RESUMO DO EVENTO QUALIDADE DE SOFTWARE 2010 CMMi e MPS.BR

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1 RESUMO DO EVENTO QUALIDADE DE SOFTWARE 2010 CMMi e MPS.BR O evento em questão foi a 3ª Conferência de Qualidade de Software nos dias 30 de Setembro e 01 de Outubro de O objetivo do evento era reunir especialistas em diversas áreas de TI e Qualidade de Software para discutir temas em evidência no mercado atual, bem como a troca de experiências entre os participantes. Participaram, nos dois dias do evento, uma média de 130 pessoas de diversas empresas, com diversos perfis e experiências no mercado. Pela TecPro.IT, participou Adilson Taub Júnior, gerente de processos, que foi até o evento com o objetivo de capturar informações sobre Qualidade de Software e atualidades do mercado de TI para replicar na empresa e auxiliar que, com essas informações, seja mais fácil e coerente tomar decisões estratégicas, de treinamento e capacitação de pessoal, etc. Além de servir como benchmarking para posicionar a TecPro.IT de acordo com as tendências do mercado de TI. 1. Resumos do evento A seguir está relatado um resumo das principais palestras que ocorreram no evento e, para cada uma delas. 1.1 Palestra: Resultados da pesquisa "Qualidade no Setor de Software Brasileiro" por Andreia Malucelli (PUC-PR) A palestrante exibiu os resultados da pesquisa de qualidade, que pode ser visto por completo aqui. Com base nos números apresentados na pesquisa, que teve como alvo empresas brasileiras de software de todos os tamanhos, vale a pena compararmos alguns números do mercado para efeito de benchmarking: 96% das empresas fornecem software para o mercado privado, enquanto 4% fornecem para órgãos públicos 39,5% das empresas possuem um pessoal regular de 11 a 50 pessoas envolvidas em projetos 34,8% das empresas comercializam ERPs 47% das empresas elaboram planejamento estratégico regularmente, enquanto apenas 6% nunca elaboram planejamento estratégico 53,2% da empresas incluem metas ou diretrizes de qualidade e produtividade nos planos de projeto e programas, enquanto 2,7% nunca fazem isso 1

2 Em 42% das empresas, quem orienta e gerencia ações para gestão de processos e qualidade de software é a alta administração, enquanto 30,7% da empresas possuem uma gerência específica para isso 16,6% das empresas são CMMi, dessas 59,1% estão no nível 2, 22,7% no nível 3 e 4,5% no nível 5 17,7% das empresas são MPS.br, dessas 38,7% estão no nível F 34,5% das empresas estimam projetos com Pontos de Função, enquanto 33,7% estimam com Use Case Points 22,7% das empresas não utilizam métodos formais de estimativa de projetos 75% do pessoal das empresas são graduados e 12% pós-graduados 19,5% das empresas possuem pessoal certificado PMP 17,1% das empresas possuem pessoal certificado ITIL 14,6% das empresas possuem pessoal certificado em Testes 58,4% das empresas possuem acesso livre à internet 76,2% das empresas participam em eventos nacionais de TI 39,4% das empresas premiam seus colaboradores com bônus 6,4% das empresas premiam seus colaboradores com participação nos lucros 9,8% das empresas premiam seus colaboradores com gratificação anual 1.2 SaaS - Software as a Service por Roberto Mayer (ASSESPRO-SP) O palestrante falou bastante sobre o conceito cada vez mais presente no mercado que trata a entrega de um software como um serviço a clientes e usuários. Essa nova plataforma, em conjunto com arquitetura de computação em nuvem (cloud computing) está ditando o novo rumo do mercado com trataremos o software como commodity, tal como água, luz e gás, onde usuários poderão utilizá-lo e pagar, ao invés de uma licença, uma parcela mensal pelo uso. - Importante saber que nesse modelo, os ganhos com SaaS vêm pela quantidade de clientes, pois o preço mensal é bem mais baixo que uma venda tradicional, porém, a médio e longo prazo, o custo desse software é maior, logo, a arrecadação por ele também é. - Arquitetura de computação nas nuvens (cloud computing) também foi um tema recorrente nessa e em outras palestras. - A empresa hoje líder de mercado para SaaS é a Sales Force (www.salesforce.com) que tem uma suite de soluções de SaaS principais fraquezas quando se avalia uma empresa nos níveis 2 e 3 do CMMi por Antonio Braga (Crest Consulting) 2

3 O palestrante, com mais de 70 avaliações CMMi de experiência, listou os principais pontos fracos levantados durante implantações e avaliações CMMi para os níveis 2 e 3. Seguem pontos interessantes: REQM: Uma ferramenta para rastreabilidade de requisitos é fundamental e sem ela essa rastreabilidade praticamente inexiste ou é inconsistente. PP: Técnicas para estimativa de esforço devem existir, e baseadas em técnicas consistentes e estudadas. PP: No planejamento de recursos de um projeto, considerar também softwares, salas, hardwares, etc., não apenas pessoas PMC: Monitoramento de parâmetros de projeto deve incluir, ao menos, monitoramento de custo, prazo e esforço MA: Os objetivos de medição e os indicadores selecionados devem existir a partir de objetivos estratégicos da empresa e devem ser revisados 1 vez ao ano CM: Utilizar um software para automatizar o processo de mudança e baseline CM: Gerar baselines de processo 1 vez por semestre CM: Utilizar software para controlar versão de artefatos CM: Executar auditorias de baseline SAM: Verificar e monitorar fornecedores após contratos OPF: Lições aprendidas devem melhorar ativos do processo OPD: Estabelecer padrões de ambiente de trabalho OT: Criar um planejamento estratégico para a empresa para treinamentos (para os próximos 2 a 5 anos) OT: Validar a eficácia dos treinamentos (avaliações de 3 6 meses após treinamentos, medindo desempenho das pessoas) DAR: Treinar as pessoas no processo DAR: Avaliar objetivamente (com checklists) a aderência aos processos PPQA: Manter a independência de PPQA. 1.4 A capacitação dos profissionais de TI e as novas habilidades exigidas pelo 3

4 mercado por Eduardo Virgílio (LG Sistemas) O objetivo da palestra foi mostrar um case de sucesso da LG Sistemas, uma empresa de Goiânia que possui um programa de capacitação e retenção de colaboradores e com isso conseguiu melhorar a qualidade de seus produtos e serviços. De acordo com o palestrante, que é um dos sócios da empresa, um dos maiores problemas do mercado de TI é se encontrar pessoal capacitado para se contratar. Isso é reflexo da formação acadêmica que na verdade deixa os novos graduados sem uma visão prática de assuntos importantes para o mercado de trabalho. Para resolver isso, a LG Sistemas criou um programa que, custeado pelas pessoas que querem ser capacitadas (6 X R$ 184,00) e ministrado por colaboradores da LG Sistemas, dá um curso de 284 horas de capacitação para todos que possuem um gap de conhecimento técnico que gostariam de entrar no mercado de trabalho de TI. O programa capacita as pessoas em padrões de desenvolvimento, processo de desenvolvimento, UML e disciplinas técnicas (como VB e.net) para que seus alunos possam render mais no mercado de trabalho. Esse programa diminui a curva de produção dos novos colaboradores de 90 dias para 15 dias e aumenta a retenção das pessoas em seus postos de trabalho. Além desse programa, segundo o palestrante, o principal para se melhorar a produtividade e a qualidade do que se produz em uma empresa de TI, é importante a criação de um bom ambiente de trabalho, onde os colaboradores possam se inspirar. Ficou clara a distinção entre satisfação e motivação dos colaboradores e a empresa pode aumentar a satisfação, com aumentos de salários, atividades diferenciadas, premiação, envio do pessoal para workshops e palestras, treinamento, etc., porém, a motivação é interna e pessoal de cada um e deve movimentar as pessoas para atitudes melhores. Segundo o que se discutiu, para que uma pessoa esteja apta para o mercado de trabalho, é necessário a junção de 3 características: Conhecimento: O conhecimento teórico e técnico sobre assuntos de TI. Habilidade: A capacidade de se aplicar o Conhecimento em um ambiente real, saindo da teoria e indo para a prática. Atitude: A capacidade de se motivar e movimentar, aplicando conhecimentos e habilidades. Após uma discussão bastante interessante, chegou-se a conclusão no evento que é melhor se ter pessoas com Atitude e ensinar o Conhecimento e Habilidade, pois Atitude dificilmente se ensina ou capacita. 4

5 - Com os dados apresentados, fica claro que vale muito a pena se investir em capacitar profissionais antes dos mesmos começarem suas atividades, pois isso diminui a curva de produção em muito (6 X mais rápido). - Mais uma vez, ficou evidente o ganho que se tem quando se pensa e se coloca em prática, um bom ambiente de trabalho. - O palestrante indicou o livro Os 7 hábitos como leitura obrigatória para líderes e gestores. 1.5 Medindo Software no mercado brasileiro: A experiência da TI Métricas por Maurício Aguiar (TI Métricas) O palestrante mostrou o posicionamento do mercado de TI em relação à métrica de Pontos de Função. Dados apontam que o Brasil é responsável por utilizar 30% de toda a aplicação da Pontos de Função no mercado mundial. Importante ressaltar que para se ter um ganho expressivo com a técnica, os Pontos de Função devem ser utilizados como modelo prescritivo, ou seja, para dar um tamanho para o software, e não uma estimativa de tempo de desenvolvimento. Com isso, mostrou-se que os Pontos de Função estão sendo muito utilizados no mercado brasileiro de TI como moeda para precificação de projetos, e não estimativa de esforço. 1.6 As mudanças da versão 1.3 do CMMi por Renato Volpe (ASR) O palestrante mostrou que em Novembro de 2010 chega ao mercado a nova versão do CMMi, a 1.3. Nessa nova versão, o CMMi é dividido em 3 constelações que possuem como ponto comum 16 PA s. Para o desenvolvimento de software, a constelação DEVELOPMENT, temos as 16 PA s comuns e a PA SAM, que trata do Gerenciamento de Acordo com Fornecedores. Ainda sobre a estrutura, os objetivos genéricos saíram as PA s e passam a ser centralizados, evitando a repetição que temos na V1.2. Nos níveis 2 e 3 as mudanças são apenas de nomenclatura (por exemplo, Typical Work Product passa a ser chamado de Example Work Product) e os Goals de cada PA s ficaram 5

6 mais específicos, diminuindo o teor de interpretação deles, dificultando assim avaliações que devem ser mais rígidas agora. Além disso, foram incluídas informações sobre metodologias ágeis, pois o SEI entende que isso vem crescendo no mercado de TI e traz melhoras significativas na qualidade de projetos de software. As grandes mudanças serão para os níveis de alta maturidade, níveis 4 e 5, que serão melhores detalhados e ficam, nessa nova versão, bem menos abstratos, incluindo novas PA s e uma alta relação com métodos estatísticos de medidas. As avaliações continuam seguindo o mesmo padrão e Sub-práticas e Produtos de Trabalho continuam sendo opcionais e servindo de exemplos, mantendo que o obrigatório a se cumprir para cada PA sejam os objetivos. Quem possui níveis na versão anterior permanecerão e para efeito de treinamento oficial, quem fez treinamentos na versão 1.2 poderá se atualizar online a partir de Novembro de 2010, quanto sairão mais detalhes sobre essa nova versão. Durante 1 ano as duas versões irão co-existirem e a partir de 2012, apenas a Em Novembro/2010 será publicado pelo SEI o Quick References for V1.3 que deverá ser estudado para mais detalhes. - Quem possui o curso oficial da V1.2 deverá se atualizar para a V1.3 a partir de Novembro de forma online. 1.7 As melhores empresas para trabalhar geram maior qualidade no desenvolvimento de software por Ruy Shiozawa (Great Places to Work) O palestrante falou sobre o problema de alto turn-over de pessoas no mercado de TI e citou que o fator mais importante para se resolver isso é a criação de um bom ambiente de trabalho. Isso, obviamente, é bastante relativo, visto que empresas como o Google que possui um ambiente bastante descontraído disputam a lista de melhores empresas para se trabalhar com a Ambev, empresa famosa por ter um ambiente bastante focado e exige um perfil muito agressivo de funcionários. A questão, segundo o Sr. Shiozawa, é o alinhamento de valores entre o funcionário e a empresa e sua Missão e Valores. É importante que a empresa tenha bem claro sua Missão e seus Valores e que isso seja realmente aplicado e considerado por ambas as partes em uma contratação. Por exemplo, alguém com perfil para se trabalhar no Google 6

7 provavelmente se daria mal na Ambev, e vice-versa, mesmo sendo 2 empresas excelentes para se trabalhar. De todas as ponderações, o importante é a relação de Confiança. Funcionário precisa confiar na empresa e a empresa precisa confiar no funcionário. Quando isso ocorre, temos um ótimo ambiente de trabalho. Das 100 empresas listadas como melhores empresas para se trabalhar no Brasil, 1/3 são de TI. 1.8 Integração de ferramentas de apoio a processos por Gustavo Nascimento (Shift) O palestrante mostrou um case de utilziação de ferramentas para apoio ao processo. A Shift é uma empresa MPS.br que se utiliza de diversas ferramentas para facilitar o processo de desenvolvimento de software criado por eles e compatível com as melhores práticas de mercado. Ferramentas utilizadas: SCMBug + Subversion: A junção dessas ferramentas garante que itens de configuração sejam alterados apenas segundo uma política de aprovação e suas versões sejam controladas. Project Server + SharePoint: Todo o planejamento de projeto, cronograma, esforço, custo e prazo são controlados pela junção dessas ferramentas. Eles fazem uso do ProjectServer pra valer. Com isso, os indicadores de projeto são criados automaticamente pela ferramenta. EA: Todos os artefatos de Engenharia de Software (de Requisitos, Casos de Uso a Casos de Teste) são mantidos no EA e versionados nele com elementos sendo tratados como.xml, feature que ainda não utilizamos aqui. Mantis: Todo o controle de solicitações de mudança de projeto e artefatos é realizado por essa ferramenta. Baseline: Eles disseram que estão tendo problemas para geração de baselines e por enquanto isso é manual, e consome bastante tempo de todos os recursos de projeto. 1.9 Tendências de Qualidade de Software por Robert Pereira (Base 2 Tecnologia) 7

8 A palestra teve como objetivo demonstrar o papel de Testes e Qualidade de Software no mercado atual de TI e foi iniciada expondo que após a crise de 2008, os investimentos em TI recomeçaram, porém agora precisam ser mais justificados e com ROI mais rápido. Com isso, o papel de metodologias ágeis cresceu e, com isso cresceu também o enfoque em Testes para que o re-trabalho seja diminuído e que o tempo de entrega final de produtos de TI seja reduzido para que o ROI chegue mais rápido aos sponsors. Para a área de testes, o Modelo ALM continua sendo o melhor padrão a automação de QA passa ser imperativo para que os testes fiquem mais ágeis e mais baratos. As metodologias ágeis agora já são uma realidade no mercado de TI e são utilizadas em mais de 60% das empresas de TI ao redor do mundo segundo o World Quality Report de % das empresas de TI adotam atualmente processos formais de testes e dessas, ¾ não utilizam padrões como TMAP, TMMi, TPI por simplesmente não conhecerem os padrões que, segundo o palestrante, são os melhores do mercado. Para se realizar testes de uma maneira a se conseguir os melhores resultados e o melhor ROI para a área, se torna obrigatória a utilização de casos de testes e se automatizar testes de requisitos, processos de negócio (com BPM e BPMS) e a produção de ambientes e dados aderentes à realidade do produto. Com isso, se aumenta a qualidade dos testes, se diminui o re-trabalho e se diminui, consideravelmente, o custo para testes. HP e IBM continuam líderes de mercado para testes porém é interessante notar a MicroFocus, empresa que vem crescendo com soluções a preço bastante competitivos. Como alternativas para testes de baixo custo, foram listadas: - Crowdsourcing test: Modelo de se testar uma aplicação onde se coloca a mesma na internet para que usuários registrados testem a aplicação como usuários. Aqui, o tempo de resposta é baixo e testes de configuração poderão ser realizados de maneira ágil e fácil, porém a confidencialidade se torna um problema a ser discutido. - Testes exploratórios: É o modelo de se testar uma aplicação tal como um usuário faria, sem um guia ou casos de testes para pavimentarem o caminho. Esse modelo tem um custo mais baixo, porém cobre menos cenários e principalmente deixa de fora requisitos não-funcionais, que precisam também ser testados. - STaaS Software Test as a Service: Modelo de terceirização que começa a despontar no mercado, fazendo com o que o teste seja terceirizado como um serviço por uma empresa especialista no assunto. 8

9 Segundo o palestrante, deve-se focar em testes não funcionais como os testes de carga, desempenho e segurança pois ai está muitos problemas, principalmente quando se trata de aplicações para cloud computing (modelo já adotado em algum nível por 76% das empresas de TI do mercado). Para os testers do mercado, o perfil exigido atualmente é diferente pois se espera de um testador: - Domínio sobre o negócio tratado - Conhecimento do processo de desenvolvimento - Saber programar, pois a máxima quem testa não sabe programar já não serve, pois bons testers precisam saber programar para saberem automatizarem testes. - Fica apontada pelo mercado a importância de se criar casos de teste. - Testes não funcionais precisam ser realizados, pois muitos problemas de softwares se originam ai. - Os melhores testers do mercado precisam agora se especializar e se reciclar, aprendendo sobre processos de negócio, processos de desenvolvimento e linguagem de programação Perspectivas para o mercado de TIC por Antenor Côrrea (SPIN - MCT) O palestrante, membro do Ministério da Ciência e Tecnologia do Governo Brasileiro, mostrou alguns dados sobre o planejamento do PDP de 2008 que se originou da Política Industrial do governo, criada em Os números demonstram que praticamente todas as metas do governo em relação a TI foram cumpridas, exceto a de aumento de postos de trabalho. Aqui, a justificativa foi que se produziu o que se esperava e se exportou o quanto se esperava porém não foi necessário aumentar tantos postos de trabalho quanto se imaginava. Essas metas serão revistas para o próximo ano. Segundo o palestrante, dos desafios para o mercado de TI, conhecidos pelo governo, o que encabeça a lista é o de capacitação. O pessoal de TI, segundo se constatou, chega ao mercado de trabalho com um gap de conhecimento. Questionei a ele quais seriam as medidas para se diminuir esse impacto, e se o governo estava estudando revisar as grades curriculares das universidades para cursos de TI e ele disse que isso demoraria muito e é muito burocrático e a solução, que será apadrinhada e subsidiada pelo governo é de termos as empresas mais perto dos alunos de último ano 9

10 nas universidades e essas empresas capacitarem esses alunos com uma grade curricular extra. Além disso, discutiu-se muito sobre o empenho do governo em capacitar também melhor as empresas de TI do mercado brasileiro, com programas que irão subsidiar certificações MPS.br e dar incentivo às empresas de TI através de iniciativas para diminuição de carga tributária e prioridade para empresas e soluções brasileiras em compras públicas e licitações. Sobre financiamento para projetos de TI, o palestrante disse que o desafio é a criação de projetos de Inovação, pois esses são priorizados. Foi dito também que, de todos os projetos apresentados para o FINEP, 50% são descartados e não deveriam nem sequer ser escritos, por se tratarem de baboseira e não terem foco na Inovação. 2. Impressões finais Como participante ativo do evento, notei que praticamente em todas as palestras os seguintes temas foram bastante discutidos, demonstrando a tendência natural do mercado: - Metodologias Ágeis: Elas vieram pra ficar e é a resposta para o novo perfil do mercado de TI. - SaaS: Esse modelo de comercialização de software é a tendência do mercado, porém, para se adaptar a ele, é necessário planejamento estratégico e mudança de paradigma tanto de processos de desenvolvimento quanto de arquitetura. - Cloud Computing: Tendência óbvia, fica difícil não enxergar esse modelo como o que irá dominar o mercado nos próximos anos. - Processos de Negócio: O alinhamento estratégico dos negócios e o papel de TI como apoiador desses processos é o caminho que se segue para se posicionar a TI no mercado mundial. BPM e BPMS foram citados várias vezes e se faz necessário que profissionais de TI se atualizem em relação a esses modelos. - Qualidade de Software e Testes: Os modelos de maturidade e testes de software representam, hoje, mais do que uma vontade, e sim uma necessidade no mercado para que os investimentos em TI continuem a existir, porém de uma maneira justificável. A Qualidade de Processos de Engenharia de Software e outros Processos de TI deve ser o que garante ótimos ROI e TCOs para projetos e produtos de TI e precisam ser tratados com a devida importância. 10

11 Adilson Taub Júnior Process Manager TecPo.IT REFERÊNCIAS - Ver artigo sobre compras públicas - Ver artigo 13 A da Lei /08 e Lei /09 - Ver decreto 6.887/09 - Ver PACTI que coloca 1,5% do PIB para ser aplicado em TI - Ver Lei do Bem, que está sendo revisada para deixar claros os benefícios para o mercado de TI - Ver documento sobre desafios futuros da TI criado por empresas a pedido do governo e publicado no site da Softex - Publicação do MCT Qualidade no Setor de Software Brasileiro

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