ADRIANO DE M. JOAQUIM 1

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ADRIANO DE M. JOAQUIM 1 amjbh@yahoo.com.br"

Transcrição

1 Políticas Públicas Informacionais no Comércio Exterior Uma Análise sobre o nível da Eficácia Informacional do Site Portal do Exportador sob a Ótica da Economia Política da Informação ADRIANO DE M. JOAQUIM 1 Resumo: O presente artigo discute a eficácia informacional do Portal do Exportador. Este site do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, é produto informacional fruto de uma política nacional de informação para negócios que vem sendo discutida no Brasil desde dos anos 90 e que começou a ser implantada a partir do ano Para tanto, serão apresentadas algumas ações para estruturação da informação para negócios no Brasil e de e-government, desenvolvidas pelo governo federal, com objetivo de fomentar as atividades de comércio exterior, ambientada dos paradigmas da Economia Política da Informação, a qual o Brasil está, inexoravelmente, ligada. Palavras-chave: eficácia informacional, informação para negócios, economia política da informação, comércio exterior e governo eletrônico. 1 Mestrando em Administração Pública, Fundação João Pinheiro Minas Gerais. Coordenador acadêmico do curso de Administração com Habilitação em Comércio Exterior da Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte FESBH e professor da Faculdade de Administração Milton Campos/Belo Horizonte.

2 A PSEUDO RECONFIGURAÇÃO DO COMÉRCIO INTERNACIONAL Diferentemente do que se imagina, a globalização da economia, que estamos submetidos nos dias de hoje, não é planetária. Este fenômeno que permanece restrito a alguns setores econômicos, países ou regiões que fazem parte da nova divisão internacional do trabalho, não obstante a expansão dos investimentos e da economia internacional nas últimas décadas. Segundo dados do Banco Mundial, quase 70% do comércio internacional e 60% dos investimentos internacionais estão concentrados nos países que compõem a OCDE. Mas e os 30% do comércio internacional e os 40% dos investimentos estrangeiros? Será que estão pulverizados e, portanto, nos trazem a sensação de que a globalização econômica e financeira seria real? Mais uma vez nos equivocamos. Segundo a mesma fonte, apenas 25 países emergentes receberam durante a década de 90 investimentos estrangeiros e/ou tiveram acesso a linhas de crédito privadas internacionais. Se abordarmos o fenômeno da globalização pelo lado da produção, essa concentração fica ainda mais evidente. Os países que compõem a OCDE mais os Tigres Asiáticos possuem 75% das unidades fabris do mundo, sendo que o G-7 detém 90% das fábricas de alta tecnologia e 80% do poder da computação global. Um outro dado impressionante é que os Estados Unidos da América são responsáveis por 42% do total mundial investido em Pesquisa e Desenvolvimento- P&D, enquanto que a América Latina e África juntos não chegam a 1% do total mundial. Portanto, esse fosso que separa os países desenvolvidos, essencialmente do hemisfério norte, dos países em desenvolvimento ou emergentes do hemisfério sul, fica cada vez mais largo e profundo. O que segundo Castells (1999) tem como conseqüência a segmentação cada vez maior da população mundial, acompanhando a segmentação da economia global e, por fim, levando as tendências globais de aumento da desigualdade e da exclusão social e que Scott (1998) em sua investigação sobre novos padrões de desenvolvimento regional desigual, demonstra permear, inclusive, regiões no interior dos países. Exemplos desta desigualdade regional podem ser comprovados se analisarmos os números e a diferença de desenvolvimento regional encontrados em países como China, Índia e Brasil. Isso para não citarmos países menores como Indonésia, Filipinas e Tailândia. Países esses que, também, fazem parte do pequeno grupo participante desta nova divisão internacional do trabalho e que, portanto, estão susceptíveis aos ditames

3 dessa nova ordem econômica internacional que é ao mesmo tempo, bem dinâmico, seletivo, exclusionário e instável dentro dos seus limites (Castells, 1999). AS TICS - TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO: VILÃ OU HEROÍNA DA NOVA ECONOMIA? Conjunturalmente, afirma-se que as Tecnologias de Informação e Comunicação TICs e as redes de capital foram os instrumentos viabilizadores dessa nova ordem econômica internacional. Contudo, devemos indagar: será que as TICs e as redes de capital sozinhas seriam capazes de mudar a configuração da economia internacional sem que os Estados estivessem presentes neste processo? Para responder a esta indagação é necessário discutir o momento e contextualizar os ambientes em que essa nova ordem econômica internacional se estabeleceu. Nas décadas de 80 e 90 o mundo sofria grandes transformações e, conforme Diniz (1999) se buscava entender a reformulação das relações entre o Estado - sociedade, mercado e política, não só no plano interno dos países, mas também nas suas relações internacionais. Portanto, os Estados passavam por reformas profundas, as quais visavam internamente garantir a manutenção do estado democrático de direito, consolidando suas instituições democráticas, ao mesmo tempo em que se buscavam mecanismos para que as crises econômicas fossem banidas. Já no ambiente externo, a briga se concentrava em reduzir as restrições impostas ao comércio internacional e, por outro lado, impor restrições aos fluxos financeiros internacionais que deixavam as economias dos países extremamente vulneráveis aos ataques especulativos. Diniz (1999) já afirmava ser muito difícil explicar como se dá a articulação entre essas duas dimensões na quais os países estavam inexoravelmente ligados. Por isso, é tão importante que aspectos políticos dessa articulação sejam inseridos na discussão, pois se analisarmos a história recente do mundo ocidental globalizado o dueto, poderio militar e ações políticas em foros internacionais, nos permitem explicar em parte como os países buscam se articular interna e externamente com o objetivo de se manterem competitivos dentro do processo de internacionalização. Conseqüentemente, é possível afirmar que a globalização ao invés de excluir as questões políticas, as trazem para o centro da discussão. Bastando para isso, observarmos as articulações e os posicionamentos políticos dos países desenvolvidos

4 nos principais foros de discussão internacional para comércio, finanças e desenvolvimento para verificarmos o quanto às questões econômicas de interesse interno interferem na política externa dos países que participam do comércio mundial. Destarte, acreditamos que as TICs e as redes financeiras internacionais de capital isoladamente não poderiam criar uma nova economia sem que os Estados interferissem. Indelevelmente, os Estados Nacionais foram, inclusive, por questões de circunstâncias históricas, os principais responsáveis pela configuração econômica global. Alicerçada em políticas de privatização das atividades públicas, liberalização comercial e investimentos internacionais, mas que só foi possível, graças à criação e a disseminação de um conjunto de TICs que permitiram as empresas transnacionais e ao capital internacional re-configurarem o mapa mundial da divisão internacional do trabalho. Essa uma nova economia surge nos Estados Unidos da América como resultado de uma combinação de fatores tecnológicos, econômicos, culturais e institucionais, todos se reforçando entre si (Castells:1999), o que propiciou a este país ser capaz de inovar não só em produtos, mas também em métodos de produção e, que, aplicados no próprio sistema produtivo do país fez com que houvesse um aumento da produtividade primeiramente, em nível nacional e depois internacional, por meio de suas indústrias localizadas nas mais diversas partes do globo. Os primeiros setores a fazerem uso desse modelo baseado em inovação foram as indústrias de tecnologia da informação e o setor de finanças dos Estados Unidos. Para exemplificar, podemos citar as indústrias de telecomunicações, provedores de serviço da Internet e os fornecedores de backbone para Internet, os quais fizeram da Internet e do comércio internacional os ambientes propícios para o seu desenvolvimento. Então, talvez fosse adequado afirmar que a competição econômica internacional fez com que os EUA e a União Européia países que desenvolveram, inicialmente, as TICs, imprimissem o ritmo do desenvolvimento das novas tecnologias e determinassem os rumos para a criação de uma nova estrutura econômica internacional. POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E O DESENVOLVIMENTO DA INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NACIONAL Essa nova sociedade emergiu com base na informação e no conhecimento. Assim, deveria ter como objetivos precípuos a democratização do acesso à informação e

5 a inclusão informacional. Contudo, não é o que se tem visto, principalmente, devido ao custo de desenvolvimento das TICs e ao atraso tecnológico dos países periféricos. Sendo os mercados responsáveis pela criação, desenvolvimento e disseminação dessas novas tecnologias, coube aos países desenvolverem as políticas nacionais de informação. Porém, como há dicotomias entre os interesses públicos e privados, essas políticas, ao invés de priorizarem o desenvolvimento e a implementação das TICs, voltaram-se para as questões de ordem infra-estrutural, o que acaba por descaracterizar o papel do Estado que, no caso da informação, deveria, estar pautado nos interesses sócio-culturais e científicos pois, conforme Valentin (2002) afirma: O que caracteriza uma sociedade como sociedade da informação basicamente é a economia alicerçada na informação e na telemática, ou seja, informação, comunicação, telecomunicação, e tecnologias da informação. A informação, aqui entendida como matéria-prima, como insumo básico do processo, a comunicação/telecomunicação entendida como meio/veículo de disseminação/distribuição e as tecnologias da informação entendidas como infra-estruturas de armazenagem, processamento e acesso. Dessa forma, entende-se que a relação entre a sociedade da informação e os ambientes econômicos nacionais e internacionais só poderão acontecer se houver disponível uma super-estrutura de comunicação, apoiadas em tecnologias da informação, e o mais importante, o conhecimento, sua geração armazenamento e disseminação, ou seja, o que se denomina atualmente de nova economia é a associação da informação ao conhecimento, sua conectividade e apropriação econômica e social. Além disso, exige dos diferentes segmentos econômicos uma mudança significativa no processo produtivo e inovativo. (Valentin:2002) Conseqüentemente, novos paradigmas são postos não só para a iniciativa privada, mas, principalmente, para os governos. Os países agora, mais do que nunca, devem incentivar a iniciativa privada a melhorar seus níveis de produtividade, por meio de investimentos na qualidade do processo produtivo, para que sejam desenvolvidos produtos e serviços que sejam frutos do processo de geração, obtenção e aplicação de novos conhecimentos. Mas para isso que ocorra é imprescindível a elaboração de políticas informacionais que privilegiem a capacitação da sociedade para lidar com os novos paradigmas tecnológicos mas, que também se preocupe com o tratamento dado às informações veiculadas, por meio eletrônico, pelos seus órgãos.

6 GOVERNO ELETRÔNICO: A NOVA FORMA DE RELAÇÃO ENTRE ESTADO SOCIEDADE O governo eletrônico ou e-government tem sido a tônica da nova relação entre Estado e sociedade, na qual se busca enfrentar as pressões oriundas tanto da sociedade civil, quanto do Estado. Pelo lado do Estado, estão os custos de prestação de serviço público. Já pelo lado da sociedade civil, temos o aumento da expectativa pública pela prestação de serviços de melhor qualidade e por instrumentos mais transparentes de governança. Em trabalho sobre estratégia de governo eletrônico, Fergunson (2002) afirma que a definição sobre governo eletrônico desenvolvida pelo Gartner group (2000) como a contínua otimização da prestação de serviços do governo, da participação dos cidadãos e da administração pública pela transformação das relações internas e externas através da tecnologia, da Internet e dos novos meios de comunicação consegue sintetizar tudo o que pode ser visto e entendido, atualmente, como sendo os esforços que os governos tem feito na área de governo eletrônico. No conceito estão incorporados os esforços para melhorar a prestação dos serviços públicos e dos processos de governança. Pela definição fica patente a preocupação com o uso da tecnologia, porém sem deixar de lado a importância das pessoas e das organizações. O autor, precitado, reafirma a importância da globalização, do progresso tecnológico, da reforma do Estado e da melhoria da expectativa dos clientes como sendo os fatores primordiais para que o conceito de governo eletrônico se consolidasse. As ações visando beneficiar os consumidores e cidadãos e o processo governança são, segundo ele, os alvos principais do governo eletrônico. No entanto, o que não podemos esquecer é que existem fatores que podem influenciar o processo de implantação do governo eletrônico. Ao contrário do que se imagina, os fatores tecnológicos não são os que impedem uma maior participação da população nas ações de governo eletrônico. São os fatores sócio-culturais, tais como: escolaridade, idade, classe social são, em sua maioria, muito mais excludentes. Portanto, as iniciativas políticas de governo eletrônico em um país, como o Brasil, precisa levar em conta a necessidade de se estabelecer, previamente, programas de ações que privilegiem a educação da população para o uso aludidas tecnologias. Caso contrário haverá um contingente cada vez maior de info-excluídos em nossa

7 sociedade. O que para Elie (2002) ampliará, ainda mais, a distância que separa os países em desenvolvimento dos países ricos. AS POLÍTICAS DE E-GOVERNMENT NO BRASIL E AS INICIATIVAS DE ORGANIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO PARA NEGÓCIOS NO BRASIL A novidade que o conceito de governo eletrônico trás consigo pode ser visto pelas mais diversas formas de abordagem do tema. Segundo os professores José Maria Jardim e Carlos Henrique Marcondes, da Universidade Federal Fluminense, que desenvolveram uma pesquisa no decorrer de dois anos sobre o tema, as políticas de governo eletrônico brasileiro, cujo foco estivessem voltadas para o uso da Internet começaram em 2000 e contempla três das sete linhas de ação do Programa Sociedade da Informação: Universalização dos serviços, Governo ao alcance de todos e Infraestrutura avançada. (Jardim e Marcondes:2002). Os resultados da pesquisa foram sintetizados pelos autores da seguinte forma: Teoricamente, o conceito de governo eletrônico é frágil; Observou-se que o governo federal está claramente se estruturando para institucionalizar mecanismos de governo eletrônico em todas as áreas de sua atuação; Existe uma discrepância entre as ações de nível federal para as de nível estadual e municipal; Ficou claro que o esforço que o governo federal tem feito na área de governo eletrônico é de ordem endógena, visando à melhoria dos processos internos de gestão e de integração com àqueles que prestam serviço ao governo e, por último, ficam as ações voltadas para atendimento à sociedade. Portanto, verifica-se que o governo federal está privilegiando o conceito de governabilidade para melhorar a qualidade da governança institucional. Para só então permitir a interface com a sociedade Apesar dos avanços conseguidos, as condições de acesso à informação e serviços governamentais e, principalmente, a qualidade desses serviços ainda é muito precária quando se leva em conta o usuário. Neste caso, o cidadão.

8 Pode-se dizer que, atualmente, a informação produzida pelo governo, por meio dos seus agentes políticos, pode ser considerada como um instrumento eficaz de intervenção no jogo democrático que existe entre a Sociedade e o Estado, mas que, no caso do Brasil, ainda está em fase muito incipiente de desenvolvimento, pois as ações como ficou demonstrado pela pesquisa, não trás para o centro da discussão a necessidade de interface entre a Sociedade Civil e o Estado. Não obstante a tudo que foi discutido até agora, é importante que se determine que a informação deve ser vista e utilizada como um recurso gerencial intrínseco às ações do governo. Conseqüentemente, a forma como ela é colhida, tratada, estocada, gerenciada e disponibilizada para sociedade ou para os demais órgãos do Estado, deve levar em consideração o impacto que ela poderá exercer sobre a governança, pois ela será um poderoso instrumento indutor de mudanças do cenário político, econômico e social, nas quais estejam sendo disseminadas. Um termo que permeia as ações de governo eletrônico e que busca desenvolver, diferentemente das demais frentes de atuação, uma relação com o usuário é a informação para negócios. O termo business information é utilizado há muito tempo pelo mundo dos negócios, onde a informação é fator primário para a tomada de decisões. Países como EUA, Inglaterra e outros da Europa já consolidaram o uso dessa terminologia. Tanto é, que já existem publicações voltadas para o assunto. Para Vernon, informações para negócios são dados, fatos, e estatísticas publicados, necessários à tomada de decisão nas organizações de negócios, públicas ou privadas, bem como no governo. Inclui informações mercadológicas, financeiras, sobre bancos e empresas, leis e regulamento de impostos, informações econômicas e comerciais, bem como informação factual sobre o ambiente no qual os negócios se realizam.(vernon apud Borges e Campello) Já no Brasil essa terminologia começou a ser utilizada de forma diversa. Na década de 80, o IBICT coordenava um programa voltado para informação tecnológica e, por isso, o termo ficou durante muito tempo vinculado a informação para o setor industrial. Contudo, a estrutura do sistema de informações que foi construído pelo IBICT tinha características claras de informações para negócios, uma vez que tinham sido contempladas, informações econômicas, mercadológicas, estatísticas e gerenciais.

9 Esse assunto continuou controverso até Afrânio Carvalho Aguiar, em 1991, distinguir a terminologia informação tecnológica de informação para indústria. Sendo a última entendida por ele como: o conjunto de que a empresa deve dispor a fim de: a) facilitar a execução de operações correntes de natureza administrativa, de produção e de controle; b) possibilitar o acompanhamento da dinâmica de mercado, para detecção de oportunidades e ameaças; c) permitir a implementação de estratégias emergenciais para enfrentar problemas conjunturais; d) subsidiar as atividades de planejamento estratégico; e) contribuir para o desenvolvimento tecnológico. (Aguiar apud Borges e Campello) A partir de então, a terminologia informação para indústria passou a ser o termo mais utilizado na área de informação no Brasil, não obstante a sua abrangência menor. De acordo com Borges e Campello, a vantagem do termo informação para negócio é que ele além de incorporar a dimensão de agregação de valor, que vai gerar a inteligência competitiva, necessária à gestão estratégica da organização (Borges e Campello:1997) representa melhor todo tipo de organização que depende da informação para se desenvolver, incluindo não apenas as organizações industriais mas, também, as de serviço, as quais inegavelmente, tem hoje um peso substancial na economia. (Borges e Campello:1997). No Brasil, segundo Borges e Campello, o primeiro passo para a organização da informação para negócios foi feito, em 1993, pelo Núcleo Especializado em Capacitação de Pessoal em Informação Tecnológica Industrial da Escola de Biblioteconomia da UFMG, quando foi realizado, na própria escola, o 1 o Seminário Nacional de Informação para a Indústria e Comércio Exterior. A idéia era criar um centro de referência de informação para negócios que, apesar dos esforços do IBICT, não existia no Brasil. A partir deste seminário, continuam as autoras, muitas ações e trabalhos foram desenvolvidos, mas até o momento da publicação do artigo em 1997, ou seja, quatro anos depois da realização do seminário, elas ainda não consideravam a área de informação para negócios consolidada apesar da necessidade e do potencial que várias instituições brasileiras tinham de atuarem como provedoras de informações para negócios. De lá para cá o que se viu na prática foram as federações das indústrias, as associações comerciais, o Sebrae e uma série de empresas de consultoria especializadas se estabelecerem como prestadores de serviço de informação para negócios no Brasil.

10 Mais de doze anos se passaram desde o 1 o seminário promovido pela ECI- UFMG e, muita coisa mudou de lá para cá. O Brasil abriu sua economia e hoje possui uma pauta de comércio exterior diversificada em termos de destinos e produtos. Conseguiu se estabelecer no cenário internacional como um país referência em produtividade industrial na América Latina. Privatizou sua infra-estrutura, inclusive a de telecomunicação, e hoje tem acesso a tecnologias de informação e comunicação utilizadas no mundo inteiro. Popularizou o uso da Internet. Deu passos importantes nas áreas: tecnológica e industrial. Todavia, até hoje ainda não conseguiu desenvolver um centro de referencia de informação para negócios no Brasil. Por que? Talvez pelo fato de haver uma concentração econômica em setores empresariais que já desenvolveram sua própria estrutura de informação? Ou será que, na verdade, há uma dispersão das informações tanto no setor privado quanto no público? Em nosso caso iremos concordar com as autoras Borges e Campello, que em uma passagem define a situação do setor de informação para negócios no Brasil da seguinte forma: Pode-se dizer que o mercado fornecedor de informação para negócios encontra-se em diferentes fases de organização no país: há um segmento altamente sofisticado que, utilizando da tecnologia mais avançada, fornece informações para empresas que podem pagar por elas atendendo a um mercado formado, em geral, por grandes organizações. Há também um segmento formado por instituições que atuam nos moldes tradicionais de publicação, atendendo a uma clientela restrita. (Borges e Campello:1997) ORGANIZAÇÃO PARA NEGÓCIOS NO BRASIL INICIATIVAS NA ÁREA DE COMÉRCIO EXTERIOR As iniciativas para desenvolvimento das atividades de Comércio Exterior dependem drasticamente de políticas públicas que visem a geração de competitividade. Não importa que sejam de ordem financeira, cambial, fiscal ou comercial, uma vez que, não havendo o equacionamento dessas questões com as básicas de ordem infraestruturais, qualquer esforço que se faça nos itens anteriores terá ação limitada. É aí, portanto, que ganhou relevância, no caso do comércio exterior, a gestão estratégica da informação. Esse tema tem conquistado importância à medida que se observa a opção do governo federal, por meio dos órgãos de seus Ministérios, pelo caminho da informatização. Desde a década de 90, o governo investe, maciçamente, na criação e

11 no desenvolvimento de sistemas informacionais que propiciem competitividade ao comércio exterior brasileiro. Exemplos concretos disso são o Siscomex Sistema Integrado de Comércio Exterior e o SISBACEN Sistema do Banco Central, que juntos atuam diretamente na desburocratização do processo aduaneiro e cambial e no controle dessas atividades. Além disso, auxiliam na construção de estatísticas que jamais sonhamos em ter, as quais têm ajudado, principalmente, ao MDIC Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - na criação e na gestão das políticas nacionais de comércio exterior dos últimos anos. Um dos produtos dessa política é o site Portal do Exportador (www.portaldoexportador.gov.br), vinculado ao Ministério e, que, conforme dados do site, já recebeu mais de acessos, em 800 municípios brasileiros e é inclusive acessado por mais de 100 países. Considerando-se os dados expostos e os dois objetivos estabelecidos e publicados no próprio Portal do Exportador, é possível inferir a importância que o governo federal confere a esse produto informacional. O primeiro dos objetivos estabelecidos é o de: oferecer a você, de forma clara, simples e direta, as informações básicas sobre o tema exportação. Queremos que você conheça os principais termos, mecanismos, legislações, eventos e atividades que possam ajudá-lo no seu processo de alcançar novos mercados mundo afora. O segundo objetivo é o de: mostrar para você o que o Governo Federal faz para auxiliar você no seu empreendimento exportador. Antes de tudo, nós, governo, somos prestadores de serviços. Por isso, é importante demonstrar aqui quais são as atribuições e responsabilidades de cada órgão ou entidade relacionados ao processo de exportação. Queremos que este Portal do Exportador seja uma importante fonte de informações. Tendo em vista a opção do governo federal em investir na informatização como veículo de popularização do acesso a informações e, também, como mecanismo de inclusão de todos aqueles que desejam internacionalizar seus negócios - posicionandose dessa forma como o principal provedor de informações para assuntos relativos a informação para negócios cujo foco seja comércio exterior no Brasil torna-se relevante verificar se o Portal do Exportador, que se propõe ser uma importante fonte de informação para negócios na área do comércio exterior brasileiro, é um produto informacional que proporciona o eficiente acesso à informação e viabiliza a divulgação dos estoques de conhecimentos dos órgãos do governo federal responsáveis pela

12 execução de nossa política de comércio exterior, sem esquecer a percepção que o usuário tem do produto. Como o conceito de qualidade da informação é um assunto controverso, inclusive, dentro da ciência da informação, utilizamos o modelo multidimensional da qualidade da informação desenvolvido por Paim, Nehmy e Guimarães em 1996, no qual é possível avaliar a qualidade da informação, por meio de uma classificação dimensional, no qual leva-se em conta os seguintes valores: transcendente - valor filosófico ou metafísico; intrínseco - para avaliar sua validade, confiabilidade, precisão, completeza, novidade, atualidade, significado através do tempo e abrangência; contingencial - permite conhecer a percepção do formato do produto pelo usuário. Para fazer a pesquisa foi escolhido o seguinte universo: dois representantes da FIEMG - federação das indústrias do estado de Minas Gerais, seis alunos do curso de comércio exterior, sendo três alunos do ciclo básico e três alunos do ciclo de formação específica, dois professores do curso de comércio exterior e dois empresários, no qual foi atribuído valor de 0 a 10 para cada item do modelo. Os resultados da pesquisa com usuários do portal do exportador, aplicada entre os dias 01/09/2005 e 02/09/05, foi a seguinte: Todos os entrevistados atribuem um valor metafísico ao produto. Todos, sem exceção, acreditam na validade, confiabilidade das informações dispostas. O que ficou patente no resultado das entrevistas foi que os itens referentes a: precisão, completeza, novidade, atualidade durabilidade e abrangência têm entre os alunos um sentido de qualidade muito maior do que por parte dos professores, dos representantes da FIEMG e dos empresários entrevistados. Os alunos acreditam que o formato do produto é eletrônico, mas entre os demais entrevistados houve respostas que incluem o formato impresso. Todos descrevem a informação como sintética e formal. Os professores apontaram que há redundância nas informações. Afirmam, também, que como ocorrem modificações na legislação fiscal e aduaneira, rapidamente os softwares disponíveis se tornam obsoletos. Os empresários apontaram o site como pouco eficaz. Eles acreditam que com as informações disponibilizadas não seja possível efetuar uma exportação. Declararam,

13 inclusive, que há outras fontes mais completas e atualizadas sendo ofertadas pelas Federações das Indústrias e que para passar por todo o processo, precisariam de uma maior interação como os órgãos. Já os representes da FIEMG, informaram que fazem uso dos dados estatísticos, os quais consideram confiáveis, mas preferem desenvolver seus próprios sistemas de informação. Procuramos durante as entrevistas ressaltar os atributos de responsabilidade do provedor da informação, evitando o excessivo subjetivismo de definições usuais de qualidade da informação. (Paim, Nehmy e Guimarães: 1996). Além disso, como esse modelo ainda limita o papel do provedor da informação, que na realidade, é chamado a atuar como filtro de qualidade entre a verdade da informação e o desejo do usuário (Paim, Nehmy e Guimarães: 1996), acreditamos que possamos traçar algumas conclusões, com objetivo de verificar o cumprimento dos objetivos informacionais desse provedor informacional pela ótica do usuário. Ao conversarmos com o provedor da informação, verificou-se que não existe, explicitamente, um trabalho de acompanhamento permanente por parte do provedor no sentido de antecipar-se às necessidades informacionais do usuário, com ênfase na melhoria competitiva. Esse aspecto em que, segundo o professor Ricardo Rodrigues Barbosa da ECI/UFMG, as instituições prestadoras de serviços informacionais falham, pois a ênfase na produção e disseminação de informação predomina sobre sua postura na área de marketing (Barbosa:1993). Por fim, acreditamos que o site Portal do Exportador, guardada as devidas proporções, é um instrumento válido e útil para todos aqueles que buscam informações sobre negócios no comércio internacional e é, sem dúvida, a nossa primeira experiência formal de sistematizar as informações para negócios voltados para o comércio internacional no Brasil. Porém, é preciso trabalhar de forma mais interativa com os usuários, buscando antecipar necessidades informacionais que promovam a competitividade do nosso comércio exterior. Referências bibliográficas: AGUIAR, Afrânio Carvalho. Informação e atividades desenvolvimento científico, tecnológico e industrial: tipologia proposta base em análise funcional. Ciência da Informação, v20, n1, p.7-15,1991.

14 ANDRADE, Maria Eugênia Albino. RIBEIRO, Carla Andréa. Governança Informacional e políticas públicas de informação: pressupostos teóricos e interrelações. s.d.t. AUN, Marta Pinheiro. A construção de políticas nacional e supranacional de informação: desafio para os Estados nacionais e blocos regionais. Ciência da Informação, Brasília, v. 28, n. 2, p , AUN, Marta Pinheiro. Políticas públicas de informações e desenvolvimento. In: Paim, Isis (org.). A Gestão da informação e do conhecimento. Belo Horizonte: Escola de Ciência da Informação/UFMG, 2003, p BORGES, Mônica Erichsen Nassif.; CAMPELLO, Bernadete Santos.A organização da informação para negócios no Brasil. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 2, p , CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. v ed. São Paulo: Paz e Terra, CENDÓN, Beatriz Valadares.. Bases de dados de informação para negócios no Brasil. Ciência da Informação, Brasília, v. 32, n. 2, p , DINIZ, Eli. Globalização, ajuste e reforma do Estado: um balanço da literatura. BIB Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais. Rio de Janeiro, nº 45, pp.3-24, 1º semestre de 1998,. EISENBERG, José. CEPIK, Marco (organizadores). Internet e Política: teoria e prática da democracia eletrônica. Belo Horizonte: Ed. UFMG, JARDIM, José Maria. MARCONDES, Carlos Henrique. Políticas de Informação governamental: a construção de Governo Eletrônico na Administração Federal do Brasil. s.d.t. LEYS, Colin. A política a serviço do mercado. Rio de Janeiro: Record, PAIM, Isis. NEHMY, Rosa Maria Quadros. Problematização do conceito qualidade da informação. Perspectivas Em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 1, n. 1, p , 1996.

15 REZENDE, Yara. Informação para negócios: os novos agentes do conhecimento e a gestão do capital intelectual. Ciência da Informação, Brasília, v. 31, n. 1, p , jan-abri SOUZA, Terezinha de Fátima Carvalho de; BORGES, Mônica Erichsen Nassif. Instituições provedoras de informação tecnológica no Brasil: analise do potencial para atuação com informação para negócios. Revista Ciência da Informação, v. 25, (26 de setembro, de 2005).

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Nome da disciplina Evolução do Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação;

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade DECLARAÇÃO DOS MINISTROS DA AGRICULTURA, SÃO JOSÉ 2011 1. Nós, os Ministros e os Secretários de Agricultura

Leia mais

Projeto: Rede MERCOSUL de Tecnologia

Projeto: Rede MERCOSUL de Tecnologia ANEXO XIII XXXIII REUNIÓN ESPECIALIZADA DE CIENCIA Y TECNOLOGÍA DEL MERCOSUR Asunción, Paraguay 1, 2 y 3 de junio de 2005 Gran Hotel del Paraguay Projeto: Rede MERCOSUL de Tecnologia Anexo XIII Projeto:

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

Descrição do Sistema de Franquia. Histórico do Setor. O Fórum Setorial de Franquia

Descrição do Sistema de Franquia. Histórico do Setor. O Fórum Setorial de Franquia Descrição do Sistema de Franquia Franquia é um sistema de distribuição de produtos, tecnologia e/ou serviços. Neste sistema uma empresa detentora de know-how de produção e/ou distribuição de certo produto

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas

Leia mais

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e DECRETO Nº, DE DE DE. Aprova a Política Nacional da Indústria de Defesa (PNID). A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e Considerando

Leia mais

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia.

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Introdução Sávio Marcos Garbin Considerando-se que no contexto atual a turbulência é a normalidade,

Leia mais

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 1 A Situação Industrial A etapa muito negativa que a indústria brasileira está atravessando vem desde a crise mundial. A produção

Leia mais

A Mobilização Empresarial pela Inovação: 25/05/2011

A Mobilização Empresarial pela Inovação: 25/05/2011 A Mobilização Empresarial pela Inovação: Desafios da Inovação no Brasil Rafael Lucchesi Rafael Lucchesi 25/05/2011 CNI e vários líderes empresariais fizeram um balanço crítico da agenda empresarial em

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias

Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias Profa. Dra. Lillian Maria Araújo de Rezende Alvares Coordenadora-Geral de Pesquisa e Manutenção de Produtos

Leia mais

O direito à tecnologia da informação: perspectivas e desafios. Prof. José Carlos Vaz EACH-USP

O direito à tecnologia da informação: perspectivas e desafios. Prof. José Carlos Vaz EACH-USP O direito à tecnologia da informação: perspectivas e desafios Prof. José Carlos Vaz EACH-USP 1 1. A importância da democratização do acesso à TI A desigualdade no acesso à tecnologia é um fator adicional

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 Conhecimento em Tecnologia da Informação Alinhamento Estratégico A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 2010 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO

AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO MÁRCIA MARIA PALHARES (márcia.palhares@uniube.br) RACHEL INÊS DA SILVA (bcpt2@uniube.br)

Leia mais

www.periodicos.capes.gov.br Treinamento no uso do Portal de Periódicos UFCG, outubro de 2012

www.periodicos.capes.gov.br Treinamento no uso do Portal de Periódicos UFCG, outubro de 2012 Portal CAPES www.periodicos.capes.gov.br Treinamento no uso do Portal de Periódicos UFCG, outubro de 2012 Estrutura da apresentação 1. Breve histórico 2. Conceitos básicos 3. Finalidade do Portal 4. Informações

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

Estratégia de TI. Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio. Conhecimento em Tecnologia da Informação

Estratégia de TI. Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Estratégia de TI Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio 2011 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO Karen Ramos Camargo 1 Resumo O presente artigo visa suscitar a discussão acerca dos processos de trabalho do Serviço Social, relacionados

Leia mais

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual Logística Empresarial Evolução da Disciplina Aula 1 Aula 1 O papel da Logística empresarial Aula 2 A flexibilidade e a Resposta Rápida (RR) Operadores logísticos: conceitos e funções Aula 3 Prof. Me. John

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Prof. Dr. Ivanir Costa Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Normas de qualidade de software - introdução Encontra-se no site da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as seguintes definições: Normalização

Leia mais

Ana possui uma promissora. Ambiente virtual para inovar

Ana possui uma promissora. Ambiente virtual para inovar Ambiente virtual para inovar Secti lança Portal Paraense de Inovação para conectar atores estratégicos e aumentar investimento em inovação no Pará Por Igor de Souza Ana possui uma promissora empresa de

Leia mais

Levantamento da Base. Industrial de Defesa. Levantamento da Base. Industrial de Defesa (BID) Reunião Plenária do COMDEFESA

Levantamento da Base. Industrial de Defesa. Levantamento da Base. Industrial de Defesa (BID) Reunião Plenária do COMDEFESA Levantamento da Base Industrial de Defesa (BID) Levantamento da Base Reunião Plenária do COMDEFESA Industrial de Defesa São Paulo, 05 de março de 2012 (BID) Reunião Ordinária ABIMDE São Bernardo do Campo,

Leia mais

Roteiro para orientar o investimento social privado na comunidade 1

Roteiro para orientar o investimento social privado na comunidade 1 Roteiro para orientar o investimento social privado na comunidade 1 O IDIS Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social é uma organização da sociedade civil de interesse público, que tem como

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Coordenadoria Geral de Pós-Graduação Lato Sensu

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Coordenadoria Geral de Pós-Graduação Lato Sensu PORTFÓLIO ESPECIALIZAÇÃO / MBA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Sumário ÁREA: CIÊNCIAS DA SAÚDE... 2 CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO: PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO... 2 ÁREA: COMUNICAÇÃO E LETRAS...

Leia mais

OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS

OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS FERRAMENTA A QUEM É DESTINADA? O QUE É O QUE FAZ OBJETIVOS Guia de finanças para as empresas sociais na África do Sul Guia Jurídico

Leia mais

EDUCAÇÃO SUPERIOR, INOVAÇÃO E PARQUES TECNOLÓGICOS

EDUCAÇÃO SUPERIOR, INOVAÇÃO E PARQUES TECNOLÓGICOS EDUCAÇÃO SUPERIOR, INOVAÇÃO E PARQUES TECNOLÓGICOS Jorge Luis Nicolas Audy * A Universidade vem sendo desafiada pela Sociedade em termos de uma maior aproximação e alinhamento com as demandas geradas pelo

Leia mais

Estado de Goiás Secretaria de Ciência e Tecnologia Superintendência de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

Estado de Goiás Secretaria de Ciência e Tecnologia Superintendência de Desenvolvimento Científico e Tecnológico SIBRATEC Instituído por meio do Decreto 6.259, de 20 de novembro de 2007 e complementado pela Resolução do Comitê Gestor SIBRATEC nº 001, de 17 de março de 2008, para atender as demandas específicas de

Leia mais

Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens

Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens Academia de Tecnologia da IBM White paper de liderança de pensamento Novembro de 2010 Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens 2 Proteção da nuvem: do desenvolvimento da estratégia

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

Secretaria de Estado da Administração e da Previdência Departamento de Recursos Humanos Escola de Governo do Paraná SÍNTESE DAS EMENTAS PROPOSTAS

Secretaria de Estado da Administração e da Previdência Departamento de Recursos Humanos Escola de Governo do Paraná SÍNTESE DAS EMENTAS PROPOSTAS 1º MÓDULO: SÍNTESE DAS EMENTAS PROPOSTAS Economia e Sociedade do Conhecimento: Conceitos básicos: economia da informação e conhecimento. Investimentos tangíveis e intangíveis. Gestão do Conhecimento e

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

2 - Sabemos que a educação à distância vem ocupando um importante espaço no mundo educacional. Como podemos identificar o Brasil nesse contexto?

2 - Sabemos que a educação à distância vem ocupando um importante espaço no mundo educacional. Como podemos identificar o Brasil nesse contexto? A EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA E O FUTURO Arnaldo Niskier 1 - Qual a relação existente entre as transformações do mundo educacional e profissional e a educação à distância? A educação à distância pressupõe uma

Leia mais

Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura

Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura Termo de Referência para Contratação de Consultoria - TR Modalidade Pessoa Física Vaga Código TR/PF/IICA-005/2010 PCT BRA/09/001 - Acesso e uso da energia elétrica como fator de desenvolvimento de comunidades

Leia mais

5. Análise conjunta dos casos

5. Análise conjunta dos casos 5. Análise conjunta dos casos Após analisar como tem ocorrido o processo de institucionalização da responsabilidade social corporativa nas empresas farmacêuticas estudadas concluiu-se que nas quatro empresas

Leia mais

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade).

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). Coordenação Sindicato dos Centros de Formação de Condutores

Leia mais

ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ

ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ Acadêmica de Administração Geral na Faculdade Metropolitana de Maringá /PR - 2005 RESUMO: A atividade comercial

Leia mais

CEAP CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA COMÉRCIO ELETRÔNICO PROF. CÉLIO CONRADO

CEAP CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA COMÉRCIO ELETRÔNICO PROF. CÉLIO CONRADO Contexto e objetivos CEAP CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA COMÉRCIO ELETRÔNICO PROF. CÉLIO CONRADO O desenvolvimento do plano de negócios, como sistematização das idéias

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 350-GR/UNICENTRO, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013. Aprova, ad referendum do CEPE, o Curso de Especialização em MBA em Gestão Estratégica de Organizações, modalidade regular, a ser ministrado no

Leia mais

VIGILÂNCIA SOCIAL E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

VIGILÂNCIA SOCIAL E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO VIGILÂNCIA SOCIAL E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO CONCEITUANDO... Vigilância Social : Produção e sistematização de informações territorializadas sobre

Leia mais

RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO SISTEMATIZAÇÃO DOS RESULTADOS Atendendo a solicitação do CNMP, o presente documento organiza os resultados

Leia mais

BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA. Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira.

BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA. Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira. 1 PROJETO SETORIAL INTEGRADO BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira. 2 Introdução O Ministério da Cultura, sugeriu a Fundação

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR PROJETO INTEGRADOR 1. INTRODUÇÃO Conforme as diretrizes do Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Unida de Suzano

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis APRESENTAÇÃO A FGV é uma instituição privada sem fins lucrativos, fundada em

Leia mais

Judiciário e Políticas Públicas ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 2º SEMESTRE DE 2013

Judiciário e Políticas Públicas ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 2º SEMESTRE DE 2013 Judiciário e Políticas Públicas ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 2º SEMESTRE DE 2013 FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS A Fundação Getulio Vargas (FGV) deu início a suas atividades em 1944

Leia mais

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Considerando que a informação arquivística, produzida, recebida, utilizada e conservada em sistemas informatizados,

Leia mais

Documento base sobre Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário. O que é e para quem é o Comércio Justo e Solidário?

Documento base sobre Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário. O que é e para quem é o Comércio Justo e Solidário? Documento base sobre Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário Este é um documento que objetiva apresentar a proposta do Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário, sua importância, benefícios

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS RESOLUÇÃO Nº xx/xxxx CONSELHO UNIVERSITÁRIO EM dd de mês de aaaa Dispõe sobre a criação

Leia mais

Seja um Profissional em Energia Solar

Seja um Profissional em Energia Solar Seja um Profissional em Energia Solar Nós, da Blue Sol, acreditamos no empoderamento de todos os consumidores de energia elétrica no Brasil através da possibilidade de geração própria da energia consumida.

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Elisa Maçãs IDÉIAS & SOLUÇÕES Educacionais e Culturais Ltda www.ideiasesolucoes.com 1

Leia mais

4 Mercado setor de telecomunicações

4 Mercado setor de telecomunicações 4 Mercado setor de telecomunicações Nesta sessão é apresentada uma pequena visão geral do mercado de telecomunicações no Brasil, com dados históricos dos acontecimentos mais relevantes a este trabalho,

Leia mais

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica Ementários Disciplina: Gestão Estratégica Ementa: Os níveis e tipos de estratégias e sua formulação. O planejamento estratégico e a competitividade empresarial. Métodos de análise estratégica do ambiente

Leia mais

V CINFORM Encontro Nacional de Ciência da Informação. Política de Informação Pública

V CINFORM Encontro Nacional de Ciência da Informação. Política de Informação Pública V CINFORM Encontro Nacional de Ciência da Informação Política de Informação Pública Salvador, 28 a 30 de junho de 2004 Política de Informação Pública Inclusão Digital de Micro e Pequeno Empresa Telecentros

Leia mais

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Brasília, 02 de janeiro de 2015. Ministra Miriam Belchior, demais autoridades, parentes e amigos aqui presentes.

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 42-CEPE/UNICENTRO, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2012. Aprova o Curso de Especialização MBA em Gestão Estratégica de Organizações, modalidade regular, a ser ministrado no Campus Santa Cruz, da UNICENTRO.

Leia mais

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br até o dia 20 de dezembro de 2015.

Leia mais

Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola. Projeto Básico

Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola. Projeto Básico Secretaria de Educação a Distância Departamento de Planejamento em EAD Coordenação Geral de Planejamento de EAD Programa TV Escola Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola Projeto Básico

Leia mais

Prezado(a) Sr.(a.) Atenciosamente, Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas. comercial@trecsson.com.br

Prezado(a) Sr.(a.) Atenciosamente, Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas. comercial@trecsson.com.br Prezado(a) Sr.(a.) Agradecemos seu interesse em nossos programa de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você está recebendo o programa do curso de Pós-MBA

Leia mais

A PERCEPÇÃO DAS EMPRESAS SOBRE OS SERVIÇOS PRESTADOS PELOS PROFISSIONAIS DA AREA DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO 1

A PERCEPÇÃO DAS EMPRESAS SOBRE OS SERVIÇOS PRESTADOS PELOS PROFISSIONAIS DA AREA DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO 1 A PERCEPÇÃO DAS EMPRESAS SOBRE OS SERVIÇOS PRESTADOS PELOS PROFISSIONAIS DA AREA DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO 1 Tatiana Pereira da Silveira 1 RESUMO O objetivo deste trabalho é apresentar os resultados da

Leia mais

O desenvolvimento do Terceiro Setor e a profissionalização

O desenvolvimento do Terceiro Setor e a profissionalização O desenvolvimento do Terceiro Setor e a profissionalização Cristiane dos Santos Schleiniger * Lise Mari Nitsche Ortiz * O Terceiro Setor é o setor da sociedade que emprega aproximadamente 1 milhão de pessoas.

Leia mais

Avanços na transparência

Avanços na transparência Avanços na transparência A Capes está avançando não apenas na questão dos indicadores, como vimos nas semanas anteriores, mas também na transparência do sistema. Este assunto será explicado aqui, com ênfase

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA ESTEVÃO FREIRE estevao@eq.ufrj.br DEPARTAMENTO DE PROCESSOS ORGÂNICOS ESCOLA DE QUÍMICA - UFRJ Tópicos: Ciência, tecnologia e inovação; Transferência de tecnologia; Sistemas

Leia mais

Projetos de informatização educacional. Ketiuce Ferreira Silva 3º Período G1 Professora: Gilca

Projetos de informatização educacional. Ketiuce Ferreira Silva 3º Período G1 Professora: Gilca Projetos de informatização educacional Ketiuce Ferreira Silva 3º Período G1 Professora: Gilca O uso do computador como instrumento de educação ainda não é uma realidade para muitos no Brasil, mas aqui

Leia mais

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os melhores resultados. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO CURSO: TURISMO ( bacharelado) Missão Formar profissionais humanistas, críticos, reflexivos, capacitados para planejar, empreender e gerir empresas turísticas, adaptando-se ao

Leia mais

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13 Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018 L RECyT, 8.11.13 Delineamento do Programa - Quadro Fundamentação Geral Programa público, plurianual, voltado para o fortalecimento

Leia mais

EDITAL Nº 01/2009 PROJETOS EMPRESARIAIS PARA INGRESSO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ

EDITAL Nº 01/2009 PROJETOS EMPRESARIAIS PARA INGRESSO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ EDITAL Nº 01/2009 PROJETOS EMPRESARIAIS PARA INGRESSO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ O presente edital regulamenta o processo de recrutamento, seleção e ingresso de projetos empresariais na Incubadora

Leia mais

Gerenciamento de Incidentes

Gerenciamento de Incidentes Gerenciamento de Incidentes Os usuários do negócio ou os usuários finais solicitam os serviços de Tecnologia da Informação para melhorar a eficiência dos seus próprios processos de negócio, de forma que

Leia mais

Informações sobre o Curso de Administração

Informações sobre o Curso de Administração Objetivo Geral do Curso: Informações sobre o Curso de Administração Prover a sociedade de profissional dotado de senso crítico e comportamento ético-profissional qualificado. Um Administrador criativo,

Leia mais

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras 1. DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável, das áreas onde atuamos e

Leia mais

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social Programa 0465 SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - INTERNET II Objetivo Incrementar o grau de inserção do País na sociedade de informação e conhecimento globalizados. Público Alvo Empresas, usuários e comunidade

Leia mais

Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem?

Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem? SAIBA TUDO SOBRE O ENEM 2009 Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem? Até 2008, o Enem era uma prova clássica com 63 questões interdisciplinares, sem articulação direta com os

Leia mais

Graduação Executiva. Feita para o seu momento Venha para a única graduação exclusiva para adultos a partir dos 24 anos

Graduação Executiva. Feita para o seu momento Venha para a única graduação exclusiva para adultos a partir dos 24 anos Graduação Executiva Feita para o seu momento Venha para a única graduação exclusiva para adultos a partir dos 24 anos Graduação Administração Duração: 4 anos Carga Horária Total: 3.040 horas/aula Este

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

Política de Software e Serviços

Política de Software e Serviços Política de Software e Serviços Encontro de Qualidade e Produtividade em Software - Brasília Dezembro / 2003 Ministério da Ciência e Tecnologia Secretaria de Política de Informática e Tecnologia Antenor

Leia mais

1º SEMESTRE 2º SEMESTRE

1º SEMESTRE 2º SEMESTRE 1º SEMESTRE 7ECO003 ECONOMIA DE EMPRESAS I Organização econômica e problemas econômicos. Demanda, oferta e elasticidade. Teoria do consumidor. Teoria da produção e da firma, estruturas e regulamento de

Leia mais

O PLANEJAMENTO ECONÔMICO E A ARTICULAÇÃO REGIONAL *

O PLANEJAMENTO ECONÔMICO E A ARTICULAÇÃO REGIONAL * O PLANEJAMENTO ECONÔMICO E A ARTICULAÇÃO REGIONAL * Lúcio Alcântara ** Durante o dia de hoje estaremos dando continuidade aos debates que vêm sendo realizados desde o início do governo Lula sobre a reestruturação

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 553 A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Irene Caires da Silva 1, Tamires Fernanda Costa de Jesus, Tiago Pinheiro 1 Docente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. 2 Discente

Leia mais

Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor

Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor Resumo: A finalidade desse documento é apresentar o projeto de planejamento

Leia mais

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Apoiar a empregabilidade pela melhora da qualidade do ensino profissionalizante UK Skills Seminar Series 2014 15 British Council UK Skills Seminar

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 ÍNDICE Introdução...3 A Necessidade do Gerenciamento e Controle das Informações...3 Benefícios de um Sistema de Gestão da Albi Informática...4 A Ferramenta...5

Leia mais

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr. A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças

Leia mais

Mapa da Educação Financeira no Brasil

Mapa da Educação Financeira no Brasil Mapa da Educação Financeira no Brasil Uma análise das iniciativas existentes e as oportunidades para disseminar o tema em todo o País Em 2010, quando a educação financeira adquire no Brasil status de política

Leia mais

Reunião de Abertura do Monitoramento 2015. Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO

Reunião de Abertura do Monitoramento 2015. Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO Reunião de Abertura do Monitoramento 2015 Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO Roteiro da Apresentação 1. Contextualização; 2. Monitoramento; 3. Processo de monitoramento;

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

Ponto de vista. Metodologia para um índice de confiança. E expectativas das seguradoras no Brasil

Ponto de vista. Metodologia para um índice de confiança. E expectativas das seguradoras no Brasil Ponto de vista 40 Metodologia para um índice de confiança E expectativas das seguradoras no Brasil Francisco Galiza Em 2012, no Brasil, algumas previsões econômicas não fizeram muito sucesso. Por exemplo,

Leia mais

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE Palestra para o Conselho Regional de Administração 1 O QUE É O SEBRAE? 2 O Sebrae O Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas da Bahia

Leia mais

CBA. Comércio Internacional PÚBLICO-ALVO COMPLEMENTAÇÃO ACADÊMICA MATERIAL DIDÁTICO. Internacional. Comércio

CBA. Comércio Internacional PÚBLICO-ALVO COMPLEMENTAÇÃO ACADÊMICA MATERIAL DIDÁTICO. Internacional. Comércio CBA Comércio Internacional Comércio Internacional A intensidade das relações comerciais e produtivas das empresas no atual contexto econômico tem exigido das empresas um melhor entendimento da complexidade

Leia mais

MBA em Design Estratégico

MBA em Design Estratégico MBA em Design Estratégico Público - alvo Indicado para profissionais com formação em Design, Arquitetura, Moda ou gestores e empreendedores que estejam buscando novas formas de gestão orientadas para a

Leia mais

ANEC PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO UMA ABORDAGEM. Reflexões voltadas para a Gestão

ANEC PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO UMA ABORDAGEM. Reflexões voltadas para a Gestão ANEC PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO UMA ABORDAGEM Reflexões voltadas para a Gestão MUDANÇAS EDUCAÇÃO NO BRASIL 1996 Lei 9.934 LDB 1772 Reforma Pombalina 1549 Ensino Educação público no dos Brasil Jesuítas Lei

Leia mais

Incentivos fiscais para a manutenção. da competitividade das indústrias mineiras

Incentivos fiscais para a manutenção. da competitividade das indústrias mineiras Incentivos fiscais para a manutenção da competitividade das indústrias mineiras Histórico do APL Eletroeletrônico de Santa Rita do Sapucaí A pequena cidade de Santa Rita do Sapucaí, no sul de Minas Gerais,

Leia mais

Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software

Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software [...] O que é a Qualidade? A qualidade é uma característica intrínseca e multifacetada de um produto (BASILI, et al, 1991; TAUSWORTHE, 1995).

Leia mais