PROJETO DE RELATÓRIO

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1 Parlamento Europeu Comissão da Indústria, da Investigação e da Energia 2015/2108(INI) PROJETO DE RELATÓRIO sobre alcançar o objetivo de 10% de interligação elétrica - preparar a rede elétrica europeia para 2020 (2015/2108(INI)) Comissão da Indústria, da Investigação e da Energia Relator: Peter Eriksson PR\ doc PE v01-00 Unida na diversidade

2 PR_INI Í N D I C E Página PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DO PARLAMENTO EUROPEU...3 PE v /8 PR\ doc

3 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DO PARLAMENTO EUROPEU sobre alcançar o objetivo de 10% de interligação elétrica - preparar a rede elétrica europeia para 2020 (2015/2108(INI)) O Parlamento Europeu, Tendo em conta a comunicação da Comissão intitulada «Alcançar o objetivo de 10% de interligação elétrica Preparar a rede elétrica europeia para 2020» (COM(2015)0082), Tendo em conta as Conclusões do Conselho Europeu de 15 e 16 de março de 2002, Tendo em conta as Conclusões do Conselho Europeu de 20 e 21 de março de 2014, Tendo em conta as Conclusões do Conselho Europeu de 23 e 24 de outubro de 2014, Tendo em conta o «Plano decenal de desenvolvimento da rede 2014» da Rede Europeia dos Operadores das Redes de Transporte de Eletricidade (REORT-E), Tendo em conta o artigo 52.º do seu Regimento, Tendo em conta o relatório da Comissão da Indústria, da Investigação e da Energia (A8-0000/2015), Vantagens da interligação 1. Reconhece que a energia renovável e o aumento da eficiência energética conducentes a poupanças de energia são meios essenciais para que a UE disponha de um sistema de energia estável, seguro, independente e democrático, que, no quadro de uma economia sustentável e orientada para o futuro, possa gerar emprego de elevada qualidade e criar riqueza; salienta que o desenvolvimento de um sistema desta natureza exige um maior grau de interligação elétrica e redes inteligentes; 2. Reconhece que a interligação elétrica constitui uma condição prévia para a conclusão de um mercado interno da energia da UE integrado, que, se for bem concebido, contribuirá para atingirmos os objetivos climáticos e melhorar a posição geopolítica da UE através de uma maior segurança e independência energéticas, contribuindo ainda para reduzir o isolamento energético; realça que é igualmente necessário abordar, planear e realizar as interligações elétricas mediante uma cooperação a nível regional firme e coordenada; 3. Salienta que um mercado da eletricidade da UE plenamente integrado facilitaria o comércio e os serviços de compensação no domínio da eletricidade, reduzindo ainda a volatilidade dos preços neste domínio, em benefício dos cidadãos e da competitividade da indústria e das empresas europeias no contexto de uma economia global, uma vez que os consumidores europeus poderiam economizar 12 a 40 mil milhões de euros por ano até 2030; 4. Observa que, segundo a Rede Europeia dos Operadores das Redes de Transporte de Eletricidade (REORT-E), os investimentos nos projetos de interligação necessários que PR\ doc 3/8 PE v01-00

4 se revestem de importância pan-europeia poderiam atingir os 150 mil milhões de euros até 2030 e regista com interesse que, por cada euro investido na rede, os preços da eletricidade poderiam ser reduzidos em 2 EUR; observa que, segundo estudos independentes, investimentos semelhantes em infraestruturas de rede permitiriam à Europa cobrir uma grande parte da sua carga elétrica através de fontes de energia renováveis 1 ; O objetivo de 10% de interligação elétrica 5. Reconhece que o objetivo de 10 %, a atingir até 2020, constitui uma meta importante e um passo na direção certa; considera, no entanto, que esta nem sempre reflete a situação do mercado e não foi estabelecida com base em dados científicos; recorda que o objetivo de 10 % foi inicialmente fixado em 2002 com base na capacidade instalada de produção de eletricidade existente na altura; reconhece que, embora seja importante, a meta de 10 % não especifica nem a quantidade de eletricidade transferida entre países, nem a qualidade, nomeadamente a disponibilidade das infraestruturas de interligação disponíveis ou das infraestruturas nacionais existentes entre as interligações; considera, por conseguinte, que um objetivo único de interligação com base na capacidade instalada de produção de eletricidade não é, por si só, adequado a todos os Estados-Membros; Uma abordagem holística 6. Observa que o congestionamento frequente das redes de transmissão pode estar relacionado com as linhas transfronteiriças, mas poderá igualmente dever-se a redes internas fracas; insiste em que, sempre que for avaliada a necessidade e a prioridade de reforço ou extensão, seja adotada uma abordagem holística, que tenha em conta as ligações tanto transfronteiras como nacionais, em especial a utilização real das linhas de interligação existentes e a disponibilidade das infraestruturas nacionais existentes; 7. Salienta o papel da Comissão como guardiã de um sistema de eletricidade descentralizado e acessível, em que os Estados-Membros deverão conceder a pequenos fornecedores o acesso à rede, em conformidade com regras de mercado justas; 8. Lamenta a falta de um processo de tomada de decisão transparente para estabelecer a lista dos projetos de interesse comum (PIC); lamenta ainda o papel predominante que a REORT-E, os operadores das redes de transporte e os promotores de projetos desempenham no desenvolvimento de uma metodologia de análise de custo-benefício harmonizada, na preparação dos planos decenais de desenvolvimento de redes e dos códigos de rede, bem como na avaliação dos custos e dos benefícios de cada projeto; recorda a necessidade de apresentar avaliações exaustivas, incluindo avaliações do impacto social e ambiental; exorta a Comissão, a Agência de Cooperação dos Reguladores da Energia (ACER) e as autoridades reguladoras nacionais a desempenharem um papel mais ativo, com vista ao desenvolvimento de um processo de consulta mais neutro, transparente e democrático, que inclua a participação efetiva do Parlamento e atribua direito de voto aos representantes da sociedade civil; insta a 1 powe[r] 2030 A European grid for ¾ renewable electricity by 2030, Greenpeace, 2014 («powe[r] 2030 Uma rede europeia para ¾ de energia renovável até 2030», Greenpeace, 2014). PE v /8 PR\ doc

5 Comissão a avaliar as situações em que a utilização da melhor tecnologia disponível (MTD) possa ser definida como condição prévia para a atribuição de fundos da UE aos projetos; Procedimento de concessão de licenças 9. Salienta que a morosidade do procedimento de concessão de licenças constitui um importante desafio para o estabelecimento de novas linhas de alta tensão na Europa; 10. Recorda que os projetos que constam da lista de PIC beneficiam de tratamento preferencial, planeamento acelerado, um prazo máximo vinculativo de 3 anos e meio para a concessão de uma licença e procedimentos de avaliação ambiental acelerados, podendo igualmente ser elegíveis para financiamento adicional no âmbito do Mecanismo Interligar a Europa (CEF); 11. Reconhece que a sensibilização e o apoio do público são essenciais para garantir a rápida execução dos projetos de interligação; observa que os processos democráticos e as normas de proteção do ambiente não devem ser postos em causa aquando da construção de novas linhas elétricas; solicita aos promotores dos projetos que recorram às MTD para as novas interligações, a fim de reduzir os conflitos entre os projetos de investimento nas redes e o impacto ambiental; 12. Salienta que a aplicação de uma abordagem de «balcão único» contribui para encurtar os procedimentos de concessão de licenças; recorda que o Regulamento RTE-E exige que cada Estado-Membro designe uma autoridade nacional competente responsável por facilitar, simplificar e coordenar o processo de atribuição de licenças a nível nacional; considera que um mercado da eletricidade interligado necessita de um «balcão único» a nível da UE e solicita à Comissão que, a este respeito, apresente uma proposta, se necessário, legislativa; O papel da ACER 13. Regista a falta de pessoal e a falta de recursos da ACER; insta a autoridade orçamental da UE a dotar a agência dos recursos necessários, em especial de pessoal próprio em número suficiente, por forma a permitir que a agência cumpra as funções que lhe são atribuídas por força da legislação; solicita que seja reforçado o papel da ACER, em particular no que diz respeito à REORT-E; 14. Observa a falta de recursos humanos e/ou a falta de independência de um certo número de entidades reguladoras nacionais do setor da energia; insta a Comissão a realizar uma auditoria independente até ao final de 2016, o mais tardar, sobre os recursos de que dispõem todos os reguladores nacionais da energia, bem como o grau de independência que estes por ora alcançaram, na qual sejam igualmente identificadas recomendações sobre a forma de melhorar a situação; 15. Recorda que continua a haver uma falta de transparência no que diz respeito ao cálculo das capacidades transfronteiriças colocadas à disposição do mercado, bem como à frequência, à magnitude e às causas dos cortes nas interligações; duvida, neste contexto, que a maior parte dos cortes significativos seja inteiramente resolvida; solicita à Comissão que atribua à ACER as devidas competências e os devidos poderes para PR\ doc 5/8 PE v01-00

6 recolher as informações necessárias sobre cada capacidade de transporte transfronteiras, de forma a permitir à ACER cumprir as suas obrigações em matéria de supervisão; Instrumentos financeiros 16. Apoia a recomendação da Comissão no sentido de o Mecanismo Interligar a Europa se concentrar em alguns projetos essenciais; considera que um adequado financiamento da UE também deve ser colocado à disposição para além de 2020, a fim de apoiar a execução dos projetos de ligação elétrica de caráter não comercial que sejam necessários para assegurar o funcionamento do mercado interno da energia; salienta a importância do BEI no apoio aos investidores em projetos de infraestruturas de eletricidade viáveis do ponto de vista comercial; regista a criação do Fundo Europeu para Investimentos Estratégicos e incentiva a Comissão a garantir que o Fundo atraia de forma eficaz investimentos em projetos de interligação elétrica; 17. Insta, além disso, a Comissão a: 1) incentivar os investimentos nas melhores tecnologias disponíveis, que, embora mais onerosas, oferecem vantagens financeiras consideráveis, permitindo ainda, a longo prazo, uma poupança de tempo; 2) proceder a uma revisão das regras de financiamento, com o objetivo de racionalizar os mecanismos existentes e realçar o princípio de que os Estados-Membros mais ricos são responsáveis pelos projetos em que os seus países participam, ao passo que o apoio financeiro da UE deve ser utilizado nos países que enfrentam desafios maiores; e 3) reforçar os incentivos a investimentos adicionais na rede, nomeadamente através da introdução de um requisito de reinvestimento em interligações suplementares dos lucros obtidos com as tarifas de congestionamento do transporte; Cooperação regional Região do Báltico 18. Observa que as interligações projetadas deverão permitir que os Estados Bálticos atinjam o objetivo de 10 % de interligação até 2015; manifesta a sua preocupação pelo facto de as redes dos Estados Bálticos estarem ainda sincronizadas com o sistema de eletricidade russo, dependendo deste último, o que constitui um entrave a uma verdadeira integração e ao bom funcionamento do mercado europeu de eletricidade; apela a uma rápida sincronização das redes de eletricidade dos Estados Bálticos com a rede continental europeia, a fim de garantir a sua plena integração no mercado interno da eletricidade da UE e uma maior segurança do aprovisionamento de eletricidade; destaca o mercado comum nórdico da energia como constituindo uma boa prática de cooperação entre os Estados-Membros; reconhece a importância de uma maior interconexão entre a Polónia e o mercado nórdico da eletricidade, para que a Polónia atinja o seu objetivo de 10 % de integração; Mar do Norte 19. Reconhece que a energia eólica marítima na região do mar do Norte tem potencialidades para gerar mais de 8 % do abastecimento energético da Europa até 2030; nota, além disso, que a coordenação do planeamento e da criação de uma infraestrutura de rede regional ao largo da costa, do acesso ao mercado e da partilha das reservas na região do mar do Norte poderão, através de uma melhor integração do PE v /8 PR\ doc

7 mercado regional, conduzir a poupanças ao nível dos custos estimadas entre 5 e 13 mil milhões de euros por ano até 2030; insta a Comissão e os Estados-Membros a darem um forte apoio político e a aprovarem a rede ao largo do mar do Norte, como passo fundamental na construção de uma União energética eficaz; solicita às futuras Presidências do Conselho da UE a elaboração e a conclusão de um acordo sobre um quadro jurídico durante a Presidência neerlandesa de 2016, sob a forma de um acordo intergovernamental entre os Estados-Membros em causa, que defina uma estratégia comum de eletricidade no mar do Norte; Europa do Sudeste 20. Salienta que a Europa do Sudeste (SEE) dispõe de um elevado potencial em termos de energias renováveis, que está, em larga medida, ainda por explorar; assinala que a cooperação e a coordenação em matéria de planeamento e de construção de uma infraestrutura de rede regional a longo prazo devem ir para além das fronteiras da UE, a fim de incluir os países terceiros dos Balcãs Ocidentais e a Turquia; solicita a criação de uma nova plataforma em que todas as principais partes interessadas da região possam debater e conceder apoio político aos projetos conjuntos destinados a explorar plenamente o potencial da região no domínio da eletricidade produzida a partir de fontes de energia; nota que o Grupo de Alto Nível para a Conectividade do Gás na Europa Central e do Sudeste criado em fevereiro de 2015 poderia constituir uma plataforma desta natureza, desde que o seu mandato seja ampliado para incluir o domínio da eletricidade e a participação de países terceiros da Europa do Sudeste; reconhece que a plataforma permitirá que a Comissão assuma um papel de primazia e preste apoio político; Península Ibérica 21. Salienta a importância de uma maior interligação entre a Espanha e a França para apoiar as energias renováveis na região e, ao mesmo tempo, reduzir os problemas e atrasos mediante a utilização das melhores técnicas disponíveis, a fim de preservar o ambiente e ainda aumentar a interconexão; observa que a declaração de Madrid, assinada em 4 de março de 2015, constitui um passo importante rumo à crescente interligação da região; Para além de Observa que o sistema energético europeu evoluiu desde 2002, data em que o objetivo de 10 % de interligação elétrica foi fixado, tendo-se, em particular, assistido ao desenvolvimento de fontes de energia renováveis em todo o continente; interroga-se, neste contexto, sobre o estabelecimento de um objetivo de 15% para 2030, baseado na capacidade instalada; insta, por conseguinte, a Comissão a avaliar o estabelecimento de objetivos regionais complementares e a encontrar melhores padrões de referência qualitativos e quantitativos, tais como picos de tráfego e engarrafamentos, que ponham em evidência o grau de interligação necessário; 23. Salienta a necessidade de determinar um futuro objetivo de interligação elétrica em função dos objetivos climáticos a longo prazo da UE, bem como de um sistema de energia sustentável ao qual a UE aspira; assinala, neste contexto, que o grau de interligação dependerá, em especial, de: a) a UE levar a sério a aplicação do princípio da «eficiência energética primeiro» e da adoção de medidas de resposta que incidam PR\ doc 7/8 PE v01-00

8 mais no lado da procura, b) um maior desenvolvimento da eletricidade produzida a partir de fontes de energia descentralizadas e das suas redes inteligentes conexas, c) as tecnologias de armazenamento de energia a nível dos agregados familiares ou dos municípios serem desenvolvidas, d) as redes serem otimizadas e utilizarem as melhores tecnologias disponíveis, e) ser atribuído às pessoas um papel mais importante enquanto produtores-consumidores no sistema energético, e f) de ser criado um claro incentivo aos investimentos nas redes; 24. Encarrega o seu Presidente de transmitir a presente resolução ao Conselho e à Comissão. PE v /8 PR\ doc

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