PLANO DE EMERGENCIA INTERNO 1INTRODUÇÃO... 4

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2 Página 2 de 74 Índice 1INTRODUÇÃO Historial Plano de prevenção e emergência: conceito, objectivo e etapas Controlo do Documento Revisão e Alteração do PEI Lista de Distribuição do PEI Lista de Abreviaturas Glossário e Termos Referências Regulamentares e Normativas PLANO DE PREVENÇÃO Caracterização da Escola Espaço Exterior Espaço Interior Zona de Circulação Ocupação e Laboração Rede de Água Rede de Esgotos Rede Eléctrica e de Emergência Rede de Comunicações IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS Riscos Internos Incêndio Fuga de Gás Ameaça de Bomba Riscos Externos Tremor de Terra Incêndio Ameaça de bomba Zonas de risco Pontos Perigosos e Nevrálgicos MEIOS E RECURSOS Equipamentos de 1.ª Intervenção Sistema de Iluminação e Sinalização Meios de Alarme e Alerta Alarme Alerta Locais de Corte Níveis de Emergência Organismos de Apoio... 22

3 Página 3 de 74 5ADMINISTRAÇÃO E LOGÍSTICA Meios Humanos Meios Materiais Direcção e Informação Pública Direcção do PEI Informação Pública ORGANIZAÇÃO DA SEGURANÇA Rotinas de Alarme e Alerta Activação do Plano de Emergência Interno Após a Situação de Emergência Estrutura Operacional ESTRUTURA INTERNA DA SEGURANÇA Director do PEI Órgão de Comando Equipas de 1os Socorros Equipas de Intervenção no combate a Incêndios Equipas de Evacuação Informação e vigilância Plano de Evacuação Alarme Geral Vias de Evacuação Instruções de Actuação em Emergência Instruções Gerais Instruções Particulares Instruções de Coordenação ANEXOS 36 Anexo I - Lista de Revisões e Alterações ao PEI Anexo II - Lista de Distribuição de Exemplares Anexo III - Lista de Abreviaturas Anexo IV - Glossário e Termos Anexo V - Referências Regulamentares e Normativas Anexo VI - PLANTA GERAL DE EMERGÊNCIA DO ESTABELECIMENTO ESCOLAR Anexo VII - Organismos Externos Anexo VIII - Lista Telefónica de Emergência Anexo IX Planta de Emergência Anexo X - Instruções Gerais de Actuação (IGA) Anexo XI Instruções Particulares de Actuação (IPA) Anexo XII Instruções de Coordenação Anexo XIII Recursos Humanos Anexo XIV Recursos Materiais Anexo XV Ficha de caracterização da escola Anexo XVII Manual de Segurança do Laboratório... 74

4 Página 4 de 74 1 INTRODUÇÃO É pressuposto básico da Protecção Civil que só uma população informada pode ter um verdadeiro e indispensável protagonismo num sistema que visa, em última instância, a melhoria da qualidade de vida de todos os cidadãos. De forma genérica pode-se dizer que, cada vez mais, as direcções dos estabelecimentos de ensino estão sensibilizadas para a questão da segurança e para a importância de uma atitude preventiva e de solidariedade. Este tem sido um processo gradativo, já que se trata fundamentalmente de mudar atitudes e interiorizar um novo conceito de segurança participado por toda a comunidade escolar. De facto, frequentemente, são os próprios órgãos de gestão a solicitar, aos respectivos serviços de protecção civil, apoio técnico para a elaboração do plano de emergência das suas instalações. Ter um plano elaborado e testado é uma exigência cada vez mais salientada por quem tem responsabilidades nesta matéria. É nesta ordem de ideias que se torna fundamental fornecer instrumentos de trabalho conducentes a que as escolas tracem directrizes para uma actuação correcta e organizada, face a uma eventual situação de emergência. preventivos (plano de prevenção) e de gestão operacional (plano de emergência), pretende construir um modelo aplicável às diferentes realidades, o segundo visa a sensibilização de toda a comunidade escolar, professores, funcionários e muito especialmente os alunos. Além de ser obrigação de todos contribuir para evitar o acidente, cada um deve saber exactamente o que fazer em situação de emergência e perceber a utilidade fundamental dos seus gestos. Assim se formam adultos mais exigentes e com uma nova atitude de segurança. É neste sentido que a Protecção Civil tem vindo a incentivar a realização de exercícios e simulacros, por forma a testar e consolidar conhecimentos adquiridos, visando uma optimização de atitudes e comportamentos. Prevenimos quando criamos as condições para que os acidentes não ocorram, planeamos quando, antecipadamente, fornecemos informação sobre os procedimentos correctos a adoptar em, situações de emergência. Estamos certos que a produção destes instrumentos pedagógicos, serão contributos eficazes para que as escolas portuguesas se constituam cada vez mais em espaços seguros e de aprendizagem de cidadania, num processo de interacção entre toda a comunidade escolar, para uma tarefa que é de todos. In Plano de Prevenção e Emergência para Estabelecimentos de Ensino Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil Lisboa 2005

5 Página 5 de Historial Em 30 de Julho de 1971, foi autorizada, pela Direcção de Serviços do Ciclo Preparatório do Ensino Secundário, a criação de uma secção da Escola Preparatória Dr. Ernesto de Castro Leal (Celorico de Basto), a funcionar nas instalações da Câmara Municipal de Mondim de Basto. Pela portaria n 562 / 72, de 28 de Setembro de 1972, a secção da Escola Preparatória Dr. Ernesto de Castro Leal de Celorico de Basto, a funcionar em Mondim de Basto, foi transformada em Escola Preparatória e do Ensino Secundário, a que foi dado o nome de Escola Preparatória de José Júlio Pinto Coelho. Este nome advém-lhe do facto de estar instalada no edifício pertença deste ilustre mondinense (em tempos, embora, à data de 28 / 09 / 1972 fosse pertença da Câmara Municipal). Aqui funcionou até 30 de Junho de 1978, tendo crescido em número de alunos e de anos de escolaridade, pois nesta data (30 / 06 / 78) já aqui era leccionado, não só o ciclo preparatório, mas também o 1º, 2º e 3 anos do Unificado (actuais 7º, 8 e 9 anos de escolaridade). Ao longo do ano lectivo de 1977 / 78, professores, alunos e toda a comunidade educativa, fomos seguindo de perto as obras da nova escola com alguma ansiedade, já que aguardávamos por melhores condições de trabalho, há algum tempo. As instalações da casa do Eirô eram exíguas para o número de alunos que entretanto se havia matriculado nesta escola. Foi com grande alegria e entusiasmo que durante os meses de Julho, Agosto e Setembro professores e Pessoal Auxiliar e Administrativo, com o apoio da Câmara Municipal, procederam à mudança para as novas instalações. Em 29 de Setembro de 1978, foi criada, pela portaria n 599 / 78, a Escola Secundária de Mondim de Basto. Contudo, esta escola não possuía espaço próprio e, por isso, foi ocupar dois pavilhões (B e C) do edifício destinado à Escola Preparatória. Na altura, ninguém protestou, até porque, de facto, o espaço era suficiente para as duas escolas. Não demorou muito que se verificasse que isso foi um erro, mas o tempo era de vacas magras e o remédio foi encolhermo-nos da melhor maneira possível. Em 31 de Dezembro de 1986, foi criada, pela portaria nº791 / 86, a Escola C + S de Mondim de Basto, sendo simultaneamente extintas a Escola Preparatória e a Escola Secundária existentes na vila. De novo, um erro histórico se verifica no processo do ensino / aprendizagem no concelho de Mondim de Basto. Enquanto nos concelhos vizinhos se iam desdobrando as escolas existentes, no nosso fechavam-se as portas a um possível alargamento das áreas disponíveis, juntando os alunos desde o 5 ano ao 12 no mesmo espaço. Nesta mesma altura, construi-se, num concelho do distrito, uma escola muito moderna, com capacidade para vinte turmas, e que iria albergar meia dúzia de alunos do segundo ciclo. Aqui, bem próximo de nós, foi construída uma escola, em 1998, igualmente para cerca de vinte turmas, e que alberga um número inferior a duzentos

6 Página 6 de 74 alunos. Não são estas escolas que estão a mais: em Mondim de Basto é que faltava uma nova escola, já que a actual foi construída para cerca de quinhentos alunos e tem, neste momento, No ano lectivo de 2001 / 02, construiu-se um novo bloco, onde foi instalada uma biblioteca moderna e funcional e uma nova área de serviços de cozinha e refeitório. Que o futuro dos nossos filhos se vislumbre mais agradável que o passado dos seus progenitores. (Prof. Valentim Carvalho Macedo 01/02) 1.2 Plano de prevenção e emergência: conceito, objectivo e etapas O Plano de Emergência Interno da Escola Básica do 2º e do 3º Ciclos e do Secundário de Mondim de Basto., a partir de agora designado apenas por Escola, é elaborado com o objectivo de proteger todos os colaboradores, prestadores de serviços e visitantes, bem como a salvaguarda do património e do meio ambiente, em caso de situação de emergência. Neste plano estão contempladas as potenciais situações de emergência, assim como os respectivos modos de actuação e intervenção. Este documento será divulgado a todos os colaboradores, para que estes estejam devidamente informados e preparados quanto à forma de actuação em caso de situação de emergência. Os eventuais prestadores de serviço e visitantes terão acesso atempado a esta informação. Em situação de emergência, são acompanhados por elementos pertencentes à associação. Periodicamente serão efectuados simulacros que permitem rotinar modos de actuação e intervenção, assim como validar a adequabilidade do plano. O PEI entra em vigor logo que promulgado e distribuído. Conceito Um plano de prevenção e emergência pode definir-se como a sistematização de um conjunto de normas e regras de procedimentos, destinadas a evitar ou minimizar os efeitos das catástrofes que se prevê possam vir a ocorrer em determinadas áreas, gerindo, de forma optimizada, os recursos disponíveis. Assim, um plano de prevenção e emergência constitui um instrumento simultaneamente preventivo e de gestão operacional, uma vez que, ao identificar os riscos, estabelece os meios para fazer face ao acidente e, quando definida a composição das equipas de intervenção, lhes atribui missões.

7 Página 7 de 74 Razões para a elaboração de um plano: Identifica os riscos e procura minimizar os seus efeitos; Estabelece cenários de acidentes para os riscos identificados; Define princípios, normas e regras de actuação face aos cenários possíveis; Organiza os meios e prevê missões para cada um dos intervenientes; Permite desencadear acções oportunas, destinadas a limitar as consequências do sinistro; Evita confusões, erros, atropelos e a duplicação de actuações; Prevê e organiza antecipadamente a evacuação e intervenção; Permite rotinar procedimentos, os quais poderão ser testados, através de exercícios e simulacros. Um plano de prevenção e emergência deve, por isso, ter as seguintes características: Simplicidade Ao ser elaborado de forma simples e concisa, será bem compreendido por parte dos seus executantes; Flexibilidade Um plano não pode ser rígido. Deve permitir a sua adaptação a situação não coincidentes com os cenários inicialmente previstos; Dinamismo Deve ser actualizado em função do aprofundamento da análise de riscos, da evolução quantitativa e qualitativa dos meios humanos e materiais disponíveis e da realização de obras de remodelação ou ampliação das instalações; Adequação Deve estar adequado à realidade da instituição e os meios existentes; Precisão Deve ser claro na atribuição de competências e responsabilidades.

8 Página 8 de 74 Objectivos gerais Ditar a escola de um nível de segurança eficaz; Limitar as consequências de um acidente; Sensibilizar para a necessidade de conhecer e rotinar procedimentos de auto protecção a adoptar, por parte dos professores, funcionários e alunos, em caso de acidente; Co-responsabilizar toda a população escolar no cumprimento das normas de segurança; Preparar e organizar os meios humanos e materiais existentes, para garantir a salvaguarda de pessoas e bens, em caso de ocorrência de uma situação perigosa. Objectivos específicos Conhecimento real e pormenorizado das condições de segurança do estabelecimento escolar; Correcção das situações disfuncionais detectadas; Maximização das possibilidades de resposta dos meios de 1.ª intervenção; Organização dos meios humanos, tendo em vista a actuação em situação de emergência; Elaboração de um plano de evacuação das instalações escolares; Elaboração do plano de actuação. Etapas de elaboração A elaboração de um plano de prevenção e emergência deve incluir os aspectos de natureza preventiva que, em conjunto com a organização interna e as instruções de segurança, constituem etapas sistematizadas e sequencialmente elaboradas, indispensáveis à sua operacionalidade, em qualquer situação de emergência: Plano de Prevenção - Caracterização do espaço - Identificação dos riscos - Levantamento de meios e recursos - Regras de exploração e comportamento - Programas de conservação e manutenção - Caderno de registos de segurança

9 Página 9 de 74 Plano de Emergência - Organização de segurança - Estrutura interna de segurança - Plano de evacuação - Plano de actuação - Instruções de segurança - Instruções gerais - Instruções particulares - Instruções especiais In Plano de Prevenção e Emergência para Estabelecimentos de Ensino Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil Lisboa 2005 A Delegada de Segurança A Presidente do Conselho Executivo Mondim de Basto, terça-feira, 24 de Junho de 2014

10 Página 10 de Controlo do Documento Revisão e Alteração do PEI O presente PEI deverá ser revisto, pelo menos, uma vez por ano. Essas revisões deverão ser efectuadas baseando-se nas informações recolhidas: Sempre que ocorram alterações nas actividades e instalações; Propostas dos funcionários; Avaliação do(s) simulacro(s) efectuado(s); Avaliação das consequências de uma situação de emergência ocorrida. Relativamente às alterações, todos os funcionários deverão informar o Director do PEI sempre que julguem ser necessário efectuar alguma alteração. No entanto, qualquer alteração ou revisão é sempre da inteira responsabilidade do Director do PEI, que deverá propô-la ao conselho executivo. As revisões e as alterações do presente PEI serão indicadas no Anexo I - Lista de Revisões e Alterações ao PEI Lista de Distribuição do PEI O conselho executivo é responsável pela impressão e distribuição do PEI. Os exemplares do PEI de distribuição interna e externa com obrigatoriedade de actualizações (documentos controlados) são numerados sequencialmente. Os exemplares não controlados estão identificados como A distribuição é feita de acordo com a Lista de Distribuição aprovada pela conselho executivo indicada no Anexo II Lista de Distribuição de Exemplares. Cada detentor é responsável por reproduzir e dar a conhecer os capítulos / anexos às restantes pessoas envolvidas no PEI e demais trabalhadores. 1.4 Lista de Abreviaturas As abreviaturas utilizadas no presente documento estão descritas no Anexo III - Lista de Abreviaturas.

11 Página 11 de Glossário e Termos O Anexo IV Glossário e Termos contém o glossário de termos técnicos utilizados no presente documento. 1.6 Referências Regulamentares e Normativas A filosofia de segurança e os critérios que serviram de base orientadora às soluções projectadas, estão de acordo com a legislação em vigor, com as Normas e Regulamentos que se discriminam no Anexo V Referências Regulamentares e Normativas.

12 Página 12 de 74 2 PLANO DE PREVENÇÃO 2 PLANO DE PREVENÇÃO 2.1 Caracterização da Escola - Tipo de estabelecimento : Público - Graus de ensino leccionados: 2º e 3º Ciclos e Secundário Espaço Exterior Localização geográfica A Escola Básica do 2º e do 3º Ciclos e do Secundário de Mondim de Basto localiza-se na vila sede do concelho, tendo, a sul uma escola do 1º ciclo e a Igreja Matriz, a norte o Quartel dos Bombeiros Voluntários, várias habitações e alguns cafés, a oeste o Campo Municipal de Futebol e a leste uma área de lazer (Zona Verde). A G. N. R. local e o Centro de Saúde distam da escola cerca de 300 e 600 metros respectivamente como se verifica na carta em anexo. Legenda: Escola Básica do 2º e 3º Ciclos e Secundário de Mondim de Basto

13 Página 13 de 74 Bombeiros Voluntários de Mondim de Basto Centro de Saúde de Mondim de Basto Câmara Municipal de Mondim de Basto Guarda Nacional Republicana Dadas as condições referenciadas, existe um grande congestionamento de pessoas e veículos (autocarros e automóveis) nas horas de entrada e saída da manhã e da tarde, o que provoca alguma confusão. Por este motivo a saída dos alunos do recinto escolar só é permitida assim que os autocarros escolares se encontrarem imobilizados. As vias de tráfego internas permitem a acessibilidade a todas as fachadas do edifício para a sua utilização numa eventual situação de emergência e desenvolvimento das acções de intervenção dos bombeiros. Fonte: Instituto de Meteorologia de Portugal Sismologia Figura 1 Carta de Isossistas de Intensidades Máximas De acordo com a Figura 1, a escola está implantada numa zona sísmica de intensidade máxima VI (escala de Mercalli modificada de 1956), caracterizada por: Ocasiona danos ligeiros nos edifícios; Sacudida sentida por toda a gente, muitas pessoas assustadas; Janelas partidas, quadros caem, alguns móveis pesados mudam de lugar.

14 Página 14 de Espaço Interior A Escola EB 2,3/S de Mondim de Basto é constituída por cinco pavilhões, constituídos por: Pavilhões Pisos Salas de aula Instalações especificas A R/c e 1º piso 10 B R/c e 1º piso 11 C R/c e 1º piso 10 D R/c e 1º piso 6 E R/c e 1º piso 5 Pavilhão Gimnodesportivo Campo de jogos Auditório. Sala de Educação Musical, sala de Educação Tecnológica (r/c), salas de Educação Visual e Tecnológica (1º piso) Laboratórios de Ciências Naturais e Físico Química (R/c), salas de Educação Visual (1º piso) Sala dos apoios educativos, 1 sala de informática, polivalente-bufete (alunos) e gabinete da Associação de Estudantes. Gabinetes de Conselho Executivo, salas dos Directores de Turma (isolamento) e do Pessoal não Docente, Serviços Administrativos, Serviços de Psicologia e Orientação (S. P. O), Gabinete do Secretariado de Exames, sala e bufete dos professores. Cozinha, refeitório, papelaria/reprografia (R/C), Biblioteca, salas de Informática (1º piso) Zona de Circulação A entrada na escola pode ser feita por dois portões: Principal e o de Abastecimento. A entrada geral processa-se pelo Portão Principal onde existe a guarita do porteiro, o qual dá o acesso mais directo ao edifício escolar. O Portão de Abastecimento encontra-se normalmente fechado, estando a sua abertura condicionada ao acesso dos fornecedores. Em caso de emergência o porteiro abrirá estes portões. As zonas de circulação interiores pela escola são possíveis pelos corredores de acesso aos restantes pavilhões. O acesso da população escolar faz-se sempre pelo Portão Principal e o acesso dos veículos dos fornecedores faz-se pelo Portão de Abastecimento.

15 Página 15 de 74 O acesso de veículos ao interior da escola está condicionada e só se efectua por absoluta necessidade. Em caso de emergência o acesso de veículos pode fazer-se por qualquer um dos Portões mediante o local de ocorrência do sinistro. Compete ao Chefe de Segurança ou funcionário da Portaria indicar de forma correcta e segura, o local preciso de entrada das ajudas de emergência. A planta de implantação das instalações encontra-se no Anexo VI Planta de Implantação Ocupação e Laboração O total de ocupantes potenciais dos edifícios corresponde ao somatório das lotações de todos os seus espaços susceptíveis de ocupação, de segunda a sexta-feira. Recenseamento dos Utentes (dados de 2007/2008) Utentes N.º de alunos diurnos 2º ciclo 246 N.º de Professores Diurnos/nocturnos N.º de funcionários 3º ciclo 402 Secundário Total 835 Distribuição de utentes por horário de trabalho Manhã Tarde Noite Professores Funcionários * Alunos * Guardas-nocturnos Nota: o horário diurno nesta escola é em regime normal (das 8:30h às 17:10h). Esporadicamente, em horário nocturno, há formação de adultos Rede de Água A escola é abastecida por água vinda da rede pública.

16 Página 16 de Rede de Esgotos Os esgotos da escola estão ligados à rede de saneamento do Município de Mondim de Basto Rede Eléctrica e de Emergência A energia eléctrica é fornecida através de um quadro geral, que se encontra à entrada do edifício D, fornecida pela rede pública à tensão de 137,92KvA (média tensão). Existem quadros eléctricos seccionais na entrada de cada pavilhão e em cada piso Rede de Comunicações Comunicação no interior das instalações Em situação de emergência, as comunicações poderão ser efectuadas através de telefones internos, efectuando-se a ligação directamente para os bombeiros. Comunicação com o exterior das instalações Em situação de emergência, as comunicações com o exterior, poderão ser efectuadas através do telefone da recepção ou do telefone do gabinete da direção executiva. Os telefones dos pavilhões (1/pavilhão) não têm ligação directa para o exterior, tendo que ser feita ligação à recepção (P.B.X.) ou ao telefone do gabinete do conselho executivo.

17 Página 17 de 74 3 IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS 3.1 Riscos Internos Incêndio O risco de incêndio é maior na cozinha, devido à existência de fogo, e materiais facilmente inflamáveis. De salientar também a possibilidades de incêndio com origem em curtos circuitos em todas as secções da escola. Esta situação, apesar de poder ocorrer em qualquer local onde exista equipamentos eléctricos, poderá assumir maior gravidade nos locais onde são armazenados determinados produtos e materiais, assim como onde existem equipamentos que pela sua natureza poderão servir de combustíveis. Pode existir também o risco de incêndio no laboratório, onde existe a manipulação de substâncias inflamáveis e comburentes. Em todos estes locais estão colocados extintores para uma primeira intervenção Fuga de Gás A possibilidade de ocorrência de uma fuga de gás é bastante reduzida, visto todos os sistemas de gás serem regularmente vistoriados e alvo de manutenção por pessoal qualificado. Os locais onde existe a possibilidade de ocorrer uma fuga de gás são: Depósito exterior do gás, Central de aquecimento de água do pavilhão, cozinha, assim como todo o percurso da canalização de gás Ameaça de Bomba O perigo de ameaça de bomba, apesar de muito reduzido, pode ocorrer em momentos muito específicos do ano escolar, nomeadamente em alturas de exames ou eventuais protestos. Essa situação não deve no entanto ser descurada, accionando-se o plano de evacuação. 3.2 Riscos Externos Tremor de Terra Não havendo registos de sismos que tenham afectado de forma importante esta região nos anos recentes, não deve ser colocada de parte a hipótese de se sentirem os efeitos de um abalo com epicentro noutras regiões, devido à localização da escola numa zona sísmica de intensidade máxima VI. Assim, em caso de sismo, os principais riscos que poderão ocorrer são:

18 Página 18 de 74 Queda de objectos e estruturas; Ocorrência de incêndios, inundações; Soterramento e esmagamento; Faltas de energia, comunicação, água ou gás Incêndio O recinto escolar não apresenta risco de incêndio directo para a escola Ameaça de bomba Os avisos de ameaça de bomba são normais e são invariavelmente recebidos por telefonemas anónimos. Na maioria são falsos alarmes que visam provocar a evacuação das instalações e a interrupção das actividades causando prejuízos por vezes elevadíssimos. Nunca devem, no entanto, ser ignorados. Assim no caso de ameaça de bomba, os principais riscos que poderão ocorrer são: Danos parciais ou total no edifício, Danos parciais ou totais nas máquinas, Danos parciais ou totais nos equipamentos informáticos, Danos parciais ou totais noutros equipamentos, Danos humanos. No Anexo X Instruções Gerais de Actuação (IGA), indica como proceder nestas situações de emergência. 3.3 Zonas de risco As zonas de Risco são áreas que, em função da análise efectuada, podem apresentar riscos significativos. Estão nessas situações as seguintes zonas: Incêndio / Explosão: Instalações / equipamentos eléctricos, máquinas, quadros gerais de baixa tensão, salas de informática, salas administrativas, Laboratórios de Ciências Naturais e Físico - Química e depósito de gás. Postos de abastecimento de combustíveis a 500m e a 600m.

19 Página 19 de 74 Falha de energia / Electrocussão: Nos equipamentos transformadores / consumidores de electricidade, por falhas pontuais derivado de avaria, manutenção ou outra situação Pontos Perigosos e Nevrálgicos Pontos Perigosos (PP) Os Pontos Perigosos referem-se aos locais que apresentam riscos potenciais que, por si só, possam desencadear uma situação de emergência. Foram identificados os seguintes: Instalações e Equipamentos Eléctricos - não possuem características antideflagrantes, no entanto podem fornecer a energia de activação suficiente para inflamar uma possível atmosfera perigosa; Quadro Geral na limpeza, conservação e utilização, em caso de falha pode estar na origem de um incêndio ou explosão. Laboratório de Ciências Naturais e Físico-Química instalações e equipamentos eléctricos podem fornecer a energia de activação suficiente para inflamar uma possível atmosfera perigosa. Temos a manipulação de produtos inflamáveis, reagentes e produtos comburentes. Depósito de Gás devido à natureza do material utilizado (combustível). Pontos Nevrálgicos (PN) Os Pontos Nevrálgicos referem-se aos locais essenciais para a manutenção das condições de segurança e cuja protecção deve ser prioritária. Foram identificados os seguintes: Gabinete da Direção Executiva; Sala dos Directores de Turma; Gabinete do Secretariado de Exames; Serviços Administrativos.

20 Página 20 de 74 4 MEIOS E RECURSOS 4.1 Equipamentos de 1.ª Intervenção Extintores: encontram-se distribuídos pelos pavilhões e estão devidamente assinalados. Garantir a operacionalidade através de revisões a efectuar periodicamente. Redes de Incêndio Armada: encontram-se no exterior da escola e estão devidamente assinaladas. 4.2 Sistema de Iluminação e Sinalização Tem por objectivos: Viabilizar o reconhecimento de obstáculos. Indicar o percurso a seguir. Evitar acidentes pessoais. Reduzir o pânico. Proceder a uma evacuação correcta. A Escola está dotada de blocos autónomos de iluminação que garantem um nível luminoso suficiente para uma evacuação ordeira. Os itinerários de evacuação e as saídas estão assinalados com os sinais próprios. 4.3 Meios de Alarme e Alerta Permitem informar a população escolar da ocorrência de um sinistro Alarme O sinal de alarme é dado pela Sirene. Na falta de corrente eléctrica, a sirene será substituída pela sineta manual e/ou alarme no exterior das salas ou pelo megafone Alerta Telefone permite cada sector informar a central de telefone (P.B.X.). Para além do telefone do P.B.X., estão disponíveis os telefones dos Serviços Administrativos e da Direção Executiva. A central de telefone deverá efectuar a chamada de socorros externos. Os números de emergência estão afixados na Recepção.

21 Página 21 de Locais de Corte Existem locais de corte, para que em caso de emergência, se necessário, sejam activados: Energia eléctrica Corte geral de electricidade: O quadro geral de electricidade encontra-se no exterior junto do portão de abastecimento. Corte seccional de electricidade nos pavilhões A, B, C, D e E: No rés-do-chão e 1º andar. Corte seccional de electricidade no pavilhão E: Cozinha; Biblioteca. Nota: o corte da energia, deve ser feito, de preferência, em baixa tensão. Água Rede Pública: válvula de seccionamento, localizada na entrada das instalações. Gás Válvula de seccionamento, localizada junto ao depósito e na cozinha. 4.4 Níveis de Emergência Considerando a avaliação de consequências dos acontecimentos com potencial para afectar a associação, foram identificadas as situações que exigem acção. Os acidentes considerados e incluídos no PEI são agrupados em 3 níveis, em função da situação ou ameaça: NÍVEL 1 Situação Anormal (não é necessário activar o Plano de Emergência Interno) É o menor nível de gravidade. Corresponde à existência de um incidente, anomalia ou suspeita que, por ter dimensões reduzidas ou por estar confinado, não constitui ameaça para além do local onde se produziu. NÍVEL 2 Situação de Perigo (possível Activação do Plano de Emergência Interno) Corresponde a uma situação de acidente que pode evoluir para uma situação de emergência, se não for tomada uma adequada acção imediata. Mantém-se o normal funcionamento da ESCOLA e não é susceptível de extravasar o compartimento onde teve origem, não ameaçando áreas contíguas.

22 Página 22 de 74 NÍVEL 3 Situação de Emergência (activação do Plano de Emergência Interno) É o nível de maior gravidade. Corresponde a uma situação em que o acidente toma proporções de grande dimensão, está fora de controlo ou ameaça áreas vizinhas ou ainda que possa vir a provocar danos graves. Na Tabela 1, estão representados os possíveis níveis de gravidade, tendo em conta o perigo potencial e as suas possíveis consequências, associados a cada um dos acontecimentos que a ESCOLA considerou ser de maior risco. Acontecimento Nível de Gravidade Nível 1 (Anormal) Nível 2 (Perigo) Nível 3 (Emergência) Incêndio X X X Ameaça de bomba X Sismo X X Tabela 1 Acontecimento versus Nível de Gravidade 4.5 Organismos de Apoio Os organismos de apoio são entidades e organizações públicos ou privados, que colaboram com a escola em situação de emergência, de acordo com as suas competências e capacidades ou através de protocolos celebrados. A identificação destas entidades é feita no Anexo VII Organismos Externos.

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