INSTITUTO DE ENGENHARIA NUCLEAR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INSTITUTO DE ENGENHARIA NUCLEAR"

Transcrição

1 INSTITUTO DE ENGENHARIA NUCLEAR COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR RIO DE JANEIRO BRASIL

2 CABOS COAXIAIS ESPECIAIS PARA. MINIMIZAR A SUSCETIBILIDADE A INTERFERÊNCIA ELÉTRICA DE INSTALAÇÕES NUCLEARES Manuel Julio Bautista Vidal Dezembro, 1972

3 CABOS COAXIAIS ESPECIAIS PARA MINIMIZAR A SUSCEPTIBILIDADE Ã INTERFERENCIA ELfiTRICA DE INSTALAÇÕES NUCLEARBS MANUEL JULIO BAUTISTA VIDAL TESE SUBMETIDA AO CORPO DOCENTE DA COORDENAÇÃO DOS PROGRA MAS DE PÖS-GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO COMO PARTE DOS REQUISITOS NECESSÂPIOS PA RA OBTENÇÃO DO GRAU DE MESTRE EM CIÊNCIAS (M.Sc.) Aprovada por: Rio de Janeiro Estado da Guanabara Dezembro, 1972

4 A meus pais e a minha esposa

5 AGRADECIMENTOS O autor deseja deixar registrado aqui o seu reconhecimento ao INSTITUTO DE ENGENHARIA NUCLEAR, em particular, aos funcionarios e amigos da Divisão de Instrumentação e Controle porem de maneira especial, ao Dr. Hi Hon Andrade de Mello, pela amizade e eficiente orientação. Ao Dr. Roberto Gomes de Oliveira pelo incentivo e amizade. Ao Dr. Ronaldo Sergio de Biasi pelas interessantes sugestões apresentadas. A CAPES, COPPE e INSTITUTO DE FfSlCA DA UFBa pela possibilidade de elaboração desta Tese. A Eneida de Almeida Mendonça? Wan.L:t Santos de Oliveira pela dedicação no trabalho datilogrâfico, Ao José Luiz Mangueira Viana pelos desenhos executados.

6 RESUMO São estudados cabos coaxiais especiais capazes de tornarem uma instalação que opere com pequenos sinais, (por exemplo, uma instalação nuclear) imune \ interferência elétrica externa, a qual influencia a instrumentação devido a deficiencias na blindagem dos cabos e dos equipamentos. São apresentados dois tipos de cabos, um antimicrofonico e outro com baixa impedância de transferência, e proposto ura tipo especial com excepcional imunidade a interferência elétrica. descrito um método para testar a suscetibilidade de uma instalação nuclear ã interferência elétrica.

7 ABSTRACT Special cables are studied that minimize the effects of external electrical interference in a system that operates with small signals (for example, a nuclear systems); the interfering signal affects the behaviour of the system after penetrating the shielding of cables and equipments. Two kinds of cables are presented, one antimicrofonic and the other with low transfer impedance and a special cable with extremely low transfer impedance is suggested. A method is presented for testing the sensitivity system to an interfering signal. of

8 ÍNDICE INTRODUÇÃO 1. INTERFERÊNCIA ELÉTRICA EM CABOS COAXIAIS 2. EFICIÊNCIA DE BLINDAGEM 3. MÉTODO DE TESTE DO REATOR ARGONAUTA QUANTO A SUA SUSCIiTIBILIDADE A INTERFERÊNCIA ELÉTRICA 4.. CONCLUSÕES APÊNDICE A APÊNDICE B APÊNDICE C BIBLIOGRAFIA 1 S 23 SI

9 IMTRODUÇAO

10 INTRODUÇÃO Qualquer instalação que trabalha com pequenos sinais elétricos está sujeita a problemas provocados por interferência e- létrica. Tal interferência pode ocorrer devido a acoplamentos diretos entre os diversos equipamentos ou por acoplamentos indiretos utilizando um caminho através do circuito de terra da sala em questão. A interferência por acoplaraento direto é considerada bem menor do que por acoplamento indireta ois os cabos que tran portam altas energias estão bem separados dos cabos de instrumentação e os cruzamentos são feitos geralmente com âmgulos retos. No caso de reatores nucleares o equipamento normalmente tem que detetar correntes contínuas menores que 10 amperes ou pulsos da ordem de 100 ns com algumas centenas de microvolts próximo a locais onde existem sinais da ordem de kilovolts ou kiloamperes. Em alguns casos a interferência pode provocar medidas espúrias, disparos de alarmes ou inibir a ação de circuitos de proteção ou de controle. L m^sm 1 ' " J uijifrj+rrritrfttji:.-.!;;;: ::; {: : i; =j

11 Um dos principais responsáveis por esses problemas é a ineficiência da blindagem tanto dos cabos de interligação como dos próprios equipamentos de contagem; ou seja campos magnéticos externos não são totalmente refletidos na blindagem tanto pela não existência de um condutor perfeito como pela existência de aberturas na blindagem. No Cap. 1 ê apresentado um método onde se injeta a corrente no circuito de terra ou na blindagem de um cabo coaxial e se analisa a corrente induzida no condutor central, sendo também apresentadas as equações teóricas para diversos tipos de terminação. No caso da introdução da corrente no circuito de terra considera-se o cabo casado e a blindagem aterrada em ambas as extremidades ou eis apenas uma delas. No Cap. 2 é estudada com detalhes a impedância de transferência, a qual está diretamente relacionada com a eficiência da blindagem, além de ser o termo que determina a amplitude da corrente induzida. São feitas as medidas experimentais em alguns tipos de cabos coaxiais de fabricação nacional, comparando os resultados obtidos com os cabos especiais pedidos pela Divisão de Instrumentação e Controle do IEN à Pirelli, visando a minimização da interferência em uma instalação nuclear. São sugeridas também nesse capítulo algumas modificações nos tipos especiais, o que os tornariam extremamente mais eficientes para a blindagem de uma interferência elétrica externa de alta freqüência. No Cap. 3 é apresentado o método para a verificação da suscetibilidade de uma instalação nuclear a interferência, sendo também analisado o caso de equipamentos isolados. O Cap. 4 é dedicado as conclusões. Para evitar uma perda na continuidade, várias manipulações matemáticas.foram deslocadas para o apêndice. 0 Apêndice A trata da solução das equações utilizadas no Cap. leo mode-

12 lo matamätico df cabos coaxiais, levando em conta o circuito de terra além do ivresentar os programas e as tabelas obtidas nc computador IBM-1620 na solução destas equações. O Apêndice B apresenta a dedução da equação d«imped ncia de transierência. para condutores cilindros ocos, alem d-j T-prcsent.ar tamtéra as tabnlar. «os prof;ríuióis obtidos no computador para as ecuaçõts teóiua 3 experimental ia alu'iiia imprdinc ia. O Apií.ilice C spresciua imi irtroducsc 30 estado de rabos coax is is i serem utilised m em reatores de potêncií-, o inétodo da niedica de fío e da impedânciu r.ai acterística, alom ca dedução das equsçõts dí L a C em cavo?.

13 CAPÍTULO 1

14 1. INTíikFKRÊNCTA ELÉTRICA EM CABOS COAXIAIS O estudo da interterência elétrica pode ser dividido ero três partes, as quais podem ser analisadas independentemente. 1) Análise dos circuitos que provocam a interferência: 2) Caminhos de acoplamento; 3) Análise dos circuitos que sofrem a interferência. Inicialmente, será feito UJT» estudo dos diversos caminhos acoplamento, os quais podem ser classificados: de a) acoplamentos provocados pela combinação de componentes f sicamente existentes: indutores, capacitores e resistores; b} acoplameuto por irradiação de ondas eletromagnéticas; c) acoplamento parasítico o qual pode ser indutivo, capacitativo, resistivo ou combinação destes. Para efeitos práticos, será considerado que o circuito perturbado encontra-se dentro de uma superfície fechada, fora da qual se encontra o circuito perturbador. Essa superfície pode ser considerada como sendo a blindagem do cabo coaxial

15 ou do equipamento em questão, e todos os efeitos de interferência podem ser analisados como sendo correntes que penetram nessa superfície imaginaria. Caso existissem condutores perfeitos, nenhum sinal de fora conseguiria penetrar nesta superfície; como na prática não se consegue tal condutor ide ai, sempre existirá alguma penetração na referida superfície. Essa profundidade de penetração <5 é dada por Feynman * (2 c 2 /o *) onde, ó = profundidade de penetração a = condutividade do material permissividade do vácuo velocidade da luz u = freqüência angular verificando-se que se a tende para =», 6 tende para 0. Em qualquer instalação, o sinal de interferência pode penetrar diretamente pela blindagem do equipamento ou pela blindagem dos cabos de ligação. 0 primeiro tipo é mais fácil de ser evitado pois é" um processo local enquanto o outro pode depender de toda a instalação. Neste capítulo será analisada apenas a corrente provocada pelos cabos de interligação dos equipamentos, sendo apresen-

16 tadas as equações teóricas para os diversos casos. 1.1 Interferencia provocada pelos cabos de interligação Os cabos de ligação de equipamentos devem estar afastados o mais possível daqueles que podem causar perturbação e os seus cruzamentos devem ser feitos coro ângulos do 90. Por outro lado, os cabos tem um acoplamento cerrado com o circuito de terra, uma vez que estão geralmente montados peir to da estrutura de terra. Experimentalmente verifica-se que este fato ocorre sempre a não ser quando grandes comprimentos de cabos perturbadores e pertubados são colocados paralelos e próximos: ou seja, a interferência provocada por acoplamento direto é muito maior do que a provocada por intermédio do circuito de terra. Logo, um método geral esquematizado por D. Harrisson 1, con siste em injetar uma corrente simulando a interferência no circuito de terra do sistema sob teste, e verificar a suscetibilidade dos cabos coaxiais a essa interferência. A analise da corrente induzida que provoca a pode ser dividida nas seguintes partes: interferência 1) Relação entre a corrente interférente, e a corrente induzida no circuito de terra; 2) Relação entre a corrente no circuito de terra e a corrente induzida na blindagem dos cabos de ligação; 3) Relação entre a corrente na blindagem'e a corrente induzida no condutor central. 4) Relação entre a corrente que aparece na entrada do equipamento e o efeito negativo verificado no instrumento.

17 Se as funções de transferencia acima foram expressas em função de 6i, o comportamento médio será a combinação das funções de transferência correspondentes aos quatro casos acima Relação entre a corrente na blindagem e a corrente induzida no condutor central Nesse parágrafo será analisada a corrente induzida no condutor central por correntes que circulam na blindagem dos cabps coaxiais. Np Apêndice A encontra-se o modelo utilizado para obter equações teóricas que definem o problema. as Supondo corrente de blindagem constante e um valor determinado para 6, obtem-se as seguintes equações da corrente de interferência para um cabo sem perdas de comprimento 2 h. -h i Z {Z z ) + 3 z -h sen^( n + Z)} dz -h i Z cosß(h - Z) j Z. senß(h - Z)} dz z o (Z h cos ÍZ h Z -h + Z o ' sen (Eq. 1.1) onde. Z T ê a impedância de transferência do condutor de blindagem e Z, e Z_, são as impedincias vistas no ponto h e -h. A solução dessas equações encontra-se no Apêndice A.

18 10 No caso da corrente i na blindagem ser uma onda estacionaria e o tamanho do equipamento da ordem de grandeza do comprimento da onda empregada, tem-se: i (ejp(h - Z 1») + e-j»(h - Z + l' (Eq. 1.2) $ «el', define a posição da onda estacionaria na blindagem do equipamento * ', sendo norma Intente nulo. Foram determinadas as equações teóricas para diversos tipos de casamento do cabo, a fim de se fazer uma análise das vantagens de uma terminação sobre a outra. No caso de cabo casado nas duas extremidades o módulo da cor rente induzida no condutor central no ponto Z - h, serã: sen(2gl) 4 pi onde 1 é o comprimento do cabo. f sen /2 2 el (Eq. 1.3) Este caso representa a ligação normal de equipamentos, a curva correspondente a essa equação encontra-se na Fig No ponto Z -h a corrente assumirá o mesmo valor dado Eq Para o caso de cabo aberto em uma extremidade e em curto outra, simulando uma câmara de ionização* e amplificador pela na com (*) - Sα eozução dae equações foi aoneiderado $ = 0, poie o tamanho do equipamento em questão é geralmente bem menor do que o to de onda empregado (k).

19 2 o o 5 Fig. 1.1 ' Sinal de interferencia (db) para cabos casados em relação ao sinal nas baixas frequên- i a ': lii-l::.: Resultado teórico Resultado experimental -19 OI

20 terra virtual (operacional), a corrente induzida na extremidade ero curto, 1. será: 11 2 l. ítanpl} (Eq. 1.4) Enquanto que a corrente na extremidade aberta I^ será' obvia, mente nula (I. «0). A curva correspondente a este caso enconti"a-se na Fig Para o cabo aberto em uma extremidade e casado na outra, simulando uma câmara de ionização cm uma das extremidades e um amplificador com inipedância de entrada 2 na outra, tem-se If v-\ - 0, sendo a corrente no outro terminal: {(sen2 el) 2 A curva correspondente encontra-se na Fig O caso do cabo casado em uma extremidade e em curto na outra ocorre quarijo se cetera uma câmara de ionização em uma das extremidades e um amplificador transistorizado na outra (50fl de impedância de entrada). Neste caso tem-se: 2 1. sen2ßl 2ßl sen. 2 gl (Eq. 1,6) sendo a curva correspondente apresentada na Fig O caso aberto nas duas extremidades, na prática, simula uma

21 <SL Oβ t> «J «Cβ O C H O «J 9 Si-* O* t hod. o o e^. ^> Cβ.H «4-1 i-i cd u> C OT3O Cβ HÄfieJ K CO Cβ (U O * > < Cβ OJO ce otee MONO-LOG i bo«cd TJ Jijhß «it, >-' *-> o in

22 o Fig Sinal de interferencia (db) para cabo casado em uma extremidade tendo a outra em aberto, em relação ao sinalado cabo casado nas baixas freqüências. Resultado teórico Resultado experimental (lí

23 mwm Fig Sinal de interferência: (db) para cabo casado ero uma extremidade tendo a outra em curto, em relação ao sinal do cabo nas baixas freqüências. Resultado teórico Resultado experimental

24 câmara de ionizaçao e um amplificador a válvula, como por exemplo, um pentodo na entrada. As correntes induzidas I^ e I. de acordo com as equações apresentadas tendem a zero, nã) sendo entretanto esse tipo de ligação recomendada, pois em termos de transmissão de sinais, hâ perdas de sinais, reflexões, etc. Ve-se pelas equações apresentadas que o termo impedãncia de transferência ê diretamente proporcional a corrente induzida, logo esse teraio praticamente domina o grau de suscetibilidade do cabo a uma interferência elétrica em termos de amplitude; devido a isso o estudo da referida impedãncia terá um destaque especial no Cap. 2. Nota-se que a primeira parte da equação define a amplitude do sinal de interferência, sendo apenas a segunda função da freqüência. Logo para diminuir a interferência deve-se variar os parâmetros da primeira parte e para modificar as freqüências de ressonância, deve-se variar a segunda parte. No pior tipo de terminação, mesmo com a corrente constante,na região dos picos de ressonância a linha se torna muito sensível a interferência; já para cabos casados ve-se, pela Fig. 1.1 que praticamente não há picos de interferência. A amplitude da interferência pode ser reduzida diminuindo-se o valor de Z, ou de A diminuição de 1 implica em reduzir o número de picos ressonância numa dada banda passante. de Pelas ponderações feitas, ve-se que os cabos coaxiais devem em princípio ser perfeitamente casados, ter o menor comprimento possível, e terem o menor Z», possível a fim de minimizarem a sua suscetibilidade a interferência elétrica Relação entre distúrbios no circuito de terra e a rência provocada na blindagem interfe-

25 13 Existem dois casos práticos a serem analisados, a quando o terra é feito nas duas extremidades ou em uma delas. saber, apenas As correntes de terra as quais induzem uma corrente de blindagem, são distribuidas no terra de una maneira complexa pois raramente ocorre uma simetria coaxial, exigindo uma análise extremamente complicada. Se o sistema for distribuido de modo a se conseguir o caso mais desfavorável, ou seja, co locar o circuito de terra na mesma direção do cabo em questão, simulando um sistema coaxial pode-se então utilizar o modelo apresentado no Apêndice A com o qual determinam-se as equações teóricas que definem o problema; ou seja, otiraizando-se o pior caso pode-se garantir que o sistema como um todo está imune a um sinal de interferência. Para esse caso, o ßl do circuito condutor central/blindageme blindagem/circuito de terra podem ser considerados iguais, pois verificou-se experimentalmente que os picos de ressonân cia ocorrem nas mesmas freqüências. Considerando um sistema coaxial entre a blindagem e o terra, a corrente induzida na blindagem, pela onda passageira' 1 ' no circuito de terra será: h \h\ 2 Z SE u cotan + l} 1 ' 2 (Eq. 1.7) onde, Zg, serã a impedância do circuito de terra Z q& a impedância característica do sistema coaxial formado pela blindagem (*) - Nome utilizado somo cozveapondmte a "travelling wave".

26 14 e o terra. A corrente no terra pode ser considerada também como sendo uma onda estacionaria. A expressão obtida é da mesma forma que o caso anterior, pois na pratica as correntes de terra tem gera mente uma alta razão de onda estacionaria. Para esse caso a corrente induzida será: 2 Z SE 61} (Eq. 1.8) 0 segundo caso ocorre quando a blindagem do cabo esta aterrada em apenas uma das extremidades. 0 raciocínio empregado é o mesmo, utilizando-se também o pior caso. A corrente induzida na blindagem será: 2 Z SE {tan ßl} (Eq. 1.9} para o caso em que ig for uma onda estacionaria. Quando i_ for uma onda passageira ten-se: 2 Z SE {tan 2 ai tan (Eq. 1.10) onde, 1, continua sendo o comprimento do cabo sob teste. Pelas equações acima ve-se que a impedância do terra deve ser a menor possível, o mesmo acontecendo com o comprimento do cabo.

27 Não foram traçadas as curvas teóricas e experimentais para esses dois tipos de terminação, pois o que interessa é o resultado final, ou seja, a indução provocada no condutor central quando ocorre uma perturbação no circuito de terra, con forme será analisada no próximo parágrafo Relação entre a corrente no circuito de terra e provocada no condutor central do cabo coaxial indução Tambám nessa relação irão existir apenas dois tipos de ligação a serem consideradas, ou seja, caso de cabos casados com a blindagem aterrada em apenas uma das extremidades ou nas duas, Para obter as equações teóricas que verificam esse fenômeno, no pior caso ou seja, no acoplamento máximo, basta substituir a corrente i da Eq. 1.8 na equação de i na Eq. 1.3, para cabos casados pois foi provado que esse é o tipo ideal de casamento de cabos coaxiais em relação ao condutor central. Considerando-se a corrente no circuito de terra como sendo uma cn.da passageira, no caso de cabos com blindagem aterrada em acenas uma das extremidades, a corrente induzida no condutor será: I Z EI! Z T 8 Z o Z SE V {(tan tan Bl 2 (Eq. 1.11) As curvas teórica: e experimental encontram-se na Fig* 1*5. No caso de cabos aterrados nas duas extremidades, tem-se: A B 1 Z EI1 Z TJ 8 Z o Z SE + cotan el} (Eq. 1.12)

28 . li- ie- Fig Sinal de interferencia ' : i : "t tzrr: CdB) no condutor central coa blin dagem aterrada em acenas uma ex- ; tremidade, em relação ao sinal nas «[baixas freqüências. Resultado teórico Resultado experimental -U - 1

29 O fator apresentado entre colchetes da Hq é apresentado no gráfico da Fig No caso aterrado dos dois lados, considerando-se a corrente no circuito de terra como sendo uma onda estacionaria, vem: 16 8 Z + cotan $1) 2 * (Eq. 1.13) Nas equações anteriores verifica-se uma separação entre termos que definem exclusivamente a amplitude e termos que definem o comportamento espectral. 0 termo que esta dentro dos colchetes é função apenas freqüência e esta traçada no gráfico 1.5 e 1.6. da De acordo com as expressões, várias conclusões podem ser tiradas sobre as vantagens e desvantagens de um tipo de ligação robre outra. 1*) Com a blindagem aterrada nas duas extremidades (Fig. 1.6) as ressonâncias ocorrem em múltiplos de meio comprimento de onda ( 7 ) com os nós situados em múltiplos de r-; este sis tema ê muito mais sensível äs baixas freqüências que a outra configuração, o que mostra a desvantagem de se aterrar o sis_ tema em diversos pontos. 2 p ) Quando se aterra apenas uma das extremidades da blindagem (Fig. 1*5), as ressonâncias ficam situadas nos múltiplos de -T ~ e os nós em múltiplos de -4-«3') 0 fato de se utilizar cabos com 1 muito grande, alem de aumentar os picos de ressonância em uma determinada faixa, aumenta também o nível do sinal, pois o termo que define a amplitude depende de 1.

30 o o o i j.._j _j_j"._,:: '..'- _+:". -"t"" "í! Fig Sinal de interferência ] (db) no cordutor central com blinf-- dagem aterrada d nas duas d extrear>ida i_ des em relação ao sinal nas bai~ i-:.:.. xas freqüências. Resultado teórico 3 ' i «Resultado experimental ; -;:,^-^r-:?; -Mi^^N 1.' rt-r\. i ]- '!.. :? /ae

31 4«) Para minimizar a interferencia deve-se ter baixos valores de Zj. e Zg. ^m ^at0 q ue pode tornar Z baixo é existir uma alta indutância mútua de acoplamento entre a corrente da blindagem do cabo e do sistema de terra. Um alto valor de Zgj. é desejável, o que se consegue com Z baixo. Por essa r zão se consegue uma menor interferencia»os cabos que possuem o condutor central coaxialmente colocado em um condutor õco, do que naqueles assimetricamente colocados Interferência provocada pela câmara de ionização 17 De acordo com 1). Harrísson^ \ quando a capacitancia da câmara de ionização C, exede a um quarto da capacitancia total do cabo, ou seja, quando o detetor de radiação apresenta uma capacitancia para o terra, tal que a blindagem do cabo não pode ser considerada como um circuito aberto, a primeira ressonância fica reduzida para uma freqüência tal que vale aproximadamente a equação: u C Z Q tanful Devido a esse problema as câmaras de ionização devem ter a menor capacitancia possível para o terra, pois caso contrario, nas altas freqüências os picos de ressonância serão i- guais aos encontrados no caso aterrado/aterrado e nas freqüências muito baixas a interferência ficara multiplicada p Io fator: 3C + C, onde, C, é a capacitancia da câmara e C, a do cabo em questão.

32 IÍC-SQ entre a interfvresv.cie, derr/n v ". -'. i<-i:i no.»ndutcr central iu-s carr.:;!<> instri^ímilcçiri <: o ti-.-i. v-; oduzido no cqu}] atisv.'ito i i.üni! rio wesir.c t : S6o escude não poderá' ser {oito em temos de equações teóricas pois devido a u.i ;-j';cisi>; o ptöpiia de cada equipamento nau se pode- determina r tun iftodelo mafeti.rl ico que ilefinn c s.ijs í ema. ÍOÍ.U;, :">.-«? «.!;! i^ão.sevâ íuii(;ão das CcJv.u'tfiríst icas próprias 'o equipamento, or sr-jc, 50 i^ã rospop.je.r H.siiiaia na '-r.tra- í - qi/e oátejam <ic:!'t:.. da!>3v.via «".s santo do -..quipniuenlu. pt>ruiu (' inferido e m<iph :,' í o nodo apresar.. <:;»i' resposta íeta des t«i faixa, devicu vor creirp'c ;f sobrec.. ;i. ;,-. ou : i nrp le porejü ~ v eqi/i. i;jtkttto tem bsiidas espurias de passagemtionexõ^i- esibinas a<. mr-didon-í;. reles, fontes Jt- al i net t ação devem ser lavadas e«^ conta pois por mriy destes dispositivos pode surgir o?innl interferrate. Qua isque?- outras conexões t:?m o circuito de «nitrada pede aco piar o eirruifo interno, aparecendo uma iritt-rferôntria provotinia ptílos cabos de ligação. Usualmente mede-se a resposta d inteifert5i5i:ia no condutor central de; equipí rnf.n?.o colocando níveis de srr.a.ií; aceitáveis, dentro da fffjjca de interesse Relação entre o circuito perturbador e a corrente resultante no circuito de terra Esse tipo de analise torna-se bastante complicada pois existem diversos tipos de equipamentos que poderão provocar correntes no circuito de terra. Porem o modo COJMO essa corrente é" induzida no terro é o mesnso já apresentado, apenas diferindo, devido a energia ser trai;:; feri da no sentido inverso; isto ê, o condutor central induz nc circuito de blindagem e este no circuito de terra. Norsialmente existem muito mais tipos de sccplamento entre os circuitos perturbadores e o

33 circuito de terra <lo que deste para o sistema de medição, isso ocorre porque os circuitos perturbadores podem ser dos mats variados tipos.. temió rada um deles determinado modo de a cop lament o <..ors o circuito do terra, enquanto que este e o sistema dt- nedição apresentam sempre o mesmo tipo de acoplara neo. 19 in- a ca- Os CÍI^Í':-; qu<- transportam gr a mies potencias são imunes a te ríe tf no la. xrerpa pois a.indução que porventura venham sofrer A«;rã desprezível em presença do próprio sinal da bo. Como o objtíivo do trabalho é usar o método sob o ponto de vista de diagnostico, não foi feito o estudo detalhado, pois pode-se ter uma idéia da suscetibilidade do sistema como um todo injetando- e diretamente a corrente que simula a inter- Gerência no circuito de terra. 1.2 Comportamento experimental a") Medição do corrente induzida no condutor central exist.«uma corrente na blindagem do mesmo. quando A fim de verificar as equações apresentadas, foi injetada uma coirente na blindagem dos cabos coaxiais medindo-se a corrente induzida no condutor central, para todos os tipos de casamento, Foi verificado experimentalmente que para se obter uma boa precisão nas regiões próximas dos picos de ressonância, cabos curtos devem ser utilizados, o que por outro lado implica em um erro elevado para o restante do* espectro. Quando se utilizam cabos longos, os resultados correspondem aos valores teóricos, porem nas regiões dos picos o amortecimento é bem maior, o que é razoável, pois nesses pontos, o valor teõ_ rico tende para infinito de modo que qualquer resultado encontrado tem a mesma validade em termos de comparação.

34 Como as curvas teóricas são função de el, as medições a serem efetuadas independem do cabo a ser utilizado, devido a isso foi escolhido o cabo coaxial TCS-95 de 100 m. A corrente e a.impedância de transferência são consideradas constantes, pois os picos ficaram localizados numa freqüência onde Z~ praticamente não variava. Os resultados obtidos experimentalmente foram apresentados em conjunto com os resultados teóricos nas Figs. 1.1, 1.2, 1.3 e 1.4, já apresentadas. b) Medição da corrente induzida no condutor central quando existe uma corrente no circuito de terra. A Fig. 1.7 ilustra o tubo de latão utilizado com 1 m de comprimento, 2" de diâmetro e 2mm de espessura. tubo de latão cabo coaxial \ Fig Montagem experimental para medida da corrente induzida no condutor central, quando ocorre uma cor rente no circuito de terra Colocando-se, concéntricamente, um cabo coaxial casado com sua impedância característica, em um tubo de latão e fazendo-se passar pelo tubo uma onda passageira, pode-se medir a tensão induzida nos resistores de casamento. Os diversos tipos de ligações.devera ser feitos de acordo com a Fig Esse processo apresenta o pior caso, pois a blindagem do ca-

35 bo sob teste forma um sistema coaxial com o circuito de terra, o qual está simulado pelo tubo de latão. Nas medidas feitas não foram constatados os valores muito afastados dos picos de ressonância, pois, como foi dito anteriormente, pequenos tamanhos de cabos provocam induções tão pequenas, que se torna praticamente impossível a sua medição, fora da região dos picos. Pela Fig. 1.7, ve-se que as medidas podem ser feitas tanto para o caso, cabo com a blindagem aterrada nas duas extremidades, ou em apenas uma delas, bastando para isso acionar a chave S^. Logo, a corrente induzida, será: ( 21 Ii c l Z o Em decibeis, tomando-se como referência a corrente nas baixas freqüências, tem-se: induzida DB - 20 log V o onde, ten- a V, é a tensão induzida nas baixas freqüências, V^ é a são encontrada a medida que e variada a «freqüência e Z Q impedãncia característica do cabo sob teste. Estes resultados experimentais são também apresentados conjunto com os resultados teóricos nas Figs. 1.5 e 1.6. em

36 Uma melhor precisão poderá ser encontrada quando for feito o teste na própria sala do reator, pois poderão ser utilizados cabos de grande comprimento obtendo com isso melhores leituras nas regiões afastadas dos picos de ressonância. 22

37 CAPÍTULO 2 I-

38 2. EFICIENCIA DE BLINDAGEM sabido que uma interferência elétrica externa a um sistema isolado pode ser totalmente descrita e analisada em termos de correntes que fluem em uma superfície imaginária, a qual envolve o sistema em questão, indo essa corrente provocar a interferência. No caso de um equipamento qualquer essa camada pode ser imaginada como situada na blindagem metálica que contem o mesmo, pois como existe uma impedância propria da blindagem haverá uma diferença de tensão entre dois pontos da mesma, logo uma corrente poderá vir a ser induzida nos circuitos internos, a qual poderá prejudicar as medidas a serem efetuadas, quando os níveis de sinal a serem medidos são muito pequenos. Logo a impedância da blindagem está diretamente relacionada com a suscetibilidade de um equipamento a uma interferência eletri ca. Em uma instalação nuclear, os sinais a serem captados na saí da do detetor (câmara de ionização, contador proporcional, SF3, etc.) são de pequena amplitude, e tem que ser levados ate o preamplifiçador e depois deste ao amplificador principal, para então entrarem no estágio de contagem.

39 25 Todas essas ligações são feitas através de cabos coaxiais, que podem se acoplar mutuamente com outros cabos ou interagirem com campos magnéticos fortes existentes nas proximidades. 0 termo que controla o acoplamento mútuo entre os cabos ou a suscetibilidade magnética do sistema em volta, ê a impedância de transferência a qual será estudada no presente capítulo. 2.1 Condutores coaxiais Nos cabos coaxiais essa camada imaginaria pode ser considerada como sendo a superfície de blindagem do mesmo. Como o diâmetro do condutor externo (blindagem) ê muito pequeno em relação ao seu comprimento, pode-se considerar que nesse con dutor a corrente flui longitudinalmente. Logo, sob esse ponto de vista a eficiência de blindagem de um cabo coaxial a uma interferência elétrica pode ser representada como o quo ciente da diferença de potencial de interferência desenvolvida, na superfície, pela corrente da mesma. A esse quociente dá-se o nome de impedãncia de transferência, pois relaciona uma tensão de saída com uma corrente de entrada. Em parágrafos posteriores, a eficiência de blindagem, em cabos coaxiais, será apresentada também como função do material empregado e no caso de cabos com blindagem trançada, co mo função dos detalhes construtivos desta blindagem. De acordo com L. Krtlgel' ' a impedãncia de transferência uma propriedade do condutor externo, ou seja, independe como tenha sido construido o condutor interno. e de Baseado nesse raciocínio e de acordo com o efeito SKIN, o condutor externo pode ser imaginado como um cilindro ôco de espessura finita, com raios interno e externo a e b, sendo o caminho coaxial de retorno da corrente dividido em camadas.

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EZEQUIEL F. LIMA ATERRAMENTO E BLINDAGEM

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EZEQUIEL F. LIMA ATERRAMENTO E BLINDAGEM GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EZEQUIEL F. LIMA ATERRAMENTO E BLINDAGEM Os sistemas de cabeamento estruturado foram desenvolvidos

Leia mais

CAB Cabeamento Estruturado e Redes Telefônicas

CAB Cabeamento Estruturado e Redes Telefônicas MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS SÃO JOSÉ SANTA CATARINA CAB Cabeamento Estruturado e Redes Telefônicas

Leia mais

Linhas de Transmissão

Linhas de Transmissão Linhas de Transmissão 1. Objetivo Medir a capacitância, indutância e a impedância num cabo coaxial. Observar a propagação e reflexão de pulsos em cabos coaxiais. 2. Introdução Uma linha de transmissão

Leia mais

I N D U T O R E S I D E A I S P A R A F I L T R O S L-C P A S S I V O S

I N D U T O R E S I D E A I S P A R A F I L T R O S L-C P A S S I V O S I N D U T O R E S I D E A I S P A R A F I L T R O S L-C P A S S I V O S Por Luiz Amaral PY1LL/AC2BR Nos projetos de filtros precisos LC, aparecem problemas devido ao uso de componentes não-ideais capacitores

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES 1 INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES 1.1 - Instrumentação Importância Medições experimentais ou de laboratório. Medições em produtos comerciais com outra finalidade principal. 1.2 - Transdutores

Leia mais

Antena Escrito por André

Antena Escrito por André Antena Escrito por André Antenas A antena é um dispositivo passivo que emite ou recebe energia eletromagnéticas irradiada. Em comunicações radioelétricas é um dispositivo fundamental. Alcance de uma Antena

Leia mais

Instrumentação e Técnicas de Medidas. Ruído, Interferência

Instrumentação e Técnicas de Medidas. Ruído, Interferência Instrumentação e Técnicas de Medidas Ruído, Interferência Controle de Versões 2013 Versão 1 Instrumentação e Técnicas de Medidas (ITM) Com base nas notas de aula de COB783 e Op Amp Applications Handbook,

Leia mais

Eletricidade Aplicada

Eletricidade Aplicada Eletricidade Aplicada Profa. Grace S. Deaecto Instituto de Ciência e Tecnologia / UNIFESP 12231-28, São J. dos Campos, SP, Brasil. grace.deaecto@unifesp.br Novembro, 212 Profa. Grace S. Deaecto Eletricidade

Leia mais

Campo Magnético de Espiras e a Lei de Faraday

Campo Magnético de Espiras e a Lei de Faraday Campo Magnético de Espiras e a Lei de Faraday Semestre I - 005/006 1.Objectivos 1) Estudo do campo magnético de espiras percorridas por corrente eléctrica. ) Estudo da lei de indução de Faraday.. Introdução

Leia mais

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Circuitos Elétricos I EEL420. Módulo 2

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Circuitos Elétricos I EEL420. Módulo 2 Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuitos Elétricos I EEL420 Módulo 2 Thévenin Norton Helmholtz Mayer Ohm Galvani Conteúdo 2 Elementos básicos de circuito e suas associações...1 2.1 Resistores lineares

Leia mais

Medidas elétricas em altas frequências

Medidas elétricas em altas frequências Medidas elétricas em altas frequências A grande maioria das medidas elétricas envolve o uso de cabos de ligação entre o ponto de medição e o instrumento de medida. Quando o comprimento de onda do sinal

Leia mais

MÁQUINAS 1 CAPÍTULO 9

MÁQUINAS 1 CAPÍTULO 9 MÁQUA 1 CAÍTULO 9 TRAFORMADOR O transformador é um componente utilizado para converter o valor da amplitude da tensão de uma corrente alternada. O transformador é uma máquina elétrica que transfere energia

Leia mais

Medidas de mitigação de harmônicos

Medidas de mitigação de harmônicos 38 Apoio Harmônicos provocados por eletroeletrônicos Capítulo XII Medidas de mitigação de harmônicos Igor Amariz Pires* A maneira mais comum de mitigar harmônicos é por meio da utilização de filtros. O

Leia mais

Casamento de Impedância de Antenas

Casamento de Impedância de Antenas Capítulo 12 Casamento de Impedância de Antenas 12.1 Introdução Aimpedância de entrada de uma antena, em muitos casos, tem valor diferente da impedância de saídadosistemaaqueelaestá conectada. Épossível

Leia mais

1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos

1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos 1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos 1.1 Introdução Consiste em um guia de onda cilíndrico, conforme ilustra a Figura 1, formado por núcleo de material dielétrico (em geral vidro de alta pureza),

Leia mais

Filtros de sinais. Conhecendo os filtros de sinais.

Filtros de sinais. Conhecendo os filtros de sinais. Filtros de sinais Nas aulas anteriores estudamos alguns conceitos importantes sobre a produção e propagação das ondas eletromagnéticas, além de analisarmos a constituição de um sistema básico de comunicações.

Leia mais

APOSTILA MÓDULO - 4. figura 2 HALL. figura 3. tomada de entrada balanceada CANON

APOSTILA MÓDULO - 4. figura 2 HALL. figura 3. tomada de entrada balanceada CANON APOSTILA MÓDULO 4 AULA 4 AMPLIFICADORES OPERACIONAIS 2 Amplificação de sinais diferenciais bobina magnética e HALL O circuito Schmitt Trigger analisado detalhadamente Os pontos NSD e NID (Nível Superior

Leia mais

CAPÍTULO III MOTORES ELÉTRICOS PRINCÍPIOS DE FUNCIONAMENTO

CAPÍTULO III MOTORES ELÉTRICOS PRINCÍPIOS DE FUNCIONAMENTO CAPÍTULO III MOTORES ELÉTRICOS PRINCÍPIOS DE FUNCIONAMENTO 3.1 Introdução. 3.1.1 Estator e Rotor. As máquinas elétricas girantes normalmente são constituídas por duas partes básicas: o estator e o rotor.

Leia mais

São componentes formados por espiras de fio esmaltado numa forma dentro da qual pode ou não existir um núcleo de material ferroso.

São componentes formados por espiras de fio esmaltado numa forma dentro da qual pode ou não existir um núcleo de material ferroso. Luciano de Abreu São componentes formados por espiras de fio esmaltado numa forma dentro da qual pode ou não existir um núcleo de material ferroso. É um dispositivo elétrico passivo que armazena energia

Leia mais

INSTITUTO DE ELETRÔNICA DE POTÊNCIA PROJETO FÍSICO DE INDUTORES E TRANSFORMADORES

INSTITUTO DE ELETRÔNICA DE POTÊNCIA PROJETO FÍSICO DE INDUTORES E TRANSFORMADORES INSTITUTO DE ELETRÔNICA DE POTÊNCIA Departamento de Engenharia Elétrica Centro Tecnológico UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PROJETO FÍSICO DE INDUTORES E TRANSFORMADORES Prof. Ivo Barbi, Dr. Ing.

Leia mais

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Princípios de Instrumentação Biomédica. Módulo 4

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Princípios de Instrumentação Biomédica. Módulo 4 Universidade Federal do Rio de Janeiro Princípios de Instrumentação Biomédica Módulo 4 Faraday Lenz Henry Weber Maxwell Oersted Conteúdo 4 - Capacitores e Indutores...1 4.1 - Capacitores...1 4.2 - Capacitor

Leia mais

Teoria das Descargas Parciais

Teoria das Descargas Parciais Teoria das Descargas Parciais Quando uma tensão é aplicada aos terminais de um equipamento elétrico que possui isolamento elétrico (dielétricos - ar, SF 6, óleo isolante, fenolite, resinas, vidros, etc.)

Leia mais

Controle do motor de indução

Controle do motor de indução CONTROLE Fundação Universidade DO MOTOR DE Federal de Mato Grosso do Sul 1 Acionamentos Eletrônicos de Motores Controle do motor de indução Prof. Márcio Kimpara Prof. João Onofre. P. Pinto FAENG Faculdade

Leia mais

RADIOELETRICIDADE. O candidato deverá acertar, no mínimo: Classe B 50% Classe A 70% TESTE DE AVALIAÇÃO

RADIOELETRICIDADE. O candidato deverá acertar, no mínimo: Classe B 50% Classe A 70% TESTE DE AVALIAÇÃO RADIOELETRICIDADE O candidato deverá acertar, no mínimo: Classe B 50% Classe A 70% TESTE DE AVALIAÇÃO Fonte: ANATEL DEZ/2008 RADIOELETRICIDADE TESTE DE AVALIAÇÃO 635 A maior intensidade do campo magnético

Leia mais

Caracterização temporal de circuitos: análise de transientes e regime permanente. Condições iniciais e finais e resolução de exercícios.

Caracterização temporal de circuitos: análise de transientes e regime permanente. Condições iniciais e finais e resolução de exercícios. Conteúdo programático: Elementos armazenadores de energia: capacitores e indutores. Revisão de características técnicas e relações V x I. Caracterização de regime permanente. Caracterização temporal de

Leia mais

Circuitos Elétricos Circuitos Magneticamente Acoplados

Circuitos Elétricos Circuitos Magneticamente Acoplados Introdução Circuitos Elétricos Circuitos Magneticamente Acoplados Alessandro L. Koerich Engenharia de Computação Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) Os circuitos que estudamos até o momento

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS PATO BRANCO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL CURSO DE TECNOLOGIA EMMANUTENÇÃO INDUSTRIAL

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS PATO BRANCO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL CURSO DE TECNOLOGIA EMMANUTENÇÃO INDUSTRIAL UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS PATO BRANCO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL CURSO DE TECNOLOGIA EMMANUTENÇÃO INDUSTRIAL Paulo dos Santos CARACTERIZAÇÃO ELÉTRICA DE UM TRANSFORMADOR

Leia mais

Indutor e Capacitor. Prof. Mário Henrique Farias Santos, M.Sc. 31 de Julho de 2009

Indutor e Capacitor. Prof. Mário Henrique Farias Santos, M.Sc. 31 de Julho de 2009 Indutor e Capacitor Prof. Mário Henrique Farias Santos, M.Sc. 3 de Julho de 2009 Introdução A partir deste momento introduziremos dois elementos dinâmicos de circuitos: indutor e capacitor. Porque são

Leia mais

FÍSICA 3. Capacitância e Dielétricos

FÍSICA 3. Capacitância e Dielétricos FÍSICA 3 Capacitância e Dielétricos Prof. Alexandre A. P. Pohl, DAELN, Câmpus Curitiba Ementa Carga Elétrica Campo Elétrico Lei de Gauss Potencial Elétrico Capacitância Corrente e resistência Circuitos

Leia mais

DH 406A SISTEMA DE TREINAMENTO EM MICROONDAS. Descrição de componentes

DH 406A SISTEMA DE TREINAMENTO EM MICROONDAS. Descrição de componentes DH 406A SISTEMA DE TREINAMENTO EM MICROONDAS Descrição de componentes 2 1 INTRODUÇÃO O sistema de treinamento em microondas DH-0406A foi desenvolvido para permitir explorar experimentalmente alguns conceitos

Leia mais

CAB Cabeamento Estruturado e Redes Telefônicas

CAB Cabeamento Estruturado e Redes Telefônicas MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS SÃO JOSÉ SANTA CATARINA CAB Cabeamento Estruturado e Redes Telefônicas

Leia mais

Técnico em Eletrotécnica

Técnico em Eletrotécnica Técnico em Eletrotécnica Caderno de Questões Prova Objetiva 2015 01 Em uma corrente elétrica, o deslocamento dos elétrons para produzir a corrente se deve ao seguinte fator: a) fluxo dos elétrons b) forças

Leia mais

Balanceado X Não-Balanceado

Balanceado X Não-Balanceado Page 1 of 5 Balanceado X Não-Balanceado Informação técnica para usuários de produtos de áudio profissional da Yamaha Conexões não-balanceadas empregam dois condutores: um no potencial do aterramento e

Leia mais

Indução Eletromagnética

Indução Eletromagnética BC-009 Fenômenos Eletromagnéticos Experimento 4 # Indução Eletromagnética Professor: Data: / / Introdução e Objetivos No experimento 3, analisamos o campo magnético gerado por correntes elétricas. Observamos

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE ENGENHARIA CAMPUS DE ILHA SOLTEIRA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA. Eletricidade

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE ENGENHARIA CAMPUS DE ILHA SOLTEIRA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA. Eletricidade UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE ENGENHARIA CAMPUS DE ILHA SOLTEIRA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Eletricidade Análise de Circuitos alimentados por fontes constantes Prof. Ilha Solteira,

Leia mais

Amplificador Operacional Básico. Amplificador Operacional Básico

Amplificador Operacional Básico. Amplificador Operacional Básico Amplificador Operacional Básico Eng.: Roberto Bairros dos Santos. Um empreendimento Bairros Projetos didáticos www.bairrospd.kit.net Este artigo descreve como identificar o amplificador operacional, mostra

Leia mais

5 Utilização de grafeno em domínio óptico

5 Utilização de grafeno em domínio óptico 84 5 Utilização de grafeno em domínio óptico 5.1 Introdução O presente capítulo descreve como o grafeno interage com o meio optico e destaca os procedimentos realizados para a introdução de grafeno em

Leia mais

Instituição Escola Técnica Sandra Silva. Direção Sandra Silva. Título do Trabalho Fonte de Alimentação. Áreas Eletrônica

Instituição Escola Técnica Sandra Silva. Direção Sandra Silva. Título do Trabalho Fonte de Alimentação. Áreas Eletrônica Instituição Escola Técnica Sandra Silva Direção Sandra Silva Título do Trabalho Fonte de Alimentação Áreas Eletrônica Coordenador Geral Carlos Augusto Gomes Neves Professores Orientadores Chrystian Pereira

Leia mais

CAPACITÂNCIA. Seção 31-1 Capacitância

CAPACITÂNCIA. Seção 31-1 Capacitância Seção 31-1 Capacitância CAPACITÂNCIA 1. Um eletrômetro é um aparelho usado para medir cargas estáticas. Uma carga desconhecida é colocada nas armaduras de um capacitar e após isto medimos a diferença.de

Leia mais

CIRCUITO PARA MEDIÇÃO DE CORRENTES ELEVADAS

CIRCUITO PARA MEDIÇÃO DE CORRENTES ELEVADAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DISCIPLINA: INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA PROFESSOR: LUCIANO FONTES CAVALCANTI CIRCUITO PARA MEDIÇÃO DE

Leia mais

Absorção de Raios-X. Roteiro elaborado com base na documentação que acompanha o conjunto por: Máximo F. da Silveira UFRJ

Absorção de Raios-X. Roteiro elaborado com base na documentação que acompanha o conjunto por: Máximo F. da Silveira UFRJ Roteiro elaborado com base na documentação que acompanha o conjunto por: Máximo F. da Silveira UFRJ Tópicos relacionados Bremsstrahlung, radiação característica, espalhamento de Bragg, lei de absorção,

Leia mais

Ondas Eletromagnéticas. E=0, 1 B=0, 2 E= B t, 3 E

Ondas Eletromagnéticas. E=0, 1 B=0, 2 E= B t, 3 E Ondas Eletromagnéticas. (a) Ondas Planas: - Tendo introduzido dinâmica no sistema, podemos nos perguntar se isto converte o campo eletromagnético de Maxwell em uma entidade com existência própria. Em outras

Leia mais

PROJETO DE CIRCUITOS INTEGRADOS PCI

PROJETO DE CIRCUITOS INTEGRADOS PCI Componentes Passivos - Compatíveis com os passos de fabricação usados na construção dos elementos MOS Capacitores, Resistores e Indutores. Capacitores - Em projetos de circuitos integrados analógicos são

Leia mais

Números Complexos. Note com especial atenção o sinal "-" associado com X C. Se escrevermos a expressão em sua forma mais básica, temos: = 1

Números Complexos. Note com especial atenção o sinal - associado com X C. Se escrevermos a expressão em sua forma mais básica, temos: = 1 1 Números Complexos. Se tivermos um circuito contendo uma multiplicidade de capacitores e resistores, se torna necessário lidar com resistências e reatâncias de uma maneira mais complicada. Por exemplo,

Leia mais

CAPACIDADE ELÉTRICA. Unidade de capacitância

CAPACIDADE ELÉTRICA. Unidade de capacitância CAPACIDADE ELÉTRICA Como vimos, a energia elétrica pode ser armazenada e isso se faz através do armazenamento de cargas elétricas. Essas cargas podem ser armazenadas em objetos condutores. A capacidade

Leia mais

5. CONVERSORES QUASE-RESSONANTES

5. CONVERSORES QUASE-RESSONANTES Fontes Chaveadas - Cap. 5 CONVRSORS QUAS-RSSONANTS J. A. Pomilio 5. CONVRSORS QUAS-RSSONANTS Os conversores quase-ressonantes procuram associar as técnicas de comutação suave presentes nos conversores

Leia mais

Geradores. a) Complete a tabela abaixo com os valores da corrente I. V(V) R( ) I(A) 1,14 7,55 0,15 1,10 4,40 1,05 2,62 0,40 0,96 1,60 0,85 0,94 0,90

Geradores. a) Complete a tabela abaixo com os valores da corrente I. V(V) R( ) I(A) 1,14 7,55 0,15 1,10 4,40 1,05 2,62 0,40 0,96 1,60 0,85 0,94 0,90 Geradores 1. (Espcex (Aman) 2013) A pilha de uma lanterna possui uma força eletromotriz de 1,5 V e resistência interna de 0,05 Ω. O valor da tensão elétrica nos polos dessa pilha quando ela fornece uma

Leia mais

Modulador e demodulador PWM

Modulador e demodulador PWM Modulador e demodulador PWM 2 ATENÇÃO O autor não se responsabiliza pelo uso indevido das informações aqui apresentadas. Danos causados a qualquer equipamento utilizado juntamente com os circuitos aqui

Leia mais

CURSO Eletroeletrônica - DATA / / Eletromagnetismo. Indução eletromagnética

CURSO Eletroeletrônica - DATA / / Eletromagnetismo. Indução eletromagnética 1 de 9 CURSO Eletroeletrônica - DATA / / COMPONENTE ALUNO DOCENTE Eletromagnetismo Prof. Romeu Corradi Júnior [www.corradi.junior.nom.br] RA: Assunto: Resumo com comentários Eletromagnetismo Indução eletromagnética

Leia mais

CAROLINE XAVIER FERNANDES RELATÓRIO TÉCNICO DE MEIOS DE TRANSMISSÃO. MEIOS DE TRANSMISSÃO Cabo Coaxial

CAROLINE XAVIER FERNANDES RELATÓRIO TÉCNICO DE MEIOS DE TRANSMISSÃO. MEIOS DE TRANSMISSÃO Cabo Coaxial Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial E.E.P. Senac Pelotas Centro Histórico Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego Curso Técnico em Informática CAROLINE XAVIER FERNANDES RELATÓRIO

Leia mais

Lei de Coulomb: Campo Elétrico:

Lei de Coulomb: Campo Elétrico: Lei de Coulomb: Método para distribuição de cargas: Dividir a distribuição em infinitos dq Analisar feito por dq Dividir em suas componentes dfx e dfy Analisar se há alguma forma de simetria que simplifica

Leia mais

COMUNICAÇÃO DE INFORMAÇÃO A LONGAS DISTÂNCIAS ONDAS ELETROMAGNÉTICAS E COMUNICAÇÃO

COMUNICAÇÃO DE INFORMAÇÃO A LONGAS DISTÂNCIAS ONDAS ELETROMAGNÉTICAS E COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO DE INFORMAÇÃO A LONGAS DISTÂNCIAS À medida que uma onda se propaga, por mais intensa que seja a perturbação que lhe dá origem, uma parte da sua energia será absorvida pelo meio de propagação,

Leia mais

LABORATÓRIO DE CONTROLE I ESTUDO DE COMPENSADORES DE FASE

LABORATÓRIO DE CONTROLE I ESTUDO DE COMPENSADORES DE FASE UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO COLEGIADO DE ENGENHARIA ELÉTRICA LABORATÓRIO DE CONTROLE I Experimento 4: ESTUDO DE COMPENSADORES DE FASE COLEGIADO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DISCENTES: Lucas

Leia mais

3. PCB de múltiplas camadas operando em altas freqüências.

3. PCB de múltiplas camadas operando em altas freqüências. 34 3. PCB de múltiplas camadas operando em altas freqüências. Ao longo do presente capítulo os substratos e condutores empregados em placas de circuito impresso, em taxas muito elevadas, serão introduzidos.

Leia mais

Multiplexação. Multiplexação. Multiplexação - FDM. Multiplexação - FDM. Multiplexação - FDM. Sistema FDM

Multiplexação. Multiplexação. Multiplexação - FDM. Multiplexação - FDM. Multiplexação - FDM. Sistema FDM Multiplexação É a técnica que permite a transmissão de mais de um sinal em um mesmo meio físico. A capacidade de transmissão do meio físico é dividida em fatias (canais), com a finalidade de transportar

Leia mais

Medida de Grandezas Eléctricas

Medida de Grandezas Eléctricas Medida de Grandezas Eléctricas As grandezas eléctricas normalmente medidas são: Tensão Corrente Potência eléctrica Energia eléctrica Os valores destas grandezas podem ser obtidas por diferentes formas,

Leia mais

Laboratório de Circuitos Elétricos II

Laboratório de Circuitos Elétricos II PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ ESCOLA POLITÉCNICA CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO DISCIPLINA DE CIRCUITOS ELÉTRICOS II NOME DO ALUNO: Laboratório de Circuitos Elétricos II Prof. Alessandro

Leia mais

Departamento de Engenharia Elétrica Conversão de Energia I Lista de Exercícios: Máquinas Elétricas de Corrente Contínua Prof. Clodomiro Vila.

Departamento de Engenharia Elétrica Conversão de Energia I Lista de Exercícios: Máquinas Elétricas de Corrente Contínua Prof. Clodomiro Vila. Departamento de Engenharia Elétrica Conversão de Energia I Lista de Exercícios: Máquinas Elétricas de Corrente Contínua Prof. Clodomiro Vila. Ex. 0) Resolver todos os exercícios do Capítulo 7 (Máquinas

Leia mais

Fundamentos de Medidas Elétricas em Alta Freqüência

Fundamentos de Medidas Elétricas em Alta Freqüência Centro de Pesquisas de Energia Elétrica Fundamentos de Medidas Elétricas em Alta Freqüência Apresentador: André Tomaz de Carvalho Área: DLE Medidas Elétricas em Alta Frequência Quando o comprimento de

Leia mais

Transformadores Para Instrumentos. Prof. Carlos Roberto da Silva Filho, M. Eng.

Transformadores Para Instrumentos. Prof. Carlos Roberto da Silva Filho, M. Eng. Transformadores Para Instrumentos Prof. Carlos Roberto da Silva Filho, M. Eng. Sumário 1. Tipos de Transformadores. 2. Transformadores de Corrente - TCs. 3. Transformadores de Potencial TPs. 4. Ligação

Leia mais

Strain Gages e Pontes de Wheatstone. Disciplina de Instrumentação e Medição Prof. Felipe Dalla Vecchia e Filipi Vianna

Strain Gages e Pontes de Wheatstone. Disciplina de Instrumentação e Medição Prof. Felipe Dalla Vecchia e Filipi Vianna Strain Gages e Pontes de Wheatstone Disciplina de Instrumentação e Medição Prof. Felipe Dalla Vecchia e Filipi Vianna Referência Aula baseada no material dos livros: - Instrumentação e Fundamentos de Medidas

Leia mais

Cap.6 Transformadores para Instrumentos. TP Transformador de Potencial. TC Transformador de Corrente

Cap.6 Transformadores para Instrumentos. TP Transformador de Potencial. TC Transformador de Corrente Universidade Federal de Itajubá UNIFEI Cap.6 Transformadores para Instrumentos. TP Transformador de Potencial. TC Transformador de Corrente Prof. Dr. Fernando Nunes Belchior fnbelchior@hotmail.com fnbelchior@unifei.edu.br

Leia mais

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES 1 a QUESTÃO Valor: 1,00 A L 0 H mola apoio sem atrito B A figura acima mostra um sistema composto por uma parede vertical

Leia mais

Indutores. Prof a. Michelle Mendes Santos michelle.mendes@ifmg.edu.br

Indutores. Prof a. Michelle Mendes Santos michelle.mendes@ifmg.edu.br Indutores Prof a. Michelle Mendes Santos michelle.mendes@ifmg.edu.br Indutores Consistem de um condutor enrolado com N voltas (espiras) na forma de um solenóide, ou de um tiróide. Podem conter ou não um

Leia mais

Exercícios de Física sobre Circuitos Elétricos com Gabarito

Exercícios de Física sobre Circuitos Elétricos com Gabarito Exercícios de Física sobre Circuitos Elétricos com Gabarito (Unicamp-999 Um técnico em eletricidade notou que a lâmpada que ele havia retirado do almoxarifado tinha seus valores nominais (valores impressos

Leia mais

SENSORES DISCIPLINA DE MATERIAIS ELÉTRICOS. ALUNOS: André Sato Érico Noé Leandro Percebon

SENSORES DISCIPLINA DE MATERIAIS ELÉTRICOS. ALUNOS: André Sato Érico Noé Leandro Percebon SENSORES DISCIPLINA DE MATERIAIS ELÉTRICOS ALUNOS: André Sato Érico Noé Leandro Percebon Indrodução SENSORES são dispositivos que mudam seu comportamento sob a ação de uma grandeza física, podendo fornecer

Leia mais

Construindo um Filtro de Linha

Construindo um Filtro de Linha Construindo um Filtro de Linha Eng Roberto Bairros dos Santos. Um empreendimento Bairros Projetos didáticos> Este artigo descreve como construir de forma prática um filtro de linha para PC. 1 Índice: Conteúdo:

Leia mais

Tipos de Medidores MEDIDOR NÃO-INTEGRATIVO CC

Tipos de Medidores MEDIDOR NÃO-INTEGRATIVO CC Tipos de Medidores Medidor não-integrativo; Medidor integrativo; Medidor do valor médio retificado; Medidor de valor de pico; Medidor de valor eficaz. MEDIDOR NÃO-INTEGRATIVO CC Processa o sinal CC sem

Leia mais

TEMA DA AULA PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA

TEMA DA AULA PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA TEMA DA AULA TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA MEDIÇÃO DE GRANDEZAS ELÉTRICAS Por que medir grandezas elétricas? Quais grandezas elétricas precisamos medir? Como medir

Leia mais

INSTITUTO DE FÍSICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Grupo:... (nomes completos) Prof(a).:... Diurno ( ) Noturno ( ) Experiência 8 LINHA DE TRANSMISSÃO

INSTITUTO DE FÍSICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Grupo:... (nomes completos) Prof(a).:... Diurno ( ) Noturno ( ) Experiência 8 LINHA DE TRANSMISSÃO INSTITUTO DE FÍSICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Laboratório de Eletromagnetismo (4300373) Grupo:......... (nomes completos) Prof(a).:... Diurno ( ) Noturno ( ) Data : / / Experiência 8 LINHA DE TRANSMISSÃO

Leia mais

Telecomunicações: Conhecendo a bobina híbrida

Telecomunicações: Conhecendo a bobina híbrida TELECOMUNICAÇÕES: CONHECENDO A BOBINA HÍBRIDA 1 Telecomunicações: Conhecendo a bobina híbrida A idéia deste trabalho, é mostrar, de forma didática, o funcionamento, a importância e as aplicações das bobinas

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Parte II: Camada Física Dezembro, 2012 Professor: Reinaldo Gomes reinaldo@computacao.ufcg.edu.br Meios de Transmissão 1 Meios de Transmissão Terminologia A transmissão de dados d

Leia mais

Espaço SENAI. Missão do Sistema SENAI

Espaço SENAI. Missão do Sistema SENAI Sumário ntrodução 5 ndução 6 Auto-indução 7 ndutores em corrente alternada 14 Fator de qualidade (q) 16 Determinação experimental da indutância de um indutor 16 Associação de indutores 18 Relação de fase

Leia mais

Exercícios Leis de Kirchhoff

Exercícios Leis de Kirchhoff Exercícios Leis de Kirchhoff 1-Sobre o esquema a seguir, sabe-se que i 1 = 2A;U AB = 6V; R 2 = 2 Ω e R 3 = 10 Ω. Então, a tensão entre C e D, em volts, vale: a) 10 b) 20 c) 30 d) 40 e) 50 Os valores medidos

Leia mais

Laboratório de Conversão Eletromecânica de Energia B

Laboratório de Conversão Eletromecânica de Energia B Laboratório de Conversão Eletromecânica de Energia B Prof a. Katia C. de Almeida 1 Obtenção Experimental dos Parâmetros do Circuito Equivalente do Motor de Indução Monofásico 1.1 Introdução 1.1.1 Motores

Leia mais

CURSO DE APROFUNDAMENTO FÍSICA ENSINO MÉDIO

CURSO DE APROFUNDAMENTO FÍSICA ENSINO MÉDIO CURSO DE APROFUNDAMENTO FÍSICA ENSINO MÉDIO Prof. Cazuza 1. Arthur monta um circuito com duas lâmpadas idênticas e conectadas à mesma bateria, como mostrado nesta figura: Considere nula a resistência elétrica

Leia mais

Física: Eletromagnetismo

Física: Eletromagnetismo Física: Eletromagnetismo Questões de treinamento para a banca Cesgranrio elaborada pelo prof. Alex Regis Questão 01 Está(ão) correta(s): Considere as afirmações a seguir a respeito de ímãs. I. Convencionou-se

Leia mais

3 Configurações para realização do transformador de impedância em linha de transmissão planar 3.1.Introdução

3 Configurações para realização do transformador de impedância em linha de transmissão planar 3.1.Introdução 3 Configurações para realização do transformador de impedância em linha de 3.1.Introdução Neste capítulo serão apresentadas diversas configurações que possibil itam a realização do transformador de impedância

Leia mais

Faculdade de Tecnologia e Ciências

Faculdade de Tecnologia e Ciências Faculdade de Tecnologia e Ciências Curso: Engenharia de Telecomunicações Disciplina: Eletrônica de Radiofreqüência Carga Horária: 80 horas Professor: Clovis Almeida Faculdade de Tecnologia e Ciências Regras

Leia mais

Transformador. Índice. Estrutura

Transformador. Índice. Estrutura Transformador Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Um transformador ou trafo é um dispositivo destinado a transmitir energia elétrica ou potência elétrica de um circuito a outro, transformando tensões,

Leia mais

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10 QUESTÃO 1 VESTIBULAR FGV 010 JUNHO/010 RESOLUÇÃO DAS 15 QUESTÕES DE MATEMÁTICA DA PROVA DA MANHÃ MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A O mon i tor de um note book tem formato retangular com a di ag o nal medindo

Leia mais

Apostila de Eletromagnetismo

Apostila de Eletromagnetismo Apostila de Eletromagnetismo Um campo magnético não exerce força em uma carga elétrica em repouso; mas é possível experimentalmente verificar que um campo magnético exerce uma força sobre uma da carga

Leia mais

LEI DE OHM. Professor João Luiz Cesarino Ferreira. Conceitos fundamentais

LEI DE OHM. Professor João Luiz Cesarino Ferreira. Conceitos fundamentais LEI DE OHM Conceitos fundamentais Ao adquirir energia cinética suficiente, um elétron se transforma em um elétron livre e se desloca até colidir com um átomo. Com a colisão, ele perde parte ou toda energia

Leia mais

Prevenção de Problemas de Indução Magnética em Cabos de Comunicação

Prevenção de Problemas de Indução Magnética em Cabos de Comunicação Prevenção de Problemas de Indução Magnética em Cabos de Comunicação INTRODUÇÃO Jeff Roberts and Mark Weber Corrente de magnitude surpreendentemente elevadas podem circular nos cabos de comunicação metálicos

Leia mais

SISTEMA DE DISPARO DE TIRISTORES (SCR) EM REDES TRIFÁSICAS

SISTEMA DE DISPARO DE TIRISTORES (SCR) EM REDES TRIFÁSICAS GSI Nº: ART061-09 - CD 382-09 SISTEMA DE DISPARO DE TIRISTORES (SCR) EM REDES TRIFÁSICAS Carlos Alberto Murari Pinheiro João Roberto Cogo Artigo publicado na Revista Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico,

Leia mais

Meios de transmissão. Professor Leonardo Larback

Meios de transmissão. Professor Leonardo Larback Meios de transmissão Professor Leonardo Larback Meios de transmissão Na comunicação de dados são usados muitos tipos diferentes de meios de transmissão. A escolha correta dos meios de transmissão no projeto

Leia mais

EXPERIÊNCIA 6 CAPACITOR E INDUTOR EM CORRENTE CONTÍNUA E ALTERNADA

EXPERIÊNCIA 6 CAPACITOR E INDUTOR EM CORRENTE CONTÍNUA E ALTERNADA EXPERIÊNCIA 6 CAPACITOR E INDUTOR EM CORRENTE CONTÍNUA E ALTERNADA 1. INTRODUÇÃO TEÓRICA 1.1 CAPACITOR O capacitor é um dispositivo utilizado nos circuitos elétricos que apresenta um comportamento em corrente

Leia mais

Eletricidade e Magnetismo - Lista de Exercícios IV CEFET-BA / UE - VITÓRIA DA CONQUISTA COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA ELÉTRICA

Eletricidade e Magnetismo - Lista de Exercícios IV CEFET-BA / UE - VITÓRIA DA CONQUISTA COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Eletricidade e Magnetismo - Lista de Exercícios IV CEFET-BA / UE - VITÓRIA DA CONQUISTA COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Campo Magnético (Fundamentos de Física Vol.3 Halliday, Resnick e Walker, Cap.

Leia mais

MÓDULO 4 Meios físicos de transmissão

MÓDULO 4 Meios físicos de transmissão MÓDULO 4 Meios físicos de transmissão Os meios físicos de transmissão são compostos pelos cabos coaxiais, par trançado, fibra óptica, transmissão a rádio, transmissão via satélite e são divididos em duas

Leia mais

Introdução 5. Amplificação com FET 6. Polarização do FET 6 Polarização do terminal dreno 7 Polarização do terminal porta 7

Introdução 5. Amplificação com FET 6. Polarização do FET 6 Polarização do terminal dreno 7 Polarização do terminal porta 7 Sumário Introdução 5 Amplificação com FET 6 Polarização do FET 6 Polarização do terminal dreno 7 Polarização do terminal porta 7 Estágio amplificador com FET 8 Princípio de funcionamento 9 Características

Leia mais

José Simão Filho(ITAIPU) RESUMO

José Simão Filho(ITAIPU) RESUMO MEDIÇÃO DE DESCARGAS PARCIAIS EM HIDROGERADOR DA USINA DE ITAIPU UMA AVALIAÇÃO EXPERIMENTAL DAS LIMITAÇÕES, DIFICULDADES DE MEDIÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS Marcelo Fabiano Latini* (ITAIPU) Juan Carlos

Leia mais

Casamento de Impedância

Casamento de Impedância Disciplina: Ondas e ropaação Universidade do Estado de Santa Catarina Centro de Ciências Tecnolóicas CCT Departamento de Enenharia Elétrica aboratório de Eletromanetismo E-3 Casamento de Impedância O casamento

Leia mais

2 Conceitos de transmissão de dados

2 Conceitos de transmissão de dados 2 Conceitos de transmissão de dados 2 Conceitos de transmissão de dados 1/26 2.2 Meios físicos de transmissão de dados 2/26 Tipos de meios de transmissão Pares de fios Pares entrançados Cabo coaxial Fibras

Leia mais

Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Física Experimental (Engenharia Informática)-1º.

Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Física Experimental (Engenharia Informática)-1º. Trabalho 8 - Estudo da propagação de ondas electromagnéticas num cabo coaxial 1. Objectivos: Compreender o funcionamento de um cabo coaxial como um guia de ondas electromagnéticas; Reconhecer a importância

Leia mais

Introdução aos circuitos seletores de frequências. Sandra Mara Torres Müller

Introdução aos circuitos seletores de frequências. Sandra Mara Torres Müller Introdução aos circuitos seletores de frequências Sandra Mara Torres Müller Aqui vamos estudar o efeito da variação da frequência da fonte sobre as variáveis do circuito. Essa análise constitui a resposta

Leia mais

A harmonia da atividade industrial com o meio ambiente é um dos objetivos do SENAI.

A harmonia da atividade industrial com o meio ambiente é um dos objetivos do SENAI. Sumário Introdução 5 Princípio de funcionamento do transformador 6 Princípio de funcionamento 7 Transformadores com mais de um secundário 10 Relação de transformação 11 Tipos de transformadores quanto

Leia mais

OSCILADOR ELETRÔNICO

OSCILADOR ELETRÔNICO 1 OSCILADORES Os osciladores são circuitos muito importantes e cujo conhecimento é fundamental para que possamos estudar o receptor superheterodino, que possui um oscilador interno. Um circuito oscilador

Leia mais

DESTAQUE: A IMPORTÂNCIA DOS TRANSFORMADORES EM SISTEMAS DE ENERGIA ELÉTRICA

DESTAQUE: A IMPORTÂNCIA DOS TRANSFORMADORES EM SISTEMAS DE ENERGIA ELÉTRICA Capítulo 0 Transformadores DESTAQE: A IMPORTÂNCIA DOS TRANSFORMADORES EM SISTEMAS DE ENERGIA ELÉTRICA Os geradores elétricos, que fornecem tensões relativamente baixas (da ordem de 5 a 5 kv), são ligados

Leia mais

O esquema da Fig.1 mostra como montar a resistência de teste para medidas de tensão, corrente e resistência.

O esquema da Fig.1 mostra como montar a resistência de teste para medidas de tensão, corrente e resistência. Ano lectivo: 200-20 Medição de Tensões e Correntes Eléctricas. Leis de Ohm e de Kirchhoff. OBJECTIO Aprender a utilizar um osciloscópio e um multímetro digital. Medição de grandezas AC e DC. Conceito de

Leia mais

1.1- DIVISÃO DOS TRANSFORMADORES

1.1- DIVISÃO DOS TRANSFORMADORES Quanto a Finalidade: TRANSFORMADORES 1.1- DIVISÃO DOS TRANSFORMADORES a)transformadores de Corrente; b)transformadores de Potencial; c)transformadores de Distribuição; d)transformadores de Força. Quanto

Leia mais