As migrações internacionais no Brasil: construindo ferramentas para análise - Observatório das Migrações Internacionais no Brasil

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "As migrações internacionais no Brasil: construindo ferramentas para análise - Observatório das Migrações Internacionais no Brasil"

Transcrição

1 As migrações internacionais no Brasil: construindo ferramentas para análise - Observatório das Migrações Internacionais no Brasil Leonardo Cavalcanti 1 Tania Tonhati 2 A necessidade Nas últimas décadas os países sul-americanos, em geral, e o Brasil em particular, têm vivenciado diferentes cenários migratórios internacionais, que vão desde a chegada de novos fluxos imigratórios, passando pela consolidação da emigração e, mais recentemente, pelo retorno de emigrantes. Nesse contexto, a necessidade de um órgão destinado a pesquisa sobre o fenômeno migratório no Brasil justifica-se pela amplitude e complexidade de tal tema. Não obstante, a concepção do Observatório das Migrações Internacionais (OBMigra) no Brasil fez-se urgente não somente pela importância do fenômeno migratório no Brasil, mas também pela necessidade de maior interação, organização e análise dos dados existentes, para que a partir deles, novas pesquisas e políticas públicas possam ser orientadas e desenvolvidas. Ademais, torna o Brasil de um importante espaço de Observação, da mesma forma que outros países com tradição de recepção de fluxos migratórios que contam com estruturas parecidas, como é o caso da Espanha (OPI Observatório Permanente de la Inmigración); Inglaterra (Migration Observatory); Portugal (Observatório da Imigração); México (Observatorio de Migración Internacional), entre outros países. Constata-se, atualmente, grande dispersão de dados, sobretudo quantitativos, coletados e armazenados pelos diversos órgãos oficiais que, por falta de uma maior coordenação, de comunicação e interação com unidades acadêmicas, não estão sendo sistematizados de forma adequada e global. São dados, muitos em estado bruto e pouco articulados entre si, essenciais para a compreensão do fenômeno migratório, inclusive para verificar a amplitude desse. A parceria com o Conselho Nacional de Imigração (CNIg), através do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), possibilita o acesso a 1 Coordenador Geral do Observatório das Migrações Internacionais (OBMigra) e Professor adjunto da Universidade de Brasília (UnB), Centro de Pesquisa de Pós-Graduação sobre as Américas (CEPPAC). 2 Coordenadora Executiva do Observatório das Migrações e doutoranda da Universidade de Londres Goldsmiths College.

2 esses dados, abrindo portas para a sua sistematização, para a elaboração de indicadores e parcerias que auxiliem na análise das migrações. O Observatório também contribui para o campo científico, tanto em nível empírico, como teórico, pois se trata de uma iniciativa pioneira, que serve para reunir, através de uma rede acadêmica, diversos pesquisadores brasileiros e estrangeiros interessados na análise do fenômeno migratório brasileiro. A constituição de um diálogo acadêmico amplo é essencial para o incentivo e promoção de pesquisas quantitativas e qualitativas sobre os mais diversos temas relativos às migrações internacionais no Brasil. Assim, espera-se que essas pesquisas possam contribuir com dados relativos ao fluxo migratório, ao perfil sócio demográfico dos migrantes, à inserção dos mesmos na sociedade de acolhimento, especialmente no mercado de trabalho; e que também possam ampliar a compreensão sobre a cotidianidade desses migrantes, incluindo análises que abordem as relações de classes sociais, gênero e de geração, assim como as relações étnico/raciais em que estão envolvidos os migrantes. Identificou-se, ainda, a inexistência de um canal de comunicação que congregasse as informações disponíveis sobre os fluxos migratórios. Desse modo, a criação do portal eletrônico (site) do Observatório contribui para a difusão de informações (dados sobre os fluxos migratórios e, também, produção científica na área) aos cidadãos e àqueles que trabalham diretamente com a migração. Portanto, a criação do portal do Observatório das Migrações Internacionais no Brasil é uma necessidade para a disseminação de informações e conhecimento sobre a temática. O Observatório colabora, também, para o desenvolvimento científicotecnológico na área, articulando a criação de indicadores sobre o fluxo migratório a partir da analise estatística de bases de dados governamentais. Desse modo, procura viabilizar construções de plataformas que eventualmente os atores que trabalham na área temática possam ter acesso aumentando a transparência dos dados. O Observatório, portanto, providencia levantamento dos dados necessários para montagem de fluxos de informações, disponibilizando-os por meio de mecanismos que são desenvolvidos pelos pesquisadores. Deve ser destacada, ainda, a importância de análises com enfoque em situações específicas, como podem ser os estudos sobre os fluxos migratórios nos espaços de fronteiras e a pesquisa com refugiados. Ressalta-se que já há muitos estudos sendo realizados por diferentes unidades acadêmicas e entidades associativas, não obstante,

3 ainda é necessária uma maior sistematização e divulgação de seus resultados. O Observatório busca ser um importante canal para essa divulgação. A necessidade de criar o Observatório das Migrações Internacionais no Brasil também se deu pelo potencial de proporcionar desenvolvimento e inovação social da gestão do fenômeno migratório brasileiro. De acordo com Comeau (2004), o reforço das orientações neo-liberais que privilegiam o investimento público ligado ao aumento da competitividade em detrimento da esfera social, engendra novas necessidades e problemas de natureza coletiva. Nesse contexto a produção do conhecimento científico voltado para processos de desenvolvimento e inovações sociais se faz ainda mais necessário, especialmente no âmbito das ciências sociais. Nesse sentido, André e Abreu (2006) ratificam a necessidade de pensar a inovação social separada das lógicas do mercado competitivo que inova em tecnologia visando unicamente o lucro. Pelo contrário, esses autores atribuem o significado da inovação social, tanto a um processo que se desenvolve fora das lógicas do mercado e que visa prioritariamente à inclusão social; assim como a produtos que podem ser materializados em iniciativas sociais ligadas, por exemplo, aos cuidados de saúde, à ação social, à habitação, à imigração, à integração no mercado de trabalho, entre outras. De acordo com Martinelli et al., (2003), a inovação social nas suas duas dimensões, como produto e processo, deveria cumprir ao menos três características básicas: a) satisfação de necessidades humanas não atendidas por via do mercado; b) promoção da inclusão social e aumento do acesso aos direitos sociais; c) facilitação do empoderamento de grupos sociais e capacitação de agentes, potencial ou efetivamente, em processos de exclusão e marginalização social. Apoiados nas ideias de Lovye Leubolt (2005), os autores André e Abreu (2006) consideram quatro tipos de relação entre sociedade civil e inovação social: A inovação social deriva do capital social da sociedade civil (Putnam), entendida como esfera autorregulada autônoma do Estado (Teoria liberal); Inspirados na polis, os cidadãos encontram-se no espaço público para discutir e encontrar soluções para os problemas coletivos (Arendt). A sociedade civil não é autônoma do Estado, ela constrói o Estado. A cidadania é a ideia central desta perspectiva (Tradição republicana);

4 A sociedade civil autônoma (elites esclarecidas) influencia as políticas por via da ação comunicativa (Habermas), ou seja, através da construção de uma opinião pública; A sociedade civil protagoniza uma estratégia de resistência para derrubar as forças hegemônicas (Teoria crítica na tradição Gramsciana). Em suma, o Observatório busca contribuir de forma contínua para a análise da migração contemporânea no Brasil, por meio do estudo das migrações internacionais nas suas principais vertentes: imigração, emigração e migração de retorno. Assim sendo, esse surge em um momento oportuno, onde as migrações no país estão passando por processos de maior dinamismo nas suas três versões. E, portanto, o Observatório vem contribuir e tem um importante impacto, tanto de caráter científico-acadêmico, como de inovação social. Da necessidade a criação O Observatório das Migrações Internacionais (OBMigra) foi pensado e repensado. Sendo sua concepção discutida e rediscutida pelo CNIg, especialmente pelo Presidente do Conselho, Sr. Paulo Sérgio de Almeida, pelos técnicos da Coordenação Geral de Imigração do MTE, pelos professores e alunos do Centro de Pesquisa Pós- Graduação sobre as Américas (CEPPAC, sobretudo pelos Professores Leonardo Cavalcanti e Rebecca Igreja). O amadurecimento da ideia e a constante vontade de todos os envolvidos nessa iniciativa culminou na sua criação em dezembro de O Observatório teve amplo apoio das autoridades das duas instituições promotoras: Universidade de Brasília e Ministério do Trabalho e Emprego. Durante os seus primeiros meses de execução foi realizado o processo de seleção dos pesquisadores que compõem atualmente o Observatório. Pesquisadores esses de diversas áreas de expertise entre elas antropologia, direito, estatística, demografia, pedagogia, relações internacionais e sociologia. Sendo os pesquisadores pós-doutores, doutores, doutorandos, mestres, mestrandos e graduandos. Desse modo, o Observatório teve seu lançamento oficial, no Seminário Migração Laboral no Brasil: desafios para construção de políticas realizado no Senado Federal, em 14 de Maio de 2014, com a presença do Ministro do Trabalho e Emprego, Manuel Dias, da Vice-Reitora da UnB Dra Sonia Bao e autoridades governamentais, sindicais e acadêmicas. Nesse evento foi

5 lançado o website do Observatório - Foi também apresentado mapeamentos para a identificação dos órgãos públicos, organizações não governamentais e grupos de pesquisas e pesquisadores que trabalham com a temática migratória. Esses mapeamentos contribuíram para lançar um primeiro olhar sobre como e por quem a migração internacional brasileira está sendo tratada no Brasil e no exterior. Esses foram os primeiros passos na consolidação, concretização e divulgação do Observatório, como um meio de interlocução entre diversos grupos sociais. Metas A principal meta do Observatório é desenvolver continuamente o conhecimento sobre as migrações internacionais no Brasil, mediante pesquisas quantitativas (analises estatísticas) e qualitativas com estudos teóricos e empíricos, e apontar estratégias para a inovação social de políticas públicas que dinamizem as migrações internacionais no Brasil. Para realizar essa tarefa propõe-se analisar progressivamente três cenários que afetam o Brasil: I- A imigração internacional no Brasil na atualidade; II- A emigração brasileira para outros países nas últimas décadas; III- Os projetos migratórios de retorno dos emigrantes brasileiros pós-crise econômica mundial, a partir do ano Para tal, definimos como sendo nossos objetivos específicos: 1. Criação de banco de dados: Compilar e disponibilizar dados estatísticos; 2. Relatório anual sobre mercado de trabalho: Analisar a inserção dos imigrantes no mercado de trabalho brasileiro; 3. Pesquisas: Formentar o desenvolvimento, divulgação, edição e distribuição de pesquisas, estudos e publicações; 4. Seminários: Promover seminários, palestras e debates, e 5. Cooperação internacional: Realizar atividades de cooperação com outras instituições congêneres nacionais e internacionais que permita um maior conhecimento das migrações no Brasil, Mercosul e no mundo

6 O desenvolvimento O Observatório das Migrações Internacionais (OBMigra) ao longo desse primeiro ano veio se consolidando como uma iniciativa contínua que objetiva a colaboração conjunta entre o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), através do Conselho Nacional de Imigração (CNIg) e a Universidade de Brasília (UnB) através da coordenação científica do Centro de Pesquisa Pós-Graduação sobre as Américas (CEPPAC), unidade acadêmica da UnB, vinculada ao Instituto de Ciências Sociais (ICS). O conhecimento que vem sendo produzido pelo Observatório está contribuindo para avançar a compreensão teórico-metodológica do fenômeno migratório brasileiro; auxiliando na sistematização de dados estatísticos sobre a migração e, ainda, subsidiando elementos para inovação social de políticas públicas mais eficaz e eficiente, especialmente dos órgãos governamentais que lidam diretamente com as migrações internacionais no Brasil. Até o presente momento já foi possível realizar um amplo mapeamento identificando os principais órgãos públicos, organizações não governamentais e grupos de pesquisas e pesquisadores (brasileiros e no exterior) que trabalham com a temática migratória. Informações que já estão disponíveis no website do Observatório. Já obtivemos, também, acesso aos bancos de dados da Rais (Relação Anual de Informações Sociais) e do CGI/CNIg (Coordenação Geral de Imigração e Conselho Nacional de Imigração). Dados esses que estão sendo cuidadosamente tratados estatisticamente, tabulados e analisados. Fato pioneiro no campo das migrações no Brasil. Ainda, foi possível ter acesso aos dados do IBGE, o qual possibilitou o acesso às bases de dados demográficos dos fluxos migratórios dos Censos de 2000 e No âmbito da pesquisa qualitativa e teórica, o Observatório está construindo o primeiro Dicionário sobre migração em língua portuguesa. Com mais de 70 verbetes, que estão sendo escritos por pesquisadores de diversos países com expertise na temática reconhecida internacionalmente. Esse dicionário será uma importante fonte de consulta para a academia brasileira e gestores envolvido nos estudos migratórios. Nesse ano de 2014, o Observatório vem proporcionando, ainda, aos estudantes de pós-graduação e de graduação, gestores públicos e a todos interessados nessa temática a possibilidade de participarem de debates sobre os mais diversos temas das migrações. Essa atividade é

7 realizada através dos Diálogos do Observatório, um espaço de debate onde renomados acadêmicos proferem palestras. Dentre esses vários produtos, o Observatório criou nesse ano de 2014, os Cadernos OBMigra. Essa publicação tem o intuito de ser um veículo de divulgação continuada e periódica. O objetivo é promover um espaço multi e interdisciplinar capaz de reunir estudos e debates sobre o fenômeno migratório internacional nas suas principais vertentes: emigração, imigração e retorno. Desse modo, o Observatório convida a comunidade acadêmica, a sociedade civil e órgãos governamentais dedicados da migração internacional a apresentar o resultado de seus trabalhos e manifestar seus pontos de vista por meio dessa publicação que recebe artigos, surveys, entrevistas, outros textos de pesquisas finalizadas ou em progresso e, ainda, busca abrir espaço para formas criativas de discutir a temática. Desse modo, o Observatório tem o prazer de oferecer ao público o primeiro número dos Cadernos OBMigra organizado inicialmente a partir das contribuições dos palestrantes e debatedores do Seminário Migrações Laborais no Brasil: desafios para construção de políticas. Boa Leitura!

8 Referências Bibliográficas ANDRÉ, ISABEL; ABREU; ALEXANDRE. DIMENSÕES E ESPAÇOS DA INOVAÇÃO SOCIAL. Finisterra, XLI, 81, 2006, pp COMEAU Y (2004) Les contributions des sociologies de l innovation à l étude du changement social. Innovations Sociales et Transformations des Conditions ede Vie. Actes du Colloque - 16 Avril 2004, Cahiers du CRISES, Collection Études Théoriques, ET0418: MARTINELLI F, MOULAERT F, SWYNGEDOUW E, AILENEI O (2003) Social innovation, governance and comunity building. Singocom - scientific periodic progress report month 18.

Sessão 3: Envolvendo empregadores e sindicatos

Sessão 3: Envolvendo empregadores e sindicatos Sessão 3: Envolvendo empregadores e sindicatos Senhor Ministro Chris Alexander, Senhoras e senhores, Primeiramente, gostaria cumprimentar a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)

Leia mais

Plano de Trabalho 2013/2015

Plano de Trabalho 2013/2015 SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FUNDAP SEADE CEPAM CONVÊNIO SPDR USP FUNDAP SEADE CEPAM ANEXO I Plano de Trabalho 2013/2015 OUTUBRO DE 2013 I. JUSTIFICATIVAS

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

Projeto Empreendedores Cívicos

Projeto Empreendedores Cívicos Projeto Empreendedores Cívicos I. Conceito Empreendedores Cívicos são agentes de inovação social que fomentam e promovem transformações positivas em benefício da coletividade rumo a um Brasil Sustentável.

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA Margarete Maria da Silva meghamburgo@yahoo.com.br Graduanda em Pedagogia e membro do NEPHEPE Universidade Federal de

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais Especialização em Gestão Estratégica de Apresentação CAMPUS COMÉRCIO Inscrições Abertas Turma 02 --> Início Confirmado: 07/06/2013 últimas vagas até o dia: 05/07/2013 O curso de Especialização em Gestão

Leia mais

PÚBLICO-ALVO Assistentes sociais que trabalham na área da educação e estudantes do curso de Serviço Social.

PÚBLICO-ALVO Assistentes sociais que trabalham na área da educação e estudantes do curso de Serviço Social. OBJETIVOS: Promover o debate sobre o Serviço Social na Educação; Subsidiar as discussões para o Seminário Nacional de Serviço Social na Educação, a ser realizado em junho de 2012 em Maceió-Alagoas; Contribuir

Leia mais

POLÍTICA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

POLÍTICA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA POLÍTICA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA Brasília, 25 de novembro de 2009 1 POLÍTICA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO,

Leia mais

PROGRAMA DE TRABALHO PARA AS COMUNIDADES BRASILEIRAS NO EXTERIOR (baseado na Ata da 1º Conferência Brasileiros no Mundo )

PROGRAMA DE TRABALHO PARA AS COMUNIDADES BRASILEIRAS NO EXTERIOR (baseado na Ata da 1º Conferência Brasileiros no Mundo ) PROGRAMA DE TRABALHO PARA AS COMUNIDADES BRASILEIRAS NO EXTERIOR (baseado na Ata da 1º Conferência Brasileiros no Mundo ) 1) Educação e Cultura: INICIATIVAS PRINCIPAIS ÓRGÃOS ENVOLVIDOS 1.1) Curto Prazo

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social O Projeto pedagógico do Curso de Serviço Social do Pólo Universitário de Rio das Ostras sua direção social, seus objetivos, suas diretrizes, princípios,

Leia mais

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus APRESENTAÇÃO Ao se propor a sistematização de uma política pública voltada para os museus brasileiros, a preocupação inicial do Ministério

Leia mais

Declaração de Brasília: Rumo à Cidadania Sul- Americana

Declaração de Brasília: Rumo à Cidadania Sul- Americana Declaração de Brasília: Rumo à Cidadania Sul- Americana XI Conferência Sul-Americana sobre Migrações Brasília, de 19 a 21 de outubro de 2011 Declaração de Brasília Rumo à Cidadania Sul-Americana Os representantes

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA N.º

TERMO DE REFERÊNCIA N.º MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO E DIVERSIDADE DIRETORIA DE EDUCAÇÃO INTEGRAL, DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA COORDENAÇÃO GERAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL TERMO DE REFERÊNCIA

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA E POLITICAS PÚBLICAS: UMA APROXIMAÇÃO DO CRPRS COM O MEIO ACADÊMICO

Leia mais

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global (texto extraído da publicação IRVING, M.A.; BOTELHO, E.S.; SANCHO, A.; MORAES, E &

Leia mais

RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão. Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus

RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão. Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus 2013-2016 0 1 Sumário Apresentação... 2 Análise Situacional... 2 Programas Estruturantes...

Leia mais

PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS

PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS 2014 1 Índice 1. Contexto... 3 2. O Programa Cidades Sustentáveis (PCS)... 3 3. Iniciativas para 2014... 5 4. Recursos Financeiros... 9 5. Contrapartidas... 9 2 1. Contexto

Leia mais

Chefe Assessoria junto ao Poder Executivo (Apex) da CNC. (Compareceu) Suplente Roberto Luis Lopes Nogueira

Chefe Assessoria junto ao Poder Executivo (Apex) da CNC. (Compareceu) Suplente Roberto Luis Lopes Nogueira R E L A Ç Õ E S D O T R A B A L H O Órgão Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) Representação Efetiva Conselho Nacional de Imigração (CNIg) Representantes: Titular Marjolaine Bernadette Julliard Tavares

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas.

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas. Extensão ETENSÃO A implementação da politica de Extensão, no Instituto Federal do Amazonas reafirma a missão deste Instituto e seu comprometimento com o desenvolvimento local e regional promovendo a integração

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

Profa. Rosemara Soares de Souza Caires. Unidade II SERVIÇO SOCIAL

Profa. Rosemara Soares de Souza Caires. Unidade II SERVIÇO SOCIAL Profa. Rosemara Soares de Souza Caires Unidade II SERVIÇO SOCIAL INTERDISCIPLINAR Aproximações entre o Serviço Social e a Interdisciplinaridade A interdisciplinaridade se manifesta na profissão por meio

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano SANTANA, Ludmylla Siqueira 1 RIBEIRO, José Pedro Machado 2 SOUZA, Roberto Barcelos 2

Leia mais

Seminário Cenário Contemporâneo: Polêmicas e Desafios ao Serviço Social

Seminário Cenário Contemporâneo: Polêmicas e Desafios ao Serviço Social Seminário Cenário Contemporâneo: Polêmicas e Desafios ao Serviço Social Seminário Cenário Contemporâneo: Polêmicas e Desafios ao Serviço Social PALESTRA 03: Investigação em Serviço Social: para quê, a

Leia mais

The implementation of Observatório de Ideias da UEG Information Management in Education and Training

The implementation of Observatório de Ideias da UEG Information Management in Education and Training The implementation of Observatório de Ideias da UEG Information Management in Education and Training Carla Conti de Freitas (Universidade Estadual de Goiás, Goiás, Brasil) carlacontif@gmail.com Armando

Leia mais

3.360 H/AULA (*) CURRÍCULO PLENO/

3.360 H/AULA (*) CURRÍCULO PLENO/ MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: HISTÓRIA LICENCIATURA PLENA SERIADO ANUAL 3 (TRÊS) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 03 (TRÊS) ANOS LETIVOS - MÁXIMO = 05 (CINCO)

Leia mais

Curso de Relações Públicas: 34 anos de tradição, ética e excelência

Curso de Relações Públicas: 34 anos de tradição, ética e excelência Universidade Metodista de São Paulo Faculdade de Jornalismo e Relações Públicas Curso de Relações Públicas: 34 anos de tradição, ética e excelência Fábio França Maria Aparecida Ferrari Maio de 2006 1 Tradição

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL. Disciplina: Metodologia Científica. Número de créditos: 04. Carga horária: 80

SERVIÇO SOCIAL. Disciplina: Metodologia Científica. Número de créditos: 04. Carga horária: 80 Disciplina: Metodologia Científica SERVIÇO SOCIAL Ementa: Finalidade da metodologia científica. Importância da metodologia Número âmbito das ciências. Metodologia de estudos. O conhecimento e suas formas.

Leia mais

O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu

O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu GTT: Escola O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu Almir Zandoná Júnior 1 Fernando Henrique Silva Carneiro 2 Justificativa/Base teórica A entrada da Educação

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº XXXX CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA. Contrato por Produto - Nacional

TERMO DE REFERÊNCIA Nº XXXX CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA. Contrato por Produto - Nacional Número e Título do Projeto: TERMO DE REFERÊNCIA Nº XXXX CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA Contrato por Produto - Nacional BRA/09/004 Fortalecimento das Capacidades da CAIXA para seu processo de

Leia mais

É permitida a reprodução deste texto e dos dados contidos, desde que citada à fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.

É permitida a reprodução deste texto e dos dados contidos, desde que citada à fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas. É permitida a reprodução deste texto e dos dados contidos, desde que citada à fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas. Realização: Observatório das Migrações Internacionais - OBMigra URL:

Leia mais

Resenha Internet e Participação Política no Brasil

Resenha Internet e Participação Política no Brasil Resenha Internet e Participação Política no Brasil (Orgs. MAIA, Rousiley Celi Moreira; GOMES, Wilson; MARQUES, Paulo Jamil Almeida. Porto Alegre: Ed. Sulina, 2011.) Átila Andrade de CARVALHO 1 A democracia

Leia mais

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes FACULDADE ALFREDO NASSER INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO III PESQUISAR

Leia mais

A Escola. Com uma média de 1.800 alunos por mês, a ENAP oferece cursos presenciais e a distância

A Escola. Com uma média de 1.800 alunos por mês, a ENAP oferece cursos presenciais e a distância A Escola A ENAP pode contribuir bastante para enfrentar a agenda de desafios brasileiros, em que se destacam a questão da inclusão e a da consolidação da democracia. Profissionalizando servidores públicos

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: BACHARELADO SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO = 07 (SETE)

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO. Missão SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO CURSO: RELAÇÕES INTERNACIONAIS Missão A principal missão do Curso de Relações Internacionais é formar, a partir de pesquisa e desenvolvimento pedagógico próprios, mediante

Leia mais

Documento referencial: uma contribuição para o debate

Documento referencial: uma contribuição para o debate Documento referencial: uma contribuição para o debate desenvolvimento integração sustentável participação fronteiriça cidadã 1. Propósito do documento O presente documento busca estabelecer as bases para

Leia mais

Planejamento Anual - 2014

Planejamento Anual - 2014 Planejamento Anual - 2014 Tutor Email SILVANA SOUZA SILVEIRA silvana.silveira@pucrs.br Informações do Planejamento Planejamento quanto à participação/contribuição do (a) tutor (a) nas atividades e na formação

Leia mais

Programa de Ações e Atividades para garantir os direitos das crianças e adolescentes migrantes e de seus familiares no marco do Eixo II do Plano

Programa de Ações e Atividades para garantir os direitos das crianças e adolescentes migrantes e de seus familiares no marco do Eixo II do Plano Programa de Ações e Atividades para garantir os direitos das crianças e adolescentes migrantes e de seus familiares no marco do Eixo II do Plano Estratégico de Ação no MERCOSUL Iniciativa do MERCOSUL sobre

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE SERVIÇO SOCIAL INTRODUÇÃO AO SERVIÇO SOCIAL EMENTA: A ação profissional do Serviço Social na atualidade, o espaço sócioocupacional e o reconhecimento dos elementos

Leia mais

Reflexões Sobre a Cooperação Internacional

Reflexões Sobre a Cooperação Internacional Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Ministério da Educação Anexos I e II 2º andar Caixa Postal 365 70359-970 Brasília, DF Brasil PLANO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO (PNPG) 2005-2010

Leia mais

I Jornada de Humanidades - PROMOVENDO POSSIBILIDADES TEORIA E PRÁTICA NO ENSINO MÉDIO COLÉGIO SESI SUB SEDE I

I Jornada de Humanidades - PROMOVENDO POSSIBILIDADES TEORIA E PRÁTICA NO ENSINO MÉDIO COLÉGIO SESI SUB SEDE I I Jornada de Humanidades - PROMOVENDO POSSIBILIDADES TEORIA E PRÁTICA NO ENSINO MÉDIO COLÉGIO SESI SUB SEDE I Mostra Local de: Londrina Categoria do projeto: II Projetos Finalizados (projetos encerrados)

Leia mais

NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL. PARCERIA MDA / CNPq. Brasília, 13 de maio de 2014

NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL. PARCERIA MDA / CNPq. Brasília, 13 de maio de 2014 NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL PARCERIA MDA / CNPq Brasília, 13 de maio de 2014 A política de desenvolvimento territorial Desde 2004 a SDT implementa a estratégia de desenvolvimento

Leia mais

I Seminário Nacional de Controle Social A sociedade no acompanhamento da gestão pública Brasília, 25, 26 e 27 de Set/2009

I Seminário Nacional de Controle Social A sociedade no acompanhamento da gestão pública Brasília, 25, 26 e 27 de Set/2009 I Seminário Nacional de Controle Social A sociedade no acompanhamento da gestão pública Brasília, 25, 26 e 27 de Set/2009 Observatório da Educação participação e controle da sociedade civil nas políticas

Leia mais

Zeny Duarte Professora e Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação - Ufba

Zeny Duarte Professora e Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação - Ufba DA GRADUAÇÃO EM ARQUIVOLOGIA AO MESTRADO E DOUTORADO Zeny Duarte Professora e Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação - Ufba Refletir sobre a preparação de um profissional arquivista

Leia mais

REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO

REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO PROGRAMA NACIONAL DE ESTRUTURAÇÃO DE DESTINOS TURÍSTICOS (Documento base Câmara Temática de Regionalização) Brasília, 08.02.2013 SUMÁRIO 1. CONTEXTUALIZAÇÃO... 2 2. DIRETRIZES...

Leia mais

Nossa Missão, Visão e Valores

Nossa Missão, Visão e Valores Nossa Missão, Visão e Valores Missão Acolher e mobilizar os imigrantes na luta por direitos, cidadania e empoderamento social e político; Combater o trabalho escravo, a xenofobia, o tráfico de pessoas

Leia mais

CONCURSO DE IDEIAS VEM REGULAMENTO

CONCURSO DE IDEIAS VEM REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS VEM REGULAMENTO PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL Artigo 1.º Âmbito das iniciativas de apoio a empreendedores emigrantes O Alto Comissariado para as Migrações, I.P. (doravante ACM, I.P.) propõe

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO O Curso de Secretariado Executivo das Faculdades Integradas de Ciências Exatas Administrativas e Sociais da UPIS, reconhecido pelo MEC desde 1993, pela Portaria 905, de 24.06,1993,

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CAMPUS CATALÃO MESTRADO PROFISSIONAL EM GESTÃO ORGANIZACIONAL. Ementário

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CAMPUS CATALÃO MESTRADO PROFISSIONAL EM GESTÃO ORGANIZACIONAL. Ementário SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CAMPUS CATALÃO MESTRADO PROFISSIONAL EM GESTÃO ORGANIZACIONAL Ementário Metodologia de Pesquisa 64 horas Introdução; Paradigmas da investigação social.

Leia mais

QUAIS INSTRUMENTOS SÃO USADOS NO MONITORAMENTO DE PROGRAMAS SOCIAIS?

QUAIS INSTRUMENTOS SÃO USADOS NO MONITORAMENTO DE PROGRAMAS SOCIAIS? COMO SE FAZ NO BRASIL: PRINCIPAIS INSTRUMENTOS DE MONITORAMENTO DE PROGRAMAS SOCIAIS COMO SE FAZ O MONITORAMENTO? O monitoramento de programas envolve as seguintes etapas:» 1ª etapa: Coleta regular de

Leia mais

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO DE LETRAS PORTUGUÊS/ESPANHOL O ensino da língua espanhola no contexto da escola pública INTRODUÇÃO Este plano procura articular-se de forma integrada com o plano de trabalho institucional, que

Leia mais

(30h/a 02 créditos) Dissertação III (90h/a 06 Leituras preparatórias para a

(30h/a 02 créditos) Dissertação III (90h/a 06 Leituras preparatórias para a GRADE CURRICULAR DO MESTRADO EM LETRAS: LINGUAGEM E SOCIEDADE DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS 34 CRÉDITOS Teorias da Linguagem (60h/a 04 Teorias Sociológicas (60h/a 04 Metodologia da Pesquisa em Linguagem (30h/a

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: A LEI NO PAPEL, A LEI NA ESCOLA Aline de Assis Augusto UFJF

EDUCAÇÃO INFANTIL E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: A LEI NO PAPEL, A LEI NA ESCOLA Aline de Assis Augusto UFJF EDUCAÇÃO INFANTIL E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: A LEI NO PAPEL, A LEI NA ESCOLA Aline de Assis Augusto UFJF Resumo A presente pesquisa se debruça sobre as relações étnico-raciais no interior de uma escola

Leia mais

Plan International e IIDAC com recursos do Fundo União Europeia

Plan International e IIDAC com recursos do Fundo União Europeia INSTITUTO INTERNACIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO DA CIDADANIA TERMO DE REFERÊNCIA No. 012/2015 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA/JURÍDICA CONSULTOR POR PRODUTO 1. PROJETO Pontes para o Futuro 2. RECURSOS

Leia mais

SEDE NACIONAL DA CAMPANHA

SEDE NACIONAL DA CAMPANHA Campanha Ponto Final na Violência contra as Mulheres e Meninas SEDE NACIONAL DA CAMPANHA REDE NACIONAL FEMINSTA DE SAÚDE, DIREITOS SEXUAIS E DIREITOS REPRODUTIVOS Avenida Salgado Filho, 28, cj 601. Porto

Leia mais

Observatórios do Trabalho

Observatórios do Trabalho Observatórios do Trabalho O que são? Ferramentas de estudo, análise e de apoio ao diálogo social e à elaboração de políticas públicas de emprego, trabalho e renda e de desenvolvimento local / regional.

Leia mais

PLANO OPERACIONAL ANUAL E ORÇAMENTO DETALHADO 2013

PLANO OPERACIONAL ANUAL E ORÇAMENTO DETALHADO 2013 PLANO OPERACIONAL ANUAL E ORÇAMENTO DETALHADO 2013 1 Composição Orçamentária ISAGS - 2013 (*) Natureza Valor anual (US$) Percentual Projetos 42,6% 1.001.200,00 Pessoal 37,9% 892.958,00 Gastos Operacionais

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE O APRENDER PARA SABER E O SABER PARA ENSINAR: ACTUAIS DESAFIOS PARA UMA FORMAÇÃO PERMANENTE DE PROFESSORES

REFLEXÕES SOBRE O APRENDER PARA SABER E O SABER PARA ENSINAR: ACTUAIS DESAFIOS PARA UMA FORMAÇÃO PERMANENTE DE PROFESSORES REFLEXÕES SOBRE O APRENDER PARA SABER E O SABER PARA ENSINAR: ACTUAIS DESAFIOS PARA UMA FORMAÇÃO PERMANENTE DE PROFESSORES Andréia Serra Azul da Fonseca 1 Maristela Lage Alencar 2 Sinara Mota Neves 3 Universidade

Leia mais

MBA em Marketing Estratégico

MBA em Marketing Estratégico MBA em Marketing Estratégico Público - alvo O MBA em Marketing Estratégico é indicado para profissionais com experiência profissional mínima de três anos, com formação universitária em qualquer área e

Leia mais

ONG BRASI O DIÁLOGO ABRE CAMINHOS PARA O DESENVOLVIMENTO. Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil

ONG BRASI O DIÁLOGO ABRE CAMINHOS PARA O DESENVOLVIMENTO. Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil ONG BRASI 2012 O DIÁLOGO ABRE CAMINHOS PARA O DESENVOLVIMENTO Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil Dezembro de 2013 3 EXPEDIENTE Presidenta

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA SE-001/2011

TERMO DE REFERÊNCIA SE-001/2011 TERMO DE REFERÊNCIA SE-001/2011 Objeto da contratação Consultor sênior Título do Projeto Projeto BRA 07/010 Designação funcional Duração do contrato Consultoria por produto 04 meses Data limite para envio

Leia mais

Planeamento Estratégico para Sociedades de Advogados ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 1º SEMESTRE DE 2012

Planeamento Estratégico para Sociedades de Advogados ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 1º SEMESTRE DE 2012 Planeamento Estratégico para Sociedades de Advogados ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 1º SEMESTRE DE 2012 LEXDEBATA - PORTUGAL Fundada em Lisboa no ano de 2006, a LexDebata Seminários

Leia mais

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal I- Introdução Mestrados Profissionais em Segurança Pública Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal Este documento relata as apresentações, debates e conclusões

Leia mais

ENCONTRO GAÚCHO SOBRE A NOVA CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO EDIÇÃO 2013

ENCONTRO GAÚCHO SOBRE A NOVA CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO EDIÇÃO 2013 ENCONTRO GAÚCHO SOBRE A NOVA CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO EDIÇÃO 2013 Tendências de pesquisa acadêmica na área de Gestão Pública e Fontes de Informação para Pesquisa Foco em CASP Prof. Ariel

Leia mais

How To. Introdução. Volume 3 - Número 3 Dezembro 2010 SBC HORIZONTES 26

How To. Introdução. Volume 3 - Número 3 Dezembro 2010 SBC HORIZONTES 26 Como planejar uma Pesquisa Científica Sugestões para o desenvolvimento de uma pesquisa científica Jane Aparecida Buzzi Pereira Neves, janeabp@gmail.com, Faculdades Expoente, Curitiba, PR. Luiz Antônio

Leia mais

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014 A CPA (Comissão Própria De Avaliação) apresentou ao MEC, em março de 2015, o relatório da avaliação realizada no ano de 2014. A avaliação institucional, realizada anualmente, aborda as dimensões definidas

Leia mais

Gestão do Conhecimento Case Documentar

Gestão do Conhecimento Case Documentar Gestão do Conhecimento Case Documentar GESTÃO DO CONHECIMENTO CASE DOCUMENTAR Empresa: Documentar Tecnologia e Informação Localização: R. Barão de Macaúbas 460 20º Andar Santo Antônio BH/MG Segmento: Tecnologia,

Leia mais

Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais)

Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais) UFPR SETOR DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA EMENTAS DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais) 1º ANO

Leia mais

Vínculo institucional: FADERS e PUCRS Faculdade de Serviço Social / Atuação: Professora e Pesquisadora da FSS/ graduação e pós-graduação

Vínculo institucional: FADERS e PUCRS Faculdade de Serviço Social / Atuação: Professora e Pesquisadora da FSS/ graduação e pós-graduação PROJETO DE PESQUISA: Condições de Acesso das Pessoas com Deficiência às Universidades do RS Responsável: Profa Dra Idília Fernandes Vínculo institucional: FADERS e PUCRS Faculdade de Serviço Social / Atuação:

Leia mais

Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II

Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II PARTILHA DE EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGEM SOBRE O DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL O URBACT permite que as cidades europeias trabalhem em conjunto e desenvolvam

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Nome da disciplina Evolução do Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação;

Leia mais

A constituição do Observatório Nacional do Mercado de Trabalho experiências nacionais e internacionais e perspectivas para o Brasil e o Mercosul

A constituição do Observatório Nacional do Mercado de Trabalho experiências nacionais e internacionais e perspectivas para o Brasil e o Mercosul MERCADO DE TRABALHO conjuntura e análise 31 NOTA TÉCNICA A constituição do Observatório Nacional do Mercado de Trabalho experiências nacionais e internacionais e perspectivas para o Brasil e o Mercosul

Leia mais

A experiência da Fundaj na articulação entre pesquisa e ensino para a melhoria da gestão pública

A experiência da Fundaj na articulação entre pesquisa e ensino para a melhoria da gestão pública A experiência da Fundaj na articulação entre pesquisa e ensino para a melhoria da gestão pública Fundação Joaquim Nabuco Criada pelo Congresso Nacional em 1949 (Lei nº 770) - Projeto apresentado pelo deputado

Leia mais

ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados. PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO aalmeidaf@yahoo.com.

ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados. PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO aalmeidaf@yahoo.com. ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO aalmeidaf@yahoo.com.br CPC Conceito Preliminar de Curso 1 - Nota dos Concluintes no ENADE

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DO PERFIL PROFISSIONAL DOS RESPONSÁVEIS PELA SAÚDE NOS MUNICIPIOS DO RS

IDENTIFICAÇÃO DO PERFIL PROFISSIONAL DOS RESPONSÁVEIS PELA SAÚDE NOS MUNICIPIOS DO RS ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA ESTADUAL DA SAÚDE ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA IDENTIFICAÇÃO DO PERFIL PROFISSIONAL DOS RESPONSÁVEIS PELA SAÚDE NOS MUNICIPIOS DO RS Porto Alegre, janeiro de 2006 SECRETARIA

Leia mais

Flash Comunidades. Este Boletim apresentará, de forma resumida, algumas acções implementadas ou em curso

Flash Comunidades. Este Boletim apresentará, de forma resumida, algumas acções implementadas ou em curso Flash Comunidades Este Boletim apresentará, de forma resumida, algumas acções implementadas ou em curso 1 CABO VERDE Nação Global O Ministério das Comunidades (MDC) vem implementando medidas que permitem

Leia mais

334 Valdecy de Oliveira Pontes e Alexandra Maria de Castro e Santos Araújo

334 Valdecy de Oliveira Pontes e Alexandra Maria de Castro e Santos Araújo MARTINS, André Ricardo Nunes. A polêmica construída: racismo e discurso da imprensa sobre a política de cotas para negros. Brasília: Senado Federal, 2011, 281p. O livro intitulado A polêmica construída:

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

Esforços Regionais e Redes: no Caminho da Qualidade na Gestão Acadêmica

Esforços Regionais e Redes: no Caminho da Qualidade na Gestão Acadêmica 1ª Conferência do FORGES Universidade de Lisboa e Universidade de Coimbra Portugal 14 a 16 de Novembro de 2011 Esforços Regionais e Redes: no Caminho da Qualidade na Gestão Acadêmica Pesquisadoras: Maria

Leia mais

AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES

AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES 1 Apresentação 1. As comunicações, contemporaneamente, exercem crescentes determinações sobre a cultura,

Leia mais

1º ano. 1º Bimestre. 2º Bimestre. 3º Bimestre. Capítulo 26: Todos os itens O campo da Sociologia. Capítulo 26: Item 5 Senso Crítico e senso comum.

1º ano. 1º Bimestre. 2º Bimestre. 3º Bimestre. Capítulo 26: Todos os itens O campo da Sociologia. Capítulo 26: Item 5 Senso Crítico e senso comum. 1º ano A Filosofia e suas origens na Grécia Clássica: mito e logos, o pensamento filosófico -Quais as rupturas e continuidades entre mito e Filosofia? -Há algum tipo de raciocínio no mito? -Os mitos ainda

Leia mais

Mariana Bassoi Duarte da Silva¹ Maria Virginia Filomena Cremasco² Migração e Refúgio, contribuições da Psicologia

Mariana Bassoi Duarte da Silva¹ Maria Virginia Filomena Cremasco² Migração e Refúgio, contribuições da Psicologia Mariana Bassoi Duarte da Silva¹ Maria Virginia Filomena Cremasco² Migração e Refúgio, contribuições da Psicologia Movimento e migração são as condições de definição histórica da humanidade. Porém, o mundo

Leia mais

Fashion Marketing & Communication

Fashion Marketing & Communication Os programas de Pós-Graduação oferecidos pela Faculdade de Tecnologia do Istituto Europeo di Design estão em conformidade legal e atendem as Resoluções CNE/CES nº 1, de 3 de abril de 2001 e nº 1, de 8

Leia mais

SEMINÁRIO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA SOCIAL

SEMINÁRIO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA SOCIAL SEMINÁRIO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA SOCIAL SERVIÇO SOCIAL E A SAÚDE DO TRABALHADOR: ATUAÇÃO NO BENEFÍCIO POR INCAPACIDADE Profª Drª: Jussara Maria Rosa Mendes Professora do Curso de Serviço

Leia mais

APRESENTAÇÃO O PROJETO

APRESENTAÇÃO O PROJETO O PROJETO APRESENTAÇÃO A comunidade do serviço social está em expressivo crescimento no pais. Em 2011, haviam 108.893 assistentes sociais inscritos ativos e, segundo dados do MEC, estimase que em 2012

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

Sumário. Antecedentes legais. Atividades relevantes. O que é o SIGAP. Estrutura simplificada do SIGAP. Principais benefícios

Sumário. Antecedentes legais. Atividades relevantes. O que é o SIGAP. Estrutura simplificada do SIGAP. Principais benefícios Sumário Antecedentes legais Atividades relevantes O que é o SIGAP Relevância do SIGAP para o acompanhamento de projetos Estrutura simplificada do SIGAP Principais benefícios Atividades em desenvolvimento

Leia mais

MBA em Marketing Estratégico

MBA em Marketing Estratégico MBA em Marketing Estratégico Público - alvo O MBA em Marketing Estratégico é indicado para profissionais com experiência profissional mínima de três anos, com formação universitária em qualquer área e

Leia mais

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE.

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE. TRABALHO DOCENTE: POR UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, TRANSFORMADORA E EMANCIPATÓRIA OLIVEIRA, Marinalva Luiz de Prefeitura da Cidade do Recife GT-22: Educação Ambiental Resumo Este trabalho tem o objetivo

Leia mais

A PESQUISA APLICADA EM EDUCAÇÃO: UMA EXPERIÊNCIA DE INTERVENÇÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA DE SALVADOR/BA

A PESQUISA APLICADA EM EDUCAÇÃO: UMA EXPERIÊNCIA DE INTERVENÇÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA DE SALVADOR/BA A PESQUISA APLICADA EM EDUCAÇÃO: UMA EXPERIÊNCIA DE INTERVENÇÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA DE SALVADOR/BA INTRODUÇÃO Alice Fontes Ferreira 1 allicefontes@hotmail.com Gilvania Clemente Viana¹ gclementeviana@gmail.com

Leia mais