UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Roberto Fernandes da Costa

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1 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE VALORES REFERENCIAIS DE SOMATÓRIAS DE DOBRAS CUTÂNEAS EM MORADORES DA CIDADE DE SANTOS SP, DE 20 A 69 ANOS DE IDADE Roberto Fernandes da Costa SÃO PAULO 2001

2 VALORES REFERENCIAIS DE SOMATÓRIAS DE DOBRAS CUTÂNEAS EM MORADORES DA CIDADE DE SANTOS - SP DE 20 A 69 ANOS DE IDADE Roberto Fernandes da Costa Dissertação apresentada à Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo, como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre em Educação Física. ORIENTADORA: PROFª. DRA. MARIA TEREZA SILVEIRA BÖHME

3 AGRADECIMENTOS A Profª. Dra. Maria Tereza Silveira Böhme, pela dedicada orientação durante todas as etapas da elaboração deste trabalho. A Profª. Dra. Maria Augusta Peduti Dal Molin Kiss, por todos estes anos de apoio e amizade no LADESP. Ao Prof. Paulo Jorge Alves de Carvalho, grande amigo e responsável pelo meu ingresso nessa área apaixonante que é a Cineantropometria. A Profª. Eny Ribeiro de Sá, que me ajudou a dar os primeiros passos dentro da Educação Física. À American Medical do Brasil, nas pessoas de Wilson Eduardo e Cleuza Ramires Eduardo, pelo imprescindível financiamento à coleta de dados deste estudo, além das palavras amigas nas horas certas. Ao Prof. Rudney Uezu, pelo desenvolvimento do software utilizado na coleta de dados. A minha irmã Rosane e a Profª. Patrícia Rocha da Costa pelo valioso auxílio durante a coleta de dados. Ao Marcos Antonio Coque Junior do IME-USP, pela valiosa assessoria estatística para a análise e interpretação dos resultados deste estudo. A todos os moradores da cidade de Santos que fizeram parte da amostra por nos receberem em suas casas para a coleta de dados. E, especialmente, a minha esposa Mara e ao meu filho Vinícius, que participaram ativamente desta jornada.

4 SUMÁRIO Página LISTA DE TABELAS... LISTA DE FIGURAS... LISTA DE QUADROS... LISTA DE ANEXOS... RESUMO... ABSTRACT... VI VIII XV XVI XX XXII 1. INTRODUÇÃO E PROBLEMÁTICA OBJETIVOS REVISÃO DA LITERATURA Conceituação da composição corporal Técnicas de avaliação da composição corporal Estudos relacionados à medida da espessura de dobras cutâneas Composição corporal e saúde Prevalência de sobrepeso e obesidade Fatores de risco associados à obesidade Comentários gerais da revisão de literatura realizada MATERIAL E MÉTODOS Características da população estudada Amostra... 39

5 4.3. Equipamentos Variáveis de estudo Estatura GORDON, CHUMLEA & ROCHE (1988) Massa Corporal GORDON et alii (1988) Índice de massa corporal IMC Dobras cutâneas COSTA (1999) Somatórias de dobras cutâneas Tratamento estatístico Delimitações do estudo Limitações do estudo RESULTADOS E DISCUSSÃO Análise descritiva Análise da normalidade dos dados Verificação das diferenças Valores referenciais de dobras cutâneas e suas somatórias CONCLUSÕES REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXOS

6 LISTA DE TABELAS Página TABELA 1 - Classificação do sobrepeso e obesidade pela porcentagem de gordura. Adaptado de NIDDK (1993) TABELA 2 - Classificação do sobrepeso e obesidade pelo IMC. Adaptado de WHO (1997) TABELA 3 - Descrição da amostra por faixa etária e sexo, média e desvio padrão de idade TABELA 4 - Descrição da Amostra por região TABELA 5 - Comparação entre os grupos masculino e feminino para as somatórias de dobras cutâneas na faixa etária de 20 a 29,9 anos TABELA 6 - Comparação entre os grupos masculino e feminino para as somatórias de dobras cutâneas na faixa etária de 30 a 39,9 anos TABELA 7 - Comparação entre os grupos masculino e feminino para as somatórias de dobras cutâneas na faixa etária de 40 a 49,9 anos TABELA 8 - Comparação entre os grupos masculino e feminino para as somatórias de dobras cutâneas na faixa etária de 50 a 59,9 anos TABELA 9 - Comparação entre os grupos masculino e feminino para as somatórias de dobras cutâneas na faixa etária de 60 a 69,9 anos TABELA 10 - Comparação entre as faixas etárias para somatórias de dobras cutâneas (mm) para o sexo masculino TABELA 11 - Comparação entre as faixas etárias para somatórias de dobras cutâneas (mm) para o sexo feminino TABELA 12 - Diferenças estatisticamente significativas encontradas no teste de comparações múltiplas de Tuckey para as médias das somatórias de dobras cutâneas (mm) por faixa etária, no sexo masculino TABELA 13 - Diferenças estatisticamente significativas encontradas no teste de comparações múltiplas de Tuckey para as médias das somatórias de dobras cutâneas (mm) por faixa etária, no sexo feminino TABELA 14 - Classificação dos escores derivados de percentis segundo proposição de LEFEVRE para variáveis relacionadas com o desempenho motor TABELA 15 - Proporção de homens da cidade de Santos para as classificações do IMC (WHO, 1997) TABELA 16 - Proporção de mulheres da cidade de Santos para as classificações do IMC (WHO, 1997)

7 FIGURA 1 - FIGURA 2 - FIGURA 3 - FIGURA 4 - FIGURA 5 - FIGURA 6 - FIGURA 7 - FIGURA 8 - FIGURA 9 - FIGURA 10 - FIGURA 11 - FIGURA 12 - FIGURA 13 - FIGURA 14 - FIGURA 15 - FIGURA 16 - FIGURA 17 - FIGURA 18 - FIGURA 19 - FIGURA 20 - LISTA DE FIGURAS Página Valores médios de massa corporal (kg) da população santista, de ambos os sexos, divididos em faixas etárias Valores médios de estatura (cm) da população santista, de ambos os sexos, divididos em faixas etárias Valores médios de IMC (kg/m 2 ) da população santista, de ambos os sexos, divididos em faixas etárias Valores médios de dobra cutânea triciptal (mm) da população santista, de ambos os sexos, divididos em faixas etárias Valores médios de dobra cutânea subescapular (mm) da população santista, de ambos os sexos, divididos em faixas etárias Valores médios de dobra cutânea axilar média (mm) da população santista, de ambos os sexos, divididos em faixas etárias Valores médios de dobra cutânea torácica (mm) da população santista, de ambos os sexos, divididos em faixas etárias Valores médios de dobra cutânea biciptal (mm) da população santista, de ambos os sexos, divididos em faixas etárias Valores médios de dobra cutânea suprailíaca (mm) da população santista, de ambos os sexos, divididos em faixas etárias Valores médios de dobra cutânea abdominal (mm) da população santista, de ambos os sexos, divididos em faixas etárias Valores médios de dobra cutânea da coxa (mm) da população santista, de ambos os sexos, divididos em faixas etárias Valores médios de dobra cutânea panturrilha medial (mm) da população santista, de ambos os sexos, divididos em faixas etárias. 58 Valores médios de somatória de dobras cutâneas - 2 (mm) da população santista, de ambos os sexos, divididos em faixas etárias. 59 Valores médios de somatória de dobras cutâneas - 5T (mm) da população santista, de ambos os sexos, divididos em faixas etárias. 59 Valores médios de somatória de dobras cutâneas - 4M (mm) da população santista, de ambos os sexos, divididos em faixas etárias. 60 Valores médios de somatória de dobras cutâneas - 5 (mm) da população santista, de ambos os sexos, divididos em faixas etárias. 60 Valores médios de somatória de dobras cutâneas - 9 (mm) da população santista, de ambos os sexos, divididos em faixas etárias. 61 Mediana, percentis 25 e 75, e valores máximo e mínimo de somatórias de dobras cutâneas de homens da população santista de 20 a 29,9 anos. 62 Mediana, percentis 25 e 75, e valores máximo e mínimo de somatórias de dobras cutâneas de mulheres da população santista de 20 a 29,9 anos. 62 Mediana, percentis 25 e 75, e valores máximo e mínimo de somatórias de dobras cutâneas de homens da população santista de 30 a 39,9 anos. 63

8 viii FIGURA 21 - FIGURA 22 - FIGURA 23 - FIGURA 24 - FIGURA 25 - FIGURA 26 - FIGURA 27 - FIGURA 28 - FIGURA 29 - FIGURA 30 - FIGURA 31 - FIGURA 32 - FIGURA 33 - FIGURA 34 - FIGURA 35 - FIGURA 36 - FIGURA 37 - FIGURA 38 - FIGURA 39 - Mediana, percentis 25 e 75, e valores máximo e mínimo de somatórias de dobras cutâneas de mulheres da população santista de 30 a 39,9 anos. 63 Mediana, percentis 25 e 75, e valores máximo e mínimo de somatórias de dobras cutâneas de homens da população santista de 40 a 49,9 anos. 64 Mediana, percentis 25 e 75, e valores máximo e mínimo de somatórias de dobras cutâneas de mulheres da população santista de 40 a 49,9 anos Mediana, percentis 25 e 75, e valores máximo e mínimo de somatórias de dobras cutâneas de homens da população santista de 50 a 59,9 anos Mediana, percentis 25 e 75, e valores máximo e mínimo de somatórias de dobras cutâneas de mulheres da população santista de 50 a 59,9 anos Mediana, percentis 25 e 75, e valores máximo e mínimo de somatórias de dobras cutâneas de homens da população santista de 60 a 69,9 anos Mediana, percentis 25 e 75, e valores máximo e mínimo de somatórias de dobras cutâneas de mulheres da população santista de 60 a 69,9 anos Gráfico de Probabilidade Normal para 2, em homens da população santista Gráfico de Probabilidade Normal para 2, em mulheres da população santista Gráfico de Probabilidade Normal para 5, em homens da população santista Gráfico de Probabilidade Normal para 5, em mulheres da população santista Gráfico de Probabilidade Normal para 4M, em homens da população santista Gráfico de Probabilidade Normal para 4M, em mulheres da população santista Gráfico de Probabilidade Normal para 5, em homens da população santista Gráfico de Probabilidade Normal para 5, em mulheres da população santista Gráfico de Probabilidade Normal para 9, em homens da população santista Gráfico de Probabilidade Normal para 9, em mulheres da população santista Comparação entre os grupos masculino e feminino para 2 (mm), para as diferentes faixas etárias Comparação entre os grupos masculino e feminino para 5T (mm), para as diferentes faixas etárias... 77

9 ix FIGURA 40 - FIGURA 41 - FIGURA 42 - FIGURA 43 - FIGURA 44 - FIGURA 45 - FIGURA 46 - FIGURA 47 - FIGURA 48 - FIGURA 49 - FIGURA 50 - FIGURA 51 - FIGURA 52 - FIGURA 53 - FIGURA 54 - FIGURA 55 - FIGURA 56 - FIGURA 57 - FIGURA 58 - FIGURA 59 - FIGURA 60 - FIGURA 61 - FIGURA 62 - Comparação entre os grupos masculino e feminino para 4M 77 (mm), para as diferentes faixas etárias... Comparação entre os grupos masculino e feminino para 5 (mm), para as diferentes faixas etárias Comparação entre os grupos masculino e feminino para 9 (mm), para as diferentes faixas etárias Comparação entre as faixas etárias para as somatórias de dobras cutâneas (mm) no sexo masculino Comparação entre as faixas etárias para as somatórias de dobras cutâneas (mm) no sexo feminino Distribuições de percentis para dobra cutânea triciptal (mm) por faixa etária de homens da população santista Distribuições de percentis para dobra cutânea triciptal (mm) por faixa etária de mulheres da população santista.. 90 Distribuições de percentis para dobra cutânea subescapular (mm) por faixa etária de homens da população santista Distribuições de percentis para dobra cutânea subescapular (mm) por faixa etária de mulheres da população santista Distribuições de percentis para dobra cutânea axilar média (mm) por faixa etária de homens da população santista Distribuições de percentis para dobra cutânea axilar média (mm) por faixa etária de mulheres da população santista Distribuições de percentis para dobra cutânea torácica (mm) por faixa etária de homens da população santista Distribuições de percentis para dobra cutânea torácica (mm) por faixa etária de mulheres da população santista.. 93 Distribuições de percentis para dobra cutânea biciptal (mm) por faixa etária de homens da população santista Distribuições de percentis para dobra cutânea biciptal (mm) por faixa etária de mulheres da população santista.. 94 Distribuições de percentis para dobra cutânea suprailíaca (mm) por faixa etária de homens da população santista Distribuições de percentis para dobra cutânea suprailíaca (mm) por faixa etária de mulheres da população santista.. 95 Distribuições de percentis para dobra cutânea abdominal (mm) por faixa etária de homens da população santista Distribuições de percentis para dobra cutânea abdominal (mm) por faixa etária de mulheres da população santista.. 96 Distribuições de percentis para dobra cutânea da coxa (mm) por faixa etária de homens da população santista Distribuições de percentis para dobra cutânea da coxa (mm) por faixa etária de mulheres da população santista.. 97 Distribuições de percentis para dobra cutânea panturrilha medial (mm) por faixa etária de homens da população santista Distribuições de percentis para dobra cutânea panturrilha medial (mm) por faixa etária de mulheres da população santista... 98

10 x FIGURA 63 - FIGURA 64 - FIGURA 65 - FIGURA 66 - FIGURA 67 - FIGURA 68 - FIGURA 69 - FIGURA 70 - FIGURA 71 - FIGURA 72 - FIGURA 73 - FIGURA 74 - Distribuições de percentis para somatória de dobras cutâneas - 2 (mm) por faixa etária de homens da população santista Distribuições de percentis para somatória de dobras cutâneas - 2 (mm) por faixa etária de mulheres da população santista Distribuições de percentis para somatória de dobras cutâneas - 5T (mm) por faixa etária de homens da população santista Distribuições de percentis para somatória de dobras cutâneas - 5T (mm) por faixa etária de mulheres da população santista Distribuições de percentis para somatória de dobras cutâneas - 4M (mm) por faixa etária de homens da população santista Distribuições de percentis para somatória de dobras cutâneas - 4M (mm) por faixa etária de mulheres da população santista Distribuições de percentis para somatória de dobras cutâneas - 5 (mm) por faixa etária de homens da população santista Distribuições de percentis para somatória de dobras cutâneas - 5 (mm) por faixa etária de mulheres da população santista Distribuições de percentis para somatória de dobras cutâneas - 9 (mm) por faixa etária de homens da população santista Distribuições de percentis para somatória de dobras cutâneas - 9 (mm) por faixa etária de mulheres da população santista Distribuições de percentis para IMC por faixa etária de homens da população santista Distribuições de percentis para IMC por faixa etária de mulheres da população santista

11 xi LISTA DE QUADROS Página QUADRO 1 - QUADRO 2 - Métodos de Avaliação da Composição Corporal. Adaptado de PORTA et alii (1995a), p Estudos brasileiros relacionados a valores individuais e de somatória de dobras cutâneas em indivíduos adultos QUADRO 3 - Estudos relacionados à prevalência de sobrepeso e obesidade QUADRO 4 - QUADRO 5 - Estudos relacionados a excesso de gordura corporal e fatores de risco para saúde Resultados de estudos de prevalência de obesidade realizados no Brasil

12 xii LISTA DE ANEXOS Página ANEXO I ANEXO II - ANEXO III - ANEXO IV - ANEXO V - ANEXO VI - Valores mínimo (Min.) e máximo (Max.), média (X), mediana (Md), desvio padrão (Sd) e coeficiente de variação (CV - %) de massa (kg), estatura (cm), IMC (kg/m 2 ), dobras cutâneas (mm) e somatórias de dobras cutâneas (mm) de moradores da cidade de Santos de 20 a 29,9 anos de idade, do sexo masculino Valores mínimo (Min.) e máximo (Max.), média (X), mediana (Md), desvio padrão (Sd) e coeficiente de variação (CV - %) de massa (kg), estatura (cm), IMC (kg/m 2 ), dobras cutâneas (mm) e somatórias de dobras cutâneas (mm) de moradores da cidade de Santos de 20 a 29,9 anos de idade, do sexo feminino Valores mínimo (Min.) e máximo (Max.), média (X), mediana (Md), desvio padrão (Sd) e coeficiente de variação (CV - %) de massa (kg), estatura (cm), IMC (kg/m 2 ), dobras cutâneas (mm) e somatórias de dobras cutâneas (mm) de moradores da cidade de Santos de 30 a 39,9 anos de idade, do sexo masculino Valores mínimo (Min.) e máximo (Max.), média (X), mediana (Md), desvio padrão (Sd) e coeficiente de variação (CV- %) de massa (kg), estatura (cm), IMC (kg/m 2 ), dobras cutâneas (mm) e somatórias de dobras cutâneas (mm) de moradores da cidade de Santos de 30 a 39,9 anos de idade, do sexo feminino Valores mínimo (Min.) e máximo (Max.), média (X), mediana (Md), desvio padrão (Sd) e coeficiente de variação (CV - %) de massa (kg), estatura (cm), IMC (kg/m 2 ), dobras cutâneas (mm) e somatórias de dobras cutâneas (mm) de moradores da cidade de Santos de 40 a 49,9 anos de idade, do sexo masculino Valores mínimo (Min.) e máximo (Max.), média (X), mediana (Md), desvio padrão (Sd) e coeficiente de variação (CV - %) de massa (kg), estatura (cm), IMC (kg/m 2 ), dobras cutâneas (mm) e somatórias de dobras cutâneas (mm) de moradores da cidade de Santos de 40 a 49,9 anos de idade, do sexo feminino

13 xiii ANEXO VII - ANEXO VIII - ANEXO IX - ANEXO X - ANEXO XI - ANEXO XII - ANEXO XIII - ANEXO XIV - ANEXO XV - Valores mínimo (Min.) e máximo (Max.), média (X), mediana (Md), desvio padrão (Sd) e coeficiente de variação (CV - %) de massa (kg), estatura (cm), IMC (kg/m 2 ), dobras cutâneas (mm) e somatórias de dobras cutâneas (mm) de moradores da cidade de Santos de 50 a 59,9 anos de idade, do sexo masculino Valores mínimo (Min.) e máximo (Max.), média (X), mediana (Md), desvio padrão (Sd) e coeficiente de variação (CV - %) de massa (kg), estatura (cm), IMC (kg/m 2 ), dobras cutâneas (mm) e somatórias de dobras cutâneas (mm) de moradores da cidade de Santos de 50 a 59,9 anos de idade, do sexo feminino Valores mínimo (Min.) e máximo (Max.), média (X), mediana (Md), desvio padrão (Sd) e coeficiente de variação (CV - %) de massa (kg), estatura (cm), IMC (kg/m 2 ), dobras cutâneas (mm) e somatórias de dobras cutâneas (mm) de moradores da cidade de Santos de 60 a 69,9 anos de idade, do sexo masculino Valores mínimo (Min.) e máximo (Max.), média (X), mediana (Md), desvio padrão (Sd) e coeficiente de variação (CV - %) de massa (kg), estatura (cm), IMC (kg/m 2 ), dobras cutâneas (mm) e somatórias de dobras cutâneas (mm) de moradores da cidade de Santos de 60 a 69,9 anos de idade, do sexo feminino Distribuições de percentis de valores absolutos de dobras cutâneas (mm) e de somatórias de dobras cutâneas (mm) de homens da população santista, de 20 a 29,9 anos de idade Distribuições de percentis de valores absolutos de dobras cutâneas (mm) e de somatórias de dobras cutâneas (mm) de mulheres da população santista, de 20 a 29,9 anos de idade Distribuições de percentis de valores absolutos de dobras cutâneas (mm) e de somatórias de dobras cutâneas (mm) de homens da população santista, de 30 a 39,9 anos de idade Distribuições de percentis de valores absolutos de dobras cutâneas (mm) e de somatórias de dobras cutâneas (mm) de mulheres da população santista, de 30 a 39,9 anos de idade Distribuições de percentis de valores absolutos de dobras cutâneas (mm) e de somatórias de dobras cutâneas (mm) de homens da população santista, de 40 a 49,9 anos de idade

14 xiv ANEXO XVI - Distribuições de percentis de valores absolutos de dobras cutâneas (mm) e de somatórias de dobras cutâneas (mm) de mulheres da população santista, de 40 a 49,9 anos de idade ANEXO XVII - ANEXO XVIII - ANEXO XIX - ANEXO XX - Distribuições de percentis de valores absolutos de dobras cutâneas (mm) e de somatórias de dobras cutâneas (mm) de homens da população santista, de 50 a 59,9 anos de idade Distribuições de percentis de valores absolutos de dobras cutâneas (mm) e de somatórias de dobras cutâneas (mm) de mulheres da população santista, de 50 a 59,9 anos de idade Distribuições de percentis de valores absolutos de dobras cutâneas (mm) e de somatórias de dobras cutâneas (mm) de homens da população santista, de 60 a 69,9 anos de idade Distribuições de percentis de valores absolutos de dobras cutâneas (mm) e de somatórias de dobras cutâneas (mm) de mulheres da população santista, de 60 a 69,9 anos de idade

15 xv RESUMO VALORES REFERENCIAIS DE SOMATÓRIAS DE DOBRAS CUTÂNEAS EM MORADORES DA CIDADE DE SANTOS - SP DE 20 A 69 ANOS DE IDADE Autor: Roberto Fernandes da Costa Orientadora: Profª. Dra. Maria Tereza Silveira Böhme O objetivo deste estudo foi analisar o comportamento da quantidade e distribuição da gordura corporal da população adulta da cidade de Santos, a fim de verificar a existência de possíveis diferenças entre os sexos e entre as faixas etárias, além de elaborar tabelas de percentis com valores referenciais para nove dobras cutâneas e cinco somatórias de dobras cutâneas. A amostra constou de 1092 indivíduos, sendo 523 homens e 569 mulheres, de 20 a 69,9 anos de idade, divididos em cinco faixas etárias, selecionados aleatoriamente e visitados em seus domicílios para a realização da coleta de dados. Os resultados obtidos permitiram concluir que as mulheres apresentam uma quantidade de gordura superior à dos homens em todas as faixas etárias, e que esta gordura concentra-se mais nos membros do que no tronco, ao contrário do comportamento verificado nos homens. Em relação à influência da idade, os indivíduos mais jovens apresentaram menores quantidades de gordura corporal, que foi aumentando com o passar da idade, porém os homens idosos apresentaram uma tendência à redução e as mulheres à manutenção da gordura corporal. Por fim, verificou-se que 19,88 % dos homens e 18,69 % das mulheres estavam obesos, segundo os padrões da Organização Mundial de Saúde, indicando a necessidade de programas de intervenção para reverter este quadro.

16 xvi ABSTRACT REFERENCE VALUES OF SKINFOLDS IN CITY INHABITANTS OF SANTOS SP, AGED 20 TO 69 YEARS Author: Roberto Fernandes da Costa Adviser: Profª. Dra. Maria Tereza Silveira Böhme The aim of this study was to analyze the behavior of the body fat quantity and distribution in adult population of Santos city, in order to verify the possible differences between sexes and between age groups, besides elaborating percentiles tables of reference values for nine skin folds and five sum of skin folds. The randomized sample size was 1,092 individuals, 523 men and 569 women, aged 20 to 69.9 years, divided at five age groups, and visited in their domiciles for the data collection accomplishment. The obtained results allowed to conclude that the women have a superior fat quantity that the men in all age groups, and that this fat it concentrates more in the members than in the trunk, on the other side of the behavior verified in men. Regarding the age influence, the youngest individuals showed smaller body fat quantities, that was going increasing with pass it of the age, however the senior men showed a tendency to the reduction, and the women to the maintenance of the body fat. Finally, it verified that % of the men and % of the women were obese, according to WHO standards, indicating the need to intervention programs to revert this situation.

17 17 1. INTRODUÇÃO E PROBLEMÁTICA A composição corporal é considerada um componente da aptidão física relacionada à saúde por diversos autores, devido às relações existentes entre a quantidade e a distribuição da gordura corporal com alterações no nível de aptidão física e no estado de saúde das pessoas (AAHPERD, 1980; BARBANTI, 1991; BÖHME & FREITAS, 1989; BÖHME 1994; BOUCHARD, SHEPARD, STEPHENS, SUTTON & McPHERSON, 1990; FARIA JUNIOR, 1992; LOPES & PIRES NETO, 1996; NIEMAN, 1999; NAHAS & CORBIN, 1992; SAFRIT & WOOD, 1989). Segundo CORBIN & LINDSEY (1988), o treinamento da aptidão física através da prática de atividades físicas promove muitos benefícios para a saúde; entre eles, com relação à composição corporal, estes autores citaram o aumento da massa corporal livre de gordura e diminuição da porcentagem de gordura corporal, aumento da eficiência de trabalho, menor susceptibilidade de adoecer, melhoria da aparência física e menor incidência de problemas de auto-conceito relacionados com a obesidade. Reduzir a quantidade de gordura e/ou aumentar a quantidade de massa muscular estão entre os anseios de grande parte dos praticantes de exercícios físicos (COSTA, 1996). Esta preocupação pode ser notada não somente do ponto de vista estético, mas também de qualidade de vida dos indivíduos, já que a obesidade, definida por McARDLE, KATCH & KATCH (1998) como o aumento excessivo da quantidade total de gordura corporal (acima de 20 % da massa corporal total para homens e acima de 30 % da massa corporal total para mulheres), está associada a um grande número de doenças crônico-degenerativas (BUSKIRK, 1991; FLEGAL, CARROLL, KUCZMARSKI & JOHNSON, 1998; GIGANTE, BARROS, POST & OLINTO, 1997; HEYWARD, 1998a; KOTECKI, 1997; POLLOCK & WILMORE, 1993; ROZOWSKI & ARTEGA, 1997; SPIRDUSO, 1995; WEINECK, 1991). Observando tal relação entre quantidade de gordura corporal e estado de saúde, verifica-se a necessidade de utilização de métodos que possam avaliar com validade a quantidade deste componente em relação à massa corporal total. Nesse sentido, a importância da avaliação da composição corporal deve-se ao fato de a massa corporal isoladamente não poder ser considerada um bom parâmetro para a identificação do excesso

18 18 ou da carência dos diferentes componentes corporais (massa gorda, massa muscular, massa óssea e massa residual), ou ainda das alterações nas quantidades proporcionais desses componentes em decorrência de um programa de exercícios físicos e/ou dieta alimentar. Atualmente sabe-se que o meio mais adequado de avaliação da composição corporal é o fracionamento da massa corporal total em seus diversos componentes: massa gorda, massa muscular, massa óssea e massa residual, que compreende órgãos, pele, sangue, tecido epitelial, sistema nervoso, etc, (DRINKWATER & ROSS, 1980; FOGELHOLM & van MARKEN LICHTENBELT, 1997; GUEDES, 1994a; HEYWARD & STOLARCZYK, 1996; MACHIDA, 1987; WITHERS, LaFORGIA, PILLANS, SHIPP, CHATTERTON, SCHULTZ & LEANEY, 1998). Considerando que os componentes corporais que sofrem maior influência de exercícios físicos e de dietas são a massa muscular e a gordura, a tendência dos estudos nessas áreas tem sido de fracionar a massa corporal em dois compartimentos: massa gorda e massa corporal magra (GUEDES, 1994a e 2000; HEYMSFIELD & WAKI, 1991; HEYWARD, 1998b; LOHMAN, 1992; WAGNER & HEYWARD, 2001). De acordo com MARTIN & DRINKWATER (1991), existem várias técnicas para a determinação da composição corporal. Estes procedimentos de determinação podem ser classificados em métodos direto, indiretos e duplamente indiretos. O método direto aplica-se somente a pesquisa, pois é obtido através da dissecação de cadáveres, e os métodos indiretos envolvem procedimentos laboratoriais, de alto custo operacional e pouca aplicabilidade na atuação prática dos profissionais das áreas de Educação Física e Nutrição. Neste sentido, embora apresentando uma margem de erro maior, os métodos duplamente indiretos têm mostrado-se como uma alternativa de grande aplicabilidade para a mensuração da composição corporal, sobretudo com a utilização da medida da espessura de dobras cutâneas. Tal fato é evidenciado pela utilização desta técnica em grandes estudos epidemiológicos, como o National Health and Nutrition Examination Survey [NHANES III] (KUCZMARSKI, FLEGAL, CAMPBELL & JOHNSON, 1994). Quando optamos por esta técnica, os valores obtidos com a medida da espessura das dobras cutâneas podem ser utilizados de duas formas; considerando-se os

19 19 valores absolutos das dobras ou, utilizando estes valores em equações para a predição da densidade corporal e/ou da porcentagem de gordura corporal. Na maioria das vezes estas equações levam em consideração o sexo e a idade do indivíduo, porém normalmente não consideram fatores importantes como etnia ou descendência e nível de atividade física, fazendo com que a validade das equações de predição de composição corporal diminua quando utilizadas em populações diferentes daquelas onde foram determinadas (LOHMAN, 1981). A utilização dos valores absolutos pode ser feita estudando-se isoladamente a espessura de cada dobra cutânea, o que nos dá uma noção da distribuição da gordura corporal, ou através da somatória da espessura de várias dobras cutâneas. Deste modo pode-se verificar a variação da quantidade de gordura corporal em função da diminuição ou do aumento da somatória das espessuras das dobras cutâneas. Este método constitui-se em um bom parâmetro de acompanhamento dos resultados obtidos com programas de atividades físicas e/ou dietas. A principal dificuldade encontrada em trabalhar-se com somatória de dobras cutâneas ou dobras cutâneas individuais, acontece quando passamos os resultados para o avaliado, porque para o entendimento de um leigo um valor de somatória de espessura de dobras cutâneas igual a 60 mm ou o valor de uma dobra abdominal de 20 mm, por exemplo, não é suficiente, já que não existem normas referenciais de valores de somatórias de dobras cutâneas ou de valores de dobras cutâneas individuais, com os quais esses valores possam ser comparados afim de fornecer uma avaliação para o indivíduo a respeito da sua quantidade de gordura corporal. Considerando os riscos que o excesso de gordura e a obesidade podem acarretar à saúde, evidencia-se a necessidade de estudos de verificação dos níveis de adiposidade corporal subcutânea de adultos brasileiros através da avaliação da composição corporal, os quais possam oferecer subsídios para a prescrição e o acompanhamento de programas de exercícios físicos e/ou dietas. Neste sentido surge a problemática deste estudo, baseada nas seguintes questões: a) Como é o comportamento da distribuição da gordura corporal subcutânea de homens e mulheres adultos?

20 20 b) Existe diferença na distribuição de gordura do tronco e de membros entre homens e mulheres adultos, em diferentes faixas etárias? c) Existe diferença na distribuição da gordura corporal subcutânea total entre homens e mulheres adultos nas diferentes faixas etárias? d) Existe diferença na distribuição de gordura do tronco e de membros entre as faixas etárias de cada sexo? e) Existe diferença na distribuição da gordura corporal subcutânea total entre as faixas etárias de cada sexo, para indivíduos adultos? 2. OBJETIVOS Este estudo teve como objetivos: a) descrever o comportamento da quantidade e distribuição da gordura corporal subcutânea de homens e mulheres adultos; b) verificar a existência de diferenças na quantidade e distribuição da gordura corporal subcutânea em relação ao sexo e grupo etário; c) elaborar Tabelas de percentis de valores individuais de dobras cutâneas e de valores de somatórias de dobras cutâneas, nas diferentes faixas etárias para cada sexo. 3. REVISÃO DA LITERATURA Devido aos propósitos deste estudo, optou-se por uma revisão da literatura que pudesse fornecer subsídios ao entendimento dos fatores relacionados com a quantidade e a distribuição de gordura corporal. Desse modo, inicialmente abordou-se a conceituação de composição corporal, seguida por uma abordagem das diferentes técnicas de mensuração e de estudos relacionados especificamente à medida de espessura de dobras cutâneas, e por fim os aspectos da composição corporal em relação à saúde Conceituação da composição corporal.

21 21 A composição corporal é a proporção entre os diferentes componentes corporais e a massa corporal total, sendo normalmente expressa pelas porcentagens de gordura e de massa magra (HEYWARD, 1998a; KISS, BÖHME & REGAZZINI, 1999; NIEMAN, 1999). A obtenção dos valores de tais porcentagens constitui informação de grande importância para os profissionais de Educação Física, visto que as quantidades dos diferentes componentes corporais, principalmente gordura e massa muscular, apresentam estreita relação com a aptidão física, tanto relacionada à saúde quanto ao desempenho esportivo. Segundo LOPES & PIRES NETO (1996), através da avaliação da composição corporal pode-se, além de determinar os componentes do corpo humano de forma quantitativa, utilizar-se dos dados dessa análise para detectar o grau de desenvolvimento e crescimento de crianças e jovens, o estado dos componentes corporais de adultos e idosos, bem como, prescrever exercícios. Considerando a riqueza de aplicação dessas informações, verifica-se a necessidade de um amplo conhecimento das formas de determinação da composição corporal. Neste sentido, WANG, PIERSON & HEYMSFIELD (1992) propuseram um modelo que divide o fracionamento da massa corporal em cinco diferentes níveis: Nível I (atômico) compreende cerca de 50 elementos, sendo que mais de 98 % da massa corporal total é determinada pela combinação de oxigênio, carbono, hidrogênio, nitrogênio, cálcio e fósforo, com os 44 elementos restantes representando menos de 2 % da massa corporal total. Nível II (molecular) divide os compostos químicos corporais, que compreendem mais de moléculas diferentes, em cinco grupos: lipídios, água, proteínas, carboidratos e minerais. Nível III (celular) divide o corpo em três componentes: massa celular total, fluídos extra-celulares (incluindo plasma intra e extra-celular) e sólidos extra-celulares. Nível IV (tecidos, órgãos e sistemas) são quatro as categorias de tecidos apresentadas nesse nível: tecido conectivo, tecido epitelial, tecido muscular e tecido nervoso. É importante ressaltar que os tecidos adiposo e ósseo são formas de tecido conectivo.

22 22 Nível V (corpo todo) neste nível o corpo é analisado segundo suas características morfológicas, com medidas relacionadas ao tamanho, forma e proporções do corpo humano. Os cinco níveis de organização do corpo fornecem uma estrutura conceitual dentro da qual as diversas pesquisas em composição corporal podem ser realizadas. É evidente que deve haver inter-relações dos diferentes níveis que, se constantes, podem fornecer associações quantitativas facilitando estimativas de compartimentos previamente desconhecidos. A compreensão das inter-relações dos diferentes níveis de complexidade evita a interpretação errônea de dados determinados em níveis diferentes (HAWES, 1996). Observando a complexidade exigida em cada nível é possível perceber que a avaliação do corpo como um todo é aquela que está mais próxima da realidade dos profissionais que atuam na área clínica ou em testes de campo, pois as características físicas a que se refere podem ser analisadas a partir de medidas de estatura, massa corporal, perímetros, diâmetros e espessura de dobras cutâneas, por exemplo, que não exigem equipamentos sofisticados ou procedimentos laboratoriais Técnicas de avaliação da composição corporal Por muito tempo as tabelas de peso/estatura foram utilizadas como forma de classificação do excesso de massa corporal ou para a avaliação dos efeitos dos programas de exercícios físicos sobre o organismo. No entanto, em um estudo sobre composição corporal realizado por WELHAM & BEHNKE (1942), onde foram avaliados 25 jogadores profissionais de futebol americano, dos quais 17 haviam sido considerados inaptos ao serviço militar por estarem acima dos padrões preconizados por essas tabelas de peso/estatura, e conseqüentemente sido considerados obesos, os pesquisadores constataram que a maioria destes indivíduos possuía uma pequena quantidade de gordura e seu excesso de massa corporal era devido a uma grande quantidade de massa muscular. Esse fato evidencia que a massa corporal recebe uma contribuição diferenciada de cada um de seus componentes, e afirmar que um indivíduo é ou não é obeso baseando-se apenas no valor de sua massa corporal total, obtida na balança, pode constituir um erro.

23 23 Uma outra técnica utilizada para a estimativa de sobrepeso e obesidade é o Índice de Massa Corporal (IMC). Segundo ROSS (1997), o índice de Quetelet, conhecido como IMC, é a razão mais famosa em biologia humana, sendo expressa como massa em quilogramas dividida pela estatura em metros ao quadrado. Este índice tem sido largamente utilizado em saúde pública e na clínica como um preditor de sobrepeso e obesidade, porém, segundo este autor, Quetelet jamais propôs qualquer índice para avaliar adiposidade. Na verdade, o estudo publicado por Quetelet em 1833 observava que em adultos a massa corporal era aproximadamente uma razão do quadrado da estatura, o que indicava que o aumento em comprimento era maior que em largura e que baixa estatura estava associada com medidas transversais maiores. Tendo em vista as limitações destas técnicas, verifica-se a necessidade de utilização de outros meios de avaliar a composição corporal, que não levem em consideração apenas a massa e a estatura. De acordo com MARTIN & DRINKWATER (1991), existem várias técnicas para a determinação da composição corporal, podendo-se classificar estes procedimentos de determinação em métodos direto, indiretos e duplamente indiretos: a) o método direto é aquele onde há a separação e a pesagem de cada um dos componentes corporais isoladamente, o que só é possível através de dissecação de cadáveres; b) os métodos indiretos são aqueles onde não há a manipulação dos componentes separadamente, mas a partir de princípios químicos e físicos visam a extrapolação das quantidades de gordura e de massa magra; c) os métodos duplamente indiretos são aqueles validados a partir de um método indireto, mais comumente a densimetria. PORTA, SUSO, GALIANO, TEJEDO & PRAT (1995a), propuseram uma divisão didática entre os diferentes procedimentos de determinação da composição corporal, que é apresentada no QUADRO 1.

24 24 QUADRO 1 - Métodos de Avaliação da Composição Corporal. Adaptado de PORTA et alii (1995a), p. 6. DIRETO Dissecação de Cadáveres INDIRETOS Físicos - Químicos Imagem Densitometria -Pletismografia -Absorção de gases -Diluição Isotópica -Espectrometria de raios Gama -Espectrofotometria -Ativação de Nêutrons -Excreção de Creatinina -Radiologia convencional -Ultra-sonografia -Tomografia -Computadorizada -Ressonância magnética -Pesagem Hidrostática -Deslocamento de Volume de água DUPLAMENTE INDIRETOS TOBEC BIA NIR Antropometria -Condutividade -Impedância -Interactância de elétrica corporal Bioelétrica Infravermelho total -Índices de Obesidade -Modelo de 4 componentes -Modelo de 2 componentes -Somatograma -Somatotipo - Phanton - Equações de Regressão Linear - Equações de Regressão Geral - O-Scale - Modelo de 4-5 componentes (Estudo de cadáveres Bélgica)

25 25 A dissecação de cadáveres é a única metodologia considerada direta; neste método ocorre a separação dos diversos componentes estruturais do corpo humano a fim de verificar sua massa isoladamente e estabelecer relações entre eles e a massa corporal total. Desta forma, podemos perceber a dificuldade de estudos envolvendo este procedimento, o que justifica a pequena quantidade de pesquisas com cadáveres e a utilização de metodologias mais acessíveis. Entretanto, cabe citar dois estudos de grande relevância nesta área que utilizaram-se da metodologia direta, o de MATIEGKA 1 (1921) apud DRINKWATER & ROSS (1980) e o de DRINKWATER, MARTIN, ROSS & CLARYS (1984). No primeiro, o antropólogo tchecoslovaco Jindrich Matiegka desenvolveu uma série de equações para estimar a massa do tecido adiposo subcutâneo incluindo a pele, dos músculos esqueléticos, dos ossos e do tecido residual (órgãos e vísceras). Em seu estudo, Matiegka reconheceu a necessidade de novos estudos com cadáveres para validar os coeficientes que derivou, pois muitas vezes os valores obtidos por sua técnica apresentavam grande discrepância em relação aos valores reais de composição corporal. No segundo, bem mais recente, DRINKWATER et alii (1984), contaram com uma amostra de 25 cadáveres, com idades variando entre 55 e 94 anos, que foram medidos e dissecados. Este estudo foi o único onde os dados de medidas de superfície e composição anatômica foram coletados nos mesmos cadáveres, sendo que o mesmo contribuiu para a obtenção de novos dados sobre as quantidades dos tecidos e órgãos no corpo humano adulto, relatando as quantidades destes tecidos e órgãos por medidas corporais externas, produzindo dados que podem ser usados para a validação de vários métodos de estimativa da composição corporal humana "in vivo", e para o desenvolvimento de novos métodos antropométricos. É importante ressaltar que a utilização das equações propostas por este estudo deve ser cuidadosa no que se refere a populações jovens, crianças e atletas, pois a amostra era composta só por indivíduos idosos e isso pode proporcionar um erro significativo nos resultados quando são avaliados sujeitos com características diferentes. 1 MATIEGKA, J. The testing of physical efficiency. American Journal of Physical Anthropology, 4(3):223-30, 1921.

26 26 Entre os métodos indiretos, a pesagem hidrostática tem sido considerada como referência para a validação de métodos duplamente indiretos. Ela é baseada no Princípio de Arquimedes, onde um corpo quando mergulhado em um líquido desloca um volume deste líquido igual ao seu próprio volume. A pesagem hidrostática (também conhecida como pesagem subaquática e densiometria) define o volume corporal pelo cálculo da diferença entre a massa corporal aferida normalmente e a medição do corpo submerso em água. Em outras palavras, o volume corporal é igual à perda de peso na água com a devida correção da temperatura para a densidade da água (GOING, 1996; HEYWARD, 1998b; KATCH & MCARDLE, 1996; POWERS & HOWLEY, 2000; ROCHE, HEYMSFIELD & LOHMAN, 1996). Devido a necessidade de técnicos altamente treinados e equipamentos laboratoriais caros, a determinação da composição corporal por pesagem hidrostática é raramente utilizada em situações de campo. A alternativa mais comum é o uso de algumas técnicas baseadas na utilização de medidas antropométricas. Estas técnicas incluem proporções massa-estatura, circunferências corporais e medidas de dobras cutâneas (BAUMGARTNER & JACKSON, 1995; HEYWARD & STOLARCZYK, 1996; ROCHE et alii, 1996). Os procedimentos duplamente indiretos são validados através de um método indireto, mais freqüentemente a pesagem hidrostática, sendo que os mais utilizados em estudos de campo são, nos dias de hoje, a impedanciometria e a antropometria. Em razão do baixo custo operacional e da relativa simplicidade de utilização, os métodos antropométricos são aplicáveis para grandes amostras e podem proporcionar estimativas nacionais e dados para a análise de mudanças seculares (ROCHE, 1996). Segundo MCARDLE, KATCH & KATCH (1998), a lógica para a medida das dobras cutâneas baseia-se no fato de que aproximadamente metade do conteúdo corporal total da gordura fica localizada nos depósitos adiposos existentes diretamente debaixo da pele e essa está diretamente relacionada com a gordura total. LOHMAN (1981), afirmou também, que um dos mais práticos caminhos para a avaliação da composição corporal de populações de adultos entre 20 e 50 anos de idade é o uso das dobras cutâneas, isto porque de 50 a 70 % da gordura corporal está localizada subcutaneamente e algumas dobras cutâneas têm mostrado relação com a adiposidade corporal total.

27 27 Segundo EDWARDS 2 (1950) apud GUEDES & SOUZA (1987), a literatura especializada menciona a existência de aproximadamente 93 possíveis locais anatômicos onde a medida de uma dobra cutânea pode ser realizada. Está claro que a utilização de tantas medidas tornaria este método extremamente demorado e inaplicável no dia-a-dia, por isso, na maior parte dos protocolos utiliza-se de 2 a 9 locais de medida. A medida da espessura de dobras cutâneas pode ser utilizada em valores absolutos ou através de equações de regressão para a predição da densidade corporal ou da porcentagem de gordura corporal. Estas equações podem ser generalizadas, quando desenvolvidas a partir de estudos populacionais com grupos heterogêneos, ou específicas, que são propostas com base em estudos de grupos homogêneos. São apresentadas na literatura dezenas de equações de predição de densidade ou de gordura corporal a partir da medida da espessura de dobras cutâneas, sendo que as mais utilizadas no Brasil são: DURNIN & WOMERSLEY (1974); FAULKNER (1968); GUEDES (1985); JACKSON & POLLOCK (1978); JACKSON, POLLOCK & WARD (1980); PETROSKI (1995a). Teoricamente, as equações generalizadas podem ser usadas para todos os tipos de indivíduos, porém seus resultados não são tão precisos quanto se desejaria. Já as equações específicas só devem ser utilizadas em indivíduos ou grupos que tenham características muito semelhantes às do grupo do qual foram obtidos os dados para a sua elaboração. Quando isso não é levado em consideração, verifica-se uma grande variabilidade nos resultados encontrados nas diferentes equações. Portanto a escolha de uma equação adequada para a análise da composição corporal em determinado grupo é fundamental para se obter conclusões confiáveis (GAGLIARDI, 1996). Para evitar erros acentuados é muito importante, quando da escolha de uma equação, verificar com base em que população ela foi elaborada: homens, mulheres, crianças, jovens, idosos, indivíduos ativos, atletas, etc. Com relação a atletas, cabe ressaltar que existem equações para diversas modalidades esportivas. É necessário levar-se em consideração que estas equações normalmente vêm de outros países, o que também pode causar equívocos com relação aos resultados (COSTA, 1996). 2 EDWARDS, D. A. W. Observations on the distribution of subcutaneous fat. Clinical Science, 9:259-70, 1950.

28 28 Tendo em vista a necessidade de minimizar os erros de predição das equações existentes, são encontrados numerosos estudos para testar a validade destas equações propostas para grupos específicos ou grupos populacionais em diferentes localidades. GUEDES (1986) realizou estudo de validação da equação proposta por FAULKNER (1968) em jovens pertencentes à população brasileira, através de pesagem hidrostática, e encontrou erros bastante elevados, tanto para homens quanto para mulheres. Este estudo constatou que a referida equação poderia deturpar o resultado da quantidade de gordura corporal em torno de 37 % para o grupo feminino e 23 % para o grupo masculino. PEÑA, VÁSQUEZ, BARBA & LUCO (1987) realizaram estudo para determinar o erro de predição das equações de KATCH & McARDLE (1973); DURNIN & WOMERSLEY (1974), e JACKSON, POLLOCK & WARD (1980); em uma amostra de 23 mulheres de 19 a 33 anos, profissionais ou estudantes de medicina da Universidade do Chile. Os resultados obtidos pelas equações foram comparados aos obtidos pela pesagem hidrostática e o erro total foi calculado utilizando o conceito proposto por LOHMAN (1981). Os autores verificaram que para a amostra estudada todas as equações superestimavam a quantidade de gordura corporal, apresentando elevado erro e diferença estatisticamente significativa em relação à pesagem hidrostática. STOUT, HOUSH, JOHNSON, HOUSH, EVANS & ECKERSON (1995) realizaram estudo para testar a validade de 16 equações de predição de densidade corporal por meio de medidas de dobras cutâneas, utilizando a pesagem hidrostática como padrão de referência em uma amostra de 48 jovens atletas de luta greco-romana. Os autores encontraram um erro total elevado para todas as equações, indicando a necessidade de se derivar equações específicas para jovens com estas características. GAGLIARDI (1996) testou a validade de 30 equações de predição de componentes corporais, utilizando a pesagem hidrostática, em uma amostra composta por 45 atletas divididos em nadadores de provas de velocidade, triatletas e jogadores de pólo aquático; concluindo que apenas três mostraram consistência em seus resultados para todos os grupos: Brozek (1963), Behnke & Wilmore (1966) e Faulkner (1968). HOUSH, JOHNSON, HOUSH, ECKERSON & STOUT (1996) examinaram a validade de 11 equações de dobras cutâneas para a predição de densidade corporal e

29 29 porcentagem de gordura, utilizando a pesagem hidrostática, em um grupo de 73 ginastas jovens do sexo feminino. Os resultados do estudo indicaram que das 11 equações testadas apenas a equação de THORLAND, JOHNSON, THARP HOUSH & CISAR (1984), de soma de três dobras cutâneas, atendeu a todos os critérios de validação, sendo que das demais equações, 6 foram consideradas aceitáveis e as outras 4 inadequadas para o grupo estudado. PETROSKI & PIRES NETO (1996) testaram a validade de 41 equações antropométricas de predição de densidade corporal em 304 homens brasileiros da região sul do país, utilizando-se a pesagem hidrostática como método de referência. Os resultados demonstraram que várias equações apresentaram-se válidas para a amostra estudada, sendo que as equações generalizadas mostraram-se mais precisas que as específicas na estimativa de valores de densidade corporal. BARRERA, SALAZAR, GAJARDO, GATTÁS & COWARD (1997) utilizaram a diluição isotópica de deutério como método referencial para testar a validade de três técnicas de determinação da composição corporal: absortometria radiológica de dupla energia, bio-impedanciometria, e espessura de dobras cutâneas, através da equação proposta por DURNIN & WOMERSLEY (1974). A amostra foi constituída de 31 homens saudáveis, na qual todos os métodos apresentaram resultados similares aos valores referenciais, conferindo validade aos mesmos para a avaliação da gordura corporal neste grupo. LOPES, GUIMARÃES & PIRES NETO (1997), realizaram estudo comparativo de 10 equações de predição de densidade corporal por medida de espessura de dobras cutâneas com a pesagem hidrostática, em uma amostra constituída de 18 militares do sexo masculino. Os resultados mostraram que as equações específicas desenvolvidas para universitários e para atletas jovens predizem com maior validade a densidade corporal para esta amostra do que as equações generalizadas. BRANDON (1998) comparou sete equações de estimativa de gordura corporal com a pesagem hidrostática em amostra de 78 mulheres, sendo 39 americanas brancas e 39 americanas de origem africana. As equações apresentaram maior variabilidade e produziram maiores erros quando utilizadas em mulheres afro-americanas.

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