Licenciamento do Pessoal Aeronáutico

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1 Normativo Técnico 7 Licenciamento do Pessoal Aeronáutico PARTE A: Generalidades Aplicabilidade Definições Siglas/Acrónimos 12 PARTE B: Licenças, Qualificações e Autorizações Aplicabilidade Passibilidade de Registo Licenças Passíveis de Emissão Prerrogativas das Licenças Atribuição de Qualificações para Categorias de Aeronaves Atribuição de Qualificações para Classes de Aeronaves Atribuição de Qualificações para Tipos de Aeronave Atribuição de Qualificações de Voo por Instrumentos - Aeronaves Atribuição da Categoria de Instrutor de Voo e de Qualificações por Classe Atribuição da Categoria de Engenheiro de Voo e Respectivas Qualificações Atribuição de Qualificações a Instrutor Teórico Atribuição de Categorias a Técnicos de Manutenção Aeronáutica Atribuição de Qualificações a Técnicos de Manutenção Aeronáutica Atribuição de Qualificações a Especialistas em Reparações Aeronáuticas Atribuição de Qualificações a Armadores de Pára-quedas Atribuição de Qualificações a Controladores de Tráfego Aéreo Autorizações Emitidas por Recomendação Especial Prazos de Validade das Licenças, Qualificações e Autorizações Restrições Especiais A Licenças, Qualificações e Autorizações 19 PARTE C: Validação de Licenças e Qualificações Estrangeiras Validação Generalidades Conversão de Licenças e Qualificações para Cidadãos Angolanos 20 Pág. 1 de 107

2 Pág. 2 de Validação de Licenças para Trabalhar em Angola a Cidadãos Estrangeiros Validação de Licenças para o Uso das Prerrogativas de Piloto Particular a Cidadãos Estrangeiros Pilotos Militares (Antigos ou em Actividade): Regras Especiais 22 PARTE D: Requisitos Gerais de Treino Registo dos Tempos de Treino Treino de Voo Recebido de Instrutores de Voo não licenciados pelo INAVIC Formação em Programa de Treino Validado por outros Normativos Técnicos: Regras Especiais Utilização Permitida de Simuladores de Voo 23 PARTE E: Condições Gerais de Examinação Exames: Procedimento Geral Teste de Conhecimento: Pré-requisitos e Classificações Necessárias para Aprovação Teste Prático: Pré-requisitos Teste prático a Pilotos: Demonstração de Aptidão Testes Práticos: Aeronave e Equipamento Necessários Restrições na Utilização de Simuladores de Voo Repetição do Teste após Reprovação Proficiência Linguística 26 PARTE F: Licenciamento de Tripulantes de Voo Secção I: Qualificações para Aeronave e Autorizações a Pilotos Requisitos Gerais Requisitos para a Qualificação Instrumentos Qualificações de Categoria Qualificações de Classe Qualificações de Tipo Requisitos para Autorizações a Pilotos de Categoria II e III Recomendação para Operador de Rádio de Tripulação de Voo 31 Secção II: Alunos-piloto Aplicabilidade Requisitos de Elegibilidade para Alunos-piloto Generalidades Candidatura para Aluno-piloto Requisitos para Aluno-piloto solo 32

3 Requisitos para Voo de Viagem solo de um Aluno-piloto 32 Secção III: Pilotos Particulares Aplicabilidade Requisitos para a Candidatura à Licença de Piloto Particular Generalidades Requisitos de Conhecimentos Aeronáuticos para Piloto Particular Requisitos para a Instrução de Pilotos Particulares Requisitos de Experiência Aeronáutica para Pilotos Particulares Restrições na Emissão de Licenças de Piloto Particular 35 Secção IV: Pilotos Comerciais Aplicabilidade Requisitos para a Candidatura à Licença de Piloto Comercial Generalidades Requisitos de Conhecimentos Aeronáuticos para Piloto Comercial Requisitos para a Instrução de Pilotos Comerciais Requisitos de Experiência Aeronáutica para Pilotos Comerciais Restrições na Emissão de Licenças de Piloto Comercial 37 Secção V: Pilotos de Tripulação Múltipla (Categoria Avião) Aplicabilidade Requisitos para a Candidatura à Licença de Piloto de Tripulação Múltipla (Avião) Generalidades Requisitos de Conhecimentos Aeronáuticos para Piloto de Tripulação Múltipla (Avião) Requisitos para a Instrução de Pilotos de Tripulação Múltipla (Avião) Requisitos de Experiência Aeronáutica para Pilotos de Tripulação Múltipla (Avião) Restrições na Emissão de Licenças de Piloto de Tripulação Múltipla 39 Secção VI: Pilotos de Linha Aérea Aplicabilidade Requisitos para a Candidatura à Licença de Piloto de Linha Aérea Generalidades Conhecimentos Aeronáuticos de um Piloto de Linha Aérea Requisitos de Proficiência de Voo para Pilotos de Linha Aérea Experiência Aeronáutica de Pilotos de linha Aérea: Qualificação para a Categoria Avião Qualificações Adicionais por Categoria, Classe e Tipo de Aeronave Restrições na Emissão de Licenças de Piloto de Linha Aérea 42 Secção VII: Instrutores de Voo 42 Pág. 3 de 107

4 Pág. 4 de Aplicabilidade Requisitos para a Candidatura à Licença de Instrutor de Voo Generalidades Conhecimentos Aeronáuticos de um Instrutor de Voo Requisitos de Proficiência de Voo para Instrutores de Voo Qualificações Adicionais para Instrutores de Voo Renovação da Licença de Instrutor de Voo Licenças e Qualificações de Instrutor de Voo Expiradas 45 Secção VIII: Engenheiros de Voo Aplicabilidade Requisitos para a Candidatura à Licença de Engenheiro de Voo Requisitos de Conhecimentos Aeronáuticos para Engenheiros de Voo Requisitos de Experiência Aeronáutica para Engenheiros de Voo Requisitos de Experiência Operacional para Engenheiros de Voo Requisitos de Aptidão Aeronáutica para Engenheiros de Voo Qualificações Adicionais para Aeronave para Engenheiros de Voo 46 Secção I: Navegadores Aeronáuticos Aplicabilidade Requisitos para a Candidatura à Licença de Navegador Aeronáutico Requisitos de Conhecimentos Aeronáuticos para Navegadores Aeronáuticos Requisitos de Experiência Aeronáutica para Navegadores Aeronáuticos Requisitos de Aptidão Aeronáutica para Navegadores Aeronáuticos 48 PARTE G: Licenciamento de Outros Tripulantes (não aviadores) Aplicabilidade 48 Secção I: Tripulantes de Cabine Aplicabilidade Requisitos para a Candidatura à Licença de Tripulante de Cabine Requisitos de Conhecimentos Aeronáuticos para Tripulantes de Cabine Requisitos de Experiência Aeronáutica para Tripulantes de Cabine Requisitos de Aptidão para Tripulantes de Cabine 49 Secção II: Instrutores Teóricos Aplicabilidade 49

5 7.323 Requisitos para a Candidatura à Licença de Instrutor Teórico Requisitos de Actualização para Instrutores Teóricos 50 Secção III: Despachantes de Voo Aplicabilidade Requisitos para a Candidatura à Licença de Despachante de Voo Requisitos de Conhecimentos para Despachantes de Voo Requisitos de Experiência ou Treino para Despachantes de Voo Requisitos de Aptidão para Despachantes de Voo Restrições na Emissão de Licenças de Despachante de Voo 51 Secção IV: Técnicos de Manutenção Aeronáutica Aplicabilidade Requisitos de Elegibilidade para Técnicos de Manutenção Aeronáutica Generalidades Requisitos de Conhecimentos para Técnicos de Manutenção Aeronáutica Requisitos de Experiência para Técnicos de Manutenção Aeronáutica Requisitos de Aptidão Prática para AMTs AMTs Formados por ATOs 52 Secção V: Autorizações para Inspecção a AMTs Aplicabilidade Requisitos de Elegibilidade para a Concessão de Autorizações para Inspecção a AMTs Generalidades Duração da Autorização Renovação da Autorização 53 Secção VI: Especialistas em Reparações Aeronáuticas Aplicabilidade Licença de Especialista em Reparações aeronáuticas Elegibilidade Qualificações para ARSs Associados a AMOs Licença de ARS: Construção de Aeronaves Experimentais Elegibilidade Licenças de ARS: Construção de Aeronaves Experimentais 55 Secção VII: Armadores de Pára-quedas Aplicabilidade Requisitos de Elegibilidade para Armadores de Pára-quedas Generalidades Licença de Armador de Pára-quedas Sénior: Requisitos de Experiência, Conhecimentos e Aptidão 56 Pág. 5 de 107

6 Pág. 6 de Licença de Mestre Armador de Pára-quedas: Requisitos de Experiência, Conhecimentos e Aptidão Transferência de Qualificações Tipo para Armadores de Pára-quedas Qualificações de Tipo Adicionais para Armadores de Pára-quedas: Requisitos 57 Secção VIII: Operador de Estação Aeronáutica Aplicabilidade Requisitos de Elegibilidade para Operadores de Estação Aeronáutica: Generalidades Requisitos de Conhecimentos para Operadores de Estação Aeronáutica Requisitos de Experiência para Operadores de Estação Aeronáutica Requisitos de Aptidão para Operadores de Estação Aeronáutica 58 PARTE H: Licenciamento de Controladores de Tráfego Aéreo Aplicabilidade Requisitos de Elegibilidade para Controladores de Tráfego Aéreo Generalidades Requisitos de Conhecimentos para Operadores de Tráfego Aéreo Requisitos de Experiência para Controladores de Tráfego Aéreo Requisitos de Aptidão para Controladores de Tráfego Aéreo Atribuição Simultânea de Qualificações para Controladores de Tráfego Aéreo 59 ANEOS Anexo 1 de 7.107: Escalonamento da Proficiência Linguística 61 Anexo 1 de 7.095: Pré-requisitos para os Testes Práticos 65 Anexo 1 de 7.100: Testes Práticos: Requisitos de Aeronave, Simulação e Equipamento 65 Anexo 1 de 7.103: Utilização de Simulador de Voo ou Equipamento de Treino de Voo Aprovados 67 Anexo 1 de Requisitos de Conhecimentos Aeronáuticos para a Qualificação Instrumentos 67 Anexo 2 de 7.113: Requisitos para a Qualificação Instrumentos para Instrução de Voo 69 Anexo 3 de 7.113: Requisitos de Experiência Aeronáutica para a Qualificação Instrumentos 69 Anexo 1 de 7.123: Requisitos Gerais para as Autorizações de Categoria II e III 70 Anexo 2 de 7.123: Exame Prático Oral para Autorizações para Categoria II ou III 71 Anexo 3 de 7.123: Exame Prático de Voo para Autorizações para Categoria II ou III 72 Anexo 4 de 7.123: Requisitos Gerais para Autorizações de Categoria II ou III a Pilotos 73 Anexo 1 de 7.137: Manobras e Procedimentos para o Treino antes do Voo solo de Alunos-Piloto 73 Anexo 1 de 7.140: Manobras e Procedimentos para o Treino de Voos de Viagem para Alunos-piloto 75 Anexo 1 de 7.155: Requisitos de Conhecimentos Aeronáuticos para Pilotos Particulares 76

7 Anexo 1 de 7.157: Requisitos de Instrução de Voo para Pilotos Particulares 79 Anexo 1 de 7.160: Requisitos de Experiência para Pilotos Particulares 81 Anexo 1 de 7.163: Restrições nas Licenças de Piloto Particular com Qualificações para Balão 82 Anexo 1 de 7.175: Requisitos de Conhecimentos Aeronáuticos para Pilotos Comerciais 83 Anexo 1 de 7.177: Requisitos de Instrução de Voo para Pilotos Comerciais 85 Anexo 1 de 7180: Requisitos de Experiência Aeronáutica para Pilotos Comerciais 88 Anexo 1 de 7.200: Requisitos para Piloto de Tripulação Múltipla 90 Anexo 1 de 7.215: Requisitos de Conhecimentos Aeronáuticos para Pilotos de Linha Aérea 91 Anexo 1 de 7.217: Requisitos de Proficiência de Voo para Pilotos de Linha Aérea 94 Anexo 1 de 7.220: Experiência Aeronáutica dos Pilotos de Linha Aérea 94 Anexo 1 de 7.235: Requisitos de Conhecimentos Aeronáuticos para Instrutores de Voo 96 Anexo 1 de 7.237: Requisitos de Instrução de Voo para Instrutores de Voo 96 Anexo 1 de 7.255: Requisitos de Conhecimentos Aeronáuticos para Engenheiros de Voo 98 Anexo 1 de 7.257: Requisitos de Experiência Aeronáutica para Engenheiros de Voo 99 Anexo 1 de 7.260: Requisitos de Experiência Operacional para Engenheiros de Voo 100 Anexo 1 de 7.263: Requisitos de Aptidão Aeronáutica para Engenheiros de Voo 100 Anexo 1 de 7.275: Requisitos de Conhecimentos Aeronáuticos para Navegadores Aeronáuticos 100 Anexo 1 de 7.280: Requisitos de Aptidão Aeronáutica para Navegadores Aeronáuticos 101 Anexo 1 de 7.335: Requisitos de Conhecimentos Aeronáuticos para Despachantes de Voo 102 Anexo 1 de 7.337: Requisitos de Experiência Aeronáutica para Despachantes de Voo 103 Anexo 1 de 7.340: Requisitos de Aptidão para Despachantes de Voo 103 Anexo 1 de 7.355: Áreas de Conhecimento Teórico para Técnicos de Manutenção Aeronáutica 103 Anexo 1 de 7.357: Requisitos de Experiência para Técnicos de Manutenção Aeronáutica 104 Anexo 1 de 7.425: Requisitos de Conhecimentos para Operadores de Estação Aeronáutica 104 Anexo 1 de 7.427: Requisitos de Experiência para Operadores de Estação Aeronáutica 105 Anexo 1 de 7.430: Requisitos de Aptidão para Operadores de Estação Aeronáutica 105 Anexo 1 de 7.445: Requisitos de Conhecimentos para Controladores de Tráfego Aéreo 105 Anexo 1 de 7.447: Requisitos de Experiência para Controladores de Tráfego Aéreo 106 Pág. 7 de 107

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10 PARTE A: Generalidades Aplicabilidade a) Este Normativo Técnico define os princípios da República de Angola para: (1) Emissão de licenças de aviador, qualificações e autorizações para essas licenças, quando aplicáveis; (2) As condições em que essas licenças, qualificações e autorizações são necessárias; (3) As limitações para a emissão dessas licenças, qualificações e autorizações. Nota: Algumas licenças requerem um certificado médico de aviação válido por forma a permitir ao seu titular o exercício pleno das suas funções. As provisões para o certificado médico de aviação são estabelecidas no Normativo Técnico 8. b) Este Normativo Técnico aplica-se a todas as pessoas que pretendem obter licenças de acordo com o Regulamento de Aviação de Angola e às pessoas e organizações que provêem e supervisionam o treino, experiência e autorizações exigidas Definições c) No que diz respeito a este Normativo Técnico, aplicam-se as seguintes definições: Nota: Mais itens relacionados com a Aviação estão definidos no Normativo Técnico 1 deste Regulamento. (1) Aeronave, Categoria de. Qualificação de aeronaves segundo características básicas especificadas. Por exemplo: Avião, Helicóptero, Mais-Leve-do-que-Ar, Descolagem Vertical. (2) Aeronave Certificada para Operação com um co-piloto. Um tipo de aeronave para a qual, segundo as especificações do Manual de Voo ou do Certificado de Operador Aéreo, se exige que seja operada com um co-piloto. (3) Aeronave Certificada para Operação com um só Piloto. Um tipo de aeronave para a qual o País de Registo, na sequência do processo de certificação, determinou que pode ser operada de forma segura por uma tripulação mínima de um piloto. (4) Aeronave, Tipo de. Todas as aeronaves com o mesmo desenho básico, incluindo eventuais modificações, excepto as que resultem em alterações na forma de a controlar ou nas características da sua forma de voar. (5) Ameaça. Acontecimentos ou erros que ocorrem fora da esfera de influência da tripulação de voo e que aumentam a complexidade operacional, tendo que ser geridos por forma a manter a margem de segurança. (6) Ameaça, Gestão da. O processo de detecção e reacção à ameaça, com aplicação de medidas que mitigam ou eliminam as consequências da ameaça em causa, reduzindo assim a probabilidade da ocorrência de erros futuros ou indesejáveis condições operacionais das aeronaves. (7) Avião Complexo. Avião com trem de aterragem retráctil (excepto nos hidroaviões), flaps e hélice de passo variável. (8) Avião de Alta Performance. Um avião com um motor com força propulsora superior a 200 cavalos de potência. Pág. 10 de 107

11 (9) Boa Prática de Pilotagem (Airmanship). O uso consistente de boas decisões e conhecimentos aprofundados, perícia e atitude adequadas para cumprir os objectivos do voo. (10) Comandante sob Supervisão. O co-piloto operando sob supervisão do Comandante, executando as funções e com as responsabilidades de um Comandante, em conformidade com metodologia de supervisão aceite pela autoridade licenciadora. (11) Competência. Uma combinação de aptidões, conhecimentos e atitudes necessárias para executar uma tarefa de acordo com os standards em vigor. (12) Competência, Elemento de. Uma acção que se traduz numa tarefa com um evento desencadeador e um evento finalizador que definem claramente os seus limites e um resultado comprovável. (13) Competência, Unidade de. Uma função isolada que consiste num determinado número de Elementos de Competência. (14) Controlador de Tráfego Aéreo Qualificado. Controlador de tráfego aéreo detentor de licença e a quem foi atribuída qualificação válida em conformidade com as funções a desempenhar. (15) Co-piloto ou Segundo em Comando. Piloto exercendo qualquer função de pilotagem que não a de Comandante, excluindo o caso de pilotos que se encontram a bordo da aeronave com o único propósito de receberem instrução de voo. (16) Crédito. Reconhecimento de meios alternativos ou qualificações prévias. (17) Critérios de Desempenho. Declarações simples de avaliação do resultado esperado de um Elemento de Competência e descrição dos critérios usados para decidir se o nível de desempenho requerido foi atingido ou não. (18) Curso de Refrescamento de Voo. Um processo de refrescamento dos conhecimentos e aptidões aeronáuticas apropriadas para uma licença de piloto e respectivas qualificações, liderado por um instrutor licenciado e levado a cabo em ambiente de instrução. (19) Equipamento de Simulação de Voo. Qualquer dos três tipos seguintes de equipamentos em que as condições de voo são simuladas em terra: (i) Um simulador de voo que proporciona uma representação exacta da cabine de pilotagem de um tipo de aeronave específico, de tal forma que as funções dos sistemas mecânicos, eléctricos, electrónicos, etc. de controlo da aeronave, o ambiente normal que rodeia a tripulação de voo e o desempenho e características de voo de uma aeronave desse tipo são simuladas de forma realista; (ii) Um simulador de procedimentos de voo (flight procedures trainer) que proporciona um ambiente de cabine de pilotagem realista e que simula as respostas de instrumentos, funções básicas mecânicas, eléctricas electrónicas, etc. dos sistemas de controlo da aeronave e o desempenho e características de voo de uma aeronave de uma determinada classe; (iii) Um link trainer que está equipado com os instrumentos apropriados e que simula o ambiente numa cabine de pilotagem de uma aeronave em condição de voo por instrumentos. (20) Erro. Uma acção ou a falta dela, por parte da tripulação de voo, que conduz a desvios nos procedimentos, nas intenções ou nas expectativas da tripulação de voo. Pág. 11 de 107

12 (21) Erro, Gestão do. O processo de detecção e reacção a erros, com aplicação de medidas que mitigam ou eliminam as consequências dos ditos erros, reduzindo assim a probabilidade da ocorrência de erros futuros ou indesejáveis condições operacionais das aeronaves. (22) Pilotar. Manipulação dos controlos de voo de uma aeronave durante o tempo de voo. (23) Qualificação. Autorização incluída numa licença ou a ela associada, dela fazendo parte integrante, especificando condições especiais, prerrogativas ou limitações relativas à licença. (24) Simulador de Voo. Ver Equipamento de Simulação de Voo. (25) Treino Aprovado. Treino efectuado com um programa especial e supervisão aprovada pelo país contratante. (26) Validação da Licença. A acção ou conjunto de actos levados a cabo pelo país contratante tendente a constituir uma alternativa à emissão de licença emitida pelo próprio país, implicitamente aceitando como válida e equivalente a licença emitida por outro país contratante. (27) Voo de viagem. Um voo entre um ponto de partida e um ponto de chegada no seguimento de uma rota pré-planeada fazendo uso de procedimentos de navegação standard Siglas/Acrónimos a) Neste Normativo Técnico são utilizadas as seguintes siglas e acrónimos: (1) AH Altura de Alerta (derivada do original em Inglês Alert Height) (2) AGL Acima do Nível do Solo (derivada do original em Inglês Above Ground Level) (3) AMO Organização de Manutenção Aprovada (derivada do original em Inglês Approved Maintenance Organization) (4) AMT Técnico de Manutenção Aeronáutica (derivado do original em Inglês Aviation Maintenance Technician) (5) ARS Especialista em Reparações Aeronáuticas (derivado do original em Inglês Aviation Repair Specialist) (6) A/T Propulsão controlada automaticamente (derivado do original em Inglês Auto-Throttle) (7) ATO Organização de Treino Aeronáutico (derivado do original em Inglês Aviation Training Organization) (8) DH Altura de Decisão (derivada do original em Inglês Decision Height) (9) IA Autorização para Inspecção (derivado do original em Inglês Inspection Authorization) (10) ICAO Organização Internacional da Aviação Civil (derivado do original em Inglês International Civil Aviation Organization) (11) IFR Regras de Voo por Instrumentos (derivado do original em Inglês Instrument Flight Rules) (12) PAR Aproximação por Radar de Precisão (derivado do original em Inglês Precision Approach Radar) (13) PIC Comandante (derivado do original em Inglês Pilot in Command) (14) SAR Aproximação por Radar Monitor (derivado do original em Inglês Surveillance Approach Radar) (15) SIC Co-piloto (derivado do original em Inglês Second in Command) (16) VFR Regras de Voo Visual (derivado do original em Inglês Visual Flight Rules) PARTE B: Licenças, Qualificações e Autorizações Aplicabilidade a) Este parágrafo descreve as licenças, qualificações e autorizações emitidas pelo INAVIC e prescreve os requisitos para testar e validar as mesmas. Pág. 12 de 107

13 7.013 Passibilidade de Registo a) Não pode ser concedida uma licença nem atribuída uma qualificação a quem não esteja em conformidade com os requisitos deste Normativo Técnico ou qualquer outra disposição do Regulamento de Segurança da Aviação Civil, nomeadamente no que diz respeito a idade, conhecimentos, experiência, instrução de voo, perícia e aptidão clínica especificados para a licença ou qualificação pretendida. b) Não pode ser concedida uma licença nem atribuída uma qualificação a quem não tenha comprovado e satisfatoriamente demonstrado, de acordo com os critérios do INAVIC, a sua aptidão para preencher os requisitos de conhecimentos e perícia, tal como estão especificados para a licença ou qualificação pretendida. c) Numa licença de piloto não pode ser atribuída uma qualificação quanto à categoria, classe ou tipo de aeronave, salvo se a qualificação corresponde à categoria, classe ou tipo de aeronave usada para demonstrar a perícia e conhecimentos necessários para a emissão da licença Licenças Passíveis de Emissão a) De acordo com o disposto neste Normativo Técnico, o INAVIC pode emitir as seguintes licenças: (1) Aluno-piloto (2) Piloto Particular (3) Piloto Comercial (4) Piloto de Tripulação Múltipla (5) Piloto de Linha Aérea (6) Instrutor de Voo (7) Instrutor teórico (8) Engenheiro de Voo (9) Navegador Aeronáutico (10) Armador de Pára-quedas Sénior (11) Mestre Armador de Pára-quedas (12) Técnico de Manutenção Aeronáutica (13) Especialista em Reparações Aeronáuticas (14) Despachante de Voo (15) Assistente de Cabine (16) Controlador de Tráfego Aéreo (17) Operador de Estacão Aeronáutica Nota: Os atributos associados a estas licenças são descritos nos parágrafos que se seguem Prerrogativas das Licenças a) Geral. Uma pessoa só pode exercer funções em Aviação para as quais se exige a titularidade de uma licença segundo o Regulamento de Segurança da Aviação Civil, se essa licença for emitida em conformidade com o especificado neste Normativo Técnico e/ou, quando aplicável, em conformidade com os Standards do Anexo 1 da ICAO: Pág. 13 de 107

14 b) Licenças de Piloto, Engenheiro de Voo e Instrutor de Voo. Os atributos destas licenças estão descritos na Parte C do Normativo Técnico 10. c) Licença de Navegador Aeronáutico. Os atributos desta licença estão descritos na Parte C do Normativo Técnico 10. d) Técnico de Manutenção Aeronáutica, Autorização para Inspecção e Especialista em Reparações Aeronáuticas. Os atributos destas licenças estão descritos na Parte G do Normativo Técnico 4. e) Despachantes de Voo. Os atributos destas licenças estão descritos na Parte C do Normativo Técnico 16. f) Armador de Pára-quedas. (1) Um Armador de Pára-quedas sénior para o efeito licenciado, cumulativamente, pode: (i) Embalar ou fazer a manutenção (excepto no caso de grandes reparações) de qualquer tipo de pára-quedas para o qual esteja qualificado; (ii) Supervisionar o embalamento, executado por outras pessoas, de qualquer tipo de páraquedas para o qual esteja qualificado. (2) Um Mestre Armador de Pára-quedas para o efeito licenciado, cumulativamente, pode: (i) Embalar, fazer a manutenção ou alterar qualquer tipo de pára-quedas para o qual esteja qualificado; (ii) Supervisionar o embalamento, manutenção ou alteração de qualquer tipo de pára-quedas para o qual esteja qualificado quando essas actividades sejam exercidas por outras pessoas. (3) Um armador de pára-quedas não está obrigado a preencher os requisitos quanto a instalações, equipamento, padrões de desempenho, registos, experiência recente e selagem enquanto exerça a actividade de embalamento, manutenção ou alteração (devidamente autorizada) do pára-quedas principal de um pára-quedas duplo utilizado para salto intencional. g) Instrutor Teórico. (1) Instrutor Teórico Básico. Uma pessoa qualificada como tal está cumulativamente autorizada a: (i) Dar instrução teórica nas áreas do conhecimento aeronáutico necessárias para a emissão de uma licença de Piloto Particular e respectivas qualificações; (ii) Dar instrução teórica para a Refrescamento de um Piloto Privado; (iii) Fazer a recomendação para o teste teórico requerido para a emissão de uma licença de Piloto Particular. (2) Instrutor Teórico Avançado. Uma pessoa qualificada como tal está cumulativamente autorizada a: (i) Dar instrução em terra nas áreas do conhecimento aeronáutico necessárias para a emissão de qualquer licença ou qualificação; (ii) Dar instrução em terra para a Refrescamento de voo associada a qualquer licença; (iii) Fazer a recomendação para o teste teórico requerido para a emissão de qualquer licença. (3) Instrutor Teórico de Instrumentos. Uma pessoa qualificada como tal está cumulativamente autorizada a: (i) Dar instrução em terra nas áreas do conhecimento aeronáutico necessárias para a atribuição de uma qualificação em Instrumentos; (ii) Dar instrução em terra para um teste de proficiência instrumental; Pág. 14 de 107

15 (iii) Fazer a recomendação para o teste teórico requerido para a atribuição de qualquer qualificação em Instrumentos. (4) Uma pessoa que seja titular de uma licença de Instrutor teórico está autorizada, dentro dos limites das respectivas qualificações, a assinar a caderneta de voo ou outros registos de treino. h) Assistentes de Cabine. Os atributos desta licença estão descritos na Parte B do Normativo Técnico 13. i) Operador de Estação Aeronáutica. As prerrogativas desta licença permitem que o titular opere uma Estação Aeronáutica. O titular deverá ser proficiente na operação dos equipamentos usados nesta Estação conforme as normas e procedimentos actualizados. j) Controlador de Tráfego Aéreo. (1) As prerrogativas de um titular de uma licença de Controlador de Tráfego Aéreo associadas a cada uma das qualificações que se seguem são: (i) Controlador de Torre Exercer ou supervisionar o serviço de controlo para o aeródromo para o qual o titular está qualificado; (ii) Controlador de Aproximação Exercer ou supervisionar o serviço de controlo de Aproximação para o aeródromo ou aeródromos para os quais a licença o qualifica, dentro do espaço aéreo sob jurisdição da entidade que provê o serviço de Controlo de Aproximação; (iii) Controlador de Aproximação Radar Exercer ou supervisionar o serviço de controlo de Aproximação através do uso de radar ou outros sistemas de vigilância aérea no aeródromo ou aeródromos para os quais a licença o qualifica, dentro do espaço aéreo sob jurisdição da entidade que provê o serviço de Controlo de Aproximação; dependendo da experiência e aptidão requeridas, as prerrogativas deverão incluir a utilização de radares monitor (SAR); (iv) Controlador de Aproximação Radar de Precisão Exercer e/ou supervisionar o serviço de Controlo de Aproximação Radar de Precisão no aeródromo para o qual o titular está qualificado (PAR); (v) Controlador de Centro Exercer ou supervisionar o serviço de controlo do espaço aéreo dentro da área para a qual o titular da licença está qualificado; (vi) Controlador de Centro Radar - Exercer ou supervisionar o serviço de controlo do espaço aéreo utilizando radar, dentro da área para a qual o titular da licença está qualificado. (2) As prerrogativas associadas a esta licença não deverão ser exercidas sem que o titular da licença esteja familiarizado com toda a informação actualizada considerada pertinente. (3) As prerrogativas associadas a esta licença não permitem ao seu titular dar instrução em ambiente operacional, salvo se o INAVIC atribuir ao titular da licença uma autorização específica para o efeito. (4) No que respeita a uma qualificação específica, esta tornar-se-á inválida se o titular da licença tiver cessado o uso das respectivas prerrogativas por um período que exceda 6 meses. Neste caso, a qualificação permanecerá inválida até que o titular da licença restabeleça a sua competência na qualificação em causa Atribuição de Qualificações para Categorias de Aeronaves Pág. 15 de 107

16 a) O INAVIC pode atribuir qualificações a pilotos para as seguintes categorias de aeronaves: (1) Avião (2) Aeronave de Descolagem Vertical (3) Aeronave com Rotores (4) Planador (5) Aeronave Mais-Leve-do-que-Ar Atribuição de Qualificações para Classes de Aeronaves a) O INAVIC pode atribuir qualificações a pilotos para as seguintes classes de aviões: (1) Monomotor (2) Monomotor hidroavião (3) Multi-motor (4) Multi-motor hidroavião. b) O INAVIC pode atribuir qualificações a pilotos para as seguintes classes de aeronaves com rotores: (1) Helicóptero (2) Giroplano. c) O INAVIC pode atribuir qualificações a pilotos para as seguintes classes de aeronaves Mais-Leve-doque-Ar: (1) Dirigível (2) Balão Atribuição de Qualificações para Tipos de Aeronave a) Podem ser atribuídas qualificações que permitem a um titular de licença exercer as prerrogativas de piloto comandante dos seguintes tipos de aeronave: (1) Grande aeronave excluindo mais-leve-do-que-ar (2) Jactos pequenos (3) Helicóptero pequeno para operações que requeiram um certificado de Piloto de Linha Aérea (4) Aeronave certificada para ser pilotada por pelo menos dois pilotos (5) Qualquer aeronave para a qual o INAVIC julgue ser necessária a atribuição de uma qualificação. b) Pode ser atribuída uma qualificação a Co-pilotos para todos os tipos de aeronave referidos na alínea anterior excepto o designado em (3). c) Podem ser atribuídas qualificações de tipo a Engenheiros de Voo que se tenham qualificado no respectivo tipo de aeronave. d) Todas as restrições inerentes às qualificações deverão ser especificadas na respectiva licença. e) No caso de operações de transporte aéreo comercial em aeronaves com menos de libras de peso (5700 Kg) podem ser atribuídas classificações que permitam aos titulares da licença exercer as prerrogativas de Comandante ou Co-piloto Atribuição de Qualificações de Voo por Instrumentos - Aeronaves a) Podem ser atribuídas qualificações para as seguintes aeronaves: (1) Instrumentos - Avião Pág. 16 de 107

17 (2) Instrumentos - Helicóptero Atribuição da Categoria de Instrutor de Voo e de Qualificações por Classe a) O INAVIC pode atribuir as seguintes qualificações para Instrutores de Voo: (1) Avião Monomotor (2) Avião Multi-motor (3) Helicóptero (4) Aeronave de Descolagem Vertical (5) Planador (6) Instrumentos - Avião (7) Instrumentos - Helicóptero Atribuição da Categoria de Engenheiro de Voo e Respectivas Qualificações a) O INAVIC pode atribuir as seguintes qualificações a Engenheiros de Voo: (1) Motor de explosão (2) Turbo-hélice (3) Turbo-reactor Atribuição de Qualificações a Instrutor Teórico a) O INAVIC pode atribuir as seguintes qualificações a Instrutores Teóricos: (1) Básico (2) Avançado (3) Instrumentos Atribuição de Categorias a Técnicos de Manutenção Aeronáutica a) O INAVIC pode atribuir as seguintes categorias a Técnicos de Manutenção Aeronáutica (Mecânicos): (1) Estrutura (2) Propulsão Atribuição de Qualificações a Técnicos de Manutenção Aeronáutica a) O INAVIC pode atribuir as seguintes qualificações a Técnicos de Manutenção Aeronáutica: (1) Qualificação de Tipo para aeronave com um peso bruto à descolagem acima de 5700 Kg; (2) Qualificação de Tipo de propulsão para aeronaves com um peso bruto à descolagem acima de 5700 Kg; (3) Outro tipo de qualificações segundo critérios determinados pelo INAVIC Atribuição de Qualificações a Especialistas em Reparações Aeronáuticas a) O INAVIC pode atribuir as seguintes qualificações a Especialistas em Reparações Aeronáuticas: (1) Hélices Pág. 17 de 107

18 (2) Aviónica (Electrónica Aeronáutica) (3) Instrumentos (4) Computadores (5) Acessórios (6) Construção de Aeronaves Experimentais (7) Outro tipo de qualificações segundo critérios determinados pelo INAVIC Atribuição de Qualificações a Armadores de Pára-quedas a) O INAVIC pode atribuir as seguintes qualificações a Armadores de Pára-quedas: (1) De Cadeira (2) Dorsais (3) Peitorais Atribuição de Qualificações a Controladores de Tráfego Aéreo a) O INAVIC pode atribuir as seguintes qualificações a Controladores de Tráfego Aéreo: (1) Controlo de Torre (2) Controlo de Aproximação (3) Controlo de Aproximação Radar (4) Controlo de Aproximação Radar de Precisão (5) Controlo de Centro (6) Controlo de Centro Radar Autorizações Emitidas por Recomendação Especial a) De acordo com as disposições deste Normativo Técnico, o INAVIC poderá emitir as seguintes autorizações: (1) Categoria II - Pilotos (2) Categoria III - Pilotos (3) Autorização a um AMT para Inspecção (4) Autorização para operação de rádio da tripulação de voo (5) Outro tipo de autorizações especiais segundo critérios determinados pelo INAVIC Prazos de Validade das Licenças, Qualificações e Autorizações a) Salvo os casos descritos ao longo deste parágrafo, o INAVIC emite as licenças com um prazo de validade de 12 meses de calendário, a contar da data de emissão. b) As licenças seguintes expiram ao fim de 24 meses após a data de emissão: (1) Licenças de Piloto, excepto as de Aluno-piloto; (2) Licenças de Engenheiro de Voo; (3) Licenças de Instrutor de Voo; (4) Licenças de Tripulação de Cabine; (5) Licenças de Técnicos de Manutenção Electrónica. Pág. 18 de 107

19 c) Autorização para Pilotos de Categoria II e III Expira no fim do 6º mês após o mês de emissão ou renovação. d) Licença de Especialista em Reparações Aeronáuticas (1) Quando obtida por razões laborais, permanece válida enquanto subsistirem as condições de emprego que determinaram a obtenção da licença. (2) No caso das licenças com uma qualificação de Construção de Aeronaves Experimentais, essas licenças permanecem válidas enquanto o titular for efectivamente o construtor primário do protótipo para o qual a licença foi especificamente emitida. e) Licença de Controlador de Tráfego Aéreo (1) A licença tornar-se-á inválida se o titular tiver cessado o uso das prerrogativas da qualificação de Controlador de Tráfego Aéreo por um período que exceda os 90 dias. Neste caso, a qualificação e licença associada permanecerão inválidas até que o titular restabeleça a sua competência como Controlador de Tráfego Aéreo. (2) Ninguém poderá continuar a exercer as prerrogativas associadas à qualificação de Controlador de Tráfego Aéreo após 12 meses sem que tenha completado satisfatoriamente um teste de competência ao seu desempenho. (3) Ninguém poderá exercer as prerrogativas associadas à qualificação de Controlador de Tráfego Aéreo, sem que o titular da licença esteja familiarizado com toda a informação actualizada considerada pertinente. (4) Salvo nos casos devidamente autorizados pelo INAVIC, não se poderá exercer em ambiente operacional a actividade de instrução para uma qualificação de Controlador de Tráfego Aéreo Restrições Especiais A Licenças, Qualificações e Autorizações a) O INAVIC pode emitir ou atribuir uma licença, autorização ou qualificação a um candidato que não preencha todos os requisitos ou áreas operacionais, por limitações físicas ou de outra ordem, desde que, cumulativamente: (1) O candidato consiga preencher todos os restantes requisitos de certificação para a licença, autorização ou qualificação que pretende ver-lhe ser emitida ou atribuída; (2) A limitação física, se existente, fique registada nos registos clínicos do candidato que estão com o INAVIC; (3) O INAVIC determine que a inaptidão do candidato para uma determinada área operacional não é passível de colidir com os padrões de segurança. b) O INAVIC pode retirar uma restrição aposta na licença de uma pessoa, desde que a mesma pessoa demonstre a um examinador ou inspector que é satisfatoriamente proficiente na área operacional à qual a restrição se aplica ou, de outra forma, consegue comprovar conformidade com as condições exigíveis para a remoção da restrição. PARTE C: Validação de Licenças e Qualificações Estrangeiras Validação Generalidades Pág. 19 de 107

20 a) Um titular de uma licença aeronáutica válida emitida por outro país contratante membro do ICAO, é um potencial candidato à emissão de uma licença angolana, tomando como base os princípios de validação de uma licença de outro país segundo o disposto nesta Parte e na Parte C do Normativo Técnico 1. b) De acordo com o disposto nesta Parte, o candidato deverá apresentar uma licença de piloto e um certificado médico, redigidos em Língua Inglesa ou acompanhados de uma tradução para Inglês que esteja assinada por um funcionário ou representante do INAVIC estrangeira que emitiu essa licença. c) A pessoa em causa pode candidatar-se e ser-lhe emitida a licença com as qualificações equivalentes, ou serem-lhe atribuídas outras qualificações provenientes da licença original, desde que, cumulativamente: (1) Não exista uma ordem de revogação ou suspensão emitida pelo país emissor da licença; (2) A licença original não contenha nenhuma observação em que se mencione o facto de o candidato não estar em total conformidade com os padrões do ICAO para a licença em causa; (3) O candidato é detentor de um certificado médico actualizado e válido para a licença e prerrogativas inerentes; (4) O candidato seja considerado apto a ler, falar e compreender o nível 4 de proficiência linguística na Língua Portuguesa. d) Exceptuando o caso de cidadãos angolanos: (1) Para efeitos de obter uma licença emitida pelo INAVIC, o candidato pode apresentar apenas uma licença estrangeira. (2) Em conformidade com o disposto nesta Parte, o INAVIC aporá na licença por si emitida, os seguintes campos informativos: (i) Referência (número) da licença estrangeira; (ii) País emissor da licença original; (iii) Data de expiração da licença ora emitida. e) Após verificação da licença do candidato, documentação de suporte, efectivação de uma entrevista com o candidato e de ter contactado O INAVIC do país emissor, O INAVIC decidirá quais as comprovações adicionais de conhecimentos e proficiência necessárias. f) Prerrogativas Operacionais e Restrições. Uma pessoa a quem seja atribuída uma licença em conformidade com o disposto nos parágrafos ou 7.065, está cumulativamente obrigada a: (1) Limitar-se ao exercício das prerrogativas apostas pelo INAVIC na licença; (2) Sujeitar-se às restrições tanto da licença emitida pelo INAVIC, como das que figurem na licença estrangeira, sempre que exerça as prerrogativas da licença angolana em território angolano e em aeronave registada em Angola; (3) Não exercer as prerrogativas associadas à licença emitida pelo INAVIC quando a licença estrangeira tenha sido revogada, suspensa ou de outro modo esteja inválida Conversão de Licenças e Qualificações para Cidadãos Angolanos a) Generalidades. Um cidadão angolano titular de uma licença aeronáutica válida emitida por outro país contratante é um potencial candidato à emissão de uma licença angolana com as qualificações equivalentes, ou serem-lhe atribuídas outras qualificações provenientes da licença original. Pág. 20 de 107

21 b) Cessação da validade da licença estrangeira para operações em Angola. Em tendo sido emitida a licença angolana ou em lhe tendo sido adicionadas qualificações mediante validação, as qualificações respectivas são: (1) Efectivamente válidas para operações com aeronave registada em Angola, independentemente do disposto na licença estrangeira. (2) Passíveis de verificação de adequação, tal como se prescreve neste conjunto de regras aeronáuticas. c) Mesmas prerrogativas e restrições. Um cidadão angolano a quem seja concedida uma licença ou a quem tenham sido atribuídas qualificações em conformidade com o disposto nesta Parte, usufrui das prerrogativas assim atribuídas da mesma forma que se elas tivessem sido obtidas por via da demonstração de conhecimentos, competência e proficiência perante o INAVIC Validação de Licenças para Trabalhar em Angola a Cidadãos Estrangeiros a) Generalidades. Uma pessoa que não seja cidadão angolano e que seja titular de uma licença válida emitida por outro país contratante, é um potencial candidato à emissão de uma licença angolana com as qualificações equivalentes que lhe permitam trabalhar em Aviação para um operador angolano. b) O candidato está obrigado a fazer prova de emprego assegurado (carta de chamada) por uma empresa angolana ou por uma entidade governamental angolana. c) Qualificações atribuídas. O INAVIC deverá apor na licença que emita a propósito, apenas as qualificações mencionadas na licença estrangeira de que o candidato é titular e que são apropriadas para as tarefas a desempenhar Validação de Licenças para o Uso das Prerrogativas de Piloto Particular a Cidadãos Estrangeiros a) Generalidades. Uma pessoa que não seja cidadão angolano e que seja titular de uma licença de piloto válida emitida por outro país contratante, é um potencial candidato à emissão de uma licença angolana de piloto privado, com as qualificações equivalentes e sem que sejam necessárias quaisquer demonstrações adicionais de proficiência. b) Atribuição de Qualificações para Aeronaves. O INAVIC pode mencionar na licença de piloto que emita a propósito, as qualificações para aeronaves que constem da licença de piloto estrangeira de que o candidato é titular. c) Atribuição da Qualificação Instrumentos. Caso a licença emitida por outro país contratante mencione a qualificação Instrumentos, o INAVIC pode mencionar a qualificação de Instrumentos na licença a emitir se, cumulativamente: (1) O candidato ficou aprovado em teste de conhecimento apropriado nos 24 meses que antecedem o momento da candidatura à qualificação de Instrumentos na licença angolana; (2) O candidato seja considerado apto a ler, falar e compreender o nível 4 de proficiência linguística na Língua Portuguesa. Pág. 21 de 107

22 d) Prerrogativas e restrições operacionais. Uma pessoa a quem seja concedida uma licença de piloto em conformidade com as disposições deste parágrafo, pode exercer a actividade de piloto em aeronave civil com registo de Angola, em conformidade com as prerrogativas de piloto particular descritas no Normativo Técnico Pilotos Militares (Antigos ou em Actividade): Regras Especiais a) Exceptuando os casos de pilotos militares qualificados que tenham perdido o seu estatuto de piloto por razões de falta de proficiência ou por razões disciplinares relacionadas com operações aeronáuticas, considera-se que um cidadão angolano com a qualificação de piloto militar, tomando como base o seu treino militar e até 1 ano após a sua desmobilização, cumpre ainda os requisitos para se candidatar à obtenção de qualquer das seguintes licenças ou qualificações: (1) Licença de Piloto Comercial; (2) Qualificação para a categoria e classe de aeronave para as quais estava militarmente qualificado; (3) Qualificação Instrumentos com a qualificação para a aeronave para a qual estava militarmente qualificado; (4) Uma qualificação de tipo, se apropriada. PARTE D: Requisitos Gerais de Treino Registo dos Tempos de Treino a) Cada pessoa deverá documentar e registar os seguintes tempos da forma aceite pelo INAVIC, como segue: (1) Treino e experiência aeronáutica utilizados para efeitos de conformidade com os requisitos apresentados neste Normativo Técnico para a obtenção de licença, qualificação, autorização ou refrescamento de voo. (2) A experiência aeronáutica requerida para demonstrar conformidade com os requisitos de experiência recente em voo prescritos nestes Normativos Técnicos. Nota: Ver o parágrafo do Normativo Técnico 10 para o tempo de voo a registar Treino de Voo Recebido de Instrutores de Voo não licenciados pelo INAVIC a) Uma pessoa pode ver ser-lhe creditado treino de voo para contar para uma licença ou qualificação de piloto, se o treino lhe foi ministrado, alternativamente, por: (1) Um instrutor de voo das Forças Armadas no decurso de um programa de treino de pilotos militares angolanos ou de outro país contratante; (2) Um instrutor de voo autorizado a proceder a esse treino pela autoridade emissora de licenças de outro país contratante, desde que o treino de voo tenha tido lugar fora de Angola. b) O instrutor de voo mencionado em a) está autorizado a fazer recomendações relacionadas apenas com o treino que haja ministrado. Pág. 22 de 107

23 7.085 Formação em Programa de Treino Validado por outros Normativos Técnicos: Regras Especiais a) O INAVIC reconhece que quem for titular de um Certificado de Formação emitido há menos de 60 dias por uma entidade autorizada no Normativo Técnico 9, tendo em vista a obtenção da qualificação apropriada, pode ser considerado como estando habilitado em termos de experiência, conhecimentos aeronáuticos e áreas operacionais exigidos neste Normativo Técnico Utilização Permitida de Simuladores de Voo a) A utilização de simuladores de voo com o objectivo de adquirir experiência e demonstrar aptidão, estará dependente de aprovação do INAVIC. b) A aquisição de experiência ou demonstração de aptidão obtidas através da utilização de simuladores de voo, visando a concessão de licenças ou atribuição de qualificações conformes ao disposto neste Normativo Técnico, só serão para o efeito creditadas quando em conformidade com a citada aprovação do INAVIC. PARTE E: Condições Gerais de Examinação Exames: Procedimento Geral a) Os exames prescritos neste Normativo Técnico ou efectuados ao seu abrigo, serão efectuados por pessoas designadas pelo INAVIC, em datas e locais a designar também pelo INAVIC Teste de Conhecimento: Pré-requisitos e Classificações Necessárias para Aprovação a) Para ser admitido a um Teste de Conhecimento, o candidato, cumulativamente, deverá: (1) Ter sido objecto de recomendação prévia por parte de um instrutor de voo autorizado, certificando que, visando a concessão de licença ou atribuição de qualificação, o candidato cumpriu, respectivamente, um treino teórico ou um curso de estudo doméstico exigido por este Normativo Técnico, estando portanto preparado para efectuar o teste em causa; (2) Fazer-se acompanhar de documento identificativo adequado, nomeadamente contendo: (i) Foto actual do candidato; (ii) Assinatura; (iii) Data de nascimento Nota: Através da Data de Nascimento verificar-se-á se o candidato preenche os requisitos de idade deste Normativo Técnico para a licença pretendida, antes da data de expiração do teste de conhecimento aeronáutico. (iv) Endereço da residência actual do candidato, quando diferente do seu endereço postal. b) O INAVIC determinará a nota mínima de aprovação no teste Teste Prático: Pré-requisitos a) Para se poder candidatar a um teste prático, uma pessoa terá de estar em conformidade com todos os requisitos aplicáveis à licença ou qualificação pretendida. Pág. 23 de 107

24 Pág. 24 de 107 Nota: Ver o Anexo 1 de acerca das condições prévias para a participação num teste prático Se um candidato não conseguir completar todos os pontos de um teste prático para uma licença ou qualificação numa determinada data, terá de completar todos os pontos remanescentes no prazo máximo de 60 dias após essa data. Se um candidato não completar satisfatoriamente todos os pontos de um teste prático dentro de um período máximo de 60 dias após o início do teste, terá de repetir todo o teste prático, incluindo os pontos que já tenha completado satisfatoriamente Teste prático a Pilotos: Demonstração de Aptidão a) Exceptuando os casos previstos em b), o INAVIC determinará a possibilidade de um candidato ser titular de uma licença ou de lhe ser atribuída uma qualificação, baseando-se na demonstração de aptidão do candidato para desempenhar a função de Piloto no Comando de uma aeronave e na sua competência ao executar os procedimentos e manobras descritos neste Normativo Técnico, em conformidade com as prerrogativas que lhe são conferidas pela licença a conceder. Para além disto, cumulativamente, o candidato terá de: (1) Reconhecer e gerir ameaças e erros; (2) Controlar manualmente a aeronave com as suas limitações de forma consistente; (3) Completar todas as manobras suavemente e com precisão; (4) Demonstrar capacidade de decidir bem e conhecimento das boas práticas aeronáuticas e agindo em conformidade; (5) Ter capacidade para aplicar os seus conhecimentos aeronáuticos; (6) Manter a aeronave constante e consistentemente sob controlo, de tal forma que o sucesso de uma manobra ou procedimento sejam assegurados de antemão. b) Para além dos requisitos apresentados em a), o candidato a licença de Piloto de Linha Aérea, deverá demonstrar a sua aptidão como Piloto no Comando nas seguintes áreas de desempenho: (1) Procedimentos pré-voo, incluindo a preparação do plano de voo operacional e o registo do plano de voo emitido pelos serviços de Controlo de Tráfego Aéreo; (2) Procedimentos de voo normais em todas as fases do voo; (3) Procedimentos anormais ou de emergência e manobras relacionadas com falhas ou avarias em equipamentos de propulsão, sistemas de apoio e falhas estruturais; (4) No caso dos aviões e dos aparelhos de descolagem vertical, procedimentos e manobras para voo por instrumentos, incluindo simulação de falha de motor; c) O Piloto de Linha Aérea que se candidate a uma aeronave certificada para operar com tripulação mínima de dois pilotos sob condições VFR e IFR, deverá também demonstrar as seguintes competências enquanto piloto em voo: (1) Operação da aeronave em regime automático adequado à fase do voo e manutenção de vigilância sobre o regime automático activado; (2) Comunicação efectiva com outros membros da tripulação de voo, visando a execução de procedimentos de coordenação da tripulação, incluindo a distribuição de tarefas de pilotagem, cooperação da tripulação, conformidade com os procedimentos operacionais standard e a utilização de checklists.

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