A Tradição Islâmica I Século XVI

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A Tradição Islâmica I Século XVI"

Transcrição

1 A Tradição Islâmica I Século XVI As primeiras utilizações conhecidas do azulejo em Portugal, como revestimento monumental das paredes, foram realizadas com azulejos hispanomouriscos, importados de Sevilha a partir de início do século XVI. Desta tradição permanece em Portugal, mais do que os motivos em si, um gosto mourisco pelo excesso em revestimentos decorativos totais do espaço, espécie de horror ao vazio.

2 A Tradição Islâmica I As primeiras técnicas Corda seca Consiste em marcar o contorno dos motivos decorativos com a mistura de uma substância gorda, geralmente óleo de linhaça com manganês, evitando que as cores se misturem durante a cozedura. Aresta Consiste na aplicação do barro cru em moldes de madeira ou metal, formando arestas salientes, que isolavam as diferentes cores.

3 A Tradição Islâmica I Azulejos de repetição Módulos de padrão Padrão de 2 x 2 Sevilha, Sevilha, 1ª metade do séc. XVI 1ª metade do séc. XVI M.N.A., inv. nº 85 M.N.A., inv. nº 101

4 A Tradição Islâmica I Século XVI Azulejos, Esfera Armilar Sevilha, 1508/1509 Corda seca com esmaltes policromos Palácio Nacional de Sintra

5 A Tradição Islâmica I Azulejos de repetição Convento da Conceição, Beja Sala do Capítulo Sevilha, 1º quartel do séc. XVI

6 A Tradição IslâmicaI Azulejos de repetição Sé Velha, Coimbra Sevilha, 1º quartel do séc. XVI

7 A influência da Itália e Flandres I A técnica de Faiança Técnica de Faiança: Consistia no revestimento da chacota com vidrado estanífero, ficando a superfície preparada para se pintar directamente. Permitia a pintura rápida sobre a superfície do azulejo, aumentando exponencialmente as possibilidades de decoração. Retábulo de Nossa Senhora da Vida Atribuído a Marçal de Matos, c Museu Nacional do Azulejo, inv. nº 138

8 A influência da Itália e Flandres Século XVI Artistas italianos introduziram na Flandres o gosto maneirista e os temas da Antiguidade Clássica. Portugal importou painéis da oficinas flamengas. A fixação de ceramistas flamengos em Lisboa propiciou, a partir da segunda metade do século XVI, o início de uma produção portuguesa Cavaleiro, Antuérpia, 1558 Secção de silhar Proveniente do Paço Ducal de Vila Viçosa Oficina Den Salm, Antuérpia, 1558

9 A influência da Itália e Flandres I Século XVI Modelos de circulação internacional, oriundos de uma estética maneirista da Flandres, são utilizados por pintores de azulejo que realizam composições monumentais, feitas com saber erudito de Mestres em desenho e pintura, como Francisco e Marçal de Matos. Retábulo de Nossa Senhora da Vida Atribuído a Marçal de Matos, c MNAz, inv. nº 138

10 A influência da Itália e Flandres I Século XVI Susana e os Velhos Quinta da Bacalhôa, Azeitão Lisboa, 1565 A partir de uma gravura de Enea Vico

11 A influência da Itália e Flandres Século XVI Igreja de São Roque Lisboa Francisco de Matos, 1584

12 A influência da Itália e Flandres I Século XVI Igreja de São Roque Lisboa Francisco de Matos, 1584

13 O Século XVII I Azulejaria de padrão Enxaquetados: Entre finais do século XVI e inícios do XVII realizaram-se composições com azulejos de cor lisa que, na sua alternância, criavam malhas decorativas nas paredes. Azulejos de tapete : produzidos em grande quantidade e de fácil aplicação, utilizaram-se em módulos de repetição entre 2 x 2 e 12 x 12 azulejos, sendo este o maior padrão concebido no Mundo.

14 O Século XVII I Azulejaria de padrão Azulejos azuis/verdes e brancos combinados em composições enxadrezadas Lisboa, c Museu Nacional do Azulejo Inv. nº 329

15 O Século XVII I Azulejaria de padrão Azulejos enxaquetados Igreja de Jesus Setúbal Finais do séc. XVI

16 O Século XVII I Azulejaria de padrão Enxaquetado rico ou compósito Antigo convento da Madre de Deus Museu Nacional do Azulejo

17 O Século XVII I Azulejaria de padrão Padrão de camélia Módulos de 4 x 4 Lisboa, Museu Nacional do Azulejo, inv. nº 147

18 O Século XVII I Azulejaria de padrão Padrão com conchas Lisboa, 1ª metade do séc. XVII Museu Nacional do Azulejo, inv. nº 145

19 O Século XVII I Azulejaria de padrão Capela de Nossa Senhora de Vila Velha Fronteira c. 1648

20 O Século XVII I Azulejaria figurativa A ENCOMENDA Os azulejos figurativos eram concebidos consoante o espaço, sagrado ou civil, a que se destinavam, sendo pintados a partir de reportórios de gravuras com circulação internacional. A Igreja encomendou pequenos painéis avulsos com figuras de santos, emblemas e cenas narrativas religiosas. A Nobreza encomendou azulejos de temática profana que destinava à decoração de espaços palacianos: cenas de caça, militares, temas mitológicos e satíricos.

21 O Século XVII I Azulejaria Figurativa A gravura Visitação Lisboa, 1ª metade do séc. XVII Museu Nacional do Azulejo Inv. nº 251

22 O Século XVII I Azulejaria Figurativa A gravura Visitação Federico Barocci

23 O Século XVII I Azulejaria Figurativa A gravura Visitação Johan Sadeler I, Caça ao Leopardo 3º quartel do séc. XVII MNAz inv. nº 137

24 O Século XVII I Azulejaria Figurativa A gravura Armadilha para tigres com espelho Joannes Collaert, séc. XVI Caça ao Leopardo 3º quartel do séc. XVII MNAz inv. nº 137

25 O Século XVII Introdução I Azulejaria Figurativa Encomendas da Igreja Alegoria Eucarística Lisboa, c Museu Nacional do Azulejo Inv. nº 161

26 O Século XVII Introdução I Azulejaria Figurativa Encomendas da Igreja S. João Baptista Lisboa, 3º quartel do séc. XVII Museu Nacional do Azulejo Inv. nº 173

27 O Século XVII Introdução I Azulejaria Figurativa Encomendas da Igreja Emblema de Congregação Agostiniana Lisboa, 1º quartel do século XVII Museu Nacional do Azulejo Inv. nº 134

28 O Século XVII Introdução I Azulejaria Figurativa Encomendas da Igreja Igreja Matriz de S. Vicente, Cuba 1ª metade do séc. XVII

29 O Século XVIII Introdução I Azulejaria Figurativa Encomendas da Igreja Fuga para o Egipto Lisboa, c Museu Nacional do Azulejo Inv. nº 865

30 O Século XVIII Introdução I Azulejaria Figurativa Encomendas da Igreja Adoração dos Pastores Lisboa, c Museu Nacional do Azulejo Inv. nº 863

31 O Século XVIII Introdução I Azulejaria Figurativa Encomendas da Igreja Adoração dos Magos Lisboa, c Museu Nacional do Azulejo Inv. nº 864

32 O Século XVIII Introdução I Azulejaria Figurativa Encomendas da Igreja Jesus entre os Doutores Lisboa, c Museu Nacional do Azulejo Inv. nº 866

33 O Século XVII Introdução I Azulejaria Figurativa Encomendas da Igreja Pano de Frontal de altar Lisboa, 1º quartel do séc. XVII MNAz, inv. nº 133 Frontal de altar Lisboa, 1º quartel do séc. XVII Convento de N.ª S.ª da Esperança Alcáçovas

34 O Século XVII Introdução I Azulejaria Figurativa Encomendas da Igreja Frontal de altar com Armas Reais Convento de St.ª Teresa, Carnide 3º quartel do séc. XVII

35 O Século XVII I Azulejaria Figurativa/Ornamental Encomendas da Igreja Ermida de St.º Amaro, Lisboa Azulejos de Grotesco 3º quartel do séc. XVII

36 O Século XVII I Azulejaria Figurativa/Ornamental Encomendas da Nobreza Armas do Visconde de Vila Nova de Cerveira Azulejos de Grotesco Lisboa, c MNAz, inv. nº 263

37 O Século XVII I Azulejaria Figurativa Encomendas da Nobreza Palácio dos Marqueses de Fronteira, Jardins Lisboa, c. 1670

38 O Século XVII I Azulejaria Figurativa Encomendas da Nobreza Palácio dos Marqueses de Fronteira, Galeria das Artes Lisboa, c. 1670

39 I Azulejaria Figurativa Encomendas da Nobreza O Século XVII Introdução Palácio dos Marqueses de Fronteira Cenas Satíricas, Macacarias Lisboa, c. 1670

Azulejo Coleção do Museu de Évora

Azulejo Coleção do Museu de Évora Azulejo Coleção do Museu de Évora De facto, é a força cenográfica da arte do Azulejo, a sua disponibilidade para animar espaços arquitetónicos (vejam-se os revestimentos integrais de padronagem do século

Leia mais

A partir da década de 70 do século XVII e durante quase cinquenta anos, importaram-se dos Países Baixos conjuntos monumentais de azulejos.

A partir da década de 70 do século XVII e durante quase cinquenta anos, importaram-se dos Países Baixos conjuntos monumentais de azulejos. As importações da Holanda I O Azul e Branco A partir da década de 70 do século XVII e durante quase cinquenta anos, importaram-se dos Países Baixos conjuntos monumentais de azulejos. Concebidos por pintores

Leia mais

Introdução. à do Azulejo em Portugal. João Pedro Monteiro. 3 de Março de 2009

Introdução. à do Azulejo em Portugal. João Pedro Monteiro. 3 de Março de 2009 à História do Azulejo em Portugal 3 de Março de 2009 João Pedro Monteiro A Arte do Azulejo em Portugal Sendo a utilização do azulejo comum a outros países, ela distinguiu-se em Portugal, assumindo especial

Leia mais

A AZULEJARIA BARROCA NOS CONVENTOS DA ORDEM DO CARMO E DA ORDEM DOS CARMELITAS DESCALÇOS EM PORTUGAL

A AZULEJARIA BARROCA NOS CONVENTOS DA ORDEM DO CARMO E DA ORDEM DOS CARMELITAS DESCALÇOS EM PORTUGAL A AZULEJARIA BARROCA NOS CONVENTOS DA ORDEM DO CARMO E DA ORDEM DOS CARMELITAS DESCALÇOS EM PORTUGAL Suzana Andreia do Carmo Carrusca Tese apresentada à Universidade de Évora para obtenção do Grau de Doutor

Leia mais

A Arte do Renascimento

A Arte do Renascimento A Arte do Renascimento Estas duas pinturas têm o mesmo tema mas são muito diferentes. Porquê? Nossa Senhora e Criança (Idade Média) Nossa Senhora e Criança (Renascimento) Surgiu em Itália: Séc. XV (Quattrocento)

Leia mais

Azulejo: Originalidade do seu uso em Portugal

Azulejo: Originalidade do seu uso em Portugal A HISTÓRIA DO AZULEJO EM PORTUGAL No site www.instituto-camoes.pt existe uma interessante história sobre o azulejo em Portugal que nos parece pertinente aproveitar neste trabalho sobra a arte da azulejaria,

Leia mais

As portas do nosso passado estão no Museu de Évora Visite-nos!

As portas do nosso passado estão no Museu de Évora Visite-nos! As portas do nosso passado estão no Museu de Évora Visite-nos! O Museu de Évora, para além de oferecer as designadas «visitas clássicas» que criam pontes de contacto entre os diversos públicos que o visitam

Leia mais

O Barroco no Brasil. Capitulo 11

O Barroco no Brasil. Capitulo 11 O Barroco no Brasil Capitulo 11 O Barroco no Brasil se desenvolveu do século XVIII ao início do século XIX, época em que na Europa esse estilo já havia sido abandonado. Um só Brasil, vários Barrocos O

Leia mais

Colégio Pedro II Departamento de Desenho e Artes Visuais

Colégio Pedro II Departamento de Desenho e Artes Visuais Colégio Pedro II Departamento de Desenho e Campus São Cristóvão II Coordenador pedagógico de Disciplina: Shannon Botelho 7º ano. TURMA: NOME: nº ARTE PÁLEO-CRISTÃ OU DAS CATACUMBAS Surgiu com os primeiros

Leia mais

CASAS RELIGIOSAS DE SETÚBAL E AZEITÃO

CASAS RELIGIOSAS DE SETÚBAL E AZEITÃO LIGA DOS AMIGOS DE SETÚBAL E AZEITÃO CASAS RELIGIOSAS DE SETÚBAL E AZEITÃO COLÓQUIO 26, 27 e 28 de Novembro de 2014 Baluarte de Nossa Senhora da Conceição, Setúbal (Ex- RI 11) Avenida Luísa Todi, Baluarte

Leia mais

Locais a Visitar na Vila de Almodôvar

Locais a Visitar na Vila de Almodôvar Locais a Visitar na Vila de Almodôvar Igreja Matriz de Almodôvar A matriz é o monumento mais visitado do Concelho de Almodôvar e é dedicada a Santo Ildefonso, sendo que D. Dinis doou-a à Ordem de Santiago,

Leia mais

O presépio Ibero-americano na coleção do Museu de Arte Sacra de São Paulo: um estudo tipológico

O presépio Ibero-americano na coleção do Museu de Arte Sacra de São Paulo: um estudo tipológico O presépio Ibero-americano na coleção do Museu de Arte Sacra de São Paulo: um estudo tipológico Dr. Luciano Migliaccio* FAU / USP Doutoranda Eliana Ambrosio** UNICAMP Esta apresentação é parte de uma pesquisa

Leia mais

História da Arte - Linha do Tempo

História da Arte - Linha do Tempo História da Arte - Linha do Tempo PRÉ- HISTÓRIA (1000000 A 3600 a.c.) Primeiras manifestações artísticas. Pinturas e gravuras encontradas nas paredes das cavernas. Sangue de animais, saliva, fragmentos

Leia mais

Casa do Mundo Rural de Prados

Casa do Mundo Rural de Prados Casa do Mundo Rural de Prados A Casa do Mundo Rural de Prados, pretende retratar uma época em que a agricultura, associada à pastorícia eram as principais actividades económicas da população, praticando

Leia mais

CURRICULUM VITAE REFERÊNCIAS CONSERVAÇÃO E RESTAURO DE AZULEJOS

CURRICULUM VITAE REFERÊNCIAS CONSERVAÇÃO E RESTAURO DE AZULEJOS CURRICULUM VITAE REFERÊNCIAS CONSERVAÇÃO E RESTAURO DE AZULEJOS 2012 Diagnóstico, coordenação e execução da intervenção de inventariação e conservação e restauro do conjunto azulejar pombalino existente

Leia mais

BARROCO BRASILEIRO séc. XVIII - XIX

BARROCO BRASILEIRO séc. XVIII - XIX Campus São Cristóvão II Coordenador pedagógico de disciplina: Shannon Botelho 8º ano. TURMA: NOME: nº BARROCO BRASILEIRO séc. XVIII - XIX O barroco brasileiro desenvolve-se principalmente em Minas Gerais,

Leia mais

Proposta para a apresentação ao aluno. Apresentação Comunidade 1

Proposta para a apresentação ao aluno. Apresentação Comunidade 1 Introdução Você iniciará agora uma viagem ao mundo da História. Anote tudo que achar interessante, os patrimônios que conhece, as dúvidas que tiver e, depois, debata em sala de aula com seus colegas e

Leia mais

MUSEU DO AZULEJO APRESENTAÇÃO

MUSEU DO AZULEJO APRESENTAÇÃO MUSEU DO AZULEJO APRESENTAÇÃO O Museu Nacional do Azulejo tem por missão recolher, conservar, estudar e divulgar exemplares representativos da evolução da Cerâmica e do Azulejo em Portugal, promovendo

Leia mais

A pintura de natureza-morta (com temática de arranjos de frutas, legumes e utensílios domésticos) surgiu como um gênero mais simplório, no início do

A pintura de natureza-morta (com temática de arranjos de frutas, legumes e utensílios domésticos) surgiu como um gênero mais simplório, no início do A pintura de natureza-morta (com temática de arranjos de frutas, legumes e utensílios domésticos) surgiu como um gênero mais simplório, no início do Barroco, derivado das pinturas que representavam cenas

Leia mais

RENASCIMENTO ITALIANO

RENASCIMENTO ITALIANO ARTES / 2º ANO PROF.MÍLTON COELHO RENASCIMENTO ITALIANO Contexto histórico O termo significa reviver os ideais greco-romanos; na verdade o Renascimento foi mais amplo, pois aumentou a herança recebida

Leia mais

CONVENTO DE SANTA MARIA DE MOSTEIRÓ

CONVENTO DE SANTA MARIA DE MOSTEIRÓ CONVENTO DE SANTA MARIA DE MOSTEIRÓ Fig. 269 Localização e orientação do Convento de Santa Maria de Mosteiró. Fig. 270 - Planta do Convento de Santa Maria de Mosteiró, primeiro piso, 1980. IHRU: DGEMN/DREMN,

Leia mais

A pintura do azulejo em Portugal [1675-1725]. Autorias e biografias - um novo paradigma

A pintura do azulejo em Portugal [1675-1725]. Autorias e biografias - um novo paradigma UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE LETRAS DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA A pintura do azulejo em Portugal [1675-1725]. Autorias e biografias - um novo paradigma Anexo A Maria do Rosário Salema Cordeiro Correia

Leia mais

Escola Secundária da Ramada

Escola Secundária da Ramada Escola Secundária da Ramada Nome: Margarida Isabel dos Santos Fonseca Turma: 11ºI Número: 7 Disciplina: História da Cultura e das Artes Professora: Maria do Céu Pascoal Data: 09 de Junho de 2006 1/11 Introdução

Leia mais

PROJETO PARCERIA JOSEFA DE ÓBIDOS E A INVENÇÃO DO BARROCO PORTUGUÊS

PROJETO PARCERIA JOSEFA DE ÓBIDOS E A INVENÇÃO DO BARROCO PORTUGUÊS PROJETO PARCERIA JOSEFA DE ÓBIDOS E A INVENÇÃO DO BARROCO PORTUGUÊS Inauguração: 15 de maio Abertura ao público: 16 de maio Museu Nacional de Arte Antiga Galeria de Exposições Temporárias EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA

Leia mais

Mosteiro dos Jerónimos

Mosteiro dos Jerónimos Mosteiro dos Jerónimos Guia de visita dos 6 aos 12 anos Serviço Educativo do Mosteiro dos Jerónimos/ Torre de Belém Bem-vindo ao Mosteiro dos Jerónimos A tua visita de estudo começa logo no Exterior do

Leia mais

DIAS, Joana Isabel Lampreia de Almeida

DIAS, Joana Isabel Lampreia de Almeida INFORMAÇÃO PESSOAL Nome DIAS, Joana Isabel Lampreia de Almeida Telefone 213977426 / 964780415 Correio electrónico arterestauropinturaeescultura@gmail.com Nacionalidade Portuguesa EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

Leia mais

PORTEFÓLIO. » eventos. Museu de Lamego Largo de Camões 5100-147 Lamego

PORTEFÓLIO. » eventos. Museu de Lamego Largo de Camões 5100-147 Lamego Museu de Lamego Largo de Camões 5100-147 Lamego (+351) 254 600 230 mlamego@culturanorte.pt www.museudelamego.pt www.facebook.com/museu.de.lamego PORTEFÓLIO O Museu de Lamego...... está instalado no antigo

Leia mais

Paula Bessa Departamento de História, Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho Investigadora do CITCEM PINTURA MURAL NA ROTA DO ROMÂNICO

Paula Bessa Departamento de História, Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho Investigadora do CITCEM PINTURA MURAL NA ROTA DO ROMÂNICO Paula Bessa Departamento de História, Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho Investigadora do CITCEM PINTURA MURAL NA ROTA DO ROMÂNICO 1º CONGRESSO INTERNACIONAL DA ROTA DO ROMÂNICO Setembro

Leia mais

DAS ARTES. 1º semestre / 2012. Aula 4. Prof. a M. a Marcela Provinciatto Siscão. masiscao@hotmail.com

DAS ARTES. 1º semestre / 2012. Aula 4. Prof. a M. a Marcela Provinciatto Siscão. masiscao@hotmail.com ESTÉTICA TICA E HISTÓRIA DAS ARTES 1º semestre / 2012 Aula 4 Prof. a M. a Marcela Provinciatto Siscão masiscao@hotmail.com 1 ANTIGUIDADE OCIDENTAL ARTE ANTIGA: ROMANA 2 Roma Antiga Extensão máxima território

Leia mais

Cronologia do Mosteiro de S. Bento da Saúde

Cronologia do Mosteiro de S. Bento da Saúde Cronologia do Mosteiro de S. Bento da Saúde 1 1545 1563 Concílio de Trento. 2 1567 Fundação da Congregação de S. Bento no reino de Portugal. 3 1569 O Mosteiro beneditino de São Martinho de Tibães torna-se

Leia mais

Museu Nacional de Soares dos Reis Porto

Museu Nacional de Soares dos Reis Porto Museu Nacional de Soares dos Reis Porto 4 Museu Nacional de Soares dos Reis APRESENTAÇÃO O Museu ocupa, desde 1940, o Palácio dos Carrancas, construído nos finais do séc. XVIII para habitação e fábrica

Leia mais

Jesuítas : Arte e Ciência: o legado da Companhia de Jesus na América Latina

Jesuítas : Arte e Ciência: o legado da Companhia de Jesus na América Latina Jesuítas : Arte e Ciência: o legado da Companhia de Jesus na América Latina Simpósio Nacional : Bicentenário da Restauração da Companhia de Jesus (1814-2014) Parte II Prof. Dr. Percival Tirapeli Instituto

Leia mais

A Pintura Mural na Rota do Românico

A Pintura Mural na Rota do Românico PAINEL V Artes do Românico II A Pintura Mural na Rota do Românico PAULA BESSA Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho Na Rota do Românico encontramos um notável património de pintura mural

Leia mais

Arte Românica e Gótica. 6º Ano 2015 Artes Professor Juventino

Arte Românica e Gótica. 6º Ano 2015 Artes Professor Juventino Arte Românica e Gótica 6º Ano 2015 Artes Professor Juventino Arte Românica O estilo românico germinou, desde o final do século X até XIII. Sua denominação foi dada por arqueólogos do século XIX, quando

Leia mais

A Iconografia e o Culto dos Santos Peregrinos e Guerreiros no Alentejo Meridional

A Iconografia e o Culto dos Santos Peregrinos e Guerreiros no Alentejo Meridional A Iconografia e o Culto dos Santos Peregrinos e Guerreiros no Alentejo Meridional JoséAntónio Falcão (Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja) Santiago combatendo os Mouros

Leia mais

Cabral Moncada Leilões. LEILÃO DE PINTURA, ANTIGUIDADES, OBRAS DE ARTE, PRATAS E JÓIAS LEILÃO 102 15, 16 e 17 de Dezembro de 2008

Cabral Moncada Leilões. LEILÃO DE PINTURA, ANTIGUIDADES, OBRAS DE ARTE, PRATAS E JÓIAS LEILÃO 102 15, 16 e 17 de Dezembro de 2008 LEILÃO DE PINTURA, ANTIGUIDADES, OBRAS DE ARTE, PRATAS E JÓIAS LEILÃO 102 15, 16 e 17 de Dezembro de 2008 Pintura 452 "CENA DA PAIXÃO DE CRISTO", óleo sobre tela, moldura em madeira pintada de negro e

Leia mais

PINTURAS DE TREZENTOS ANOS DESCOBERTAS NAS PARIETAIS DA CAPELA-MOR DA IGREJA MATRIZ DE CONCEIÇÃO DO MATO DENTRO

PINTURAS DE TREZENTOS ANOS DESCOBERTAS NAS PARIETAIS DA CAPELA-MOR DA IGREJA MATRIZ DE CONCEIÇÃO DO MATO DENTRO PINTURAS DE TREZENTOS ANOS DESCOBERTAS NAS PARIETAIS DA CAPELA-MOR DA IGREJA MATRIZ DE CONCEIÇÃO DO MATO DENTRO SENRA, Dulce Azeredo (1); DIAS, Tereza (2); GODOY, Sandra (3) 1 - dulce.azeredo@gmail.com

Leia mais

Portugal. Ermida de São Jerônimo. da Graça. dos descobrimentos

Portugal. Ermida de São Jerônimo. da Graça. dos descobrimentos Alfama Miradouro da Graça Ermida de São Jerônimo Roteiro de 7 dias a partir de, passando por Sintra e pela Serra da Arrábida. Disponível durante a exposição do Museu Nacional de Arte Antiga Encompassing

Leia mais

9ª EXPOSIÇÃO PAULO MEDEIROS 23 OUT. A 26 NOV. 2014. EXPOSIÇÃO DE PINTURA à Espera da Felicidade!

9ª EXPOSIÇÃO PAULO MEDEIROS 23 OUT. A 26 NOV. 2014. EXPOSIÇÃO DE PINTURA à Espera da Felicidade! 9ª EXPOSIÇÃO PAULO MEDEIROS 23 OUT. A 26 NOV. 2014 EXPOSIÇÃO DE PINTURA à Espera da Felicidade! PAULO MEDEIROS - Moçambique - 1965 - Licenciatura em EVT. - Vive em Viseu Expõe individualmente pela primeira

Leia mais

ARTE BARROCA. História

ARTE BARROCA. História História 01 : contexto 01 : MIGUEL ÂNGELO : David 02 : BERNINI : David : Surge em Itália : Difunde-se por quase toda a Europa : Implantada noutros continentes por europeus : Séc XVII XVIII : Século XVIII

Leia mais

Museu Nacional de Arqueologia Feira de Réplicas

Museu Nacional de Arqueologia Feira de Réplicas Museu Nacional de Arqueologia Feira de Réplicas e Material Didáctico de Arqueologia 18 e 19 de Junho de 2005 Horário das 10h00 às 18h00 Objectivos Promover iniciativas de valorização e divulgação patrimonial

Leia mais

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ÁREA DE CONSTRUÇÃO

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ÁREA DE CONSTRUÇÃO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ÁREA DE CONSTRUÇÃO MATERIAIS CERÂMICOS - AZULEJOS 1. Introdução O termo azulejo é designação portuguesa, derivada do termo árabe alzulaich, ou zuléija, que significa pedra

Leia mais

I CONGRESSO INTERNACIONAL DA ROTA DO ROMÂNICO

I CONGRESSO INTERNACIONAL DA ROTA DO ROMÂNICO I CONGRESSO INTERNACIONAL DA ROTA DO ROMÂNICO 28 29 30 SETEMBRO 2011 COMUNICAÇÕES I CONGRESSO INTERNACIONAL DA ROTA DO ROMÂNICO 28 29 30 SETEMBRO 2011 COMUNICAÇÕES Ficha Técnica PROPRIEDADE Rota do Românico

Leia mais

Condições Especiais 2013. ALD Automotive

Condições Especiais 2013. ALD Automotive Condições Especiais 2013 ALD Automotive Benefícios e vantagens para aderentes e colaboradores do Cartão Fleet Card: 10% Desconto sobre a melhor tarifa disponível no site das Pousadas de Portugal www.pousadas.pt

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS Programa de Pós-Graduação em Patrimônio Histórico/Conservação de Artefatos

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS Programa de Pós-Graduação em Patrimônio Histórico/Conservação de Artefatos i UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS Programa de Pós-Graduação em Patrimônio Histórico/Conservação de Artefatos Trabalho Acadêmico REFLEXÃO SOBRE A AZULEJARIA PORTUGUESA NA CIDADE DO RIO GRANDE/RS: O CASO

Leia mais

S c e n a r i u m G a l e r i a. Exposição Azul Cobalto, Azulejos e Memórias

S c e n a r i u m G a l e r i a. Exposição Azul Cobalto, Azulejos e Memórias S c e n a r i u m G a l e r i a Exposição Azul Cobalto, Azulejos e Memórias Azul Cobalto, Azulejos e Memórias...Ladrilhos eternos, como eterno para mim é o prédio número 13 da Rua do Lavradio e sua fachada

Leia mais

Arquitetura Portuguesa: do manuelino ao barroco. Prof. Dr. Percival Tirapeli Instituto de Artes da Unesp

Arquitetura Portuguesa: do manuelino ao barroco. Prof. Dr. Percival Tirapeli Instituto de Artes da Unesp Arquitetura Portuguesa: do manuelino ao barroco Prof. Dr. Percival Tirapeli Instituto de Artes da Unesp Torre de Belém. Lisboa. 1515 TORRE DE BELÉM Encomenda de D. Manuel I no local de partida das naus

Leia mais

HUMANISMO 1434-1527. Gil Vicente

HUMANISMO 1434-1527. Gil Vicente HUMANISMO 1434-1527 Gil Vicente HUMANISMO É UMA ÉPOCA DE TRANSIÇÃO DA IDADE MÉDIA PARA O RENASCIMENTO. CONTEXTO HISTÓRICO (SEGUNDA METADE DO SÉCULO XIV) FEUDALISMO ENTRA EM DECLÍNIO CRESCIMENTO DO COMÉRCIO

Leia mais

Fig. 189 Sé de Elvas, fachada lateral poente em 1942, IHRU/DGEMN, Sistema de Informação, Fontes Documentais, Fotografias e Desenhos, Sé de Elvas/Igreja de Nossa Senhora da Assunção, FOTO.0178427, N.º IPA

Leia mais

neoclassicismo Arquitetura Pintura Escultura

neoclassicismo Arquitetura Pintura Escultura neoclassicismo Arquitetura Pintura Escultura A arquitectura neoclássica De acordo com os ideais iluministas, os arquitectos neoclássicos responderam às necessidades do seu tempo com originalidade e engenho,

Leia mais

Fig. 1068 - Boyer, David S., The National Geographic magazine, Portugal's Gem of the Ocean: Madeira"; 1959, vol.cvx, nº.3; Washington, D.C, p.377.

Fig. 1068 - Boyer, David S., The National Geographic magazine, Portugal's Gem of the Ocean: Madeira; 1959, vol.cvx, nº.3; Washington, D.C, p.377. Fig. 1064 Fig. 1065 Fig. 1066 Fig. 1067 Figs. 1064, 1065, 1066 e 1067 - Vista sobre os silos da Tabua, Ponta do Sol. Fotos ES. Fig. 1068 - Boyer, David S., The National Geographic magazine, Portugal's

Leia mais

CARACTERÍSTICAS GERAIS

CARACTERÍSTICAS GERAIS BARROCO BARROCO Originou-se na Itália, no século XVII e irradiouse pela Europa, adquirindo peculiaridades; Pode ser compreendido como a arte da Contra- Reforma Concílio de Trento (1545-1563); Igreja será

Leia mais

ATELIER-MUSEU JÚLIO POMAR. Em Torno do Acervo Abril a Setembro 2013 Serviço Educativo. coordenação / documentação Teresa Santos

ATELIER-MUSEU JÚLIO POMAR. Em Torno do Acervo Abril a Setembro 2013 Serviço Educativo. coordenação / documentação Teresa Santos ATELIER-MUSEU JÚLIO POMAR Em Torno do Acervo Abril a Setembro 2013 Serviço Educativo coordenação / documentação Teresa Santos O Atelier-Museu Júlio Pomar é um espaço dedicado à conservação, ao estudo e

Leia mais

PROJECTO PRINTART: SISTEMA COMPUTACIONAL PARA APOIO AO ESTUDO DA AZULEJARIA PORTUGUESA

PROJECTO PRINTART: SISTEMA COMPUTACIONAL PARA APOIO AO ESTUDO DA AZULEJARIA PORTUGUESA PROJECTO PRINTART: SISTEMA COMPUTACIONAL PARA APOIO AO ESTUDO DA AZULEJARIA PORTUGUESA Duarte Lázaro Gustavo Carneiro Instituto de Sistemas e Robótica Instituto Superior Técnico Lisboa, Portugal ABSTRACT

Leia mais

Renascimento, Principais Representantes e Análise de Obras

Renascimento, Principais Representantes e Análise de Obras Renascimento, Principais Representantes e Análise de Obras Pedro Tadeu Schimidt Mantovani, 32 Maio, 2013 Introdução Ao Renascimento Surgido durante os séculos XV e XVI, o Renascimento Cultural tem, como

Leia mais

PAPA LÉGUAS. Distrito. Portalegre INTRODUÇÃO

PAPA LÉGUAS. Distrito. Portalegre INTRODUÇÃO PAPA LÉGUAS Distrito INTRODUÇÃO Este Diário de Viagem em Autocaravana é uma pequena contribuição para um Turismo Itinerante pelo Distrito de. Promover os sítios mais relevantes e sugerir locais para almoçar,

Leia mais

- Transição da Idade Média para Idade Moderna

- Transição da Idade Média para Idade Moderna Renascimento - Transição da Idade Média para Idade Moderna - Movimento que começou na Itália por volta do século XV devido ao grande desenvolvimento econômico das cidades italianas (Genova, Veneza, Milão,

Leia mais

Museu de Artes Decorativas Portuguesas Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva Lisboa

Museu de Artes Decorativas Portuguesas Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva Lisboa Museu de Artes Decorativas Portuguesas Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva Lisboa 18 Museu de Artes Decorativas Portuguesas Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva APRESENTAÇÃO Instalado no Palácio

Leia mais

Separata do Guia Técnico Monumentos e Museus de Portugal, 2009. Palácio Nacional da Ajuda Lisboa

Separata do Guia Técnico Monumentos e Museus de Portugal, 2009. Palácio Nacional da Ajuda Lisboa Separata do Guia Técnico Monumentos e Museus de Portugal, 2009 Palácio Nacional da Ajuda Lisboa Palácio Nacional da Ajuda APRESENTAÇÃO O Real Paço de Nossa Senhora da Ajuda, iniciado em 1796, veio substituir

Leia mais

EXERCÍCIOS SOBRE RENASCIMENTO

EXERCÍCIOS SOBRE RENASCIMENTO EXERCÍCIOS SOBRE RENASCIMENTO TEXTO O termo Renascimento é comumente aplicado à civilização européia que se desenvolveu entre 1300 e 1650. Além de reviver a antiga cultura greco-romana, ocorreram nesse

Leia mais

RARIDADES BIBLIOGRÁFICAS

RARIDADES BIBLIOGRÁFICAS RARIDADES BIBLIOGRÁFICAS As obras abaixo indicadas podem ser adquiridas e enviadas contra reembolso, após encomenda para palacio.vilavicosa@fcbraganca.pt ou Fax 268 989 808 ABRANTES, Ventura Ledesma, 1883-1956

Leia mais

MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA

MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA Refere-se a presente Memória Descritiva e Justificativa ao Projecto de Arquitectura relativo á obra de Construção do Quartel/Sede da Associação Humanitária dos Bombeiros

Leia mais

RENASCIMENTO E HUMANISMO Profª Erô Cirqueira

RENASCIMENTO E HUMANISMO Profª Erô Cirqueira RENASCIMENTO E HUMANISMO Profª Erô Cirqueira Definição: Movimento científico e científico ocorrido na Europa durante a transição entre as idades Média e Moderna. Fatores: A expansão marítima e o renascimento

Leia mais

Convento de Cristo Tomar

Convento de Cristo Tomar Convento de Cristo Tomar 8 Convento de Cristo APRESENTAÇÃO O Convento de Cristo forma, com o Castelo Templário de Tomar fundado por Gualdim Pais (1118-1195), Mestre da Ordem do Templo em Portugal, um

Leia mais

A Vila. Na vila de Barrancos

A Vila. Na vila de Barrancos Locais a visitar A Vila Na vila de Barrancos podem ainda encontrar-se belos exemplares do típico casario alentejano, de arquitectura popular: casas caiadas de branco, de piso térreo, construídas em taipa,

Leia mais

Arte na antiguidade: Roma. Prof. Arlindo F. Gonçalves Jr. http://www.mural-2.com

Arte na antiguidade: Roma. Prof. Arlindo F. Gonçalves Jr. http://www.mural-2.com Arte na antiguidade: Roma Prof. Arlindo F. Gonçalves Jr. http://www.mural-2.com INFLUÊNCIAS: arte etrusca - voltada para a expressão da arte vivida (destaque para o uso de arcos e abóbadas nas construções)

Leia mais

Azulejos de padrão do século XVII. R. S. Carvalho a, A. Pais b, A. Almeida a, I. Aguiar a/b, I. Pires a, L. Marinho a, P.

Azulejos de padrão do século XVII. R. S. Carvalho a, A. Pais b, A. Almeida a, I. Aguiar a/b, I. Pires a, L. Marinho a, P. Azulejos de padrão do século XVII R. S. Carvalho a, A. Pais b, A. Almeida a, I. Aguiar a/b, I. Pires a, L. Marinho a, P. Nóbrega a a Rede Temática em Estudos de Azulejaria e Cerâmica João Miguel dos Santos

Leia mais

ISSN 2236-0719. Organização Ana Maria Tavares Cavalcanti Maria de Fátima Morethy Couto Marize Malta

ISSN 2236-0719. Organização Ana Maria Tavares Cavalcanti Maria de Fátima Morethy Couto Marize Malta ISSN 2236-0719 Organização Ana Maria Tavares Cavalcanti Maria de Fátima Morethy Couto Marize Malta Universidade Estadual de Campinas Outubro 2011 Apresentação de Mesa-Redonda - 5 Carlos Gonçalves Terra

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS DA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA

FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS DA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS DA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA DA ARTE LICENCIATURA E MESTRADO EM HISTÓRIA DA ARTE DOCENTE: PROFESSOR DOUTOR CARLOS MOURA VIAGEM A MADRID:

Leia mais

RoteiRo visita a mão afro-brasileira nas artes visuais

RoteiRo visita a mão afro-brasileira nas artes visuais Roteiro de visita A mão afro-brasileira nas Artes Visuais 1 Arte O Núcleo de Educação do Museu Afro Brasil convida você a conhecer algumas obras de seu acervo por meio de um roteiro virtual. A exposição

Leia mais

Antropocentrismo (do grego anthropos, "humano"; e kentron, "centro") é uma concepção que considera que a humanidade deve permanecer no centro do

Antropocentrismo (do grego anthropos, humano; e kentron, centro) é uma concepção que considera que a humanidade deve permanecer no centro do ARTE GÓTICA A Arte Gótica se desenvolveu na Europa entre os séculos XII e XV e foi uma das mais importantes da Idade Média, junto com a Arte Românica. Ela teve grande influencia do forte Teocentrismo (O

Leia mais

USOS E COSTUMES: LIXO DOMÉSTICO NO MUSEU DA ENERGIA DE ITU

USOS E COSTUMES: LIXO DOMÉSTICO NO MUSEU DA ENERGIA DE ITU USOS E COSTUMES: LIXO DOMÉSTICO NO MUSEU DA ENERGIA DE ITU O jantar no Brasil, de Jean Baptiste Debret Com este material de apoio é possível entender como os fragmentos arqueológicos nos ajudam a decifrar

Leia mais

In A Minha segunda Casa.Lisboa: I.P.M., 2004. Cecília de Sousa Átrio de edifício na Av. Estados Unidos da América, Lisboa 1957

In A Minha segunda Casa.Lisboa: I.P.M., 2004. Cecília de Sousa Átrio de edifício na Av. Estados Unidos da América, Lisboa 1957 In A Minha segunda Casa.Lisboa: I.P.M., 2004. Cecília de Sousa Átrio de edifício na Av. Estados Unidos da América, Lisboa 1957 Cecília de Sousa Sinfonia 1989 MNAz Cecília de Sousa Grande Disco 1999 MNAz

Leia mais

Casamento da Virgem, Matias de Arteaga- Barroco espanhol.

Casamento da Virgem, Matias de Arteaga- Barroco espanhol. Apresentação: A pintura escolhida para a leitura analítica intitula-se Casamento da Virgem, de Matias de Arteaga (1633-1703), pintor pertencente ao barroco espanhol. Entre suas obras estão Uma aparição

Leia mais

O barroco O caso Francês e o barroco no mundo

O barroco O caso Francês e o barroco no mundo O barroco O caso Francês e o barroco no mundo O caso Francês Em França, as concepções renascentistas permaneceram até mais tarde, pois houve uma grande resistência ao Barroco por parte das academias. Quando

Leia mais

CURSO DE HISTÓRIA DO AZULEJO AZULEJARIA MODERNISTA, MODERNA E CONTEMPORÂNEA. Ana Almeida

CURSO DE HISTÓRIA DO AZULEJO AZULEJARIA MODERNISTA, MODERNA E CONTEMPORÂNEA. Ana Almeida CURSO DE HISTÓRIA DO AZULEJO AZULEJARIA MODERNISTA, MODERNA E CONTEMPORÂNEA Ana Almeida Foto Thorsten Hümpel In Raúl Lino (1879-1974), Lisboa: Ed. Blau, 2003 Raul Lino Casa Montsalvat, Monte Estoril 1901

Leia mais

MANUEL CAEIRO. Hunchentoot Galerie. Berlim, Alemanha. Ponce+Robles. Madri, Espanha. LURIXS: Arte Contemporânea. Rio de Janeiro, Brasil

MANUEL CAEIRO. Hunchentoot Galerie. Berlim, Alemanha. Ponce+Robles. Madri, Espanha. LURIXS: Arte Contemporânea. Rio de Janeiro, Brasil ARTE CONTEMPORÂNEA RUA PAULO BARRETO 77, BOTAFOGO 22280-010 RIO DE JANEIRO RJ BRASIL TF +55 (21) 2541 4935 WWW.LURIXS.COM MANUEL CAEIRO Exposições individuais 2014 Achieving Shadows Hunchentoot Galerie.

Leia mais

Museu Nacional da Arte Antiga

Museu Nacional da Arte Antiga Museu Nacional da Arte Antiga Índice 1. Horários e localização: 2. Ingresso 3. História do museu 4. Informações acerca do museu 5. As 10 obras de referência do MNAA 6. Coleções 1 - Horário e Localização

Leia mais

CONVENTO DE SÃO BENTO DE ARCOS DE VALDEVEZ

CONVENTO DE SÃO BENTO DE ARCOS DE VALDEVEZ CONVENTO DE SÃO BENTO DE ARCOS DE VALDEVEZ Fig. 2 Localização e orientação da Igreja de São Bento de Arcos de Valdevez. 1 Conceição São Bento Porta para o claustro 1 Capela-mor Capelas colaterais 2 3 Grades

Leia mais

TÁCIUS FERNANDES PROFESSOR. Itália berço do Renascimento

TÁCIUS FERNANDES PROFESSOR. Itália berço do Renascimento RENASCIMENTO CULTURAL XIV e XVI TÁCIUS FERNANDES PROFESSOR Itália berço do Renascimento Renascimento Antropocentrismo Racionalismo Humanismo e individualismo Em oposição à cultura feudal, o Renascimento

Leia mais

Casas-Museu dos Médicos em Portugal

Casas-Museu dos Médicos em Portugal Casas-Museu dos Médicos em Portugal O MÉDICO QUE SÓ SABE DE MEDICINA NEM DE MEDICINA SABE Prof. Doutor Abel Salazar AUGUSTO MOUTINHO BORGES, CLEPUL, Academia Portuguesa da História Apresentação Após a

Leia mais

ARTES: A TRANSIÇÃO DO SÉCULO XVIII PARA O SÉCULO XIX

ARTES: A TRANSIÇÃO DO SÉCULO XVIII PARA O SÉCULO XIX ARTES: A TRANSIÇÃO DO SÉCULO XVIII PARA O SÉCULO XIX Neoclassicismo ou Academicismo: * Últimas décadas do século XVIII e primeiras do XIX; * Retoma os princípios da arte da Antiguidade grecoromana; * A

Leia mais

PORTUGAL. 1º. DIA -Lisboa. 2º. Dia - Sintra, Cascais e Estoril

PORTUGAL. 1º. DIA -Lisboa. 2º. Dia - Sintra, Cascais e Estoril PORTUGAL 1º. DIA -Lisboa Saída do Hotel para visita da cidade de Lisboa. Visitaremos o centro da cidade como Praça do Rossio, Avenida da Liberdade, Praça do Marquês de Pombal, Parque Eduardo VII. Colina

Leia mais

MUSEUS Casa Fernando Pessoa Casa Museu João da Silva Casa Museu Dr. Anastácio Gonçalves Centro de Arte Moderna Convento dos Cardaes Museu Antoniano

MUSEUS Casa Fernando Pessoa Casa Museu João da Silva Casa Museu Dr. Anastácio Gonçalves Centro de Arte Moderna Convento dos Cardaes Museu Antoniano Casa Fernando Pessoa Salas de exposições, visionamentos, conferências, colóquios e gabinetes de estudos Pessoanos. Biblioteca de poesia. Acesso a micro-filmes sobre temas necessários para os estudos. Aberto:

Leia mais

NEJAD EXAME SUPLETIVO 2016 ENSINO FUNDAMENTAL DISCIPLINA DE ARTE

NEJAD EXAME SUPLETIVO 2016 ENSINO FUNDAMENTAL DISCIPLINA DE ARTE NEJAD EXAME SUPLETIVO 2016 ENSINO FUNDAMENTAL DISCIPLINA DE ARTE ARTE RUPESTRE Arte rupestre é o nome da mais antiga representação artística da história do homem. Os mais antigos indícios dessa arte são

Leia mais

O ranking elaborado pela Renascença tem por base dados divulgados pelo Ministério da Educação e tratados pelo jornal Público.

O ranking elaborado pela Renascença tem por base dados divulgados pelo Ministério da Educação e tratados pelo jornal Público. O ranking elaborado pela Renascença tem por base dados divulgados pelo Ministério da Educação e tratados pelo jornal Público. Para o ensino básico foram tidos em conta as escolas com mais de 100 provas

Leia mais

Arte Cristã Primitiva

Arte Cristã Primitiva Arte Cristã Primitiva 1º Ano 1º Bimestre 2015 A clandestinidade Dois Momentos 1º - Clandestino e perseguidos pelos romanos 2 - Aceitação da religião cristã Os primeiros cristãos de origem humilde, reuniam-se

Leia mais

Programa. 20 fevereiro. 9h30-10h00 Receção aos participantes. 10h00-10h30 Sessão de abertura e boas-vindas aos participantes

Programa. 20 fevereiro. 9h30-10h00 Receção aos participantes. 10h00-10h30 Sessão de abertura e boas-vindas aos participantes BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL Auditório Programa 20 fevereiro 9h30-10h00 Receção aos participantes 10h00-10h30 Sessão de abertura e boas-vindas aos participantes 10h30-10h45 Madalena Costa Lima (Artis-IHA/FLUL)

Leia mais

Festas Religiosas 2015

Festas Religiosas 2015 Festas Religiosas 205 Religious Festivities 205 Mês/Month Dia/Day Local/Location Festa/Festivity P. Delgada Bom Jesus Santa Cruz São Salvador Câmara de Lobos, Sta Cecília Capela S.João Sagrada Família

Leia mais

ARTE NA PRÉ-HISTÓRIA HISTÓRIA DA ARTE. Colégio Einstein. A evolução do conhecimento. Aluno (a): 9º ano: A [ ] B [ ] Professor: Lucas Salomão

ARTE NA PRÉ-HISTÓRIA HISTÓRIA DA ARTE. Colégio Einstein. A evolução do conhecimento. Aluno (a): 9º ano: A [ ] B [ ] Professor: Lucas Salomão HISTÓRIA DA ARTE Aluno (a): Professor: Lucas Salomão Data: / /2015 9º ano: A [ ] B [ ] ARTE NA PRÉ-HISTÓRIA Há milhares de anos os povos antigos já se manifestavam artisticamente. Embora ainda não conhecessem

Leia mais

ARTE NO EGITO ANTIGO

ARTE NO EGITO ANTIGO ARTE NO EGITO ANTIGO Ao longo do rio Nilo e principalmente na região norte - o Delta - ; e na região sul dos rios Eufrates e Tigre, desenvolveram-se as primeiras civilizações. No Egito desenvolveu-se um

Leia mais

DAS ARTES. 1º semestre / 2012 Aula 5 26/03/2012. Prof. a M. a Marcela Provinciatto Siscão. masiscao@hotmail.com

DAS ARTES. 1º semestre / 2012 Aula 5 26/03/2012. Prof. a M. a Marcela Provinciatto Siscão. masiscao@hotmail.com ESTÉTICA TICA E HISTÓRIA DAS S 1º semestre / 2012 Aula 5 26/03/2012 Prof. a M. a Marcela Provinciatto Siscão masiscao@hotmail.com IDADE MÉDIA Idade Antiga (Antiguidade) Idade Média (Era Medieval) c ESCRITA

Leia mais

Museu Nacional do Traje e da Moda

Museu Nacional do Traje e da Moda Museu Nacional do Traje e da Moda Palácio Angeja-Palmela História O Palácio Angeja-Palmela foi mandado construir por D. Pedro José de Noronha, 3º Marquês de Angeja, durante o Século XVIII, perto do local

Leia mais

Amarílis Maria de Medeiros Chaves

Amarílis Maria de Medeiros Chaves Amarílis Maria de Medeiros Chaves Amarílis Chaves nasceu em Belo Horizonte, onde muito cedo despertou para as Artes Plásticas, nunca mais tendo parado este percurso, sempre na procura do traço certo, da

Leia mais

Barroco Mineiro. Prof. Percival Tirapeli, Instituto de Artes da UNESP

Barroco Mineiro. Prof. Percival Tirapeli, Instituto de Artes da UNESP Barroco Mineiro Prof. Percival Tirapeli, Instituto de Artes da UNESP Mapa da Estrada Real, por onde escoava o ouro encontrado pelos bandeirantes paulistas em 1692. O Caminho Velho iniciava NO Rio de Janeiro

Leia mais

DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 Pontos NOTA: RELAÇÃO DOCONTEÚDO PARA A RECUPERAÇÃO FINAL

DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 Pontos NOTA: RELAÇÃO DOCONTEÚDO PARA A RECUPERAÇÃO FINAL DISCIPLINA: ARTE PROFESSORA: Cristiana de Souza DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 Pontos NOTA: TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL SÉRIE: 6º ANO TURMA: ALUNO (A): RELAÇÃO DOCONTEÚDO PARA A RECUPERAÇÃO FINAL Nº: 01.

Leia mais

P R O G R A M A. M ó d u l o d e G e o m e t r i a D e s c r i t i v a ( 2 4 h o r a s )

P R O G R A M A. M ó d u l o d e G e o m e t r i a D e s c r i t i v a ( 2 4 h o r a s ) DEPARTAMENTO DE ARTE E DESIGN C U R S O L I V R E 2 0 0 9 P R E P A R A Ç Ã O P A R A A S P R O V A S D E A V A L I A Ç Ã O D E D E S E N H O E G E O M E T R I A D E S C R I T I V A E DE H I S T Ó R I

Leia mais

A changing reality: Religious and Cultural Tourism in the Alentejo

A changing reality: Religious and Cultural Tourism in the Alentejo A changing reality: Religious and Cultural Tourism in the Alentejo Prof. José António Falcão (Dept of Historical and Artistic Heritage, Diocese of Beja) Santiago combatendo os Mouros Mestre do Retábulo

Leia mais

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS E COLECTIVAS (selecção):

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS E COLECTIVAS (selecção): EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS E COLECTIVAS (selecção): INDIVIDUAIS 2012 Exposição Galerie Majke Husstege 2010 Exposição Galerie Majke Husstege 2009 Exposição Galeria ARTSLAB, Porto Exposição, Galeria Mass, Barcelona

Leia mais

DIRECTÓRIO DE ARQUIVOS E COLECÇÕES DOCUMENTAIS DA EX-DGEMN DATAS EXTREMAS. Comissão Administrativa das Obras do Novo Estádio de Lisboa - Arquivo

DIRECTÓRIO DE ARQUIVOS E COLECÇÕES DOCUMENTAIS DA EX-DGEMN DATAS EXTREMAS. Comissão Administrativa das Obras do Novo Estádio de Lisboa - Arquivo Estádio Nacional 163787 Comissão Administrativa das Obras do Novo Estádio de Lisboa - Arquivo 1931-1948 13,25 ml (incl. 40, 7 fotografias) Comissão para a Aquisição de Mobiliário - Arquivo / Secção de

Leia mais