INCENTIVOS DE APOIO À CONTRATAÇÃO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INCENTIVOS DE APOIO À CONTRATAÇÃO"

Transcrição

1 DOSSIER INFORMATIVO 4 INCENTIVOS DE APOIO À CONTRATAÇÃO EMPRESAS 2015

2 ÍNDICE 1 - Medida Estágio Emprego Medida Estímulo Emprego Medida REATIVAR Dispensa de pagamento de contribuições à Seg. Social

3 1 - MEDIDA ESTÁGIO EMPREGO Entidade responsável: IEFP Um estágio profissional caracteriza-se por um período de formação e experiência prática em contexto laboral que visa promover a inserção de jovens no mercado de trabalho ou a reconversão profissional de desempregados. Estão excluídos os estágios curriculares e os que se enquadrem nas áreas de medicina e enfermagem. ENTIDADES PROMOTORAS Entidades elegíveis a) Pessoas singulares ou coletivas, de direito privado, com ou sem fins lucrativos; b) As Autarquias Locais, comunidades intermunicipais e áreas metropolitanas; c) As entidades que integram o setor empresarial do Estado ou o setor empresarial local. Requisitos gerais de acesso Entidades regularmente constituídas e registadas que: - Preencham os requisitos legais para o exercício da atividade ou apresentem comprovativo de ter iniciado o processo aplicável; - Tenham a situação contributiva regularizada perante a administração fiscal e a segurança social (ou que tenham acordos ou planos de regularização); - Não se encontrem em situação de incumprimento no que respeita a apoios financeiros concedidos pelo IEFP; - Tenham a situação regularizada em matéria de restituições no âmbito do financiamento pelo Fundo Social Europeu. final, os resultados obtidos pelo estagiário. Cada orientador não deve ter mais de cinco estagiários sob a sua orientação. O orientador deve ter, preferencialmente, vínculo à entidade promotora e reunir as condições para exercer as competências que lhe estão associadas. Local de realização do estágio Os estágios devem ser realizados na íntegra e exclusivamente pelas entidades promotoras, e decorrer em instalações por elas geridas, salvo nos casos em que a sua atividade económica seja desenvolvida em regime de consultoria ou prestação de serviços, ou ainda quando haja uma relação contratual ou comercial com entidade terceira, devendo esta entidade reunir as condições de acesso à presente Medida; É permitida a realização de parte do estágio no estrangeiro, pelo período máximo de um terço da duração do mesmo. As alterações ao local de estágio, as datas para realização de períodos de estágio no estrangeiro ou quaisquer outras alterações devem ser comunicadas ao IEFP e autorizadas por este até 8 dias antes do início da sua ocorrência. Duração do estágio Os estágios têm a duração de 9 meses e devem decorrer a tempo completo. DESTINATÁRIOS Condições de acesso a) Inscrição nos serviços de emprego do IEFP, na qualidade de: - Desempregado; - Trabalhador com contrato de trabalho suspenso, com fundamento no não pagamento pontual da retribuição. Orientador de estágio A entidade promotora deve nomear um orientador para cada estágio proposto, com as funções de realizar o acompanhamento técnico e pedagógico do estagiário (no âmbito do plano individual de estágio) e avaliar, no b) Pertencendo a um dos seguintes grupos: - Jovens com idade entre os 18 e os 30 anos, inclusive; - Pessoas com idade superior a 30 anos, desde que tenham obtido há 4 5

4 1 - MEDIDA ESTÁGIO EMPREGO menos de três anos uma qualificação num dos níveis do QNQ e não tenham registos de remunerações na segurança social nos 12 meses anteriores à entrada da candidatura; - Pessoas com deficiência e incapacidade; - Pessoas que integrem família monoparental; - Pessoas cujos cônjuges ou pessoas com quem vivam em união de facto se encontrem igualmente inscritos como desempregados no IEFP; - Detentores do nível 2, 3, 4, 5, 6, 7 ou 8 do QNQ (exceto pessoas com deficiência / incapacidade). Elegibilidade de cidadãos estrangeiros Poderão candidatar-se cidadãos oriundos de países da União Europeia, desde que: a) Seja reconhecido o grau académico, através de equivalência dada por um estabelecimento de ensino nacional, ou outra entidade competente; b) Sejam detentores de certificado de registo de residência e documento de identificação válido (bilhete de identidade ou passaporte). Tratando-se de cidadãos oriundos de países terceiros, aplica-se a alínea a) acrescida de posse de título que permita a sua residência em Portugal e que o habilite a inscrever-se como candidato a emprego ou como utente. Seleção de candidatos É realizada pelo IEFP em articulação com as entidades promotoras, a partir das seguintes opções: - No momento da candidatura, a entidade promotora propõe o(s) estagiário(s) ao IEFP, que irá analisar a sua elegibilidade; OU Impedimentos - A entidade promotora fica impedida de indicar destinatários com quem tenha estabelecido, nos 12 meses que precedem a data de apresentação da candidatura e até à data da seleção pelo IEFP, uma relação de trabalho, de prestação de serviços ou de estágio de qualquer natureza, exceto estágios curriculares ou obrigatórios para acesso a profissão. A análise e decisão das candidaturas são efetuadas no prazo máximo de 30 dias úteis, contados a partir da data da sua apresentação. A entidade promotora dispõe de 60 dias após a data da aceitação da decisão que consta do respetivo Termo de Aceitação para dar início ao estágio. Início do Estágio O estágio tem início após a comunicação da decisão de aprovação da candidatura e da validação do estagiário pelo serviço de emprego. O contrato de estágio só pode ser celebrado após estar concluído esse processo e a data do contrato tem que coincidir ou ser anterior à data de início do estágio. Encargos com estagiários O estagiário tem direito, mensalmente, a uma bolsa de estágio, a subsídio de alimentação e seguro. Bolsa de estágio É atribuída em função do nível de qualificação do estagiário ou requisitado pelo estágio a desenvolver, nos seguintes valores: a) O valor correspondente ao IAS, para os estagiários com qualificação de nível 1 e 2 do QNQ e para os estagiários sem nível de qualificação; b) 1,2 vezes o IAS, para os estagiários com qualificação de nível 3 do QNQ; - A entidade promotora não propõe qualquer estagiário na candidatura e, por isso, o serviço de emprego procede ao seu recrutamento e seleção de entre os candidatos inscritos, apresentando-o(s) à entidade promotora, para seleção final. O estágio não pode ter início antes de ser efetuada a respetiva validação pelo respetivo serviço de emprego. c) 1,3 vezes o IAS, para os estagiários com qualificação de nível 4 do QNQ; d) 1,4 vezes o IAS, para os estagiários com qualificação de nível 5 do QNQ; e) 1,65 vezes o IAS, para os estagiários com qualificação de nível 6, 7 ou 8 do QNQ. *Valor do IAS (Indexante dos Apoios Sociais): 419,22 6 7

5 1 - MEDIDA ESTÁGIO EMPREGO O estagiário não tem direito à atribuição dos subsídios de férias e de natal. Subsídio de alimentação O estagiário tem direito a refeição ou a subsídio de alimentação, tal como praticado pela entidade promotora para a generalidade dos seus trabalhadores (desde que não seja superior ao valor fixado para os trabalhadores que exercem funções públicas). Seguro O estagiário tem direito a beneficiar de um seguro de acidentes de trabalho que cubra os riscos que possam ocorrer durante e por causa do estágio, devendo o valor do seguro contratado ser efetuado nos termos legais. O estagiário com deficiência/incapacidade e com dificuldades de mobilidade tem direito a que a entidade assegure o respetivo transporte entre a residência habitual e o local do estágio. Pagamentos aos estagiários O pagamento da bolsa de estágio e subsídio de alimentação deve ser, obrigatoriamente, efetuados mensalmente por transferência bancária. Comparticipação do IEFP A bolsa de estágio é comparticipada pelo IEFP da seguinte forma: Requisitos - 1º estágio em empresa c/ < 10 trabalhadores - Entidades sem fins lucrativos - Restantes situações Comparticipação Casos Especiais* 80 % 95 % 65 % 80 % *Pessoa com deficiência / incapacidade, vítima de violência doméstica, ex-reclusos e toxicodependentes. O subsídio de alimentação é comparticipado até ao limite de 4,27 /dia. O IEFP não comparticipa qualquer valor quando a prática na entidade seja o fornecimento de refeição. No caso dos estagiários com deficiência e incapacidade e dificuldades de mobilidade, o IEFP comparticipa ainda as despesas de transporte, de montante equivalente ao custo das viagens realizadas em transporte coletivo ou, se não for possível a utilização deste, subsídio de transporte no montante máximo mensal de 10% IAS.O IEFP não comparticipa as contribuições devidas pela entidade promotora à Segurança Social. As entidades promotoras recebem o apoio nos seguintes prazos: 1) Um adiantamento, correspondente a 30% do total do apoio aprovado e a comparticipar pelo IEFP, quando o estágio inicia; 2) Reembolsos trimestrais correspondentes ao volume de atividade comprovada até 55% do total do apoio aprovado e a comparticipar pelo IEFP. 3) No encerramento de contas, efetuado após a análise do respetivo pedido pela entidade (até 15% do apoio aprovado). Os estágios podem ser objeto de ações de acompanhamento, avaliação, controlo, auditoria ou inspeção a efetuar pelo IEFP e por entidades nacionais e comunitárias competentes, bem como por outros organismos e entidades por estas credenciadas para o efeito. No caso de entidades promotoras com estatuto de interesse estratégico, beneficiam de condições específicas de acesso ao apoio. Um dos critérios de avaliação de candidaturas é a empregabilidade verificada após o fim dos estágios (contratação de 1 em cada 3 estagiários). Esta medida de apoio não é cumulável com outras fontes de financiamento. O seguro é comparticipado até ao valor correspondente a 3% do valor total da bolsa de estágio atribuída ao nível de qualificação 4 do QNQ, correspondente a 1,3 vezes o valor do IAS. 8 9

6 2 - MEDIDA ESTÍMULO EMPREGO Entidade responsável: IEFP Apoio financeiro às entidades empregadoras que celebrem contratos de trabalho a termo certo por prazo igual ou superior a 6 meses, ou contratos de trabalho sem termo, a tempo completo ou a tempo parcial, com desempregados inscritos nos centros de emprego e formação profissional. ENTIDADES PROMOTORAS Entidades elegíveis Pessoas singulares ou coletivas, de direito privado, com ou sem fins lucrativos. Requisitos gerais de acesso Entidades regularmente constituídas e registadas que reúnam, cumulativamente, os seguintes requisitos: - Preencher os requisitos legais exigidos para o exercício da atividade ou apresentar comprovativo de ter iniciado o processo aplicável; - Ter a situação contributiva regularizada perante a administração fiscal e a segurança social; - Não se encontrar em situação de incumprimento no que respeita a apoios financeiros concedidos pelo IEFP; - Ter a situação regularizada em matéria de restituições no âmbito do financiamento pelo FSE; - Não ter salários em atraso (com exceção das empresas que iniciaram processo especial de revitalização previsto no Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas ou processo no Sistema de Recuperação de Empresas por via Extrajudicial); - Não ter sido condenada em processo-crime ou contraordenacional por violação, praticada com dolo ou negligência, de legislação de trabalho sobre discriminação no trabalho e emprego. A formação pode ser: Formação em contexto de trabalho ajustada às competências do posto de trabalho, pelo período de duração do apoio, mediante acompanhamento de um tutor designado pelo empregador; ou, Formação ajustada às competências do posto de trabalho, em entidade formadora certificada, com uma carga horária mínima de 50 horas e realizada, preferencialmente, durante o período normal de trabalho. No final da formação profissional o empregador deve entregar ao IEFP o relatório de formação elaborado pelo tutor ou a cópia do certificado de formação emitido pela entidade formadora certificada, consoante o caso. DESTINATÁRIOS Condições de acesso Os desempregados inscritos nos centros de emprego - Há pelo menos 60 dias consecutivos (se com idade inferior a 30 anos ou igual ou superior a 45 anos); - Inscritos há pelo menos 6 meses consecutivos; - Com idade inferior a 30 anos; - Com idade superior a 45 anos; - Que não tenham registos na Segurança Social como trabalhadores por conta de outrem / independentes nos últimos 12 meses que precedem a data da candidatura; - Beneficiários das prestações de desemprego ou do rendimento social de inserção; - Que integrem família monoparental, cujo cônjuge ou pessoa com quem viva em união de facto se encontre igualmente em situação de desemprego e inscrito no IEFP, com deficiência e incapacidade, entre outros. Formação Profissional A entidade empregadora tem a obrigatoriedade de proporcionar formação profissional ajustada às competências do posto de trabalho, em contexto de trabalho ou através de uma entidade formadora certificada, durante o período de duração do apoio. São ainda elegíveis como destinatários os cidadãos nacionais de países da União Europeia, desde que sejam detentores de certificado de registo de residência e documento de identificação válido (bilhete de identidade ou passaporte) e, no caso de exigência de títulos profissionais ou grau académico para o exercício da profissão, o mesmo seja recon hecido por autoridade 10 11

7 2 - MEDIDA ESTÍMULO EMPREGO competente, em igualdade de circunstâncias com os cidadãos nacionais. Os cidadãos de países terceiros podem também aceder à presente Medida desde que possuam título que permita a sua residência em Portugal e que os habilitem a inscrever-se como candidatos a emprego ou recibo comprovativo do pedido de renovação ou prorrogação válido emitido pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e, no caso de exigência de títulos profissionais ou grau académico para o exercício da profissão, o mesmo seja reconhecido por autoridade competente, em igualdade de circunstâncias com os cidadãos nacionais. Seleção de candidatos As condições de elegibilidade dos destinatários são aferidas à data da seleção ou, quando são indicados pela entidade, da verificação da sua elegibilidade pelos serviços de emprego do IEFP. A entidade pode recorrer a esta Medida ao celebrar um contrato de trabalho com um ex-funcionário, desde que a rescisão do contrato de trabalho anterior tenha ocorrido há mais de 24 meses. O IEFP profere decisão sobre a candidatura apresentada pelo empregador e emite a respetiva notificação no prazo de 30 dias úteis contados após o empregador informar quais os candidatos selecionados ou o IEFP confirmar a elegibilidade dos candidatos indicados pelo empregador. Apoios Tipo de contrato Contrato de trabalho a termo certo Contrato de trabalho sem termo Apoio Simples Apoio Majorado * Descrição do Apoio 80 % do IAS x metade do nº inteiro de meses de duração do contrato (até ao limite de 80% do IAS x 6) 100 % do IAS x metade do nº inteiro de meses de duração do contrato (até ao limite de 6 IAS) 110 % do IAS x 12 *Desempregado que se encontre numa das seguintes situações: - Inscrito há pelo menos 12 meses consecutivos; - Com idade inferior a 30 anos - Com idade igual ou superior a 45 anos - Beneficiário de prestações de desemprego- Que integre família monoparental - Cujo cônjuge ou pessoa com quem viva em união de facto se encontre igualmente em situação de desemprego e inscrito no IEFP - Vítima de violência doméstica - Com deficiência e incapacidade - Ex-recluso e aquele que cumpra ou tenha cumprido penas ou medidas judiciais não privativas de liberdade e esteja em condições de se inserir na vida ativa - Toxicodependente em processo de recuperação - Beneficiário do Rendimento Social de Inserção Caso se trate de contratação de desempregados de sexo sub-representado em determinada profissão (profissão em que não se verifique uma representatividade de 33,3% em relação a um dos sexos), os apoios são majorados nos seguintes termos: - 20% do apoio atribuído no caso de celebração de contratos de trabalho a termo; - 30% do apoio atribuído no caso de celebração de contratos de trabalho sem termo ou de conversão de contrato de trabalho a termo em contrato de trabalho sem termo. O apoio financeiro previsto não pode ultrapassar os montantes de 2.012,26 euros no caso de contratos de trabalho a termo certo. Nos contratos sem termo, o apoio sobe para 5.533,70 euros. No caso de celebração de contrato de trabalho a tempo parcial, o apoio é reduzido proporcionalmente, tendo por base um período normal de trabalho de 40 horas semanais. O pagamento do apoio é efetuado pelos serviços do IEFP, em duas prestações de montante igual, da seguinte forma: A primeira prestação é paga após o início de vigência do contrato de trabalho, no prazo de 30 dias consecutivos após a receção do termo de aceitação e de cópia dos contratos; 12 13

8 2 - MEDIDA ESTÍMULO EMPREGO A segunda prestação é paga no mês subsequente ao mês civil em que se completa a duração inicialmente fixada no contrato ou, no caso de contratos com duração inicial de 12 meses ou superior ou de contratos sem termo, no décimo terceiro mês de vigência do contrato. Cada empregador pode contratar até 25 trabalhadores através de contrato a termo certo em cada ano civil, não existindo limite ao número de contratações em caso de celebração de contratos de trabalho sem termo. A remuneração oferecida tem de respeitar o previsto em termos de Retribuição Mínima Mensal Garantida (RMMG) e, quando aplicável, do respetivo instrumento de regulamentação coletiva de trabalho. Prorrogação do Apoio À entidade promotora que converta um contrato de trabalho a termo certo em contrato de trabalho sem termo, é concedida uma prorrogação do apoio, no valor de idêntica percentagem do IAS anteriormente aprovada vezes 6. Cumulatividade com outros Apoios Quando se trate de contratação de jovens (até 30 anos) à procura do 1º emprego ou de desempregados de longa duração, este apoio pode ser cumulável com a dispensa temporária do pagamento de contribuições para a segurança social, na parte relativa à entidade empregadora, regulada pelo Decreto-Lei n.º 89/95, de 6 de maio, da responsabilidade da Segurança Social. Os apoios da medida Estímulo Emprego são cumuláveis com os da medida de Apoio à Mobilidade Geográfica no Mercado de Trabalho. Entidade responsável: IEFP 3 - MEDIDA REATIVAR Estágios com a duração de 6 meses, para desempregados de longa ou muito longa duração, com idade mínima de 31 anos. ENTIDADES PROMOTORAS Entidades elegíveis Pessoas singulares ou coletivas, de direito privado, com ou sem fins lucrativos. Condições de acesso As entidades promotoras devem cumprir as obrigações legais e regulamentares a que se encontram vinculadas, nelas se incluindo as de natureza fiscal e contributiva. A candidatura deve cumprir os critérios de apreciação definidos no regulamento específico desta medida, nomeadamente os que respeitam a: - Relação entre o número de estagiários apoiados no âmbito de quaisquer medidas de estágio e o número de trabalhadores da entidade promotora que deve obedecer a uma proporção entre 15% e 25% permitindo-se a realização de um estágio quando da aplicação do critério resultar um valor inferior à unidade; - Nível de empregabilidade aferido pela contratação, no mínimo, de um estagiário por cada quatro estágios concluídos (e financiados pelo IEFP ao abrigo de quaisquer medidas de estágio) no termo do contrato, nos três anos anteriores à data de entrada da candidatura, salvo situações que não dependam da vontade da entidade promotora. Impedimentos As entidades promotoras estão impedidas de indicar destinatários com quem tenham estabelecido, nos 12 meses que precedem a data de apresentação da respetiva candidatura e até à data da seleção pelo IEFP, uma relação de trabalho, de prestação de serviços ou de estágio de qualquer natureza, exceto estágios curriculares ou obrigatórios para acesso a profissão

9 3 - MEDIDA REATIVAR Destinatários Desempregados com a idade mínima de 31 anos, inscritos nos serviços de emprego há pelo menos 12 meses, que nos últimos 3 anos não tenham sido abrangidos por uma medida de estágios financiada pelo IEFP e que se encontrem numa das seguintes situações: - Detenham, no mínimo, uma qualificação de nível 2 do QNQ; - Detenham uma qualificação inferior ao nível 2 do QNQ mas estejam inscritos num Centro para a Qualificação e o Ensino Profissional para efeitos de integração num processo de reconhecimento, validação e certificação de competências; São prioritários os destinatários que nos três anos anteriores à data da seleção pelo IEFP não tenham beneficiado de qualquer medida ativa de emprego financiada pelo IEFP, excetuando as de formação profissional. Apoios ao estagiário Bolsa de estágio mensal (varíável de acordo com o nível de qualificação dos estagiários): 419,22 (1 IAS*) - nível 2 ou inferior 503,06 (1,2 IAS) - nível 3 544,99 (1,3 IAS) - nível 4 586,91 (1,4 IAS) - nível 5 691,71 (1,65 IAS) - nível 6, 7 ou 8 Refeição ou subsídio de alimentação ( 4,27/dia) Seguro de acidentes de trabalho Apoios à entidade promotora Bolsa de estágio - Comparticipação de 80%: >> quando a entidade promotora seja pessoa coletiva de natureza privada; sem fins lucrativos; - Comparticipação de 65% nas restantes situações Subsídio de alimentação: 4,27/dia Prémio do seguro de acidentes de trabalho: 3,296% IAS* = 13,82 Transporte de estagiário na situação de pessoa com deficiência e incapacidade, vítima de violência doméstica, ex-recluso e aquele que cumpra / tenha cumprido penas ou medidas judiciais não privativas de liberdade ou toxicodependente em processo de recuperação: 10% IAS* = 41,92 *Valor do IAS (Indexante dos Apoios Sociais): 419,22 Majoração dos apoios As comparticipações de 80% ou 65% das bolsas de estágio são majoradas em 15% no caso dos estagiários se encontrarem numa das seguintes situações: Desempregados inscritos nos serviços de emprego há mais de 24 meses; Pessoas com idade superior a 45 anos; Pessoas com deficiência e incapacidade; Integrem família monoparental; Pessoas cujos cônjuges ou pessoas com quem vivam em união de facto se encontrem igualmente inscritos no IEFP como desempregados; Vítimas de violência doméstica; Ex-reclusos e aqueles que cumpram ou tenham cumprido penas ou medidas judiciais não privativas de liberdade e estejam em condições de se inserirem na vida ativa; Toxicodependentes em processo de recuperação. Esta medida de apoio não é cumulável com outras fontes de financiamento. >> no primeiro estágio desenvolvido por entidade promotora com 10 ou menos trabalhadores desde que não tenha obtido condições mais favoráveis noutro estágio financiado pelo IEFP; 16 17

10 4 - DISPENSA DE PAGAMENTO DE CONTRIBUIÇÕES Entidade responsável: Segurança Social. As entidades empregadoras podem ficar dispensadas de pagar contribuições à Segurança Social a seu cargo (23,75%), durante um determinado período. No entanto, mantêm-se a obrigação contributiva relativa às quotizações dos trabalhadores, ou seja, os 11% a cargo do trabalhador. Entidades Beneficiárias Podem beneficiar desta medida as entidades empregadoras que: - Tenham a situação contributiva regularizada perante a Segurança Social e a administração fiscal; - Celebrem com o trabalhador contrato de trabalho sem termo; - Tenham ao seu serviço um número de trabalhadores subordinados superior ao que tinham em dezembro do ano anterior, ou no mês imediatamente anterior ao da contratação de novos trabalhadores, no caso de a entidade empregadora ter iniciado a sua atividade no mesmo ano. Destinatários 1.º emprego: jovens com idade superior a 16 e inferior a 30 anos que, à data do contrato, nunca tenham tido um contrato de trabalho por tempo indeterminado; Desempregados de longa duração: desempregados que, à data do contrato, estejam disponíveis para o trabalho e inscritos nos Centros de Emprego há mais de 12 meses, mesmo que neste período tenham tido contratos de trabalho a termo, por períodos inferiores a 6 meses, cuja duração conjunta não ultrapasse 12 meses. O período de isenção do pagamento de contribuições pode ir até 36 meses. NOTAS FINAIS: A informação constante nesta publicação tem natureza genérica e não dispensa a consulta da legislação aplicável ou possíveis alterações que venham a decorrer. Não tem tão pouco como objetivo abordar as circunstâncias particulares de nenhuma entidade individual. Contacte-nos para esclarecimentos adicionais e para uma análise às necessidades específicas da sua empresa: Domingos Salvador Contabilidade - Departamento de Recursos Humanos Tel: Os apoios desta isenção são cumuláveis com outras fontes de financiamento

11

Estímulo Emprego. Promotores

Estímulo Emprego. Promotores Estímulo Emprego Apoio financeiro aos empregadores que celebrem contratos de trabalho a termo certo por prazo igual ou superior a 6 meses ou contratos de trabalho sem termo, a tempo completo ou a tempo

Leia mais

FIN ESTÁGIO EMPREGO MEDIDA ESTÁGIO EMPREGO Ficha de informação normalizada

FIN ESTÁGIO EMPREGO MEDIDA ESTÁGIO EMPREGO Ficha de informação normalizada FIN ESTÁGIO EMPREGO MEDIDA ESTÁGIO EMPREGO Ficha de informação normalizada Designação Estágios Emprego Considera-se estágio o desenvolvimento de uma experiência prática em contexto de trabalho com o objetivo

Leia mais

MEDIDAS DE APOIO AO EMPREGO. 23 de outubro de 2014

MEDIDAS DE APOIO AO EMPREGO. 23 de outubro de 2014 MEDIDAS DE APOIO AO EMPREGO 23 de outubro de 2014 APOIOS À CONTRATAÇÃO ESTÍMULO EMPREGO Caracterização Apoio financeiro às entidades empregadoras que celebrem contratos de trabalho com desempregados inscritos

Leia mais

TEXTO ATUALIZADO. Artigo 1.º Objeto

TEXTO ATUALIZADO. Artigo 1.º Objeto Diploma: Portaria n.º 204-B/2013, de 18 de junho Sumário: Cria a medida Estágios Emprego Alterações: Portaria n.º 375/2013, de 27 de dezembro, altera o artigo 3.º e as alíneas a), b) e c) do n.º 1 do artigo

Leia mais

Incentivos à contratação 2013

Incentivos à contratação 2013 Incentivos à contratação 2013 Conheça os principais apoios à contratação em vigor em 2013 Os incentivos de que as empresas podem usufruir quando contratam novos trabalhadores podem consistir em apoios

Leia mais

Centro de Emprego da Maia. Estágios Emprego. Reativar. Emprego Jovem Ativo. Estímulo Emprego. Mobilidade Geográfica. Empreendedorismo.

Centro de Emprego da Maia. Estágios Emprego. Reativar. Emprego Jovem Ativo. Estímulo Emprego. Mobilidade Geográfica. Empreendedorismo. Centro de Emprego da Maia Estágios Emprego Reativar Emprego Jovem Ativo Estímulo Emprego Mobilidade Geográfica Empreendedorismo Adolfo Sousa maiago, 14 maio 2015 Taxa de Desemprego em Portugal - INE 0

Leia mais

Medidas Ativas de Emprego. Fevereiro 2014

Medidas Ativas de Emprego. Fevereiro 2014 Medidas Ativas de Emprego Fevereiro 2014 Medidas ativas de emprego Medidas 1. Estágios Emprego 2. Estímulo 2013 3. Apoio à Contratação Via Reembolso da TSU Estágios Emprego Portaria n.º 204-B/2013, de

Leia mais

Medidas de Apoio à Contratação. Medida Estágio Emprego

Medidas de Apoio à Contratação. Medida Estágio Emprego COELHO RIBEIRO E ASSOCIADOS SOCIEDADE CIVIL DE ADVOGADOS Medidas de Apoio à Contratação CRA Coelho Ribeiro e Associados, SCARL Ana Henriques Moreira Portugal Agosto 2014 Entre 24 e 30 de Julho do corrente

Leia mais

Medidas Ativas de Emprego. Leiria 19.09.2014

Medidas Ativas de Emprego. Leiria 19.09.2014 Medidas Ativas de Emprego Leiria 19.09.2014 Formação em TÉCNICAS DE PROCURA DE EMPREGO Formação VIDA ATIVA GARANTIA JOVEM MEDIDAS ATIVAS DE EMPREGO: Apoios à contratação Estágios Emprego Emprego Jovem

Leia mais

Incentivos à contratação

Incentivos à contratação Incentivos à contratação A empresa poderá beneficiar de incentivos quando pretende contratar novos trabalhadores. Os incentivos de que as empresas podem usufruir quando contratam novos trabalhadores podem

Leia mais

MEDIDAS DE APOIO AO EMPREGO E À FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Faro, 3 de julho de 2015

MEDIDAS DE APOIO AO EMPREGO E À FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Faro, 3 de julho de 2015 MEDIDAS DE APOIO AO EMPREGO E À FORMAÇÃO PROFISSIONAL Faro, 3 de julho de 2015 AGENDA 1 - Mercado de emprego 2 - Medidas Ativas de Emprego 3 Formação Profissional 1 - MERCADO DE EMPREGO MERCADO DE EMPREGO

Leia mais

TAX & BUSINESS M E D I D A S D E E S T Í M U L O A O E M P R E G O ( A C T U A L I Z A Ç Ã O ) N º 1 7 / 1 5 INTRODUÇÃO

TAX & BUSINESS M E D I D A S D E E S T Í M U L O A O E M P R E G O ( A C T U A L I Z A Ç Ã O ) N º 1 7 / 1 5 INTRODUÇÃO i N º 1 7 / 1 5 M E D I D A S D E E S T Í M U L O A O E M P R E G O ( A C T U A L I Z A Ç Ã O ) INTRODUÇÃO Nos últimos anos e com o intuito de contrariar os efeitos da recessão económica no emprego, o

Leia mais

MEDIDAS DE APOIO À CONTRATAÇÃO

MEDIDAS DE APOIO À CONTRATAÇÃO Medida Estímulo 2013 CONTACTOS: Porto Gold Finance, Lda. Tel/Fax: 22 986 24 00 e-mail: comercial@pgf.pt MEDIDAS DE APOIO À CONTRATAÇÃO Se pretende dinamizar o seu negócio não perca esta oportunidade. Sem

Leia mais

Guia de Medidas de Apoio à Contratação

Guia de Medidas de Apoio à Contratação -*89 Guia de Medidas de Apoio à Contratação Incentivos financeiros e parafiscais de apoio à contratação Enquadramento A Frederico Mendes & Associados disponibiliza uma nova versão do seu Guia de Medidas

Leia mais

Albufeira, 24 de Maio de 2012

Albufeira, 24 de Maio de 2012 Albufeira, 24 de Maio de 2012 Estímulo 2012 A medida ativa de emprego Estímulo 2012, aprovada pela Portaria nº 45/2012, tem por objetivo: Apoiar a contratação de desempregados; Promovendo e aumentando

Leia mais

NOTA INFORMATIVA: PORTARIAS 84, 85 E 86/2015 DE 20 DE MARÇO PORTARIA N.º 84/2015, DE 20 DE MARÇO

NOTA INFORMATIVA: PORTARIAS 84, 85 E 86/2015 DE 20 DE MARÇO PORTARIA N.º 84/2015, DE 20 DE MARÇO 9 de Abril 2015 Direito do Trabalho PORTARIA N.º 84/2015, DE 20 DE MARÇO Esta Portaria, publicada em 20 de Março passado, vem criar e regulamentar a Medida de Promoção de Igualdade de Género no Mercado

Leia mais

I.Estágios/Passaporte Emprego Portaria n.º 225-A/2012, de 31 de julho.

I.Estágios/Passaporte Emprego Portaria n.º 225-A/2012, de 31 de julho. A Resolução do Conselho de Ministros n.º 51-A/2012, de 14 de junho, veio criar o Plano Estratégico de Iniciativas de Promoção de Empregabilidade Jovem e Apoio às PME s («Impulso Jovem»), que assenta em

Leia mais

Medidas Ativas de Emprego. Junho 2014

Medidas Ativas de Emprego. Junho 2014 Medidas Ativas de Emprego Junho 2014 Intervenção do SPE A intervenção prioritária deve ser o ajustamento entre quem procura e quem oferece emprego. Quem procura o SPE quer acima de tudo um emprego. Quando

Leia mais

QUADRO RESUMO INCENTIVOS Á CRIAÇÃO DE POSTOS DE TRABALHO

QUADRO RESUMO INCENTIVOS Á CRIAÇÃO DE POSTOS DE TRABALHO Medida Contratação via Reembolso TSU Portaria nº 204-A/2013 de 18 de Junho Estágio Emprego Portaria nº 204-B/2013 de 18 de Junho Jovens idades 18-30 anos Adultos idade = ou > 45 anos Adultos idades 31

Leia mais

MEDIDAS ATIVAS DE EMPREGO APOIOS E INCENTIVOS. Medidas de Emprego. Sabugal, 9 de Abril de 2013 13-04-2013. Contrato Emprego Inserção + (CEI+);

MEDIDAS ATIVAS DE EMPREGO APOIOS E INCENTIVOS. Medidas de Emprego. Sabugal, 9 de Abril de 2013 13-04-2013. Contrato Emprego Inserção + (CEI+); MEDIDAS ATIVAS DE EMPREGO APOIOS E INCENTIVOS Sabugal, 9 de Abril de 2013 Medidas de Emprego Contrato Emprego Inserção (CEI); Contrato Emprego Inserção + (CEI+); CEI Património; Medida Estímulo 2013; Estágios

Leia mais

MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL. Portaria n.º 149-B/2014 de 24 de Julho

MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL. Portaria n.º 149-B/2014 de 24 de Julho MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL Portaria n.º 149-B/2014 de 24 de Julho Na Recomendação aos Estados-Membros relativa a um Quadro de Qualidade para os Estágios (Recomendação 2014/C

Leia mais

Medidas Ativas de Emprego: Estágios e Incentivos à Contratação

Medidas Ativas de Emprego: Estágios e Incentivos à Contratação Medidas Ativas de Emprego: Estágios e Incentivos à Contratação FEIRA DO EMPREENDEDOR 22-11-2012 Medidas Ativas de Emprego: Estágios e Apoios à Contratação Programa Estágios Port.92 Medida Estímulo 2012

Leia mais

Faro, 2 de agosto de 2012

Faro, 2 de agosto de 2012 Faro, 2 de agosto de 2012 Estímulo 2012 A medida ativa de emprego Estímulo 2012, aprovada pela Portaria nº 45/2012, tem por objetivo: Apoiar a contratação de desempregados; Promovendo e aumentando a sua

Leia mais

Guia de Medidas de Apoio à Contratação

Guia de Medidas de Apoio à Contratação Guia de Medidas de Apoio à Contratação Incentivos financeiros e parafiscais de apoio à contratação Conteúdo do Guia Enquadramento Estágios Emprego Apoio à Contratação Via Reembolso da TSU Apoio à Contratação

Leia mais

MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL. Portaria n.º 149-A/2014 de 24 de julho

MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL. Portaria n.º 149-A/2014 de 24 de julho MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL Portaria n.º 149-A/2014 de 24 de julho O Governo considera prioritário a continuação da adoção de medidas ativas de emprego que incentivem a contratação

Leia mais

A Portaria 151/2014, de 30 de Julho, que cria o PROGRAMA INVESTE JOVEM Entrada em vigor: 29 de Setembro de 2014;

A Portaria 151/2014, de 30 de Julho, que cria o PROGRAMA INVESTE JOVEM Entrada em vigor: 29 de Setembro de 2014; 7 de Agosto 2014 Direito do Trabalho Em 24 e 30 de Julho de 2014 foram publicadas quatro Portarias com o objectivo de combater o desemprego, e sobretudo o desemprego jovem, a saber: A Portaria 149-A/2014,

Leia mais

MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL

MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL 3954-(2) Diário da República, 1.ª série N.º 141 24 de julho de 2014 MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL Portaria n.º 149-A/2014 de 24 de julho O Governo considera prioritário a continuação

Leia mais

SUPLEMENTO I SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social. Quinta-feira, 24 de julho de 2014 Número 141

SUPLEMENTO I SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social. Quinta-feira, 24 de julho de 2014 Número 141 I SÉRIE Quinta-feira, 24 de julho de 2014 Número 141 ÍNDICE SUPLEMENTO Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social Portaria n.º 149-A/2014: Cria a Medida Estímulo Emprego...........................................

Leia mais

Portaria n.º 129/2009, de 30 de Janeiro, Regulamenta o Programa Estágios Profissionais (JusNet 211/2009)

Portaria n.º 129/2009, de 30 de Janeiro, Regulamenta o Programa Estágios Profissionais (JusNet 211/2009) LEGISLAÇÃO Portaria n.º 129/2009, de 30 de Janeiro, Regulamenta o Programa Estágios Profissionais (JusNet 211/2009) ( DR N.º 21, Série I 30 Janeiro 2009 30 Janeiro 2009 ) Emissor: Ministério do Trabalho

Leia mais

PROPOSTA DE CONSULTADORIA MAIS BENEFÍCIOS

PROPOSTA DE CONSULTADORIA MAIS BENEFÍCIOS SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE ALBUFEIRA 2014 PROPOSTA DE CONSULTADORIA MAIS BENEFÍCIOS Uma consultadoria eficaz e rentável vocacionada para fornecer às empresas serviços integrais de formação e recrutamento.

Leia mais

07 de Fevereiro 2013 Direito do Trabalho

07 de Fevereiro 2013 Direito do Trabalho 07 de Fevereiro 2013 Direito do Trabalho Estágios Profissionais A matéria relativa aos estágios profissionais encontra-se regulada pelo Decreto-Lei n.º 66/2011, de 1 de Junho («Estágios Profissionais»)

Leia mais

MEDIDAS E PROGRAMAS DE EMPREGO. SESSÃO ABERTA CLAS De Viseu 20/04/2011

MEDIDAS E PROGRAMAS DE EMPREGO. SESSÃO ABERTA CLAS De Viseu 20/04/2011 MEDIDAS E PROGRAMAS DE EMPREGO SESSÃO ABERTA CLAS De Viseu 20/04/2011 1 CONTRATO EMPREGO INSERÇÃO E CONTRATO EMPREGO INSERÇÃO + 2 Contrato Emprego Inserção OBJECTIVO: Promover a empregabilidade dos desempregados

Leia mais

Aspetos legislativos, no domínio sócio-laboral

Aspetos legislativos, no domínio sócio-laboral Aspetos legislativos, no domínio sócio-laboral Lei n.º 53/2011, de 14 de outubro, que procede à segunda alteração ao Código do Trabalho, aprovado em anexo à Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro, estabelecendo

Leia mais

REGULAMENTO DE INCENTIVO À CRIAÇÃO DE EMPREGO Iniciativa Emprego Já

REGULAMENTO DE INCENTIVO À CRIAÇÃO DE EMPREGO Iniciativa Emprego Já REGULAMENTO DE INCENTIVO À CRIAÇÃO DE EMPREGO Iniciativa Emprego Já Nota Justificativa O combate ao flagelo do desemprego é uma das preocupações que deve nortear a gestão municipal, uma vez que é na criação

Leia mais

5ª Revisão Regulamento Específico. Medida Estágios Emprego. Também aplicável à Medida: Estágios de Inserção

5ª Revisão Regulamento Específico. Medida Estágios Emprego. Também aplicável à Medida: Estágios de Inserção 5ª Revisão Regulamento Específico Medida Estágios Emprego Também aplicável à Medida: Estágios de Inserção 30 de julho de 2014 Legislação aplicável: Medida Estágios Emprego: Portaria n.º 204-B/2013, de

Leia mais

EMISSOR: Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social. Artigo 1.º Objeto

EMISSOR: Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social. Artigo 1.º Objeto DATA: Quarta-feira, 30 de julho de 2014 NÚMERO: 145 SÉRIE I EMISSOR: Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social DIPLOMA: Portaria n.º 151/2014 SUMÁRIO: Cria o Programa Investe Jovem Artigo

Leia mais

S. R. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DIREÇÃO-GERAL DO ENSINO SUPERIOR

S. R. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DIREÇÃO-GERAL DO ENSINO SUPERIOR Regulamento de Formação Avançada e Qualificação de Recursos Humanos da Direção-Geral do Ensino Superior (Aprovado por despacho, de 15 de junho de 2012, do Presidente do Conselho Diretivo da Fundação para

Leia mais

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO 3962-(2) Diário da República, 1.ª série N.º 147 31 de julho de 2012 MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO Portaria n.º 225-A/2012 de 31 de julho As importantes reformas que estão a ser implementadas na economia

Leia mais

JORNAL OFICIAL. 2.º Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 14 de outubro de 2015. Série. Número 158

JORNAL OFICIAL. 2.º Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 14 de outubro de 2015. Série. Número 158 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Quarta-feira, 14 de outubro de 2015 Série 2.º Suplemento Sumário SECRETARIA REGIONAL DA INCLUSÃO E ASSUNTOS SOCIAIS Portaria n.º 191/2015 Regulamenta o Programa

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO. Atribuição de Apoios Sociais. Formação Profissional

REGULAMENTO INTERNO. Atribuição de Apoios Sociais. Formação Profissional REGULAMENTO INTERNO Atribuição de Formação Profissional Elaborado em Junho de 2012 Introdução A Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (A.P.P.A.C.D.M.) de Coimbra é uma Instituição

Leia mais

PROGRAMA IMPULSO JOVEM

PROGRAMA IMPULSO JOVEM PROGRAMA IMPULSO JOVEM (O PROGRAMA IMPULSO JOVEM APRESENTA UM CONJUNTO DE MEDIDAS DE INCENTIVO À CRIAÇÃO DE EMPREGO JOVEM, UM DOS PRINCIPAIS DESAFIOS COM QUE PORTUGAL SE CONFRONTA ATUALMENTE.) 1. PASSAPORTE

Leia mais

www.pwc.pt/tax FCT e FGCT Aspetos contabilísticos Carla Massa Aspetos fiscais Rodrigo Rabeca

www.pwc.pt/tax FCT e FGCT Aspetos contabilísticos Carla Massa Aspetos fiscais Rodrigo Rabeca www.pwc.pt/tax Aspetos contabilísticos Carla Massa Aspetos fiscais Rodrigo Rabeca Enquadramento da Lei nº. 70/2013 no âmbito da IAS 19 / NCRF 28 Remunerações no âmbito da IAS 19 / NCRF 28 Benefícios aos

Leia mais

IEFP, I.P. Apoios e Serviços Prestados Programa de Estágios Profissionais PAULA AGOSTINHO (Centro de Emprego de Montemor-o-Novo do IEFP, IP)

IEFP, I.P. Apoios e Serviços Prestados Programa de Estágios Profissionais PAULA AGOSTINHO (Centro de Emprego de Montemor-o-Novo do IEFP, IP) IEFP, I.P. Apoios e Serviços Prestados Programa de Estágios Profissionais PAULA AGOSTINHO (Centro de Emprego de Montemor-o-Novo do IEFP, IP) Montemor, 27 de janeiro de 2012 1. QUEM SOMOS O IEFP - MISSÃO

Leia mais

Volta de Apoio ao Emprego 2014

Volta de Apoio ao Emprego 2014 Volta de Apoio ao Emprego 2014 Apoios ao Empreendedorismo 1. Programa de Apoio ao Empreendedorismo e à Criação do Próprio Emprego (PAECPE) 2. Programa Investe Jovem 3.O Ninho de Empresas de Loulé 2014-10-23

Leia mais

JORNAL OFICIAL I SÉRIE NÚMERO 60 QUARTA-FEIRA, 21 DE MAIO DE 2014

JORNAL OFICIAL I SÉRIE NÚMERO 60 QUARTA-FEIRA, 21 DE MAIO DE 2014 I SÉRIE NÚMERO 60 QUARTA-FEIRA, 21 DE MAIO DE 2014 ÍNDICE: PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução n.º 89/2014: Cria um prémio destinado à integração de ativos no setor primário, designado por AGRICULTURA +.

Leia mais

FUNDAÇÃO CONVENTO DA ORADA - ESCOLA SUPERIOR GALLAECIA. Regulamento de Bolsas de Investigação Científica. Capítulo I Disposições gerais

FUNDAÇÃO CONVENTO DA ORADA - ESCOLA SUPERIOR GALLAECIA. Regulamento de Bolsas de Investigação Científica. Capítulo I Disposições gerais FUNDAÇÃO CONVENTO DA ORADA - ESCOLA SUPERIOR GALLAECIA Regulamento de Bolsas de Investigação Científica Capítulo I Disposições gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, segue o modelo aprovado pela

Leia mais

Guia de Medidas de Apoio à Contratação

Guia de Medidas de Apoio à Contratação -*89 Guia de Medidas de Apoio à Contratação Incentivos financeiros e parafiscais de apoio à contratação Enquadramento A Frederico Mendes & Associados disponibiliza mais uma versão do seu Guia de Medidas

Leia mais

PROGRAMA DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO REGULAMENTO DO APOIO TÉCNICO À CRIAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE PROJETOS

PROGRAMA DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO REGULAMENTO DO APOIO TÉCNICO À CRIAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE PROJETOS PROGRAMA DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO REGULAMENTO DO APOIO TÉCNICO À CRIAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE PROJETOS Portaria n.º 985/2009, de 4 de setembro, alterada pela Portaria n.º

Leia mais

MEDIDA REATIVAR. Regulamento Específico

MEDIDA REATIVAR. Regulamento Específico MEDIDA REATIVAR Regulamento Específico 16 de abril de 2015 Legislação aplicável: Medida Reativar: Portaria n.º 86/2015, de 20 de março, regulamentada pelo Despacho n.º 3651/2015, de 13 de abril Medida

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575. Artigo 25.º. Artigo 20.º

Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575. Artigo 25.º. Artigo 20.º Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575 Artigo 20.º Oferta formativa e monitorização 1 A oferta formativa destinada aos activos desempregados é assegurada através de cursos de educação

Leia mais

Manual de Apoio às Associações Juvenis à Candidatura Medida Estágios Emprego - e IDA Programa de Incentivo ao Desenvolvimento Associativo

Manual de Apoio às Associações Juvenis à Candidatura Medida Estágios Emprego - e IDA Programa de Incentivo ao Desenvolvimento Associativo Manual de Apoio às Associações Juvenis à Candidatura Medida Estágios Emprego - e IDA Programa de Incentivo ao Desenvolvimento Associativo FNAJ - Federação Nacional das Associações Juvenis Morada Rua do

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 104/2015 de 15 de Julho de 2015

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 104/2015 de 15 de Julho de 2015 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 104/2015 de 15 de Julho de 2015 Considerando que um dos objetivos do Programa do XI Governo Regional assenta no fomento de medidas de apoio ao

Leia mais

ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Redacção anterior Nova redação DL 64/2012 Artigo 9.º

ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Redacção anterior Nova redação DL 64/2012 Artigo 9.º ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Artigo 9.º Artigo 9.º Desemprego involuntário Desemprego involuntário 1 - O desemprego considera-se involuntário sempre que a cessação do

Leia mais

O PROGRAMA QUALIFICAÇÃO EMPREGO (Portaria Nº 126/2009, de 30 de Janeiro)

O PROGRAMA QUALIFICAÇÃO EMPREGO (Portaria Nº 126/2009, de 30 de Janeiro) 17/02/2009 LABORAL FLASH N.º 2/2009 O PROGRAMA QUALIFICAÇÃO EMPREGO (Portaria Nº 126/2009, de 30 de Janeiro) A Portaria nº 126/2009, de 30 de Janeiro cria o Programa Qualificação Emprego (adiante só Programa)

Leia mais

CÂMARA DO COMÉRCIO DE ANGRA DO HEROÍSMO. Associação Empresarial das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge

CÂMARA DO COMÉRCIO DE ANGRA DO HEROÍSMO. Associação Empresarial das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge NOVAS MEDIDAS DE APOIO AO EMPREGO Programa ESTAGIAR L, T e U (Resolução do Conselho de Governo nº 100/2015 de 15/07/2015) OBJETO O plano de estágios ESTAGIAR desenvolve-se em três programas: a) O ESTAGIAR

Leia mais

REGULAMENTO. Artigo 1º. Objeto e âmbito

REGULAMENTO. Artigo 1º. Objeto e âmbito REGULAMENTO O presente regulamento estabelece os procedimentos associados à medida «Passaporte para o Empreendedorismo», regulamentada pela Portaria n.º 370-A/2012, de 15 de novembro de 2012, estabelecida

Leia mais

REGULAMENTO DO PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO

REGULAMENTO DO PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO REGULAMENTO DO PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO Artigo 1º Âmbito Ao abrigo do n.º 1 do artigo 8.º da Portaria n.º 370-A/2012, de 15 de novembro de 2012, o presente regulamento estabelece os procedimentos

Leia mais

Regulamento Específico. Medida Estímulo Emprego. Portaria n.º 149-A/2014, de 24 de julho

Regulamento Específico. Medida Estímulo Emprego. Portaria n.º 149-A/2014, de 24 de julho Regulamento Específico Medida Estímulo Emprego Portaria n.º 149-A/2014, de 24 de julho 20 de agosto de 2014 Legislação aplicável: Portaria n.º 149-A/2014, de 24 de julho. ÍNDICE 1. OBJETO... 3 2. DESTINATÁRIOS...

Leia mais

QUADRO ANEXO. Delimitação da Reserva Ecológica Nacional do concelho de Palmela. Proposta de inclusão

QUADRO ANEXO. Delimitação da Reserva Ecológica Nacional do concelho de Palmela. Proposta de inclusão Diário da República, 1.ª série N.º 41 28 de Fevereiro de 2011 1217 Considerando o disposto no n.º 2 do artigo 41.º do Decreto -Lei n.º 166/2008, de 22 de Agosto, e no exercício das competências delegadas

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009. Série. Número 16

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009. Série. Número 16 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009 Série Sumário SECRETARIAREGIONAL DOS RECURSOS HUMANOS Portaria n.º 16/2009 Regulamenta o programa de incentivos à contratação,

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 137/2015 de 15 de Setembro de 2015

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 137/2015 de 15 de Setembro de 2015 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 137/2015 de 15 de Setembro de 2015 Considerando que um dos objetivos do Programa do XI Governo Regional assenta na criação de medidas de incentivo

Leia mais

Impulso Jovem. Passaporte Emprego. Regulamento específico. Passaporte Emprego Economia Social. Passaporte Emprego Agricultura

Impulso Jovem. Passaporte Emprego. Regulamento específico. Passaporte Emprego Economia Social. Passaporte Emprego Agricultura Passaportes Emprego Impulso Jovem Passaporte Emprego Passaporte Emprego Economia Social Passaporte Emprego Agricultura Passaporte Emprego Associações e Federações Juvenis e Desportivas Regulamento específico

Leia mais

APOIOS AO EMPREGO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO

APOIOS AO EMPREGO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO APOIOS AO EMPREGO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO APOIOS AO EMPREGO E À CONTRATAÇÃO Portaria n.º130/2009, de 30 de Janeiro PROGRAMA DE ESTÍMULO À OFERTA DE EMPREGO INICIATIVAS LOCAIS DE EMPREGO Portaria

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 145 30 de julho de 2014 4027. Portaria n.º 151/2014

Diário da República, 1.ª série N.º 145 30 de julho de 2014 4027. Portaria n.º 151/2014 Diário da República, 1.ª série N.º 145 30 de julho de 2014 4027 Portaria n.º 151/2014 de 30 de julho O Governo tem vindo a desenvolver uma estratégia nacional de combate ao desemprego jovem assente numa

Leia mais

Promover o Emprego e Apoiar a Mobilidade Laboral

Promover o Emprego e Apoiar a Mobilidade Laboral AVISO/CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL 2014-2020 (MADEIRA14-20) EIXO PRIORITÁRIO 7 Promover o Emprego e Apoiar a Mobilidade Laboral PRIORIDADE DE INVESTIMENTO (PI)

Leia mais

EMPREGO JOVEM: AS POLÍTICAS. Alexandre Oliveira - IEFP

EMPREGO JOVEM: AS POLÍTICAS. Alexandre Oliveira - IEFP EMPREGO JOVEM: AS POLÍTICAS Alexandre Oliveira - IEFP Objetivos da sessão Identificar intervenções do IEFP no âmbito das políticas ativas de emprego para jovens: Estágios Profissionais; Medida Estímulo

Leia mais

Medida Estágios Emprego

Medida Estágios Emprego Regulamento Específico Medida Estágios Emprego Portaria n.º 204-B/2013, de 18 de junho Também aplicável à Medida Estágios Inserção Decreto-Lei n.º 290/2009, de 12 de outubro, alterado pela Lei n.º 24/2011,

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS

PERGUNTAS E RESPOSTAS Fundo de Eficiência Energética PERGUNTAS E RESPOSTAS Aviso 09 - Auditoria Elevadores Edifícios Serviços 2015 Perguntas e Respostas Aviso 09 - Auditoria Elevadores Edifícios Serviços 2015 v0 0 ÍNDICE ÂMBITO

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 7 de outubro de 2015. Série. Número 154

JORNAL OFICIAL. Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 7 de outubro de 2015. Série. Número 154 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Quarta-feira, 7 de outubro de 2015 Série Suplemento Sumário SECRETARIA REGIONAL DA INCLUSÃO E ASSUNTOS SOCIAIS Portaria n.º 184/2015 Cria e regula o funcionamento

Leia mais

Regulamento Específico

Regulamento Específico Regulamento Específico Programa Estágios Profissionais Portaria n.º 92/2011 de 28 de fevereiro, com a redação que lhe foi dada pelas Portarias n.º 309/2012, de 9 de outubro, n.º 3 B/2013, de 4 de janeiro,

Leia mais

CHEQUE - FORMAÇÃO. Criar valor

CHEQUE - FORMAÇÃO. Criar valor CHEQUE - FORMAÇÃO Criar valor Legislação Enquadradora A medida Cheque-Formação, criada pela Portaria n.º 229/2015, de 3 de agosto, constitui uma modalidade de financiamento direto da formação a atribuir

Leia mais

APOIOS AO EMPREGO. Açores. Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada

APOIOS AO EMPREGO. Açores. Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada APOIOS AO EMPREGO Açores Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada Índice EMPREGO INTEGRA... 2 PROGRAMA DE INCENTIVO À INSERÇÃO DO ESTAGIAR L E T... 4 ESTAGIAR... 6 PROGRAMA DE ESTÁGIOS DE RECONVERSÃO

Leia mais

Promover a Inclusão Social e Combater a Pobreza

Promover a Inclusão Social e Combater a Pobreza AVISO/CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL 2014-2020 (MADEIRA14-20) EIXO PRIORITÁRIO 8 Promover a Inclusão Social e Combater a Pobreza PRIORIDADE DE INVESTIMENTO (PI)

Leia mais

Programa Investe Jovem. Apoio à Criação do Próprio Emprego

Programa Investe Jovem. Apoio à Criação do Próprio Emprego Programa Investe Jovem Apoio à Criação do Próprio Emprego Portal dos Incentivos Jan 2015 Índice 1 Apresentação de Tema... 2 1.1 Objeto... 2 1.2 Objetivo... 2 1.3 Destinatários do Apoio... 2 1.4 Requisitos

Leia mais

I N C E N T I V O S À C O N T R A T A Ç Ã O Page 1. Incentivos à CONTRATAÇÃO

I N C E N T I V O S À C O N T R A T A Ç Ã O Page 1. Incentivos à CONTRATAÇÃO I N C E N T I V O S À C O N T R A T A Ç Ã O Page 1 Incentivos à CONTRATAÇÃO Abril 2015 I N C E N T I V O S À C O N T R A T A Ç Ã O Pag. 2 ÍNDICE 1. Introdução... 4 1.1. Enquadramento... 4 1.2. Objetivos

Leia mais

GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES DE DESEMPREGO - MONTANTE ÚNICO

GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES DE DESEMPREGO - MONTANTE ÚNICO GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES DE DESEMPREGO - MONTANTE ÚNICO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/11 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Prestações de Desemprego Montante Único

Leia mais

REGULAMENTO DE PROCEDIMENTOS DO PROGRAMA NACIONAL DE MICROCRÉDITO

REGULAMENTO DE PROCEDIMENTOS DO PROGRAMA NACIONAL DE MICROCRÉDITO REGULAMENTO DE PROCEDIMENTOS DO PROGRAMA NACIONAL DE MICROCRÉDITO INDICE 1. OBJETIVO 2. DESTINATÁRIOS 3. REQUISITOS GERAIS DE ACESSO À TIPOLOGIA MICROINVEST 4. MODELO ESPECÍFICO DE APOIO TÉCNICO À CRIAÇÃO

Leia mais

REGULAMENTO. MEDIDAS - Contrato Emprego-Inserção e Contrato Emprego-Inserção +

REGULAMENTO. MEDIDAS - Contrato Emprego-Inserção e Contrato Emprego-Inserção + REGULAMENTO MEDIDAS - Contrato Emprego-Inserção e Contrato Emprego-Inserção + Portaria n.º 128, de 2009, de 30 de janeiro, com a redação que lhe foi dada pela Portaria n.º 164/2011, de 18 de abril Regulamento

Leia mais

Portaria 1191/2003, de 10 de Outubro

Portaria 1191/2003, de 10 de Outubro Portaria 1191/2003, de 10 de Outubro Regula a concessão de apoios a projectos que dêm lugar à criação de novas entidades que originam a criação liquida de postos de trabalho Na apresentação do respectivo

Leia mais

Regulamento Específico

Regulamento Específico Medida Emprego Jovem Ativo Regulamento Específico 12 de setembro de 2014 Medida apoiada no âmbito da Iniciativa Emprego Jovem Legislação aplicável: Medida Emprego Jovem Ativo: Portaria n.º 150/2014, de

Leia mais

GUIA PRÁTICO MEDIDA EXCECIONAL DE APOIO AO EMPREGO - REDUÇÃO DE 0,75 PONTOS PERCENTUAIS DA TAXA CONTRIBUTIVA A CARGO DA ENTIDADE EMPREGADORA

GUIA PRÁTICO MEDIDA EXCECIONAL DE APOIO AO EMPREGO - REDUÇÃO DE 0,75 PONTOS PERCENTUAIS DA TAXA CONTRIBUTIVA A CARGO DA ENTIDADE EMPREGADORA GUIA PRÁTICO MEDIDA EXCECIONAL DE APOIO AO EMPREGO - REDUÇÃO DE 0,75 PONTOS PERCENTUAIS DA TAXA CONTRIBUTIVA A CARGO DA ENTIDADE EMPREGADORA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia

Leia mais

Pessoas abrangidas pelo Seguro Social Voluntário. 1. Quem é abrangido pelo Regime do Seguro Social Voluntário

Pessoas abrangidas pelo Seguro Social Voluntário. 1. Quem é abrangido pelo Regime do Seguro Social Voluntário Pessoas abrangidas pelo Seguro Social Voluntário 1. Quem é abrangido pelo Regime do Seguro Social Voluntário Cidadãos nacionais, e cidadãos estrangeiros ou apátridas residentes em Portugal há mais de um

Leia mais

Regulamento de Bolsas do CCMar

Regulamento de Bolsas do CCMar Regulamento de Bolsas do CCMar CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia ao abrigo do Decreto-Lei nº 123/99, de 20 de Abril,

Leia mais

Sessão de Divulgação - ALBUFEIRA

Sessão de Divulgação - ALBUFEIRA Sessão de Divulgação - ALBUFEIRA Entidade: Centro de Emprego de Loulé Tema: Apoios à de Empresas e Criação do Próprio Emprego IEFP,I.P. 1. O Plano de Negócios 2. Apoios à Criação do Próprio Emprego ou

Leia mais

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009 PROCEDIMENTOS DE ENCERRAMENTO DE PROJECTOS 1. ENQUADRAMENTO No âmbito do acompanhamento dos projectos apoiados pelo POFC, importa estabelecer o conjunto de procedimentos

Leia mais

Bolsa Emprego IPL - FAQS

Bolsa Emprego IPL - FAQS Bolsa Emprego IPL - FAQS EMPRESAS Para poder colocar uma oferta na Bolsa de Emprego tenho que estar registado? Sim. O primeiro passo deverá ser o registo da empresa/instituição. Posteriormente, e após

Leia mais

WORKSHOP :EMPREENDEDORISMO E CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO

WORKSHOP :EMPREENDEDORISMO E CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO WORKSHOP :EMPREENDEDORISMO E CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO Entidade: Centro de Emprego de Loulé Tema: Apoios à Criação do Próprio Emprego e de Empresas 1. O Plano de Negócios 2. Apoios à Criação do Próprio

Leia mais

V A L E I N O V A Ç Ã O Page 1 VALE INOVAÇÃO (PROJETOS SIMPLIFICADOS DE INOVAÇÃO)

V A L E I N O V A Ç Ã O Page 1 VALE INOVAÇÃO (PROJETOS SIMPLIFICADOS DE INOVAÇÃO) V A L E I N O V A Ç Ã O Page 1 VALE INOVAÇÃO (PROJETOS SIMPLIFICADOS DE INOVAÇÃO) Março 2015 V A L E INO V A Ç Ã O Pag. 2 ÍNDICE 1. Enquadramento... 3 2. Objetivo Específico... 3 3. Tipologia de Projetos...

Leia mais

Regulamento de Bolsas de Investigação Científica da Fundação BIAL

Regulamento de Bolsas de Investigação Científica da Fundação BIAL Regulamento de Bolsas de Investigação Científica da Fundação BIAL PREÂMBULO Tendo como objetivo incentivar a investigação centrada sobre o Homem, tanto sob os aspetos físicos como sob o ponto de vista

Leia mais

Subsídio de doença Atualizado em: 06-03-2015

Subsídio de doença Atualizado em: 06-03-2015 SEGURANÇA SOCIAL Subsídio de doença Atualizado em: 06-03-2015 Esta informação destina-se a que cidadãos Trabalhadores por conta de outrem Trabalhadores independentes Seguro social voluntário: Trabalhadores

Leia mais

Medidas Ativas de Emprego

Medidas Ativas de Emprego Medidas Ativas de Emprego Estímulo 2013 e Apoio à Contratação Via Reembolso da Taxa Social Única(RTSU) JULHO 2014 A prioridade é o ajustamento entre quem procura e quem oferece emprego. Quem procura o

Leia mais

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO Despacho Considerando que os regulamentos específicos do Programa Operacional Potencial Humano (POPH) são aprovados pela respectiva Comissão Ministerial de Coordenação, nos termos do n.º 5 do artigo 30º

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 56 20 de março de 2015 1641

Diário da República, 1.ª série N.º 56 20 de março de 2015 1641 Diário da República, 1.ª série N.º 56 20 de março de 2015 1641 Artigo 8.º Candidatura 1 A candidatura deve ser apresentada pelo desempregado no portal eletrónico do IEFP www.netemprego.gov.pt, nos períodos

Leia mais

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO Despacho Considerando que os regulamentos específicos do Programa Operacional Potencial Humano (POPH) são aprovados pela respectiva Comissão Ministerial de Coordenação, nos termos do n.º 5 do artigo 30º

Leia mais

INSTITUTO PORTUGUÊS DO MAR E DA ATMOSFERA, I.P.

INSTITUTO PORTUGUÊS DO MAR E DA ATMOSFERA, I.P. INSTITUTO PORTUGUÊS DO MAR E DA ATMOSFERA, I.P. REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO CIENTIFICA Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aplica-se às bolsas atribuídas pelo Instituto Português do Mar

Leia mais

GUIA PRÁTICO PENSÃO DE VIUVEZ INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO PENSÃO DE VIUVEZ INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO PENSÃO DE VIUVEZ INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Pensão de Viuvez (7012 v4.14) PROPRIEDADE Instituto da Segurança Social, I.P. AUTOR Centro Nacional de

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 15/2015 de 23 de Janeiro de 2015

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 15/2015 de 23 de Janeiro de 2015 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 15/2015 de 23 de Janeiro de 2015 Considerando que o Programa Estagiar, nas suas vertentes L, T e U dirigido a jovens recém-licenciados, mestres

Leia mais

5º - Regra sobre a gestão de deslocações, Nacionais e Internacionais

5º - Regra sobre a gestão de deslocações, Nacionais e Internacionais 5º - Regra sobre a gestão de deslocações, Nacionais e Internacionais Como se pode constatar na regra 3, a filosofia de imputação de despesas com deslocações e subsistência, está directamente relacionada

Leia mais

Regulamento de Bolsas de Investigação Científica

Regulamento de Bolsas de Investigação Científica Regulamento de Bolsas de Investigação Científica REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência

Leia mais

REGULAMENTO BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO PARA ESTRANGEIROS

REGULAMENTO BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO PARA ESTRANGEIROS I. DISPOSIÇÕES GERAIS Artº 1º 1. Com o fim de estimular a difusão da cultura portuguesa em países estrangeiros, a Fundação Calouste Gulbenkian, através do Serviço de Bolsas Gulbenkian, concede bolsas de

Leia mais