ANALISTA EM CUL ANALIST TURA A EM CUL E DESPORTOS I

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANALISTA EM CUL ANALIST TURA A EM CUL E DESPORTOS I"

Transcrição

1

2 PREFEITURA MUNICIPAL DE GOIÂNIA CONCURSO PÚBLICO EDITAL Nº001 /2006 LÍNGUA PORTUGUESA Leia os quadrinhos para responder as questões 01 e 02. ITURRUSGARAI, A. Folha de S. Paulo. São Paulo. 24 abr. 2007, p. E5. Ilustrada. QUESTÃO 01 Nos quadrinhos, pode-se interpretar da criação do 13º trabalho de Hércules que (A) o esforço físico do herói foi proporcional ao seu esforço intelectual. (B) o trabalho burocrático também requer um esforço de herói. (C) os heróis gregos despendiam mais energia que os trabalhadores atuais. (D) os gregos atribuíam ao trabalho burocrático um caráter divino. QUESTÃO 02 Na seqüência dos quadrinhos, o efeito de humor é construído com o auxílio da (A) metáfora. (B) ironia. (C) polissemia. (D) intertextualidade. Leia o texto para responder às questões de 03 a 07. Simplicidade é a norma Grande parte dos produtos de sucesso no setor de eletrônicos [...] compartilha uma característica: a facilidade de uso. Design e desempenho continuam a ser trunfos importantes para atrair o consumidor, mas o plug and play ou seja, o aparelho que entra em funcionamento assim que é ligado na tomada e se aperta o botão liga é um argumento de venda mais poderoso do que nunca. Muito mais que oferecer as tecnologias de ponta ou os aparelhos mais sofisticados, toda a indústria deve facilitar a vida de quem usa tais tecnologias, diz Flávio Gomes, diretor-geral da divisão de fotografia da K. para a América Latina. A área em que Gomes trabalha é um bom exemplo das virtudes da simplicidade. No século XIX, o francês Louis-Jacques Daguerre inventou um processo de fixação de imagens, o daguerreótipo, precursor da fotografia moderna. Mas ela só se popularizou meio século depois, quando o americano George Eastman criou um processo simples de tirar e revelar fotos, o rolo de filme, que prevaleceu até o surgimento da fotografia digital, há uma década. Hoje as máquinas digitais são cheias de recursos, mas as mais populares são as que simplificam a transferência das fotos para o computador e a impressão. Nem tudo é tão fácil no mundo digital prova disso é a variedade de formatos de arquivos de áudio e de vídeo, capaz de confundir o mais bem informado consumidor, mas cada vez mais eletrônicos lidam com esses padrões diferentes sem a necessidade de intervenção do usuário. VEJA, São Paulo: Abril, no. 52, nov. 2005, p. 50. Edição Especial. QUESTÃO 03 A aplicação da norma da simplicidade ao mundo da alta tecnologia é justificada pela (A) dificuldade de acesso das pessoas às novas tecnologias. (B) satisfação de necessidades imediatas dos consumidores. (C) alta popularidade alcançada pelas máquinas fotográficas digitais. (D) adaptação dos eletrônicos aos diferentes formatos de arquivos. QUESTÃO 04 Na organização do texto, a progressão das idéias se realiza segundo o esquema (A) geral / particular / geral. (B) facilidade / dificuldade. (C) causa / conseqüência. (D) exemplo / citação / conjectura. LÍNGUA PORTUGUESA

3 PREFEITURA MUNICIPAL DE GOIÂNIA CONCURSO PÚBLICO EDITAL Nº001 /2006 QUESTÃO 05 A fala de Flávio Gomes referenda os argumentos do autor do texto, pois (A) prevê uma nova realidade no mundo da tecnologia de ponta. (B) inibe a produção de aparelhos plug and play pela indústria tecnológica. (C) traduz a autoridade proveniente de sua atividade profissional. (D) pressupõe o lucro como o interesse principal da indústria. QUESTÃO 06 No texto, um contra-argumento à tendência do mundo tecnológico para a busca da simplicidade é: (A) O surgimento de máquinas digitais cheias de recursos. (B) A existência de vários formatos de arquivos de áudio e vídeo. (C) A invenção do rolo fotográfico pelo americano George Eastman. (D) O fato de design e desempenho serem grandes trunfos para vender produtos. QUESTÃO 07 Na constituição do nome plug and play observa-se uma estratégia metonímica, mostrada na relação de proximidade entre (A) o inventor do aparelho e o aparelho inventado. (B) o mundo tecnológico e os recursos digitais. (C) as ações do usuário e o modo de funcionamento do aparelho. (D) as funções do aparelho e a conquista do público consumidor. Leia o texto a seguir para responder às questões de 08 a 10. Conde Empreiteira de Mãos Obra Ltda Av: Santos Dumont telefax: Londrina - Pr. CGC/MF / Prezado Sr (a) Síndico (a) 1 Venho por esta vos comunicar-lhe que nossa empresa é especializada, em serviços de pinturas de edifícios, residências, salas comerciais, com finíssimo acabamento. 2 Nossos funcionários são todos profissionais treinados em suas funções, com seguro de vida, para oferecerlhes á nossos clientes, proficionalismo, segurança de quem tem 10 anos de tradição em pinturas. 3 Nos garantimos nossos serviços prestados aos nossos clientes por um período de 05 anos. 4 Responsabilizaremos pelas obrigações trabalhista e fiscais, de modo em que nosso pessoal que prestará os serviços de mão-de-obra, sob seu comando. 5 A responsabilidade civil, trabalhista e penas de danos pessoais, acidentes de trabalho, serão por conta de nossa empresa prestadora de serviços. 6 Faremos seu orçamento sem compromisso 7 Consulte-nos pelo fone (043) falar com Sr. Marcelino. Conde Empreiteira de Mão de Obra LTDA LOPES, H. V. et al. Língua portuguesa. São Paulo: Editora do Brasil, p QUESTÃO 08 No primeiro parágrafo, a redundância no uso pronominal tem por conseqüência (A) estabelecimento inadequado do interlocutor. (B) informações limitadas a respeito das especialidades da empresa. (C) incoerência entre os objetivos da carta e o conteúdo comunicado. (D) ocultação do referente sujeito na frase inicial. QUESTÃO 09 Os argumentos usados para convencer o síndico a aderir aos serviços da empreiteira (A) são recorrentes em gêneros textuais oficiais. (B) são apropriados aos fins a que a carta se destina. (C) prejudicam a composição da imagem da empresa. (D) desconsideram o tipo de cliente visado. QUESTÃO 10 No segundo parágrafo, entre os vários problemas de desvio das normas da escrita, pode-se apontar como prejudicial à conexão sintática: (A) A grafia errada da palavra profissionalismo. (B) A utilização imprópria da crase. (C) O tempo de experiência expresso em numeral. (D) O uso incorreto da vírgula. LÍNGUA PORTUGUESA

4 PREFEITURA MUNICIPAL DE GOIÂNIA CONCURSO PÚBLICO EDITAL Nº001 /2006 Para responder às questões 11 e 12, leia o texto que segue. Para mim brincar Nada mais gostoso do que mim sujeito de verbo no infinitivo. Pra mim brincar. As cariocas que não sabem gramática falam assim. Todos os brasileiros deviam falar como as cariocas que não sabem gramática. As palavras mais feias da língua portuguesa são quiçá, alhures e amiúde. BANDEIRA, M. Seleta em prosa e verso. 4. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, p. 19. QUESTÃO 11 Segundo o texto, a beleza das palavras está em pertencerem (A) à fala coloquial. (B) ao dialeto carioca. (C) às mulheres. (D) aos brasileiros. QUESTÃO 13 Segundo o texto, o que contraria as suposições da avó de Gilberto Freyre? (A) A máxima de que toda regra tem exceções. (B) A demora do menino em aprender a escrever. (C) A precocidade e a qualidade da formação do neto. (D) A morte da avó quando ele ainda era menino. QUESTÃO 14 Infradotado faz parte de um grupo semântico diferente da palavra (A) infrator. (B) infra-assinado. (C) infranasal. (D) infra-som. QUESTÃO 15 QUESTÃO 12 Qual regra da gramática normativa as pessoas contrariam quando dizem pra mim brincar? (A) Verbos no infinitivo não exigem sujeito. (B) Pronomes oblíquos exercem função de objeto. (C) Advérbios podem se comportar como preposição. (D) Pronomes átonos dispensam preposição. Leia o texto para responder as questões 13 e 14. A preocupação da avó de Freyre As avós, com as exceções de toda regra, torcem pelo sucesso dos netos. E se preocupam muito se eles têm alguma dificuldade. A avó paterna do sociólogo Gilberto Freyre ( ) morreu quando ele tinha nove anos, muito preocupada porque ele estava demorando a aprender a escrever. Supunha ela, até, que o neto fosse infradotado, quando depois da morte dela se constatou que, pelo contrário, ele era superdotado. Pois, aos 14 anos, o pernambucano Gilberto Freyre não apenas escrevia muito bem em seu idioma, como ensinava inglês, e, antes de fazer 18 anos, ensinaria também francês e sabia grego. Bacharelou-se em ciências e letras aos 16 anos, aos 18 anos foi estudar nos Estados Unidos, diplomando-se em sociologia na Universidade de Baylor, no Texas. Entre suas amizades da juventude, incluíam-se os poetas Willian Yeats e Rabindranath Tagore. O POPULAR, Goiânia, 5 mai p. 12. Política. Disponível em: Acesso em: 6 abr O cartum traz uma crítica à bioengenharia, pois questiona (A) a cientificidade dos métodos usados nas experiências com células humanas. (B) a aplicação dos recursos financeiros de incentivo às pesquisas em genética. (C) o uso de crianças como cobaias em experiências com células-tronco. (D) a interferência de suas descobertas no desenvolvimento natural da espécie humana. LÍNGUA PORTUGUESA

5 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÃO 16 Na obra Da Cultura do Corpo, o autor afirma que Mais do que um aprendizado intelectual, o indivíduo adquire um conteúdo cultural, que se instala em seu corpo, no conjunto de suas expressões (DAÓLIO,1995, p. 40). De acordo com essa afirmação, o homem aprende cultura por meio (A) da técnica. (B) do corpo. (C) da racionalidade. (D) da genética. QUESTÃO 17 Para Daólio (1995, p. 40), Mais do que saber que os corpos se expressam diferentemente porque representam culturas diferentes, é necessário entender quais os princípios, valores e normas que levam os corpos a se manifestar de determinada maneira. Para o autor, é preciso que se compreendam as representações de corpo por meio de (A) símbolos culturais. (B) técnicas corporais. (C) classificação dos movimentos. (D) aptidões físicas. QUESTÃO 18 Ao trabalhar diretamente com os corpos dos alunos, o professor de Educação Física afeta a representação que eles têm do próprio corpo. Isso ocorre quando a prática docente está direcionada a responder por (A) técnicas corporais decorrentes da riqueza cultural de seu meio social. (B) valores socioculturais concretos da comunidade local. (C) realidade sociocultural em que vivem seus alunos. (D) valores decorrentes ou impostos por outra cultura. QUESTÃO 19 A concepção Crítico-Emancipatória é uma das abordagens da Educação Física, que tem despertado grande interesse da comunidade de professores nesta última década. Nesse modelo, cujo objeto de estudo é o movimento humano, o desenvolvimento do ensino baseia-se nas competências: (A) motora, afetiva e dos movimentos culturais. (B) objetiva, social e comunicativa. (C) cognitiva, social e comunicativa. (D) objetiva, afetiva e do movimento humano. QUESTÃO 20 De acordo com a obra Transformação didáticopedagógica do esporte (1994), a prática educacional ocorre inicialmente pela identificação do significado central do se-movimentar de cada modalidade esportiva. Nesse modelo, a intenção pedagógica, no tocante a esse significado é (A) mantê-lo. (B) superá-lo. (C) reconstruí-lo. (D) ignorá-lo. QUESTÃO 21 Lino Castellani, na obra Política Educacional e Educação Física (1998, p. 54) afirma que a cultura corporal constituise como uma totalidade formada pela interação de distintas práticas sociais, tais como a dança, o jogo, a ginástica, o esporte que, por sua vez, materializam-se, ganham forma, através de práticas corporais. Nesse sentido compete à Educação Física tratar, pedagogicamente, (A) a cultura de movimento. (B) o movimento humano. (C) a motricidade humana. (D) a cultura corporal. QUESTÃO 22 Na literatura crítica da Educação Física, existe um farto debate acerca do esporte na escola e o esporte da escola. Para os defensores do esporte da escola, as finalidades dos conteúdos dessa disciplina escolar são de disseminar (A) valores educacionais. (B) signos da instituição esportiva. (C) valores do esporte competitivo. (D) ideologia do alto rendimento. QUESTÃO 23 Segundo Sávio (2001), no estado autoritário brasileiro, vigente de 1964/1985, a política educacional propunha o desenvolvimento da aptidão física da população por meio da prática esportiva, nas aulas de Educação Física escolar. Naquela época, o tipo de corpo que se buscava formar caracterizava-se como (A) forte, disciplinado, político, livre e crítico. (B) dócil, disciplinado, apolítico, acrítico e alienado. (C) musculoso, produtivo, consciente, belo e politizado. (D) belo, livre, produtivo, crítico e humanizado.

6 QUESTÃO 24 O esporte é considerado hoje como um dos maiores fenômenos socioculturais do mundo contemporâneo. Reconhecendo as múltiplas dimensões e categorizações oficiais, Bracht (1997), em sua obra Sociologia Crítica do Esporte: uma introdução, divide o esporte em duas categorias: (A) esporte de alto rendimento ou espetáculo; esporte como atividade de lazer. (B) esporte participação; esporte performance ou de alto nível. (C) esporte educacional; esporte de rendimento ou espetáculo. (D) esporte comunitário; esporte como atividade de lazer. QUESTÃO 25 Ao formular políticas públicas de lazer envolvendo a escola e a educação, o estado brasileiro adota uma visão orientada para os aspectos instrumentais e funcionalista do lazer. Diante dessa perspectiva, o jovem é enquadrado como um grupo social a ser (A) liberado para o uso de seu tempo de lazer. (B) respeitado em suas iniciativas no uso do seu tempo livre. (C) controlado e monitorado em seu tempo livre. (D) sociabilizado no uso de seu tempo livre. QUESTÃO 26 Para Ana De Pelegrin (2006), uma das características da sociedade atual é investir pesadamente na indústria do entretenimento e determinar o lazer como produto de consumo. Diante de tal contexto e concepção, a autora afirma que o lazer rompe com três importantes valores sociais: (A) participação, liberdade e transformação. (B) sociabilidade, liberdade e segregação. (C) participação, sociabilidade e controle. (D) sociabilidade, participação e acomodação. QUESTÃO 28 Na obra Corpo, Ciência e Mercado, Silva (2001) afirma que o corpo na atual fase da modernidade é considerado um dos focos centrais da economia de mercado e, por conseqüência, alvo de uma nova forma de exploração. Para a autora, o corpo hoje é portador de um novo significado: (A) corpo do mundo. (B) corpo abstrato. (C) corpo sarado. (D) corpo perfeito. QUESTÃO 29 Para Marcelino (2003), um animador sociocultural deve possuir uma formação múltipla, em razão da própria área de intervenção, que não só requer um desempenho interdisciplinar e multiprofissional, mas também a interligação com os diferentes setores responsáveis pela execução das políticas públicas. Assim sendo, a capacitação de animadores culturais deve levar em conta que uma estrutura de animação sociocultural se compõe de (A) técnicos culturais em lazer. (B) animadores profissionais e voluntários. (C) profissionais especialistas em animação cultural. (D) animadores políticos e voluntários. QUESTÃO 30 Para Canduro (2003), tratar a diversidade como referência para um projeto cultural e educativo seria a forma mais adequada para promover mudanças e transformações da realidade. Para a autora, ao utilizar de tal parâmetro, seria necessário criar um mecanismo de participação coletiva para a atuação no meio social cujo objetivo seria assegurar a (A) interação entre os participantes. (B) reprodução da teoria da dependência. (C) unificação dos indivíduos. (D) descaracterização dos sujeitos. QUESTÃO 27 Para Bracht (1997), o esporte que hoje se conhece é normalmente tratado pela historiografia tradicional como o resultado de um processo linear de desenvolvimento. De acordo com este pensamento ainda predominante, o fenômeno esportivo é uma (A) descontinuidade entre jogo e esporte. (B) continuidade das práticas anteriores. (C) ruptura entre o movimentar-se e as formas culturais anteriores. (D) configuração resultante do modelo da sociedade moderna. QUESTÃO 31 Muitos profissionais da Educação Física atuantes no campo do lazer acreditam que estão lidando com um trabalho fácil, gostoso e meramente técnico, voltado para o simples divertimento das pessoas. Para Isayama (2003) essa atitude acrítica decorre de um pensamento vinculado à (A) indústria cultural e ao consumo alienado de conteúdos culturais, ligados aos interesses físico-desportivos. (B) organização social da cultura e das produções artísticas progressistas. (C) pedagogia do jogo e das brincadeiras numa perspectiva reflexiva. (D) organização do trabalho e da sua relação com o lazer.

7 QUESTÃO 32 Um modelo de animação sociocultural, alicerçado nos interesses da sociedade e no compromisso políticopedagógico de mudanças sociais e culturais, representa uma ação educativa voltada fundamentalmente para (A) vivências de lazer comunitário e a alegria espontânea dos indivíduos. (B) melhoria da qualidade de vida das pessoas e dos estilos pessoais. (C) melhoria da qualidade de vida da comunidade e emancipação social dos sujeitos. (D) cultivo do exercício físico entre os indivíduos e estilo de vida saudável entre as pessoas. QUESTÃO 33 Ao tratar das políticas públicas para pessoas portadoras de deficiências, Pinheiro (2003, p. 139) afirma que Planejar políticas públicas para todos equivale a dotar essas políticas de características mais gerais possíveis, de forma a abranger toda a diversidade social. Segundo o autor, existem dois critérios necessários para a elaboração dessa política: (A) universalização e globalização. (B) regionalização e centralização. (C) universalização e democratização. (D) regionalização e localização. QUESTÃO 34 Para Paiva (2003, p.165), o trabalho voluntário, não o assistencialista, espontaneístas ou missionário, mas o voluntariado local, devidamente capacitado nos aspectos gerais e específicos de uma política de esporte e lazer, é peça fundamental para a implementação de programas que visem superar a tradicional prática na área, marcada pelo distanciamento entre as ações desenvolvidas e a cultura local. Esse tipo de voluntariado defendido visa a (A) minimizar os riscos do poder público de ausentar-se das suas obrigações ou de utilizar da força comunitária para outros fins. (B) aumentar o domínio e o controle do poder público sobre as ações populares espontâneas. (C) ampliar o distanciamento entre a cultura local e a cultura global. (D) fortalecer o aparelho de estado e controlar as lideranças políticas locais. QUESTÃO 35 Para Amaral (2006), as políticas públicas de lazer em uma perspectiva participativa pressupõem uma série de mudanças por parte de seus formuladores, dentre as quais se destacam: (A) definir políticas de lazer por meio de planos e programas de ação, gestados pelos especialistas, e buscar sua efetivação na comunidade. (B) manter o foco nas políticas tradicionais de lazer e flexibilizar os processos determinados pelo planejamento burocrático. (C) mudar tanto os conceitos como a prática social, liberando as atividades de vínculos com os interesses físico-desportivo e assistencialistas. (D) definir políticas de lazer, com base nos postulados idealizados da vida social e aumentar o controle fiscalizador das aplicações dos recursos. QUESTÃO 36 Para Mascarenhas (2006), a exaltação do ócio ou do chamado ócio criativo no atual modelo de sociedade não passa de uma grande panacéia. Para o autor, trata-se de uma retórica de De Masi (2001), baseado em um tipo de (A) generalização abstrata do trabalho criativo. (B) trabalho alienado existente dentro do atual modelo produtivo. (C) desenvolvimento da tecnociência fundada nas determinações objetivas do modelo capitalista. (D) produção intelectual emanadas das necessidades imediatas do Capitalismo. QUESTÃO 37 Segundo Carvalho (2003), todo trabalho relaciona-se com o sujeito-trabalhador e advém de relações interpessoais em que estão presentes a saúde, a educação, o lazer, entre outros, na constituição da vida social. Para a autora, são dois os caminhos para superar a racionalidade gerencial impregnada no setor público nos campos da saúde e do lazer: (A) reconhecimento das políticas sociais e fiscalização das ações do governo. (B) fortalecimento dos sujeitos e democratização das instituições. (C) implementação de políticas públicas pelo Estado e controle dos gastos por meio de fiscalização. (D) programas de apoio aos indivíduos e atividades de saúde e lazer personalizado.

8 QUESTÃO 38 Em uma visão antropológica, a espécie humana só existe como tal pela concorrência simultânea de fatores culturais e biológicos (DAÓLIO,1995). Diante dessas premisas, o cérebro humano é uma expressão (A) biológica livre dos aspectos morais, dos costumes e das práticas sociais. (B) cultural autônoma em relação aos fatores genéticos e biológicos. (C) cultural desenvolvida em grande parte após o nascimento do ser humano. (D) biológica cuja natureza determina a sua própria representação. QUESTÃO 41 Uma das fases do planejamento é a programação, quer seja em instituições escolares ou voltadas para a área de Cultura e Esporte. A programação deve contemplar os seguintes elementos: (A) marco situacional, objetivos específicos e atividades permanentes. (B) objetivos específicos, políticas estratégicas, normas e atividades permanentes. (C) realidade existente, realidade desejada, políticas estratégicas e diagnóstico das necessidades. (D) avaliação, planejamento, execução, objetivos gerais. QUESTÃO 39 Para Silva (2001, p. 60), Os meios empregados pela propaganda são, geralmente, aqueles que se utilizam de maneira subliminar ou não, de imagens de juventude em liberdade, imagens de opulência e saúde temperadas pelo erotismo, para vender os mais diversos produtos. Segundo a autora, atualmente a imagem de corpo divulgada amplamente pela mídia reproduz a idéia de que (A) corpo, ciência e mercado formam um novo arquétipo de felicidade. (B) valorizar o corpo e suas formas é cuidar individualmente da saúde pública. (C) sacrifício e sofrimento são atitudes humanas válidas para a busca do ser belo. (D) corpo é um instrumento útil para a ciência e objeto de consumo e exploração econômica. QUESTÃO 40 A construção de um plano para o desenvolvimento de ações culturais e esportivas deve estabelecer de forma clara e precisa as intenções e atitudes a serem tomadas. Segundo Gandin, na obra A prática do Planejamento Participativo (1998), o modelo de plano deve conter os seguintes elementos: (A) marco situacional, marco doutrinal, marco operativo, diagnóstico e programação. (B) programação, diagnóstico, implementação, marco operacional, doutrina administrativa. (C) marco referencial, marco doutrinal, marco teórico, diagnóstico, verificação. (D) diagnóstico, análise subjetiva, definição de metas, instrumentalização, avaliação operacional. QUESTÃO 42 Tanto em educação quanto em cultura e esporte o planejamento orienta-se basicamente por meio de dois níveis, que envolvem: primeiro, a percepção clara da participação e do poder e, segundo, a função da administração. Para Gandin (1998) esses dois níveis do planejamento são: (A) realidade desejada e realidade idealizada. (B) procedimentos técnicos e científicos. (C) planos globais e setoriais. (D) político e operacional. QUESTÃO 43 Para Gandin (1998), pensar mais sobre a realidade faz as pessoas se inclinarem para ações mais concretas, para políticas e estratégias mais consistentes. Qual a concepção do autor sobre planejamento? (A) Processo subjetivo para a tomada de decisões. (B) Modo de administração da qualidade total. (C) Gerenciamento de metas e padronização de tarefas. (D) Metodologia científica para construir a realidade. QUESTÃO 44 De acordo com Gandin (1998), o planejamento participativo é importante, porque (A) grupos e instituições podem seguir normas elaboradas por outros. (B) a construção da heteronomia dos grupos sociais, das pessoas e instituições fica garantida. (C) pessoas, movimentos sociais e instituições podem escolher seus caminhos e suas utopias. (D) o cumprimento das regras decididas coletivamente por especialistas externos é estimulado.

9 QUESTÃO 45 Os projetos educativos na área de Cultura e Esportes devem ser constiuídos como um processo que responda, de forma constante, às demandas sociais. Nessa perspectiva, as ações devem contribuir para uma prática (A) transformadora da realidade. (B) conservadora da realidade existente. (C) minimizadora dos problemas existentes. (D) reprodutora dos valores hegemônicos. QUESTÃO 49 Segundo Goellner (2005), a participação das mulheres em um universo culturalmente virilizado, como é o universo do esporte, tem sido utilizada para a espetacularização do corpo, reproduzindo a idéia de (A) liberdade e espaço para a expressão do feminino. (B) erotização e exaltação da beleza sensual. (C) força e capacidade de superação das mulheres. (D) luta e esforço das mulheres por valorização social. QUESTÃO 46 Segundo Gandin (1998), o planejamento participativo inclui o processo de avaliação. Esse processo é o momento de (A) estabelecer um diagnóstico das ações programadas para manutenção da realidade como ela é. (B) controlar os mecanismos intersubjetivos das metas. (C) propor a classificação quantitativa dos dados da realidade. (D) gerar novas ações para mudar o que é incongruente com a realidade desejada. QUESTÃO 47 Daólio (1995) sustenta que no corpo estão inscritos todos os registros e a própria história do homem e da sociedade. O autor exemplifica seu entendimento afirmando que uma criança antes mesmo de andar ou falar já traz no corpo vários comportamentos sociais, o que indica que o homem, desde o nascimento, por meio de seu corpo (A) desenvolve movimentos baseados nas capacidades inatas. (B) assimila e incorpora registros significativos da aprendizagem motora decorrentes dos fatores biológicos. (C) aprende movimentos e técnicas determinadas por estímulos sensório-motores. (D) assimila e incorpora valores, normas e costumes sociais. QUESTÃO 50 Para Devide et al. (2005), os princípios básicos da Promoção da Saúde (PS) pautam-se pela natureza multifatorial e coletiva da saúde, pela sua desmedicalização e por uma educação para a saúde. Diante de tais considerações, o profissional da Educação Física deve assumir novos compromissos com a educação para a saúde, objetivando que tanto os alunos como a população em geral se conscientizem de que (A) a atividade física juntamente com outros fatores necessários à vida humana constitui um direito social. (B) a qualidade de vida social é uma prerrogativa individual. (C) o estilo de vida ativa e os hábitos saudáveis decorrem do esforço de algumas pessoas. (D) a atividade física praticada regularmente assegura, por si só, uma excelente qualidade de vida para a comunidade. RASCUNHO QUESTÃO 48 Uma política que valorize a participação e a democratização do esporte e do lazer na cidade deve levar em consideração (A) as desigualdades econômicas, culturais e de gênero existentes no país. (B) as diferenças entre o esporte-espetáculo e o esporte de alto rendimento. (C) as necessidades da indústria cultural e dos patrocinadores. (D) os jovens aptos para o treinamento esportivo e os atletas de alto nível.

ANALISTA EM CUL ANALIST TURA A EM CUL E DESPORTOS I

ANALISTA EM CUL ANALIST TURA A EM CUL E DESPORTOS I PREFEITURA MUNICIPAL DE GOIÂNIA CONCURSO PÚBLICO EDITAL Nº001 /2006 LÍNGUA PORTUGUESA Leia os quadrinhos para responder as questões 01 e 02. ITURRUSGARAI, A. Folha de S. Paulo. São Paulo. 24 abr. 2007,

Leia mais

LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES

LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ASSISTENTE SOCIAL PREFEITURA MUNICIPAL DE GOIÂNIA CONCURSO PÚBLICO EDITAL Nº001 /2007 LÍNGUA PORTUGUESA Leia os quadrinhos para responder as questões 01 e 02. ITURRUSGARAI, A. Folha de S. Paulo. São Paulo.

Leia mais

ENGENHEIRO DE SEGURANÇA DO TRABALHO

ENGENHEIRO DE SEGURANÇA DO TRABALHO ENGENHEIRO DE SEGURANÇA DO TRABALHO PREFEITURA MUNICIPAL DE GOIÂNIA CONCURSO PÚBLICO EDITAL Nº001 /2006 LÍNGUA PORTUGUESA Leia os quadrinhos para responder as questões 01 e 02. ITURRUSGARAI, A. Folha de

Leia mais

LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES

LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES CONSTRUÇÃO EDIFÍCIO PREFEITURA MUNICIPAL DE GOIÂNIA CONCURSO PÚBLICO EDITAL Nº001 /2006 LÍNGUA PORTUGUESA Leia os quadrinhos para responder as questões 01 e 02. ITURRUSGARAI, A. Folha de S. Paulo. São

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE GOIÂNIA CONCURSO PÚBLICO EDITAL Nº001 /2006 LÍNGUA PORTUGUESA. Leia o texto para responder às questões de 03 a 07.

PREFEITURA MUNICIPAL DE GOIÂNIA CONCURSO PÚBLICO EDITAL Nº001 /2006 LÍNGUA PORTUGUESA. Leia o texto para responder às questões de 03 a 07. PREFEITURA MUNICIPAL DE GOIÂNIA CONCURSO PÚBLICO EDITAL Nº001 /2006 LÍNGUA PORTUGUESA Leia os quadrinhos para responder as questões 01 e 02. ITURRUSGARAI, A. Folha de S. Paulo. São Paulo. 24 abr. 2007,

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR Acreditamos ser relevante abordar de forma rápida o contexto atual da Educação Física Escolar

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA

EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA Q U E S T Õ E S E R E F L E X Õ E S Suraya Cristina Dar ido Mestrado em Educação Física, na Escola de Educação Física da Universidade de São Paulo, SP, 1987 1991 Doutorado em

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VIÇOSA/ALAGOAS PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGCIO

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VIÇOSA/ALAGOAS PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGCIO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VIÇOSA/ALAGOAS PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGCIO Texto:Ângela Maria Ribeiro Holanda ribeiroholanda@gmail.com ribeiroholanda@hotmail.com A educação é projeto, e, mais do que isto,

Leia mais

PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARQUITETÔNICO

PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARQUITETÔNICO PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARQUITETÔNICO PREFEITURA MUNICIPAL DE GOIÂNIA CONCURSO PÚBLICO EDITAL Nº001 /2006 LÍNGUA PORTUGUESA Leia os quadrinhos para responder as questões 01 e 02. ITURRUSGARAI,

Leia mais

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 Caderno de Provas EDUCAÇÃO FÍSICA Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 INSTRUÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA Use apenas caneta esferográfica azul ou preta. Escreva o seu nome completo e o

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Educação Física do Centro Universitário Estácio Radial de São Paulo busca preencher

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

PROCESSO SELETIVO EDITAL 05/2014

PROCESSO SELETIVO EDITAL 05/2014 PROCESSO SELETIVO EDITAL 05/2014 CARGO E UNIDADES: Professor de Educação Infantil e Fundamental (MACAÍBA) Atenção: NÃO ABRA este caderno antes do início da prova. Tempo total para resolução desta prova:

Leia mais

Escola, Educação Física e Formação de Atletas: Jocimar Daolio

Escola, Educação Física e Formação de Atletas: Jocimar Daolio Escola, Educação Física e Formação de Atletas: aproximações e distanciamentos i t Jocimar Daolio jocimar@fef.unicamp.br é papel da Educação Física Escolar detectar talentos esportivos? é papel da Escola

Leia mais

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade O caminho para o sucesso Promovendo o desenvolvimento para além da universidade Visão geral Há mais de 40 anos, a Unigranrio investe em ensino diferenciado no Brasil para cumprir com seu principal objetivo

Leia mais

PRÁTICA EDUCATIVA EM EDUCAÇÃO FÍSICA: A CONTRIBUIÇÃO DAS ÁREAS DE ESTUDO E SUAS RELAÇÕES COM O TRABALHO DOCENTE

PRÁTICA EDUCATIVA EM EDUCAÇÃO FÍSICA: A CONTRIBUIÇÃO DAS ÁREAS DE ESTUDO E SUAS RELAÇÕES COM O TRABALHO DOCENTE PRÁTICA EDUCATIVA EM EDUCAÇÃO FÍSICA: A CONTRIBUIÇÃO DAS ÁREAS DE ESTUDO E SUAS RELAÇÕES COM O TRABALHO DOCENTE RESUMO Leandro Pedro de Oliveira José Rubens de Lima Jardilino (orientador) Este trabalho

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

PROJETO DE EXTENSÃO DE GINÁSTICA LABORAL PARA MELHORAR QUALIDADE DE VIDA DOS FUNCIONÁRIOS DA ULBRA/GUAÍBA

PROJETO DE EXTENSÃO DE GINÁSTICA LABORAL PARA MELHORAR QUALIDADE DE VIDA DOS FUNCIONÁRIOS DA ULBRA/GUAÍBA PROJETO DE EXTENSÃO DE GINÁSTICA LABORAL PARA MELHORAR QUALIDADE DE VIDA DOS FUNCIONÁRIOS DA ULBRA/GUAÍBA RESUMO *Luciano Leal Loureiro ** Jésica Finguer O presente texto busca explicar o que é o projeto

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS: FORTALECIMENTO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Abril 2015 POLÍTICAS PÚBLICAS

Leia mais

CONTEÚDOS REFERENCIAIS PARA O ENSINO MÉDIO

CONTEÚDOS REFERENCIAIS PARA O ENSINO MÉDIO CONTEÚDOS REFERENCIAIS PARA O ENSINO MÉDIO Área de Conhecimento: Linguagens Componente Curricular: Educação Física Ementa A Educação Física no Ensino Médio tratará da cultura corporal, sistematicamente

Leia mais

Plano de Ação Plano de Ação Plano de Açã Plano de Ação 2012 2012 201 2012

Plano de Ação Plano de Ação Plano de Açã Plano de Ação 2012 2012 201 2012 Plano de Ação 2012 Quem somos George Williams A Associação Cristã de Moços é uma instituição internacional, presente em mais de 125 países e que proporciona saúde e qualidade de vida para aproximadamente

Leia mais

GICO. ciência de governar. Ele prevê e dád

GICO. ciência de governar. Ele prevê e dád 1. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO GICO 1.1 É a própria pria organização do trabalho pedagógico gico escolar como um todo, em suas especificidades, níveis n e modalidades. 1.2 É Político por que diz respeito

Leia mais

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes FACULDADE ALFREDO NASSER INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO III PESQUISAR

Leia mais

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA!

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! NOSSA VISÃO Um mundo mais justo, onde todas as crianças e todos os adolescentes brincam, praticam esportes e se divertem de forma segura e inclusiva. NOSSO

Leia mais

Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola. Projeto Básico

Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola. Projeto Básico Secretaria de Educação a Distância Departamento de Planejamento em EAD Coordenação Geral de Planejamento de EAD Programa TV Escola Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola Projeto Básico

Leia mais

EDITAL SENAI SESI DE INOVAÇÃO. Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui. Complexidade das tecnologias critério de avaliação que

EDITAL SENAI SESI DE INOVAÇÃO. Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui. Complexidade das tecnologias critério de avaliação que ANEXO II Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui registro em base de patentes brasileira. Também serão considerados caráter inovador para este Edital os registros de patente de domínio público

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

Oficina de Planejamento Estratégico

Oficina de Planejamento Estratégico Oficina de Planejamento Estratégico Conselho Estadual de Saúde Secretaria Estadual da Saúde Paraná, agosto de 2012 Planejamento Estratégico Planejamento: atividade inerente ao ser humano Cada um de nós

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

LÍNGUA PORTUGUESA PREFEITURA MUNICIPAL DE GOIÂNIA CONCURSO PÚBLICO EDITAL Nº 001 /2007

LÍNGUA PORTUGUESA PREFEITURA MUNICIPAL DE GOIÂNIA CONCURSO PÚBLICO EDITAL Nº 001 /2007 LÍNGUA PORTUGUESA QUESTÃO 1 Leia o texto. QUESTÃO 02 A aplicação da norma da simplicidade ao mundo da alta tecnologia é justificada pela (A) dificuldade de acesso das pessoas às novas tecnologias. (B)

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo Ementas das Disciplinas 1. Teorias Administrativas e a Gestão Escolar - 30 horas Ementa: Gestão Educacional conceitos, funções e princípios básicos. A função administrativa da unidade escolar e do gestor.

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Questões sobre o tópico Desenvolvimento e treinamento de pessoal: levantamento de necessidades, programação, execução e avaliação. Olá Pessoal, hoje veremos outro

Leia mais

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE Maria Cristina Kogut - PUCPR RESUMO Há uma preocupação por parte da sociedade com a atuação da escola e do professor,

Leia mais

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE IV. CÂMARA TEMÁTICA DA EDUCACÃO, CULTURA E DESPORTOS Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE Meta 1 Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola; Meta 2 Até 2010, 80% e,

Leia mais

EDUCAÇÃO PERMANENTE DESAFIOS NO CONTEXTO ATUAL

EDUCAÇÃO PERMANENTE DESAFIOS NO CONTEXTO ATUAL EDUCAÇÃO PERMANENTE DESAFIOS NO CONTEXTO ATUAL JOSÉ INÁCIO JARDIM MOTTA ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA Fundação Oswaldo Cruz Curitiba 2008 EDUCAÇÃO PERMANENTE UM DESAFIO EPISTÊMICO Quando o desejável

Leia mais

O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu

O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu GTT: Escola O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu Almir Zandoná Júnior 1 Fernando Henrique Silva Carneiro 2 Justificativa/Base teórica A entrada da Educação

Leia mais

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos!

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! Documento final aprovado por adolescentes dos Estados do Amazonas, da Bahia, do Ceará, do Mato Grosso,

Leia mais

POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350

POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA APROVAÇÃO: Resolução DIREX nº 462, de 10/09/2012. VIGÊNCIA: 10/09/2012 POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350 1/6 ÍNDICE

Leia mais

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia 1. Componentes curriculares O currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia engloba as seguintes dimensões. 1.1. Conteúdos de natureza teórica Estes conteúdos

Leia mais

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO 21 de novembro de 1978 SHS/2012/PI/H/1 Preâmbulo A Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura,

Leia mais

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA CÍCERO WILLIAMS DA SILVA EMERSON LARDIÃO DE SOUZA MARIA DO CARMO MEDEIROS VIEIRA ROBERTO GOMINHO DA SILVA

Leia mais

Os sindicatos de professores habituaram-se a batalhar por melhores salários e condições de ensino. Também são caminhos trilhados pelas lideranças.

Os sindicatos de professores habituaram-se a batalhar por melhores salários e condições de ensino. Também são caminhos trilhados pelas lideranças. TEXTOS PARA O PROGRAMA EDUCAR SOBRE A APRESENTAÇÃO DA PEADS A IMPORTÂNCIA SOBRE O PAPEL DA ESCOLA Texto escrito para o primeiro caderno de formação do Programa Educar em 2004. Trata do papel exercido pela

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola

EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola Autora: CAMILA SOUZA VIEIRA Introdução A presente pesquisa tem como temática Educação física para Portadores

Leia mais

PROGRAMA: GRAVIDEZ SAUDÁVEL, PARTO HUMANIZADO

PROGRAMA: GRAVIDEZ SAUDÁVEL, PARTO HUMANIZADO PROGRAMA: GRAVIDEZ SAUDÁVEL, PARTO HUMANIZADO BOM PROGRESSO- RS 2009 PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM PROGRESSO Administração: Armindo Heinle CNPJ. 94726353/0001-17 End. Av. Castelo Branco, n 658 Centro CEP:

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR PROJETO INTEGRADOR 1. INTRODUÇÃO Conforme as diretrizes do Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Unida de Suzano

Leia mais

09/12/2014 JUSTIFICATIVAS A PROMOÇÃO DA ATIVIDADE FÍSICA NA ESCOLA. Questões norteadoras SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE PESQUISA EM ESTILOS DE VIDA & SAÚDE

09/12/2014 JUSTIFICATIVAS A PROMOÇÃO DA ATIVIDADE FÍSICA NA ESCOLA. Questões norteadoras SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE PESQUISA EM ESTILOS DE VIDA & SAÚDE SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE PESQUISA EM ESTILOS DE VIDA & SAÚDE PROMOÇÃO DE ESTILOS DE VIDA SAUDÁVEIS NA ESCOLA Prof. Mario Renato de Azevedo Júnior A PROMOÇÃO DA ATIVIDADE FÍSICA NA ESCOLA Questões norteadoras

Leia mais

Mídia e Tecnologia: experiência do jornal escolar no Projeto Mais Educação na Escola Marechal Rondon em Santa Maria/RS 1

Mídia e Tecnologia: experiência do jornal escolar no Projeto Mais Educação na Escola Marechal Rondon em Santa Maria/RS 1 Mídia e Tecnologia: experiência do jornal escolar no Projeto Mais Educação na Escola Marechal Rondon em Santa Maria/RS 1 Janilce Silva Praseres 2 Sandra Antonina Barrozo de Oliveira 3 Universidade Federal

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

Construindo o Conteúdo da Liderança. José Renato S. Santiago Jr.

Construindo o Conteúdo da Liderança. José Renato S. Santiago Jr. Construindo o Conteúdo da Liderança José Renato S. Santiago Jr. Gestão Estratégica de RH Módulo 1: Alinhando Gestão de Pessoas com a Estratégia da Empresa Módulo 2: Compreendendo e Dinamizando a Cultura

Leia mais

Código de Ética. PARTE I Relação com o cliente de Consultoria

Código de Ética. PARTE I Relação com o cliente de Consultoria Código de Ética PARTE I Relação com o cliente de Consultoria 1. É essencial que o Consultor estabeleça de inicio com o cliente, de forma clara, os objetivos do trabalho previsto, dos meios a serem utilizados,

Leia mais

A importância da Educação para competitividade da Indústria

A importância da Educação para competitividade da Indústria A importância da Educação para competitividade da Indústria Educação para o trabalho não tem sido tradicionalmente colocado na pauta da sociedade brasileira, mas hoje é essencial; Ênfase no Direito à Educação

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente

Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente A Prova Docente: Breve Histórico Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente Instituída pela Portaria Normativa nº 3, de

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

PROJETO DE EXTENSÃO FUTEBOL PARA TODOS EDUCANDO ATRAVÉS DO ESPORTE

PROJETO DE EXTENSÃO FUTEBOL PARA TODOS EDUCANDO ATRAVÉS DO ESPORTE PROJETO DE EXTENSÃO FUTEBOL PARA TODOS EDUCANDO ATRAVÉS DO ESPORTE *Luciano Leal Loureiro *Jéssica Finguer RESUMO O presente texto busca explicar o que é o projeto Futebol Para Todos, oferecido pelo curso

Leia mais

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE

Leia mais

Fundamentos e Tendências da Educação: perspectivas atuais

Fundamentos e Tendências da Educação: perspectivas atuais Fundamentos e Tendências da Educação: perspectivas atuais Poplars on the River Epte Claude Monet, 1891 Vandeí Pinto da Silva NEPP/PROGRAD ... as circunstâncias fazem os homens tanto quanto os homens fazem

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PSICOLOGIA DA FACULDADE ANGLO-AMERICANO

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PSICOLOGIA DA FACULDADE ANGLO-AMERICANO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PSICOLOGIA DA FACULDADE ANGLO-AMERICANO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O Estágio, pela sua natureza, é uma atividade curricular obrigatória,

Leia mais

A Sociologia de Weber

A Sociologia de Weber Material de apoio para Monitoria 1. (UFU 2011) A questão do método nas ciências humanas (também denominadas ciências históricas, ciências sociais, ciências do espírito, ciências da cultura) foi objeto

Leia mais

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 CARTA DE OTTAWA PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 A Primeira Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, realizada em Ottawa, Canadá, em novembro

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Diretoria de Formulação de Conteúdos Educacionais Programa Nacional de Tecnologia Educacional

Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Diretoria de Formulação de Conteúdos Educacionais Programa Nacional de Tecnologia Educacional Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Diretoria de Formulação de Conteúdos Educacionais Programa Nacional de Tecnologia Educacional SEB DCE CGMID COGTEC PROINFO SEB SECRETARIA DE EDUCAÇÃO

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO Indicadores e Diagnóstico para a Inovação Primeiro passo para implantar um sistema de gestão nas empresas é fazer um diagnóstico da organização; Diagnóstico mapa n-dimensional

Leia mais

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES EDIT MARIA ALVES SIQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA). Resumo Diferentes instrumentos de avaliação (ENEM, SIMAVE) tem diagnosticado o despreparo dos alunos

Leia mais

A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1

A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1 A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1 Claudiane da S. EUSTACHIO Dayana Pires Alves GARCIA Fátima RODRIGUES Jean de J. SANTANA 2 Juliana CESANA 3 Ana Lucia de Carvalho MARQUES

Leia mais

ANALISTA EM A ANALIST SSUNTOS SOCIAIS I

ANALISTA EM A ANALIST SSUNTOS SOCIAIS I ASSISTENTE SOCIAL PREFEITURA MUNICIPAL DE GOIÂNIA CONCURSO PÚBLICO EDITAL Nº001 /2006 LÍNGUA PORTUGUESA Leia os quadrinhos para responder as questões 01 e 02. ITURRUSGARAI, A. Folha de S. Paulo. São Paulo.

Leia mais

LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES

LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ENGENHEIRO CIVIL PREFEITURA MUNICIPAL DE GOIÂNIA CONCURSO PÚBLICO EDITAL Nº001 /2007 LÍNGUA PORTUGUESA Leia os quadrinhos para responder as questões 01 e 02. ITURRUSGARAI, A. Folha de S. Paulo. São Paulo.

Leia mais

Código de Ética do IBCO

Código de Ética do IBCO Código de Ética do IBCO Qua, 14 de Novembro de 2007 21:00 O papel do consultor de organização, no desempenho de suas atividades, é o de assistir aos clientes na melhoria do seu desempenho, tanto nos aspectos

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Nome da disciplina Evolução do Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação;

Leia mais

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP Aprovado na Reunião do CONASU em 21/01/2015. O Programa de Responsabilidade Social das Faculdades Integradas Ipitanga (PRS- FACIIP) é construído a partir

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS Art. 1. A Política de Assistência Estudantil da Pós-Graduação da UFGD é um arcabouço de princípios e diretrizes

Leia mais

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL I - Fundamentos legais A Constituição de 1988, inciso IV do artigo 208, afirma: O dever do Estado com a educação será efetivado

Leia mais

Importante: ABED e Adobe autorizaram a prorrogação do prazo de inscrição até 31 de julho de 2013.

Importante: ABED e Adobe autorizaram a prorrogação do prazo de inscrição até 31 de julho de 2013. 1 o Prêmio ABED Adobe de Conteúdos Educacionais Interativos para Tablets Importante: ABED e Adobe autorizaram a prorrogação do prazo de inscrição até 31 de julho de 2013. A Educação a Distância tem papel

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

Movimento Nossa São Paulo Outra Cidade. Gestão Democrática

Movimento Nossa São Paulo Outra Cidade. Gestão Democrática Movimento Nossa São Paulo Outra Cidade Gestão Democrática Diagnóstico Em agosto de 2002, o Fórum de Educação da Zona Leste promoveu o 2º seminário Plano Local de Desenvolvimento Educativo. Realizado no

Leia mais

Ministério do Esporte

Ministério do Esporte A CULTURA CORPORAL DO MOVIMENTO HUMANO E O ESPORTE EDUCACIONAL Ministério do Esporte OBJETIVOS: 1. Reivindicar e demarcar as fronteiras da cultura corporal do movimento humano (CCMH) como um espaço próprio

Leia mais

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE.

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE. TRABALHO DOCENTE: POR UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, TRANSFORMADORA E EMANCIPATÓRIA OLIVEIRA, Marinalva Luiz de Prefeitura da Cidade do Recife GT-22: Educação Ambiental Resumo Este trabalho tem o objetivo

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO DE ALUNOS PARA A ESCOLA POPULAR DE COMUNICAÇÃO CRÍTICA ESPOCC TURMAS 2014

EDITAL DE SELEÇÃO DE ALUNOS PARA A ESCOLA POPULAR DE COMUNICAÇÃO CRÍTICA ESPOCC TURMAS 2014 EDITAL DE SELEÇÃO DE ALUNOS PARA A ESCOLA POPULAR DE COMUNICAÇÃO CRÍTICA ESPOCC TURMAS 2014 O Observatório de Favelas torna pública, por meio desta chamada, as normas do processo de seleção de alunos para

Leia mais

O Currículo das Séries Iniciais e a Educação para a Saúde

O Currículo das Séries Iniciais e a Educação para a Saúde Nas séries iniciais do ensino fundamental, o currículo enfatiza a assimilação de conceitos e busca desenvolver as estruturas cognitivas. Ele procura fornecer aos alunos condições necessárias para aprendizagens

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento;

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Objetivo geral Promover a igualdade no mundo do trabalho e a autonomia

Leia mais

PRINCÍPIOS DA QUALIDADE E MODELOS DE GESTÃO

PRINCÍPIOS DA QUALIDADE E MODELOS DE GESTÃO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO ESPÍRITO SANTO FACASTELO Faculdade De Castelo Curso de Administração Disciplina: Qualidade e Produtividade PRINCÍPIOS DA QUALIDADE E MODELOS DE GESTÃO 1 Profa.: Sharinna

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS EDUCAÇÃO BÁSICA ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL EDUCAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SISTEMA DE JUSTIÇA E SEGURANÇA EDUCAÇÃO E MÍDIA Comitê Nacional de Educação

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.662, DE 28 DE ABRIL DE 2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.662, DE 28 DE ABRIL DE 2015 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.662, DE 28 DE ABRIL DE 2015 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em,

Leia mais

LAZER, EDUCAÇÃO FÍSICA E FORMAÇÃO DESPORTIVA. MSc. Paulo José dos Santos de Morais

LAZER, EDUCAÇÃO FÍSICA E FORMAÇÃO DESPORTIVA. MSc. Paulo José dos Santos de Morais LAZER, EDUCAÇÃO FÍSICA E FORMAÇÃO DESPORTIVA MSc. Paulo José dos Santos de Morais LAZER, EDUCAÇÃO FÍSICA E FORMAÇÃO DESPORTIVA. Lazer Grande variedade de ações e atuações humanas nos mais diversificados

Leia mais