INPG INSTITUTO NACIONAL DE PÓS- GRADUAÇÃO COMERCIO EXTERIOR E NEGÓCIOS INTERNACIONAIS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INPG INSTITUTO NACIONAL DE PÓS- GRADUAÇÃO COMERCIO EXTERIOR E NEGÓCIOS INTERNACIONAIS"

Transcrição

1 INPG INSTITUTO NACIONAL DE PÓS- GRADUAÇÃO COMERCIO EXTERIOR E NEGÓCIOS INTERNACIONAIS A Influência de Componentes Importados no Prazo de Entrega de Produtos Acabados Wanderliza Dutra Deusdedith CAMPINAS

2 INPG INSTITUTO NACIONAL DE PÓS- GRADUAÇÃO COMERCIO EXTERIOR E NEGÓCIOS INTERNACIONAIS A Influência de Componentes Importados no Prazo de Entrega de Produtos Acabados Wanderliza Dutra Deusdedith CAMPINAS

3 AGRADECIMENTOS Gostaria de agradecer a empresa Rockwell Automation do Brasil, pela oportunidade de realizar o presente estudo, objeto deste relatório.gostaria de agradecer ao Sr. Devair Previdelli Gerente de Vendas da Filial Campinas, Sr. Mauro Murcia Gerente da Área de Produção, e ao Sr. Alfredo Naso Engenheiro de Vendas, Marcelo Ankier Logística de Planejamento, Srta Helena Camelo Planejamento e Controle da Produção, Ariovaldo Barros Fontes Engenharia, pelo apoio e pela oportunidade de estar conhecendo melhor as atividades da Produção de Módulos, assim como são realizados as atividades, normas e procedimentos. 3

4 A minha família Terezinha minha querida mãe e Andréia minha querida irmã. Pelo exemplo e pelo apoio que me deram ao longo da vida, para que eu pudesse ser bem sucedida em minha formação profissional. 4

5 A INFLUÊNCIA DE COMPONENTES IMPORTADOS NO PRAZO DE ENTREGA DE PRODUTOS ACABADOS WANDERLIZA DUTRA DEUSDEDITH Resumo Um dos maiores problemas dentro das organizações é a utilização de componente ou produtos importados na linha produtiva.na Rockwell Automation do Brasil, foi realizado exatamente esta avaliação, de como os componentes importados influenciam no prazo de entrega de produtos acabados, na área de Produção de Módulos (PMO). Para isso, utilizamos ferramentas como PCP (Planejamento e Controle da Produção) Diagrama de Causa e efeito. Onde podemos ver claramente onde estão concentradas as causas e que por muitas vezes fogem ao controle da empresa, ficando assim na dependência de terceiros, despachantes aduaneiros, transporte de movimentação e até dos agentes de fiscalização. A busca de uma melhor maneira de planejar a compra a produção e trabalhar melhor dentro do ciclo produtivo, sem afetar a produtividade, os custos, a qualidade e performance dos produtos que serão utilizados nos projetos de automação e pelos clientes. Visando dentro da estratégia minimizar as possibilidades de falhas. A capacidade de mudar, e rápido é considerado sem dúvida, uma vantagem competitiva (Richard Love, Hewlett-Packard) Palavras-Chave PCP- Planejamento e Controle de Produção, PMO- Produção de Módulos, Qualidade dos Produtos 5

6 Sumário 1. APRESENTAÇÃO 8 2. RADIOGRAFIA DA EMPRESA DADOS GERAIS SOBRE A EMPRESA IDENTIFICAÇÃO ÁREA DE MANUFATURA, OPERAÇÕES EM SERVIÇOS REVISÃO BIBLIOGRÁFICA ANALISE DA AREA ESPECIFICA DA PESQUISA DADOS GERAIS SOBRE A AREA DE PRODUÇÃO DE MÓDULOS 16 Planejamento da Produção 19 Administração de Preços 22 Administração de Preços 23 Seleção e Administração de Canais e da Distribuição 23 5 Proposta de Melhoria DEFINIÇÃO DO PROBLEMA 25 Procedimento de Fabricação 27 Importação 30 Preparação da carga a ser transportada Embalagem 31 Preparação da carga a ser transportada Embalagem 31 Pagamento do Transporte 32 Conhecimento de embarque marítimo 33 Situações Contratuais 34 Tipos de navios 34 Composição do Frete Marítimo 35 SUGESTÃO DE MELHORIA 36 Processo de Importação 36 Centro de Distribuição 37 Centro de Distribuição Columbia S/A 38 O que é Entrepostamento Aduaneiro? 39 Custo X Beneficio 40 6

7 Custo X Beneficio 41 Cronograma de Implementação 47 Atualmente dois funcionários trabalham efetivamente no monitoramento, faturamento e distribuição dos produtos, em parceria com o Columbia.Resultados Obtidos 47 Resultados Obtidos 48 Bibliografia Geral 49 Referência Bibliográfica Complementar 50 GLOSSÁRIO 51 Documentos Referência 53 7

8 1. APRESENTAÇÃO Este relatório apresenta os resultados da pesquisa feita em Administração de Produção, Mercado Internacional e Distribuição. O objetivo geral da pesquisa foi a análise dos conceitos e técnicas estudados durante o curso Comercio Exterior e Negócios Internacionais, e a sua comparação com as práticas da empresa. Com o objetivo de oferecer uma oportunidade para desenvolver experiências práticas no Campo da Administração para complementar a formação para o exercício profissional. Incluem-se neste relatório as informações de âmbito geral que acerca a empresa onde a pesquisa foi realizada, sobre a área especifica além de dados sobre a estrutura básica de um projeto de melhoria onde são analisados os dados referentes a um problema detectado durante a pesquisa. 8

9 2. RADIOGRAFIA DA EMPRESA 2.1 DADOS GERAIS SOBRE A EMPRESA A Rockwell Automation do Brasil, com sua sede à Rua Comendador Souza, 194 São Paulo - SP, é uma empresa do setor de automação industrial, e esta presente em todo o território brasileiro através de suas filiais de vendas, apoiada em uma estrutura de canais, composta por uma rede de distribuição, Solution Providers e Integradores de Sistemas System Integrators IDENTIFICAÇÃO A Rockwell Automation, sucessora da Metal Leve Controles Eletrônicos Ltda., empresa fabricante de Controladores Lógicos Programáveis (CLP s), vem atuando desde 1979, no segmento de automação industrial, mais especificamente no mercado de Controladores Lógicos Programáveis, onde detêm a posição de líder de mercado. A empresa desde sua origem vem atuando na área de Automação Industrial, oferecendo em todo o Brasil Soluções Integradas e Especificas para cada aplicação, traves da adequada configuração de seus itens de catalogo. Toda aplicação de automação é composta, partindo-se do numero de pontos da instalação a serem controlados / monitorados, do nível de complexidade das 9

10 instruções a serem executadas e do tempo de resposta mínimo previsto no processo ou manufatura a controlar. Além disto, para o uso adequado dos produtos ofertados, é necessário o desenvolvimento do programa de aplicação, e eventuais serviços associados, como start-up, reparo, treinamento e consultorias. A partir de 2002, por decisão estratégica comercial e pela crescente demanda mercadológica, a Rockwell Automation do Brasil Ltda teve a sua subdivisão para a Rockwell Comércio e Serviços de Automação Ltda, situado em Alphaville, com estoque terceirizado em Campinas, responsável pelo fornecimento de produtos seriados. Marcas Associadas A Allen-Bradley é líder mundial em controladores lógicos programáveis, componente lógico de controle, software de automação industrial e dispositivos de interface de operação. A Allen- Bradley também fornece acionadores de CA e CC, protetores inteligentes de motor, contadores, interruptores, chaves, acionadores, bornes, controladores inteligentes de motor, dispositivos de qualidade de potência e supervisão de alimentação e sensores de presença. Reliance Eletric A Reliance Electric é líder mundial em motores industriais e de engenharia, motores síncronos e geradores, acionamentos padrão CA e CC e serviços de reparo por equipamentos eletrônicos e máquinas rotativas. 10

11 Dodge A Dodge é o fornecedor número um na América do Norte de produtos de transmissão de potência mecânica, incluindo redutores de engrenagem, drives de velocidade ajustáveis mecanicamente, redutores montados sobre eixo, montadores de mancais, condutores de polia, acoplamentos de eixo, pedais e freios. Rockwell Software Fundada em 1994, a Rockwell Software já é a líder mundial no desenvolvimento e suporte de software de automação, fornecendo software de supervisão e controle de processo; pacotes de sistemas para Windows TM para registros históricos e análises de tendências em tempo real, aquisição de dados e controle de receita; Microsoft, pacotes de software para sistemas de tecnologia ActiveX; pacotes de programação CLP (PLC) para ambientes Windows e DOS e pacotes de comunicação ÁREA DE MANUFATURA, OPERAÇÕES EM SERVIÇOS. A Rockwell Automation identifica e planeja os processos de producao, instalação, entrega e serviço de pós-venda, que influem diretamente na qualidade e assegura que estes processos são executados sob condições controladas, como: Metodologias definidas de produção; Uso de equipamentos adequados de produção, instalação, liberação e um ambiente adequado de trabalho; Disponibilidade e uso de dispositivos para monitoramento e medição; 11

12 Conformidade com norma, códigos de referencia, planos da qualidade, procedimentos documentados; Aprovação de processos e equipamento como apropriado; Critérios de execução que são estipulados da maneira prática mais clara; Manutenção adequada de equipamentos par assegurar a continuidade da capabilidade do processo; A organização valida os processos, onde a saída resultante pode ser um produto, serviço ou uma solução integrada de automação. Para esses casos a verificação é realizada mediante testes elétricos e funcionais, seja este um produto eletrônico ou um painel elétrico. Auditorias de produto e de processo são realizadas periodicamente a fim de revalidar os processos existentes, demonstrando sua capacidade em atender os requisitos planejados. 12

13 3. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA O principal ponto convergente abordado dentre as obras utilizadas para realizar esta pesquisa é o Planejamento e Controle da Produção (PCP) Podemos afirmar que o Planejamento e Controle da Produção são compostos da seguinte forma: Minimizar os atrasos e não atendimento de ordens de produção; Minimizar os estoques Minimizar a ociosidade dos recursos produtivos; Alocação eficiente do trabalho; Reduzir prazos Distribuir o trabalho de forma equilibrada. E visa ainda ser consistente e perceptível, onde buscara eficiência e qualidade em todas as situações citadas. Estas ações que se voltam para a eficiência e eficácia da produtividade tem como meta a plenitude da satisfação dos seus clientes. Seguindo padrões préestabelecidos, regidos pelas normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), ISSO e CE (Comunidade Européia). Manter a fidelidade com os regulamentos é fornecer benefícios no gerenciamento. O planejamento por si só, dentro da cadeia produtiva é bastante complexo e envolve muitas habilidades; comerciais, gerenciais, de logística e operacional. Pois, tudo envolve o tempo de operação da planta e como otimizar a Produção. A Rockwell Automation para manter-se líder no mercado de automação industrial, tem como principal estratégia à utilização de normas técnicas e padrões para realização das atividades de produção, que são todas documentadas e acatadas. 13

14 Notoriamente nas bibliografias utilizadas, há um enfoque muito grande na previsão da demanda. Avaliando a demanda é possível preparar a linha produtiva para operar sem riscos de sobrecarga. A Rockwell se enquadra perfeitamente no sistema de demanda dependente, que é entendido por relativamente previsível devido a sua dependência em alguns fatores conhecidos... O Planejamento e Controle da demanda dependente concentra-se nas conseqüências da demanda dentro da operação (SLACK, Nigel, Administração da Produção, editora Atlas 1999 pagina 235.) A MRP trabalha com uma lógica de gestão da demanda, que engloba vários processos, ligado principalmente com o tema deste projeto (a influencia do tempo), e por haver uma forte influencia externa que direciona o andamento da cadeia produtiva, como por exemplo, a previsão de vendas, a carteira de pedidos, ordens de compra, ordens de trabalho e o estoque. São determinantes na decisão de produzir. Os itens que ganham o maior destaque dentro da Rockwell na área de Produção de Módulos, que é o objeto de estudo, que pode ser contemplado melhor no esquema abaixo: Carteira de Pedidos Programa Mestre de Produção Previsão de Vendas Lista de Materiais Planejamento das necessidades de materiais Registro de Estoque Ordens de Compra Planos de Materiais Ordens de Trabalho 14

15 Como podemos constatar, todas fases estão interligadas entre si, se houver falhas ou algum tipo de negligencia, isso poderá culminar em perdas para a empresa. Para analisar e compor o Planejamento de Demanda é usado o método de series estatísticas temporais, da qual é possível analisar a sazonalidade, a tendência e a variação existente nos períodos. Denominamos Série Estatística toda tabela que apresenta a distribuição de um conjunto de dados estatísticos em função da época, do local ou da espécie. (CRESPO, Antonio Arnot Estatística Fácil pagina 26) Com todo o processo de avaliação e planejamento concluído podemos, determinar o quanto se deve produzir, e quanto tempo se levará para produzi-las (módulos eletrônicos). Entendemos que há uma semelhança entre as obras de Daniel Moreira Administração da Produção e Operações, e Nigel Slack Administração da Produção, ambos abordam a importância da demanda dentro do ciclo produtivo de uma organização, e como a estatística pode se tornar uma ferramenta imprescindível para visualizar esta demanda e como ela se compõe e desenvolve ao longo do período. Demanda esta que é acompanhada dentro da Rockwell Automation através de relatórios que o Sistema de Gestão é capaz de nos fornecer com todos os detalhes. Além da demanda é possível acompanhar com o Sistema de Gestão como a empresa esta se comportando em relação a produção de módulos, se esta atendendo a demanda, o números de falhas, paradas, reparos e retrabalho. 15

16 4. ANALISE DA AREA ESPECIFICA DA PESQUISA 4.1. DADOS GERAIS SOBRE A AREA DE PRODUÇÃO DE MÓDULOS A área de produção de módulos colabora atualmente com cinqüenta produtos para as unidades de negócios, como: componentes eletrônicos, controladores lógicos programáveis. DIRETORIA GERAL Mike Johnson Diretor Geral GER. DE PROJETOS/ICG GER. UNIDADE NEGÓCIOS/MCC GER.PROD. E ENGENHARIA Claudio Baldoni Jr Ger.Projetos ICG Herberto Bergmann Ger.Geral BU MCC Mauro Murcia Ger.Prod.e Enga. CONTRATOS MCC Ma. Cristina Zecchin Coord. Contratos GER.PRODUÇÃO DE PAINÉIS Elói F. Svicero Ger.Prod.Painéis ÁREA DA QUALIDADE Elcio Pereira Engenheiro Sr. PRODUÇÃO DE PAINEIS Jurandi Rocha Supervisor Produção ALMOXARIFADO Luiz F. Gomes Enc. Almoxarifado 16

17 O Sr. Mauro Murcia é o responsável pelo gerenciamento da área de Produção de Módulos (PMO). 1 Produtos estes que podem ser exportados para a matriz localizada nos Estados Unidos da América, que se encarrega de distribuir para as demais fábricas, e filiais em todo o mundo. Obedecendo aos padrões e normas de segurança e qualidade, proporcionando aos clientes produtos através de um conjunto de procedimentos, cultura, trabalho em equipe, responsabilidade e comunicação aberta voltados à Qualidade e ao valor agregado. Política da Qualidade: Satisfazer nossos clientes com atendimento diferenciado, crescendo lucrativamente e sendo uma referencia no fornecimento de soluções e serviços. Política esta que atua seriamente nesta área de produtos seriados, obedecendo às normas da ISO 9001:2000, que abrange os diversos processos da empresa. A Administração de Produção é responsável por executar toda a inspeção e os ensaios finais dentro da metodologia adotada para manter a evidencia da conformidade do produto acabado com os requisitos especificados. (após a montagem dos componentes nas placas dão-se inícios aos testes e a cada aprovação ou não recebe um selo de identificação e ao final recebe a etiqueta de que foi aprovado conforme as normas nele apresentadas). Nenhum produto é liberado até que todas as atividades especificadas tenham sido satisfatoriamente completadas e os dados e documentações estejam disponíveis e autorizados. No caso de produto não conforme é analisado criticamente, de acordo com o procedimento documentado, podendo ser: 1 Gerencia de Produção e Engenharia (em cinza no organograma) Área foco da Pesquisa 17

18 Retrabalhado para atender aos requisitos especificados; Reclassificado para aplicações alternativas; Rejeitado ou sucateado. A organização estabelece e mantêm procedimentos documentados para implementação de ações corretivas e ações preventivas. Quaisquer ações corretivas ou preventivas, tomadas para eliminar as causas de não conformidades reais ou potenciais, são de grau apropriado à magnitude dos problemas e proporcional aos riscos encontrados. Toda e qualquer alteração nos procedimentos resultantes de ações corretivas, são devidamente registradas. As ações corretivas são provenientes de vários fatores como, por exemplo: Efetivo tratamento e investigação das reclamações de clientes; Investigação da não conformidade relacionada ao produto, processo, Sistema de Gestão da Qualidade e Meio Ambiente e registro dos resultados da investigação; Determinação da ação corretiva necessária para eliminar a causa da não conformidade; Aplicação de controles para assegurar a eficácia da ação corretiva. Para as ações preventivas podemos destacar: Uso de fontes apropriadas de informação como: processos e operações de trabalho que afetam a qualidade do produto, registro da qualidade, reclamações de cliente, que ajudam a analisar e eliminar problemas; Determinação de métodos de prevenção; Aplicação e controle das ações para assegurar sua eficácia; 18

19 Planejamento da Produção O Planejamento da Produção consiste em avaliar as vendas já planejadas para os períodos futuros e que possam ocorrer durante o período. Para a partir daí abrir as ordens de trabalho para atender as necessidades. Que se iniciam em identificar as necessidades de componentes das ordens, analisar e identificar as faltas e emitir pedidos de compras para a matriz. Processo onde se faz necessário uma série de burocracias que são os documentos de importação. A partir deste ponto o trabalho depende dos contatos realizados junto a fornecedores no embarque consolidado dos materiais, e com os despachantes alfandegários no recebimento. Para receber o material é necessário fazer uma inspeção, para garantir que os componentes tenham um bom desempenho, em seguida ele é estocado. Estando disponível em estoque, os componentes já estão aptos a serem retirados para atender as ordens de trabalho, isto é montar o produto. A aquisição de componentes para a fabricação de sistemas se é feita através das seguintes ações: Itens tipo A: considerados como itens de consumo, são comprados com base em sistema Kan Ban, com controle visual e serão custeados (baixados) em sua totalidade para o custo da fábrica no mesmo mês em que chegam fisicamente à mesma. Itens tipo B: considerados como componentes de uso comum, estes componentes são comprados a partir de um estoque de segurança parametrizado como tal no MFGPRO. Este estoque de segurança é calculado com base no consumo efetivo do componente ou insumo e no prazo de entrega do mesmo a partir da requisição de compra até a entrega efetiva. A revisão deste cálculo é feita regularmente não menos que uma vez a cada 3 meses. 19

20 Itens tipo C: Considerados como componentes padronizados e fabricados sob encomenda por fornecedor local ou adquiridos da BU da matriz, estes componentes são comprados com base em estoque de segurança no MFGPRO. A passagem destes componentes para a produção em andamento se dá por transferência manual, a qual pode ser feita parcial ou total, quando da chegada do material na fábrica. No caso de transferência parcial, é estabelecido um controle visual entre o material disponível na produção e a parcela mantida no estoque. A baixa deste material em termos de custo para as ordens de trabalho, se dá automaticamente no encerramento de cada ordem de trabalho. O cálculo do estoque de segurança é feito com base no consumo histórico, levandose em conta não só a quantidade, mas também a freqüência da utilização dos itens, combinados com o prazo de entrega dos mesmos. Este cálculo é revisto regularmente não menos que uma vez a cada 4 meses e a quantidade a ser comprada a cada aquisição também considera o tamanho de lote econômico, bem como as ordens de venda que estejam na iminência de serem registradas e que tenham o seu registro assegurado por vendas, dependendo apenas de burocracias por parte dos clientes para a emissão da referida ordem.itens tipo D: caracterizamse como sendo maioria dos componentes, os componentes específicos para o projeto em questão (não comuns aos demais) e principalmente os componentes elétricos destes. São adquiridos a partir da necessidade gerada pelo projeto específico, na quantidade específica. Estes componentes serão passados para a produção em andamento, assim que cheguem à fábrica através das ordens de trabalho específicas aos projetos nos quais serão utilizados. Caso ocorram alterações no projeto específico, que impliquem em sobra de componentes, esta sobra é analisada pelo responsável pelo referido projeto, sendo possíveis as seguintes disposições: Utilizar o componente em outro projeto que já esteja sendo executado. Custear o componente no projeto original e guardá-lo por um período de até quatro meses para que seja aproveitado em outro projeto. 20

21 Custear o componente no projeto original e enviá-lo ao cliente como peça sobressalente. Devolver o componente à BU da matriz, dentro do programa de devoluções autorizadas, sendo os custos decorrentes deste processo apontados como provisão no projeto original. Custear o componente no projeto original e sucateá-lo. Vender o referido componente imediatamente após a constatação de que o mesmo não seja utilizado. 21

22 Conforme Fluxograma abaixo: Fluxograma: Planejamento de Produção inicio Avaliar vendas firmes ou planejadas para períodos futuros (Vendas/Logistica) 1 Abrir ordem de trabalho Explodir necessidade de componentes Não Material inspecionado esta ok Identificar faltas e colocar pedido de compras Emitir documentos para importação sim Necessida de de compra não Estocar o material sim Verificar com fornecedor, data embarque Verificar junto com despachante, data recebimento Receber e inspecionar material Sacar o material para executar a ordem de trabalho Executar a ordem de trabalho (montar o produto final) Fim 1 22

23 Administração de Preços A Política de Preços da empresa é definida pela matriz situada nos Estados Unidos da América, contemplado de negociações globalizadas, onde as mesmas são confeccionadas e distribuídas para cada país onde a empresa opera. Seleção e Administração de Canais e da Distribuição A organização procura dentro do cenário macro atender efetivamente as necessidades de seus clientes, sejam eles existentes ou futuros. Para isso adota um modelo de distribuição não saturada, ou seja um único distribuidor para cada região geográfica abrangida pela organização. Tal modelo de distribuição resulta em um significativo fator de diferenciação com os concorrentes, pois traz uma grande vantagem para o cliente por permitir ao mesmo saber sempre a quem cabe o suporte de pré e pós-venda indispensáveis à utilização de produtos de alta tecnologia. Para ser um distribuidor autorizado que realmente atenda as necessidades e expectativas dos clientes, é necessário ter o conhecimento em Automação Industrial e investir basicamente em quatro áreas: 1. Estoque; 2. Tecnologia da Informação; 3. Recursos Humanos pessoal qualificado; 4. Treinamentos Permanentes no Brasil e no Exterior. Os investimentos acima proporcionam ao distribuidor um conhecimento mais amplo e atualizado dos produtos e serviços da Rockwell Automation, podendo assim agregar valor para o cliente. 23

24 5 Proposta de Melhoria Através da pesquisa realizada nas instalações da Rockwell Automation, tivemos a oportunidade de acompanhar algumas reuniões e conversar individualmente com várias pessoas responsáveis diretamente (planejador de métodos / montador/ comprador e indiretamente vendedor, engenharia) que estão envolvidas na produção e identificarmos quais são os principais pontos problemáticos na produção de módulos. O que concluímos e estaremos apresentando, é uma proposta de melhoria que foi baseado em uma realidade efetiva do dia a dia da Rockwell Automation. Relatamos no item seguinte uma estratégia em função dos comentários dos profissionais que apresentaram os pontos problemáticos que influenciam na produção de módulos seriados, e estes pontos detalhados em nosso projeto de melhoria para recomendarmos uma melhoria. Como esclarecimento inicial, o objetivo do estudo que apresentaremos será o de reduzir o prazo de entrega dentro do ciclo produtivo. Conforme apresentado anteriormente, o processo de planejamento de produção inicia-se obviamente com a necessidade do cliente em adquirir os produtos e na ferramenta logística provisional de vendas. Como comentário básico do planejamento, poderíamos ter como lema: manter o produto em estoque no menor rotatividade, prazo possível, ter alta Com esta premissa identificamos as principais dificuldades iniciais para o planejamento de produção dos módulos, que citamos: Prazo de importação dos componentes da matriz; O desembaraço aduaneiro; 24

25 O desembaraço fiscal; A inspeção do material na alfândega; Variação dos impostos federais O período de armazenamento dos componentes; A partir de então com os itens acima resolvidos temos efetivamente o início da montagem dos módulos, que no caso da Rockwell Automation são montados por modernas máquinas em SMT Tecnologia de Montagem em Superfície (Surface Mount Technology) e depois de montados são realizados testes nestes módulos em equipamentos de última geração, para disponibiliza - los para o cliente conforme certificação ISO 9001 : DEFINIÇÃO DO PROBLEMA Considerando-se a explanação acima retratamos o seguinte diagnóstico básico: Neste trabalho de diagnóstico básico constatamos e destacamos uma curiosidade no ciclo de produção que são os fatos que os planejamentos sofrem de uma forte influência extra - empresa, são forças operacionais que interferem conforme justificamos a seguir. As realidades econômicas do mercado industrial nos dias atuais recomendaram que a Rockwell Automation realize uma avaliação e nova reestruturação com diminuição de seus custos operacionais, todas as unidades de negócios, denominadas como BU Business Unit, (que são: ACIG, CPAG e GMS ), foram obrigadas a diminuir suas operações de planejamento a longo prazo, focar a efetiva necessidade do mercado de automação industrial e trabalharem alinhadas com o menor custo possível sem perder o cliente atendendo plenamente as suas necessidades, pois havia o risco da concorrência tomar o cliente. Destaca-se, porém, um fato a ser considerado como primordial, a produção de módulos seriados possui como característica de construção com aproximadamente 1200 (mil e duzentos) componentes eletrônicos, (Vide Exemplo De Desenho Da 25

26 Placa Abaixo), estes componentes para a Rockwell Automation garantir a alta qualidade do produto e o procedimento de certificação ISO 9001 (vide anexos), por orientação da Matriz da Rockwell Automation, que fica em Milwaukee Wisconsin, são importados, esta relação de CUSTO x NECESSIDADE é mais um desafio a ser superado pelo planejamento, pois é claro que custo de importar com as nossa moeda REAL ( R$ ) desvalorizada em relação o DÓLAR ( US$ ) interfere no custo final. As definições dos componentes a serem importados são avaliadas pelo planejamento de produção através de históricos das curvas de avaliação A, B e C. Definido os componentes, temos a próxima etapa que dentro ainda de nossa realidade brasileira é infelizmente mais fator de dificuldades pela suas características específicas, é a etapa do Desembaraço Aduaneiro. Dentre destas características o Desembaraço Aduaneiro é lento e problemático, que após a fiscalização dos órgãos Federais (Receita Federal), passa pela fiscalização de desembaraço dos documentos fiscais, sem contar quando não estão em greve, refletindo diretamente e comprometendo o andamento da produção, tema de nosso projeto. O histórico interno da Rockwell Automation deste tramite todo em condições normais de trabalho, leva-se 15 dias aproximadamente até que o material esteja disponível no estoque para consumo produtivo. 26

27 Procedimento de Fabricação Primeiramente o analista de logística planeja e programa a produção com base nas informações sobre nível de estoque e necessidades de produto, faz a abertura das ordens de trabalho e emite a lista de separação para os produtos desejados, conforme é avaliado no Planejamento de Produção. A lista é enviada ao Almoxarifado de Componentes, que separa e identifica os componentes da ordem de trabalho. Estas ordens têm seus componentes requisitados e separados do estoque usando a Lista de Separação ou Requisição de Materiais, com algumas exceções que são os componentes SMT, em carretel caixas de embalagens ou rótulos em branco. Se houver alguma falta, o almoxarife informa o programador de materiais. Nesse meio tempo as operações da ordem de trabalho podem ou não prosseguir, dependendo de qual componente esta faltando e em que operação ele é utilizado. Essa decisão é tomada pelo gerente de produção e/ou seu pessoal de apoio à produção. Se não for possível prosseguir, o montador aguarda o componente antes de continuar as operações da ordem de trabalho. Ao montador, montador revisor ou auxiliar de montagem cabe realizar: a coleta de componentes da ordem de trabalho e montar. Em seguida o montador monta as partes plásticas e metálicas, tais como cobertura, chassis e tampas, mais os rótulos de identificação e demais acessórios. Por uma etiqueta colada às placas de circuito impresso, contendo o número da ordem de trabalho e o nome do produto. Durante a fabricação, por uma etiqueta afixada ao lote, contendo o número da ordem de trabalho e o nome do produto / código da placa, colado ao produto contendo o nome do produto e um número de série único. 27

28 O montador testa os produtos, para garantir a conformidade com padrões especificados. Havendo defeitos (não-conformidades), os produtos afetados são diagnosticados, consertados e finalmente re-montados e re-testados. As nãoconformidades são registradas, bem como sua causa e disposição. Os produtos aprovados são registrados. Para testar as placas ou produtos da ordem de trabalho, eles devem estar identificados com uma etiqueta EM TESTE. Pega-se então os componentes a serem montados nessas placas, referenciando o desenho de montagem. Eles devem estar identificados com uma etiqueta EM MONTAGEM com o mesmo número de ordem de trabalho, Usando o Desenho de Fechamento como referência, é verificada visualmente a presença das seguintes não conformidades dos produtos: Cobertura arranhada troque-as. Desalinhamento de etiquetas alinhe-as ou troque-as. Baixa qualidade de impressão de etiquetas troque-as. Etiqueta impressas erradas troque-as. Desalinhamento de LED alinhe-o, Baixa qualidade do silk-screen das coberturas troque-as. Peça faltante reponha-as. Portanto, o nosso propósito é exatamente tratar do tempo gasto com as atividades citadas, temos certeza que apresentando um projeto de melhoria em todo este processo poderemos ter um grande ganho de tempo e financeiro na Rockwell Automation. 28

2. COMO IMPORTAR 1 PLANEJAMENTO 2 CONTATOS COM POTENCIAIS FORNECEDORES 3 IDENTIFICAR NCM, TRATAMENTO ADMINISTRATIVO E TRIBUTÁRIO.

2. COMO IMPORTAR 1 PLANEJAMENTO 2 CONTATOS COM POTENCIAIS FORNECEDORES 3 IDENTIFICAR NCM, TRATAMENTO ADMINISTRATIVO E TRIBUTÁRIO. 1 2 2. COMO IMPORTAR 2.1. FLUXOGRAMA DE IMPORTAÇÃO 1 PLANEJAMENTO A fase de planejamento das importações é geralmente parte integrante do planejamento geral da empresa para atender sua necessidade de máquinas,

Leia mais

Cód. Doc. TAB-RHU-003

Cód. Doc. TAB-RHU-003 1 de 27 ÁREA: SUPERINTENDÊNCIA CARGO: Diretor Superintendente Garantir o correto funcionamento dos sistemas de informação utilizados pela empresa; Aprovar projetos de melhorias nos equipamentos e sistemas

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE Revisão: 07 Data: 05.03.09 Página 1 de 7 Copia controlada MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE José G. Cardoso Diretor Executivo As informações contidas neste Manual são de propriedade da Abadiaço Ind. e Com.

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA ESTUDOCOMPARATIVO NBRISO13485:2004 RDC59:2000 PORTARIA686:1998 ITENSDEVERIFICAÇÃOPARAAUDITORIA 1. OBJETIVO 1.2. 1. Há algum requisito da Clausula 7 da NBR ISO 13485:2004 que foi excluída do escopo de aplicação

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém Bloco Suprimentos WMS Gerenciamento de Armazém Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo WMS, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas foram

Leia mais

Auditoria Operacional no Setor Produtivo em uma Industria de Envelopes de Papel

Auditoria Operacional no Setor Produtivo em uma Industria de Envelopes de Papel Auditoria Operacional no Setor Produtivo em uma Industria de Envelopes de Papel UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO MBA QUALIDADE E PRODUTIVIDADE SÃO PAULO 2009 Gerson C. Anis e grupo de trabalho SUMÁRIO RESUMO...2

Leia mais

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo III.1 GESTÃO DE TRANSPORTES 1.1. O desenvolvimento econômico e o transporte. 1.2. A geografia brasileira, a infraestrutura dos estados, municípios

Leia mais

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a...

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... INNOVA Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... Maximizar o rendimento e a produtividade Estar em conformidade com os padrões de qualidade e garantir a segurança dos alimentos Obter

Leia mais

Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte.

Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte. GERENCIAMENTO DO TRANSPORTE Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte. Trade-off CUSTO x NÍVEL DE SERVIÇO FORMAÇÃO DO PREÇO FINAL Para elaboração de uma estratégia

Leia mais

- Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC

- Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC FORMAÇÃO Analista de Logística em Comércio Exterior - Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC Objetivo: Habilitar o participante para trabalhar com as rotinas da logística

Leia mais

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO O QUE É NÍVEL DE SERVIÇO LOGÍSTICO? É a qualidade com que o fluxo de bens e serviços

Leia mais

Roteiro Básico para Exportação

Roteiro Básico para Exportação Roteiro Básico para Exportação As empresas interessadas em efetuar exportações deverão, em primeiro lugar, inscrever-se no RADAR, que corresponde ao Registro de Exportadores e Importadores da Inspetoria

Leia mais

IMPORTAÇÃO FÁCIL: CÂMBIO PASSO A PASSO SAIBA COMO SER UM IMPORTADOR

IMPORTAÇÃO FÁCIL: CÂMBIO PASSO A PASSO SAIBA COMO SER UM IMPORTADOR IMPORTAÇÃO FÁCIL: CÂMBIO PASSO A PASSO SAIBA COMO SER UM IMPORTADOR 1º Passo: Registro da empresa Atualizar o objeto social da empresa incluindo a atividade de importação e os tipos de produtos que serão

Leia mais

Manual de Fornecedores

Manual de Fornecedores Manual de Fornecedores Fornecedores (Responsável pela Qualidade) Carimbo, Assinatura e data. 00 2 de 10 Índice 1. MANUAL DO FORNECEDOR... 3 1.1 INTRODUÇÃO... 3 1.2 OBJETIVO... 3 2. RELAÇÃO DE FORNECEDORES...

Leia mais

MANUAL DO FORNECEDOR

MANUAL DO FORNECEDOR PSQ 27 REVISÃO 00 Histórico da Emissão Inicial Data da Revisão 0 Data da Última Revisão Número de Página 15/01/14 15/01/14 1/14 2/14 1 - Objetivo 1.1 Escopo O conteúdo deste Manual contempla os requisitos

Leia mais

Atualização do Sistema T-Car-Win Versão 1.15.5

Atualização do Sistema T-Car-Win Versão 1.15.5 Atualização do Sistema T-Car-Win Versão 1.15.5 O sistema T-Car-Win está sendo atualizado para a versão 1.15.5. Esta versão tem o objetivo de agregar as seguintes funcionalidades ao sistema: Possibilidade

Leia mais

O que é e-ppcp? Funcionalidades adicionadas:

O que é e-ppcp? Funcionalidades adicionadas: e-ppcp / e-kanban 1 O que é e-ppcp? O e-ppcp é um aplicativo desenvolvido em ABAP/4 pela IntegrationSys para adicionar ao ERP SAP funcionalidades para suportar efetivamente o planejamento e operação de

Leia mais

Política de Atendimento de Lubrificantes. Índice. Item Tópico Página. 1. Introdução e Propósito 2. 2. Nossa Missão 2. 3.

Política de Atendimento de Lubrificantes. Índice. Item Tópico Página. 1. Introdução e Propósito 2. 2. Nossa Missão 2. 3. Política de Atendimento de Lubrificantes Índice Item Tópico Página 1. Introdução e Propósito 2 2. Nossa Missão 2. CALL Center 2 e. Disponibilidade de Produtos.1 Pedidos Mínimos.2 Tipos e Características

Leia mais

Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP

Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP São descritos a seguir objetivos, expectativas e requisitos relativos à documentação dos elementos individuais do APQP Status Report (ver QSV / S 296001

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM WMS WAREHOUSE MANAGEMENT SYSTEM SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE ARMAZÉM/DEP M/DEPÓSITO WMS Software de gerenciamento de depósito que auxilia as empresas na busca de melhorias nos

Leia mais

22/02/2009 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA

22/02/2009 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO A melhor formação cientifica, prática e metodológica. 1 POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA Marketing Vendas Logística ANTES: foco no produto - quantidade de produtos sem qualidade

Leia mais

www.sistemainfo.com.br Há 20 anos desenvolvendo soluções para a gestão de transporte e logística. Processo de transporte e logística Objetivo

www.sistemainfo.com.br Há 20 anos desenvolvendo soluções para a gestão de transporte e logística. Processo de transporte e logística Objetivo Há 20 anos desenvolvendo soluções para a gestão de transporte e logística. Agilidade, segurança e flexibilidade nos processos são os compromissos da Sistema Informática com seus clientes. Sediada em Criciúma,

Leia mais

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Profª Caroline Pauletto Spanhol Cadeia de Abastecimento Conceitos e Definições Elementos Principais Entendendo a Cadeia de Abastecimento Integrada Importância

Leia mais

Relatório de Atividade Técnica

Relatório de Atividade Técnica RUA DESEMBARGADOR JÚLIO GUIMARÃES, 275 SAÚDE -SÃO PAULO -BR-SP CEP: 04158-060 CNPJ: 46.995.494/0001-92 Telefone: (11) 5058-6066 Pessoa de Contato: ALMO BRACCESI (almo@betta.com.br) Tipo: Auditoria de Manutenção

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Nível de Serviço ... Serviço ao cliente é o resultado de todas as atividades logísticas ou do

Leia mais

TABELA DE PREÇOS E CONDIÇÕES COMERCIAIS ESTRUTURA DE SERVIÇOS E PREÇOS

TABELA DE PREÇOS E CONDIÇÕES COMERCIAIS ESTRUTURA DE SERVIÇOS E PREÇOS TABELA DE PREÇOS E CONDIÇÕES COMERCIAIS Vigência: 15/03/2014 a 14/03/2015 ESTRUTURA DE SERVIÇOS E PREÇOS OPERAÇÃO PORTUÁRIA - Tarifas devidas pelo armador, agente de navegação ou requisitante - A. OPERAÇÃO

Leia mais

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza Prova 1 09 de Maio de 2013 Nome: 1ª QUESTÃO (1,0) Segundo os dados divulgados pela ood and Agriculture Organization (AO, 2011) sobre as exportações brasileiras, em

Leia mais

TMS e Roteirizadores. Breno Amorim brenoamorim@hotmail.com

TMS e Roteirizadores. Breno Amorim brenoamorim@hotmail.com TMS e Roteirizadores Breno Amorim brenoamorim@hotmail.com Definição TMS (Transportation Management System) é um produto para melhoria da qualidade e produtividade de todo o processo de distribuição. Este

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Gerenciamento Logístico Gerenciamento Logístico A missão do gerenciamento logístico é planejar

Leia mais

Desenvolvimento da Iluminação Pública no Brasil. Sistemas de gestão da iluminação pública

Desenvolvimento da Iluminação Pública no Brasil. Sistemas de gestão da iluminação pública 14 Capítulo IX Sistemas de gestão da iluminação pública Por Luciano Haas Rosito* Conforme apresentado no capítulo anterior, uma das oportunidades de melhoria na iluminação pública justamente refere-se

Leia mais

Software de gerenciamento de trabalho

Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho GoalPost O software de gerenciamento de trabalho (LMS) GoalPost da Intelligrated fornece informações sob demanda para medir,

Leia mais

Garantia da qualidade em projeto de construção e montagem eletromecânica

Garantia da qualidade em projeto de construção e montagem eletromecânica Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão de Projetos - Turma nº 151 30 de novembro 2015 Garantia da qualidade em projeto de construção e montagem eletromecânica Renata Maciel da Silva renata.maciel55@gmail.com

Leia mais

Estamos presentes no mercado de prestação de serviços logísticos há 11 anos; Temos Know-how europeu;

Estamos presentes no mercado de prestação de serviços logísticos há 11 anos; Temos Know-how europeu; Estamos presentes no mercado de prestação de serviços logísticos há 11 anos; Temos Know-how europeu; Fazemos uma parceria total com o cliente, combinando redução de custos fixos e otimização de recursos

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão:

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão: 4.2.2 Manual da Qualidade Está estabelecido um Manual da Qualidade que inclui o escopo do SGQ, justificativas para exclusões, os procedimentos documentados e a descrição da interação entre os processos

Leia mais

DECISÃO TÉCNICA DT-124/2007 R-00

DECISÃO TÉCNICA DT-124/2007 R-00 /27 R- RECEBIMENTO, ARMAZENAMENTO, EXPEDIÇÃO E CONTROLE DE MATERIAIS DE ESTOQUE NAS DOCUMENTO NORMATIVO I MAR/27 Í N D I C E 1 OBJETIVO...1 2 DISPOSIÇÕES GERAIS...1 2.1 APLICAÇÃO...1 2.2 RESPONSABILIDADE...1

Leia mais

Manual de Gestão da Qualidade MGQ Elaborado por: Representante da Direção (RD)

Manual de Gestão da Qualidade MGQ Elaborado por: Representante da Direção (RD) 1/22 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Emissão do documento baseado nos requisitos da ISO 9001:2008 Vendas Gestão de Contratos Service Demais envolvidos na análise e aprovação Área / Processo Responsável

Leia mais

CADERNO DE DESCRIÇÕES DE CARGOS FÁBRICA

CADERNO DE DESCRIÇÕES DE CARGOS FÁBRICA CADERNO DE DESCRIÇÕES DE CARGOS FÁBRICA REVISÃO DOS DADOS 04 RELAÇÃO DE CARGOS Auxiliar de Montagem Montador Supervisor de Produção Técnico de Programação da Produção Coordenador de Produção IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

A UNION MODAL LOGÍSTICA INTEGRADA LTDA. vem apresentar à sua empresa um programa completo de suporte às operações de logística, que atende aos

A UNION MODAL LOGÍSTICA INTEGRADA LTDA. vem apresentar à sua empresa um programa completo de suporte às operações de logística, que atende aos 2012 Apresentação Luiz José de Souza Neto Union Modal Logística Integrada Rua Teixeira de Freitas, 72, cj. 23 Santos / SP - Tel.: 13 30613387 luiz@unionmodal.com.br A UNION MODAL LOGÍSTICA INTEGRADA LTDA.

Leia mais

Armazenagem e Movimentação de Materiais II

Armazenagem e Movimentação de Materiais II Tendências da armazenagem de materiais Embalagem: classificação, arranjos de embalagens em paletes, formação de carga paletizada, contêineres Controle e operação do armazém Equipamentos de movimentação

Leia mais

RMA - DN Automação (Autorização para Retorno de Mercadoria)

RMA - DN Automação (Autorização para Retorno de Mercadoria) RMA - DN Automação (Autorização para Retorno de Mercadoria) Orientações gerais aos parceiros de negócios A DN Automação trabalha exclusivamente através de parceiros de negócios (revendedores e agentes),

Leia mais

Lista de Verificação / Checklist

Lista de Verificação / Checklist Lista de Verificação / Checklist Avaliação NC / PC / C Departamentos Padrões de Referência /// Referências do MQ //// Referências Subjetivas A B C D E Cláusula Padrão Conforme/ Não C. 4 Sistema de Gestão

Leia mais

DHL OCEAN DIRECT (FCL) A CONFIABILIDADE QUE VOCÊ EXIGE A FLEXIBILIDADE QUE VOCÊ PRECISA

DHL OCEAN DIRECT (FCL) A CONFIABILIDADE QUE VOCÊ EXIGE A FLEXIBILIDADE QUE VOCÊ PRECISA DHL OCEAN DIRECT (FCL) A CONFIABILIDADE QUE VOCÊ EXIGE A FLEXIBILIDADE QUE VOCÊ PRECISA POR QUE ESCOLHER O DHL OCEAN DIRECT (FCL) EXPERIÊNCIA EM LOGÍSTICA PARA NEGÓCIOS DE TODOS OS TAMANHOS Nossa experiência

Leia mais

MANUAL FORNECEDORES. Santo Ângelo (RS) 16/09/2015 REV.02

MANUAL FORNECEDORES. Santo Ângelo (RS) 16/09/2015 REV.02 Santo Ângelo (RS) 16/09/2015 REV.02 MANUAL FORNECEDORES A Fundimisa Fundição e Usinagem Ltda pretende com este Manual aprimorar a relação com seus fornecedores e padronizar informações entre as partes.

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE MQ-01

MANUAL DA QUALIDADE MQ-01 Sumário 1 Objetivo 2 Últimas Alterações 3 Termos e definições 4 Sistema de gestão de qualidade 5 Responsabilidade da direção 6 Gestão de recursos 7 Realização do produto 8 Medição, análise e melhoria.

Leia mais

Indicadores de Desempenho do SGQ

Indicadores de Desempenho do SGQ Módulo 3: Indicadores de Desempenho do SGQ Instrutor: Henrique Pereira Indicadores de Desempenho do SGQ Partes interessadas: Quem são? Quais são suas necessidades? Como monitorar e medir os processos:

Leia mais

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE SUMÁRIO O que é gestão de estoque...3 Primeiros passos para uma gestão de estoque eficiente...7 Como montar um estoque...12 Otimize a gestão do seu estoque...16

Leia mais

w w w. p c s i s t. c o m. b r

w w w. p c s i s t. c o m. b r w w w. p c s i s t. c o m. b r S E U P R O G R A M A D E P O N T O S P C Como gerenciar minha FORÇA DE VENDA em TEMPO REAL, pela internet, de qualquer lugar que eu estiver? Como acompanhar minhas vendas

Leia mais

3. Sistemas Empresariais de Processamento de Transações

3. Sistemas Empresariais de Processamento de Transações Curso de Especialização em Gestão Empresarial (MBA Executivo Turma 12) Disciplina: Sistemas de Informações Gerenciais Prof. Dr. Álvaro José Periotto 3. Sistemas Empresariais de Processamento de Transações

Leia mais

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7)

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) A ESTRATÉGIA DA MANUFATURA E O SISTEMA PPCP: A estratégia

Leia mais

Cenário 1 - SIGNUS ERP Back-office

Cenário 1 - SIGNUS ERP Back-office Gestão e-commerce São 3 cenários possíveis: 1º SIGNUS ERP Back-office integrado a sua loja virtual 2º SIGNUS B2B e-commerce on-line 3º SIGNUS B2C e-commerce on-line Cenário 1 - SIGNUS ERP Back-office Integração

Leia mais

Proposta Comercial. Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing. Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao»

Proposta Comercial. Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing. Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao» Proposta Comercial Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao» Data 14 de setembro de 2012 Preparado para: «Nome» «Sobrenome» 1. Objetivo

Leia mais

Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000

Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000 Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000 ISO 9001:2000 Esta norma considera de forma inovadora: problemas de compatibilidade com outras normas dificuldades de pequenas organizações tendências

Leia mais

FLUXOGRAMA DE EXPORTAÇÃO

FLUXOGRAMA DE EXPORTAÇÃO FLUXOGRAMA DE EXPORTAÇÃO 1. PLANEJAMENTO Novos mercados; Mais lucros; Mais empregos Separar uma parte da produção para o mercado interno e outra para o mercado externo, pois a exportação é um processo

Leia mais

MANUAL PARA FORNECEDORES

MANUAL PARA FORNECEDORES Página 1 de 11 SUMÁRIO: 1 VISÃO...3 2 MISSÃO...3 3 PRINCÍPIOS...3 4 POLÍTICA DE GESTÃO INOVA...4 5 - MENSAGEM AO FORNECEDOR...4 6 - OBJETIVO DO MANUAL...5 7 - REQUISITOS BÁSICOS DO SGQ...5 8 - AVALIAÇÃO

Leia mais

Unidade IV GERENCIAMENTO DE. Prof. Altair da Silva

Unidade IV GERENCIAMENTO DE. Prof. Altair da Silva Unidade IV GERENCIAMENTO DE TRANSPORTE Prof. Altair da Silva Transporte em area urbana Perceba o volume de caminhões que circulam nas áreas urbanas em nosso país. Quais são os resultados para as empresas

Leia mais

Ser referência de excelência nas soluções de consultoria e desenvolvimento de sistemas de informação, superando as expectativas dos clientes.

Ser referência de excelência nas soluções de consultoria e desenvolvimento de sistemas de informação, superando as expectativas dos clientes. DOMPER CONSULTORIA E SISTEMAS LTDA Rua Dr. Flores, 273 Sala 30-1 andar Ed. Frozzi CEP: 95.200-000 - Vacaria RS Fone (54) 3232-6119 / (54) 3232-8484 / (54) 3232-1471 CNPJ: 08.020.035/0001-02 IE: 154/0101158

Leia mais

SISCOMEX, DOCUMENTOS e FORMAS DE PAGAMENTOS

SISCOMEX, DOCUMENTOS e FORMAS DE PAGAMENTOS CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO SISCOMEX, DOCUMENTOS e FORMAS DE PAGAMENTOS Prof.: Leonardo Ribeiro 1 Siscomex O Sistema Integrado de Comércio Exterior - SISCOMEX, é um instrumento

Leia mais

SILBRAN Comércio Exterior. 13/1/2009 Silbran Comércio Exterior

SILBRAN Comércio Exterior. 13/1/2009 Silbran Comércio Exterior SILBRAN Comércio Exterior 1 Decisões em Negócios Globalizados Importadores Exportadores 2 SILBRAN Comércio Exterior Desafio Global Distância Documentos Diversidade Demanda Disponibilidade Velocidade Consistência

Leia mais

Qualidade de Software

Qualidade de Software Rafael D. Ribeiro, M.Sc. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br A expressão ISO 9000 (International Organization for Standardization) designa um grupo de normas técnicas que estabelecem

Leia mais

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Toda empresa privada deseja gerar lucro e para que chegue com sucesso ao final do mês ela precisa vender, sejam seus serviços

Leia mais

TREINAMENTOS DEAK IN COMPANY

TREINAMENTOS DEAK IN COMPANY A DEAK Sistemas define como Treinamentos Básicos In Company a apresentação dos diversos módulos que compõem o ERP aos usuários. O Objetivo é apresentar cada módulo do ERP através de suas telas, campos

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

Definir os procedimentos para gestão dos bens e materiais do TJAC.

Definir os procedimentos para gestão dos bens e materiais do TJAC. Código: MAP-DILOG-004 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013 Elaborado por: Gerência de Bens e Materiais Aprovado por: Diretoria de Logística 1 OBJETIVO Definir os procedimentos para gestão dos bens e

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

versa A solução definitiva para o mercado livreiro. Aumente a eficiência de seu negócio Tenha uma solução adequada para cada segmento

versa A solução definitiva para o mercado livreiro. Aumente a eficiência de seu negócio Tenha uma solução adequada para cada segmento Aumente a eficiência de seu negócio O Versa é um poderoso software de gestão de negócios para editoras, distribuidoras e livrarias. Acessível e amigável, o sistema foi desenvolvido especificamente para

Leia mais

Excelência. Recursos. Faturamento/Financeiro Faturamento Contas a Receber Contas a Pagar Fiscal Contábil

Excelência. Recursos. Faturamento/Financeiro Faturamento Contas a Receber Contas a Pagar Fiscal Contábil Competência Sistemas para Transportadoras e Soluções Você e sua Empresa em perfeita sintonia Excelência Recursos Tms EXPERIÊNCIA O sistema é composto por módulos que controlam e integram os processos operacionais

Leia mais

Comex Exportação. Comercial. A partir de integração com o módulo de faturamento, o sistema de controle de exportação,

Comex Exportação. Comercial. A partir de integração com o módulo de faturamento, o sistema de controle de exportação, Comex Exportação A partir de integração com o módulo de faturamento, o sistema de controle de exportação, facilita a impressão dos principais documentos da exportação como fatura comercial, packing list,

Leia mais

Precision. A sua Solução de Gestão Empresarial. Características do Sistema: Principais Recursos:

Precision. A sua Solução de Gestão Empresarial. Características do Sistema: Principais Recursos: A sua Solução de Gestão Empresarial O Precision é a solução de Gestão Empresarial de baixo custo que a Maggiore Sistemas disponibiliza para pequenas e médias empresas. Desenvolvido e comercializado em

Leia mais

Processos de Compras. Tecinco Informática Ltda. Av. Brasil, 5256 3º Andar

Processos de Compras. Tecinco Informática Ltda. Av. Brasil, 5256 3º Andar Processos de Compras Tecinco Informática Ltda. Av. Brasil, 5256 3º Andar 1 Centro Cascavel PR www.tecinco.com.br Sumário Controle de Compras... 4 Parametrização... 4 Funcionamento... 4 Processo de Controle...

Leia mais

MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1

MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1 MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1 I. APROVAÇÃO Emitente: Função: Análise crítica e aprovação: Função: Liliane Alves Ribeiro da Silva Gerente Administrativa Roberto José da Silva Gerente Geral

Leia mais

A solução ideal para a gestão do comércio varejista

A solução ideal para a gestão do comércio varejista A solução ideal para a gestão do comércio varejista Principais Segmentos Auto Peças Material Elétrico / Construção Material Cirúrgico e Hospitalar Papelaria Informática Brinquedo Vestuários em Geral Cosméticos

Leia mais

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning ERP Enterprise Resources Planning A Era da Informação - TI GRI Information Resource Management -Informação Modo organizado do conhecimento para ser usado na gestão das empresas. - Sistemas de informação

Leia mais

OPERAÇÃO LOGÍSTICA CL PILKINGTON

OPERAÇÃO LOGÍSTICA CL PILKINGTON 1. OBJETIVO Estabelecer procedimento padrão, para todos os colaboradores da Irapuru que estão envolvidos na operação logística da Pilkington (OE-Operação Marcopolo) e Pilkington AGR de recebimento, armazenagem

Leia mais

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? BUROCRACIA? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? BUROCRACIA? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE ISO? ITÁLIA CANADÁ ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL, NÃO GOVERNAMENTAL, QUE ELABORA NORMAS. FAZEM PARTE DA ISO ENTIDADES DE NORMALIZAÇÃO DE MAIS DE UMA CENTENA DE PAÍSES. JAPÃO EUA I S O INGLATERRA ALEMANHA BRASIL

Leia mais

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE ISO? ITÁLIA CANADÁ ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL, NÃO GOVERNAMENTAL, QUE ELABORA NORMAS. FAZEM PARTE DA ISO ENTIDADES DE NORMALIZAÇÃO DE MAIS DE UMA CENTENA DE PAÍSES. JAPÃO EUA I S O INGLATERRA ALEMANHA BRASIL

Leia mais

FMEA - 4ª. EDIÇÃO (Análise dos Modos de Falha e de seus Efeitos)

FMEA - 4ª. EDIÇÃO (Análise dos Modos de Falha e de seus Efeitos) Curso e-learning FMEA - 4ª. EDIÇÃO (Análise dos Modos de Falha e de seus Efeitos) Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão

Leia mais

Software para distribuidoras de medicamentos SIMPLICIDADE E EFICIÊNCIA NA GESTÃO DAS DISTRIBUIDORAS DE MEDICAMENTOS.

Software para distribuidoras de medicamentos SIMPLICIDADE E EFICIÊNCIA NA GESTÃO DAS DISTRIBUIDORAS DE MEDICAMENTOS. Software para distribuidoras de medicamentos SIMPLICIDADE E EFICIÊNCIA NA GESTÃO DAS DISTRIBUIDORAS DE MEDICAMENTOS. Sobre o MedOne GESTÃO SIMPLIFICADA, EFICIÊNCIA GARANTIDA. Gestão simplificada, segurança

Leia mais

Perguntas e Respostas mais Freqüentes IMPORTA FÁCIL CIÊNCIA

Perguntas e Respostas mais Freqüentes IMPORTA FÁCIL CIÊNCIA Perguntas e Respostas mais Freqüentes IMPORTA FÁCIL CIÊNCIA 1. O Que é? O Importa Fácil Ciência é destinado a pesquisadores/entidades de pesquisa cientifica ou tecnológica, devidamente credenciadas no

Leia mais

AVALIAÇÃO E SELEÇÃO DE FORNECEDORES

AVALIAÇÃO E SELEÇÃO DE FORNECEDORES VERIFICAÇÃO APROVAÇÃO ARQUIVO SQ SIGLA DA UO SULOG RUBRICA SIGLA DA UO G-SCQ RUBRICA 1 OBJETIVO Definir os requisitos e procedimentos mínimos para avaliação e seleção de fornecedores, assegurando fontes

Leia mais

Logistica e Distribuição. Manuseio de Materiais. Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993

Logistica e Distribuição. Manuseio de Materiais. Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993 Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993 Logística e Distribuição Manuseio de Materiais / Gestão de Informações Primárias Apoio 1 2 Manuseio de Materiais Refere-se aos deslocamentos de materiais

Leia mais

O último capítulo desta dissertação visa tecer conclusões a respeito do trabalho e sugerir algumas recomendações para estudos futuros.

O último capítulo desta dissertação visa tecer conclusões a respeito do trabalho e sugerir algumas recomendações para estudos futuros. 7 Conclusão O último capítulo desta dissertação visa tecer conclusões a respeito do trabalho e sugerir algumas recomendações para estudos futuros. A presente dissertação, conforme exposto no Capítulo 1,

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE DA CONSTRUTORA COPEMA

MANUAL DA QUALIDADE DA CONSTRUTORA COPEMA 1/10 INFORMAÇÕES SOBRE A EMPRESA... 2 ABRANGÊNCIA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE... 3 1. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE:... 4 - MANUAL DA QUALIDADE... 4 Escopo do SGQ e definição dos clientes... 4 Política

Leia mais

Formação de Analista em Comércio Exterior

Formação de Analista em Comércio Exterior Formação de Analista em Comércio Exterior com Pós Graduação Objetivo: Habilitar os participantes para exercer a profissão de Analista de Comércio Exterior e trabalhar com a análise das operações, planejamento,

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA Páginas: 1 de 13 APROVAÇÃO Este Manual de Gestão está aprovado e representa o Sistema de Gestão Integrada implementado na FOX Comércio de Aparas Ltda. Ricardo Militelli Diretor FOX Páginas: 2 de 13 1.

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE. Rua Acre, 291 - CEP 83.040-030 Bairro Boneca do Iguaçu - São José dos Pinhais - Paraná.

MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE. Rua Acre, 291 - CEP 83.040-030 Bairro Boneca do Iguaçu - São José dos Pinhais - Paraná. ELABORADO POR: Carlos Eduardo Matias Enns MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE APROVADO POR: Edson Luis Schoen 28/1/5 1 de 11 1. FINALIDADE A Saint Blanc Metalmecânica Ltda visa estabelecer as diretrizes básicas

Leia mais

OPERAÇÃO LOGÍSTICA GRV SCB NAKATA

OPERAÇÃO LOGÍSTICA GRV SCB NAKATA 1. OBJETIVO Estabelecer procedimento padrão para todos os colaboradores da Irapuru que estão envolvidos na operação logística de recebimento, armazenagem e expedição do fornecedor DANA SCB e DANA NAKATA

Leia mais

PHC Logística CS. A gestão total da logística de armazém

PHC Logística CS. A gestão total da logística de armazém PHC Logística CS A gestão total da logística de armazém A solução para diminuir os custos de armazém, melhorar o aprovisionamento, racionalizar o espaço físico e automatizar o processo de expedição. BUSINESS

Leia mais

PORTOS E RECINTOS ADUANEIROS

PORTOS E RECINTOS ADUANEIROS Segmento DISTRIBUIÇÃO E LOGÍSTICA PORTOS E RECINTOS ADUANEIROS As soluções de software de gestão para o segmento de distribuição e logística da TOTVS auxiliam as empresas que trabalham em portos e recintos

Leia mais

Importação Passo a Passo

Importação Passo a Passo 1º Passo Defina o que quer importar Importação Passo a Passo O mercado internacional, principalmente a China, apresenta uma ampla oportunidade de produtos para se importar. Antes de iniciar sua operação

Leia mais

ROTEIRO SOBRE NOTAS DE IMPORTAÇÃO CONTROLLER

ROTEIRO SOBRE NOTAS DE IMPORTAÇÃO CONTROLLER Inicialmente, o mais importante O objetivo deste material é apresentar como deve-se proceder em todas as fases, o cadastramento de uma Nota de Importação no Controller. Este material abordará os tópicos

Leia mais

ANEXO III ESPECIFICAÇÃO REQUERIDA DO SISTEMA DE BILHETAGEM ELETRÔNICA.

ANEXO III ESPECIFICAÇÃO REQUERIDA DO SISTEMA DE BILHETAGEM ELETRÔNICA. EDITAL CONCORRÊNCIA 01/2015 ANEXO III ESPECIFICAÇÃO REQUERIDA DO SISTEMA DE BILHETAGEM ELETRÔNICA. Este Anexo apresenta as especificações requeridas para o Sistema de Bilhetagem Eletrônica SBE a ser implantado

Leia mais

MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS

MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS ISSN 1984-9354 MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS Jamile Pereira Cunha Rodrigues (UESC) Resumo Diante do atual cenário competitivo empresarial, as empresas estão buscando

Leia mais

Planejar Soluções em TI e Serviços para Agronegócio. Software de Gestão Rural ADM Rural 4G

Planejar Soluções em TI e Serviços para Agronegócio. Software de Gestão Rural ADM Rural 4G Planejar Soluções em TI e Serviços para Agronegócio Software de Gestão Rural ADM Rural 4G 2011 ADM Rural 4G Agenda de Apresentação E Empresa Planejar O Software ADM Rural 4G Diferenciais Benefícios em

Leia mais

REGIME ADUANEIRO ESPECIAL DE DRAWBACK

REGIME ADUANEIRO ESPECIAL DE DRAWBACK Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - MDIC Secretaria de Comércio Exterior - SECEX Departamento de Operações de Comércio Exterior DECEX Coordenação-Geral de Exportação e Drawback

Leia mais

Documentação de Controle de Acesso Descrição das opções disponíveis

Documentação de Controle de Acesso Descrição das opções disponíveis Módulo Cadastro SIGLA Digital Relação de Controles de Acesso Página 1 de 22 Documentação de Controle de Acesso Descrição das opções disponíveis Agenda Telefônica Cadastro simplificado de telefones. Tem

Leia mais

GIOVANNO DA SILVA NEIVA gsn1977@gmail.com

GIOVANNO DA SILVA NEIVA gsn1977@gmail.com CURRICULUM VITAE Nome : Giovanno da Silva Neiva Idade: 36 anos Estado Civil: Casado Fone : 4199379882 Meus Pontos Fortes: grande facilidade em trabalhar com equipe, fácil comunicação, competência para

Leia mais

OPERAÇÃO LOGÍSTICA CL CLIENTES DIVERSOS

OPERAÇÃO LOGÍSTICA CL CLIENTES DIVERSOS 1. OBJETIVO Estabelecer procedimento padrão para todos os colaboradores da Irapuru que estão envolvidos na operação logística dos de recebimento, armazenagem e expedição. 2. REGRAS/CONSIDERAÇÕES GERAIS

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais