressuposto de que, através dessa participação e diálogo, as empresas mobilizam vontades para alcançar os objetivos da modernização e da competitividade, atendendo também aos interesses e necessidades de quem nelas exerce a sua atividade profissional. Não se verificam. Desta forma, as empresas deverão promover as mais variadas formas de diálogo e participação de colaboradores/as, integrando-os/as na definição das orientações estratégicas no domínio da igualdade de género, conciliação entre a vida profissional, pessoal e familiar, e na proteção na maternidade e da paternidade, como forma de melhorar o clima organizacional e aumentar os níveis de compromisso. Participação ativa das chefias (responsáveis pelo processo de Avaliação de Desempenho). Processo de avaliação de desempenho e gestão de carreiras mais transparente e justo. Melhor clima organizacional.

16 Empresa CS - Coelho da Silva, SA Empresa Porcelanas da Costa Verde, SA Diálogo social e participação dos trabalhadores/as 28 Cerâmica Estrutural Questionário de Satisfação de Colaboradores/as Auscultar os/as colaboradores/as sobre as condições da empresa e desempenho individual, incluindo aspetos relacionados com a conciliação entre a vida profissional, familiar e pessoal, bem como a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres. O questionário é realizado anualmente abordando diversos domínios incluindo também questões relativas à dimensão da conciliação entre a vida pessoal, familiar e profissional. Cerâmica Utilitária e Decorativa Grande Eleição dos Representantes dos/as Colaboradores/as Promover o diálogo social e a participação de colaboradores/as, num processo de melhoria continua da organização. Eleição de um grupo de representantes de colaboradores/as que reune mensalmente com a Administração da empresa com o objetivo de debater assuntos de natureza estratégica e operacional. 29 Recursos Humanos (tratamento dos dados recolhidos). Recursos Humanos e Físicos - Implementação das sugestões de melhoria assinaladas pelos/as colaboradores/as. Não se verificam. Compromisso da administração da empresa na resolução dos problemas identificados e adesão dos/as colaboradores/as. A realização do questionário de satisfação de colaboradores/as e colaboradores permite aferir o ambiente organizacional da empresa e estimular a iniciativa individual num processo de melhoria contínua. Recursos Humanos. Não se verificam. Eleição democrática dos/das representantes e abertura por parte da Administração em promover o diálogo e acolher as ações propostas. A dinâmica que resulta destes encontros com a Administração da empresa, resulta no aumento do nível de confiança e melhoria do clima organizacional. Diálogo social e participação dos trabalhadores/as APICER 2011

17 Empresa CS - Coelho da Silva, SA Empresa MATCERÂMICA - Fabrico de Louças, SA Diálogo social e participação dos trabalhadores/as 30 Cerâmica Estrutural Momento CS Promover bom clima organizacional. O Momento CS traduz-se num dia em que a empresa promove um encontro entre todos/as os/as colaboradores/as promovendo uma oportunidade de formação e reflexão individual e coletiva, seguida de um momento de lazer e confraternização. Este ano a primeira parte do evento destinou-se à realização de um seminário sobre a temática Finanças Pessoais: proteção contra a crise. Recursos Humanos para o planeamento e organização do evento. Recursos Físicos para o desenvolvimento das atividades. Sensibilização de colaboradores/as para assegurarem presença na iniciativa. Adesão dos/as colaboradores/as. Momento de reflexão, alerta para a crise junto de todos/as os/as colaboradores/as, dotando-os/as de competências para gerirem melhor as suas finanças pessoais. Cerâmica Utilitária e Decorativa Concurso MAT O Concurso MAT tem por objetivo a integração dos/as colaboradores/ as na empresa. Concurso para o desenvolvimento da mascote da Matcerâmica a ser utilizada como meio de comunicação da empresa para com os/as colaboradores/as. Recursos Humanos na avaliação das propostas dos/as candidatos/as. Atribuição de um prémio de 150 euros ao /à vencedor/a. Não se verificam. Recolha de propostas criativas. Aumento da motivação e capacidade de iniciativa individual, com ganhos significativos na melhoria do clima organizacional. 31 Diálogo social e participação dos trabalhadores/as APICER 2011

18 RESPEITO PELA DIGNIDADE DE MULHERES E DE HOMENS O dever de respeito por mulheres e homens no local de trabalho é garantido através de atitudes e comportamentos que não ponham em causa a dignidade de cada trabalhador/a. Este princípio ético deverá estar consagrado nas políticas de gestão das empresas e devidamente formalizado em documentos apropriados, como sejam normas ou códigos internos que assegurem as questões da dignidade e que protejam os/as trabalhadores/ as em caso de comportamentos indesejados, manifestados sob forma verbal, não verbal, física, de índole sexual ou outra. No grupo de empresas participantes no projeto Gerir para a Igualdade, não foram identificadas Boas s neste domínio, sendo que nunca tinham sentido necessidade de analisar o tema.

19 Conciliação entre trabalho, família e vida pessoal Este domínio da Igualdade de Género engloba as seguintes três dimensões: 1. NOVAS FORMAS DE ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO Com objetivo de promover um melhor equilíbrio entre trabalho, família e vida pessoal, as empresas procuram cada vez mais modalidades flexíveis de organização do trabalho, procurando conjugar as necessidades de colaboradores/as com as exigências da atividade. Estas formas de organização de trabalho podem assumir as mais variadas formas, como o tele-trabalho, flexibilidade de horários, banco de horas, semana de trabalho compactada, modalidades de trabalho a tempo parcial ou de partilha do posto de trabalho, entre outras. Cada empresa deverá procurar o modelo que melhor se adeque à sua realidade, exigindo porém um elevado esforço de inovação. 2. BENEFÍCIOS DIRECTOS A TRABALHADORES/AS A conciliação entre a vida profissional, familiar e pessoal pode ser alcançada através de políticas promovidas pelas empresas, dirigidas diretamente a trabalhadores/as ou aos seus familiares, que possibilitem o equilíbrio entre as esferas profissional, pessoal e familiar, como sejam serviços, atividades ou outros benefícios promotores de saúde e bem-estar, de serviços de proximidade protocolizados e, ainda, de sistemas para a reintegração na vida ativa de trabalhadores/as que dela tenham estado afastado/as. Particularmente em situações familiares não tradicionais, como sejam famílias monoparentais ou com elementos portadores de deficiências ou doenças crónicas, essas políticas poderão passar, por exemplo, pela concessão de períodos de tempo de assistência a familiares ascendentes, descendentes ou cônjuges para além do instituído por lei. 3. BENEFÍCIOS DIRECTOS A FAMILIARES DOS/AS TRABALHADORES/AS Entre as medidas que promovem a conciliação entre a vida profissional, familiar e pessoal, contam-se aquelas que são dirigidas directamente a familiares dos/as trabalhadores/as crianças, pessoas idosas ou outras em situação de dependência a quem se tem o dever de prestar apoio e cuidados, podendo ou não ser coabitantes do agregado familiar. Incluem-se nestas medidas as infra-estruturas próprias de acolhimento e prestação de cuidados, como o apoio de carácter permanente ou pontual e a criação de protocolos com estabelecimentos especializados na prestação de serviços a crianças, pessoas idosas ou com deficiência e o apoio financeiro para pagamento de despesas com a aquisição desses serviços ou com a educação de crianças e jovens em idade escolar.

AVALIAÇÃO. Projeto Inovar com Igualdade - 2ª Edição

AVALIAÇÃO. Projeto Inovar com Igualdade - 2ª Edição AVALIAÇÃO Projeto Inovar com Igualdade - 2ª Edição 2 3 AVALIAÇÃO Impacto do Projeto Inovar com Igualdade - 2ª Edição Avaliação do Impacto - Metodologia RESULTADOS DO QUESTIONÁRIO DE AUTODIAGNÓSTICO -Visou

Leia mais

Para a empresa a igualdade entre mulheres e homens é considerada uma prioridade para o desenvolvimento organizacional?

Para a empresa a igualdade entre mulheres e homens é considerada uma prioridade para o desenvolvimento organizacional? > QUESTIONÁRIO QUESTIONÁRIO I. MISSÃO E VLORES D EMPRES Empresas de excelência que visam ser socialmente responsáveis incorporam na sua missão e valores os princípios da igualdade de género e implementam

Leia mais

FÓRUM EMPRESAS PARA A IGUALDADE. Síntese de Medidas

FÓRUM EMPRESAS PARA A IGUALDADE. Síntese de Medidas FÓRUM EMPRESAS PARA A IGUALDADE Síntese de Medidas Em 2014 foram 138 as medidas propostas pelas 31 empresas. São consideradas as medidas das 10 novas empresas aderentes bem como as medidas propostas para

Leia mais

CONTROLADA NÃO CÓPIA

CONTROLADA NÃO CÓPIA Ficha Técnica Parceiro Técnico CH Business Consulting Design Gráfico Monstros&Cia ÍNDICE Nota Introdutória A Baía do Tejo A Igualdade de Género na Baía do Tejo Plano de Igualdade da Baía do Tejo 01 05

Leia mais

GUIÃO DE VISITAS A ENTIDADES EMPREGADORAS COM BOAS PRÁTICAS EM IGUALDADE DE GÉNERO VISITAR PARA REPLICAR

GUIÃO DE VISITAS A ENTIDADES EMPREGADORAS COM BOAS PRÁTICAS EM IGUALDADE DE GÉNERO VISITAR PARA REPLICAR GUIÃO DE VISITAS A ENTIDADES EMPREGADORAS COM BOAS PRÁTICAS EM IGUALDADE DE GÉNERO VISITAR 2 GUIÃO DE VISITAS A ENTIDADES EMPREGADORAS COM BOAS PRÁTICAS EM IGUALDADE DE GÉNERO VISITAR 3 FICHA TÉCNICA TÍTULO:

Leia mais

Plano para a Igualdade de Género Câmara Municipal de Vagos

Plano para a Igualdade de Género Câmara Municipal de Vagos Plano para a Igualdade de Género da Câmara Municipal de Vagos, âmbito de intervenção: Plano para a Igualdade de Género Câmara Municipal de Vagos 1- Planeamento estratégico Promover os princípios da igualdade

Leia mais

ESTRATÉGIA MUNICIPAL PARA A IGUALDADE DE GÉNERO (EMIG)

ESTRATÉGIA MUNICIPAL PARA A IGUALDADE DE GÉNERO (EMIG) ESTRATÉGIA MUNICIPAL PARA A IGUALDADE DE GÉNERO (EMIG) Cascais, junho 2012 Para conseguir a instauração de uma sociedade baseada na igualdade, é fundamental que as coletividades locais e regionais integrem

Leia mais

Balanço da 2ª Edição do Projeto Inovar com Igualdade

Balanço da 2ª Edição do Projeto Inovar com Igualdade Balanço da 2ª Edição do Projeto Inovar com Igualdade Projeto Inovar com Igualdade 2 edições 15 empresas 1250 colaboradores/as 2000 h de consultoria 750 ações propostas Empresas 1ª EDIÇÃO 2 EDIÇÃO 1ª Edição

Leia mais

Anexo I. Normas e boas práticas aplicáveis em matéria de igualdade de oportunidades - DIREITOS E DEVERES DOS TRABALHADORES E DAS TRABALHADORAS

Anexo I. Normas e boas práticas aplicáveis em matéria de igualdade de oportunidades - DIREITOS E DEVERES DOS TRABALHADORES E DAS TRABALHADORAS Anexo I Normas e boas práticas aplicáveis em matéria de igualdade de oportunidades - DIREITOS E DEVERES DOS TRABALHADORES E DAS TRABALHADORAS - DIREITOS E DEVERES DAS ENTIDADES EMPREGADORAS - OBRIGAÇÕES

Leia mais

Norma Portuguesa para Organizações Familiarmente Responsáveis BOAS PRÁTICAS DE ORGANIZAÇÕES FAMILIARMENTE RESPONSÁVEIS

Norma Portuguesa para Organizações Familiarmente Responsáveis BOAS PRÁTICAS DE ORGANIZAÇÕES FAMILIARMENTE RESPONSÁVEIS Norma Portuguesa para Organizações Familiarmente Responsáveis BOAS PRÁTICAS DE ORGANIZAÇÕES FAMILIARMENTE RESPONSÁVEIS ORGANIZAÇÕES FAMILIARMENTE RESPONSÁVEIS VIDA PLENA CONCILIAR AS VIDAS - Norma Portuguesa

Leia mais

IGUALDADE E RESPONSABILIDADE SOCIAL

IGUALDADE E RESPONSABILIDADE SOCIAL IGUALDADE E RESPONSABILIDADE SOCIAL PARTICIPAR Como um exercício de cidadania INCLUIR Os princípios da responsabilidade social na nossa organização VALORIZAR Reconhecendo a diferença ENVOLVER Abrindo caminhos

Leia mais

Questionário de autorreflexão sobre igualdade salarial entre homens e mulheres nas empresas

Questionário de autorreflexão sobre igualdade salarial entre homens e mulheres nas empresas GUIA DE APOIO Questionário de autorreflexão sobre igualdade salarial entre homens e mulheres nas empresas II GUIA DE APOIO GUIA DE APOIO AO QUESTIONÁRIO DE AUTORREFLEXÃO SOBRE IGUALDADE SALARIAL ENTRE

Leia mais

> GUIA DE AUTO-AVALIAÇÃO DA IGUALDADE DE GÉNERO NAS EMPRESAS

> GUIA DE AUTO-AVALIAÇÃO DA IGUALDADE DE GÉNERO NAS EMPRESAS > GUIA DE AUTO-AVALIAÇÃO DA IGUALDADE DE GÉNERO NAS EMPRESAS FICHA TÉCNICA TÍTULO GUIA DE AUTO-AVALIAÇÃO DA IGUALDADE DE GÉNERO NAS EMPRESAS AUTORIA Parceria de Desenvolvimento do Projecto Diálogo Social

Leia mais

Avaliação do Desempenho Docente Ano Letivo 2014/2015

Avaliação do Desempenho Docente Ano Letivo 2014/2015 Orientações da SADD 2014/15 Aprovadas no C.P. 14 janeiro 2015 Pág. 1 / 11 \FUNDAMENTAÇÃO Avaliação: Docentes em regime de contrato de trabalho a termo resolutivo Avaliação: Docentes integrados na carreira

Leia mais

Política de Responsabilidade Social

Política de Responsabilidade Social Política de Responsabilidade Social e Programa 2015 I. ENQUADRAMENTO A criação da Fábrica do Chocolate materializa por si só o sentido de responsabilidade social da empresa e das pessoas envolvidas na

Leia mais

PLANO PARA A IGUALDADE DE GÉNERO DO EXÉRCITO

PLANO PARA A IGUALDADE DE GÉNERO DO EXÉRCITO PLANO PARA A IGUALDADE DE GÉNERO DO EXÉRCITO PARA O ANO DE 2014 2 1. ENQUADRAMENTO a. O princípio da igualdade é um princípio fundamental da Constituição da República Portuguesa, em que no seu Artigo 13º

Leia mais

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas GUIA DO VOLUNTÁRIO Sociedade Central de Cervejas ÍNDICE 1. A RESPONSABILIDADE SOCIAL NA SCC: O NOSSO COMPROMISSO... 3 2. O NOSSO COMPROMISSO COM O VOLUNTARIADO... 4 2.1 A ESTRUTURAÇÃO DO VOLUNTARIADO EMPRESARIAL...

Leia mais

PLANO DE AÇÃO PARA A IGUALDADE DA CITE

PLANO DE AÇÃO PARA A IGUALDADE DA CITE MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO PLANO DE AÇÃO PARA A IGUALDADE DA CITE 2011-2013 0 Equipa de conceção e elaboração do Plano de Ação para a Igualdade da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego

Leia mais

Um guia para contribuir para uma parentalidade partilhada. Mais para os pais, mais para as mães, mais para as crianças.

Um guia para contribuir para uma parentalidade partilhada. Mais para os pais, mais para as mães, mais para as crianças. 01/10 Mais para os pais, mais para as mães, mais para as crianças. Neste CD, desenvolvido pela SEIES em parceria com a Escola Superior de Saúde, do Instituto Politécnico de Setúbal, no âmbito do projeto

Leia mais

PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT. Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto

PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT. Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto 1 - O presente Decreto-Lei estabelece o regime jurídico da carreira dos

Leia mais

Portugal Brasil Moçambique Polónia

Portugal Brasil Moçambique Polónia www.promover.pt www.greatteam.pt Portugal Brasil Moçambique Polónia QUEM SOMOS - Prestamos serviços técnicos de consultoria de gestão e formação nos diversos setores da economia. - Presentes em Lisboa,

Leia mais

GUIA DE APOIO QUESTIONÁRIO DE AUTORREFLEXÃO SOBRE IGUALDADE SALARIAL ENTRE HOMENS E MULHERES NAS EMPRESAS

GUIA DE APOIO QUESTIONÁRIO DE AUTORREFLEXÃO SOBRE IGUALDADE SALARIAL ENTRE HOMENS E MULHERES NAS EMPRESAS GUIA DE APOIO QUESTIONÁRIO DE AUTORREFLEXÃO SOBRE ENTRE HOMENS E MULHERES NAS EMPRESAS GUIA DE APOIO 2 GUIA DE APOIO AO QUESTIONÁRIO DE AUTORREFLEXÃO SOBRE IGUALDADE SALARIAL ENTRE HOMENS E MULHERES NAS

Leia mais

Ora, é hoje do conhecimento geral, que há cada vez mais mulheres licenciadas, com mestrado, doutoramentos, pós-docs e MBA s.

Ora, é hoje do conhecimento geral, que há cada vez mais mulheres licenciadas, com mestrado, doutoramentos, pós-docs e MBA s. Bom dia a todos e a todas, Não é difícil apontar vantagens económicas às medidas de gestão empresarial centradas na igualdade de género. Em primeiro lugar, porque permitem atrair e reter os melhores talentos;

Leia mais

Direitos de Parentalidade

Direitos de Parentalidade Direitos de Parentalidade Conciliação do Trabalho com a Família e a vida pessoal Para pais, filhos e avós 1 Este guia sumário de Direitos é apenas informativo e destina-se fundamentalmente a resolver

Leia mais

Regulamento Interno. Projeto Musicar. APPDA-Setúbal

Regulamento Interno. Projeto Musicar. APPDA-Setúbal APPDA Setúbal, ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA AS PERTURBAÇÕES DO DESENVOLVIMENTO E AUTISMO Regulamento Interno Projeto Musicar APPDA-Setúbal Setembro 2014 Avenida 5 de Outubro, Edifício Bocage 148 4º L 2900-309

Leia mais

Estratégia de Dinamização e de Divulgação

Estratégia de Dinamização e de Divulgação Estratégia de Dinamização e de Divulgação Plano de Ação de 2015 FEVEREIRO 2015 1 Índice 1. INTRODUÇÃO... 3 2. VISÃO DA BOLSA DE TERRAS... 4 3. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS - LINHAS GERAIS DA ESTRATÉGIA... 5

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA. Disclaimer Linguagem Inclusiva. Declaração de Compromisso da Gestão de Topo. Missão. Visão. Valores. Partes Interessadas

CÓDIGO DE ÉTICA. Disclaimer Linguagem Inclusiva. Declaração de Compromisso da Gestão de Topo. Missão. Visão. Valores. Partes Interessadas CÓDIGO DE ÉTICA Disclaimer Linguagem Inclusiva Optámos por prescindir das referências de desagregação por género, ignorando aquela que é considerada uma boa prática, a utilização da linguagem inclusiva,

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL

CÓDIGO DE ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL DG 02.30 CÓDIGO DE ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL Resposta Social: Estrutura Residencial para Idosos Prestamos Serviços de Qualidade Aldeia de S. Sebastião ADCS Aldeia de S. Sebastião, Largo da Igreja

Leia mais

Sr. Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores Sras. e Srs. Deputados Sra. e Srs. membros do Governo

Sr. Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores Sras. e Srs. Deputados Sra. e Srs. membros do Governo A mulher e o trabalho nos Piedade Lalanda Grupo Parlamentar do Partido Socialista A data de 8 de Março é sempre uma oportunidade para reflectir a realidade da mulher na sociedade, apesar de estes dias

Leia mais

Programa Operacional de Potencial Humano EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL

Programa Operacional de Potencial Humano EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL Programa Operacional de Potencial Humano EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL TIPOLOGIA DE INTERVENÇÃO 3.1.1 PROGRAMA DE FORMAÇÃO-AÇÃO PARA PME REGULAMENTO DE CANDIDATURA PARA ENTIDADES

Leia mais

PLANO PARA A IGUALDADE DE GÉNERO DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS

PLANO PARA A IGUALDADE DE GÉNERO DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS PLANO PARA A IGUALDADE DE GÉNERO DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS 2011 2013 Dezembro de 2010 ÍNDICE 1 Enquadramento... 4 1.1 Geral... 4 A articulação com o III Plano

Leia mais

incorporação de um novo colaborador

incorporação de um novo colaborador incorporação de um novo colaborador Manual de Excelência no Serviço 21 4. A Incorporação de um Novo Colaborador Recrutamento e Selecção Antes da incorporação de um novo colaborador no Hotel será obrigatório

Leia mais

Plano de Formação de Colaboradores 2014

Plano de Formação de Colaboradores 2014 2014 Plano de Formação de Colaboradores 2014 Avaliação Nível I/II Avaliação da Satisfação e Aprendizagem A avaliação do valor acrescentado pela formação ao desempenho dos colaboradores é cada vez mais

Leia mais

A INFLUÊNCIA DOS PROJETOS NO DOMÍNIO DOS RESULTADOS: O PONTO DE VISTA DOS COORDENADORES

A INFLUÊNCIA DOS PROJETOS NO DOMÍNIO DOS RESULTADOS: O PONTO DE VISTA DOS COORDENADORES AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CABECEIRAS DE BASTO A INFLUÊNCIA DOS PROJETOS NO DOMÍNIO DOS RESULTADOS: O PONTO DE VISTA DOS COORDENADORES A EQUIPA DE AUTOAVALIAÇÃO: Albino Barroso Manuel Miranda Paula Morais

Leia mais

Regulamento Interno do Voluntariado AEVA SERVIR

Regulamento Interno do Voluntariado AEVA SERVIR O presente regulamento interno tem como principal objetivo regular e facilitar o processo de gestão de voluntários na, sendo facultada informação no que concerne à caraterização e princípios do voluntariado,

Leia mais

Melhoria do desempenho ambiental - implementação do Sistema de Gestão Ambiental

Melhoria do desempenho ambiental - implementação do Sistema de Gestão Ambiental Melhoria do desempenho ambiental - implementação do Sistema de Gestão Ambiental 1 Melhoria do desempenho ambiental implementação do Sistema de Gestão Ambiental A Caixa Geral de Depósitos (CGD) tem implementado

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO FUNDÃO + ESCOLA + PESSOA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA 2013-2017 Agrupamento de Escolas do Fundão Página 1 Perante o diagnóstico realizado, o Agrupamento assume um conjunto de prioridades

Leia mais

BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto

BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto Define as bases gerais do regime jurídico da prevenção,

Leia mais

WORKSHOP EQUALITY PAYS OFF (A Igualdade Compensa)

WORKSHOP EQUALITY PAYS OFF (A Igualdade Compensa) WORKSHOP EQUALITY PAYS OFF (A Igualdade Compensa) Atrair e manter o talento feminino de topo Data: 24 de setembro 2013 Local: Representação da Comissão Europeia em Portugal Largo Jean-Monnet 1, 10ª 1269-068

Leia mais

ANEXO 19 Regulamento Interno REGIME DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS EFA

ANEXO 19 Regulamento Interno REGIME DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS EFA ANEXO 19 Regulamento Interno REGIME DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS EFA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS IBN MUCANA 2011/2014 ÍNDICE Introdução 2 1. Objecto 2 2. Destinatários 2 3. Percursos Formativos 3 4. Organização

Leia mais

Governo das Organizações. Governo das Organizações. Governo das Organizações 23-03-2012. Boas Práticas de Responsabilidade Social no setor da Cerâmica

Governo das Organizações. Governo das Organizações. Governo das Organizações 23-03-2012. Boas Práticas de Responsabilidade Social no setor da Cerâmica Governo das Organizações Desenvolvimento da Sociedade Direitos Humanos Boas Práticas de Responsabilidade Social no setor da Cerâmica Consumidores NP 4469-1:2008 Práticas Laborais Lurdes Morais APICER,

Leia mais

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89 N 9º15'50. AGENDA 21 escolar Pensar Global, agir Local Centro de Educação Ambiental Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.84" O 918 773 342 cea@cm-tvedras.pt Enquadramento A Agenda

Leia mais

Regulamento. Prémio Desafio OUSAR: Criar a minha Empresa

Regulamento. Prémio Desafio OUSAR: Criar a minha Empresa Regulamento Prémio Desafio OUSAR: Criar a minha Empresa 2011/2012 Artigo 1º Organização e objetivo A AIMinho Associação Empresarial (AIMinho) leva a efeito o Prémio Desafio OUSAR: Criar a minha Empresa

Leia mais

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução:

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução: EDIÇÃO 2011/2012 Introdução: O Programa Formação PME é um programa financiado pelo POPH (Programa Operacional Potencial Humano) tendo a AEP - Associação Empresarial de Portugal, como Organismo Intermédio,

Leia mais

Prólogo REGULAMENTO INTERNO LOJA SOCIAL

Prólogo REGULAMENTO INTERNO LOJA SOCIAL REGULAMENTO INTERNO LOJA SOCIAL Prólogo O CLDS SERPE EnReDe, consiste numa estratégia de desenvolvimento social integrado visando a criação de respostas sociais inovadoras e sustentáveis que atendem às

Leia mais

A proteção na parentalidade é um direito constitucionalmente reconhecido (artigo 68º da Constituição da República Portuguesa).

A proteção na parentalidade é um direito constitucionalmente reconhecido (artigo 68º da Constituição da República Portuguesa). Ana Alves A proteção na parentalidade é um direito constitucionalmente reconhecido (artigo 68º da Constituição da República Portuguesa). A maternidade e a paternidade constituem valores sociais eminentes.

Leia mais

Enquadramento e critérios de Candidatura

Enquadramento e critérios de Candidatura Enquadramento e critérios de Candidatura A cidadania ativa constitui um elemento chave do reforço da coesão social. O Conselho da União Europeia instituiu o ano de 2011, como Ano Europeu do Voluntariado

Leia mais

Conciliação entre vida profissional, familiar e privada

Conciliação entre vida profissional, familiar e privada C 102 E/492 Jornal Oficial da União Europeia PT 28.4.2004 P5_TA(2004)0152 Conciliação entre vida profissional, familiar e privada Resolução do Parlamento Europeu sobre a conciliação entre vida profissional,

Leia mais

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Da Beira Interior A.1.a. Identificação

Leia mais

Plano para a igualdade de género 2014-2016

Plano para a igualdade de género 2014-2016 Plano para a igualdade de género 2014-2016 Plano para a igualdade de género 2014-2016 Plano para a igualdade de género Índice página 3 ÍNDICE 05 1 ENQUADRAMENTO 06 2 CARACTERIZAÇÃO DA INCM 07 3 SÍNTESE

Leia mais

PO AÇORES 2020 FEDER FSE

PO AÇORES 2020 FEDER FSE Apresentação pública PO AÇORES 2020 FEDER FSE Anfiteatro C -Universidade dos Açores -Ponta Delgada 04 de marçode 2015 8EIXO EMPREGO E MOBILIDADE LABORAL > Administração regional Objetivo Específico 8.1.1

Leia mais

Carta do Conselho da Europa sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos

Carta do Conselho da Europa sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos Carta do Conselho da Europa sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos Introdução A educação desempenha um papel essencial na promoção dos valores fundamentais

Leia mais

CALENDARIZAÇÃO DA ATIVIDADE FORMATIVA 2014. www.navegantescf.pt

CALENDARIZAÇÃO DA ATIVIDADE FORMATIVA 2014. www.navegantescf.pt CALENDARIZAÇÃO DA ATIVIDADE FORMATIVA 2014 FORMAÇÃO Início Fim Duração Horário Inscrição Contabilidade e Fiscalidade 01-10-2014 29-10-2014 21h P.L/S 100 Sensibilização e Orientação para o Cliente 02-10-2014

Leia mais

PREFÁCIO. Paulo Bárcia. Director do Escritório da OIT em Lisboa

PREFÁCIO. Paulo Bárcia. Director do Escritório da OIT em Lisboa Interior da capa PREFÁCIO O edifício normativo da Organização Internacional de Trabalho compreende diferentes instrumentos: Convenções, Recomendações, Resoluções, Conclusões e Directrizes. Destacam-se

Leia mais

REGULAMENTO. Artigo 1º Apresentação

REGULAMENTO. Artigo 1º Apresentação REGULAMENTO Artigo 1º Apresentação 1. O Prémio Jovens pela Igualdade é uma iniciativa bienal, promovida pelo Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P. (IPDJ, I.P.) no âmbito V Plano Nacional para

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO DE INTERVENÇÃO (PEI)

PLANO ESTRATÉGICO DE INTERVENÇÃO (PEI) PLANO ESTRATÉGICO DE INTERVENÇÃO (PEI) Setembro de 2009/ Dezembro de 2010 Índice Introdução.. 3 Etapas de intervenção... 4 Âmbito de intervenção.. 5 Objectivos estratégicos..... 5 Metas.. 5 Equipa....

Leia mais

5232 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 194 18 de Agosto de 2004 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. Artigo 5. o

5232 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 194 18 de Agosto de 2004 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. Artigo 5. o 5232 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 194 18 de Agosto de 2004 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n. o 38/2004 de 18 de Agosto Define as bases gerais do regime jurídico da prevenção, habilitação, reabilitação

Leia mais

REGULAMENTO DO "CONCURSO DE IDEIAS" PARA A CRIAÇÃO DO NOVO LOGÓTIPO DA CERCIGUI

REGULAMENTO DO CONCURSO DE IDEIAS PARA A CRIAÇÃO DO NOVO LOGÓTIPO DA CERCIGUI DO "CONCURSO DE IDEIAS" PARA A CRIAÇÃO DO NOVO LOGÓTIPO DA CERCIGUI Missão: Promover a inclusão social da pessoa com deficiência de acordo com o Código de Ética Valores: Rigor * Confidencialidade * Integridade

Leia mais

Regulamento (Aprovado em Conselho Pedagógico de 12 de Maio de 2009)

Regulamento (Aprovado em Conselho Pedagógico de 12 de Maio de 2009) ESCOLA SECUNDÁRIA DE PEDRO ALEXANDRINO CURSOS EFA Educação e Formação de Adultos Regulamento (Aprovado em Conselho Pedagógico de 12 de Maio de 2009) I Legislação de Referência Portaria n.º 230/2008 de

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL

ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL MISSÃO A Associação para a Economia Cívica Portugal é uma Associação privada, sem fins lucrativos cuja missão é: Promover um novo modelo de desenvolvimento económico

Leia mais

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO Organização Auchan Portugal Hipermercados Diretor(a) Clara Costa Setor de Atividade Distribuição Número de Efetivos 7308 (total = 7871) NIF 502607920 Morada Travessa Teixeira Junior,

Leia mais

ENCONTRO Juventude e Igualdade entre Mulheres e Homens

ENCONTRO Juventude e Igualdade entre Mulheres e Homens ENCONTRO Juventude e Igualdade entre Mulheres e Homens RESOLUÇÃO LUTAR CONTRA AS DISCRIMINAÇÕES CONSTRUIR A IGUALDADE Marinha Grande 15 de Maio de 2015 RESOLUÇÃO Lutar contra as discriminações Construir

Leia mais

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada.

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. Anexo A Estrutura de intervenção As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. 1. Plano de ação para o período 2016

Leia mais

I Seminário Transfronteiriço sobre Estratégias de participação Andaluzia, Algarve, Alentejo Marta Terra Voluntariado e cidadania - A REDE -

I Seminário Transfronteiriço sobre Estratégias de participação Andaluzia, Algarve, Alentejo Marta Terra Voluntariado e cidadania - A REDE - Rede Portuguesa de Jovens para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens (REDE) I Seminário Transfronteiriço sobre Estratégias de participação Andaluzia, Algarve, Alentejo Marta Terra Voluntariado

Leia mais

Detalhe de Oferta de Emprego

Detalhe de Oferta de Emprego Detalhe de Oferta de Emprego Código da Oferta: OE201507/0293 Tipo Oferta: Procedimento Concursal para Cargos de Direção Estado: Activa Nível Orgânico: Câmaras Municipais Organismo Câmara Municipal de Matosinhos

Leia mais

Manual de Gestão. Sistema de Reconhecimento e Referenciação de Processos de Qualificação e de Profissionais para Entidades da Economia Social

Manual de Gestão. Sistema de Reconhecimento e Referenciação de Processos de Qualificação e de Profissionais para Entidades da Economia Social Manual de Gestão Sistema de Reconhecimento e Referenciação de Processos de Qualificação e de Profissionais para Agência de Inovação Social animar.com Outubro 2015 Página2 INDÍCE 1 PRESSUPOSTOS E PRINCIPIOS...

Leia mais

MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE E DA SEGURANÇA SOCIAL

MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE E DA SEGURANÇA SOCIAL 1942 Diário da República, 1.ª série N.º 64 2 de abril de 2013 MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE E DA SEGURANÇA SOCIAL Portaria n.º 139/2013 de 2 de abril Centro de Apoio Familiar e Aconselhamento Parental A

Leia mais

DIAGNÓSTICO PRÁTICAS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NAS EMPRESAS DOS AÇORES

DIAGNÓSTICO PRÁTICAS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NAS EMPRESAS DOS AÇORES APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS DIAGNÓSTICO PRÁTICAS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NAS EMPRESAS DOS AÇORES JUNHO DE 2012 CENTRO ESTUDOS NATÁLIA CORREIA PONTA DELGADA CATARINA BORGES AGRADECIMENTOS SECRETARIA REGIONAL

Leia mais

Manual de orientação para boas práticas em Igualdade de génro nas empresas e organziações

Manual de orientação para boas práticas em Igualdade de génro nas empresas e organziações Manual de orientação para boas práticas em Igualdade de génro nas empresas e organziações Uma abordagem estratégica para a RSE revela-se cada vez mais fundamental para a competitividade das empresas. Esta

Leia mais

Decreto-Lei n.º 164/2007 de 3 de Maio

Decreto-Lei n.º 164/2007 de 3 de Maio Decreto-Lei n.º 164/2007 de 3 de Maio No quadro das orientações definidas pelo Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado (PRACE) e dos objectivos do Programa do Governo no tocante à

Leia mais

AVISO DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS AVISO Nº ALT20 42 2015 13 INVESTIMENTOS NA ÁREA DOS EQUIPAMENTOS SOCIAIS E DA SAÚDE

AVISO DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS AVISO Nº ALT20 42 2015 13 INVESTIMENTOS NA ÁREA DOS EQUIPAMENTOS SOCIAIS E DA SAÚDE AVISO DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS AVISO Nº ALT20 42 2015 13 INVESTIMENTOS NA ÁREA DOS EQUIPAMENTOS SOCIAIS E DA SAÚDE INVESTIMENTOS NA ÁREA DA SAÚDE DOMÍNIO DA INCLUSÃO SOCIAL E EMPREGO

Leia mais

Índice. Quadro Referencial Avaliação do Desempenho Docente. Índice 01. Introdução 02. Pressupostos 02. Dimensões da Avaliação 03

Índice. Quadro Referencial Avaliação do Desempenho Docente. Índice 01. Introdução 02. Pressupostos 02. Dimensões da Avaliação 03 Quadro Referencial Avaliação do Desempenho Docente Índice Página Índice 01 Introdução 02 Pressupostos 02 Dimensões da Avaliação 03 Domínios e Indicadores da Avaliação 03 Níveis de Desempenho da Avaliação

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Sexta-feira, 8 de março de 2013. Série. Número 32

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Sexta-feira, 8 de março de 2013. Série. Número 32 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Sexta-feira, 8 de março de 2013 Série Sumário SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E RECURSOS HUMANOS Portaria n.º 19/2013 Aprova o Programa Juventude Ativa. 2 8 de

Leia mais

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO. Setor de Atividade Gestão do Arrendamento Social em Bairros Municipais de Lisboa

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO. Setor de Atividade Gestão do Arrendamento Social em Bairros Municipais de Lisboa FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO Organização GEBALIS,EM, S.A. Diretor(a) Sergio Lopes Cintra Setor de Atividade Gestão do Arrendamento Social em Bairros Municipais de Lisboa Número de Efetivos 200 NIF 503541567

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA

ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA 2012-2015 PLANO DE MELHORIA (2012-2015) 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROCESSO Decorreu em finais de 2011 o novo processo de Avaliação Externa

Leia mais

Melhorar o desempenho Promover o sucesso: Aprender mais Aprender melhor PLANO ESTRATÉGICO DE MELHORIA 2014/ 2017

Melhorar o desempenho Promover o sucesso: Aprender mais Aprender melhor PLANO ESTRATÉGICO DE MELHORIA 2014/ 2017 Melhorar o desempenho Promover o sucesso: Aprender mais Aprender melhor PLANO ESTRATÉGICO DE MELHORIA 2014/ 2017 um fruto não se colhe às pressas. Leva seu tempo, de verde-amargo até maduro-doce Mia Couto

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO PÓS-GRADUAÇÃO/ESPECIALIZAÇÃO EM SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO QUALIDADE, AMBIENTE, SEGURANÇA E RESPONSABILIDADE SOCIAL FORMAÇÃO SGS ACADEMY PORQUÊ A SGS ACADEMY? Criada, em 2003, como área de negócio da

Leia mais

FASCÍCULO IV OS PRINCIPAIS CONCEITOS PARA A COMPREENSÃO DA IGUALDADE DE GÉNERO

FASCÍCULO IV OS PRINCIPAIS CONCEITOS PARA A COMPREENSÃO DA IGUALDADE DE GÉNERO OS PRINCIPAIS CONCEITOS PARA A COMPREENSÃO DA IGUALDADE DE GÉNERO Com a colaboração de: No âmbito dos estudos de género e das políticas de igualdade têm vindo a ser definidos inúmeros conceitos com vista

Leia mais

Regulamento Interno PREÂMBULO

Regulamento Interno PREÂMBULO Regulamento Interno PREÂMBULO O Município de Beja enquanto promotor local de políticas de protecção social, desempenha um papel preponderante na elaboração de estratégias de desenvolvimento social e na

Leia mais

Dos 173 questionários devolvidos pelos(as) trabalhadores(as), 169 foram preenchidos ou parcialmente preenchidos e 5 foram devolvidos em branco.

Dos 173 questionários devolvidos pelos(as) trabalhadores(as), 169 foram preenchidos ou parcialmente preenchidos e 5 foram devolvidos em branco. QUESTIONÁRIO DE SATISFAÇÃO APLICADO AOS(ÀS) TRABALHADORES(AS) DA DRAP ALGARVE RELATÓRIO CICLO DE GESTÃO 2012 I. Nota Introdutória Com o presente documento pretendem apurar-se os resultados do questionário

Leia mais

Apoio Social à Maternidade e Paternidade

Apoio Social à Maternidade e Paternidade Apoio Social à Maternidade e Paternidade Compete aos serviços de saúde proporcionar à mulher o conhecimento sobre as condições de apoio que o estado pode dar à prossecução da gravidez e à maternidade.

Leia mais

Ministério da Solidariedade Emprego e Segurança Social PLANO DE AÇÃO PARA A IGUALDADE

Ministério da Solidariedade Emprego e Segurança Social PLANO DE AÇÃO PARA A IGUALDADE Ministério da Solidariedade Emprego e Segurança Social 2014 2017 PLANO DE AÇÃO PARA A IGUALDADE Índice NOTAS DE ABERTURA... 3 Ministro da Solidariedade Emprego e Segurança Social... 3 Equipa Interdepartamental

Leia mais

CARTA DA IGUALDADE 11 COMPROMISSOS PARA UM TERRITÓRIO MAIS IGUAL

CARTA DA IGUALDADE 11 COMPROMISSOS PARA UM TERRITÓRIO MAIS IGUAL CARTA DA IGUALDADE 11 COMPROMISSOS PARA UM TERRITÓRIO MAIS IGUAL PREÂMBULO A igualdade das mulheres e dos homens é um direito fundamental para todos e todas, constituindo um valor capital para a democracia.

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

REGULAMENTO GERAL COMISSÃO ORGANIZADORA PATROCINADOR DE OURO CO-FINANCIAMENTO PATROCINADOR DE PRATA

REGULAMENTO GERAL COMISSÃO ORGANIZADORA PATROCINADOR DE OURO CO-FINANCIAMENTO PATROCINADOR DE PRATA REGULAMENTO GERAL COMISSÃO ORGANIZADORA PATROCINADOR DE OURO CO-FINANCIAMENTO PATROCINADOR DE PRATA PNAM REGULAMENTO GERAL VALORES E NORMAS REGULAMENTARES GERAIS DO 1. ORIGEM, OBJETIVOS E PERIODICIDADE

Leia mais

PROGRAMA DE FORMAÇÃO

PROGRAMA DE FORMAÇÃO PROGRAMA DE FORMAÇÃO 1. Identificação do Curso Pós-Graduação em Gestão Estratégica de Recursos Humanos 2. Destinatários Profissionais em exercício de funções na área de especialização do curso ou novos

Leia mais

DESCRITOR DA PRÁTICA Sistema de Reconhecimento e Referenciação de Processos de Qualificação e de Profissionais para Entidades da Economia Social

DESCRITOR DA PRÁTICA Sistema de Reconhecimento e Referenciação de Processos de Qualificação e de Profissionais para Entidades da Economia Social ANEXO 1 - DESCRITOR DA PRÁTICA PRÁTICA para Reconhecimento e/ou referenciação Quer? Reconhecer Referenciar X É da Rede Animar? Sim Não X Entidade Responsável pela Prática: Pessoa de Contato na Entidade:

Leia mais

Relatório de atividades do Conselho Geral

Relatório de atividades do Conselho Geral ESCOLA SECUNDÁRIA DA RAMADA Relatório de atividades do Conselho Geral ESCOLA SECUNDÁRIA DA RAMADA Uma Educação de Qualidade para Construir o Futuro 2009/2011 RELATÓRIO DE ATIVIDADES DO CONSELHO GERAL (2009-2011)

Leia mais

Manual do Voluntariado da Cidade Europeia do Desporto - Guimarães 2013

Manual do Voluntariado da Cidade Europeia do Desporto - Guimarães 2013 Manual do Voluntariado da Cidade Europeia do Desporto - Guimarães 2013 Preâmbulo De acordo com o disposto no art.º 2.º da Lei n.º 71/98, de 3 de Novembro, o voluntariado é o conjunto de ações de interesse

Leia mais

A Iniciativa para a Economia Cívica

A Iniciativa para a Economia Cívica A Iniciativa para a Economia Cívica Os Programas de Inovação Societal e Mudança A. A Iniciativa para a Economia Cívica A Iniciativa para a Economia Cívica (IEC) é uma iniciativa que agrega entidades públicas,

Leia mais

Enquadramento técnico normativo

Enquadramento técnico normativo Este Guião pretende, por um lado dar visibilidade ao serviço de SAD promovido pelas IPSS, e por outro servir de inspiração para todas as instituições. Não é um documento fechado, antes uma base de trabalho

Leia mais

CONTRATAÇÃO DE INVESTIGADOR/A DOUTORADO/A EM CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS

CONTRATAÇÃO DE INVESTIGADOR/A DOUTORADO/A EM CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS CONTRATAÇÃO DE INVESTIGADOR/A DOUTORADO/A EM CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS a. Descrição do Concurso: O Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra, Laboratório Associado (LA) por contrato assinado

Leia mais

REGULAMENTO DE FORMAÇÃO INTERNA DO MUNICÍPIO DE MIRANDELA

REGULAMENTO DE FORMAÇÃO INTERNA DO MUNICÍPIO DE MIRANDELA REGULAMENTO DE FORMAÇÃO INTERNA DO MUNICÍPIO DE MIRANDELA Qualquer processo formativo de qualidade exige medidas e instrumentos de normalização e controlo, que garantam desempenhos de excelência e correções

Leia mais

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A satisfação e o desempenho dos recursos humanos em qualquer organização estão directamente relacionados entre

Leia mais

Estrutura da Apresentação

Estrutura da Apresentação Capacitar para Qualificação e Inovação das Redes Sociais do Minho-Lima (CQIRS-ML) Seminário Redes Sociais, Desenvolvimento e Coesão Social do Alto Minho: Diagnóstico, Perspetivas e Ações 2014-2020 19 de

Leia mais

União das Freguesias de Carregado e Cadafais. Loja Social do Carregado. Regulamento Interno. Preâmbulo

União das Freguesias de Carregado e Cadafais. Loja Social do Carregado. Regulamento Interno. Preâmbulo Preâmbulo A, no enquadramento legal do artigo 241º, da Constituição da República Portuguesa, e da Lei 75/2013, de 18 de Setembro, é um espaço dinamizado por um corpo de voluntários, com o apoio e promoção

Leia mais

CAPÍTULO I. Objeto e âmbito

CAPÍTULO I. Objeto e âmbito O processo de revisão de carreiras especiais da saúde constitui uma necessidade no quadro mais amplo da reforma da Administração Pública, impondo-se que seja juridicamente enquadrado pelo disposto na Lei

Leia mais

Moção de Isabel Coutinho

Moção de Isabel Coutinho Moção de Isabel Coutinho A igualdade entre mulheres e homens constitui um dos desafios mais importantes na prossecução de uma sociedade mais justa e inclusiva. O reforço da reflexão sobre a participação

Leia mais

PROJETO EDUCATIVO Ano letivo 2012 2013

PROJETO EDUCATIVO Ano letivo 2012 2013 PROJETO EDUCATIVO Ano letivo 2012 2013 É pela vivência diária que cada um de nós aprende a conhecer-se e a respeitar-se, conhecendo e respeitando os outros, intervindo, transformando e tentando melhorar

Leia mais

unicipal de Vila Pouca d Gabinete Acção Social

unicipal de Vila Pouca d Gabinete Acção Social unicipal de Vila Pouca d Gabinete Acção Social BANCO DE ECURSOS' REGULAMENTO DO BANCO DE RECURSOS DO MUNICÍPIO DE VILA POUCA DE AGUIAR PREÂMBULO Ao abrigo do quadro legal de atribuições e competências

Leia mais