INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ PATRICIA DANNER SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE CURSOS DE EXTENSÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ PATRICIA DANNER SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE CURSOS DE EXTENSÃO"

Transcrição

1 INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ PATRICIA DANNER SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE CURSOS DE EXTENSÃO PARANAGUÁ 2012

2 PATRICIA DANNER SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE CURSOS DE EXTENSÃO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao curso de Informática - Ensino Médio Integrado do Instituto Federal do Paraná, como requisito parcial de avaliação Orientador: Wagner Rodrigo Weinert PARANAGUÁ 2012

3 A todos que acreditaram no meu potencial e participaram da minha formação.

4 AGRADECIMENTOS À minha família, pelo apoio e incentivo dados não apenas durante minha formação técnica, mas na vida. Ao Orientador, Professor Doutor Wagner Rodrigo Weinert, pela sugestão ao tema de TCC, pelo conhecimento que me passou e pelo comprometimento demonstrado. Aos meus amigos, pela companhia e pelos momentos de diversão dentro e fora da sala de aula. Ao Câmpus do IFPR Paranaguá em geral, onde evoluí muito durante os três últimos anos, graças a todos os professores que me deram, além de aulas, exemplos a serem seguidos, e às pessoas que conheci e passei a dividir novas experiências no decorrer do Ensino Médio, que com certeza carão marcadas em minha memória.

5 Resumo O Sistema de Gerenciamento de Cursos de Extensão é um sistema voltado ao controle dos cursos de extensão ministrados no Instituto Federal do Paraná - Câmpus Paranaguá. Como o sistema já foi previamente iniciado por alunos do câmpus, o objetivo desse trabalho é continuar e concluir a ideia inicial do projeto, que é a de auxiliar no controle dos cursos de extensão e das horas de Atividades Formativas Integradoras (horas AFINS) dos alunos. O sistema começou a ser desenvolvido para a plataforma web, para que tanto professores quanto técnicos administrativos utilizem. O sistema utiliza basicamente das linguagens PHP, HTML, CSS, JavaScript e MySQL, e em parte do paradigma orientado a objetos e da técnica AJAX. Inicialmente contava com o cadastro e gerência de matrículas, pessoas, cursos, salas, turmas, calendário, relatórios e usuários, que são subdivididos em dois níveis, professor e administrador. Neste trabalho primeiramente foi pensado em maneiras de melhorar o que já foi desenvolvido até então, para depois propor novos objetivos e enm instalá-lo no câmpus do Instituto. Palavras-chave: Programação Web. Sistema Gerenciador. PHP. Manutenção de Sites. Orientação a Objetos.

6 Abstract The Sistema de Gerenciamento de Cursos de Extensão is a system turned to the control of the extension courses given at Instituto Federal do Paraná - campus Paranaguá. As the system had already been iniciated by other campus students, the objective of this work is to continue and conclude the initial ideia of the project, which is to assist in the control of extension courses and at the students Formative Integrated Activities hours. The system started being developed for the web plataform, so either teachers and administrative technicals use it. The system uses basically the PHP, HTML, CSS, JavaScript and MySQL languages, the object-oriented paradigm and the AJAX technique. Initially, it had people, courses, rooms, classes, calendars, reports and users (who are subdivided in teacher and administrator users) registration and management. This work was rst thought in ways to improve what was already developed so far, so it would be possible to propose new goals and nally install it on the Institute campus. Key words: Web programming. Management System. PHP. Site Maintence. Objectorientation.

7 Sumário Lista de Figuras 1 INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA p OBJETIVOS p Objetivos Gerais p Objetivos Especícos p FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA p ESTRATÉGIA DE TESTES p MANUTENÇÃO p Possíveis Problemas p ORIENTAÇÃO A OBJETOS p UML - UNIFIED MODELLING LANGUAGE p Diagrama de Casos de Uso p Diagrama de Classes p BANCO DE DADOS p Modelos de Banco de Dados p HTML HYPERTEXT MARKUP LANGUAGE p JAVASCRIPT p CSS CASCADING STYLE SHEETS p AJAX ASYNCHRONOUS JAVASCRIPT AND XML p PHP PERSONAL HOME PAGE p MYSQL p. 25

8 2.12 APACHE p METODOLOGIA p Preparação do Ambiente para a Implementação do Sistema p WampServer p NetBeans IDE (Integrated Development Environment)..... p O Estudo do Sistema Atual p Diagramas do Sistema p Diagramas Registrados da Documentação Anterior p Ajustes Realizados nos Diagramas p Itens Aprimorados p Demonstração da Nova Versão do Sistema p CONSIDERAÇÕES FINAIS p REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS p ANEXOS p. 41 Anexo A -- Diagrama de Caso de Uso Anterior p. 42 Anexo B -- Diagrama de Classes Anterior p. 43 Anexo C -- Modelo Entidade-Relacionamento Anterior p. 44 Anexo D -- Modelo Relacional Anterior p. 45 Anexo E -- Diagrama de Caso de Uso Atual p. 46 Anexo F -- Diagrama de Classes Atual p. 47 Anexo G -- Modelo Entidade-Relacionamento Atual p. 48

9 Anexo H -- Modelo Relacional Atual p. 49 Anexo I -- Diagrama de Sequência p. 50 Anexo J -- Diagrama de Sequência p. 51

10 Lista de Figuras 1 Exemplo de Ator p Exemplo de caso de uso p Exemplo de associação p Exemplo de inclusão p Exemplo de extensão p Exemplo de classe p Exemplo de associação binária p Exemplo de agregação p Exemplo de composição p Exemplo de modelo entidade-relacionamento p Exemplo de modelo entidade-relacionamento (a) derivado para o modelo relacional (b) p Exemplo de documento HTML (a) interpretado pelo navegador (b).. p Exemplo de documento HTML com CSS (a) interpretado pelo navegador (b) p Demonstração sobre o que acontece ao acessar uma URL direcionada a uma página em PHP (retirado de Davis (2008)) p Interface antiga da página principal do sistema (a) comparada a interface nova (b) p Interface antiga do formulário de cadastro de turmas do sistema (a) comparada a interface nova (b) p Nova interface de controle de usuários (anteriormente inexistente)... p Modelo de certicado gerado ao fechar uma turma p Diagrama de Caso de Uso registrado na documentação anterior..... p. 42

11 20 Diagrama de Classes registrado na documentação anterior p Modelo Entidade-Relacionamento registrado na documentação anterior p Modelo Relacional registrado na documentação anterior p Diagrama de Caso de Uso atual p Diagrama de Classes atual p Modelo Entidade-Relacionamento atuall p Modelo Relacional Atual p Diagrama de sequência - matrícula de aluno p Diagrama de sequência - listagem de matrículas p. 51

12 11 1 INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA Este trabalho propõe a manutenção e a conclusão de um sistema já criado em O sistema em questão é o SisGCE, ou Sistema de Gerenciamento de Cursos de Extensão, desenvolvido na disciplina de TCC do ano passado, pelos alunos Alan Willians de Oliveira e Allison Cristiano Lindner. O objetivo do sistema é organizar e agilizar o gerenciamento dos cursos de extensão que ocorrem durante o ano no Instituto Federal do Paraná - Câmpus Paranaguá. Atualmente não existe nenhum sistema informatizado para este m. O sistema é voltado para o ambiente acadêmico, ou seja, professores, alunos e técnicos administrativos. Os cursos de extensão acontecem como aulas extracurriculares, fazendo parte de um processo que envolve educação, cultura e ciência, articulando o ensino e pesquisa a comunidade escolar e do entorno da instituição. Como se trata do primeiro sistema voltado para essa área, e como não há outras bases de dados implantadas no Instituto, o SisGCE ainda não tem dependência com outros sistemas do Câmpus. Como atualmente não existe nenhum sistema utilizado para o controle dos cursos de extensão no câmpus, a organização, tanto dos docentes como dos discentes, se torna trabalhosa. Muitos alunos acabam perdendo seus certicados, que são requisitados no nal do curso, o que pode se tornar complicado de recuperar. Nem sempre os professores tem fácil acesso aos controles mantidos na época em que ministravam as atividades. A implantação de um sistema como esse no Câmpus deixaria o controle e a vericacão de informações muito mais fácil e eciente. 1.1 OBJETIVOS Objetivos Gerais Dar continuidade ao projeto, estudando e revisando o sistema a m de reestruturá-lo e deixá-lo o mais próximo possível do desejado, implantá-lo e disponibilizá-lo para uso no Instituto Federal do Paraná - Câmpus Paranaguá.

13 Objetivos Especícos Consertar problemas de lógica nas funções de: Cadastro de usuários: Não permitir que uma pessoa seja cadastrada mais de uma vez como Professor ou Administrador. Cadastro de turmas: Não permitir que uma turma seja cadastrada em um horário que interceda o horário de alguma outra turma já cadastrada; Fazer com que a programação da turma (calendário) seja feita junto com o cadastro; Permitir que uma turma possa iniciar e terminar no mesmo dia que outra turma. Fechar turma: Permitir que o administrador feche turmas somente após elas serem previamente fechadas pelo professor. Gerar relatório: Aprimorar a exportação de informações em arquivos PDF. Reestruturar a base de dados: Remover tabela "turmas fechadas" Adicionar um atributo na tabela Turmas que indique se ela está ativa ou não. Propor ajustes na interface do sistema: Substituir o menu "Matrículas"por "Cadastros", e nele criar submenus "Professores"e "Alunos". Remover o menu "Pessoas". Remover o botão "Salvar"da interface de listagem de salas. Implantar o sistema no Instituto, para uma fase de testes: Testar todas as funcionalidades do sistema para encontrar e corrigir possíveis novas falhas. Preparar o ambiente para realizar a instalação. Instalar o sistema para ser usado pelos usuários.

14 13 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1 ESTRATÉGIA DE TESTES Pressman (2005, p. 786) arma que "a atividade de teste de software é um elemento crítico da garantia de qualidade de software e representa a última revisão de especicação, projeto e codicação". Com base nisso, pode-se entender que a fase de testes de um software é de extrema importância. É na fase de testes que são listados todos os problemas encontrados em um software. Essa fase consiste em executar um programa com a intenção de descobrir erros ainda não descobertos, podendo ser mais desaador quanto o projeto inicial do software. Existem duas abordagens de teste muito efetivas, e que serão seguidas nesse trabalho: a teste de caixa branca (white box) e a teste de caixa preta (black box). O teste de caixa branca ocorre quando o funcionamento interno do programa já for conhecido. O teste verica se todas as funções disponíveis estão sendo utilizadas e funcionando, testando os caminhos lógicos do software. Ele verica se todos os caminhos independentes tenham sido exercitados, assim como as decisões lógicas para valores falsos e verdadeiros, laçõs de repetição e estruturas de dados internas. O teste de caixa preta, diferentemente do teste de caixa branca, acontece quando a função especíca do software é conhecida, e deseja-se testar todas as funcionalidades do programa, de maneira a visar apenas a interface. Nesse teste é vericado se a integridade das informações são mantidas, assim como se os valores de entrada e saída são devidamente aceitos. O teste de caixa preta não se preocupa muito com a estrutura lógica interna do software: ele verica se as funções estão corretas, se há erros de interface, erros nas estruturas de dados, erros de desempenho e erros na inicialização ou término. Ambos testes são de grande proveito quando trabalhados juntos. O teste de caixa preta é um complemento para o teste de caixa branca, e vice-versa, já que os dois visam coisas diferentes que no nal atendem ao mesmo objetivo. Após a realização desses testes, é possível partir para a etapa de manutenção, onde todos os defeitos encontrados durante os testes podem ser resolvidos.

15 MANUTENÇÃO Para Pressman (2005, p. 876): "A manutenção de software foi caracterizada como um "iceberg". Ansiosamente, esperamos que aquilo que é imediatamente visível esteja lá de verdade. Realisticamente, sabemos que uma massa enorme de problemas e custos potenciais esconde-se sob a superfície(...)." Para alcançar os objetivos, eventualmente será preciso corrigir algumas funções do sistema. Isso pode ser visto como um tipo manutenção. De acordo com Júlio Xavier (2009), há três tipos de manutenção: preventiva, corretiva e preditiva. A Manutenção preventiva é o tipo de manutenção que previne futuros problemas no sistema. Nela são vistas as possíveis falhas que podem aparecer e gerar problemas futuramente. Na detecção de uma dessas falhas, o sistema é arrumado antes de ser implantado. Na manutenção corretiva, a manutenção ocorre quando a manutenção preventiva não conseguiu prever tudo o que poderia acontecer. Se algum problema aparecer, é realizada a manutenção que irá corrigir esse problema, como o nome já diz. Por m, na manutenção preditiva, a manutenção ocorre dentro de um determinado intervalo de tempo predenido, para fazer checagens sobre o funcionamento do sistema. A partir de uma manutenção preditiva pode-se determinar se há necessidade de ocorrer uma manutenção Possíveis Problemas Segundo Pressman (2005, p. 883), existem muitos problemas que podem aparecer durante a realização de uma manutenção de software. Entre esses problemas, os que mais se destacam são: Diculdade em entender o programa desenvolvido por outra pessoa. Não ter contato pessoal com o desenvolvedor anterior para esclarecimento de dúvidas, uma vez que existe muita rotatividade entre o pessoal da área de informática. Não existir nenhum tipo de documentação sobre o programa, ou se existir, ser ruim ou incompreensível. O programa desenvolvido não ser projetado para sofrer mudanças, dicultando o trabalho da manutenção.

16 15 Como o trabalho trata de um sistema que ainda não está em uso, o tipo de manutenção que se encaixa e será seguida nele será a preventiva. Para poder realizar essa manutenção, é necessário ter conhecimento sobre os conteúdos denidos nas próximas seções. 2.3 ORIENTAÇÃO A OBJETOS Segundo Pablo Dall'Oglio (2007, p. 86): "A orientação a objetos é um paradigma que representa toda uma loso- a para construção de sistemas. Em vez de construir um sistema formado por um conjunto de procedimentos e variáveis nem sempre agrupadas de acordo com o contexto, como se fazia em linguagens estruturadas, na orientação a objetos utilizamos uma ótica mais próxima do mundo real. Lidamos com objetos, estruturas que já conhecemos do nosso dia-a-dia e sobre as quais possuímos maior compreensão." Com base ainda em Dall'Oglio, para trabalhar com a programação orientada a objetos, deve-se entender o que são classes e objetos. Uma classe é uma estrutura de dados que contém métodos (funções) e atributos (variáveis). Um objeto é uma instância de uma classe, ou seja, a classe pode se transformar num objeto dinâmico que possibilita a manipulação de seus valores. Vários objetos podem ser originados de uma classe. Exemplicando: se fosse preciso criar um objeto pessoa, esse objeto poderia se referir a uma classe chamada Pessoa, e nessa classe poderiam existir atributos como nome, data de nascimento, CPF, e métodos como caminhar, falar, e dormir, por exemplo. Existem outros conceitos dentro da orientação a objetos, como herança e polimorsmo. Dall'Oglio (2007, p.99) também diz que na herança, "devemos levar em consideração (...) o compartilhamento de atributos e comportamentos entre classes de uma mesma hierarquia (árvore). As classes inferiores da hierarquia automaticamente herdam todas as propriedades e os métodos das classes superiores, chamadas superclasses." O polimorsmo usa o conceito de herança. Uma classe que deriva de uma superclasse pode ter seus mesmos métodos, mas que podem executar tarefas diferentes. Pode-se dar um exemplo disso no seguinte caso: duas classes,professor e Administrador, provêm da classe Pessoa ou seja, as classes Professor e Administrador possuem todos os métodos que a classe Pessoa tem. Mas apesar disso, as classes Professor e Administrador podem ter alguma alteração em uma dessas funções, que as tornem próprias de um professor e de um administrador. Para solucionar isso, é possível então sobrescrever os métodos da sua superclasse Pessoa, facilitando o desenvolvimento do algoritmo.

17 16 Após essa breve denição sobre Orientações a Objetos, no próximo tópico pode ser visto como funciona a UML, uma linguagem de modelagem de sistemas que está totalmente inserida nesse paradigma. 2.4 UML - UNIFIED MODELLING LANGUAGE Antes de colocar um projeto em prática, faz-se sua modelagem, que envolve vários tipos de estudos e planos. Quando modelamos um software, criamos diagramas que podem representar diversas funções. Essa diagramação é chamada de UML, ou Unied Modelling Language (Linguagem Unicada de Modelagem). A UML consiste numa padronização de notações que representam o funcionamento de um sistema Diagrama de Casos de Uso Sobre diagramas de casos de uso, Guedes (2006) arma que "apresenta uma linguagem simples e de fácil compreensão para que os usuários possam ter uma ideia geral de como o sistema irá se comportar." O Diagrama de Casos de Uso é um diagrama muito conhecido e utilizado, feito no início do projeto, onde apresenta uma ideia geral do comportamento do sistema. É formado principalmente de atores e casos de uso. Os atores representam elementos externos que irão interagir com o sistema. Podem ser, além de pessoas, outros hardwares e serviços. São representados por um boneco seguido de uma breve identicador, como mostrado na gura 1. Figura 1: Exemplo de Ator Os casos de uso representam serviços e funções do sistema que irão interagir com o usuário. São representados por uma elipse, com um texto descritivo dentro. A gura 2 mostra um exemplo de caso de uso. Para mostrar os tipos de relações entre os elementos de um diagrama de Casos de

18 17 Figura 2: Exemplo de caso de uso Uso, usa-se diferentes tipos de retas entre os elementos, podendo representar associações, inclusões, extensões e generalizações, como demonstrado a seguir: A associação, basicamente, demonstra relações entre atores e casos de uso. Quando essa relação é utilizada, demonstra que o ator faz algum uso da função representada no caso de uso. A gura 3 demonstra um exemplo de relação entre um ator e um caso de uso. Figura 3: Exemplo de associação A inclusão acontece entre dois casos de uso. Quando existe uma relação de inclusão entre esses casos de uso, signica que na execução de um, o outro também será, obrigatoriamente, executado. A gura 4 demonstra um exemplo de inclusão. Mostra que o diário de classe, ao ser acessado pelo professor, fará com que as opções consultar cursantes e consultar curso também sejam, automaticamente, executadas.

19 18 Figura 4: Exemplo de inclusão Na extensão as relações são muito parecidas com as relações de inclusão. As relações de extensão também acontecem entre dois casos de uso, mas representa que o caso de uso apontado não será necessariamente executado, será apenas uma opção para o usuário. A gura 5 exemplica casos de uso ligados através de uma relação de extensão: ao acessar a opção "consultar cursantes", o usuário poderá, se quiser, acessar as opções "alterar cursantes"e "excluir cursantes". Figura 5: Exemplo de extensão Diagrama de Classes O Diagrama de Classes serve para mostrar todas as classes que farão parte do sistema, contando com seus atributos, métodos, e relacionamentos. Ele serve de base para a construção da maioria dos diagramas da UML. As classes, como explicado anteriormente na seção sobre Orientação a Objetos, repre-

20 19 sentam uma estrutura de dados, um objeto. Um atributo representa uma característica desse objeto, e um método representa uma função, um conjunto de instruções que esse objeto pode executar. O diagrama de classes apresenta todas as classes que farão parte do sistema, contando com seus atributos, métodos, e relacionamentos. Segundo Gilleanes Guedes (2006), ele serve de base para a construção da maioria dos outros diagramas da UML. A gura 6 mostra como é uma classe representada na UML. É representada por um retângulo dividido em três partes, que indicam, respectivamente, o nome da classe, seus atributos e seus métodos. Figura 6: Exemplo de classe Como no diagrama de caso de uso, o diagrama de classes também tem relacionamentos, determinando que, de alguma maneira, existe algum tipo de compartilhamento de informações entre duas classes. As denições a seguir também seguem como base Gilleanes Guedes (2006, p ). A associação binária é o tipo de associação mais simples. Ocorre quando é identicado um relacionamento entre duas classes. A gura 7 mostra que um objeto da classe Turma se relaciona com apenas um objeto da classe Sala, e que um objeto da classe Sala pode se relacionar com um ou mais objetos da classe Turma. Figura 7: Exemplo de associação binária. Na agregação, a função principal é representar a obrigatoriedade de uma complemen-

21 20 tação de um "objeto-todo"por seu "objeto-parte". Na gura 8 podemos ver que a classe Infraestrutura armazena os objetos-todo e a classe Sala armazena os objetos-parte. Nesse caso é utilizada a agregação, pois "Sala"depende de Infraestrutura, mas não de maneira muito forte, porque Infraestrutura ainda não passa de um complemento. Figura 8: Exemplo de agregação. A relação de composição é parecida com a relação de agregação. A relação de composição é usada para mostrar que uma classe depende, com mais intensidade, de outra para existir. Usando a gura 9 como exemplo: Nessa composição, o objeto-parte (Curso) não pode se associar a mais de uma objeto-todo. Não faz sentido existir Curso se não existir Turma. Então se Turma deixar de existir, Curso"também irá deixar de existir. Figura 9: Exemplo de composição. O SisGCE possui integração com uma base de dados que, assim como o sistema em si, também passa pela etapa de modelagem antes de ser implementado. A próxima seção trata sobre os modelos utilizados para a representação do banco de dados. 2.5 BANCO DE DADOS Com o passar do tempo, achou-se necessário começar a subdividir as funções de um software, e com isso "camadas"começaram a aparecer. Nisso, surgiram os Sistemas de

22 21 Gerenciamento de Banco de Dados. Dentro de um sistema que trabalha com informações sobre usuários, como é o caso do SisGCE, é de bom proveito utilizar uma base de dados para o armazenamento e consulta de dados. Essa base precisa ser independente, ou seja, que ela não se restrinja a apenas um sistema: se, futuramente, outros sistemas surgirem, eles também poderão utilizar da mesma base de dados já existente no local Modelos de Banco de Dados Antes de criar um Banco de Dados, assim como criar algum outro software, é necessário fazer sua modelagem, para que se tenha noção do que é preciso implementar e de como deverá funcionar o sistema por m. Para isso, dois modelos foram utilizados na modelagem do Banco de Dados do SisGCE: o Modelo Conceitual e o Modelo Relacional. Segundo Carlos Alberto Heuser (1998, p. 6), o Modelo Conceitual apenas descreve o banco de dados, sem registrar como os dados estão armazenados a nível de SGBD. O modelo conceitual é o primeiro nível da modelagem. Ela se deriva da observação do mundo real, baseando-se na análise de requerimentos e especicações do sistema. O modelo conceitual geralmente é rotulado com o modelo entidade-relacionamento (MER). Nesse modelo exemplicado na Figura 10, constam duas entidades, com seus atributos e suas relações. Figura 10: Exemplo de modelo entidade-relacionamento. Entidades descrevem "coisas", objetos que têm suas próprias características, distinguível de outros elementos. Podem ser, por exemplo, pessoas ou locais. Atributos são informações sobre entidades. Podem ser determinante, quando o atributo representará um elemento da entidade (deve ter valor exclusivo); composto, quando necessário subdividi-lo, e multivalorado, quando pode assumir mais que um valor para cada instância. Para Heuser (1998), o modelo relacional, segundo nível na modelagem, deriva do

23 22 modelo conceitual. É a transformação do MER para um modelo mais próximo do SGBD real. É representado por tabelas, e seu detalhamento é maior. A Figura 11 demonstra um exemplo de uma entidade, no modelo entidade-relacionamento se transformando em uma tabela no modelo relacional. (a) (b) Figura 11: Exemplo de modelo entidade-relacionamento (a) derivado para o modelo relacional (b) 2.6 HTML HYPERTEXT MARKUP LANGUAGE Muitas pessoas confundem HTML com uma linguagem de programação. Isso não é verdade, pois HTML, como o próprio nome diz, é uma linguagem de marcação de hipertextos. Essa linguagem não possui comandos para tomadas de decisões, variáveis, estruturas de repetição, etc. As pessoas que trabalham com HTML são chamadas autores, não programadores. HTML é muito fácil de ser compreendido, mesmo para as pessoas que nunca tiveram contato com programação antes. Além de ser uma linguagem fácil de usar, também é uma linguagem fácil de ter acesso. É necessário apenas um editor de texto simples para editar o documento, e um navegador para fazer sua interpretação. De acordo com Leandro Campos (2004, p. 19), "Um documento HTML contém apenas informações sobre a forma como devem ser exibidos imagens na tela". O HTML tem como uso principal as chamadas tags, marcadores usados para a formatação do layout de uma página: são comandos especícos que delimitam o tipo de formatação nos elementos apresentados na página. Essas tags podem formatar fontes, cores, tamanho de imagens, títulos da página, entre várias outras coisas. A gura 12 mostra um exemplo da utilização do HTML. A gura 12(a) representa o documento no editor de texto, e a gura 12(b) representa o documento interpretado por um navegador.

24 23 (a) (b) Figura 12: Exemplo de documento HTML (a) interpretado pelo navegador (b) Como o HTML é uma linguagem um tanto limitada, existem recursos como a linguagem de programação JavaScript, que unida ao HTML, torna as páginas web bem mais funcionais. 2.7 JAVASCRIPT Segundo Adriano Lima (2006, p. 9), A linguagem JavaScript foi criada pela NetScape para trabalhar com aplicações junto a páginas HTML. JavaScript é uma linguagem de script de programação baseada na linguagem Java, mas que não suporta tantos tipos de dados como a linguagem Java. Ela é conhecida como uma extensão do HTML exatamente por ser embutida ao documento HTML para ampliar a usabilidade e a interação das páginas Web com o usuário. O JavaScript, ao contrário do HTML, é uma linguagem onde existe compilação. O programador pode inserir várias funcionalidades em sua página com a ajuda do JavaScript, como validações para formulário e comandos a serem executados dependendo da necessidade do usuário. 2.8 CSS CASCADING STYLE SHEETS CSS é um recurso muito útil ao HTML. O HTML, apesar de suas várias funções de formatação, ainda deixa a desejar quando o assunto é facilidade de padronização do estilo de layout. Em uma sistema como o SisGCE, existem várias interfaces de interação com o usuário. Isso faz com que toda vez que for necessário criar uma interface, será necessário documentar, de novo, seus padrões de estilo usando o HTML. Com o CSS é possível criar um "modelo"para que todas as outras páginas em HTML possam seguir o mesmo padrão de alinhamento, cores, e outras formatações. Esse modelo é chamado de estilo, que é

25 24 predenido de maneira que o autor quiser. A gura 13 mostra um exemplo de uso do CSS em um documento HTML. (a) (b) Figura 13: Exemplo de documento HTML com CSS (a) interpretado pelo navegador (b) 2.9 AJAX ASYNCHRONOUS JAVASCRIPT AND XML De acordo com o site de aprendizagem W3Schools, AJAX é uma técnica usada para criar páginas web rápidas e dinâmicas. AJAX não se trata de uma linguagem de programação, mas sim de um novo jeito de utilizar padrões já existentes. Entre esses padrões, estão o JavaScript (para mostrar e interagir com a informação), o CSS (para o estilizar os dados) e o XML (formato para a transferência de dados). Uma das utilidades do AJAX que torna páginas web mais interativas, é a atualização de conteúdos de uma página sem ter que recarregá-la por completo, coisa que acontece com páginas clássicas que não utilizam desse recurso. O AJAX se tornou muito popular com o passar do tempo, tanto que aplicações como Google Maps, Gmail, Youtube, e Facebook utilizam de seus recursos PHP PERSONAL HOME PAGE PHP é uma linguagem de programação voltada ao ambiente web. Segundo Pablo Dall'Oglio (2007, p. 20) Dentre as principais características do PHP estão a extensibili-

26 25 dade, possibilidade de conexão com vários bancos de dados, novos protocolos, uma sintaxe mais consistente e suporte a orientação a objetos. Com base nisso, Michele Davis e Jon Phillips (2008, p.2) armam: "PHP facilita o desenvolvimento da web porque todo o código necessário está contido na estrutura PHP. Isso signica que não há razão para que você reinvente a roda cada vez que se sentar para desenvolver um programa PHP; ele vem com funções web embutidas." PHP surgiu da necessidade das pessoas em criar e manter suas páginas na web que tivessem interatividade com seu servidor. O PHP não é uma linguagem de marcação como o HTML; ele soma e modica as saídas básicas do HTML após buscar no servidor a resposta da requisição pedida pelo usuário. O PHP tem facilidade em acesso a banco de dados, como por exemplo o MySQL, um sistema de gerenciamento de banco de dados open source muito popular MYSQL MySQL é um sistema de gerenciamento banco de dados desenvolvido desde os anos 80, e que se tornou mundialmente conhecido em Segundo seu site ocial, ele se tornou tão popular assim porque além de ser gratuito, tem alta performance e é fácil de usar. Para ter uma ideia de seu ecácia, grandes empresas como Google, Facebook, Adobe, Wikipedia e Nokia utilizam o MySQL, poupando tempo e dinheiro para fazer com que seus Web sites gigantes funcionem. MySQL também tem grande compatibilidade: ele funciona em em mais de 20 plataformas, incluindo Windows, Linux e Mac OS. MySQL é um banco de dados relacional. Segundo Davis e Phillips (2008, p. 4), "Um banco de dados relacional é uma coleção de tabelas, porém outros itens são frequentemente considerados parte do banco de dados, já que ajudam a organizar e estruturar os dados além de forçar o banco de dados a conformar-se com uma série de requisições" Para que haja "conversa"entre o banco de dados e o PHP, é necessário também prover de um servidor, como o Apache, explicado na próxima seção APACHE O servidor HTTP da Fundação de Software Apache, o Apache, é um servidor gratuito e o mais popular da Internet desde Segundo o site ocial da Apache, o objetivo do projeto desse servidor é prover segurança, eciência e fornecer extensos serviços HTTP.

27 26 Um servidor web serve para transformar requisições dos navegadores em resultados em páginas web, processados, por exemplo, a partir de um código PHP. Sem um servidor web como o Apache, seria impossível, para os usuários web, alcançar as páginas solicitadas via navegador. A gura 14 exemplica como ocorre uma série de eventos durante uma requisição de dados de uma página web. Figura 14: Demonstração sobre o que acontece ao acessar uma URL direcionada a uma página em PHP (retirado de Davis (2008)) Abaixo é listado cada passo demonstrado na gura 14: 1. Inserção de um endereço no navegador. 2. O navegador divide o endereço e envia a página requisitada para o host. Nessa demonstração: requisita a página exemplo.php do endereço 3. O servidor web processa as respostas do host para exemplo.php. 4. O servidor web lê o arquivo exemplo.php no HD do host. 5. O servidor web detecta que o arquivo php não é apenas um arquivo HTML, e chama o intérprete PHP para processar o arquivo. 6. O intérprete de PHP executa o código PHP que ele recebeu, e percebe que existem chamadas ao banco de dados MySQL 7. O PHP solicita que o MySQL execute essas chamadas. 8. O banco de dados MySQL processa as respostas adquiridas do banco e as manda para o intérprete PHP.

28 27 9. O intérprete PHP completa a execução do código e retorna os resultados para o processo do servidor web. 10. O servidor web retorna os resultados em forma de HTML de volta para o navegador. 11. O navegador web do usuário constrói a página web a partir dos resultados. Após ter estudado todos os itens descritos na fundamentação teórica, a continuidade do trabalho é dada através da metodologia explicada no próximo capítulo.

29 28 3 METODOLOGIA Neste capítulo serão mostrados e explicados os diagramas que compõem o sistema, os novos ajustes propostos para conseguir cumprir os objetivos especícos, os métodos utilizados para realização de tal m e a representação dos novos modelos propostos. 3.1 Preparação do Ambiente para a Implementação do Sistema Antes de começar os estudos e enm começar a por em prática todos os objetivos especícos voltados à funcionalidade do sistema, é necessário preparar um ambiente de desenvolvimento que suporte o sistema. Tratando-se de um sistema que utiliza a plataforma Web, uma base de dados e um servidor, é necessário obter suporte de softwares que atendam a especicidade dos serviços WampServer O WampServer se encaixa perfeitamente para suprir as necessidades de desenvolvimento. O WampServer é um ambiente de desenvolvimento para Windows, que permite criar aplicações em PHP que utilizem o Apache e uma base de dados MySQL. A partir deste software é possível gerenciar todos os serviços Apache e MySQL, pois este programa instala e prepara o Windows para dar suporte aos serviços necessários citados anteriormente. O WampServer serve como um "painel de controle"de todos estes serviços, concentrando as funções de congurações em um ícone na bandeja do Windows. Seu download pode ser feito em sua homepage: NetBeans IDE (Integrated Development Environment) O NetBeans IDE, ou Ambiente de Desenvolvimento Integrado, é um software para desenvolvedores que torna a implementação do código mais fácil, pois conta com uma grande variedade de ferramentas aliadas ao desenvolvimento, tais como auto complementação de código, revisão de bugs e erros de digitação, scripts de códigos vazios (modelos),

30 29 entre várias outras coisas. A versão utilizada do NetBeans neste trabalho é a versão 7.1, que possui suporte para o PHP 5.3 também utilizado neste trabalho, já instalado pelo WampServer. O NetBeans é um projeto de software livre e pertence a comunidade NetBeans, criada pela Sun Microsystems, hoje pertencente a Oracle O Estudo do Sistema Atual Após as devidas integrações do SisGCE com o Windows através dos softwares anteriormente citados, a etapa de estudo do sistema já pode ser realizada. Este estudo faz uso de vários materiais de apoio, como os diagramas UML, livros e tutoriais que abordam o tema e o modelo do SisGCE. A primeira diculdade enfrentada está logo nesta etapa de estudo, que é a parte de ler e entender o código fonte atual do sistema. Por se tratar de um novo conteúdo, uma linguagem de programação até então nova, uma adaptação a este novo conteúdo deve se formar com o passar do tempo. Os diagramas do sistema documentados anteriormente ajudaram apenas parcialmente, visto que nem todos os diagramas foram feitos, principalmente o de sequência. O sistema inteiro foi projetado de acordo com um design pattern ensinado em um livro sobre PHP orientado a objetos, de Pablo Dall'Oglio, o PHP - Programando com Orientação a Objetos, lançado em 2007 pela editora Novatec. Sabendo disso, grande parte das dúvidas em relação aos códigos do sistema são sanadas com a leitura deste livro, que explica todo o processo de implementação. 3.2 Diagramas do Sistema Na documentação do SisGCE feita anteriormente, foram registrados os diagramas de Caso de Uso, de Classe, os modelos Entidade-Relacionamento e Relacional, conforme mostrado a seguir. Os diagramas foram corrigidos conforme o atual funcionamento do sistema Diagramas Registrados da Documentação Anterior O diagrama de Caso de Uso registrado na documentação anterior, mostrado no anexo A, está exemplicado a interação entre professor e administrador com o sistema da seguinte maneira: o professor acessa o diário de classe, e automaticamente consulta os cursos e seus cursantes. Ele tem como opções alterar e excluir cursos e cursantes. O

31 30 administrador pode gerar certicados, o que inclui poder consultar e alterar dados dos cursantes e dos cursos. Ele também pode apenas consultar os cursantes e alterar seus dados diretamente. Ao cadastrar um aluno, ele vai automaticamente consultar os cursos poder fazer alterações novamente. Para cadastrar um ministrante, o administrador também consultará a mesma opção de cursos. Ao fazer apenas a consulta a ministrantes, ele poderá fazer alterações em seus dados. O diagrama de Classes registrado na documentação anterior, mostrado no anexo B, demonstra a parte das principais relações orientadas a objeto no sistema. A partir dele pode-se ver que: a classe matrícula é composta por uma pessoa e uma turma; A classe matrícula é agregada a uma ou várias avaliações; Frequência é associada a uma matrícula; A classe turma é composta por um curso; Calendário é agregado a uma turma; Sala possui associação com uma turma e é agregada a infraestrutura. O modelo Entidade-Relacionamento registrado na documentação anterior, mostrado no anexo C, demonstra como se dá os relacionamentos entre entidades do banco de dados do sistema. A linguagem nesse modelo é bem acessível e pode ser compreendida apenas observando a gura. O modelo Relacional registrado na documentação anterior, anexo D, demonstra como se dá a modelagem do banco de dados do sistema, em um nível mais próximo à realidade. Pode-se observar que esse modelo deriva do modelo Entidade-Relacionamento visto no parágrafo anterior Ajustes Realizados nos Diagramas No diagrama de Caso de Uso, foram corrigidas algumas associações e inseridos os casos de usos que estavam ausentes. Como pode-se observar no anexo E, professor pode ver informações de turma, gerenciar o diário de classe, as frequências e as aulas ministradas. O administrador pode consultar ministrantes, cursos, turmas, cursantes, e modicá-los. No diagrama de classes, anexo F, foram adicionadas as classes de controle das classes modelo, e a classe de FrontController. No modelo Entidade-Relacionamento, anexo G, foram corrigidos os nomes dos atributos (alguns não estavam exatamente iguais aos do banco), e a cardinalidade da relação entre as entidades aula e turma. No modelo Relacional, anexo H, foi criado um atributdo status na tabela turma, para referenciar se ela está ativa ou não.

32 31 O diagrama de sequência não foi registrado na documentação anterior. Foi feito dois desses diagramas para exemplicar o funcionamento de cadastro (anexo I) e de listagem (anexo J) do sistema Itens Aprimorados Na manutenção do sistema, os seguintes itens foram aprimorados: Menu "Turmas"(administrador): Este menu foi inserido como submenu em um novo menu chamado "Cadastros", onde separa todos os menus de gerência de cadastros dos demais. Anteriormente, apenas as informações sobre a turma selecionada eram mostradas. Foi aprimorado este item para que além das informações de turma, fossem também mostrados os alunos que estão matriculados na turma selecionada. Neste menu foi ajustada a função de fechamento de turmas, colocando uma condição que zesse com que o administrador só pudesse fechar turmas previamente fechadas pelo professor da turma. Uma veriacação foi adicionada no formulário de criação de turma, para que não houvesse interseção de horários entre turmas que são ministradas numa mesma sala. Não era possível criar turmas que iniciassem ou terminassem na mesma data. Esta função foi ajustada para que essa ação fosse possível. Foi adicionado, junto do formulário de cadastro de turmas, o formulário de cadastro de calendários, que é referente aos dias da semana e horário em que haverá aula com a nova turma. Foi adicionada uma vericação no formulário de inclusão de turmas, para que fosse possível apenas escolher salas que suportassem a capacidade de vagas requerida pela nova turma. Menu "Pessoas" Este menu foi inserido como submenu em um novo menu chamado "Cadastros", onde separa todos os menus de gerência de cadastros dos demais. Também foram feitos dois novos submenus relacionados ao cadastro de Pessoas am de realizar ltragens: o submenu "Professores", que ltra a listagem para que

33 32 apenas professores de turmas sejam mostrados, e o submenu "Alunos", que ltra a listagem para que apenas alunos de turmas sejam mostrados. Menu Calendários: Este menu serve como uma agenda, onde mostra quais aulas são ministradas em quais dias e horários. A função deste menu era completamente separada de sua da turma referenciada: era possível adicionar novas datas e alterar/excluir datas de turmas ainda em andamento. Esta função foi aprimorada mesclandoa com a função de cadastro de turmas, fazendo com que a programação da turma fosse registrada no ato do cadastro da mesma. Foi feito um ltro para que apenas turmas ainda não fechadas pelo administrador fossem mostradas, am de não dar informações sobre turmas que não serão mais utilizadas. Menu "Matrículas": Foram retirados campos inutilizáveis existentes no formulário de matrícula (campos desempenho, falta e status). Foi adicionada uma vericação no formulário de matrículas, para que fosse possível apenas matricular um novo aluno numa turma que ainda tivesse vagas. Este tipo de vericação não existia anteriormente. Menu "Usuários": No cadastro de usuários, foi feita a vericação que não deixasse a mesma pessoa se cadastrar em mais de um nível de usuário, permitindo apenas que ele fosse ou administrador ou professor. Não existia o controle de usuários; era possível apenas inserir novos usuários. Esta função foi remodelada para que o administrador pudesse editar e excluir usuários, como nos outros menus que continham cadastro, edição e exclusão. Formulários de busca em geral: A busca no banco de dados com palavras que tinham acentuação não era possível. Esta função foi otimizada para atender às buscas com termos que usavam acentos. A busca de calendários, turmas e matrículas só era possível através do ID de cada um. Atualmente a busca é realizada através do nome de cada um.

34 33 Menu "Turmas"(professor): Neste menu, as turmas foram separadas em "Ativas"e "Inativas", para que o professor, ao consultar suas turmas, tivesse o retorno apenas das turmas que lhe fossem convenientes. O diário de classe das turmas foi refeito, fazendo com que fosse gerado um arquivo PDF contendo todas as informações de um diário de classe, como nome do curso, nome da turma, nome do professor, data de início, data de término, alunos matriculados e suas respectivas frequências, e total de faltas. Tabela "Turma"(banco de dados) Foram criadas três novas colunas: nome, fechada e excluída. A coluna nome faz referência ao nome da turma, que até então só tinha o nome do curso. A coluna fechada faz referência à ação de fechar turma feita pelo professor. A coluna excluída faz referência à existência da tabela, ou seja, se a turma foi excluída pelo administrador ou não. Observação sobre o último item (coluna excluída): ao excluir uma turma, muitas vezes era impossível, porque outras tabelas dependiam de sua chave primária. O sistema informava um erro ao tentar fazer a exclusão, porém não especicava o porquê. Tabela "Pessoa"(banco de dados) Foi criada uma nova coluna nesta tabela, chamada excluída, pelo mesmo motivo explicado no item anterior: a tabela pessoa fazia referência a outras tabelas, como a tabela matrícula e a tabela usuários; então, ao realizar a exclusão de um dos valores da tabela pessoa, a ação era negada por causa da dependência de chave estrangeira que esta tabela tinha com as outras.agora, com a correção realizada, ao excluir uma pessoa, ela cará apenas "invisível"para ações que usem dados provenientes da tabela pessoa. Visualmente, o sistema não sofreu grandes alterações. Sua interface foi conservada, podendo ser observada na próxima seção. 3.3 Demonstração da Nova Versão do Sistema A guras a seguir são screenshots que demonstram algumas telas do sistema atual, após a manutenção, comparando-o com o sistema antigo.

35 34 (a) (b) Figura 15: Interface antiga da página principal do sistema (a) comparada a interface nova (b)

36 35 (a) (b) Figura 16: Interface antiga do formulário de cadastro de turmas do sistema (a) comparada a interface nova (b)

37 Figura 17: Nova interface de controle de usuários (anteriormente inexistente) 36

38 Figura 18: Modelo de certicado gerado ao fechar uma turma 37

39 38 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS O desenvolvimento de um TCC, desde seu início, na exploração de variedades de temas a serem abordados, até a sua execução, mostra que para chegar a um resultado satisfatório é necessário dedicação e força de vontade. Problemas durante o desenvolvimento aparecem às vezes, nem tudo acaba saindo como o planejado porém isso é algo normal, pois, com o tempo, conseguimos experiência para melhorar os nossos métodos. Como o trabalho consistiu em realizar testes e propor ajustes para um funcionamento mais correto de um sistema desenvolvido até então, por outra pessoa, foi de muita importância investir as primeiras semanas do trabalho em estudar o código fonte e a funções até então denidas. Apesar de várias coisas terem sido corrigidas durante o trabalho, novas ferramentas e funções podem vir a serem incluídas no sistema para o deixar ainda mais usual, como a integração a outros sistemas do Câmpus, etc. Após essa experiência no desenvolvimento do sistema, cou clara a importância da documentação feita pelo desenvolvedor, e como se deparar com novas técnicas e linguagens de programação é algo normal e constante, exigindo dinâmica e interesse da parte do programadores. Quanto ao sistema e seu objetivo principal, que é o de facilitar o controle de horas extracurriculares para os alunos, foi de grande ajuda a maneira da qual a impressão de certicados veio a se tornar. Os objetivos iniciais foram alcançados podendo concluir esta etapa do projeto, fazendo com que o sistema possa ser utilizado a partir do ano de 2013 no Instituto Federal do Paraná - Câmpus Paranaguá.

40 39 5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APACHE HTTP Server Project Disponível em: <http://httpd.apache.org>. Acesso em 07 abr CAMPOS, L. HTML Rápido e Prático. Goiânia: Terra DALL'OGLIO, P. PHP Programando com Orientação a Objetos. São Paulo: Novatec DAVIS M. E.; PHILLIPS, J. A.Aprendendo PHP & MySQL. Rio de Janeiro: A. Books DAVIS M. E.; PHILLIPS, J. A.Aprendendo PHP & MySQL. Rio de Janeiro: A. Books li. GUEDES, G. UML - Uma Abordagem Prática. 2ª Edição. São Paulo: Novatec HEUSER, C. A. Projeto de Banco de Dados. Disponível em: < Acesso em: 02 abr LIMA A. G. JavaScript - Aplicações Interativas para a Web. Belo Horizonte MYSQL - About MySQL Disponível em: <http://www.mysql.com/about/>. Acesso em 07 abr

41 40 NASCIF, X. J. Manutenção - Tipos e Tendências Disponível em: <http://www.manageengenharia.com.br/>. Acesso em: 10 abr PRESSMAN R. S. Engenharia de Software. São Paulo: Pearson Education do Brasil SILBERSCHATZ, A.; KORTH H. Sistema de Banco de Dados. 3ª Edição. São Paulo: Peason The Apache Software Foundation Disponível em: <http://www.apache.org/>. Acesso em 07 abr W3SCHOOLS - AJAX Introduction Disponível em: <http://www.w3schools.com/ajax/ajax_intro.asp>. Acesso em 07 abr

42 6 ANEXOS 41

43 42 ANEXO A -- Diagrama de Caso de Uso Anterior Figura 19: Diagrama de Caso de Uso registrado na documentação anterior

44 43 ANEXO B -- Diagrama de Classes Anterior Figura 20: Diagrama de Classes registrado na documentação anterior

45 44 ANEXO C -- Modelo Entidade-Relacionamento Anterior Figura 21: Modelo Entidade-Relacionamento registrado na documentação anterior

46 45 ANEXO D -- Modelo Relacional Anterior Figura 22: Modelo Relacional registrado na documentação anterior

SISTEMA DE GERENCIAMENTO E CONTROLE DE DOCUMENTOS DE TCC E ESTÁGIO

SISTEMA DE GERENCIAMENTO E CONTROLE DE DOCUMENTOS DE TCC E ESTÁGIO SISTEMA DE GERENCIAMENTO E CONTROLE DE DOCUMENTOS DE TCC E ESTÁGIO Marcelo Karpinski Brambila 1, Luiz Gustavo Galves Mahlmann 2 1 Acadêmico do Curso de Sistemas de Informação da ULBRA Guaíba < mkbrambila@terra.com.br

Leia mais

Desenvolvendo Websites com PHP

Desenvolvendo Websites com PHP Desenvolvendo Websites com PHP Aprenda a criar Websites dinâmicos e interativos com PHP e bancos de dados Juliano Niederauer 19 Capítulo 1 O que é o PHP? O PHP é uma das linguagens mais utilizadas na Web.

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE VOTAÇÃO WEB UTILIZANDO TECNOLOGIA TOUCHSCREEN

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE VOTAÇÃO WEB UTILIZANDO TECNOLOGIA TOUCHSCREEN DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE VOTAÇÃO WEB UTILIZANDO TECNOLOGIA TOUCHSCREEN José Agostinho Petry Filho 1 ; Rodrigo de Moraes 2 ; Silvio Regis da Silva Junior 3 ; Yuri Jean Fabris 4 ; Fernando Augusto

Leia mais

Programando em PHP. Conceitos Básicos

Programando em PHP. Conceitos Básicos Programando em PHP www.guilhermepontes.eti.br lgapontes@gmail.com Conceitos Básicos Todo o escopo deste estudo estará voltado para a criação de sites com o uso dos diversos recursos de programação web

Leia mais

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider Ferramenta: Spider-CL Manual do Usuário Versão da Ferramenta: 1.1 www.ufpa.br/spider Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 14/07/2009 1.0 15/07/2009 1.1 16/07/2009 1.2 20/05/2010 1.3 Preenchimento

Leia mais

Conteúdo Programático de PHP

Conteúdo Programático de PHP Conteúdo Programático de PHP 1 Por que PHP? No mercado atual existem diversas tecnologias especializadas na integração de banco de dados com a WEB, sendo o PHP a linguagem que mais se desenvolve, tendo

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web

Introdução à Tecnologia Web Introdução à Tecnologia Web JavaScript Histórico e Características Índice 1 JAVASCRIPT... 2 1.1 Histórico... 2 1.2 Aplicações de JavaScript... 2 a) Interatividade... 2 b) Validação de formulários... 2

Leia mais

AULA 1 PHP O QUE É APACHE FRIENDS

AULA 1 PHP O QUE É APACHE FRIENDS O QUE É PHP Se você já programa PHP, aconselho que pule para o capítulo 7 desse livro. Pois até esse capitulo iremos abordar algoritmos em PHP até a construção de uma classe com seus métodos e atributos

Leia mais

Desenvolvendo Websites com PHP

Desenvolvendo Websites com PHP Desenvolvendo Websites com PHP 2ª Edição Juliano Niederauer Novatec Copyright 2009, 2011 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998. É proibida a reprodução

Leia mais

Rational Quality Manager. Nome: Raphael Castellano Campus: AKXE Matrícula: 200601124831

Rational Quality Manager. Nome: Raphael Castellano Campus: AKXE Matrícula: 200601124831 Rational Quality Manager Nome: Raphael Castellano Campus: AKXE Matrícula: 200601124831 1 Informações Gerais Informações Gerais sobre o RQM http://www-01.ibm.com/software/awdtools/rqm/ Link para o RQM https://rqmtreina.mvrec.local:9443/jazz/web/console

Leia mais

Sistema de Gerenciamento do Protocolo Geral da FAPERGS

Sistema de Gerenciamento do Protocolo Geral da FAPERGS Sistema de Gerenciamento do Protocolo Geral da FAPERGS Alcides Vaz da Silva 1 Luiz Gustavo Galves Mählmann 2 Newton Muller 3 RESUMO Este artigo apresenta o projeto de desenvolvimento de um Sistema de Informação

Leia mais

Professor: Paulo Macos Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira

Professor: Paulo Macos Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira Professor: Paulo Macos Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira Objetivo e desafio do curso Como objetivo o curso irá tornar o aluno capaz de desenvolver um

Leia mais

Aula 1 Desenvolvimento Web. Curso: Técnico em Informática / 2º módulo Disciplina: Desenvolvimento Web Professora: Luciana Balieiro Cosme

Aula 1 Desenvolvimento Web. Curso: Técnico em Informática / 2º módulo Disciplina: Desenvolvimento Web Professora: Luciana Balieiro Cosme Aula 1 Desenvolvimento Web Curso: Técnico em Informática / 2º módulo Disciplina: Desenvolvimento Web Professora: Luciana Balieiro Cosme Plano de Aula Ementa Avaliação Ementa Noções sobre Internet. HTML

Leia mais

Aplicativo web para definição do modelo lógico no projeto de banco de dados relacional

Aplicativo web para definição do modelo lógico no projeto de banco de dados relacional Aplicativo web para definição do modelo lógico no projeto de banco de dados relacional Juarez Bachmann Orientador: Alexander Roberto Valdameri Roteiro Introdução Objetivos Fundamentação teórica Desenvolvimento

Leia mais

Documentação do Sistema de Reserva de Salas da Intranet do ICMC-USP

Documentação do Sistema de Reserva de Salas da Intranet do ICMC-USP UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação Departamento de Ciências da Computação e Estatística Documentação do Sistema de Reserva de Salas da Intranet do ICMC-USP André

Leia mais

FERRAMENTA WEB PARA MODELAGEM LÓGICA EM PROJETOS DE BANCOS DE DADOS RELACIONAIS

FERRAMENTA WEB PARA MODELAGEM LÓGICA EM PROJETOS DE BANCOS DE DADOS RELACIONAIS FERRAMENTA WEB PARA MODELAGEM LÓGICA EM PROJETOS DE BANCOS DE DADOS RELACIONAIS PAULO ALBERTO BUGMANN ORIENTADOR: ALEXANDER ROBERTO VALDAMERI Roteiro Introdução Objetivos Fundamentação teórica Desenvolvimento

Leia mais

O Sistema de Controle de Egressos utilizado pelo Instituto Metodista Granbery: uma ferramenta de acompanhamento e relacionamento

O Sistema de Controle de Egressos utilizado pelo Instituto Metodista Granbery: uma ferramenta de acompanhamento e relacionamento Revista Eletrônica da Faculdade Metodista Granbery http://re.granbery.edu.br - ISSN 1981 0377 Curso de Sistemas de Informação - N. 7, JUL/DEZ 2009 O Sistema de Controle de Egressos utilizado pelo Instituto

Leia mais

SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DE FLUXO DE CAIXA DO SETOR DE APOIO FINANCEIRO (ULBRA GUAÍBA)

SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DE FLUXO DE CAIXA DO SETOR DE APOIO FINANCEIRO (ULBRA GUAÍBA) SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DE FLUXO DE CAIXA DO SETOR DE APOIO FINANCEIRO (ULBRA GUAÍBA) Alessandra Lubbe 1 Alexandre Evangelista 2 Jeandro Perceval 3 José Ramiro Pereira 4 Luiz Gustavo Mahlmann 5 RESUMO

Leia mais

Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro

Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro Julho / 2.012 Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 29/07/2012 1.0 Versão inicial Ricardo Kiyoshi Página 2 de 11 Conteúdo 1. SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

Leia mais

Aula 2 Revisão 1. Ciclo de Vida. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW

Aula 2 Revisão 1. Ciclo de Vida. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW Ciclo de Vida Aula 2 Revisão 1 Processo de Desenvolvimento de Software 1 O Processo de desenvolvimento de software é um conjunto de atividades, parcialmente ordenadas, com a finalidade de obter um produto

Leia mais

Processo de garantia da qualidade baseado no modelo MPS.BR. Acadêmico: Anildo Loos Orientador: Everaldo Artur Grahl

Processo de garantia da qualidade baseado no modelo MPS.BR. Acadêmico: Anildo Loos Orientador: Everaldo Artur Grahl Processo de garantia da qualidade baseado no modelo MPS.BR Acadêmico: Anildo Loos Orientador: Everaldo Artur Grahl Roteiro introdução objetivos do trabalho fundamentação teórica desenvolvimento da ferramenta

Leia mais

Prefeitura de Belo Horizonte. Sistema de Controle de Protocolo

Prefeitura de Belo Horizonte. Sistema de Controle de Protocolo Prefeitura de Belo Horizonte Sistema de Controle de Protocolo Relatório apresentado para concorrer ao 2º Prêmio Inovar BH conforme Edital SMARH nº 001/2014 Belo Horizonte Julho de 2014 Resumo Sendo grande

Leia mais

SAPENS - Sistema Automático de Páginas de Ensino

SAPENS - Sistema Automático de Páginas de Ensino SAPENS - Sistema Automático de Páginas de Ensino Eduardo Kokubo kokubo@inf.univali.br Fabiane Barreto Vavassori, MSc fabiane@inf.univali.br Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI Centro de Ensino Superior

Leia mais

1. Introdução pág.3 2. Apresentação do sistema Joomla! pág.4 3. Acessando a administração do site pág.4 4. Artigos 4.1. Criando um Artigo 4.2.

1. Introdução pág.3 2. Apresentação do sistema Joomla! pág.4 3. Acessando a administração do site pág.4 4. Artigos 4.1. Criando um Artigo 4.2. 1. Introdução pág.3 2. Apresentação do sistema Joomla! pág.4 3. Acessando a administração do site pág.4 4. Artigos 4.1. Criando um Artigo 4.2. Editando um Artigo 4.3. Excluindo um Artigo 4.4. Publicar

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO SUMÁRIO

MANUAL DO USUÁRIO SUMÁRIO SUMÁRIO 1. Home -------------------------------------------------------------------------------------------------------- 7 2. Cadastros -------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

A barra de menu a direita possibilita efetuar login/logout do sistema e também voltar para a página principal.

A barra de menu a direita possibilita efetuar login/logout do sistema e também voltar para a página principal. MANUAL DO SISCOOP Sumário 1 Menu de Navegação... 3 2 Gerenciar País... 5 3- Gerenciamento de Registro... 8 3.1 Adicionar um registro... 8 3.2 Editar um registro... 10 3.3 Excluir um registro... 11 3.4

Leia mais

Diretrizes para criação de um padrão de desenvolvimento de sistemas de informação baseados em cots

Diretrizes para criação de um padrão de desenvolvimento de sistemas de informação baseados em cots Diretrizes para criação de um padrão de desenvolvimento de sistemas de informação baseados em cots Roosewelt Sanie Da Silva¹ 1 Ciência da Computação Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC) Rodovia

Leia mais

Matriz Curricular Curso: Programador Profissional

Matriz Curricular Curso: Programador Profissional Matriz Curricular Curso: Programador Profissional DURAÇÃO 350 horas 12 meses 7 horas semanais Manhã, tarde e noite Conteúdo a distância disponível 24 horas. DISCIPLINAS PRESENCIAIS Lógica de Programação

Leia mais

Manual da Turma Virtual: MATERIAIS. Para acessar a turma virtual com o perfil Docente, siga o caminho indicado abaixo:

Manual da Turma Virtual: MATERIAIS. Para acessar a turma virtual com o perfil Docente, siga o caminho indicado abaixo: Manual da Turma Virtual: MATERIAIS Para acessar a turma virtual com o perfil Docente, siga o caminho indicado abaixo: MENU TURMA VIRTUAL MENU MATERIAIS CONTEÚDO/PÁGINA WEB Esta operação possibilita que

Leia mais

Engenharia de Software I

Engenharia de Software I Engenharia de Software I Rogério Eduardo Garcia (rogerio@fct.unesp.br) Bacharelado em Ciência da Computação Aula 05 Material preparado por Fernanda Madeiral Delfim Tópicos Aula 5 Contextualização UML Astah

Leia mais

SISTEMA PARA CONTROLE DE RESERVA DE EQUIPAMENTOS MULTIMEIOS E AMBIENTES DE APRENDIZAGEM

SISTEMA PARA CONTROLE DE RESERVA DE EQUIPAMENTOS MULTIMEIOS E AMBIENTES DE APRENDIZAGEM SISTEMA PARA CONTROLE DE RESERVA DE EQUIPAMENTOS MULTIMEIOS E AMBIENTES DE APRENDIZAGEM Marcelo Karpinski Brambila Acadêmico em Sistemas de Informação Universidade Luterana do Brasil Guaíba mkbrambila@connect-rs.com.br

Leia mais

Tecnologia WEB III. Prof. Erwin Alexander Uhlmann. PHP e MySQL. UHLMANN, Erwin Alexander. Introdução ao PHP. Instituto Siegen. Guarulhos, 2012.

Tecnologia WEB III. Prof. Erwin Alexander Uhlmann. PHP e MySQL. UHLMANN, Erwin Alexander. Introdução ao PHP. Instituto Siegen. Guarulhos, 2012. Tecnologia WEB III Prof. Erwin Alexander Uhlmann PHP e MySQL UHLMANN, Erwin Alexander. Introdução ao PHP. Instituto Siegen. Guarulhos, 2012. Agradecimentos Agradeço à minha esposa Kátia por entender minha

Leia mais

15 Conceitos de Bancos de Dados com o LibreOffice Base

15 Conceitos de Bancos de Dados com o LibreOffice Base Introdução a Informática - 1º semestre AULA 14 Prof. André Moraes Objetivos desta aula: Explorar as propriedades na criação de bancos de dados no LibreOffice Base; Criar e explorar tabelas; Criar e explorar

Leia mais

CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3

CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3 CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3 Este tutorial não tem como finalidade esgotar todas as funcionalidades do Ambiente, ele aborda de forma prática

Leia mais

1. ACESSO AO SISTEMA. LOGIN E SENHA Para ter acesso ao painel administrativo de seu site, acesse o link: http://atualiza.urldosite.com.

1. ACESSO AO SISTEMA. LOGIN E SENHA Para ter acesso ao painel administrativo de seu site, acesse o link: http://atualiza.urldosite.com. Manual de uso 1. ACESSO AO SISTEMA LOGIN E SENHA Para ter acesso ao painel administrativo de seu site, acesse o link: http://atualiza.urldosite.com.br Após acessar o link acima, favor digitar seu LOGIN

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL AMBIENTE VIRTUAL INSTITUCIONAL MOODLE/UFFS

UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL AMBIENTE VIRTUAL INSTITUCIONAL MOODLE/UFFS UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL AMBIENTE VIRTUAL INSTITUCIONAL MOODLE/UFFS Guia Inicial de Acesso e Utilização Para Docentes Versão 1.0b Outubro/2010 Acesso e utilização do Ambiente Virtual de Ensino

Leia mais

SisLegis Sistema de Cadastro e Controle de Leis

SisLegis Sistema de Cadastro e Controle de Leis Sistema de Cadastro e Controle de Leis Desenvolvido por Fábrica de Software Coordenação de Tecnologia da Informação Pág 1/22 Módulo: 1 Responsável: Desenvolvimento Ti Data: 01/11/2012 Versão: 1.0 Empresa:

Leia mais

APOSTILA DE LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO IV

APOSTILA DE LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO IV APOSTILA DE LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO IV CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO PROF. ERWIN ALEXANDER UHLMANN Universidade Guarulhos Página 1 Agradecimentos Agradeço a todos os alunos que com suas dúvidas me ajudaram a

Leia mais

História e Evolução da Web. Aécio Costa

História e Evolução da Web. Aécio Costa Aécio Costa A História da Web O que estamos estudando? Período em anos que a tecnologia demorou para atingir 50 milhões de usuários 3 As dez tecnologias mais promissoras 4 A evolução da Web Web 1.0- Passado

Leia mais

CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA ETEC PROF. MÁRIO ANTÔNIO VERZA CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA PARA INTERNET

CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA ETEC PROF. MÁRIO ANTÔNIO VERZA CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA PARA INTERNET CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA ETEC PROF. MÁRIO ANTÔNIO VERZA CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA PARA INTERNET WEBSITE MUNDO MULHER GABRIELA DE SOUZA DA SILVA LUANA MAIARA DE PAULA SILVA

Leia mais

Lógica de Programação

Lógica de Programação Lógica de Programação Unidade 4 Ambiente de desenvolvimento Java QI ESCOLAS E FACULDADES Curso Técnico em Informática SUMÁRIO A LINGUAGEM JAVA... 3 JVM, JRE, JDK... 3 BYTECODE... 3 PREPARANDO O AMBIENTE

Leia mais

Anderson Corrêa Carraro 1, Fernando Alves Rodrigues 2, Silvio Francisco dos Santos 3

Anderson Corrêa Carraro 1, Fernando Alves Rodrigues 2, Silvio Francisco dos Santos 3 DESENVOLVIMENTO E IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA INFORMATIZADO PARA O CONTROLE DE PROCESSOS DA QUALIDADE NA DIRETORIA DE METROLOGIA CIENTÍFICA E INDUSTRIAL DIMCI/INMETRO. Anderson Corrêa Carraro 1, Fernando

Leia mais

Extensão ez Open Document Format (ezodf) Documentação. versão 2.0. experts em Gestão de Conteúdo

Extensão ez Open Document Format (ezodf) Documentação. versão 2.0. experts em Gestão de Conteúdo Extensão ez Open Document Format (ezodf) Documentação versão 2.0 Conteúdo 1. Introdução... 3 2 1.1 Público alvo... 3 1.2 Convenções... 3 1.3 Mais recursos... 3 1.4 Entrando em contato com a ez... 4 1.5

Leia mais

AULA 3 FERRAMENTAS E APLICATIVOS DE NAVEGAÇÃO, DE CORREIO ELETRÔNICO, DE GRUPOS DE DISCUSSÃO, DE BUSCA E PESQUISA (PARTE II)

AULA 3 FERRAMENTAS E APLICATIVOS DE NAVEGAÇÃO, DE CORREIO ELETRÔNICO, DE GRUPOS DE DISCUSSÃO, DE BUSCA E PESQUISA (PARTE II) AULA 3 FERRAMENTAS E APLICATIVOS DE NAVEGAÇÃO, DE CORREIO ELETRÔNICO, DE GRUPOS DE DISCUSSÃO, DE BUSCA E PESQUISA (PARTE II) A seguir vamos ao estudo das ferramentas e aplicativos para utilização do correio

Leia mais

Palavras-chaves: Informática, Rede Social, Ambiente Virtual de Aprendizagem e Educação.

Palavras-chaves: Informática, Rede Social, Ambiente Virtual de Aprendizagem e Educação. INSTITUTO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFESSOR ISAÍAS REDE SOCIAL COM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM RAVA Leandra Gaspar Dos Santos; Frederico dos Santos Nunes; Cristiano Gomes Carvalho; Franciele da Silva

Leia mais

O melhor do PHP. Por que PHP? CAPÍTULO 1. Uma Pequena História do PHP

O melhor do PHP. Por que PHP? CAPÍTULO 1. Uma Pequena História do PHP CAPÍTULO 1 O melhor do PHP Este livro levou bastante tempo para ser feito. Venho usando agora o PHP por muitos anos e o meu amor por ele aumenta cada vez mais por sua abordagem simplista, sua flexibilidade

Leia mais

Tópicos de Ambiente Web. Modulo 2 Processo de desenvolvimento de um site Professora: Sheila Cáceres

Tópicos de Ambiente Web. Modulo 2 Processo de desenvolvimento de um site Professora: Sheila Cáceres Tópicos de Ambiente Web Modulo 2 Processo de desenvolvimento de um site Professora: Sheila Cáceres Roteiro Motivação Desenvolvimento de um site Etapas no desenvolvimento de software (software:site) Analise

Leia mais

Cursos e Treinamentos Profissionais

Cursos e Treinamentos Profissionais Cursos e Treinamentos Profissionais Vinicius A. de Souza va.vinicius@gmail.com (12) 8124-6853 http://videsouza.scienceontheweb.net Cursos oferecidos Curso de Desenvolvimento de Software Com Java... 1 Curso

Leia mais

APLICAÇÃO WEB PARA APOIO AO RECONHECIMENTO FOTOGRÁFICO DE SUSPEITOS DE CRIMES

APLICAÇÃO WEB PARA APOIO AO RECONHECIMENTO FOTOGRÁFICO DE SUSPEITOS DE CRIMES APLICAÇÃO WEB PARA APOIO AO RECONHECIMENTO FOTOGRÁFICO DE SUSPEITOS DE CRIMES Mateus Provesi 1 ; Reginaldo Rubens da Silva 2 ; Angelo Augusto Frozza 3 RESUMO Este projeto propõe o desenvolvimento de uma

Leia mais

PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS

PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS Élysson Mendes Rezende Bacharelando em Sistemas de Informação Bolsista de Iniciação Científica

Leia mais

Manual Easy Chat Data de atualização: 20/12/2010 16:09 Versão atualizada do manual disponível na área de download do software.

Manual Easy Chat Data de atualização: 20/12/2010 16:09 Versão atualizada do manual disponível na área de download do software. 1 - Sumário 1 - Sumário... 2 2 O Easy Chat... 3 3 Conceitos... 3 3.1 Perfil... 3 3.2 Categoria... 4 3.3 Ícone Específico... 4 3.4 Janela Específica... 4 3.5 Ícone Geral... 4 3.6 Janela Geral... 4 4 Instalação...

Leia mais

GuiBi: Um aplicativo para plataforma Android com um guia comercial da cidade de Bambuí MG

GuiBi: Um aplicativo para plataforma Android com um guia comercial da cidade de Bambuí MG GuiBi: Um aplicativo para plataforma Android com um guia comercial da cidade de Bambuí MG Bruno Alberto Soares Oliveira 1,3 ; Lucas Vieira Murilo 1,3 ; Maik Olher Chaves 2,3 1 Estudante de Engenharia de

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FORMAÇÃO INICIAL DE PROGRAMADOR WEB Campus Lages Junho/2014 Parte 1 (solicitante) DADOS DO CAMPUS PROPONENTE 1. Campus: Instituto Federal de Santa Catarina Campus Lages. 2.

Leia mais

Aplicação Prática de Lua para Web

Aplicação Prática de Lua para Web Aplicação Prática de Lua para Web Aluno: Diego Malone Orientador: Sérgio Lifschitz Introdução A linguagem Lua vem sendo desenvolvida desde 1993 por pesquisadores do Departamento de Informática da PUC-Rio

Leia mais

DESENVOLVIMENTODE APLICAÇÕESPARAINTERNET:PHP. VitorFariasCoreia

DESENVOLVIMENTODE APLICAÇÕESPARAINTERNET:PHP. VitorFariasCoreia DESENVOLVIMENTODE APLICAÇÕESPARAINTERNET:PHP VitorFariasCoreia INFORMAÇÃOECOMUNICAÇÃO Autor Vitor Farias Correia Graduado em Sistemas de Informação pela FACITEC e especialista em desenvolvimento de jogos

Leia mais

Conectando Bancos de Dados Microsoft Access no BrOffice.org Base. fornecido pelo Projeto de Documentação do BrOffice.org

Conectando Bancos de Dados Microsoft Access no BrOffice.org Base. fornecido pelo Projeto de Documentação do BrOffice.org Conectando Bancos de Dados Microsoft Access no BrOffice.org Base fornecido pelo Projeto de Documentação do BrOffice.org Índice 1 Introdução...2 1.1 Versão... 2 1.2 Licenciamento...2 1.3 Mensagem do Projeto

Leia mais

SCE-557. Técnicas de Programação para WEB. Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br

SCE-557. Técnicas de Programação para WEB. Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br SCE-557 Técnicas de Programação para WEB Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br 1 Cronograma Fundamentos sobre servidores e clientes Linguagens Server e Client side

Leia mais

4 Desenvolvimento da ferramenta

4 Desenvolvimento da ferramenta direcionados por comportamento 38 4 Desenvolvimento da ferramenta Visando facilitar a tarefa de documentar requisitos funcionais e de gerar testes automáticos em uma única ferramenta para proporcionar

Leia mais

Desenvolvimento de Sites. Subtítulo

Desenvolvimento de Sites. Subtítulo Desenvolvimento de Sites Subtítulo Sobre a APTECH A Aptech é uma instituição global, modelo em capacitação profissional, que dispõe de diversos cursos com objetivo de preparar seus alunos para carreiras

Leia mais

GerNFe 1.0 Sistema de Gerenciador de Notas Fiscais Eletrônicas

GerNFe 1.0 Sistema de Gerenciador de Notas Fiscais Eletrônicas GerNFe 1.0 Manual do usuário Página 1/13 GerNFe 1.0 Sistema de Gerenciador de Notas Fiscais Eletrônicas O programa GerNFe 1.0 tem como objetivo armazenar em local seguro e de maneira prática para pesquisa,

Leia mais

V.1.0 SIAPAS. Sistema Integrado de Administração ao Plano de Assistência à Saúde. Contas Médicas

V.1.0 SIAPAS. Sistema Integrado de Administração ao Plano de Assistência à Saúde. Contas Médicas 2014 V.1.0 SIAPAS Sistema Integrado de Administração ao Plano de Assistência à Saúde Contas Médicas SIAPAS Sistema Integrado de Administração ao Plano de Assistência à Saúde Módulos CONTAS MÉDICAS Capa

Leia mais

Geris Engenharia e Serviços

Geris Engenharia e Serviços Geris Engenharia e Serviços Sistema administrativo Manual do Usuário Produzido por: Favus Interactive Editoração Eletrônica Ltda - ME Endereço eletrônico: w ww.gerisengenharia.com.br/admin Apresentação

Leia mais

APLICAÇÃO DA MODELAGEM UML NA FASE DE ANÁLISE DE UM PROJETO DE SOFTWARE PARA AGENDAMENTO DE USO DE VEÍCULOS INTERNOS DE UMA EMPRESA

APLICAÇÃO DA MODELAGEM UML NA FASE DE ANÁLISE DE UM PROJETO DE SOFTWARE PARA AGENDAMENTO DE USO DE VEÍCULOS INTERNOS DE UMA EMPRESA APLICAÇÃO DA MODELAGEM UML NA FASE DE ANÁLISE DE UM PROJETO DE SOFTWARE PARA AGENDAMENTO DE USO DE VEÍCULOS INTERNOS DE UMA EMPRESA ANDRE APARECIDO LEAL DE ALMEIDA Discente da AEMS Faculdades Integradas

Leia mais

WEBDISC - Sistema Web para Gerenciamento de Disciplinas

WEBDISC - Sistema Web para Gerenciamento de Disciplinas Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP Instituto de Ciências Exatas e Biológicas - ICEB Departamento de Computação - DECOM WEBDISC - Sistema Web para Gerenciamento de Disciplinas Aluno: Antonio Carlos

Leia mais

Sumário. HTML CSS JQuery Referências IHC AULA 6 5-09-2011 1

Sumário. HTML CSS JQuery Referências IHC AULA 6 5-09-2011 1 Sumário HTML CSS JQuery Referências IHC AULA 6 5-09-2011 1 Linguagem HTML HTML é a abreviação de HyperText Markup Language, que pode ser traduzido como Linguagem de Marcação de Hipertexto. Não é uma linguagem

Leia mais

Sistema Web de Ensino Voltado aos Conteúdos da Física

Sistema Web de Ensino Voltado aos Conteúdos da Física Sistema Web de Ensino Voltado aos Conteúdos da Física Fábio Luiz P. Albini 1 Departamento de Informática, Instituto Federal do Paraná (IFPR) Curitiba, Paraná 81520-000, Brazil. fabio.albini@ifpr.edu.br

Leia mais

Produto IV: ATU SAAP. Manual de Referência

Produto IV: ATU SAAP. Manual de Referência Produto IV: ATU SAAP Manual de Referência Pablo Nogueira Oliveira Termo de Referência nº 129275 Contrato Número 2008/000988 Brasília, 30 de outubro de 2008 1 Sistema de Apoio à Ativideade Parlamentar SAAP

Leia mais

OFICINA BLOG DAS ESCOLAS

OFICINA BLOG DAS ESCOLAS OFICINA BLOG DAS ESCOLAS Créditos: Márcio Corrente Gonçalves Mônica Norris Ribeiro Março 2010 1 ACESSANDO O BLOG Blog das Escolas MANUAL DO ADMINISTRADOR Para acessar o blog da sua escola, acesse o endereço

Leia mais

Plano de Aula - Dreamweaver CS6 - cód.5232 24 Horas/Aula

Plano de Aula - Dreamweaver CS6 - cód.5232 24 Horas/Aula Plano de Aula - Dreamweaver CS6 - cód.5232 24 Horas/Aula Aula 1 Capítulo 1 - Introdução ao Dreamweaver CS6 Aula 2 Continuação do Capítulo 1 - Introdução ao Dreamweaver CS6 Aula 3 Capítulo 2 - Site do Dreamweaver

Leia mais

WWW - World Wide Web

WWW - World Wide Web WWW World Wide Web WWW Cap. 9.1 WWW - World Wide Web Idéia básica do WWW: Estratégia de acesso a uma teia (WEB) de documentos referenciados (linked) em computadores na Internet (ou Rede TCP/IP privada)

Leia mais

Software automatizado para controle de consultas da clínica de fisioterapia

Software automatizado para controle de consultas da clínica de fisioterapia Software automatizado para controle de consultas da clínica de fisioterapia Jeverson Siqueira 1, Wallace Caldeira 1, Jorge Aikes Junior 1 1 Ciência da Computacão Faculdades Anglo Americano de Foz do Iguaçu

Leia mais

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web;

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; CONCEITOS INICIAIS Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; O que é necessário para se criar páginas para a Web; Navegadores; O que é site, Host, Provedor e Servidor Web; Protocolos.

Leia mais

Criação de um site sobre Comunicação

Criação de um site sobre Comunicação Luciano Conceição Martins Criação de um site sobre Comunicação UNICAMP Universidade Estadual de Campinas Introdução: Um site é um conjunto de arquivos feitos através de códigos de programação. E, estes

Leia mais

Centro de Computação - Unicamp Gerência de Atendimento ao Cliente (e-mail:apoio@turing.unicamp.br) Sumário

Centro de Computação - Unicamp Gerência de Atendimento ao Cliente (e-mail:apoio@turing.unicamp.br) Sumário Sumário Conceitos Microsoft Access 97... 01 Inicialização do Access... 02 Convertendo um Banco de Dados... 03 Criando uma Tabela... 06 Estrutura da Tabela... 07 Propriedades do Campo... 08 Chave Primária...

Leia mais

ROTEIRO PARA TREINAMENTO DO SAGRES DIÁRIO Guia do Docente

ROTEIRO PARA TREINAMENTO DO SAGRES DIÁRIO Guia do Docente Conceito ROTEIRO PARA TREINAMENTO DO SAGRES DIÁRIO Guia do Docente O Sagres Diário é uma ferramenta que disponibiliza rotinas que facilitam a comunicação entre a comunidade Docente e Discente de uma instituição,

Leia mais

MANUAL DO ALUNO. Ambiente Virtual TelEduc FACULDADE INTEGRADA DA GRANDE FORTALEZA. http://www.fgf.edu.br

MANUAL DO ALUNO. Ambiente Virtual TelEduc FACULDADE INTEGRADA DA GRANDE FORTALEZA. http://www.fgf.edu.br MANUAL DO ALUNO Ambiente Virtual TelEduc FACULDADE INTEGRADA DA GRANDE FORTALEZA http://www.fgf.edu.br Sala Virtual TelEduc O TelEduc é um ambiente virtual desenvolvido Unicamp para apoiar professores

Leia mais

Desenvolvimento de um CMS 1 para a criação e publicação de web sites acessíveis por deficientes visuais.

Desenvolvimento de um CMS 1 para a criação e publicação de web sites acessíveis por deficientes visuais. Desenvolvimento de um CMS 1 para a criação e publicação de web sites acessíveis por deficientes visuais. Tales Henrique José MOREIRA 1 ; Gabriel da SILVA 2 ; 1 Estudante de Tecnologia em Sistemas para

Leia mais

Roteiro. Conceitos e Arquitetura de Sistemas de Banco de Dados. Conceitos e Arquiteturas de Sistemas de Banco de Dados. BCC321 - Banco de Dados I

Roteiro. Conceitos e Arquitetura de Sistemas de Banco de Dados. Conceitos e Arquiteturas de Sistemas de Banco de Dados. BCC321 - Banco de Dados I Roteiro Conceitos e Arquitetura de Sistemas de Banco de Dados Luiz Henrique de Campos Merschmann Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto luizhenrique@iceb.ufop.br www.decom.ufop.br/luiz

Leia mais

Documentos. ISSN 1982-5390 Dezembro, 2007. Sistema de Gestão de Licitações do Site da Embrapa Pecuária Sul Licitações 1.0 - Manual do Usuário

Documentos. ISSN 1982-5390 Dezembro, 2007. Sistema de Gestão de Licitações do Site da Embrapa Pecuária Sul Licitações 1.0 - Manual do Usuário Documentos ISSN 1982-5390 Dezembro, 2007 Sistema de Gestão de Licitações do Site da Embrapa Pecuária Sul Licitações 1.0 - Manual do Usuário 68 ISSN 1982-5390 Dezembro, 2007 Empresa Brasileira de Pesquisa

Leia mais

Programação Orientada a Objetos com PHP & MySQL Cookies e Sessões. Prof. MSc. Hugo Souza

Programação Orientada a Objetos com PHP & MySQL Cookies e Sessões. Prof. MSc. Hugo Souza Programação Orientada a Objetos com PHP & MySQL Cookies e Sessões Prof. MSc. Hugo Souza Se você precisar manter informações sobre seus usuários enquanto eles navegam pelo seu site, ou até quando eles saem

Leia mais

Sistema de Acompanhamento ao Desempenho do Aluno

Sistema de Acompanhamento ao Desempenho do Aluno Sistema de Acompanhamento ao Desempenho do Aluno Manoel Cardoso da Silveira Neto 1, Luciana Vescia Lourega 1 1 Instituto Federal Farroupilha Campus Júlio de Castilhos RS - Brasil Caixa Postal 38 98.130-000

Leia mais

Cursos de Magento. 2013 Gugliotti Consulting

Cursos de Magento. 2013 Gugliotti Consulting Cursos de Magento F U N D A M E N T O S D E M A G E N T O C O M M E R C E C U R S O E M V Í D E O - A U L A S M Ó D U L O 2 F T O 2 Fundamentos de Magento Commerce Módulo 2 Aula 1 Configuração da plataforma

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Felippe Scheidt IFPR Campus Foz do Iguaçu 2014/2

Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Felippe Scheidt IFPR Campus Foz do Iguaçu 2014/2 Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Felippe Scheidt IFPR Campus Foz do Iguaçu 2014/2 Objetivo. O objetivo da disciplina é conhecer os princípios da programação de

Leia mais

Manual. V e r s ã o i P a d

Manual. V e r s ã o i P a d Manual V e r s ã o i P a d índice I. Introdução II. Procedimentos básicos III. A agenda IV. Clientes V. Prontuário VI. Configurações VII. Medicamentos VIII. Tags IX. Receitas X. Contato I Introdução O

Leia mais

Associação Carioca de Ensino Superior Centro Universitário Carioca

Associação Carioca de Ensino Superior Centro Universitário Carioca Desenvolvimento de Aplicações Web Lista de Exercícios Métodos HTTP 1. No tocante ao protocolo de transferência de hipertexto (HTTP), esse protocolo da categoria "solicitação e resposta" possui três métodos

Leia mais

AUTOR(ES): VINICIUS RUIZ PONTES SILVA, JAQUELINE CRISTINA DA SILVA, JOÃO PAULO DE OLIVEIRA HONESTO

AUTOR(ES): VINICIUS RUIZ PONTES SILVA, JAQUELINE CRISTINA DA SILVA, JOÃO PAULO DE OLIVEIRA HONESTO Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA PARA INTERCÂMBIOS ESTUDANTIS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS

Leia mais

MANUAL DO ALUNO COSEMS - MG. www.cosemsmg-ead.org.br

MANUAL DO ALUNO COSEMS - MG. www.cosemsmg-ead.org.br MANUAL DO ALUNO COSEMS - MG 1 ÍNDICE 03 APRESENTAÇÃO. Dicas para estudar a distância. Funções do professor e do tutor 04 CADASTRO NO CURSO 05 ACESSO AO CURSO 07 FERRAMENTAS DE ESTUDO. Conteúdo: aulas virtuais.

Leia mais

Ontologia Navegadores_Codigo-Aberto

Ontologia Navegadores_Codigo-Aberto Ontologia Navegadores_Codigo-Aberto Documento Lista de Termos (versão 1.0) 04-04-2008 report by ontokem Web Tool - ontologies for Knowledge Engineering and Management 1) bookmark: instância da característica

Leia mais

Sumário. Uma visão mais clara da UML

Sumário. Uma visão mais clara da UML Instituto Federal de Santa Catarina Câmpus Chapecó Ensino Médio Integrado em Informática Módulo V Unidade Curricular: Engenharia de Software Professora: Lara P. Z. B. Oberderfer Uma visão mais clara da

Leia mais

FACULDADE SENAC-RS PELOTAS RODRIGO ALMEIDA PEREIRA. Sistemas de Informação

FACULDADE SENAC-RS PELOTAS RODRIGO ALMEIDA PEREIRA. Sistemas de Informação FACULDADE SENAC-RS PELOTAS Analise e Desenvolvimento de Sistemas RODRIGO ALMEIDA PEREIRA Sistemas de Informação Pelotas/RS Maio de 2013 Sumário 1. Introdução 1 2. Um pouco de sua história 1 3. Requerimentos

Leia mais

INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8

INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8 ÍNDICE INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8 ACESSO ÀS FERRAMENTAS 9 FUNÇÕES 12 MENSAGENS 14 CAMPOS OBRIGATÓRIOS

Leia mais

MANUAL DO ALUNO PARA NAVEGAR NO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM - AVA

MANUAL DO ALUNO PARA NAVEGAR NO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM - AVA MANUAL DO ALUNO PARA NAVEGAR NO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM - AVA MANUAL DO ALUNO PARA ACESSO AO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Conteúdo Tela de acesso... 4 Dados de Cadastro... 5 Dados cadastrais...

Leia mais

QUESTÕES PROVA 2 (28 a 44)

QUESTÕES PROVA 2 (28 a 44) QUESTÕES PROVA 2 (28 a 44) 28) A orientação a objetos é uma forma abstrata de pensar um problema utilizando-se conceitos do mundo real e não, apenas, conceitos computacionais. Nessa perspectiva, a adoção

Leia mais

CONCEITO: Moodle Moodle Moodle Moodle

CONCEITO: Moodle Moodle Moodle Moodle NE@D - Moodle CONCEITO: O Moodle é uma plataforma de aprendizagem a distância baseada em software livre. É um acrônimo de Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment (ambiente modular de aprendizagem

Leia mais

Projeto Disciplinar de Infra-Estrutura de Software ECOFROTA TRIBUNAL THEMIS

Projeto Disciplinar de Infra-Estrutura de Software ECOFROTA TRIBUNAL THEMIS 1 Projeto Disciplinar de Infra-Estrutura de Software ECOFROTA TRIBUNAL THEMIS EDILBERTO SILVA 1, AQUILA ISRAEL (1316079) 2, CYNTHIA FERREIRA (1316079) 2, MARKO DE CASTRO (1316119) 2, RAFAELA ALMEIDA (1316189)

Leia mais

Banco de Dados I. Introdução. Fabricio Breve

Banco de Dados I. Introdução. Fabricio Breve Banco de Dados I Introdução Fabricio Breve Introdução SGBD (Sistema Gerenciador de Banco de Dados): coleção de dados interrelacionados e um conjunto de programas para acessar esses dados Coleção de dados

Leia mais

A linguagem UML. UML e Diagramas de Casos de Uso e Classes. Por que usar UML? O que é modelagem?

A linguagem UML. UML e Diagramas de Casos de Uso e Classes. Por que usar UML? O que é modelagem? UML e Diagramas de Casos de Uso e Classes Prof. Ms. Luiz Alberto Contato: lasf.bel@gmail.com A linguagem UML UML (Unified Modeling Language) Linguagem de Modelagem Unificada É uma linguagem de modelagem

Leia mais