Psicologia, educação, recursos humanos e mídia Samuel Pfromm Netto

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1 56 Psicologia, educação, recursos humanos e mídia Samuel Pfromm Netto Apresentação do depoente É titular-fundador desta Academia, Rodrigues Arruda". É psicólogo, escritor, pedagogo e historiador. Formou-se, primeiramente, como professor do Magistério (anteriormente professor do ensino primário) e depois em Pedagogia. Mestre e Doutor pela Universidade de São Paulo, fez parte do seu quadro de docentes e pesquisadores durante 30 anos. Realizou estudos de pós-doutorado nos Estados Unidos e em vários países da Europa. Lecionou igualmente em outras universidades do país e do exterior. Chefiou diversas missões culturais ao Japão e à China, tendo proferido numerosas conferências e palestras em outros países. Participou ativamente da criação e do funcionamento do curso de Psicologia da USP e também desta Academia, da qual foi um dos presidentes. Presidiu o Conselho Regional de Psicologia, de que foi conselheiro durante vários anos. Publicou mais de meia centenas de livros, capítulos de livros e artigos em revistas de Psicologia e de ciências afins Participou e participa ativamente de várias associações de Psicologia e de campos congêneres, bem como das academias de letras e das ciências humanas do País. Recebeu inúmeras condecorações pelos serviços prestados à ciência e à cultura no Brasil e no exterior. Vida Nasci em Piracicaba, em 1932, um pouco antes da Revolução Constitucionalista, filho de pai protestante e mãe católica, vivendo em harmonia até mesmo quanto aos princípios religiosos. Estudei sempre em escola pública, desde o ensino primário (hoje Ensino Fundamental) até à universidade. Formei-me como professor do ensino primário (atual Magistério) na Escola Normal Sud Mennucci de Piracicaba (1949), iniciando, a seguir, minhas atividades docentes no Colégio Piracicabano e as prossegui, durante vários anos, em importantes universidades brasileiras e estrangeiras. O meu interesse pela Psicologia

2 57 surgiu dos estudos na Escola Normal, especialmente pelo incentivo que me proporcionou o extraordinário professor João Rodrigues de Arruda, meu Patrono na Academia Paulista de Psicologia. Desde aqueles tempos sentia-me atraído não só pela Psicologia, mas também pela Educação e pela Mídia. Foi em 1945 me que iniciei no jornalismo, escrevendo para o Jornal de Piracicaba no qual passei a colaborar durante vários anos. Formei-me em Pedagogia (1959) pela USP, obtendo o título de Mestre e Doutor em Psicologia pela mesma universidade. Durante e posteriormente a esta formação, atendendo o meu interesse nascente, realizei estudos no exterior para vivenciar, aprender, praticar mídia educativa, em várias universidades, principalmente na Michigan State University, na Pennsilvania State University e na Columbia University. A tese do meu doutorado, defendida em 1970, reflete este real interesse pela tríade psicologia, mídia e educação. Denominada "Imagens dos meios de comunicação em massa", foi posteriormente, em parte, publica da em 1971 sob o título "Comunicação de Massa". Envolvia-me também em movimentos em prol do futuro da Psicologia na USP e no Brasil: criação da profissão do psicólogo, de psicologia na USP, criação dos Conselhos Regionais e Federais. Presidi o Conselho Regional de Psicologia 6ª Região, de que fui conselheiro nos anos 70 a 80. A criação do Instituto de Psicologia da USP (IPUSP) no início dos anos 70 foi uma parada duríssima, pois vários colegas influentes eram contra a criação do Instituto. Creio que os artigos que fiz com Arrigo e que saíram no jornal "O Estado de São Paulo", influíram muito, com uma argumentação sólida em favor da criação do Instituto. Na votação pelo Conselho Universitário, houve empate e o prof. Eurípides Simões de Paula, que presidia a sessão, querido e saudoso amigo, deu o voto de desempate, em favor do Instituto. Este surgiu, portanto, pela diferença de um voto apenas. Colaboramos com o Arrigo, que foi o primeiro diretor do Instituto e, por assim dizer, seu fundador, ajudando-o a organizá-io, a montar o curso de Psicologia, a resolver uma infinidade de problemas de todos os tipos. Mas deu certo e o IPUSP é uma das melhores entidades do Brasil em matéria de ensino e pesquisa em Psicologia. Nos finais dos anos 70, com Carlos Dei Nero, concebemos e demos os passos iniciais para a criação da Academia Paulista de Psicologia, tendo sido o seu presidente nos anos Publiquei mais de cinco dezenas de livros de psicologia, educação, mídia, literatura, história e mais de uma centena de estudos e pesquisas. Chefiei missões culturais ao Japão e à China, tendo proferido conferências e palestras nesses e em outros países. Paralelamente às atividades de psicólogo, escritor, educador e pesquisador, tenho desenvolvido extensa atuação ligada à mídia jornalismo, rádio, cinema, TV e videoteipe, instrução programada, ensino a distância e uso do computador na educação). Atuei, durante muitos anos na Fundação Padre Anchieta, TV e Rádio Educativa de São Paulo, como assessor da presidência, chefe da divisão do ensino e conselheiro. Presidi também a

3 58 Fundação Centro Brasileiro de TV Educativa (atualmente, Fundação Roquette Pinto), do Ministério da Educação, no Rio de Janeiro). Presentemente, presido a PNA (Pfromm Netto & Associados) em São Paulo, empresa especializada em recursos humanos e treinamento e com atividade editorial. Obra Quatro são as principais áreas da minha contribuição profissional e cultural: psicologia, educação, recursos humanos e mídia. Acham-se representadas na meia centena de livros que escrevi e em cerca de meio milhar de pesquisas e muitos artigos. Cito, em primeiro lugar, as origens, a formação e as influências marcantes. Inicio pelos fatos da infância em Piracicaba: papai tinha sido violinista de orquestra. O violino e suas partituras me impressionavam sobremaneira, especialmente, quando à noite, antes de dormir, tocava violino primeiro e depois lia a Bíblia. Desde então, já manifestava fascínio pela mídia: brincava de rádio, cinema, jornalzinho manuscrito (...) Posteriormente, nos anos 40, esse interesse intensificou-se por ocasião dos meus estudos na memorável Escola Normal Sud Mennucci. O meu namoro com a Psicologia começou cedo. Fui incentivado por um mestre, verdadeiramente extraordinário, o prof. José Rodrigues de Arruda. É meu Patrono na Academia Paulista de Psicologia. Eu me sentia atraído não só pela Psicologia, mas também pela Pedagogia e pela Mídia (...). Publiquei muitos trabalhos nessas áreas. Fiz programas de rádio, fiz cinema, organizei e dirigi um clube de cinema em Piracicaba nos anos 50 e, desde 60, voltei-me para a televisão e o vídeo.(...) Quero destacar, nos tempos mais recentes, a enorme influência que recebi de um grupo de especialistas norte-americanos que trabalharam no campus da USP no antigo Serviço de Recursos Audiovisuais. Nessa época, tive influência decisiva de um eminente professor da USP, Laerte Ramos de Carvalho. Devo-lhe a honrosa designação para ser membro do Conselho deliberativo do CRPE (Centro Regional de Pesquisas Educacionais), quando pude privar com vários luminares de educação brasileira, como Anísio Teixeira, Carlos Correa Mascaro, Dante Moreira Leite, Fernando Henrique Cardoso e outros. Devo a Laerte meu ingresso no SRAV (Serviço de Recursos Audiovisuais), onde atuei como coordenador; devo-lhe a minha ligação com a televisão da USp, que inicialmente não era ligada à ECA (Escola de Comunicações e Artes), e a minha primeira ida aos EUA (...) Foi um tempo muito bom, este. Pude conviver e aprender com vários grandes nomes da mídia educativa e da psicologia norte-americana. Cito apenas alguns deles: B. F. Skinner, em Harvard, Fred Keller, na Columbia, Carl Rogers, na Northwestern, que nessa época estava fazendo uma série de filmes para o ensino da psicoterapia rogeriana, James Finn, o guru dos gurus da mídia educativa nos anos 50 e 60, Holland, Berlo, Gagné, Hoban, Van Ormer,

4 59 muitos nomes de primeira grandeza. Que me acolheram, orientaram-me, deram-me pistas incríveis. Naquele tempo, eu estava fascinado pela TV e pelo vídeo, e também pela instrução programada e pelas máquinas de ensinar, que acabaram por me levar ao computador a serviço do ensino-aprendizagem. Isto ocorreu há mais de 40 anos, na década de 60. Em 1965, novamente permaneci por uns tempos nos EUA e, de novo, graças ao Laerte, num programa pós-graduado centrado em televisão e vídeo, desta vez nas Universidades da Flórida, de Missouri, do Texas e no Stephens College - um College exclusivamente para moças. a Stephens foi pioneiro em multimídia, numa linha de convergência de recursos que prenunciava os rumos atuais de integração da mídia a serviço da educação. Bem, e a Psicologia? Já me referi que devo a minha iniciação neste campo ao saudoso prof. Arruda, de Piracicaba. Mas ainda não mencionei os meus tempos de estudante da USP. Eu tinha feito concurso em 53 e 54 para ser professor do então ensino normal e vinha lecionando Psicologia desde o início da década de 50. Então eu me afastei do magistério oficial do Estado, quando lecionava em Santa Cruz do Rio Pardo. Vim para São Paulo e passei a trabalhar durante o dia e a estudar no curso noturno da FFCL (Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras) da USP, na rua Maria Antonia, em São Paulo. Naquele tempo, não havia Curso de Psicologia. Se quiséssemos ser psicólogo ou professor de psicologia, precisava fazer o curso de Pedagogia ou de Filosofia. Eu optei pelo primeiro, e foi assim que tive Arrigo Leonardo Angelini como meu professor: outra influência decisiva na minha vida profissional. Eu estava para me formar em fins de 1959 e me vi diante de um dilema. Acontece que recebi dois convites para ser professor da USP, um deles feito pelo Arrigo, para a então Cadeira de Psicologia Educacional. a outro, feito pelo Laerte, para a Cadeira de História e Filosofia da Educação. Acontece que eu era apaixonado por essas duas áreas. Mas o contrato na Psicologia Educacional era imediato, enquanto o da Cadeira do Laerte estava na dependência do processo de aposentadoria de uma das suas colaboradoras, sem prazo definido para ser encerrado. A essa altura, casado com a alga há cinco anos e tendo filha pequena, a Priscila, eu não podia esperar. Resolvi, portanto, o dilema, ingressando na Psicologia Educacional. Foi uma solução felicíssima para mim, pois me entendi muito bem com o Arrigo e com os colegas que ainda há pouco eram meus mestres (...). Nos anos 60 e 70, outra experiência decisiva para a minha carreira foi a participação nos domínios da TV e vídeo. Tenho duas ligações com a televisão, a primeira como pesquisador e a segunda como homem de televisão, mais exatamente TV educativa, ou TV pública, como se diz hoje em dia. Sempre me preocupei com o binômio criança e televisão. Antes mesmo da TV surgir no País, preocupava-me com os efeitos do cinema nas crianças. Esse foi, aliás, o assunto do meu primeiro estudo, publicado em Colaborei com a Cinemateca Brasileira e com várias outras instituições nesse sentido,

5 60 como o Juizado de Menores de São Paulo. Mergulhei fundo na teorização, na pesquisa e no ensino, a respeito dos aspectos psicológicos envolvidos nesse binômio TV-criança e venho trabalhando nesse campo até hoje, com um bom número de pesquisas e estudos publicados sobre o assunto. Relacionei essa temática com outra, que me é muito cara: a da agressividade e violência humana. Tenho publicado muito sobre esta última temática e preocupo-me bastante com os efeitos que a violência na televisão causa nos espectadores infantis e juvenis. A segunda linha de contribuição que me liga à TV é a produção de programas ligados à aprendizagem e ao ensino. Comecei a fazê-io desde 1962, primeiro no Rio e, depois, em São Paulo, quando fiz uma série de videoteipes com Arrigo para o curso de licenciatura da USP. Arrigo encarregou-se das teleaulas de psicologia de aprendizagem e eu, das aulas de psicologia de adolescência. Foi por volta de Mas o período decisivo foi de 1972 a 75, quando atuei como assessor da presidência da Fundação Padre Anchieta e fui responsável por toda a programação do setor de ensino, tanto da TV Cultura como da rádio Cultura. Foi Esther de Figueiredo Ferraz (...) que me levou em 1972 para a Cultura. Foram anos incríveis, em que orientei pessoalmente a criação de dezenas de programas, fiz parte do conselho responsável por uma série famosa, a Vila Sésamo. Produzimos numerosas séries de ensino a distância pela TV e rádio, com fascículos e telepostos, como a Telescola, os Supletivos dos então 1Q. e 2Q. Graus, o Vestibulando, o curso de Administração de Empresas, o curso de Comércio Exterior, cursos de francês, inglês, alemão... Foi nessa época que, em 1975, participei em Tóquio do concurso internacional de TV e rádio educativos, e conquistei dois prêmios para a Fundação Padre Anchieta, entregues em cerimônia presidida pelo príncipe Akihito. Competimos com o mundo inteiro, em TV e rádio educativos, e ganhamos (...). Liderei várias missões culturais, no Japão e na China. Na volta de uma dessas viagens, nos anos 90, eu e Mário Kimura planejamos a criação de uma sociedade, a UEBRAJA (União Educacional Brasil-Japão) que, junto com os nossos amigos nipônicos, realizou vários simpósios nipo-brasileiros de educação (...). Paralelamente a essas atividades, eu continuava a me dedicar ao Instituto de Psicologia, agora atuando nos cursos de mestrado e doutorado. Sou muito grato a dezenas de estudantes de pós-graduação que levaram avante pesquisas sobre a tríade a que me referi, de psicologia, educação e mídia, assim como a respeito de outros problemas que interessavam tanto a eles como a mim (...). Em 1975, fui convidado pelas FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas) para organizar e dirigir o curso de Psicologia desta que é hoje Universidade. O convite partiu de Esther de Figueiredo Ferraz, então conselheira da sua presidência. Aceitei o desafio, afastei-me do então "tempo integral" da USP e, durante cinco anos, organizei e dirigi o novo curso

6 61 de Psicologia. Foi uma experiência riquíssima, pude introduzir uma porção de inovações audaciosas, é claro, ajudado por um grupo de excelentes professores (...). Gostei muito, mas tinha assumido com as FMU um compromisso de trabalho para apenas os cinco anos iniciais da Faculdade de Psicologia, de modo que em 1980, quando a 1ª turma se formou, deixei as FMU e passei a me dedicar exclusivamente à pós-graduação da Psicologia da USP. Entre 1983 e 85, a então Ministra Esther de Figueiredo Ferraz convidou-me para exercer a presidência da Fundação Centro Brasileiro de Televisão e Rádio Educativos, a FUNTEVE do MEC, no Rio de Janeiro, atualmente Fundação Roquette Pinto. Aceitei com alguma relutância e com uma condição: a de me afastar parcialmente do IPUSP, sem, no entanto, deixar de ministrar uma disciplina na pós-graduação e nem deixar meus orientandos (...). A FUNTEVE era a responsável por toda a rede de emissoras educativas de tevê e rádio do País e tive que enfrentar um não mais acabar de batalhas duras nesse sentido. Quando assumi o cargo, tínhamos apenas nove tevês educativas no Brasil. Criei outras onze entre as quais a de Minas Gerais, que me traz à lembrança a inesquecível e humaníssima figura de Tancredo Neves, com quem privei desde os tempos das FMU. Lembro-me bem da satisfação dele, quando da inauguração da TV educativa em Belo Horizonte, em Nessa época, atuei também como integrante titular do Concine e do Mobral, no Rio de Janeiro. Após minha gestão na FUNTEVE, que terminou com a saída de Esther de Figueiredo Ferraz do Ministério da Educação, voltei à USP, onde permaneci até a aposentadoria, ocorrida em 88. Depois colaborei com algumas outras Universidades, aqui em São Paulo. o Mackenzie, por exemplo " e no Rio de Janeiro. Faltou dizer que, durante todo esse tempo, atuei como psicólogo nas três grandes áreas da psicologia aplicada. Fiz psicologia clínica, mantendo um consultório, atendendo principalmente adolescentes. Fiz psicologia escolar, assessorando escolas, orientando e trabalhando com professores, alunos e pais de alunos. Fui um dos fundadores da Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional (ABRAPEE), que tem promovido congressos memoráveis desde a década passada, e fui sua presidente no capítulo de São Paulo de 1993 a E teria muito que dizer sobre a minha atuação na terceira área básica da psicologia, a industrial e organizacional, a que venho me devotando há cerca de 40 anos, principalmente no setor de recursos humanos e treinamento em especial. Criei, com colegas, duas empresas nessa área, primeiro a Matética, com Cláudio Zaki Dib e Nelson Rosamilha e, há poucos anos, a PNA, Pfromm Netto & Associados, com as psicólogas Lurdes Ferreira Coutinho e Leonor Zulmira de Azevedo Pires. A PNA também atua como editora. Gosto muito de trabalhar em treinamento de pessoal, desde altos executivos até modestos trabalhadores braçais. Fiz programas de treinamento para um bom número de

7 62 organizações, de grande, médio e pequeno porte, como a Shell, o Banco Chase Manhattan, a Editora Abril, a Secretaria da Fazenda do Estado, o MEC e muitas outras. Treinamento com sólido embasamento psicológico, o que infelizmente, entre nós, não vem ocorrendo com freqüência, em anos recentes. E participei de uma experiência muito importante, a do CIANET (Centro Interativo de Administração, Negócios, Educação e Telemática), aqui em São Paulo, que, entre outras atividades, cita-se o curso de enfermagem por ensino a distância, em fins da década de 90. Para terminar, uma espécie de profissão de fé, após mais de meio século de dedicação à psicologia, à educação e à mídia. Primeiro, estou convencido de que a Psicologia é, no Brasil de hoje e de amanhã, extremamente necessária. Mas está na hora de fazê-ia com muito mais rigor, com muito mais fundamentação científica séria, em plena sintonia com a psicologia que se faz hoje nos mais avançados centros mundiais do saber e do fazer psicológico. De modo geral, a formação do psicólogo entre nós deixa a desejar, e a atuação dos psicólogos no Brasil deixa mais ainda, com as honrosas exceções, é claro. Em segundo lugar, sou incrivelmente otimista, muito embora considere saudável uma certa dose de ceticismo como cientista que sou. Pedir provas, exigir resultados de pesquisas confiáveis, desconfiar de elucubrações verbais, não raro sedutoras, mas sem nenhum apoio em evidências empíricas segundo os cânones da boa ciência é algo que me parece essencial. Em terceiro lugar, mais e mais acredito que precisamos lutar com todas as forças contra o que tem sido denominado "desaparição da infância". A criança é a grande vítima do materialismo que grassa solto por aí, da inconsciência e da leviandade de pais que só sabem fazer filhos fisiologicamente mas não sabem educá-ias, do egoísmo, da amoralidade, da falta de caráter, de degradações que se espalham por todos os cantos. Precisamos salvar nossas crianças. Precisamos cuidar melhor delas. E, acima de tudo, exijamos respeito à vida, no sentido mais lato dessa expressão. Recebi muitas honrarias, ao longo da minha vida, sob a forma de diplomas, comendas, placas, troféus, medalhas, que me desvaneceram. Sou muito grato aos que me proporcionaram essas homenagens. Ganhei medalhas preciosas e o Rotary Club me elegeu como uma das personalidades do ano. Foi até mudado o nome de uma escola particular de Ribeirão Preto para o de Liceu Samuel Pfromm Netto. Por ocasião de uma das festas em que fui homenageado, uma jornalista me perguntou: "Professor Pfromm, se o senhor nascesse novamente, como gostaria que fosse a sua segunda vida?" Eu lhe respondi: "Gostaria que fosse igual a esta que tenho vivido. Tive uma infância e uma adolescência felizes. Tenho as venturas de contar com uma família que eu adoro. Tenho amigos muito queridos. E quero continuar a trabalhar enquanto tiver forças para fazê-io. Trabalhar sempre, encantado com a vida, com as pessoas, com o mundo. A vida é bela!"

8 63 Publicações do depoente, específicas do tema exposto Livros e capítulos em livros de múltipla autoria. (1976, 1968) Psicologia da adolescência. São Paulo: Pioneira, 1a. ed. Várias edições publicadas (5a. ed., 1975, co-editada com o Instituto Nacional do Livro).Col. (1968) Como utilizar o livro didático. Rio de Janeiro: Colted/Ministério da Educação e Cultura. Três edições publicadas.. (1971) Comunicação de massa. São Paulo: Pioneira/Edusp..Col. (1971) Leitura/Exercícios de escrita/matemática. Coleção de quatro volumes. Rio de Janeiro: Movimento Brasileiro de Alfabetização/Primor Educacional. Três edições publicadas.. (1972) Linguagem é comunicação. São Paulo: Pioneira..Col. (1974) Cartilha das crianças. Rio de Janeiro: Primor. Col. (1975) Vila Sésamo (cartilha). Rio de Janeiro: Bloch. (1976) Tecnologia da educação e comunicação de massa. São Paulo: Pioneira.. (1981) A psicologia no Brasil. Em Ferri, M. G. e Motoyama, S., coord., História das ciências no Brasil. 3º Vol. São Paulo/Rio de Janeiro: Edusp/Editora Pedagógica e Universitária/CNPq.. (1981) Impact of Brazilian television on children and education (em colab.) In Holtzman, W H. e Reyes-Lagunes, 1., ed., Impact of educational television on young children. Paris: UNESCO, (Col. Educational Studies and Documents nº 40) Publicado igualmente em traduções em francês e espanhol pela UNESCO. Col. (1984) Comunicação e novas tecnologias. São Paulo: Com-Arte/ECA-USP. (1987) Psicologia da aprendizagem e do ensino. São Paulo: EPU/EDUSP.. (1990, 1a. ed. 1985) Psicologia: introdução e guia de estudo. São Paulo: EPU, 2a. ed. revista e aumentada. (2001, 1a. ed. 1977) Telas que ensinam. Campinas: Alínea, 2a. ed. revista e ampliada.. (1999) Leitura, computador e alfabetização científico-tecnológica: ferramentas de democratização. In V. H. Barzotto e M. L. Ghilardi (org.) Mídia, educação e leitura, São Paulo: Anhembi-Morumbi/Associação de leitura do Brasil.. (Col. (2001, 2a. ed.) Psicologia escolar: pesquisa, formação e prática. Campinas: Alínea... (C-autoria) (2004) História da psicologia no Brasil, (org.) M. A. M. Antunes. Rio de Janeiro: Ed. UERJ.. (Co-autoria) (2004) São Paulo na idade mídia, (org.) J. M. Melo e A. Adami. São Paulo: Arte e Ciência.

9 64 Principais artigos em revistas científicas. (1958) A criança e o cinema. Boletim de Psicologia, 11, nº 38, (1963) Más y mejor educación con recursos audiovisuales en Brasil. Panorama de Ia Educación (OEA), 5, nº 2, Publicado igualmente nas edições em inglês, francês e japonês da revista... (1964) A televisão e a criança. Ciência e Cultura, 17, 215..(1968) Como os jovens encaram o futuro: estudo de aspirações, expectativas e valores. Ciência e Cultura, 18, 111 (em colab.). (1967) Tecnologia da nova educação (em colab.) La Educación (OEA), nº. especial "La tecnologia educativa", 12, 45-48, (Col.) (1969) Ensino de psicologia educacional por meio da televisão. Ciência e Cultura, 21, (1971) As prioridades da pesquisa em tecnologia da educação. Ciência e Cultura, 23, nº 6, (1975) Teleducação: o desafio brasileiro e o exemplo japonês. Problemas Brasileiros, 13, nº 141, (1979) O problema dos superdotados. Problemas Brasileiros, 16, nº 175, (1979) O comportamento do consumidor: a contribuição da psicologia. Problemas Brasileiros, 16, nº 180, (1980) Televisão, problema social? Problemas Brasileiros, 17, nº 190, (1983) A influência psicológica da televisão e suas implicações. Comunicação (Bloch Editores), nº 29, (1986) Meios de comunicação social. Escola Superior de Guerra, Publicação T (28 pág.). (1991) A TV se transformou numa escola de contra-cultura. TV Plebiscito, abril, (1992) Pesquisa científica em psicologia: lacunas, fragilidades e desafios nos anos noventa. Cadernos da ANPEPP (Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em psicologia), 1, (1993) Tecnologia da educação. Problemas Brasileiros, 30, nº 299 (Encarte), (1994) Quem é superdotado? Informativo ABRAPEE SÃO PAULO, 3, nº 2 (setembro), 1.. (1995) Depoimentos sobre a origem e o desenvolvimento da Psicologia como profissão no Estado (org.) Uma profissão chamada Psicologia. São Paulo: Conselho Regional de Psicologia de São Paulo.. (1996) Cinqüentenário da Sociedade de Psicologia de São Paulo. Boletim de Psicologia, 46, 104, (1996) Psicologia escolar: rumo à maturidade. Informativo ABRAPEE, 5, nº 4,1.. (1996) Inglês, informática e psicologia escolar. Informativo ABRAPEE, 5, nº 5, 1.

10 65. (1996) Psicologia escolar, mídia e tecnologia educacional. Coletâneas da ANPEPP, 1, nº 5, (1997) Frankenstein no laboratório mental: a psicologia da violência. Problemas Brasileiros, 35, 322, (1998) Entrevista com Samuel Pfromm Netto. Psicologia Escolar e Educacional, 2, nº 3, (1998) Os sete pilares de educação a distância, Informativo CIANET, 1, 1, 3. (1998) Educação a distância. CIANET, 1, 1, 6.. (1999) Ensino e aprendizagem a distância e revolução na informação. Psicologia Escolar e Educacional, vol 3, nº 1, (Col.) (2001) Análise de conteúdo da Psicologia Educacional. Psicologia Escolar e Educacional. 5, nº 1, Bases precárias: um debate sobre o colapso da educação pública no Brasil. Problemas Brasileiros, setembro-outubro, Organização e coordenação de coleções de livros. Psicologia contemporânea (em col. com A. L. Angelini). Rio de Janeiro: José Olympio, volumes.. Coleção "Carmichael - Psicologia da criança". São Paulo: EDUSP/EPU, volumes.. Coleção A psicologia e você. São Paulo: Harper & Row, volumes. Videoteipes. (1962) Comunicação e aprendizagem. Videoteipes e cinescópios produzidos pela Divisão de Comunicação da Agência para o Desenvolvimento Internacional / Aliança para o Progresso, sob a coord. de Gastão R. Coaracy. Roteiro e apresentação: S. Pfromm Netto. Rio de Janeiro.. (1969) Psicologia da adolescência. Dez videoteipes, produzidos na TV Educativa da Universidade de São Paulo. Roteiro e apresentação: Samuel Pfromm Netto. São Paulo.. (1969) Psicologia da aprendizagem. Dez videoteipes, produzidos na TV Educativa da Universidade de São Paulo. Roteiro: A. L. Angelini e S. Pfromm Netto. São Paulo.. (1973) Televisão ensina? Mesa redonda gravada em videoteipe e transmitida pela TV2 Cultura de São Paulo (em colab.) São Paulo, (1974) A comunicação no Brasil. Programa gravado em videoteipe e transmitido pela TV Bandeirantes. Depoimento sobre a televisão.. (1999) Frente a frente. Entrevista de Samuel Pfromm Netto a Arnaldo Niskier, para a Rede Vida de Televisão (São Paulo, 25 de julho).

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