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1 PROSTHESIS L A B O R A T O R Y i n Cristiane Barros André 1 Walter Iared 2 Renato Bigliazzi 3 Prosthes. Lab. Sci. 2013; 2(6): Planejamento e individualização da aparatologia ortodôntica conjugada aos mini-implantes / DATs - Parte II Biomecânica Fatores relacionados aos 149 Ortho In Lab Resumo Com o surgimento dos dispositivos de ancoragem temporária (DATs), especialmente os mini- -implantes, vislumbrou-se que o controle de todos os desejados pela ortodontia seria alcançado. Entretanto, para suprir as reais necessidades biomecânicas muitas vezes o desenho da aparatologia necessária deve ser desenvolvida laboratorialmente. Assim, este artigo fornece orientações em relação aos aspectos biomecânicos e como proceder durante o planejamento de aparatologia associada aos DATs. Descritores: Ortodontia, mini-implantes, procedimentos de ancoragem ortodôntica, biomecânica. Abstract With the emergence of temporary anchorage devices (TADs), especially the mini-implants, the orthodontics trust will be possible control all of teeth movements. However, to meet the real needs biomechanical often requires that the appliances needed to be developed laboratory. Thus, this article provides guidance in relation to biomechanical aspects and how to proceed when planning appliances associated with TADs. Descriptors: Orthodontics, mini-implants, Orthodontic anchorage procedures, biomechanics 1 Ortotécnica responsável do curso de esp. em Ortodontia e Ortopedia Facial UNIP, APCD e COPH SP. 2 Prof. do curso de esp. em Ortodontia Ciodonto - BA. 3 Prof. do curso de esp. em Ortodontia e Ortopedia Facial UNIP- SP. Correspondência com o autor: Recebido para publicação: 12/02/2013 Aprovado para publicação: 27/02/2013

2 150 PROSTHESIS Prosthes. Lab. Sci. 2013; 2(6): L A B O R A T O R Y i n Introdução O controle de ancoragem sempre foi um grande impasse no planejamento e execução da aparatologia ortodôntica. Com o auxílio da ancoragem absoluta por meio dos DATs (Dispositivos de Ancoragem Temporários), as resultantes indesejáveis aos são facilmente controladas, fato de fundamental importância, visto que o sucessoda terapia depende diretamente das forças aplicadas, as quais são influenciadas por sua direção. Como cada indivíduo tem discrepâncias únicas,isso exige planejamento e individualização da aparatologia. Alternativas de configurações do sistema de forças biomecânicas específicas, na busca da posição adequada dos dentes e suas raízes, proporcionam maiorestabilidadena possibilitando maior harmonia com a oclusão e com a face 6. Os DATsquando conjugados à aparatologia convencionaltem uma redução de seu tamanhocomo o distalizador Pêndulo de Hilgers e assim a possibilidade de serem utilizados também na arcada inferior como o Distal Jet. As aparatologiastêmforças leves, controladas e com distâncias precisas a serem percorridas, como o distalizador molar elástico (DME), não sendo necessárias as substituições da aparatologia para ancoragem ou do reposicionamento dos DATs. Issodiminui o tempo de uso da aparatologia clínica (braquetes) e mais um fator a ser citado é adiminuição da colaboração do paciente. Conceitos Biomecânicos Entretanto, para que se atinja o objetivo de dentária e de controle da indesejável, faz-se necessário o entendimento dos princípios biomecânicos da ortodôntica e assim associar a ancoragem absoluta às forças ideais para otimizar a desejada. Somente desta forma é possível desenvolver, em fase única, uma aparatologia segura e confortável 1. Para melhor entendimento, vale lembrar alguns conceitos biomecânicos 5,7 como: Força - Toda ação sobre um corpo capaz de produzir deformações ou mudar o seu estado de repouso ou de movimento. Centro de resistência - Ponto onde uma força aplicada resulta em movimento de translação sem rotação ou inclinação. Se encontra próximo ao limite dos terços cervical e médio das raízes dos dentes unirradiculares e próximos a furca nos multirradiculares. Este ponto desloca-se apicalmenteno caso de perda óssea alveolar. Centro de rotação - Ponto ao redor do qual o dente gira quando a força não é aplicada no centro de resistência do dente, isto é, não há translação pura, mas rotação ao redor de um ponto. Direção de força - Direção do movimento:movimentação a partir do planohorizontal, vertical ou oblíqua. - Sentido do movimento: Dentro dos planos diferencia-se o seu sentido, podendo ser para distal, mesial,oclusal, cervical, etc. Momento de força - É a capacidade de inclinação de um corpo.é mensurada pelo produto da quantidade de força pela distância do seu ponto de aplicação ao centro de resistência. O momento de força oferece ao dente a capacidade de de inclinações e rotações. Prescrições clínicas para o planejamento A aparatologia é planejada seguindo as informações enviadas do cirurgião dentista como: dente ou dentes a serem movimentados, se a carga será imediata 2 (Figura 1) outardia, presença e localização de dentes inclusos, etc. Figura1 - Sítio de instalação indicado para carga imediata e guia cirúrgico - região PENA (paramediana em direção da espinha nasal anterior).

3 PROSTHESIS L A B O R A T O R Y i n Prosthes. Lab. Sci. 2013; 2(6): Mesmo descrevendo essas informações, algumas vezes isso se torna insuficiente para o desenvolvimento da aparatologia ideal. Faz-se necessário o conhecimento da intenção de, como a expansão, constrição de arcada, necessidade de intrusões e extrusões de dente ou setores de dentes, até da necessidade de impedimento de tais. Pois desta forma, será possível determinar o melhor ponto de aplicação de força, sua direção e o desenvolvimento da ação da aparatologia ortodôntica conjugada aos DATs. Ainda podem ser desenvolvidosrecursos que impeçam indesejáveis, facilitando o alcance do objetivo ortodôntico em aparatologia única. Para maior entendimento da importância e aplicabilidade destas informações segue uma sugestão de ficha de prescrição técnica, baseada em modelo de ficha de planejamento e acompanhamento ortodôntico 3 (Figura 2): Dentes que serão movimentados: - Especificar o caso, seja um único dente ou blocos de dentes; quais os dentes que deverão permanecer imutáveis, ou seja ancorados. Objetivos biomecânicos / Tipo de movimento: - O profissional deve descrever quais os desejados, contendo detalhes específicos desta. Por exemplo, distalização de corpo, o que leva a confecção de um aparelho que tenha a linha de ação de força passando pelo centro de resistência do dente. Em outro exemplo, pode- -se citar uma distalização com verticalização, onde o aparelho será desenvolvido com efeito pendular. Quantidade de : - Mensurar a quantidade de desejada. Por exemplo, 4 mm de distalização ou 11 mm de ganho transversal.essa informação oferece condição de confeccionar um aparelho que seja o mais confortável possível ao paciente sem que haja a necessidade de adaptações futuras nos casos de grandes movimentações. Posicionamento dos DATs: - O clínico devedefinir antecipadamente se a carga será imediata na região PENA ou tardia onde o mini-implante é instalado previamente. Nesse caso, alguns cuidados são fundamentais ao verter os moldes em gesso, para que sua reprodução facilite o entendimento das dimensões da cabeça do mini- -implante, bem como seu eixo de inserção. Força necessária: - Cabe ao clínico determinar a quantidade de força que será aplicada durante a, mas seu conhecimento é importante para que durante a confecção da aparatologia o ortotécnico possa elaborar o design do aparelho a fim de permitir que a ativação ocorra conforme o idealizado. Lembrando que a força aplicada deve ser proporcional ao volume da raiz e ao seu grau de implantação nos tecidos periodontais. Condição periodontal: - A informação da condição de suporte ósseo alveolar dos dentes envolvidos na, influenciam diretamente na localização do centro de resistência e na quantidade de forças aplicadas. Conhecimentos técnicos para o planejamento O ortotécnico deve buscar alternativas de configurações do sistema de forças biomecânicas específicas para que a aparatologia desenvolvida seja confortável, resistente, de fácil ativação e principalmente atenda às solicitações das prescrições clínicas. A partir do entendimento das necessidades de movimento e ancoragem, a aplicação dos conceitos abaixo determinará o planejamentodo aparelho ideal. Ao se planejar a aparatologia, a direção de deve ser prevista até seu limite estipulado, sem causar danos aos tecidos, levando em conta a anatomia individual e assim a aparatologia deve ter a distância correta dos tecidos (Figura 3), não interferindo na linha de ação de força e obtendo uma conclusão previsível da terapia (Figura 6). Jána linha de ação de forças, quando desejado um movimento de corpo, deve-se planejar a aparatologia passando pelo centro de resistência do dente (Figura 7). Diferenças nessa direção, resultam em um efeito pendular. Efeitos de intrusão e extrusão, podem ocorrer quando a aparatologia não foi planejada no mesmo plano horizontal do DAT. A rotação dos dentes movimentados é controlada por braços rígidos (Figura 5) e nos casos de uso de tubo telescópico, que esse tenha calibre compatível com o fio guia (Figura 6). A inclinação dos dentes é resultante do momento de força, portanto, o ponto de aplicação dessa força deve ter sua distância calculada em relação ao centro de resistência. As ativações realizadas pelo clínico reduzem a necessidade de cooperação do paciente, fator importante no planejamento da aparatologia. O design da aparatologia deve evitar o acúmulo de placa bacteriana, proporcionar estabilidade, perante as forças fisiológicas, como a da língua e ser resistente a fraturas. André CB, Iared W, Bigliazzi R.

4 152 PROSTHESIS Prosthes. Lab. Sci. 2013; 2(6): L A B O R A T O R Y i n As imagens abaixo, associadas aos quadros explicativos são exemplos de casos de aparatologia de distalização que oferecem um melhor entendimento do planejamento da aparatologia associada aos DATs. Figura 2 - Ficha de prescrição técnica, baseada em modelo de ficha de planejamento e acompanhamento ortodôntico

5 PROSTHESIS L A B O R A T O R Y i n Prosthes. Lab. Sci. 2013; 2(6): Figura 3 - Aparatologia Barra Transpalatina Figura 03 Ancoragem Sutura mediana Unidades de 16 e 26 (Primeiros molares superiores bilaterais) Tipos de Distalização e ancoragem indireta Resultantes Distalização sem resultantes anteriores e sem rotação dos molares Resultantes O formato da arcada, interfere na posição do DAT in e da BTP, o que levar a úlceras e indesejados Figura 4 - Aparatologia Pêndulo de Hilgers Figura 04 Ancoragem Sutura mediana em direção a espinha nasal anterior Unidades de 26 / 27 Primeiro e segundo molares superior esquerdo Tipos de Distalização com efeito pendular (disto-angulação) Resultantes Distalização sem resultantes anteriores Resultantes Rotação do molar. Deve ser minimizada com a in ativação do loop e da presilha de encaixe no tubo lingual Figura 5 - Aparatologia Screw-dis Figura 05 Ancoragem Paramediana em direção a espinha nasal anterior (PENA) Unidades de 17 e 27 Segundos molares superiores bilaterais Tipos de Distalização com translação Resultantes Distalização sem resultantes anteriores e movimento de corpo Resultantes Dentes anteriores acompanham distais adicionais por ação das fibras transeptais4. Em alguns casos observa-se a criação de diastemas anteriores Figura - 6 Aparatologia Distalizador Molar Elástico Fig 06 Ancoragem Entre as raízes dos dentes 44 e 45 (pré-molares inferiores do lado direito) Unidades de Dente 46 (Primeiro molar inferior direito) Ativação feita por meio do uso de força elástica Tipos de Distalização com translação Resultantes Distalização sem resultantes anteriores, com movimento de corpo e sem rotação do molar (Braço rígido e tubo telescópico fornecem resistência a esse movimento) Resultantes in Quando a ativação for no primeiro ou terceiro quadrante a resultante elástica pode forçar o parafuso no sentido anti-horário, aumentando risco de retorno da rosca (necessidade de reapertos) André CB, Iared W, Bigliazzi R.

6 154 PROSTHESIS Prosthes. Lab. Sci. 2013; 2(6): L A B O R A T O R Y i n Figura - 7 Aparatologia Distal Jet inferior Figura 07 Ancoragem Entre as raízes dos dentes 34 e 35 (Pré-molares inferiores do lado esquerdo) Unidades de 36 (Primeiro molar inferior esquerdo) Tipos de Distalização com translação Resultantes Distalização sem resultantes anteriores, com movimento de corpo e sem rotação do molar Resultantes Quando a ativação for no primeiro ou terceiro quadrante a resultante elástica pode forçar o parafuso in no sentido anti-horário, aumentando risco de retorno da rosca (necessidade de reapertos). Figura 8 - Aparatologia Mantenedor e recuperador de espaço Figura 08 Ancoragem Paramediana em direção a espinha nasal anterior (PENA) Unidades de Tipos de Resultantes Resultantes adicionais 16 e 14 (Primeiro molar e primeiro pré-molar superiores direito) Distalização e ancoragem Distalização com disto-angulação da unidade 16 e ancoragem da unidade 14 para posterior A aparatologia será utilizado como ancoragem, após o término da distalização Considerações finais Com possibilidade de direcionar a biomecânica ortodôntica para conquista da ideal, proposta a partir do surgimento dos DATs, surge uma nova era para a ortodontia laboratorial, onde o entendimento biomecânico associado às informações clínicasrecebidas, fornecerão condições para a individualização de aparatologias e consequentemente de tratamentos que oferecem ao público oclusões estéticas e funcionais em menor tempo e com menores efeitos colaterais. Referências bibliográficas: 1. André, C.B.; Screw-dis (dispositivo com parafuso distalizador e ancoragem esquelética) para o tratamento da classe II. ProsthesisLaboratory in Science. 2011; 1(1) 2. André, C.B.; Planejamento e individualização da aparatologia ortodôntica conjugada aos mini-implantes( DATs) Parte I Sítios de instalação uma área de risco controlado. ProsthesisLaboratory in Science. 2012; 1(4) 3. Ladeia Jr,L.; Ladeia, L.E.;Mini-implantes um guia teórico- -prático de instalação e biomecânica ao ortodontista e implantodontista. Napoleão; Lindhe, J.; Tratado de Periodontia Clínica e Implantodontia. Guanabara Koogan; Marcotte, M.R.; Biomecânica em Ortodontia. Santos; Nanda, R.; Dispositivos de Ancoragem Temporários na Ortodontia. Santos; Ruellas, A. C.; Biomecânica aplicada à clínica. Dental Press; 2013.

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