Indicadores de Apoio ao Plano de Desenvolvimento Institucional da Ufes

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1 Indicadores de Apoio ao Plano de Desenvolvimento Institucional da Ufes

2 Administração Central Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Indicadores de Apoio ao Plano de Desenvolvimento Institucional da Ufes Vitória Fevereiro/2013 2

3 Universidade Federal do Espírito Santo Reitor Reinaldo Centoducatte Vice-Reitora Maria Aparecida Santos Corrêa Barreto Pró-Reitor de Administração Amarílio Ferreira Neto Pró-Reitor de Extensão Aparecido José Cirillo Pró-Reitora de Gestão de Pessoas e Assistência Estudantil Maria Lucia Casate Pró-Reitora de Graduação Maria Auxiliadora de Carvalho Corassa Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação Neyval Costa Reis Junior Pró-Reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Maximilian Serguei Mesquita Superintendente de Cultura e Comunicação Ruth de Cássia dos Reis Secretaria de Relações Internacionais Jane Meri Santos 3

4 COORDENAÇÃO TÉCNICA Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional NÚCLEO OPERACIONAL Alexandre Ramos Ricardo Cristianne Pereira Cunha Déborah Provetti Scardini Nacari Fabrycio Crizostomo Kock Francisco Canicali Primo Geraldo Regis Mauri Luciano Marchesi Marques NÚCLEO ESTRATÉGICO Aminthas Loureiro Junior Marcelo Rosa Pereira Maximilian Serguei Mesquita Pedro Paulo Modenesi Martins da Cunha ELABORAÇÃO DESTE DOCUMENTO Aminthas Loureiro Junior Déborah Provetti Scardini Nacari Jaime Souza Sales Junior Pedro Paulo Modenesi Martins da Cunha EQUIPE DE APOIO Leidyanne de Bortoli Azeredo (Bolsista) Leonardo de Jesus Brito (Bolsista) Rodrigo Barcellos de Oliveira (Bolsista) 4

5 APRESENTAÇÃO Diante das perspectivas e dos desafios sociais, econômicos, tecnológicos e culturais que se anunciam para os próximos anos, a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) reúne a comunidade universitária, o poder público e a sociedade civil e organizada a fim de analisar, sob as mais diversas perspectivas, o seu papel institucional, determinando objetivos, traçando estratégias e definindo metas no sentido de estabelecer rumos para se posicionar neste cenário e contribuir para o desenvolvimento regional e do Brasil. Com a finalidade de subsidiar a reflexão sobre o futuro da Universidade e formular estratégias e ações, disponibilizamos este documento intitulado Indicadores de Apoio para o Plano de Desenvolvimento Institucional , no esforço de apoiar um possível diagnóstico da realidade que vivemos e deste modo, criar orientações concretas para a Ufes do futuro. Acompanham, também, este documento, em anexo, o Plano de Desenvolvimento do Espírito Santo 2025, o Plano Estratégico do Espírito Santo e o Programa de Desenvolvimento Sustentável do Espírito Santo/PROEDES. Neste viés, a mobilização de todos os atores neste processo que envolve o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) , permitirá a criação de uma importante ferramenta que irá nortear as ações da Universidade para os próximos cinco anos. Por fim, sob a liderança do Magnífico Reitor, Professor Reinaldo Centoducatte, e com a efetiva participação da sociedade, representada por suas lideranças, esperamos expressar sumariamente os resultados de uma reflexão participativa, capaz de pensar o papel da Universidade como coparticipe da história do crescimento capixaba e brasileiro. Agradecemos a todos que contribuírem para concretizar esta agenda institucional. Maximilian Serguei Mesquita Pró-Reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional 5

6 SUMÁRIO Apresentação...5 Metodologia...13 Contexto Político-institucional Contexto Social Contexto Econômico Contexto Educacional Contexto Científico, Tecnológico e de Inovação Contexto Cultural Ufes em Números

7 LISTA DE TABELAS Tabela 01 Valor do rendimento médio mensal da população de 10 anos ou mais de idade no Espírito Santo e no Brasil...17 Tabela 02 Rendimento médio mensal domiciliar por classes de Salário Mínimo no Brasil...17 Tabela 03 Rendimento médio mensal domiciliar por classes de Salário Mínimo no Espírito Santo...17 Tabela 04 Oferta de serviços básicos de saúde, por tipo de serviço, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação...18 Tabela 05 Esperança de vida ao nascer no Brasil...19 Tabela 06 Taxa de mortalidade infantil no Brasil...20 Tabela 07 Médicos por mil habitantes no Espírito Santo...20 Tabela 08 Médicos Odontólogos por mil habitantes no Espírito Santo...21 Tabela 09 Enfermeiros por mil habitantes no Espírito Santo...21 Tabela 10 Nutricionistas por mil habitantes no Espírito Santo...21 Tabela 11 Farmacêuticos por mil habitantes no Espírito Santo...22 Tabela 12 Técnicos de Enfermagem por mil habitantes no Espírito Santo...22 Tabela 13 Números de concluintes de cursos de graduação em Saúde...23 Tabela 14 Saneamento adequado Área urbana no Brasil...24 Tabela 15 Acesso ao esgotamento sanitário área urbana no Brasil...25 Tabela 16 Acesso ao esgotamento sanitário área rural no Brasil...26 Tabela 17 Acesso ao abastecimento de água área rural no Brasil...26 Tabela 18 Acesso ao abastecimento de água área urbana no Brasil...27 Tabela 19 Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes, por tipo de abastecimento de água e situação do domicílio, segundo as Grandes Regiões e Unidades da Federação Tabela 20 Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes, por tipo de abastecimento de água e situação do domicílio, segundo as Grandes Regiões e Unidades da Federação Tabela 21 Lista de países por taxa de homicídio por ano por habitantes em 2012 segundo a UNODC - United Nations Office on Drugs and Crimes...30 Tabela 22 Evolução do número de taxas (em ) de Homicídios por idade na População de 0 a 19 anos. Brasil, 1997 e Tabela 23 Coeficiente de mortalidade por homicídio, por sexo Brasil Tabela 24 Coeficiente de mortalidade por homicídio, por sexo Brasil Por estados...33 Tabela 25 Índices de preços ao consumidor, variações percentuais

8 Tabela 26 Taxas de juros efetivas Tabela 27 Investimentos estrangeiros diretos US$ milhões...37 Tabela 28 Taxa de câmbio R$/US...38 Tabela 29 Indicadores econômicos - Países selecionados PIB nominal Tabelas 30 - Relações entre o Produto Interno Bruto, a preços de mercado, no Espírito Santo e Brasil, Tabela 31 Principais fontes de recursos dos estados e municípios em milhões de R$ - Período: Jan-outubro/ Tabela 32 Produto Interno Bruto e Produto Interno Bruto per capita no ES e Brasil Tabela 33 Indicadores econômicos - Economia internacional - Variação percentual anual, exceto se indicado de outra forma Tabela 34 Balança Comercial Brasil (US$ FOB) Tabela 35 Exportação Brasileira por porte de empresa...44 Tabela 36- Exportações Brasileiras por Unidade da Federação...45 Tabela 37 Nível de ocupação por setor de atividade no Brasil (em mil pessoas)...46 Tabela 38 Emprego Formal por setor de atividade econômica Vitória ES Tabela 39 Resultado por segmento - Área de Produção - Perspectiva de contratação Tabela 40 Área de Gestão - Perspectiva de contratação Tabela 41 Top 9 Profissões...49 Tabela 42 Requisitos de formação Áreas Profissionais - Área de Gestão...50 Tabela 43 Requisitos de formação Áreas Profissionais - Área Produtiva...50 Tabela 44 Requisitos de Formação Profissões específicas...50 Tabela 45 Lista das 30 profissões mais bem avaliadas segundo empresas brasileiras...51 Tabela 46 Investimentos segundo setores, por finalidade e total dos investimentos Tabela 47 Principais Empresas Exportadoras do Espiríto Santo...55 Tabela 48 Maiores Empresas Distribuição das 200 maiores empresas por região e municípios do Espírito Santo...56 Tabela 49 Principais Empresas Importadoras do Espírito Santo...57 Tabela 50 Balança comercial Espírito Santo US$ fob Tabela 51 Principais Investimentos no Espírito Santo, segundo Setores e Número de Projetos Tabela 52 Oferta e Demanda de Energia Elétrica ES...62 Tabela 53 Movimentação de passageiros no aeroporto de Vitória...62 Tabela 54 Movimentação de cargas nos portos da RMGV...63 Tabela 55 Origem dos turistas por rota turística

9 Tabela 56 Estado de origem dos turistas por rota turística...64 Tabela 57 Renda Média Individual (R$) por rota turística...64 Tabela 58 Renda Média Familiar (R$) por rota turística...65 Tabela 59 Tabela Geral de gastos dos Turistas...65 Tabela 60 Gasto médio pessoal durante estadia por rota turística (em R$)...65 Tabela 61 Tempo de permanência no município...66 Tabela 62 Município que o turista passou mais tempo...66 Tabela 63 Frequência do Turista no Espírito Santo e em Vitória...67 Tabela 64 Distribuição de Royalties Tabela 65 Histórico da estimativa do Investimento Público Total em educação em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), por nível de ensino Brasil Tabela 66 Histórico da estimativa do Investimento Público Direto em educação por estudante, por nível de ensino - valores nominais - Brasil Tabela 67 Alunos Matriculados na Educação Básica 2007 a Tabela 68 Alunos Matriculados na Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio no Brasil, Região Sudeste, Espírito Santo e Vitória Tabela 69 Evolução do Número de Instituições de Educação Superior por Categoria Administrativa Brasil Tabela 70 Evolução do Número de Matrículas por Categoria Administrativa Brasil Tabela 71 Evolução do Número de Concluintes por Categoria Administrativa Brasil Tabela 72 Evolução de Instituições de Educação Superior Brasil Tabela 73 Evolução do número de Instituições de Educação Superior por Categoria Administrativa Brasil Tabela 74 Número de Instituições de Educação Superior, por Organização Acadêmica, segundo a Unidade da Federação e a Categoria Administrativa das IES Tabela 75 Número de Cursos, Matrículas, Concluintes, Vagas Oferecidas, Candidatos Inscritos e Ingressos em Cursos de Graduação - Presenciais e a Distância, por Organização Acadêmica e Grau Acadêmico (Bacharelado, Licenciatura, Tecnólogo e Não Aplicável), segundo a Categoria Administrativa das IES Tabela 76 Número Total de Ingressos por Processo Seletivo e Outras Formas nos Cursos de Graduação Presenciais e a Distância, por Organização Acadêmica e Grau Acadêmico (Bacharelado, Licenciatura, Tecnólogo e Não Aplicável), segundo a Unidade da Federação e a Categoria Administrativa das IES Tabela 77 Dados Gerais - Graduação Presencial e a Distância. Matrículas nos Cursos de Gradu- 9

10 ação Presenciais e a Distância, por Faixa Etária, segundo a Unidade da Federação e a Categoria Administrativa das IES Tabela 78 Matrículas em Cursos de Graduação Presenciais, por Organização Acadêmica e Turno, segundo a Unidade da Federação e a Categoria Administrativa das IES Tabela 79 Número de Concluintes, Número de Cursos e Matrículas nos Cursos de Graduação Presenciais e a Distância, segundo as Regiões Geográficas e as Instituições Tabela 80 Número de Vagas Oferecidas, Candidatos Inscritos, Relação Candidatos Inscritos/ Vaga Oferecida e Ingressos por Processos Seletivos, nos Cursos de Graduação Presenciais e a Distância, segundo as Regiões Geográficas e as Instituições Tabela 81 Graduação a Distância. Número de Polos, Ingressos Totais, Ingressos por Processos Seletivos, Matrículas e Concluintes, nos Cursos de Graduação a Distância, por Organização Acadêmica, segundo a Unidade da Federação e a Categoria Administrativa das IES Tabela 82 Número Total de Funções Docentes em Exercício, por Organização Acadêmica e Grau de Formação, segundo a Unidade da Federação e a Categoria Administrativa das IES Tabela 83 Número de Instituições de Educação Superior por Organização Acadêmica e Localização Brasil Tabela 84 Relação das vinte maiores Instituições em número de matrículas na graduação presencial Brasil Total de Matrículas, Concluintes, Cursos e Funções Docentes...84 Tabela 85 Matrículas em Cursos de Graduação Presenciais e a Distância por Cor/Raça- Brasil, Sudeste e Espírito Santo Tabela 86 Dados Educacionais Totalizados, por Dependência Administrativa, segundo Etapa/ Modalidade de Ensino no Espírito Santo Tabela 87 Funções Docentes Tabela 88 Estabelecimentos por oferta de ensino Tabela 89 Movimento e Rendimento Escolar Tabela 90 Número de matrículas no Ensino Médio por Dependência Administrativa ES Tabela 91 Número de Matrículas no Ensino Médio, Brasil, sudeste e Espírito Santo Tabela 92 Número de concluintes no Ensino Fundamental, Brasil, sudeste e Espírito Santo Tabela 93 Número de Docentes Atuando na Educação Básica e Proporção por Grau de Formação Brasil Tabela 94 Docentes com curso superior por região...91 Tabela 95 Evolução do Sistema Nacional de Pós-Graduação: Número de cursos...93 Tabela 96 Mestrado e Doutorado Tabela 97 Número de alunos titulados e matriculados

11 Tabela 98 Número de alunos titulados e matriculados ( )...95 Tabela 99 Número de alunos titulados Tabela 100 Docentes na pós-graduação e alunos matriculados Tabela 101 Número de cursos segundo as regiões Tabela 102 Número de cursos segundo as regiões, Tabela 103 Distribuição das Bolsas (Brasil- ES) Tabela 104 Evolução das citações e do impacto das publicações brasileiras: Tabela 105 Vestibular: número de inscritos, vagas oferecidas, relação Tabela 106 Docentes do quadro, mais substitutos e visitantes, excluídos os afastados para capacitação e cedidos Tabela 107 Técnico-Administrativos em Atividade por Nível de Escolaridade e Regime de Trabalho Tabela 108 Graduação Presencial Tabela 108 Graduação Presencial _ Continuação Tabela 109 Ensino a Distância Alunos Matriculados/Diplomados Tabela 110 Cursos de Mestrado Alunos Matriculados por cursos e Dissertações Aprovadas Tabela 111 Cursos de Doutorado Tabela 112 Bolsas Tabela 113 Projetos de Pesquisa

12 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 01 Taxa de atividade (mão de obra) Gráfico 02 Taxa de desocupação Gráfico 03 Rendimento médio real habitual Gráfico 04 Principais Produtos exportados pelo Espírito Santo Gráfico 05 Evolução do Saldo Comercial Gráfico 06 Exportação do Espírito Santo por fator agregado Janeiro a Junho/2012- Participação (%)...58 Gráfico 07 Balança comercial. Evolução do Comércio Exterior do Espírito Santo Gráfico 08 Distribuição dos docentes da Educação Superior por grau de formação, segundo a categoria administrativa Brasil Gráfico 09 Número de alunos titulados e matriculados Gráfico 10 Número de alunos titulados e matriculados Gráfico 11 Número de alunos titulados e matriculados ( )...96 Gráfico 12 Número de alunos titulados Gráfico 13 Crescimento dos docentes por estado da federação Gráfico 14 Crescimento de numero de cursos segundo as regiões Gráfico 15 Crescimento do número de cursos segundo as regiões Gráfico 16 Distribuição das Bolsas (Brasil - ES)

13 METODOLOGIA Para que seja desenvolvido um Plano de Desenvolvimento Institucional de uma instituição é de fundamental importância que aqueles que irão realizá-lo conheçam antecipadamente uma boa parte do contexto onde está inserida. O desconhecimento de aspectos fundamentais deste contexto pode levar ao desenho de cenários e de estratégias inapropriadas para o futuro, especialmente no caso de um ente tão complexo como a Universidade, que se propõe dinâmica, aberta à sociedade e em permanente processo de desenvolvimento. Neste documento apresentamos um panorama quantitativo de alguns aspectos fundamentais de contextos específicos nos quais a instituição está inserida. Ele está dividido em seções que apresentam, em determinados momentos, por meio de indicadores, as situações do mundo, do Brasil e do Espírito Santo, e em especial, a situação da Ufes no Brasil e no Espírito Santo. Do ponto de vista de políticas públicas, os indicadores são instrumentos que possuem como finalidade principal traduzir de forma mensurável, determinado aspecto de uma realidade dada (situação social) ou construída (ação de governo), de maneira a tornar operacional a sua observação e avaliação. É um recurso metodológico. Por este motivo, estes indicadores foram divididos em categorias específicas que representam os mais diversos contextos onde a Universidade se insere: Social; Econômico; Educacional; Científico, Tecnológico e de Inovação; e, Cultural. Além destes, foram sintetizados dados e informações específicos sobre a Ufes, englobados no item Ufes em números. Por meio de gráficos, tabelas e outras formas de síntese de dados, procuramos organizar informações importantes que sirvam de apoio à elaboração do PDI , sendo preferencialmente originárias de fontes oficiais. É importante ressaltar que a defasagem temporal dos dados decorre da disponibilização dos mesmos pelas respectivas fontes e que, para efeito de análise, buscou-se apresentar uma série histórica que permitisse traçar um perfil do tema em questão. 13

14 CONTEXTO POLÍTICO-INSTITUCIONAL O processo avaliativo e o Plano de Desenvolvimento Institucional da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) estão previstos no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), estabelecido por meio da Lei , de 14 de abril de Avaliação e planejamento formam a base da nova conceituação do ensino superior no Brasil. Esses dois critérios deverão ser cumpridos pela instituição por ocasião de: pedido de autorização de cursos superiores de graduação, tecnológicos e sequenciais; credenciamento para a oferta de ensino a distância; e, autorização de cursos fora da sede da Universidade. Logo, de acordo com a legislação, a Universidade deverá apresentar o seu Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) que inclui avaliação e uma perspectiva estratégica a cada cinco anos. Questões fundamentais para as instituições de ensino superior de maneira geral, e para a Ufes, em particular, estão contempladas nos indicadores de apoio que, preliminarmente, norteiam as discussões dos mais diferentes segmentos. A autonomia administrativa e orçamentária e o financiamento externo são questões extremamente relevantes para a Universidade, e que devem ser apreciadas com atenção na formulação do PDI. É importante destacar o comprometimento que a instituição tem com a comunidade onde está inserida, sobretudo aquela localizada no seu entorno geográfico. Isto significa que a instituição deve estar atenta especialmente para a sua relação com a sociedade capixaba, compreendendo seus 78 municípios, e, notadamente, buscar uma aproximação ainda maior com aquelas comunidades onde estão instalados seus quatro campi universitários: em Vitória, com o campus de Goiabeiras e o de Maruípe; e com os municípios de Alegre/Jerônimo Monteiro, no Sul do Estado e São Mateus, ao Norte. Essa integração da Universidade com a comunidade capixaba inclui a adoção de ações afirmativas, visando à oferta de oportunidades para o acesso das populações envolvidas aos serviços produzidos pela instituição. Ainda nesta direção, a Ufes buscará implementar ações no sentido de superar as desigualdades sociais no Espírito Santo, sobretudo nas áreas de sua influência direta. Para isto, serão incluídas em seu Plano de Desenvolvimento Institucional medidas que assegurem a evolução qualitativa de suas ações de ensino (presencial e a distância), pesquisa, extensão, assistência e gestão. 14

15 A Universidade tem por meta: planejar ações com o objetivo de promover o exercício da cidadania; adotar medidas inseridas no conceito de responsabilidade social; estabelecer programas de inclusão social e étnica ao universo da comunidade acadêmica; buscar soluções propositivas para o desenvolvimento econômico, inovador e sustentável. Ainda nesse contexto, a instituição se dispõe a promover gestões internas democráticas; abrir canais de efetiva participação da sociedade organizada nas decisões universitárias; e fortalecer e respeitar as associações representativas de diferentes segmentos a composição do Conselho Estratégico é um passo firme nesta direção. O PDI estará voltado para premissas que assegurem a plena capacidade gerencial da instituição, considerando um ambiente administrativo em que prevaleça a autonomia universitária. Sob este prisma, encaminha-se para uma estrutura organizacional eficiente, visando à gestão universitária, de pessoas e de materiais. Desta forma, o PDI deverá observar a autonomia de gestão financeira e patrimonial, para a qual deverão ser usados mecanismos modernos e eficientes de gestão dos recursos advindos da União, de doações, ou próprios. 15

16 1. CONTEXTO SOCIAL O quadro atual de grandes mudanças no cenário mundial vem, já há algum tempo, exigindo das organizações públicas, políticas que contemplem uma ação social mais efetiva junto à sociedade. Neste sentido muitas mudanças vêm surgindo para criar mecanismos que possam facilitar esta efetividade, notadamente com a Constituição de 1988 e a ainda mais a partir da década de Esta efetividade se traduz na necessidade de criar uma economia socialmente mais igual possibilitando bem estar a uma parcela cada vez maior da população brasileira. Estes importantes avanços proporcionados pelo processo democrático revelam a premência na construção de espaços sociais sem exclusão, como também de soluções para que os entes públicos pensem em soluções de sustentabilidade e viabilidade para um melhor convívio com a diversidade que se apresenta. Um viés importante que tem ganhado destaque nos fóruns de discussão sobre o tema diz respeito às políticas inclusivas e da garantia de acesso a aqueles que as utilizam. Cabe destacar as políticas afirmativas reforçadas pelo governo federal na busca por uma melhor distribuição de renda e inclusão social. Destacando-se as políticas de quotas nas universidades públicas, o aporte de recursos para assistência estudantil, entre outras. Sendo assim, o entendimento desse contexto social no Brasil é matéria de fundamental importância para perceber o papel do estado em termos de políticas públicas, bem como para o mesmo se articular e formular estratégias para minimizar as mazelas oriundas deste contexto. A universidade pública como ente importante na contribuição para diminuição destas desigualdades necessita ficar alerta a este quadro e trabalhar ações no sentido de ser mais efetiva junto à sociedade. Assim, como forma de subsidiar as discussões dos diversos atores que compõe o Conselho Estratégico da Ufes para formulação de seu processo de planejamento, são apresentados abaixo alguns indicadores sociais importantes para a Ufes pensar o seu futuro e as suas possíveis formas de intervenção contextual afim de contribuir para uma maior justiça social, seja em nível do Estado do Espírito Santo, seja em nível de Brasil. Os diversos indicadores apresentados a seguir, quando de sua análise, poderão evidenciar quais caminhos a universidade deverá trilhar no sentido de prospectar futuros e construir os cenários imperativos para o sucesso de sua Missão e Visão organizacionais. 16

17 1.1 Desigualdade Social Tabela 01 - Valor do rendimento médio mensal da população de 10 anos ou mais de idade no Espírito Santo e no Brasil Fonte: IBGE Tabela 02 - Rendimento médio mensal domiciliar por classes de Salário Mínimo no Brasil Fonte: IBGE Tabela 03 - Rendimento médio mensal domiciliar por classes de Salário Mínimo no Espírito Santo Fonte: IBGE 17

18 1.2 Saúde Tabela 04 - Oferta de serviços básicos de saúde, por tipo de serviço, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação. Fonte: IBGE 18

19 Tabela 05 - Esperança de vida ao nascer no Brasil Fonte: IBGE 19

20 Tabela 06 - Taxa de mortalidade infantil no Brasil Fonte: IBGE Tabela 07 - Médicos por mil habitantes no Espírito Santo Fonte: DATASUS 20

21 Tabela 08 - Médicos Odontólogos por mil habitantes no Espírito Santo Fonte: DATASUS Tabela 09 - Enfermeiros por mil habitantes no Espírito Santo Fonte: DATASUS Tabela 10 - Nutricionistas por mil habitantes no Espírito Santo Fonte: DATASUS 21

22 Tabela 11 - Farmacêuticos por mil habitantes no Espírito Santo Fonte: DATASUS Tabela 12 - Técnicos de Enfermagem por mil habitantes no Espírito Santo Fonte: DATASUS 22

23 Tabela 13 - Números de concluintes de cursos de graduação em Saúde Fonte: Ministério da Educação Institutos Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira/ DATASUS 23

24 1.3 Saneamento Básico Tabela 14 - Saneamento adequado Área urbana no Brasil Fonte: IBGE 24

25 Tabela 15 - Acesso ao esgotamento sanitário área urbana no Brasil Fonte: IBGE 25

26 Tabela 16 - Acesso ao esgotamento sanitário área rural no Brasil Fonte: IBGE Tabela 17 - Acesso ao abastecimento de água área rural no Brasil Fonte: IBGE 26

27 Tabela 18 - Acesso ao abastecimento de água área urbana no Brasil Fonte: IBGE 27

28 Tabela 19 - Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes, por tipo de abastecimento de água e situação do domicílio, segundo as Grandes Regiões e Unidades da Federação Fonte: IBGE 28

29 Tabela 20 - Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes, por tipo de abastecimento de água e situação do domicílio, segundo as Grandes Regiões e Unidades da Federação Fonte: IBGE 29

30 1.4 Segurança Tabela 21 - Lista de países por taxa de homicídio por ano por habitantes Fonte: UNODC - United Nations Office on Drugs and Crimes 30

31 Tabela 22 - Evolução do número de taxas (em ) de Homicídios por idade na População de 0 a 19 anos. Brasil, 1997 e 2007 Fonte: Sistema de Informações de Mortalidade - SIM / Secretaria de Vigilância em Saúde - SVS / Ministério da Saúde - MS 31

32 Tabela 23 - Coeficiente de mortalidade por homicídio, por sexo: Brasil Fonte: Sistema de Informações de Mortalidade - SIM / Secretaria de Vigilância em Saúde - SVS / Ministério da Saúde MS 32

33 Tabela 24 - Coeficiente de mortalidade por homicídio, por sexo Brasil Por estados Fonte: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Divisão de Análise em Situação de Saúde, Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM. 33

34 2. CONTEXTO ECONÔMICO 2.1 Cenário Macroeconômico A despeito da desaceleração da economia brasileira no final de 2011 e das incertezas na economia mundial, novo levantamento mostra que o investimento deverá continuar crescendo acima do PIB, nos próximos anos. Contudo, observa-se mudança nos fatores determinantes das inversões na economia: mais dinâmica advinda do mercado doméstico, menor importância para projetos voltados à exportação de commodities. Nesse sentido, os números apurados, evidenciam a consolidação do modelo de crescimento voltado ao mercado doméstico, cuja dinâmica está sendo capaz de contrabalançar o cenário internacional adverso. A consolidação do mercado de consumo de massas, criado pela combinação de aumento da renda e redução de desigualdades sociais, tem atraído investimentos diretos para o Brasil, que apresenta perspectivas de crescimento acima da média mundial nos próximos anos. Chama atenção também a presença de grandes projetos com horizonte de longo prazo, que dão robustez e sustentam o investimento na indústria. O principal exemplo são as inversões no setor de petróleo e gás por conta da exploração do pré-sal, com investimentos relacionados à respectiva cadeia de valor. Destacam-se também as oportunidades ligadas a adição de valor a recursos naturais, em termos de química verde, bem como, as inversões complementares aos investimentos em infraestrutura econômica priorizados pelo governo e aqueles decorrentes dos eventos esportivos da Copa do Mundo e Olimpíada. Ao longo do primeiro trimestre de 2012, verifica-se alguma melhoria no cenário internacional, com a economia americana mostrando maior vigor e avanços na solução dos problemas de endividamento em economias da Zona do Euro. A consolidação desse cenário é importante para que haja maior crescimento dos investimentos no Brasil por parte dos setores mais voltados ao mercado externo. Ainda assim, o levantamento feito neste estudo confirma a necessidade de aumentar a competitividade da indústria. Papel fundamental caberá ao setor público, coordenando parcerias com o setor privado, lançando medidas de estímulo à economia que atuam no sentido da reconstrução da competitividade sistêmica da indústria. 34

35 O desenvolvimento econômico sustentável e a melhoria dos padrões de distribuição de renda tem sido alguns dos objetivos do governo brasileiro ao longo dos últimos anos. Para o alcance de tais metas, várias ações de políticas governamentais nas várias esferas governamentais no âmbito federal, estadual e municipal vêm sendo elaboradas e implementadas. Algumas destas ações surtiram êxito, pois apesar da crise internacional vivenciada em meados dos anos 2000 por diversas potências econômicas mundiais e que afetou em demasias países como os EUA, Espanha, Itália, Portugal e outros, desta vez o Brasil foi menos afetado em algumas variáveis macroeconômicas importantes como o câmbio e os juros, e pôde colaborar com o mundo, apresentando exemplos de políticas governamentais expansionistas. Uma prova deste relativo sucesso na sua expansão econômica é que o Brasil conseguiu apresentar taxas de crescimento positivas em seu Produto Interno Bruto, PIB, ao longo destes últimos anos, enquanto em outros países tal indicador chegou a ser negativo ou quase nulo. Tal resultado colaborou para que o Brasil se mantivesse entre as dez maiores potências econômicas mundiais, com um PIB superior a US$ 2 trilhões e com perspectivas para se manter nesta lista durante os próximos anos. O Estado do Espírito Santo também colaborou para a elevação do PIB brasileiro, pois seu PIB apresentou taxas de expansão superiores à média nacional. As grandes empresas instaladas no Estado, em destaque a Vale, a Arcelor Mittal, a Fibria e a Petrobras colaboraram para que diversas mercadorias fossem enviadas ao mundo pelos portos capixabas, fortalecendo as atividades ligadas ao comércio exterior do Espírito Santo. Novas descobertas de petróleo e gás no litoral do Espírito Santo aconteceram e com elas, sem desprezar atividades econômicas relevantes e consolidadas como no setor de rochas ornamentais e no cafeeiro, uma nova janela de oportunidades poderá se abrir para o Estado, tanto no que se refere ao volume de recursos a ser arrecadado, por entes locais, como também no próprio suprimento de bens e serviços que dêem suporte a estas atividades. Vale destacar que as instituições de ensino deste país e a própria UFES podem colaborar neste processo de alcance do desenvolvimento econômico, tornando-se sendo um centro para a disseminação do conhecimento técnico científico, formando mão de obra qualificada para colaborar na melhoria da competitividade das empresas, e na formação de cidadãos, os quais estarão desejosos na melhoria dos padrões de vida. 35

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