Licenciatura em Serviço Social. Intervenção Social na Infância, Adolescência e Velhice. Infância e Família. Ano letivo 2014/2015

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Licenciatura em Serviço Social. Intervenção Social na Infância, Adolescência e Velhice. Infância e Família. Ano letivo 2014/2015"

Transcrição

1 Licenciatura em Serviço Social Intervenção Social na Infância, Adolescência e Velhice Ano letivo 2014/2015 Infância e Família

2 Porque damos cada vez mais atenção às nossas crianças (nas sociedades ocidentais)? - Porque são cada vez mais escassas À medida que precisamos das crianças, prestamos-lhe atenção e desenvolvemos instituições e programas para lhes prestar atenção (Jenks, 1996, citado por Almeida, 2009: 19) -Porque depositamos nelas a expectativa de um futuro melhor. Expetativa de estabilidade, integração e valorização dos laços sociais face a uma descrença na acção das gerações adultas. Renasce para muitos a esperança de em torno da pureza da criança remoralizar o corpo social (Danic, Delalande e Rayou, 2006, citados por Almeida, 2009: 19)

3 Durante o séc. XIX, a mudança dos valores familiares associada à emergência da modernidade (privatização, secularização, sentimentalização) trouxe o interesse pela infância e uma nova representação das crianças como seres diferentes dos adultos, a merecer uma atenção e tratamento singulares. Criança - Ser inocente e vulnerável que precisa de proteção dos adultos que a moldam e preparam para integrar o sistema social pressupõe superioridade dos adultos Paradigma Educativo Adultocêntrico relação de poder desigual A criança é o produto, o receptáculo da acção socializadora do adulto (Almeida, 2009:16).

4 O Paradigma adultocêntrico só é questionado em finais do século XX (a infância como objeto de estudo sociológico remonta aos anos 1980) 1989 Convenção dos Direitos da Criança Marca a viragem no estatuto da criança e no modo de entender a relação educativa. Ganham popularidade os estilos educativos menos coercivos, autoritários e disciplinadores

5 Consagra-se o princípio do superior interesse da criança. A criança tem direitos protecção direito de ser protegida contra todas as formas de discriminação, violência, abuso ou exploração Mas também tem direitos liberdade Liberdade de opinião, expressão, pensamento, reunião, vida privada, que a colocam numa posição de quase-parceiro dos adultos eis a apresentação pública de uma criança participativa, uma criança-sujeito que se impõe, agora, como interlocutor activo dos seus educadores adultos. (Almeida, 2009: 21)

6 Como se reflete este novo entendimento da criança e do seu papel social ao nível da intervenção? Maior atenção às situações de risco e de perigo Prevalência do seu interesse Responsabilização dos agentes educativos (nomeadamente da família) Envolvimento das crianças em todas as fases do processo têm voz Maior atenção e respeito pela sua individualidade/singularidade individualização da intervenção

7 Mas, porque temos cada vez menos crianças? O sentido da família: o casal vale por si próprio e constitui uma família independentemente da existência de filhos menor pressão social para procriar Diminuição da fecundidade contudo Muitos casais continuam a desejar ter filhos desde que encontrem respostas adequadas para a sua guarda

8 UM POUCO DE HISTÓRIA No passado a conceção dependia dos desígnios de Deus - resignação Só a partir do séc. XVIII é que os homens começaram a conhecer e a controlar o seu corpo utilização de métodos contracetivos 1ª revolução contracetiva contraceção natural - Coito interrompido Paradoxalmente, foi quando as mulheres começaram a ter melhores condições para engravidar e para ter filhos que começaram a controlar a possibilidade de engravidar.

9 A partir do séc. XVIII a fertilidade potencial das mulheres encontra-se largamente acrescida, contudo, começou a haver um forte controlo da mesma relacionado com uma nova atitude face às crianças. 2ª revolução contracetiva anos 60 generalização dos métodos contracetivos modernos (pílula, preservativo, DIU, etc.). - dissociação entre sexualidade e reprodução - contraceção de responsabilidade feminina A responsabilidade de criar vida cabe, pela primeira vez, às que a dão. (Segalen, 1999:180)

10 Atualmente a tendência é para desejar ter dois filhos. A procriação resulta, agora, regra geral, de uma vontade deliberada e já não do fracasso de um método ou da aceitação/resignação perante a gravidez. A queda da fecundidade não se prende necessariamente com a emergência de uma sociedade hedonista, do prazer e do egoísmo, mas com a conjugação de um conjunto de fatores sociais, culturais, económicos e religiosos (Segalen, 1999). Nomeadamente:

11 - Perda de confiança no futuro, associado à perda de influência da religião ponderam-se as vantagens e as desvantagens de pôr uma criança no mundo. - Crescimento da actividade profissional feminina e a dificuldade em conciliar vida familiar e atividade profissional. - Acesso generalizado a métodos contracetivos eficazes e seguros (cujo uso é encorajado pelas políticas sociais e de saúde), que permitem dissociar sexualidade e procriação.

12 - Nova conceção da infância investimento afetivo e económico na promoção do bem-estar das crianças. A criança, representada como um ser vulnerável e singular, perde as suas funções produtivas e torna-se um custo afetivo e material para os pais. Prolongamento dos percursos escolares e dependência cada vez mais prolongada - poderoso incentivo ao planeamento e controlo da natalidade. - Novas exigências que se colocam aos pais, decorrentes de novos riscos sociais e de novas conceções sobre a educação e sobre as necessidades e os direitos das crianças.

13 Longe de ser restritiva, como tão frequentemente se afirmou, a função educativa familiar desmultiplicou-se, diversificou-se, tornou-se mais complexa nos últimos 20 anos. (Segalen, 1999:180) Grande preocupação: - com a sua segurança e bem-estar - com os percursos escolares - com a ocupação dos tempos livres - com o futuro profissional

14 Já não se pode dizer, como outrora, que a procriação constitui a finalidade primeira do casamento, já que casamento e procriação se encontram dissociados. Em contrapartida, os filhos, menos numerosos, são ainda e sempre as personagens centrais da nossa sociedade. Podemos mesmo admirar a sua «resistência»: como se põem ainda no mundo filhos, enquanto são dadas todas as possibilidades de os não ter, enquanto as mães são mulheres activas cuja vida se encontra consideravelmente complicada devido ao nascimento de novos seres, enquanto o futuro económico pósindustrial é instável e a fé num progresso incessante dá lugar às dúvidas? (Segalen, 1999:182)

15 UM POUCO DE ESTATISTICA Valor médio de filhos por mulher em idade fértil (dos 15 aos 49 anos de idade): - 3,2 em ,5 em ,37 em 2010 ( A partir de 1983 os valores nacionais de fecundidade deixam de assegurar a substituição de gerações que corresponde a um índice de 2,1. (Almeida, 2002)

16 A decisão de ter filhos passa, antes de mais, por uma escolha racional do casal ou do indivíduo, gerida em função dos ritmos e dos objectivos internos da vida em comum ou dos investimentos individuais noutras esferas de actividade. (Almeida, 2002: 378)

17 QUANDO SE IMPÕEM A INTERVENÇÃO SOCIAL NA INFÂNCIA? A necessidade de uma intervenção social (por parte de instituições e de agentes especializados) decorre da incapacidade das famílias para lidarem com todas as solicitações, mas também da necessidade de convivência e integração social das crianças. Necessidades de delinear soluções de guarda das crianças enquanto os pais estão ocupados Necessidade de atender a situações de abuso, negligência ou maus tratos (incapacidade das famílias para proporcionar um crescimento saudável e equilibrado das crianças) Intervenção em articulação e complementaridade com a família Intervenção em situações de risco ou de perigo, por vezes, em substituição da família

18 Bibliografia ALMEIDA, Ana Nunes et al. (2002). Novos Padrões e outros cenários para a fecundidade em Portugal, Análise Social, nº163, vol. XXXVII, ALMEIDA, Ana Nunes (2009). Para uma Sociologia da Infância: Jogos de Olhares, Pistas para a Investigação. Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais. SEGALEN, Martine (1999). Sociologia da Família. Lisboa: Terramar.

Promoção da Educação para a Saúde - +Saúde EDUCAÇÃO SEXUAL

Promoção da Educação para a Saúde - +Saúde EDUCAÇÃO SEXUAL EDUCAÇÃO SEXUAL Distribuição de conteúdos Curriculares, tempos letivos e disciplinas intervenientes.º Ciclo 7.º Dimensão ética da sexualidade humana. Compreensão da sexualidade como uma das componentes

Leia mais

A procura social da educação Aumento da população escolarizada : massificação escolar. Aumento da esperança de vida escolar; Valorização dos diplomas; Necessidade de especialização. A educação é considerada

Leia mais

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas À semelhança do que acontece nas sociedades contemporâneas mais avançadas, a sociedade portuguesa defronta-se hoje com novos e mais intensos

Leia mais

A Cidade pensada para as Crianças Câmara Municipal de Águeda 10 de Novembro de 2011

A Cidade pensada para as Crianças Câmara Municipal de Águeda 10 de Novembro de 2011 A Cidade pensada para as Crianças Câmara Municipal de Águeda 10 de Novembro de 2011 Rosa Madeira Universidade de Aveiro Resistir à fascinação para assumir a incompletude Águeda: Trajectória de reconhecimento

Leia mais

DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA

DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA Proclamada pela Resolução da Assembleia Geral 1386 (XIV), de 20 de Novembro de 1959 PREÂMBULO CONSIDERANDO que os povos das Nações Unidas reafirmaram, na Carta, a sua

Leia mais

Projeto de Lei n.º 36/2013-L

Projeto de Lei n.º 36/2013-L Projeto de Lei n.º 36/2013-L AUTORIZA A CRIAÇÃO DE UMA CASA DE PASSAGEM PARA MULHERES NO ÂMBITO DO MUNICÍPIO DA ESTÂNCIA TURÍSTICA DE BARRA BONITA. Art. 1º Fica o Executivo autorizado a criar no âmbito

Leia mais

2. REDUZINDO A VULNERABILIDADE AO HIV

2. REDUZINDO A VULNERABILIDADE AO HIV 2. REDUZINDO A VULNERABILIDADE AO HIV 2.1 A Avaliação de risco e possibilidades de mudança de comportamento A vulnerabilidade ao HIV depende do estilo de vida, género e das condições socioeconómicas. Isso

Leia mais

MATRIZ DA PROVA DE EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA SOCIOLOGIA (CÓDIGO 344 ) 12ºAno de Escolaridade (Dec.-Lei nº74/2004) (Duração: 90 minutos)

MATRIZ DA PROVA DE EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA SOCIOLOGIA (CÓDIGO 344 ) 12ºAno de Escolaridade (Dec.-Lei nº74/2004) (Duração: 90 minutos) 1. Unidades temáticas, conteúdos e objetivos/competências I O que é a Sociologia Unidades temáticas/conteúdos* 1. Sociologia e conhecimento sobre a realidade social 1.1. Ciências Sociais e Sociologia 1.2.

Leia mais

Declaração de Brighton sobre Mulheres e Desporto

Declaração de Brighton sobre Mulheres e Desporto Declaração de Brighton sobre Mulheres e Desporto A I Conferência Mundial sobre Mulheres e Desporto realizou-se em Brighton, no Reino Unido, entre os dias 5 e 8 de Maio de 1994, reunindo à mesma mesa políticos

Leia mais

MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA

MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA VISÃO Ser a empresa líder e o fornecedor de referência do mercado nacional (na área da transmissão de potência e controlo de movimento) de sistemas de accionamento electromecânicos

Leia mais

Reflexão: Abordagem ao domínio da matemática, comunicação oral e escrita na Educação de Infância

Reflexão: Abordagem ao domínio da matemática, comunicação oral e escrita na Educação de Infância 1 Reflexão: Abordagem ao domínio da matemática, comunicação oral e escrita na Educação de Infância Mariana Atanásio, Nº 2036909. Universidade da Madeira, Centro de Competência das Ciências Sociais, Departamento

Leia mais

Princípios de Empoderamento das Mulheres

Princípios de Empoderamento das Mulheres Princípios de Empoderamento das Mulheres Igualdade Significa Negócios Princípios de Empoderamento das Mulheres 1. Estabelecer liderança corporativa sensível à igualdade de Gênero, no mais alto nível. 2.

Leia mais

POSIÇÃO COMUM AFRICANO SOBRE ACABAR COM O CASAMENTO INFANTIL

POSIÇÃO COMUM AFRICANO SOBRE ACABAR COM O CASAMENTO INFANTIL AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIAP. O. Box 3243Telephone +251 11 5517 700 Fax : 00251 11 5517844 www.au.int POSIÇÃO COMUM AFRICANO SOBRE ACABAR COM O CASAMENTO INFANTIL

Leia mais

Permanente actualização tecnológica e de Recursos Humanos qualificados e motivados;

Permanente actualização tecnológica e de Recursos Humanos qualificados e motivados; VISÃO Ser a empresa líder e o fornecedor de referência do mercado nacional (na área da transmissão de potência e controlo de movimento) de sistemas de accionamento electromecânicos e electrónicos, oferecendo

Leia mais

Centro Histórico de Santarém: Como integrar a herança cultural nos desafios do futuro?

Centro Histórico de Santarém: Como integrar a herança cultural nos desafios do futuro? Centro Histórico de Santarém: Como integrar a herança cultural nos desafios do futuro? Vive-se um tempo de descrédito, generalizado, relativamente às soluções urbanísticas encontradas para o crescimento

Leia mais

EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA

EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA Ano lectivo 2014/2015 Introdução A Educação para a Cidadania é um processo ao longo da vida. Começa em casa e no meio próximo das crianças com as questões da identidade, relações

Leia mais

Introdução. Procura, oferta e intervenção. Cuidados continuados - uma visão económica

Introdução. Procura, oferta e intervenção. Cuidados continuados - uma visão económica Cuidados continuados - uma visão económica Pedro Pita Barros Faculdade de Economia Universidade Nova de Lisboa Introdução Área geralmente menos considerada que cuidados primários e cuidados diferenciados

Leia mais

Protocolo de Acordo entre o Ministério da Educação e o Sindicato Nacional dos Professores do Ensino Secundário

Protocolo de Acordo entre o Ministério da Educação e o Sindicato Nacional dos Professores do Ensino Secundário Protocolo de Acordo entre o Ministério da Educação e o Sindicato Nacional dos Professores do Ensino Secundário Secundário reconhecem que a melhoria da educação e da qualificação dos Portugueses constitui

Leia mais

O Envelhecimento Populacional e as Repercussões na Política de Saúde e nas Famílias

O Envelhecimento Populacional e as Repercussões na Política de Saúde e nas Famílias O Envelhecimento Populacional e as Repercussões na Política de Saúde e nas Famílias Daiana de Aquino Hilario Machado * RESUMO: Neste artigo estaremos discutindo sobre as repercussões do envelhecimento

Leia mais

ExpressARTE Recursos Didácticos para Aprender a Ser Mais. Igualdade de Género

ExpressARTE Recursos Didácticos para Aprender a Ser Mais. Igualdade de Género ExpressARTE Recursos Didácticos para Aprender a Ser Mais Igualdade de Género ExpressARTE Recursos Didácticos para Aprender a Ser Mais Legislação O que é um homem e o que é uma mulher? Homem, s.m. (do lat.

Leia mais

APOIO ESPECIALIZADO ÀS EMPRESAS DO SETOR DO TURISMO UMA NOVA PERSPETIVA UMA NOVA ABORDAGEM

APOIO ESPECIALIZADO ÀS EMPRESAS DO SETOR DO TURISMO UMA NOVA PERSPETIVA UMA NOVA ABORDAGEM DO SETOR DO TURISMO UMA NOVA PERSPETIVA UMA NOVA ABORDAGEM PORQUÊ A CRIAÇÃO DESTA EQUIPA? Necessidade de prestar ao empresário expertise em todas as vertentes da cadeia de valor Melhor adequação dos projetos/produtos

Leia mais

FORMAÇÃO SOBRE: GÉNERO E DESENVOLVIMENTO

FORMAÇÃO SOBRE: GÉNERO E DESENVOLVIMENTO Projecto PIGEM FORMAÇÃO SOBRE: GÉNERO E DESENVOLVIMENTO LUBANGO 28 DE ABRIL DE 2015 ELABORADO POR: MARIANA SOMA /PRELECTORA 1 GÉNERO E DESENVOLVIMENTO CONCEITO É uma abordagem que se concentra nas relações

Leia mais

Declaração dos Direitos da Criança (1959)

Declaração dos Direitos da Criança (1959) Declaração dos Direitos da Criança (1959) Preâmbulo Visto que os povos das Nações Unidas, na Carta, reafirmaram a sua fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor do ser humano, e resolveram

Leia mais

15º Congresso Português. De Gerontologia Social. Conferência: Portugal é um País bom para se envelhecer?

15º Congresso Português. De Gerontologia Social. Conferência: Portugal é um País bom para se envelhecer? 15º Congresso Português De Gerontologia Social Conferência: Portugal é um País bom para se envelhecer? Dia: 28/11/13 Envelhecimento em Portugal Portugal, de acordo com os Censos 2011, apresenta um quadro

Leia mais

Carla Ribeirinho. Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

Carla Ribeirinho. Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias Carla Ribeirinho Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias Lisboa, 10 de Maio de 2012 Desafios e oportunidades Crescimento em massa da população idosa. Adopção de medidas que visem minorar situações

Leia mais

O que pode a União Europeia fazer pelas pessoas? O Fundo Social Europeu é uma resposta a esta questão

O que pode a União Europeia fazer pelas pessoas? O Fundo Social Europeu é uma resposta a esta questão 1 2 O que pode a União Europeia fazer pelas pessoas? O Fundo Social Europeu é uma resposta a esta questão 3 A origem do Fundo Social Europeu O Fundo Social Europeu foi criado em 1957 pelo Tratado de Roma,

Leia mais

EXPLORANDO ALGUMAS IDEIAS CENTRAIS DO PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS ENSINO FUNDAMENTAL. Giovani Cammarota

EXPLORANDO ALGUMAS IDEIAS CENTRAIS DO PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS ENSINO FUNDAMENTAL. Giovani Cammarota UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA PRÁTICA DE ENSINO DE MATEMÁTICA III EXPLORANDO ALGUMAS IDEIAS CENTRAIS DO PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS ENSINO FUNDAMENTAL Giovani Cammarota

Leia mais

CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL.

CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL. CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 15-1999 309 CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL. Artigo 9.º (Tarefas fundamentais do Estado) São tarefas fundamentais do Estado:. a) Garantir a independência

Leia mais

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação Saúde Escolar Secretaria Regional da Educação e Formação «Um programa de saúde escolar efectivo é o investimento de custo-benefício mais eficaz que um País pode fazer para melhorar, simultaneamente, a

Leia mais

Princípios de Ética no Grupo DB

Princípios de Ética no Grupo DB Princípios de Ética no Grupo DB Código de conduta Objetivo do código de conduta Estipulamos com valor vinculativo os nossos padrões e as expectativas relativas aos nossos negócios diários. Para todos os

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

CQEP Centro para a Qualificação e Ensino Profissional

CQEP Centro para a Qualificação e Ensino Profissional CQEP Centro para a Qualificação e Ensino Profissional Em março de 2014, o Centro para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP) da Escola Secundária de Felgueiras iniciou a sua missão de informar,

Leia mais

A Nau dos Loucos, Bosch

A Nau dos Loucos, Bosch Reabilitação e inclusão social: Evolução, princípios e realidades Carina Teixeira Mesa: Desenvolvimento Vocacional e Promoção da Saúde Mental Reabilitação e Inclusão Social de Pessoas com Doenças Mentais

Leia mais

CONSELHO INTERACÇÃO. Declaração Universal dos Deveres do Homem. Setembro de 1997. Criado em 1983. InterAction Council

CONSELHO INTERACÇÃO. Declaração Universal dos Deveres do Homem. Setembro de 1997. Criado em 1983. InterAction Council CONSELHO INTERACÇÃO Criado em 1983 Declaração Universal dos Deveres do Homem Setembro de 1997 InterAction Council Declaração Universal dos Deveres do Homem Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da

Leia mais

FORMAÇÃO ACREDITADA PARA PROFESSORES 2015/2016

FORMAÇÃO ACREDITADA PARA PROFESSORES 2015/2016 FORMAÇÃO ACREDITADA PARA PROFESSORES 2015/2016 QUEM SOMOS A APF Associação para o Planeamento da Família, é uma Organização Não Governamental com estatuto de IPSS (Instituição Particular de Solidariedade

Leia mais

SEMANA DO IDOSO 2013

SEMANA DO IDOSO 2013 SEMANA DO IDOSO 2013 Itens para reflexão Experiências anteriores A mobilização em 2013 O envelhecimento nos tempos atuais Idoso sem autonomia Excluído do mercado de trabalho Gera dependência Exclusão das

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE PROINFÂNCIA BAHIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA FACULDADE DE EDUCAÇÃO - FACED DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A

Leia mais

IX Colóquio Direitos Humanos na Ordem do Dia promovido pelo Grupo Parlamentar Português para a População e Desenvolvimento

IX Colóquio Direitos Humanos na Ordem do Dia promovido pelo Grupo Parlamentar Português para a População e Desenvolvimento IX Colóquio Direitos Humanos na Ordem do Dia promovido pelo Grupo Parlamentar Português para a População e Desenvolvimento Lançamento do Relatório 2014 do UNFPA Painel: Jovens em Portugal Da Oportunidade

Leia mais

Acabar com as disparidades salariais entre mulheres e homens. http://ec.europa.eu/equalpay

Acabar com as disparidades salariais entre mulheres e homens. http://ec.europa.eu/equalpay Acabar com as disparidades salariais entre mulheres e homens Resumo O que se entende por disparidades salariais entre mulheres e homens Por que razão continuam a existir disparidades salariais entre mulheres

Leia mais

澳 門 特 別 行 政 區 政 府 Governo da Região Administrativa Especial de Macau 個 人 資 料 保 護 辦 公 室 Gabinete para a Protecção de Dados Pessoais

澳 門 特 別 行 政 區 政 府 Governo da Região Administrativa Especial de Macau 個 人 資 料 保 護 辦 公 室 Gabinete para a Protecção de Dados Pessoais Estudo do grau de conhecimento e das necessidades de protecção de dados pessoais entre os alunos do ensino secundário e do ensino superior de Macau 2014 Sumário Para saber qual o grau de conhecimento e

Leia mais

ENVELHECIMENTO E A PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL

ENVELHECIMENTO E A PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL ENVELHECIMENTO E A PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL O processo de envelhecimento e a velhice devem ser considerados como parte integrante do ciclo de vida. Ao longo dos tempos, o conceito de envelhecimento e as

Leia mais

Compromisso para IPSS Amigas do Envelhecimento Ativo CONFEDERAÇÃO NACIONAL INSTITUIÇÕES DE SOLIDARIEDADE

Compromisso para IPSS Amigas do Envelhecimento Ativo CONFEDERAÇÃO NACIONAL INSTITUIÇÕES DE SOLIDARIEDADE 2014 Compromisso para IPSS Amigas do Envelhecimento Ativo CONFEDERAÇÃO NACIONAL INSTITUIÇÕES DE SOLIDARIEDADE MANIFESTO E COMPROMISSO DA CNIS IPSS AMIGAS DO ENVELHECIMENTO ATIVO As modificações significativas

Leia mais

Serviço Social. DISCURSIVA Residência Saúde 2012 C COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO D A. wwww.cepuerj.uerj.br ATIVIDADE DATA LOCAL

Serviço Social. DISCURSIVA Residência Saúde 2012 C COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO D A. wwww.cepuerj.uerj.br ATIVIDADE DATA LOCAL HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO C COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO D A Serviço Social DISCURSIVA Residência Saúde 2012 ATIVIDADE DATA LOCAL Divulgação do gabarito - Prova Objetiva (PO) 31/10/2011

Leia mais

Guia do VOLUNTÁRIO COM ASAS

Guia do VOLUNTÁRIO COM ASAS Guia do VOLUNTÁRIO COM ASAS O Guia do VoluntárioscomAsas tem como objectivo facilitar a sua integração nas Instituições promotoras alertando o para alguns deveres de cidadania, solidariedade, responsabilidade,

Leia mais

O PACTO PELA VIDA É UM DOS SUBCOMPONENTES DO PACTO PELA SAÚDE PORTARIA 399/06. É O MARCO JURÍDICO DA PRIORIZAÇÃO DA SAÚDE DO IDOSO NO BRASIL

O PACTO PELA VIDA É UM DOS SUBCOMPONENTES DO PACTO PELA SAÚDE PORTARIA 399/06. É O MARCO JURÍDICO DA PRIORIZAÇÃO DA SAÚDE DO IDOSO NO BRASIL SAÚDE DO IDOSO CURSO ESPECÍFICOS ENFERMAGEM - A Saúde do Idoso aparece como uma das prioridades no Pacto pela Vida, o que significa que, pela primeira vez na história das políticas públicas no Brasil,

Leia mais

ENFERMAGEM HUMANITÁRIA. - Que competências? - - Que futuro? -

ENFERMAGEM HUMANITÁRIA. - Que competências? - - Que futuro? - ENFERMAGEM HUMANITÁRIA - Que competências? - - Que futuro? - Filomena Maia Presidente do Conselho de Enfermagem Regional Norte Vice-Presidente do Conselho de Enfermagem Universidade Fernando Pessoa Porto

Leia mais

Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO

Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO Maio de 2011 Preâmbulo As alterações demográficas que se têm verificado na população portuguesa

Leia mais

Plano de Acção. Rede Social 2011/2012

Plano de Acção. Rede Social 2011/2012 Plano de Acção - Rede Social Plano de Acção Rede Social Conselho Local da Acção Social de Figueira de Castelo Plano de Acção Rede Social Acções a desenvolver Objectivos Resultados esperados Calendarização

Leia mais

VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: ESTUDO EXPLORATÓRIO E REFLEXIVO NO CREAS DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP

VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: ESTUDO EXPLORATÓRIO E REFLEXIVO NO CREAS DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 385 VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: ESTUDO EXPLORATÓRIO E REFLEXIVO NO CREAS DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE ALMEIDA GARRETT VILA NOVA DE GAIA CÓDIGO 400798 FORMAÇÃO CÍVICA

ESCOLA SECUNDÁRIA DE ALMEIDA GARRETT VILA NOVA DE GAIA CÓDIGO 400798 FORMAÇÃO CÍVICA ESCOLA SECUNDÁRIA DE ALMEIDA GARRETT VILA NOVA DE GAIA CÓDIGO 400798 FORMAÇÃO CÍVICA Para uma Educação e Formação Social, Humana e Profissional dos alunos da Escola Secundária Almeida Garrett 1. Orientações

Leia mais

FEMINISMOS PLURAIS E FEMINISMOS EM ÁFRICA

FEMINISMOS PLURAIS E FEMINISMOS EM ÁFRICA FEMINISMOS PLURAIS E FEMINISMOS EM ÁFRICA FEMINISMO Filosofia de vida da qual deriva uma atitude crítica frente aos factos e perante a sociedade Tomada de consciência Resposta que conduz à mudança, a partir

Leia mais

As mulheres constituem a maioria da população residente em Portugal e vivem até mais tarde do que os homens; adiam a maternidade, têm menos filhos

As mulheres constituem a maioria da população residente em Portugal e vivem até mais tarde do que os homens; adiam a maternidade, têm menos filhos As mulheres constituem a maioria da população residente em Portugal e vivem até mais tarde do que os homens; adiam a maternidade, têm menos filhos Por ocasião do dia em que se comemorou o 32º aniversário

Leia mais

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO 21 de novembro de 1978 SHS/2012/PI/H/1 Preâmbulo A Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura,

Leia mais

Índice Descrição Valor

Índice Descrição Valor 504448064 Índice Descrição Valor 1 Missão, Objectivos e Princípios Gerais de Actuação 11 Cumprir a missão e os objectivos que lhes tenham sido determinados de forma económica, financeira, social e ambientalmente

Leia mais

Os Herdeiros Pierre Bourdieu e Jean-Claude Passeron

Os Herdeiros Pierre Bourdieu e Jean-Claude Passeron Os Herdeiros Pierre Bourdieu e Jean-Claude Passeron A escola transforma as desigualdades sociais (culturais) em desigualdades escolares. Os estudantes mais favorecidos, não só devem ao meio de origem os

Leia mais

Uma reflexão sobre Desenvolvimento Económico Sustentado em Moçambique

Uma reflexão sobre Desenvolvimento Económico Sustentado em Moçambique Uma reflexão sobre Desenvolvimento Económico Sustentado em Moçambique Carlos Nuno Castel-Branco carlos.castel-branco@iese.ac.mz Associação dos Estudantes da Universidade Pedagógica Maputo, 21 de Outubro

Leia mais

Como delegar eficazmente?

Como delegar eficazmente? www.pwc.pt/academy Como delegar eficazmente? How to improve your skills? 21 e 22 de maio de 2013 Academia da PwC Delegar é um conceito aparentemente claro, mas que na prática, nem todos aplicam. A base

Leia mais

6$Ó'(2&83$&,21$/ 4XHUHOHYkQFLD"

6$Ó'(2&83$&,21$/ 4XHUHOHYkQFLD 6$Ó'(2&83$&,21$/ 4XHUHOHYkQFLD" 5LFDUGR3DLV Kofi Annan, Secretário Geral O.N.U.: " Saúde e Segurança dos trabalhadores é parte integrante da segurança humana. Como agência líder das Nações Unidas pela

Leia mais

PLANO ESTADUAL DE CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA

PLANO ESTADUAL DE CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA PLANO ESTADUAL DE CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA Comitê Intersetorial Direito à Convivência Familiar e Comunitária Porto Alegre, 9 de outubro de 2012 DIRETRIZES Fundamentação Plano Nacional Efetivação

Leia mais

A caminho da igualdade

A caminho da igualdade A caminho da igualdade Estudo mostra que a educação é determinante para reduzir as desigualdades de gênero, em todas as fases de vida das mulheres 50 KPMG Business Magazine Como defender a empresa Os Jogos

Leia mais

O Currículo das Séries Iniciais e a Educação para a Saúde

O Currículo das Séries Iniciais e a Educação para a Saúde Nas séries iniciais do ensino fundamental, o currículo enfatiza a assimilação de conceitos e busca desenvolver as estruturas cognitivas. Ele procura fornecer aos alunos condições necessárias para aprendizagens

Leia mais

Código Deontológico. (Inserido no Estatuto da OE republicado como anexo pela Lei n.º 111/2009 de 16 de Setembro)

Código Deontológico. (Inserido no Estatuto da OE republicado como anexo pela Lei n.º 111/2009 de 16 de Setembro) Código Deontológico (Inserido no Estatuto da OE republicado como anexo pela Lei n.º 111/2009 de 16 de Setembro) SECÇÃO II Do código deontológico do enfermeiro Artigo 78.º Princípios gerais 1 - As intervenções

Leia mais

Projeto Educativo. Creche Humanus C.A.M. Resposta Social Creche D O C. 0 0 3. 0 2. C R E. Página 1 de 11. Funcionamento com apoio:

Projeto Educativo. Creche Humanus C.A.M. Resposta Social Creche D O C. 0 0 3. 0 2. C R E. Página 1 de 11. Funcionamento com apoio: Projeto Educativo Creche Humanus C.A.M. 1 de 11 Índice Introdução... 3 Quem somos?...3 As Dimensões do Projeto Educativo Dimensão Global da Criança.. 5 Dimensão Individual.... 6 Dimensão das Aquisições..

Leia mais

O Suas Sistema Único da Assistência Social em perspectiva Valéria Cabral Carvalho, CRESS nº 0897 Luiza Maria Lorenzini Gerber, CRESS nº 0968

O Suas Sistema Único da Assistência Social em perspectiva Valéria Cabral Carvalho, CRESS nº 0897 Luiza Maria Lorenzini Gerber, CRESS nº 0968 O Suas Sistema Único da Assistência Social em perspectiva Valéria Cabral Carvalho, CRESS nº 0897 Luiza Maria Lorenzini Gerber, CRESS nº 0968 Com a Constituição Federal de 1988, a Assistência Social passa

Leia mais

SISTEMA DE PROTECÇÃO PORTUGUÊS

SISTEMA DE PROTECÇÃO PORTUGUÊS SISTEMA DE PROTECÇÃO PORTUGUÊS 01 - Modelo de protecção das crianças e jovens em risco 02 - O que são as CPCJ? 03 - Qual o papel/funções do Ministério Público? 04 - Modelo de intervenção 05 - Conceito

Leia mais

CÓDIGO BRASILEIRO DE ÉTICA PARA ARQUIVISTAS

CÓDIGO BRASILEIRO DE ÉTICA PARA ARQUIVISTAS CÓDIGO BRASILEIRO DE ÉTICA PARA ARQUIVISTAS Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Código de Ética dos Arquivistas Objetivo: Fornecer à profissão arquivística

Leia mais

REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO JOVEM

REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO JOVEM REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO JOVEM APROVADO POR MAIORIA EM ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DE 20 DE NOVEMBRO DE 2010 Proposta

Leia mais

Avanços e retrocessos na área da saúde mental dos imigrantes em Portugal: a perspectiva do GIS

Avanços e retrocessos na área da saúde mental dos imigrantes em Portugal: a perspectiva do GIS Iolanda Évora Avanços e retrocessos na área da saúde mental dos imigrantes em Portugal: a perspectiva do GIS Apresentado no 9º Encontro de Saúde Mental de Cascais a 14 de Novembro de 2008 O CEsA não confirma

Leia mais

SERVIÇO DE CONVIVENCIA E FORTALECIMENTO DE VINCULOS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES. PRINCIPIOS FUNDAMENTAIS & Algumas reflexões

SERVIÇO DE CONVIVENCIA E FORTALECIMENTO DE VINCULOS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES. PRINCIPIOS FUNDAMENTAIS & Algumas reflexões SERVIÇO DE CONVIVENCIA E FORTALECIMENTO DE VINCULOS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES. PRINCIPIOS FUNDAMENTAIS & Algumas reflexões ASSISTÊNCIA SOCIAL ASSISTENTE SOCIAL CARIDADE? FAVOR? O QUE OS VEREADORES FAZEM?

Leia mais

REGULAMENTO DA INDIVIDUALIZAÇÃO DAS ESPECIALIDADES CLÍNICAS DE ENFERMAGEM

REGULAMENTO DA INDIVIDUALIZAÇÃO DAS ESPECIALIDADES CLÍNICAS DE ENFERMAGEM REGULAMENTO DA INDIVIDUALIZAÇÃO DAS ESPECIALIDADES CLÍNICAS DE ENFERMAGEM Proposta apresentada pelo Conselho Directivo Lisboa, 5 de Maio de 2010 Aprovado em Assembleia Geral de 29 de Maio de 2010 REGULAMENTO

Leia mais

A proteção na parentalidade é um direito constitucionalmente reconhecido (artigo 68º da Constituição da República Portuguesa).

A proteção na parentalidade é um direito constitucionalmente reconhecido (artigo 68º da Constituição da República Portuguesa). Ana Alves A proteção na parentalidade é um direito constitucionalmente reconhecido (artigo 68º da Constituição da República Portuguesa). A maternidade e a paternidade constituem valores sociais eminentes.

Leia mais

Ser mãe hoje. Cristina Drummond. Palavras-chave: família, mãe, criança.

Ser mãe hoje. Cristina Drummond. Palavras-chave: família, mãe, criança. Ser mãe hoje Cristina Drummond Palavras-chave: família, mãe, criança. Hoje em dia, a diversidade das configurações familiares é um fato de nossa sociedade. Em nosso cotidiano temos figuras cada vez mais

Leia mais

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º /X

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º /X Grupo Parlamentar PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º /X Recomenda ao governo a adopção, por parte das forças e serviços de segurança, de procedimentos singulares na sua relação com a população LGBT lésbicas, gays,

Leia mais

MISSÃO VISÃO. Lidamos com o contexto social em permanente mudança, procurando soluções inovadoras e criativas.

MISSÃO VISÃO. Lidamos com o contexto social em permanente mudança, procurando soluções inovadoras e criativas. MISSÃO Promover o desenvolvimento integral de cada pessoa, família, grupo ou organização, oferecendo um serviço de qualidade e contribuindo para gerar mudanças que proporcionem um maior nível de bem-estar.

Leia mais

Resolução 1325(2000) Aprovada pelo Conselho de Segurança na sua 4213 a reunião, em 31 de Outubro de 2000. O Conselho de Segurança,

Resolução 1325(2000) Aprovada pelo Conselho de Segurança na sua 4213 a reunião, em 31 de Outubro de 2000. O Conselho de Segurança, Resolução 1325(2000) Aprovada pelo Conselho de Segurança na sua 4213 a reunião, em 31 de Outubro de 2000 O Conselho de Segurança, Tendo presentes as suas resoluções 1261(1999) de 25 de Agosto de 1999,

Leia mais

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL I - Fundamentos legais A Constituição de 1988, inciso IV do artigo 208, afirma: O dever do Estado com a educação será efetivado

Leia mais

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995)

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) 1. Nós, os Governos, participante da Quarta Conferência Mundial sobre as

Leia mais

Transcrição da Entrevista - Entrevistado do grupo amostral constituído por indivíduos com orientação heterossexual 5 (online)

Transcrição da Entrevista - Entrevistado do grupo amostral constituído por indivíduos com orientação heterossexual 5 (online) Transcrição da Entrevista - Entrevistado do grupo amostral constituído por indivíduos com orientação heterossexual 5 (online) [Sexo: homem] Entrevistador: Boa tarde. Entrevistado: olá, boa tarde Entrevistador:

Leia mais

Amares Anos 60 Festas de S. António Foto Kim Amares Amares na actualidade Arquivo BE ESA

Amares Anos 60 Festas de S. António Foto Kim Amares Amares na actualidade Arquivo BE ESA Amares Anos 60 Festas de S. António Foto Kim Amares Amares na actualidade Arquivo BE ESA Meio século pode ser um tempo relativamente curto em termos históricos, mas é um tempo suficiente para provocar

Leia mais

A PMA E AS TRANSFORMAÇÕES NA FAMÍLIA

A PMA E AS TRANSFORMAÇÕES NA FAMÍLIA PMA: Presente e Futuro. Questões Emergentes nos contextos Científico, Ético, Social e Legal A PMA E AS TRANSFORMAÇÕES NA FAMÍLIA Anália Cardoso Torres Professora Catedrática do ISCSP Instituto Superior

Leia mais

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DR. VIEIRA DE CARVALHO Planificação Educação Moral e Religiosa Católica. Ano Letivo 2015/2016 3º Ciclo 7º Ano

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DR. VIEIRA DE CARVALHO Planificação Educação Moral e Religiosa Católica. Ano Letivo 2015/2016 3º Ciclo 7º Ano Unidade Letiva: 1 - As Origens Período: 1º 1. Questionar a origem, o destino e o sentido do universo e do ser humano. As origens na perspetiva científica L. Estabelecer um diálogo entre a cultura e a fé.

Leia mais

Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais

Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais Estatuto da Criança e do Adolescente: 18 anos, 18 Compromissos A criança e o adolescente no centro da gestão municipal O Estatuto

Leia mais

EIXO DE TRABALHO 01 DIREITO A CIDADANIA, PARTICIPAÇÃO SOCIAL E POLÍTICA E A REPRESENTAÇÃO JUVENIL

EIXO DE TRABALHO 01 DIREITO A CIDADANIA, PARTICIPAÇÃO SOCIAL E POLÍTICA E A REPRESENTAÇÃO JUVENIL EIXO DE TRABALHO 01 DIREITO A CIDADANIA, PARTICIPAÇÃO SOCIAL E POLÍTICA E A REPRESENTAÇÃO JUVENIL Proposta I Fomentar a criação de grêmios estudantis, fóruns de juventude, diretórios centrais de estudantes,

Leia mais

Negócios Internacionais

Negócios Internacionais International Business 10e Daniels/Radebaugh/Sullivan Negócios Internacionais Capítulo 3.2 Influencia Governamental no Comércio 2004 Prentice Hall, Inc Objectivos do Capítulo Compreender a racionalidade

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA

CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA ÍNDICE PREÂMBULO... 3 CÓDIGO DE ÉTICA... 5 Secção I: PARTE GERAL............................................... 6 Secção II: PRINCÍPIOS... 8 Secção III: DEVERES CORPORATIVOS...

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

Disciplina: modernidade e Envelhecimento Curso de Serviço Social 3º e 5º Semestre Políticas públicas para idosos 1 Marco Legal Nacional Constituição Federal (1988) Art. 202 Inciso I Ao idoso é assegurado

Leia mais

Família nuclear casal e filhos solteiros.

Família nuclear casal e filhos solteiros. Família Uma família é um conjunto de pessoas ligadas por parentesco de sangue, por casamento ou algum outro tipo de relacionamento acordado ou adoção, e que compartilha a responsabilidade básica de reprodução

Leia mais

MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI A VIDA AMEAÇADA...

MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI A VIDA AMEAÇADA... MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI Daniel Cenci A VIDA AMEAÇADA... A vida é sempre feita de escolhas. A qualidade de vida resulta das escolhas que fazemos a cada dia. É assim

Leia mais

FREGUESIA DE ARRUDA DOS VINHOS

FREGUESIA DE ARRUDA DOS VINHOS FREGUESIA DE ARRUDA DOS VINHOS lano de Activida e es Orçamento PPI 2012 À INTRODUCÃO Para cumprimento do disposto na alínea a) do n 2 do artigo 34 da lei n 169/99 de 18 de Setembro, na redacção que lhe

Leia mais

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento;

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Objetivo geral Promover a igualdade no mundo do trabalho e a autonomia

Leia mais

I Seminário. Estadual de enfrentamento ao CRACK. O papel da família no contexto da prevenção e do enfrentamento aos problemas decorrentes do CRACK

I Seminário. Estadual de enfrentamento ao CRACK. O papel da família no contexto da prevenção e do enfrentamento aos problemas decorrentes do CRACK O papel da família no contexto da prevenção e do enfrentamento aos problemas decorrentes do CRACK Contextualização Social Economia Capitalista Transformações sociais Alterações nos padrões de comportamento

Leia mais