UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE INTEGRADA AVM

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE INTEGRADA AVM"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE INTEGRADA AVM Voz sobre IP (VoIP) Por: Luiz Felipe da Rocha Jansen Orientador Prof. Nelsom Magalhães Rio de Janeiro 2011

2 2 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE INTEGRADA AVM Voz sobre IP (VoIP) Apresentação de monografia à Universidade Candido Mendes como requisito parcial para obtenção do grau de especialista em Gestão de Projetos. Por: Luiz Felipe da Rocha Jansen.

3 3 AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus pela oportunidade dos dias, pelas graças alcançadas e, sobretudo pelas pessoas que coloca no meu caminho. À minha família pelo apoio incondicional. À minha mãe, Marly e a minha esposa, Flávia meu eterno carinho e agradecimento. E, finalmente, a minha filha Luiza Jansen que é a razão de tudo.

4 4 DEDICATÓRIA A minha filha Luiza que me ilumina, me da força, e é o motivo de todo o meu esforço para ser um homem melhor. L.F. Jansen

5 5 RESUMO A crescente popularidade da Internet como meio de baixo custo tem despertado o interesse por tecnologias para a comunicação de voz utilizando o protocolo IP (Internet Protocol). Esta Monografia apresenta um estudo sobre a tecnologia de transmissão de voz IP, suas aplicabilidades, e mecanismos para implantação e redução de custos. A qualidade de serviço em redes é a capacidade de diferenciar entre tráfego e tipo de serviços, com as classes de tráfego recebendo diferentes tratamentos por parte do usuário. Apresenta-se ainda limitações das redes IP para a transmissão de voz e destaca as tecnologias desenvolvidas. Os padrões que envolvem a transmissão da voz também são apresentados, além de tendências futuras da tecnologia VoIP e suas vantagens em relação à telefonia convencional.

6 6 METODOLOGIA O método principal foi o de pesquisa bibliográfica. Foi usado profundamente o livro CCNA 4.1 Guia completo de Estudo do autor Marco Aurélio Filipetti quem possui larga experiência em redes IP. Também, com a mesma importância foi usado o livro Usando Entroncamento IP para diminuir custos e reduzir riscos de Loris Guilbaud.

7 7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 08 CAPÍTULO I - Transferência para telefonia IP e os benefícios financeiros 09 CAPÍTULO II - Integração entre IP e PSTN 12 CAPÍTULO III Análise financeira 15 CAPÍTULO IV Benefícios financeiros calculados em cada cenário 22 CAPÍTULO V Mitigação do risco 25 CONCLUSÃO 28 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA 29 ÍNDICE 59

8 8 INTRODUÇÃO Voz sobre IP ou VoIP como muitos já devem ter ouvido, trata-se da comunicação auditiva através da rede IP, ou seja, no VoIP, trafega-se voz sobre IP. O VoIP faz com que as redes de telefonia se "misturem" às redes de dados. Dessa forma, é possível que, usando um microfone, caixas ou fones e um software apropriado, você faça uma ligação para telefones convencionais por meio de seu computador. Para trafegar estes dados, o VoIP utiliza de um protocolo chamado SIP (Session Initiation Protocol) que contêm as sinalizações das chamadas. O protocolo SIP é a base para o funcionamento do VoIP, pois é através dele que iniciamos e terminamos uma chamada.

9 9 CAPÍTULO I Transferência para telefonia IP e os benefícios financeiros Quando as empresas mudam para sistemas de telefonia IP (Protocolo de Internet), elas tentam atingir benefícios que se encaixem em três categorias principais: economia dos custos operacionais, melhorias da produtividade dos funcionários e integração de aplicativos. No entanto, um conjunto cada vez mais amplo de ofertas de equipamentos e serviços dos fornecedores de sistema telefônico para o uso privado (PBX) IP, atrelado a restrições organizacionais e orçamentos descentralizados (telecomunicação por voz x telecomunicação por dados x TI), faz com que seja um desafio para as multinacionais definir uma arquitetura de telefonia global que maximize os benefícios para a empresa mitigar os riscos de integração e de tecnologia. O erro mais comum nas transferências para telefonia IP nesse setor é a falha na utilização dos serviços de entroncamento IP entre PBXs IP e a rede comutada de telefonia pública (PSTN). Essencialmente prática essa monografia apresenta alguns dos pontos sobre uma melhor integração do sistema de telefonia IP que é implantado na rede local (LAN) e na rede de longa distancia (WAN) associada e nas interconexões de PSTN (rede pública de telefonia) Maximizando os benefícios financeiros de uma implementação de telefonia IP

10 10 As empresas que estão implementando a telefonia IP podem obter benefícios financeiros tangíveis ao maximizar o uso de sua infra-estrutura WAN a fim de transferir chamadas telefônicas internas da PSTN para sua própria rede IP, conhecidas como chamadas on-net, e ao deslocar conexões de circuitos comutados para a interconexão IP diretas para enviar as chamadas off-net recebidas e efetuadas restantes para a PSTN Essa otimização do fluxo de trafego e da interconexão pode reduzir os custos devido: Aos requisitos de equipamento reduzido ao diminuir o numero de placas de entroncamento e módulos de processamento de som digital/analógico e eliminar a necessidade de equipamentos adicionais como gatekeepers ou servidores de proxy do Protocolo de Inicialização de Sessão (SIP) para fornecer o controle de entrada da chamada e controladores de limite de sessão para maior segurança. Às taxas de acesso menores - ao reduzir o numero de troncos de acesso ISDN distintos, embora isso seja parcialmente compensado por um custo adicional maior na largura de banda IP. Às taxas de uso menores a partir de chamadas on-net e off-net ampliadas por meio de infra-estrutura de rede de voz sobre IP. Aos custos operacionais menores ao transferir algumas responsabilidades operacionais para o provedor de serviço de rede, como endereçamento IP, gerenciamento de largura de banda, gerenciamento do plano de discagem, segurança e

11 11 controle de entrada de chamada, embora essas economias de custo sejam, de certa forma, compensadas pela taxa do serviço de voz sobre IP gerenciado cobrada pela operadora local. Vamos analisar um modelo de integração otimizado entre a plataforma de telefonia IP implementada na LAN e na PSTN. Em seguida, iremos abordar os riscos potenciais resultantes de uma integração otimizada e como gerenciálos.

12 12 CAPÍTULO II Integração entre IP e PSTN Para começar vamos definir o entroncamento IP. Entroncamento IP é a capacidade de um PBX IP ou um PBX habilitado para IP de interagir diretamente por meio de uma rede IP com a camada de controle de chamada da Rede Inteligente da rede pública de voz para o gerenciamento de sinalização e controle de chamada. Esse processo é seguido pelo direcionamento da própria chamada (fluxo de mídia, protocolo para a transmissão em tempo real - RTP) para gateways TDM (Time Division Multiplexing) PSTN compartilhados e hospedados em rede ou interconexões IP, que o provedor de serviços mantém com o restante da infra-estrutura de voz pública mundial. Esse direcionamento de chamada deve ser utilizado de acordo com os padrões da União Internacional de Telecomunicações (ITU) e em conformidade com as exigências regulatórias locais. Quando o entroncamento IP é fornecido por um provedor de serviços de rede, o cliente não precisa implementar e gerenciar seus próprios gateways IP-TDM necessários para chamadas a partir de e para a PSTN legada baseada em TDM. Em vez disso, o cliente pode aproveitar os gateways TDM-IP compartilhados e hospedados em rede. O cliente também transfere os controladores de limite de sessão (firewall de mídia e tradução do endereço de rede/tradução do endereço de porta NAT/PAT) necessários para chamadas a partir de e para os provedores públicos baseados em IP mais recentes. Na realidade, o conceito de PSTN x IP é uma designação incorreta, já que todos os provedores de serviços estão passando para arquiteturas baseadas em IP; a palavra-chave em uma rede comutada de telefonia pública (PSTN) é pública e não comutada. Com o entroncamento IP, as empresas não precisam ter capacidade de entroncamento TDM para obter recursos de serviços, como planos privados

13 13 de numeração, analise compulsória de chamada on-net ou a realização de conferencias com vários participantes. Em vez disso, todas as chamadas locais, de longa distância e privadas podem ser feitas por meio de acessos à rede baseada em IP, confirme ilustrado na figura 1. O entroncamento IP é um viabilizador fundamental para evitar a manutenção de duas redes de acesso distintas: uma para a PSTN e outra para o IP, com a capacidade de back-up associada em cada rede. O entroncamento IP também é útil em proporcionar os maiores benefícios financeiros possíveis à empresa, ou seja, economias de custos em circuitos itos de acesso, taxas com equipamentosentos e chamadas, economias que ultrapassam em muito os custos adicionais de largura de banda na rede IP. fiqura 1 - entroncamento IP explicado - ligando para a PSTN (off-net) (Loris Guilbaud, 2008, p.26) Nenhuma abordagem sobre entroncamento IP completa sem uma breve discussão sobre o status do protocolo de iniciação de sessão (SIP). Apesar de haver muita discussão no mercado com relação ao SIP, não há necessidades de esperar a variação de sinalização do SIP no entroncamento IP, também conhecida como entroncamento SIP. Embora o SIP continue a se desenvolver como padrão, ele ainda não está no mesmo patamar do H.323 em termos de padrões ou estabilidade de implementação. Hoje todos os principais fornecedores de PBX abrangem o entroncamento IP em uma versão estável baseada em H Na maioria desses fornecedores também é possível ter o H.323 para entroncamento e SIP na linha secundária, por exemplo, telefones

14 14 SIP ou entroncamentos finais. No momento, a grande maioria dos provedores de serviço de rede, oferece entroncamento IP no modo de sinalização h.323. No caso dos fornecedores de plataforma de telefonia IP moderna é possível implementar o entroncamento IP público de alta qualidade, seguro e cheio de recursos por vários anos. Apesar da economia de custos que pode ser atingida pelo entroncamento IP, não espere que esse recurso seja bastante promovido pelos fornecedores de equipamentos de PBX IP, que desenvolvem o ent5roncamento IP inicial e basicamente para comunicação de PBX IP para PBX IP nos seus próprios sistemas. De certa forma, esse recurso só foi ampliado para o entroncamento público graças ao trabalho das operadoras avançadas. Porém, os fornecedores de equipamentos não oferecem nos seus padrões de design, já que não há uma demanda por parte dos clientes. Na verdade, um uso maior do entroncamento IP contribui para vendas reduzidas de gateways de mídia PBX IP dos fornecedores. Agora, vamos analisar três cenários comuns na implementação de telefônica IP e avaliar as economias típicas que podem ser atingidas ao repensar como os PBXs IP podem se interconectar à PSTN usando o entroncamento IP.

15 15 CAPÍTULO III Análise Financeira Os benefícios que as empresas poderem obter com o entroncamento IP e a reorganização dos fluxos de chamada entre a PSTN e a infra-estrutura IP privada tornam-se evidentes com uma análise objetiva. Nos três cenários a seguir, consideramos que a empresa implementou ou planeja implementar uma infra-estrutura WAN de IP VPN com CoS (Class of Service) multimídia e dois tipos diferentes de equipamento no perímetro do cliente (CE - Customer Edge) em cada local: um roteador CE e um gateway (tronco secundário) de mídia ou TDM-1P para uma melhor adaptabilidade do hardware. Para locais que precisam de menos adaptabilidade, o cliente poderia decidir implementar apenas um CE para funcionar como roteador e gateway de mídia Cenário 1: rede IP usada apenas para chamada on-net Nos casos em que a rede IP é usada apenas para uma chamada onnet, há, quando muito, uma mudança mínima na conectividade da PSTN. Chamadas dentro e fora da PSTN são conduzidas por troncos de acesso ao PTT (Postal, Telephone and Telegraph) local e circulam por meio de interfaces TDM em módulos de entroncamento oferecidos pelos fornecedores de equipamento PBX. A infra-estrutura IP VPN ativada por voz do provedor de serviços de rede é usada simplesmente para transmitir chamadas internas, ou seja, chamadas on-net. Essa situação está ilustrada na figura 2.

16 16 figura 2 - chamada on-net somente através da rede IP (Filippetti, 2008, p.374) DID - Discagem Interna Direta. ou seja. chamadas de parceiros, fornecedores e clientes para os números públicos da empresa A empresa se beneficia de: taxas as de chamada reduzidos para chamadas internas custos de gerenciamento operacional reduzidos através da assinatura em um serviço de voz sobre IP do provedor de serviços de rede ao invés de taxa de transferência de voz em tempo real (somente CoS multimídia) Mas esse cenário não compreende as reduções de custo em rotas de chamada off-net de custo elevado, nem em taxas de acesso e com equipamento do gateway (tronco secundário) de mídia. Além disso, os custos de gerenciamento operacional podem ser diminuídos ainda mais ao transferir para o provedor de serviços o gerenciamento de mais chamadas off-net recebidas e efetuadas.

17 Cenário 2: chamadas off-net de custo elevado executadas na rede IP, também conhecidas como "toll-bypass" Nos casos s em que as chamadas off-net de custo elevado são enviadas por meio da rede IP, a empresa ainda mantém um gateway de mídia e uma conectividade direta com relação à PSTN local para encaminhar as chamadas de discagem direta interna (DID) recebidas e algumas chamadas efetuadas, como as chamadas as para destinos nacionais, serviços de emergência e de informação, e serviços nacionais gratuitos ou com tarifa compartilhada. Nesse cenário, a empresa potencializa melhor a infra-estrutura de IP VPN e as direciona não apenas nas chamadas on-net por meio do acesso IP, mas também qualquer chamada off-net internacional efetuada, quer sejam números de linha fixa ou celular. Às vezes, essas sas chamadas são encaminhadas através de gateways e serviços de roteamento ento de um provedor de serviços de rede via entroncamento IP; em outros casos, as chamadas são transferidas pelo hop-off na extremidade final por meio dos PBXs da própria empresa (ilustrado na figura 3). figura 3 - toll-bypass, modelo "faça você mesmo" (Filippetti, 2008, p.374)

18 18 As empresas que estão direcionando as chamadas off-net internacionais por meio da infra-estrutura de IP VPN simplesmente para fazer o roteamento através do seu próprio PBX ou gateways de mídia localizados no exterior reduzem suas taxas de chamadas on-net e internacionais. Entretanto, essa configuração não diminui as despesas com equipamento e acesso. As empresas ainda precisam fornecer placas de entroncamento no PBX e/ou no gateway de mídia no exterior, acessar troncos para a PSTN no país estrangeiro para transmitir o tráfego off-net internacional e implementar múltiplos gateways para garantir a adaptabilidade. Elas também precisam adquirir mais largura de banda IP nos locais onde os gateways de mídia estão situados. Além disso, ao adquirir uma taxa de transferência de voz em tempo real (CoS de voz) ao invés de um serviço de voz sobre IP gerenciado pela operadora de rede, as empresas, não diminuem seus custos de gerenciamento operacional. Muitos problemas operacionais ainda precisam ser gerenciados internamente, como endereçamento IP, gerenciamento da largura de banda, roteamento de chamadas, planos de discagem, tradução do número IP para PSTN, qualidade de serviço (QoS) de voz, segurança, gatekeeper e firewalls capacitados para voz ou implementações e gerenciamento do controlador de limite de sessão mais sofisticados, além do suporte operacional em tempo integral. Outras empresas optam por usar um serviço de voz sobre IP gerenciado e potencializam os investimentos feitos pelos provedores de serviços de rede em softswitches carrier-class [ou seja,uma camada de rede inteligente que é equivalente ao ponto de controle de serviços na arquitetura SS7 (Signailing System #7)], gatekeepers, gateways compartilhados com a PSTN e controladores de limite de sessão ocultos.

19 19 Os controladores de limite de sessão exercem controle sobre a sinalização e os fluxos de mídia envolvidos na configuração, transferência e desconexão das chamadas em entroncamento IP. Eles fornecem uma série de mecanismos de segurança, como ocultação da topologia NAT (tradução NAT/PAT), validação da sinalização, alocação de porta dinâmica e firewall para fluxo de mídia RTP a fim de ativar chamadas recebidas e efetuadas em telefonia IP enquanto continuam protegendo a rede corporativa com uma segurança incomparável. Essa situação está ilustrada na figura 4. figura 4 - toll-bypass, modedo de serviço de voz-sobre-ip gerenciado (Filippetti, 2008, p.363) As empresas que usam entroncamento IP para suas chamadas off-net de custo elevado se beneficiam de: tarifas de uso reduzidas, graças aos preços competitivos das taxas as off-net de voz sobre IP e aos recursos s de rede, como: - on-net compulsório: direciona todos os números públicos discados na IP VPN, caso essas chamadas sejam destinadas a locais corporativos (as chamadas são transmitidas on-net net mesmo se os funcionários discarem o número da PSTN)

20 20 - varredura de chamada: impede os usuários de fazer chamadas caras ao definir listas negras que bloqueiam chamadas para determinados números despesas com equipamento reduzidas tarifas de acesso ao PTT local reduzidas que compensam os custos adicionais na largura de banda da rede IP custos de gerenciamento operacional menores ao transferir algumas responsabilidades para o provedor de serviços WAN para controle de entrada de chamada (plano de discagem único), segurança, interconexão, gerenciamento de gateway e conformidade regulatória custos menores em treinamento e retenção de equipe especializada necessária para gerenciar uma infra-estrutura cada vez mais complexa Essas empresas também se beneficiam dos recursos avançados de roteamento de rede com os quais estão habituadas em um ambiente VPN de voz, como on-net virtual, excedente ara PSTN e suporte de recursos PBX, apenas para citar alguns exemplos. Com o tempo, é possível que elas considerem inclusive direcionar o tráfego nacional para destinos de linha fixa e celular em países onde o provedor de serviços ofereça essa possibilidade. Dependendo da combinação de países, a economia resultante pode ser substancial Cenário 3: entroncamento IP completamente potencializado com os benefícios da convergência total

21 21 As empresas podem obter a totalidade de benefícios a partir da convergência real da rede ao potencializar completamente e o entroncamento IP e maximizar seu uso da interconexão IP. A empresa observa a economia de custos nos acessos à PSTN e nas tarifas de chamadas que ultrapassam os custos adicionais da largura de banda na rede IP. Detalhado ado na figura 5, esse cenário está sujeito à disponibilidade dos serviços de voz locais, ou seja, à possibilidade do provedor de serviços de rede oferecer números de discagem direta interna e transferir números especiais (por exemplo, serviços de emergência ou informação), além do entroncamento IP. A empresa não só obtém os benefícios de convergência da rede, mas conforme ela investir em um sistema de telefonia IP com recursos de entroncamento IP não haverá mais a necessidade de placas de interface de tronco TDM e placas de processamento de som analógico/digital. Esses requisitos de equipamento reduzidos resultam em uma economia adicional nos custos. figura 5 - convergência completa com Entroncamento IP e serviços locais de voz (Filippetti, 2008, p.342)

22 22 CAPÍTULO IV Benefícios financeiros calculados em cada cenário As reduções de custo obtidas com tarifas de chamada e de acesso à PSTN menores são difíceis de quantificar, já que dependem da combinação de países e dos locais da empresa. Porém, esses custos podem ser os mais significativos, atingindo, todos os meses, alguns milhares de dólares por local. Na tabela abaixo, estima quanto se pode obter com algumas economias em equipamento ao reorganizar os fluxos de chamada e fazer as seguintes suposições: um local de porte médio com o padrão e volume de chamadas listados na tabela 1 abaixo chamadas nacionais e internacionais transmitidas por meio da rede IP no cenário 2 (possibilitado na maioria dos mercados que não são regulados peto governo) compressão G.729a sinalização digital somente voz (um CE implementado como gateway de mídia para adaptabilidade do hardware) lista de preços da Cisco em dólares

23 23 tabela 1 - perfil do tráfego (Loris Guilbaud, 2008, p.76) Tipo de chamada on-net min/mês off-net min/mês Chamadas Saintes doméstica local 0 14,812 doméstica nacional 3,122 16,649 doméstica móvel 0 16,23 serviços especiais 0 2,893 toll-free doméstico 0 3,204 internacional fixa 7,29 29,158 internacional móvel 0 7,206 Chamadas Entrantes direct inward dialing 0 72,122 privada 8,329 0 Total de chamadas 18, ,274 Agora, organizamos os fluxos de chamada nos três cenários descritos anteriormente e obtemos os resultados mostrados na tabela 2.. p.76) tabela 2 - distrrbuiçaodo trafego entre e PSTN (Loris Guilbaud, 2008, rede IP min/mês rede PSTN min/mês cenário 1 18,74 162,274 cenário 2 102,796 78,218 cenário 3 181,014 0 Adotando as regras padrão de dimensionamento (21 dias úteis, fórmula Eriang ES, 1 % de chamadas bloqueadas, 80% de fator de eficiência), o custo resultante do equipamento por cenário é mostrado na tabela 3.

24 24 tabela 3 - lista de equipamentos do gateway da midia (lado do entroncamento) e custos do capital (Loris Guilbaud, 2008, p.76) cenário custo total equipamento (USD) descrição pacote de voz descrição módulo 1 descrição módulo 2 descrição módulo 3 1 8, , ,595 CISCO2821- V/K9 4,695 CISCO2811- V/K9 3,195 CISCO2811- V/K9 3,195 VWIC-2MFT- E1 2,000 VWIC-1MFT- E1 1,300 WIC-IT 400 PVDM2-32U64 1,500 PVDM2-16U64 2,250 PVDM A economia pode chegar a até 60% no equipamento do gateway de mídia (tronco secundário). Para locais pequenos ou filiais distantes onde a adaptabilidade não é uma preocupação essencial, as empresas podem implementar um único roteador CE que funcionará como um gateway de mídia e irá poupar não só em tronco e placas do módulo de processamento do sinal digital, mas também nos custos de base para gerar ainda mais economia. Algumas empresas podem fornecer às empresas consultoria em engenharia de tráfego para demonstrar como minimizar os investimentos em equipamento e maximizar o entroncamento IP com relação à PSTN enquanto mantém a capacidade de sobrevivência local exigida.

25 25 CAPÍTULO V Mitigação do risco Atualmente, cada usuário final tira o telefone do gancho, obtém um sinal de discagem, digita o número de destino e a chamada é completada. E essa fórmula funciona. É o que acontece em um ambiente de voz comutado e, de certa forma, em um ambiente de telefonia IP onde um único fornecedor de PBX IP controla tudo o que ocorre nesse meio e seus gateways de mídia respectivos são usados para todas as interconexões PSTN. No entanto, à medida que você passar para um ambiente de entroncamento IP, será necessário tratar com um pouco de ceticismo as afirmações do fornecedor de que ele é "descrente quanto à rede" e que está "em conformidade com os padrões". Qualquer PBX IP consegue efetivamente interagir com a rede pública TDM em qualquer país usando os gateways de mídia do fornecedor, que simulam os padrões de interface TDM estáveis e que existem há muito tempo. Mas a interoperabilidade entre um PBX IP e um serviço baseado em IP que utiliza entroncamento IP direto é razoavelmente nova, ou seja, anos de produção, não décadas. Nem todos os provedores de serviços são iguais, assim como nem todos os fabricantes de PBX IP o são. As empresas que pretendem potencializar todos os benefícios do entroncamento IP descritos acima precisam fazer sua parte. Conforme apresentado anteriormente, há dois protocolos de sinalização para os quais os fornecedores de PBX IP fornecem suporte ou planejam fornecer no entroncamento IP: sinalização H.323 ou SIP. Na teoria, com o surgimento do protocolo SIP, como definido pela Força Tarefa de Engenharia (IETF) da Internet (e vendida como um padrão

26 26 simples e aberto), a interoperabilidade entre PBXs IP em uma rede IP e em redes públicas não deve ser um problema. Na prática, o SIP como um padrão não está totalmente aperfeiçoado, o número de Solicitações de Comentários junto à IETF continua crescendo e muitos fornecedores desenvolveram produtos usando SIP apenas recentemente. De fato, muitos dos recursos oferecidos pelos principais fornecedores de PBX IP nos seus telefones SIP são proprietários e não estão definidos no padrão SIP. No fim, uma empresa que adquire um conjunto de recursos de mais de um fornecedor PBX IP obtém menos abrangência do que ao implementar tecnologias de um único fornecedor. Por outro lado, o protocolo H.323, definido pela União Internacional de Telecomunicações, é um pacote de protocolos complexo a ser implementado, embora seja um padrão totalmente desenvolvido, que é o motivo pelo qual a maioria dos produtos de telefonia IP existentes se baseia nele. Muitos provedores de serviços de rede, implementaram, de forma bem-sucedida, um serviço de entroncamento IP estável baseado em H.323, e contam com uma carteira de clientes, sólida em vigor. Alguns provedores de serviços mantêm programas de certificação para telefonia IP, que abordam os desafios complexos atribuídos aos novos padrões de sinalização baseada em IP assim como qualidade de serviço e segurança. Otimizar a estrutura da rede e validar a interoperabilidade com os principais fornecedores de PBX IP (Alcatel-Lucent, Avaya, Cisco, etc), possibilita uma migração tranquila para a telefonia IP. Testes rigorosos devem ser realizados em todos os elementos da plataforma de telefonia IP de um fornecedor: hardware, software, recursos e aplicativos precisam ser testados em um ambiente de testes que simula uma topologia corporativa completa, incluindo entroncamento IP para todas as chamadas públicas recebidas/efetuadas. A questão é que, embora o SIP seja um padrão de futuro promissor para a interconexão de infra-estruturas de comunicação baseadas em IP o H.323 é uma tecnologia mais prática, desenvolvida e comprovada neste momento. Uma companhia começou a fazer testes de interoperabilidade em

27 e o primeiro parceiro, um fornecedor, levou mais de 12 meses para modificar e aprimorar o produto a fim de corrigir os inúmeros problemas identificados na implementação do H um padrão que em 2001 estava mais desenvolvido que o SIP hoje. E esse teste de interoperabilidade que durou 12 meses solucionou apenas os problemas maiores. Havia muitas discrepâncias em recursos menores que continuaram a se desdobrar como consequência do nosso trabalho de interoperabilidade junto aos nossos principais fornecedores.

28 28 CONCLUSÃO As empresas globais devem pesquisar com cuidado os serviços públicos de entroncamento IP disponíveis e que estão sendo produzidos no momento, e avaliar mais alternativas para a consolidação do acesso com o intuito de obter uma melhor potencialização de suas redes IP corporativas. A integração WAN/PSTN precisa ser considerada de forma mais criteriosa na fase do design da arquitetura de telefonia IP. As multinacionais devem buscar provedores de serviços de voz em rede avançados que dêem suporte aos principais fornecedores de telefonia IP, como Alcatel-Lucent, Avaya, Cisco ou Nortel, e que ofereçam serviços de entroncamento IP seguros e cheios de recursos com infra-estruturas IP com qualidade de serviço superior que permita às empresas migrar tranquilamente para uma infra-estrutura IP convergida com relação à telefonia IP a um custo baixo e com riscos reduzidos. Consultores de serviços podem ajudá-lo a avaliar seu gasto atual e os designs, além de fazer sugestões para assegurar que a solução de telefonia IP atenda ás exigências dos negócios enquanto garantem que você obterá o máximo da sua implementação com funcionalidade absoluta e os melhores custos.

29 29 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA Berna, Paulo Sergio Milano. Voz sobre Protocolo IP - Nova Realidade da Telefonia, A Gomes, Antônio Tadeu Azevedo. VOIP - Voz Sobre IP Filippetti, Marco Aurélio. CCNA 4.1 Guia completo de Estudo Guilbaud, Loris. Usando Entroncamento IP para diminuir custos e reduzir riscos 2008.

30 30 ÍNDICE FOLHA DE ROSTO 2 AGRADECIMENTO 3 DEDICATÓRIA 4 RESUMO 5 METODOLOGIA 6 SUMÁRIO 7 INTRODUÇÃO 8 CAPÍTULO I 9 CAPÍTULO II 12 CAPÍTULO III 15 CAPÍTULO IV 22 CAPÍTULO V 25 CONCLUSÃO 28 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA 29 ÍNDICE 30

Peça para um amigo baixar o programa também, e você pode começar a experimentar o VoIP para ver como funciona. Um bom lugar para procurar é

Peça para um amigo baixar o programa também, e você pode começar a experimentar o VoIP para ver como funciona. Um bom lugar para procurar é VOIP Se você nunca ouviu falar do VoIP, prepare-se para mudar sua maneira de pensar sobre ligações de longa distância. VoIP, ou Voz sobre Protocolo de Internet, é um método para pegar sinais de áudio analógico,

Leia mais

Transmissão de Voz em Redes de Dados (VoIP)

Transmissão de Voz em Redes de Dados (VoIP) Transmissão de Voz em Redes de Dados (VoIP) Telefonia Tradicional PBX Telefonia Pública PBX Rede telefônica tradicional usa canais TDM (Time Division Multiplexing) para transporte da voz Uma conexão de

Leia mais

Tecnologias Atuais de Redes

Tecnologias Atuais de Redes Tecnologias Atuais de Redes Aula 5 VoIP Tecnologias Atuais de Redes - VoIP 1 Conteúdo Conceitos e Terminologias Estrutura Softswitch Funcionamento Cenários Simplificados de Comunicação em VoIP Telefonia

Leia mais

Guia Técnico Inatel Guia das Cidades Digitais

Guia Técnico Inatel Guia das Cidades Digitais Guia Técnico Inatel Guia das Cidades Digitais Módulo 3: VoIP INATEL Competence Center treinamento@inatel.br Tel: (35) 3471-9330 As telecomunicações vêm passando por uma grande revolução, resultante do

Leia mais

Comparativo de soluções para comunicação unificada

Comparativo de soluções para comunicação unificada Comparativo de soluções para comunicação unificada Bruno Mathies Curso de Redes e Segurança de Sistemas Pontifícia Universidade Católica do Paraná Curitiba, Abril de 2010 Resumo Este artigo tem com objetivo

Leia mais

Protocolos Sinalização

Protocolos Sinalização Tecnologia em Redes de Computadores Fundamentos de VoIP Professor: André Sobral e-mail: alsobral@gmail.com São protocolos utilizados para estabelecer chamadas e conferências através de redes via IP; Os

Leia mais

:: Telefonia pela Internet

:: Telefonia pela Internet :: Telefonia pela Internet http://www.projetoderedes.com.br/artigos/artigo_telefonia_pela_internet.php José Mauricio Santos Pinheiro em 13/03/2005 O uso da internet para comunicações de voz vem crescendo

Leia mais

Serviços Prestados Infovia Brasília

Serviços Prestados Infovia Brasília Serviços Prestados Infovia Brasília Vanildo Pereira de Figueiredo Brasília, outubro de 2009 Agenda I. INFOVIA Serviços de Voz Softphone e Asterisk INFOVIA MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO INFOVIA MINISTÉRIO

Leia mais

VoIP Peering. Operação, Tecnologia e Modelos de Negócio

VoIP Peering. Operação, Tecnologia e Modelos de Negócio VoIP Peering Operação, Tecnologia e Modelos de Negócio Histórico 2005 2004 2004 2003 2002 2001 2000 1999 1998 1996 1995 1993 Plataformas de Suporte ao Cliente Final Suporte ao protocolo SIP POP em Miami

Leia mais

REDES CORPORATIVAS. Soluções Avançadas para Comunicação Empresarial

REDES CORPORATIVAS. Soluções Avançadas para Comunicação Empresarial REDES CORPORATIVAS Presente no mercado há 31 anos, a Compugraf atua em vários segmentos da comunicação corporativa, oferecendo serviços e soluções de alta tecnologia, com reconhecida competência em diversos

Leia mais

BlackBerry Mobile Voice System

BlackBerry Mobile Voice System BlackBerry Mobile Voice System BlackBerry Mobile Voice System Comunicações móveis unificadas O Mobile Voice System ( MVS) foi projetado para unificar os recursos do telefone fixo aos smartphones e às redes

Leia mais

OKTOR APRESENTAÇÃO DOS PRODUTOS OKTOR

OKTOR APRESENTAÇÃO DOS PRODUTOS OKTOR OKTOR APRESENTAÇÃO DOS PRODUTOS OKTOR fevereiro/2011 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 3 2 QUEM SOMOS?... 4 3 PRODUTOS... 5 3.1 SMS... 6 3.2 VOZ... 8 3.3 INFRAESTRUTURA... 12 3.4 CONSULTORIA... 14 4 SUPORTE... 14

Leia mais

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia.

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A EMPRESA A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A experiência da Future Technology nas diversas áreas de TI disponibiliza aos mercados público

Leia mais

Série SV8000 UNIVERGE 360. UNIVERGE 360 - Unificando as Comunicações Empresariais

Série SV8000 UNIVERGE 360. UNIVERGE 360 - Unificando as Comunicações Empresariais Série SV8000 UNIVERGE 360 UNIVERGE 360 - Unificando as Comunicações Empresariais Tudo a ver com mudança E estar preparado para ela Com UNIVERGE360 você estabelece a direção. O ambiente de trabalho está

Leia mais

Serviço fone@rnp: descrição geral

Serviço fone@rnp: descrição geral Serviço fone@rnp: descrição geral Este documento descreve o serviço de Voz sobre IP da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa. RNP/REF/0347 Versão Final Sumário 1. Apresentação... 3 2. Definições... 3 3. Benefícios

Leia mais

Serviço fone@rnp: descrição da arquitetura

Serviço fone@rnp: descrição da arquitetura Serviço fone@rnp: descrição da arquitetura Maio de 2005 Esse documento descreve a arquitetura do serviço fone@rnp. RNP/REF/0343a Versão Final Sumário 1. Arquitetura... 3 1.1. Plano de numeração... 5 1.1.1.

Leia mais

Roteamento e Comutação

Roteamento e Comutação Roteamento e Comutação Design de Rede Local Design Hierárquico Este design envolve a divisão da rede em camadas discretas. Cada camada fornece funções específicas que definem sua função dentro da rede

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE TEOLOGIA APLICADA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM REDES E SEGURANÇA DE SISTEMAS TELEFONIA IP E VOIP RESUMO

INSTITUTO SUPERIOR DE TEOLOGIA APLICADA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM REDES E SEGURANÇA DE SISTEMAS TELEFONIA IP E VOIP RESUMO INSTITUTO SUPERIOR DE TEOLOGIA APLICADA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM REDES E SEGURANÇA DE SISTEMAS TELEFONIA IP E VOIP RESUMO Artigo Científico Curso de Pós-Graduação em Redes e Segurança de Sistemas Instituto

Leia mais

Revisão de Literatura

Revisão de Literatura Revisão de Literatura VoIP é um conjunto de tecnologias que usa a Internet ou as redes IP privadas para a comunicação de Voz, substituindo ou complementando os sistemas de telefonia convencionais. A telefonia

Leia mais

Telefonia IP na UFSC Experiências e Perspectivas

Telefonia IP na UFSC Experiências e Perspectivas Telefonia IP na UFSC Experiências e Perspectivas BoF VoIP Experiências de Perspectivas RNP, Rio de Janeiro, 22 Agosto 2011 Edison Melo SeTIC/UFSC PoP-SC/RNP edison.melo@ufsc.br 1 Histórico Serviço VoIP4All

Leia mais

Aplicações Multimídia Distribuídas. Aplicações Multimídia Distribuídas. Introdução. Introdução. Videoconferência. deborams@telecom.uff.br H.

Aplicações Multimídia Distribuídas. Aplicações Multimídia Distribuídas. Introdução. Introdução. Videoconferência. deborams@telecom.uff.br H. Departamento de Engenharia de Telecomunicações - UFF Aplicações Multimídia Distribuídas Aplicações Multimídia Distribuídas Videoconferência Padrão H.323 - ITU Padrão - IETF Profa. Débora Christina Muchaluat

Leia mais

H.323: Visual telephone systems and equipment for local area networks which provide a nonguaranteed

H.323: Visual telephone systems and equipment for local area networks which provide a nonguaranteed UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ H.323: Visual telephone systems and equipment for local area networks which provide a nonguaranteed quality of service Resumo para a disciplina de Processamento Digital de

Leia mais

BlackBerry Mobile Voice System

BlackBerry Mobile Voice System BlackBerry Mobile Voice System Comunicações móveis unificadas O BlackBerry Mobile Voice System (BlackBerry MVS) leva os recursos do telefone do escritório aos smartphones BlackBerry. Você pode trabalhar

Leia mais

Pedido de Esclarecimento 01 PE 12/2011

Pedido de Esclarecimento 01 PE 12/2011 Pedido de Esclarecimento 01 PE 12/2011 Questionamento 1 : 20.1.1.2 - Sistema de telefonia IP ITEM 04 - Deve ser capaz de se integrar e gerenciar os gateways para localidade remota tipo 1, 2 e 3 e a central

Leia mais

A EMPRESA SOLUÇÕES CORPORATIVAS SOLUÇÕES PARA OPERADORAS. Wholesale. Servidores SIP. Flat Fixo Brasil em CLI. IPBX Segurança e economia

A EMPRESA SOLUÇÕES CORPORATIVAS SOLUÇÕES PARA OPERADORAS. Wholesale. Servidores SIP. Flat Fixo Brasil em CLI. IPBX Segurança e economia A EMPRESA A ROTA BRASIL atua no mercado de Tecnologia nos setores de TI e Telecom, buscando sempre proporcionar às melhores e mais adequadas soluções aos seus Clientes. A nossa missão é ser a melhor aliada

Leia mais

Sua voz é essencial. As soluções de telefonia OpenScape Enterprise oferecem o poder da voz

Sua voz é essencial. As soluções de telefonia OpenScape Enterprise oferecem o poder da voz Sua voz é essencial As soluções de telefonia OpenScape Enterprise oferecem o poder da voz A voz confiável e de alta qualidade é essencial para a empresa As conversas envolvem interação em tempo real em

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VOLTA REDONDA UniFOA Curso Tecnológico de Redes de Computadores Disciplina: Redes Convergentes II Professor: José Maurício S. Pinheiro

Leia mais

O protocolo H.323 UNIP. Renê Furtado Felix. rffelix70@yahoo.com.br

O protocolo H.323 UNIP. Renê Furtado Felix. rffelix70@yahoo.com.br UNIP rffelix70@yahoo.com.br Este protocolo foi projetado com o intuito de servir redes multimídia locais com suporte a voz, vídeo e dados em redes de comutação em pacotes sem garantias de Qualidade de

Leia mais

SERVIÇO DE ANÁLISE DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES APLICABILIDADE PARA CALL-CENTERS VISÃO DA EMPRESA

SERVIÇO DE ANÁLISE DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES APLICABILIDADE PARA CALL-CENTERS VISÃO DA EMPRESA SERVIÇO DE ANÁLISE DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES APLICABILIDADE PARA CALL-CENTERS VISÃO DA EMPRESA Muitas organizações terceirizam o transporte das chamadas em seus call-centers, dependendo inteiramente

Leia mais

Introdução ao Subsistema Multimídia IP (IMS) Conceitos básicos de IMS e terminologia

Introdução ao Subsistema Multimídia IP (IMS) Conceitos básicos de IMS e terminologia Introdução ao Subsistema Multimídia IP (IMS) Conceitos básicos de IMS e terminologia Introdução Formalmente, o IP Multimedia Subsystem (IMS) é definido como:... um novo 'domínio' principal da rede (ou

Leia mais

A CONVERGÊNCIA DE DADOS E VOZ NA PRÓXIMA GERAÇÃO DE REDES. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com

A CONVERGÊNCIA DE DADOS E VOZ NA PRÓXIMA GERAÇÃO DE REDES. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com A CONVERGÊNCIA DE DADOS E VOZ NA PRÓXIMA GERAÇÃO DE REDES Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com Introdução A convergência, atualmente um dos temas mais discutidos na indústria de redes,

Leia mais

Soluções de comunicação integrada para telefonia TDM e IP

Soluções de comunicação integrada para telefonia TDM e IP SOPHO is3000 Soluções de comunicação integrada para telefonia TDM e IP Benefícios Soluções de comunicação híbrida para telefonia TDM e IP Convergência de voz e dados em uma plataforma de alto desempenho

Leia mais

Roteamento e Comutação

Roteamento e Comutação Roteamento e Comutação Uma estação é considerada parte de uma LAN se pertencer fisicamente a ela. O critério de participação é geográfico. Quando precisamos de uma conexão virtual entre duas estações que

Leia mais

Introdução à voz sobre IP e Asterisk

Introdução à voz sobre IP e Asterisk Introdução à voz sobre IP e Asterisk José Alexandre Ferreira jaf@saude.al.gov.br Coordenador Setorial de Gestão da Informática CSGI Secretaria do Estado da Saúde SES/AL (82) 3315.1101 / 1128 / 4122 Sumário

Leia mais

ACCESSNET -T IP Técnica do sistema TETRA da Hytera. www.hytera.de

ACCESSNET -T IP Técnica do sistema TETRA da Hytera. www.hytera.de Técnica do sistema TETRA da Hytera é a solução abrangente e eficiente para todas as aplicações em transmissão móvel profissional. www.hytera.de Num piscar de olhos Para comunicação TETRA profissional TETRA

Leia mais

BlackBerry Mobile Voice System Versão: 5.0 Service pack: 1. Visão geral técnica e dos recursos

BlackBerry Mobile Voice System Versão: 5.0 Service pack: 1. Visão geral técnica e dos recursos BlackBerry Mobile Voice System Versão: 5.0 Service pack: 1 Visão geral técnica e dos recursos SWD-1031491-1025120324-012 Conteúdo 1 Visão geral... 3 2 Recursos... 4 Recursos para gerenciar contas de usuário

Leia mais

REDES CONVERGENTES PROFESSOR: MARCOS A. A. GONDIM

REDES CONVERGENTES PROFESSOR: MARCOS A. A. GONDIM REDES CONVERGENTES PROFESSOR: MARCOS A. A. GONDIM Roteiro Introdução a Redes Convergentes. Camadas de uma rede convergente. Desafios na implementação de redes convergentes. Introdução a Redes Convergentes.

Leia mais

VoIP. Redes de Longa Distância Prof. Walter Cunha

VoIP. Redes de Longa Distância Prof. Walter Cunha Redes de Longa Distância Prof. Walter Cunha As principais tecnologias de Voz sobre Rede de dados: Voz sobre Frame Relay Voz sobre ATM Voz sobre IP VoIP sobre MPLS VoIP consiste no uso das redes de dados

Leia mais

Soluções convergentes para redes de voz, estratégias de migração e seus impactos nas empresas

Soluções convergentes para redes de voz, estratégias de migração e seus impactos nas empresas Soluções convergentes para redes de voz, estratégias de migração e seus impactos nas empresas, Carlos Alberto Malcher Bastos, Marcos Tadeu von Lutzow Vidal, Milton Martins Flores Quem somos? Laboratório

Leia mais

Figura 1: Como um PABX IP se integra na Rede. PSTN, em português, é Rede de Telefonia Pública Comutada.

Figura 1: Como um PABX IP se integra na Rede. PSTN, em português, é Rede de Telefonia Pública Comutada. O Que é um PABX IP? Um PABX IP é um sistema completo de telefonia que fornece chamadas telefônicas em cima da redes de dados IP. Todas as conversações são enviadas como pacotes de dados sobre a rede. A

Leia mais

Introdução ao OpenVPN

Introdução ao OpenVPN OpenVPN Índice Capítulo 1: Introdução ao OpenVPN...4 1.1 O que é VPN?...6 1.2 Informações e situações de práticas de uso...6 1.1 Características do OpenVPN...7 1.2 OpenVPN x Outros pacotes VPN...8 Capítulo

Leia mais

Soluções em roteamento de voz

Soluções em roteamento de voz Soluções em roteamento de voz Solução completa para roteamento de voz Estabelecida em 1994 Matrai Tecnologia e Sistemas é uma empresa especializada no desenvolvimento e integração de sistemas para telecomunicações.

Leia mais

EXIN Cloud Computing Fundamentos

EXIN Cloud Computing Fundamentos Exame Simulado EXIN Cloud Computing Fundamentos Edição Maio 2013 Copyright 2013 EXIN Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser publicado, reproduzido, copiado ou armazenada

Leia mais

CONVERGÊNCIA, VOIP E TRIBUTAÇÃO. Por Leonardo Mussi da Silva

CONVERGÊNCIA, VOIP E TRIBUTAÇÃO. Por Leonardo Mussi da Silva CONVERGÊNCIA, VOIP E TRIBUTAÇÃO Por Leonardo Mussi da Silva Evolução do sistema telefônico como tudo começou 1875 Alexander Graham Bell e Thomas Watson, em projeto dedicado a telegrafia, se depararam com

Leia mais

REDES VIRTUAIS PRIVADAS

REDES VIRTUAIS PRIVADAS REDES VIRTUAIS PRIVADAS VPN Universidade Católica do Salvador Curso de Bacharelado em Informática Disciplina: Redes de Computadores Professor: Marco Antônio Câmara Aluna: Patricia Abreu Página 1 de 10

Leia mais

REDES ESAF. leitejuniorbr@yahoo.com.br 1 Redes - ESAF

REDES ESAF. leitejuniorbr@yahoo.com.br 1 Redes - ESAF REDES ESAF 01 - (ESAF - Auditor-Fiscal da Previdência Social - AFPS - 2002) Um protocolo é um conjunto de regras e convenções precisamente definidas que possibilitam a comunicação através de uma rede.

Leia mais

Folha de Especificações ASTRO 25 Core

Folha de Especificações ASTRO 25 Core CONFIGURAÇÕES FLEXÍVEIS E ESCALÁVEIS ASTRO 25 CORE Um pequeno povoado ou uma grande cidade um único departamento ou vários órgãos seu sistema de rádio deve adaptar-se às suas necessidades e ao seu orçamento.

Leia mais

ESTUDO DE VIABILIDADE, PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE UMA REDE VPN (VIRTUAL PRIVATE NETWORK)

ESTUDO DE VIABILIDADE, PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE UMA REDE VPN (VIRTUAL PRIVATE NETWORK) ESTUDO DE VIABILIDADE, PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE UMA REDE VPN (VIRTUAL PRIVATE NETWORK) 1. VPN Segundo TANENBAUM (2003), VPNs (Virtual Private Networks) são redes sobrepostas às redes públicas, mas com

Leia mais

Redes de Computadores II INF-3A

Redes de Computadores II INF-3A Redes de Computadores II INF-3A 1 ROTEAMENTO 2 Papel do roteador em uma rede de computadores O Roteador é o responsável por encontrar um caminho entre a rede onde está o computador que enviou os dados

Leia mais

USO DO ASTERISK COMO FERRAMENTA DE AUXÍLIO NO ENSINO PRÁTICO DE TELEFONIA

USO DO ASTERISK COMO FERRAMENTA DE AUXÍLIO NO ENSINO PRÁTICO DE TELEFONIA USO DO ASTERISK COMO FERRAMENTA DE AUXÍLIO NO ENSINO PRÁTICO DE TELEFONIA Caio Fernandes Gabi cfgabi@hotmail.com Intituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba IFPB Av. 1º de Maio, nº. 720,

Leia mais

SOFTWARE CISCO IOS: POSSIBILITANDO SOLUÇÕES PARA INDÚSTRIA COM REDES INTELIGENTES

SOFTWARE CISCO IOS: POSSIBILITANDO SOLUÇÕES PARA INDÚSTRIA COM REDES INTELIGENTES SOFTWARE CISCO IOS: POSSIBILITANDO SOLUÇÕES PARA INDÚSTRIA COM REDES INTELIGENTES DIVISÃO DE TECNOLOGIAS DA INTERNET 1 Desafios Atuais do Setor de Manufatura Cisco IOS SOFTWARE MANUFACTURNG DESPESAS OPER.

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação I

Administração de Sistemas de Informação I Administração de Sistemas de Informação I Prof. Farinha Aula 03 Telecomunicações Sistemas de Telecomunicações 1 Sistemas de Telecomunicações Consiste de Hardware e Software transmitindo informação (texto,

Leia mais

Soluções Corporativas usando VoIP. Este tutorial apresenta algumas das soluções corporativas de comunicação de Voz baseadas em VoIP.

Soluções Corporativas usando VoIP. Este tutorial apresenta algumas das soluções corporativas de comunicação de Voz baseadas em VoIP. Soluções Corporativas usando VoIP Este tutorial apresenta algumas das soluções corporativas de comunicação de Voz baseadas em VoIP. Huber Bernal Filho Engenheiro de Teleco (MAUÁ 79), tendo atuado nas áreas

Leia mais

Telecomunicações, Internet e tecnologia sem fio. slide 1

Telecomunicações, Internet e tecnologia sem fio. slide 1 Telecomunicações, Internet e tecnologia sem fio slide 1 Objetivos de estudo Quais os principais componentes das redes de telecomunicações e quais as principais tecnologias de rede? Quais os principais

Leia mais

Painel IV Aspectos Jurídicos de VoIP. Prof. Dr. Cláudio R. M. Silva

Painel IV Aspectos Jurídicos de VoIP. Prof. Dr. Cláudio R. M. Silva Painel IV Aspectos Jurídicos de VoIP Prof. Dr. Cláudio R. M. Silva 1 Participantes * Cláudio Rodrigues Muniz da Silva DCO / UFRN; * Fabiano André de Sousa Mendonça DPUB / UFRN; * Lívio Peixoto do Nascimento

Leia mais

Anderson L. S. Moreira

Anderson L. S. Moreira Tecnologia da Informação Aula 9 Telecomunicações e Rede Interconectando a Empresa Anderson L. S. Moreira anderson.moreira@ifpe.edu.br Instituto Federal de Pernambuco Recife PE Esta apresentação está sob

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VOLTA REDONDA UniFOA Curso Tecnológico de Redes de Computadores Disciplina: Redes Convergentes II Professor: José Maurício S. Pinheiro

Leia mais

IFB INSTITUTO FEDERAL DE BRASÍLIA TECNOLOGIA VOIP. Nome: Nilson Barros Oliveira Sergio Lopes Turma: Técnico de informática 3 Módulo

IFB INSTITUTO FEDERAL DE BRASÍLIA TECNOLOGIA VOIP. Nome: Nilson Barros Oliveira Sergio Lopes Turma: Técnico de informática 3 Módulo IFB INSTITUTO FEDERAL DE BRASÍLIA TECNOLOGIA VOIP Nome: Nilson Barros Oliveira Sergio Lopes Turma: Técnico de informática 3 Módulo Brasília, 09 de Maio de 2012 Tecnologia Voip VoIP (Voice over Internet

Leia mais

Projeto de Redes Top-Down

Projeto de Redes Top-Down Projeto de Redes Top-Down Referência: Slides extraídos (material de apoio) do livro Top-Down Network Design (2nd Edition), Priscilla Oppenheimer, Cisco Press, 2010. http://www.topdownbook.com/ Alterações

Leia mais

A Sothis é uma empresa provedora de voz e dados com suporte a gestão de economia. para sua empresa. Através da Tecnologia de IP, dispomos de soluções

A Sothis é uma empresa provedora de voz e dados com suporte a gestão de economia. para sua empresa. Através da Tecnologia de IP, dispomos de soluções C O M U N I C A Ç Ã O D I G I T A L A Sothis é uma empresa provedora de voz e dados com suporte a gestão de economia para sua empresa. Através da Tecnologia de IP, dispomos de soluções para o trafego de

Leia mais

ESCLARECIMENTO I EDITAL DE PREGÃO PRESENCIAL Nº. 157/2015

ESCLARECIMENTO I EDITAL DE PREGÃO PRESENCIAL Nº. 157/2015 ESCLARECIMENTO I EDITAL DE PREGÃO PRESENCIAL Nº. 157/2015 O SESI/SENAI-PR, através de sua Comissão de Licitação, torna público o ESCLARECIMENTO referente ao edital de licitação acima relacionado, conforme

Leia mais

Unidade 1. Conceitos Básicos

Unidade 1. Conceitos Básicos Unidade 1 Conceitos Básicos 11 U1 - Conceitos Básicos Comunicação Protocolo Definição de rede Rede Internet 12 Comunicação de dados Comunicação de dados comunicação de informação em estado binário entre

Leia mais

Telecomunicações. Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br

Telecomunicações. Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br Telecomunicações Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br Rede de Telefonia Fixa Telefonia pode ser considerada a área do conhecimento que trata da transmissão de voz através de uma rede de telecomunicações.

Leia mais

Fidelize sua operadora e tenha reduções imediatas

Fidelize sua operadora e tenha reduções imediatas Gateway E1-SIP µtech Gateway E1-SIP: a evolução ao seu alcance O conhecido dispositivo para interconexão de redes IP com a rede de telefonia comutada evoluiu. Além de proporcionar a integração de redes

Leia mais

LIGUE TELECOM SOLUÇÕES INOVADORAS PARA QUEM BUSCA COMUNICAÇÃO SEM LIMITES.

LIGUE TELECOM SOLUÇÕES INOVADORAS PARA QUEM BUSCA COMUNICAÇÃO SEM LIMITES. v8.art.br LIGUE TELECOM SOLUÇÕES INOVADORAS PARA QUEM BUSCA COMUNICAÇÃO SEM LIMITES. www.liguetelecom.com.br 0800 888 6700 VOIP FIXO INTERNET LIGUE TELECOM SOLUÇÕES INOVADORAS PARA QUEM BUSCA COMUNICAÇÃO

Leia mais

Este tutorial apresenta conceitos e recomendações para o planejamento de uma rede multi-serviço.

Este tutorial apresenta conceitos e recomendações para o planejamento de uma rede multi-serviço. O que se deve considerar no planejamento de uma rede multi-serviço? Este tutorial apresenta conceitos e recomendações para o planejamento de uma rede multi-serviço. Jorge Moreira de Souza Doutor em Informática

Leia mais

INFORME PORQUE TELEFÓNIA EM NUVEM?

INFORME PORQUE TELEFÓNIA EM NUVEM? INFORME PORQUE TELEFÓNIA EM NUVEM? Porque a Voz na Nuvem? 2 Índice Introdução... 3 Baixo Custo... 4 REQUISITOS MÍNIMOS DE CAPITAL... 4 EQUIPAMENTOS GENÉRICOS... 4 UTILIZAÇÃO DE MAIORES RECURSOS... 4 DESPESAS

Leia mais

Interconexão de redes locais. Repetidores. Pontes (Bridges) Hubs. Pontes (Bridges) Pontes (Bridges) Existência de diferentes padrões de rede

Interconexão de redes locais. Repetidores. Pontes (Bridges) Hubs. Pontes (Bridges) Pontes (Bridges) Existência de diferentes padrões de rede Interconexão de redes locais Existência de diferentes padrões de rede necessidade de conectá-los Interconexão pode ocorrer em diferentes âmbitos LAN-LAN LAN: gerente de um determinado setor de uma empresa

Leia mais

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL. Curso Técnico em Informática

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL. Curso Técnico em Informática SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL Curso Técnico em Informática Estrutura de Endereçamento IP e Mascara de Subrede Endereçamento IP e Classes Autoridade para Atribuição de Números da Internet http://www.iana.org/

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO FÓRUM TÉCNICO CONSULTIVO TELEFONIA IP Carlos José Rosa Coletti AI Reitoria Lazaro Geraldo Calestini Rio Claro Tatiana Pinheiro de Brito IA São Paulo Valmir Dotta FCLAr - CSTI Walter Matheos Junior IFT

Leia mais

Características de Firewalls

Características de Firewalls Firewall Firewall é um sistema de proteção de redes internas contra acessos não autorizados originados de uma rede não confiável (Internet), ao mesmo tempo que permite o acesso controlado da rede interna

Leia mais

EMBRATEL WHITE PAPER

EMBRATEL WHITE PAPER EMBRATEL WHITE PAPER CARRIER ETHERNET Neste artigo, a Embratel destaca a história, arquitetura, princípios e serviços que a solução de Carrier Ethernet possui. A tecnologia Ethernet foi concebida na década

Leia mais

INFRA-ESTRUTURA COMUM PARA PROVEDORES DE SERVIÇOS E EMPRESAS. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com

INFRA-ESTRUTURA COMUM PARA PROVEDORES DE SERVIÇOS E EMPRESAS. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com INFRA-ESTRUTURA COMUM PARA PROVEDORES DE SERVIÇOS E EMPRESAS Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com No passado, os provedores de serviços de telecomunicações projetavam, implementavam e operavam

Leia mais

Abra o software de programação. Clique na opção VOIP, depois opção configuração conforme as imagens:

Abra o software de programação. Clique na opção VOIP, depois opção configuração conforme as imagens: Caro cliente, atendendo a sua solicitação de auxílio no processo de configuração da placa VoIP na central Impacta, segue um passo-a-passo para ajudar a visualização. Abra o software de programação. Clique

Leia mais

Este tutorial apresenta os conceitos básicos da Telefonia IP, suas características e aplicações.

Este tutorial apresenta os conceitos básicos da Telefonia IP, suas características e aplicações. Telefonia IP Este tutorial apresenta os conceitos básicos da Telefonia IP, suas características e aplicações. (Versão revista e atualizada do tutorial original publicado em 19/05/2003). Huber Bernal Filho

Leia mais

ALGUNS CONCEITOS. Rede de Computadores

ALGUNS CONCEITOS. Rede de Computadores ALGUNS CONCEITOS Rede de Computadores Prof. Airton Ribeiro de Sousa E-mail: airton.ribeiros@gmail.com 1 OBJETIVO 1. Compartilhar recursos computacionais disponíveis sem considerar a localização física

Leia mais

Telecomunicações e Redes. Objetivos do Capítulo

Telecomunicações e Redes. Objetivos do Capítulo Objetivos do Capítulo Identificar as principais tendências e avanços nas indústrias, tecnologias e aplicações de telecomunicações e da Internet nas empresas. Fornecer exemplos do valor comercial de aplicativos

Leia mais

UNIDADE II. Fonte: SGC Estácio e Marco Filippetti

UNIDADE II. Fonte: SGC Estácio e Marco Filippetti UNIDADE II Metro Ethernet Fonte: SGC Estácio e Marco Filippetti Metro Ethernet é um modo de utilizar redes Ethernet em áreas Metropolitanas e geograficamente distribuídas. Esse conceito surgiu pois, de

Leia mais

CENÁRIO ATUAL DA UTILIZAÇÃO DOS SOFTWARES DE VOIP

CENÁRIO ATUAL DA UTILIZAÇÃO DOS SOFTWARES DE VOIP CENÁRIO ATUAL DA UTILIZAÇÃO DOS SOFTWARES DE VOIP CRUZ, Alexander Junio Felipe da (1); SANTOS, Danilo Fernandes dos (1); ARAÚJO, Diego Castell Vieira de (1); ARAÚJO, Fábio Edson Rabelo de (1); SANTOS,

Leia mais

Introdução. Disciplina: Suporte Remoto Prof. Etelvira Leite

Introdução. Disciplina: Suporte Remoto Prof. Etelvira Leite Introdução Disciplina: Suporte Remoto Prof. Etelvira Leite Os Benefícios do Trabalho Remoto O mundo assiste hoje à integração e à implementação de novos meios que permitem uma maior rapidez e eficácia

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES II. Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br

REDES DE COMPUTADORES II. Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br REDES DE COMPUTADORES II Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br Surgiu final década de 1980 Tecnologia de comutação em infraestrutura redes RDSI-FL(B-ISDN) Recomendação I.121 da ITU-T(1988)

Leia mais

F n u d n a d ment n os o Vo V I o P Introdução

F n u d n a d ment n os o Vo V I o P Introdução Tecnologia em Redes de Computadores Fundamentos de VoIP Professor: André Sobral e-mail: alsobral@gmail.com Introdução VoIP (Voice over Internet Protocol) A tecnologia VoIP vem sendo largamente utilizada

Leia mais

A economia em nuvem da AWS em comparação com o da infraestrutura de TI proprietária

A economia em nuvem da AWS em comparação com o da infraestrutura de TI proprietária A economia em nuvem da AWS em comparação com o da infraestrutura de TI proprietária Publicação: 7 de dezembro de 2009 A Amazon Web Services (AWS) oferece a empresas de todos os tamanhos serviços de rede

Leia mais

Uso de Virtual Lan (VLAN) para a disponibilidade em uma Rede de Campus

Uso de Virtual Lan (VLAN) para a disponibilidade em uma Rede de Campus Uso de Virtual Lan (VLAN) para a disponibilidade em uma Rede de Campus Edson Rodrigues da Silva Júnior. Curso de Redes e Segurança de Sistemas Pontifícia Universidade Católica do Paraná Curitiba, Fevereiro

Leia mais

Manual básico de configuração. ATA (Adaptador de Terminal Analógico) Modelo Linksys PAP2T

Manual básico de configuração. ATA (Adaptador de Terminal Analógico) Modelo Linksys PAP2T Manual básico de configuração ATA (Adaptador de Terminal Analógico) Modelo Linksys PAP2T Índice 1 Objetivo deste documento... 3 2 Entendendo o que é um ATA... 3 3 Quando utilizar o ATA... 4 4 Requisitos

Leia mais

Intelbras GKM 2210T. 1. Instalação

Intelbras GKM 2210T. 1. Instalação 1 Intelbras GKM 2210T 1. Instalação 1º Conecte a fonte de alimentação na entrada PWR, o LED Power acenderá; 2º Conecte a porta WAN do GKM 2210 T ao seu acesso à internet (porta ethernet do modem). O LED

Leia mais

CONTACT CENTER IP/SIP MANUAL DE MELHORES PRÁTICAS ELEVE O SEU ATENDIMENTO AO CLIENTE PARA ALÉM DO CONTACT CENTER E MELHORE OS NÍVEIS DE SATISFAÇÃO

CONTACT CENTER IP/SIP MANUAL DE MELHORES PRÁTICAS ELEVE O SEU ATENDIMENTO AO CLIENTE PARA ALÉM DO CONTACT CENTER E MELHORE OS NÍVEIS DE SATISFAÇÃO CONTACT CENTER IP/SIP MANUAL DE MELHORES PRÁTICAS ELEVE O SEU ATENDIMENTO AO CLIENTE PARA ALÉM DO CONTACT CENTER E MELHORE OS NÍVEIS DE SATISFAÇÃO ÍNDICE Introdução:...1 Desafio da Empresa...2 Melhores

Leia mais

VIRTUAIS PRIVADAS. Pedro Celestino Mestre em Engenharia Mecânica Professor do CEFET-SP. Luiz Octávio Mattos dos Reis. Professor da UNITAU

VIRTUAIS PRIVADAS. Pedro Celestino Mestre em Engenharia Mecânica Professor do CEFET-SP. Luiz Octávio Mattos dos Reis. Professor da UNITAU REDES VIRTUAIS PRIVADAS Pedro Celestino Mestre em Engenharia Mecânica Professor do CEFET-SP Luiz Octávio Mattos dos Reis Doutor em Engenharia Professor da UNITAU Mecânica Com as redes de computadores,

Leia mais

Este tutorial apresenta os conceitos básicos da Telefonia IP, suas características e aplicações.

Este tutorial apresenta os conceitos básicos da Telefonia IP, suas características e aplicações. Seção: Tutoriais Banda larga e VOIP Telefonia IP Este tutorial apresenta os conceitos básicos da Telefonia IP, suas características e aplicações. Autor: Huber Bernal Filho Engenheiro de Teleco (MAUÁ 79),

Leia mais

Atividade Capitulo 6 - GABARITO

Atividade Capitulo 6 - GABARITO Atividade Capitulo 6 - GABARITO 1. A Internet é uma força motriz subjacente aos progressos em telecomunicações, redes e outras tecnologias da informação. Você concorda ou discorda? Por quê? Por todos os

Leia mais

Soluções de Voz. Otimize os serviços de comunicações e os custos de telefônia com nossas soluções integradas de voz.

Soluções de Voz. Otimize os serviços de comunicações e os custos de telefônia com nossas soluções integradas de voz. Nossas Soluções Soluções de Voz Otimize os serviços de comunicações e os custos de telefônia com nossas soluções integradas de voz. lâmina_option_voz.indd 1 10/30/13 2:47 PM Soluções de Voz Soluções Integradas

Leia mais

PROPOSTA DE PROJETO DE PESQUISA APLICADA PARA AUXÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE TELEFONIA IP

PROPOSTA DE PROJETO DE PESQUISA APLICADA PARA AUXÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE TELEFONIA IP Ministério Público do Estado do Paraná PROPOSTA DE PROJETO DE PESQUISA APLICADA PARA AUXÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE TELEFONIA IP ALEXANDRE GOMES DE LIMA SILVA CURITIBA - PR 2012-2013 Ministério

Leia mais

Redes WAN. Prof. Walter Cunha

Redes WAN. Prof. Walter Cunha Redes WAN Conceitos Iniciais Prof. Walter Cunha Comutação por Circuito Todos os recursos necessários em todos os subsistemas de telecomunicação que conectam origem e destino, são reservados durante todo

Leia mais

MANUAL DE PREVENÇÃO E SEGURANÇA DO USUÁRIO DO PABX. PROTEJA MELHOR OS PABXS DA SUA EMPRESA CONTRA FRAUDES E EVITE PREJUÍZOS.

MANUAL DE PREVENÇÃO E SEGURANÇA DO USUÁRIO DO PABX. PROTEJA MELHOR OS PABXS DA SUA EMPRESA CONTRA FRAUDES E EVITE PREJUÍZOS. MANUAL DE PREVENÇÃO E SEGURANÇA DO USUÁRIO DO PABX. PROTEJA MELHOR OS PABXS DA SUA EMPRESA CONTRA FRAUDES E EVITE PREJUÍZOS. MANUAL DE PREVENÇÃO E SEGURANÇA DO USUÁRIO DO PABX. Caro cliente, Para reduzir

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Redes WAN de Circuitos Virtuais www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Introdução Na aula de hoje serão apresentadas duas tecnologias de redes de longa distância

Leia mais

Painel MSP. Guia da solução

Painel MSP. Guia da solução Guia da solução Painel MSP Este documento aborda o painel de serviços gerenciados Cisco Meraki, que contém recursos criados especialmente para provedores de serviços gerenciados que oferecem redes gerenciadas

Leia mais

Gerência e Administração de Redes

Gerência e Administração de Redes Gerência e Administração de Redes IFSC UNIDADE DE SÃO JOSÉ CURSO TÉCNICO SUBSEQUENTE DE TELECOMUNICAÇÕES! Prof. Tomás Grimm Agenda! Apresentação da disciplina! Introdução! Tipos de Gerência! Ferramentas

Leia mais

Construindo a rede da próxima geração: Da rede de hoje para o futuro

Construindo a rede da próxima geração: Da rede de hoje para o futuro Construindo a rede da próxima geração: Da rede de hoje para o futuro Introdução Enquanto as pessoas estão comentando sobre as redes da próxima geração (NGN) e o subsistema IP multimídia (IMS), talvez seja

Leia mais