2. DIRETRIZES E DISPOSITIVOS LEGAIS:

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1 Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa FUNDEPES Coordenação Administrativo-Financeira COAF Departamento de Gestão de Pessoas DGP Tipo do Instrumento: Regulamento Interno Tema: Freqüência dos Funcionários Celetistas da FUNDEPES lotados no Hospital Universitário Professor Alberto Antunes HUPAA no âmbito do Programa Consolidação da Relação Ensino/Atenção à Saúde como Instrumento no Âmbito da UFAL Data da aprovação: 16/01/2012 REGULAMENTO INTERNO: FREQUÊNCIA DOS FUNCIONÁRIOS CELETISTAS DA FUNDEPES LOTADOS NO HUPAA NO ÂMBITO DO PROGRAMA CONSOLIDAÇÃO DA RELAÇÃO ENSINO/ATENÇÃO À SAÚDE COMO INSTRUMENTO NO ÂMBITO DA UFAL 1. OBJETIVO: Definir diretrizes para a freqüência dos funcionários celetistas da Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa (FUNDEPES) lotados no Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (HUPAA), no âmbito do Programa de consolidação da relação ensino/atenção à saúde como instrumento de consolidação da área de saúde no âmbito da Universidade Federal de Alagoas UFAL, contemplando temas relacionados à jornada de trabalho, duração do trabalho, controle de jornada, períodos de descanso, registros de freqüência, dentre outros temas correlacionados. 2. DIRETRIZES E DISPOSITIVOS LEGAIS: Este Regulamento Interno segue os dispositivos legais que disciplinam sobre a duração do trabalho e demais temáticas relacionadas, devidamente amparados pela legislação trabalhista e previdenciária. Segue extrato dos principais certames legais que regulam os temas, assim como orientações quanto aos procedimentos a serem adotados. 2.1 Da jornada de trabalho A duração da jornada de trabalho normal não poderá exceder 8 (oito) horas diárias e 44 (quarenta e quatro) horas semanais. (Constituição Federal 1988, Art. 7º, Inciso XIII; CLT, Art. 58). Ficando estabelecido, no ato de celebração do contrato de trabalho, a carga horária e a jornada de trabalho contratual do empregado. No caso de funcionários que laborem em regime de escala de plantão, deverá ser observada pela chefia, quando da elaboração da escala do serviço, a carga horária máxima semanal, bem como as previsões específicas para cada categoria profissional, seja observando-se a convenção coletiva ou a 1

2 regulamentação profissional federal vigente. Ressaltando que deve ser obedecido o intervalo de descanso interjornadas (detalhado no item 2.5 deste Regulamento Interno). 2.2 Do Controle da Jornada de Trabalho Conforme previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), em seu Artigo 74, 2º: Para os estabelecimentos de mais de dez trabalhadores será obrigatória a anotação da hora de entrada e de saída, em registro manual, mecânico ou eletrônico, conforme instruções a serem expedidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego, devendo haver pré-assinalação do período de repouso. No âmbito da FUNDEPES/ HUPAA/ Programa Consolidação da Relação Ensino/Atenção à Saúde como Instrumento no Âmbito da UFAL, o registro de frequência se dará mediante registro eletrônico, segundo a Portaria nº 1.510/2009 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a qual disciplina sobre o registro eletrônico de ponto e sobre a utilização do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto SREP. O registro se dará mediante registro biométrico, sendo estabelecido, na referida portaria, os formatos de relatórios e arquivos digitais de registros de ponto que o empregador deverá manter e apresentar à eventual fiscalização do trabalho. 2.3 Da Tolerância Não serão descontadas, nem computadas como jornada extraordinária, as variações de horário no registro de ponto observando-se o limite de 10 minutos diários. (CLT, Art. 58; Súmula 366 do Tribunal Superior do Trabalho). 2.4 Do Intervalo de Descanso Intrajornadas São intervalos de descanso intrajornadas aqueles dentro da jornada de trabalho, seja intervalo para repouso ou alimentação. Na hipótese de trabalho contínuo por mais de 6 horas, é obrigatória a concessão de um intervalo para repouso ou alimentação, não computado na duração do trabalho, o qual será, no mínimo, de 1 hora e, salvo acordo escrito ou convenção coletiva em contrário, não poderá exceder de 2 horas (CLT, Art. 71). Fica o funcionário obrigado a realizar os registros no relógio de ponto eletrônico das saídas para descanso, bem como os respectivos retornos para labor. Já no caso de trabalho contínuo não excedente de 6 (seis) horas diárias, e superior a 4 (quatro) horas diárias, deverá ser concedido um intervalo de 15 (quinze) minutos, não computado na jornada de trabalho. Observa-se que apenas se concede os 15 (quinze) minutos quando a jornada diária não ultrapassa 6 (seis) horas diárias. (CLT, art. 71). Fica o funcionário obrigado a realizar os registros no relógio de ponto eletrônico das saídas para descanso, bem como os respectivos retornos para labor. No caso dos colaboradores que laboram em regime de plantão, os mesmos também fazem jus ao 2

3 descanso para repouso e alimentação de 1 (uma) hora, devendo ser efetuado, obrigatoriamente, o registro no relógio de ponto eletrônico. Esclarece-se que o horário de repouso não será computado como intervalo, ou seja, no caso de plantões de 12 (doze) horas, as horas de labor real são apenas 11 (onze) e 1 (uma) hora de intervalo, contudo, serão computadas as 12 horas de labor. Por exemplo, um profissional que esteja cumprindo um plantão de 12 (doze) horas, em uma escala das 19h às 7hs, terá direito ao seu intervalo de descanso/alimentação de 1 (uma) hora no horário acordado com o empregador (exemplo: 22hs às 23hs), devendo efetuar o registro de ponto nos horários de entrada e saída deste intervalo. Com relação à fixação do horário de intervalo intrajornadas, inexiste na legislação qualquer prazo mínimo de horas que o empregado deve trabalhar para usufruir do intervalo de descanso, cabendo ao empregador o estabelecimento do horário de acordo com as suas necessidades. A orientação a ser seguida para estabelecimento do horário é a de que a pausa deve ser concedida de modo que se evite a sobrecarga do empregado no decurso da jornada, com divisão do período que respeite a proporcionalidade de trabalho em cada um deles, ou seja, não se deve dividir a jornada em dois períodos desproporcionais. Assim, por exemplo, o funcionário que trabalhe das 8h às 17h, o empregador poderá fixar o intervalo das 12h às 13h, ou em horários aproximados. Quando o intervalo para repouso e alimentação não for concedido pelo empregador, este ficará obrigado em remunerar o período correspondente com acréscimo de no mínimo 50% (cinqüenta por cento) sobre o valor da hora normal do trabalho. (CLT, Art. 71, 4º, acrescentado pela Lei n 8.923/1994). 2.5 Do Intervalo de Descanso Interjornadas Intervalo interjornada é o espaço de tempo mínimo que deve ser respeitado entre o término de uma jornada e o início da jornada seguinte, cujo período mínimo deve ser de 11 (onze) horas consecutivas para descanso do empregado, contadas a partir da última hora trabalhada. (CLT, art. 66). Na hipótese de inobservância do intervalo de descanso de 11 horas interjornadas, segundo entendimento corroborado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) por meio de Orientação Jurisprudencial SDI -1 nº 355, o desrespeito ao intervalo mínimo interjornadas acarreta, por analogia, os mesmos efeitos previstos no parágrafo 4º do Art. 71 da CLT e na súmula nº 110 do TST, devendo-se pagar a integralidade das horas que forem subtraídas do intervalo, acrescidas do respectivo adicional. No caso de funcionário que trabalhem em regime de plantão de 12 horas, deverá ser observado o descanso de 36 horas, ou condições especiais de acordo com a categoria profissional, de acordo com certames indicados em convenções coletivas ou regulamentações profissionais específicas. 2.6 Do Intervalo para amamentação A mulher tem direito, durante a jornada de trabalho, a dois descansos especiais de 30 3

4 minutos cada um, para amamentar o próprio filho, até 6 (seis) meses de idade (CLT, art. 396), devendo, o horário, ser definido em acordo com o empregador. 2.7 Das Faltas Justificadas São faltas justificadas as abaixo relacionadas, não incorrendo em prejuízo salarial do empregado, conforme dispositivos legais: I - até 2 (dois) dias consecutivos, em caso de falecimento do cônjuge, ascendente, descendente, irmão ou pessoa que, declarada em sua Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), viva sob sua dependência econômica (CLT, art. 473, inciso I); II - até 3 (três) dias consecutivos, em virtude de casamento (CLT, art. 473, inciso II); III - por 05 (cinco) dias, como licença-paternidade (CLT, art. 473, inciso III, observada a modificação introduzida pela Constituição Federal 1988, art. 7º, inciso XIX c.c. o ADCT, art. 10, 1º); IV - por 1 (um) dia, em cada 12 (doze) meses de trabalho, em caso de doação voluntária de sangue devidamente comprovada (CLT, art. 473, inciso IV); V - até 2 (dois) dias, consecutivos ou não, para o fim de alistamento eleitoral, nos termos da respectiva lei (CLT, art. 473, inciso V); VI - no período de tempo em que tiver de cumprir as exigências do Serviço Militar referidas na letra (c) do Art. 65 da Lei 4.375/1964 (Lei do Serviço Militar) (CLT, art. 473, inciso VI); VII - nos dias em que estiver comprovadamente realizando provas de exame vestibular para ingresso em estabelecimento de ensino superior (CLT, art. 473, inciso VII); VIII - pelo tempo que se fizer necessário, quando tiver que comparecer a juízo (CLT, art. 473, inciso VIII); IX - pelo tempo que se fizer necessário, quando, na qualidade de representante de entidade sindical, estiver participando de reunião oficial de organismo internacional do qual o Brasil seja membro (CLT, art. 473, inciso IX); X durante o licenciamento compulsório da empregada por motivo de maternidade ou aborto não criminoso e de adoção ou guarda judicial de criança, observados os requisitos da legislação previdenciária para percepção do benefício de salário-maternidade (Lei nº 8.213/1991, arts. 71 e 71-A; Regulamento da Previdência Social, arts. 93; e Emenda Constitucional nº 20/1998); XI - justificada pela empresa, entendendo-se como tal a que não tiver determinado o desconto do correspondente salário (CLT, art. 131, inciso IV); XII - durante a suspensão preventiva para responder a inquérito administrativo ou de prisão preventiva, quando for impronunciado ou absolvido (CLT, art. 131, inciso V); XIII comparecimento para depor como testemunha, quando devidamente arrolado ou convocado (CLT, art. 822; Código de Processo Civil, art. 419, parágrafo único; e Código de Processo Penal, art. 459, c.c. o art. 441); XIV comparecimento como parte à Justiça do Trabalho (Súmula TST nº 155 ex-prejulgado nº 30); 4

5 XV para servir como jurado no Tribunal do Júri (CPP, art. 459, c.c. o art. 441); XVI afastamento por doença ou acidente do trabalho, nos 15 (quinze) primeiros dias pagos pela empresa mediante comprovação, observando-se a legislação previdenciária (Lei nº 8.213/1991, art. 60 e Regulamento da Previdência Social RPS art.75); XVII convocação para serviço eleitoral. Empregados nomeados para compor as Mesas Receptoras ou Juntas Eleitorais e os requisitados para auxiliar seus trabalhos serão dispensados do serviço, mediante declaração expedida pela Justiça Eleitoral, sem prejuízo do salário, vencimento ou qualquer vantagem, pelo dobro dos dias de convocação. (Lei nº 4.737/1965, art. 365, e Lei nº 9.504/1997, art. 98); XVIII período de férias (CLT, art. 129 e 130, 2º, e Súmula nº 89 do Tribunal Superior do Trabalho); XIV dispensa do horário de trabalho pelo tempo necessário para realização de, no mínimo, 6 (seis) consultas médicas e demais exames complementares durante a gravidez (CLT, art. 392, 4º, inciso II). 2.8 Das Faltas Abonadas: De acordo com este Regulamento Interno, são consideradas faltas abonadas as abaixo relacionadas, nas quais o empregado poderá deixar de comparecer ao serviço sem prejuízo do salário. Esclarece-se que não há previsão legal para justificativa de tais faltas, contudo, foi deliberado pela Diretoria Geral do HUPAA que as faltas abaixo relacionadas serão abonadas: I Na data de aniversário do funcionário. No caso de funcionários que laboram em regime de escala de revezamento, o dia do aniversário deverá ser pré-observado pela chefia do setor responsável pela elaboração da escala de serviço; II Para acompanhar filho ou dependente pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), até o limite de 14 (quatorze) anos de idade, para tratamento ou consulta médica. O empregado deverá apresentar atestado médico, devidamente assinado e carimbado pelo profissional competente, devendo constar o código CID (Classificação Estatística Internacional de Doenças), bem como informando que o funcionário estava realizando o acompanhamento do filho ou dependente; III Para acompanhar pai ou mãe, acima de 60 (sessenta) anos de idade, para tratamento ou consulta médica. O empregado deverá apresentar atestado médico, devidamente assinado e carimbado pelo profissional competente, devendo constar o código CID (Classificação Estatística Internacional de Doenças), bem como informando que o funcionário estava realizando o acompanhamento do pai ou mãe; IV Em participação de treinamento, capacitação ou curso oferecido pelo empregador, seja este realizado nas dependências da empresa ou não, desde que autorizadas pela chefia imediata e pela Diretoria; V Em outros casos que a Diretoria do HUPAA, em comum acordo com as chefias do serviço, julgar pertinentes. 2.9 Da realização de horas extras: 5

6 Segundo a CLT, em seu Art. 59, a duração normal do trabalho poderá ser acrescida de horas suplementares, em número não excedente a 02 (duas) horas diárias, devendo, conforme previsto na Constituição Federal do Brasil de 1988, em seu artigo 7º, inciso XVI, a remuneração do serviço extraordinário ser superior, no mínimo, em 50% (cinqüenta por cento) à do normal. Atrasos injustificados ou faltas do empregado ao serviço não podem ser compensadas como horas extras realizadas, visto que a remuneração da hora da jornada extraordinária é superior à da hora normal, exceto nos casos de profissionais que possuam contrato de trabalho celebrado que regulem tal dispositivo, conforme determinação do empregador/ Diretoria do HUPAA. Ressalta-se que as horas extras realizadas deverão ser previamente autorizadas pela chefia direta, bem como pela Diretoria do HUPAA, conforme Formulário de Solicitação de Autorização de Horasextras (Anexo II), devendo, caso autorizadas, serem obrigatoriamente registradas no Registrador Eletrônico de Ponto - REP. A fim de comprovar que as horas extras realizadas foram autorizadas junto à Direção, deverá haver ainda a inclusão destas informações no formulário de abono de ponto. Caso o funcionário realize horas extras sem a devida anuência da Direção, o mesmo estará sujeito a penalidades pelo empregador. Deverá ser observada, pela chefia do setor e pela Direção, a habitualidade de realização de horas extras, pois, segundo enunciados do Tribunal Superior do Trabalho, horas em jornada extraordinária realizadas com habitualidade podem ser integradas ao salário. 3. CONCEITOS 3.1 SREP Sistema de Registro Eletrônico de Ponto: É o conjunto de equipamentos e programas informatizados destinados à anotação por meio eletrônico da entrada e saída dos trabalhadores da empresa, previsto no artigo 74 da CLT (Portaria nº 1.510/2009, Ministério do Trabalho e Emprego); 3.2 REP Registrador Eletrônico de Ponto: É o equipamento de automação utilizado exclusivamente para o registro da jornada de trabalho e com capacidade para emitir documentos fiscais e realizar controles de natureza fiscal, referentes à entrada e à saída de empregados nos locais de trabalho (Portaria nº 1.510/2009, Ministério do Trabalho e Emprego); 4. ORIENTAÇÕES E PROCEDIMENTOS: 4.1 O REP deverá estar conectado permanente ao ponto de energia elétrico e ao ponto de rede. Será considerada falta grave caso algum funcionário desconecte o REP do ponto de energia ou do ponto de rede, sem a devida autorização do Setor de Recursos Humanos do HUPAA ou do Departamento de Gestão de Pessoas da FUNDEPES; 4.2 Novos funcionários serão cadastrados no SREP pelo Departamento de Gestão de Pessoas da FUNDEPES; 6

7 4.3 Novos funcionários terão suas digitais cadastradas no REP, devendo ser agendado o cadastramento junto ao Departamento de Gestão de Pessoas da FUNDEPES; 4.4 Para cadastramento no REP e no SREP, o funcionário deverá estar inscrito no PIS (Programa de Integração Social) junto à Caixa Econômica Federal. Novos funcionários que ainda não possuam cadastro no PIS terão seu cadastro realizado pelo Departamento de Gestão de Pessoas da FUNDEPES, devendo, o registro de frequência ser realizado em formulário impresso, entregue pelo Setor de Recursos Humanos do HUPAA, até a disponibilização da numeração do PIS pela Caixa Econômica Federal para efetuação do cadastro no REP e SREP; 4.5 O registro de frequência deverá ser efetuado diariamente pelo empregado, de acordo com a carga horária e jornada de trabalho contratual do mesmo, sendo necessário efetuar o registro de acordo com o tipo disponibilizado pelo empregador, no caso da FUNDEPES/HUPAA/ Consolidação da Relação Ensino/Atenção à Saúde como Instrumento no Âmbito da UFAL, o modelo será o Biométrico; 4.6 Deverão ser efetuados os registros intrajornadas (entrada e saída para alimentação/ descanso) nos casos de jornadas superiores a 6 horas de trabalho diárias, a qual é obrigatória a concessão de um intervalo para repouso ou alimentação, não computado na duração do trabalho, o qual será, no mínimo, de 1 hora e, salvo acordo escrito ou convenção coletiva em contrário, não poderá exceder de 2 horas (CLT, Art. 71). Bem como no caso de trabalho contínuo não excedente de 6 (seis) horas diárias, e superior a 4 (quatro) horas diárias, o qual é concedido um intervalo de 15 (quinze) minutos, não computado na jornada de trabalho (CLT, art. 71). 4.7 A cada batida será gerado um Comprovante de Registro de Ponto do Trabalhador, contendo as informações acerca do registro da jornada, bem como do empregador e do empregado; 4.8 O período de apuração de freqüência será do dia 01 ao último dia do mês, para geração da folha de pagamento referente ao mês subseqüente; 4.9 O Departamento de Gestão de Pessoas da FUNDEPES irá realizar a captura e backup dos registros efetuados no REP periodicamente; 4.10 A partir do 3º dia útil do mês subseqüente, o Departamento de Gestão de Pessoas da FUNDEPES irá encaminhar ao Setor de Recursos Humanos do HUPAA os Relatórios de espelho do registro eletrônico de ponto de cada funcionário, constando discriminação dos registros de ponto efetuados; 4.11 É responsabilidade do funcionário o comparecimento ao Setor de Recursos Humanos do HUPAA para fins de observar seu relatório de espelho de ponto. Em havendo algo a ser justificado, o funcionário deverá preencher o Formulário de Abono de Frequência disponibilizado pelo empregador (modelo no Anexo I, também disponibilizado no endereço eletrônico do empregador), apresentando suas justificativas; 4.12 É responsabilidade do funcionário o preenchimento do Formulário de Abono e entrega do mesmo, devidamente preenchido e assinado, ao Setor de Recursos Humanos do HUPAA até o dia 10 (dez) de cada mês, estando anexado o relatório de espelho de registro de ponto, bem como demais documentos comprobatórios que se fizerem necessários em cumprimento à legislação trabalhista e previdenciária; 4.13 É responsabilidade do superior imediato do funcionário o preenchimento dos campos Para a chefia, nos quais a chefia deverá conceder seu parecer com relação às justificativas e motivos 7

8 apresentados pelos funcionários, discriminando se as ocorrências serão abonadas, justificadas ou injustificadas, em observância à legislação trabalhista e previdenciária (Vide Item 2.7 deste Regulamento Interno Das Faltas Justificadas) e às normatizações internas do empregador (Vide Item 2.8 deste Regulamento Interno Das Faltas Abonadas), conforme orientações que constam neste Regulamento Interno; 4.14 Como forma de atestar a anuência da chefia imediata, o Formulário de Abono deverá estar assinado pela chefia imediata, com a devida anuência do Diretor da área a que o departamento estiver vinculado; 4.15 Os atestados médicos deverão ser entregues em sua via original ao Setor de Recursos Humanos do HUPAA, no mesmo deverá conter nome completo do funcionário, o código CID (Classificação Estatística Internacional de Doenças) e especificação de quantidade de dias necessários para tratamento médico, no caso de necessidade de afastamento das atividades laborais. O atestado deverá estar assinado pelo profissional competente e carimbado, constando número de registro profissional (CRM); 4.16 No caso de atestados médicos em que haja necessidade de afastamento de atividades laborais por até 15 (quinze) dias, o mesmo deverá ser encaminhado ao RH/HUPAA em anexo ao espelho de ponto e Formulário de Abono; 4.17 Em se tratando de atestados médicos em que haja a necessidade de afastamento em prazo igual ou superior a 15 (quinze) dias, o atestado médico deverá ser enviado imediatamente ao RH/HUPAA para o devido encaminhamento ao Departamento de Gestão de Pessoas da FUNDEPES para providências quanto ao encaminhamento do funcionário ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e/ou encaminhamento ao médico do trabalho do empregador. O funcionário deverá encaminhar uma cópia do atestado médico de referência em anexo ao seu espelho e Formulário de Abono; 4.18 Em se tratando de acidente de trabalho, mesmo sem necessidade de afastamento ou afastamento inferior a 15 (quinze) dias, o atestado médico deverá ser encaminhado imediatamente ao RH/HUPAA, o qual realizará o envio ao Departamento de Gestão de Pessoas da FUNDEPES para providências quanto à emissão do Comunicado de Acidente do Trabalho (CAT) junto ao Ministério do Trabalho e Emprego, bem como encaminhamento do funcionário ao médico do trabalho do empregador e acionamento da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA); 4.19 O Setor de Recursos Humanos do HUPAA realizará o encaminhamento dos Formulários de Abono elaborados pelos funcionários, bem como documentos anexos comprobatórios entregues pelos funcionários que se fizerem necessários, ao Departamento de Gestão de Pessoas da FUNDEPES, até o dia 15 (quinze) de cada mês, para fins de análise e tratamento dos dados, objetivando o fechamento da folha de pagamento; 4.20 A não entrega do abono e demais documentos dentro do prazo, pode ocasionar no fechamento da folha de pagamento do funcionário sem o devido tratamento dos dados, podendo acarretar em inconsistências na mesma, seja desconto de atrasos ou faltas indevidas; 4.21 Horas extras realizadas deverão ser previamente autorizadas pela chefia direta, bem como pela Diretoria do HUPAA, mediante preenchimento e recolhimento das assinaturas no Formulário de solicitação de autorização para realização de horas-extras (Anexo II), devendo, caso autorizadas, serem obrigatoriamente registradas no REP. Ademais, deverá haver a inclusão destas informações no 8

9 Formulário de Abono. Caso o funcionário realize horas extras sem a devida anuência da Direção, o mesmo estará sujeito a penalidades pelo empregador; 4.22 O Departamento de Gestão de Pessoas da FUNDEPES providenciará a análise dos documentos encaminhados e tratamento dos dados no SREP, sendo gerada a nova impressão dos espelhos de ponto com os devidos tratamentos; 4.23 Os espelhos, com os devidos tratamentos, serão encaminhados ao Setor de Recursos Humanos do HUPAA, juntamente com os espelhos do mês subseqüente, até o 3º dia útil do mês seguinte; 4.24 É de responsabilidade do funcionário o comparecimento ao Setor de Recursos Humanos do HUPAA para fins de assinatura do espelho de ponto já tratado relativo o mês anterior. 5. FISCALIZAÇÃO 5.1 O REP possui um dispositivo chamado de Memória de Registro de Ponto (MRP), por meio do qual é realizado o armazenamento permanente dos dados, onde os mesmos não podem ser apagados ou alterados, direta ou indiretamente; 5.2 O REP possui uma porta de saída de dados (USB), denominada Porta Fiscal, para pronta captura dos dados armazenados na Memória de Registro de Ponto (MRP) pelo Auditor-Fiscal do Trabalho. A porta USB é de uso exclusivo do Auditor-Fiscal do Trabalho, não podendo, sob nenhuma hipótese, ser manipulada por qualquer funcionário. A manipulação da porta fiscal por qualquer funcionário não autorizado será caracterizada como falta grave, estando o mesmo sujeito a penalidades pelo empregador; 5.3 No caso de eventual fiscalização por parte do Ministério do Trabalho, o Auditor-Fiscal do Trabalho (AFT) deverá estar devidamente identificado, devendo ser direcionado ao responsável do Setor de Recursos Humanos do HUPAA, o qual deverá fornecer todas as informações requisitadas pelo Auditor dentro do campo de sua área de atuação; 5.4 Toda fiscalização deverá ser comunicada imediatamente ao responsável do Departamento de Gestão de Pessoas da FUNDEPES, o qual dispõe das documentações comprobatórias quanto à regularidade dos equipamentos (REP) e do sistema de tratamento (SREP), bem como encontra-se com a guarda do Livro de Inspeção do Trabalho da FUNDEPES. 6. DA ORIENTAÇÃO AOS FUNCIONÁRIOS 6.1 Os funcionários poderão ter acesso a este Regulamento Interno a qualquer tempo, a qual ficará disponível nos veículos de comunicação organizacional do empregador (endereço eletrônico: no Departamento de Gestão de Pessoas da FUNDEPES e no Setor de Recursos Humanos do HUPAA; 6.2 Os funcionários receberão uma cartilha com orientações básicas, a qual segue anexa a este Regulamento Interno (Anexo III). 7. DISPOSIÇÕES GERAIS 9

10 7.1 A aprovação deste Regulamento Interno é de competência da Diretoria Executiva da FUNDEPES e da Direção Geral do HUPAA, e passa a vigorar do dia 16/01/2012, podendo ser revogado a qualquer instrução posterior ou em contrário; 7.2 Casos omissos serão analisados pela Diretoria Executiva da FUNDEPES e pela Direção Geral do HUPAA. Maceió-AL, 16 de janeiro de Prof. Dr. Roberto Jorge V. dos Santos Diretor Presidente FUNDEPES Dr. Paulo Luiz Teixeira Cavalcante Diretor Geral HUPAA ANEXOS 10

11 ANEXO I REGISTRO DE FREQUÊNCIA/FORMULÁRIO DE ABONO 11

12 ANEXO II FORMULÁRIO DE AUTORIZAÇÃO PARA REALIZAÇÃO DE HORAS EXTRAS 12

13 ANEXO III CARTILHA ORIENTATIVA 13

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