Epidemiológico. Boletim. Dengue: monitoramento até a Semana Epidemiológica (SE) 29 de 2014

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1 Boletim Epidemiológico Volume 45 N Secretri de Vigilânci em Súde Ministério d Súde Dengue: monitormento té Semn Epidemiológic (SE) 29 de 2014 Em 2014 form registrdos csos de dengue no pís té semn epidemiológic (SE) 29 (13/07 19/07) (Figur 1). A região Sudeste teve o mior número de csos ( csos; 57,8%) em relção o totl do pís, seguid ds regiões Centro-Oeste ( csos; 18,2%), Nordeste ( csos; 12,3%), Sul ( csos; 6,8%) e Norte ( csos; 4,9%) (Tel 1). Destc-se que todos os csos de Snt Ctrin são importdos. N nálise comprtiv em relção 2013, oserv-se redução de 50,4% dos csos no pís. A nálise ds incidêncis (número de csos/100 mil hitntes) demonstr redução em tods s regiões. No entnto, s seguintes Uniddes d Federção (UFs) presentm umento no número soluto de csos e incidênci cim de 300 csos/ 100 mil h.: Acre (711,2), Tocntins (548,7), São Pulo (660,1) e Distrito Federl (532,1). Ce destcr que emor não hj umento em relção 2013, o estdo de Goiás present um lt incidênci com 1.472,7 csos/ 100 mil h. (Tel 1). Os dez municípios com mior registro de csos no período são presentdos n Tel 2. Todos presentm incidênci cumuld, considerd lt, cim de 300 csos/100 mil hitntes. No entnto, ce ressltr que nestes municípios oserv-se redução centud no mês de julho. Csos grves e óitos Em 2014, o Brsil começou dotr nov clssificção de csos de dengue d Orgnizção Mundil d Súde (OMS), sendo tulmente clssificdos como dengue, dengue com sinis de lrme e dengue grve. Por ess rzão, não é possível comprção diret dos csos grves com o no de 2013, tendo em vist que nteriormente Número de csos Semn Epidemiológic de Início de Sintoms Sinn online (tulizdo em 20/01/2014) Sinn online (consultdo em 21/07/2014) e SES. Ddos sujeitos lterção. Figur 1 Csos de dengue por semn epidemiológic de início de sintoms, Brsil, 2013 e 2014

2 Tel 1 Número de csos notificdos de dengue e tx de incidênci (por h.), por região e Unidde d Federção, 2013 e 2014 Região/UF SE Incidênci (/100 mil h.) Norte ,4 198,3 Rondôni ,3 196,0 Acre ,3 711,2 Amzons ,2 216,9 Rorim ,9 168,8 Prá ,5 81,9 Ampá ,0 148,2 Tocntins ,9 548,7 Nordeste ,7 152,3 Mrnhão ,8 33,9 Piuí ,4 192,2 Cerá ,6 285,3 Rio Grnde do Norte ,2 246,5 Prí ,6 130,4 Pernmuco ,4 121,5 Algos ,0 246,6 Sergipe ,0 113,1 Bhi ,8 108,3 Sudeste ,8 471,2 Mins Geris ,6 390,3 Espírito Snto ,1 499,7 Rio de Jneiro ,6 62,3 São Pulo ,5 660,1 Sul ,4 161,5 Prná ,1 415,1 Snt Ctrin ,2 6,6 Rio Grnde do Sul ,9 3,8 Centro-Oeste ,3 834,2 Mto Grosso do Sul ,2 267,7 Mto Grosso ,3 268,8 Goiás ,9 1472,7 Distrito Federl ,7 532,1 Totl ,9 342,3 Sinn online (tulizdo em 20/01/2014). Sinn online (consultdo em 21/07/2014) e SES. Ddos sujeitos lterção Ministério d Súde. Secretri de Vigilânci em Súde. É permitid reprodução prcil ou totl dest or, desde que citd fonte e que não sej pr vend ou qulquer fim comercil. Comitê Editoril Jrs Bros d Silv Jr (Editor Gerl), Sôni Mri Feitos Brito, Crlos Augusto Vz de Souz, Cláudio Mierovitch Pessnh Henriques, Deorh Crvlho Mlt, Fáio Clds de Mesquit, Mrcus Vinicius Quito, Elisete Durte, Gerldo d Silv Ferreir, Eunice de Lim, Crlos Estênio Freire Brsilino. Equipe Editoril Coordenção-Gerl de Desenvolvimento d Epidemiologi em Serviço/SVS/MS: Giovnini Evelim Coelho (Editor Científico), Gilmr Lim Nscimento (Editor Assistente), Izel Lucen Gdioli (Editor Assistente). Colordores Isel Ornels Pereir (CGPNCD/DEVIT/SVS), Jqueline Mrtins (CGPNCD/DEVIT/SVS), Kur Brito Cmpos (CGPNCD/DEVIT/SVS), Lívi Crl Vinhl (CGPNCD/DEVIT/SVS), Mtheus de Pul Cerroni (CGPNCD/DEVIT/SVS), Priscil Lel Leite (CGPNCD/DEVIT/SVS), Sulmit Brndão Brirtto (CGPNCD/DEVIT/SVS). Projeto gráfico e distriuição eletrônic Núcleo de Comunicção/SVS Revisão de texto This de Souz Andrde Pnsni (CGDEP/SVS) 2 Volume

3 Tel 2 Csos notificdos de dengue e txs de incidênci (por h.) nos municípios com mior registro de csos em 2013 e 2014 UF Município 2013 (SE 01 29) Incidênci (/100 mil h.) Csos (SE 01 29) 2014 c Jn/Fev Mr/Ar Mi/Jun Jul Totl Incidênci (/100 mil h.) SP São Pulo , ,2 SP Cmpins , ,1 GO Goiâni , ,4 DF Brsíli , ,1 GO Luziâni , ,7 MG Belo Horizonte , ,1 SP Americn , ,2 SP Tuté , ,1 PR Mringá , ,9 SP Hortolândi , ,6 Sinn online (tulizdo em 20/01/2014) Sinn online (consultdo em 21/07/2014) e SES. c Jn/Fev: SE 01 09; Mr/Ar: SE 10 18; Mi/Jun: SE 19 26: Jul: SE Ddos sujeitos à lterção. dotvm-se s seguintes clssificções: fere hemorrágic d dengue (FHD), síndrome do choque d dengue (SCD) e dengue com complicções (DCC). Destc-se que doção d nov clssificção de csos grves não trz prejuízos pr nálise d situção epidemiológic porque mortlidde é um indicdor d ocorrênci de csos grves. Em 2014, d SE 01 té SE 29, form confirmdos no pís 431 csos de dengue grve e csos com sinis de lrme. A região com mior número de registros de csos grves e com sinis de lrme é região Sudeste (186 grves; com sinis de lrme), com seguinte distriuição entre seus estdos: São Pulo (129 grves; com sinis de lrme), Mins Geris (33 grves; 514 com sinis de lrme), Espírito Snto (16 grves; 218 com sinis de lrme) e Rio de Jneiro (8 grves; 64 com sinis de lrme). Houve tmém confirmção de 261 óitos no pís, o que represent um redução de 53% em comprção com o mesmo período de 2013, qundo form confirmdos 554 óitos (Tel 3). Existem csos grves e com sinis de lrme e 191 óitos em investigção que poderão ser confirmdos ou descrtdos ns próxims semns. Sorotipos viris De jneiro junho de 2014 form envids mostrs pr relizção do exme de isolmento virl, sendo positivos (36,8%). As proporções dos sorotipos viris identificdos form: DENV1 (83,3%), seguido de DENV4 (15,1%), DENV2 (1,3%) e DENV3 (0,3%) (Tel 4). Existem informções de isolmento virl de 21 (77,8%) UFs. Ns UFs com incidênci cim de 100 csos/100 mil h., proporção de sorotipos isoldos é seguinte: Rondôni (100% DENV4), Acre (sem informções), Amzons (100% DENV4), Tocntins (55,6% DENV4 e 44,4% DENV1), Piuí (100% DENV4), Cerá (54,3% DENV4, 40% DENV1 e 5,7% DENV3), Rio Grnde do Norte (54,5% DENV4, 40,9% DENV1 e 4,5% DENV2), Prí (100% DENV4), Pernmuco (59,3% DENV1 25,9% DENV4 e 14,8% DENV3), Sergipe (60% DENV4 e 40% DENV1), Bhi (95,7% DENV4 e 4,3% DENV1), Mins Geris (91,6% DENV1, 8% DENV4 e 0,4% DENV3), Espírito Snto (52,9% DENV1 e 47,1% DENV4), São Pulo (92,9% DENV1, 4,8% DENV4 e 2,3 DENV2), Prná (98,9% DENV1 e 1,1% DENV4), Mto Grosso do Sul (87,1% DENV4, 11,3% DENV1 e 1,6% DENV2), Mto Grosso (sem informções), Goiás (83,1% DENV1 e 16,9% DENV4) e Distrito Federl (100% DENV1). Atividdes desenvolvids pelo Ministério d Súde 1. Repsse, em dezemro de 2013, de R$ 363,4 milhões todos os municípios do pís pr vigilânci, prevenção e controle d dengue. Esse vlor represent 30% do vlor nul do Volume

4 Tel 3 Csos grves, com sinis de lrme e óitos por dengue confirmdos em 2013 e 2014, por região e Unidde d Federção Região/ UF Csos confirmdos SE Óitos confirmdos Dengue grve 1 Dengue grve 2 Dengue com sinis de lrme 2 Norte Rondôni Acre Amzons Rorim Prá Ampá Tocntins Nordeste Mrnhão Piuí Cerá Rio Grnde do Norte Prí Pernmuco Algos Sergipe Bhi Sudeste Mins Geris Espírito Snto Rio de Jneiro São Pulo Sul Prná Snt Ctrin Rio Grnde do Sul Centro-Oeste Mto Grosso do Sul Mto Grosso Goiás Distrito Federl Brsil Sinn online (tulizdo em 20/01/2014). Sinn online (consultdo em 21/07/2014) e SES. Ddos sujeitos à lterção. 1 Considerdos os csos de dengue com complicções, fere hemorrágic d dengue e síndrome do choque d dengue, conforme clssificção de dengue utilizd té Nov Clssificção d Orgnizção Mundil d Súde (OMS) dotd pelo Brsil. 4 Volume

5 Tel 4 Número de mostrs exminds, percentul de positividde e sorotipos viris de dengue confirmdos em 2014, por região e Unidde d Federção Região/ UF Amostrs envids n Positivos Sorotipos confirmdos (%) n % DENV1 DENV2 DENV3 DENV4 Norte ,8 29,2 0,0 0,0 70,8 Rondôni ,5 0,0 0,0 0,0 100,0 Acre 0 0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 Amzons ,6 0,0 0,0 0,0 100,0 Rorim 0 0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 Prá ,6 28,6 0,0 0,0 71,4 Ampá ,0 100,0 0,0 0,0 0,0 Tocntins ,4 44,4 0,0 0,0 55,6 Nordeste ,1 28,0 0,4 3,0 68,6 Mrnhão ,0 0,0 0,0 0,0 0,0 Piuí ,4 100,0 0,0 0,0 0,0 Cerá ,7 54,3 0,0 5,7 40,0 Rio Grnde do Norte ,9 40,9 4,5 0,0 54,5 Prí ,7 0,0 0,0 0,0 100,0 Pernmuco ,1 59,3 0,0 14,8 25,9 Algos ,0 0,0 0,0 0,0 0,0 Sergipe ,3 40,0 0,0 0,0 60,0 Bhi ,5 4,3 0,0 0,0 95,7 Sudeste ,5 91,1 2,0 0,1 6,9 Mins Geris ,4 91,6 0,0 0,4 8,0 Espírito Snto ,4 52,9 0,0 0,0 47,1 Rio de Jneiro ,6 47,6 0,0 0,0 52,4 São Pulo ,9 92,9 2,3 0,0 4,8 Sul ,7 98,6 0,0 0,0 1,4 Prná ,6 98,9 0,0 0,0 1,1 Snt Ctrin 2 0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 Rio Grnde do Sul ,7 94,4 0,0 0,0 5,6 Centro-Oeste ,8 77,0 0,2 0,0 22,8 Mto Grosso do Sul ,0 11,3 1,6 0,0 87,1 Mto Grosso ,0 0,0 0,0 0,0 0,0 Goiás ,0 83,1 0,0 0,0 16,9 Distrito Federl ,1 100,0 0,0 0,0 0,0 Brsil ,8 83,3 1,3 0,3 15,1 Gerencidor de Amiente Lortoril (GAL), Instituto Adolfo Lutz-SP (IAL) e Instituto Evndro Chgs-PA (IEC) (consult relizd em 02/06/2014). Ddos sujeitos lterção. Volume

6 Piso Fixo de Vigilânci e Promoção à Súde, repssdo pr 2014 (R$ 1,2 ilhão). 2. Distriuição, os estdos e municípios, de 100 mil kg de lrvicids, 227 mil litros de dulticid e 10,4 mil kits pr dignóstico. 3. Lnçmento, em dezemro de 2013, d nov cmpnh de moilizção com o slogn Não dê tempo pr dengue. A intensificção de su divulgção será relizd durnte todo o período szonl d dengue em Revisão e elorção dos plnos de contingênci de enfrentmento ds epidemis de dengue ds secretris estduis de súde. 5. Relizção de videoconferênci com os estdos e municípios que funcionrm como sedes ou que hospedrm delegções durnte Cop do Mundo 2014, pr elorção do Plno de Contingênci d Dengue. 6. Visits técnics pr ssessorr s UFs n elorção dos plnos de contingênci d dengue e mnejo de inseticids. 7. Relizção de videoconferênci de moilizção e vlição ds tividdes de prevenção e controle d dengue com representntes ds secretris estduis de súde e com dirigentes estduis de vigilânci. 8. Relizção de reuniões mcrorregionis com s vigilâncis epidemiológics pr primormento d cpcidde d nálise de ddos pr dengue. 9. Apresentção às vigilâncis epidemiológics dos estdos, cpitis e municípios prioritários do Plno de Contingênci Ncionl de respost o vírus chikunguny. A doenç chikunguny não tem registro de csos utóctones no Brsil, porém é trnsmitid pelos mosquitos Aedes egypti e Aedes lopictus. O surto de chikunguny que ocorre tulmente no Crie umentou o nível de vigilânci pr esse grvo e necessidde de preprção pr respost ess meç. 6 Volume

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