FINANÇAS CORPORATIVAS 2a. Aula 09/04/2011 3a. Aula 30/04/2011

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1 FINANÇAS CORPORATIVAS 2a. Aula 09/04/2011 3a. Aula 30/04/2011 Prof. Ms. Wagner Ismanhoto Economista M.B.A. em Engenharia Econômica Universidade São Judas São Paulo-SP Mestrado em Economia Rural UNESP Botucatu-SP Doutorando em Economia Rural UNESP Botucatu-SP FIB FACULDADES INTEGRADAS DE BAURU TURMA 03 CURSO PÓS-GRADUAÇÃO ADMINISTRAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL MARÇO / 2011 PARTE B CONCEITOS FINANCEIROS E APLICAÇÕES PRÁTICAS 1

2 Inflação INFLAÇAO E JUROS. Processo de inflação. Impacto da inflação sobre as atividades empresarias Inflação INFLAÇAO E JUROS Qualquer que seja o índice de preços adotado, a taxa de inflação é medida de acordo com a seguinte identidade: INFLAÇÃO = I n - 1 I n t Onde: I n = Índice de preço utilizado na data de levantamento da taxa de inflação; I n-t = Índice de preço utilizado no período anterior de levantamento da tqxa de inflação. 2

3 INFLAÇAO E JUROS Juros. Introdução. Tipos e taxas de juros. Estrutura da taxa de juros. Cálculo de juro real. Cupom cambial Percentuais dos índices de preços (inflação) ICV (Dieese) IGP-DI (FGV) IPC do IGP (FGV) IPC (Fipe) CUB (Sinduscon) IGP-M (FGV) IPCA (IBGE) INPC (IBGE) INCC-DI (FGV) IPC-r (FGV) IPC (IBGE) IPA-DI (FGV) IPA-M (FGV) IPCA-E (IBGE) Poupança (Bacen) Indicadores diversos ORTN SELIC (Bacen) OTN TJLP (Bacen) BTN TJLP (Receita Federal) BTN-TR Poupança Salário Mínimo TR (Bacen) CDI (Bacen) 3

4 INDICADORES DE INFLAÇÃO NO BRASIL IGP-di ìndice Geral de Preços disponibilidade interna A responsabilidade do cálculo desse índice é do Instituto de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas, sendo seus valores publicados ao final de cada mês pela revista Conjuntura Econômica. A metodologia de cálculo do IGP-di é definida pela média ponderada do Índice de Preços por Atacado (IPA), com peso 6,0; do Índice de Custo de Vida (ICV), com peso 3,0; e do Índice Nacional de Construção Civil (INCC), com peso 1,0. INDICADORES DE INFLAÇÃO NO BRASIL IGP-di ìndice Geral de Preços disponibilidade interna O IGP é um dos mais requisitados indicadores da taxa de inflação do país, exercendo influência sobre os níveis gerais de reajustes de preços da economia e variação cambial. Em razão da variedade de itens (bens e serviços) que fazem parte de seu cálculo, o uso desse índice é mais adequado para empresas potencialmente diversificadas, ou seja, que atuem em diferentes segmentos de mercado, ou que trabalhem com grande variedade de produtos (lojas de departamentos, por exemplo) ou de insumos. O índice cobre a variação de preços verificada no período compreendido entre o primeiro e o último dia do mês. 4

5 INDICADORES DE INFLAÇÃO NO BRASIL IGP-M ìndice Geral de Preços no mercado Também calculado pelo Instituto de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Varas, apresenta amplas aplicações no mercado. A principal diferença verificada entre esse índice e o IGP-di reside no período de medição da inflação. No IGP-M, a taxa de inflação medida cobre o período compreendido entre o dia 11 de um mês e o dia 10 do mês posterior. As demais características do IGP- M são iguais às do IGP-di. A cada 10 dias são geralmente divulgadas prévias do resultado do mês, permitindo que o mercado se antecipe à taxa de inflação do mês. INDICADORES DE INFLAÇÃO NO BRASIL INPC ìndice Nacional de Preços ao Consumidor O INPC reflete, pelos percentuais publicados todo mês pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de maneira parcial, a evolução da taxa de inflação da economia, medida pelos IGPs apresentados. A explicação principal desse comportamento parcial é o fato de o INPC referenciar a evolução dos preços somente com base em bens e serviços destinados ao consumo, não computando bens intermediários e de capital. 5

6 INDICADORES DE INFLAÇÃO NO BRASIL INPC ìndice Nacional de Preços ao Consumidor A aplicação desse índice recai preferencialmente sobre os reajustes salariais, e sua importância é proporcional ao nível desses dispêndios em relação aos demais custos e despesas da empresa. O levantamento dos preços é efetuado mensalmente, cobrindo o período de primeiro ao último dia do mês, baseado em uma cesta de consumo de famílias com renda de 1 a 8 salários mínimos. INDICADORES DE INFLAÇÃO NO BRASIL VC Variação Cambial Variação Cambial pode ser entendida como a variação, entre dois momentos, da relação existentes entre a moeda nacional e uma moeda internacional (geralmente o dólar americano). A política cambial no Brasil sofre forte influência dos resultados promovidos por seu balanço de pagamentos e assume, em diversos períodos, variações superiores à taxa de inflação interna (medida pelo IGP, por exemplo). 6

7 INDICADORES DE INFLAÇÃO NO BRASIL VC Variação Cambial Apesar de afetar toda a economia e seus agentes, a desvalorização cambial (queda do poder aquisitivo da moeda nacional em relação a determinada moeda externa) demanda maior atenção das empresas que tenham assumido dívidas em moeda estrangeira ou que atuem em segmentos e importações e exportações. CONCEITOS FINANCEIROS BÁSICOS Juros simples. Formas de cálculos. Taxa nominal e taxa proporcional Juros compostos. Capitalização de juros. Taxa equivalente e taxa efetiva 7

8 CONCEITOS FINANCEIROS BÁSICOS Valor do dinheiro no tempo. Valor presente. Valor futuro. Fluxo de caixa. Taxa interna de retorno Sistemas de amortização. Sistema de amortização constante. Sistema price CONCEITOS FINANCEIROS BÁSICOS Descontos. Desconto comercial. Desconto bancário. Desconto racional Taxas efetivas de operações financeiras. A taxa SELIC. Impacto dos impostos e outros encargos. Taxa overnight. Rentabilidade efetiva das aplicações financeiras 8

9 PARTE C ESTRATÉGIAS E DECISÕES FINANCEIRAS ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO Recursos de curto prazo. Capital de giro. Capital circulante líquido. Fontes de capital de giro. Políticas de financiamento de capital de giro e de aplicação financeira Administração de disponibilidades. Visão integrada do fluxo de caixa. Manutenção do saldo de caixa. Administração do ciclo financeiro. Aplicação de fundos ociosos 9

10 FUNDAMENTOS E PRÁTICAS NAS FINANÇAS CORPORATIVAS Relacionamentos bancários. Custo da reciprocidade bancária. Tarifas bancárias Decisões de investimentos corporativos. Classificação dos investimentos. Fases de um projeto. Indicadores de investimento. Análise dos riscos. Análise das alternativas de investimento FUNDAMENTOS E PRÁTICAS NAS FINANÇAS CORPORATIVAS Decisões de financiamentos. Estrutura de capital. Conceitos de capital. Alavancagem financeira. Capital próprio. Ações preferenciais. Ações ordinárias. Emissão de novas ações. Lucros acumulados 10

11 FUNDAMENTOS E PRÁTICAS NAS FINANÇAS CORPORATIVAS Decisões de financiamentos. Capital de terceiros. Empréstimos e financiamentos. Títulos de dívida. Custo do capital. Ajustes de custos. Custo médio ponderado do capital. Custo marginal de capital FUNDAMENTOS E PRÁTICAS NAS FINANÇAS CORPORATIVAS Decisões de financiamentos. Principais fontes de capital de terceiros. Financiamento em moeda nacional. Financiamento em moeda estrangeira. Análise das alternativas de financiamento 11

12 ADMINISTRAÇÃO DE RISCOS Riscos. Riscos e incertezas. Tipos de riscos Hedging. Introdução. Conceitos de hedge ADMINISTRAÇÃO DE RISCOS Instrumentos de hedge. Mercados futuros. Opcões. Swap de indexadores Decisões de hedge. Simulação de cenários econômicos. Projeção de desembolsos. Análise de custos e desembolsos 12

13 PARTE D PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO Controle e informações gerenciais. Sistema de informações gerenciais. Funções de controladoria. Orçamento empresarial Planejamento de resultados. Conceitos de planejamento 13

14 INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO Sistema de orçamentos. Planejamento e controle por meio do orçamento. Vantagens e limitações do sistema de orçamentos Bibliografia ASSAF NETO, A. Finanças Corporativas e valor, Ed. Atlas, 1.a. Ed., 609 p., MAXIMIANO, A. C. A. Administração de Projetos, Ed. Atlas, 2a. Ed., 281 p., SABBAG, P. Y. Gerenciamento de Projetos e Empreendedorismo, Ed. Saraiva, 1a. Ed., 210 p.,

15 FINANÇAS CORPORATIVAS Prof. Ms. Wagner Ismanhoto Economista MARÇO DE

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