MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA. Plano Diretor de Tecnologia de Informação

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1 MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA Plano Diretor de Tecnologia de Informação Brasília-DF, setembro de 2014

2 APRESENTAÇÃO Ministro de Estado da Pesca e Aquicultura EDUARDO BENEDITO LOPES Secretário-Executivo OTACÍLIO DE LIMA ARAÚJO Subsecretária de Planejamento, Orçamento e Administração GILLENE BARRETO BAPTISTA DA SILVA Presidente do Comitê Gestor de Tecnologia da Informação e das Comunicações - CGTIC CLÁUDIA GAMA FRANCO DE OLIVEIRA LUCAS Coordenador-Geral de Tecnologia da Informação JULIO CESAR JAPIASSU LYRA DISTRIBUIÇÃO E REPRODUÇÃO Ministério da Pesca e Aquicultura É permitida a reprodução parcial e total deste documento desde que citada à fonte

3 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO Importância da Tecnologia da Informação e Comunicação - TIC para a Sociedade Organização da TIC nas Empresas A Organização da TIC no Setor Público A Implantação do Modelo de Governança A Formação do PDTI do MPA OBJETIVO ESCOPO E ABRANGÊNCIA METODOLOGIA DE ELABORAÇÃO Seção 1: Avaliação do Negócio e Alinhamento Estratégico; Seção 2: Diagnóstico da TIC; Seção 3: Diretrizes para a Implantação das Ações de TIC; Seção 4: Plano de Metas VIGÊNCIA, ATUALIZAÇÕES E REVISÕES APRESENTAÇÃO ASPECTOS ORGANIZACIONAIS E POLÍTICO-INTITUCIONAIS Criação do Ministério da Pesca e Aquicultura Competências Legais da Organização Estrutura Orgânica O PAPEL DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO MPA Competências Regimentais da Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação Estrutura Orgânica da Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação Objetivos Estratégicos para o MPA Defesa Sanitária O MPA é responsável por um objetivo do Programa Defesa Agropecuária, cuja ementa é estruturar os serviços em sanidade e rastreabilidade pesqueira e aquícola para garantir a sustentabilidade e a qualidade dos recursos pesqueiros, tem como indicadores de implementação da política: taxa de órgãos estaduais de defesa sanitária animal com parceiras estabelecidas com MPA para ações em sanidade pesqueira e aquícola, taxa de implementação na rede oficial de laboratório de diagnóstico de enfermidades de animais aquáticos listados pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e taxa de monitoramento de resíduos e contaminantes nas áreas de produção dos moluscos bivalves Pesca e Aquicultura APRESENTAÇÃO DIAGNÓSTICO DA INFRAESTRUTURA DE TIC Infraestrutura do Ambiente Central de Processamento de Dados Equipamentos de Processamento de Dados Serviço de Backup de Dados Serviço de Gerência do Serviço de Mensageria Corporativa... 21

4 Ferramenta de Detecção e Remoção de Códigos Maliciosos Gestão da Infraestrutura e Serviços do Ambiente Central de Processamento Otimização de Desempenho Computacional de Servidores de Processamento de Dados (Virtualização de Servidores) Solução de Armazenamento Corporativo - SAN Ativos de Redes e Comunicação de Dados Solução de Rede Sem Fio - WI-FI Telefonia VOIP Demandas de Licenciamento de Software para o Ambiente Central de Processamento de Dados Links de Dados Infraestrutura para a Camada Cliente Gestão de Ativos de TIC Estações de Trabalho e Notebooks Serviços de Impressão Softwares e Aplicativos para a Camada Cliente Demandas de Modernização Tecnológica Modernização do Ambiente Físico da Central de Processamento de Dados SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Catálogo de Sistemas Estruturantes do SINPESQ Catálogo de Sistemas de Apoio ao Negócio RECURSOS HUMANOS PROCESSOS DE GESTÃO DE TIC Comitê de Tecnologia da Informação Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI Normas e Procedimentos para a Organização da TI SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO INVENTÁRIO DE NECESSIDADES APRESENTAÇÃO DIRETRIZES DE TIC PARA APOIO AS AÇÕES INSTITUCIONAIS Objetivo Estratégico n. 01: Objetivo Estratégico n. 02: Estabelecer procedimentos para a garantia de um ambiente operacional seguro com vistas a garantir a confidencialidade integridade e sigilo adequado das informações Objetivo Estratégico n. 03: Definir a arquitetura tecnológica e os processos para o desenvolvimento de sistemas no MPA Objetivo Estratégico n. 04: Garantir um Ambiente Tecnológico adequado e moderno com vistas a suportar todas as atividades finalísticas do MPA Objetivo Estratégico N. 05:

5 Manter estrutura de recursos humanos e de serviços adequada à consecução das metas estabelecidas para o MPA e para as ações de TIC Objetivo Estratégico N. 06: Munir o MPA com softwares adequados à operação das atividades das áreas finalísticas APRESENTAÇÃO ELABORAÇÃO DO PLANO ANUAL DE TIC Metodologia de Elaboração: LISTA DE ABREVIAÇÕES, ACRÔNIMOS E SIGLAS REFERÊNCIAS Normas Legais e Técnicas

6 1. INTRODUÇÃO 1.1. Importância da Tecnologia da Informação e Comunicação - TIC para a Sociedade Ao l ongo dos a nos, a i nformática t ornou-se um i nstrumento f undamental pa ra o cotidiano da s pe ssoas e, da m esma m aneira, para o funcionamento das em presas públ icas e privadas. A ent ão denominada S ociedade da Informação es tava di ante de um pa radigma que mereceria i gualmente a atenção do Governo Eletrônico. Este pa radigma s e apresentou c om o conceito de Inclusão Digital, que consiste nas ações específicas para difundir e popularizar o uso da microinformática e das redes de computadores, a exemplo da Internet. A i nserção da T ecnologia da Informação e Comunicação - TIC no c otidiano das atividades da s or ganizações, associado a o a lto gr au de de pendência, gerou a ne cessidade de se estabelecer processos formais de gestão da TIC, considerando que esta se tornou um mecanismo essencial e impulsionador dos objetivos estratégicos das empresas Organização da TIC nas Empresas Atualmente um conceito novo, de nominado Governança em T IC, se apresenta no mercado e está composto de uma série de atividades, padrões e processos que visam estabelecer as relações da TI com as expectativas de negócio da alta administração. A aplicação de um modelo de governança visa o alcance de dois objetivos básicos: garantir participação da TIC n as d ecisões estratégicas das or ganizações e o estabelecimento das ações (de T IC) de curto, m édio e l ongo pr azo, s empre vol tadas a o cumprimento da s m etas estabelecidas pela alta administração nos Planejamentos Estratégicos Institucionais (PEI) A Organização da TIC no Setor Público O Governo Federal optou pela criação do Sistema de Administração de Recursos de Informática e I nformação SISP com posto pelas ár eas t écnicas de i nformática dos ór gãos d a Administração Pública Direta e Indireta e coordenada pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação SLTI/MPOG. Decreto nº 7.579, de 11 de outubro de 2011 Art. 1 Ficam organizados, sob a forma de sistema, com a denominação de Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação - SISP, o planejamento, a coordenação, a organização, a operação, o controle e a supervisão dos recursos de tecnologia da informação dos órgãos e entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, em articulação com os demais sistemas que atuam direta ou indiretamente na gestão da informação pública federal. 6

7 O SISP tem a função de estabelecer diretrizes para a condução da TI nos órgãos da Administração Pública, be m com o de estabelecer nor mas específicas pa ra a ex ecução de atividades e serviços A Implantação do Modelo de Governança A SLTI do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, apoiada nas diversas jurisprudências exaradas pe lo e grégio T ribunal de C ontas d a U nião, publ icou Instruções Normativas, Decretos e documentos de suporte ao planejamento das atividades de Tecnologia da Informação (TI) dos órgãos que o compõem. Deste ar cabouço normativo destaca-se a Instrução N ormativa 04/ 2008 SLTI/MPOG, de 19 de maio de 2008, recentemente atualizada (IN SLTI n. 04 de 11 de setembro de 2014) que estabelece o processo de contratação de serviços de TIC e aponta para a necessidade de alinhamento estratégico institucional da TI para a consecução das suas metas. Por meio da Portaria SLTI nº. 11, de 28 de dezembro de 2008 o ó rgão central do SISP estabeleceu um conjunto de atividades que deveriam ser executadas pelos demais integrantes do Sistema com a finalidade e implantar o modelo de governança em TIC do Governo Federal. O m odelo de governança em T IC d eterminou a criação d e "instrumentos de diagnóstico, pl anejamento e gestão dos r ecursos e pr ocessos de Tecnologia d a Informação qu e visa a at ender às n ecessidades de i nformação d e um ór gão ou e ntidade pa ra um de terminado período" como premissa para qualquer contratação ou aquisição na área de TI. A este instrumento deu-se o nome de Plano Diretor de Tecnologia da Informação (PDTI) A Formação do PDTI do MPA O PDTI que ora se apresenta constitui-se instrumento de gestão da TIC alinhado às necessidades determinadas no Planejamento Institucional que resultou no PPA Pesca e A quicultura e d everá ser obs ervado pe la gestão na c ondução dos t rabalhos de T IC para os próximos anos. 2. OBJETIVO O obj etivo de ste P lano Diretor é apr esentar a s di retrizes pa ra a ex ecução dos serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação - TIC no M PA voltadas ao apoio técnico necessário à i mplementação das p rincipais a ções es tratégicas c ontidas n os P lanos E stratégicos Institucionais e na consecução das metas estabelecidas no Plano Mais Pesca e Aquicultura. Este PDTI tem como objetivo sistematizar o planejamento da gestão de TI para o biênio , contemplando as necessidades do MPA para o período. 7

8 3. ESCOPO E ABRANGÊNCIA As di retrizes es tabelecidas ne ste P DTI apl icam-se a t odas as unidades administrativas do Ministério da Pesca e Aquicultura, bem como às Superintendências Federais de Pesca e Aquicultura e a todas as demais entidades vinculadas que venham a ser criadas na forma da Lei. O documento deverá ser observado por todos os servidores do Ministério da Pesca e A quicultura, b em c omo pe los c olaboradores que pr estarão serviço em r azão de C ontrato Administrativo e por outros órgãos da Administração Pública de qualquer esfera, instituições de ensino ou empresas privadas, quando da execução de ações ou serviços de TIC mediante acordo, contrato, convênio ou termo congênere. 4. METODOLOGIA DE ELABORAÇÃO O trabalho de planejamento e execução da TI foi concebido em 4 (quatro) Seções distintas, a s aber: S eção 1 Avaliação do N egócio; S eção 2 Diagnóstico da T I; S eção 3 - Elaboração das D iretrizes pa ra a Implantação da s A ções de T IC; e S eção 4 Plano de Implementação das Ações de TIC (Plano de Metas) Seção 1: Avaliação do Negócio e Alinhamento Estratégico; Esta Seção visa i dentificar as pr incipais f unções l egais do MPA, bem com o descrever as metas institucionais estabelecidas pela alta administração. a) Identificar a missão, as estratégias e os objetivos do MPA; b) Avaliar a estrutura organizacional; e c) Identificar os principais processos operacionais Seção 2: Diagnóstico da TIC; O obj etivo de sta S eção c onsiste na a tualização do i nventário de hardware e software, sistemas e r ecursos humanos (peopleware) com enfoque direcionado à identificação de carências de recursos tecnológicos para a execução das atividades de TIC no MPA. A proposta de análise foi realizada com o seguinte enfoque temático: a) Gestão da TIC; b) Sistemas de Informação; c) Infraestrutura de TIC; d) Segurança da Informação e Comunicação; e e) Recursos Humanos. 8

9 4.3. Seção 3: Diretrizes para a Implantação das Ações de TIC; Em linha s g erais, essa Seção contempla um conj unto de di retrizes e açõe s norteadoras para a execução das ações de TIC. O trabalho proposto neste capítulo está composto dos seguintes Objetivos Estratégicos: a) Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação; b) Gestão da Segurança da Informação e Comunicação; c) Desenvolvimento e Evolução de Sistemas; d) Modernização Tecnológica e Infraestrutura para as ações de Tecnologia da Informação e Comunicação; e e) Gestão de R ecursos H umanos e S erviços d e T ecnologia da Informação e Comunicação Seção 4: Plano de Metas Esta Seção contempla um modelo para a elaboração do Plano de Metas vinculado às ações estratégicas de TIC. As ações e metas estabelecidas para a TIC deverão ser elaboradas anualmente pela área t écnica de i nformática e s ubmetidas ao Comitê Gestor de T ecnologia da Informação e das Comunicações para a priorização, aprovação e acompanhamento da sua implantação. 5. VIGÊNCIA, ATUALIZAÇÕES E REVISÕES O P lano Diretor d e T ecnologia da Informação PDTI visa o at endimento às demandas, políticas e estratégias relativas ao biênio , sendo pertinente sua atualização a cada ano. O P lano de M etas A nual s e c onstitui c omo um documento de revisão d as m etas estabelecidas para a TIC. Deverá ser proposto pela área técnica de informática e encaminhado para a deliberação do Comitê Gestor de Tecnológica da Informação e das Comunicações - CGTIC. A revisão, parcial ou total, do Plano Diretor de Tecnologia da Informação somente ocorrerá po r d eliberação do C GTIC, n a f orma que pr evê o R egimento Interno, pode ndo s er destacado subgrupo específico para a proposição do novo Plano Diretor. 9

10 PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - PDTI SEÇÃO I AVALIAÇÃO DO NEGÓCIO E ALINHAMENTO ESTRATÉGICO 10

11 1. APRESENTAÇÃO Está S eção vi sa d escrever as pr incipais f unções l egais do M PA, bem com o identificar as principais metas institucionais estabelecidas pela alta administração. O m apeamento das funções or gânicas da i nstituição é essencial na d efinição das ações de TIC, suas metas e pr ioridades. Além disso, a ex ecução de metas de TIC com base em prioridades estabelecidas, e m c onjunto ou i ndividualmente, pe las á reas de ne gócio, é es sencial para que a área técnica de TIC elabore sua estrutura de atendimento, de prestação de serviços e de infraestrutura. 2. ASPECTOS ORGANIZACIONAIS E POLÍTICO-INTITUCIONAIS 2.1 Criação do Ministério da Pesca e Aquicultura O Ministério da Pesca e Aquicultura foi criado por meio da Lei n de 26 de junho de E m m omento s eguinte, o Chefe do Poder E xecutivo expediu o D ecreto Regulamentador n , de 29 de setembro de 2009, estabelecendo a Estrutura Regimental do MPA. 2.2 Competências Legais da Organização A Lei /2009 estabeleceu as seguintes competências ao Ministério da Pesca e Aquicultura: a) Definir a P olítica N acional P esqueira e Aquícola, a brangendo p rodução, transporte, beneficiamento, transformação, comercialização, abastecimento e armazenagem; b) Fomentar a produção pesqueira e aquícola; c) Implantar e gerir a infraestrutura de apoio à produção, ao beneficiamento e à comercialização do pescado e de fomento à pesca e aquicultura; d) Organizar e manter o Registro Geral da Pesca; e) Dispor sobre a sanidade pesqueira e aquícola; f) Dispor e normatizar atividades de aquicultura e pesca; g) Executar a f iscalização das atividades de aquicultura e pe sca no âmbito de suas atribuições e competências; h) Conceder as l icenças, permissões e aut orizações pa ra o exercício da aquicultura e da s s eguintes m odalidades d e pe sca no t erritório na cional, compreendendo as á guas c ontinentais e int eriores e o mar te rritorial d a Plataforma C ontinental, da Zona E conômica E xclusiva, áreas adj acentes e águas internacionais, excluídas as Unidades de Conservação federais e s em prejuízo das licenças ambientais previstas na legislação vigente: 11

12 Pesca com ercial, compreendendo as categorias i ndustriais e artesanais; Pesca de espécimes ornamentais; Pesca de subsistência; Pesca amadora ou desportiva. i) Autorizar o arrendamento de em barcações es trangeiras de pe sca e de s ua operação, obs ervados o s l imites de s ustentabilidade e stabelecidos e m conjunto com o Ministério do Meio Ambiente; j) Operacionalizar a c oncessão da s ubvenção econômica a o pr eço do ól eo diesel instituída pela Lei no 9.445, de 14 de março de 1997; k) Executar atividades de pesquisas pesqueiras e aquícola; e l) Fornecimento ao Ministério do Meio Ambiente dos dados do Registro Geral da P esca r elativos às l icenças, permissões e aut orizações conc edidas pa ra pesca e aquicultura, para f ins de r egistro automático dos be neficiários n o Cadastro Técnico Federal de A tividades P otencialmente P oluidoras e utilizadoras de Recursos Ambientais. 2.3 Estrutura Orgânica A estrutura orgânica do Ministério da Pesca e Aquicultura MPA está definida na Portaria MPA/GM n. 523 de 02 de Dezembro de 2010, DOU 03/12/ O PAPEL DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO MPA A estrutura de TIC do MPA está organizada sob a forma de Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação, s ubordinada à Subsecretaria de P lanejamento Orçamento e Administração - SPOA, conforme disciplinado no Decreto n de 29 de setembro de 2009, que define a estrutura regimental e Portaria MPA/GM n. 523 de 02 de Dezembro de 2010, D OU 03/12/2010, que estabelece o Regimento Interno. 3.1 Competências Regimentais da Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação a) Propor pol íticas, di retrizes, nor mas e pr ocedimentos que or ientem e disciplinem a ut ilização dos r ecursos relacionados à T ecnologia d a Informação no M inistério, e m c onsonância c om o pl anejamento institucional, bem como verificar seu cumprimento; b) Promover, e m c onsonância c om a s di retrizes a provadas pe lo M inistério, estudo pr évio de vi abilidade e d e e xequibilidade de d esenvolvimento, 12

13 contratação e m anutenção das s oluções de t ecnologia e s istemas de informação; c) Oferecer soluções de tecnologia de sistemas de informação; d) Manter o controle patrimonial do parque de informática; e) Propor pol íticas de segurança d a informação relacionadas à Tecnologia da Informação, bem com o ve rificar a ef iciência das açõe s i mplantadas no âmbito do Ministério; f) Promover a a tividade de pr ospecção de nov as t ecnologias vol tadas p ara a área de Tecnologia da Informação; g) Disseminar e incentivar o uso de soluções de Tecnologia da Informação; h) Promover a articulação, com out ros ór gãos do P oder E xecutivo F ederal e demais Poderes, em temas relacionados à Tecnologia da Informação; i) Propor m edidas pa ra garantir a s egurança de i nformações s igilosas e estratégicas, mantidas na s ba ses de da dos dos s istemas de i nformação do Ministério; e j) Exercer out ras at ribuições que l he f orem com etidas pe la S ubsecretaria d e Planejamento, Orçamento e Administração. 3.2 Estrutura Orgânica da Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação O R egimento Interno do M PA e struturou a c ompetências d as uni dades administrativas do ór gão a té o ní vel de C oordenação-geral. P ortanto a C TI nã o pos sui, oficialmente, atribuições definidas para suas unidades subordinadas. CTI Coordenação Geral de Tecnologia da Informação Coordenação de Infraestrutura e Operações Divisão Divisão Assistente Técnico Figura 01: Organograma Interpretativo da CTI 13

14 4. ALINHAMENTO COM A ESTRATÉGIA DO MPA A C TI/MPA pos sui a tribuições r egimentais com o e scopo de pr over t odos os insumos tecnológicos de informática e telecomunicações, em articulação com as áreas finalísticas e com o corpo da alta administração, com o fito de impulsionar as diversas açõ es elencadas no Planejamento do MPA. A C TI/MPA, c omo u ma uni dade vi nculada a S ubsecretaria de P lanejamento, Orçamento e A dministração, pos sui a tribuições de dot ar o M PA de i nfraestrutura a dequada de equipamentos e sistemas de informação para a operação das atividades administrativas do órgão. Para o atendimento das atribuições institucionais da Coordenação, foram definidos os Objetivos Estratégicos para a tecnologia da informação e comunicações, enumerados a seguir. Promover a Governança de TI no MPA Aprimorar a gestão de TI no MPA Aumentar a disponibilização e ampliar a maturidade de serviços públicos por meios eletrônicos Melhorar continuamente a prestação de serviços de TI no MPA Garantir a disponibilidade das informações por meios eletrônicos em conformidade com padrões de acessibilidade Estimular a terceirização das atividades de execução, priorizando a atuação dos servidores do MPA em atividades de gestão. Aprimorar a gestão orçamentária de recursos de TI OBJETIVOS Fornecer serviços e aplicativos multiplataforma, priorizando ESTRATÉGICOS soluções, programas e serviços baseados em software livre que promovam a otimização de recursos e investimentos em tecnologia da informação. Restringir o crescimento do legado baseado em tecnologia proprietária, realizando a migração gradativa desses sistemas para plataformas livres. Aprimorar a gestão dos sistemas informatizados do MPA Apoiar a modernização dos sistemas estruturantes do MPA Prover e melhorar continuamente a infraestrutura de TI do MPA Promover a segurança da informação e comunicação no MPA Investir na capacitação dos servidores de TI do MPA 14

15 D1 D2 D3 D4 D5 D6 D7 D8 D9 D10 D11 D12 D13 D14 D15 D16 Diretrizes PDTI MPA Promover a governança de TI no MPA Buscar excelência, inovação e criatividade na gestão Garantir que as propostas orçamentárias de TIC sejam elaboradas com base em planejamentos e alinhadas com os objetivos de negócio Terceirizar atividades de execução, possibilitando a atuação dos servidores do quadro do MP em atividades de gestão Garantir a disponibilidade e integridade da informação Estabelecer, gerir, incentivar e manter políticas públicas por meios eletrônicos Investir no aumento da produtividade e otimização dos recursos de TI Promover a melhoria dos sistemas de informação do MPA Buscar a integração entre os sistemas de gestão governamental Estimular a adoção de metodologia de desenvolvimento de sistemas, procurando assegurar padronização, integridade e segurança Adotar padrões abertos no desenvolvimento de tecnologia da informação e comunicação Promover o atendimento às normas de acessibilidade (e-mag) e interoperabilidade do Governo Eletrônico (e-ping), incluindo padrões de governança Garantir a segurança da informação e comunicações Buscar a melhoria contínua da infraestrutura de TI Manter os processos internos de TI mapeados, formalizados, mensurados e otimizados Promover capacitação/formação de servidores de TI no MPA O MPA se encontra com atribuições e com petências dispostas em dois programas inscritos no P lano Plurianual - PPA : Defesa Agropecuária e P esca e Aquicultura, que se desdobram em cinco Objetivos. Esses Objetivos compreendem desde o apoio à implantação e funcionamento de i nfraestrutura e uni dades i ntegrantes da c adeia pr odutiva; a c apacitação dos profissionais do s etor a quícola e pe squeiro; a i mplantação de m ecanismos de gestão conjunta e compartilhada dos recursos pesqueiros; a promoção da assistência técnica e ex tensão pesqueira e aquícola; o m onitoramento da a tividade a quícola e pe squeira; o R egistro G eral da Atividade Pesqueira RGP; além dos trabalhos relacionados à pesquisa, divulgação, intercâmbio e gestão da informação, entre outros. O P lano Safra da P esca e A quicultura, criado para f ortalecer o setor pe squeiro brasileiro, pr evê o i nvestimento de 4,1 bi lhões de r eais a té 2014, vi sando e levar a pr odução de pescado. 15

16 Há que se considerar ainda a existência de Planos setoriais, como o Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - Plansan ; o Projeto Esplanada Sustentável, que objetiva reduzir gastos na administração federal; o Plano N acional de A groecologia e P rodução Orgânica Planapo; o Plano Interministerial de Combate à Pesca Ilegal no Brasil; entre outros. 4.1 Objetivos Estratégicos para o MPA Defesa Sanitária O M PA é r esponsável por um obj etivo do Programa D efesa A gropecuária, c uja ementa é estruturar os serviços em sanidade e rastreabilidade pesqueira e aquícola para garantir a sustentabilidade e a q ualidade dos r ecursos pe squeiros, que tem c omo i ndicadores de implementação da pol ítica: t axa de ór gãos es taduais de de fesa s anitária ani mal com pa rceiras estabelecidas com MPA para ações em sanidade pesqueira e aquícola, taxa de implementação na rede of icial de l aboratório de di agnóstico de en fermidades d e ani mais aquáticos l istados pe la Organização Mundial de S aúde A nimal ( OIE) e taxa de m onitoramento de r esíduos e contaminantes nas áreas de produção dos moluscos bivalves. Para o alcance do Objetivo, foram es tabelecidas 11 metas, que i ncluem o credenciamento de estações quarentenárias, estabelecimento de métodos oficiais para diagnóstico de en fermidades e o controle do t rânsito na cional de a nimais aquáticos, o m onitoramento dos sistemas de pr odução, o m onitoramento de r esíduos e c ontaminantes n aturais e a rtificiais nos recursos pesqueiros, a publicação de Análises de Risco de Importação e Planos de Contingência para Doenças de Animais Aquáticos, e a manutenção de um centro de referência da Rede Nacional de Identificação Molecular do Pescado (RENIMP). Para o alcance d as m etas es tabelecidas no P PA , serão necessários o aprimoramento e o d esenvolvimento de s istemas de gestão como o S istema de Informação da Sanidade Pesqueira e Aquícola SiSAP e como módulo desse sistema, deverá ser desenvolvido o Sistema de Alerta do Programa Nacional de Controle Higiênico e Sanitário de Moluscos Bivalves SisALERTA Pesca e Aquicultura O P rograma P esca e A quicultura c omposto por qua tro O bjetivos t em a g rande maioria das metas sob responsabilidade do MPA. O Objetivo Promover a produção aquícola e pesqueira de forma sustentável com foco no pot encial br asileiro e nos r ecursos sub-explotados e i nexplotados t em a m aior expressividade entre os objetivos do programa, as metas que vem colaborando diretamente para o aumento da pr odução são aquelas r elacionadas à ope ração de p arques aquí colas estudos, 16

17 demarcação, regularização e i mplantação; a capa citação de ex tensionistas, pescadores e aquicultores; a extensão aquícola e pesqueira; o apoio ao desenvolvimento da cadeia produtiva. O Objetivo Implementar infraestruturas integrantes da cadeia produtiva aquícola e pesqueira para promover a produção, a agregação de valor e a qualidade dos produtos aquícolas e pesqueiros nacionais abarca as ações estruturantes da cadeia produtiva, como a implantação de terminais pesqueiros, adequação e implantação de viveiros / tanques escavados para aquicultura, unidades de processamento de pescado, apoio produtivo para organismos ornamentais, e Centros Integrados da Pesca Artesanal Cipar. O Ob jetivo Promover a i nclusão social, o acesso à ci dadania, à educ ação e à qualificação pr ofissional c om vi stas à m elhoria da qua lidade de vi da dos t rabalhadores e trabalhadoras da pesca e aquicultura tem sido buscado pelo MPA para os trabalhadores da pesca e da aquicultura por meio de ações de capacitação, inclusão digital e d a regularização das áreas historicamente utilizadas pelas famílias para a atividade econômica. O O bjetivo Orientar a ge stão da at ividade pesqueira pa ra a pr omoção da exploração sustentável dos recursos pesqueiros relaciona atividades voltadas ao cumprimento da legislação referente às competências compartilhadas entre MPA e M MA, e es tabelece como uma de s uas M etas Desenvolver 2 sistemas de i nformação pa ra a col eta e a gestão dos d ados dos programas de m onitoramento e c ontrole. Estão i nseridas ne ste O bjetivo a s a ções de monitoramento realizadas dentro do R egistro Geral da Atividade Pesqueira RGP, embora suas atividades não estejam contempladas diretamente pelo Programa. Toda a ção pr evista ne ste P DTI está r elacionada a p elo menos um de stes objetivos. O P DTI é um ins trumento estratégico e tá tico de impl ementação do Planejamento do Ministério, e que por sua vez, está alinhado às orientações estratégicas do Plano Plurianual da União (PPA ). 17

18 PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PDTI SEÇÃO II DIAGNÓSTICO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 18

19 1. APRESENTAÇÃO O t rabalho pr oposto n esta S eção t em por obj etivo de screver a s ituação atual dos serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação em todas as suas áreas de conhecimentos e propósitos. O estudo proposto abrange um inventário completo da infraestrutura de informática e t elecomunicações (hardware e software), de recursos humanos (peopleware), ne cessidades de licenciamento de software e de sistemas de informação operantes no órgão. Por fim, serão destacados os processos de gestão de TIC atualmente implantados na organização, bem com o sua ade rência aos marcos r egulatórios do m odelo de governança estabelecido p elo G overno F ederal pa ra os ór gãos i ntegrantes do S istema de A dministração de Recursos de Informática e I nformação SISP, as questões relacionadas a processos de gestão da segurança da informação e sua aderência às determinações do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República GSI-PR. Na conclusão desta etapa, serão destacadas as p rincipais i niciativas ne cessárias à ampliação / modernização dos serviços de TIC, bem como a proposição de novas tecnologias a serem agregadas ao MPA. 2. DIAGNÓSTICO DA INFRAESTRUTURA DE TIC Na ár ea de i nformática é ba stante r azoável pr omover um a cl assificação dos ambientes ope racionais de acor do com as car acterísticas de us abilidade dos r ecursos disponibilizados para o órgão. Para o escopo deste Plano Diretor aplicar-se-á uma divisão dos recursos de TIC em dois segmentos: 1) A infraestrutura para o ambiente central de processamento de dados (CPD) ou camada servidora que será composta p elo c onjunto de ha rdwares e s oftwares que s ão disponibilizados pa ra o a tendimento c orporativo dos s erviços de r ede de da dos e comunicações, bem como para a operação dos sistemas e subsistemas do MPA; e 2) A infraestrutura cliente ou camada cliente que agrega o conjunto de hardwares, softwares e pr ocessos d estinados a o acesso e m anuseio dos s istemas, subsistemas e de mais s erviços corporativos operados pela camada servidora e, ainda, para a operação local de atividades administrativas da organização. 19

20 Infraestrutura do Ambiente Central de Processamento de Dados Equipamentos de Processamento de Dados Os servidores do ambiente central de processamento de dados são responsáveis pela operação de todos os serviços disponibilizados pelo ambiente central. Os equipamentos operam serviços de aplicação e banco de dados para os sistemas e subsistemas do MPA, além dos demais softwares e ferramentas de gestão e controle do ambiente operacional. Em es tudos pr eliminares r ealizados pe la C TI, verificou-se que a cont ratação de serviços de m anutenção as sociados à aqui sição de com ponentes pa ra atualização tecnológica (upgrade) dos e quipamentos é a ntieconômico pa ra a administração. Desse m odo, a m elhor maneira de atualizar o parque operacional do órgão é realizar a aquisição de novos equipamentos em regime de garantia estendido (36 ou 48 meses). O MPA possui hoje o seguinte quadro de equipamentos: SERVIDORES DE PROCESSAMENTO DE DADOS MODELO CPU QUANTIDADE GARANTIA HP Proliant DL 585 HP Proliant DL 380 G5 HP Proliant DL 380 G7 Sun Fire X4450 (distribuídos nos estados) 4X AMD Opteron 8218 DualCore 4X Intel Xeon E5320 DualCore 2X Intel Xeon QuadCore 4X Intel Xeon E7340 DualCore 3 4 Garantia Vencida em 2011 Garantia Vencida em Garantia vence em TOTAL 32 Garantia Vencida em 2011 Quadro 01 Quantidade de Servidores de Processamento de dados do MPA Planejamento: Aquisição de novos servidores de processamento de dados em regime de garantia estendida (36 ou 48 meses) Serviço de Backup de Dados A realização dos serviços de backup constitui uma das maneiras mais seguras para garantia de salvaguarda de informações corporativas, bem como para garantir a continuidade de negócios na eventualidade de ocorrência de incidentes de segurança. 20

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