O USO DE JOGOS E METODOLOGIAS VIVENCIAIS PARA DESPERTAR A CULTURA EMPREENDEDORA E A GESTÃO PARTICIPATIVA 3 1. INTRODUÇÃO 3

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O USO DE JOGOS E METODOLOGIAS VIVENCIAIS PARA DESPERTAR A CULTURA EMPREENDEDORA E A GESTÃO PARTICIPATIVA 3 1. INTRODUÇÃO 3"

Transcrição

1

2 O USO DE JOGOS E METODOLOGIAS VIVENCIAIS PARA DESPERTAR A CULTURA EMPREENDEDORA E A GESTÃO PARTICIPATIVA 3 1. INTRODUÇÃO 3 2. MUDANÇA DE PARADIGMAS: O PRINCIPAL DESAFIO DA INOVAÇÃO 4 3. OS JOGOS E OS MÉTODOS VIVENCIAIS COMO UMA ALTERNATIVA DE EDUCAÇÃO PARA INOVAÇÃO 6 4. OS JOGOS E MÉTODOS VIVENCIAIS NA PRÁTICA 8 5. CONCLUSÃO REFERÊNCIAS 12 AUTORA 12

3 O USO DE JOGOS E METODOLOGIAS VIVENCIAIS PARA DESPERTAR A CULTURA EMPREENDEDORA E A GESTÃO PARTICIPATIVA 1. INTRODUÇÃO Este artigo demonstra como o uso de jogos e técnicas vivenciais pode contribuir para o entendimento do processo de inovação e desenvolvimento do perfil empreendedor. Já não é mais privilégio de poucos ouvir falar em inovação. Executivos, autores, estudiosos de negócio constataram há tempos que é importante inovar. A grande exposição deste assunto vem gerando perguntas acerca de como devemos encarar um tema complexo e que envolve mudanças de mapas mentais - de maneira natural. Como tratar a inovação cotidianamente em empresas que possuem os mais diversos públicos? Mais: como trabalhar a inovação de forma instigante e, ao mesmo tempo, compreensível? Estes questionamentos motivaram esta reflexão. O principal objetivo deste artigo é demonstrar como o uso de jogos e técnicas vivenciais pode contribuir para o entendimento (1) do processo de inovação; e (2) para o desenvolvimento do perfil empreendedor, que é tão importante para que a inovação ocorra contínua e sistematicamente na organização. Serão relatadas, para ilustrar as reflexões aqui colocadas, algumas situações de práticas com trabalho de grupos em que o principal objetivo é despertar uma cultura inovadora junto aos participantes. Para fazer esta reflexão foram utilizadas teorias sobre inovação tecnológica, jogos teatrais e perfil empreendedor.

4 O objetivo deste estudo é lançar outro olhar sobre como lidar com barreiras culturais à inovação. 2. MUDANÇA DE PARADIGMAS: O PRINCIPAL DESAFIO DA INOVAÇÃO Dentro de uma organização, quando se inicia a estruturação de um trabalho para despertar nas pessoas a importância de inovar logo aparecem os principais obstáculos: Preciso ter resultados em curto prazo Quero garantias de que vou obter retorno. A empresa me diz para inovar, mas estou atolado em rotinas. Este artigo não pretende responder a todas estas perguntas, mas sim lançar um outro olhar sobre como lidar com barreiras culturais à inovação, como a pressão por resultados e a aversão a riscos. Normalmente, essas barreiras são práticas comportamentais enraizadas na cultura organizacional e, pior, continuamente reforçadas pela organização. É preciso, portanto, tratá-las no plano da cultura organizacional através de um plano de intervenções sério e focado na transformação positiva da cultura organizacional. Na sociedade do conhecimento, as organizações que não se propuserem a encarar mudanças culturais perdem oportunidades de obter novos ganhos. Mudanças culturais, entretanto, não são fáceis. Uma organização tende a repelir mudanças culturais. O fato de a cultura organizacional ser constituída por práticas comportamentais que, em algum tempo, trouxeram ganhos satisfatórios para a empresa, dificulta a aceitação da mudança. Entretanto, na sociedade do conhecimento, as organizações que não se propuserem a pensar de outra forma e encarar mudanças culturais perdem oportunidades de obter novos ganhos. Ao perpetuar práticas as empresas obtêm, no máximo, resultados iguais. O professor Louis Jacques Filion (HEC Montréal - École de Gestion) já mencionou em um de seus estudos que organizações que enfatizam muito o engano, ou seja, que são aversas ao risco, desestimulam as pessoas a agir. Com isso, perpetuam seres mais próximos das máquinas, que simplesmente só reproduzem o que já está dado. Este processo tende a reforçar a alienação do ser humano que deixa de ser atuante no processo criador e passa a ser um objeto deste processo, tornando-se uma criatura sem desejos, sem sonhos e sem vida; uma pessoa que não olha as situações cotidianas como possibilidades de superação e aperfeiçoamento, e que não se vê como ator de mudança. Isso é muito prejudicial para o processo de inovação. Voltando à pergunta: como trabalhar questões tão complexas, profundas e específicas para cada organização e ser humano? Como transpor barreiras culturais para construir uma organização que inova mais? O processo de desenvolvimento de pessoas para a inovação não se resume à exposição de informações e conhecimentos. O processo de desenvolvimento de pessoas para a inovação não se resume, nem de perto, à exposição de informações e conhecimentos. Na verdade, trata-se de um processo de aprendizagem que passa mais pelo nível da habilidade e da atitude. Conhecimento é toda informação, dados formais, que podem ser aprendidos através de manuais ou cursos expositivos. A habilidade é a capacidade de aplicar o conhecimento já adquirido na prática. A atitude, por fim, é o desejo e a vontade do indivíduo de aplicar continuamente aquela competência no seu dia-a-dia. No processo de inovação, a motivação, a energia interna e o espírito empreendedor - requisitos que caracterizam-se no nível da atitude - são os fatores decisivos. Por isso é que a atitude é o nível de uma competência que precisa ser desenvolvido no indivíduo para que ele se configure como um ator pró-ativo no processo de inovação. Da mesma forma, a exposição pura de conhecimentos não será efetiva para desenvolver o indivíduo para a inovação, se não houver estímulos para que ele aplique os conhecimentos no seu trabalho. Para ilustrar, é só observarmos vários casos de indivíduos que não possuíam conhecimento técnico aprofundado, mas dispunham de atitude empreendedora, e obtiveram sucesso suprindo esta deficiência técnica com especialistas. O que determinou a prosperidade destes empreendedimentos foi a atitude empreendedora, que pode ser traduzida em ter clareza de uma

5 visão e o comprometimento para realizá-la. Quando fala-se em visão, é a clareza do que se quer a partir daquele negócio e o que determinará sucesso para aquele empreendimento. (FILION, 2004) São várias as estratégias utilizadas para desenvolver o perfil empreendedor, mas, neste artigo, aprofundaremos no método dos jogos e técnicas vivenciais. Definido por Filion em 1999, o empreendedor é aquele que imagina, desenvolve e realiza visões. E o empreendedorismo é definido como o processo pelo qual se faz algo novo (algo criativo) e algo diferente (inovador) com a finalidade de gerar riqueza para indivíduos e agregar valor para a sociedade. (In FILION 2004; KAO,1995; FILION, 1998, 1999a; BRUYAT; JULIEN, 2000; SHANE; VENKATARAMAN, 2000; KAO, 2002) Concluímos, portanto, que o desenvolvimento do indivíduo para a inovação passa, necessariamente, pela construção de uma atitude empreendedora (que, vale reforçar, engloba a criação e o compartilhamento de visões). Quando se trata de inovar, o grupo deve: primeiro, identificar o que quer fazer; depois, construir uma visão; e, por último, encontrar a melhor forma de realizá-la. Empreendedores e intraempreendedores parecem evoluir da concepção para a realização de um projeto por meio da formulação de visões a ser transformadas em realidade (FILION 2004) A partir destas constatações aparece um questionamento, o que pode ser feito para desenvolver o perfil empreendedor dentro das organizações? São várias estratégias utilizadas e que obtém resultados satisfatórios, mas nesta leitura aprofundaremos no método dos jogos e técnicas vivenciais.

6 3. OS JOGOS E OS MÉTODOS VIVENCIAIS COMO UMA ALTERNATIVA DE EDUCAÇÃO PARA INOVAÇÃO Nos jogos, os participantes experimentam e compreendem processos empresariais. Jogos Os jogos proporcionam, de forma dinâmica e lúdica, que os "jogadores" (os colaboradores da empresa) experimentem e compreendam processos empresariais. Viola Spolin, diretora teatral norte-americana, desenvolveu jogos teatrais. Tomaremos emprestado dos jogos teatrais de Spolin, três conceitos: foco, instrução, avaliação. A primeira fase de um jogo, segundo Spolin, é a construção do foco. É o momento em que é definido claramente o desafio do jogo; ou o objetivo que deve ser alcançado pelos jogadores. É o que mantém o grupo instigado: Através do foco entre todos, dignidade e privacidade são mantidos e a verdadeira parceria pode nascer. (p. 32) A partir da definição do foco, de forma espontânea os jogadores assumem papéis, tornando-se atores de mudança no ambiente. A definição do foco contribui para que os participantes tenham liberdade e criatividade necessárias para imaginarem exercitarem a construção de visões - de como podem ganhar o jogo. Se os participantes não conhecerem o objetivo do jogo, eles não conseguirão participar da construção da visão. Sabendo o que representará sucesso, os participantes podem explorar, à sua maneira, a forma de alcançar o resultado esperado. Surgem, portanto, novas relações e papéis. O fato de ser uma atividade lúdica, que simula a realidade, colabora para a construção de um ambiente propício à experimentação e à criatividade. A segunda fase do jogo, a instrução, permite guiar para o alcance do foco. É o decorrer do jogo, o momento em que os jogadores vão interagir e experimentar estratégias para alcançar o objetivo a visão - final. Se os jogadores tiverem construído uma visão coesa na primeira fase, as ações empreendidas por cada jogador serão coerentes e apontarão para o objetivo final do grupo ou, a realização da visão do grupo. O fato de ser um jogo lúdico, uma simulação da realidade colabora para a construção de um ambiente propício à experimentação, à criatividade. A última fase é a avaliação. Esta não se pauta em julgar ou criticar, mas simplesmente contabilizar o que foi apreendido ou realizado no decorrer do jogo. A avaliação, muitas vezes, é uma oportunidade para o professor e os jogadores emitirem uma opinião sobre a maneira certa de fazer algo. (Spolin, 2007, p. 35) Os métodos vivenciais proporcionam aprendizado por meio de experiências em grupo. Métodos vivenciais Os métodos vivenciais são uma maneira de proporcionar um aprendizado através de uma experiência em grupo. Isto é, primeiro, experimentar uma simulação através da proposição de uma atividade em que se tem um determinado objetivo de aprendizado; para depois avaliar o que aconteceu, relacionar com o cotidiano e criar novas práticas de comportamento para serem aplicadas futuramente. Existem várias teorias relacionadas aos métodos vivenciais, mas destaca-se a utilização do CAV (Ciclo de Aprendizagem Organizacional) desenvolvido por Gramigna, em que são definidas 5 etapas para o aprendizado: a vivência, o relato, o processamento, a generalização e a aplicação. E estas etapas num processo contínuo de experimentação.

7 Ciclo de Aprendizagem Vivencial Jogos e métodos vivenciais aumentam a capacidade inovadora, uma vez que estimulam o comportamento empreendedor. Vivência: Projetadas para trabalhar características do empreendedor e também aspectos do plano de negócios Aplicação Aplicação: O participante replica a experiência em seu contexto natural. Vivência Generalização Relato Processamento Relato e processamento: Participantes descrevem sua experiência e moderador da vivência orienta reflexões. Generalização: Transposição da discussão para outros contextos ( * ) Fonte: Maria Rita Miranda Gramigna. Jogos de Empresa. São Paulo. Makron Books, 1993 O leitor já pode perceber que os jogos e os métodos vivenciais impactam positivamente o aumento da capacidade inovadora, uma vez que estimulam o comportamento empreendedor, através do exercício de desenvolvimento e realização de visões. Na próxima parte relacionaremos o que foi explicitado aqui com algumas experiências com trabalho de grupos.

8 4. OS JOGOS E MÉTODOS VIVENCIAIS NA PRÁTICA Quando são propostos os jogos, inicialmente, as pessoas parecem perdidas. Para ilustrar o que foi exposto até aqui relataremos um jogo que foi construído pela autora e uma experiência com métodos vivenciais realizada dentro do EMBATE, um serviço da área de Educação e Cultura da Inventta. Quanto ao jogo trata-se de um Xadrez Humano, em que as peças são pessoas, e o tabuleiro, portanto, possui 5 m X 5 m. O jogo propicia, de forma lúdica, o exercício das funções de planejamento, estratégia, tomada de decisão sob pressão, foco em resultados. Os participantes experimentam funções e papéis diversos. Foco Quando são propostos os jogos, inicialmente, as pessoas parecem perdidas. Elas sabem que possuem algumas regras que não podem ser descumpridas, mas o fato de terem que organizarem-se sozinhas é disruptivo. O grupo se alinha para definir o que precisa ser feito e enxergar qual é o grande desafio daquela atividade, formando, assim, uma visão bem clara de onde querem chegar. O objetivo do Xadrez Humano é colocar a rainha adversária em xeque-mate, movendo as peças em direções ortogonais (quantas casas desejarem, um sentido por jogada). Essa é a visão de cada um dos grupos. Existe um juiz. Cada grupo tem, pelo menos, 33 pessoas: 16 peças e um comunicador (aquele que dita as jogadas). Os jogadores que não assumem nenhum destes dois papéis, encontram funções através das quais podem ajudar no alcance da visão. As peças não podem falar nada e devem obedecer à ordem do comunicador, somente. Instrução É o jogo, efetivamente. Com o intuito de alcançar os resultados, o grupo se lança para alinhar o que precisa ser feito e enxergar qual é o grande desafio que possuem com aquela atividade, formando, assim, uma visão bem clara de onde querem chegar. Há casos, sim, em que a visão não está alinhada, e o grupo parte precipitadamente para a realização. Com a visão alinhada, o que acontece na maioria das vezes, é que cada um encontra a sua função para contribuir na construção ou alcance da visão. É comum alguns poucos jogadores emergirem e se firmarem como conselheiros do comunicador. Quando possuem coesão na visão e na estratégia, todos conseguem compreender as decisões tomadas, e verificar oportunidades para alcançar o objetivo proposto. O fato de haver regras explícitas faz com que as pessoas sintam-se à vontade para atuar, e isso gera um envolvimento de forma intensa com a atividade que está sendo realizada. Nesta fase de instrução, é possível verificar algumas situações no jogo que são análogas a experiências na rotina de trabalho, como: Quando há coesão na visão e na estratégia, todos conseguem compreender as decisões tomadas, e verificar oportunidades para alcançar os objetivos. A veemência com que os participantes buscavam contribuir na construção e na execução da estratégia; A forma como alguns participantes conseguiram ganhar espaço e se fazer ouvir; O stress, vivenciado pelo comunicador, de tomar decisões sob pressão de tempo e da equipe; A frustração das peças por não poderem participar ativamente do jogo (elas não deveriam falar); e terem que executar algo (uma jogada) com o qual não concordavam; O surgimento de líderes estrategistas, que aconselhavam o comunicador; A necessidade de reagir aos movimentos do grupo adversário, e adaptar estratégias. Avaliação Na fase de avaliação, quando analisam o resultado que atingiram em grupo durante o jogo, de forma ágil e com qualidade, as pessoas se questionam porque trabalhar em grupo no dia-a-dia é tão difícil. Neste momento, eles

9 Na fase de avaliação, quando analisam o resultado que atingiram em grupo, as pessoas se questionam porque trabalhar em grupo no dia-a-dia é tão difícil. próprios já conseguem identificar os principais motivos, percebendo sua responsabilidade em cada situação, ao invés, de simplesmente culpar um outro por não dar certo. No quadro abaixo segue a relação entre as etapas da teoria dos jogos de Viola Spolin com o Xadrez Humano e as Habilidades e Atitudes estimuladas pelo jogo. JOGO XADREZ HUMANO HABILIDADES E ATITUDES EMPREENDEDORAS DESENVOLVIDAS F O C O É o que mantém o grupo ligado ao jogo, é o problema a ser resolvido, o instigador. Comunicação da meta do jogo: colocar a rainha adversária em xeque-mate; Construção da estratégia visão de jogo, por cada um dos grupos. Construção e compartilhamento de uma visão; Corresponsabilidade; Exposição de ideias; Solução de problema. Movimentação das peças; Tomada de decisão; O quadro ao lado mostra a relação entre as etapas da teoria dos jogos de Viola Spolin com o Xadrez Humano e as Habilidades e Atitudes estimuladas pelo jogo. I N S T R U Ç Ã O Os participantes efetivamente jogam. Ou seja, as pessoas tomam as decisões e implementam ações com o intuito de ganhar o jogo; Os participantes assumem papéis; Os participantes reagem às ações dos outros jogadores. Definição de papéis formais: Comunicador; Peças; Emersão de papéis informais: Conselheiro; Líder; Estrategista; Planejador; Analista do ambiente; Análise do ambiente; Reação às ações do grupo adversário; Tomada de decisão; Foco no resultado; Implementação de estratégias; Querer participar pelo desafio do jogo; Envolvimento com a resolução; Habilidade para lidar com mudanças. Reavaliação da estratégia para alcance da visão. A V A L I A Ç Ã O Contabilização do que foi aprendido com o jogo. Das estratégias de jogo; Das decisões; De jogadas específicas. Não julgar e não culpar o outro; Aprender com erros; Receber críticas; Tolerância ao risco.

10 No jogo, as dificuldades emergem de uma forma diferente da do cotidiano, pois aquele momento é uma encenação, uma situação em que cada um está vivendo outro papel. Acontece também nos jogos de emergirem as principais dificuldades do grupo ou do indivíduo. No jogo, as dificuldades emergem de uma forma diferente da do cotidiano, pois aquele momento é uma encenação, uma situação em que cada um está vivendo outro papel, desta forma as pessoas se permitem mais e trazem suas fragilidades mais à tona. Esta característica também é presente nos métodos vivenciais. Em outro momento de trabalho em grupo e numa atividade direcionada para uma negociação entre dois grupos, um deles montou estratégias agressivas para sugar tudo que fosse possível do outro. As partes não conseguiram chegar a um acordo. E uma das pessoas deste grupo agressivo percebeu nitidamente o quanto essas características interferiam para que não obtivessem sucesso na negociação. Muitos dos que ali estavam também perceberam que possuem atitudes que só dificultam a construção de uma parceria. Até o momento da atividade, o grupo não visualizava como agir de tal forma poderia prejudicar a negociação. E foi a partir do processo vivencial que as pessoas se permitiram experimentar e depois avaliaram, individualmente e em grupo, o que havia acontecido e quanto aquele comportamento é repetido no seu cotidiano sem perceberem. O quadro abaixo destaca as habilidades e atitudes estimuladas com métodos vivenciais a partir da experiência no Ciclo de Aprendizagem Vivencial (CAV). As pessoas se permitem mais e trazem suas fragilidades mais à tona. ETAPAS DO CAV Vivência HABILIDADES E ATITUDES Capacidade de experimentar novos papéis e situações; Envolvimento com os resultados. Relato Habilidade para expor, escutar e compreender o outro; Empatia. Processamento Facilidade para se ver pertencente a um grupo; Percepção sobre incoerências entre o que penso e como faço. Generalização Capacidade de perceber comportamentos iguais para situações diferentes; Dinamicidade. Aplicação Capacidade de se permitir experimentar novas situações; Capacidade e querer mudar.

11 5. CONCLUSÃO Este artigo apresentou uma nova perspectiva de educação de adultos para inovação. Os jogos e métodos vivenciais podem ser uma ferramenta eficaz para trazermos o que há de melhor nos indivíduos e para a construção de resultados mais eficazes. Este método funciona, principalmente, para as pessoas rapidamente identificarem onde estão falhando e sentirem o quanto podem se dedicarem e se envolverem mais. Além disso, permite visualizar vários caminhos possíveis para resolverem as falhas. O mais interessante é que estes caminhos de solução emergem do próprio grupo que já conhece muito o ambiente em que convive. Geralmente, pelo fato das pessoas estarem tão envolvidas com seus problemas, acabam enxergando somente um ângulo da situação. As possibilidades de atuação se tornam restritas comparadas a quando conseguimos refletir sobre nossa realidade e, assim, nos distanciarmos, possibilitando um olhar mais amplo sobre a problemática. Os jogos e métodos vivenciais podem ser uma ferramenta eficaz para trazermos o que há de melhor nos indivíduos e para a construção de resultados mais eficazes.. Oferecer situações em que as pessoas possam se permitir estar em outro papel proporciona um aprendizado que não se consegue através dos métodos tradicionais de ensino. Processo que possui nitidamente uma dualidade entre uma pessoa detentora do conhecimento e que fará a transferência do saber para o outro, que está em situação de menos instrução. O aprendizado aqui discutido possibilita ao participante avaliar com nitidez como está agindo para buscar resultados e o quanto esta constante avaliação é importante para conquistar melhores desempenhos. Relacionando o que foi exposto até aqui com o desenvolvimento da inovação - ou seja, o processo de levar uma ideia de um novo negócio ou produto ao mercado -, precisa, além de uma boa ideia inovadora, da existência de pessoas que transformem um sonho em realidade. Pessoas assim são chamadas de empreendedoras, e isto quer dizer, pessoas com habilidades e atitudes necessárias para transformar uma boa ideia em uma inovação propriamente dita. E, para as pessoas perceberem o quanto o fato de se expressar comportamentos empreendedores é determinante para o sucesso de uma inovação, elas precisam entender esta diferença. Os jogos e métodos vivenciais são ferramentas que permitem, por meio da vivência de situações conflitantes, que se perceba a diferença entre aquele que fica no papel de seguir o fluxo vigente e o que escolhe ser um agente da transformação e constante aperfeiçoamento. São formas diferentes de encarar o mundo, e qual está certa? Depende dos objetivos que cada um ou cada organização possuem, pois ambos possuem seus prós e contras. Propor um trabalho que permita às pessoas vivenciarem e perceberem isto, é oferecer a oportunidade de criarmos indivíduos críticos, conscientes e atentos às incoerências entre o discurso e a prática.

12 6. REFERÊNCIAS FILION, L.J. Entendendo os intraempreendedores como visionistas. Revista de Negócios. Blumenau, v.9, n.2, p Abril/Junho GRAMIGNA, Maria Rita Miranda. Jogos de Empresa. São Paulo. Makron Books, SPOLIN, Viola. Jogos teatrais na sala de aula: o livro do professor. Tradução de Ingrid Dormien Koudela. São Paulo: Perspectiva, 2007, 321 p. AUTORA Bianca Richartz é graduada em Psicologia pela UFSC e pós-graduada em Orientação Profissional pela UDESC. Acumula amplo conhecimento e vivência em todos os subsistemas de Recursos Humanos. Atuou em cargos de liderança em empresas de grande porte na área de prestação de serviços. Destaca-se o trabalho realizado na Aiesec, Employer Recursos Humanos e Gerencial Brasil. Nesta última, atendeu grandes clientes como Brasil Telecom, Samsung, Amazonia Celular, Telemig Celular e Claro. Na Inventta, atua no núcleo de Educação e Cultura para Inovação Tecnológica elaborando diagnósticos do potencial para inovação, intervenções culturais e ações de educação para inovação e em projetos de Recursos Humanos para Empresas de Base Tecnológica.

liderança conceito Sumário Liderança para potenciais e novos gestores

liderança conceito Sumário Liderança para potenciais e novos gestores Sumário Liderança para potenciais e novos gestores conceito Conceito de Liderança Competências do Líder Estilos de Liderança Habilidades Básicas Equipe de alta performance Habilidade com Pessoas Autoestima

Leia mais

INTRODUÇÃO A ÃO O EMPREENDE

INTRODUÇÃO A ÃO O EMPREENDE INTRODUÇÃO AO EMPREENDEDORISMO Prof. Marcos Moreira Conceito O empreendedorismo se constitui em um conjunto de comportamentos e de hábitos que podem ser adquiridos, praticados e reforçados nos indivíduos,

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

Empreendedorismo de Negócios com Informática

Empreendedorismo de Negócios com Informática Empreendedorismo de Negócios com Informática Aula 5 Cultura Organizacional para Inovação Empreendedorismo de Negócios com Informática - Cultura Organizacional para Inovação 1 Conteúdo Intraempreendedorismo

Leia mais

Quais são os objetivos dessa Política?

Quais são os objetivos dessa Política? A Conab possui uma Política de Gestão de Desempenho que define procedimentos e regulamenta a prática de avaliação de desempenho dos seus empregados, baseada num Sistema de Gestão de Competências. Esse

Leia mais

Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento.

Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento. Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento. Por PAULA FRANCO Diante de um cenário empresarial extremamente acirrado, possuir a competência atitude

Leia mais

INOVAÇÃO NA ADVOCACIA A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NOS ESCRITÓRIOS JURÍDICOS

INOVAÇÃO NA ADVOCACIA A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NOS ESCRITÓRIOS JURÍDICOS INOVAÇÃO NA ADVOCACIA A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NOS ESCRITÓRIOS JURÍDICOS Ari Lima Um empreendimento comercial tem duas e só duas funções básicas: marketing e inovação. O resto são custos. Peter Drucker

Leia mais

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA Fernanda Pimentel Dizotti Academia de Ensino Superior fernandadizotti@gmail.com Norma Suely Gomes Allevato Universidade Cruzeiro do Sul normallev@uol.com.br

Leia mais

ATENDIMENTO 3D O diferencial para o sucesso em vendas

ATENDIMENTO 3D O diferencial para o sucesso em vendas Perfil... Atuando há 20 anos em vendas Jean Oliveira já viveu na pele cada experiência que essa profissão promove, é especialista com MBA em Estratégias de Negócios e graduado em Tecnologia de Processamento

Leia mais

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ÍNDICE em ordem alfabética: Artigo 1 - ENDOMARKETING: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA DESENVOLVER O COMPROMETIMENTO... pág. 2 Artigo 2 - MOTIVANDO-SE... pág. 4 Artigo 3 - RECURSOS

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2013

RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2013 RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2013 Even e Junior Achievement de Minas Gerais UMA PARCERIA DE SUCESSO 1 SUMÁRIO Resultados Conquistados... 3 Resultados do Projeto... 4 Programa Finanças Pessoais... 5 Conceitos

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES AVALIAÇÃO DE COLABORADORES RESUMO A preocupação com o desempenho dos colaboradores é um dos fatores que faz parte do dia-a-dia da nossa empresas. A avaliação de desempenho está se tornando parte atuante

Leia mais

PROGRAMAs de. estudantil

PROGRAMAs de. estudantil PROGRAMAs de empreendedorismo e protagonismo estudantil Ciclo de Palestras MAGNUM Vale do Silício App Store Contatos Calendário Fotos Safari Cumprindo sua missão de oferecer uma educação inovadora e de

Leia mais

EDITAL EM PROTUGUÊS DO CONCURSO DE CADERNO DE EXERCÍCIOS DO PROGRAMA DE FOMENTO DO EMPREEDEDORISMO E INOVAÇÃO NAS FACULDADES DE ENGENHARIA

EDITAL EM PROTUGUÊS DO CONCURSO DE CADERNO DE EXERCÍCIOS DO PROGRAMA DE FOMENTO DO EMPREEDEDORISMO E INOVAÇÃO NAS FACULDADES DE ENGENHARIA EDITAL EM PROTUGUÊS DO CONCURSO DE CADERNO DE EXERCÍCIOS DO PROGRAMA DE FOMENTO DO EMPREEDEDORISMO E INOVAÇÃO NAS FACULDADES DE ENGENHARIA PROGRAMA REGIONAL DE EMPRENDEDORISMO E INOVAÇÃO EM ENGENHARIA

Leia mais

Aperf r e f iço ç a o m a ent n o t o Ge G re r nci c al a para Supermercados

Aperf r e f iço ç a o m a ent n o t o Ge G re r nci c al a para Supermercados Aperfeiçoamento Gerencial para Supermercados Liderança Liderança é a habilidade de influenciar pessoas, por meio da comunicação, canalizando seus esforços para a consecução de um determinado objetivo.

Leia mais

ENSINAR E APRENDER GEOMETRIA PLANA COM E A PARTIR DO USO DO SOFTWARE GEOGEBRA UMA VIVÊNCIA NO CONTEXTO ESCOLAR

ENSINAR E APRENDER GEOMETRIA PLANA COM E A PARTIR DO USO DO SOFTWARE GEOGEBRA UMA VIVÊNCIA NO CONTEXTO ESCOLAR ENSINAR E APRENDER GEOMETRIA PLANA COM E A PARTIR DO USO DO SOFTWARE GEOGEBRA UMA VIVÊNCIA NO CONTEXTO ESCOLAR Por: André Forlin Dosciati - UNIJUÍ Vanessa Faoro - UNIJUÍ Isabel Koltermann Battisti UNIJUÍ

Leia mais

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação O artigo fala sobre os vários aspectos e desafios que devem ser levados em consideração quando se deseja transformar ou fortalecer uma cultura organizacional, visando a implementação de uma cultura duradoura

Leia mais

Prof. Gustavo Nascimento. Unidade I MODELOS DE LIDERANÇA

Prof. Gustavo Nascimento. Unidade I MODELOS DE LIDERANÇA Prof. Gustavo Nascimento Unidade I MODELOS DE LIDERANÇA A liderança e seus conceitos Liderança é a capacidade de influenciar um grupo para que as metas sejam alcançadas Stephen Robbins A definição de liderança

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

NOSSA MISSÃO OS PROGRAMAS METODOLOGIAS AVALIAÇÕES

NOSSA MISSÃO OS PROGRAMAS METODOLOGIAS AVALIAÇÕES Desde 1999 NOSSA MISSÃO AÇÕES DE TREINAMENTO OS PROGRAMAS METODOLOGIAS AVALIAÇÕES MISSÃO Inspirar nossos clientes para a expansão de ideias e formação de relacionamentos saudáveis e duradouros no ambiente

Leia mais

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade As empresas têm passado por grandes transformações, com isso, o RH também precisa inovar para suportar os negócios

Leia mais

Profissionais de Alta Performance

Profissionais de Alta Performance Profissionais de Alta Performance As transformações pelas quais o mundo passa exigem novos posicionamentos em todas as áreas e em especial na educação. A transferência pura simples de dados ou informações

Leia mais

Formulário de Avaliação de Desempenho

Formulário de Avaliação de Desempenho Formulário de Avaliação de Desempenho Objetivos da Avaliação de Desempenho: A avaliação de desempenho será um processo anual e sistemático que, enquanto processo de aferição individual do mérito do funcionário

Leia mais

O Coaching Como Ferramenta Para Desenvolvimento Do Processo De Aprendizado

O Coaching Como Ferramenta Para Desenvolvimento Do Processo De Aprendizado 15 O Coaching Como Ferramenta Para Desenvolvimento Do Processo De Aprendizado 119 Vivendo e aprendendo... Essa máxima popular representa a importância do aprendizado em nossas vidas. O ato de aprender

Leia mais

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014 Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 Este relatório baseia-se nas respostas apresentadas no Inventário de Análise Pessoal comportamentos observados através questionário

Leia mais

Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores

Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores Com uma abordagem inovadora e lúdica, o professor Paulo Gerhardt tem conquistado plateias em todo o Brasil. Seu profundo

Leia mais

Remuneração e Avaliação de Desempenho

Remuneração e Avaliação de Desempenho Remuneração e Avaliação de Desempenho Objetivo Apresentar estratégias e etapas para implantação de um Modelo de Avaliação de Desempenho e sua correlação com os programas de remuneração fixa. Programação

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS 1ª série Empreendedorismo Administração A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensino-aprendizagem desenvolvido por meio de um conjunto de atividades

Leia mais

O Empreendedor e suas Interações; Definições do Empreendedor; Tipos de Empreendedor. Nesta aula veremos o resumo de: O Intra-Empreendedorismo.

O Empreendedor e suas Interações; Definições do Empreendedor; Tipos de Empreendedor. Nesta aula veremos o resumo de: O Intra-Empreendedorismo. Nesta aula veremos o resumo de: O Empreendedor e suas Interações; Definições do Empreendedor; Tipos de Empreendedor. Nesta aula veremos o resumo de: O Intra-Empreendedorismo. 1 VÍDEO 2 O INTRA-EMPREENDEDORISMO

Leia mais

O ENSINO DAS FUNÇÕES ATRAVÉS DO JOGO BINGO DE FUNÇÕES

O ENSINO DAS FUNÇÕES ATRAVÉS DO JOGO BINGO DE FUNÇÕES O ENSINO DAS FUNÇÕES ATRAVÉS DO JOGO BINGO DE FUNÇÕES Marcos Aurélio Alves e Silva- UFPE/CAA Alcicleide Ramos da Silva- UFPE/CAA Jucélia Silva Santana- UFPE/CAA Edelweis José Tavares Barbosa- UFPE/CAA

Leia mais

HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA

HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA LYSNE NÔZENIR DE LIMA LIRA, 1 HSTÉFFANY PEREIRA MUNIZ 2 1. Introdução Este trabalho foi criado a partir da experiência

Leia mais

Governança de TI. ITIL v.2&3. parte 1

Governança de TI. ITIL v.2&3. parte 1 Governança de TI ITIL v.2&3 parte 1 Prof. Luís Fernando Garcia LUIS@GARCIA.PRO.BR ITIL 1 1 ITIL Gerenciamento de Serviços 2 2 Gerenciamento de Serviços Gerenciamento de Serviços 3 3 Gerenciamento de Serviços

Leia mais

Liderança Estratégica

Liderança Estratégica Liderança Estratégica A título de preparação individual e antecipada para a palestra sobre o tema de Liderança Estratégica, sugere-se a leitura dos textos indicados a seguir. O PAPEL DE COACHING NA AUTO-RENOVAÇÃO

Leia mais

Empreendedores em Informática

Empreendedores em Informática Empreendedores em Informática Introdução Existem riscos e custos para um programa de ação. Mas eles são bem menores que os riscos e custos de longo alcance de uma acomodação confortável. John F. Kennedy

Leia mais

Evolução da Disciplina. Modelo de Gestão CONTEXTUALIZAÇÃO. As Funções Gerenciais e as Mudanças. As Funções Gerenciais

Evolução da Disciplina. Modelo de Gestão CONTEXTUALIZAÇÃO. As Funções Gerenciais e as Mudanças. As Funções Gerenciais Evolução da Disciplina Modelos de Gestão Aula 1: Principais Modelos das Teorias da Administração Aula 2: Origem, Evolução, Classificação e Tipologia das Organizações Aula 3: Termos comuns às Organizações;

Leia mais

Avaliação Confidencial

Avaliação Confidencial Avaliação Confidencial AVALIAÇÃO 360 2 ÍNDICE Introdução 3 A Roda da Liderança 4 Indicadores das Maiores e Menores Notas 7 GAPs 8 Pilares da Estratégia 9 Pilares do Comprometimento 11 Pilares do Coaching

Leia mais

EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER?

EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER? EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER? Anderson Katsumi Miyatake Emerson Oliveira de Almeida Rafaela Schauble Escobar Tellis Bruno Tardin Camila Braga INTRODUÇÃO O empreendedorismo é um tema bastante

Leia mais

USO DE DINÂMICAS DE GRUPOS COMO FERRAMENTA FACILITADORA DE APRENDIZAGEM DURANTE A OFICINA MULTIDISCIPLINAR EM ENGENHARIA

USO DE DINÂMICAS DE GRUPOS COMO FERRAMENTA FACILITADORA DE APRENDIZAGEM DURANTE A OFICINA MULTIDISCIPLINAR EM ENGENHARIA 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA USO DE DINÂMICAS

Leia mais

RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE

RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE COACHING EDUCATION By José Roberto Marques Diretor Presidente - Instituto Brasileiro de Coaching Denominamos de Coaching Education a explicação, orientação e aproximação

Leia mais

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Ultrapassando barreiras e superando adversidades. Ser um gestor de pessoas não é tarefa fácil. Existem vários perfis de gestores espalhados pelas organizações,

Leia mais

Fatores e Indicadores de Desempenho ADP

Fatores e Indicadores de Desempenho ADP Fatores e Indicadores de Desempenho ADP RESPONSABILIDADE / COMPROMETIMENTO COM A INSTITUIÇÃO - Assumir o compromisso na realização das atribuições - Atuar com disposição para mudanças - Buscar qualidade

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Questões sobre o tópico Desenvolvimento e treinamento de pessoal: levantamento de necessidades, programação, execução e avaliação. Olá Pessoal, hoje veremos outro

Leia mais

Prof Elly Astrid Vedam

Prof Elly Astrid Vedam Prof Elly Astrid Vedam Despertar e saber lidar com os mecanismos de liderança e se preparar para a gestão de pequenos e médios negócios; Identificar conflitos no ambiente de seu negócio, calculando e avaliando

Leia mais

JOGOS EMPRESARIAIS Conceitos e Fundamentos

JOGOS EMPRESARIAIS Conceitos e Fundamentos UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL (UFMS) CAMPUS DE BONITO/MS, CURSO DE ADMINISTRAÇÃO JOGOS EMPRESARIAIS Conceitos e Fundamentos Prof. Ana Cristina Trevelin Conceitos Simulação Jogos de Empresa

Leia mais

A importância da Liderança no sucesso da implementação Lean

A importância da Liderança no sucesso da implementação Lean A importância da Liderança no sucesso da implementação Lean Paulo Cesar Brito Lauria Muitas empresas têm se lançado na jornada de implementar a filosofia lean nas últimas décadas. No entanto, parece que

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO. Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com

LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO. Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com LI ESTAMOS PASSANDO PELA MAIOR TRANSFORMAÇÃO NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE. VALORIZAR PESSOAS

Leia mais

ATIVIDADES EXPERIMENTAIS PARA O ESTUDO DA ASTRONOMIA: CONSTRUINDO O SISTEMA SOLAR REDUZIDO

ATIVIDADES EXPERIMENTAIS PARA O ESTUDO DA ASTRONOMIA: CONSTRUINDO O SISTEMA SOLAR REDUZIDO ATIVIDADES EXPERIMENTAIS PARA O ESTUDO DA ASTRONOMIA: CONSTRUINDO O SISTEMA SOLAR REDUZIDO José da Silva de Lima¹; José Rodolfo Neves da Silva²; Renally Gonçalves da Silva³; Alessandro Frederico da Silveira

Leia mais

Competências avaliadas pela ICF

Competências avaliadas pela ICF Competências avaliadas pela ICF ð Estabelecendo a Base: 1. Atendendo as Orientações Éticas e aos Padrões Profissionais Compreensão da ética e dos padrões do Coaching e capacidade de aplicá- los adequadamente

Leia mais

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G)

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) Resumo: Este artigo procurou abordar o ensino da matemática na Educação Infantil através de brincadeiras,

Leia mais

&DPSDQKDV 3ODQHMDPHQWR

&DPSDQKDV 3ODQHMDPHQWR &DPSDQKDV 3ODQHMDPHQWR Toda comunicação publicitária visa atender a alguma necessidade de marketing da empresa. Para isso, as empresas traçam estratégias de comunicação publicitária, normalmente traduzidas

Leia mais

Empreendedorismo. Tópico 1 O (a) Empreendedor (a)

Empreendedorismo. Tópico 1 O (a) Empreendedor (a) Empreendedorismo Tópico 1 O (a) Empreendedor (a) Conteúdo 1. Objetivos do Encontro... 3 2. Introdução... 3 3. A formação do empreendedor... 3 4. Empreendedorismo nato ou desenvolvido?... 4 4.1 Características

Leia mais

Implantação de ERP com sucesso

Implantação de ERP com sucesso Implantação de ERP com sucesso Implantação de ERP com sucesso, atualmente ainda é como um jogo de xadrez, você pode estar pensando que está ganhando na implantação, mas de repente: Check Mate. Algumas

Leia mais

RELATÓRIO FINAL CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SAÚDE MENTAL

RELATÓRIO FINAL CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SAÚDE MENTAL RELATÓRIO FINAL CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SAÚDE MENTAL Nome: ALDINÉA GUARNIERI DE VASCONCELLOS Escolaridade: Super Completo/ Pós- Graduação Idade: 44 anos Profissão: Assistente Social Local de Trabalho:

Leia mais

ACTION LEARNING. O que é Action Learning? FUN D A MEN T OS D O

ACTION LEARNING. O que é Action Learning? FUN D A MEN T OS D O C L E O W O L F F O que é Action Learning? Um processo que envolve um pequeno grupo/equipe refletindo e trabalhando em problemas reais, agindo e aprendendo enquanto atuam. FUN D A MEN T OS D O ACTION LEARNING

Leia mais

Liderança e Gestão de Pessoas Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração Educação Executiva

Liderança e Gestão de Pessoas Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração Educação Executiva 1 Porque Educação Executiva Insper A dinâmica do mundo corporativo exige profissionais multidisciplinares, capazes de interagir e formar conexões com diferentes áreas da empresa e entender e se adaptar

Leia mais

ABCEducatio entrevista Sílvio Bock

ABCEducatio entrevista Sílvio Bock ABCEducatio entrevista Sílvio Bock Escolher uma profissão é fazer um projeto de futuro A entrada do segundo semestre sempre é marcada por uma grande preocupação para todos os alunos que estão terminando

Leia mais

6 Considerações Finais

6 Considerações Finais 6 Considerações Finais Este capítulo apresenta as conclusões deste estudo, as recomendações gerenciais e as recomendações para futuras pesquisas, buscadas a partir da análise dos casos das empresas A e

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

UMA PARCERIA DE SUCESSO!

UMA PARCERIA DE SUCESSO! RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2013 Parceria Santa Dorotéia e Junior Achievement de Minas Gerais: UMA PARCERIA DE SUCESSO! 1 SUMÁRIO 1. Resultados Conquistados... 3 2. Resultados 2013... 4 3. Resultados Pesquisas...

Leia mais

RELATÓRI O AN UAL DE ATI VI DADES 2 0 1 3

RELATÓRI O AN UAL DE ATI VI DADES 2 0 1 3 RELATÓRI O AN UAL DE ATI VI DADES 2 0 1 3 Parceria Gerdau & Junior Achievement de Minas Gerais Cidades: Ouro Branco, Conselheiro Lafaeite, Congonhas e Belo Horizonte 1 SUMÁRIO 1. Relatório de Atividades...

Leia mais

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL Somos especializados na identificação e facilitação de soluções na medida em que você e sua empresa necessitam para o desenvolvimento pessoal, profissional,

Leia mais

09/10/2013. Ser Humano. Transformação Pessoal. Sonhos. A Jornada é mais importante que o Destino. Decisão. Onde Vamos Viver?

09/10/2013. Ser Humano. Transformação Pessoal. Sonhos. A Jornada é mais importante que o Destino. Decisão. Onde Vamos Viver? Ser Humano Transformação Pessoal Sonhos A Jornada é mais importante que o Destino Decisão Onde Vamos Viver? 1 PAPO DE Superação Para escalar rumo a alta performance é necessário rever a bagagem: equipamentos,

Leia mais

Trabalho padrão do líder: uma das chaves para sustentar os ganhos de desempenho. Joe Murli

Trabalho padrão do líder: uma das chaves para sustentar os ganhos de desempenho. Joe Murli Trabalho padrão do líder: uma das chaves para sustentar os ganhos de desempenho Joe Murli O trabalho padrão do líder, incluindo o comportamento de liderança lean, é um elemento integral de um sistema de

Leia mais

LÍDER 360º APRESENTAÇÃO PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE LIDERANÇA PARA A GESTÃO PÚBLICA E PRIVADA

LÍDER 360º APRESENTAÇÃO PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE LIDERANÇA PARA A GESTÃO PÚBLICA E PRIVADA PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE LIDERANÇA PARA A GESTÃO PÚBLICA E PRIVADA 24 HORAS DE MUITO CONHECIMENTO, DINÂMICAS E TROCA DE EXPERIÊNCIAS APRESENTAÇÃO LÍDER 360º Os princípios da liderança efetiva Para construirmos

Leia mais

Empreendedorismo na prática

Empreendedorismo na prática Empreendedorismo na prática Autor: José Carlos Assis Dornelas Aluno: Douglas Gonzaga; Diana Lorenzoni; Paul Vogt; Rubens Andreoli; Silvia Ribeiro. Turma: 1º Administração Venda Nova do Imigrante, Maio

Leia mais

O ABC da gestão do desempenho

O ABC da gestão do desempenho Por Peter Barth O ABC da gestão do desempenho Uma ferramenta útil e prática para aprimorar o desempenho de pessoas e organizações 32 T&D INTELIGÊNCIA CORPORATIVA ED. 170 / 2011 Peter Barth é psicólogo

Leia mais

Região. Mais um exemplo de determinação

Região. Mais um exemplo de determinação O site Psicologia Nova publica a entrevista com Úrsula Gomes, aprovada em primeiro lugar no concurso do TRT 8 0 Região. Mais um exemplo de determinação nos estudos e muita disciplina. Esse é apenas o começo

Leia mais

TEXTO 1: A DIMENSÃO PARTICIPATIVA DA GESTÃO ESCOLAR

TEXTO 1: A DIMENSÃO PARTICIPATIVA DA GESTÃO ESCOLAR TEXTO 1: A DIMENSÃO PARTICIPATIVA DA GESTÃO ESCOLAR Heloísa Luck O trabalho escolar é uma ação de caráter coletivo, realizado a partir da participação conjunta e integrada dos membros de todos os segmentos

Leia mais

Apostamos em quem acredita, confiamos em quem arrisca, e somos muito apaixonados por quem empreende. Por isso, criamos o B.I. Empreendedores!

Apostamos em quem acredita, confiamos em quem arrisca, e somos muito apaixonados por quem empreende. Por isso, criamos o B.I. Empreendedores! Empreendedores Apostamos em quem acredita, confiamos em quem arrisca, e somos muito apaixonados por quem empreende. Por isso, criamos o B.I. Empreendedores! Por meio de um método de aprendizagem único,

Leia mais

REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES)

REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES) REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES) 1 APRESENTAÇÃO Este manual é um documento informativo visando orientar a comunidade acadêmica quanto ao processo de

Leia mais

Futuro do trabalho O futuro do trabalho Destaques O futuro do trabalho: Impactos e desafios para as empresas no Brasil

Futuro do trabalho O futuro do trabalho Destaques O futuro do trabalho: Impactos e desafios para as empresas no Brasil 10Minutos Futuro do trabalho Pesquisa sobre impactos e desafios das mudanças no mundo do trabalho para as organizações no B O futuro do trabalho Destaques Escassez de profissionais, novos valores e expectativas

Leia mais

Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes

Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes 1 SÉRIE DESENVOLVIMENTO HUMANO FORMAÇÃO DE LÍDER EMPREENDEDOR Propiciar aos participantes condições de vivenciarem um encontro com

Leia mais

Sem Mais Desculpas Treinamentos E porque? O que é vender no mundo de hoje O que você verá neste curso:

Sem Mais Desculpas Treinamentos E porque? O que é vender no mundo de hoje O que você verá neste curso: A Sem Mais Desculpas Treinamentos defende um conceito chamado Comportamento Comercial. Acreditamos que todas as pessoas, em todas as funções, necessitam ter uma visão e uma atitude comercial daquilo que

Leia mais

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Guia do Educador CARO EDUCADOR ORIENTADOR Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 2. PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Objetivo GERAL 5 METODOLOGIA 5 A QUEM SE DESTINA? 6 O QUE

Leia mais

Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno

Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno Resumo O presente case mostra como ocorreu o processo de implantação do Departamento Comercial em

Leia mais

Resumo. Palavras-chave: Matemática; Geometria; Aulas Investigativas. Introdução

Resumo. Palavras-chave: Matemática; Geometria; Aulas Investigativas. Introdução III Seminário sobre Educação Matemática A desigualdade triangular em diferentes mídias Paulo César da Penha pcpenha@terra.com.br GRUCOGEO/USF/ Secretaria da Educação de Itatiba-SP Resumo O relato de experiência

Leia mais

Información sobre Herramientas Metodológicas de Diagnóstico Participativo

Información sobre Herramientas Metodológicas de Diagnóstico Participativo Datos generales: Información sobre Herramientas Metodológicas de Diagnóstico Participativo 1. Nombre de la herramienta: Conselhos de Desenvolvimento Comunitário (Programa Comunidade Ativa) 2. Organización

Leia mais

Como transformar a sua empresa numa organização que aprende

Como transformar a sua empresa numa organização que aprende Como transformar a sua empresa numa organização que aprende É muito interessante quando se fala hoje com profissionais de Recursos Humanos sobre organizações que aprendem. Todos querem trabalhar em organizações

Leia mais

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses Estudo de Caso Cliente: Rafael Marques Duração do processo: 12 meses Coach: Rodrigo Santiago Minha idéia inicial de coaching era a de uma pessoa que me ajudaria a me organizar e me trazer idéias novas,

Leia mais

METODOLOGIA HSM Centrada nos participantes com professores com experiência executiva, materiais especialmente desenvolvidos e infraestrutura tecnológica privilegiada. O conteúdo exclusivo dos especialistas

Leia mais

HÁ LIMITES PARA O CRESCIMENTO DO SETOR IMOBILIÁRIO? Aplicando Inteligência Emocional na Gestão de Mudanças

HÁ LIMITES PARA O CRESCIMENTO DO SETOR IMOBILIÁRIO? Aplicando Inteligência Emocional na Gestão de Mudanças Aplicando Inteligência Emocional na Gestão de Mudanças Choques Econômicos dos últimos anos Filhos do Downsizing Geração X Foco na carreira e no seu processo de desenvolvimento profissional. Síndrome de

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa.

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa. A Liderança Faz a Diferença Guia de Gerenciamento de Riscos Fatais Introdução 2 A prevenção de doenças e acidentes ocupacionais ocorre em duas esferas de controle distintas, mas concomitantes: uma que

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

Liderando Projetos com Gestão de Mudanças Organizacionais

Liderando Projetos com Gestão de Mudanças Organizacionais Jorge Bassalo Strategy Consulting Sócio-Diretor Resumo O artigo destaca a atuação da em um Projeto de Implementação de um sistema ERP, e o papel das diversas lideranças envolvidas no processo de transição

Leia mais

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem.

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem. Emanuella Filgueira Pereira Universidade Federal do Recôncavo da Bahia O JOGO NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo O presente artigo apresenta resultados parciais de uma pesquisa mais ampla que

Leia mais

Amanda Oliveira. E-book prático AJUSTE SEU FOCO. Viabilize seus projetos de vida. www.escolhas-inteligentes.com

Amanda Oliveira. E-book prático AJUSTE SEU FOCO. Viabilize seus projetos de vida. www.escolhas-inteligentes.com E-book prático AJUSTE SEU FOCO Viabilize seus projetos de vida CONTEÚDO À QUEM SE DESTINA ESSE E-BOOK:... 3 COMO USAR ESSE E-BOOK:... 4 COMO ESTÁ DIVIDIDO ESSE E-BOOK:... 5 O QUE É COACHING?... 6 O SEU

Leia mais

Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report

Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report Avaliação de: Sr. Mario Exemplo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches A presença de tecnologias digitais no campo educacional já é facilmente percebida, seja pela introdução de equipamentos diversos,

Leia mais

PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS

PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS Fortaleza Ce Agosto 2009 Liádina Camargo Lima Universidade de Fortaleza liadina@unifor.br Categoria C Métodos

Leia mais

O MUNDO ENCANTADO DO TELE CIRCO: gerando aprendizagem

O MUNDO ENCANTADO DO TELE CIRCO: gerando aprendizagem O MUNDO ENCANTADO DO TELE CIRCO: gerando aprendizagem Autores: AZENILDA DE PAULA CABRAL e IVANISE MARIA BOMFIM SOARES Nem sempre a aprendizagem está diretamente ligada ao ensino. É possível ensinar e não

Leia mais

OS LIMITES DO ENSINO A DISTÂNCIA. Claudson Santana Almeida

OS LIMITES DO ENSINO A DISTÂNCIA. Claudson Santana Almeida OS LIMITES DO ENSINO A DISTÂNCIA Claudson Santana Almeida Junho 2012 Introdução O que o leitor encontrará neste artigo? Uma apresentação do sistema de Ensino a Distância (EAD), conhecer as vantagens e

Leia mais

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES Poliana de Brito Morais ¹ Francisco de Assis Lucena² Resumo: O presente trabalho visa relatar as experiências

Leia mais

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com 1 COMO COLOCAR AS TEORIAS ESTUDADAS NA FORMAÇÃO DO PNAIC EM PRÁTICA NA SALA DE AULA? REFLEXÕES DE PROFESSORES ALFABETIZADORES SOBRE O TRABALHO COM O SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL Cláudia Queiroz Miranda

Leia mais

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação O Valor da TI Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação 2010 Bridge Consulting

Leia mais

Empreendedorismo e comportamento empreendedor: como transformar gestores em profissionais empreendedores

Empreendedorismo e comportamento empreendedor: como transformar gestores em profissionais empreendedores Empreendedorismo e comportamento empreendedor: como transformar gestores em profissionais empreendedores Ana Maria Bueno (CEFETPR/PG) ana@pg.cefetpr.br Dr ª. Magda L.G. Leite (CEFETPR/PG) magda@pg.cefetpr.br

Leia mais

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar Colégio La Salle São João Professora Kelen Costa Educação Infantil Educação Infantil- Brincar também é Educar A importância do lúdico na formação docente e nas práticas de sala de aula. A educação lúdica

Leia mais