Indicadores de Apoio ao Plano de Desenvolvimento Institucional da Ufes

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Indicadores de Apoio ao Plano de Desenvolvimento Institucional da Ufes"

Transcrição

1 Indicadores de Apoio ao Plano de Desenvolvimento Institucional da Ufes

2 Administração Central Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Indicadores de Apoio ao Plano de Desenvolvimento Institucional da Ufes Vitória Fevereiro/2013 2

3 Universidade Federal do Espírito Santo Reitor Reinaldo Centoducatte Vice-Reitora Maria Aparecida Santos Corrêa Barreto Pró-Reitor de Administração Amarílio Ferreira Neto Pró-Reitor de Extensão Aparecido José Cirillo Pró-Reitora de Gestão de Pessoas e Assistência Estudantil Maria Lucia Casate Pró-Reitora de Graduação Maria Auxiliadora de Carvalho Corassa Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação Neyval Costa Reis Junior Pró-Reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Maximilian Serguei Mesquita Superintendente de Cultura e Comunicação Ruth de Cássia dos Reis Secretaria de Relações Internacionais Jane Meri Santos 3

4 COORDENAÇÃO TÉCNICA Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional NÚCLEO OPERACIONAL Alexandre Ramos Ricardo Cristianne Pereira Cunha Déborah Provetti Scardini Nacari Fabrycio Crizostomo Kock Francisco Canicali Primo Geraldo Regis Mauri Luciano Marchesi Marques NÚCLEO ESTRATÉGICO Aminthas Loureiro Junior Marcelo Rosa Pereira Maximilian Serguei Mesquita Pedro Paulo Modenesi Martins da Cunha ELABORAÇÃO DESTE DOCUMENTO Aminthas Loureiro Junior Déborah Provetti Scardini Nacari Jaime Souza Sales Junior Pedro Paulo Modenesi Martins da Cunha EQUIPE DE APOIO Leidyanne de Bortoli Azeredo (Bolsista) Leonardo de Jesus Brito (Bolsista) Rodrigo Barcellos de Oliveira (Bolsista) 4

5 APRESENTAÇÃO Diante das perspectivas e dos desafios sociais, econômicos, tecnológicos e culturais que se anunciam para os próximos anos, a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) reúne a comunidade universitária, o poder público e a sociedade civil e organizada a fim de analisar, sob as mais diversas perspectivas, o seu papel institucional, determinando objetivos, traçando estratégias e definindo metas no sentido de estabelecer rumos para se posicionar neste cenário e contribuir para o desenvolvimento regional e do Brasil. Com a finalidade de subsidiar a reflexão sobre o futuro da Universidade e formular estratégias e ações, disponibilizamos este documento intitulado Indicadores de Apoio para o Plano de Desenvolvimento Institucional , no esforço de apoiar um possível diagnóstico da realidade que vivemos e deste modo, criar orientações concretas para a Ufes do futuro. Acompanham, também, este documento, em anexo, o Plano de Desenvolvimento do Espírito Santo 2025, o Plano Estratégico do Espírito Santo e o Programa de Desenvolvimento Sustentável do Espírito Santo/PROEDES. Neste viés, a mobilização de todos os atores neste processo que envolve o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) , permitirá a criação de uma importante ferramenta que irá nortear as ações da Universidade para os próximos cinco anos. Por fim, sob a liderança do Magnífico Reitor, Professor Reinaldo Centoducatte, e com a efetiva participação da sociedade, representada por suas lideranças, esperamos expressar sumariamente os resultados de uma reflexão participativa, capaz de pensar o papel da Universidade como coparticipe da história do crescimento capixaba e brasileiro. Agradecemos a todos que contribuírem para concretizar esta agenda institucional. Maximilian Serguei Mesquita Pró-Reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional 5

6 SUMÁRIO Apresentação...5 Metodologia...13 Contexto Político-institucional Contexto Social Contexto Econômico Contexto Educacional Contexto Científico, Tecnológico e de Inovação Contexto Cultural Ufes em Números

7 LISTA DE TABELAS Tabela 01 Valor do rendimento médio mensal da população de 10 anos ou mais de idade no Espírito Santo e no Brasil...17 Tabela 02 Rendimento médio mensal domiciliar por classes de Salário Mínimo no Brasil...17 Tabela 03 Rendimento médio mensal domiciliar por classes de Salário Mínimo no Espírito Santo...17 Tabela 04 Oferta de serviços básicos de saúde, por tipo de serviço, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação...18 Tabela 05 Esperança de vida ao nascer no Brasil...19 Tabela 06 Taxa de mortalidade infantil no Brasil...20 Tabela 07 Médicos por mil habitantes no Espírito Santo...20 Tabela 08 Médicos Odontólogos por mil habitantes no Espírito Santo...21 Tabela 09 Enfermeiros por mil habitantes no Espírito Santo...21 Tabela 10 Nutricionistas por mil habitantes no Espírito Santo...21 Tabela 11 Farmacêuticos por mil habitantes no Espírito Santo...22 Tabela 12 Técnicos de Enfermagem por mil habitantes no Espírito Santo...22 Tabela 13 Números de concluintes de cursos de graduação em Saúde...23 Tabela 14 Saneamento adequado Área urbana no Brasil...24 Tabela 15 Acesso ao esgotamento sanitário área urbana no Brasil...25 Tabela 16 Acesso ao esgotamento sanitário área rural no Brasil...26 Tabela 17 Acesso ao abastecimento de água área rural no Brasil...26 Tabela 18 Acesso ao abastecimento de água área urbana no Brasil...27 Tabela 19 Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes, por tipo de abastecimento de água e situação do domicílio, segundo as Grandes Regiões e Unidades da Federação Tabela 20 Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes, por tipo de abastecimento de água e situação do domicílio, segundo as Grandes Regiões e Unidades da Federação Tabela 21 Lista de países por taxa de homicídio por ano por habitantes em 2012 segundo a UNODC - United Nations Office on Drugs and Crimes...30 Tabela 22 Evolução do número de taxas (em ) de Homicídios por idade na População de 0 a 19 anos. Brasil, 1997 e Tabela 23 Coeficiente de mortalidade por homicídio, por sexo Brasil Tabela 24 Coeficiente de mortalidade por homicídio, por sexo Brasil Por estados...33 Tabela 25 Índices de preços ao consumidor, variações percentuais

8 Tabela 26 Taxas de juros efetivas Tabela 27 Investimentos estrangeiros diretos US$ milhões...37 Tabela 28 Taxa de câmbio R$/US...38 Tabela 29 Indicadores econômicos - Países selecionados PIB nominal Tabelas 30 - Relações entre o Produto Interno Bruto, a preços de mercado, no Espírito Santo e Brasil, Tabela 31 Principais fontes de recursos dos estados e municípios em milhões de R$ - Período: Jan-outubro/ Tabela 32 Produto Interno Bruto e Produto Interno Bruto per capita no ES e Brasil Tabela 33 Indicadores econômicos - Economia internacional - Variação percentual anual, exceto se indicado de outra forma Tabela 34 Balança Comercial Brasil (US$ FOB) Tabela 35 Exportação Brasileira por porte de empresa...44 Tabela 36- Exportações Brasileiras por Unidade da Federação...45 Tabela 37 Nível de ocupação por setor de atividade no Brasil (em mil pessoas)...46 Tabela 38 Emprego Formal por setor de atividade econômica Vitória ES Tabela 39 Resultado por segmento - Área de Produção - Perspectiva de contratação Tabela 40 Área de Gestão - Perspectiva de contratação Tabela 41 Top 9 Profissões...49 Tabela 42 Requisitos de formação Áreas Profissionais - Área de Gestão...50 Tabela 43 Requisitos de formação Áreas Profissionais - Área Produtiva...50 Tabela 44 Requisitos de Formação Profissões específicas...50 Tabela 45 Lista das 30 profissões mais bem avaliadas segundo empresas brasileiras...51 Tabela 46 Investimentos segundo setores, por finalidade e total dos investimentos Tabela 47 Principais Empresas Exportadoras do Espiríto Santo...55 Tabela 48 Maiores Empresas Distribuição das 200 maiores empresas por região e municípios do Espírito Santo...56 Tabela 49 Principais Empresas Importadoras do Espírito Santo...57 Tabela 50 Balança comercial Espírito Santo US$ fob Tabela 51 Principais Investimentos no Espírito Santo, segundo Setores e Número de Projetos Tabela 52 Oferta e Demanda de Energia Elétrica ES...62 Tabela 53 Movimentação de passageiros no aeroporto de Vitória...62 Tabela 54 Movimentação de cargas nos portos da RMGV...63 Tabela 55 Origem dos turistas por rota turística

9 Tabela 56 Estado de origem dos turistas por rota turística...64 Tabela 57 Renda Média Individual (R$) por rota turística...64 Tabela 58 Renda Média Familiar (R$) por rota turística...65 Tabela 59 Tabela Geral de gastos dos Turistas...65 Tabela 60 Gasto médio pessoal durante estadia por rota turística (em R$)...65 Tabela 61 Tempo de permanência no município...66 Tabela 62 Município que o turista passou mais tempo...66 Tabela 63 Frequência do Turista no Espírito Santo e em Vitória...67 Tabela 64 Distribuição de Royalties Tabela 65 Histórico da estimativa do Investimento Público Total em educação em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), por nível de ensino Brasil Tabela 66 Histórico da estimativa do Investimento Público Direto em educação por estudante, por nível de ensino - valores nominais - Brasil Tabela 67 Alunos Matriculados na Educação Básica 2007 a Tabela 68 Alunos Matriculados na Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio no Brasil, Região Sudeste, Espírito Santo e Vitória Tabela 69 Evolução do Número de Instituições de Educação Superior por Categoria Administrativa Brasil Tabela 70 Evolução do Número de Matrículas por Categoria Administrativa Brasil Tabela 71 Evolução do Número de Concluintes por Categoria Administrativa Brasil Tabela 72 Evolução de Instituições de Educação Superior Brasil Tabela 73 Evolução do número de Instituições de Educação Superior por Categoria Administrativa Brasil Tabela 74 Número de Instituições de Educação Superior, por Organização Acadêmica, segundo a Unidade da Federação e a Categoria Administrativa das IES Tabela 75 Número de Cursos, Matrículas, Concluintes, Vagas Oferecidas, Candidatos Inscritos e Ingressos em Cursos de Graduação - Presenciais e a Distância, por Organização Acadêmica e Grau Acadêmico (Bacharelado, Licenciatura, Tecnólogo e Não Aplicável), segundo a Categoria Administrativa das IES Tabela 76 Número Total de Ingressos por Processo Seletivo e Outras Formas nos Cursos de Graduação Presenciais e a Distância, por Organização Acadêmica e Grau Acadêmico (Bacharelado, Licenciatura, Tecnólogo e Não Aplicável), segundo a Unidade da Federação e a Categoria Administrativa das IES Tabela 77 Dados Gerais - Graduação Presencial e a Distância. Matrículas nos Cursos de Gradu- 9

10 ação Presenciais e a Distância, por Faixa Etária, segundo a Unidade da Federação e a Categoria Administrativa das IES Tabela 78 Matrículas em Cursos de Graduação Presenciais, por Organização Acadêmica e Turno, segundo a Unidade da Federação e a Categoria Administrativa das IES Tabela 79 Número de Concluintes, Número de Cursos e Matrículas nos Cursos de Graduação Presenciais e a Distância, segundo as Regiões Geográficas e as Instituições Tabela 80 Número de Vagas Oferecidas, Candidatos Inscritos, Relação Candidatos Inscritos/ Vaga Oferecida e Ingressos por Processos Seletivos, nos Cursos de Graduação Presenciais e a Distância, segundo as Regiões Geográficas e as Instituições Tabela 81 Graduação a Distância. Número de Polos, Ingressos Totais, Ingressos por Processos Seletivos, Matrículas e Concluintes, nos Cursos de Graduação a Distância, por Organização Acadêmica, segundo a Unidade da Federação e a Categoria Administrativa das IES Tabela 82 Número Total de Funções Docentes em Exercício, por Organização Acadêmica e Grau de Formação, segundo a Unidade da Federação e a Categoria Administrativa das IES Tabela 83 Número de Instituições de Educação Superior por Organização Acadêmica e Localização Brasil Tabela 84 Relação das vinte maiores Instituições em número de matrículas na graduação presencial Brasil Total de Matrículas, Concluintes, Cursos e Funções Docentes...84 Tabela 85 Matrículas em Cursos de Graduação Presenciais e a Distância por Cor/Raça- Brasil, Sudeste e Espírito Santo Tabela 86 Dados Educacionais Totalizados, por Dependência Administrativa, segundo Etapa/ Modalidade de Ensino no Espírito Santo Tabela 87 Funções Docentes Tabela 88 Estabelecimentos por oferta de ensino Tabela 89 Movimento e Rendimento Escolar Tabela 90 Número de matrículas no Ensino Médio por Dependência Administrativa ES Tabela 91 Número de Matrículas no Ensino Médio, Brasil, sudeste e Espírito Santo Tabela 92 Número de concluintes no Ensino Fundamental, Brasil, sudeste e Espírito Santo Tabela 93 Número de Docentes Atuando na Educação Básica e Proporção por Grau de Formação Brasil Tabela 94 Docentes com curso superior por região...91 Tabela 95 Evolução do Sistema Nacional de Pós-Graduação: Número de cursos...93 Tabela 96 Mestrado e Doutorado Tabela 97 Número de alunos titulados e matriculados

11 Tabela 98 Número de alunos titulados e matriculados ( )...95 Tabela 99 Número de alunos titulados Tabela 100 Docentes na pós-graduação e alunos matriculados Tabela 101 Número de cursos segundo as regiões Tabela 102 Número de cursos segundo as regiões, Tabela 103 Distribuição das Bolsas (Brasil- ES) Tabela 104 Evolução das citações e do impacto das publicações brasileiras: Tabela 105 Vestibular: número de inscritos, vagas oferecidas, relação Tabela 106 Docentes do quadro, mais substitutos e visitantes, excluídos os afastados para capacitação e cedidos Tabela 107 Técnico-Administrativos em Atividade por Nível de Escolaridade e Regime de Trabalho Tabela 108 Graduação Presencial Tabela 108 Graduação Presencial _ Continuação Tabela 109 Ensino a Distância Alunos Matriculados/Diplomados Tabela 110 Cursos de Mestrado Alunos Matriculados por cursos e Dissertações Aprovadas Tabela 111 Cursos de Doutorado Tabela 112 Bolsas Tabela 113 Projetos de Pesquisa

12 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 01 Taxa de atividade (mão de obra) Gráfico 02 Taxa de desocupação Gráfico 03 Rendimento médio real habitual Gráfico 04 Principais Produtos exportados pelo Espírito Santo Gráfico 05 Evolução do Saldo Comercial Gráfico 06 Exportação do Espírito Santo por fator agregado Janeiro a Junho/2012- Participação (%)...58 Gráfico 07 Balança comercial. Evolução do Comércio Exterior do Espírito Santo Gráfico 08 Distribuição dos docentes da Educação Superior por grau de formação, segundo a categoria administrativa Brasil Gráfico 09 Número de alunos titulados e matriculados Gráfico 10 Número de alunos titulados e matriculados Gráfico 11 Número de alunos titulados e matriculados ( )...96 Gráfico 12 Número de alunos titulados Gráfico 13 Crescimento dos docentes por estado da federação Gráfico 14 Crescimento de numero de cursos segundo as regiões Gráfico 15 Crescimento do número de cursos segundo as regiões Gráfico 16 Distribuição das Bolsas (Brasil - ES)

13 METODOLOGIA Para que seja desenvolvido um Plano de Desenvolvimento Institucional de uma instituição é de fundamental importância que aqueles que irão realizá-lo conheçam antecipadamente uma boa parte do contexto onde está inserida. O desconhecimento de aspectos fundamentais deste contexto pode levar ao desenho de cenários e de estratégias inapropriadas para o futuro, especialmente no caso de um ente tão complexo como a Universidade, que se propõe dinâmica, aberta à sociedade e em permanente processo de desenvolvimento. Neste documento apresentamos um panorama quantitativo de alguns aspectos fundamentais de contextos específicos nos quais a instituição está inserida. Ele está dividido em seções que apresentam, em determinados momentos, por meio de indicadores, as situações do mundo, do Brasil e do Espírito Santo, e em especial, a situação da Ufes no Brasil e no Espírito Santo. Do ponto de vista de políticas públicas, os indicadores são instrumentos que possuem como finalidade principal traduzir de forma mensurável, determinado aspecto de uma realidade dada (situação social) ou construída (ação de governo), de maneira a tornar operacional a sua observação e avaliação. É um recurso metodológico. Por este motivo, estes indicadores foram divididos em categorias específicas que representam os mais diversos contextos onde a Universidade se insere: Social; Econômico; Educacional; Científico, Tecnológico e de Inovação; e, Cultural. Além destes, foram sintetizados dados e informações específicos sobre a Ufes, englobados no item Ufes em números. Por meio de gráficos, tabelas e outras formas de síntese de dados, procuramos organizar informações importantes que sirvam de apoio à elaboração do PDI , sendo preferencialmente originárias de fontes oficiais. É importante ressaltar que a defasagem temporal dos dados decorre da disponibilização dos mesmos pelas respectivas fontes e que, para efeito de análise, buscou-se apresentar uma série histórica que permitisse traçar um perfil do tema em questão. 13

14 CONTEXTO POLÍTICO-INSTITUCIONAL O processo avaliativo e o Plano de Desenvolvimento Institucional da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) estão previstos no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), estabelecido por meio da Lei , de 14 de abril de Avaliação e planejamento formam a base da nova conceituação do ensino superior no Brasil. Esses dois critérios deverão ser cumpridos pela instituição por ocasião de: pedido de autorização de cursos superiores de graduação, tecnológicos e sequenciais; credenciamento para a oferta de ensino a distância; e, autorização de cursos fora da sede da Universidade. Logo, de acordo com a legislação, a Universidade deverá apresentar o seu Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) que inclui avaliação e uma perspectiva estratégica a cada cinco anos. Questões fundamentais para as instituições de ensino superior de maneira geral, e para a Ufes, em particular, estão contempladas nos indicadores de apoio que, preliminarmente, norteiam as discussões dos mais diferentes segmentos. A autonomia administrativa e orçamentária e o financiamento externo são questões extremamente relevantes para a Universidade, e que devem ser apreciadas com atenção na formulação do PDI. É importante destacar o comprometimento que a instituição tem com a comunidade onde está inserida, sobretudo aquela localizada no seu entorno geográfico. Isto significa que a instituição deve estar atenta especialmente para a sua relação com a sociedade capixaba, compreendendo seus 78 municípios, e, notadamente, buscar uma aproximação ainda maior com aquelas comunidades onde estão instalados seus quatro campi universitários: em Vitória, com o campus de Goiabeiras e o de Maruípe; e com os municípios de Alegre/Jerônimo Monteiro, no Sul do Estado e São Mateus, ao Norte. Essa integração da Universidade com a comunidade capixaba inclui a adoção de ações afirmativas, visando à oferta de oportunidades para o acesso das populações envolvidas aos serviços produzidos pela instituição. Ainda nesta direção, a Ufes buscará implementar ações no sentido de superar as desigualdades sociais no Espírito Santo, sobretudo nas áreas de sua influência direta. Para isto, serão incluídas em seu Plano de Desenvolvimento Institucional medidas que assegurem a evolução qualitativa de suas ações de ensino (presencial e a distância), pesquisa, extensão, assistência e gestão. 14

15 A Universidade tem por meta: planejar ações com o objetivo de promover o exercício da cidadania; adotar medidas inseridas no conceito de responsabilidade social; estabelecer programas de inclusão social e étnica ao universo da comunidade acadêmica; buscar soluções propositivas para o desenvolvimento econômico, inovador e sustentável. Ainda nesse contexto, a instituição se dispõe a promover gestões internas democráticas; abrir canais de efetiva participação da sociedade organizada nas decisões universitárias; e fortalecer e respeitar as associações representativas de diferentes segmentos a composição do Conselho Estratégico é um passo firme nesta direção. O PDI estará voltado para premissas que assegurem a plena capacidade gerencial da instituição, considerando um ambiente administrativo em que prevaleça a autonomia universitária. Sob este prisma, encaminha-se para uma estrutura organizacional eficiente, visando à gestão universitária, de pessoas e de materiais. Desta forma, o PDI deverá observar a autonomia de gestão financeira e patrimonial, para a qual deverão ser usados mecanismos modernos e eficientes de gestão dos recursos advindos da União, de doações, ou próprios. 15

16 1. CONTEXTO SOCIAL O quadro atual de grandes mudanças no cenário mundial vem, já há algum tempo, exigindo das organizações públicas, políticas que contemplem uma ação social mais efetiva junto à sociedade. Neste sentido muitas mudanças vêm surgindo para criar mecanismos que possam facilitar esta efetividade, notadamente com a Constituição de 1988 e a ainda mais a partir da década de Esta efetividade se traduz na necessidade de criar uma economia socialmente mais igual possibilitando bem estar a uma parcela cada vez maior da população brasileira. Estes importantes avanços proporcionados pelo processo democrático revelam a premência na construção de espaços sociais sem exclusão, como também de soluções para que os entes públicos pensem em soluções de sustentabilidade e viabilidade para um melhor convívio com a diversidade que se apresenta. Um viés importante que tem ganhado destaque nos fóruns de discussão sobre o tema diz respeito às políticas inclusivas e da garantia de acesso a aqueles que as utilizam. Cabe destacar as políticas afirmativas reforçadas pelo governo federal na busca por uma melhor distribuição de renda e inclusão social. Destacando-se as políticas de quotas nas universidades públicas, o aporte de recursos para assistência estudantil, entre outras. Sendo assim, o entendimento desse contexto social no Brasil é matéria de fundamental importância para perceber o papel do estado em termos de políticas públicas, bem como para o mesmo se articular e formular estratégias para minimizar as mazelas oriundas deste contexto. A universidade pública como ente importante na contribuição para diminuição destas desigualdades necessita ficar alerta a este quadro e trabalhar ações no sentido de ser mais efetiva junto à sociedade. Assim, como forma de subsidiar as discussões dos diversos atores que compõe o Conselho Estratégico da Ufes para formulação de seu processo de planejamento, são apresentados abaixo alguns indicadores sociais importantes para a Ufes pensar o seu futuro e as suas possíveis formas de intervenção contextual afim de contribuir para uma maior justiça social, seja em nível do Estado do Espírito Santo, seja em nível de Brasil. Os diversos indicadores apresentados a seguir, quando de sua análise, poderão evidenciar quais caminhos a universidade deverá trilhar no sentido de prospectar futuros e construir os cenários imperativos para o sucesso de sua Missão e Visão organizacionais. 16

17 1.1 Desigualdade Social Tabela 01 - Valor do rendimento médio mensal da população de 10 anos ou mais de idade no Espírito Santo e no Brasil Fonte: IBGE Tabela 02 - Rendimento médio mensal domiciliar por classes de Salário Mínimo no Brasil Fonte: IBGE Tabela 03 - Rendimento médio mensal domiciliar por classes de Salário Mínimo no Espírito Santo Fonte: IBGE 17

18 1.2 Saúde Tabela 04 - Oferta de serviços básicos de saúde, por tipo de serviço, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação. Fonte: IBGE 18

19 Tabela 05 - Esperança de vida ao nascer no Brasil Fonte: IBGE 19

20 Tabela 06 - Taxa de mortalidade infantil no Brasil Fonte: IBGE Tabela 07 - Médicos por mil habitantes no Espírito Santo Fonte: DATASUS 20

21 Tabela 08 - Médicos Odontólogos por mil habitantes no Espírito Santo Fonte: DATASUS Tabela 09 - Enfermeiros por mil habitantes no Espírito Santo Fonte: DATASUS Tabela 10 - Nutricionistas por mil habitantes no Espírito Santo Fonte: DATASUS 21

22 Tabela 11 - Farmacêuticos por mil habitantes no Espírito Santo Fonte: DATASUS Tabela 12 - Técnicos de Enfermagem por mil habitantes no Espírito Santo Fonte: DATASUS 22

23 Tabela 13 - Números de concluintes de cursos de graduação em Saúde Fonte: Ministério da Educação Institutos Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira/ DATASUS 23

24 1.3 Saneamento Básico Tabela 14 - Saneamento adequado Área urbana no Brasil Fonte: IBGE 24

25 Tabela 15 - Acesso ao esgotamento sanitário área urbana no Brasil Fonte: IBGE 25

26 Tabela 16 - Acesso ao esgotamento sanitário área rural no Brasil Fonte: IBGE Tabela 17 - Acesso ao abastecimento de água área rural no Brasil Fonte: IBGE 26

27 Tabela 18 - Acesso ao abastecimento de água área urbana no Brasil Fonte: IBGE 27

28 Tabela 19 - Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes, por tipo de abastecimento de água e situação do domicílio, segundo as Grandes Regiões e Unidades da Federação Fonte: IBGE 28

29 Tabela 20 - Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes, por tipo de abastecimento de água e situação do domicílio, segundo as Grandes Regiões e Unidades da Federação Fonte: IBGE 29

30 1.4 Segurança Tabela 21 - Lista de países por taxa de homicídio por ano por habitantes Fonte: UNODC - United Nations Office on Drugs and Crimes 30

31 Tabela 22 - Evolução do número de taxas (em ) de Homicídios por idade na População de 0 a 19 anos. Brasil, 1997 e 2007 Fonte: Sistema de Informações de Mortalidade - SIM / Secretaria de Vigilância em Saúde - SVS / Ministério da Saúde - MS 31

32 Tabela 23 - Coeficiente de mortalidade por homicídio, por sexo: Brasil Fonte: Sistema de Informações de Mortalidade - SIM / Secretaria de Vigilância em Saúde - SVS / Ministério da Saúde MS 32

33 Tabela 24 - Coeficiente de mortalidade por homicídio, por sexo Brasil Por estados Fonte: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Divisão de Análise em Situação de Saúde, Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM. 33

34 2. CONTEXTO ECONÔMICO 2.1 Cenário Macroeconômico A despeito da desaceleração da economia brasileira no final de 2011 e das incertezas na economia mundial, novo levantamento mostra que o investimento deverá continuar crescendo acima do PIB, nos próximos anos. Contudo, observa-se mudança nos fatores determinantes das inversões na economia: mais dinâmica advinda do mercado doméstico, menor importância para projetos voltados à exportação de commodities. Nesse sentido, os números apurados, evidenciam a consolidação do modelo de crescimento voltado ao mercado doméstico, cuja dinâmica está sendo capaz de contrabalançar o cenário internacional adverso. A consolidação do mercado de consumo de massas, criado pela combinação de aumento da renda e redução de desigualdades sociais, tem atraído investimentos diretos para o Brasil, que apresenta perspectivas de crescimento acima da média mundial nos próximos anos. Chama atenção também a presença de grandes projetos com horizonte de longo prazo, que dão robustez e sustentam o investimento na indústria. O principal exemplo são as inversões no setor de petróleo e gás por conta da exploração do pré-sal, com investimentos relacionados à respectiva cadeia de valor. Destacam-se também as oportunidades ligadas a adição de valor a recursos naturais, em termos de química verde, bem como, as inversões complementares aos investimentos em infraestrutura econômica priorizados pelo governo e aqueles decorrentes dos eventos esportivos da Copa do Mundo e Olimpíada. Ao longo do primeiro trimestre de 2012, verifica-se alguma melhoria no cenário internacional, com a economia americana mostrando maior vigor e avanços na solução dos problemas de endividamento em economias da Zona do Euro. A consolidação desse cenário é importante para que haja maior crescimento dos investimentos no Brasil por parte dos setores mais voltados ao mercado externo. Ainda assim, o levantamento feito neste estudo confirma a necessidade de aumentar a competitividade da indústria. Papel fundamental caberá ao setor público, coordenando parcerias com o setor privado, lançando medidas de estímulo à economia que atuam no sentido da reconstrução da competitividade sistêmica da indústria. 34

35 O desenvolvimento econômico sustentável e a melhoria dos padrões de distribuição de renda tem sido alguns dos objetivos do governo brasileiro ao longo dos últimos anos. Para o alcance de tais metas, várias ações de políticas governamentais nas várias esferas governamentais no âmbito federal, estadual e municipal vêm sendo elaboradas e implementadas. Algumas destas ações surtiram êxito, pois apesar da crise internacional vivenciada em meados dos anos 2000 por diversas potências econômicas mundiais e que afetou em demasias países como os EUA, Espanha, Itália, Portugal e outros, desta vez o Brasil foi menos afetado em algumas variáveis macroeconômicas importantes como o câmbio e os juros, e pôde colaborar com o mundo, apresentando exemplos de políticas governamentais expansionistas. Uma prova deste relativo sucesso na sua expansão econômica é que o Brasil conseguiu apresentar taxas de crescimento positivas em seu Produto Interno Bruto, PIB, ao longo destes últimos anos, enquanto em outros países tal indicador chegou a ser negativo ou quase nulo. Tal resultado colaborou para que o Brasil se mantivesse entre as dez maiores potências econômicas mundiais, com um PIB superior a US$ 2 trilhões e com perspectivas para se manter nesta lista durante os próximos anos. O Estado do Espírito Santo também colaborou para a elevação do PIB brasileiro, pois seu PIB apresentou taxas de expansão superiores à média nacional. As grandes empresas instaladas no Estado, em destaque a Vale, a Arcelor Mittal, a Fibria e a Petrobras colaboraram para que diversas mercadorias fossem enviadas ao mundo pelos portos capixabas, fortalecendo as atividades ligadas ao comércio exterior do Espírito Santo. Novas descobertas de petróleo e gás no litoral do Espírito Santo aconteceram e com elas, sem desprezar atividades econômicas relevantes e consolidadas como no setor de rochas ornamentais e no cafeeiro, uma nova janela de oportunidades poderá se abrir para o Estado, tanto no que se refere ao volume de recursos a ser arrecadado, por entes locais, como também no próprio suprimento de bens e serviços que dêem suporte a estas atividades. Vale destacar que as instituições de ensino deste país e a própria UFES podem colaborar neste processo de alcance do desenvolvimento econômico, tornando-se sendo um centro para a disseminação do conhecimento técnico científico, formando mão de obra qualificada para colaborar na melhoria da competitividade das empresas, e na formação de cidadãos, os quais estarão desejosos na melhoria dos padrões de vida. 35

O Plano nacional de Educação e a Expansão da Educação Superior

O Plano nacional de Educação e a Expansão da Educação Superior O Plano nacional de Educação e a Expansão da Educação Superior Luiz Cláudio Costa Brasília - novembro 2012 Contexto Indicadores de acompanhamento: taxa líquida: percentual da população de 18-24 anos na

Leia mais

DADOS ESTATÍSTICOS DOS CURSOS DE BACHARELADO E DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIAS EM DETERMINADAS ÁREAS DA ADMINISTRAÇÃO

DADOS ESTATÍSTICOS DOS CURSOS DE BACHARELADO E DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIAS EM DETERMINADAS ÁREAS DA ADMINISTRAÇÃO Resultados do ENADE 2012 e do Censo da Educação Superior 2013 dos Cursos de Bacharelado em Administração e dos Cursos Superiores de Tecnologia em determinadas áreas da Administração Bahia Janeiro de 2015

Leia mais

A EVOLUÇÃO DOS INDICADORES DA EDUCAÇÃO SUPERIOR BRASILEIRA NO PERÍODO 2003 A 2013: DADOS E RESULTADOS DAS POLÍTICAS PÚBLICAS IMPLEMENTADAS

A EVOLUÇÃO DOS INDICADORES DA EDUCAÇÃO SUPERIOR BRASILEIRA NO PERÍODO 2003 A 2013: DADOS E RESULTADOS DAS POLÍTICAS PÚBLICAS IMPLEMENTADAS XIV COLÓQUIO INTERNACIONAL DE GESTÃO UNIVERSITÁRIA CIGU A Gestão do Conhecimento e os Novos Modelos de Universidade Florianópolis Santa Catarina Brasil 3, 4 e 5 de dezembro de 2014. ISBN: 978-85-68618-00-4

Leia mais

EDUCAÇÃO SUPERIOR NO CONTEXTO DO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2010

EDUCAÇÃO SUPERIOR NO CONTEXTO DO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2010 EDUCAÇÃO SUPERIOR NO CONTEXTO DO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2010 Contribuições para o Plano Municipal de Educação de Palmas Maio 22, 2012 DAS 20 METAS DO PNE, CINCO ESTÃO DIRETAMENTE LIGADAS ÀS INSTITUIÇÕES

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Esperidião Amin Helou Filho

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Esperidião Amin Helou Filho PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Esperidião Amin Helou Filho 1 PROJETO DE LEI Nº 8.035, DE 2010. Ementa: Aprova o Plano Nacional de Educação para o decênio 2011-2020 e dá outras providências. 2 PROJETO DE LEI

Leia mais

Esta síntese apresenta a linha de base dos indicadores referentes às metas do PNE. O documento consiste em análises descritivas das séries históricas

Esta síntese apresenta a linha de base dos indicadores referentes às metas do PNE. O documento consiste em análises descritivas das séries históricas Esta síntese apresenta a linha de base dos indicadores referentes às metas do PNE. O documento consiste em análises descritivas das séries históricas dos indicadores selecionados pelo Ministério da Educação

Leia mais

valiação egulação upervisão Qualidade da Educação Superior

valiação egulação upervisão Qualidade da Educação Superior valiação egulação upervisão Qualidade da Educação Superior Apresentação Promover a efetivação da diretriz da qualidade no ensino superior é um dos principais desafios do Ministério da Educação no período

Leia mais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR DE 2009

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR DE 2009 Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR DE 2009 Brasília DF 2010 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 5 PROCESSO DE COLETA

Leia mais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008 Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008 Brasília DF 2009 SUMÁRIO LISTA DE TABELAS... 3 APRESENTAÇÃO...

Leia mais

PL 8035/2010 UMA POLÍTICA DE ESTADO. Plano Nacional de Educação 2011/2020. Maria de Fátima Bezerra. Deputada Federal PT/RN

PL 8035/2010 UMA POLÍTICA DE ESTADO. Plano Nacional de Educação 2011/2020. Maria de Fátima Bezerra. Deputada Federal PT/RN PL 8035/2010 Plano Nacional de Educação 2011/2020 UMA POLÍTICA DE ESTADO Maria de Fátima Bezerra Deputada Federal PT/RN Presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal O PNE foi construído

Leia mais

AVALIAÇÃO E CREDENCIAMENT DA EDUCAÇÃO SUPERIOR NO BRASIL

AVALIAÇÃO E CREDENCIAMENT DA EDUCAÇÃO SUPERIOR NO BRASIL AVALIAÇÃO E CREDENCIAMENT DA EDUCAÇÃO SUPERIOR NO BRASIL LUCE, Maria-Beatriz (UFRGS, Porto Alegre, BR) MOROSINI, Marília (PUCRS, Porto Alegre, BR) Projeto ALFA-ACRO ACRO Introdução BRASIL território e

Leia mais

META MUNICIPAL 14: elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu, de modo a atingir a titulação anual de 60.

META MUNICIPAL 14: elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu, de modo a atingir a titulação anual de 60. META MUNICIPAL 14: elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu, de modo a atingir a titulação anual de 60.000 (sessenta mil) mestres e 25.000 (vinte e cinco mil) doutores.

Leia mais

Diagnóstico da Educação Municipal

Diagnóstico da Educação Municipal Diagnóstico da Educação Municipal Oneide Ferraz Alves Apoio Parceria Coordenação Técnica Iniciativa Temas 1º dia Planejamento Planejamento Educacional Plano Anual de Educação Diagnóstico da Educação no

Leia mais

Tendências do mercado brasileiro da graduação privada - EaD APE 63-08OUT14 - SALA 14 17:00/17:25

Tendências do mercado brasileiro da graduação privada - EaD APE 63-08OUT14 - SALA 14 17:00/17:25 Tendências do mercado brasileiro da graduação privada - EaD APE 63-08OUT14 - SALA 14 17:00/17:25 Tendências do Mercado Educacional - Sumário 1. Cenário prospectivo. 2. Apresentação do atual cenário mercadológico

Leia mais

Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012

Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012 Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012 Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação Quadro Resumo- Estatísticas Gerais da Educação Superior por Categoria Administrativa - - 2012 Categoria

Leia mais

Plano Nacional de Educação

Plano Nacional de Educação Plano Nacional de Educação Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação Brasília, 29 de novembro de 2012 Educação Infantil Meta 1 PNE: Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para

Leia mais

Ensino Superior e novas tecnologias: caminhos e desafios

Ensino Superior e novas tecnologias: caminhos e desafios Ensino Superior e novas tecnologias: caminhos e desafios Henrique Paim Ministro de Estado da Educação Maceió, abril de 2014 Plano Nacional de Educação PNE balizador de todas as ações do MEC. Desafios:

Leia mais

Avanços da Educação no Brasil. Brasília, 29 de janeiro

Avanços da Educação no Brasil. Brasília, 29 de janeiro Avanços da Educação no Brasil Brasília, 29 de janeiro Objetivos Objetivo 1 - Cuidados na primeira infância e educação; Objetivo 2 - Educação primária universal (EPU); Objetivo 3 - Habilidades para jovens

Leia mais

INDICADORES FINANCEIROS DE EDUCAÇÃO

INDICADORES FINANCEIROS DE EDUCAÇÃO INDICADORES FINANCEIROS DE EDUCAÇÃO Série Histórica de 2000 a 2013 Willians Kaizer Diretoria de Estatísticas Educacionais Coordenação-Geral de Controle de Qualidade e Tratamento da Informação Brasília-DF

Leia mais

PARECER. Justificativa

PARECER. Justificativa Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás IFG - Campus Anápolis Departamento das Áreas Acadêmicas Parecer: Do:

Leia mais

Situação do Domicílio Abs. % Abs. % Total 16.938 100 10.444.526 100 Urbano 4.808 28,39 8.912.692 85,33 Rural 12.130 71,61 1.531.

Situação do Domicílio Abs. % Abs. % Total 16.938 100 10.444.526 100 Urbano 4.808 28,39 8.912.692 85,33 Rural 12.130 71,61 1.531. População segundo a Distribuição de Domicílios 2010 Situação do Domicílio Abs. % Abs. % Total 16.938 100 10.444.526 100 Urbano 4.808 28,39 8.912.692 85,33 Rural 12.130 71,61 1.531.834 14,66 FONTE: IPARDES/IBGE

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DOS PROGRAMAS DE TRANSFERÊNCIA MONETÁRIA NA QUEDA DA DESIGUALDADE DE RENDA NO BRASIL

A CONTRIBUIÇÃO DOS PROGRAMAS DE TRANSFERÊNCIA MONETÁRIA NA QUEDA DA DESIGUALDADE DE RENDA NO BRASIL A CONTRIBUIÇÃO DOS PROGRAMAS DE TRANSFERÊNCIA MONETÁRIA NA QUEDA DA DESIGUALDADE DE RENDA NO BRASIL: uma análise a partir do rendimento domiciliar per capita no período 2001-2006 Juliana Carolina Frigo

Leia mais

CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2010

CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2010 1 CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2010 O Censo da Educação Superior, realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), constitui se em importante instrumento

Leia mais

Censo da Educação Superior 2010: análise crítica dos resultados para a tomada de decisões estratégicas

Censo da Educação Superior 2010: análise crítica dos resultados para a tomada de decisões estratégicas Censo da Educação Superior 2010: análise crítica dos resultados para a tomada de decisões estratégicas 6 de dezembro de 2011 Sumário Apresentação Coleta Principais conceitos CICQES Apresentação Disposição:

Leia mais

Cursos de Administração: qualidade necessária. XIV Fórum Internacional de Administração

Cursos de Administração: qualidade necessária. XIV Fórum Internacional de Administração Cursos de Administração: qualidade necessária XIV Fórum Internacional de Administração Rio de Janeiro, 18 de maio de 2015 ENSINAR, APRENDER, AVALIAR... TRAJETÓRIA DA AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO SUPERIOR CAPES avaliação

Leia mais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais RESULTADO DO CENSO DA EDUCAÇÃO BÁSICA 2009 O Censo Escolar, realizado anualmente pelo

Leia mais

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global Página Artigo: 6º Parágrafo: Único Inciso Alínea EMENDA MODIFICATIVA O parágrafo único do Artigo 6º do PL n 8035 de 2010, passa a ter a seguinte redação: Art. 6º... Parágrafo único. O Fórum Nacional de

Leia mais

PRONATEC Oferta de Cursos Técnicos Subsequentes

PRONATEC Oferta de Cursos Técnicos Subsequentes PRONATEC Oferta de Cursos Técnicos Subsequentes Por Instituições Privadas de Ensino Superior e Escolas Técnicas de Nível Médio Ministério da Educação, 2013 Público-alvo para Cursos Técnicos Subsequentes

Leia mais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Censo da Educação Superior 2013

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Censo da Educação Superior 2013 Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Censo da Educação Superior 2013 Quadro Resumo- Estatísticas gerais da Educação Superior, por Categoria Administrativa-

Leia mais

CONSELHO UNIVERSITÁRIO

CONSELHO UNIVERSITÁRIO P R O P O S T A D E P A R E C E R CONSELHO UNIVERSITÁRIO PROCESS0 Nº: 007/2014 ASSUNTO: Proposta de texto Construção de Políticas e Práticas de Educação a Distância a ser incluído no Plano de Desenvolvimento

Leia mais

Políticas Públicas. Lélio de Lima Prado

Políticas Públicas. Lélio de Lima Prado Políticas Públicas Lélio de Lima Prado Política Cambial dez/03 abr/04 ago/04 dez/04 abr/05 ago/05 Evolução das Reservas internacionais (Em US$ bilhões) dez/05 abr/06 ago/06 dez/06 abr/07 ago/07 dez/07

Leia mais

FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO II- ANÁLISES PRELIMINARES DOS DADOS EDUCACIONAIS DE SERGIPE:

FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO II- ANÁLISES PRELIMINARES DOS DADOS EDUCACIONAIS DE SERGIPE: FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO I METAS 15 E 16 DO PNE: META 15 Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, no prazo de 1 ano de vigência deste

Leia mais

8. Excelência no Ensino Superior

8. Excelência no Ensino Superior 8. Excelência no Ensino Superior PROGRAMA: 08 Órgão Responsável: Contextualização: Excelência no Ensino Superior Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - SETI O Programa busca,

Leia mais

Tema: Práticas Inovadoras de formação: caminhos e propostas dos cursos de graduação em Engenharia da Produção

Tema: Práticas Inovadoras de formação: caminhos e propostas dos cursos de graduação em Engenharia da Produção Tema: Práticas Inovadoras de formação: caminhos e propostas dos cursos de graduação em Engenharia da Produção XX Encontro Nacional de Coordenadores de Curso de Engenharia da Produção (ABEPRO) Rio de Janeiro,

Leia mais

Regulação, supervisão e avaliação do Ensino Superior: Perguntas Frequentes. 1

Regulação, supervisão e avaliação do Ensino Superior: Perguntas Frequentes. 1 Regulação, supervisão e avaliação do Ensino Superior: Perguntas Frequentes. 1 1. Quais são os tipos de instituições de ensino superior? De acordo com sua organização acadêmica, as instituições de ensino

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI 2014-2018 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011 2020 METAS E ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI 2014-2018 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011 2020 METAS E ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI 2014-2018 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011 2020 METAS E ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO Marcos Neves Comissão Central PDI do IFSC PNE EXIGÊNCIA CONSTITUCIONAL O art.

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL (arquivo da Creche Carochinha) Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil é dever do Estado e direito de todos, sem qualquer

Leia mais

REFORMA UNIVERSITÁRIA

REFORMA UNIVERSITÁRIA Comentários da Profa. Dra. MARIA BEATRIZ LUCE (Coord. Núcleo Política Gestão Educação - UFRGS e membro CNE/ Brasil) Conferência DESAFIOS DA REFORMA DA EDUCAÇÃO SUPERIOR NO BRASIL: ACESSO, EXPANSÃO E RELAÇÕES

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Abril de 2012 Página 1 de 11 Sumário Introdução 3 Justificativa 5 Objetivos 6 Metodologia 7 Dimensões de

Leia mais

Educação a Distância no Ensino Superior no Brasil: contexto da UAB

Educação a Distância no Ensino Superior no Brasil: contexto da UAB Unidade 2 Unidade 2 Educação a Distância no Ensino Superior no Brasil: contexto da UAB Nesta Unidade, será apresentada a legislação brasileira de EaD e suas implicações institucionais no sistema da Universidade

Leia mais

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME Os desafios da Educação Infantil nos Planos de Educação Porto de Galinhas/PE Outubro/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores

Leia mais

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Fevereiro de 2015 Sumário 1. Perspectivas do Cenário Econômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Fevereiro de 2015...

Leia mais

FOCOS DE ATUAÇÃO. Tema 8. Expansão da base industrial

FOCOS DE ATUAÇÃO. Tema 8. Expansão da base industrial FOCOS DE ATUAÇÃO Tema 8. Expansão da base industrial Para crescer, a indústria capixaba tem um foco de atuação que pode lhe garantir um futuro promissor: fortalecer as micro, pequenas e médias indústrias,

Leia mais

8.1 Políticas de Gestão de Pessoal 8.1.1 Organização e Gestão de Pessoas 8.1.2 Corpo Docente 8.1.3 Requisitos de Titulação 8.1.4 Critérios de Seleção

8.1 Políticas de Gestão de Pessoal 8.1.1 Organização e Gestão de Pessoas 8.1.2 Corpo Docente 8.1.3 Requisitos de Titulação 8.1.4 Critérios de Seleção 8.1 Políticas de Gestão de Pessoal 8.1.1 Organização e Gestão de Pessoas 8.1.2 Corpo Docente 8.1.3 Requisitos de Titulação 8.1.4 Critérios de Seleção e Contratação 8.1.5 Plano de Carreira e Regime de Trabalho

Leia mais

Ministério da Educação - MEC Secretaria de Educação Superior - SESu Sistema de Seleção Unificada - Sisu Termo de Adesão - 2º edição de 2013

Ministério da Educação - MEC Secretaria de Educação Superior - SESu Sistema de Seleção Unificada - Sisu Termo de Adesão - 2º edição de 2013 Ministério da Educação - MEC Secretaria de Educação Superior - SESu Sistema de Seleção Unificada - Sisu Termo de Adesão - 2º edição de 2013 1 - Dados cadastrais da Instituição de Educação Superior - IES

Leia mais

V ENCONTRO DE ECONOMIA CATARINENSE Área Temática: 6. Economia Social e Políticas Públicas

V ENCONTRO DE ECONOMIA CATARINENSE Área Temática: 6. Economia Social e Políticas Públicas V ENCONTRO DE ECONOMIA CATARINENSE Área Temática: 6. Economia Social e Políticas Públicas UMA ANÁLISE DAS POLÍTICAS SOCIAIS E DOS INDICADORES DE EDUCAÇÃO NOS MUNICÍPIOS DO COREDE METROPOLITANO DELTA DO

Leia mais

Detalhamento da Implementação Concessão de bolsa paga diretamente ao beneficiário e pagamento de demais despesas a ela vinculadas.

Detalhamento da Implementação Concessão de bolsa paga diretamente ao beneficiário e pagamento de demais despesas a ela vinculadas. Programa 1448 Qualidade na Escola Numero de Ações 48 Ações Orçamentárias 009U Concessão de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID Produto: Bolsa concedida Esfera: 10 Função: 12 - Educação Subfunção: 364

Leia mais

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares: uma política de apoio à gestão educacional Clélia Mara Santos Coordenadora-Geral

Leia mais

EDITAL nº 002/2015 I. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

EDITAL nº 002/2015 I. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES EDITAL nº 002/2015 EDITAL DE SELEÇÃO DE TUTORES PRESENCIAS E A DISTÂNCIA, PARA PROVIMENTO DAS VAGAS EXISTENTES E PARA FORMAÇÃO DE CADASTRO DE RESERVA, PARA O CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA, NA MODALIDADE

Leia mais

Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014

Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014 Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014 Eixo I O plano Nacional de Educação e o Sistema Nacional de Educação: organização e regulação. Instituir, em cooperação

Leia mais

3. PERFIL DOS SERVIDORES

3. PERFIL DOS SERVIDORES 3. PERFIL DOS SERVIDORES A política de pessoal das Carreiras Docente e Técnico-Administrativa em Educação da UFJF segue as regras do Serviço Público Federal, estabelecidas por Atos Normativos e Atos Autorizativos

Leia mais

As políticas de avaliação da educação superior

As políticas de avaliação da educação superior VI FÓRUM DA EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DE GOIÁS: A AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR COMO INDUTORA DE QUALIDADE As políticas de avaliação da educação superior Abril 2015 Panorama da educação superior no

Leia mais

RELATÓRIO DOS CURSOS DE BACHARELADO E CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA EM ADMINISTRAÇÃO. Bahia

RELATÓRIO DOS CURSOS DE BACHARELADO E CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA EM ADMINISTRAÇÃO. Bahia RELATÓRIO DOS CURSOS DE BACHARELADO E CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA EM ADMINISTRAÇÃO Bahia Fevereiro de 2013 0 DADOS ESTATÍSTICOS DOS CURSOS DE BACHARELADO E DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIAS EM DETERMINADAS

Leia mais

NORMAS PARA CRIAÇÃO DE CURSOS TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO E DE GRADUAÇÃO NO ÂMBITO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO

NORMAS PARA CRIAÇÃO DE CURSOS TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO E DE GRADUAÇÃO NO ÂMBITO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO NORMAS PARA CRIAÇÃO DE CURSOS TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO E DE GRADUAÇÃO NO ÂMBITO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO Dispõe sobre Normas para criação de cursos Técnicos de Nível

Leia mais

Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará. Eixo Temático Educação Superior

Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará. Eixo Temático Educação Superior Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará Eixo Temático Educação Superior Ceará, 2015 1 Socioeconômico Diagnóstico Para compreender a situação da educação no estado do Ceará é necessário também

Leia mais

O Ensino Superior e o Desenvolvimento do Brasil. Prof. Ivan Camargo Reitor da UnB

O Ensino Superior e o Desenvolvimento do Brasil. Prof. Ivan Camargo Reitor da UnB O Ensino Superior e o Desenvolvimento do Brasil Prof. Ivan Camargo Reitor da UnB Agenda Introdução O Desenvolvimento do Brasil O Ensino Superior A Universidade de Brasília Conclusões/Desafios Introdução

Leia mais

O ordenamento da Pós- Graduação no Brasil: possibilidades para os IFET

O ordenamento da Pós- Graduação no Brasil: possibilidades para os IFET CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Câmara de Educação Superior O ordenamento da Pós- Graduação no Brasil: possibilidades para os IFET IFET-RS Bento Gonçalves (RS), 15 de junho de 2009 Maria Beatriz Luce Conselheira

Leia mais

REDAÇÃO FINAL MEDIDA PROVISÓRIA Nº 562-A, DE 2012 PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO Nº 10 DE 2012

REDAÇÃO FINAL MEDIDA PROVISÓRIA Nº 562-A, DE 2012 PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO Nº 10 DE 2012 REDAÇÃO FINAL MEDIDA PROVISÓRIA Nº 562-A, DE 2012 PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO Nº 10 DE 2012 O CONGRESSO NACIONAL decreta: Dispõe sobre o apoio técnico ou financeiro da União no âmbito do Plano de Ações

Leia mais

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre N o Brasil há 2.361 municípios, em 23 estados, onde vivem mais de 38,3 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza. Para eles, o Governo Federal criou

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 7, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2015.

RESOLUÇÃO Nº 7, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2015. RESOLUÇÃO Nº 7, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2015. O PRESIDENTE DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, considerando a Resolução nº

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 409, DE 2015 (Do Sr. Luis Carlos Heinze)

PROJETO DE LEI N.º 409, DE 2015 (Do Sr. Luis Carlos Heinze) *C0051416A* C0051416A CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 409, DE 2015 (Do Sr. Luis Carlos Heinze) Institui isenção da contribuição para o PIS/PASEP, COFINS e CIDE- Combustíveis incidente sobre o óleo

Leia mais

Avaliação da Educação Superior - um olhar sobre o SINAES O SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR (SINAES)

Avaliação da Educação Superior - um olhar sobre o SINAES O SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR (SINAES) Avaliação da Educação Superior - um olhar sobre o SINAES O SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR (SINAES) Legislação Constituição Federal 1988 LDB Lei nº 9.394 de 1996 SINAES Lei nº 10.861

Leia mais

A Mobilização Empresarial pela Inovação: Recursos Humanos. Horácio Piva São Paulo - 17/6/2011

A Mobilização Empresarial pela Inovação: Recursos Humanos. Horácio Piva São Paulo - 17/6/2011 A Mobilização Empresarial pela Inovação: Recursos Humanos Horácio Piva São Paulo - 17/6/2011 OBJETIVOS Consolidar a percepção de que a formação de recursos humanos qualificados é essencial para fortalecer

Leia mais

A importância do crédito para as pequenas e médias empresas. Condicionantes da oferta de crédito

A importância do crédito para as pequenas e médias empresas. Condicionantes da oferta de crédito A importância do crédito para as pequenas e médias empresas Condicionantes da oferta de crédito Distribuição de empresas por porte MICRO PEQUENA MÉDIA GRANDE 0,4% 0,7% 6,2% Micro e Pequenas empresas 98,9%

Leia mais

Financiamento da Educação Plano Nacional de Educação PL 8035/2010

Financiamento da Educação Plano Nacional de Educação PL 8035/2010 Financiamento da Educação Plano Nacional de Educação PL 8035/2010 Profª Cleuza Rodrigues Repulho Dirigente Municipal de Educação de São Bernardo do Campo/ SP Presidenta da Undime Projeto de Lei 8035/ 2010

Leia mais

MUNICÍPIO DE MORRINHOS Estado de Goiás

MUNICÍPIO DE MORRINHOS Estado de Goiás LEI Nº 2.547, DE 18 DE SETEMBRO DE 2009. CERTIDÃO Certifico e dou fé que esta Lei foi publicada no placard do Município no dia- / / Autoriza a doação de lote pertencente ao Município de Morrinhos para

Leia mais

Certeza de um. grande negócio

Certeza de um. grande negócio ESPECIAL EAD Certeza de um grande negócio A educação a distância no ensino superior segue uma tendência irreversível de crescimento, puxada pelas instituições particulares, que investem cada vez mais pesadamente

Leia mais

FACULDADE LEÃO SAMPAIO

FACULDADE LEÃO SAMPAIO FACULDADE LEÃO SAMPAIO Edital nº 01/2012 O Diretor Geral da Faculdade de Ciências Aplicadas Dr. Leão Sampaio, no uso das suas prerrogativas institucionais e legais, e considerando o que determina o Art.

Leia mais

Projeto: Fortalecimento Institucional e Qualificação da Gestão Municipal ANÁLISE DA GESTÃO PÚBLICA DOS MUNICÍPIOS DO ESPÍRITO SANTO

Projeto: Fortalecimento Institucional e Qualificação da Gestão Municipal ANÁLISE DA GESTÃO PÚBLICA DOS MUNICÍPIOS DO ESPÍRITO SANTO Projeto: Fortalecimento Institucional e Qualificação da Gestão Municipal ANÁLISE DA GESTÃO PÚBLICA DOS MUNICÍPIOS DO ESPÍRITO SANTO PARCERIAS Governo do Estado do Espírito Santo por meio do Instituto Jones

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO DISTRITO FEDERAL - UDF EDITAL PROCESSO SELETIVO 2016

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO DISTRITO FEDERAL - UDF EDITAL PROCESSO SELETIVO 2016 CENTRO UNIVERSITÁRIO DO DISTRITO FEDERAL - UDF EDITAL PROCESSO SELETIVO 2016 O Centro Universitário do Distrito Federal - UDF, atendendo a Portaria Normativa MEC n o 40, de 12.12.2007, resolve promover

Leia mais

EDUCAÇÃO SUPERIOR: AVANÇOS E PERSPECTIVAS

EDUCAÇÃO SUPERIOR: AVANÇOS E PERSPECTIVAS Ministério da Educação Secretaria de Educação Superior Diretoria de Políticas e Programas para a Graduação EDUCAÇÃO SUPERIOR: AVANÇOS E PERSPECTIVAS Brasil : ciclo virtuoso na educação Banco Mundial: Última

Leia mais

Universidade Estadual de Maringá GABINETE DA REITORIA

Universidade Estadual de Maringá GABINETE DA REITORIA R E S O L U Ç Ã O N o 119/2005-CEP CERTIDÃO Certifico que a presente Resolução foi afixada em local de costume, nesta Reitoria, no dia 1º/9/2005. Esmeralda Alves Moro, Secretária. Aprova normas para organização

Leia mais

Plano Nacional de Educação. Senador José Pimentel (PT-CE) Relator

Plano Nacional de Educação. Senador José Pimentel (PT-CE) Relator Plano Nacional de Educação Senador José Pimentel (PT-CE) Relator Fortaleza, 30 de novembro de 2012 Meta 1 PNE: Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 a 5 anos

Leia mais

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica 15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME Política Nacional de Educação Infantil Mata de São João/BA Junho/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores urbanos e rurais

Leia mais

(YROXomR GR(QVLQR *UDGXDomR

(YROXomR GR(QVLQR *UDGXDomR (YROXomR GR(QVLQR 6XSHULRU² *UDGXDomR,QVWLWXWRÃ1DFLRQDOÃGHÃ(VWXGRV (& HÃ3HVTXLVDVÃ(GXFDFLRQDLV Brasília, 2 1 DIRETORIA DE INFORMAÇÕES E ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS João Batista Ferreira Gomes Neto COORDENAÇÃO-GERAL

Leia mais

CONSELHO UNIVERSITÁRIO CONSUNI

CONSELHO UNIVERSITÁRIO CONSUNI CONSELHO UNIVERSITÁRIO CONSUNI PROCESSO Nº 011/2012 ASSUNTO: Proposta de adequação das diretrizes para a parceria FURB-UFSC. INTERESSADO: Administração Superior. PROCEDÊNCIA: Reitoria. I - HISTÓRICO: Em

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA RESOLUÇÃO N 016/2014 DE 27 DE MAIO DE 2014

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA RESOLUÇÃO N 016/2014 DE 27 DE MAIO DE 2014 RESOLUÇÃO N 016/2014 DE 27 DE MAIO DE 2014 Normatiza os procedimentos para concessão de Afastamentos de Curta Duração, Licença para Capacitação, Afastamentos para Pós- Graduação Stricto Sensu e Pós-Doutorado

Leia mais

Censo da Educação Superior 2011

Censo da Educação Superior 2011 Censo da Educação Superior 2011 Quadro Resumo - Estatísticas Gerais da Educação Superior por Categoria Administrativa Categoria Administrativa Estatísticas Básicas Total Geral Pública Total Federal Estadual

Leia mais

FIES - Dúvidas frequentes

FIES - Dúvidas frequentes FIES - Dúvidas frequentes Até quando posso solicitar o financiamento? Você pode se inscrever no FIES em qualquer período do ano, sendo que o financiamento é sempre para o semestre letivo. Há um percentual

Leia mais

EXPANSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CAPTANDO DESAFIOS

EXPANSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CAPTANDO DESAFIOS EXPANSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CAPTANDO DESAFIOS Maria da Graça Ramos GEUIpesq/UFPel Resumo: No presente texto procura-se estabelecer as relações fundamentais entre a produção da ciência com a

Leia mais

Indicadores da Semana

Indicadores da Semana Indicadores da Semana O saldo total das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional atingiu 54,5% do PIB, com aproximadamente 53% do total do saldo destinado a atividades econômicas. A carteira

Leia mais

EDITAL 104/2015 Mestrado Acadêmico em Computação Aplicada

EDITAL 104/2015 Mestrado Acadêmico em Computação Aplicada EDITAL 104/2015 Mestrado Acadêmico em Computação Aplicada O Vice-Reitor de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Cultura da Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI), Prof. Dr. Valdir Cechinel Filho, no uso

Leia mais

O QUE É O FIES? divulgação dos resultados e entrevistas são realizadas pela Internet. Os pagamentos ocorrerão em três etapas: Fase de utilização:

O QUE É O FIES? divulgação dos resultados e entrevistas são realizadas pela Internet. Os pagamentos ocorrerão em três etapas: Fase de utilização: O QUE É O FIES? O Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) é um programa do Ministério da Educação (MEC) destinado à concessão de financiamento a estudantes matriculados em cursos superiores não gratuitos

Leia mais

Subsídios para elaboração do PPA Municipal

Subsídios para elaboração do PPA Municipal Município: São Luís / MA Apresentação Este Boletim de Informações Municipais tem o objetivo de apresentar um conjunto básico de indicadores acerca de características demográficas, econômicas, sociais e

Leia mais

U N I V E R S I D A D E C A T Ó L I C A D E B R AS Í L I A P R Ó - R E I T O R I A D E P Ó S - G R A D U A Ç Ã O E P E S Q U I S A P R PG P/ U C B

U N I V E R S I D A D E C A T Ó L I C A D E B R AS Í L I A P R Ó - R E I T O R I A D E P Ó S - G R A D U A Ç Ã O E P E S Q U I S A P R PG P/ U C B U N I V E R S I D A D E C A T Ó L I C A D E B R AS Í L I A P R Ó - R E I T O R I A D E P Ó S - G R A D U A Ç Ã O E P E S Q U I S A P R PG P/ U C B REGULAMENTO GERAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO

Leia mais

FACULDADE SETE LAGOAS - FACSETE COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO / CPA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA CPA NO ANO DE 2013

FACULDADE SETE LAGOAS - FACSETE COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO / CPA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA CPA NO ANO DE 2013 FACULDADE SETE LAGOAS - FACSETE COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO / CPA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA CPA NO ANO DE 2013 Sete Lagoas Março de 2014 Sumário 1. DADOS DA INSTITUIÇÃO... 4 1.1. Composição da Comissão

Leia mais

Mestrado Profissional em Administração em Rede Nacional

Mestrado Profissional em Administração em Rede Nacional Mestrado Profissional em Administração em Rede Nacional Modalidade a Distância Santo André-SP, junho de 2011 A quem se destina Qualificação de funcionários públicos federais, estaduais e municipais. Objetivos

Leia mais

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO As ações de pesquisa do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas constituem um processo educativo

Leia mais

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC FORTALEZA, Agosto de 2013 SUMÁRIO 1. Fundamentos da Análise de Conjuntura. 2. Tipos

Leia mais

2 Oferta de cursos técnicos e superiores por eixo tecnológico, por Campus. Taxa de ingresso nos cursos técnicos na forma de oferta, por Campus

2 Oferta de cursos técnicos e superiores por eixo tecnológico, por Campus. Taxa de ingresso nos cursos técnicos na forma de oferta, por Campus PERSPECTIVA OBJETIVO INDICADOR META RESULTADOS INSTITUCIONAIS 1 Nº de cursos técnicos e superiores, articulados com os arranjos produtivos locais por Campus; 2 Oferta de cursos técnicos e superiores por

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DA EDUCAÇÂO MUNICIPIO DE ITAPEVA - SP SECRETARIA MUNICPAL DA EDUCAÇÃO GESTÃO E FINANCIAMENTO

PLANO MUNICIPAL DA EDUCAÇÂO MUNICIPIO DE ITAPEVA - SP SECRETARIA MUNICPAL DA EDUCAÇÃO GESTÃO E FINANCIAMENTO PLANO MUNICIPAL DA EDUCAÇÂO MUNICIPIO DE ITAPEVA - SP SECRETARIA MUNICPAL DA EDUCAÇÃO GESTÃO E FINANCIAMENTO Gestão Democrática e participativa dos Conselhos Municipais Desde a Constituição de 1988, no

Leia mais

RELATÓRIO DIAGNÓSTICO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2009 2013 ANÁLISE DAS METAS E AÇÕES PROPOSTAS PARA A EXTENSÃO

RELATÓRIO DIAGNÓSTICO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2009 2013 ANÁLISE DAS METAS E AÇÕES PROPOSTAS PARA A EXTENSÃO RELATÓRIO DIAGNÓSTICO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2009 2013 ANÁLISE DAS METAS E AÇÕES PROPOSTAS PARA A EXTENSÃO FLORIANÓPOLIS, 2013 ESTRUTURA ADMINISTRATIVA DO IFSC REITORA Maria Clara Kaschny

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 122, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 122, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2015 RESOLUÇÃO Nº 122, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2015 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal do Pampa, em sua 69ª Reunião Ordinária, realizada no dia 26 de novembro de 2015, no uso das atribuições que

Leia mais

O País que Queremos Ser Os fatores de competitividade e o Plano Brasil Maior

O País que Queremos Ser Os fatores de competitividade e o Plano Brasil Maior O País que Queremos Ser Os fatores de competitividade e o Plano Brasil Maior Alessandro Golombiewski Teixeira Secretário-Executivo São Paulo, agosto de 2012 Introdução 1 Contexto Econômico Internacional;

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REDAÇÃO DO PROJETO DE LEI Aprova o Plano Municipal de Educação - PME e dá outras providências. O Prefeito do Município de vereadores decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Faço

Leia mais

RESOLUÇÃO CUNI Nº XXXX

RESOLUÇÃO CUNI Nº XXXX RESOLUÇÃO CUNI Nº XXXX Aprova o Projeto Acadêmico CECANE/UFOP. O Conselho Universitário da Universidade Federal de Ouro Preto, em sua xxxx reunião ordinária, realizada em xxx de xxx de 2011, no uso de

Leia mais

Educação no Brasil. Aloizio Mercadante. São Paulo, 30 de novembro de 2012

Educação no Brasil. Aloizio Mercadante. São Paulo, 30 de novembro de 2012 Educação no Brasil Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação São Paulo, 30 de novembro de 2012 Educação Infantil Taxas de atendimento Creches 36,3 23,6 9,4 12,2 Brasil Carinhoso: 2,8 milhões de

Leia mais

Of. nº 025/04-GP/JCZ Erechim, 12 de agosto de 2004. Excelentíssimo Senhor Ministro:

Of. nº 025/04-GP/JCZ Erechim, 12 de agosto de 2004. Excelentíssimo Senhor Ministro: Of. nº 025/04-GP/JCZ Erechim, 12 de agosto de 2004. Excelentíssimo Senhor Ministro: Ao cumprimentá-lo cordialmente, vimos pelo presente, em nome do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas COMUNG,

Leia mais