A COMPANHIA E A EXPORTAÇÃO DE PRODUTOS SECOS PARA O BRASIL

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1 A COMPANHIA E A EXPORTAÇÃO DE PRODUTOS SECOS PARA O BRASIL Maria da Conceição Meireles Pereira É consabido que os produtos que a Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro estava legalmente habilitada a comercializar com o Brasil eram o vinho, as aguardentes e os vinagres 1. Todavia, houve situações de excepção que determinaram o envio de outras carregações, isto é, outros produtos, o qual apenas se podia fazer mediante autorização real. Com efeito, a Companhia não tinha competência institucional para participar no comércio de outros géneros e artigos - essa não era a sua vocação - e, como adiante se verá, a falta de experiência nesse campo não poderia saldar-se senão no mau resultado de tais negócios. No ano de num momento de carência de vinho branco, vinagre e aguardente - os administradores do Rio de Janeiro sugeriram à administração da Companhia que fosse pedida autorização "ao Rei para mandar um navio de licença àquela capitania, carregado dos produtos em falta" 2. O monarca deferiu o pedido, tendo Carvalho e Melo, conde de Oeiras, em carta de 28 de Setembro de 1759, informado de que tinha sido permitido à Companhia Geral das Vinhas do Alto Douro enviar à capitania do Rio de Janeiro um navio "com carga de secos, e molhados, contanto que fosse carregado, por conta do comum da mesma Companhia, atendendo à falta em que ficava a dita Capitania de alguns géneros, com os quais se lhe não podia acudir logo pela demora, que ainda terão os Navios destinados à Esquadra, que deve partir da Cidade do Porto" 3. Mais era autorizado que "o referido Navio possa voltar dessa Capitania em direitura à dita cidade, antes de partir a Frota próxima futura, trazendo empregado em géneros desse país, o produto que nele se achar das carregações da sobredita Companhia" 4. Foi nesta conformidade que a Junta escreveu aos administradores da Baía para carregarem o navio de licença da Companhia com produtos locais, designadamente açúcar (branco e masca v ado), tabaco e solas para os quais previam uma venda lucrativa em Portugal, podendo para este efeito solicitar aos administradores do Rio as quantias de que necessitassem. O navio de licença regressou ao Reino no Verão do ano seguinte com os produtos citados rolos de tabaco, 50 caixas de açúcar e meios de sola mas a sua venda revelou-se mais complicada do que a Junta da Companhia tinha imaginado. Apesar da intermediação da Junta do Comércio, a prossecução do negócio foi lenta e conheceu algumas vicissitudes; o tabaco, por exemplo, só no final do ano foi vendido e por preço inferior ao previsto

2 MARIA DA CONCEIÇÃO MEIRELES PEREIRA Regressando à carregação especial da Companhia, em 30 de Outubro de 1759, a Junta escreveu aos seus administradores no Rio comunicando-lhes que havia fretado o navio Nossa Senhora da Luz e Santa Ana, o qual fora carregado por conta da Companhia com vinagre, vinho branco e aguardente, "e para completar a carga do dito navio se fez emprego em fazendas secas, e mantimento de todas as qualidades para ir sortimento de todos os géneros" 6. Estes artigos deveriam ser vendidos pelos melhores preços conseguidos no mercado carioca e o produto da sua venda a dinheiro deveria ser remetido nos cofres da primeira nau que regressasse ao reino e entregue à ordem da Junta, na casa da Moeda de Lisboa. A Junta preferia que a transacção fosse feita em dinheiro, e não fiada, pois apesar desta segunda modalidade poder alcançar melhores preços não compensava os inconvenientes da demora. A autorização régia para este negócio determinava uma comissão de 2% para a fazenda real e outra idêntica para a Companhia pela venda e remessa. Contudo, não estabeleceu a taxa de lucro dos géneros remetidos, permitindo, desta forma, à empresa monopolista, actuar como qualquer outro mercador que enviava produtos à consignação, os quais seriam vendidos como as mercadorias de um comum particular 7. Desta forma, a carregação por conta e risco da Companhia seguiu para o Rio de Janeiro no referido navio, capitaneado por Manuel da Costa Basto, para ser entregue aos administradores António Pinto de Miranda, Luís António de Miranda e Tomé Gomes Moreira. Esta carga assumiu proporções consideráveis, tendo sido acomodada em numerosos pacotes, fardos, barris, pipas, barricas, caixões, ancoretas e cunhetes. O seu valor total - incluindo despesas e materiais de empacotamento, fretes e carretos, direitos e comissão da Companhia (2%) - cifrava-se em $223. Esta vasta remessa era constituída por artigos diversificados que agrupámos em quatro tipos: ferramentas, metais e munição; têxteis e chapelaria; géneros alimentares e outros produtos (Quadro n.0 1). Como foi estabelecida esta lista de artigos enviados para o Rio de Janeiro? Teriam os administradores da Junta nas cidades brasileiras feito sugestões sobre os géneros com maior carestia ou saída, ou, por sua vez, terá a Junta do Porto decidido embarcar produtos que lhe eram de acesso mais fácil e com eventual maior margem de lucro? Provavelmente a junção das duas coisas. Em carta de 11 de Janeiro de 1760, os administradores do Rio de Janeiro referiam-se aos géneros chegados por conta da Companhia aos seus congéneres da Baía (Joaquim Inácio da Cruz e António Cardoso dos Santos). Diziam que se estava a proceder à descarga, os géneros tinham chegado em excelente estado devido ao pouco tempo que estiveram embarcados e à brevidade da viagem, mencionando ainda que "a ocasião para os molhados e comestíveis é própria por virem a tempo da Quaresma e haver falta deles, assim como em os mais da fazenda seca que julgamos haver boa saída e reputação menos a munição pela muita que ainda há em ser da frota passada"

3 A COMPANHIA E A EXPORTAÇÃO DE PRODUTOS SECOS PARA O BRASIL Quadro 1 - Carregação do Navio Nossa Senhora da Luz e Santa Ana (1759) Artigos Ferramentas, Metais e Munição Enxadas Pregos de diversos tipos Machados Foices Ferro da Suécia Ferro da Biscaia Aço de 3 folhas Aduelas singelas Retalhos de aduelas Munição Têxteis e Chapelaria Panos de linho de diversos tipos Estopa para os pacotes Estopas de diversos tipos Estopa para capas Chapéus de diversos tipos do Porto e de Braga Cobertores Estopa para capas Linha sortida de Guimarães Aniagens Géneros Alimentares Manteiga Queijos redondos Sardinhas Azeite de diversos tipos Biscoito branco Bacalhau Figos Outros Produtos Fio de vela Velas de Cera Quantidade 509 unidades unidades 11 O unidades 95 unidades 200 quintais (561 barras) 100 quintais e 9 arráteis (250 barras) 20 barris 5005 unidades 3492 unidades 100 barris varas (112 pacotes) 1 662,2 varas 1 635,2 varas (6 pacotes) 103 varas unidades 140 unidades 103 varas 135 maços 2078 varas (40 peças) 50 Barris 960 unidades 200 ancoretas 373,25 almudes (18 pipas) 53 barris 233 ancoretas 49 barricas 69 pipas 13 barricas 200 arrobas 24 arrobas 5 cunhetes Fonte: ARCV - Livro de Carregações de 1756 a 1776, fls No mês seguinte, os mesmos administradores do Rio de Janeiro informavam a Junta do Porto sobre as suas diligências no tocante à venda das mercadorias recebidas. Haviam vendido alguns artigos a dinheiro mas outros tinham sido fiados, isto para não perder a oportunidade de venda e por recearem a eventual diminuição de preço que a chegada anunciada de navios das Ilhas (Açores e Madeira) poderia causar, pois costumavam trazer sortimento de comestíveis e molhados. Por outro lado, enunciavam o rol de produtos que não tinham conseguido 285

4 MARIA DA CONCEIÇÃO MEIRELES PEREIRA vender: vinho branco, bacalhau, azeite, manteiga, biscoito, ferro da Suécia e da Biscaia, munição, aniagens, pacotes de estopa, linha de Guimarães, fio de sapateiro 9, pregos, enxadas, chapéus de Braga, alguma cera, foices e machados. Melhor sorte tiveram outros produtos como o pano de linho que foi ajustado todo junto com os comerciantes da colónia de Sacramento para onde estavam a sair alguns navios. Aos mesmos comerciantes surgiu a oportunidade de vender ainda dois caixões de chapéus de Braga, todos os chapéus grossos do Porto para homem, moço e menino, bem como a totalidade dos cobertores. Os ditos administradores do Rio informam ainda que se vendiam muitos géneros da Companhia para a praça da Colónia (Sacramento) donde vinha prata de pesos, pelo que perguntavam se podiam receber o pagamento dos artigos na dita prata pelo preço que na altura se praticasse10. Porém, a carta dos administradores do Rio de Janeiro para os seus congéneres da Baía, datada de 25 de Julho de 1760, é, a vários títulos, elucidativa dos negócios da Companhia no Brasil. Esta epístola evidencia não só a animadversão que a colónia votava à empresa monopolista mas também a convicção da impossibilidade de venda dos produtos enviados, tendo em vista a sua excessiva quantidade. Com efeito, aqueles agentes congratulam-se com a chegada da nova esquadra, porque assim mudariam de opinião todos quantos "sem fundamento acreditavam a extinção da Companhia tão-somente por uma notícia vaga que só se acomoda com aqueles que sempre desde o princípio lhe foram mal afectos"11. As suas apreensões quanto à venda dos produtos da carregação extraordinária da Companhia, expressam-se nas seguintes palavras: "Os chapéus de Braga e mais fazenda seca que ficou em ser do navio de licença na verdade lha receamos pela muito que veio na presente esquadra de sorte que vindo a frota com a quantidade que se espera há-de haver empate ou desbarate dos preços a dinheiro porque todos carecemos dele". Um ano depois, em 11 de Agosto de 1761, aqueles administradores queixavam-se ao provedor e deputados de que ainda não haviam conseguido vender os géneros de fazenda seca o que atribuíam ao ódio causado pela chegada daquele navio somente por conta da Companhia. Mas além da má vontade dos brasileiros em relação à empresa do Porto, deve ter-se em linha de conta a deficiente adequação de certos géneros às necessidades da colónia. Veja-se, por exemplo, a grande remessa de chapéus que perfazia um total de 2901 unidades. Além dos 700 chapéus do Porto - de homem, de moço e de menino - os restantes eram provenientes de Braga, mais caros e mais sofisticados. Enquanto um chapéu do Porto de homem era embarcado ao preço de 310 réis, um chapéu idêntico de Braga podia atingir o dobro, para não falar dos de forro de ruão fino que saíam a 860 réis, dos de forro de carneira que valiam 980 réis, dos de forro de nobreza que chegavam a valer 1$093, ou dos de forro de seda cujo valor era de 1$500 réis a unidade, e isto sem contabilizar as despesas várias de acondicionamento da mercadoria (estopa, pastas de papelão, caixão e forro) e ainda a comissão e portagem em Braga, bem como o carreto ao Porto que, naturalmente, oneravam o preço unitário. 286

5 A COMPANHIA E A EXPORTAÇÃO DE PRODUTOS SECOS PARA O BRASIL Assim, aqueles administradores informavam que os chapéus de Braga pouco ou nada se vendiam por haver muitos na terra, mas também porque sofriam a concorrência dos de sola, fabricados em grande quantidade na região de Minas, bem como dos de palha, provenientes de Angola 12. Nesta conformidade, os produtos ficavam empatados, não se conseguindo realizar capital com a sua venda e a possibilidade de elevação dos preços ficava comprometida pela concorrência causada pela chegada de novas esquadras comerciais. De certa forma, as vendas eram periódicas, marcadas pelo ritmo da chegada das frotas que dinamizavam o giro das mercadorias e dos consumidores, com destaque para as populações mineiras que se deslocavam aos mercados do litoral para abastecimento. Esta situação concreta que ocorre com as mercadorias enviadas pela Companhia das Vinhas do Alto Douro, apesar da falta de experiência da Instituição em negócios de secos e molhados, reflecte as adversidades do comércio luso -brasileiro e, especificamente, as dificuldades da metrópole em abastecer, com eficácia e em tempo oportuno, o mercado sul-americano. Este facto derivava de múltiplos factores como o tempo das viagens, a falta de concertação entre os pedidos dos comerciantes da colónia e as remessas do Reino, a tentação de enviar produtos que tinham menor escoamento no mercado metropolitano, fossem eles de muito boa ou de muito má qualidade e, sobretudo, a sua desadequação às reais necessidades do território colonial e suas populações. Havia, ainda, a ter em linha de conta, a concorrência entre os diversos grupos mercantis, bem como a concorrência do tráfego ilícito e clandestino. Neste contexto, não eram raras as situações de saturação do mercado de determinados produtos, bem como o seu inverso, isto é, carestia de géneros devido à ruptura do seu abastecimento, nomeadamente dos que proporcionavam menores lucros. Os produtos referidos chegados ao Rio de Janeiro no navio de licença da Companhia do Alto Douro tiveram um destino atribulado. Só quatro anos mais tarde, em Agosto de 1763, a administração do Rio apresentou a "conta de venda da carregação dos géneros secos e molhados carregados para o Rio de Janeiro em 1759 no Navio de Licença Nossa Senhora da Luz e Santa Ana" 13. Este documento, que faz o registo da "venda de todos os géneros da dita carregação", reflecte, necessariamente, os contornos daquele negócio. Antes de mais, e apesar de expressamente se referir a "todos os géneros", não contém qualquer menção à venda de um deles que seguiu em grande quantidade: 69 pipas e 13 barricas de bacalhau. Explicita ainda que algumas vendas foram feitas a dinheiro, nomeadamente parte das remessas de aço, azeite, estopas dos fardos de cobertores, fio de vela e sapateiro, enxadas, linha de Guimarães e pregos. Complementarmente, quase metade do ferro da Suécia fora vendida a fiado a Maria Teresa, viúva de Francisco Mateus Portugal. Já outros produtos permaneceram em ser, isto é mantinham-se em armazém, tendo sido abonados pela administração carioca para "fixar a conta". Nesta situação destacam-se os chapéus de Braga unidades - que foram 287

6 MARIA DA CONCEIÇÃO MEIRELES PEREIRA abonados com 25%. Outros artigos acabaram também por ser abonados, como foi o caso de algum fio de sapateiro, da maior parte da linha de Guimarães, bem como cerca de metade da munição. Por sua vez, os gastos no Rio de Janeiro não eram despiciendos, alcançando a cifra de 5 415$494 réis. Incluíam o fretamento do navio (ao qual se abatia uma quantia referente aos géneros da Companhia que nele iam conforme os preços da sua instituição); o subsídio na alfândega relativa a pipas, barris e ancoretas de azeite; a dízima para avaliação conforme os bilhetes; selos de toda a fazenda seca; pagamento aos negros para recolha da mercadoria na alfândega, abrir, selar e carreto a casa; aluguer de armazéns, comissão de venda (2%), etc. A administração do Rio de Janeiro apresentava, finalmente - "pelo líquido rendimento salvo erro sem nosso prejuízo do que ainda desta conta se dever que trespassamos a conta corrente dos Senhores Provedor e Deputados" - o valor de $132 réis. Considerando que a mercadoria saíra do Porto com o preço de $223 réis, verifica-se que o ganho ficou pelos 9 755$909 réis. Todavia, este valor de cerca de 30% de lucro encobre uma realidade efectivamente menos lucrativa. Isto é, há que ter em conta a dilação no tempo, as condições de recebimento pouco favoráveis, as abonações de alguns artigos, géneros que permaneciam em ser, entre outros aspectos. Como seria de esperar, a experiência de 1759 não se repetiria. A partir de então, os negócios da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro para o Brasil, além dos tradicionais vinhos, aguardentes e vinagres, vão cingir-se a produtos muito concretos e em quantidades cuja viabilidade de venda estivesse garantida, sem qualquer margem de risco. Mais pareciam "encomendas" dos administradores brasileiros (Quadro n.0 2). Em 29 de Outubro de 1762, a Administração da Companhia Geral do Alto Douro carregou para o Rio de Janeiro retalhos para aduelas e fundos de ancaretas (5 900 no navio Piedade, no navio Conceição, e no navio Lapa), num total de retalhos. O seu valor ia estimado em 84$050 réis, ao que era acrescentado as despesas de ferragem, carreto à praia e frete a bordo, bem como a comissão de 2% da administração, perfazendo o total de 93$ Esta mercadoria estava intimamente relacionada com os negócios da Companhia, destinando-se ao fabrico do vasilhame necessário ao acondicionamento e transporte dos seus produtos. Entre os bens alimentares, a sardinha destaca-se neste comércio. Em 29 Julho de 1774, a Companhia enviou para o Rio de Janeiro, no navio Santa Ana e Santo António e Almas, sob o comando do capitão Manuel da Costa Basto, 64 ancoretas com sardinhas cada uma. Isto é, unidades, no valor total de 138$184 réis 15. Em 6 de Setembro do mesmo ano, o navio O Senhor da Boa Viagem e S. Lourenço, do capitão Manuel Teixeira de Carvalho saiu para a Baía, por conta e risco dos interessados na referida Companhia, com a incumbência de entre- 288

7 A COMPANHIA E A EXPORTAÇÃO DE PRODUTOS SECOS PARA O BRASIL gar aos Administradores José Carneiro de Campos e Manuel Gomes Pinto, 40 ancoretas com sardinhas no valor de 76$573 réis 1 6. Em 1 784, foi registada com data de 1 5 de Outubro, uma factura de vários géneros carregados pela Administração da Companhia do Alto Douro, para o Rio de Janeiro, no navio S. Joaquim Augusto do capitão Joaquim José de B ar ros, por conta e risco dos interessados na mesma Companhia. Esta carregação, a entregar a António José Coelho, Brás Carneiro Leão e Manuel Rodrigues de B arros, constava de um baú com 62 peças de fitas de seda num total de 1 078,5 varas, no valor de 140$205 réis, e 80 dúzias de coifas de seda bordadas de dife rentes cores, em 80 maços, no valor de 528$000. Adicionando as despesas com o baú e mais gastos até bordo, bem como a comissão da Companhia, o valor destas mercadorias cifrava-se em 687$4 1 3 réis 1 7. Quadro 2 - Carregações de secos da Companhia para o Brasil ( ) DATA Outubro Julho Setembro Outubro Fonte: ARCV - Livros de PRODUTO/QUANTIDADE DESTINO O Retalhos para aduelas e fundos de ancoretas Rio de Janeiro Sardinhas Rio de Janeiro Sardinhas Baía 62 Peças de fitas de seda 80 Dúzias de coifas de seda bordadas Rio de Janeiro Carregações de a e a Como se pode verificar, a lição aprendida pela Companhia com a carrega ção de teve os seus frutos. A Instituição não reincidiu em envios avulta dos e diversificados de produtos estranhos ao seu monopólio, cuja venda em tempo útil, a bom preço e a dinheiro parecia altamente improvável. Estes negó cios esporádicos da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, que exigiam, aliás, autorização régia para se poderem realizar, não se compatibilizavam com a natureza da Instituição e com a sua área de compe tências. Essa não era, decididamente, a sua vocação. FONTES ARCV, Arquivo da Real Companhia Velha. ANRJ, Arquivo Nacional do Rio de Janeiro. BIBLIOGRAFIA REIS, Maria Cecília B. N. Rodrigues S., Do Rio Douro à Baía da Guanabara. Ensaio sobre a Mentalidade e o Trato Mercantil Setecentista, Porto: Reitoria da Universidade do Porto. SOUSA, Fernando de (coord.), A Real Companhia Velha. Companhia Geral da Agricul tura das Vinhas do Alto Douro ( ), Porto: CEPESE. 289

8 MARIA DA CONCEIÇÃO MEIRELES PEREIRA NOTAS lo SOUSA, REIS, 1997: 199. ANRJ - Carta de Carvalho e Melo para José António Freire de Andrade, códice 952, vol. 39, fi ANRJ - Carta de Carvalho e Melo para José António Freire de Andrade, códice 952, vol. 39, fi REIS, 1997: ARCV - Carta da Junta da Companhia para os administradores no Rio de Janeiro, fls , cit. por REIS, 1997: 199. REIS, 1997: 200. ARCV - Carta dos administradores no Rio de Janeiro para os da Baía, Joaquim Inácio da Cruz e António Cardoso dos Santos, em /1 de Janeiro de Copiador de correspondência de Fevereiro de 1757 a Dezembro de 1772, fls São inclusivamente referidos nesta carta alguns dos géneros recebidos (todos alimentares: bacalhau, sardinha, queijos, manteiga, figos e azeite) e respectivos preços. Este produto não consta da lista da carregação atrás citada. ARCV - Carta dos Administradores no Rio de Janeiro para o Provedor e Deputados da Junta da Companhia, em 9 de Fevereiro de 1760, fls ARCV - Carta dos Administradores no Rio de Janeiro para os Administradores da Baía, em 25 de Julho de 1760, fls ARCV - Carta dos Administradores no Rio de Janeiro para o Provedor e Deputados da Junta da Companhia, em 11 de Agosto de 1761, fls ARCV - Documento avulso de ARCV - Livro de Carregações de 1756 a 1776, fi ARCV - Livro de Carregações de 1756 a 1776, fi ARCV - Livro de Carregações de 1756 a 1776, fi ARCV - Livro de Carregações de 1777 a 1815, fls

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