DESENVOLVIMENTO DE UMA INTERFACE WEB PARA A APRESENTAÇÃO ESPACIAL DE DADOS DAS PLATAFORMAS DE COLETA DE DADOS AMBIENTAIS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DESENVOLVIMENTO DE UMA INTERFACE WEB PARA A APRESENTAÇÃO ESPACIAL DE DADOS DAS PLATAFORMAS DE COLETA DE DADOS AMBIENTAIS"

Transcrição

1 i DESENVOLVIMENTO DE UMA INTERFACE WEB PARA A APRESENTAÇÃO ESPACIAL DE DADOS DAS PLATAFORMAS DE COLETA DE DADOS AMBIENTAIS Leandro Alves Machado Monografia apresentada ao curso de Ciência da Computação da Faculdade Lourenço Filho como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel em Ciência da Computação. Orientador: Prof. Esp. Hélio Moura Junho, 2010

2 ii DESENVOLVIMENTO DE UMA INTERFACE WEB PARA A APRESENTAÇÃO ESPACIAL DE DADOS DAS PLATAFORMAS DE COLETA DE DADOS AMBIENTAIS Leandro Alves Machado Monografia Apresentada ao curso de Bacharel em Ciência da Computação da Faculdade Lourenço Filho, como parte dos requisitos para a obtenção do grau de Bacharel em Ciência da Computação. Composição da Banca Examinadora: Prof. Esp. Hélio Moura (Orientador) Prof. Dr. Antônio Luiz de Oliveira Barreto (Co-Orientador) Prof. Dr. Carlos Alberto Manso Aprovada em de de

3 iii Dedico este trabalho aos meus pais, Odilon Machado e Maria Letícia

4 iv Agradecimentos Agradeço a Deus em primeiro lugar, pois sem ele não estaria aqui, e a todas as pessoas que, direta ou indiretamente, colaboraram para a conclusão do meu trabalho. Agradeço aos meus orientadores, Prof. Dr. Antônio Luiz de Oliveira Barreto, ao Prof. Esp. Hélio Moura e ao Prof. Carlos Alberto Manso por me ajudar a realizar este trabalho. Em especial, agradeço aos meus pais, Odilon Machado e Maria Letícia, pelo apoio e confiança.

5 v A luta contra o erro tipográfico tem algo de homérico. Durante a revisão os erros se escondem, fazem-se positivamente invisíveis. Mas assim que o livro sai, tornam-se visibilíssimos... (Monteiro Lobato)

6 vi Resumo Uma Plataforma de Coleta de Dados (PCD) é um dispositivo eletrônico que coleta dados de superfície e permite a transmissão automática de vários tipos de informação, como informacao ambiental, meteorológica, hidrometeorológica e agrometeorológica. As PCDs sugiram devido à necessidade de inúmeras empresas e instituições em obter regularmente informações coletadas em lugares remotos e espalhadas por regiões muito grandes. Estes dados obtidos das PCDs são utilizados em diversas aplicações como, por exemplo, no transporte, no turismo, no lazer, nos estudos das correntes oceânicas, marés, entre outras. Neste trabalho apresenta-se o desenvolvimento de um sistema web para visualização desses dados. O objetivo deste trabalho é explicar quais tecnologias foram usadas para o desenvolvimento de um sistema Web que facilita o acesso e análise dos dados obtidos das PCDs. Para o desenvolvimento deste trabalho foram usados como fonte de pesquisas os sites da Wikipédia, FUNCEME, Advanced Software Engineering e da Microsoft. Também foram usados livros e artigos como material de apoio. Palavras-chave: Plataforma de Coleta de Dados, informações meteorológicas, coleta de dados, sistema web.

7 vii Abstract A Data Collection Platform (DCP) is an electronic device that collects surface data and allows the automatic transmission of several types of information, like environmental, meteorological, hydrometeorological and agrometeorological information. DCPs appeared due to need of a number of companies and institutions to obtain, in a regular way, information picked in remote places which are dispersed for very big areas. These data obtained from DCPs are used in several applications, as for instance, in the transport, in the tourism, in the leisure, in the studies of the oceanic currents, tides, among others. In this work the development of a Web system for visualization of those data is presented. This system intends to facilitate the access and the analysis of the data obtained from DCPs. For the development of this work the sites of the Wikipédia had been used as source of research, FUNCEME, Advanced Engineering Software and of Microsoft. Keywords: Data Collection Platform, meteorological information, data collection, web system.

8 viii Sumário 1. Introdução Conceitos e Ferramentas Tecnologia PHP Apache Banco de dados PostreSQL Eclipse Google Maps API ChartDirector Descrição do Sistema PCDs Estrutura do Sistema Estrutura da Base de Dados Apresentação do Sistema PCDs Dados Recentes Gráficos Relatório Considerações Finais Referências Bibliográficas... 45

9 ix Lista de Abreviaturas e Siglas PCD Plataforma de Coleta de Dados FUNCEME Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos SCD Satélites de Coleta de Dados PHP Hypertext Preprorcessor IMAP Internet Message Access Protocol SNMP Simple Network Management Protocol NNTP Network News Transfer Protocol POP3 Post Office Protocol HTTP Hypertext Transfer Protocol LDAP Lightweight Directory Access Protocol XML-RPC Extensible Markup Language-Remote Procedure Call SOAP Simple Object Access Protocol POSIX Portable Operating System Interface SSL Secure Sockets Layer API Application Programming Interface HTML HyperText Markup Language FTP File Transfer Protocol SGBD Sistema Gerenciado de Banco de Dados FDF Forms Data Format HTTPS HyperText Transfer Protocol secure ARGOS - Advanced Research and Global Observation Satellite

10 x Lista de Figuras Figura 1: Plataforma de Coleta de Dados Figura 2: Requisição de uma página PHP Figura 3: Interface da IDE Eclipse Figura 4: Interface Google Maps Figura 5: Gráfico de Rosca Figura 6: Gráfico de Torta Figura 7: Gráfico de Barras Figura 8: Gráfico de Linhas Figura 9: Gráfico de Áreas Figura 10: Gráfico de Superfície Figura 11: Gráfico de Bolha Figura 12: Gráfico de Contorno Figura 13: Gráfico de Finanças Figura 14: Gráfico de Gantt Figura 15: Gráfico de Radar Figura 16: Gráfico de Dispersão Figura 17: Gráfico de Medidor / Contador Figura 18: Gráfico de Vetor Figura 19: Comunicação Cliente - Servidor Figura 20: Estrutura do Sistema Figura 21: Tabela Banco de Dados estacao_automatica Figura 22: Tabela Banco de Dados tipo_estacao Figura 23: Tabela Banco de Dados dados_sensor_satelite Figura 24: Tabela Banco de Dados dados_sensor_satelite_historico Figura 25: Tabela Banco de Dados registro Figura 26: Tabela Banco de Dados estação_sensor_satelite Figura 27: Tabela Banco de Dados qualidade Figura 28: Tabela Banco de Dados dados_sensor Figura 29: Tabela Banco de Dados sensor Figura 30: Tabela Banco de Dados status_sensor Figura 31: Tela Principal do Sistema... 37

11 xi Figura 32: Tela de Dados Recentes Figura 33: Opção Gráficos Figura 34: Tela de Gráficos da Coleta das Últimas 24 horas Figura 35: Opção Relatório Figura 36: Tela de Visualização ou Recuperação dos dados Figura 37: Tela de Visualização dos Dados Figura 38: Arquivo Recuperado no Formato Texto... 42

12 12 1. Introdução Segundo a CPTEC, uma Plataforma de Coleta de Dados (PCD) é um dispositivo eletrônico que coleta dados e permite a transmissão automática de informações ambientais, meteorológicas, hidrometeorológicas e agrometeorológicas. A rede de PCDs operada pela FUNCEME é formada por 76 estações, essa rede realiza a coleta automática de dados de temperatura do ar, umidade relativa do ar, pressão atmosférica, velocidade e direção do vento, precipitação, radiação solar, temperatura do solo, umidade do solo e fluxo de calor no solo, entre outros, sendo que esses dados são transmitidos através dos satélites brasileiros da serie SCD (Satélite de Coleta de Dados) em conjunto com os satélites franceses ARGOS (Advanced Research and Global Observation Satellite), além de modems telefônicos. Figura 1: Plataforma de Coleta de Dados. Fonte: Acesso em Junho de Este trabalho tem como objetivo é explicar quais tecnologias foram usadas para o desenvolvimento de um sistema Web que facilita o acesso e

13 13 análise dos dados obtidos das PCDs, com geração de gráficos para cada sensor, exibir informações de uma determinada estação, exibir o status da estação, ativa ou inativa, visualização e disponibilização dos dados recebidos por cada estação. Com esse sistema fica mais claro o que é uma Plataforma de Coleta de Dados como ela funciona e sua utilidade. Para o desenvolvimento da pesquisa, foram consultadas páginas na Internet, como a Wikipédia, FUNCEME, Advanced Software Engineering e da Microsoft, livros e artigos que estão entre as referências bibliográficas. Este trabalho está organizado da seguinte forma: No Capítulo 2, são apresentados conceitos da linguagem de programação PHP (Hypertext Preprocessor), tais como suas características e descrição das ferramentas utilizadas para o desenvolvimento do trabalho proposto. No Capítulo 3 será dedicada a descrição do sistema desenvolvido. No Capítulo 4, o funcionamento do sistema será apresentado, demonstrando a sua interface e utilização. No Capítulo 5, serão descritas as considerações finais e sugestões para trabalhos futuros.

14 14 2. Conceitos e Ferramentas Este capítulo oferece uma visão conceitual das tecnologias e ferramentas que foram utilizadas durante o desenvolvimento do Sistema Web proposto neste trabalho. Nele esta descrita todas as tecnologias que foram necessárias para o desenvolvimento do Sistema Web. Espera-se, com isso, demonstrar as características principais de cada tecnologia usada. 2.1 Tecnologia PHP Segundo SICA, a linguagem PHP é uma linguagem de programação de computadores interpretada, onde o código fonte é executado por um programa de computador chamado interpretador, que em seguida é executado pelo sistema operacional ou processador, livre e muito utilizada para gerar conteúdo dinâmico na Web. A Figura 2, a seguir, ilustra o funcionamento da requisição de uma página PHP na geração de conteúdo dinâmico. Figura 2: Requisição de uma página PHP. Fonte: Acesso em Maio de 2010.

15 15 É também uma linguagem de programação de domínio específico, ou seja, seu escopo se estende a um campo de atuação que é o desenvolvimento Web. Seu propósito é de programar soluções Web velozes, simples e eficientes. Suas principais características são: Velocidade e robustez. Estruturado e orientação a objetos (PHP versão 4). Portabilidade e independência de plataforma. Sintaxe similar a linguagem C/C++ e PERL. Suporte a diversas bases de dados: Oracle, Sybase, PostgreSQL, Interbase, MySQL, SQLite, MSSQL, Firebird, entre outras. Suporte a diversos protocolos: IMAP, SNMP, NNTP, POP3, HTTP, LDAP, XML-RPC e SOAP. Disponível para diversos sistemas operacionais: Windows, Linux, FreeBSD, Mac OS, OS/2, AS/400, Novell Netware, RISC OS, AIX, IRIX e Solaris. Diversas funções: Compressão de bzip2, conversão de calendário, ClibPDF, crack, ctype, CURL, Pagamento Cybercash, DBM, Abstracao de banco de dados DBA, dbase, dbx, e outras. A utilização da linguagem de programação PHP nesse projeto foi escolhida devido a sua possibilidade de um desenvolvimento rápido sem um treinamento preliminar, também devido a sua comunicação com os principais bancos de dados e por sua disponibilidade para a maioria dos sistemas operacionais. 2.2 Apache Segundo a Apache, o servidor Apache (ou Servidor HTTP Apache) é o mais sucedido servidor Web livre, que é um programa de computador responsável por aceitar pedidos HTTP (Hypertext Transfer Protocol) de clientes, geralmente os navegadores, e servi-los com respostas HTTP,

16 16 incluindo opcionalmente dados, que geralmente são paginas web, tais como documentos HTML (HyperText Markup Language) com objetos embutidos (imagens, etc..). É a principal tecnologia da organização Apache Software Foundation, responsável por mais de uma dezena de projetos envolvendo tecnologias de transmissão via Web, processamento de dados e execução de aplicativos distribuídos. O servidor é compatível com o protocolo HTTP versão 1.1. Suas funcionalidades são mantidas através de uma estrutura de módulos, permitindo inclusive que o usuário escreva seus próprios módulos utilizando a API (Application Programming Interface) do software. É disponibilizado nas versões para os sistemas Windows, Novell Netware, OS/2 e diversos outros do padrão POSIX (Unix, Linux, FreeBSD, etc). Para garantir segurança nas transações HTTP, o servidor dispõe de um módulo chamado mod_ssl, o qual adiciona a capacidade do servidor atender requisições utilizando o protocolo HTTPS (HyperText Transfer Protocol secure). Este protocolo utiliza uma camada SSL (Secure Sockets Layer) para criptografar todos os dados transferidos entre o cliente e o servidor, provendo maior grau de segurança, confidencialidade e confiabilidade dos dados. A camada SSL é compatível com certificados X.509, que são certificados digitais fornecidos e assinados por grandes entidades certificadoras no mundo. Podemos citar como principais características do Apache: Suporte a linguagens como Perl, PHP, Shell Script, ASP e outras. Suporte a autorização de acesso. Autenticação requerendo um nome de usuário e exibição da página web no idioma requisitado pelo cliente navegador. Personalização de logs. Mensagem de erro. Suporte a servidor Proxy FTP (File Transfer Protocol), HTTP, criptografia via SSL e certificados digitais. A utilização do Servidor Apache nesse projeto foi devido a sua excelente performance, segurança, livre e compatibilidade com diversas plataformas.

17 Banco de dados PostgreSQL O PostgreSQL é um sistema gerenciador de banco de dados objeto relacional, desenvolvido como projeto de código aberto. Hoje, o PostgreSQL é um dos SGBDs (Sistema Gerenciador de Banco de Dados) de código aberto mais avançados, contando com recursos como: Consultas complexas. Chaves estrangeiras. Integridade transacional. Controle de concorrência multi-versão. Suporte ao modelo híbrido objeto-relacional. Gatilhos. Visões. Linguagem procedural em várias linguagens (PL/pSQL, PL/Python, PL/Java, PL/Perl). Indexação por texto. Estrutura para guardar dados georreferenciados (PostGis). Diversas vantagens podem ser citadas para se utilizar o PostgreSQL, porém as que mais se destacaram para utilização neste projeto foram: Open source: É um programa distribuído sob a licença BSD (Berkeley Software Distribution), o que torna o seu código fonte disponível e o seu uso livre para aplicações comerciais ou não. Suporte a diversos sistemas operacionais: Linux, Unix, MacOS, Solaris, BeOS e Windows. Robusto e Confiável. Compatibilidade com várias linguagens: Java, PHP, Python, Ruby e C/C++. Base de dados de tamanho ilimitado. Campos de até 1 GB.

18 Eclipse É uma IDE (Integrated Development Environment ou ambiente integrado para desenvolvimento de software) desenvolvida em Java, com código aberto para construção de programas de computador. O projeto Eclipse foi iniciado na IBM que desenvolveu a primeira versão do produto e doou-o como software livre para a comunidade. Hoje, o Eclipse é a IDE Java mais utilizada no mundo. Com o uso de plugins (é um programa de computador usado para adicionar funções a outros programas maiores, provendo alguma funcionalidade especial ou muito específica), pode ser usado não só para desenvolver em Java, mas também em C/C++, PHP e até mesmo Python. A Figura 3, a seguir, mostra a interface do Eclipse. Figura 3: Interface da IDE Eclipse. Fonte: Elaboração do autor. Várias características podem ser encontradas nesse ambiente de desenvolvimento, dentre elas:

19 19 IDE livre e multiplataforma. Facilidade na instalação de plugins. Compilador e Depurador remotos. Auto-completar avançado. Suporta diversas linguagens como: Perl, C++, C, PHP, entre outras. Foi utilizada a IDE Eclipse devido ao grande número de linguagens suportadas pela IDE, pelo recurso Auto-completar que reduz o tempo de desenvolvimento e por ser livre. 2.5 Google Maps API De acordo com o Google, é um serviço de pesquisa e visualização de mapas e imagens de satélite da Terra gratuito na Web fornecido e desenvolvido pela empresa Google. Atualmente, o serviço disponibiliza mapas e rotas para qualquer ponto dos Estados Unidos, Canadá, na União Européia, Austrália e Brasil, entre outros. Disponibiliza também imagens via satélite do mundo todo, com possibilidade de um zoom nas grandes cidades, como Nova Iorque, Paris e São Paulo. A Figura 4, a seguir, mostra a interface da API. Figura 4: Interface Google Maps. Fonte: Acessado em Maio de A API do Google Maps permite usar JavaScript para incorporar o Google Maps em sua página da Web. A API fornece diversos utilitários para manipular

20 20 mapas e adicionar conteúdo ao mapa por diversos serviços, o que permite criar aplicativos de mapas robustos no seu site. A escolha pelo Google Maps para o desenvolvimento do sistema foi devido à facilidade de já possuir um mapa contendo diversos tipos de informações nele, como rotas, municípios, rodovias e também para que o usuário do sistema tenha uma melhor noção da localização da Plataforma de Coleta de dados. 2.6 ChartDirector De acordo com a empresa ASE (Advanced Software Engineering) é um componente gráfico poderoso para criar gráficos profissionais para aplicações Web. As características-chave incluem: Rápido e Eficiente: Especialmente desenvolvido para lidar com os exigentes requisitos de uso do servidor. Solicitações simultâneas com rapidez e eficiência. Flexibilidade: Permite-lhe controlar e personalizar os detalhes do gráfico, proporcionando-lhe tremenda flexibilidade para você projetar os gráficos. Medidores e Sensores: Você pode incluir medidas na extensão da curva do gráfico e medidas lineares nas orientações horizontais e verticais. Gráfico de Finanças Complexo: Apoio especial para compor sofisticados gráficos financeiros. CMDL: O inovador ChartDirector Mark Up Language (CMDL) permite a formatação de texto, com a incorporação de ícones e imagens. CDML pode ser usado em todas as posições de texto, incluindo títulos de gráficos, as chaves de legenda, rótulos de eixos, rótulos de dados e etc. Sistema de Cores Avançado: Sistema de coloração avançado que suporta não apenas cores solidas RGB, mas também as cores semitransparentes ARGB e cores gradientes. Interativo: O ChartDirector gera mapas de imagem personalizáveis para os objetos gráficos. Os objetos de modo gráfico podem ter uma mensagem de ajuda, também fornece um quadro de suporte para os recursos de zoom e scroll. Ajax: Os gráficos podem ser atualizados sem ser preciso atualizar a página web. Tipos de Gráficos: Inclui torta, rosca, barras, linhas, colunas, linha com marcadores, superfície, superfície detalhada, contorno, área de dispersão, bolha, coluna flutuante, gráfico de ações, cachoeira, finanças, gantt, vetor, radar, linha polar, área polar, coluna polar, bolha polar, vetor polar, pirâmide.

21 21 A seguir, a ilustração de alguns tipos de gráficos que podem ser criados com a API ChartDirector. Tipos de gráficos ilustrados da Figura 5 a Figura 18. Figura 5: Gráfico de Rosca. Fonte: Acesso em Maio de O gráfico de rosca que é usado para ilustrar a relação entre as partes e um todo, entretanto, ele pode conter mais de uma série. Os dados de valor são exibidos como porcentagem do todo. As categorias são representadas por fatias individuais. Os gráficos de rosca são usados geralmente para mostrar porcentagens. Eles são funcionalmente idênticos aos gráficos de pizza. Figura 6: Gráfico de Torta ou Pizza. Fonte: Acesso em Maio de O gráfico de torta ou pizza mostra o tamanho de itens em uma série de dados, de modo proporcional à soma dos itens. Os pontos de dados em um gráfico de pizza são exibidos como um percentual de toda a pizza. Considere a

22 22 utilização de um gráfico de torta ou pizza quando você tiver apenas uma série de dados, ou nenhum dos valores que desejar usar for negativo. Figura 7: Gráfico de Barras. Fonte: Acesso em Maio de Os gráficos de barras são muito usados para comparar quantidades. As barras podem aparecer deitadas ou de pé, quando também são chamadas de colunas. Figura 8: Gráfico de Linhas. Fonte: Acesso em Maio de O gráfico de linhas é composto por dois eixos, um vertical e outro horizontal, e por uma linha que mostra a evolução de um fenômeno ou processo, isto é, o seu crescimento ou diminuição no decorrer de determinado período.

23 23 Figura 9: Gráfico de Áreas. Fonte: Acesso em Maio de O gráfico de áreas enfatiza a magnitude da alteração ao longo do tempo. As séries são exibidas como um conjunto de pontos conectados por uma linha, com uma área preenchida abaixo da linha. Os valores são representados pela altura do ponto medida pelo eixo y. Os rótulos de categoria são exibidos no eixo x. Os gráficos de área geralmente são usados para comparar valores ao longo do tempo. Figura 10: Gráfico de Superfície. Fonte: Acesso em Maio de O gráfico de superfície é útil quando você deseja encontrar combinações vantajosas entre dois conjuntos de dados. Como em um mapa topográfico, cores e padrões indicam áreas que estão no mesmo intervalo de valores. O gráfico de superfície pode ser usado quando tanto as categorias quanto as séries de dados são valores numéricos.

24 24 Figura 11: Gráfico de Bolhas. Fonte: Acesso em Maio de O gráfico de bolhas pode ser considerado uma variação do gráfico de dispersão, na qual os pontos são substituídos por bolhas. Este tipo de gráficos pode ser usado se o usuário desejar fazer comparações a cada três elementos. Figura 12: Gráfico de Contorno. Fonte: Acesso em Maio de Os gráficos de contorno são gráficos de superfície exibidos de cima, similares aos mapas topográficos 2D. Em um gráfico de contorno, as faixas coloridas representam intervalos de valores específicos. As linhas em um gráfico de contorno conectam pontos interpolados de igual valor.

25 25 Figura 13: Gráfico de Finanças. Fonte: Acesso em Maio de Os gráficos de finanças são usados mais freqüentemente para ilustração de flutuação de preços de ações. No entanto, esse gráfico também pode ser usado para fins científicos, como por exemplo, para indicar a flutuação de temperaturas diárias ou anuais. Os gráficos de finanças devem ter seus dados na ordem correta. Figura 14: Gráfico de Gantt. Fonte: Acesso em Maio de O gráfico de Gantt é um gráfico usado para ilustrar o avanço das diferentes etapas de um projeto. Esse gráfico é utilizado como uma ferramenta de controle de produção.

26 26 Figura 15: Gráfico de Radar. Fonte: Acesso em Maio de O gráfico de radar é também conhecido como gráfico de aranha ou gráfico de estrela devido a sua aparência. Um gráfico de radar exibe uma série de dados como uma linha ou área circular. O gráfico de radar é útil para comparações entre varias séries de dados de categoria. Figura 16: Gráfico de Dispersão. Fonte: Acesso em Maio de Os gráficos de dispersão mostram as relações de duas ou mais variáveis que são organizadas, uma em função da outra. Um gráfico de dispersão tem dois eixos de valores, o eixo horizontal e outro vertical, ele combina esses valores em pontos de dados únicos e os exibes a intervalos irregulares, ou agrupamentos. Gráficos de dispersão costumam ser usados para exibir e comparar valores numéricos, como dados científicos, estatísticos e de engenharia.

27 27 Figura 17: Gráfico de Medidor / Contador. Fonte: Acesso em Maio de Os gráficos de Medido ou Contador são gráficos usados para medição ou contagem, como por exemplo, para aplicações que medem temperatura e tráfico de uma rede. Figura 18: Gráfico de Vetor. Fonte: Acesso em Maio de Os gráficos de vetores são parecidos com um gráfico de dispersão, mas os símbolos são setas que possuem tamanhos diferentes que podem apontar em vários sentidos. Cada símbolo em um gráfico de vetor é especificado por 4 valores, as coordenadas de x e de y, o tamanho e o sentido. A escolha pela API ChartDirector foi devido a grande quantidade de tipos de gráficos que podem ser gerados por ela, assim como os efeitos que podem ser usados nos gráficos e também pelo desempenho na geração dos gráficos.

28 28 3. Descrição do Sistema PCDs No capítulo anterior foram destacadas as características, os pontos fortes de cada tecnologia usada e também os motivos pela escolha delas. Nesse capítulo será descrito o funcionamento do sistema, a estrutura do sistema e a estrutura da base de dados. O sistema PCDs foi desenvolvido utilizando o IDE Eclipse no sistema operacional Linux, sendo possível migrá-lo para qualquer plataforma. O banco de dados das PCDs está localizado em um servidor utilizando a plataforma Linux com distribuição CentOS e o SGBD (Sistema Gerenciador de Banco de Dados) PostgreSQL. O sistema utiliza essa base de dados em suas consultas que será descrito mais adiante. O funcionamento do sistema PCDs é baseado no modelo cliente/servidor, permitindo ao cliente fazer solicitações ao servidor e, ao servidor, enviar os resultados de volta ao cliente. O servidor está sempre à espera de comunicação enquanto o cliente pode iniciar a comunicação quando desejar algum serviço. A Figura 19 ilustra a comunicação cliente/servidor. Figura 19: Comunicação Cliente-Servidor. Fonte: Elaboração do autor.

29 29 O sistema PCDs opera sob um servidor Apache. 3.1 Estrutura do Sistema A Figura 20 abaixo possibilita visualizar a estrutura do sistema, identificando três funcionalidades: Gráficos, Relatório e Dados Recentes. Figura 20: Estrutura do Sistema. Fonte: Elaboração do autor. A funcionalidade Gráficos exibe as informações dos dados coletados nas últimas 24 horas por cada sensor da estação escolhida. A funcionalidade Dados Recentes permite ao usuário listar os dados da última coleta dos sensores e de obter também o respectivo status da plataforma de coleta de dados, ou seja, identificando se a plataforma está ativa ou inativa. A funcionalidade Relatório permite que o usuário possa verificar os dados coletados de todos os anos de cada sensor da estação selecionada.

30 Estrutura da Base de Dados A modelagem do sistema PCDs recuperada do banco de dados existente foi desenvolvida no software pgadmin. Além de ser um software gratuito, é uma ferramenta de administração gráfica para PostgreSQL, que é suportado na maioria das plataformas populares. A base de dados utilizada pelo sistema é composta por dez tabelas, descritas abaixo: estacao_automatica: tabela contendo as informações sobre as estações meteorológicas. A Figura 21, a seguir, permite visualizar a estrutura da tabela. Figura 21: Tabela Banco de Dados estacao_automatica. Fonte: Elaboração do autor.

31 31 tipo_estacao: tabela contendo os tipos que a estação pode receber. A Figura 22, a seguir, permite visualizar a estrutura da tabela. Figura 22: Tabela Banco de Dados tipo_estacao. Fonte: Elaboração do autor. dados_sensor_satelite: tabela contendo os dados coletados pelos sensores a cada 3 horas do ano atual. A Figura 23, a seguir, permite visualizar a estrutura da tabela. Figura 23: Tabela Banco de Dados dados_sensor_satelite. Fonte: Elaboração do autor. dados_sensor_satelite_historico: tabela contendo os dados coletados pelos sensores a cada 3 horas dos anos anteriores ao ano atual. A Figura 24, a seguir, permite visualizar a estrutura da tabela.

32 32 Figura 24: Tabela Banco de Dados dados_sensor_satelite_historico. Fonte: Elaboração do autor. registro: tabela contendo o código para cada tipo de coleta. A Figura 25 a seguir, permite visualizar a estrutura da tabela. Figura 25: Tabela Banco de Dados registro. Fonte: Elaboração do autor. estacao_sensor_satelite: tabela que contem as estações e os sensores que possuem coleta a cada 3 horas. A Figura 26, a seguir, permite visualizar a estrutura da tabela.

33 33 Figura 26: Tabela Banco de Dados estacao_sensor_satelite. Fonte: Elaboração do autor. qualidade: tabela contendo os códigos para definir a qualidade do dado coletado. A Figura 27, a seguir, permite visualizar a estrutura da tabela. Figura 27: Tabela Banco de Dados qualidade. Fonte: Elaboração do autor. dados_sensor: tabela contendo os dados coletados pelos sensores de outros tipos de coletas. A Figura 28, a seguir, permite visualizar a estrutura da tabela.

34 34 Figura 28: Tabela Banco de Dados dados_sensor. Fonte: Elaboração do autor. sensor: tabela contendo a descrição de cada sensor com seus respectivo código de coleta e seus limites. A Figura 29, a seguir, permite visualizar a estrutura da tabela. Figura 29: Tabela Banco de Dados sensor. Fonte: Elaboração do autor. status_sensor: tabela contendo o código para descrição do status dos sensores. A Figura 30, a seguir, permite visualizar a estrutura da tabela. Figura 30: Tabela Banco de Dados status_sensor. Fonte: Elaboração do autor.

35 35 No próximo capitulo será apresentado às telas do sistema da PCDs e também um detalhamento de cada funcionalidade do sistema.

36 36 4. Apresentação do Sistema PCDs Neste capítulo serão apresentadas algumas telas do sistema Web desenvolvido para visualização de informações meteorológicas. Cada tela terá suas funções detalhadas, possibilitando um melhor entendimento das mesmas. O sistema Web desenvolvido possibilita a visualização de informações meteorológicas fornecidas pela rede de Plataformas de Coleta de Dados (PCDs). Um ambiente para visualização desses dados se tornou essencial, pois essas informações eram ausentes e dificultavam o trabalho de muitos pesquisadores e pessoas interessadas nesses dados. Com o sistema, tornouse possível: Verificar estações com problemas e dados duvidosos. Identificar o estado das estações, se elas se encontram ativas ou inativas. Verificar o fluxo dos dados no banco, sendo possível detectar falhas de carga no banco e analisar a quantidade de dados. Extrair dados do banco em formato texto. Realizar controle de qualidade nos dados, chamado de consistência espacial, o que consiste em verificar valores entre as variáveis de estações vizinhas. A tela apresentada na Figura 31, a seguir, representa a página inicial do sistema desenvolvido. O gráfico exibido possui todas as estações que possuem coleta a cada 3 horas no Ceará.

37 37 Figura 31: Tela Principal do Sistema. Fonte: Elaboração do autor. 4.1 Dados Recentes Ao selecionar a estação é possível visualizar os valores dos dados coletados de cada sensor da coleta mais recente ilustrada na Figura 32, facilitando a análise dos dados. Essa visão é de grande importância para os usuários e interessados nos valores dos dados em tempo real. Figura 32: Tela de Dados Recentes. Fonte: Elaboração do autor.

38 Gráficos Na opção Gráficos é possível visualizar os valores dos dados coletados por cada sensor nas ultimas vinte e quatro (24) horas ilustrada na Figura 33 e na Figura 34, facilitando a análise dos dados. Essa visão é de grande importância para os interessados nos dados através de gráficos tornando-se mais fácil a identificação de estações com dados suspeitos ou até mesmo erradas. Figura 33: Opção Gráficos. Fonte: Elaboração do autor.

39 39 Figura 34: Tela de Gráficos da Coleta das Últimas 24 horas. Fonte: Elaboração do autor. Essa informação se torna útil até mesmo para os administradores dos dados das PCDs, agilizando o processo de detecção de estações com problemas, evitando assim uma disseminação de dados duvidosos. 4.3 Relatório Com esta opção é possível listar e recuperar todos os dados coletados de cada sensor da estação.

40 40 Como ilustra a Figura 35 e a Figura 36 os passos para que o usuário escolha se deseja visualizar os dados ou recuperá-los. Na Figura 35 o usuário esta selecionando a opção Relatório. Figura 35: Opção Relatório. Fonte: Elaboração do autor. Na Figura 36 o usuário está visualizando a tela de visualização ou recuperação dos dados após pressionar a opção Dados. Figura 36: Tela de Visualização ou Recuperação dos dados. Fonte: Elaboração do autor.

41 41 visualização. Caso a escolha do usuário seja Visualizar a Figura 37 ilustra essa Figura 37: Tela de Visualização dos Dados. Fonte: Elaboração do autor.

42 42 Caso a escolha seja Download, será iniciada pelo usuário a recuperação de um arquivo no formato texto como é ilustrado na Figura 38. Figura 38: Arquivo Recuperado no Formato Texto. Fonte: Elaboração do autor. Com isto terminou a apresentação das telas demonstrativas das funcionalidades do sistema desenvolvido.

Sistemas de Monitoração de Rede. Resumo

Sistemas de Monitoração de Rede. Resumo Sistemas de Monitoração de Rede Roberto Majewski Especialização em Redes e Segurança de Sistemas Pontifícia Universidade Católica do Paraná Curitiba, novembro de 2009 Resumo Com o grande crescimento da

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE PARA ACESSO AO BANCO DE DADOS METEOROLÓGICOS DO CPTEC/INPE.

DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE PARA ACESSO AO BANCO DE DADOS METEOROLÓGICOS DO CPTEC/INPE. DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE PARA ACESSO AO BANCO DE DADOS METEOROLÓGICOS DO CPTEC/INPE. Bianca Antunes de S. R. Alves 1, Luciana M. C. Mira 2, Ana Paula Tavarez 3, José Alberto Ferreira 4, Luíz Henrique

Leia mais

GBD. Introdução PROF. ANDREZA S. AREÃO

GBD. Introdução PROF. ANDREZA S. AREÃO GBD Introdução PROF. ANDREZA S. AREÃO Sistema de arquivos X Sistemas de Banco de Dados Sistema de arquivos Sistema de Banco de Dados Aplicativos Dados (arquivos) Aplicativos SGBD Dados (arquivos) O acesso/gerenciamento

Leia mais

Uma poderosa ferramenta de monitoramento. Madson Santos - madson@pop-pi.rnp.br Técnico de Operação e Manutenção do PoP-PI/RNP

Uma poderosa ferramenta de monitoramento. Madson Santos - madson@pop-pi.rnp.br Técnico de Operação e Manutenção do PoP-PI/RNP Uma poderosa ferramenta de monitoramento Madson Santos - madson@pop-pi.rnp.br Técnico de Operação e Manutenção do PoP-PI/RNP Abril de 2008 O que é? Características Requisitos Componentes Visual O que é?

Leia mais

Introdução a Informática. Prof.: Roberto Franciscatto

Introdução a Informática. Prof.: Roberto Franciscatto Introdução a Informática Prof.: Roberto Franciscatto 6.1 ARQUIVOS E REGISTROS De um modo geral os dados estão organizados em arquivos. Define-se arquivo como um conjunto de informações referentes aos elementos

Leia mais

Apache + PHP + MySQL

Apache + PHP + MySQL Apache + PHP + MySQL Fernando Lozano Consultor Independente Prof. Faculdade Metodista Bennett Webmaster da Free Software Foundation fernando@lozano.eti.br SEPAI 2001 O Que São Estes Softwares Apache: Servidor

Leia mais

BEM-VINDOS AO CURSO DE ORIENTADO A OBJETOS

BEM-VINDOS AO CURSO DE ORIENTADO A OBJETOS 21/11/2013 PET Sistemas de Informação Faculdade de Computação Universidade Federal de Uberlândia 1 BEM-VINDOS AO CURSO DE ORIENTADO A OBJETOS Leonardo Pimentel Ferreira Higor Ernandes Ramos Silva 21/11/2013

Leia mais

IBM Tivoli Directory Server Versão 5.2 Leia-me do Cliente

IBM Tivoli Directory Server Versão 5.2 Leia-me do Cliente IBM Tivoli Directory Server Versão 5.2 Leia-me do Cliente Nota Antes de utilizar estas informações e o produto suportado por elas, leia as informações gerais em Avisos, na página 7. Prefácio Este Leia-me

Leia mais

Banco de Dados. Professor: Rômulo César. romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br

Banco de Dados. Professor: Rômulo César. romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br Banco de Dados Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br Sistema de arquivos X Sistemas de Banco de Dados Sistema de arquivos Sistema de Banco de Dados Aplicativos Dados (arquivos)

Leia mais

Adail Henrique Spínola Horst Aécio dos Santos Pires André Luis Boni Déo. Novatec

Adail Henrique Spínola Horst Aécio dos Santos Pires André Luis Boni Déo. Novatec Adail Henrique Spínola Horst Aécio dos Santos Pires André Luis Boni Déo Novatec Copyright 2015 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998. É proibida

Leia mais

ETEC Dr. Emílio Hernandez Aguilar

ETEC Dr. Emílio Hernandez Aguilar ETEC Dr. Emílio Hernandez Aguilar Grupo: Leonardo; Ronaldo; Lucas; Gustavo; Fabio. 2º Informática Tarde 2º Semestre de 2009 Introdução O PostgreSQL é um SGBD (Sistema Gerenciador de Banco de Dados) objeto-relacional

Leia mais

SERVIDOR WEB - APACHE SERVIDOR WEB - APACHE SERVIDOR WEB - APACHE 27/02/2012

SERVIDOR WEB - APACHE SERVIDOR WEB - APACHE SERVIDOR WEB - APACHE 27/02/2012 O servidor Apache é o mais bem sucedido servidor web livre. Foi criado em 1995 por Rob McCool, então funcionário do NCSA (National Center for Supercomputing Applications). Em maio de 2010, o Apache serviu

Leia mais

Funcionalidades da ferramenta zabbix

Funcionalidades da ferramenta zabbix Funcionalidades da ferramenta zabbix Jordan S. Romano¹, Eduardo M. Monks¹ ¹Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC PELOTAS (FATEC PELOTAS) Rua Gonçalves Chaves,

Leia mais

COMPARAÇÃO ENTRE OS SERVIDORES DE E-MAILS MAIS UTILIZADOS ATUALMENTE

COMPARAÇÃO ENTRE OS SERVIDORES DE E-MAILS MAIS UTILIZADOS ATUALMENTE COMPARAÇÃO ENTRE OS SERVIDORES DE E-MAILS MAIS UTILIZADOS ATUALMENTE Mayara Dos Santos Marinho¹, Julio César Pereira¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR - Brasil mayara-marinho@hotmail.com

Leia mais

Sumário. Capítulo 1 Revisão de PHP... 19. Capítulo 2 Melhorando o processamento de formulários... 46

Sumário. Capítulo 1 Revisão de PHP... 19. Capítulo 2 Melhorando o processamento de formulários... 46 9 Sumário O Autor... 8 Introdução... 15 Quem deve ler este livro... 15 Como este livro está organizado...16 Download do código-fonte do livro... 18 Capítulo 1 Revisão de PHP... 19 Iniciando em PHP... 19

Leia mais

www.f2b.com.br 18/04/2006 Micropagamento F2b Web Services Web rev 00

www.f2b.com.br 18/04/2006 Micropagamento F2b Web Services Web rev 00 www.f2b.com.br 18/04/2006 Micropagamento F2b Web Services Web rev 00 Controle de Revisões Micropagamento F2b Web Services/Web 18/04/2006 Revisão Data Descrição 00 17/04/2006 Emissão inicial. www.f2b.com.br

Leia mais

Desenvolvendo Websites com PHP

Desenvolvendo Websites com PHP Desenvolvendo Websites com PHP Aprenda a criar Websites dinâmicos e interativos com PHP e bancos de dados Juliano Niederauer 19 Capítulo 1 O que é o PHP? O PHP é uma das linguagens mais utilizadas na Web.

Leia mais

PHP AULA1. Prof. Msc. Hélio Esperidião

PHP AULA1. Prof. Msc. Hélio Esperidião PHP AULA1 Prof. Msc. Hélio Esperidião NAVEGADOR O navegador também conhecido como web browseré um programa que habilita seus usuários a interagirem com documentos hospedados em um servidor Web. SERVIDOR

Leia mais

Conteúdo Programático de PHP

Conteúdo Programático de PHP Conteúdo Programático de PHP 1 Por que PHP? No mercado atual existem diversas tecnologias especializadas na integração de banco de dados com a WEB, sendo o PHP a linguagem que mais se desenvolve, tendo

Leia mais

Banco de Dados I 2007. Módulo I: Introdução a Sistemas de Banco de Dados. (Aula 1) Clodis Boscarioli

Banco de Dados I 2007. Módulo I: Introdução a Sistemas de Banco de Dados. (Aula 1) Clodis Boscarioli Banco de Dados I 2007 Módulo I: Introdução a Sistemas de Banco de Dados (Aula 1) Clodis Boscarioli Agenda: Apresentação do Plano de Ensino; Aspectos Históricos; Estrutura Geral de um SGBD; Profissionais

Leia mais

PostgreSQL. Aula 01. Aula 01

PostgreSQL. Aula 01. Aula 01 PostgreSQL Uma visão rápida r e dinâmica deste poderoso banco de dados O que é? O PostgreSQL é um sofisticado sistema de gerenciamento de banco de dados. È conhecido com Objeto-Relacional, pois além m

Leia mais

INTERNET HOST CONNECTOR

INTERNET HOST CONNECTOR INTERNET HOST CONNECTOR INTERNET HOST CONNECTOR IHC: INTEGRAÇÃO TOTAL COM PRESERVAÇÃO DE INVESTIMENTOS Ao longo das últimas décadas, as organizações investiram milhões de reais em sistemas e aplicativos

Leia mais

MAPEAMENTO E LOCALIZAÇÃO DE REGIÕES DE INTERESSE UTILIZANDO REALIDADE AUMENTADA EM DISPOSITIVOS MÓVEIS COM PLATAFORMA ANDROID

MAPEAMENTO E LOCALIZAÇÃO DE REGIÕES DE INTERESSE UTILIZANDO REALIDADE AUMENTADA EM DISPOSITIVOS MÓVEIS COM PLATAFORMA ANDROID MAPEAMENTO E LOCALIZAÇÃO DE REGIÕES DE INTERESSE UTILIZANDO REALIDADE AUMENTADA EM DISPOSITIVOS MÓVEIS COM PLATAFORMA ANDROID Alessandro Teixeira de Andrade¹; Geazy Menezes² UFGD/FACET Caixa Postal 533,

Leia mais

Protocolo. O que é um protocolo? Humano: que horas são? eu tenho uma pergunta

Protocolo. O que é um protocolo? Humano: que horas são? eu tenho uma pergunta Protocolo O que é um protocolo? Humano: que horas são? eu tenho uma pergunta Máquina: Definem os formatos, a ordem das mensagens enviadas e recebidas pelas entidades de rede e as ações a serem tomadas

Leia mais

Aluno: Paulo Roberto Alves de Oliveira Trabalho da disciplina Segurança em Windows 2010. Comparativo entre Apache e IIS.

Aluno: Paulo Roberto Alves de Oliveira Trabalho da disciplina Segurança em Windows 2010. Comparativo entre Apache e IIS. Aluno: Paulo Roberto Alves de Oliveira Trabalho da disciplina Segurança em Windows 2010 Comparativo entre Apache e IIS. Apache versus IIS 1. Resumo Os programas de computador Apache, da fundação Apache

Leia mais

World Wide Web e Aplicações

World Wide Web e Aplicações World Wide Web e Aplicações Módulo H O que é a WWW Permite a criação, manipulação e recuperação de informações Padrão de fato para navegação, publicação de informações e execução de transações na Internet

Leia mais

Navegador ou browser, é um programa de computador que permite a seus usuários a interagirem com documentos virtuais da Internet.

Navegador ou browser, é um programa de computador que permite a seus usuários a interagirem com documentos virtuais da Internet. TERMINOLOGIA Navegador ou Browser Navegador ou browser, é um programa de computador que permite a seus usuários a interagirem com documentos virtuais da Internet. Os Browsers se comunicam com servidores

Leia mais

André Milani. Novatec

André Milani. Novatec André Milani Novatec capítulo 1 Bem-vindo ao PostgreSQL Caro leitor, seja bem-vindo ao mundo do PostgreSQL, um excelente banco de dados com todas as características e propriedades necessárias para atender

Leia mais

Uma solução computacional de aquisição, tratamento, armazenamento, disponibilização e apresentação de dados meteorológicos

Uma solução computacional de aquisição, tratamento, armazenamento, disponibilização e apresentação de dados meteorológicos Uma solução computacional de aquisição, tratamento, armazenamento, disponibilização e apresentação de dados meteorológicos Daniel Perondi 1, Willingthon Pavan 1, Ronaldo Serpa da Rosa 1, José Maurício

Leia mais

CA Nimsoft Monitor para servidores

CA Nimsoft Monitor para servidores DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA Setembro de 2012 CA Nimsoft Monitor para servidores agility made possible CA Nimsoft para monitoramento de servidores sumário CA Nimsoft Monitor para servidores 3 visão geral da solução

Leia mais

Copyright 2008, 2013 da Novatec Editora Ltda.

Copyright 2008, 2013 da Novatec Editora Ltda. 4a Edição Novatec Copyright 2008, 2013 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998. É proibida a reprodução desta obra, mesmo parcial, por qualquer processo,

Leia mais

Lista de Exercício: PARTE 1

Lista de Exercício: PARTE 1 Lista de Exercício: PARTE 1 1. Questão (Cód.:10750) (sem.:2a) de 0,50 O protocolo da camada de aplicação, responsável pelo recebimento de mensagens eletrônicas é: ( ) IP ( ) TCP ( ) POP Cadastrada por:

Leia mais

Estudo arquitetura de plataforma de telemedicina

Estudo arquitetura de plataforma de telemedicina Estudo arquitetura de plataforma de telemedicina Índice Sistemas Operacionais... 2 Linguagens de desenvolvimento... 4 Segurança no modelo cliente-servidor... 8 Gerentes de Banco de Dados... 9 Desenho da

Leia mais

SISTEMA DE GERENCIAMENTO E CONTROLE DE DOCUMENTOS DE TCC E ESTÁGIO

SISTEMA DE GERENCIAMENTO E CONTROLE DE DOCUMENTOS DE TCC E ESTÁGIO SISTEMA DE GERENCIAMENTO E CONTROLE DE DOCUMENTOS DE TCC E ESTÁGIO Marcelo Karpinski Brambila 1, Luiz Gustavo Galves Mahlmann 2 1 Acadêmico do Curso de Sistemas de Informação da ULBRA Guaíba < mkbrambila@terra.com.br

Leia mais

Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados:

Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados: MC536 Introdução Sumário Conceitos preliminares Funcionalidades Características principais Usuários Vantagens do uso de BDs Tendências mais recentes em SGBDs Algumas desvantagens Modelos de dados Classificação

Leia mais

UM SISTEMA OPERACIONAL DE VISUALIZAÇÃO DE PRODUTOS METEOROLÓGICOS

UM SISTEMA OPERACIONAL DE VISUALIZAÇÃO DE PRODUTOS METEOROLÓGICOS UM SISTEMA OPERACIONAL DE VISUALIZAÇÃO DE PRODUTOS METEOROLÓGICOS José Fernando Pesquero Prakki Satyarmurty Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais

Leia mais

FUNAI - FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO. WEBPORT Sistema de Controle de Visitantes WEBPORT. Sistema de Controle de Visitantes

FUNAI - FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO. WEBPORT Sistema de Controle de Visitantes WEBPORT. Sistema de Controle de Visitantes FUNAI - FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO WEBPORT Sistema de Controle de Visitantes Diretoria de Assistência Coordenação Geral de Doc. e Tecnologia da Informação WEBPORT Sistema de Controle de Visitantes Desenvolvedores:

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB PARA VISUALIZAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DOS DADOS CLIMATOLÓGICOS DO CPTEC/INPE

DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB PARA VISUALIZAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DOS DADOS CLIMATOLÓGICOS DO CPTEC/INPE DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB PARA VISUALIZAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DOS DADOS CLIMATOLÓGICOS DO CPTEC/INPE Luciana Maria de Castro Mira¹, Bianca Antunes de S. R. Alves 2, Ana Paula Tavares 3, Luíz Henrique

Leia mais

MOODLE é o acrónimo de "Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment. Executado em um AVA - Ambiente Virtual de Apresendizagem;

MOODLE é o acrónimo de Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment. Executado em um AVA - Ambiente Virtual de Apresendizagem; MOODLE é o acrónimo de "Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment Software livre, de apoio à aprendizagem; Executado em um AVA - Ambiente Virtual de Apresendizagem; A expressão designa ainda

Leia mais

Ferramentas de Administração. PostgreSQL

Ferramentas de Administração. PostgreSQL Ferramentas de Administração ao SGBD PostgreSQL Diego Rivera Tavares de Araújo diegoriverata@gmail.com Introdução Mas o que é PostgreSQL? Introdução as ferramentas O PostgreSQL pode ser acessado a partir

Leia mais

Frameworks para criação de Web Apps para o Ensino Mobile

Frameworks para criação de Web Apps para o Ensino Mobile 393 Frameworks para criação de Web Apps para o Ensino Mobile Lucas Zamim 1 Roberto Franciscatto 1 Evandro Preuss 1 1 Colégio Agrícola de Frederico Westphalen (CAFW) Universidade Federal de Santa Maria

Leia mais

Linguagem de Programação Para Internet II

Linguagem de Programação Para Internet II Linguagem de Programação Para Internet II Resumo do Conteúdo 1 Tecnologias Emergentes Para o Desenvolvimento de Aplicações Web Java Server Faces (JSF) Struts Tapestry PHP Ruby on Rails ASP.NET Phyton Perl

Leia mais

Aplicativo web para definição do modelo lógico no projeto de banco de dados relacional

Aplicativo web para definição do modelo lógico no projeto de banco de dados relacional Aplicativo web para definição do modelo lógico no projeto de banco de dados relacional Juarez Bachmann Orientador: Alexander Roberto Valdameri Roteiro Introdução Objetivos Fundamentação teórica Desenvolvimento

Leia mais

História e Evolução da Web. Aécio Costa

História e Evolução da Web. Aécio Costa Aécio Costa A História da Web O que estamos estudando? Período em anos que a tecnologia demorou para atingir 50 milhões de usuários 3 As dez tecnologias mais promissoras 4 A evolução da Web Web 1.0- Passado

Leia mais

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial 2 1. O Sistema PrinterTux O Printertux é um sistema para gerenciamento e controle de impressões. O Produto consiste em uma interface web onde o administrador efetua o cadastro

Leia mais

Geoprocessamento com Software Livre. Anderson Maciel Lima de Medeiros Consultor em Geotecnologias

Geoprocessamento com Software Livre. Anderson Maciel Lima de Medeiros Consultor em Geotecnologias Geoprocessamento com Software Livre Anderson Maciel Lima de Medeiros Consultor em Geotecnologias SUMÁRIO O que é Software Livre? A GLP GNU Geoprocessamento Algumas Geotecnologias Geotecnologias Livres

Leia mais

Implementar servidores de Web/FTP e DFS. Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.

Implementar servidores de Web/FTP e DFS. Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc. Implementar servidores de Web/FTP e DFS Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.br Conteúdo programático Introdução ao protocolo HTTP Serviço web

Leia mais

SISCAI - SISTEMA DE CONTROLE DE ACESSO À INTERNET RESUMO

SISCAI - SISTEMA DE CONTROLE DE ACESSO À INTERNET RESUMO SISCAI - SISTEMA DE CONTROLE DE ACESSO À INTERNET Fábio Junior Alves 1 Ernani Vinícius Damasceno 2 RESUMO A Internet é um dos fenômenos mais interessantes em redes, sendo que seu impacto reflete em toda

Leia mais

Portofólio das Representações. Apresentação Monitorização e Alarmistica

Portofólio das Representações. Apresentação Monitorização e Alarmistica Portofólio das Representações Apresentação Monitorização e Alarmistica 1 Monitorização de Infra-Estrutura A Data Systems disponibiliza um pacote de Serviços dedicados à gestão e Monitorização de redes

Leia mais

Versão 1.0 Janeiro de 2011. Xerox Phaser 3635MFP Plataforma de interface extensível

Versão 1.0 Janeiro de 2011. Xerox Phaser 3635MFP Plataforma de interface extensível Versão 1.0 Janeiro de 2011 Xerox Phaser 3635MFP 2011 Xerox Corporation. XEROX e XEROX e Design são marcas da Xerox Corporation nos Estados Unidos e/ou em outros países. São feitas alterações periodicamente

Leia mais

2. O AMBIENTE DE PROGRAMAÇÃO EM C

2. O AMBIENTE DE PROGRAMAÇÃO EM C 2. O AMBIENTE DE PROGRAMAÇÃO EM C Este capítulo trata de colocar a linguagem C para funcionar em um ambiente de programação, concentrando-se no compilador GNU Compiler Collection (gcc). Mas qualquer outro

Leia mais

Sistema de Processamento de Dados de Radiação Solar (SPDRAD)

Sistema de Processamento de Dados de Radiação Solar (SPDRAD) Sistema de Processamento de Dados de Radiação Solar (SPDRAD) Leandro de Oliveira Macedo *,** e Juan Carlos Ceballos * * Divisão de Satélites e Sistemas Ambientais, CPTEC, INPE Cachoeira Paulista SP. **

Leia mais

Cliente/Servidor. Conceitos Gerais. Graça Bressan. Graça Bressan/LARC 2000 1

Cliente/Servidor. Conceitos Gerais. Graça Bressan. Graça Bressan/LARC 2000 1 Cliente/Servidor Conceitos Gerais Graça Bressan Graça Bressan/LARC 2000 1 Forças de marketing que conduzem à arquitetura cliente/servidor "Cliente/Servidor é um movimento irresistível que está reformulando

Leia mais

ASP.NET 2.0 e PHP. Autor: Glauber de Almeida e Juarez Fernandes

ASP.NET 2.0 e PHP. Autor: Glauber de Almeida e Juarez Fernandes ASP.NET 2.0 e PHP Autor: Glauber de Almeida e Juarez Fernandes Linguagens pesquisadas ASP.NET 2.0 e PHP. 1 - ASP.NET 2.0 ASP.NET não é nem uma linguagem de programação como VBScript, php, nem um servidor

Leia mais

Software Livre na Implantação do CTM Integrado a um Banco de Dados Geográfico

Software Livre na Implantação do CTM Integrado a um Banco de Dados Geográfico Software Livre na Implantação do CTM Integrado a um Banco de Dados Geográfico Helton Nogueira Uchoa (1) Luiz Carlos Teixeira Coelho Filho (1) Paulo Roberto Ferreira (2) (1) Opengeo Consultoria de Informática

Leia mais

Monitoramento Open source com Zabbix Giovanni Oliveira Renato Resende

Monitoramento Open source com Zabbix Giovanni Oliveira Renato Resende Monitoramento Open source com Zabbix Giovanni Oliveira Renato Resende Apresentação dos palestrantes Tópicos Gerenciamento de redes O que é Zabbix Porque escolher o Zabbix Principais recursos Dicas de instalação

Leia mais

BANCO DE DADOS PARA WEB

BANCO DE DADOS PARA WEB BANCO DE DADOS PARA WEB PROF. FABIANO TAGUCHI http://fabianotaguchi.wordpress.com fabianotaguchi@gmail.com INTRODUÇÃO O desenvolvimento de aplicações para Web tem sido uma das maiores tendências no panorama

Leia mais

Software de gerenciamento de impressoras MarkVision

Software de gerenciamento de impressoras MarkVision Software de gerenciamento de impressoras MarkVision O MarkVision para Windows 95/98/2000, Windows NT 4.0 e Macintosh é fornecido com a sua impressora no CD Drivers, MarkVision e Utilitários. 1 A interface

Leia mais

LP PHP. Faculdade de Informática FACCAT Faculdades de Taquara (FIT) Cep 95600-000 Taquara RS Brazil. carnage@faccat.br, jacksoncolombo@yahoo.com.

LP PHP. Faculdade de Informática FACCAT Faculdades de Taquara (FIT) Cep 95600-000 Taquara RS Brazil. carnage@faccat.br, jacksoncolombo@yahoo.com. LP PHP Fabiano Jacoboski 1, Jackson Colombo 2 Faculdade de Informática FACCAT Faculdades de Taquara (FIT) Cep 95600-000 Taquara RS Brazil carnage@faccat.br, jacksoncolombo@yahoo.com.br Resumo. Neste trabalho

Leia mais

Cenário atual de uso e das ferramentas de software livre em Geoprocessamento

Cenário atual de uso e das ferramentas de software livre em Geoprocessamento Cenário atual de uso e das ferramentas de software livre em Geoprocessamento Tiago Eugenio de Melo tiago@comunidadesol.org 1 Sumário Conceitos GIS e Software Livre Ferramentas: Jump Qgis Thuban MapServer

Leia mais

Prefeitura de Belo Horizonte. Sistema de Controle de Protocolo

Prefeitura de Belo Horizonte. Sistema de Controle de Protocolo Prefeitura de Belo Horizonte Sistema de Controle de Protocolo Relatório apresentado para concorrer ao 2º Prêmio Inovar BH conforme Edital SMARH nº 001/2014 Belo Horizonte Julho de 2014 Resumo Sendo grande

Leia mais

SolarWinds Kiwi Syslog Server

SolarWinds Kiwi Syslog Server SolarWinds Kiwi Syslog Server Monitoramento de syslog fácil de usar e econômico O Kiwi Syslog Server oferece aos administradores de TI o software de gerenciamento mais econômico do setor. Fácil de instalar

Leia mais

Banco de Dados de Músicas. Andre Lima Rocha Campos Osório Pereira Carvalho

Banco de Dados de Músicas. Andre Lima Rocha Campos Osório Pereira Carvalho Banco de Dados de Músicas Andre Lima Rocha Campos Osório Pereira Carvalho Definição Aplicação Web que oferece ao usuário um serviço de busca de músicas e informações relacionadas, como compositor, interprete,

Leia mais

Tecnologias para Web Design

Tecnologias para Web Design Tecnologias para Web Design Introdução Conceitos básicos World Wide Web (Web) Ampla rede mundial de recursos de informação e serviços Aplicação do modelo de hipertexto na Web Site Um conjunto de informações

Leia mais

Microsoft.NET. Desenvolvimento Baseado em Componentes

Microsoft.NET. Desenvolvimento Baseado em Componentes Microsoft.NET Lirisnei Gomes de Sousa lirisnei@hotmail.com Jair C Leite jair@dimap.ufrn.br Desenvolvimento Baseado em Componentes Resolução de problemas específicos, mas que podem ser re-utilizados em

Leia mais

SOLUÇÃO EM DISPOSITIVO MÓVEL PARA ATENDIMENTO DE RESTAURANTES E LANCHONETES EM VIÇOSA-MG 1

SOLUÇÃO EM DISPOSITIVO MÓVEL PARA ATENDIMENTO DE RESTAURANTES E LANCHONETES EM VIÇOSA-MG 1 615 SOLUÇÃO EM DISPOSITIVO MÓVEL PARA ATENDIMENTO DE RESTAURANTES E LANCHONETES EM VIÇOSA-MG 1 Guilherme Paulo de Barros 2, Arthur Lemos 3, Heber Fernandes Amaral 4 Resumo: Nos dias atuais, com a popularização

Leia mais

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO PROTOCOLOS DA INTERNET FAMÍLIA TCP/IP INTRODUÇÃO É muito comum confundir o TCP/IP como um único protocolo, uma vez que, TCP e IP são dois protocolos distintos, ao mesmo tempo que, também os mais importantes

Leia mais

EIMOBILE INSTITUIÇÕES DE ENSINO MOBILE

EIMOBILE INSTITUIÇÕES DE ENSINO MOBILE UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS EIMOBILE INSTITUIÇÕES DE ENSINO MOBILE por Miguel Aguiar Barbosa Trabalho de curso II submetido como

Leia mais

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE BANCO DE DADOS. Software livre se refere à liberdade dos usuários com relação ao software, mais precisamente:

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE BANCO DE DADOS. Software livre se refere à liberdade dos usuários com relação ao software, mais precisamente: ADMINISTRAÇÃO DE BANCO DE DADOS Unidade IV DEFINIR A MELHOR SOLUÇÃO DE BANCO DE DADOS PARA AS NECESSIDADES DA EMPRESA.1 O uso das tecnologias.1.1 O software livre 1 A tecnologia de banco de dados, assim

Leia mais

BlackBerry Social Networking Application Proxy para ambientes Microsoft SharePoint

BlackBerry Social Networking Application Proxy para ambientes Microsoft SharePoint BlackBerry Social Networking Application Proxy para ambientes Microsoft SharePoint Versão: 1.1 Guia de instalação e configuração Publicado: 2011-07-25 SWDT1177102-1588746-0725105247-012 Conteúdo 1 Visão

Leia mais

WebUML: Uma Ferramenta Colaborativa de Apoio ao Projeto e Análise de Sistemas Descritos em Classes UML

WebUML: Uma Ferramenta Colaborativa de Apoio ao Projeto e Análise de Sistemas Descritos em Classes UML Carlos Henrique Pereira WebUML: Uma Ferramenta Colaborativa de Apoio ao Projeto e Análise de Sistemas Descritos em Classes UML Florianópolis - SC 2007 / 2 Resumo O objetivo deste trabalho é especificar

Leia mais

Especificação Técnica

Especificação Técnica Especificação Técnica Última atualização em 31 de março de 2010 Plataformas Suportadas Agente: Windows XP e superiores. Customização de pacotes de instalação (endereços de rede e dados de autenticação).

Leia mais

Curso de PHP. FATEC - Jundiaí. Conteúdo do Curso. 40% de aula teórica 60% de aula prática. O que veremos neste semestre?

Curso de PHP. FATEC - Jundiaí. Conteúdo do Curso. 40% de aula teórica 60% de aula prática. O que veremos neste semestre? Curso de PHP FATEC - Jundiaí Conteúdo do Curso 40% de aula teórica 60% de aula prática O que veremos neste semestre? Linguagem PHP Banco de Dados - PostgreSQL PHP - Introdução ao PHP - Estrutura de um

Leia mais

Programação Web Prof. Wladimir

Programação Web Prof. Wladimir Programação Web Prof. Wladimir Linguagem de Script e PHP @wre2008 1 Sumário Introdução; PHP: Introdução. Enviando dados para o servidor HTTP; PHP: Instalação; Formato básico de um programa PHP; Manipulação

Leia mais

Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com mcelobr@yahoo.com.br

Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com mcelobr@yahoo.com.br Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com mcelobr@yahoo.com.br Ementa Introdução a Banco de Dados (Conceito, propriedades), Arquivos de dados x Bancos de dados, Profissionais de Banco de dados,

Leia mais

AULA 1 PHP O QUE É APACHE FRIENDS

AULA 1 PHP O QUE É APACHE FRIENDS O QUE É PHP Se você já programa PHP, aconselho que pule para o capítulo 7 desse livro. Pois até esse capitulo iremos abordar algoritmos em PHP até a construção de uma classe com seus métodos e atributos

Leia mais

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Disciplina: Programação Orientada a Objetos II Professor: Cheli dos S. Mendes da Costa Modelo Cliente- Servidor Modelo de Aplicação Cliente-servidor Os

Leia mais

GISWEB - Informação Geográfica ao Alcance de Todos

GISWEB - Informação Geográfica ao Alcance de Todos GISWEB - Informação Geográfica ao Alcance de Todos Bruno Perboni Qualityware Conselheiro Laurindo 825 cj. 412 centro Curitiba PR fone: 3232-1126 bruno@qualityware.com.br Maysa Portugal de Oliveira Furquim

Leia mais

Desenvolvimento Web. Saymon Yury C. Silva Analista de Sistemas. http://www.saymonyury.com.br

Desenvolvimento Web. Saymon Yury C. Silva Analista de Sistemas. http://www.saymonyury.com.br Desenvolvimento Web Saymon Yury C. Silva Analista de Sistemas http://www.saymonyury.com.br Vantagens Informação em qualquer hora e lugar; Rápidos resultados; Portabilidade absoluta; Manutenção facilitada

Leia mais

REDES ESAF. leitejuniorbr@yahoo.com.br 1 Redes - ESAF

REDES ESAF. leitejuniorbr@yahoo.com.br 1 Redes - ESAF REDES ESAF 01 - (ESAF - Auditor-Fiscal da Previdência Social - AFPS - 2002) Um protocolo é um conjunto de regras e convenções precisamente definidas que possibilitam a comunicação através de uma rede.

Leia mais

Ambientes Visuais. Ambientes Visuais

Ambientes Visuais. Ambientes Visuais Ambientes Visuais Inicialmente, apenas especialistas utilizavam os computadores, sendo que os primeiros desenvolvidos ocupavam grandes áreas e tinham um poder de processamento reduzido. Porém, a contínua

Leia mais

Descritivo Técnico. SLAView - Descritivo Técnico Build 5.0 release 4 16/02/2011 Página 1

Descritivo Técnico. SLAView - Descritivo Técnico Build 5.0 release 4 16/02/2011 Página 1 Descritivo Técnico 16/02/2011 Página 1 1. OBJETIVO O SLAview é um sistema de análise de desempenho de redes IP por meio da monitoração de parâmetros de SLA (Service Level Agreement, ou Acordo de Nível

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Informatização de farmácias publicas utilizando software livre.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Informatização de farmácias publicas utilizando software livre. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Informatização de farmácias publicas utilizando software livre. MURILO NUNES ELIAS FLORIANÓPOLIS SC 2007/2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE

Leia mais

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider Ferramenta: Spider-CL Manual do Usuário Versão da Ferramenta: 1.1 www.ufpa.br/spider Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 14/07/2009 1.0 15/07/2009 1.1 16/07/2009 1.2 20/05/2010 1.3 Preenchimento

Leia mais

Programação para Internet Orientada a Objetos com PHP & MySQL Visão Geral de Programação Orientada a Objetos com PHP & MySQL II

Programação para Internet Orientada a Objetos com PHP & MySQL Visão Geral de Programação Orientada a Objetos com PHP & MySQL II Programação para Internet Orientada a Objetos com PHP & MySQL Visão Geral de Programação Orientada a Objetos com PHP & MySQL II Prof. MSc. Hugo Souza Na última aula falamos um pouco da necessidade do surgimento

Leia mais

Projeto: Plataforma de Integração. Data: 01/08/2014

Projeto: Plataforma de Integração. Data: 01/08/2014 Manual do Usuário - Autenticação Plataforma de Integração Arquitetura de Software 1.0 20/03/2014 1 de 8 Histórico de Revisões Data Versão Descrição 01/08/2014 1.0 Criação do documento 04/08/2014 1.1 Revisão

Leia mais

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO DESCRIÇÃO DO SIGAI O SIGAI (Sistema Integrado de Gestão do Acesso à Informação) é uma solução de software que foi desenvolvida para automatizar os processos administrativos e operacionais visando a atender

Leia mais

efagundes com Como funciona a Internet

efagundes com Como funciona a Internet Como funciona a Internet Eduardo Mayer Fagundes 1 Introdução à Internet A Internet é uma rede de computadores mundial que adota um padrão aberto de comunicação, com acesso ilimitado de pessoas, empresas

Leia mais

Guia de Consulta Rápida. PHP com XML. Juliano Niederauer. Terceira Edição. Novatec

Guia de Consulta Rápida. PHP com XML. Juliano Niederauer. Terceira Edição. Novatec Guia de Consulta Rápida PHP com XML Juliano Niederauer Terceira Edição Novatec Copyright 2002 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998. É proibida

Leia mais

Middleware Orientado a Mensagens Visão Geral Comunicação Gerenciamento de Filas Padrões e Produtos 1 Middleware Orientado a Mensagens RPC/RMI é inadequado para comunicação em alguns cenários de aplicação

Leia mais

Anexo IV PLANILHA DESCRITIVA DE ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Anexo IV PLANILHA DESCRITIVA DE ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Anexo IV PLANILHA DESCRITIVA DE ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Requisito Descrição 6.1 - Produtos de Hardware 6.1.1. GRUPO 1 - IMPRESSORA TIPO I (MONOCROMÁTICA 20PPM - A4) 6.1.1.1. TECNOLOGIA DE IMPRESSÃO 6.1.1.1.1.

Leia mais

SGBDs Móveis. Sumário 12/06/11. Emmanuel Férrer & Gabriela Fernanda. Introdução. Desafios do armazenamento. SQL Anywhere Studio.

SGBDs Móveis. Sumário 12/06/11. Emmanuel Férrer & Gabriela Fernanda. Introdução. Desafios do armazenamento. SQL Anywhere Studio. SGBDs Móveis Emmanuel Férrer & Gabriela Fernanda Introdução Sumário Desafios do armazenamento SQL Anywhere Studio DB2 Everyplace Microsoft SQL Server Oracle9I Lite Aplicações Móveis Referências 1 Introdução

Leia mais

Softwares de Sistemas e de Aplicação

Softwares de Sistemas e de Aplicação Fundamentos dos Sistemas de Informação Softwares de Sistemas e de Aplicação Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Visão Geral de Software O que é um software? Qual a função do software?

Leia mais

Tecnologia da Informação. Prof. Esp. Lucas Cruz

Tecnologia da Informação. Prof. Esp. Lucas Cruz Tecnologia da Informação Prof. Esp. Lucas Cruz Componentes da Infraestrutura de TI Software A utilização comercial da informática nas empresas iniciou-se por volta dos anos 1960. O software era um item

Leia mais

A solução INFOTRÂNSITO abrange sistemas web multiplataformas, podendo ser instalados em ambientes Linux, Windows e Apple.

A solução INFOTRÂNSITO abrange sistemas web multiplataformas, podendo ser instalados em ambientes Linux, Windows e Apple. INFOTRÂNSITO A plataforma INFOTRÂNSITO emprega tecnologias inovadoras para garantir ao poder público um gerenciamento eficaz da operação do trânsito nos grandes centros urbanos. A partir da coleta, em

Leia mais

Desenvolvendo Websites com PHP

Desenvolvendo Websites com PHP Desenvolvendo Websites com PHP 2ª Edição Juliano Niederauer Novatec Copyright 2009, 2011 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998. É proibida a reprodução

Leia mais

AGILE ROLAP - UMA METODOLOGIA ÁGIL PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AMBIENTES DE NEGÓCIOS BASEADO EM SERVIDORES OLAP.

AGILE ROLAP - UMA METODOLOGIA ÁGIL PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AMBIENTES DE NEGÓCIOS BASEADO EM SERVIDORES OLAP. AGILE ROLAP - UMA METODOLOGIA ÁGIL PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AMBIENTES DE NEGÓCIOS BASEADO EM SERVIDORES OLAP. Luan de Souza Melo (Fundação Araucária), André Luís Andrade Menolli (Orientador), Ricardo G. Coelho

Leia mais

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP HTTP (Hypertext Transfer Protocol ) Protocolo usado na Internet para transferir as páginas da WWW (WEB). HTTPS (HyperText Transfer

Leia mais

Software Livre e GIS: Quais são as alternativas?

Software Livre e GIS: Quais são as alternativas? Software Livre e GIS: Quais são as alternativas? Tiago Eugenio de Melo tiago@comunidadesol.org 1 Sumário Conceitos GIS e Software Livre Ferramentas: Thuban Qgis Jump MapServer O Futuro das Tecnologias

Leia mais