A SATISFAÇÃO DO MÉDICO CLÍNICO NO EXERCÍCIO DE SUA FUNÇÃO EM PRONTO ATENDIMENTO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A SATISFAÇÃO DO MÉDICO CLÍNICO NO EXERCÍCIO DE SUA FUNÇÃO EM PRONTO ATENDIMENTO"

Transcrição

1 A SATISFAÇÃO DO MÉDICO CLÍNICO NO EXERCÍCIO DE SUA FUNÇÃO EM PRONTO ATENDIMENTO Rozeli de Fátima Dutra 1 RESUMO: A área de saúde tem sido influenciada por diversos fatores: crescimento demográfico exagerado da população mundial, revolução nos costumes advinda da globalização, enorme avanço da tecnologia na prevenção, no diagnóstico e no tratamento de doenças, aumento da expectativa de vida, dentre outros fatores. Essa realidade afeta a população em geral, os profissionais de saúde e os médicos, em particular, especificamente sua satisfação com o trabalho exercido. Neste sentido, analisar o grau de satisfação no trabalho do médico clínico pode ser um passo necessário no resgate da humanização relação médico-paciente, e este é o objetivo deste artigo. O presente estudo pode ser caracterizado como uma pesquisa qualitativa, na qual por meio de entrevista semi-estrutura, foram analisadas e diagnosticadas certas características do trabalho médico e levantados dados sobre a satisfação do médico clínico no exercício de sua função em Pronto Atendimento, por meio de cooperativa. Foram utilizados documentos para caracterização da organização pesquisada e aprofundamento no entendimento da estruturação do serviço. Participou dessa pesquisa uma amostra de nove médicos clínicos, considerando o universo da pesquisa composto por doze médicos clínicos, atingiuse um percentual de 75% de entrevistados. Este estudo possibilitou identificar diversos aspectos relacionados à prática médica nos dias atuais por meio de cooperativa, com evidência de aspectos relacionados as fontes de satisfação e insatisfação no trabalho percebidas pelo médico clínico no desempenho de suas funções em Pronto Atendimento, por meio de cooperativa. Os dados aqui obtidos permitiram uma significativa reflexão no que se refere ao profissional médico clínico em específico, bem como cria perspectivas para um olhar diferenciado ao negócio saúde no Brasil. Ficou claro que mesmo com as cooperativas médicas, continuam os desafios no setor saúde e no exercício da profissão médica. E acredita-se que, desenvolver estratégias visando a maior valorização do médico pode representar uma diminuição do custo no serviço prestado, obter maior satisfação destes profissionais e, sobretudo resgatar o verdadeiro propósito da medicina. PALAVRAS CHAVES: Trabalho médico, cooperativa, satisfação no trabalho, tecnologia, atendimento ao paciente. 1 INTRODUÇÃO 1 Mestrado em Administração. Especialização em Coaching em Programação Neurolinguística. Especialização em Gerência e Tecnologia da Qualidade. Graduação em Administração Hospitalar.

2 5 A área de saúde tem sido influenciada por diversos fatores: crescimento demográfico exagerado da população mundial, revolução nos costumes advinda da globalização, enorme avanço da tecnologia na prevenção, no diagnóstico e no tratamento de doenças, aumento da expectativa de vida, dentre outros fatores. A despeito de ser considerada por muitos que nela atuam, uma atividade geradora de orgulho, o trabalho na área de saúde é árduo, desenvolvido em regime de turnos e plantões, abrindo perspectivas de duplos empregos e de jornadas de trabalho prolongadas, sobretudo em meio a um cenário de constantes paradoxos: vida, morte, alegrias, dores, sofrimento, perdas. Essa realidade afeta a população em geral, os profissionais de saúde e os médicos, em particular, especificamente sua satisfação com o trabalho exercido. Segundo Maestro Filho (2004) os diversos enfoques adotados para o estudo do tema satisfação no trabalho envolvem desde a sua relação com o ambiente organizacional, até a questão da remuneração e do comportamento no trabalho, sem deixar de considerar a influência do ambiente externo. Os aspectos mencionados sobre a satisfação no trabalho mencionados por Maestro Filho (2004) parecem convergir com a situação de trabalho a que está submetida os médicos e os profissionais de saúde do Brasil. Ao pretender-se estudar a satisfação no trabalho na área de saúde é importante destacar que a prática médica tem sido realizada em um contexto que envolve multivariados desafios, o que conseqüentemente implica em um gerenciamento estratégico, profissional e eficaz, no que tange a consultórios médicos ou hospitais de grande porte. No tocante aos desafios enfrentados é possível citar que no passado o médico, ao concluir o curso de medicina, tinha um espaço garantido de trabalho, em uma estrutura bem menos complexa que nos dias atuais. Com o aumento da complexidade e a caracterização do serviço como um negócio, o médico precisa encontrar alguma alternativa para exercer a sua profissão de forma segura e rentável.

3 6 Sabe-se que tem sido muito comum, no setor privado, ocorrer a prestação de serviços por meio de cooperativas ou empresas médicas, enquanto no setor público predomina a contratação de médicos de forma assalariada. Há de se notar que independente da forma que se organiza o trabalho de um modo geral, a tendência da atividade médica nos últimos tempos é muito peculiar. Outro desafio importante a ser considerado está relacionado ao uso da tecnologia médica. Na concepção de Pitta (2003), o hospital tem sido o local preferencial, onde o avanço científico e tecnológico exibe maiores marcas, através da sofisticação de técnicas e requintes de equipamentos, insumos e outros. Dupas (2006) chama de medicalização, a dependência tecnológica da medicina. Para ele o imperativo da medicalização está ligado estreitamente à lógica de retorno do investimento da indústria do setor saúde, que ele considera como sendo: a indústria farmacêutica e de equipamentos médicos, os complexos hospitalares e as áreas afins. Além do trabalho médico mostrar-se organizado de forma capitalista, valorizando a tecnologia e a especialização das funções, ainda expõe este profissional à dor, ao sofrimento, à doença e à morte do outro. Assim sendo, é possível acreditar que atuar nessas condições pode desencadear sofrimento e insatisfação no exercício da profissão. Acredita-se que todos estes desafios podem representar conseqüentemente uma ameaça ao médico clínico que necessariamente terá que buscar meios diversos para exercer sua função com dignidade, remuneração justa e quiçá obter satisfação por meio da realização deste trabalho. E esta simples discussão pode abrir espaço para questionarmos o grau de satisfação no trabalho destes profissionais. Outro aspecto fundamental é que o sistema de saúde no Brasil passa por uma profunda crise, levando a crer que estudar aspectos relacionados ao trabalho dos

4 7 principais atores desse cenário contribuirá para um melhor entendimento das condições de trabalho destes profissionais. Neste sentido, analisar o grau de satisfação no trabalho do médico clínico pode ser um passo necessário no resgate da humanização relação médico-paciente, e este é o objetivo deste artigo. A escolha do médico clínico pode ser justificada devido ao fato de que a tecnologia na área de saúde vem tornando a prática médica bastante especializada, levando os pacientes a optarem por médicos com maior especialização e domínio de tecnologia. Assim, o trabalho do médico clínico parece ser especialmente impactado por uma limitação de área de atuação, uma vez que a sua função é generalista por natureza. 2 REFERENCIAL TEÓRICO O principal objetivo dessa seção é apresentar considerações sobre a satisfação no trabalho e o trabalho médico. Esses dois pólos serão desdobrados com abordagem de aspectos concernentes a cada um. 2.1 A satisfação no trabalho O tema satisfação no trabalho ganha atenção em diversas áreas de atuação e muitos o consideram como fator determinante de sucesso para uma organização. Quando se fala em satisfação no trabalho cria-se perspectivas para a análise das condições de trabalho, relações de trabalho, remuneração, enfim, a forma que o trabalho está organizado e o quanto isto pode impactar na felicidade e dignidade humana. Na perspectiva de Graça (1999) a satisfação no trabalho resulta da avaliação periódica que um indivíduo faz de forma instantânea e empírica do grau de realização dos seus valores, necessidades, preferências e expectativas profissionais. Este mesmo autor menciona que o grau de satisfação é resultante da discrepância existente entre as expectativas (E) e os resultados (R). Assim então é

5 8 possível medir o grau de satisfação, devendo considerar-se que quanto maior for a discrepância E e R (medida pela diferença entre essas duas variáveis), maior será o grau de satisfação. E por outro lado, quanto maior for a discrepância (E > R), menor será o grau de satisfação, já que as expectativas estão em nível superior à capacidade de realização do trabalhador. E isto poderá gerar uma certa cobrança por parte da organização, influenciando negativamente no grau de satisfação. Sobre este aspecto Sant`Anna (2002) considera que a satisfação no trabalho tende a ter potenciais implicações e/ou impactos sobre a saúde e bem-estar dos funcionários, principalmente no que se refere aos níveis de estresse ocupacional e qualidade de vida no trabalho. Este autor observa que as organizações têm atentado para as conseqüências da satisfação no trabalho, que se constitui num elemento determinante da avaliação da qualidade, além de ter implicações, também sobre a eficiência, produtividade, qualidade das relações de trabalho, níveis de absenteísmo/turnover, comprometimento organizacional, etc. Maestro Filho (2004), defende a idéia de que os estudos e pesquisas sobre a satisfação no e com trabalho depende simultaneamente de fatores contextuais e de variáveis de conteúdo. Na visão deste autor o que se tem observado em relação aos estudos mais recentes sobre a satisfação no trabalho é uma concentração em torno da análise de suas implicações sobre variáveis consideradas periféricas como, por exemplo, o comprometimento organizacional, estresse ocupacional, motivação, entre outros. Vários modelos propostos para a mensuração da satisfação no trabalho apresentam lacunas conceituais, já que excluem do seu contexto de análise variáveis que afetam significativamente o conjunto de características da tarefa. (MAESTRO FILHO 2004) Apresenta-se abaixo parte da visão sinóptica dos principais trabalhos realizados sobre o tema satisfação no e com o trabalho no Brasil conforme Maestro Filho (2004). QUADRO 1 Alguns dos principais estudos e pesquisas sobre satisfação realizados no Brasil

6 9 Autores Objetivos Metodologia do trabalho Resultados obtidos Grosseman, Suely e Patrício, Zuléika Maria (2001) Regiani, Maria Cláudia (2002) Santos Júnior, Aldo A. e Zimmermann Raquel (2002) Maciel, Ticiana R. Santos (2002) Compreender junto a profissionais médicos, os significados do desejo de ser médico e sua satisfação com o trabalho. Pesquisa qualitativa, estudo de multicasos com entrevistas semiestruturadas em profundidade. Amostra de 25 médicos que atuam em Santa Catarina nas áreas de pediatria, clínica médica, cirurgia, ginecologia/obstetrícia e saúde pública. Levantar quais são os fatores que causam satisfação e insatisfação no trabalho dos professores em estágio intermediário de carreira (seis a doze anos) e como esses fatores interferem em suas práticas pedagógicas. Pesquisa qualitativa de natureza interpretativa. Amostra intencional de 14 participantes. Utilização de entrevistas semi-estruturadas. Diagnosticar a QVT e o grau de satisfação no e como o trabalho dos funcionários da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Região operacional 08 Santa Catarina). Pesquisa exploratória, análise qualitativa. Estudar o grau de satisfação no trabalho, opinião sobre as condições de trabalho e seus impactos no sentimento de satisfação de funcionários de uma unidade de alimentação e nutrição hospitalar. Emergiram fatores limitantes de satisfação com o trabalho: a dificuldade em lidar com o paciente, a desvalorização profissional, a disseminação do saber médico, as dificuldades em selecionar informações, o excesso de carga de trabalho e prejuízo da qualidade de vida. Os resultados apontaram os fatores de trabalho em si e progresso como os principais responsáveis pela satisfação no trabalho. O fator salário seguido do fator participação são aqueles que mais contribuem para a insatisfação dos professores. Os resultados indicaram que as agências da ECT apresentam funcionários insatisfeitos com relação ao indicador econômico. As agências de Itajaí e Jaraguá do Sul apresentaram baixa satisfação quanto aos indicadores político e sociológico e uma delas apresentou baixa satisfação em todos os indicadores de QVT. Verificou-se que o grau de satisfação no trabalho da amostra é médio se for considerado como uma perspectiva positiva. Verificou-se, também, que as condições de trabalho na unidade fato interferem no sentimento de satisfação de seus funcionários. Peres, Cláudio Cezar (2003) Fonte: Maestro Filho (2004) Analisar o grau de satisfação dos operadores de uma empresa de telemarketing como filial no Rio Grande do Sul, enfatizando o sistema de pausas para descanso no trabalho. Utilização da observação direta, entrevista e questionários aplicados em 17 teleoperadores dos três turnos de trabalho. Constatou-se que o sistema de pausas utilizado pela empresa (pausa particular de cinco minutos) não satisfaz as necessidades dos funcionários, não é compatível com a natureza da sua atividade e não atende os dispositivos do Ministério do Trabalho e não contribui para a satisfação no trabalho. Araldi, Dane Estudar questões ergonômicas, qualidade de vida no trabalho e o grau...continua Os resultados revelaram que o item de maior insatisfação dos funcionários dos

7 10 Block (2004) de satisfação com o trabalho. Estudo quali-quantitativo. Pesquisa de campo com 19 funcionários do setor de lavoura e estiva de São Sepé (SP). Utilização de entrevistas, observações e questionários. dois setores foi a questão da saúde. A QVT foi o item de maior satisfação. Costa, Sílvia Generali e Santos, Francisco Araújo (2004) Fonte: Maestro Filho (2004) Discutir a Teoria Flow (aspectos intrínsecos da motivação) como uma contribuição para o estudo da satisfação no trabalho. Contextualização teórica. O estudo permitiu compreender as origens da teoria Flow e buscou inseri-la no contexto das demais teorias motivacionais. O quadro 1 apresenta apenas sete das vinte pesquisas nacionais realizadas sobre o tema satisfação no e com o trabalho no Brasil, apresentadas por Maestro Filho (2004), todas realizadas no período de 2000 a De acordo com Maestro Filho (2004) nestas pesquisas predominam os estudos de caráter descritivo, com ênfase em diagnósticos específicos. A maioria destes estudos não permite generalizações de seus resultados, isto considerando a amostragem, características específicas das unidades de observação e análise, dentre outros aspectos, contudo é possível perceber que os resultados sinalizam para uma discrepância entre expectativas e resultados. Na perspectiva de Maestro Filho (2004) a maioria dos estudiosos do tema satisfação no trabalho e com o trabalho reconhece a impossibilidade de elaborar um modelo de mensuração que contemple a gama completa de variáveis intervenientes na satisfação no trabalho. Esse aspecto reforça a idéia de que estudos nesse campo são desafiadores. Finalmente ainda enfocando Maestro Filho (2004, p. 96) Apesar de concordar com o fato de que a satisfação no trabalho decorre de uma série de variáveis de contexto aliadas a influências ambientais e fatores associados ao conteúdo do trabalho em si, vários autores reconhecem que o principal determinante do grau de satisfação no trabalho é o seu conteúdo. A literatura deixa claro que os estudos sobre o tema satisfação no trabalho estão relacionados com questões internas da organização, contudo é possível acreditar que este tema engloba também aspectos econômicos e políticos.

8 O Trabalho médico Segundo Mendes (1984, p. 30) a medicina científica ou o sistema médico do capital monopolista se institucionalizou por meio da união orgânica entre o capital, a corporação médica e as universidades. Na visão do autor esse novo paradigma determinou mudanças significativas nos propósitos, nos recursos e nos agentes da medicina. Representa assim, uma configuração de um marco conceitual que passou a referenciar a prática e a educação médica. Na perspectiva de Mendes (1984), o novo paradigma da medicina científica ou flexneriana expressa um conjunto de elementos estruturais que coexistem, se complementam e se potenciam, a fim de direcionar a prática médica. Esses elementos são os seguintes: mecanicismo, biologismo, individualismo, especialização, exclusão de práticas alternativas, tecnificação do ato médico, ênfase na medicina curativa e concentração de recursos. O crescimento exponencial do conhecimento médico influencia a especialização, embora este processo tenha ocorrido também por outras razões. Numa perspectiva ideológica, em função do mecanismo que impôs a parcialização abstrata do objeto global, e segundo um paradoxo que aprofunda o conhecimento específico e que atenua o conhecimento holístico. Numa perspectiva econômica, a especialização decorreu da necessidade da acumulação do capital que exigiu a fragmentação do processo de produção e do produtor, via divisão técnica do trabalho. (MENDES, 1984). A despeito de a medicina tecnológica criar perspectivas de que qualquer problema de saúde pode ser resolvido, Dupas (2006 p. 177) afirma que as vítimas não morrem mais nas ruas, como nas epidemias antigas, mas em hospitais muito sofisticados, tratadas por equipamentos de milhões de dólares. Martins (2003) alerta ainda que vive-se em um momento de ruptura entre a medicina oficial e a medicina moderna. O autor ressalta que essa ruptura surge a partir de fortes tensões contraditórias entre as duas principais tendências presentes, desde

9 12 algumas décadas. E explica que uma tendência é de desumanização/tecnização e a outra, de reumanização dos modelos médicos. E este mesmo autor afirma, privatização da medicina oficial promove grandes lucros para alguns, e gera custos elevados para a sociedade como um todo. Na visão de Ramos (1995) na sociedade capitalista há uma mercantilização da saúde que elevada à categoria de um bem privado, tende a tornar os serviços acessíveis somente às classes mais abastadas. Situação que pode ser observada no contexto brasileiro, onde a saúde privada é considerada privilégio da minoria. Segundo Martins (2003, p. 188): O horror do cidadão em geral candidato em potencial a doente/consumidor de cair nas garras dos hospitais e médicos particulares constitui um bom exemplo. A perspectiva de vivência de um sofrimento dobrado (pelo padecimento do corpo e pelo esvaziamento do bolso, muitas vezes com o comprometimento do patrimônio familiar) já constitui em si uma fonte de doença. Fica claro que a corrente da medicina moderna está contribuindo para que os médicos sejam assalariados em função de objetivo de lucro, com busca de estratégias que permitam ganho econômico com menos tempo de trabalho. De outro lado, encontra-se a crescente desconfiança dos usuários destes serviços. No tocante a outro aspecto que retrata a realidade do trabalho médico nos dias atuais, Costa (2006) menciona uma pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) de 1999 a 2004 (levantamento nacional e por região), que confirmou o quanto é desgastante o trabalho médico. Os principais fatores de desgaste assinalados na pesquisa foram excesso de atividades com multiemprego, a baixa remuneração, as más condições de trabalho, a responsabilidade, a área de atuação (especialidade), os conflitos na relação médico-paciente (cobrança da população) e a perda da autonomia.

10 13 Costa (2006) destaca que esse complexo conjunto se reflete no comportamento ético do médico na relação médico-paciente, médico-sociedade e na relação médico-médico, repercutindo adicionalmente em seu estilo de vida e em sua saúde. Tais citações nos levam a crer que a prática médica faz parte de um círculo vicioso em meio a um sistema capitalista. Trabalha-se cada vez mais pela supremacia do capital, enquanto aspectos essenciais da profissão são deixados de lado, gerando seqüelas para o profissional e para o paciente. Frente a estes aspectos, o médico sente-se compelido a trabalhar arduamente, e muitos o fazem em detrimento de relacionamento familiar, ou até mesmo perdas (cônjuges, parceiros, etc). Na perspectiva de Reich (2002) há um aspecto da nova economia que faz as pessoas trabalharem mais: são as disparidades entre renda e riqueza que se ampliaram durante as últimas décadas. Somado a isso, a sociedade ainda considera que a profissão médica confere status ao indivíduo, contudo manter esta posição social nos dias atuais tem custado muito caro para os profissionais médicos. Com o passar do tempo, a prática médica e a medicina na vida do paciente sofreu grandes transformações. Antes o médico clínico fazia diagnósticos e prognósticos, usando o faro clínico e a experiência sem recursos adequados para confirmar-lhe ou não sua opinião. Segundo Ismael (2005), a partir da metade do século XX, essas mudanças são caracterizadas por diversos fatores, dentre eles a proliferação de superespecializações na medicina, que tende a aumentar com a descoberta de novas tecnologias. E finalmente Dupas (2006, p. 190), expõe que a medicina contemporânea entra com seu arsenal de mísseis e bazucas muito eficientes, mas exterminadores de bons e maus. À custa, portanto, sempre de efeito colaterais. Esse arsenal pode salvar muitas vidas o que não é pouco -, mas também pode matar com freqüência....no seu campo restrito saberá muito. Mas, no campo geral do ser, saberá cada vez menos por ser um não generalista.

11 14 Por outro lado, ao longo dos tempos percebe-se que diversas foram as iniciativas na área da saúde a fim de garantir a dignidade dos que ali trabalham. Uma delas são as cooperativas de trabalho médico, que surgiram como imperativo ético, partindo do princípio que não deve haver intermediário na relação médico-paciente e que essa relação é um vínculo único, exclusivo, que não permite interferências de qualquer espécie. No Brasil, o cooperativismo iniciou-se no final do século XIX, principalmente no meio rural. Atualmente, é regulamentado por leis especiais e representado pela Organização das Cooperativas do Brasil OCB, que exerce o papel de representação nacional do cooperativismo na defesa dos interesses de suas associadas. A primeira cooperativa de trabalho médico brasileira foi fundada em 1967 e recebeu o nome UNIMED, que significa União de Médicos. Nesse cenário, acredita-se que a idéia cooperativista promete a possibilidade de uma medicina alternativa entre a socializada e a liberal, sem ferir os princípios éticos preconizados pelas entidades médicas. Assim, a forma cooperativa oferece as possibilidades que atendam aos anseios dos médicos e dos pacientes. A cooperativa é ainda, uma forma de organização de trabalho que também visa enfrentar a concorrência, aumentar a produtividade, diminuir custos, expandir o grau de especialização, dentre outros fatores. Assim, fica claro que o propósito principal de uma cooperativa médica é suprimir intermediação ou negociadores do trabalho do médico, permitindo organização entre os próprios médicos para firmar contratos de prestação de serviços e atender diretamente os clientes. Sem finalidade lucrativa e de propriedade coletiva, o seu principal objetivo deve ser ainda a defesa econômica e social dos médicos cooperados, ao gerar oportunidades de trabalho e renda para seus associados. Nesse cenário representado por uma medicina moderna, com extrema valorização da tecnologia e especialização, com novas alternativas de trabalho é que se investigou a satisfação no trabalho do médico clínico.

12 15 3 METODOLOGIA No tocante a metodologia, o presente estudo pode ser caracterizado como uma pesquisa qualitativa, por meio de entrevista semi-estrutura, foram analisadas e diagnosticadas certas características do trabalho médico e levantados dados sobre a satisfação do médico clínico no exercício de sua função em Pronto Atendimento, por meio de cooperativa médica. Para complementar a estratégia de levantamentos de dados, foram utilizados documentos para caracterização da organização pesquisada e aprofundamento no entendimento da estruturação do serviço. Participou dessa pesquisa uma amostra de nove médicos clínicos, considerando o universo da pesquisa composto por doze médicos clínicos, atingiu-se um percentual de 75% de entrevistados. 4 APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS Apresentam-se abaixo os dados das entrevistas realizadas que tem como objetivo o resumo das observações coletadas, a fim de atingir a proposta deste estudo. Cabe esclarecer que as entrevistas foram realizadas pela própria pesquisadora que seguiu um roteiro de entrevista semi-estruturada. As entrevistas foram gravadas e posteriormente transcritas. Todo o material das entrevistas encontra-se nos arquivos dessa pesquisadora, digitadas textualmente em Word, bem como em sistema de áudio MP3 e WAP. 4.1 Análise descritiva das variáveis demográficas e ocupacionais Participou dessa pesquisa uma amostra de nove médicos clínicos, considerando o universo da pesquisa composto por doze médicos clínicos, atingiu-se um percentual de 75% de entrevistados.

13 16 Em relação ao sexo predomina o sexo masculino com 78% e apenas 22% para o sexo feminino. Em termos de faixa etária, a maioria dos médicos pesquisados tem de 35 a 44 anos de idade (66,7%). Compõem o percentual restante, 11,1% de médicos com idade de 45 a 50 anos e 22,2% numa faixa etária acima dos 50 anos. No que se refere ao tempo como cooperado, houve variação de 2 anos a 20 anos, sendo que a média foi de 11 anos e 2 meses. Já quanto ao tempo de serviço no Pronto Atendimento, houve variação de 1 mês a 8 anos, sendo que a média foi de 3 anos e 11 meses. No que concerce ao número de especializações, encontrou-se o seguinte: a) 55,6% dos médicos possuem uma especialização médica além da clínica médica; b) 33,3% dos médicos possuem duas especialidades médicas além da clínica médica; c) 11,1% dos médicos possuem três especialidades médicas além da clínica médica. Percebe-se que é grande a busca por especializações na área médica. Para a grande maioria dos médicos entrevistados a primeira especialização foi na clínica médica. É possível acreditar que a alta procura pela especialização esteja relacionada a maiores oportunidades de trabalho e conseqüentemente melhor remuneração. No que tange ao estado civil obteve-se que 44,5% são divorciados, 33,3% são casados e os restantes 22,2% são solteiros. No que se refere a quantidade de inserções no mercado além do Pronto Atendimento, todos os médicos possuem outras inserções. A maior proporção (77,8%) possui duas outras inserções e 22, 2% alegaram possuir três outras inserções.

14 17 Mediante este dado fica claro o excesso de carga de trabalho vivenciado por esses médicos, o que poderá comprometer sua saúde física e emocional e impactar na sua satisfação com o trabalho e na qualidade do atendimento que prestam ao paciente. 4.2 Resultados sobre a satisfação do médico clínico A seguir apresentam-se as respostas obtidas nas entrevistas. As respostas dos entrevistados foram organizadas de forma a permitir sua quantificação. O principal objetivo desta organização e classificação foi facilitar a análise dos dados, que assim podem ser vistos de forma conjunta. A partir de cada pergunta e respectiva resposta apresentada de forma classificada, segue uma breve análise para facilitar o entendimento do leitor, conforme abaixo. Tabela A - Expectativa ao ingressar na cooperativa Respostas Freqüência Absoluta Maior oportunidade de atendimento 01 Grande número de pacientes 05 Ampliar mercado de trabalho 02 Fonte segura de pagamento 01 Exercer profissão de forma digna e honesta 01 Aumento de renda e melhor qualidade de vida 01 Ser dono do negócio 03 TOTAL 14 Fonte: Dados da pesquisa (2007) Os resultados acima sugerem que apesar de o trabalho por meio de cooperativa criar perspectivas para que o médico seja dono do próprio negócio não são todos que se filiam a este sistema de trabalho com esta expectativa. Fica claro que a maior expectativa do médico ao ingressar na cooperativa é ter acesso ao seu volume de clientes, bem como maior possibilidade de obter maior remuneração, e de forma segura. Na Tabela A os dados numéricos são referentes apenas à freqüência absoluta, já que neste caso existem mais de uma resposta para cada pergunta, desta forma a freqüência relativa não fecharia em 100%, se comparada ao número de entrevistados.

15 18 TABELA B - Fontes de satisfação para atuar na clínica médica Respostas Número % Gostar de ser clínico 04 44,5 Contato com o cliente 01 11,1 Evolução e cura do paciente 01 11,1 Bom volume de atendimento 01 11,1 Medicina vista como promoção da saúde 01 11,1 Isto é romantismo 01 11,1 TOTAL ,0 Fonte: Dados da pesquisa (2007) Observa-se conforme Tabela B que a principal fonte de satisfação está relacionada ao fato dos pesquisados gostarem de ser médicos clínicos. Em seguida surgiram afirmações relacionadas ao aspecto positivo de se ter contato com cliente e obter sua evolução e cura. Um dos médicos afirma que o bom volume de atendimento, no caso se referiu ao fato de ter bom número de pacientes, é um fator que gera satisfação. Outro médico afirma que fica muito satisfeito com a visão da medicina com atuação na promoção da saúde da paciente. Contudo um médico manifestou-se em forma de crítica a questão da satisfação ao afirmar que isto é romantismo. O comentário de alguns médicos esclarecem um pouco mais sobre as fontes de satisfação: Fonte de satisfação é o romantismo, não tem outra. Não tem outra, idealismo e romantismo. Bom, fontes de satisfação, eu me sinto, eu sou meio suspeito de falar, porque eu me sinto orgulhoso de ser clínico, quando eu fiz a opção de largar a anestesia, a princípio financeiramente foi pior no começo, porque a anestesia é uma especialidade mais rentável, mas eu fiz a minha opção por uma especialidade que eu gosto realmente da clínica médica, então eu me sinto satisfeito de exercer clínica, que me dá prazer, eu acho que quando você faz as coisas com prazer você tende a ter mais satisfação. Eu me sinto orgulhoso em dizer que eu sou clínico, eu não acho que clínica é tão desvalorizada assim, eu acho que o bom clínico é valorizado. Entendeu?! Aquelas pessoas que se dedicam à clínica médica, eu acho que elas são valorizadas. E eu acho que o futuro da medicina está em voltar para a clínica médica, e não caminhar para as especialidades, porque o custo deste sistema baseado em especialidade é muito maior do que se você fizer a estrutura baseada em cima do clínico.

16 19 Ah! tem uma gama de situações que o paciente procura te agradecer, né?! Agora mesmo por exemplo eu acabei de ganhar uma lata de doce de leite, né?! O paciente disse: eu gostei muito da maneira que o sr. me atendeu daquela vez, o sr. foi muito doce, e eu me lembrei do doce de leite. Então como eu diria, são as recompensas que a gente tem como clínico. Por que ser clínico é difícil. TABELA C - Fontes de insatisfação para atuar na clínica médica Respostas Número % Remuneração 04 44,5 Limitações sociais 03 33,3 Desprestígio da sociedade 01 11,1 Não tem 01 11,1 TOTAL ,0 Fonte: Dados da pesquisa (2007) Mediante a Tabela B ficou clara a insatisfação com a remuneração e as limitações sociais que envolvem o trabalho do médico clínico. O aprofundamento dessa questão nas entrevistas possibilitou verificar que, os médicos clínicos consideram que a remuneração do clínico não é feita de forma justa já que recebem por consulta, independente do tempo e de seu empenho naquela consulta. Existem pacientes que demandam um tempo maior de atendimento, isto principalmente no pronto atendimento. A relação feita por eles é que quanto mais tempo se dedicarem a um paciente, menor será a sua remuneração, já que ganham por volume/quantidade de consultas. Além disso, o apontamento das limitações sociais gera insatisfação no trabalho do médico clínico, que em certos casos se sente limitado a conduzir o tratamento do paciente, isto por falta de estrutura na área de saúde, bem como recursos financeiros para arcar com o tratamento, como, por exemplo, compra de medicamentos. Além disso, outros fatores são destacados pelos médicos no tange às fontes de insatisfação para atuar na clínica médica. Os comentários abaixo evidenciam com clareza esta questão: Insatisfação é tudo. Dinheiro, remuneração, condição de trabalho, carga horária, desrespeito, desconsideração. A perda do status que o médico tinha, isto não é só o médico clínico, todos os médicos, né?! Esta a questão da indústria do processo médico, qualquer coisa que o médico faça, ele é processado. E saí na mídia como sendo um vilão, porque na realidade é uma estrutura social política e que estoura na mão médico. O cliente, o paciente não vai falar com o governo, isso aí ele vai falar com o médico. Esses que morrem em porta de SUS,

17 20 quando chega o jornal: médico não presta atendimento, doente morre na porta do SUS. Tenho a maior raiva disso. Tinha uma estrutura muito maior que isso, que estoura na mão do médico. Bom, acho que insatisfação é um certo desprestígio da sociedade hoje com a figura do clínico. Há uma tendência de se achar que só os especialistas né?! tem a primazia como a verdade, e isto é totalmente errôneo, né?! Eu acho que essa é minha crítica né?!....então, as pessoas hoje, diante destas mudanças todas, das mudanças da relação de trabalho, as pessoas estão com um nível de estresse muito alto, né?! E isso tudo se reflete na profissão médica, né?! Então, o nível de agressividade das pessoas hoje é muito alto, embora a grande maioria respeite o médico, a gente sabe que a verdade hoje é que a sociedade mudou e que grande parte das pessoas não respeitam nem pai e mãe, que o diga, médico, padre e os demais, né?! Então hoje em dia estas relações mudaram muito, né?! No Brasil também tem a cultura norte americana que está vindo pra cá, que é a cultura do processo, e quando eu falo isto, não é só na área médica não, é em qualquer área.... o nível de tolerância das pessoas com relação as adversidade é muito baixo, né?! E, isso muda muito as coisas, né?! Inclusive na profissão médica. E a dificuldade que o clínico ainda é mal remunerado, né?! Ás vezes um cirurgião ortopedista faz uma cirurgia ortopédica, uma coisa que demanda muito menos estudo que a gente, e tudo, e ganha às vezes um valor maior do que eu vou ganhar num plantão que eu vou atender 30 ou 40 pessoas, e vou salvar vidas, vou mandar gente para o CTI, então assim, eu acho que é ainda é mal remunerado. Mediante os dados acima é possível identificar as principais fontes de satisfação e insatisfação do médico clínico e acredita-se uma maior valorização do médico clínico e utilização da tecnologia de forma verdadeiramente complementar cria-se perspectivas para uma maior reconstrução de uma prática médica em linhas mais humanísticas. A seguir serão apresentadas as considerações finais deste estudo. 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS Este estudo possibilitou identificar diversos aspectos relacionados à prática médica nos dias atuais por meio de cooperativa, com evidência de aspectos relacionados as fontes de satisfação e insatisfação no trabalho percebidas pelo médico clínico no

18 21 desempenho de suas funções em Pronto Atendimento, por meio de cooperativa. Os dados aqui obtidos permitiram uma significativa reflexão no que se refere ao profissional médico clínico em específico, bem como cria perspectivas para um olhar diferenciado ao negócio saúde no Brasil. Conforme apresentado, a prática médica tem sido realizada em um contexto que envolve multivariados desafios, o que conseqüentemente implica em um gerenciamento estratégico, profissional e eficaz, no que tange a consultórios médicos ou hospitais de grande porte. Enfim, permanece clara a idéia de que mesmo com as de cooperativas médicas, continuam os desafios no setor saúde e no exercício da profissão médica. E acredita-se que, desenvolver estratégias visando a maior valorização do médico pode representar uma diminuição do custo no serviço prestado, obter maior satisfação destes profissionais e, sobretudo garantir o atendimento das expectativas de todos os envolvidos nesse serviço. E há se ressaltar que o papel do médico clínico é determinante no resgate do verdadeiro propósito da medicina como arte e a ciência para promover, com sabedoria e amor, a saúde humana. REFERÊNCIAS COSTA, Augusto César de Farias. O médico, seu trabalho e sua saúde mental. Brasília: Conselho Federal de Medicina, Revista Ética, 2006.

19 22 DUPAS, Gilberto. O Mito do progresso: ou progresso como ideologia. São Paulo: Unesp, GRAÇA, Luiz. Satisfação profissional: o melhor do SNS somos nós. Human Capital and Job Satisfaction in the Portuguese National Health Service, p. 26., ISMAEL, J.C. O médico e o paciente: breve história de uma relação delicada. São Paulo: MG Editores, MAESTRO FILHO, Antônio Del. Modelo relacional entre modernização organizacional, práticas inovadoras de treinamento e satisfação no trabalho. Belo Horizonte: CEPEAD/FACE/UFMG, 2004 (Tese de Doutorado). MARTINS, Paulo Henrique. Contra a desumanização da medicina: crítica sociológica das práticas médicas modernas. Petrópolis, RJ: Vozes, MENDES, Eugênio Vilaça. A evolução da prática médica: suas implicações no ensino, na pesquisa e na tecnologia médicas. Belo Horizonte: PUC-MG/FINEP, PITTA, Ana. Hospital: dor e morte como ofício. 5 ed. São Paulo: Annablume/ Hucitec, RAMOS, W.M. A qualidade de vida no trabalho de médicos e enfermeiros: um estudo de caso em hospital público de Belo Horizonte. Belo Horizonte: CEPEAD/FACE/UFMG, (Dissertação, Mestrado) REICH, Robert B. O futuro do sucesso: equilíbrio entre o trabalho e a qualidade de vida. São Paulo: Manole, SANT`ANNA, Anderson de Souza. Competências individuais requeridas, modernidade organizacional no trabalho: uma análise de organizações mineiras sobre a ótica dos profissionais da área de administração. Belo Horizonte: CEPEAD/FACE/UFMG, 2002 (Tese de Doutorado).

1 Introdução 1.1. Problema de Pesquisa

1 Introdução 1.1. Problema de Pesquisa 1 Introdução 1.1. Problema de Pesquisa A motivação, satisfação e insatisfação no trabalho têm sido alvo de estudos e pesquisas de teóricos das mais variadas correntes ao longo do século XX. Saber o que

Leia mais

A atratividade da Carreira Docente no Brasil. Fundação Carlos Chagas

A atratividade da Carreira Docente no Brasil. Fundação Carlos Chagas A atratividade da Carreira Docente no Brasil Fundação Carlos Chagas Questões de pesquisa Quais são os fatores relacionados à atratividade das carreiras profissionais? E especificamente da carreira docente?

Leia mais

PSICOLOGIA E ONCOLOGIA: UMA PARCERIA ESSENCIAL?

PSICOLOGIA E ONCOLOGIA: UMA PARCERIA ESSENCIAL? PSICOLOGIA E ONCOLOGIA: UMA PARCERIA ESSENCIAL? Aline Fernanda Sartori Kanegusuku¹; Marina Tiemi Kobiyama Sonohara 1 ; Angélica Aparecida Valenza¹; Nemerson José Jesus¹; Sandra Diamante² RESUMO Para compreender

Leia mais

Grasiela - Bom à gente pode começar a nossa conversa, você contando para a gente como funciona o sistema de saúde na Inglaterra?

Grasiela - Bom à gente pode começar a nossa conversa, você contando para a gente como funciona o sistema de saúde na Inglaterra? Rádio Web Saúde dos estudantes de Saúde Coletiva da UnB em parceria com Rádio Web Saúde da UFRGS em entrevista com: Sarah Donetto pesquisadora Inglesa falando sobre o NHS - National Health Service, Sistema

Leia mais

TRABALHADORES DE SAÚDE DE UM MUNICÍPIO DO RIO GRANDE DO SUL

TRABALHADORES DE SAÚDE DE UM MUNICÍPIO DO RIO GRANDE DO SUL AVALIAÇÃO DA SÍNDROME S DE BURNOUT EM TRABALHADORES DE SAÚDE DE UM MUNICÍPIO DO RIO GRANDE DO SUL AUTORES: KALINE LÍGIA F. CAUDURO VICTOR N. FONTANIVE PAULO V. N. FONTANIVE INTRODUÇÃO A saúde do trabalhador

Leia mais

Endomarketing: um estudo de caso em uma agência de uma instituição financeira de Bambuí- MG

Endomarketing: um estudo de caso em uma agência de uma instituição financeira de Bambuí- MG Endomarketing: um estudo de caso em uma agência de uma instituição financeira de Bambuí- MG Bruna Jheynice Silva Rodrigues 1 ; Lauriene Teixeira Santos 2 ; Augusto Chaves Martins 3 ; Afonso Régis Sabino

Leia mais

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 RECURSOS HUMANOS EM UMA ORGANIZAÇÃO HOSPITALAR COM PERSPECTIVA DE DESENVOLVIVENTO DO CLIMA ORGANIZACONAL: O CASO DO HOSPITAL WILSON ROSADO EM MOSSORÓ RN

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL

A FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL A FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria das Graças Oliveira Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas/SP, Brasil. Resumo Este texto é parte de uma Tese de Doutorado

Leia mais

6 Considerações finais

6 Considerações finais 6 Considerações finais Este pesquisa objetivou investigar como vem se caracterizando o processo de reforma psiquiátrica em Juiz de Fora e suas repercussões no trabalho dos assistentes sociais no campo

Leia mais

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO Autoria: Elaine Emar Ribeiro César Fonte: Critérios Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência

Leia mais

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL Qualidade de Vida no Trabalho O conceito de QVT é muito abrangente, e precisa ser definido com clareza, uma vez que as posições profissionais dos trabalhadores dentro de uma organização

Leia mais

CRENÇAS DISCENTES SOBRE A FORMAÇÃO EM LETRAS E A DOCÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA

CRENÇAS DISCENTES SOBRE A FORMAÇÃO EM LETRAS E A DOCÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 761 CRENÇAS DISCENTES SOBRE A FORMAÇÃO EM LETRAS E A DOCÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA Fabiana Gonçalves Monti 1, Sérgio

Leia mais

O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM

O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM Salete Beatriz Scheid 1 Neide Tiemi Murofuse 2 INTRODUÇÃO: Vivemos atualmente numa sociedade marcada pelas intensas e rápidas

Leia mais

A MOTIVAÇÃO COMO FATOR DE SUCESSO NA ORGANIZAÇÃO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF

A MOTIVAÇÃO COMO FATOR DE SUCESSO NA ORGANIZAÇÃO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF A MOTIVAÇÃO COMO FATOR DE SUCESSO NA ORGANIZAÇÃO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF Danilo Domingos Gonzales Simão 1 Fábio Augusto Martins Pereira 2 Gisele Maciel de Lima 3 Jaqueline de Oliveira Rocha 4

Leia mais

PESQUISA DE CLIMA MOTIVACIONAL

PESQUISA DE CLIMA MOTIVACIONAL PESQUISA DE CLIMA MOTIVACIONAL Relatório e Análise 2005 Introdução: ``Para que a Construtora Mello Azevedo atinja seus objetivos é necessário que a equipe tenha uma atitude vencedora, busque sempre resultados

Leia mais

O PROCESSO TERAPÊUTICO EM UM CAPSad: A VISÃO DOS TRABALHADORES

O PROCESSO TERAPÊUTICO EM UM CAPSad: A VISÃO DOS TRABALHADORES 122 O PROCESSO TERAPÊUTICO EM UM CAPSad: A VISÃO DOS TRABALHADORES Carlise Cadore Carmem Lúcia Colomé Beck Universidade Federal de Santa Maria Resumo Os movimentos da Reforma Sanitária e da Reforma Psiquiátrica

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Médico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Capacitado a atuar, pautado

Leia mais

Relacionamento dos médicos associados à SOGESP com os Planos de saúde. Apresentação em Agosto de 2012

Relacionamento dos médicos associados à SOGESP com os Planos de saúde. Apresentação em Agosto de 2012 1 Relacionamento dos médicos associados à SOGESP com os Planos de saúde Apresentação em Agosto de 2012 Índice 2 Objetivo Metodologia Perfil do médico associado Avaliação das operadoras de planos de saúde

Leia mais

COLÓQUIO POLÍTICAS DE PREVENÇÃO E DE ATENDIMENTO À SAÚDE DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO. Cássio Filipe Galvão Bessa Executiva CONTEE

COLÓQUIO POLÍTICAS DE PREVENÇÃO E DE ATENDIMENTO À SAÚDE DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO. Cássio Filipe Galvão Bessa Executiva CONTEE COLÓQUIO POLÍTICAS DE PREVENÇÃO E DE ATENDIMENTO À SAÚDE DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO Cássio Filipe Galvão Bessa Executiva CONTEE Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores do Ensino Privado no Estado

Leia mais

Administração de Pessoas

Administração de Pessoas Administração de Pessoas MÓDULO 14: QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E RELAÇÕES SINDICAIS 14.1 O processo de segurança e qualidade de vida O processo de segurança é o que visa estabelecer disciplina e segurança,

Leia mais

A ESCOLHA E AS EXPECTATIVAS DOS ACADÊMICOS FORMANDOS DO CURSO DE PEDAGOGIA QUANTO À INSERÇÃO NO MERCADO DE TRABALHO

A ESCOLHA E AS EXPECTATIVAS DOS ACADÊMICOS FORMANDOS DO CURSO DE PEDAGOGIA QUANTO À INSERÇÃO NO MERCADO DE TRABALHO 1 A ESCOLHA E AS EXPECTATIVAS DOS ACADÊMICOS FORMANDOS DO CURSO DE PEDAGOGIA QUANTO À INSERÇÃO NO MERCADO DE TRABALHO METZNER, Cintia de Sousa 1 - UNIVALI- cicametzner@gmail.com OSTROVSKI, Crizieli Silveira

Leia mais

DROGAS E FAMÍLIA: SOBRECARGA. Silvana C. Maciel UFPB

DROGAS E FAMÍLIA: SOBRECARGA. Silvana C. Maciel UFPB DROGAS E FAMÍLIA: SOBRECARGA Silvana C. Maciel UFPB CONCEITO DE DROGA Droga é qualquer substância que, não sendo produzida pelo organismo, tem a propriedade de atuar sobre um ou mais de seus sistemas,

Leia mais

UNESP - Botucatu. Gestão da Carreira e do Desenvolvimento Profissional. Prof. Joel Dutra

UNESP - Botucatu. Gestão da Carreira e do Desenvolvimento Profissional. Prof. Joel Dutra UNESP - Botucatu Gestão da Carreira e do Desenvolvimento Profissional Prof. Joel Dutra Prof. Joel Dutra Professor-Livre Docente da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo FEA-USP,

Leia mais

Juliana S. Amaral Rocha Enfermeira de Práticas Assistenciais Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Junho/ 2015

Juliana S. Amaral Rocha Enfermeira de Práticas Assistenciais Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Junho/ 2015 Juliana S. Amaral Rocha Enfermeira de Práticas Assistenciais Hospital Alemão Oswaldo Cruz Junho/ 2015 MODELO ASSISTENCIAL - DEFINIÇÃO Forma como atribuições de tarefas, responsabilidade e autoridade são

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER II JORNADA DE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DO INCA

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER II JORNADA DE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DO INCA INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER II JORNADA DE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DO INCA FORMAÇÃO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE NA ATENÇÃO AO CÂNCER: DESAFIOS PARA OS TÉCNICOS DE ENFERMAGEM ESPECIALIZAÇÃO DO TÉCNICO

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS NATAL 2012 CONVÊNIO UCDB-ACICG-PMCG

RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS NATAL 2012 CONVÊNIO UCDB-ACICG-PMCG RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS NATAL 2012 CONVÊNIO UCDB-ACICG-PMCG 15/12/2012 RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS NATAL 2012 CONVÊNIO UCDB-ACICG-PMCG Professores Responsáveis:

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL DO PERSONAL TRAINER: CONSIDERAÇÕES ÉTICAS E DE MARKETING

PERFIL PROFISSIONAL DO PERSONAL TRAINER: CONSIDERAÇÕES ÉTICAS E DE MARKETING PERFIL PROFISSIONAL DO PERSONAL TRAINER: CONSIDERAÇÕES ÉTICAS E DE MARKETING RESUMO: A prática regular da atividade Física e seus efeitos entram no imaginário da população como componentes essenciais do

Leia mais

Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso

Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso III Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí II Jornada Científica 9 a 23 de Outubro de 200 Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso Sablina

Leia mais

CAPACITAÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM FUNDAMENTADA EM SUA PRÓPRIA ÓTICA

CAPACITAÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM FUNDAMENTADA EM SUA PRÓPRIA ÓTICA 1 CAPACITAÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM FUNDAMENTADA EM SUA PRÓPRIA ÓTICA Samuel Rodrigues de Paula Introdução: No mundo inteiro o alcoolismo é considerado, um dos mais graves problemas de ordem social e

Leia mais

Pró-Reitoria de Graduação Curso de Administração Financeira Projeto de Pesquisa do Trabalho de Conclusão de Curso Finanças Pessoais no Brasil

Pró-Reitoria de Graduação Curso de Administração Financeira Projeto de Pesquisa do Trabalho de Conclusão de Curso Finanças Pessoais no Brasil Pró-Reitoria de Graduação Curso de Administração Financeira Projeto de Pesquisa do Trabalho de Conclusão de Curso Finanças Pessoais no Brasil Autor: Uelintânia dos Santos Lopes Orientador: Prof Dr. Alberto

Leia mais

TRABALHO, SAÚDE E EDUCAÇÃO: A PERCEPÇÃO DOS EGRESSOS DO ARCO OCUPACIONAL SAÚDE DO PROJOVEM TRABALHADOR

TRABALHO, SAÚDE E EDUCAÇÃO: A PERCEPÇÃO DOS EGRESSOS DO ARCO OCUPACIONAL SAÚDE DO PROJOVEM TRABALHADOR CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X TRABALHO, SAÚDE E EDUCAÇÃO: A PERCEPÇÃO DOS EGRESSOS DO

Leia mais

RELATÓRIO DE PESQUISA

RELATÓRIO DE PESQUISA 2011 14 RELATÓRIO DE PESQUISA Relatório da Pesquisa de Satisfação dos Usuários do SUS quanto aos aspectos de acesso e qualidade percebida na atenção à saúde, mediante inquérito amostral. Ministério da

Leia mais

Avaliação dos planos e seguros saúde

Avaliação dos planos e seguros saúde 1 Avaliação dos planos e seguros saúde Estado de São Paulo Agosto/2012 Objetivo 2 Conhecer a opinião dos usuários de planos ou seguros de saúde do Estado de São Paulo, investigando a utilização dos serviços

Leia mais

INFORMAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS a pesquisa empírica em Portais Corporativos

INFORMAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS a pesquisa empírica em Portais Corporativos INFORMAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS a pesquisa empírica em Portais Corporativos Cláudia Peixoto de Moura Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PUCRS E-mail: cpmoura@pucrs.br Resumo do Trabalho:

Leia mais

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA O CURRÍCULO DA FAMEMA (2012) Os currículos dos Cursos de Enfermagem e Medicina da Faculdade de Medicina de Marília (Famema) estão em permanente transformação por entendermos que esse processo permite uma

Leia mais

ESTUDO DO PERFIL DOS GERENTES DOS HOSPITAIS PÚBLICOS

ESTUDO DO PERFIL DOS GERENTES DOS HOSPITAIS PÚBLICOS ESTUDO DO PERFIL DOS GERENTES DOS HOSPITAIS PÚBLICOS DO RIO GRANDE DO NORTE Autores Janete Lima de Castro 1 Jorge Luiz de Castro 2 Colaboradores João Arthur de Santa Cruz 3 Maria de Fátima Teixeira Marques

Leia mais

A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E SATISFAÇÃO: UM ESTUDO MULTI-CASOS COM OS FUNCIONÁRIOS DAS EMPRESAS DO SISTEMA S

A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E SATISFAÇÃO: UM ESTUDO MULTI-CASOS COM OS FUNCIONÁRIOS DAS EMPRESAS DO SISTEMA S A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E SATISFAÇÃO: UM ESTUDO MULTI-CASOS COM OS FUNCIONÁRIOS DAS EMPRESAS DO SISTEMA S Marcos Henrique Pazini (Pós-Graduado da UNICENTRO), Sílvio Roberto Stefano (Orientador),

Leia mais

O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe

O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe 1378 O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe V Mostra de Pesquisa da Pós- Graduação Cristiane Ferraz Quevedo de Mello 1,

Leia mais

A Qualidade de Vida no trabalho do servidor público da administração estadual e o papel do gerente de recursos humanos. Mário Augusto Porto

A Qualidade de Vida no trabalho do servidor público da administração estadual e o papel do gerente de recursos humanos. Mário Augusto Porto A Qualidade de Vida no trabalho do servidor público da administração estadual e o papel do gerente de recursos humanos. Mário Augusto Porto O objetivo deste artigo é o de sensibilizar o gerente de recursos

Leia mais

As 6 Práticas Essenciais de Marketing para Clínicas de Exames

As 6 Práticas Essenciais de Marketing para Clínicas de Exames As 6 Práticas Essenciais de Marketing para Clínicas de Exames Introdução Fique atento aos padrões do CFM ÍNDICE As 6 práticas essenciais de marketing para clínicas de exames Aposte em uma consultoria de

Leia mais

SAÚDE MENTAL DO ENFERMEIRO E O SETOR DE EMERGÊNCIA: UMA QUESTÃO DE SAÚDE NO TRABALHO

SAÚDE MENTAL DO ENFERMEIRO E O SETOR DE EMERGÊNCIA: UMA QUESTÃO DE SAÚDE NO TRABALHO SAÚDE MENTAL DO ENFERMEIRO E O SETOR DE EMERGÊNCIA: UMA QUESTÃO DE SAÚDE NO TRABALHO Valesca Boarim da Silva 1 Regina Célia Gollner Zeitoune 2 Introdução:Trata-se de nota prévia de estudo que tem como

Leia mais

Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo

Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo AVISO DE SESSÃO PÚBLICA Nº 001/2015 Processo Administrativo nº 5199/2014 Recebimento de Propostas e Orçamentos para Produção de Pesquisa decorrente da Concorrência Pública nº 001/2012 Serviços de Publicidade

Leia mais

PT03 - Qualidade de vida no trabalho (QVT)

PT03 - Qualidade de vida no trabalho (QVT) PT03 - Qualidade de vida no trabalho (QVT) BIBLIOGRAFIA Oliveira, Aristeu de. Manual de Salários e Benefícios. 1. ed. São Paulo : Atlas, 2006. Cap. 20 pág. 71 a 73. MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Teoria

Leia mais

Projeto de Pesquisa Pergunte a um Profissional

Projeto de Pesquisa Pergunte a um Profissional Projeto de Pesquisa Pergunte a um Profissional ATENÇÃO ESTE MATERIAL É UMA TRADUÇÃO DO ORIGINAL EM INGLÊS DISPONIBILIZADO PELA FIRST ESTADOS UNIDOS. SOMENTE AS REGRAS CONTIDAS NESSE ARQUIVO E NO PORTAL

Leia mais

relataram que mesmo com os cursos de treinamento oferecidos, muitas vezes se

relataram que mesmo com os cursos de treinamento oferecidos, muitas vezes se PEDAGOGIA HOSPITALAR: PERSPECTIVAS PARA O TRABALHO DO PROFESSOR. Bergamo, M.G. (Graduanda em Pedagogia, Faculdades Coc); Silva, D.M. (Graduanda em Pedagogia, Faculdades Coc); Moreira, G.M. (Curso de Pedagogia,

Leia mais

Gerenciamento na Atenção Primária à Saúde: potencialidades e desafios vivenciados pelos gestores.

Gerenciamento na Atenção Primária à Saúde: potencialidades e desafios vivenciados pelos gestores. Gerenciamento na Atenção Primária à Saúde: potencialidades e desafios vivenciados pelos gestores. Joyce Santiago Ferreira Orientador: Profa. Dra. Claci Fátima Weirich Faculdade de Enfermagem, Goiânia-GO,

Leia mais

1 Introdução 1.1 Contextualização do Problema

1 Introdução 1.1 Contextualização do Problema 1 Introdução 1.1 Contextualização do Problema O papel do líder é muito relevante numa pequena empresa familiar. Isso se dá devido a vários fatores, dentre outros, deve-se enfatizar a dificuldade de criação

Leia mais

Avaliação de Planos de Saúde. Maio de 2015

Avaliação de Planos de Saúde. Maio de 2015 Avaliação de Planos de Saúde Maio de 2015 Índice OBJETIVO METODOLOGIA PLANO DE SAÚDE O Mercado de plano de saúde Perfil do beneficiário vs Não beneficiário Beneficiários Satisfação, Recomendação, Continuidade

Leia mais

Sustentabilidade em saúde. Dr. Reynaldo A. Brandt

Sustentabilidade em saúde. Dr. Reynaldo A. Brandt Sustentabilidade em saúde Dr. Reynaldo A. Brandt Definição Sustentabilidade é prover o melhor para as pessoas e para o ambiente tanto agora como para um futuro indefinido. É suprir as necessidades da geração

Leia mais

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas Julie Caroline de Alcântara Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP E-mail: juliealcantara.31@gmail.com

Leia mais

Sugestão de Projeto de Lei de Municipalização das 30 Horas

Sugestão de Projeto de Lei de Municipalização das 30 Horas Sugestão de Projeto de Lei de Municipalização das 30 Horas Texto construído com base em diversos trabalhos acadêmicos, dados do Cofen, dados do Coren, Fórum Nacional das 30 horas, Aben e do artigo Jornada

Leia mais

AS TEORIAS MOTIVACIONAIS DE MASLOW E HERZBERG

AS TEORIAS MOTIVACIONAIS DE MASLOW E HERZBERG AS TEORIAS MOTIVACIONAIS DE MASLOW E HERZBERG 1. Introdução 2. Maslow e a Hierarquia das necessidades 3. Teoria dos dois Fatores de Herzberg 1. Introdução Sabemos que considerar as atitudes e valores dos

Leia mais

CÓDIGO INTERNACIONAL DE ÉTICA PARA PROFISSIONAIS DE MEDICINA DO TRABALHO

CÓDIGO INTERNACIONAL DE ÉTICA PARA PROFISSIONAIS DE MEDICINA DO TRABALHO CÓDIGO INTERNACIONAL DE ÉTICA PARA PROFISSIONAIS DE MEDICINA DO TRABALHO Fonte: Portal Internet da ANAMT - Associação Nacional de Medicina do Trabalho: (http://www.anamt.org.br) Original: da ICOH - International

Leia mais

Fidelização dos consumidores aos planos de saúde e grau de interesse por quem não possui o benefício

Fidelização dos consumidores aos planos de saúde e grau de interesse por quem não possui o benefício 1 Fidelização dos consumidores aos planos de saúde e grau de interesse por quem não possui o benefício 2013 Índice 2 OBJETIVO E PÚBLICO ALVO METODOLOGIA PLANO DE SAÚDE O MERCADO DE PLANO DE SAÚDE PERFIL

Leia mais

FÓRUM DE HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E VOLUNTARIADO

FÓRUM DE HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E VOLUNTARIADO FÓRUM DE HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E VOLUNTARIADO A IMPORTÂNCIA DO VOLUNTARIADO NO PROCESSO DO HUMANIZAR FERNANDO BASTOS fernandobastosmoura@yahoo.com.br HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E PROFISSIONAIS DE SAÚDE DIAGNÓSTICO

Leia mais

III - ÁREA DE CONCENTRAÇÃO:

III - ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: ESTRUTURA I- Objetivo Geral 1. Desenvolver processo de ensino-aprendizagem no âmbito do trabalho em saúde e enfermagem, segundo conteúdos relacionados à Área de às Linhas de Pesquisa propostas neste Mestrado

Leia mais

3 Metodologia. 3.1. Introdução

3 Metodologia. 3.1. Introdução 3 Metodologia 3.1. Introdução Este capítulo é dedicado à forma de desenvolvimento da pesquisa. Visa permitir, através da exposição detalhada dos passos seguidos quando da formulação e desenvolvimento do

Leia mais

Quem Contratar como Coach?

Quem Contratar como Coach? Quem Contratar como Coach? por Rodrigo Aranha, PCC & CMC Por diversas razões, você tomou a decisão de buscar auxílio, através de um Coach profissional, para tratar uma ou mais questões, sejam elas de caráter

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA Resolução Nº 01/2011 UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE Regulamenta o Estágio Curricular - Internato obrigatório do Curso de Medicina do CCBS/UFCG. O Colegiado do Curso de Graduação em Medicina, no

Leia mais

QUADROS RESUMOS SÃO PAULO

QUADROS RESUMOS SÃO PAULO QUADROS RESUMOS SÃO PAULO Total de profissionais: 453.665 Enfermeiros: 105.438 Auxiliares e Técnicos de Enfermagem: 348.227 QUADRO RESUMO PERFIL SÓCIO ECONOMICO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM SÃO PAULO BLOCO

Leia mais

TÍTULO: PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO E ACADÊMICO DE DISCENTES DE ENFERMAGEM DE UMA UNIVERSIDADE PARTICULAR

TÍTULO: PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO E ACADÊMICO DE DISCENTES DE ENFERMAGEM DE UMA UNIVERSIDADE PARTICULAR TÍTULO: PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO E ACADÊMICO DE DISCENTES DE ENFERMAGEM DE UMA UNIVERSIDADE PARTICULAR CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

sua terceira versão, o PNDH-3 lançado em 2009 governo do ex-presidente Lula (2003-2010).

sua terceira versão, o PNDH-3 lançado em 2009 governo do ex-presidente Lula (2003-2010). FORMAÇÃO CONTINUADA NA LIDA DO POLICIAL CIVIL: estudo sobre as estratégias de formação continuada de policiais civis para o atendimento aos grupos vulneráveis Bárbara Aragão Teodoro Silva UFMG Este pôster

Leia mais

Fiscalização do Cremesp aponta falhas e irregularidades no Programa Mais Médicos na capital

Fiscalização do Cremesp aponta falhas e irregularidades no Programa Mais Médicos na capital Fiscalização do Cremesp aponta falhas e irregularidades no Programa Mais Médicos na capital Mais de um terço dos intercambistas do Programa Mais Médicos ou 35,7% deles - nunca teve contato com seu tutor,

Leia mais

Maria Angela Alves do Nascimento 2 Marluce Maria Araújo Assis 3

Maria Angela Alves do Nascimento 2 Marluce Maria Araújo Assis 3 Universidade Estadual de Feira de Santana Departamento de saúde Núcleo de Pesquisa Integrada em Saúde Coletiva - NUPISC NUPISC NÚCLEO DE PESQUISA INTEGRADA EM SAÚDE COLETIVA PRÁTICAS DO PROGRAMA SAÚDE

Leia mais

RELACIONAMENTO TERAPÊUTICO ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE TRANSPLANTADO CARDÍACO: FORÇA VITAL PARA A HUMANIZAÇÃO

RELACIONAMENTO TERAPÊUTICO ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE TRANSPLANTADO CARDÍACO: FORÇA VITAL PARA A HUMANIZAÇÃO RELACIONAMENTO TERAPÊUTICO ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE TRANSPLANTADO CARDÍACO: FORÇA VITAL PARA A HUMANIZAÇÃO O transplante cardíaco é uma forma de tratamento para os pacientes com insuficiência cardíaca

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

RELATÓRIO AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL FACULDADE POLITÉCNICA DE UBERLÃNDIA 2009-2010

RELATÓRIO AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL FACULDADE POLITÉCNICA DE UBERLÃNDIA 2009-2010 RELATÓRIO AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL FACULDADE POLITÉCNICA DE UBERLÃNDIA 2009-2010 UBERLÂNDIA, MG JANEIRO, 2011 1 Este relatório aqui apresentado foi elaborado pela Comissão Própria de Avaliação da Faculdade

Leia mais

Pesquisa Semesp 2009. Índice de Imagem e Reputação

Pesquisa Semesp 2009. Índice de Imagem e Reputação Pesquisa Semesp 2009 Índice de Imagem e Reputação Uma ferramenta estratégica para a qualidade de mercado Desvendar qual é a real percepção de seus públicos estratégicos com relação à atuação das instituições

Leia mais

Clima organizacional e o desempenho das empresas

Clima organizacional e o desempenho das empresas Clima organizacional e o desempenho das empresas Juliana Sevilha Gonçalves de Oliveira (UNIP/FÊNIX/UNESP) - jsgo74@uol.com.br Mauro Campello (MC Serviços e Treinamento) - mcampello@yahoo.com Resumo Com

Leia mais

Redes Sociais Em Apoio À Tomada De Decisão

Redes Sociais Em Apoio À Tomada De Decisão Redes Sociais Em Apoio À Tomada De Decisão Este assunto normalmente é tratado quando se aborda a coleta de dados no ciclo de Inteligência. No entanto, o fenômeno das redes sociais, atualmente, cresceu

Leia mais

A ÉTICA APLICADA A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: DE LEONARDO BOFF A EDGAR MORIN

A ÉTICA APLICADA A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: DE LEONARDO BOFF A EDGAR MORIN 1 A ÉTICA APLICADA A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: DE LEONARDO BOFF A EDGAR MORIN Heraldo Simões Ferreira 1 José Jackson Coelho Sampaio 2 Laryssa Sampaio Praciano 3 RESUMO Este artigo possui como objetivo trazer

Leia mais

Fator emocional. Fertilidade Natural: Fator emocional CAPÍTULO 8

Fator emocional. Fertilidade Natural: Fator emocional CAPÍTULO 8 CAPÍTULO 8 Fator emocional O projeto comum de ter filhos, construir a própria família, constitui um momento existencial muito importante, tanto para o homem como para a mulher. A maternidade e a paternidade

Leia mais

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo:

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo: 3 METODOLOGIA Apresenta-se a seguir a descrição da metodologia utilizada neste trabalho com o objetivo de expor os caminhos que foram percorridos não só no levantamento dos dados do estudo como também

Leia mais

Fique a vontade para responder o questionário, seja o mais verdadeiro possível.

Fique a vontade para responder o questionário, seja o mais verdadeiro possível. MODELO DE PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL 1 FICHA DE INSTRUÇÕES A proposta deste questionário é conhecer as pessoas que trabalham na empresa, analisar suas necessidades e insatisfações, e tornar a organização

Leia mais

TERAPIA DA ALEGRIA: TRABALHO VOLUNTÁRIO NO HOSPITAL MUNICIPAL DE MARINGÁ-PR

TERAPIA DA ALEGRIA: TRABALHO VOLUNTÁRIO NO HOSPITAL MUNICIPAL DE MARINGÁ-PR 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 TERAPIA DA ALEGRIA: TRABALHO VOLUNTÁRIO NO HOSPITAL MUNICIPAL DE MARINGÁ-PR Jaqueline de Carvalho Gasparotto 1 ; Jeferson Dias Costa 1, João Ricardo Vissoci

Leia mais

Aimportância do levantamento de informações e pesquisa na publicidade

Aimportância do levantamento de informações e pesquisa na publicidade Aimportância do levantamento de informações e pesquisa na publicidade UNIBAN Unidade Marte Disciplina: Planejamento de Campanha Prof. Me. Francisco Leite Aulas: 07.04.11 Agenda: A importância do levantamento

Leia mais

Processo de Negociação. Quem somos. Nossos Serviços. Clientes e Parceiros

Processo de Negociação. Quem somos. Nossos Serviços. Clientes e Parceiros Quem somos Nossos Serviços Processo de Negociação Clientes e Parceiros O NOSSO NEGÓCIO É AJUDAR EMPRESAS A RESOLVEREM PROBLEMAS DE GESTÃO Consultoria empresarial a menor custo Aumento da qualidade e da

Leia mais

MÉDICOS: AS METAMORFOSES DE UMA PROFISSÃO

MÉDICOS: AS METAMORFOSES DE UMA PROFISSÃO MÉDICOS: AS METAMORFOSES DE UMA PROFISSÃO Maria Helena Machado machado@fiocruz.ensp.br Lisboa, 2012 Para este estudo sobre a profissão médica foi realizada uma pesquisa buscando obter informações sobre

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 88-CEPE/UNICENTRO, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2011. Aprova o Curso de Especialização em MBA Gestão Estratégica de Pessoas, modalidade regular, a ser ministrado no Campus Santa Cruz, da UNICENTRO.

Leia mais

PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS - PAE

PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS - PAE CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIREÇÃO ACADÊMICA CPA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS - PAE SÃO LUIS MA 2009 DIRETORIA ACADÊMICA Diretor

Leia mais

CUIDADOS PALIATIVOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA EM PACIENTES TERMINAIS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

CUIDADOS PALIATIVOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA EM PACIENTES TERMINAIS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA CUIDADOS PALIATIVOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA EM PACIENTES TERMINAIS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA Jéssyka Cibelly Minervina da Costa Silva (NEPB/UFPB) jessykacibelly@gmail.com Maria Andréa Fernandes

Leia mais

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE X ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO EM UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE INTRODUÇÃO

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE X ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO EM UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE INTRODUÇÃO LÍVIA CRISTINA FRIAS DA SILVA SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE X ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO EM UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE Ms. Maria de Fátima Lires Paiva Orientadora São Luís 2004 INTRODUÇÃO Sistema Único de Saúde - Universalidade

Leia mais

A PERCEPÇÃO DO TÉCNICO DE ENFERMAGEM SOBRE LIMPEZA TERMINAL EM UTI

A PERCEPÇÃO DO TÉCNICO DE ENFERMAGEM SOBRE LIMPEZA TERMINAL EM UTI 1 A PERCEPÇÃO DO TÉCNICO DE ENFERMAGEM SOBRE LIMPEZA TERMINAL EM UTI INTRODUÇÃO Maria do Socorro Oliveira Guimarães - NOVAFAPI Paula Cristina Santos Miranda Queiroz - NOVAFAPI Rosania Maria de Araújo -

Leia mais

administração. Esse modelo intitulado taylorista, também denominado Racionalidade Gerencial, centrou-se na tarefa visando o máximo de produtividade,

administração. Esse modelo intitulado taylorista, também denominado Racionalidade Gerencial, centrou-se na tarefa visando o máximo de produtividade, TEORIAS ADMINISTRATIVAS NA SAÚDE: A LÓGICA CAPITALISTA QUE SUBORDINA AS TEORIAS ADMINISTRATIVAS Sônia Maria Alves de Paiva 1 Cristiane Aparecida Silveira 2 Elizabeth Laus Ribas Gomes 3 Maísa Crivellini

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SAÚDE E TRABALHO ENTRE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DE UM HOSPITAL ESTADUAL DO MUNICÍPIO DE ALTA FLORESTA - MT

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SAÚDE E TRABALHO ENTRE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DE UM HOSPITAL ESTADUAL DO MUNICÍPIO DE ALTA FLORESTA - MT AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SAÚDE E TRABALHO ENTRE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DE UM HOSPITAL ESTADUAL DO MUNICÍPIO DE ALTA FLORESTA - MT 1 TATIANA CORREA YAMACIRO DOS REIS 2 FRANCIANNE BARONI ZANDONADI 1 Bacharel

Leia mais

RESENHAS. Marketing Turístico e de Hospitalidade: Fonte de Empregabilidade e Desenvolvimento para o Brasil

RESENHAS. Marketing Turístico e de Hospitalidade: Fonte de Empregabilidade e Desenvolvimento para o Brasil RESENHAS Marketing Turístico e de Hospitalidade: Fonte de Empregabilidade e Desenvolvimento para o Brasil Erika Helena Bautto Completa, abrangente e extremamente didática, Marketing Turístico e de Hospitalidade:

Leia mais

Modelos Assistenciais em Saúde

Modelos Assistenciais em Saúde 6 Modelos Assistenciais em Saúde Telma Terezinha Ribeiro da Silva Especialista em Gestão de Saúde A análise do desenvolvimento das políticas de saúde e das suas repercussões sobre modos de intervenção

Leia mais

ESPECIAL 2014. SAÚDE da Mulher

ESPECIAL 2014. SAÚDE da Mulher ESPECIAL 2014 SAÚDE da Mulher ESPECIAL 2014 SAÚDE da MULHER APRESENTAÇÃO A mulher redefiniu seu papel na sociedade e tem hoje grandes desafios e variadas demandas que terminam por impactar no seu estilo

Leia mais

PERFIL DE EGRESSOS DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DA FEA.FUMEC

PERFIL DE EGRESSOS DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DA FEA.FUMEC PERFIL DE EGRESSOS DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DA FEA.FUMEC Lúcio Flávio Nunes Moreira luciof@fumec.br Faculdade de Engenharia e Arquitetura da Universidade FUMEC Rua Cobre, 200 Cruzeiro 30.310-190 -

Leia mais

BOAS PRÁTICAS NO DIA A DIA DAS CLÍNICAS DE IMAGEM

BOAS PRÁTICAS NO DIA A DIA DAS CLÍNICAS DE IMAGEM BOAS PRÁTICAS NO DIA A DIA DAS CLÍNICAS DE IMAGEM Introdução ÍNDICE Boas práticas no dia a dia das clínicas de imagem A Importância de se estar conectado às tendências As melhores práticas no mercado de

Leia mais

informe 30 anos de história no RN COOPERATIVA ODONTOLÓGICA DO RIO GRANDE DO NORTE Outubro 2012 www.uniodontorn.com.

informe 30 anos de história no RN COOPERATIVA ODONTOLÓGICA DO RIO GRANDE DO NORTE Outubro 2012 www.uniodontorn.com. Outubro 2012 NATAL www.unirn.com.br (84) 4009-4664 Rua Açu, 665 - Tirol Natal/RN - CEP 59020-110 30 anos de história no RN www.unirn.com.br COOPERATIVA LÓGICA DO RIO GRANDE DO NORTE ANS - n.º 34531-8 Palavra

Leia mais

INSERÇÃO PROFISSIONAL DO PSICÓLOGO EM ORGANIZAÇÕES E NO TRABALHO 30h/a

INSERÇÃO PROFISSIONAL DO PSICÓLOGO EM ORGANIZAÇÕES E NO TRABALHO 30h/a PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS INSERÇÃO PROFISSIONAL DO PSICÓLOGO EM ORGANIZAÇÕES E NO TRABALHO 30h/a EMENTA: Visão clássica da psicologia organizacional: história e desdobramentos.

Leia mais

BARBOSA, Bruno Ferreira do Serrado 1 LOURENÇO, Bruno da Silva 2 SOUZA, Camila Cruz de 3 GONÇALVES, Albina Nascimento da Rocha 4

BARBOSA, Bruno Ferreira do Serrado 1 LOURENÇO, Bruno da Silva 2 SOUZA, Camila Cruz de 3 GONÇALVES, Albina Nascimento da Rocha 4 O QUE TE ESTRESSA, PROFESSOR? PANORAMA DO ESTRESSE DE PROFESSORES DA ESCOLA DE SAÚDE DO MEIO AMBIENTE DE UMA UNIVERSIDADE DA ZONA OESTE DO RIO DE JANEIRO BARBOSA, Bruno Ferreira do Serrado 1 LOURENÇO,

Leia mais

Investimento para Mulheres

Investimento para Mulheres Investimento para Mulheres Sophia Mind A Sophia Mind Pesquisa e Inteligência de Mercado é a empresa do grupo de comunicação feminina Bolsa de Mulher voltada para pesquisa e inteligência de mercado. Cem

Leia mais

Análise dos resultados

Análise dos resultados Análise dos resultados Produção de bens e serviços de saúde A origem dos bens e serviços ofertados em qualquer setor da economia (oferta ou recursos) pode ser a produção no próprio país ou a importação.

Leia mais

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO

Leia mais

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros.

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros. 3 - Introdução 4 - Quais são as métricas para alcançar uma boa ÍNDICE As Métricas Fundamentais da Gestão Hospitalar gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos 11 - Indicadores operacionais 14 - Indicadores

Leia mais

XVI Encontro de Iniciação à Pesquisa Universidade de Fortaleza 20 a 22 de Outubro de 2010

XVI Encontro de Iniciação à Pesquisa Universidade de Fortaleza 20 a 22 de Outubro de 2010 XVI Encontro de Iniciação à Pesquisa Universidade de Fortaleza 20 a 22 de Outubro de 2010 PERFIL DOS PROFESSORES-PESQUISADORES DOS CURSOS DA SAÚDE DE UMA UNIVERSIDADE CEARENSE Palavras-chave: Educação

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 22-CEPE/UNICENTRO, DE 2 DE SETEMBRO DE 2014. Aprova o Curso de Especialização em Gestão Estratégica de Pessoas, modalidade regular, a ser ministrado no Campus de Irati, da UNICENTRO. O VICE-REITOR,

Leia mais

Enquete. Dia dos Professores

Enquete. Dia dos Professores Enquete Dia dos Professores No dia 15 de outubro será comemorado o dia do professor. Muito se fala que a profissão, apesar de muito importante, perdeu seu glamour e prestígio, sendo incapaz de atrair a

Leia mais