Conversão a 4D v15. 4D v13: "Conversion to 4D v13" e "Deprecated features 4D v13 and higher".

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1 Conversão a 4D v15 Bem-vindo a este manual "Conversão para 4D v15", que descreve vários pontos a verificar, antes, durante e após a conversão de um banco de dados de 4D v14 para 4D v15. A conversão de bancos de dados 4D v14 deve ser feita facilmente em 4D v15 e oferecemos algumas recomendações no capítulo "princípios de conversão". No entanto, quando a conversão tiver sido feita, há um par de coisas para verificar, como "Novas opções de compatibilidade" e "mudanças comportamentais", tanto ao nível da aplicação quanto dos comandos 4D, que é necessário entender a fim de fazer o melhor uso das novidades 4D v15. E, finalmente, este manual resume as funcionalidades obsoletas em 4D v15 que os desenvolvedores precisam para detectar rapidamente a fim de avaliar o tempo necessário para implementar novos recursos. Nota: Algumas modificações listadas nesse manual foram introduzidas durante o programa 4D v14 "R-release". Para as conversões de bancos de dados anteriores, é muitas vezes necessário o uso de versões intermédiarias. Para os diferentes pontos de verificação, consulte os documentos de conversão para versões anteriores: 4D v14: "Conversion to 4D v14" e "Deprecated features 4D v14 and higher". 4D v13: "Conversion to 4D v13" e "Deprecated features 4D v13 and higher". 4D v12: "Deprecated features 4D v12 and higher" (não há documento "Conversion" para esta versão). 4D v11: "Conversion to 4D v11 SQL". Princípios para conversão Novas opções de compatibilidade Mudanças em comportamento (global) Mudanças em comportamento (linguagem) Mudanças de nome ou tema Funções obsoletas Disabled functionality Apêndice: Métodos úteis de conversão

2 Princípios para conversão O que fazer antes de converter Deve ter uma versão "interpretada" do banco de dados (arquivo xxxx.4db para a estrutura), bem como a senha Designer para executar uma conversão; Faça uma cópia de seu banco de dados antes da conversão; Execute uma verificação de sintaxe. Mesmo se você não quiser compilar seu banco de dados, este teste pode ajudar a alertar sobre possíveis erros; Utilize o Centro de Manutenção e Segurança para verificar e reparar a estrutura e dados; Verifique se você tem alguma PICT usando o comando 4D Pack AP Is Picture Deprecated (introduzido na versão 13.2) e convertê-las usando o comandotransform PICTURE (em v14 4D, ainda existe a possibilidade de utilizar QuickTime com um novo seletor para o comando SET DATABASE PARAMETER; (Opcional) Capacidade de implementar chaves primárias se necessitar dos dados históricos (desde a versão 13.4) (ver Definir ou eliminar uma chave primária no manual de Desenho). Desde a versão 13.5, é obrigatório para os campos únicos serem indexados. Você não terá permissão para criar / modificar os registros de um campo único não indexado: tentar o registro irá gerar um erro (-9998 registro único, 1088 índice inválido ou ausente). Para criar índices ausentes, ou gerar um arquivo de disco listando todos os campos não indexados, consulte o Apêndice: "Os métodos utilizados para a conversão." Como converter Os bancos de dados criados com a versão 14 de 4D ou 4D Server (assim como a criada em v11, v12 e v13) são compatíveis com 4D versão 15 (arquivos Estrutura e dados). É possível converter todos os arquivos de estrutura interpretado. Para fazer isso, basta lançar 4D v15 e abrir seu arquivo de estrutura (file xxx.4db) em modo interpretado. Uma caixa de diálogo avisa que o arquivo de estrutura vai ser convertido: Após o arquivo de estrutura ser convertido a 4D v15, já não pode ser aberto usando uma versão anterior. Depois disso, o segundo diálogo é exibido: O arquivo de dados também é convertido para a versão de 15, mas ainda pode ser aberto e utilizado com a versão 4D v14 R5 ou 14,4.

3 Novas opções de compatibilidade Caixa de diálogo de Compatibilidade Duas novas opções estão disponíveis na caixa de diálogo de compatibilidade em 4D v15. Para ir para este diálogo, você só precisa clicar no ícone "Configurações" na barra de ferramentas principal: Em seguida, no separador "Compatibilidade": As duas novas opções são: 1 - Salvar como métodos Unicode Quando você criar um banco de dados em 4D v15, os métodos são automaticamente salvos em Unicode. Mas para que isso aconteça em um banco de dados converito, você deve marcar a opção Save methods as Unicode na página de "Compatibilidade" das configurações de banco de dados. Foi necessário modificar as representaçõesde ponteiro no código de 4D, devido à mudança de métodos para Unicode. Ponteiros foram otimizados e ficaram compatíveis com recursos adicionais, tais como: elementos de array 2D; como é importante para manter a compatibilidade com componentes compilados anteriormente e plug-ins, um novo ponteiro tipo de dados, administrado de forma transparente por 4D, foi adicionado à linguagem. Dois comandos foram afetados: RESOLVE POINTER agora retorna -1 em vez de 0 no quarto parâmetro para ponteiros para variáveis ou arrays unidimensionais

4 Get pointer agora funciona de maneira diferente: Ponteiros para arrays 2D, incluindo aqueles que utilizam expressões, agora são aceitos; Nomes inválidos para variáveis agora gera um erro 77 (" Bad variable name"). Nas versões anteriores, foram aceitas; Espaços extras não criam mais erros. 2 - Usar legacy network layer A antiga camada de rede "legado" é agora obsoleta, mas foi mantida para garantir a compatibilidade com bancos de dados existentes. Começando com 4D v14 R5, aplicações 4D incluem uma nova camada de rede, chamada ServerNet, para lidar com as comunicações entre 4D Server e as máquinas 4D remotas. A camada ServerNet baseia-se uma API moderna e robusta. ServerNet é usado automaticamente em novos bancos de dados.. Por padrão, esta opção é:: Não verificada para novos bancos de dados criados com 4D v14 R5 e superior. Esses bancos de dados usam a nova camada ServerNet. Marque esta opção para voltar à antiga camada de rede. verificada para bancos de dados convertidos (Que usam a camada de rede anterior) Note que essa opção não tem efeito sobre versões OS X de 64 bits. Outras opções de compatibilidade podem ser incluídos neste diálogo. Elas são adicionadas gradualmente com cada versão sucessiva de modo que quanto mais velha for a versão em que você criou seu banco de dados, mais opções estão incluídas: Para saber mais, veja Página Compatibilidade..

5 Página Compatibilidade A página Compatibilidade agrupa todos os parâmetros relacionados com a manutenção da compatibilidade com versões anteriores de 4D. Lembre que o número de opções mostradas dependerá da versão de 4D com a qual se criou o banco de dados originalmente: (2004.x, v11, v12), assim como das configurações modificadas do banco de dados. Os campos não são editáveis nos diálogos: em versões anteriores de 4D, não era possível introduzir valores utilizando campos em caixas de diálogo (mostradas, por exemplo, utilizando o comando DIALOG ). Esta limitação se eliminou desde 4D Pode conservar o comportamento anterior, especialmente se seu banco de dados utiliza campos em diálogos para mostrar dados. Por padrão, esta opção está selecionada para as versões antigas convertidas a versão 2004 e não está selecionada para o bancos de dados criadas a partir da versão Botões radio agrupados pelo nome: nas versões anteriores de 4D, o funcionamento coordenado de um grupo de botões de opção (radio) era obtido dando uma primeira letra idêntica às variáveis associadas com os botões (por exemplo, m_botao1, m_botao2, m_botao3, etc.). A partir de 4D 2004 se modificou da seguinte forma: para funcionar de maneira coordenada, um conjunto de botões de radio simplesmente devem estar agrupados no editor de formulários. Para mais informação, consulte Botões de opção e botões imagem de opção. Este novo modo é válido para botões radio, botões radio 3D e botões radio imagem. Por razões de compatibilidade, o modo anterior se conserva por padrão em bancos de dados convertidos. Entretanto, pode forçar o uso do novo modo desmarcando esta opção. Esta opção somente aparece em bancos convertidos de versões anteriores. Está selecionada como padrão. Os bancos de dados criados a partir da versão 2004 utilizam o novo modo. Recarregar o formulário para cada registro durante PRINT SELECTION: em versões anteriores de 4D, o formulário utilizado durante uma impressão utilizando o comando PRINT SELECTION se recarregava para cada registro. Isto permitia reiniciar automaticamente todos os parâmetros dos objetos que o desenvolvedor pudesse ter modificado com a linguagem no evento de formulário On printing detail. Para melhorar o rendimento, este mecanismo foi eliminado a partir de 4D O desenvolvedor 4D agora deve reiniciar ele mesmo os parâmetros que deseja no método de formulário, este funcionamento é idêntico ao dos formulários listados com o evento On display detail. Mesmo assim, pode conservar o mecanismo anterior utilizando esta opção. Os bancos de dados criados em versão 2004 utilizam o novo modo. Usar comentários 4DVAR ao invés de colchetes: esta opção define a notação a ser utilizada para inserir expressões 4D em páginas estáticas. Quando a opção está selecionada (valor padrão), a sintaxe a ser usada é a notação HTML padrão (<!--4DVAR MYVAR-->). Quando a opção não está selecionada, a sintaxe a usar é a notação com colchetes ([MYVAR]), solução proprietária utilizada nas versões anteriores do servidor web de 4D. Não utilizar o novo modo de referenciar os contextos: quando esta opção não estiver selecionada (padrão), o servidor web 4D põe o número do contexto na URL do banco dos documentos HTML enviados. Com o sistema anterior (opção selecionada), o servidor web 4D envia ao navegador o número do contexto por cada elemento de uma página, fazendo com que os processos fossem menos rápidos. Mesmo assim esta opção pode ser selecionada por razões de compatibilidade. Lembre que deve reiniciar o banco de dados depois de modificar esta opção para que o novo funcionamento se aplique. Apagar o / nas URLs desconhecidas: nas versões anteriores de 4D, as URLs desconhecidas (URLs que não correspondem a páginas existentes nem a URLs especiais de 4D) eram devolvidas aos métodos base On Web Authentication e On Web Connection ($1) e não começavam com o caractere /. Esta particularidade foi eliminada em 4D Entretanto, se você implementou algoritmos baseados nessa operação e deseja mantê-los, desmarque essa opção. Proibir arrastar e soltar dados não provenientes de 4D: a partir da v11, 4D permite arrastar e soltar seleções de objetos e/ou arquivos externos a 4D, como por exemplo os arquivos imagem, no modo Aplicação. Esta possibilidade deve estar suportada pelo código do banco. Nos bancos de dados convertidos de versões anteriores de 4D, esta possibilidade pode trazer problemas de funcionamento se o código existente não estiver adaptado devidamente. Esta opção permite antecipar-se a estes possíveis problemas de funcionamento. Quando esta opção estiver selecionada, se nega a soltar objetos externos em formulários 4D. Note que inserir objetos externos ainda é possível nos objetos que têm a opção Soltar automático, nesse caso a aplicação pode interpretar automaticamente os dados soltados (texto ou imagem). Para mais informação, consulte Arrastar e soltar. Executar QUERY BY FORMULA no servidor e Executar ORDER BY FORMULA no servidor: a partir de 4D v11, por razões de otimização, os comandos de pesquisas e de ordenação por fórmula se executam no servidor; somente se devolve o resultado a máquina cliente. Isto aplica aos seguintes comandos: [#cmd id="48"/], QUERY SELECTION BY FORMULA e ORDER BY FORMULA. Em caso de chamada direta de variáveis na fórmula, a pesquisa é calculada com o valor da variável na máquina cliente. Por exemplo, QUERY BY FORMULA([tabela];[tabela]campo=variável) se executará no servidor mas com o conteúdo da variável do cliente. Por outro lado, este princípio não se aplica às fórmulas que utilizam métodos que, por si mesmo, chamam variáveis: neste caso o valor das variáveis são avaliados no servidor. Nos bancos de dados convertidos, este funcionamento pode afetar os algoritmos existentes. Portanto, como padrão neste contexto, estes comandos continuam sendo executados na máquina cliente. Se deseja aproveitar o novo algoritmo v11 em um banco convertido, pode simplesmente selecionar estas opções.

6 Nota: esta opção pode ser definida utilizando o comando SET DATABASE PARAMETER. QUERY BY FORMULA usa uniões SQL: a partir de 4D v11, os comandos QUERY BY FORMULA e QUERY SELECTION BY FORMULA realizam uniões baseadas no modelo de SQL. Isto significa que não é necessário que exista uma relação estrutural entre a tabela A e a tabela B para utilizar uma fórmula que contenha [Tabela_A ]campo_x=[tabela_b]campo_y. Como este mecanismo pode gerar disfunções nas aplicações existentes, está desativado como padrão nos bancos de dados convertidos. Se recomenda que seja ativado (depois de revisar o código do banco) selecionando esta opção com o propósito de se beneficiar da otimização dos comandos de pesquisa por fórmula. Notas: Quando o modo "Uniões SQL" estiver ativo, os comandos QUERY BY FORMULA e QUERY SELECTION BY FORMULA utilizam entretanto as relações automáticas definidas no editor de estrutura nos seguintes casos: - Se a fórmula não pode ser dividida em elementos no formato {campo;comparador ;valor} - Se são comparados dois campos da mesma tabela. Esta opção também pode ser definida pelo processo utilizando o comando SET DATABASE PARAMETER. Autorizar as transações aninhadas: ativa o suporte das transações multi-nível. A partir de v11, 4D aceita as transações aninhadas em um número de níveis ilimitado. Como esta nova operação pode gerar problemas nos bancos desenvolvidos com versões anteriores de 4D, está desativado por padrão nos bancos convertidos (as transações permanecem limitadas a um só nível). Se deseja usar transações em vários níveis num banco de dados convertido, deve selecionar essa opção. Por padrão, esta opção não está selecionada. Se especifica para cada banco de dados. Nota: esta opção não tem efeito nas transações realizadas no motor SQL de 4D. As transações SQL sempre são multinível. Modo Unicode: permite ativar ou desativar o modo Unicode para o banco atual. No modo Unicode, o motor do banco de dados, a linguagem e os menus manejam nativamente as cadeias de caracteres (cadeias) em Unicode. Em modo não Unicode (modo compatibilidade ASCII), se utiliza o conjunto de caracteres ASCII. Esta opção permite preservar a compatibilidade dos bancos convertidos. Está selecionada como padrão para os bancos criados com 4D v11 e superiores e não está selecionada nos bancos convertidos. Notas: Esta opção é específica para cada banco. Portanto é possível coabitar um banco Unicode com os componentes não Unicode (ou vice-versa) em modo interpretado. Também é possível configurar o modo Unicode utilizando os comandos SET DATABASE PARAMETER. As características específicas do suporte Unicode en 4D são detalhadas no manual Linguagem. Para mais informação consulte Códigos ASCII. Utilize os parâmetros do sistema em formatos numéricos: a partir de v11, 4D utiliza os parâmetros sistema regionais para os formatos de visualização numéricos (ver Formatos de campos numéricos em Formatos de saída). 4D substitui automaticamente os caracteres, e. nos formatos de visualização numérica pelo separador de milhares e o separador decimal definido no sistema operativo, respectivamente. O sinal de ponto e a vírgula são então considerados como os caracteres de marcação de posição, seguindo o exemplo de 0 ou #. Nas versões anteriores de 4D, os formatos de visualização numéricos não consideram os parâmetros regionais do sistema. Por exemplo, o formato ###,##0.00 é um formato válido para um sistema americano. Entretanto, quando se aplica a um valor numérico mostrado em um sistema francês o suíço, o resultado é incorreto. Nos bancos de dados convertidos, por compatibilidade, este novo mecanismo não está ativado. Para se beneficiar de seu uso, deve selecionar esta opção. Atribuição automática de variáveis: em versões anteriores de 4D, um mecanismo padrão do servidor web permite tornar a copiar automaticamente nas variáveis processo 4D o valor das variáveis enviadas por meio de um formulário HTTP ou um URL de tipo GET. Em modo interpretado, o valor de toda variável recebida se copia diretamente em uma variável processo 4D com o mesmo nome, em modo compilado, as variáveis devem ter sido previamente declaradas em um método projeto COMPILER_WEB. A partir de 4D v13.4, este mecanismo é obsoleto e já não está disponível nas novas bases de dados. Por razões de compatibilidade, se mantém nas bases convertidas, mas pode desativar ela desmarcando esta opção de compatibilidade. Agora se recomenda utilizar os comandos dedicados WEB GET VARIABLES ou WEB GET BODY PART. Utilizar a capa de rede antiga (ignorada em OS X de 64 bits): a partir do lançamento de v14 R5, as aplicações 4D contém uma nova capa de rede, chamada ServerNet, para gerenciar as comunicações entre 4D Server e as máquinas 4D remotas (clientes). A capa de rede antiga ficou obsoleta, mas se conserva para garantir a compatibilidade com as bases de dados existentes. Mediante esta opção, pode ativar ou desativar a capa de rede antiga em qualquer momento nas aplicações 4D Server convertidas em função de suas necessidades, por exemplo, ao migrar as aplicações cliente (ver a seção Preferências de configuração). ServerNet se utiliza automaticamente para as novas bases e se desativa por padrão nas bases convertidas (opção selecionada). Tenha em conta que em caso de uma modificação, é necessário reiniciar a aplicação para que a mudança seja levada em conta. Todas as aplicações cliente que se conectaram também devem se reiniciar para poder conectar com a nova capa de rede (a versão de cliente mínima para usar a capa ServerNet é 4D v14 R4, consulte a seção Preferências de configuração). Notas: Esta opção também pode ser administrada por programação utilizando o comando SET DATABASE PARAMETER. Tal como se especifica em seu título, esta opção é ignorada na versão de 64 bits de 4D Server para OS X; só ServerNet pode ser utilizada nesta plataforma. Mudanças em comportamento (global)

7 Conversão de subregistros Desde a versão 4D v14 R3, você pode atribuir o valor do campo especial "id_added_by_converter" que é adicionado automaticamente por 4D para converter um banco de dados de uma versão anterior a v11. Anteriormente, esse valor só pode ser atribuído por 4D, forçando os desenvolvedores a usar comandos obsoletos, como _o_create SUBRECORD para adicionar novos registros convertidos em subtabelas. Com esta nova opção, você pode converter seu banco de dados antigo usando subtabelas de uma forma mais progressiva: você pode manter o vínculo especial "relação subtabela" e adicionar ou modificar registros relacionados como se fossem padrão. Quando todos os métodos tiverem sido atualizados, você pode substituir a relação especial com uma normal, sem qualquer alteração em seu código.por exemplo, agora pode escrever: CREATE RECORD([Empregados]) [Empregados]Last Name:="Jones" CREATE RECORD([Empregados_Filhos]) [Empregados_Filhos]Nome:="Natasha" [Empregados_Filhos]Birthday:=!12/24/2013! [Empregados_Filhos]id_added_by_converter:=4 //Não coincidem os tipos em versões anteriores SAVE RECORD([Empregados_Filhos]) SAVE RECORD([Empregados] Este código funcionará tanto com as relações especiais quando com as regulares. Atributo único: automaticamente indexados Em 4D, os campos com o atributo Único devem ser indexados. A partir de 4D v14 R4, você não pode mais definir campos no editor de estrutura com um atributo único, se eles não tiverem um índice. Em versões anteriores, ainda era possível obter uma configuração deste tipo por razões de manutenção. Imagem não disponível: novo ícone A partir de 4D v14 R3, um novo ícone é exibido para as imagens que são salvas em um formato que não pode ser representado na máquina. A extensão do formato necessário é escrita na parte inferior do ícone: Este ícone é utilizado automaticamente, sempre que estas imagens são exibidas. Este ícone indica que a imagem não pode ser exibida ou processada localmente, mas podem ser armazenada para visualização em outra máquina. Este é o caso, por exemplo, para imagens PDF em uma plataforma Windows ou em imagens baseadas em PICT em um 4D Server de 64 bits em Mac OS X. Editor de Métodos Editor de métodos salva métodos em Unicode Nos Bancos de dados criados em 4D v15, os métodos são automaticamente salvos em Unicode. Em um banco de dados convertido, você deve selecionar os métodos Salvar em Unicode no diálogo de "compatibilidade" das Propriedades do banco de dados. Editor de Métodos em "English-US" como padrão Em 4D v15, editor de métodos de 4D utiliza a linguagem "Inglês-US" como padrão internacional, independentemente da versão 4D ou das configurações locais de sistema separadores decimais para números reais devem ser pontos (".") em todas as versões (e não vírgulas (",")), constantes de data devem ser usadas com o formato ISO (!YYYY-MM-DD!) nomes de comando e constantes devem ser em inglês (esta mudança apenas diz respeito ás versões francesas, pois esse

8 já era o caso em outras linguagens). Em aplicativos convertidos de versões anteriores, tenha cuidado quando usar fórmulas como EXECUTE FORMULA. Esta configuração pode ser desativada usando a opção Use regional system settings da página Methods/Options da caixa de diálogos de Preferências de 4D: Implementação: já que a preferência Use regional system settings é local ao computador, ela não é incluída em aplicativos fusionados. Quando implementando aplicativos fusionados, há duas soluções quando usar configurações regionais. Solução 1: apaga o diretório en.lproj que fica no primeiro nível da pasta Resources do aplicativo 4D Volume Desktop antes de construir o aplicativo fusionado final. Solução 2: Edita o conteúdo do arquivo de preferênci8as de 4D v15 de cada máquina local e estabeleça a chave "use_localized_language" para "true". Código Exemplo é oferecido no apêndice. Após executar o código, lembre que você precisará reiniciar o aplicativo 4D para que a modificação seja efetiva. Para saber mais, veja Configuração Inglês-US no Editor de Métodos no manual de Upgrade. Uso da tecla "." do teclado numérico em Windows Desde 4D v14, em Windows, a quando a tecla "separador decimal" do teclado numérico mostra um ponto [.], usando esta tecla produz um resultado diferente para um campo numérico e para um campo texto: Desde 4D v13: independentemente de se um campo for numérico ou uma string, usando a tecla [.] do teclado numérico inserido o separador decimal definido no nível do sistema (mas esta definição deve ter sido feita ANTES de lançar 4D; Em 4D v14 e 4D v15: para campos de tipo Real, usar a tecla "." do teclado numérico insere o separador decimal definido no nível do sistema. Para outros tipos de campo, apertar esta tecla irá simplesmente adicionar um ponto A diferença é apenas perceptível em casos onde o separador decimal do sistema não for um ponto (como na maioria dos sistemas europeus) Nota: Para saber mais sobre formato numérico em bancos de dados convertidos, veja também a opção de compatibilidade "Utilizar ponto e vírgula como marcadores de posição em formatos numéricos" na seção Página Compatibilidade. Conversão de números reais: reduction of number of significant digits

9 O número de dígitos significativos usados para representar os decimais de números reais foi reduzido em 4D: em versões anteriores, este número era de 15 dígitos 4D v14 em R3 e posteriores versões, agora é 13 dígitos. Esta modificação trata apenas da conversão de números reais a texto, não do jeito que eles são representados internamente (armazenamento), ou operações aritméticas entre os números reais. A precisão dos números reais não é afetada. O objectivo é de limitar o número de casos em que as operações de números reais produzem resultados incorrectos. Por exemplo, isso permite obter resultados válidos nos seguintes casos: Operação Resulto em 4D antes de v14r3 Resulto em 4D a partir de 4D v14r3 String( ) " " "1.47" String( ) " " " " A precisão dos números reais é limitada em sua natureza assim se sua aplicação 4D utiliza os primeiros 15 dígitos ou mais dos números reais, você pode precisar usar outros formatos de dados, como texto ou números inteiros s (por números de série ou medições astronômicas). Note-se que em 4D, o grau de precisão por padrão dessas comparações podem ser modificados usando o comando SET REAL COMPARISON LEVEL. Redesign das representações de ponteiro em código 4D Foi necessário modificar as representações de ponteiro no código de 4D, devido à mudança de métodos para Unicode. Ponteiros foram otimizados e são compatíveis com recursos adicionais, tais como elementos de arrays 2D; pois é importante para manter a compatibilidade com os componentes compilados anteriormente e plug-ins, um novo ponteiro de tipo de dados, gerido de forma transparente por 4D, foi adicionado à linguagem. Dois comandos foram afetados: RESOLVE POINTERagora retorna -1 em vez de 0 no quarto parâmetro para ponteiros para variáveis ou arrays unidimensionais Get pointer agora funciona de maneira diferente: Ponteiros para arrays 2D, incluindo aqueles que utilizam expressões, agora são aceitos; Nomes inválidos para variáveis agora geram um erro 77 ("Bad variable name"). Nas versões anteriores, elas eram aceitas; Espaços extras não são mais erros.

10 _o_create SUBRECORD _o_create SUBRECORD ( subtabela ) Parâmetro Tipo Descrição subtabela Subtabela Subtabela para a qual vai criar novo subregistro Nota de compatibilidade As subtabelas não são compatíveis a partir da versão 11 de 4D. Um mecanismo de compatibilidade garante o funcionamento deste comando em bancos compartilhados; entretanto, é recomendável substituir as subtabelas com tabelas relacionadas padrão.

11 EXECUTE FORMULA EXECUTE FORMULA ( instruçao ) Parâmetro Tipo Descrição instruçao String Código a executar Descrição EXECUTE FORMULA executa instruçao como uma linha de código. A cadeia de instrução deve ser de uma só linha. Se instruçao é uma cadeia vazia, EXECUTE FORMULA não faz nada. A regra é que se a instrução pode ser executada como um método de uma linha, então se executará corretamente. O comando EXECUTE FORMULA deve ser utilizado com precaução, já que diminui a velocidade de execução. Em um banco compilado, o código da instrução não está compilado. Isto significa que a instrução será executada, mas não será verificada pelo compilador no momento da compilação. A instrução pode estar em: uma chamada a um método de projeto uma chamada a um comando 4D uma tarefa A instrução pode incluir variáveis processo e interprocesso. A instrução não pode conter instruções de controle de fluxo, porque a instrução deve ter só uma linha de código. Exemplo Para todas as tabelas de seu banco de dados, você tem um formulário chamado FORMULARIO DE ENTRADA utilizado para a entrada de dados em cada tabela. Se deseja adicionar um método de projeto genérico que vá a designar este formulário como o formulário de entrada atual para a tabela cujo ponteiro ou nome foi passado, você escreve: ` Método de projeto FORMULARIO ENTRADA ESTANDAR ` FORMULARIO ENTRADA ESTANDAR ( Ponteiro {; String }) ` FORMULARIO ENTRADA ESTANDAR ( ->Tabela {; NomTabela }) C_POINTER($1) C_STRING(31;$2) [ If(Count parameters>=2) EXECUTE FORMULA(Command name(55)+"(["+$2+"];"+char(double quote)+"formulario DE ENTRADA"+Char(Double quote)+")") Else If(Count parameters>=1) FORM SET INPUT($1->;"FORMULARIO DE ENTRADA") End if End if Quando tiver adicionado este método de projeto a seu banco, você escreve: FORMULARIO ENTRADA ESTANDAR(->[Empregados]) FORMULARIO ENTRADA ESTANDAR("Empregados") Nota: geralmente, é preferível utilizar ponteiros para escrever rotinas genéricas. Primeiro, o código será executado compilado se o banco estiver compilado. Depois, como no exemplo anterior, seu código deixará de funcionar corretamente se renomear a tabela. Entretanto, em alguns casos, a utilização de EXECUTE FORMULA resolverá o problema.

12 Configuração Inglês-US no Editor de Métodos A partir de 4D v15, o editor método 4D usa como padrão o modo internacional "Inglês-US", independentemente da versão de 4D ou da configuração do sistema local. Essa nova funcionalidade neutraliza variações regionais, que possam comprometer a interpretação do código entre aplicações 4D (por exemplo formatos de data); e apenas nas versões francesa de 4D, os comandos e as constantes são agora escrito em "Inglês-US". Esta nova configuração pré-determinada oferece aos desenvolvedores 4D duas vantagens principais: Facilita o compartilhamento de código entre os desenvolvedores, independentemente do seu país, configuração regional, ou a versão 4D usada. Um método 4D agora pode ser compartilhada com um simples copiar/colar, ou salvos em um arquivo de texto sem problemas de compatibilidade. Ele também permite a inclusão de métodos 4D em ferramentas de controle de fontes, o que muitas vezes exigem que as exportações sejam independentes dos parâmetros regionais e de idiomas. Essa configuração pode ser desativado por desenvolvedores através de uma nova opção na caixa de diálogo Preferências de 4D. Nova opção de preferência A nova opção Use a configuração regional do sistema permite ativar /desativar os parâmetros do código "internacional" na caixa de diálogo de Preferências de 4D, na aba Métodos/Opções: Quando a opção for desativada (padrão em 4D v15), os parâmetros Inglés-US utilizados em métodos 4D para o aplicativo 4D atual. Quando esta opção for selecionada, a configuração regional é utilizada em métodos 4D para o aplicativo 4D atual, como nas versões anteriores de 4D. Se modificar esta opção, é necessário reiniciar a aplicação 4D para que a mudança seja levada em consideração. O que muda nas configurações English-US? As novas configurações de Inglês-US podem mudar significativamente seus métodos de escrita. Isso refere ao código em modo de de desenvolvimento, bem como as fórmulas introduzidas em aplicativos implementados. Neste novo modo, as seguintes regras se aplicam: o separador decimal para números reais é o ponto (".") em todas as versões (não vírgula (","), como é costume, em francês e português). as constantes de tipo data agora devem usar o formato ISO (!YYYY-MM-DD!) em todas as versões. os nomes de comandos e constantes devem ser em Inglês (esta alteração diz respeito somente às versões francesas 4D).

13 Nota: o Method Editor inclui mecanismos específicos que corrigem automaticamente entradas incorretas, se for necessário. A tabela a seguir ilustra as diferenças entre o código em 4D v15 e versões anteriores: Exemplo de código nos métodos/fórmulas 4D v15 (modo padrão, todas as versões) 4D v14 ou 4D v15 (preferência marcada, todas as versões exceto francês) 4D v14 ou 4D v15 (preferência marcada, versão em francês) a:=12.50 b:=! ! Current date a:=12.50 b:=!12/31/2013! Current date a:=12,50 b:=!31/12/2013! Date du jour Nota: em 4D v14 y en 4D v15 quando esta preferencia estiver selecionada, os formatos de data e real varíam dependendo da configuração do sistema. Mudanças na versão francesa Algumas alterações específicas afetam apenas a versão francesa de 4D. Esta versão antes oferecia a linguagem francesa (comandos e constantes), bem como ajuda on-line e documentação em francês. Veja a versão francesa desse manual. Compatibility issues Em aplicativos convertidos de versões anteriores, as configurações inglês-ús do código 4D em 4D v15 às vezes pode exigir adaptações. Os problemas podem surgir no contexto no qual o código é interpretado em tempo real e não é tokenizado. Isso não se aplica somente ao modo Desenvolvimento 4D, mas também aos produtos de implantação (4D em modo remoto e aplicativos 4D fusionados). A tabela a seguir mostra as diferenças de operação entre os aplicativos 4D v15, dependendo da linguagem de execução (outros idiomas serão afetados da mesma forma que a versão dos EUA): Impacto ao operar Impacto ao operar na Funções Impacto ao operar na linguagem FR na linguagem US linguagem DE Editor de fórmulas Relatórios rápidos 4D Write 4D View PROCESS 4D TAGS EXECUTE FORMULA METHOD GET CODE/METHOD SET CODE nas fórmulas: formato data unicamente nas fórmulas: formato data unicamente nas fórmulas: formato data unicamente nenhum formato data unicamente formato data unicamente formato data unicamente nas fórmulas: linguagem dos comandos (US) e separador date/time/dec nas fórmulas: linguagem dos comandos (US) e separador date/time/dec nas fórmulas: linguagem dos comandos (US) e separador date/time/dec nas fórmulas (ao utilizar comandos 4D, não 4D View): linguagem dos comandos (US) Comandos (se não utilizar :Cxxx) separador date/time/dec linguagem dos comandos (US) e separador date/time/dec command language (US) and date/time/dec separator nas fórmulas: formato de data + separador dec nas fórmulas: formato de data + separador dec nas fórmulas: formato de data + separador dec nenhum formato de data + separador dec formato de data + separador dec formato de data + separador dec Lembre que, se for necesário a nova preferência de opção Usar configuración del sistema regional permite reverter ao comportamento 4D v14. Sobre implementação Já que a nova preferência é local para a máquina, ela deve ser definida em cada máquina onde a aplicação 4D vai ser executada se você quiser restaurar o comportamento 4D v14. No contexto das aplicações fusionadas, você deve editar o arquivo de preferências 4D v15 em cada máquina local e definir a chave "use_localized_language" como "true". Nota: um exemplo de código 4D que modifica o arquivo de preferências está disponível na versão francesa deste manual.

14 SET REAL COMPARISON LEVEL SET REAL COMPARISON LEVEL ( epsilon ) Parâmetro Tipo Descrição epsilon Real Valor epsilon para comparações de igualdade entre reais Descrição O comando SET REAL COMPARISON LEVEL retorna o valor epsilon utilizado por 4D para fazer comparações de igualdade de valores e expressões de tipo real. Um computador sempre realiza cálculos aproximados sobre reais; portanto, as provas de igualdade de valores reais devem ter em conta esta aproximação. 4D faz isto quando compara números reais provando se a diferença entre dois valores é superior ou não a um certo valor. Este valor é chamado epsilon e funciona desta maneira: Dados dois números reais a e b, se Abs(a-b) é maior a epsilon, os números são considerados como diferentes; do contrário, os números são considerados iguais. Como padrão, 4D, define o valor epsilon em 10 à potência menos 6 (10^-6). Por favor note que o valor epsilon sempre deve ser positivo. Exemplos: = retorna Falso, porque a diferença é maior que 10^ = retorna Verdadeiro, porque a diferença não é maior que 10^ = retorna Falso, porque a diferença é maior que 10^-6. Utilizando SET REAL COMPARISON LEVEL, pode aumentar ou reduzir o valor epsilon, em função de suas necessidades. Nota: se quer executar uma pesquisa ou uma ordenação sobre um campo numérico indexado onde os valores são inferiores a 10^-6, tenha certeza que o comando SET REAL COMPARISON LEVEL seja executado antes da construção do índice. Advertência: geralmente, não necessitará utilizar este comando para modificar o valor epsilon como padrão. IMPORTANTE: modificar o epsilon só afeta a comparação de igualdade de reais. Não tem efeito nos outros cálculos e visualizações de valores reais.

15 Mudanças em comportamento (linguagem) SET EXTERNAL DATA PATH O comando SET EXTERNAL DATA PATH não cria mais o arquivo quando ele não existir. Simplesmente guarda o nome do caminho. MAXIMIZE WINDOW (em Windows) Em Windows, o comando MAXIMIZE WINDOW agora usa restrições de tamanho mencionada em formulários. Resultados vão variar dependendo dos tamanhos especificados no formulário (no caso da janela de formulário) e do tamanho da janela alvo (janela MDI): Se as restrições de tamanho forem maiores que o tamanho alvo: a janela será "maximizada" como em versões anteriores de 4D, ou seja, ela é redimensionada para se adequar ao tamanho da janela pai "Multiple Document Interface" (MDI); sua barra de título e bordas estão escondidas e seus botões de controle (minimizar, restaurar e fechar) estão localizadas à direita da barra de menu do aplicativo. Se ao menos uma das restrições de tamanho for maior que o tamanho alvo (por exemplo, se a largura da janela MDI for 100, e o tamanho máximo da janela de formulário for 80): a janela não será "maximizada," mas simplesmente redimensionada para o tamanho máximo permitido. OBJECT GET COORDINATES / LISTBOX GET CELL COORDINATES Em versões anteriores de 4D, o comando GET OBJECT RECT, usado na list box, apenas retornava as coordenadas da list box, independentemente da parte especificada pelo parâmetro objeto. Por exemplo, se o parâmetro objeto especificar um cabeçalho, o comando GET OBJECT RECT simplesmente retorna as coordenadas da list box. A partir de 4D v15, quando o parâmetro objeto referenciar um cabeçalho de list box, coluna ou rodapé, este comando retorna as coordenadas do objeto especificado. Lembre de mofificar seu código se quiser obter as coordenadas da própria list box. Por razões de consistência, o ponto de origem das coordenadas continua sem mudar, isto é, o canto superior esquerdo do formulário contendo o objeto. Para saber mais sobre os resultados obtidos com sub-objetos list box, veja a documentação para o comando GET OBJECT RECT. Veja também o novo comando adicionado em 4D v15: LISTBOX GET CELL COORDINATES. Etiquetas PROCESS 4D Em versões anteriores de 4D, variáveis locais definidas no contexto da chamada podem ser acessadas no contexto de execução PROCESS 4D TAGS em modo interpretado. Isso não funciona mais. O comando PROCESS 4D TAGS agora aceita um número indefinido de parâmetros que podem ser de qualquer tipo (texto, data, inteiro, real, etc). Arrays também podem ser usados através de ponteiros de arrays. Da mesma forma que em métodos 4D, estes parâmetros estão disponíveis através de argumentos regulares ($1, $2, etc.). (Outras mudanças novas: uma nova etiqueta 4DEVAL está disponível e a etiqueta 4DLOOP agora aceita ponteiros). WA GET/SET PREFERENCE (novo comportamento padrão) Os comandos WA SET PREFERENCE e WA GET PREFERENCE aceitam um novo seletor que permite uma URL ou arquivo ser soltado na área Web (a ser estabelecido antes que a URL seja carregada, assim, por exemplo, no evento de formulário On Load ). Por razões de segurança, mudar os conteúdos da área Web ao soltar um arquivo ou uma URL na área agora está desativado como padrão. O cursor do mouse exibe um ícone de proibido quando um usuário tenta soltar um arquivo ou URL nessa área. (em versões anteriores, era necessário instalar um filtro específico, usando por exemplo WA SET URL FILTERS, para prevenir esse tipo de ação). Se quiser permitir essa propriedade, é necessário usar a nova preferência de área Web WA enable URL drop.

16 SET EXTERNAL DATA PATH SET EXTERNAL DATA PATH ( acampo ; rota ) Parâmetro Tipo Descrição acampo Texto, BLOB, Imagem, Objeto Campo para definir o local de armazenamento rota Texto, Caminho e nome do arquivo d armazenamento externo ou 0=usar definição da estrutura 1=usar pasta padrão Descrição O comando SET EXTERNAL DATA PATH, define ou modifica, para o atual registro, a localização do armazenamento externo para o campo acampo passado como parâmetro. Com 4D (a partir da versão 13) é possível salvar campos do tipo Texto, BLOB e Imagem fora do arquivo de dados. Para uma descrição completa desta funcionalidade, consulte o Manual de Desenho 4D. A configuração definida por este comando somente é aplicada quando o registro atual é salvo no disco. Se o atual registro é cancelado, o comando não faz nada. Parâmetros de armazenamento estabelecidos na estrutura do aplicativo não são modificadas. Em rota, pode passar um nome de rota padrão ou uma constante designando uma localização automática: Rota padrão ao arquivo Neste caso, você utiliza armazenamento externo no "modo padrão." Algumas funções do banco de dados 4D não estão disponíveis automaticamente neste modo (veja o Manual de Desenho 4D), em especial você deve gerenciar a criação ou modificação dos arquivos você mesmo. Você pode passar uma rota relativa ao arquivo de dados ou uma rota absoluta, incluindo o nome e a extensão do arquivo de armazenamento. Deverá usar a sintaxe do sistema. Para definir uma rota relativa, passar "../" (no Windows) ou "..:" (OS X) no início da string. Poderá designar qualquer pasta, incluindo a pasta padrão dos arquivos externos do banco de dados (nomebanco.dadosexternos) - Neste caso, os arquivos de backup do banco de dados são incluídos quando o banco de dados é salvo. O arquivo designado pelo parâmetro rota deve existir ser acessível quando o comando for executado. Se uma pasta ou um arquivo não existirem, é retornado o erro ;43 ("File not found"). Se você salvar os dados externos na mesma pasta que o arquivo de dados ou uma das suas pastas internas, 4D considera que o caminho especificado é relativo ao arquivo de dados e mantêm o link mesmo quando a pasta do arquivo de dados for movida ou renomeada. Note que isto significa que é possível "compartir" o mesmo arquivo externo entre vários registros. Quaisquer que sejam as mudanças feitas ao arquivo externo, estão disponíveis em todos os registros. Neste caso, se muitos processos podem escrever nos mesmos campos ao mesmo tempo, deverá ter cuidado a fim de prevenir acessos simultâneos através de semáforos, para não correr o risco de danificar os arquivos externos. Locais automáticos Você pode designar dois locais automáticos, fazendo uso das seguintes constantes, as quais podem ser verificadas no tema Manutenção do arquivo de dados: Constante Tipo Valor Comentário Use default folder Use structure definition 1 0 Os dados de campo passados como um parâmetro serão armazenados na pasta padrão chamado nombase.externaldata e colocados ao lado do arquivo de dados. Neste modo, os dados externos são geridos por 4D como se estivessem dentro do arquivo de dados. 4D usará os parâmetros definidos na estrutura para o armazenamento do campo (consulte o manual Modo Estrutura). Se você passar de um armazenamento externo a armazenamento interno, o arquivo externo não é excluído. Quando esse comando for executado, 4D automaticamente mantém o link entre o campo do registro e o arquivo em disco. Você não precisa executar o comando de novo (exceto se você precisar mudar a rota). Se 4D não puder acessar mais os dados do campo (arquivo de armazenamento renomeado, apagado, rota modificada, etc), o campo fica vazio, mas não gera um erro. Nota: O comandoset EXTERNAL DATA PATH só pode ser executado numa máquina 4D local ou num servidor 4D. Não faz nada quando for executado numa máquina 4D remota. Exemplo Se você deseja guardar o conteúdo de um arquivo existente no campo imagem, armazenado fora dos dados, na pasta do banco de dados:

17 CREATE RECORD([Photos]) [Photos]Name:="Paris.png" SET EXTERNAL DATA PATH([Photos]Thumbnail;Get 4D folder(database folder)+"custom"+folder separator+[photos]name) //"/custom/paris.png" deve existir ao lado do arquivo de estrutura SAVE RECORD([Photos])

18 GET OBJECT RECT GET OBJECT RECT ( {* ;} objeto ; esquerda ; superior ; direita ; inferior ) Parâmetro Tipo Descrição * Operador se especificado, objeto é um nome de objeto (string), se omitido, objeto é um uma variável objeto Objeto de formulário Nome de objeto (se* é especificado) ou Campo ou Variável (se * é omitido) esquerda Coordenadas da esquerda do objeto superior Coordenadas superiores do objeto direita Coordenada direita do objeto inferior Coordenadas inferiores do objeto Descrição O comando GET OBJECT RECT devolve as coordenadas esquerda, superior, direita e inferior (em pontos) nas variáveis ou campos dos objetos do formulário atual definido pelos parâmetros * e objeto. Se passa o parâmetro opcional *, indica que o parâmetro objeto é um nome de objeto (uma string de caracteres). Se não passa o parâmetro opcional *, indica que objeto é um campo ou uma variável. Neste caso, não é passada uma string mas uma referência de um campo ou de uma variável (campo ou variável de tipo objeto unicamente). Se passa um nome de objeto no parâmetro objeto e utiliza o caractere arroba ) para selecionar mais de um objeto, as coordenadas devolvidas serão as do retângulo formado por todos os objetos envolvidos. Nota: desde a versão 6.5, é possível definir o modo de interpretação do caractere arroba ), quando se inclui em uma string de caracteres. Esta opção tem um impacto nos comandos Propriedades dos objetos. Por favor consulte o Manual de Desenho. Se o objeto não existe ou se não se chama o comando no contexto de um formulário, as coordenadas retornadas são (0;0;0;0). No contexto dos list box, o comando GET OBJECT RECT pode devolver as coordenadas de partes específicas do listbox, ou seja, colunas, cabeçalhos, rodapés de página, e não só os do objeto listbox pai. Nas versões anteriores a v14 R5, este comando sempre devolve as coordenadas do listbox pai, independentemente da área passada como parâmetro. A partir de agora, quando o objeto referenciado é um cabeçalho, uma coluna ou um rodapé de listbox, as coordenadas devolvidas são os do sub-objeto listbox atribuído. Pode utilizar esta nova funcionalidade, por exemplo, para mostrar um pequeno ícone na célula de cabeçalho de um listbox quando se passa sobre ele, lhe indicando ao usuário que pode fazer clique para mostrar um menu contextual. Para manter a coerência, o marco de referência utilizado é o mesmo quando o objeto é um sub-objeto list box ou um objeto list box: a origem é a esquina superior esquerda do formulário que contém o objeto. Para os sub-objetos de listbox, as coordenadas devolvidas são teóricas; tem em conta o estado de deslocamento do list box antes de que ocorra um clipping (ou seja, o corte de acordo com as coordenadas do list box pai). Como resultado, o sub-objeto pode que não seja visível (ou só parcialmente) em seus coordenadas, e estas coordenadas podem estar fora dos limites do formulário (ou inclusive ser negativas). Para averiguar se o sub-objeto é visível (e que parte é visível) é necessário comparar as coordenadas devolvidas com as coordenadas do listbox, enquanto tem em conta as seguintes regras: Todos os sub-objetos se recortam segundo as coordenadas de seu listbox pai (devolvidas por GET OBJECT RECT no list box). Os sub-objetos cabeçalho e rodapé se mostram sobre o conteúdo da coluna: quando as coordenadas de uma coluna cruzam as coordenadas das linhas de cabeçalho ou rodapé de página, logo a coluna não se mostrada nesta interseção. Os elementos das colunas bloqueadas se mostram acima dos elementos das colunas deslocáveis: quando as coordenadas de um elemento em uma coluna deslocada cruzam as coordenadas de um elemento em uma coluna bloqueada, não é mostrada nesta interseção. Por exemplo, considere o seguinte gráfico, onde as coordenadas da coluna Capital estão simbolizadas por um retângulo vermelho: Como você pode ver na primeira imagem, a coluna é maior que o listbox, pelo que seus coordenadas vão além do limite inferior do listbox, incluindo o rodapé de página. Na segunda imagem, o listbox foi deslocado, sendo que a coluna também se moveu

19 para "baixo" a coluna Language e a área de cabeçalho. Em qualquer caso, com o propósito de calcular a parte visível real (área verde), é necessário subtrair as áreas vermelhas. Exemplo 1 Assumamos que quer obter as coordenadas de um retângulo formado por todos os objetos que começam por botão : OBJECT GET Exemplo 2 Para as necessidades de sua interface, você deseja rodear a área na que o usuário fez clique com um retângulo vermelho: No método objeto do listbox, pode escrever: OBJECT SET VISIBLE(*;"rectangleInfo";False) //inicializar um retângulo vermelho $ptr:=object Get pointer(object current) OBJECT GET COORDINATES($ptr->;$x1;$y1;$x2;$y2) OBJECT SET VISIBLE(*;"RedRect";True) OBJECT SET COORDINATES(*;"RedRect";$x1;$y1;$x2;$y2) OBJECT GET COORDINATES(*;"LB1";$lbx1;$lby1;$lbx2;$lby2) If($lby1>$y1) ($lby2<$y2)&nbsp; // se a área na que é faz clique está fora do listbox OBJECT SET VISIBLE(*;"Alert";True)&NBSP; // mostrar um alerta Else OBJECT SET VISIBLE(*;"Alert";False) End if O método devolve as coordenadas teóricas. Se o listbox é redimensionado, pode necessitar calcular o recorte para saber que parte é visível:

20 LISTBOX GET CELL COORDINATES LISTBOX GET CELL COORDINATES ( {* ;} objeto ; coluna ; linha ; esquerda ; superior ; direita ; inferior ) Parâmetro Tipo Descrição * Operador Se especificado = objeto é um nome de objeto (cadeia) objeto Objeto de formulário Nome de objeto (se * for especificado) ou variável (se * for omitido) coluna Número de coluna linha Número de linha esquerda Coordenada esquerda do objeto superior Coordenada superior do objeto direita Coordenada direita do objeto inferior Coordenada inferior do objeto Descrição O comando LISTBOX GET CELL COORDINATES devolve nas variáveis ou campos esq, sup, dir e inf as coordenadas (em pontos) da célula designada pelos parâmetros coluna e linha, no list box definido por * e objeto. Se passar o parâmetro opcional *, indica que o parâmetro objeto é um nome de objeto (uma cadeia). Se não passar o parâmetro opcional *, indica que o objeto é um campo ou uma variável. Neste caso, passa uma referência de campo ou variável (campo ou variável de tipo de objeto unicamente) em vez de uma cadeia. Por coerência com o comando OBJECT GET COORDINATES, a origem é a esquina superior esquerda do formulário que contém a célula. Além disso, as coordenadas devolvidas são teóricas; que levam em conta o estado de deslocamento do list box antes de que ocorra qualquer recorte. Como resultado, a célula pode ser não visível (ou só parcialmente) em suas coordenadas, e estas coordenadas podem estar fora dos limites do formulário (ou inclusive negativas). Para saber se a célula é visível (e que parte dela é visível) é necessário comparar as coordenadas devolvidas com as coordenadas do listbox, levando em conta as seguintes regras: Todas as células se cortam com as coordenadas de seu list box pai (como os devolvidos por OBJECT GET COORDINATES no list box). Os Sub-objetos cabeçalho e rodapé de página se mostram sobre o conteúdo da coluna: quando as coordenadas de uma célula se cruzam as coordenadas das linhas de cabeçalho ou rodapé de página, a célula não é mostrada nesta interseção. Os elementos das colunas bloqueadas são mostradas sobre os elementos das colunas deslocáveis: quando as coordenadas de um elemento em uma coluna deslocável cruzam as coordenadas de uma coluna bloqueada, então que não é mostrada nesta interseção. Para mais informação, consulte a descrição do comando OBJECT GET COORDINATES. Exemplo Você quer desenhar um retângulo vermelho arredor da célula selecionada de um listbox: OBJECT SET VISIBLE(*;"RedRect";False) //inicializar um retângulo vermelho //o rectângulo é definido em algum lugar já sob a forma LISTBOX GET CELL POSITION(*;"LB1";$col;$raw) LISTBOX GET CELL COORDINATES(*;"LB1";$col;$raw;$x1;$y1;$x2;$y2) OBJECT SET VISIBLE(*;"RedRect";True) OBJECT SET COORDINATES(*;"RedRect";$x1;$y1;$x2;$y2)

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