Editorial Evoluir caminhando

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4 Editorial Evoluir caminhando Os tempos por que passamos, tanto ao nível económico-financeiro, como mesmo ao nível social, não são os melhores como apontam os indicadores, as medidas governamentais e a contestação social. Mas os ges tores das diversas entidades nacionais públicas ou privadas não podem desa nimar, não devem hesitar, nem muito menos recuar, quer seja no que toca a novos investimentos em outros produtos e serviços, em mão-de-obra qualificada, e em equipamentos que potenciem o crescimento, quer seja na divulgação do seu trabalho, de modo a cativar novos clien tes em Portugal e além- -fronteiras. Só com mais trabalho, coragem, ousadia e inovação é possível dar a volta a esta situação desfavorável. Para tal devem também ser procuradas parcerias que permitam a criação de sinergias que favoreçam o alargar de horizontes e aumento do raio de acção. Os gestores e também os seus colaboradores têm de encontrar nas dificuldades verdadeiras oportunidades. Os primeiros porque devem entender que apostar agora, desde que de forma ponderada e adequada, vai contribuir, mais que nunca, para uma destrinça entre os que singram e manterão o seu espaço no mercado e os que não conseguem acompanhar a evolução e terão de ceder o seu lugar. Já os colaboradores, se mostrarem uma postura dinâmica, proactiva e ambiciosa, e marcarem pontos tão indispensáveis neste momento, têm uma grande hipótese de ver o seu trabalho reconhecido, e os seus anseios de ascensão profissional correspondidos. Se a vontade é muita, mas os recursos são escassos, os responsáveis pelas nossas empresas devem insistir e procurar soluções, porque, hoje em dia, os apoios do Governo não são muito significativos, mas existem. Basta ter uma estratégia bem delineada, racional e, ao mesmo tempo, vanguardista para obter a promoção de que precisam, o incentivo à exportação que tem de chegar ou o financiamento para investigação e aquisição de equipamentos de última geração que permitam marcar a diferença. Por isso, o importante mesmo é estarmos todos unidos, no mesmo barco, a remar para o mesmo lado, para mudarmos uma realidade complicada, mas que só tem por onde melhorar. Desde que nos deixemos de lamúrias, de desculpas e de não querer olhar em frente, vamos com certeza voltar ao trilho certo, o trilho do desenvolvimento e da prosperidade. Página Exclusiva 2

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6 Jovem e Arrojada Convextile, Lda Gravura e desenho têxtil A empresa identifi ca-se como sendo inovadora, simpática, parceira e efi ciente. A Convexstile Arte e Design, Lda tornou-se em pouco mais de 3 anos numa empresa de referência no sector de gravura e desenho têxtil fruto do trabalho desenvolvido por uma equipa motivada, jovem e altamente qualificada. Decorria o ano de 2006, quando o seu administrador, Porfírio Li nhares, e na sequência do encerramento de uma empresa do sector onde era funcionário, decidiu lançar-se neste projecto. Aproveitando o conhecimento e experiência de alguns dos seus colegas de trabalho, lançou o repto de criar um projecto inovador, quer nas tecnologias utilizadas quer no relacionamento e serviço ao cliente. Estrutura Sólida Ciente de que só a diferenciação da Convexstile das restantes empresas do sector poderia levar ao sucesso do projecto, a aposta inicial passou pelo investimento em equipamento de gravura digital de última geração, abolindo dessa forma métodos arcaicos e dispen diosos de gravura, alguns ainda hoje utilizados por empresas do sector. Este investimento foi feito nas duas áreas distintas de actividade, gravura de quadros e gravura de cilindros. Com um business plan bem estruturado e realista foi fácil ao seu admi nistrador, Porfírio Linhares, conseguir junto da banca os apoios necessários para o arranque da empresa. Apostando também numa forte presença comercial no mercado, no rela cionamento directo e pessoal com todos os seus clientes, garantindo uma resposta cons tante e imediata junto dos seus interlocutores, a Convexstile, ra pidamente começou a alargar a sua carteira de clientes, pois ofe receu aos seus clientes um tipo de serviço diferente daquele a que estavam habituados. Hoje conta com uma carteira de clientes he terogénea e sólida. Como diz o administrador foi uma Página Exclusiva 4

7 aposta arriscada mas vencedora, e a prova disso foi a duplicação da sua capacidade de produção ao fim de apenas 2 anos. Nada disto teria sido conseguido sozinho refere o administrador salientando que a equipa que orienta lhe dá todas as garantias para arriscar. Com uma estrutura de liderança bem marcada, área comercial e área de produção, o factor de sucesso nesta empresa são os seus funcionários. Aliás, a relação de proximidade entre o administrador e os seus directores e colaboradores é um dos pontos fortes da Convexstile. Somos uma empresa, mas somos mais uma família, revela Porfírio Linhares, adicionando que eu confio plenamente, nos meus funcionários e nas suas habilidades e competências, uma confiança que os meus funcionários também têm em mim, salientando como o elemento mais importante a coesão entre os colaboradores. Apostada em melhorar a resposta aos seus clientes e proporcionar melhores condições de trabalho aos seus colaboradores, a empresa investiu, recentemente, 800 mil euros num novo edifício, inaugurado em Junho de 2009, cujas instalações são amplas, modernas, adaptadas a 100% à sua actividade e com excelentes condições de trabalho. Investimentos e Crescimento Fruto de todo o investimento e crescimento da empresa nestes poucos anos de existência, fruto de uma gestão rigorosa e realista, a Convexstile, aproveitando os incentivos disponíveis ao abrigo dos quadros comunitários de apoio, viu-lhe serem aprovados dois projectos: SI Qualificação e Internacionalização (Apoio à certificação da qualidade, qualificação do pessoal e internacionalização da actividade); SI Inovação (Investimento em novos equipamentos de produção). Neste momento, os referidos projectos encontram-se em fase avançada de execução e implementação. Com estes novos investimentos a empresa irá uma vez mais inovar no sector, ao renovar todo o seu equipamento produtivo, apostando uma vez mais em tecnologia de última geração, única no mercado. A certificação da qualidade será com certeza uma mais-valia para a empresa, permitindo optimizar recursos e processos com vista à melhoria do serviço prestado aos seus clientes. Encontra-se também em fase final de atribuição o estatuto de PME Líder, processo esse que está a ser intermediado pelo Barclays Bank. Embora admita que exista uma crise financeira no sector, o admi nistrador salienta que o grande entrave à evolução da empresa é a crise de confiança. Hoje em dia, os clientes são muito mais cautelosos, evitando arriscar em novas colecções sem terem uma certeza absoluta. Isto resulta numa crescente pressão à Convexstile para ter uma excelente capacidade de resposta, pois muitas das colecções são aprovadas à última hora. Contudo, reina o optimismo na empresa. O administrador afirma que se hoje em dia a empresa está estável, quando o sector está em baixo, no futuro quando isto recuperar, só pode melhorar a sua situação. A evolução e crescimento da Convexstile será uma constante, quando temos um objectivo concretizado, já temos mais 2 ou 3 em análise e execução, conclui. Página Exclusiva 5

8 Verão seguro em Leiria O Governo Civil de Leiria iniciou, dia 16 Julho, a Campanha Verão Seguro Focada na diminuição de riscos e na promoção da segurança, a campanha espera dar origem a uma mudança das mentalidades dos leirienses, tornando-os cidadãos mais atentos, preocupados e zelosos pela sua segurança e de terceiros. Depois da reunião com câmaras municipais, capitanias de portos, forças de segurança e juntas de freguesia, o Governo Civil deu início à produção de algumas dezenas de milhares de folhetos alusivos aos afogamentos, à segurança rodoviária, ao uso de cadeiras para crianças em viaturas e, ainda, a 30 cartazes para divulgação nas praias. Nestes locais serão ainda realizadas Clínicas de Segurança (duas clínicas por dia, em duas praias diferentes), sob a orientação de duas técnicas da APSI (Associação para a Promoção da Segurança Infantil), onde cada família é aconselhada sobre estratégias de prevenção de acidentes rodoviários, afogamentos e qual a cadeira adequada a cada criança. O mote destas acções é comum: Diminuir riscos e prevenir a segurança. Dispositivo de Segurança Para o governador civil, José Humberto Paiva de Carvalho, a solução para uma época balnear tranquila e sem sobressaltos passa pela consciencialização: Os leirienses podem ter a certeza que têm do melhor que há em forças de segurança, disciplinaridade, operacionalidade e, mesmo dos voluntários, o maior profi ssionalismo. Mas a verdade é que não há sistema perfeito se não houver uma mudança de mentalidades das pessoas a favor da segurança. É nesse sentido que estamos a realizar todas estas acções. Para a época balnear, o Governo Civil de Leiria fez questão de preparar todo um plano de segurança para o distrito que envolve o Comando Distrital de Operações de Socorro da Autoridade Nacional de Protecção Civil (Bombeiros, GNR, PSP, PJ, Forças Armadas, Autoridade Florestal Nacional, Associações Florestais, entre outros), com quem, desde o dia 1 de Julho, faz um briefi ng semanal para fazer um balanço sobre o que está a acontecer no distrito. Este é um dispositivo muito bem organizado, semelhante ao utilizado nos últimos anos, e que tem produzido resultados positivos não só a nível de distrito, mas também a nível nacional: Em Leiria temos uma média de chegada ao local de incêndio Página Exclusiva 6

9 si gnifi cativamente inferior à média nacional e isso só é possível com uma articulação ágil e com uma ligação muito íntima entre todos os operacionais sendo de salientar a liderança e a ligação ao Governo Civil, revela José Humberto Paiva de Carvalho. Sensibilização Os folhetos informativos distribuídos, pela primeira vez, no início da segunda quinzena de Julho, são abrangentes e tentam chamar a atenção da população para a segurança nas mais variadas vertentes, de forma a tornar este Verão no momento de lazer que todos esperam. No folheto alusivo à segurança rodoviária o slogan mudou de Vamos travar este drama para Estamos a travar este drama, o que revela uma melhoria considerável das estatísticas. Nos últimos dez anos, Leiria conseguiu diminuir os mortos nas estradas do distrito em mais de 50%, sendo que nos últimos dois anos, período em que José Humberto Paiva de Carvalho está à frente do Governo Civil de Leiria, ocorreu uma diminuição de 8%. Noutro dos folhetos informativos são disponibilizados, os contactos para o número nacional de emergência, para os três institutos de socorros a náufragos (Nazaré, Peniche e S. Martinho do Porto), GNR, PSP, Autoridade Nacional de Protecção Civil, Hospital de Santo André e bombeiros voluntários do distrito. A divulgação dos números de telefone, para além de poderem ser importantes na segurança de cada um, apela a uma responsabilização colectiva para a segurança no distrito. Todos devemos contribuir para tentar acabar com alguns dos fl agelos característicos desta época, concorda o governador civil. Principais preocupações Para José Humberto Paiva de Carvalho, neste momento, as principais preocupações estão defi nidas: travar focos de incêndio, acidentes rodoviários e mortes por afogamento. Além do planeamento de todas as forças de segurança que estão treinadas, destacadas e preparadas para responder às difi culdades, o governador civil espera que a população tenha, também ela, um papel decisivo nesta luta: Estou especialmente preocupado com as mortes por afogamento, em particular de crianças porque se trata de uma morte silenciosa que pode acontecer num segundo. O cuidado a ter não se pode limitar à cadeira no carro que transporta a criança até à praia. Também na segurança rodoviária temos de ser mais conscientes. Apesar de muitos não o saberem, a sinistralidade e o excesso de velocidade ocorrem, na sua maioria, dentro das localidades. Isso é motivo de preocupação e algo que só podemos mudar com a colaboração de todos, afi rma o governador civil. Quanto à possível abolição do cargo de governador civil, enquanto representante do Governo Central em cada distrito do país, José Humberto Paiva de Carvalho está de consciência tranquila: Para se poder pronunciar sobre o que se passa no Governo Civil, tem de se passar por aqui primeiro. Só testemu nhando o intenso ritmo de trabalho das agendas dos governos civis, se reconhece o verdadeiro mérito deste cargo. Página Exclusiva 7

10 Perpetuando o rigor Dedicada ao comércio de peças novas, usadas e recondicionadas da marca Scania, a Diamantino Perpétua & Filhos Lda impõe-se no mercado pelo trabalho rigoroso e pela relação de confi ança com o cliente. Apostando na globalização, a empresa está a aumentar os seus armazéns e stocks. Instalada em Leiria desde 1997, a Diamantino Perpétua é uma empresa que benefi cia dos 30 anos de experiência do seu proprietário no ramo. O homem que deu nome à empresa decide iniciar-se por conta própria depois de muita insistência do fi lho, Hugo Perpétua: Estive a trabalhar com o meu pai durante seis meses numa outra empresa e todos os dias lhe dizia: Vamos começar algo por nossa conta! Com a tua experiência, com clientes que vêm aqui por confi arem em ti e com uma boa gestão tenho a certeza que conseguimos ganhar para nós e talvez para mais qualquer coisa. E assim foi. Passados 13 anos, a Diamantino Perpétua passou de uma empresa familiar com dois trabalhadores para uma empresa com 25 trabalhadores, uma facturação anual de três milhões de euros e prepara agora um aumento na sua capacidade de armazenagem. clientes de todo o país e estamos muito fortes em Angola e Marrocos, mas pretendemos conquistar outros mercados. Esse é o futuro, revela Hugo Perpétua. Para acompanhar este crescimento, a Diamantino Perpétua remodelou, há cerca de um ano, a sua ofi cina e encontra-se devidamente licenciada para abate de veículos pesados em fi m de vida: Temos gastos fi xos pelo licenciamento, no entanto é algo que faz parte da nossa política e que nos diferencia pela qualidade. Numa área onde não existem manuais de estudo e formação, vingam os anos de experiência da família Perpétua e a contínua aposta na especialização. Globalização Os novos 1000m2 vão permitir seccionar as peças por dimensão e alargar a capacidade de stock, que levará, posteriormente, à almejada globalização: Temos Página Exclusiva 8

11 Madeiras que perduram A Madeiras Afonso, empresa vocacionada para a compra e venda de madeiras em bruto, tratamento de madeiras e prestação de serviços relacionados com plantação de árvores, está implantada em Leiria desde 1998 e aposta agora no mundo das casas de madeira e da biomassa. Bernardino Afonso, patriarca da família que gere a Madeiras Afonso, nasceu com queda para o negócio. Depois de 20 anos a trabalhar arduamente como alfaiate decide unir-se ao fi lho André Afonso para enveredar numa área completamente diferente que iria revolucionar o seu trajecto de vida. O que começou por ser uma pequena iniciativa de compra e venda de madeira por conta própria, rapidamente se transforma numa sociedade entre pai, fi lho e dois genros. Hoje, a Madeiras Afonso é uma empresa de renome no sector madeireiro, tendo alcançado uma facturação, em 2008, de oito milhões de euros. Serviços Desde a compra de madeira em bruto para posterior corte e fornecimento às serrações, no caso da madeira de pinho, e às celuloses, no da madeira de eucalipto, passando pela refl orestação territorial ou pelo tratamento de madeiras, para preservar, fundamentalmente, postes e varas, a Madeiras Afonso abrange um leque de serviços completo e que funciona como um todo. No sentido de alargar esta oferta, os cérebros por trás desta em- presa familiar planeiam agora a entrada no mundo da biomassa e das casas de madeira: A ideia da biomassa surge porque a EDP fez aqui uma central eléctrica em parceria com a Celtejo e nós tínhamos muita biomassa por aproveitar, por isso pensámos que seria interessante triturar e vender essa matéria. Com as casas de madeira tudo apareceu de forma mais natural porque é algo que o mercado pede há algum tempo, explica André Afonso. Empresa certificada Mas nem só de inovações recentes vive a Madeiras Afonso. É crucial relembrar que a empresa foi das primeiras empresas fl orestais a obter uma certifi cação ambiental em Portugal (ISO 14001). André Afonso acredita que, apesar das despesas acrescidas, a certifi cação obrigou a empresa a fazer uma optimização dos processos produtivos: Passamos a ter um maior cuidado com os consumos de óleo, com procedimentos e com segurança. Acredito que a certifi cação ambiental trouxe muitas melhorias à empresa. Além da certifi cação ambiental, a Madeiras Afonso tem a qualidade do tratamento das suas madeiras certifi cada por uma empresa francesa, o CTBA. Como novidades de certifi cação, a empresa está a ultimar algumas burocracias afi m de ser certifi cada pelo FSC Cadeia de Responsabilidade. Sector complicado Num mercado comercial tão pequeno como o português, as grandes empresas acabam por fazer pequenos monopólios nos sectores onde actuam. O mesmo acontece no sector madeireiro, as madeiras de eucalipto fi cam restritas a apenas duas ou três empre- Página Exclusiva 9

12 ano, num espaço de 65000m2 para tratamento de madeira, um hectare para a serração, onde trabalham 37 operários para 50 empreiteiros, Bernardino Afonso tem razões para se sentir feliz: Vejo este crescimento com muita satisfação. Esta empresa realiza-me a 100%. sas em Portugal, que são as que controlam os preços. As PME s do sector deviam parti lhar uma união e combater isto, senão a solução só poderá passar pela exportação, entende André Afonso. Os quatro sócios da empresa preocupam-se ainda com a doença do pinheiro, que tão negativamente tem afectado o sector nos últimos anos, e com a baixa dos preços: Há muita procura e pouca oferta porque, desde 2008, os preços têm baixado e os lavradores passaram a ter uma margem de lucro reduzida. Isso prejudica não só os lavradores como todo o sector. Orgulho na empresa Com uma média de 12000m3 de madeira serrada e tratada por Página Exclusiva 10

13 Vem aí um novo som Criada há 26 anos, em Leiria, a Sonigate é uma empresa sólida com crescente aceitação no mercado. Depois de anos a trabalhar a área da eletrónica, a empresa muniu-se de um stock invejável, pontuado por guitarras Fender, amplifi cadores Behringer e microfones Shure, para preparar a abertura das novas instalações onde a área musical será o centro das atenções. revitalização da empresa. Abandona as modestas instalações em 2003 mudando-se para um edifício de dois pisos com 900m2 cada, aproveitando o espaço para introduzir novos segmentos de mercado. Felizmente era um negócio com pernas para andar onde havia mais procura que oferta, o que é extremamente raro. Mas também posso dizer que, ao contrário de algumas pessoas que têm pequenos negócios e com o que ganham compram apartamentos no Algarve, carros ou barcos, eu investi tudo o que ganhei nesta empresa, assegura José Marques. No tecido empresarial português muitas são as empresas que não sobrevivem ao passar dos anos. Algumas por falta de sorte, outras por uma gestão pouco coerente, outras ainda pelo medo de arriscar em novas soluções. A Sonigate conseguiu contornar todas estas adversidades e é hoje um nome conhecido em diversas áreas. A estratégia empresarial direccionada para a especifi cidade do produto permitiu-lhe criar diversos segmentos dentro de um mesmo espaço que abrangem não só o comércio de componentes electrónicos, mas também sistemas de vigilância, aparelhos de controlo e medida, audio profi ssional, material de informática e outros relacionados com a fabricação e manutenção de equipamentos electrónicos. O início Para fugir ao desemprego, José Marques decide iniciar-se, em 1984, por conta própria num pequeno negócio de comércio e reparação de rádios e televisores. A empresa, já então denominada Sonigate, funcionava num pequeno escritório de 40m2 na baixa da cidade de Leiria e dependia ainda do fundador para repôr o stock. As frequentes viagens de camioneta a Lisboa para trazer material para a Sonigate acabaram por dar resultado e, anos mais tarde, com o aparecimento das grandes superfícies José Marques tem as condições necessárias para uma Especificidade do produto A opção pelos segmentos a disponibilizar pela Sonigate foi uma escolha pensada para fazer frente às grandes superfícies: Tentamos distanciar-nos do produto de grande consumo, porque sabemos que aí não poderíamos competir de igual para igual. Digamos que nas grandes superfícies as pessoas compram, aqui nós vendemos. Os nossos vendedores desempenham um papel fundamental, uma vez que a nossa venda self-service não ultrapassa os 5%, por isso temos pessoas que são realmente entendidas, com formação académica ou com muita experiência na área em que trabalham. Para acompanhar a evolução de mercado, a Sonigate opta por Página Exclusiva 11

14 inves tir muito na renovação num novo media: a internet. Há cerca de dois anos investimos muito no site da empresa e tem dado os seus frutos. Hoje em dia estamos a vender para todo o país e temos cerca de 200 encomendas por dia, o que é notável. Claro que é um trabalho intenso que envolve muita logística, como a actualização cons tante de produtos e o transporte de encomendas, mas tem superado as expectativas. mas também possibilitar a exposição de artigos que até agora só tinham lugar no armazém. A área musical vai passar a ter maior impacto na loja tendo sido já investido um valor impressionante de um milhão de euros em material de som: Temos as melho res marcas, a melhor qualidade e pensamos que é por aí que vamos conseguir marcar a diferença. Estamos atentos e sabemos que é uma área com uma concorrência feroz, onde só quem vende muito se safa, mas queremos ser uma referência nesta área. Queremos que as pessoas que pensam em comprar uma Fender, Shure ou Behringer, se lembrem primeiramente da Sonigate. Por exemplo, somos distribuidores exclusivos da Behringer em Portugal e isso já diz um pouco do potencial da Sonigate, conclui José Marques. Produtos Através do site o cliente pode aceder a milhares de produtos, divididos em 17 sectores distintos, e efectuar a compra sem ter de visitar a loja. Produtos como: audio profi ssional, para o carro ou material de D.J.; uma imensão de instrumentos musicais das melhores marcas mundiais; todo o tipo de conectores e cabos; componentes de electrónica; câmaras de vigilância, incêndio, intrusão; GPS e comunicações; leitores de mp3/mp4, câmaras fotográfi cas, molduras digitais; sequenciadores, lasers, strobs; informática e tudo o que lhe diz respeito; televisão digital terrestre; linha branca; ferramentas e equipamentos, desde alicates a multímetros; tudo está acessível através da página da empresa, sendo regularmente actualizado, tornando o processo de compra na Sonigate, mais rápido, cómodo e acessível a todos, independentemente da distância. Novas instalações A curto prazo José Marques prepara mais um passo de gigante para a Sonigate. A nova mudança de instalações, a ocorrer a curto prazo, vai aumentar não só o espaço físico da loja, para 7000m2, Página Exclusiva 12

15 Solução alternativa ao projecto Projectos de água, esgotos, aquecimento central e solar, detecção de incêndio, intrusão, electricidade, telecomunicações ou domótica são as áreas em que a Leonel Barbeiro, Lda dá asas à creatividade. Vocacionada para a indústria pesada, esta empresa de Leiria mantém a busca incessante pela efi ciência e redução de custos em todos os projectos que está envolvida. Começa há 35 anos o sonho de Leonel Barbeiro. Visionário e, ainda hoje, peça chave nos destinos da empresa, cria o que inicialmente se poderia chamar de empresa de canalizações, mas que rapidamente evolui para a comercialização e reparação de electrodomésticos. Durante 10 anos a empresa cresce a bom ritmo, sendo apenas travada pela chegada impetuosa das grandes superfícies. Nesse momento, mais uma vez, Leonel Barbeiro decide adaptar a empresa. Inicialmente trabalhando para um mercado doméstico na área da electricidade e canalizações e, mais tarde, já com a ajuda dos seus dois fi lhos, Nuno Barbeiro, recém licenciado em Engenharia Electrotécnica e Sofi a Barbeiro, responsável pelo departamento fi nanceiro, a empresa familiar dá o salto. Hoje, com um leque de oferta de serviços digno de registo, a Leonel Barbeiro foca a sua atenção na indústria pesada (ex: vidro e papel e ambiente). Filosofia da empresa Empenhada não só no cumprimento das exigências de cada projecto que lhes é proposto, a Leonel Barbeiro vai um pouco mais longe, tentando apresentar ao cliente soluções que, sem comprometer a qualidade fi nal, diminuam custos: Nós não aceitamos um projecto como sendo um projecto sem erros. Depois de aceitar o projecto, fazemos o nosso comentário. Coloca mo- -nos do lado do cliente para tentar chegar ao custo correcto para executar a obra. Os projectistas hoje, como não vão pagar a obra, por vezes exageram e isso é algo que pode duplicar os custos ou mesmo inviabilizar a obra. Para nós, um projecto de um pequeno construtor está no mesmo patamar de um projecto de grande dimensão, afi rma Nuno Barbeiro. Grandes obras Desde obras públicas, como a remodelação da Escola das Caldas da Rainha ou a futura renovação do Parque Escolar Rodrigues Lobo, em Leiria, às intervenções em projectos para grandes empresas como a Lusiaves, onde a Leonel Barbeiro fi cou responsável pela criação das redes de águas e esgotos, ar comprimido, rede incêndio, a utilizar pela incubadora inaugurada em 2008 para produção de 300 mil pintos/dia, a empresa tem demonstrado capacidade para assumir grandes responsabilidades. Mas uma das obras que melhor se identifi ca com a empresa foi a intervenção levada a cabo no Grupo Espanhol Vidralla: Fizemos um projecto de concepção e execução para uma unidade de lubrifi cação das tesouras para cortar o vidro. Com o circuito fechado criado por nós, passaram Página Exclusiva 13

16 de um gasto de 30 mil litros/dia para 6000 litros/dia. Dinamismo empresarial A presença da Leonel Barbeiro em obras em Espanha, Bélgica e, futuramente, Angola ex pli ca- -se com muitos anos de trabalho, confi ança, onde sempre cumprimos com as nossas obrigações, revela Leonel Barbeiro, mas também nas pequenas apostas que tomam todos os dias. Quer seja na formação, onde a empresa faz parcerias com escolas superiores da região para integrar jovens nos seus quadros, ou no investimento num terreno para futura construção de novas instalações com 4000m2, a empresa tem crescido de forma sábia e sensata. Para além desta potencial PME de Excelência, a família Barbeiro arranja ainda tempo para dar asas à sua criatividade na área da gestão. Para além de explorar quatro bares na base aérea de Monte Real, possui um posto de combustível em Vieira de Leiria, porque: Quem nasce com espírito empreendedor nunca perde a vontade de criar para alcançar a realização pessoal. Página Exclusiva 14

17 Queremos inovar A Farpedra, em Alcobaça, face à actual conjuntura económica pretende inovar, procurando novas abordagens aos mercados existentes, na procura de novos mercados e na disponibilização de informação técnica aos seus parceiros, no entanto está descontente com as prioridades governamentais. A empresa considera que o excesso de burocracia e de entraves colocados ao sector da extracção de rochas ornamentais está a colocar em causa a sua expansão. Com 30 anos de existência, a Farpedra é hoje uma empresa consagrada no sector da extracção de rochas ornamentais calcárias. O que começou por ser um pequeno negócio de compra e venda de pedra, rapidamente evoluiu para uma empresa na área da extracção com potencial de crescimento tanto nacional como internacional. A ideia de mudança nasce da mente de José Farto Henriques quando, em 1958, investe na compra de uma pedreira em Moleanos, Alcobaça, dando assim início à actividade que ainda hoje lhe preenche os dias. A paixão pela pedra e pela extracção não esmoreceu, no entanto, com a evolução da empresa surge a necessidade de, gradualmente, passar o testemunho à descendência. Hoje a Farpedra é uma empresa familiar de sucesso, com cinco pedreiras, 44 trabalhadores e uma facturação anual de 3,9 milhões de euros. Produtos Estando localizada na principal região de pedra calcária do país, o Maciço Calcário Estremenho, a Farpedra tem na qualidade do seu produto o seu maior trunfo. Desde Vidraço Moleanos ao Vidraço Ataíja, em creme, azul e bicolor, passando pelo Semi- Rijo, pelo Moca Creme e Faticreme, a empresa comercializa blocos de pedra procurados um pouco por todo mundo. Em Portugal pode mos apreciar algumas obras como as conhecidas antigas torres da Torralta em Tróia, e agora no novo Troia Resort, onde a Farpedra forneceu pedra, mas também pelo resto do mundo, como por exemplo: o Trump International Hotel & Tower, em Chicago, onde a Farpedra forneceu a sua pedra exclusiva Gascogne Blue, Alexandra House em Hong Kong, ou a sede da Universidade de Cantábria, em Santander. Espanha, de resto, deixa boa impressão à empresa: Um arquitecto espanhol é mais receptivo a colocar uma pedra tal e qual como ela é, com diferenças de cor, grão, entre outras. Os arquitectos nacionais querem a pedra como se de cerâmica se tratasse. Internacionalização A Farpedra é uma PME perfeitamente consolidada no mercado nacional, possuindo o estatuto de PME Líder e apostando cada vez mais na internacionalizção. Temos que procurar soluções no mercado externo porque o interno nem sempre é seguro. Todo o crédito mal-parado que temos é de empresas nacionais. Nos últimos anos acumulamos um prejuízo de aproximadamente 1 milhão de euros referente a empresas que abriram falência. Para nós foi um valor muito signifi cativo que poderia ter sido evitado uma vez que essas empresas possuíam igualmente dívidas ao Estado. O desinteresse lesou o Estado, a Farpedra e outras empresas. Nesse sentido, o estatuto PME Líder é muito importante, visto Página Exclusiva 15

18 que nos transmite confi ança na selecção de clientes, refere Sandra Henriques Luz, sócia-gerente da Farpedra e uma dos quatro fi lhos de José Farto Henriques. Tendo em conta que o mercado emergente no sector é a Ásia, a empresa marcou presença na principal feira do sector na China, a Xiamen International Stone Fair, em busca de mercados potencialmente interessantes para a Farpedra. A nossa participação na feira da China resultou em pleno. A verdade é que já tínhamos alguns clientes na China, mas faltava um pouco de visibilidade. Para além de termos cumprido esse ponto, conseguimos fazer novos contactos com o México, Austrália, Tailândia, Grécia, entre outros, o que foi realmente positivo, revela o director comercial, Calisto Luz. No entanto, e apesar do potencial destes mercados, o futuro parece defi nido: Somos uma empresa atenta e entendemos que devemos também concentrar esforços na Índia, Brasil, Europa e Magreb, complementa o director de produção, Hélder Farto Henriques. Ordenamento do Território o seu maior entrave. Apesar da garantia de requalifi cação das zonas de extracção das suas pedreiras, a Farpedra sente que não tem recebido da parte do Estado e das diversas entidades públicas com que se relaciona, a abertura à expansão. No caso da pedreira de Moleanos, por estar inserida no Parque Natural das Serras D Aire e Candeeiros, está condicionada: Em Alcobaça o actual Plano Director Municipal (PDM) indica onde há explorações e não áreas para exploração ou para eventual ampliação das existentes, e esse é que é o verdadeiro problema, aliado à elevada morosidade das revisões dos Planos de Ordenamento. Temos capacidade para produzir mais e para crescer, mas precisamos de ter condições para esse crescimento. É necessário que as revisões dos Planos de Ordenamento, PDM ou Plano de Ordenamentos do PNSAC, contemplem a possibilidade de podermos expandir as pedreiras e que as zonas destinadas a exploração estejam defi nidas. Apesar de sermos uma empresa com capacidade de produção, que emprega pessoas, que aumenta os salários dos trabalhadores em 5% em tempos de crise e que exporta o seu produto, tal como foi pedido pelo Governo, estamos limitados na defi nição da nossa estratégia de evolução, refl ectem os administradores. Futuro Para o futuro está ainda em aberto o tipo de utilização a dar ao novo armazém junto à EN1/IC2. Com 1200m2 o armazém, adquirido há 11 anos, foi remodelado e está a ser utilizado como show-room. Para este espaço, a médio prazo, a Farpedra equaciona a possibilidade de apresentar mobiliário urbano em calcário. Falta de apoio O sector da extracção de rochas ornamentais tem nas questões de Página Exclusiva 16

19 Negociar com credibilidade Tendo em vista a esta bi lidade economico-fi nanceira a Fonseca & Silva, em Leiria, mantém os padrões de inovação que tão bem a caracterizam. As novas instalações da empresa vão permitir uma contínua colaboração em grandes obras a nível nacional, projectando a empresa no mercado internacional. Vocacionada para a exigente indústria transformadora de alumínio a Fonseca & Silva, de Rui Silva, Vítor Silva e Rui Fonseca, é um exemplo ao nível da gestão empresarial. Cumprimento de prazos, respeito por clientes, fornecedores e trabalhadores são alguns dos motivos que levaram ao crescimento constante e à sustentabilidade que hoje se verifi ca na empresa. A trabalhar há 28 anos na indústria transformadora de alumínio, a Fonseca & Silva opta por ter um princípio de gestão pro-activa: O nosso princípio de gestão foi sempre que a nossa actividade comercial dependesse essencialmente das nossas decisões e não de outras entidades, como a banca comercial ou outras. Por isso optamos sempre na nossa vida profi ssional e pessoal por ter a estabilidade que nos permitisse sempre, em qualquer altura, tomar decisões sensatas e tranquilas. Essa é uma das razões que faz com que a Fonseca&Silva esteja a trabalhar exactamente da mesma forma, com os mesmos procedimentos, que tinha antes desta crise começar. Grandes obras Com produção e instalação de sistemas de caixilharia em alumínio e alumínio-madeira e pvc, a Fonseca & Silva tem conquistado, de ano para ano, a confi ança dos mais variados tipos de clientes, tanto em Portugal como no estrangeiro. Na história da empresa contam-se edifícios comerciais e empresa riais como o Europe Express (Paris), o Hotel das Flores (Açores) ou o Hotel Turim Alameda (Lisboa). Edifícios públicos como as Aerogare do Pico e Flores (Açores), a Esc. Sec. D. Dinis (Chelas), entre outras do Parque Escolar ou edifícios habitacionais como a Urbanização Encosta do Minho (Vialonga) ou o Laranjeira Plaza (Lisboa). Além destas, as muitas obras em que a empresa esteve envolvida dão-lhe a credibilidade necessária para que os clientes continuem a apostar no seu trabalho. Internacionalização Rui Silva, um dos administradores da Fonseca & Silva, ambiciona para o próximo ano um crescimento signifi cativo de facturação relativa ao mercado externo. Temos produto, temos qualidade e temos know-how, por isso acredito que estamos no momento certo para intensifi car as nossas relações com França e explorar a região de Magreb. Para aumentar a capacidade de resposta, está já em vista a mudança para as novas instalações. Com inovações tecnológicas e uma produção intimimamente li- Página Exclusiva 17

20 gada ao software da empresa, a Fonseca & Silva promete tor nar- -se uma empresa mais forte, capaz e dinâmica. Bases sólidas Rui Silva considera que muitos dos problemas que algumas empresas do sector vivem actualmente se devem a lacunas nos princípios de gestão: É importante saber gerir os sucessos, mas mais importante ainda é saber gerir os insucessos. Para gerir as adversidades actuais, a Fonseca & Silva conta com uma equipa de profissionais exemplar: É muito dificil encontrar pessoas formadas nesta área e, sendo um sector que exige constante actualização, só temos de dar valor aos nossos profissionais. O me lhor património que a Fonseca & Silva tem é, sem dúvida, os seus colaboradores. Funcionamos bem como equipa e eles têm noção de que estamos aqui todos a trabalhar com o mesmo objectivo, apenas temos funções e responsabilidades diferen tes. Nota-se que a empresa respira saúde, mas mais do que isso, transmite-a: Somos o exemplo de uma empresa que começou com pessoas muito jovens, humildes, sem os apoios que exis tem hoje em dia e em alturas muito complicadas, mas que se mantém a trabalhar fiel aos seus princípios ao fim de 28 anos. Temos que ser honestos, credíveis e acreditar que é possível!, conclui o administrador. Página Exclusiva 18

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