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3 EDITORIAL Editorial Olá amigos, THE CLUB Av. Profº Celso Ferreira da Silva, 190 Jd. Europa - Avaré - SP - CEP Informações: (14) Suporte: (14) Fax: (14) Internet Cadastro: Suporte: Informações: Dúvidas Correspondência ou fax com dúvidas devem ser enviados ao - THE CLUB, indicando "Suporte". Opinião Se você quer dar a sua opinião sobre o clube em geral, mande a sua correspondência para a seção "Tire sua dúvida". Reprodução A utilização, reprodução, apropriação, armazenamento em banco de dados, sob qualquer forma ou meio, de textos, fotos e outras criações intelectuais em cada publicação da revista The Club Megazine são terminantemente proibidos sem autorização escrita dos titulares dos direitos autorais. Impressão e acabamento: GRAFILAR Tel.: (14) Fax: (14) Rua Cel. Amando Simôes, 779 Cep São Manuel - SP Tiragem: exemplares Você está recebendo mais uma edição da revista THE CLUB MeGAZINE. Esta edição está trazendo informações muito importantes, além de muitas novidades. Começamos esta edição com um artigo sobre como compactar arquivos utilizando o Delphi. Devido a grande procura sobre este recurso, o nosso consultor Claudinei Rodrigues irá lhe apresentar um componente freeware para realizar este trabalho. Além deste artigo o nosso consultor ainda traz um outro artigo sobre enumeradores no.net. Nesta edição temos a volta dos artigos de Mauro Sant Anna. Os clientes mais antigos do The Club se lembram muito bem dele. Quantos e quantos artigos dele nós já publicamos aqui que foram de grande auxílio aos programadores Delphi, principalmente quando migramos de Clipper para Delphi e estávamos conhecendo esta fantástica nova ferramenta. Temos o orgulho de informar a vocês que a partir desta edição teremos mais um novo colaborador, o Andrey Sanches. Para aqueles que já estão trabalhando com o ASP.NET 2.0, ele traz um artigo com informações muito importantes para um bom desenvolvimento neste ambiente. E as novidades não param por aqui. Também temos muito orgulho em informar que quem também esta de volta é o nosso amigo Fábio Câmara. Ele está trazendo um artigo muito interessante sobre segurança para WebServices. E finalizando estamos trazendo a nossa seção de Perguntas & Respostas com algumas das solicitações feitas no último mês ao nosso suporte técnico. Como vocês podem ver a nossa revista está repleta de novidades e matérias interessantes. Uma boa leitura a todos, Copyright The Club Megazine 2006 Diretor Técnico Mauro Sant Anna Colaboradores Andrey Sanches, Fabio Camara Delphi é marca registrada da Borland International, as demais marcas citadas são registradas pelos seus respectivos proprietários. Editorial Compactando arquivos com o Delphi Eu voltei ASP.NET Customizando a segurança de suas aplicações Segurança com SSL para WebServices Trabalhando com enumeradores no.net Perguntas & Respostas

4 Delphi Compactando arquivos com o Delphi Por Claudinei Rodrigues Muitos programadores nos últimos tempos têm entrado em contato conosco aqui do suporte solicitando uma forma de compactar arquivos utilizando o Delphi, mas sem utilizar uma ferramenta externa. O Delphi não tem um comando próprio para isto, mas existe um componente de terceiros, muito bom, chamado ZipMaster. Figura 1: Site do ZipMaster Este componente é freeware. Além disso ele é muito simples de ser instalado. Primeiramente vamos fazer o download do componente, para isto acesse o link como mostrado na figura 1. Quando eu escrevi esta matéria a última versão disponível era a 1.79 como você pode ver na imagem anterior no lado esquerdo. Clique sobre o item 1.79 e na próxima página no arquivo ZM179Setup0402.exe. 4

5 Delphi Agora vamos instalar o componente. Antes de rodar o executável você precisa fechar o Delphi. Esta última versão está disponível para o Delphi 5, 6, 7, 2005 e 2006, num mesmo arquivo. O motivo pelo qual ele pede para que você feche o Delphi é porque no momento da instalação dos arquivos na sua máquina ele já vai automaticamente instalar o componente no Delphi e o melhor de tudo, em todas as versões do Delphi as quais ele seja compatível e você tenha instalado em sua máquina. Eu tenho todas as versões do Delphi as quais ele é compatível e o componente já está instalado em todos eles. Quando você chamar o seu Delphi após a instalação você verá uma palheta chamada Delphi Zip, onde estão os componentes. Veja na figura a seguir o Tool Pallete do Delphi 2006 onde o componente foi instalado. Criando um exemplo Chame o seu Delphi e crie uma nova aplicação. No seu formulário inclua dois componentes Button, um componente OpenDialog, um componente SaveDialog, um componente ListBox e um componente TZipMaster. A sua tela ficará semelhante a mostrada na figura 2. Figura 2: Form de exemplo Como você pode ver nós vamos utilizar um componente Button para compactar o arquivo e outro componente Button para descompactar o arquivo. Nós vamos utilizar também o componente OpenDialog para selecionar os arquivos que iremos compactar. O componente SaveDialog será utilizado para informar o nome do arquivo de destino. Ou seja, o nome do arquivo que será criado com dados compactados. Antes de continuar selecione o arquivo OpenDialog1 e vá até a subpropriedade ofallowmultiselect que está dentro da propriedade Options e altere-a para True. Fazendo isto o nosso componente OpenDialog vai poder selecionar vários arquivos de uma só vez. Agora vá até ao primeiro componente TButton e dê um duplo clique sobre ele. No evento OnClick inclua o código mostrado na listagem 1: procedure TForm1.bt_CompactarClick (Sender: TObject); // Aqui informamos apenas // o titulo do OpenDialog OpenDialog1.Title := THE CLUB - Exemplo de compactar arquivos ; // Executa o componente OpenDialog if OpenDialog1.Execute then // Limpa o componente ListBox ListBox1.Items.Clear; // Adiciona os arquivos selecionados // no componente OpenDialog ao // componente ListBox ListBox1.Items := OpenDialog1.Files; // Aqui informamos apenas o titulo // do SaveDialog SaveDialog1.Title := THE CLUB - O arquivo ZIP será salvo em... ; // Aqui informamos o tipo de // extensão default SaveDialog1.DefaultExt := *.ZIP ; // Aqui informamos o filtro do // SaveDialog SaveDialog1.Filter := Arquivos ZIP *.ZIP ; // Aqui executamos o SaveDialog if SaveDialog1.Execute then // Aqui nos estamos informando // ao componente ZipMaster 5

6 Delphi // o nome do arquivo.zip que será gerado. ZipMaster1.ZipFileName := SaveDialog1.FileName; // Aqui limpamos a lista de // arquivos do ZipMaster ZipMaster1.FSpecArgs.Clear; // Aqui nós atribuimos os arquivos // selecionados // ao componente ZipMaster ZipMaster1.FSpecArgs := ListBox1.Items; // Aqui o componente irá fazer a // compactação. ZipMaster1.Add; ShowMessage( Os arquivos foram compactados com sucesso. ); end else ShowMessage( Você não informou um nome para o arquivo de compactação. ); exit; Listagem 1: Código do evento OnClick do primeiro botão Como você pode ver todo o código está documentado explicando detalhadamente o que faz cada comando. Como você pode notar o componente ZipMaster é muito simples de ser utilizado. Agora vamos montar a descompactação dos arquivos. Ela é bem simples de ser feita. Veja a seguir o código que foi incluído no segundo botão onde fazer a descompactação. procedure TForm1.Button2Click (Sender: TObject); var DirDestino: string; // Aqui informamos apenas o titulo do // OpenDialog OpenDialog1.Title := THE CLUB - Exemplo de descompactar arquivos ; // Executa o componente OpenDialog if OpenDialog1.Execute then // Aqui nos estamos informando ao // componente ZipMaster // o nome do arquivo.zip que será // descompactado. ZipMaster1.ZipFileName := OpenDialog1.FileName; // Aqui nós selecionamos todos os // arquivos compactados ZipMaster1.FSpecArgs.Add( *.* ); // Aqui limpamos a lista de // arquivos do ZipMaster ZipMaster1.FSpecArgs.Clear; // Aqui informamos um diretório padrão DirDestino := C:\ ; // Aqui selecionamos o diretório ond // e serão descompactados // os arquivos if SelectDirectory(DirDestino, [sdallowcreate, sdperformcreate, sdprompt],0) then // Aqui informamos o diretório onde // serão descompactados os // arquivos. ZipMaster1.ExtrBaseDir := DirDestino; // Executa a descompactação. ZipMaster1.Extract; ShowMessage( Os arquivos foram descompactados com sucesso. ); Listagem 2: Código do evento OnClick do segundo botão Conclusão Como você pode ver este componente é muito simples de ser utilizado. Se você selecionar o componente ZipMaster e acessar o Object Inspector, você verá que este componente tem uma série de propriedades com as quais você poderá aperfeiçoar ainda mais a sua utilização. Espero que tenham gostado e até a próxima. Download do arquivo em: Sobre o autor Claudinei Rodrigues, Consultor Técnico do The Club 6

7 Coluna do Sant Anna Eu voltei! por Mauro Sant Anna Amigos, Voltei de forma regular e bimestral a esta coluna, que freqüentei ininterruptamente de 1996 a 2002 e esporadicamente depois. Como antes, abordarei assuntos essencialmente técnicos. Como alguém que não só já usou, como também promoveu bastante o Delphi, já ouvi mais de uma vez a as acusações de ter me vendido à Microsoft, estar cuspindo no prato que comeu e outras bobagens semelhantes. Aproveitarei esta primeira coluna para esclarecer este assunto. O Delphi combinava a produtividade do Visual Basic com o poder do C++ em um único pacote. O Visual Basic era sem dúvida mais fácil de aprender, mas você acabava encontrando limites e obstáculos que obrigavam a escrever DLLs em C/C++, essa sim uma tarefa insanamente inglória. O Visual Basic teve sua dose de sucesso no Brasil graças tanto à maior facilidade de aprendizado como também à fragilidade empresarial da Borland, que afastava as grandes empresas. O Delphi encontrou um sólido nicho nos desenvolvedores profissionais e pequenas empresas de software, onde seu equilíbrio de produtividade com facilidade de uso o tornaram muito atraente e onde a viabilidade da Borland a longo prazo não era um problema. Esta situação não ocorreu nos Estados Unidos, onde o mercado se polarizou no Visual Basic (grandes corporações) e C/ C++ (desenvolvedores profissionais). O Delphi nunca vendeu bem nos Estados Unidos, algo terrível para uma empresa Americana, onde o mercado doméstico é tradicionalmente o mais importante. Para piorar, o Pascal tinha a pecha de perdedor por ter sido derrotado pelo C. Isto inclusive explica o fracassado esforço da Borland ao desenvolver o C++ Builder, pois eles estavam cansados de ouvir que o Delphi é uma boa ferramenta, pena que use o Pascal e não o C++. Curiosamente, o predecessor do Delphi no Brasil foi o Clipper, produto igualmente fracassado nos EUA. Continuo a dizer que o Delphi foi a melhor ferramenta para desenvolvimento Cliente/Servidor da segunda metade da década de noventa. Digo isso apesar das minhas várias filiações com a Microsoft (MCP, MCT, MVP, RD). Se eu não mudei, então o que mudou? Quem mudou foi a Microsoft. Em 1996 a Microsoft recrutou toda a nata dos desenvolvedores da Borland, a começar pelo Anders Hejlsberg, o criador do Turbo Pascal e do Delphi. Segundo a própria Borland em um processo que ela moveu a seguir, foram 34 pessoas e isso porque nem todo mundo quis ir. Por exemplo, meu colega MVP Lino Tadros se arrepende da esposa não ter gostado do clima de Seattle e consequentemente ele perdeu a oportunidade de ficar rico com as opções de ações que o resto do pessoal ganhou. Não só isso mostra boa estratégia e bom uso do dinheiro por parte da Microsoft, como também reflete o fato dos funcionários da Borland estarem cansados do estado de crise permanente da empresa, do qual ela não saiu até hoje. Só para dar uma idéia de como andavam as coisas, 1996 foi o ano em que o board despediu Philippe Kahn, o carismático fundador da empresa. Philippe depois fundou três empresas bem sucedidas e inventou o celular com câmera, ganhando muito mais dinheiro do que quando estava na Borland (http://en.wikipedia.org/wiki/philippe_kahn). Na época os cínicos pensaram que as contratações eram apenas para quebrar as pernas da Borland (ou Inprise, seu nome na época) e que a Microsoft colocaria o pessoal no pasto, visto que as posições na divisão de ferramentas de desenvolvimento na Microsoft já estavam preenchidas pelo pessoal do VB e do C++. Não foi isso que aconteceu; o pessoal da Borland efetivamente tomou o poder. Anders Hejlsberg inicialmente se dedicou ao 7

8 Coluna do Sant Anna J++, a ferramenta Java da Microsoft. Parece incrível, mas isso não só já existiu, como o J++ era de longe a ferramenta Java mais vendida na época! Quando a Sun processou a Microsoft por modificar a linguagem, uma decisão que deve entrar nos anais da Informática como uma das maiores burrices estratégicas da História, a Microsoft começou a fazer o seu Java, o.net. O.NET inclui não só a ampla experiência da Microsoft em ferramentas de desenvolvimento (Visual Basic, C++ e J++) como a experiência da Borland através de seus melhores funcionários e tecnologias licenciadas. Efetivamente, o.net não só corrigiu várias notórias deficiências do Java, como trouxe conceitos absolutamente Delphisticos, como propriedades e delegates. Aliás, o mecanismo de eventos é uma patente da Borland (número ) de autoria de Anders Hejlsberg! Enquanto a Microsoft usava o talento dos Borlandeiros para criar toda uma nova plataforma e família de ferramentas, a Borland se conformava em adicionar pacotes de componentes de terceiros aos produtos, apenas para cobrar exorbitantes taxas de upgrade de uma base instalada que minguava a cada dia. A Borland perdeu várias oportunidades de revolucionar o mercado de ferramentas de desenvolvimento. A maior delas foi não ter lançado uma ferramenta boa para Web lá por Naquela época, o CGI e o ASP eram as maneiras mais comuns. Se eles tivessem aparecido com algo como o IntraWeb, teria sido uma revolução. No entanto, o IntraWeb foi mais um pacote de terceiros incorporado apenas em 2001 e ainda assim inspirado no.net, cujo primeiro beta público é de julho de Muito pouco e muito tarde para afetar o rumo das coisas. Portanto, a Borland já estava a tropeçar seriamente nos idos de 1997 com o Delphi 4 cheio de bugs, mudança de nome para Inprise, debandada geral, expulsão do Phillipe Kahn, fracasso do Kylix e das ferramentas Java etc. Quando a Microsoft lançou o.net em 2000, a sorte foi selada: a Microsoft tinha um produto excelente e a Borland jamais conseguiria concorrer, até por falta de dinheiro e de talento. A Borland fez algumas tentativas curiosas de lançar ferramentas.net, como um IDE para C#. A última excentricidade foi lançar uma linha de produtos 2006 para o.net Framework 1.1 um mês antes da Microsoft lançar o Framework 2.0 em novembro de Santa falta de senso de oportunidade, Batman. Finalmente, em 8 de fevereiro de 2006, ela oficialmente atirou a toalha e anunciou o abandono do ramo de ferramentas integradas (IDE), como o Delphi, cortando todo o novo desenvolvimento. As ferramentas seriam aglutinadas em uma outra empresa, codinome DevCo, e vendidas pela melhor oferta. Passados seis meses sem boas ofertas, eles resolveram reempacotar a linha de produtos sob o antigo nome Turbo e vender baratinho. Mas o que eles estão realmente fazendo hoje? A Borland gastou seus últimos tostões adquirindo várias empresas e montou uma cesta de ferramentas voltadas ao controle do ciclo de desenvolvimento. Seus principais concorrentes agora são a IBM,com a linha da Rational e a Microsoft com o novo Visual Studio Team System. Os dois conjuntos de ferramentas dos concorrentes, embora bastante diferentes entre si, foram desenvolvidos de forma integrada, segundo uma visão única e contam com grande apoio de capital e marketing. Não entendi muito bem qual seria a vantagem competitiva da Borland neste ramo. Acho que eu não fui o único, dados os prejuízos e a demissão de 20% da força de trabalho em de maio de As Polianas de plantão ainda acham que o fato da Borland ter abandonado o Delphi à própria sorte é uma boa coisa, pois agora alguém poderá adquirir as ferramentas e dar-lhes o cuidado necessário. Isso é mais ou menos como um passageiro do Titanic achar que a colisão com o iceberg foi uma boa coisa, pois não faltará mais gelo para o whisky. O lado positivo é que as idéias e pessoas que fizeram a Borland brilhar em seus anos de glória estão ainda ativos na Microsoft, com um talão de cheques bem maior. Sobre o autor Mauro Sant Anna desenvolveu muito em Pascal (Turbo Pascal, Turbo Pascal for Windows e Delphi) desde 1984 e vem usando o Visual Studio.NET e a linguagem C# desde seu lançamento em julho de 2000 no PDC em Orlando. Ele coordena os cursos na M. A. S. Informática (www.mas.com.br), tendo fornecido treinamentos em.net à própria Microsoft desde

9 ASP.NET 2.0 ASP.NET Customizando a segurança de suas aplicações Por Andrey Sanches - Andrey Sanches é consultor em desenvolvimento de sistemas na tecnologia.net desde sua versão beta. MCP (Microsoft Certifield Professional), líder da comunidade codificando.net SP (www.codificando.net), palestrante Microsoft em diversos eventos do meio, escreve artigos parar diversos sites/revistas. Buscando sempre por novas tecnologias, se diverte descobrindo e anunciando as novidades do ASP.NET 2.0 e Visual Studio.NET Blog: weblogs.pontonetpt.com/andreysanches/ Porque customizar a segurança? O lançamento da tecnologia ASP.NET 2.0 revolucionou ainda mais o mercado de desenvolvimento de aplicações WEB comparando-se com o ASP.NET 1.x, hoje já substituído em grande parte dos projetos. Um dos principais recursos adicionados a produtividade dessa tecnologia, foi a forma com que foram desenvolvidas os Frameworks de Segurança, Personalização e outros que não comentarei nesse artigo. Esses Frameworks, desenvolvidos para facilitar a criação de aplicações, agilizam muito o processo de configurações de tarefas do nosso dia-a-dia como: Cadastro de Usuários, Gerenciamento de Perfis de acesso, Gerenciamento de senhas, etc. Para dar suporte à esses Frameworks, a Microsoft criou diversos controles (Login, CreateUserWizard, ChangePassword e outros), que por sua vez utilizam de um Provider para execução das tarefas relacionadas acima. Nesse artigo não vou entrar muito em detalhes de como funcionam esses providers, mas se você tiver interesse em conhecer mais sobre a arquitetura, recomendo a leitura do artigo Entendendo e Implementando Segurança no ASP.NET 2.0 do Israel Aéce. A grande dificuldade que tenho acompanhado nesses quase 2 anos de ASP.NET 2.0 (que inclusive foi um dos motivos que me fizeram escrever esse artigo), foi como se desprender dos padrões dos providers atuais e adaptá-los totalmente à necessidade de uma aplicação WEB, utilizando-se assim de toda a infraestrutura de Segurança do ASP.NET 2.0 e customizando o que é necessário para o cenário, persistindo os dados de usuários em uma base de dados própria. Vamos então para um cenário real, onde teremos um cadastro de usuários em uma base de dados criado por nós, desenvolvedores, podendo incluir as informações da forma que bem entendermos. Modelo da Base de Dados Para demonstrar esse recurso na prática, criei uma tabela de usuários conforme a minha necessidade em uma base de dados do SQL-SERVER 2005, a qual é exibida na Figura 1, com todos os campos necessários para cadastrar um usuário do sistema. Veja que logo no princípio, violamos a regra padrão do SqlMemberShipProvider do ASP.NET 2.0, onde essas informações estariam em duas tabelas, sendo elas aspnet_users e aspnet_membership contidas no banco de dados que por padrão tem o nome de aspnetdb. Figura 1 Tabela de Usuários personalizada Com a tabela de usuários pronta, o que você precisa fazer agora são as classes necessárias para persistirem dados nessa tabela, utilizando a infra-estrutura de segurança do ASP.NET 2.0. Para isso, criaremos então um provider que fará uso dos recursos existentes, porém com algumas modificações. Porque criar o seu próprio provider MemberShip? O motivo principal da criação de um provider é a necessidade de customizar configurações que o provider padrão não disponibilizou, já que seria praticamente impossível um modelo padrão atender as necessidades diversas que encontramos no 9

10 ASP.NET dia-a-dia. Sendo assim, a criação do provider se torna algo necessário e pode ser feito seguindo alguns simples passos para a utilização posterior. À primeira vista, a criação de um provider demonstra ser uma tarefa complexa, porém, você verá que o processo não é tão difícil como parece, sendo assim, será necessário principalmente o entendimento de conceitos de Programação Orientada à Objetos para que fique claro o comportamento de um provider. O atual modelo de objetos do Membership pode ser encontrado no artigo citado anteriormente, contendo as classes que cuidam de operações de usuários como: Cadastrar, Excluir, Localizar, Validar e outras operações que sempre precisamos no dia-a-dia de uma aplicação Veja que a classe SqlMembershipProvider é um provider especializado para SQL-SERVER, a qual herda de MembershipProvider, a classe base para um provider de Membership. Existe ainda a classe MembershipUser (não presente no diagrama), uma classe do Framework.Net que por sua vez, disponibiliza informações de um usuário em específico como: UserName, , ProviderKey, etc. A Listagem 1 demonstra a classe UserManager, criada para manipular a tabela de usuários, fazendo o papel da classe SqlMemberShipProvider citada. Veja que a partir do momento que herdamos da classe MemberShipProvider, temos total poder perante o código, o que nos possibilita persistir os dados da forma que for necessária. Da mesma forma, apresento na Listagem 2 a classe UserInfo, substituindo a classe MembershipUser para atender diretamente as necessidades da base de dados proposta. using System; using System.Web; using System.Web.Security; using System.Data.SqlClient; using System.Configuration; namespace MyCustomMembershipProvider public class UserManager: MembershipProvider Listagem 1 Especializando a classe Membership do ASP.NET 2.0 using System; using System.Web.Security; namespace MyCustomMembershipProvider public class UserInfo: MembershipUser private int _codigo; private string _nome; private string _setor; private string _empresa; private string _endereco; private string _login; public string Nome get return _nome; set _nome = value; public string Setorget return _setor;set _setor = value; public string Empresa get return _empresa;set _empresa = value; public string Enderecoget return _endereco;set_endereco = value; Listagem 2 Especializando a classe MembershipUser padrão do ASP.NET 2.0 Tendo a classe herdada, basta agora iniciar a subscrição dos métodos que deseja personalizar. Os passos que irei listar são somente os principais para que o seu provider funcione corretamente, e é claro que você poderia subscrever outros métodos, ou até mesmo todos os métodos da classe herdada. Siga os passos e ao final você terá o provider proposto no início desse artigo. Mesmo modificando a assinatura de alguns (poucos) métodos, o objetivo é preservar ao máximo a estrutura da baseclasse, customizando somente a implementação dos métodos necessários. Passo 1 - CreateUser Esse método fará a inclusão do usuário na base de dados utilizando as técnicas padrões do ADO.NET 2.0. Veja que o método CreateUser padrão da classe MembershiProvider não atende a necessidade do modelo de dados proposto, pois os parâmetros do método na Baseclass diferem do que precisamos para incluir um usuário, dessa forma, é necessário criar um novo método com uma assinatura diferente da classe padrão 10

11 ASP.NET para que esse novo método atenda as necessidades da tabela de usuários. public MembershipUser CreateUser(string nome, string setor, string empresa, string endereco, string , string login, string senha, out MembershipCreateStatus retorno) // os seus dados return System.Web.Security. Membership.GetUser(login); catch (Exception ex) throw; string SQLInsert = null; SQLInsert = INSERT INTO Usuario (Nome, Setor, Empresa, Endereco, , Login, Senha) values ; ; SqlCommand command = new SqlCommand(SQLInsert, conn); SqlParameter SqlParameter SqlParameter SqlParameter SqlParameter try command.executenonquery(); //retorno o parâmetro out //executado com sucesso retorno = MembershipCreateStatus. Success; //retorna o usuário com todos Passo 2 - DeleteUser O método DeleteUser deve ser reescrito para que a exclusão do Usuário aconteça na tabela correta de sua base de dados. Veja que o método é subscrito utilizando a chave override, a qual substitui o funcionamento do método em sua baseclass e assume o presente nessa classe. public override bool DeleteUser(string username, bool deleteallrelateddata) SqlCommand command = new SqlCommand( DELETE FROM Usuario WHERE login conn); try command.executenonquery(); if (deleteallrelateddata) //instruções para exclusão de todas as tabelas dependentes return true; catch (Exception) return false; Passo 3 - GetUser O método GetUser da mesma forma é subscrito para localizar o usuário na base de dados, ao final retorna o objeto padrão MembershipUser com as informações do usuário localizado. Observe que é retornado um objeto do tipo UserInfo, isso é possível pois ele herda de MembershipUser. 11

12 ASP.NET public override MembershipUser GetUser(string username, bool userisonline) SqlCommand command = new SqlCommand ( SELECT * FROM Usuario WHERE Login conn); username)); SqlDataReader reader = command.executereader (System.Data.CommandBehavior.CloseConnection); UserInfo usuario = new serinfo(reader[ login ].ToString(), (int)reader[ codigo ], reader[ nome ].ToString()); return usuario; Passo 4 - UpdateUser O método UpdateUser recebe por parâmetro um objeto do tipo MembershipUser que será usado nos parâmetros de atualização. Pelo motivo de utilizarmos um objeto que herda de MembershipUser, é necessário efetuar a conversão na recuperação dos valores para seja possível ter acesso às propriedades do objeto UserInfo. public override void UpdateUser(MembershipUser user) SqlCommand command = new SqlCommand(); command.connection = conn; string SQLUpdate = UPDATE Usuario set Nome ; SQLUpdate += Setor ; SQLUpdate += Empresa ; SQLUpdate += Endereco ; SQLUpdate += ; SQLUpdate += WHERE Codigo ; command.commandtext = SQLUpdate; ((UserInfo)user).Setor)); ((UserInfo)user).Empresa)); ((UserInfo)user).Endereco)); ((UserInfo)user). )); user.provideruserkey)); command.executenonquery(); Passo 5 ValidateUser Já o método ValidateUser, efetua a autenticação na base de dados retornando um valor boleano indicando se encontrou o registro do usuário e senha passados por parâmetro. public override bool ValidateUser(string username, string password) SqlCommand command = new SqlCommand( SELECT login FROM Usuario WHERE Login and Senha senha,conn); username)); password)); SqlDataReader reader = command.executereader(system.data. CommandBehavior.CloseConnection); return reader.hasrows; Passo 6 Propriedades diferenciais da classe UserInfo Como você pôde perceber, a customização foi além da classe UserManager, ainda é necessário customizar a classe UserInfo para atender a estrutura de usuários da base de dados. Para isso, utilizei a propriedade ProviderUserKey do objeto MembershipUser para retornar o valor do atributo _codigo da classe. Da mesma forma utilizei da propriedade UserName para retornar o valor do atributo _login. Esses dois atributos foram criados pois minha necessidade era que eu pudesse configurar os valores deles livremente, já que a classe do provider padrão não disponibiliza métodos para configurar o valor do atributo ProviderUserKey e UserName, porém veja que conservei os nomes das propriedades, subscrevendo-as e mudando somente a implementação de cada propriedade. 12

13 ASP.NET public UserInfo(string username, int provideruserkey, string nome) _login = username; _codigo = provideruserkey; _nome = nome; public override object ProviderUserKey get return _codigo; public override string UserName get return _login; Veja que não subscrevi TODOS os métodos das classes MembershipProvider e MembershipUser. Os métodos que não foram exibidos, tem sua implementação somente chamando o mesmo objeto de sua baseclass. O método Initialize Todo provider tem como regra de implementação o método Initialize. Esse método é chamado automaticamente quando o provider é invocado. Normalmente utilizamos o método construtor das classes para executar operações iniciais quando o objeto é instanciado. O método Initialize tem um comportamento similar, é executado quando o provider é instanciado, para isso, ele disponibiliza dois parâmetros contendo o nome (name) do provider e um objeto do tipo NameValueCollection que é uma coleção com chave/valor de informações que podem ser configuradas no web.config e utilizadas como variáveis ou qualquer outra forma de utilização que seu provider necessitar. Veja na listagem abaixo a configuração do provider identificando o nome na chave name, o namespace.classe na chave, a identificação e logo em seguida a utilização dos valores no método Initialize type = namespace.classe, assembly connectionstringname = string de conexão que o provider utilizará <add name= CustomMembershipProvider type= MyCustomMembershipProvider.UserManager, CustomMembershipProvider connectionstringname= MinhaConexaoSQL Valor1= valor1" Valor2= valor2"/> </providers></membership> public override void Initialize(string name, System.Collections.Specialized. NameValueCollection config) conn.connectionstring = ConfigurationManager. ConnectionStrings[config [ connectionstringname ]].ToString(); conn.open(); string valor1 = config[ Valor1 ]; string valor2 = config[ Valor2 ]; Veja que as chaves Valor1 e Valor2 foram incluídas no web.config, na seção da configuração do provider e utilizadas dinamicamente no método Initialize para efetuar qualquer operação baseado nos valores recebidos. Da mesma forma foi utilizado o atributo connectionstringname apontando para uma string de conexão válida no web.config a qual faz a conexão com o banco de dados em questão. A implementação nas páginas Agora que as classes no provider já estão finalizadas, basta utilizá-las normalmente da mesma forma que você já está acostumado. Para ilustrar com um exemplo mais prático, criei um cadastro de usuários onde é implementando o método CreateUser para demonstração. Não implementarei os outros métodos pois daí pra frente você já sabe como fazer. Veja na Figura 2 o leiaute da página de cadastro de usuários e logo em seguida na Listagem 3 o acesso ao provider para manipulação do usuário. Figura 2 Cadastro de usuários customizado <membership defaultprovider= CustomMembershipProvider > <providers> <clear/> 13

14 ASP.NET protected void btconfirmar_click(object sender, EventArgs e) UserManager user = (UserManager)Membership.Provider; MembershipCreateStatus status; user.createuser(txtnome.text, txtsetor.text, txtempresa.text, txtendereco.text, txt .text, txtlogin.text, txtsenha.text, out status); if (status == MembershipCreateStatus.Success) lblmensagem.text = Usuário criado com sucesso!!! ; else lblmensagem.text = Aconteceu um erro!!! ; Listagem 3 Implementação do método CreateUser a partir do Provider criado A primeira linha da Listagem 3 utiliza da propriedade Provider para recuperar o objeto padrão Membership (especificado no web.config, defaultprovider) que está instanciado no momento e converte para o tipo criado, no caso o UserManager. Recuperando a instância do provider, executamos o método CreateUser do objeto em questão, passando por parâmetro os valores necessários. Após a execução, o objeto status retornará o resultado da criação do usuário no banco de dados. Execute a página, preencha os campos, clique no botão Confirmar e veja o resultado. Conclusão Vimos nesse artigo que a customização do provider Membership é muito simples e pode se adequar 100% a sua necessidade. Agora você já conseguirá customizar seu provider de segurança e se desprender dos providers padrões no ASP.NET 2.0. Essa customização pode ser feito também para outros bancos de dados ou até mesmo para outros modelos diferentes deste que foi mostrado. Boa customização e divirta-se. 14

15 WebServices Segurança com SSL para WebServices Por Fabio Camara Como proteger suas informações disponibilizadas por WebServices que serão consumidas por outras aplicações na Web? Esta é uma pergunta com incontáveis opções de respostas. Provavelmente algumas mais simples ou mais complexas, mais fáceis ou mais difíceis para hackers, enfim tem proposta para todos os paladares. Minha proposta, independente da classificação que possa obter, é utilizarmos SSL. SSL que é a sigla de Secure Sockets Layer pode ser considerado o nome popular do TCP Layer Security. SSL foi inventado pela Netscape para prover uma camada de criptografia ao protocolo HTTP. Atualmente é aceito até pelos técnicos especialistas mais exigentes como um mecanismo seguro para garantia de integridade em comunicações baseadas em HTTP. Como aditivo ao estudo que desejamos proporcionar, a namespace que contém as classes de criptografia do.net Framework é a System.Security.Cryptography. Antes de escrever o código de seu WebServices, devemos resolver as questões relacionadas a colocar SSL em seu site. Precisamos criar uma requisição de certificado e também necessitamos de uma CA (Autoridade Certificadora) para autenticar esta requisição e nos fornecer nossa chave pública. Vamos separar nossos objetivos em partes para facilitar o passo a passo necessário. Nossa primeira meta é criar uma CA. Para isso precisamos de um servidor Windows 2000 Server ou Advanced Server, ou qualquer versão do Windows 2003 obrigatoriamente. 1- Em Control Panel, selecione Add / Remove Programs; 2- Clique em Add / Remove Windows Components (isso pode demorar um pouco); 3- Marque a opção Certificate Services e clique em Next; 4- Após a instalação automática do mesmo, clique em Finish. Você necessitará reiniciar seu servidor agora e após isso concluímos nossa primeira meta. Continuando com SSL, as 4 propriedades seguintes definem sua proposta para prover uma conexão segura: Conexão cifrada privada e válida somente para a sessão aberta; Criptografia de chave simétrica para cifrar, como por exemplo, o algoritmo DES. Entretanto a chave é trocada utilizando public key encryption. Certificados digitais são usados para verificar cada nova entidade que deseja estabelecer a comunicação. Funções de segurança de HASH, como MD5 e SHA, são usadas para MAC Message Authentication Code. Após esta demonstração de siglas e termos específicos de técnicas de criptografia, propomos ir para a prática visando explicar visualmente o que precisaríamos de muitas frases. Alguns conceitos novos que forem surgindo pelo percurso serão tratados pontualmente. 15

16 WebServices Para facilitar nossos controles, vamos criar uma console para administrar os gerenciadores de serviços IIS e Certificates. 1- Inicialmente, crie um MMC Snap In. MMC é Microsoft Managment Console. 2- Para esta finalidade, digite mmc na opção Run do menu Start de seu servidor. Clique no menu Console / Add Remove Snap In; 3 - Conforme sugere a imagem seguinte, adicione IIS (Internet Information Services) e adicione também o Certification Authority; Vamos ao passo a passo: O nosso próximo objetivo em forma de passo a passo é criar nosso WebService. Para isso precisamos criar antecipadamente um site no IIS, caso contrário o Visual Studio.NET utilizará por default a porta 80 que é amplamente utilizada para todos os seus testes. Recomendamos fortemente utilizar uma porta exclusiva para o SSL. Antes disso, você sabe a diferença entre site e directory? A imagem abaixo esclarece esta questão. 1- Crie uma pasta para receber os arquivos do Visual Studio.NET. Sugiro que seja dentro do diretório InetPub e com o nome wwwrootssl. 2- Clique com o botão direito do mouse na imagem da treeview que é um computador, na imagem anterior seria em notecamara e selecione new / website. Isto ativará um wizard ; 3- Os campos que devem ser preenchidos são bastante intuitivos. Atenção para definir uma outra porta em TCP port (guarde este valor) e em definir corretamente o path; 4- Inicie o Visual Studio.NET com um novo projeto do tipo ASP.NET WebService com o nome de SSLWebService. Logo após a palavra localhost e antes da palavra /SSLWebService coloque 16

17 WebServices :8081 considerando que 8081 é o número da porta que você utilizou na definição de seu website no passo anterior; 5- Digite o seguinte código para nosso WebServices: 6- Compile seu programa e verifique se o Browser funciona corretamente como sugerido da imagem seguinte; using System; using System.Collections; using System.ComponentModel; using System.Data; using System.Diagnostics; using System.Web; using System.Web.Services; namespace SecureTest public class Service1 : System.Web.Services.WebService public Service1() InitializeComponent(); #region Component Designer generated code private IContainer components = null; private void InitializeComponent() protected override void Dispose( bool disposing ) if(disposing && components!= null) components.dispose(); base.dispose(disposing); #endregion Nosso segundo objetivo é criar uma requisição de certificado para nosso site. Eis nosso próximo passo a passo: 1- Clique com o botão direito do mouse em cima de seu website e selecione properties; 2- Na opção Directory Security, clique em Server Certificate..., isso iniciará um wizard para a requisição de um certificado; [WebMethod] public long Add(long nr1, long nr2) return (nr1 + nr2); 17

18 WebServices 3- Selecione Create a new certificate e clique no botão next; 4- Selecione Prepare to request now, but send it later e clique no botão next; 5- Certifique-se do nome do site está correto e selecione 1024 em Bit Lenght e clique no botão next; 6- Verifique as strings que deseja colocar nos campos de nomes e continue clicando no botão next até o form que solicitará informações regionais como país, estado e cidade. Preenchaas e clique no botão next; 7- Confirme o nome do arquivo com a solicitação a ser gerada e seu respectivo path; 8- Confira algumas configurações e clique no botão next até encontrar o botão finish. Finalizamos praticamente a metade do trabalho. Resta-nos solicitar que alguma autoridade certificadora autentique nosso certificado e nos forneça um arquivo com extensão.cer que contenha nossa chave criptográfica pública. Você pode comprar um certificado na Internet ou pode utilizar a autoridade certificadora que criamos no início deste artigo. Para usar esta certificadora personalizada, digite em seu browser Iniciaremos um novo passo a passo: 1- Conforme sugerido na imagem anterior, selecione Request a certificate e clique no botão next; 2- Na página seguinte, selecione Advanced request e clique no botão next; 3- Selecione a opção Submit a certificate request using a base64 encoded PKCS #10 file or a renewal request using a base64 encoded PKCS #7 file. e clique novamente no botão next; 4- Abra a requisição de certificado que fizemos no passo a passo anterior utilizando o notepad, selecione tudo e copie para o memo disponível na página da autoridade certificadora conforme sugere a segunda imagem ao lado; 5- Clique em submit e finalizamos a requisição. Neste momento precisamos validar a requisição submetida em nossa autoridade certificadora. Para fazer isso necessitamos verificar a pasta Peding Requests encontrada no mmc que criamos no início do artigo. (imagem inferior) 18

19 WebServices 1- Selecione o certificado pendente e clique no menu Action / All Tasks / Issue; 2- O arquivo foi movido para a pasta Issued Certificates. Clique duas vezes neste arquivo para poder conferir. Na opção details, clique em copy to file selecionando Base-64 encoded X.509 certificate; 3- Defina no wizard criado o path e o nome do arquivo e clique em finish. Finalmente estamos chegando ao fim desta incrível aventura repleta de passos a passos. Restam apenas três passos: Primeiro instalar o certificado no website, segundo configurar para o site requerer SSL e terceiro aprender a consumir através de outro aplicativo um WebServices com SSL. Sem espaço para descansos, vamos ao próximo passo a passo, instalar o certificado no website: 1- Através do IIS, selecione o website, clique com o botão direto e marque o menu properties; 2- Em directory security, clique no botão Server Certificate... para iniciar o wizard; 3- Selecione Process the pending request and install a certificate e clique no botão next; 4- Selecione o certificado que criou e novamente clique no botão next; 5- Examine as informações do certificado e finalize. Necessitamos agora informar ao IIS que ele deve requerer SSL para este site utilizando o certificado que instalamos. Siga os passos a seguir: 1- Através do IIS, selecione o website, clique com o botão direto e marque o menu properties; 2- Em directory security, clique no botão Edit na opção Secure Comunications; 3- Marque o checkbox Require secure channel e finalize clicando no botão Ok. A partir desta ação será exigido https para se comunicar com este WebService. Inicie o browser e verifique conforme sugere a imagem.(superior direita) Como podes comprovar, somente iniciando com https:// conseguiremos verificar nosso aplicativo. Submeta a URL com https:// + número ip de seu servidor + : número da porta SSL + path para seu arquivo asmx. Ex.: https://localhost:8081/ SSLWebService/Service1.asmx Atenção: Uma solicitação de Security Alert irá surgir exigindo que você aprove a utilização do certificado antes de utilizar o WebService, conforme presenciado na imagem a seguir. Clique naturalmente no botão Yes e verifique o funcionamento do método.. Não foi difícil chegar até aqui. Deste ponto em diante precisamos apenas consumir este WebServices. Aposto como vocês conseguirão fazer isto sozinhos bom desafio! Sobre o autor Fabio Camara Autor de 15 livros publicados pela editora Visual Books, entre os quais se destacam: Windows DNA e.net, Dominando o Visual Studio.NET com C# 2ª. Edição, Orientação a Objeto com.net 2ª. Edição e 58+ Soluções em.net. Possui as certificações MCP, MCSA, MCSE, MCAD (C# e VB.NET) Charter, MCDBA, MCSD.NET (Early Achiever), MSF Certified Practitioner, ITIL Foundations, Delphi Programmer Master e é INETA Speaker (International.NET Association). Em 2006 foi agraciado com o título de Microsoft MVP (Most Valuable Professional) para a ferramenta Visual Studio Team System. 19

20 .NET Trabalhando com enumeradores no.net Por Claudinei Rodrigues O trabalho com enumeradores no ambiente.net é semelhante ao que estamos acostumados no ambiente Win32. Mas obviamente por estar no ambiente.net eles tem as suas particularidades. E alguns sócios nos têm solicitados informações sobre a sua utilização. Por isto estou descrevendo a seguir os métodos juntamente com exemplos de sua utilização. Além disto no final desta matéria você verá o link para download do exemplo. Diferentemente do enumerador do Delphi, o do.net pode ser opcionalmente tratado como um Flag. Então eles se tornam equivalentes ao Set nativo no Delphi. Um enum é um conjunto de flags onde o [FlagAttribute] é informado imediatamente antes a definição do Enum: Por exemplo: Type [FlagsAttribute] Flags = (Homem, Mulher); Veja a seguir os seus métodos, formas de declaração e exemplos de sua utilização. CompareTo Este método tem a finalidade de comparar dois enumeradores. Compara o valor do enum o qual você está trabalhando com o qual você passa como parâmetro. No exemplo a seguir, as duas variáveis são do tipo System.Enum e não DayOfWeek. Se a declararmos como DayOfWeek, ela não terá o método CompareTo. Veja a seguir como é a sua declaração e também um exemplo de sua utilização. Declaração: Function CompareTo ( Target : Object ) : Integer; Veja abaixo um exemplo: procedure TWinForm.Button1_Click(sender: System.Object; e: System.EventArgs); var Dia1, Dia2 : System.Enum; Resultado : Integer; msg : string; Dia1 := DayOfWeek.Monday; Dia2 := DayOfWeek.Friday; Resultado := Dia1.CompareTo(Dia2); msg := System.&String.Format( 0 Comparado com 1 = 2, Dia1.ToString, Dia2.ToString, Resultado.ToString); Resultado := Dia2.CompareTo(Dia2); msg := msg + #13#10 +System.&String.Format ( 0 Comparado com 1 = 2, Dia2.ToString, Dia2.ToString, Resultado.ToString); Resultado := Dia2.CompareTo(Dia1); 20

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