MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA. Plano Diretor de Tecnologia de Informação

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA. Plano Diretor de Tecnologia de Informação 2013-2014"

Transcrição

1 MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA Plano Diretor de Tecnologia de Informação Brasília-DF, setembro de 2014

2 APRESENTAÇÃO Ministro de Estado da Pesca e Aquicultura EDUARDO BENEDITO LOPES Secretário-Executivo OTACÍLIO DE LIMA ARAÚJO Subsecretária de Planejamento, Orçamento e Administração GILLENE BARRETO BAPTISTA DA SILVA Presidente do Comitê Gestor de Tecnologia da Informação e das Comunicações - CGTIC CLÁUDIA GAMA FRANCO DE OLIVEIRA LUCAS Coordenador-Geral de Tecnologia da Informação JULIO CESAR JAPIASSU LYRA DISTRIBUIÇÃO E REPRODUÇÃO Ministério da Pesca e Aquicultura É permitida a reprodução parcial e total deste documento desde que citada à fonte

3 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO Importância da Tecnologia da Informação e Comunicação - TIC para a Sociedade Organização da TIC nas Empresas A Organização da TIC no Setor Público A Implantação do Modelo de Governança A Formação do PDTI do MPA OBJETIVO ESCOPO E ABRANGÊNCIA METODOLOGIA DE ELABORAÇÃO Seção 1: Avaliação do Negócio e Alinhamento Estratégico; Seção 2: Diagnóstico da TIC; Seção 3: Diretrizes para a Implantação das Ações de TIC; Seção 4: Plano de Metas VIGÊNCIA, ATUALIZAÇÕES E REVISÕES APRESENTAÇÃO ASPECTOS ORGANIZACIONAIS E POLÍTICO-INTITUCIONAIS Criação do Ministério da Pesca e Aquicultura Competências Legais da Organização Estrutura Orgânica O PAPEL DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO MPA Competências Regimentais da Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação Estrutura Orgânica da Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação Objetivos Estratégicos para o MPA Defesa Sanitária O MPA é responsável por um objetivo do Programa Defesa Agropecuária, cuja ementa é estruturar os serviços em sanidade e rastreabilidade pesqueira e aquícola para garantir a sustentabilidade e a qualidade dos recursos pesqueiros, tem como indicadores de implementação da política: taxa de órgãos estaduais de defesa sanitária animal com parceiras estabelecidas com MPA para ações em sanidade pesqueira e aquícola, taxa de implementação na rede oficial de laboratório de diagnóstico de enfermidades de animais aquáticos listados pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e taxa de monitoramento de resíduos e contaminantes nas áreas de produção dos moluscos bivalves Pesca e Aquicultura APRESENTAÇÃO DIAGNÓSTICO DA INFRAESTRUTURA DE TIC Infraestrutura do Ambiente Central de Processamento de Dados Equipamentos de Processamento de Dados Serviço de Backup de Dados Serviço de Gerência do Serviço de Mensageria Corporativa... 21

4 Ferramenta de Detecção e Remoção de Códigos Maliciosos Gestão da Infraestrutura e Serviços do Ambiente Central de Processamento Otimização de Desempenho Computacional de Servidores de Processamento de Dados (Virtualização de Servidores) Solução de Armazenamento Corporativo - SAN Ativos de Redes e Comunicação de Dados Solução de Rede Sem Fio - WI-FI Telefonia VOIP Demandas de Licenciamento de Software para o Ambiente Central de Processamento de Dados Links de Dados Infraestrutura para a Camada Cliente Gestão de Ativos de TIC Estações de Trabalho e Notebooks Serviços de Impressão Softwares e Aplicativos para a Camada Cliente Demandas de Modernização Tecnológica Modernização do Ambiente Físico da Central de Processamento de Dados SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Catálogo de Sistemas Estruturantes do SINPESQ Catálogo de Sistemas de Apoio ao Negócio RECURSOS HUMANOS PROCESSOS DE GESTÃO DE TIC Comitê de Tecnologia da Informação Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI Normas e Procedimentos para a Organização da TI SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO INVENTÁRIO DE NECESSIDADES APRESENTAÇÃO DIRETRIZES DE TIC PARA APOIO AS AÇÕES INSTITUCIONAIS Objetivo Estratégico n. 01: Objetivo Estratégico n. 02: Estabelecer procedimentos para a garantia de um ambiente operacional seguro com vistas a garantir a confidencialidade integridade e sigilo adequado das informações Objetivo Estratégico n. 03: Definir a arquitetura tecnológica e os processos para o desenvolvimento de sistemas no MPA Objetivo Estratégico n. 04: Garantir um Ambiente Tecnológico adequado e moderno com vistas a suportar todas as atividades finalísticas do MPA Objetivo Estratégico N. 05:

5 Manter estrutura de recursos humanos e de serviços adequada à consecução das metas estabelecidas para o MPA e para as ações de TIC Objetivo Estratégico N. 06: Munir o MPA com softwares adequados à operação das atividades das áreas finalísticas APRESENTAÇÃO ELABORAÇÃO DO PLANO ANUAL DE TIC Metodologia de Elaboração: LISTA DE ABREVIAÇÕES, ACRÔNIMOS E SIGLAS REFERÊNCIAS Normas Legais e Técnicas

6 1. INTRODUÇÃO 1.1. Importância da Tecnologia da Informação e Comunicação - TIC para a Sociedade Ao l ongo dos a nos, a i nformática t ornou-se um i nstrumento f undamental pa ra o cotidiano da s pe ssoas e, da m esma m aneira, para o funcionamento das em presas públ icas e privadas. A ent ão denominada S ociedade da Informação es tava di ante de um pa radigma que mereceria i gualmente a atenção do Governo Eletrônico. Este pa radigma s e apresentou c om o conceito de Inclusão Digital, que consiste nas ações específicas para difundir e popularizar o uso da microinformática e das redes de computadores, a exemplo da Internet. A i nserção da T ecnologia da Informação e Comunicação - TIC no c otidiano das atividades da s or ganizações, associado a o a lto gr au de de pendência, gerou a ne cessidade de se estabelecer processos formais de gestão da TIC, considerando que esta se tornou um mecanismo essencial e impulsionador dos objetivos estratégicos das empresas Organização da TIC nas Empresas Atualmente um conceito novo, de nominado Governança em T IC, se apresenta no mercado e está composto de uma série de atividades, padrões e processos que visam estabelecer as relações da TI com as expectativas de negócio da alta administração. A aplicação de um modelo de governança visa o alcance de dois objetivos básicos: garantir participação da TIC n as d ecisões estratégicas das or ganizações e o estabelecimento das ações (de T IC) de curto, m édio e l ongo pr azo, s empre vol tadas a o cumprimento da s m etas estabelecidas pela alta administração nos Planejamentos Estratégicos Institucionais (PEI) A Organização da TIC no Setor Público O Governo Federal optou pela criação do Sistema de Administração de Recursos de Informática e I nformação SISP com posto pelas ár eas t écnicas de i nformática dos ór gãos d a Administração Pública Direta e Indireta e coordenada pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação SLTI/MPOG. Decreto nº 7.579, de 11 de outubro de 2011 Art. 1 Ficam organizados, sob a forma de sistema, com a denominação de Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação - SISP, o planejamento, a coordenação, a organização, a operação, o controle e a supervisão dos recursos de tecnologia da informação dos órgãos e entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, em articulação com os demais sistemas que atuam direta ou indiretamente na gestão da informação pública federal. 6

7 O SISP tem a função de estabelecer diretrizes para a condução da TI nos órgãos da Administração Pública, be m com o de estabelecer nor mas específicas pa ra a ex ecução de atividades e serviços A Implantação do Modelo de Governança A SLTI do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, apoiada nas diversas jurisprudências exaradas pe lo e grégio T ribunal de C ontas d a U nião, publ icou Instruções Normativas, Decretos e documentos de suporte ao planejamento das atividades de Tecnologia da Informação (TI) dos órgãos que o compõem. Deste ar cabouço normativo destaca-se a Instrução N ormativa 04/ 2008 SLTI/MPOG, de 19 de maio de 2008, recentemente atualizada (IN SLTI n. 04 de 11 de setembro de 2014) que estabelece o processo de contratação de serviços de TIC e aponta para a necessidade de alinhamento estratégico institucional da TI para a consecução das suas metas. Por meio da Portaria SLTI nº. 11, de 28 de dezembro de 2008 o ó rgão central do SISP estabeleceu um conjunto de atividades que deveriam ser executadas pelos demais integrantes do Sistema com a finalidade e implantar o modelo de governança em TIC do Governo Federal. O m odelo de governança em T IC d eterminou a criação d e "instrumentos de diagnóstico, pl anejamento e gestão dos r ecursos e pr ocessos de Tecnologia d a Informação qu e visa a at ender às n ecessidades de i nformação d e um ór gão ou e ntidade pa ra um de terminado período" como premissa para qualquer contratação ou aquisição na área de TI. A este instrumento deu-se o nome de Plano Diretor de Tecnologia da Informação (PDTI) A Formação do PDTI do MPA O PDTI que ora se apresenta constitui-se instrumento de gestão da TIC alinhado às necessidades determinadas no Planejamento Institucional que resultou no PPA Pesca e A quicultura e d everá ser obs ervado pe la gestão na c ondução dos t rabalhos de T IC para os próximos anos. 2. OBJETIVO O obj etivo de ste P lano Diretor é apr esentar a s di retrizes pa ra a ex ecução dos serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação - TIC no M PA voltadas ao apoio técnico necessário à i mplementação das p rincipais a ções es tratégicas c ontidas n os P lanos E stratégicos Institucionais e na consecução das metas estabelecidas no Plano Mais Pesca e Aquicultura. Este PDTI tem como objetivo sistematizar o planejamento da gestão de TI para o biênio , contemplando as necessidades do MPA para o período. 7

8 3. ESCOPO E ABRANGÊNCIA As di retrizes es tabelecidas ne ste P DTI apl icam-se a t odas as unidades administrativas do Ministério da Pesca e Aquicultura, bem como às Superintendências Federais de Pesca e Aquicultura e a todas as demais entidades vinculadas que venham a ser criadas na forma da Lei. O documento deverá ser observado por todos os servidores do Ministério da Pesca e A quicultura, b em c omo pe los c olaboradores que pr estarão serviço em r azão de C ontrato Administrativo e por outros órgãos da Administração Pública de qualquer esfera, instituições de ensino ou empresas privadas, quando da execução de ações ou serviços de TIC mediante acordo, contrato, convênio ou termo congênere. 4. METODOLOGIA DE ELABORAÇÃO O trabalho de planejamento e execução da TI foi concebido em 4 (quatro) Seções distintas, a s aber: S eção 1 Avaliação do N egócio; S eção 2 Diagnóstico da T I; S eção 3 - Elaboração das D iretrizes pa ra a Implantação da s A ções de T IC; e S eção 4 Plano de Implementação das Ações de TIC (Plano de Metas) Seção 1: Avaliação do Negócio e Alinhamento Estratégico; Esta Seção visa i dentificar as pr incipais f unções l egais do MPA, bem com o descrever as metas institucionais estabelecidas pela alta administração. a) Identificar a missão, as estratégias e os objetivos do MPA; b) Avaliar a estrutura organizacional; e c) Identificar os principais processos operacionais Seção 2: Diagnóstico da TIC; O obj etivo de sta S eção c onsiste na a tualização do i nventário de hardware e software, sistemas e r ecursos humanos (peopleware) com enfoque direcionado à identificação de carências de recursos tecnológicos para a execução das atividades de TIC no MPA. A proposta de análise foi realizada com o seguinte enfoque temático: a) Gestão da TIC; b) Sistemas de Informação; c) Infraestrutura de TIC; d) Segurança da Informação e Comunicação; e e) Recursos Humanos. 8

9 4.3. Seção 3: Diretrizes para a Implantação das Ações de TIC; Em linha s g erais, essa Seção contempla um conj unto de di retrizes e açõe s norteadoras para a execução das ações de TIC. O trabalho proposto neste capítulo está composto dos seguintes Objetivos Estratégicos: a) Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação; b) Gestão da Segurança da Informação e Comunicação; c) Desenvolvimento e Evolução de Sistemas; d) Modernização Tecnológica e Infraestrutura para as ações de Tecnologia da Informação e Comunicação; e e) Gestão de R ecursos H umanos e S erviços d e T ecnologia da Informação e Comunicação Seção 4: Plano de Metas Esta Seção contempla um modelo para a elaboração do Plano de Metas vinculado às ações estratégicas de TIC. As ações e metas estabelecidas para a TIC deverão ser elaboradas anualmente pela área t écnica de i nformática e s ubmetidas ao Comitê Gestor de T ecnologia da Informação e das Comunicações para a priorização, aprovação e acompanhamento da sua implantação. 5. VIGÊNCIA, ATUALIZAÇÕES E REVISÕES O P lano Diretor d e T ecnologia da Informação PDTI visa o at endimento às demandas, políticas e estratégias relativas ao biênio , sendo pertinente sua atualização a cada ano. O P lano de M etas A nual s e c onstitui c omo um documento de revisão d as m etas estabelecidas para a TIC. Deverá ser proposto pela área técnica de informática e encaminhado para a deliberação do Comitê Gestor de Tecnológica da Informação e das Comunicações - CGTIC. A revisão, parcial ou total, do Plano Diretor de Tecnologia da Informação somente ocorrerá po r d eliberação do C GTIC, n a f orma que pr evê o R egimento Interno, pode ndo s er destacado subgrupo específico para a proposição do novo Plano Diretor. 9

10 PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - PDTI SEÇÃO I AVALIAÇÃO DO NEGÓCIO E ALINHAMENTO ESTRATÉGICO 10

11 1. APRESENTAÇÃO Está S eção vi sa d escrever as pr incipais f unções l egais do M PA, bem com o identificar as principais metas institucionais estabelecidas pela alta administração. O m apeamento das funções or gânicas da i nstituição é essencial na d efinição das ações de TIC, suas metas e pr ioridades. Além disso, a ex ecução de metas de TIC com base em prioridades estabelecidas, e m c onjunto ou i ndividualmente, pe las á reas de ne gócio, é es sencial para que a área técnica de TIC elabore sua estrutura de atendimento, de prestação de serviços e de infraestrutura. 2. ASPECTOS ORGANIZACIONAIS E POLÍTICO-INTITUCIONAIS 2.1 Criação do Ministério da Pesca e Aquicultura O Ministério da Pesca e Aquicultura foi criado por meio da Lei n de 26 de junho de E m m omento s eguinte, o Chefe do Poder E xecutivo expediu o D ecreto Regulamentador n , de 29 de setembro de 2009, estabelecendo a Estrutura Regimental do MPA. 2.2 Competências Legais da Organização A Lei /2009 estabeleceu as seguintes competências ao Ministério da Pesca e Aquicultura: a) Definir a P olítica N acional P esqueira e Aquícola, a brangendo p rodução, transporte, beneficiamento, transformação, comercialização, abastecimento e armazenagem; b) Fomentar a produção pesqueira e aquícola; c) Implantar e gerir a infraestrutura de apoio à produção, ao beneficiamento e à comercialização do pescado e de fomento à pesca e aquicultura; d) Organizar e manter o Registro Geral da Pesca; e) Dispor sobre a sanidade pesqueira e aquícola; f) Dispor e normatizar atividades de aquicultura e pesca; g) Executar a f iscalização das atividades de aquicultura e pe sca no âmbito de suas atribuições e competências; h) Conceder as l icenças, permissões e aut orizações pa ra o exercício da aquicultura e da s s eguintes m odalidades d e pe sca no t erritório na cional, compreendendo as á guas c ontinentais e int eriores e o mar te rritorial d a Plataforma C ontinental, da Zona E conômica E xclusiva, áreas adj acentes e águas internacionais, excluídas as Unidades de Conservação federais e s em prejuízo das licenças ambientais previstas na legislação vigente: 11

12 Pesca com ercial, compreendendo as categorias i ndustriais e artesanais; Pesca de espécimes ornamentais; Pesca de subsistência; Pesca amadora ou desportiva. i) Autorizar o arrendamento de em barcações es trangeiras de pe sca e de s ua operação, obs ervados o s l imites de s ustentabilidade e stabelecidos e m conjunto com o Ministério do Meio Ambiente; j) Operacionalizar a c oncessão da s ubvenção econômica a o pr eço do ól eo diesel instituída pela Lei no 9.445, de 14 de março de 1997; k) Executar atividades de pesquisas pesqueiras e aquícola; e l) Fornecimento ao Ministério do Meio Ambiente dos dados do Registro Geral da P esca r elativos às l icenças, permissões e aut orizações conc edidas pa ra pesca e aquicultura, para f ins de r egistro automático dos be neficiários n o Cadastro Técnico Federal de A tividades P otencialmente P oluidoras e utilizadoras de Recursos Ambientais. 2.3 Estrutura Orgânica A estrutura orgânica do Ministério da Pesca e Aquicultura MPA está definida na Portaria MPA/GM n. 523 de 02 de Dezembro de 2010, DOU 03/12/ O PAPEL DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO MPA A estrutura de TIC do MPA está organizada sob a forma de Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação, s ubordinada à Subsecretaria de P lanejamento Orçamento e Administração - SPOA, conforme disciplinado no Decreto n de 29 de setembro de 2009, que define a estrutura regimental e Portaria MPA/GM n. 523 de 02 de Dezembro de 2010, D OU 03/12/2010, que estabelece o Regimento Interno. 3.1 Competências Regimentais da Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação a) Propor pol íticas, di retrizes, nor mas e pr ocedimentos que or ientem e disciplinem a ut ilização dos r ecursos relacionados à T ecnologia d a Informação no M inistério, e m c onsonância c om o pl anejamento institucional, bem como verificar seu cumprimento; b) Promover, e m c onsonância c om a s di retrizes a provadas pe lo M inistério, estudo pr évio de vi abilidade e d e e xequibilidade de d esenvolvimento, 12

13 contratação e m anutenção das s oluções de t ecnologia e s istemas de informação; c) Oferecer soluções de tecnologia de sistemas de informação; d) Manter o controle patrimonial do parque de informática; e) Propor pol íticas de segurança d a informação relacionadas à Tecnologia da Informação, bem com o ve rificar a ef iciência das açõe s i mplantadas no âmbito do Ministério; f) Promover a a tividade de pr ospecção de nov as t ecnologias vol tadas p ara a área de Tecnologia da Informação; g) Disseminar e incentivar o uso de soluções de Tecnologia da Informação; h) Promover a articulação, com out ros ór gãos do P oder E xecutivo F ederal e demais Poderes, em temas relacionados à Tecnologia da Informação; i) Propor m edidas pa ra garantir a s egurança de i nformações s igilosas e estratégicas, mantidas na s ba ses de da dos dos s istemas de i nformação do Ministério; e j) Exercer out ras at ribuições que l he f orem com etidas pe la S ubsecretaria d e Planejamento, Orçamento e Administração. 3.2 Estrutura Orgânica da Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação O R egimento Interno do M PA e struturou a c ompetências d as uni dades administrativas do ór gão a té o ní vel de C oordenação-geral. P ortanto a C TI nã o pos sui, oficialmente, atribuições definidas para suas unidades subordinadas. CTI Coordenação Geral de Tecnologia da Informação Coordenação de Infraestrutura e Operações Divisão Divisão Assistente Técnico Figura 01: Organograma Interpretativo da CTI 13

14 4. ALINHAMENTO COM A ESTRATÉGIA DO MPA A C TI/MPA pos sui a tribuições r egimentais com o e scopo de pr over t odos os insumos tecnológicos de informática e telecomunicações, em articulação com as áreas finalísticas e com o corpo da alta administração, com o fito de impulsionar as diversas açõ es elencadas no Planejamento do MPA. A C TI/MPA, c omo u ma uni dade vi nculada a S ubsecretaria de P lanejamento, Orçamento e A dministração, pos sui a tribuições de dot ar o M PA de i nfraestrutura a dequada de equipamentos e sistemas de informação para a operação das atividades administrativas do órgão. Para o atendimento das atribuições institucionais da Coordenação, foram definidos os Objetivos Estratégicos para a tecnologia da informação e comunicações, enumerados a seguir. Promover a Governança de TI no MPA Aprimorar a gestão de TI no MPA Aumentar a disponibilização e ampliar a maturidade de serviços públicos por meios eletrônicos Melhorar continuamente a prestação de serviços de TI no MPA Garantir a disponibilidade das informações por meios eletrônicos em conformidade com padrões de acessibilidade Estimular a terceirização das atividades de execução, priorizando a atuação dos servidores do MPA em atividades de gestão. Aprimorar a gestão orçamentária de recursos de TI OBJETIVOS Fornecer serviços e aplicativos multiplataforma, priorizando ESTRATÉGICOS soluções, programas e serviços baseados em software livre que promovam a otimização de recursos e investimentos em tecnologia da informação. Restringir o crescimento do legado baseado em tecnologia proprietária, realizando a migração gradativa desses sistemas para plataformas livres. Aprimorar a gestão dos sistemas informatizados do MPA Apoiar a modernização dos sistemas estruturantes do MPA Prover e melhorar continuamente a infraestrutura de TI do MPA Promover a segurança da informação e comunicação no MPA Investir na capacitação dos servidores de TI do MPA 14

15 D1 D2 D3 D4 D5 D6 D7 D8 D9 D10 D11 D12 D13 D14 D15 D16 Diretrizes PDTI MPA Promover a governança de TI no MPA Buscar excelência, inovação e criatividade na gestão Garantir que as propostas orçamentárias de TIC sejam elaboradas com base em planejamentos e alinhadas com os objetivos de negócio Terceirizar atividades de execução, possibilitando a atuação dos servidores do quadro do MP em atividades de gestão Garantir a disponibilidade e integridade da informação Estabelecer, gerir, incentivar e manter políticas públicas por meios eletrônicos Investir no aumento da produtividade e otimização dos recursos de TI Promover a melhoria dos sistemas de informação do MPA Buscar a integração entre os sistemas de gestão governamental Estimular a adoção de metodologia de desenvolvimento de sistemas, procurando assegurar padronização, integridade e segurança Adotar padrões abertos no desenvolvimento de tecnologia da informação e comunicação Promover o atendimento às normas de acessibilidade (e-mag) e interoperabilidade do Governo Eletrônico (e-ping), incluindo padrões de governança Garantir a segurança da informação e comunicações Buscar a melhoria contínua da infraestrutura de TI Manter os processos internos de TI mapeados, formalizados, mensurados e otimizados Promover capacitação/formação de servidores de TI no MPA O MPA se encontra com atribuições e com petências dispostas em dois programas inscritos no P lano Plurianual - PPA : Defesa Agropecuária e P esca e Aquicultura, que se desdobram em cinco Objetivos. Esses Objetivos compreendem desde o apoio à implantação e funcionamento de i nfraestrutura e uni dades i ntegrantes da c adeia pr odutiva; a c apacitação dos profissionais do s etor a quícola e pe squeiro; a i mplantação de m ecanismos de gestão conjunta e compartilhada dos recursos pesqueiros; a promoção da assistência técnica e ex tensão pesqueira e aquícola; o m onitoramento da a tividade a quícola e pe squeira; o R egistro G eral da Atividade Pesqueira RGP; além dos trabalhos relacionados à pesquisa, divulgação, intercâmbio e gestão da informação, entre outros. O P lano Safra da P esca e A quicultura, criado para f ortalecer o setor pe squeiro brasileiro, pr evê o i nvestimento de 4,1 bi lhões de r eais a té 2014, vi sando e levar a pr odução de pescado. 15

16 Há que se considerar ainda a existência de Planos setoriais, como o Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - Plansan ; o Projeto Esplanada Sustentável, que objetiva reduzir gastos na administração federal; o Plano N acional de A groecologia e P rodução Orgânica Planapo; o Plano Interministerial de Combate à Pesca Ilegal no Brasil; entre outros. 4.1 Objetivos Estratégicos para o MPA Defesa Sanitária O M PA é r esponsável por um obj etivo do Programa D efesa A gropecuária, c uja ementa é estruturar os serviços em sanidade e rastreabilidade pesqueira e aquícola para garantir a sustentabilidade e a q ualidade dos r ecursos pe squeiros, que tem c omo i ndicadores de implementação da pol ítica: t axa de ór gãos es taduais de de fesa s anitária ani mal com pa rceiras estabelecidas com MPA para ações em sanidade pesqueira e aquícola, taxa de implementação na rede of icial de l aboratório de di agnóstico de en fermidades d e ani mais aquáticos l istados pe la Organização Mundial de S aúde A nimal ( OIE) e taxa de m onitoramento de r esíduos e contaminantes nas áreas de produção dos moluscos bivalves. Para o alcance do Objetivo, foram es tabelecidas 11 metas, que i ncluem o credenciamento de estações quarentenárias, estabelecimento de métodos oficiais para diagnóstico de en fermidades e o controle do t rânsito na cional de a nimais aquáticos, o m onitoramento dos sistemas de pr odução, o m onitoramento de r esíduos e c ontaminantes n aturais e a rtificiais nos recursos pesqueiros, a publicação de Análises de Risco de Importação e Planos de Contingência para Doenças de Animais Aquáticos, e a manutenção de um centro de referência da Rede Nacional de Identificação Molecular do Pescado (RENIMP). Para o alcance d as m etas es tabelecidas no P PA , serão necessários o aprimoramento e o d esenvolvimento de s istemas de gestão como o S istema de Informação da Sanidade Pesqueira e Aquícola SiSAP e como módulo desse sistema, deverá ser desenvolvido o Sistema de Alerta do Programa Nacional de Controle Higiênico e Sanitário de Moluscos Bivalves SisALERTA Pesca e Aquicultura O P rograma P esca e A quicultura c omposto por qua tro O bjetivos t em a g rande maioria das metas sob responsabilidade do MPA. O Objetivo Promover a produção aquícola e pesqueira de forma sustentável com foco no pot encial br asileiro e nos r ecursos sub-explotados e i nexplotados t em a m aior expressividade entre os objetivos do programa, as metas que vem colaborando diretamente para o aumento da pr odução são aquelas r elacionadas à ope ração de p arques aquí colas estudos, 16

17 demarcação, regularização e i mplantação; a capa citação de ex tensionistas, pescadores e aquicultores; a extensão aquícola e pesqueira; o apoio ao desenvolvimento da cadeia produtiva. O Objetivo Implementar infraestruturas integrantes da cadeia produtiva aquícola e pesqueira para promover a produção, a agregação de valor e a qualidade dos produtos aquícolas e pesqueiros nacionais abarca as ações estruturantes da cadeia produtiva, como a implantação de terminais pesqueiros, adequação e implantação de viveiros / tanques escavados para aquicultura, unidades de processamento de pescado, apoio produtivo para organismos ornamentais, e Centros Integrados da Pesca Artesanal Cipar. O Ob jetivo Promover a i nclusão social, o acesso à ci dadania, à educ ação e à qualificação pr ofissional c om vi stas à m elhoria da qua lidade de vi da dos t rabalhadores e trabalhadoras da pesca e aquicultura tem sido buscado pelo MPA para os trabalhadores da pesca e da aquicultura por meio de ações de capacitação, inclusão digital e d a regularização das áreas historicamente utilizadas pelas famílias para a atividade econômica. O O bjetivo Orientar a ge stão da at ividade pesqueira pa ra a pr omoção da exploração sustentável dos recursos pesqueiros relaciona atividades voltadas ao cumprimento da legislação referente às competências compartilhadas entre MPA e M MA, e es tabelece como uma de s uas M etas Desenvolver 2 sistemas de i nformação pa ra a col eta e a gestão dos d ados dos programas de m onitoramento e c ontrole. Estão i nseridas ne ste O bjetivo a s a ções de monitoramento realizadas dentro do R egistro Geral da Atividade Pesqueira RGP, embora suas atividades não estejam contempladas diretamente pelo Programa. Toda a ção pr evista ne ste P DTI está r elacionada a p elo menos um de stes objetivos. O P DTI é um ins trumento estratégico e tá tico de impl ementação do Planejamento do Ministério, e que por sua vez, está alinhado às orientações estratégicas do Plano Plurianual da União (PPA ). 17

18 PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PDTI SEÇÃO II DIAGNÓSTICO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 18

19 1. APRESENTAÇÃO O t rabalho pr oposto n esta S eção t em por obj etivo de screver a s ituação atual dos serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação em todas as suas áreas de conhecimentos e propósitos. O estudo proposto abrange um inventário completo da infraestrutura de informática e t elecomunicações (hardware e software), de recursos humanos (peopleware), ne cessidades de licenciamento de software e de sistemas de informação operantes no órgão. Por fim, serão destacados os processos de gestão de TIC atualmente implantados na organização, bem com o sua ade rência aos marcos r egulatórios do m odelo de governança estabelecido p elo G overno F ederal pa ra os ór gãos i ntegrantes do S istema de A dministração de Recursos de Informática e I nformação SISP, as questões relacionadas a processos de gestão da segurança da informação e sua aderência às determinações do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República GSI-PR. Na conclusão desta etapa, serão destacadas as p rincipais i niciativas ne cessárias à ampliação / modernização dos serviços de TIC, bem como a proposição de novas tecnologias a serem agregadas ao MPA. 2. DIAGNÓSTICO DA INFRAESTRUTURA DE TIC Na ár ea de i nformática é ba stante r azoável pr omover um a cl assificação dos ambientes ope racionais de acor do com as car acterísticas de us abilidade dos r ecursos disponibilizados para o órgão. Para o escopo deste Plano Diretor aplicar-se-á uma divisão dos recursos de TIC em dois segmentos: 1) A infraestrutura para o ambiente central de processamento de dados (CPD) ou camada servidora que será composta p elo c onjunto de ha rdwares e s oftwares que s ão disponibilizados pa ra o a tendimento c orporativo dos s erviços de r ede de da dos e comunicações, bem como para a operação dos sistemas e subsistemas do MPA; e 2) A infraestrutura cliente ou camada cliente que agrega o conjunto de hardwares, softwares e pr ocessos d estinados a o acesso e m anuseio dos s istemas, subsistemas e de mais s erviços corporativos operados pela camada servidora e, ainda, para a operação local de atividades administrativas da organização. 19

20 Infraestrutura do Ambiente Central de Processamento de Dados Equipamentos de Processamento de Dados Os servidores do ambiente central de processamento de dados são responsáveis pela operação de todos os serviços disponibilizados pelo ambiente central. Os equipamentos operam serviços de aplicação e banco de dados para os sistemas e subsistemas do MPA, além dos demais softwares e ferramentas de gestão e controle do ambiente operacional. Em es tudos pr eliminares r ealizados pe la C TI, verificou-se que a cont ratação de serviços de m anutenção as sociados à aqui sição de com ponentes pa ra atualização tecnológica (upgrade) dos e quipamentos é a ntieconômico pa ra a administração. Desse m odo, a m elhor maneira de atualizar o parque operacional do órgão é realizar a aquisição de novos equipamentos em regime de garantia estendido (36 ou 48 meses). O MPA possui hoje o seguinte quadro de equipamentos: SERVIDORES DE PROCESSAMENTO DE DADOS MODELO CPU QUANTIDADE GARANTIA HP Proliant DL 585 HP Proliant DL 380 G5 HP Proliant DL 380 G7 Sun Fire X4450 (distribuídos nos estados) 4X AMD Opteron 8218 DualCore 4X Intel Xeon E5320 DualCore 2X Intel Xeon QuadCore 4X Intel Xeon E7340 DualCore 3 4 Garantia Vencida em 2011 Garantia Vencida em Garantia vence em TOTAL 32 Garantia Vencida em 2011 Quadro 01 Quantidade de Servidores de Processamento de dados do MPA Planejamento: Aquisição de novos servidores de processamento de dados em regime de garantia estendida (36 ou 48 meses) Serviço de Backup de Dados A realização dos serviços de backup constitui uma das maneiras mais seguras para garantia de salvaguarda de informações corporativas, bem como para garantir a continuidade de negócios na eventualidade de ocorrência de incidentes de segurança. 20

MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA. Plano Diretor de Tecnologia da Informação 2015-2016

MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA. Plano Diretor de Tecnologia da Informação 2015-2016 MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA Plano Diretor de Tecnologia da Informação 2015-2016 Brasília-DF, agosto de 2015 APRESENTAÇÃO Ministro de Estado da Pesca e Aquicultura HELR BARBALHO Secretário-Executivo

Leia mais

PORTARIA Nº 7.596, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2014.

PORTARIA Nº 7.596, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2014. PORTARIA Nº 7.596, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2014. Regulamenta as atribuições e responsabilidades da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicações do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região e dá

Leia mais

Plano Diretor de Tecnologia

Plano Diretor de Tecnologia Governo Federal Ministério da Cultura Fundação Cultural Palmares Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação 2013 2015 Brasília DF 2013 Presidenta da República Dilma Vana Rousseff Ministério

Leia mais

PDTI - Definição. Instrumento de diagnóstico, planejamento e

PDTI - Definição. Instrumento de diagnóstico, planejamento e PDTI - Definição Instrumento de diagnóstico, planejamento e gestão dos recursos e processos de Tecnologia da Informação que visa atender às necessidades tecnológicas e de informação de um órgão ou entidade

Leia mais

Pode Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE DIREÇÃO E CHEFIAS DA SETIC

Pode Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE DIREÇÃO E CHEFIAS DA SETIC Pode Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE DIREÇÃO E CHEFIAS DA SETIC 1. Diretor da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação Coordenar

Leia mais

Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina

Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação (PETI) Secretaria de Tecnologia da Informação Florianópolis, março de 2010. Apresentação A informatização crescente vem impactando diretamente

Leia mais

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727)

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Pergunta: Sua resposta Data de envio: 13/06/2014 14:08:02 Endereço IP: 177.1.81.29 1. Liderança da alta administração 1.1. Com

Leia mais

..: FormSus :.. http://formsus.datasus.gov.br/site/popup_unidade_detalhe.php?id_aplica...

..: FormSus :.. http://formsus.datasus.gov.br/site/popup_unidade_detalhe.php?id_aplica... 1 de 1 19/4/212 17:17 EGTI 211/212 - Autodiagnostico 21 Imprimir Identificação 1. Qual a identificação do órgão? AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS 2. Qual o âmbito de preenchimento do formulário?

Leia mais

Planejamento Estratégico da Tecnologia da Informação (PETI)

Planejamento Estratégico da Tecnologia da Informação (PETI) 00 dd/mm/aaaa 1/15 ORIGEM Instituto Federal da Bahia Comitê de Tecnologia da Informação ABRANGÊNCIA Este da Informação abrange todo o IFBA. SUMÁRIO 1. Escopo 2. Documentos de referência 3. Metodologia

Leia mais

SEPLAN. Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico. RESOLUÇÃO Nº 003/2006 - CEPINF de 15 de agosto de 2006.

SEPLAN. Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico. RESOLUÇÃO Nº 003/2006 - CEPINF de 15 de agosto de 2006. RESOLUÇÃO Nº 003/2006 - CEPINF de 15 de agosto de 2006. DEFINE a Política de Informática do Estado do Amazonas. O PRESIDENTE DO COMITÊ ESTADUAL DE POLÍTICA DE INFORMÁTICA, no uso de suas atribuições legais,

Leia mais

Regimento da Superintendência de Tecnologia da Informação

Regimento da Superintendência de Tecnologia da Informação SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Regimento da Superintendência de Tecnologia da Informação DOS OBJETIVOS E ORGANIZAÇÃO DA SUPERINTENDÊNCIA Capítulo I - DA

Leia mais

CTI Coordenadoria de Tecnologia da Informação

CTI Coordenadoria de Tecnologia da Informação Coordenadoria de Tecnologia da Informação Estrutura CTI Infraestrutura e Telecomunicações Suporte Técnico CTI Contratos Desenvolvimento de Sistemas 2 0 0 7 equipe técnica insuficiente. equipamentos obsoletos.

Leia mais

Governança de TI no Governo. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Paulo Roberto Pinto

Governança de TI no Governo. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Paulo Roberto Pinto Governança de TI no Governo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Paulo Roberto Pinto Agenda Agenda Contexto SISP IN SLTI 04/2008 EGTI Planejamento

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Institui o Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação no âmbito do Poder Judiciário. O PRESIDENTE DO CONSELHO

Leia mais

Planejamento 2008 Comitê Técnico de Implementação de Software Livre - CISL

Planejamento 2008 Comitê Técnico de Implementação de Software Livre - CISL Planejamento 2008 Comitê Técnico de Implementação de Software Livre - CISL Diretrizes, ações e objetivos para implementação de Software Livre no Governo Federal 2009/2010. I Fórum de Tecnologia em Software

Leia mais

É PARA VOCÊ QUE FAZEMOS O MELHOR. Somos feitos de gente + serviços + tecnologia Existimos para te servir.

É PARA VOCÊ QUE FAZEMOS O MELHOR. Somos feitos de gente + serviços + tecnologia Existimos para te servir. É PARA VOCÊ QUE FAZEMOS O MELHOR Somos feitos de gente + serviços + tecnologia Existimos para te servir. 03 GENESES TI QUEM SOMOS QUEREMOS FALAR UM POUCO DE NÓS PARA VOCÊ. Temos a qualidade para garantir

Leia mais

PLANO DIRETOR DE INFORMÁTICA Outubro de 2014

PLANO DIRETOR DE INFORMÁTICA Outubro de 2014 PLANO DIRETOR DE INFORMÁTICA Outubro de 2014 DIVISÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - DTI PLANO DIRETOR DE INFORMÁTICA - 1 SUMÁRIO 1. OBJETIVOS 2. CENÁRIO ATUAL DE TI 2.1. AVALIAÇÃO E DIAGNÓSTICO DO CENÁRIO

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO SETIC CAPÍTULO I CATEGORIA

REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO SETIC CAPÍTULO I CATEGORIA REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO SETIC CAPÍTULO I CATEGORIA Art. 1º. A Secretaria de Tecnologia de Informação e Comunicação SETIC é um Órgão Suplementar Superior

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727)

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Pergunta: Sua resposta Data de envio: 12/06/2014 13:58:56 Endereço IP: 200.252.42.196 1. Liderança da alta administração 1.1. Com

Leia mais

PDTI UFLA: Plano Diretor de Tecnologia da Informação Segundo Modelo de Referência da SLTI/MPOG

PDTI UFLA: Plano Diretor de Tecnologia da Informação Segundo Modelo de Referência da SLTI/MPOG PDTI UFLA: Plano Diretor de Tecnologia da Informação Segundo Modelo de Referência da SLTI/MPOG Forplad Regional Sudeste 22 de Maio de 2013 Erasmo Evangelista de Oliveira erasmo@dgti.ufla.br Diretor de

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO DIRETORIA DE SISTEMAS E INFORMAÇÃO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO DIRETORIA DE SISTEMAS E INFORMAÇÃO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO DIRETORIA DE SISTEMAS E INFORMAÇÃO PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO BIÊNIO 2014/2015 DSI/CGU-PR Publicação - Internet Sumário 1. RESULTADOS

Leia mais

Modelo de Referência 2011-2012

Modelo de Referência 2011-2012 MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação - SLTI Modelo de Referência 2011-2012 Plano Diretor de Tecnologia de Informação Ministério do Planejamento,

Leia mais

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727)

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Pergunta: Sua resposta Data de envio: 08/08/2014 19:53:40 Endereço IP: 150.164.72.183 1. Liderança da alta administração 1.1. Com

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Art. 1º - A Diretoria de Tecnologia de Informação e Comunicação DTIC da Universidade FEDERAL DO ESTADO DO RIO

Leia mais

Minuta Relatório de resultados do PDTI anterior

Minuta Relatório de resultados do PDTI anterior RELATÓRIO DE RESULTADOS DO PDTI ANTERIOR Outubro de 2011 Elaborado pelo Grupo de Trabalho Intersetorial para elaboração do Plano Diretor de Tecnologia de Informação PDTI, nos termos da Portaria nº 4551,

Leia mais

Questionário de Governança de TI 2014

Questionário de Governança de TI 2014 Questionário de Governança de TI 2014 De acordo com o Referencial Básico de Governança do Tribunal de Contas da União, a governança no setor público compreende essencialmente os mecanismos de liderança,

Leia mais

Anexo 7 Demandas oriundas das recomendações da Estratégia Geral de Tecnologia da Informação. Indicadores. Descrição 2011 2012

Anexo 7 Demandas oriundas das recomendações da Estratégia Geral de Tecnologia da Informação. Indicadores. Descrição 2011 2012 Plano Diretor Tecnologia da Informação 2012-2013 146 Anexo 7 Demandas oriundas das recomendações da Estratégia Geral Tecnologia da Informação Objetivos Objetivo 1 - Aprimorar a Gestão Pessoas TI (Cobit

Leia mais

ANEXO X REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE LOGÍSTICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CAPÍTULO I CATEGORIA E FINALIDADE

ANEXO X REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE LOGÍSTICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CAPÍTULO I CATEGORIA E FINALIDADE (Portaria GM-MP nº 220, de 25 de junho de 2014 ) ANEXO X REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE LOGÍSTICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CAPÍTULO I CATEGORIA E FINALIDADE Art. 1º À Secretaria de Logística e Tecnologia

Leia mais

Incentivar a inovação em processos funcionais. Aprimorar a gestão de pessoas de TIC

Incentivar a inovação em processos funcionais. Aprimorar a gestão de pessoas de TIC Incentivar a inovação em processos funcionais Aprendizagem e conhecimento Adotar práticas de gestão participativa para garantir maior envolvimento e adoção de soluções de TI e processos funcionais. Promover

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Federal de Pelotas Tecnologia da Informação

Ministério da Educação Universidade Federal de Pelotas Tecnologia da Informação Ministério da Educação Universidade Federal de Pelotas Tecnologia da Informação Relatório de Gestão 2011/2012 Centro de Gerenciamento de Informações e Concursos - CGIC Introdução A principal finalidade

Leia mais

Avaliação dos Resultados do Planejamento de TI anterior

Avaliação dos Resultados do Planejamento de TI anterior Avaliação dos Resultados do Planejamento de TI anterior O PDTI 2014 / 2015 contém um conjunto de necessidades, que se desdobram em metas e ações. As necessidades elencadas naquele documento foram agrupadas

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA

MINISTÉRIO DA FAZENDA MINISTÉRIO DA FAZENDA Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional PGFN Departamento de Gestão Corporativa - DGC Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação - CTI CATÁLOGO DE SERVIÇOS DE TECNOLOGIA Infraestrutura

Leia mais

Relatório de Gestão DGTI

Relatório de Gestão DGTI Relatório de Gestão DGTI 1.Contextualização Histórico Administrativa Com o projeto de expansão do Governo Federal que criou os Institutos Federais em todo o Brasil, o antigo Centro Federal de Educação

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇAO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE TI

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇAO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE TI MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇAO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE TI Plano de Trabalho Elaboração do Plano Diretor de Tecnologia da Informação

Leia mais

Ângela F. Brodbeck. Ana Maria Rizzo Silva

Ângela F. Brodbeck. Ana Maria Rizzo Silva Alinhamento Estratégico entre TI e Negócio Alinhamento entre Ações Estratégicas, Processos e iniciativas de Tecnologia de Informação Novembro, 2013 Ângela F. Brodbeck Universidade Federal do Rio Grande

Leia mais

ANEXO X DIAGNÓSTICO GERAL

ANEXO X DIAGNÓSTICO GERAL ANEXO X DIAGNÓSTICO GERAL 1 SUMÁRIO DIAGNÓSTICO GERAL...3 1. PREMISSAS...3 2. CHECKLIST...4 3. ITENS NÃO PREVISTOS NO MODELO DE REFERÊNCIA...11 4. GLOSSÁRIO...13 2 DIAGNÓSTICO GERAL Este diagnóstico é

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO DIRETORIA DE SISTEMAS E INFORMAÇÃO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO DIRETORIA DE SISTEMAS E INFORMAÇÃO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO DIRETORIA DE SISTEMAS E INFORMAÇÃO PLANO ESTRATÉGICO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TRIÊNIO /2015 DSI/CGU-PR Publicação - Internet 1 Sumário 1. RESULTADOS

Leia mais

Diretoria de Informática

Diretoria de Informática Diretoria de Informática Estratégia Geral de Tecnologias de Informação para 2013-2015 EGTI 2013-2015 Introdução: Este documento indica quais são os objetivos estratégicos da área de TI do IBGE que subsidiam

Leia mais

PORTARIA N Nº 189 Rio de Janeiro, 17 de Abril de 2013.

PORTARIA N Nº 189 Rio de Janeiro, 17 de Abril de 2013. PORTARIA N Nº 189 Rio de Janeiro, 17 de Abril de 2013. ACRESCENTA À ARQUITETURA DE PADRÕES TECNOLÓGICOS DE INTEROPERABILIDADE -, NO SEGMENTO DISPOSITIVOS DE ACESSO, O PADRÃO TECNOLÓGICO CONFIGURAÇÃO MÍNIMA

Leia mais

Orientações para contratação de SIGAD e serviços correlatos

Orientações para contratação de SIGAD e serviços correlatos Conselho Nacional de Arquivos Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos Orientação Técnica n.º 1 Abril / 2011 Orientações para contratação de SIGAD e serviços correlatos Este documento tem por objetivo

Leia mais

Software Livre e proprietário: Coexistência de diferentes formas de Licenciamento, interoperabilidade e eficiência na inclusão digital e social.

Software Livre e proprietário: Coexistência de diferentes formas de Licenciamento, interoperabilidade e eficiência na inclusão digital e social. Software Livre e proprietário: Coexistência de diferentes formas de Licenciamento, interoperabilidade e eficiência na inclusão digital e social. Palestrante: Paulo Cesar Alves 19/09/2005 Agenda Formulação

Leia mais

RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011

RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011 RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011 Dispõe sobre a Política de Governança de Tecnologia da Informação do Tribunal de Contas da União (PGTI/TCU). O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso de suas

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 Versão 1.0 1 APRESENTAÇÃO O Planejamento

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS P á g i n a 1 / 13 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES

Leia mais

Gestão e Tecnologia da Informação

Gestão e Tecnologia da Informação Gestão e Tecnologia da Informação Superintendência de Administração Geral - SAD Marcelo Andrade Pimenta Gerência-Geral de Gestão da Informação - ADGI Carlos Bizzotto Gilson Santos Chagas Mairan Thales

Leia mais

Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação PDTI Plano Diretor de Tecnologia da Informação

Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação PDTI Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI Plano Diretor de Tecnologia da Informação 1 Agenda Contexto SISP Planejamento de TI PDTI 2 SISP Sistema de Administração dos Recursos de Informação e Informática Decreto nº 1.048, de 21 de janeiro

Leia mais

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul Planejamento Estratégico de TIC da Justiça Militar do Estado do Rio Grande do Sul MAPA ESTRATÉGICO DE TIC DA JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO (RS) MISSÃO: Gerar, manter e atualizar soluções tecnológicas eficazes,

Leia mais

Departamento de Tecnologia da Informação

Departamento de Tecnologia da Informação Departamento de Tecnologia da Informação Objetivos O DTI é o departamento responsável por toda a arquitetura tecnológica do CRF- SP, ou seja, compreende todo o conjunto de hardware/software necessário

Leia mais

Plano Diretor de Tecnologia da Informação (PDTI) Plano de Trabalho

Plano Diretor de Tecnologia da Informação (PDTI) Plano de Trabalho Plano Diretor de Tecnologia da Informação (PDTI) Plano de Trabalho Versão 1.0 Superintendência da Gestão Técnica da Informação SGI Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Índice INTRODUÇÃO... 3 FINALIDADE...

Leia mais

Marcelo Narvaes Fiadeiro Subsecretário de Planejamento, Orçamento e Administração

Marcelo Narvaes Fiadeiro Subsecretário de Planejamento, Orçamento e Administração Marta Suplicy Ministra da Cultura Ana Cristina Wanzeler Secretária-Executiva Marcelo Narvaes Fiadeiro Subsecretário de Planejamento, Orçamento e Administração Paulo Cesar Kluge Coordenador-Geral de Tecnologia

Leia mais

RESOLUÇÃO CNJ nº 90/09

RESOLUÇÃO CNJ nº 90/09 RESOLUÇÃO CNJ nº 90/09 29 de setembro de 2009 PLANO DE TRABALHO - PDTI O presente Plano de Trabalho objetiva o nivelamento do Tribunal de Justiça do Estado de Roraima aos requisitos de tecnologia da informação

Leia mais

ANEXO I. Colegiado Gestor e de Governança

ANEXO I. Colegiado Gestor e de Governança ANEXO I CENTRO DE SERVIÇOS COMPARTILHADOS DO CAU Política de Governança e de Gestão da Tecnologia da Informação do Centro de Serviço Compartilhado do Conselho de Arquitetura e Urbanismo Colegiado Gestor

Leia mais

PROJETO POR UM SISTEMA NACIONAL DE OUVIDORIAS PÚBLICAS: POSSIBILIDADES E OBSTÁCULOS

PROJETO POR UM SISTEMA NACIONAL DE OUVIDORIAS PÚBLICAS: POSSIBILIDADES E OBSTÁCULOS PROJETO POR UM SISTEMA NACIONAL DE OUVIDORIAS PÚBLICAS: POSSIBILIDADES E OBSTÁCULOS Natureza dos problemas ESTRUTURAL E CONJUNTURAL Estrutural 1. Ausência de efetividade em alguns modelos de ouvidorias.

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC Código: NO01 Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região Comitê de Segurança da Informação Secretaria de Tecnologia da Informação Núcleo de Segurança da Informação Revisão: 00 Vigência:20/04/2012 Classificação:

Leia mais

A TI E O PPA 2012-2015

A TI E O PPA 2012-2015 Governo do Estado de Mato Grosso Conselho Superior do Sistema Estadual de Informação e Tecnologia da Informação Sistema Estadual de Informação e Tecnologia da Informação WORKSHOP A TI E O PPA 2012-2015

Leia mais

PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTAÇÃO) Recurso de Todas as Fontes R$ 1,00 FUNCIONAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZADOR/PRODUTO

PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTAÇÃO) Recurso de Todas as Fontes R$ 1,00 FUNCIONAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZADOR/PRODUTO ÓÃ: 47000 - inistério do lanejamento, rçamento e estão A: 47101 - inistério do lanejamento, rçamento e estão AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 CAL AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001, 10 de março de 2009. FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA GABINETE DO REITOR

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001, 10 de março de 2009. FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA GABINETE DO REITOR INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001, 10 de março de 2009. FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA GABINETE DO REITOR Dispõe sobre a Política de uso de Softwares Livres no âmbito da UDESC O REITOR da FUNDAÇÃO

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 016/2012/01 Contrato por Produto Nacional. Número e Título do Projeto: BRA/03/034 Programa de Revitalização da Conab

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 016/2012/01 Contrato por Produto Nacional. Número e Título do Projeto: BRA/03/034 Programa de Revitalização da Conab TERMO DE REFERÊNCIA Nº 016/2012/01 Contrato por Produto Nacional Número e Título do Projeto: BRA/03/034 Programa de Revitalização da Conab 1. Função no Projeto: Consultor por Produto 2. Nosso Número: 3.

Leia mais

Renovação e Modernização de Estações de Trabalho da

Renovação e Modernização de Estações de Trabalho da INSTRUÇÃO DE SERVIÇO Renovação e Modernização de Estações de Trabalho da I. Finalidade Esta Instrução de Serviço (IS) define a política para disponibilização de estações de trabalho para uso por empregados

Leia mais

Catálogo de Serviços Coordenação Técnica CTE Superintendência de Tecnologia da Informação - STI

Catálogo de Serviços Coordenação Técnica CTE Superintendência de Tecnologia da Informação - STI Catálogo de Serviços Coordenação Técnica CTE Superintendência de Tecnologia da Informação - STI Pág. 1/10 1. ATENDIMENTO TÉCNICO O objetivo do setor de atendimento técnico é atender solicitações de usuários

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS Gabinete do Deputado ODAIR CUNHA PT/MG

CÂMARA DOS DEPUTADOS Gabinete do Deputado ODAIR CUNHA PT/MG PROGRAMAS ABERTOS MINISTÉRIO DA PESCA Código do Programa 5800020130061 Administração Pública Estadual ou do Distrito Federal Programa 20.122.2113.2000.0001.0001 - Adminstração da Unidade - Nacional A atividade

Leia mais

Planejamento Estratégico 2011 para implementação de Software Livre

Planejamento Estratégico 2011 para implementação de Software Livre Planejamento Estratégico 2011 para implementação de Software Livre FÓRUM DE SOFTWARE LIVRE - 2010 Valdir Barbosa Agenda Plano estratégico 2011 para uso de Software Livre Diretrizes Objetivos e indicadores

Leia mais

A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Centro de Convenções Ulysses Guimarães Brasília/DF 4, 5 e 6 de junho de 2012 A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Pablo Sandin Amaral Renato Machado Albert

Leia mais

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727)

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Pergunta: Sua resposta Data de envio: 06/06/2014 18:22:39 Endereço IP: 189.9.1.20 1. Liderança da alta administração 1.1. Com relação

Leia mais

Soluções em Segurança

Soluções em Segurança Desafios das empresas no que se refere a segurança da infraestrutura de TI Dificuldade de entender os riscos aos quais a empresa está exposta na internet Risco de problemas gerados por ameaças externas

Leia mais

Linha Criativa por Lunzayiladio Hervé Maimona PORTFOLIO

Linha Criativa por Lunzayiladio Hervé Maimona PORTFOLIO PORTFOLIO 2014 A LINHA CRIATIVA é uma solução de TI focada em produtos inteligentes e simples, actuando no sector de empresas de médio e pequeno porte, nas áreas de terceirização, infra-estrutura, suporte,

Leia mais

LINHA CRIATIVA, Informática & Soluções PORTFOLIO

LINHA CRIATIVA, Informática & Soluções PORTFOLIO LINHA CRIATIVA, Informática & Soluções PORTFOLIO 2015 A LINHA CRIATIVA é uma solução de TI focada em produtos inteligentes e simples, actuando no sector de empresas de médio e pequeno porte, nas áreas

Leia mais

PJe-Processo Judicial Eletrônico. Gestão 2013/2015. Ministro Carlos Alberto Reis de Paula

PJe-Processo Judicial Eletrônico. Gestão 2013/2015. Ministro Carlos Alberto Reis de Paula PJe-Processo Judicial Eletrônico Gestão 2013/2015. Ministro Carlos Alberto Reis de Paula Agenda 1 O PJe no Brasil 2 Desafios 3 4 Ações Estruturantes Próximos Passos Os números do PJe no Brasil Número de

Leia mais

1. P03 Dispositivos de Acesso. Configuração Mínima de Softwares para Estações de Trabalho P03.001

1. P03 Dispositivos de Acesso. Configuração Mínima de Softwares para Estações de Trabalho P03.001 1. IDENTIFICAÇÃO Padrão Segmento Código P03.001 Revisão v. 2014 2. PUBLICAÇÃO Órgão IplanRio Diretoria DOP Diretoria de Operações Setor GSA - Gerência de Suporte e Atendimento 1 de 6 epingrio@iplanrio.rio.rj.gov.br

Leia mais

Relatório de Consultoria PD.33.10.83A.0080A/RT-05-AA. Levantamento da Gestão de TIC

Relatório de Consultoria PD.33.10.83A.0080A/RT-05-AA. Levantamento da Gestão de TIC Relatório de Consultoria PD.33.10.83A.0080A/RT-05-AA Levantamento da Gestão de TIC Cotação: 23424/09 Cliente: PRODABEL Contato: Carlos Bizzoto E-mail: cbizz@pbh.gov.br Endereço: Avenida Presidente Carlos

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Competências Analista 1. Administração de recursos de infra-estrutura de tecnologia da informação 2.

Leia mais

Plano de Sustentação (PSUS)

Plano de Sustentação (PSUS) Plano de Sustentação (PSUS) Contratação de serviços técnicos de suporte à infraestrutura de Tecnologia da Informação do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis Planejamento

Leia mais

José Geraldo Loureiro Rodrigues Orientador: João Souza Neto

José Geraldo Loureiro Rodrigues Orientador: João Souza Neto José Geraldo Loureiro Rodrigues Orientador: João Souza Neto Análise dos três níveis: Governança Corporativa Governança de TI Gerenciamento da Área de TI ORGANIZAÇÃO Governança Corporativa Governança

Leia mais

Auditoria Interna na Área de Tecnologia da Informação

Auditoria Interna na Área de Tecnologia da Informação Auditoria Interna na Área de Tecnologia da Informação André Luiz Furtado Pacheco, CISA 4º Workshop de Auditoria de TI da Caixa Brasília, agosto de 2011 Agenda Introdução Exemplos de Deliberações pelo TCU

Leia mais

Modelo de Referência. Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI 2010

Modelo de Referência. Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI 2010 Modelo de Referência Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI 2010 Versão 1.0 Premissas do modelo 1. Este modelo foi extraído do material didático do curso Elaboração do Plano Diretor de Tecnologia

Leia mais

Manual do Usuário Anexos do PSTI

Manual do Usuário Anexos do PSTI Manual do Usuário Anexos do PSTI 1 ANEXOS Anexo I Quadro de Pessoal de TI: Nome e Sobrenome: esses campos serão preenchidos com o nome e sobrenome de cada funcionário do quadro de pessoal de tecnologia

Leia mais

Atuação da Auditoria Interna na Avaliação da Gestão de Tecnologia da Informação

Atuação da Auditoria Interna na Avaliação da Gestão de Tecnologia da Informação Atuação da Auditoria Interna na Avaliação da Gestão de Tecnologia da Informação Emerson de Melo Brasília Novembro/2011 Principais Modelos de Referência para Auditoria de TI Como focar no negócio da Instituição

Leia mais

DGTEC 2.013 2014 2015 2016 2017 2018 Total Geral

DGTEC 2.013 2014 2015 2016 2017 2018 Total Geral CUSTEIO NOVA AÇÃO - POR CLIENTE - FORNECEDOR /PROGRAMA AÇÃO DESCRIÇÃO JUSTIFICATIVA Aquisição de 650 e-tokens Aquisição de 650 e-tokens A, visando cumprir os atos, normas e o procedimentos do processo

Leia mais

PORTARIA Nº 076 DE 21 DE JANEIRO DE 2014.

PORTARIA Nº 076 DE 21 DE JANEIRO DE 2014. PORTARIA Nº 076 DE 21 DE JANEIRO DE 2014. Dispõe sobre aprovação da Política de Segurança da Informação do IFMG. O REITOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS, no uso

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 4, DE 22 DE MARÇO DE 2011 DO COMITÊ GESTOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E DAS COMUNICAÇÕES CGTIC-MPA

RESOLUÇÃO N. 4, DE 22 DE MARÇO DE 2011 DO COMITÊ GESTOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E DAS COMUNICAÇÕES CGTIC-MPA Estabelece a Política de Segurança da Informação e Comunicações POSIC no âmbito do Ministério da Pesca e Aquicultura, e constitui o Comitê de Segurança da Informação e Comunicações. O PRESIDENTE DO COMITÊ

Leia mais

Diretoria de Informática TCE/RN 2012 PDTI PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Brivaldo Marinho - Consultor. Versão 1.0

Diretoria de Informática TCE/RN 2012 PDTI PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Brivaldo Marinho - Consultor. Versão 1.0 TCE/RN 2012 PDTI PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Brivaldo Marinho - Consultor Versão 1.0 CONTROLE DA DOCUMENTAÇÃO Elaboração Consultor Aprovação Diretoria de Informática Referência do Produto

Leia mais

Acordo de Nível de Serviço

Acordo de Nível de Serviço Acordo de Nível de Tecnologia da Informação e Comunicação Setor de Informática Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Tel: (24) 2251-3502 Email: coinfo@ufrrj.br Adaptado para o Instituto Três Rios,

Leia mais

CETI Comitê Executivo de Tecnologia da Informação

CETI Comitê Executivo de Tecnologia da Informação CETI Comitê Executivo de Tecnologia da Informação CETI Comitê Executivo de Tecnologia da Informação O que é um comitê de TI? Porque devemos ter? O comitê do MinC Atribuições Composição Agenda Ratificação

Leia mais

A IN/SLTI nº 04/2008 e Avaliação dos Resultados Análise de Pontos de Função Âmbito do SISP The IN SLTI 04/2008 and Results Assessment

A IN/SLTI nº 04/2008 e Avaliação dos Resultados Análise de Pontos de Função Âmbito do SISP The IN SLTI 04/2008 and Results Assessment A IN/SLTI nº 04/2008 e Avaliação dos Resultados Análise de Pontos de Função Âmbito do SISP The IN SLTI 04/2008 and Results Assessment Cláudio Muniz Machado Cavalcanti claudio.cavalcanti@planejamento.gov.br

Leia mais

Fundação Municipal de Tecnologia da Informação e Comunicação de Canoas Diretoria Executiva PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Fundação Municipal de Tecnologia da Informação e Comunicação de Canoas Diretoria Executiva PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundação Municipal de Tecnologia da Informação e Comunicação de Canoas Diretoria Executiva PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 2012 2015 Controle de Revisão Ver. Natureza Data Elaborador Revisor

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS RESOLUÇÃO Nº 022/2015 CONSELHO UNIVERSITÁRIO EM 09 DE OUTUBRO DE 2015 Dispõe sobre o

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SEMGESP Nº 004/2013 01, de 12.06.13

INSTRUÇÃO NORMATIVA SEMGESP Nº 004/2013 01, de 12.06.13 INSTRUÇÃO NORMATIVA SEMGESP Nº 004/2013 01, de 12.06.13 Dispõe sobre os procedimentos de gestão da Tecnologia da Informação. O Prefeito Municipal e o Secretário Municipal de Gestão e Planejamento, no exercício

Leia mais

O relacionamento direto com o cliente, respeito mútuo, responsabilidade, flexibilidade e adaptabilidade são os principais valores da Infolux.

O relacionamento direto com o cliente, respeito mútuo, responsabilidade, flexibilidade e adaptabilidade são os principais valores da Infolux. A NOSSA HISTÓRIA A Infolux Informática possui seu foco de atuação voltado para o mercado corporativo, auxiliando micro, pequenas e médias empresas na tarefa de extrair o máximo de benefícios com investimentos

Leia mais

CATÁLOGO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA DO SISP

CATÁLOGO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA DO SISP SERVIÇOS DE CONSULTORIA EIXO TEMÁCO: GOVERNANÇA DE Implantação de Metodologia de Elaborar e implantar uma metodologia de gerenciamento de projetos no órgão solicitante, com a finalidade de inserir as melhores

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013 Publicada no DJE/STF, n. 127, p. 1-3 em 3/7/2013. RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013 Dispõe sobre a Governança Corporativa de Tecnologia da Informação no âmbito do Supremo Tribunal Federal e dá outras

Leia mais

SUMÁRIO EXECUTIVO RELATÓRIO DE AUDITORIA Nº 017/2014

SUMÁRIO EXECUTIVO RELATÓRIO DE AUDITORIA Nº 017/2014 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA EMPRESA BRASIL DE COMUNICAÇÃO AUDITORIA INTERNA SUMÁRIO EXECUTIVO RELATÓRIO DE AUDITORIA Nº 017/2014 Tema: EXAME DAS ATIVIDADES DE TI SOB A RESPONSABILIDADE DA SUCOM. Tipo de Auditoria:

Leia mais

AVALIAÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA DO QUADRO DE SERVIDORES DA COTEC

AVALIAÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA DO QUADRO DE SERVIDORES DA COTEC MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE DIRETORIA DE PLANEJAMENTO, ADMINISTRAÇÃO E LOGÍSTICA Coordenação-Geral de Administração e Tecnologia da Informação Coordenação

Leia mais

Planejamento Estratégico de TIC

Planejamento Estratégico de TIC Planejamento Estratégico de TIC Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe 2010 a 2014 Versão 1.1 Sumário 2 Mapa Estratégico O mapa estratégico tem como premissa de mostrar a representação visual o Plano

Leia mais

Políticas do MPA para o Desenvolvimento da Aquicultura, com Ênfase na Carcinicultura Brasileira. Ministro Marcelo Crivella

Políticas do MPA para o Desenvolvimento da Aquicultura, com Ênfase na Carcinicultura Brasileira. Ministro Marcelo Crivella Ministério da Pesca e Aquicultura Políticas do MPA para o Desenvolvimento da Aquicultura, com Ênfase na Carcinicultura Brasileira Ministro Marcelo Crivella SEMINÁRIO PESCA, AQUICULTURA e CARCINICULTURA

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015 TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015 Reestrutura as unidades vinculadas à Secretaria de Tecnologia da Informação SETIN do Tribunal Superior do Trabalho.

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 66, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2012.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 66, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2012. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 66, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2012. Institui o Programa de Fortalecimento Institucional da ANAC. A DIRETORIA DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - ANAC, no exercício das competências

Leia mais

Contrato de Suporte End.: Telefones:

Contrato de Suporte End.: Telefones: Contrato de Suporte Contrato de Suporte Desafios das empresas no que se refere à infraestrutura de TI Possuir uma infraestrutura de TI que atenda as necessidades da empresa Obter disponibilidade dos recursos

Leia mais

DIRETRIZES PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA

DIRETRIZES PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA DIRETRIZES PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA 1 APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes foi elaborado para orientar a aquisição de equipamentos

Leia mais

Coordenadoria de Tecnologia da Informação Documentos Formais. Governança de Catálogo de Ativos de TI com AGIL-GPR

Coordenadoria de Tecnologia da Informação Documentos Formais. Governança de Catálogo de Ativos de TI com AGIL-GPR Coordenadoria de Tecnologia da Informação Documentos Formais Governança de Catálogo de Ativos de TI com AGIL-GPR 1 Sumário 1 Introdução... 03 2 Políticas de Governança de Ativos de TI... 04 3 Área de Governança

Leia mais