Relatório do VI Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias

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1 Relatório do VI Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias Realização Execução Apoio

2 1 APRESENTAÇÃO Bibliotecas, Livros e Leitura: nossa pauta permanente A construção de uma sociedade leitora é um trabalho conjunto que envolve governo e sociedade civil. Nesse contexto, destaca-se o papel preponderante das bibliotecas públicas e comunitárias no incentivo à leitura. Alinhado com o propósito de ampliar o acesso dos cidadãos à leitura e à informação, o Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria de Estado da Cultura, investe em ações de capacitação dos profissionais, apóia o desenvolvimento de coleções, edita publicações, realiza assessorias técnicas visando fortalecer cada vez mais as bibliotecas públicas existentes. O 6º Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias é uma das importantes ações da Unidade de Bibliotecas e Leitura (UBL) para promover o desenvolvimento pessoal e profissional daqueles que trabalham em bibliotecas, programas e projetos de leitura. O Seminário é um espaço criado para o intercâmbio de experiências e práticas e, por que não dizer, um espaço para sair da rotina e sonhar! Nos seis anos de existência do evento, pudemos ver alguns sonhos se transformarem em realidade. Com o olhar atento e postura criativa dos profissionais de nossas bibliotecas, alguns projetos nacionais e internacionais, hoje, são realidade nas bibliotecas existentes no Estado de São Paulo. Em virtude do incêndio ocorrido no auditório Simón Bolívar, o evento foi transferido para o Memorial da Inclusão Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência. 1

3 2 OBJETIVOS E TEMÁTICAS 2.1 Objetivos Promover a discussão entre os profissionais e interessados na promoção e incentivo à leitura, valorização das bibliotecas, disseminação da informação; Apresentar projetos/programas nacionais e internacionais de incentivo e promoção da leitura; Estimular o desenvolvimento das pessoas que organizam, planejam e prestam atendimento à população em equipamentos culturais; Contribuir no fortalecimento da imagem das bibliotecas como espaços de integração de pessoas e de acesso à informação e leitura. 2.2 Temáticas Acessibilidade; Bibliotecas como espaços além da leitura; Iniciativas para o público jovem; Interação entre bibliotecas e escolas; Leitura nas diversas mídias; Novos serviços para públicos específicos; Soluções inovadoras e criativas para ambientes em bibliotecas; Sustentabilidade. 3 ESTRUTURAS Palestras e debates com convidados nacionais e internacionais; Mesas-redondas com especialistas e profissionais convidados; Bate-papos com escritores; Painéis sobre experiências em bibliotecas apresentadas oralmente Pôsteres Digitais 2

4 4 COMISSÃO ORGANIZADORA Adriana Cybele Ferrari Coordenação Geral Bibliotecária, com especialização pela PUC-Campinas em Sistemas de Informação, MBA em Gestão da Qualidade pela Escola Politécnica da USP. Foi diretora técnica da Biblioteca Florestan Fernandes da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas e posteriormente do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) ambos da USP. No SIBi/USP implantou o Sistema de Gestão pela Qualidade, integrou a equipe de implantação da Biblioteca Digital de Obras Raras e atuou na estruturação do Consórcio de Bibliotecas das Universidades Estaduais Paulistas (www.cruesp.sp.gov.br) Coordenou e participou como palestrante em eventos nacionais e internacionais. Possui vários trabalhos publicados em livros e periódicos brasileiros e estrangeiros. Idealizou e coordenou o projeto da Biblioteca de São Paulo (www.bibliotecadesaopaulo.org.br) que tem sido considerada referência nacional em promoção da leitura. É coordenadora do Prêmio São Paulo de Literatura e coordena a Unidade de Bibliotecas e Leitura da Secretaria de Estado da Cultura do Governo de São Paulo. Carmem Lídia Zaitune Pamplin Formada em Biblioteconomia e Documentação pela Faculdade de Biblioteconomia e Documentação de São Carlos. Pós-graduada em Gestão Escolar pela Faculdade Pitágoras. Foi bibliotecária na Faculdade de Música Santa Cecília (FASC), na Faculdade de Pindamonhangaba (FAPI), e na Faculdade de Ciências Farmacêuticas UNESP Campus Araraquara. Atualmente trabalha na biblioteca da Prefeitura Municipal de Pindamonhangaba. Giovanna Carvalho Sant Ana Arquiteta e Urbanista, pela Unesp (2009), e Pós-graduanda em Gestão de Projetos, pela USP (2014). Trabalhou na Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, de 2008 a Atualmente é Coordenadora de Programas da SP Leituras, atuando no Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo. 3

5 Ivone Tálamo Bacharel em Biblioteconomia e Ciência da Informação pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Pós-graduada em Ensino para Terceiro Grau pela PUC/Campinas. Tem curso de especialização em Biblioteconomia Médica. Exerceu atividades de docência no ensino superior. Por mais de 30 anos participa do movimento associativo para valorização do profissional e da biblioteca. Ocupou posições em instituições nacionais e internacionais como FEBAB, APB e CFB. Foi membro do Comitê Permanente para a América Latina e Caribe da IFLA. Tem diversos trabalhos publicados na área. Atuou em diversas instituições e empresas privadas. Atualmente é chefe da Biblioteca da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Ligia Consuelo Araujo Bibliotecária, graduada pelas Faculdades Integradas Teresa D Ávila, Santo André/SP, MBA em Gestão de Pessoas pela Anhanguera Educacional - Pólo Limeira. Desenvolve suas atividades como Coordenadora das Bibliotecas Públicas Municipais de Limeira desde Márcia Elisa Garcia de Grandi Bibliotecária, formada pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, com especialização pela PUC- Campinas e MBA em Gestão e Tecnologias da Qualidade pela Escola Politécnica da USP. Exerceu cargos de supervisão e direção em Bibliotecas da USP e na Sociedade Brasileira de Cultura Inglesa SP. Tem trabalhos publicados nas áreas de Biblioteconomia e Ciência da Informação. Foi responsável pela biblioteca do Curso de Engenharia do Petróleo, no campus da Poli USP, em Santos. É membro da Câmara Setorial de Literatura do Conselho Estadual de Cultura. Marcos Kirst É editor, formado em Administração de Empresas, com especialização em Marketing. Atua na área editorial desde Trabalhou na Abril Cultural, Prêmio Editorial e outras importantes empresas do setor. Foi diretor de Marketing e Comunicação da Câmara Brasileira do Livro, onde coordenou as Bienais do Livro de São Paulo em 2004 e 2006, o Prêmio Jabuti, além de 4

6 diversos eventos e seminários entre 2003 e Dirige a MKT IDEIAS e é gerente de projetos e programas culturais da SP Leituras. Maria Fazanelli Crestana Diretora técnica do Serviço de Biblioteca da Faculdade de Medicina da USP. MBA em Gestão e Tecnologias da Qualidade pelo Programa de Educação Continuada da Escola Politécnica da USP. Doutora em Saúde Pública, mestre em Saúde Pública, especialista em Administração Hospitalar pela Faculdade de Saúde Pública da USP, e bacharel em Biblioteconomia e Documentação pela Fundação Educacional de São Carlos. Foi diretora do Serviço de Biblioteca da Escola de Educação Física e Esporte da USP (2003 a 2004). Foi chefe da Biblioteca Setorial do Instituto Oscar Freire (1999 a 2003). Publicou trabalhos nas áreas de Biblioteconomia e Ciência da Informação. Pierre André Ruprecht Administrador pela FGV-SP. Foi professor de Metodologia da Pesquisa na área de Comunicação. Coordenou a área de multimeios e formação na Fundap, e ministrou cursos na área para o Senac, Fundação Cenafor, entre outros. Foi coordenador geral da assessoria da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e Gerente de Planejamento e dirigente em empresas, entre elas a Editora Brasiliense e, mais recentemente, gerente de projetos na área cultural. É tradutor e diretor executivo da SP Leituras Associação Paulista de Bibliotecas e Leitura. Rosa Maria Fischi Bibliotecária, formada pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Especialista em Gerência de Sistemas e Serviços de Informação, também pela FESPSP, com MBA em Administração da Inovação Científica e Tecnológica nos Serviços de Informação pela FEA/USP. Atua, desde 2001, como diretora técnica da Biblioteca da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP e, desde 2004, como coordenadora da Biblioteca Virtual em Medicina Veterinária e Zootecnia. 5

7 Sueli Nemen Rocha É diretora da Biblioteca infanto-juvenil Monteiro Lobato (Prefeitura Municipal de São Paulo) e coordenadora do curso Técnico em Biblioteca do Senac SP. É especialista em Serviços de Informação Educativos, com pós-graduação em Gestão Pública. Sueli Regina Marcondes Motta É formada em Biblioteconomia pela Fundação Escola de Sociologia Política de São Paulo FESPSP. Possuí vários cursos na área. Com interesse em otimização de processos, é pós graduada na área de Gestão Estratégica. Responsável pela implantação de bibliotecas empresarias, atuou também na área educacional e atualmente está na gestão pública como diretora da Biblioteca de São Paulo Realização Governo do Estado de São Paulo Secretaria de Estado da Cultura Unidade de Bibliotecas e Leitura Execução SP Leituras Associação Paulista de Bibliotecas e Leitura Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo (SisEB) Apoio Fundação Memorial da América Latina Secretaria de Estado dos Diretos da Pessoa com Deficiência Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários (FEBAB) Consulado Geral dos Estados Unidos da América - São Paulo 6

8 5 PROGRAMA 4 DE DEZEMBRO - ENCONTRO SISEB - BIBLIOTECA DE SÃO PAULO 9 horas Credenciamento 9h30 Abertura Oficial (Adriana Cybele Ferrari) 9h40 Palestra 1 Tema Leituras em diálogo na biblioteca Convidado Cristina Mello [Portugal] - Universidade de Coimbra 11 horas Palestra 2 Tema Panorama do SisEB - O que é e o que fizemos Convidados Adriana Cybele Ferrari - Secretaria de Estado da Cultura Pierre André Ruprecht - SP Leituras Relator Ligia Consuelo Araujo - Palestras 1 e 2 12 horas Debates 12h30 Almoço 14 horas Palestra 3 Tema Sistema Estadual de Museus de São Paulo (Sisem) Convidado Renata Motta - Secretaria de Estado da Cultura 14h30 Palestra 4 Tema Panorama do SisEB - Como prosseguir - Visão do SisEB Convidados Adriana Cybele Ferrari - Secretaria de Estado da Cultura Pierre André Ruprecht - SP Leituras Relator Carmen Lidia Zaitune Pamplim - Palestras 3 e 4 15h30 Proposta do Grupo de difusão do SisEB 16 horas Encaminhamento das propostas e discussões 17h30 Encerramento 5 DE DEZEMBRO DE MEMORIAL DA INCLUSÃO 8h30 Credenciamento 9 horas Intervenção artística 9h30 Abertura Oficial 10 horas Palestra 1 Tema Os Centros de Recursos para a Aprendizagem (CRA) no Chile Convidado Gabriela Jara [Chile] - Tradução simultânea -Centro de Recursos para a Aprendizagem (CRA) 11 horas Palestra 2 Tema As bibliotecas públicas de Comfenalco Antioquia: uma aposta para a inclusão e a participação Convidado Claudia Giraldo [Colômbia] - Tradução simultânea - Comfenalco Antioquia 12 horas Debates Palestras 1 e 2 Mediador Cláudio Marcondes de Castro Filho - Universidade de São Paulo Relator Conceição Maria de O'Medeiros - Prefeitura Municipal de Guarulhos 12h30 Almoço 14 horas Bate-papo com escritores Convidado Cesar Obeid 7

9 Mediador Oscar D'Ambrósio - Universidade Estadual Paulista 15 horas Palestra 3 Tema Charlotte Mecklenburg Library and ImaginOn: Providing World-Class Opportunities for 21st Century Youth Convidado Michele Gorman [Estados Unidos] - Tradução simultânea - Charlotte Mecklenburg Library 16 horas Coffee break 16h15 Palestra 4 Tema Advocacy: influenciando as políticas públicas Convidado Marcello Fragano Baird Instituto Sou da Paz 17h15 Debates Palestras 3 e 4 Mediador Valéria Valls - Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo Relator Maraléia Menezes de Lima - Prefeitura Municipal de Itanhaém 18 horas Sorteio de prêmios 6 DE DEZEMBRO DE MEMORIAL DA INCLUSÃO 8h30 Credenciamento 9 horas Intervenção artística 9h30 Mesa-redonda Tema Disseminando leituras Convidados Cristina Mello [Portugal] - Universidade de Coimbra - A questão da educação literária Eliana Yunes - Cátedra Unesco de Leitura - A provocação que a literatura faz ao leitor 11 horas Debates Mediador Lucia Maciel Barbosa de Oliveira - Universidade de São Paulo Relator Sidnei Pereira Rosa - Biblioteca Solidária de São Francisco Xavier 11h30 Painéis Mediador Rosane Fagotti Voss - Prefeitura Municipal de Garça 12 horas Almoço 13h30 Bate-papo com escritores Convidado Guto Lins - PUC/Rio de Janeiro Mediador Oscar D'Ambrósio - Universidade Estadual Paulista 14h30 Palestra 5 Tema Integração entre bibliotecas e escolas Gail K. Dickinson [Estados Unidos] - Tradução Convidado simultânea - Faculdade de Educação de Darden / Universidade Old Dominion 15h30 Debates- Biblioteca de São Paulo Mediador Sueli Regina Marcondes Motta - SP Leituras Relator Marina Ronque Stopa - Prefeitura Municipal de Lençóis Paulista 16 horas Coffee break 16h15 Mediador Painéis Sueli Pereira de Castro - Prefeitura Municipal de Presidente Prudente 8

10 18h15 18h30 Debates Encerramento + sorteio de prêmios 5.1 Currículos dos convidados César Obeid É escritor premiado, educador e contador de histórias. Dedica suas atividades à difusão da literatura infantojuvenil. Realiza palestras, oficinas, workshops. Participa de seminários, encontros com leitores e mesas de debate por todo o país. Frequentemente, escreve matérias e artigos para jornais e revistas e atua em gravações de programas de televisão e rádio sobre leitura, literatura, poesia e cultura popular. Entre os livros de sua autoria estão O cachorro do menino, No país das bexigas, Minhas rimas de cordel, O anel da tartaruga e Criança poeta, entre outros. Claudia Giraldo Bibliotecária pela Universidad de Antióquia (Colômbia) e licenciada em Educação Estética pela Universidad Pontificia Bolivariana (Colômbia). Especialista em Gestão de Talentos Humanos com titulação pela Ceipa na Espanha e Colômbia. É coordenadora da Biblioteca Pública Héctor González Mejía y Casa de la Lectura Infantil de la Caja de Compensación Familiar em Antióquia. Representante da Colômbia. Claudio Marcondes de Castro Filho Possui graduação em Biblioteconomia pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e Comunicação Social pela Faculdade Anhembi Morumbi (1989). Mestrado e doutorado em Ciência da Informação pela USP. É coordenador do curso de Ciências da Informação e da Documentação na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP). Pesquisa nas áreas de Biblioteca Escolar, Tipologias de Unidades de Informação e Profissional da Informação. Cristina Mello Licenciada pela UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) em Português-Francês, mestre em Literaturas Românicas Modernas e 9

11 Contemporâneas pela Universidade do Porto, doutora em Literatura Portuguesa pela Universidade de Coimbra. Docente do Programa de Mestrado e de Doutorado em Literatura de Língua Portuguesa Investigação e Ensino da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Leciona as cadeiras de Introdução aos Estudos Literários e de Cultura Brasileira no Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas. Membro-fundador da Sociedade Portuguesa de Didática das Línguas e Literaturas. Autora de artigos e publicações na área de especialidade, como a obra O ensino da literatura e a problemática dos gêneros literários, publicada pela Editora Almedina. Eliana Yunes É criadora do Programa Nacional de Incentivo à Leitura (Proler) no Brasil. É uma das pesquisadoras mais renomadas sobre temas de leitura na América Latina. Doutorou-se em Letras e Lingüística pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro e pela Universidad de Málaga, Espanha. Também é ensaísta, crítica e pesquisadora de temas relacionados com a formação de leitores, infância e cultura. É assessora da Unesco para políticas de leitura, coordenadora-adjunta da cátedra Unesco de Leitura (PUC-Rio), consultora do Cerlalc (Centro Regional para el Fomento del Libro en América Latina y el Caribe) e do PNLL (Plano Nacional do Livro e Leitura). Tem artigos e livros publicados no Brasil e no exterior. Gabriela Jara Professora graduada pela Universidade do Chile. Atua no Ministério da Educação, coordenando os processos de implementação e desenvolvimento de bibliotecas escolares do Centro de Recursos de Aprendizagem (CRA). Convidada do Chile. Gail K. Dickinson Presidente da Associação Americana de Bibliotecários Escolares ( ). Mestre em Biblioteconomia pela Universidade da Carolina do Norte e PhD em Administração Educacional pela Universidade da Virginia. É próreitora de Pós-graduação e Pesquisa na Old Dominion University. É graduada 10

12 pela Universidade de Millersville, na Pensilvânia. Iniciou sua carreira acadêmica com professora assistente na Universidade da Carolina do Norte. A partir de 2004, passou a lecionar Biblioteconomia Escolar no Departamento de Ensino e Aprendizado da Old Dominion University. Convidada dos Estados Unidos. Guto Lins É autor, ilustrador e designer formado pela ESDI (Escola Superior de Desenho Industrial) e pela PUC-Rio. Participa como palestrante de eventos literários nacionais e internacionais. Como autor e ilustrador foi premiado por diversos livros infantojuvenis. Foi o vencedor na categoria Literatura Jovem, do Prêmio de Fomento à Cultura 2011, promovido pelo Sesc-Rio. É sócio da Manifesto Design, atuando, principalmente nas áreas da cultura e do entretenimento. A empresa é responsável pela atual identidade visual da obra adulta de Monteiro Lobato, publicada pela Editora Globo. Lucia Maciel Barbosa de Oliveira Docente e pesquisadora no Departamento de Biblioteconomia e Documentação da Escola de Comunicação e Artes pela ECA-USP e no programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI-USP). Doutora em Ciência da Informação, com pesquisa sobre Ação e Mediação Cultural, e Mestre em Ciência da Comunicação pela ECA-USP. Graduada em História com licenciatura em História pela Faculdade de Educação, ambas da USP. Atua nas áreas de ação e política cultural e de apropriação social da informação, inseridas na Ciência da Informação. É pesquisadora do Instituto de Estudos Avançados (IEA-USP). Marcello Fragano Baird Graduado em Relações Internacionais pela PUC-SP e em Ciências Sociais pela USP, é mestre em Ciência Política pela USP, onde defendeu dissertação sobre lobby na Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Atualmente é doutorando em Ciência Política pela mesma instituição. Trabalhou na Secretaria Municipal de Relações Internacionais da Prefeitura de São Paulo, sendo responsável pela participação da cidade na Exposição Universal de 11

13 Xangai Atualmente leciona Relações Internacionais na FMU e é coordenador de advocacy no Instituto Sou da Paz, ONG que atua na área de segurança pública. Michele Gorman Bibliotecária, autora, palestrante e consultora sobre serviços especializados em bibliotecas. É diretora do programa Lifelong Learning na Charlotte Mecklenburg Library, em Charlotte, Carolina do Norte. Oscar D Ambrósio Doutorado em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM). É mestre em Artes pelo Instituto de Artes da Unesp, jornalista formado na ECA-USP, bacharel e licenciado em Letras (Português-Inglês/UPM). É crítico de arte e integra a Associação Internacional de Críticos de Arte. É assessor-chefe da Assessoria de Comunicação e Imprensa da Unesp. Apresenta o programa diário Perfil, na Rádio Unesp FM, onde entrevista escritores, ensaístas e artistas plásticos Sueli Regina Marcondes Motta É formada em Biblioteconomia pela Fundação Escola de Sociologia Política de São Paulo FESPSP. Possuí vários cursos na área. Com interesse em otimização de processos, é pós graduada na área de Gestão Estratégica. Responsável pela implantação de bibliotecas empresarias, atuou também na área educacional e atualmente está na gestão pública como diretora da Biblioteca de São Paulo Valéria Valls Doutorado e mestrado em Ciências da Comunicação e graduação em Biblioteconomia e Documentação pela ECA/USP, além de extensão universitária em docência pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Coordenadora e docente do curso de graduação em Biblioteconomia e Ciência da Informação da FaBCI/FESPSP. É também coordenadora de curso e docente de pós-graduação da Escola Pós-Graduada da FESPSP (Núcleo de Ciência da Informação). Docente do MBA em Gestão Empresarial e Coaching 12

14 (parceria FESPSP e SLAC). Consultora associada em projetos ligados à gestão da qualidade, informação e conhecimento, atua como palestrante sobre esses temas. 6 RELATO DAS PLENÁRIAS 4 de dezembro de 2013 Palestra: Leituras em diálogo na biblioteca Prof.ª Dr.ª Cristina Mello - Universidade de Coimbra [Portugal] A palestra teve a apresentação das práticas inovadoras em bibliotecas, tendo como exemplo, as bibliotecas públicas e universitárias portuguesas. Em Portugal as diretrizes das bibliotecas públicas procedem da Secretaria de Estado da Cultura, cujos pressupostos gerais são a estrutura de funcionamento e os desafios societais inseridos no Programa Horizonte 2020, programa da União Europeia destinada a assegurar a competitividade global da Europa. As ações e produtos desenvolvidos devem estar relacionados a um contexto buscando sempre a inovação em espaços de bibliotecas, sustentabilidade e formação do bibliotecário, procurando atender tanto bibliotecas mais ou menos favorecidas. Por estar vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, as bibliotecas portuguesas têm suas ações uniformizadas como: palestras, hora do conto, exposições, etc, porém com alguma autonomia. Estas ações são limitadas pelo fator econômico e com o objetivo de serem usufruídas pelo público. A palestrante citou o exemplo das bibliotecas portuguesas, Biblioteca Geral de Coimbra, Biblioteca Joanina e Biblioteca Almeida Garrett Biblioteca. Por serem as bibliotecas universitárias repositórios legais das publicações locais, os professores tem o costume de encaminhar os estudantes para pesquisa dos materiais disponíveis como fonte de consulta para o desenvolvimento de projetos. As bibliotecas municipais são utilizadas para fins educativos. 13

15 As escolas de formação de professores em conjunto com as bibliotecas priorizam ações em espaços não acessíveis como hospitais, presídios, dentre outros. No período das férias escolares, animadores de leitura e jogos ocupam o lugar dos professores atuando com as crianças. Nas ações desenvolvidas especialmente para a família, os pais são convidados a lerem para os seus filhos e outras crianças. Há também espaços dedicados exclusivamente para jovens, terceira idade, crianças e acesso a internet. Foi destacada também pela palestrante a necessidade de uma formação contínua, o conhecimento das práticas de leitura e a formação em várias áreas do conhecimento para o desenvolvimento de ações de mediação de leitura. A palestrante expôs que a situação econômica das Europa fez com que as bibliotecas sejam frequentadas por desempregados, passando a ter uma dimensão de mais cidadania. Palestra: Panorama do SisEB: o que é e o que fizemos Adriana Cybele Ferrari Unidade de Bibliotecas e Leitura / Secretaria de Estado da Cultura A palestra fez um breve panorama do SISEB, mostrando a sua missão, visão e os valores, assim como a legalização e regulamentação. A história da criação do Sistema que em, sua trajetória, passou por períodos de êxito e, infelizmente, de declínio; As ações foram retomadas em Em 2011 houve um envolvimento com outras bibliotecas para o alinhamento de novas práticas. Expôs sobre a parceria com SP Leituras Associação Paulista de Bibliotecas e Leitura, no apoio as capacitações, palestras, cursos, oficinas e eventos. Apresentou o mapeamento das bibliotecas públicas do Estado de São Paulo referente ao numero de bibliotecas, cerca de 846, presentes em 627 dos

16 municípios paulistas, o número de profissionais atuantes, das capacitações e o público participante. O mapeamento foi o resultado da coleta de dados oriunda da aplicação do questionário anual enviado pelo SisEB, cujo objetivo principal é caracterizar o perfil e tipologia das bibliotecas. Dados disponíveis pelo Observou sobre a resistência na declaração da qualificação dos profissionais não bibliotecários que atuam nos cargos diretivos ou não das bibliotecas. Foram comentados os editais do PROAC 2013, direcionados para a sociedade civil, mas com os quais a biblioteca poderia se beneficiar, esclarecendo que os editais são formas de incentivar as bibliotecas na busca de recursos. Apresentou o portal Aprender Sempre e comentou as suas publicações Notas da Biblioteca que aborda matérias de interesse para os participantes do Sistema e o Espalha Fatos que tem como foco fomentar a leitura e promover o vínculo da biblioteca com o usuário. Discursou sobre o Grupo de Estudo, que foi criando no final de 2011 com o objetivo de disseminar práticas de gestão de bibliotecas. Para 2014 há novas propostas de reformulação para o grupo. Foi dado conhecimento do grande esforço do Sistema na ampliação das capacitações. Verificou-se que os participantes não se restringem apenas aos vinculados ao SisEB. Ligados à biblioteca foram 52% sendo 48% de outras áreas. A área da Educação destacou-se como forte presença. Assim faz-se necessário o planejamento de ações para atrair os participantes das bibliotecas públicas para as capacitações, constituindo-se num grande desafio para o Sistema. Quanto às doações, o Sistema tem como meta atender um maior número de municípios, melhorar a qualidade das doações e criar mecanismos para que o material possa ser escolhido pelo interessado, isto é, selecionar e montar o seu próprio kit, além de ter uma sede mais adequada para a distribuição. 15

17 Foi questionada também a atuação do Sistema junto ao Conselho Regional de Biblioteconomia com relação aos 1946 não profissionais que atuam nas bibliotecas públicas. Segundo Adriana, a fiscalização do exercício profissional é atribuição do CRB-8, ao Sistema cabe orientar e sensibilizar os dirigentes municipais sobre a importância de ter um profissional bibliotecário na condução da biblioteca. Foram relatadas algumas experiências, pelos participantes, como o cheque livro de Sertãozinho, Dia do voluntário em Guarulhos, e a atuação da direção da biblioteca de Piracicaba junto aos vereadores, para a conquista de melhorias. A palestrante finalizou mostrando que Todos no Estado de São Paulo tem direito à cultura, ao livro e a informação, por esse motivo precisamos fortalecer o SISEB cada vez mais. Palestra: Sistema Estadual de Museus de São Paulo- SISEM Renata Motta- Secretaria de Estado da Cultura A palestrante relatou a experiência do Sistema Estadual de Museus de São Paulo, que teve suas atividades iniciadas em O Sistema Brasileiro de Museu foi criado na sequência do Sistema Estadual de Museus. Discorreu sobre o decreto de criação do SiSEM que foi elaborado em 2012 com a criação do grupo de estudos que contempla a participação de 30 profissionais eleitos pelos pares. Falou sobre as ações do SISEM que são: assistências técnicas às instituições, programas de formação e capacitação, aperfeiçoamento técnico de profissionais e a realização de exposições itinerantes. Os representantes do SiSEM são eleitos a cada 2 anos, e representam 13 regiões do Estado. Em grupo atua em conjunto com o GTCSISEM-SP, na definição das prioridades e no planejamento das ações. 16

18 Por fim relatou que a experiência com o grupo de profissionais tem sido bastante exitosa, devendo ter continuidade para os próximos anos. Palestra: Panorama do SiSEB- Ações Futuras Adriana Ferrari- Unidade de Bibliotecas e Leitura/ Secretaria de Estado da Cultura Pierre Ruprecht- SP Leituras (Transcrição dos slides da apresentação) Missão da biblioteca pública- é a de acesso local ao conhecimento- fornece as condições básicas para uma aprendizagem contínua, para uma tomada de decisão independente e para o desenvolvimento cultural dos indivíduos e dos grupos sociais. (UNESCO) A literatura é indispensável à integridade espiritual. Contexto/Cenário Bibliotecas como espaços vivos de interação das pessoas Brasil: procurando sanar o atraso nos sistemas públicos de acesso à informação Biblioteca clássica (re)inventada: mudança de foco das coleções para acesso, conexão e interação Biblioteca como local para... Estudar e trabalhar; ler jornais e revistas; emprestar material; relaxar e descansar; atividade cultural; acesso gratuito à internet; encontrar amigos, entre outros. Competências e habilidades Oferecer subsídios para o aperfeiçoamento dos bibliotecários e consequentemente, contribuir com o desenvolvimento da área de biblioteconomia e ciência da informação. Situar os profissionais no universo das bibliotecas, da leitura e se possível, da literatura. 17

19 Sintonizar os conceitos de biblioteca pública- biblioteca viva. Conhecimentos e habilidades em: Fundamentos do conhecimento (ambiente social, biblioteconomia e prática, sistema de biblioteca que trabalha, etc.) Habilidades interpessoais (advocacy, negociação, iniciativa, marketing, apoio a pessoas, ser capaz de trabalhar à frente de diversidades, etc.) Liderança (gestão financeira, RH, De risco, de projetos, processos de avaliação) Desenvolvimento de coleção (gestão de desenvolvimento de coleções, gerenciamento) Information Literacy (Pensamento Crítico e aprendizado ao longo da vida, serviço de referência, engajamento) Pesquisa e contribuição para o profissional (planejamento e organização de programas, workshops, bolsa de pesquisa) Tecnologia da informação (conhecimentos em sistemas integrados de informação) Ações ) Difusão/ Advocacy 2) Apoio à atualização dos acervos 3) Desenvolvimento profissional da equipe 4) Publicações Continuidade do Jornal Notas de Biblioteca e do Espalhafatos. 5) Programas Complementares Viagem Literária, Prêmio São Paulo de Literatura. Proposição do Grupo de Difusão Foram realizadas dinâmicas e discussões com os presentes. 18

20 5 de dezembro de 2013 Palestra: Os Centros de Recursos para a Aprendizagem (CRA) no Chile Gabriela Jara Centro de Recursos para a Aprendizagem (CRA) [Chile] A palestrante explanou o surgimento das bibliotecas escolares no Chile na década de 90 e com o tempo a necessidade de transformá-las em bibliotecas vivas. Esses espaços teriam que ser atraentes para os alunos e pais, com acervo atualizado, espaço amplo e equipe de trabalho muito ativa e criativa. Explicou que ideias e movimentos foram criados, procurando fazer o melhor a cada dia, apesar do orçamento restrito. Foi pensado em uma biblioteca inovadora, atrativa e democrática, em que todos leem, atingindo toda a comunidade, com novas tecnologias, para agregar os serviços. Ela também esclareceu que no ano de 2010 as bibliotecas foram padronizadas de acordo com os padrões chilenos. Esse espaço deveria ser o coração do mundo onde todos trabalhariam com olhar pedagógico e muito amor. As bibliotecas trabalham com acervo padrão básico e o professor pode usálo, interagindo com o acervo lúdico. A equipe do CRA já produziu vários livros, para ajudar nessas atividades. No Chile, existe apenas uma única universidade com o curso de biblioteconomia. O Manual CRA Escolar foi criado para gerar padrões, uma vez que a maioria dos profissionais da área trabalham em empresas privadas e universidades. Assim, as bibliotecas usam funcionários locais capacitados para atuarem como coordenadores. A palestrante apresentou alguns programas de leitura, como Minhas Leituras Diárias. Cada professor escolhe um livro por dia e os alunos o leem por vinte minutos. Para isso há um guia de apoio aos gerentes, com sugestões de horário, local e como ler. A palestrante também mostrou o Programa Lector. Nesse, a leitura está vinculada a todas as artes e a tecnologia. Está presente nos currículos 19

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