Curso Superior em Tecnologia em Comércio Exterior

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1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO RN Curso Superior em Tecnologia em Comércio Exterior Plano de Curso (Reformulação Curricular) (Aprovado pela Resolução nº 05/2006- Conselho Diretor/CEFET-RN, de 26/04/06) Gerência de Serviços

2 Francisco das Chagas de Mariz Fernandes DIRETOR GERAL Enilson Araújo Pereira DIRETOR UNIDADE NATAL Clóvis Costa de Araújo DIRETOR UNIDADE MOSSORÓ Belchior de Oliveira Rocha DIRETOR DE ENSINO Aurir Marcelino dos Santos GERENTE EDUCACIONAL DE TECNOLOGIA DA GESTÃO E DOS SERVIÇOS Sônia Cristina F. Maia COORDENADORA DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM COMÉRCIO EXTERIOR Dante Henrique Moura COORDENADOR DO REDIMENSIONAMENTO DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO Maria das Graças Baracho CONSULTORA D0 REDIMENSIONAMENTO DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO Leonor de Araújo Bezerra Oliveira REVISÃO LINGÜÍSTICA Tania Carvalho da Silva EDIÇÃO Josiana Liberato Freire Guimarães PEDAGOGA EQUIPE DE ELABORAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO Josiana Liberato Freire Guimarães Pedagoga Sônia Cristina F. Maia Coordenadora e Professora Érika Araújo da Cunha Pegado Professora Elisangela Cabral de Meireles Professora Gerda Lucia Pinheiro Camelo Professora Ítalo Márcio Gurgel de Castro - Professor

3 SUMÁRIO 1 JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 4 2 REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO 8 3 PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DO CURSO 9 4 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 10 5 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS E DE CERTIFICAÇÃO DE CONHECIMENTOS 17 6 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM 18 7 INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E BIBLIOTECA 19 8 PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO ADMINISTRATIVO 25 9 DIPLOMAS 25 ANEXO I - EMENTAS E PROGRAMAS DAS DISCIPLINAS (em construção)

4 4 1 JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Na atualidade, observa-se a influência significativa que a globalização vem exercendo sobre as relações internacionais de comércio, inclusive interferindo significativamente na condução de políticas e estratégias, seja de governos ou empresas, em países desenvolvidos, em desenvolvimento, países menos desenvolvidos, e em transição para a economia de mercado. Sendo assim, parece interessante iniciar essa justificativa pela relação existente entre a globalização e o comércio exterior. No que tange à relação entre comércio exterior e globalização, é possível perceber que o fenômeno da globalização, como destaca Albuquerque (1998, p. 242) encontra-se oculto tanto nas relações de mercado, quanto nas grandes empresas transnacionais que passam a se reposicionar e adotar condutas e estratégias sob uma perspectiva global, apoiadas no fácil acesso aos mercados financeiros e de capital, nas tecnologias de ponta, desconsiderando até mesmo onde estejam situados seus postos de comando. Há que se ressaltar também que esse reposicionamento acontece em uma nova perspectiva de acesso aos mercados, uma vez que não se encontra mais somente centrado na propriedade, em produtos tangíveis, mas no acesso e no uso de produtos intangíveis (serviços).e ainda: além do comércio não se restringir somente a produtos materiais, ele se expande pelas áreas da informação, do conhecimento, da tecnologia e da cultura, estando essas temáticas em pauta nas discussões dos Organismos Internacionais que deliberam sobre as questões multilaterais de comércio. Nesse mesmo cerne de discussão, Benjamim (1998, p. 29) destaca que o mundo globalizado conduz a uma nova tendência em que grandes empresas, capitais e mercadorias dispõem de liberdade para se movimentarem. Nessa nova tendência, as empresas passam a valorizar o contato direto, como uma forma de agilizar os processos de aprendizagem, de identificação de novos negócios e oportunidades. Para Baumann (1996, p. 34), todo esse cenário traduz-se na semelhança crescente das estruturas da demanda e na tendência de homogeneização da oferta nos diversos países, o que possibilita a uniformização de técnicas de produção e administração, ganhos de escala, na medida em que muda o foco competitivo, que antes se dava do ponto de vista do produto e passa então para o das tecnologias utilizados no processo de produção. Sendo assim, a relação entre globalização e comércio internacional mostra-se proeminente e tem conseqüências diretas sobre a competitividade das empresas e sobre a

5 5 posição macroeconômica dos países. Essa competitividade, sob a lógica global, envolvendo esses dois elementos (Estado e empresas), exige que as empresas permanentemente reestruturem-se geograficamente de forma a serem beneficiadas pelas vantagens comparativas existentes em cada país, vantagens essas oferecidas pelo Estado proporcionalmente à posição competitiva que a empresa possui. Os Estados, sobretudo aqueles posicionados entre as denominadas economias em desenvolvimento necessitam, fortemente da garantia de serem competitivos, inclusive por meio do aumento das exportações. Não se deve esquecer que, nesse cenário descrito, encontra-se a necessária integração desses agentes envolvidos, destacando ainda a importância do desenvolvimento industrial e produtivo. Todas essas formulações apresentadas cumprem a finalidade de evidenciar que as relações político-institucionais e econômico-financeiras globais influenciam significativamente e de forma desigual na adoção de políticas e estratégias de atuação nacional e regional, repercutindo nas empresas, principalmente quanto à sua capacidade de inserção em novos mercados externos. Portanto, fica evidente a preocupação em torno do comércio internacional e da necessidade de integrá-lo nas perspectivas pública e privada e mesmo profissional. No que tange a essa última, pode-se afirmar que essa relação se dá, entre outros aspectos, não menos importantes, devido à reconfiguração pela qual passa o mundo em relação a emprego e empregabilidade e a exigência por uma capacitação profissional contínua. Dos pontos de vistas de governos e empresas, assim como do ponto de vista profissional, as ações do comércio internacional convergem para uma mesma ação - a atividade exportadora, constituindo-se essa atividade em um resultado eficaz almejado. Ao que parece, de uma forma geral, a atividade exportadora está relacionada a uma permanente adequação a novos procedimentos e até mesmo a uma mudança de mentalidade, pois como bem exposto por Kotler (ainda na década de 1970), a tendência é buscar-se conforto no mercado nacional, por ser mais simples e seguro. Essa tendência ainda existe, mas em menor escala, visto que, nesse novo século, estão evidentes as diversas vantagens em exportar, como, por exemplo: abertura de novos mercados, acesso a novas tecnologias, aumento das vendas, diversificação dos canais de distribuição. Tanto empresas, como Governos e profissionais apresentam perfis distintos, que variam também acompanhando o critério de diferenciação regional e nacional e seus reflexos no cenário internacional. O que significa dizer que as diferenças de atuação e poder de inserção em novos mercados podem ser vistos sob a ótica de empresas nacionais, situadas em outras regiões do país, países mais e menos integrados em blocos econômicos e em

6 6 acordos multilaterais de comércio, e, profissionais capazes de responder aos estímulos diversificados dessa área de atuação. Esse contexto enquadra-se bem na realidade brasileira, uma vez que o Brasil possui grande extensão territorial, elevadas idiossincrasias, e, portanto, vocações regionais diferenciadas para produzir e atuar. Assim, são inúmeras as oportunidades produtivas e profissionais a serem prospectadas e desenvolvidas no mercado brasileiro, e ainda o que ocorre também quanto à integração desse mercado a outros mercados no contexto internacional. Quanto a essa integração no contexto internacional, cabe destacar a presença forte dos blocos regionais, e a não menos forte presença da Organização Mundial do Comércio (OMC), buscando espaços para negociações cada vez mais liberalizantes entre os países, no que concerne ao comércio de bens, serviços, propriedade intelectual, investimentos, compras governamentais, entre outros. Portanto, com essa vasta rede de oportunidades, os países têm implementado esforços no desenvolvimento de políticas públicas para se encaixarem nesse cenário, com ênfase nas exportações. Cabe ressaltar que, para os países denominados em desenvolvimento, a expansão da atividade exportadora consiste na única alternativa para propiciar o desenvolvimento, uma vez que são, freqüentemente enfrentadas dificuldades na manutenção do Produto Interno Bruto e da inter-relação da produtividade com a manutenção das transações externas. Em síntese, são diversas as justificativas para buscar-se inserção no comércio internacional: aumento de oportunidades de negócios; posicionamento competitivo; desenvolvimento nacional, local e regional; desenvolvimento profissional com nichos de mercados diversos. Nessa linha, os esforços, no sentido de capacitação profissional para ações formais de comércio internacional, estão pautados no vasto mercado de atuação que esses profissionais terão para atuar, bem como no aperfeiçoamento contínuo, necessário a quem atua nesse segmento. No tocante ao Brasil, a participação brasileira no comércio internacional situa-se na cifra de US$ 107, 6 bilhões (2002), mais especificamente nas exportações em US$ 60,4 bilhões. A participação nordestina está em torno de 7,5% desse total de exportações.

7 7 O Rio Grande do Norte, com suas vocações multifacetadas, com ênfase na fruticultura, na carcinicultura, no segmento têxtil/confecções, no pescado (peixe e lagosta), no açúcar, entre outros, está com sua participação em torno de US$ 223,6 milhões (2002). Isto posto, o profissional capacitado nesse Estado vê-se diante de um amplo mercado de trabalho segundo as tendências econômico-produtivas inerentes. Faz-se necessário desenvolver sistematicamente a atividade do comércio internacional, com ações pontuais, conforme informações e conhecimento atualizado e contínuo. Nessa linha de pensamento, há que se destacar Albuquerque (2002), o qual alerta para o fato de que o crescimento das exportações brasileiras encontra-se diretamente vinculado ao desenvolvimento do nordeste brasileiro. Senso assim, aponta para a necessidade de interação entre poder público e privado e para a formação do capital humano nessa empreitada. A implantação do Curso Superior para Tecnólogo em Comércio Exterior no CEFET-RN demonstra com clareza a visão dessa Instituição com o futuro, atenta e inteirada de todo o cenário acima descrito quanto à dinamização que acontece no mundo, e ainda em consonância com as ações do Governo Federal no sentido de formular, implementar e desenvolver ações estratégicas que aumentem a participação brasileira no comércio mundial, com ênfase nas exportações.isto porque o CEFET-RN está capacitando e introduzindo no mercado de trabalho profissionais que poderão contribuir significativamente nesse processo, cabendo ainda enfatizar a procura crescente por cursos de capacitação nessa área que possibilita atuação diversa (aduaneira, logística, entre outras). Em face às considerações relatadas e diante da necessidade de fortalecer o papel das Instituições Federais de Ensino o MEC e o MDIC firmaram convênio na intenção de criar nos CEFETs cursos tecnológicos em Comércio Exterior. Para atender a estes novos horizontes e às tendências do contexto atual, o curso foi estruturado com a finalidade de ampliar os horizontes da Instituição, abordando a complexidade dos problemas econômicos nacionais e internacionais e oferecendo respostas para as necessidades apresentadas.

8 8 Objetivos Objetivo geral Formar um profissional competente, empreendedor, comprometido com o bem-estar da coletividade e que saiba articular teoria à prática, demonstrando habilidades e atitudes compatíveis com a área de Comércio Exterior. Objetivo específicos Propiciar ao aluno a aquisição de base científica e tecnológica voltados para o Comércio Exterior; Proporcionar ao aluno condições favoráveis para que ele aplique os conhecimentos apreendidos em situações hipotéticas e/ou reais no segmento em estudo; Possibilitar ao aluno o desenvolvimento de habilidades e atitudes inerentes às exigências do mercado de trabalho e à formação de tecnólogo-cidadão. 2 REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO O acesso ao Curso Superior de Tecnologia em Comércio Exterior será realizado, semestralmente, através de processo seletivo de caráter classificatório (vestibular) para ingresso no primeiro período e/ou por transferência ou por reingresso, conforme estabelecido no Regulamento dos Cursos Superiores de Tecnologia oferecidos pelo CEFET-RN. Os processos seletivos serão oferecidos a candidatos que tenham certificado de conclusão do ensino médio ou de curso que resulte em certificação equivalente. Com o objetivo de democratizar o acesso aos cursos superiores de tecnologia, serão reservadas 50% (cinqüenta por cento) das vagas para alunos que tenham cursado do sexto ao nono ano do ensino fundamental e todo ensino médio em escola pública.

9 9 Figura 1 Requisitos e formas de acesso Vestibular Geral Diferenciado Alunos Cursos Superiores Transferência Tecnologia em Redes de Comunicação de Dados Reingresso Ex-alunos Cursos Superiores 3 PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DO CURSO O profissional egresso do curso de Tecnologia em Comércio Exterior do CEFET-RN deve ser capaz de processar as informações, acompanhando e avaliando a evolução dos conhecimentos oriundos da sociedade em geral e do mercado mundial, tendo senso crítico, criatividade, atitude ética, polivalente e com capacidade de adaptação às novas situações. Deve ser um agente impulsionador do desenvolvimento sustentável da região, integrando a formação técnica à cidadania na busca da formação continuada, sendo capaz de: Desenvolver atividades de planejamento e gestão nos setores de exportação e importação; Empreender nichos de mercado ligados às atividades de Comércio Exterior; Administrar negócios voltados para a exportação e importação; Assumir cargos de supervisão, gerência, assessoria e consultoria; Atuar nas áreas de: 1. Abertura de mercados consumidores no exterior e nas operações de embarque e desembarque de mercadorias e recebimento de divisas; 2. Instituições Financeiras; 3. Órgãos Governamentais Receita Federal, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Embaixadas, dentre outras. 4. Empresas Comerciais; 5. Empresas de Transportes; 6. Empresas de Seguros; 7. Escritórios de Despachantes.

10 10 4 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A organização curricular do Curso Superior de Tecnologia em Comércio Exterior observa as determinações legais presentes no Decreto nº 5154/04, nos Pareceres CNE/CES 436/2001 e CNE/CP n o 29/2002 e na Resolução CNE/CP nº. 03/2002. Os princípios filosóficos, legais e pedagógicos que orientam a concepção e organização dos cursos superiores de tecnologia derivados das áreas profissionais definidas pelo MEC estão presentes na estrutura curricular do Curso Superior de Tecnologia em Comércio Exterior do CEFET-RN. Dentre eles, a unidade teoria-prática é o princípio fundamental e conduz a um fazer pedagógico que busca essa articulação através de atividades orientadas por métodos ativos como pesquisas, projetos, estudos de caso, seminários, visitas técnicas e práticas laboratoriais, entre outras atividades presentes em todas as unidades curriculares, especialmente a partir do segundo período. Essa concepção curricular decorre da necessidade de uma integração/interação com o mundo do trabalho, resultante das inovações tecnológicas e científicas presentes na sociedade contemporânea com vistas a contribuir para a construção de uma sociedade socialmente justa. Em cada período letivo, são estabelecidas as práticas pedagógicas de acordo com a especificidade do conjunto das disciplinas. As aulas desenvolvem-se, utilizando os recursos áudio-visual, exposição oral e o desenvolvimento de atividades tais como: trabalho em grupo, pesquisas, seminários e aulas práticas (externas) e visitas técnicas planejadas de forma interdisciplinar visando a atingir objetivos pré-estabelecidos pelo conjunto das disciplinas. Além dessas práticas, algumas disciplinas subsidiam a elaboração de projetos integradores como uma das estratégias teórico prático para ampliar o desenvolvimento do conhecimento a ser adquirido pelos alunos. O detalhamento de cada período letivo poderá ser observado na matriz curricular. O curso está organizado em períodos letivos integralizados por disciplinas em regime seriado semestral com uma carga horária total de horas distribuídas em 6 (seis) períodos (diurno), organizados conforme mostrado na Tabela 1.

11 11 Per. Código Disciplina 1 o 2 o 3 o 4 o 5 o 6 o Tabela 1 - Curso Superior de Tecnologia em Comércio Exterior Aulas semanais CARGA HORÁRIA H/A CARGA HORÁRIA H/R GEFOR.S001 Informática GEFOR.S003 Língua Portuguesa GEFOR.S013 Espanhol GESEG.S037 Introdução a Economia GESEG.S002 Fundamentos da Administração GEFOR.S004 Inglês GEFOR.S002 Matemática GESEG.S038 Introdução ao Comércio Exterior GESEG.S039 Direito da Cidadania GEFOR.S007 Metodologia do Trabalho Científico GESEG.S040 Economia Brasileira GESEG.S041 Estratégia Empresarial GEFOR.S008 Cálculo Diferencial e Integral GEFOR.S006 Leitura e Produção de Textos CSTCOE.P01 Projeto I GESEG.S042 Direito de Empresa GESEG.S043 Direito Internacional GESEG.S044 Economia Monetária e Internacional GESEG.S045 Gestão Empresarial GESEG.S046 Contabilidade Geral GESEG.S047 Matemática Financeira CSTCOE.P02 Projeto II GESEG.S048 Comportamento Organizacional GESEG.S049 Política e Prática Cambial GESEG.S050 Logística e Transporte GESEG.S051 Gestão Financeira GESEG.S052 Estatística Aplicada GESEG.S053 Direito Tributário CSTCOE.P03 Projeto III GESEG.S054 Gestão de Informação GESEG.S055 Direito de Navegação GESEG.S056 Marketing Internacional GESEG.S057 Sistemática do Comércio Exterior GESEG.S058 Sociologia GESEG.S059 Ética Profissional CSTCOE.P04 Orientação ao Trabalho de Conclusão de Curso I GESEG.S060 Seminário de Comércio Exterior GESEG.S061 Segurança de Trabalho GESEG.S062 Legislação Aduaneira GESEG.S008 Gestão de Negócios GESEG.S063 Prática de Exportação e Importação GESEG.S064 Relações Internacionais CSTCOE.P05 Orientação ao Trabalho de Conclusão de Curso II Total de Carga Horária de Disciplinas Total de Carga Horária de Prática Profissional (Projetos) Total de Carga Horária Complementar (TCC) TOTAL DE CARGA HORÁRIA DO CURSO * A prática Profissional totaliza em 400 horas, sendo 90 horas distribuídas em 3(três) períodos para o planejamento e orientações dos projetos integradores e 310 para o desenvolvimento dos referidos projetos.

12 12 Projetos integradores/ prática profissional Projetos Integradores O projeto integrador é uma concepção de ensino e aprendizagem que pressupõe uma postura metodológica interdisciplinar a ser adotada pela instituição, envolvendo professores e alunos. Tem como objetivo favorecer o diálogo entre as disciplinas que integram o currículo, na perspectiva de contribuir para uma aprendizagem mais significativa e para a construção da autonomia intelectual dos estudantes através da conjugação do ensino com a pesquisa, assim como da unidade teoria-prática. Dessa forma, a implementação de projetos integradores no segundo, terceiro e quarto períodos do Curso Superior de Tecnologia em Comércio Exterior visa, sobretudo, religar os saberes parcelados desenvolvidos pelas disciplinas em cada período letivo, contribuir para a construção da autonomia intelectual dos estudantes através da construção da unidade ensinopesquisa, assim como desenvolver e/ou aprofundar o sentido da responsabilidade social, uma vez que os projetos estarão vinculados à busca de soluções para as questões locais, regionais, nacionais e mundiais, potencializando o uso social das tecnologias. A realização do projeto integrador encaminha-se para a construção de uma postura condizente com a realidade contemporânea que tende a ver nos conteúdos os instrumentos necessários para responder a questões formuladas pelos alunos e professores, diante de situações problemáticas surgidas no decorrer dos processos de ensinar e de aprender. Nesse sentido, não são os conteúdos que devem gerar os projetos de estudo, mas são os projetos que darão significado e importância à eleição dos conteúdos curriculares. Com o desenvolvimento do projeto integrador, a forma de aprender e de ensinar mostrar-se-á tão importante quanto as disciplinas, porque se aproxima da forma como os alunos e os professores deverão atuar na vida real: agindo positivamente na solução de problemas técnicos, sociais, políticos, econômicos, objetivando o desenvolvimento socioeconômico na perspectiva local, regional, nacional e mundial. O desenvolvimento de projetos objetiva, também, tornar os processos de ensino e de aprendizagem mais dinâmicos, interessantes, significativos, reais e atrativos aos alunos e professores, englobando conteúdos e conceitos essenciais à compreensão da realidade social em geral e, em particular, do mundo do trabalho, assim como suas interrelações, sem a imposição de conteúdos e conceitos de forma fragmentada e autoritária. Assim, alunos e professores saberão construir juntos os seus próprios conhecimentos, superando os saberes cotidianos em razão de novos conhecimentos científicos, construídos com autonomia

13 13 intelectual. O desenvolvimento coletivo de projetos visa contribuir para que o futuro tecnólogo em Comércio Exterior exerça sua profissão de forma complexa, competente e inovadora, pois os conhecimentos deixarão de ser vistos de maneira disciplinar e isolada, passando a serem considerados numa perspectiva inter e transdisciplinar. Para a realização de cada projeto integrador 1, são fundamentais algumas fases distintas, as quais, em seguida, serão especificadas. Intenção: Essa fase é fundamental, pois dela depende todo o desenvolvimento e organização do projeto integrador. Inicialmente, os professores de cada período devem reunirse semanalmente e pensar sobre os objetivos e finalidades das disciplinas, as necessidades de aprendizagem de cada turma e sobre os encaminhamentos do projeto. Com isso, os professores instrumentalizar-se-ão para problematizar o conteúdo e canalizar as curiosidades e os interesses dos alunos na concepção do(s) projeto(s). As atividades de elaboração deverão ser sempre coletivas e socializadas entre alunos e professores. Estes deverão conjuntamente, como primeiro passo, escolher os temas significativos a serem problematizados e questionados. Preparação e planejamento: Após a definição do(s) tema(s), é importante que se faça o seu planejamento e se estabeleçam as etapas de execução. Alunos e professores devem identificar as estratégias possíveis para atingir os objetivos propostos; coletar materiais bibliográficos necessários ao desenvolvimento da temática escolhida; organizar os grupos e/ou duplas de trabalho por suas indagações afins e suas respectivas competências, podendo ser organizados grupos com tarefas específicas; buscar informações em livros, Internet etc.; programar pesquisas laboratoriais; organizar instrumentos de investigação; programar a coleta de dados; analisar resultados, escrever relatórios; definir duração das pesquisas; buscar outros meios necessários para a solução das questões e/ou hipóteses levantadas na fase anterior; aprofundar e/ou sistematizar os conteúdos necessários ao bom desempenho do projeto. Em conjunto, alunos e professores devem planejar a divulgação do projeto, com apresentação pública, exposição de trabalhos, bem como planejar a apresentação dos resultados finais da pesquisa, tanto no âmbito da gerência como em outras dimensões da Instituição. Execução ou desenvolvimento: Nessa fase, deve ocorrer a realização das atividades, das estratégias programadas, na busca de respostas às questões e/ou hipóteses definidas anteriormente. A turma ou os grupos de pesquisa planeja e executa sua tarefa, trazendo com freqüência à apreciação da turma o que se está fazendo, as dificuldades que encontra e os resultados que são alcançados. Os alunos deverão ter a oportunidade de seguir o trabalho dos 1 É importante lembrar que em cada turma em um determinado período podem e devem surgir vários projetos integradores, pois a partir de um certo tema derivam tantos projetos quantos forem os grupos que se constituírem em cada turma

14 14 diversos grupos e cooperar com eles. É importante que sejam realizados relatórios parciais orais ou escritos, a fim de acompanhar o desenvolvimento do tema (ou dos temas) e implementar a participação dos alunos. Os alunos e os professores devem criar um espaço de confronto científico e de discussão de pontos de vista diferentes, pois são condições fundamentais para a construção do conhecimento. O aluno, com a participação ativa e conjunta de todos os professores da turma precisa se sentir desafiado a cada atividade planejada, e o professor também. Resultados finais: Após a associação entre ensino e pesquisa, espera-se que o professor contribua para a construção da autonomia intelectual dos futuros graduados, avaliando os conteúdos ou saberes que foram programados e desenvolvidos de maneira integrada por meio de projetos de ensino e aprendizagem, oportunizando ao aluno a verbalizar seus sentimentos sobre o projeto: o que foi mais importante? Quais as novidades proporcionadas? O ato de ensinar e aprender tornaram-se mais dinâmicos? Como foi a participação, individual e dos grupos, nas atividades do(s) projeto(s) integrador (es)? O que se pode melhorar para os próximos projetos? Quais foram as conclusões e recomendações elaboradas e o crescimento evidenciado pelos alunos durante a realização do(s) projeto(s)? Geralmente, nos resultados finais, surgem interesses que podem proporcionar novos temas e, por conseguinte, novos projetos e serem seguidos nos períodos subseqüentes. Em suma, o projeto integrador (ou projetos integradores) deve ser pensado e elaborado conjuntamente entre alunos e professores de cada período, considerando os princípios que norteiam o perfil profissional específico do Curso Superior de Tecnologia em Comércio Exterior Diretrizes para implementação dos projetos integradores 1. Os projetos integradores não são disciplinas, mas uma metodologia utilizada para potencializar o diálogo entre os conhecimentos, e constituir-se-á na prática profissional; 2. A definição dos temas será feita a partir do segundo período letivo, devendo ser trabalhados até o quarto período (curso diurno); 3. A elaboração do planejamento deve ser feita conjuntamente com os alunos e professores das disciplinas que vão integralizar o projeto; 4. Serão reservadas 2 (duas) horas/aula na carga-horária do professor, para que ele possa orientar o aluno quanto à condução do projeto, desde o planejamento até a fase final; 5. Os projetos poderão ser desenvolvidos pelo aluno individualmente ou em grupo; 6. A soma das notas dos projetos será a média da prática profissional;

15 15 7. A carga horária total definida pelos projetos é de 400 (quatrocentas) horas, distribuídas entre os 3 (três) projetos; 8. Para efetivação dos projetos, faz-se necessário um orientador para cada aluno em função da área de atuação; 9. Cada projeto será avaliado no período, por uma banca constituída pelos professores das disciplinas vinculadas ao projeto e pelo professor-orientador. Temas dos Projetos Os temas serão elencados, considerando a base de conhecimentos desenvolvidos nas disciplinas que integralizam os períodos letivos e devem estar relacionados com situações práticas reais vivenciadas pelos profissionais da área na perspectiva do aluno poder integrar os conhecimentos teórico-práticos. Finalmente, para que haja uma relação de compromisso entre o projeto integrador e as correspondentes disciplinas, é necessário que a avaliação de cada uma das disciplinas seja influenciada pela avaliação do respectivo projeto. Dessa forma, a nota dos estudantes referente ao segundo bimestre em cada disciplina vinculada ao projeto integrador corresponderá à média aritmética entre a nota atribuída pelo professor da própria disciplina e a nota atribuída pela banca examinadora ao projeto integrador, calculando-se da seguinte forma: N 2professor + N Projeto N 2= 2 Onde: N 2professor = nota da disciplina no 2º bimestre atribuída pelo respectivo professor. N Projeto = nota do projeto integrador. N 2 = nota da disciplina no 2º bimestre após a média com o resultado do projeto integrador. Verticalização A verticalização é uma alternativa concedida ao estudante aprovado em processo seletivo para ingresso no Curso Superior de Tecnologia em Comércio Exterior que tiver concluído curso técnico de nível médio integrado oferecido pelo CEFET-RN na área

16 16 profissional do referido curso ou área afim e cuja conclusão tenha ocorrido nos cinco anos que antecederem a essa aprovação. Deste modo, o estudante que satisfizer as condições acima estabelecidas, poderá ingressar no segundo período do Curso Superior de Tecnologia em Comércio Exterior, mediante solicitação de certificação de conhecimentos, situação em que terá registrado no seu histórico acadêmico como média final de cada uma das disciplinas do primeiro período, o índice de rendimento acadêmico por ele obtido no curso técnico integrado que lhe habilitou a pleitear a verticalização. No Curso Superior de Tecnologia em Comércio Exterior, a carga horária correspondente à verticalização será de 500 (quinhentas) horas/aula. Quando a oferta for diurna, essa carga horária compreenderá a totalidade do primeiro período letivo. Nos cursos noturnos, essa carga horária corresponderá ao primeiro período de forma integral e, também, poderá incorporar até 50% (cinqüenta por cento) da carga horária do segundo período. 6 0 Per 5 0 Per 4 0 Per 3 0 Per 2 0 Per 1º Per 3 Projetos integradores V E R T I C A L I Z A Ç Ã O Alunos do CEFET- RN provenientes de um curso técnico integrado da mesma área (ou afim) do CST Outros alunos

17 17 Do trabalho de conclusão de curso (tcc) O TCC constituir-se-á de uma síntese de processo ensino-aprendizagem desenvolvida durante a trajetória educacional do aluno e será realizado sob a orientação de um professor. Este trabalho será desenvolvido através de uma monografia com carga horária total de 60 (sessenta) horas. Para os alunos do turno diurno, esse trabalho se efetivará nos quinto e sexto períodos. O estudante, após o parecer favorável do orientador, apresentará o trabalho perante uma banca examinadora, a qual o avaliará. A composição dessa banca será definida no âmbito da GESEG (Gerência Educacional de Tecnologia de Serviços e Gestão), não podendo ser integrada por menos de três membros, dentre os quais, o orientador e professores e/ou membros externos convidados, com conhecimento na área objeto do trabalho. Essa banca atribuirá ao TCC uma pontuação entre 0 (zero) e 100 (cem) e o aluno será aprovado com, no mínimo, 60 (sessenta) pontos. Do estágio curricular Caso o aluno do Curso Superior de Tecnologia em Comércio Exterior queira realizar o estágio curricular supervisionado, além da prática profissional já desenvolvida através dos projetos integradores nos diversos períodos letivos, poderá fazê-lo. Nesse caso, realizará o estágio de acordo com todas as normas previstas no Regulamento do Cursos Superiores de Tecnologia oferecidos pelo CEFET-RN e terá registrado em seu diploma as correspondentes atividades e carga horária do estágio, cujo mínimo é de (quatrocentas) 400 horas. 5 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS E CERTIFICAÇÃO DE CONHECIMENTOS No Curso Superior de Tecnologia em Comércio Exterior, o aproveitamento de estudos e a certificação de conhecimentos adquiridos através de experiências vivenciadas previamente ao início do curso ocorrerão conforme descrito a seguir:

18 18 Aproveitamento de Estudos Compreende a possibilidade de aproveitamento de estudos realizados em outra instituição de educação superior. Poderá ser concedido mediante requerimento dirigido à GESEG. Com vistas ao aproveitamento de estudos, a avaliação recairá sobre a correspondência entre os programas das disciplinas cursadas na outra instituição e os do CEFET-RN e não sobre a denominação das disciplinas para as quais se pleiteia o aproveitamento. Certificação de conhecimentos O estudante poderá solicitar certificação de conhecimentos adquiridos através de experiências previamente vivenciadas, inclusive fora do ambiente escolar, com o fim de alcançar a dispensa de alguma(s) disciplina(s) integrantes da matriz curricular do curso. O respectivo processo de certificação consistirá em uma avaliação teórica ou teórico-prática, conforme as características da disciplina. 6 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Neste plano do Curso Superior de Tecnologia em Comércio Exterior, considera-se a avaliação como um processo contínuo e cumulativo. Nesse processo, são assumidas as funções diagnóstica, formativa e somativa de forma integrada ao processo ensinoaprendizagem, as quais devem ser utilizadas como princípios orientadores para a tomada de consciência das dificuldades, conquistas e possibilidades dos estudantes. Igualmente, deve funcionar como instrumento colaborador na verificação da aprendizagem, levando em consideração o predomínio dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. Para tanto, tornase necessário destacar os seguintes aspectos inerentes aos processos avaliativos: Adoção de procedimentos de avaliação contínua e cumulativa; Prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos; Inclusão de atividades contextualizadas; Manutenção de diálogo permanente com o aluno; Definição de conhecimentos significativos; Divulgação dos critérios a serem adotados na avaliação; Exigência dos mesmos critérios de avaliação para todos os alunos;

19 19 Divulgação dos resultados do processo avaliativo; Estratégias cognitivas e metacognitivas como aspectos a serem considerados na correção; Incidência da correção dos erros mais freqüentes; Importância conferida às aptidões dos alunos, aos seus conhecimentos prévios e ao domínio atual dos conhecimentos que contribuam para a construção do perfil do futuro egresso. Em seguida, serão transcritos os artigos 29 a 33 do Regulamento dos Cursos Superiores de Tecnologia oferecidos pelo CEFET-RN (p. 9 e 10) que tratam dos critérios de verificação do desempenho acadêmico dos estudantes desses cursos: Art. 29 O desempenho acadêmico dos estudantes por disciplina e em cada bimestre letivo, obtido a partir dos processos de avaliação, será expresso por uma nota, na escala de 0 (zero) a 100 (cem). 1º - Com o fim de manter o corpo discente permanentemente informado acerca de seu desempenho acadêmico, os resultados de cada atividade avaliativa deverão ser analisados em sala de aula e, caso sejam detectadas deficiências de aprendizagem individuais, de grupos ou do coletivo, os docentes deverão desenvolver estratégias orientadas a superá-las. 2º - Após o cômputo do desempenho acadêmico dos discentes, em cada bimestre, o docente deverá divulgar, em sala de aula, a média parcial e o total de faltas de cada estudante na respectiva disciplina. Art Será considerado aprovado no período letivo o estudante que, ao final do 2º bimestre, obtiver média aritmética ponderada igual ou superior a 60 (sessenta) em todas as disciplinas e freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária total das disciplinas, de acordo com a seguinte equação:

20 20 MD = 2 2.N N 5 MD = Média da Disciplina N 1 = Nota do aluno no 1º bimestre N 2 = Nota do aluno no 2º bimestre Parágrafo único - O índice de 75% (setenta e cinco por cento) de freqüência não incidirá na carga horária ministrada através de EaD. Art O estudante que obtiver MD igual ou superior a 20 (vinte) e inferior a 60 (sessenta) em uma ou mais disciplinas e freqüência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária total das disciplinas do período, excetuada a carga horária ministrada através de EaD, terá direito a submeter-se a uma avaliação final em cada disciplina em prazo definido no calendário acadêmico. Parágrafo único - Será considerado aprovado, após avaliação final, o estudante que obtiver média final igual ou maior que 60 (sessenta), calculada através de uma das seguintes equações, prevalecendo a que resultar em maior média final da disciplina (MFD): MD + NAF MFD = ou 2 2. NAF + 3N 2 MFD = ou 5 2. N NAF MFD = 5 Onde: MFD = Média Final da Disciplina MD= Média da Disciplina NAF = Nota da Avaliação Final N 1 = Nota do Aluno no 1º bimestre N 2 = Nota do Aluno no 2º bimestre Art Após a avaliação final, o estudante que não alcançar a média 60 (sessenta) em até, no máximo, duas disciplinas, prosseguirá para o período

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