O PIBID E O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA SALA DE AULA: CONTRIBUIÇÕES NA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO

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1 O PIBID E O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA SALA DE AULA: CONTRIBUIÇÕES NA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO Delcimara Santos Aranha (1); Kalyane Pereira de Oliveira (1); Sandra Alves de Oliveira (2); Sônia Maria Alves de Oliveira Reis (3); Jany Rodrigues Prado (4) Departamento de Educação de Guanambi Campus XII/UNEB. RESUMO: Este trabalho discute momentos fundamentais na formação do pedagogo, o estágio supervisionado e a atuação como bolsista de Iniciação à Docência (ID) no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID). Estas atividades formativas foram realizadas em parceria entre a universidade e a escola, na perspectiva de um trabalho coletivo, com o propósito de dar suporte na formação e atuação do pedagogo/futuro professor. Os estudantes do curso de Pedagogia do Departamento de Educação de Guanambi - Campus XII da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e os bolsistas de ID do subprojeto Laboratório de Práticas Pedagógicas do PIBID, participantes desses processos formativos, vivenciaram propostas metodológicas envolvendo a observação coparticipativa e investigativa e a regência, no período de atuação no estágio supervisionado e no PIBID 2012 a Neste texto compartilham-se as contribuições das experiências vivenciadas em escolas públicas do município de Guanambi-BA, na atuação como estagiárias e bolsistas de ID. Por meio da realização do estágio supervisionado o licenciando tem o primeiro contato com a realidade escolar e com a sala de aula. E na atuação no PIBID, o bolsista de ID não assume a turma na qual está inserido, pois seu real papel é aprender com o professor regente e a partir daí construir sua própria formação. Ambas as experiências têm contribuído na construção da identidade docente e da aprendizagem da docência na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Palavras-chave: Estágio supervisionado, Iniciação à Docência, formação docente, experiência, contribuições.

2 1 INTRODUÇÃO Com a demanda e real necessidade de se contribuir na formação de professores capacitados e qualificados, capazes de atuarem na prática, levando em consideração as estratégias inovadoras existentes para o processo de ensino e aprendizagem, o subprojeto Laboratório de Práticas Pedagógicas, vinculado ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) do Departamento de Educação de Guanambi - Campus XII da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) vem desenvolvendo um trabalho coletivo e construtivo com a participação de estudantes do curso de Pedagogia - bolsistas de Iniciação à Docência (ID), dentro dos espaços escolares da rede municipal de ensino de Guanambi-BA. Este subprojeto do PIBID/UNEB, criado em parceria entre a universidade e a escola, com o intuito de inserir o licenciando na escola pública, vem desenvolvendo atividades que levam o licenciando a construir sua identidade docente em um âmbito de formação, como profissional qualificado e experiente. Segundo Pimenta e Lima (2008, p. 67), o curso, o estágio, as aprendizagens das demais disciplinas e vivências dentro e fora da universidade ajudam a construir a identidade docente. Nesse contexto, a inserção do estudante do curso de Pedagogia na escola pública, no período dos estágios supervisionados, possibilita uma aproximação estreita com a realidade escolar, o trabalho pedagógico e vivências do campo profissional. O estágio faz parte do currículo obrigatório do curso de Pedagogia e do cumprimento da carga horária dentro da matriz curricular. Nesse sentido, o estágio está inserido no processo de formação do pedagogo. Para Pietrobon (2009, p. 32) o estágio curricular no curso de pedagogia tem como primazia a formação profissional do acadêmico. [...] a apropriação de instrumentos teóricos-metodológicos pelos acadêmicos para sua ação docente. De acordo com Freitas (20011, p. 18), quando nos referimos ao PIBID falamos de uma aproximação com as condições concretas que hoje constituem esse complexo trabalho docente dos professores de educação básica, compreendendo a condição docente dos professores.

3 Na atuação no PIBID, o bolsista de ID tem a oportunidade de contribuir com a escola, no desenvolvimento das atividades propostas no processo de ensino-aprendizagem. No entanto, nem todos os estudantes do curso de Pedagogia são contemplados para atuar nesse programa, em contato e aproximação com a escola pública. Neste trabalho, discutimos momentos experienciados pelos estagiários e pelos bolsistas de ID dentro do espaço escolar e da sala de aula, e as contribuições na formação docente, por meio da parceria entre a universidade e a escola, na perspectiva de um trabalho coletivo. A experiência se constrói dentro do tempo de atuação nas escolas, tanto no PIBID quanto no estágio. Ambos os processos formativos nos possibilitam acesso a realidade escolar para podermos construir os conhecimentos que só são possíveis com o contato diário nas escolas, nas salas de aula. De acordo com Almeida (1994, p. 39), o cotidiano da sala de aula caracteriza-se como fonte inesgotável de conhecimentos, e desta fonte que deverão ser retirados os elementos teóricos que permitam compreender e direcionar uma ação consciente. Assim, ao transitarmos da universidade para as escolas fazemos uma ponte universidade- escola, que além de propiciar a construção de nossa identidade docente, faz com que a universidade auto avalie o tipo de formação necessária e adequada para as novas exigências educacionais. 2 A METODOLOGIA DO ESTUDO: MOMENTOS EXPERIENCIADOS NO ESTÁGIO E NO PIBID O PIBID e o estágio supervisionado contribuem na formação do professor, mas ambos os processos formativos são atividades diferenciadas na atuação em sala de aula. O estágio é uma disciplina da matriz curricular do curso de Pedagogia que refere as atividades que os alunos deverão realizar durante o seu curso de formação, junto ao campo futuro de trabalho - as séries iniciais do ensino de 1º grau. (PIMENTA, 2011, p.21). E o PIBID é um programa que objetiva a articulação entre a iniciação à docência e a formação continuada de professores.

4 Existem diferenças entre esses processos formativos, visto que, no PIBID o licenciando não assume a regência, já no estágio, logo depois da observação coparticipativa o licenciando assume a sala de aula. Para participar do PIBID, o estudante do curso de Pedagogia passa por um processo seletivo. Após aprovação adentra no âmbito escolar e atuará duas vezes na semana em sala de aula, perfazendo uma carga horária de 32 horas mensais. Assim, ao atuarem diretamente com estudantes e professores da Educação Básica, os bolsistas ficam mais próximos da realidade escolar, começando a aprender o que é ser professor. Para Zabala (1998, p. 65), é necessário que a formação de professores esteja estreitamente relacionada à prática real da sala de aula. A atuação no PIBID possibilita o que destaca este autor. Dentre as escolas da rede municipal de Guanambi-BA, participantes do subprojeto Laboratório de Práticas Pedagógicas do PIBID/UNEB/Campus XII, destacamos neste trabalho as experiências vivenciadas na Escola Municipal Nelsa Luzia Teixeira e na Escola Municipal Maria Regina Freitas. A Escola Municipal Nelsa Luzia Teixeira participa do PIBID desde 2012, e recebe em seu espaço escolar 11 bolsistas de ID. A Escola Municipal Maria Regina de Freitas, também contemplada com o subprojeto Laboratório de Práticas Pedagógicas do PIBID/UNEB/Campus XII, desde 2012, conta com a presença de 10 bolsistas de ID. A metodologia utilizada neste trabalho baseou-se na análise das reflexões de alguns bolsistas de ID sobre as aprendizagens das vivências das propostas metodológicas envolvendo a observação coparticipativa e investigativa e a regência, no período de atuação no estágio supervisionado e no PIBID 2012 a De acordo com Cruz (2011, p. 238), por meio de atividades orientadas e planejadas, que promovem a interação entre futuros docentes e estudantes do Ensino Fundamental, esses bolsistas começam a aprender e refletir sobre o trabalho docente, favorecendo assim, o início da docência. Dessa forma, o contato com a realidade escolar, por meio da docência compartilhada com a colaboração do professor regente, possibilita aprendizagens importantes, como a importância do planejamento e da reflexão, o conhecimento da área ou áreas de conhecimento

5 que pretendem ensinar, a complexidade da profissão e a relação teoria/prática. (CRUZ et al., 2011, p. 238). Além disso, possibilita a formação de professores capacitados, experientes e inseridos na realidade da Educação Básica antes mesmo de sua atuação como professor. Diante da realidade observada, os bolsistas de ID procuram planejar a sua intervenção levando em consideração as necessidades da escola e a comunicação constante com o professor regente. Desse modo, todos os planejamentos consideram as sugestões do grupo, consentimento e suporte do professor nas alterações das atividades de acordo com o nível de desenvolvimento dos alunos. 3 RESULTADOS DAS EXPERIÊNCIAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO E DO PIBID NO ÂMBITO DA ESCOLA E NA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO De acordo com os relatos de estudantes do curso de Pedagogia do Departamento de Educação de Guanambi Campus XII/UNEB, o estágio supervisionado realizado na Educação Infantil, no segundo semestre de 2014, foi uma experiência significativa para a atuação na docência. Alguns estudantes destacaram: Durante nossa atuação nos espaços escolares, por meio da observação coparticipativa e investigativa e a regência, ambos com realidades diferentes, foi possível conhecer as turmas e compartilhar com os alunos os conhecimentos adquiridos no processo da formação humana, e respectivas reflexões acerca do contexto real. Conforme Passos et al. (2011, p. 53), o estágio é o momento propício para a reflexão e o questionamento, para pôr em prática os conhecimentos adquiridos na teoria. Ele é também um momento de pesquisa, no qual se permitem a ampliação e a análise, por parte dos estagiários, do contexto em que atuarão. No percurso da realização do estágio supervisionado na Educação Infantil, as estagiárias Delcimara e Kalyane relataram que sentiram inseguras ao assumirem a docência neste nível de ensino. Elas acreditavam que esse momento seria tranquilo pelas experiências adquiridas na atuação no PIBID. Para a estagiária Kalyane, o desenvolvimento do projeto de intervenção Meios de transporte e sinais de trânsito e respectivas atividades propostas e criadas no contexto deste projeto possibilitaram o envolvimento das crianças em todos os momentos, pois conseguiram participar ativamente das atividades.

6 Cada dia tinha novidade que atraia a atenção dos estudantes: contação de histórias dramatizadas, cantinho da leitura - contato com os livros de forma livre, contação de histórias pelas crianças, dentre outras atividades. Todos queriam participar desse momento. Para melhor visualização e compreensão dos tipos de meios de transporte foram utilizados objetos concretos como carrinhos, motos, trem, ônibus de brinquedos, e algumas músicas e placas de sinais de trânsito. Além de fazer um passeio no centro da cidade para observação dos meios de transporte e sinais de trânsito em geral. O estágio supervisionado na Educação Infantil é um aprendizado essencial para o licenciando em Pedagogia, pois, é na prática que se aprende a lidar com seu espaço em formação, com a reflexão e diálogo. A sala de aula, às vezes, nos faz pensar diferente, na prática é outra realidade. O diferencial é constante, ao refletir a teoria e a prática que nem sempre andam lado a lado. Mas, precisamos sim da teoria e de uma metodologia, para que possamos embasar teoricamente e realizar um trabalho satisfatório na prática. Precisamos de mais práticas para que possamos fluir junto com os nossos alunos dentro do espaço escolar. O estágio na Educação Infantil vem contribuir com a formação docente e construção humana, pois é nesse espaço que a criança constrói sua identidade e autonomia. Nessa perspectiva, Pietrobon (2009, p.32) afirma: É necessário que o acadêmico, enquanto professor que está em formação, entenda as especificidades do estágio como meio para encontrar soluções para a superação de dificuldades relacionadas ao ensino-aprendizagem, sendo que o estágio curricular é um momento de se refletir sobre as teorias e aliar à prática, de modo que ambas constituam-se reciprocamente. Durante todo o período de estágio encontramos diante de muitos desafios e sentimos na pele a responsabilidade de atuar nessa área. Porém, todos os componentes curriculares do semestre , estavam interligados e nos deram suporte para uma boa atuação na sala de aula. No período de estágio deparamos com realidades difíceis. Em alguns momentos tivemos dificuldades para desenvolver algumas atividades. Por isso, durante todo o período de

7 regência, o planejamento era alterado diariamente a fim de ter melhor aproveitamento nos dias seguintes. Nesse planejamento, buscamos sempre trabalhar de forma lúdica, visto que, não tem como dissociar a Educação Infantil de ludicidade. Atualmente, as atividades lúdicas são discutidas por muitos estudiosos, que demonstram que o ensino lúdico tem se tornado uma importante ferramenta no processo de ensino-aprendizagem, que contribui para o desenvolvimento da criança. Sobre isso, Negrine (1994, p.19) destaca: As contribuições das atividades lúdicas no desenvolvimento global integral indicam que elas contribuem poderosamente no desenvolvimento global da criança e que todas as dimensões estão intrinsecamente vinculadas: a inteligência, a afetividade, a motricidade e a sociedade são inseparáveis, sendo a afetividade que constitui a energia necessária para a progressão psíquica, moral, intelectual e motriz da criança. Pensando nessas contribuições, no desenvolvimento da proposta de intervenção, sempre buscamos conciliar a aula, ora com momentos de atividades lúdicas, ou seja, aulas mais dinâmicas e interativas, ora com atividades de registro, que por sinal eles adoravam e já estavam habituados. Nesse sentido, conseguimos ter a atenção deles por mais tempo. Maluf (2009, p. 32) também ressalta a importância dessas atividades e afirma que: É necessário que desde a pré-escola, as crianças tenham condições de participarem de atividades que deixem florescer o lúdico. Quanto mais a criança participar de atividades lúdicas, novas buscas de conhecimentos se manifestam, seu aprender será sempre mais prazeroso. Durante nossa atuação no estágio e no PIBID, o nosso foco era propiciar momentos em que a criança pudesse vivenciar em sua amplitude a ludicidade. Procuramos priorizar nossa proposta de intervenção com atividades lúdicas, e isso nos ajudou bastante, pois crianças com idades entre 4 a 6 anos dispensam a atenção muito rápida. Se a nossa intenção era despertar o prazer na atividade, precisaríamos ser atentos ao mudar de atividade, dando novas possibilidades as ações desenvolvidas na prática. Isso exigiu mais dedicação e empenho, principalmente na elaboração dos materiais, visto que, a Educação Infantil exige muita criatividade e materiais didáticos. No entanto, todo trabalho foi compensado diante de todo conhecimento adquirido.

8 Os encontros formativos do Grupo de Estudo Laboratório de Práticas Pedagógicas (LAPRAPE) do PIBID/UNEB/Campus XII, contribuíram para o conhecimento da realidade escolar, elaboração de projeto de intervenção e aprendizagem da docência na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Através dos encontros formativos dentro do espaço da academia e posteriormente na escola, foi possível aprender a ensinar e aprender a ser professor. (MIZUKAMI, 2000, p ). Assim, com o decorrer do tempo, conhecemos a realidade da turma e desenvolvemos projetos de intervenção de acordo com a especificidade e realidade da escola atuante no subprojeto Laboratório de Práticas Pedagógicas do PIBID/UNEB/Campus XII. Ao desenvolver na Escola Municipal Nelsa Luzia Teixeira o projeto de intervenção sobre valores humanos, o resultado foi positivo, e as crianças buscaram adotar algumas palavras mágicas para serem utilizadas no convívio familiar e escolar. 4 CONCLUSÕES Com todas suas semelhanças e diferenças, tanto o estágio quanto a atuação como bolsista de ID no PIBID nos propiciaram muitas aprendizagens da docência e da identidade docente. Assim, Pimenta e Lima (2011, p.102), afirmam: essa formação tem por objetivo preparar o estagiário para o exercício de análise, avaliação e crítica que possibilite a proposição de projetos de intervenção a partir dos desafios e dificuldades que a rotina do estágio nas escolas revela. Nos encontros formativos e na atuação em salas de aula, refletimos sobre essas aprendizagens e analisamos a contribuição e construção de saberes adquiridos, tanto no PIBID como no estágio. Nesse contexto, Pietrobon (2009, p.29) destaca: os saberes dos professores são concebidos em diversos momentos de sua vida e profissão, nesse sentido, não se pode dizer que os saberes dos professores são assimilados ou obtidos em momentos estanques, mas, sim, durante a sua vida e profissão. Por meio das experiências adquiridas no PIBID como bolsistas de ID podemos afirmar que sentimos uma autonomia maior em sala de aula, mesmo sendo atuações diferenciadas.

9 Mostramos como a atuação no PIBID/UNEB é relevante para a formação do futuro profissional docente. Vivenciar a realidade do ambiente escolar e conhecer a escola como todo é uma experiência rica na construção dos saberes da docência. Assim como, a atuação no estágio supervisionado tem também contribuído com a formação do licenciando em formação. Portanto, os saberes, as experiências e os aprendizados que adquirimos no PIBID/UNEB e no estágio supervisionado foram relevantes para nossa prática docente, assim como os conhecimentos adquiridos dentro do espaço escolar e a reflexão com a teoria e prática, como diz Pimenta, (2011, p.98): à primeira vista a relação teoria e prática é bastante simples. A prática seria a educação em todos os seus relacionamentos práticos e a teoria seria a ciência da educação. A teoria investigaria a prática sobre a qual retroage mediante conhecimentos adquiridos. Sendo assim, compreender as semelhanças e diferenças entre PIBID/estágio no campo de atuação é refletir sobre os desafios e contribuições de ambos os processos formativos na construção da identidade docente e da aprendizagem da docência na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental. REFERÊNCIAS ALMEIDA, J. S. Estágio Supervisionado em prática de ensino: relevância para a formação ou mera atividade curricular? Revista ANDE, v.13, n. 20, p.39-42, CRUZ, E. M. R. et al. A experiência PIBID/UFSCar Dalila Galli: contribuições ao início da docência. In: FREITAS, D. de.; BAZON, F. V. M.; OZELO, H. F. B. (Orgs.). Iniciação à docência e formação continuada de professores. São Carlos: Suprema Gráfica e Editora, p FREITAS, H. C. L. de. Os desafios que a formação de professores propõe à universidade. In: FREITAS, D. de.; BAZON, F. V. M.; OZELO, H. F. B. (Orgs.). Iniciação à docência e formação continuada de professores. São Carlos: Suprema Gráfica e Editora, p MALUF, A. C. M. Brincar: prazer e aprendizagem. 6. ed. Petrópolis, RJ, Vozes, MIZUKAMI, M. G. N. Formadores de professores, conhecimentos da docência e casos de ensino. In: REALI, A. M. M. R.; MIZUKAMI, M. G. N. (Orgs.). Formação de professores: práticas pedagógicas e escola. EdUFSCar, INEP, COMPED, 2000.

10 NEGRINE, A. Aprendizagem e desenvolvimento infantil. Porto Alegre: Propil, PASSOS, C. L. B. et al. O estágio supervisionado na licenciatura em matemática da UFSCar: quem ensina e quem aprende nesse contexto? Perspectivas da Educação Matemática, Campo Grande, v. 4, n. Temático, p , PIETROBON, S. R. G. (Org.). Estágio supervisionado curricular na graduação: experiências e perspectivas. 1. ed. Curitiba: Editora CRV, PIMENTA, S. G.; LIMA, M. S. L. Estágio e docência. 3. ed. São Paulo: Cortez, PIMENTA, S. G. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática? 10. ed. São Paulo: Cortez, ZABALA, A. A função social do ensino e a concepção sobre os processos de aprendizagem: instrumentos de análise. In:. A prática educativa: como ensinar. Trad. Ernani F. da F. Rosa. Porto Alegre: Artmed, 1998.

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