MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE GESTÃO, COMÉRCIO E SERVIÇOS

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1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE GESTÃO, COMÉRCIO E SERVIÇOS PLANO DE CURSO Curs Técnic de Nível Médi Subseqüente em Turism na mdalidade de Educaçã a Distância (Aprvad através da Resluçã nº 11/2007-CD, de ) NATAL/RN MAIO/2007

2 Curs Técnic de Nível Médi Subseqüente em Turism na mdalidade EaD Francisc das Chagas de Mariz Fernandes DIRETOR GERAL Enilsn Araúj Pereira DIRETOR DA UNIDADE SEDE Belchir de Oliveira Rcha DIRETOR DE ENSINO Erivald Cabral da Silva COORDENADOR DE TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS E EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Aurir Marcelin ds Sants CHEFE DO DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE GESTÃO, COMÉRCIO E SERVIÇOS Ivanna Schenkel Frnari COORDENADORA DO CURSO TÉCNICO DE TURISMO NA MODALIDADE A DISTÂNCIA EQUIPE DE ELABORAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO Ana Judite de Oliveira Medeirs Ana Maria Rams Velasque Ângela Maria de Suza Dantas Anna Neri Dantas Camach Valera Antôni Custódi da Silva Artemilsn Alves de Lima Cyva Cynara ds Sants Lima Elizeu de Suza Euclides Mreira Net Fábi Rman Freire Francisc de Assis Pedrza Juliana Vieira de Almeida Kátia Simne Santiag Teixeira Levi Rdrigues de Miranda Mari Trinidad Pacherrez Velasc Rderick Fnseca ds Sants Rnald Fernandes Diniz Rsângela de Fátima B. Olivers Thelma Maria Franc Rabel

3 Curs Técnic de Nível Médi Subseqüente em Turism na mdalidade EaD SUMÁRIO 1 CURSO TÉCNICO DE TURISMO NA MODALIDADE À DISTÂNCIA 03 2 PROJETO PEDAGÓGICO CURSO TÉCNICO EM TURISMO NA 03 MODALIDADE A DISTÂNCIA 2.1 Fundamentaçã teórica 03 3 CURSO TÉCNICO EM TURISMO NA MODALIDADE A DISTÂNCIA Justificativa e Objetivs 05 4 FORMAS DE ACESSO 08 5 PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DO CURSO 09 6 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR Prática Prfissinal 11 7 PROPOSTA METODOLÓGICA Estratégias de desenvlviment da aprendizagem Definiçã da cncepçã de tutr e mnitr Requisits para cupaçã das funções de tutr e mnitr 17 8 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS E 18 CERTIFICAÇÃO DE CONHECIMENTOS 8.1 Critéris de aprveitament de estuds Certificaçã de Cnheciments 18 9 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM INFRA-ESTRUTURA E EQUIPAMENTOS EQUIPE MULTIDISCIPLINAR: CORPO DOCENTE E PESSOAL 20 TÉCNICO-ADMINISTRATIVO 11.1 Funções da equipe acadêmic-administrativa CERTIFICADOS E DIPLOMAS 24 Anex I Prgramas das Disciplinas 25 2

4 Curs Técnic de Nível Médi Subseqüente em Turism na mdalidade EaD 1. CURSO TÉCNICO DE TURISMO NA MODALIDADE A DISTÂNCIA O Centr Federal de Educaçã Tecnlógica d Ri Grande d Nrte (CEFET-RN) ferecerá 35 vagas pr turma, destinadas a Curs Técnic de Turism a Distância. 2. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO DE TURISMO NA MODALIDADE A DISTÂNCIA 2.1 Fundamentaçã teórica Partims d pressupst de que cnceber um curs técnic a distância é essencialmente diferente de cncebê-l em sua mdalidade presencial. A educaçã a distância tem características próprias que a fazem particular e distinta, tant n seu enfque quant ns seus meis, métds e estratégias. Em princípi, é imprtante destacar a definiçã de educaçã a distância que vai fundamentar prjet d curs. Segund Garcia Areti, a educaçã a distância se baseia em um diálg didátic mediad entre prfessr (instituiçã) e que, lcalizad em espaç diferente daquele, aprende de frma independente (cperativa) (GARCIA ARETIO 2001, p ). Nessa definiçã, autr resume que cnsidera características principais dessa mdalidade de ensin: a) A quase permanente separaçã d prfessr e estudante n espaç e n temp, salvaguardand-se fat de que, nesta última variável, pde prduzir-se também interaçã síncrna; b) O estud independente, n qual estudante cntrla temp, espaç, seu ritm de estud e, em alguns cass, itineráris, atividades, temp de avaliaçã, etc., aspects que se pdem cmplementar ainda que nã necessariamente cm as pssibilidades de interaçã em encntrs presenciais u eletrônics que frnecem prtunidades para a scializaçã e a aprendizagem clabrativa; c) A cmunicaçã mediada de via dupla entre prfessr e, em alguns cass, destes entre si, através de diferentes recurss; d) O suprte de uma instituiçã que planeja, prjeta, prduz materiais, avalia e realiza seguiment e mtivaçã d prcess de aprendizagem através da tutria. 1 García Areti, L. La educación a distancia. De la teria a la práctica. Barcelna: Ed. Ariel,

5 Curs Técnic de Nível Médi Subseqüente em Turism na mdalidade EaD Assim, pr suas características, a educaçã a distância supõe um tip de ensin em que fc está n estudante e nã na turma. Esse estudante deve ser cnsiderad cm um sujeit d seu aprendizad, desenvlvend autnmia e independência em relaçã a prfessr, que rienta n sentid d aprender a aprender e d aprender a fazer. Cnsiderand-se que a separaçã física entre s sujeits é inerente à mdalidade de educaçã à distância, destaca-se a imprtância ds meis de aprendizagem e ds materiais didátics, s quais devem ser pensads e prduzids dentr das especificidades da educaçã à distância e da realidade d estudante para qual está send elabrad. Entende-se que a realidade d nrdeste brasileir ainda vai cmprtar principalmente material impress, áudi e víde. N entant, nã se pde deixar de ter em cnta avanç ds meis infrmátics e digitais, sbretud cm uma tecnlgia que facilita em grande medida a cmunicaçã, a trca e a aquisiçã de infrmaçã. É nesse sentid que, mesm investind preferencialmente em materiais impresss, nã se pde abrir mã de prjetar também a elabraçã de materiais para web u a utilizaçã de mídias digitais cm CD-ROM. Apesar da característica de estud autônm da EaD, as terias de aprendizagem apntam para a eficácia da cnstruçã cletiva d cnheciment, da necessidade d grup scial cm referência para aprender. Um ds grandes desafis aqui é trnar viável cletiv em que a marca seja individual. As tendências mais recentes em EaD vêm apntand para a necessidade d estud clabrativ e/u cperativ cm frma de dar respsta à cncepçã de aprendizagem apntada acima. Experiências cm ensin n-line, utilizand a metdlgia dialógica freiriana, vêm mstrar que iss é pssível (AMARAL, ). Nesse sentid, us das tecnlgias de infrmaçã e cmunicaçã (TIC) vem desempenhand papel fundamental, mas nã se pde dispensar material didátic impress nem a tutria. A presença e a dispnibilidade d tutr/rientadr têm sid imprtante nã smente cm element mtivadr, mas também, cm estratégia de diminuiçã da evasã. Um papel que a tutria vem send chamada a desempenhar é de espaç de articulaçã e de suprte a estud cperativ, de md a garantir a cnstruçã cletiva d cnheciment. É nesse sentid que presente prjet pedagógic está send prpst: um curs técnic a distância, utilizand materiais midiátics, cm us das nvas tecnlgias de infrmaçã e cmunicaçã. N entant, n pól em que esses meis nã pssam ser utilizads, dar-se-á priridade a material impress. Nã se pde dispensar um sistema pedagógic e de tutria que articule, rganize e estimule trabalh grupal, cperativ, mais d que individual. Iss, sem abrir mã de uma das características mais básicas da EaD, que é a autnmia d estudante e sua liberdade em aprender. 2 Amaral, V.L. Tã Lnge, tã pert. Experimentand diálg à distância Tese. (Dutrad em Educaçã) Prgrama de Pós-Graduaçã em Educaçã, Universidade Federal d Ri Grande d Nrte, Natal. 4

6 Curs Técnic de Nível Médi Subseqüente em Turism na mdalidade EaD 3. CURSO TÉCNICO EM TURISMO NA MODALIDADE A DISTÂNCIA 3.1 Justificativa e Objetivs O presente dcument trata d Plan d curs técnic de nível médi subseqüente em Turism na mdalidade à distância - EaD. Este prjet está fundamentad nas bases legais e ns princípis nrteadres explicitads na LDB nº 9394/96 e n cnjunt de leis, decrets, pareceres e referencias curriculares que nrmatizam a Educaçã Prfissinal n sistema educacinal brasileir. Estã presentes também, cm marc rientadr desta prpsta, as decisões institucinais traduzidas ns bjetivs desta instituiçã e na cmpreensã da educaçã cm uma prática scial, s quais se materializam na funçã scial d CEFET-RN: Prmver educaçã científic tecnlógic humanística visand à frmaçã integral d prfissinal-cidadã críticreflexiv, cmpetente técnica e eticamente e cmprmetid efetivamente cm as transfrmações sciais, plíticas e culturais e em cndições de atuar n mund d trabalh na perspectiva da edificaçã de uma sciedade mais justa e igualitária, através da frmaçã inicial e cntinuada de trabalhadres; da educaçã prfissinal técnica de nível médi; da educaçã prfissinal tecnlógica de graduaçã e pós-graduaçã; e da frmaçã de prfessres fundamentadas na cnstruçã, recnstruçã e transmissã d cnheciment. O grande desafi a ser enfrentad na busca de cumprir essa funçã é de frmar prfissinais que sejam capazes de lidar cm a rapidez da prduçã ds cnheciments científics e tecnlógics e de sua transferência e aplicaçã na sciedade em geral e n mund d trabalh, em particular. Diante dessa cnstataçã, a pssibilidade de frmar pessas capazes de lidar cm avanç da ciência e da tecnlgia e dele participarem de frma prativa deve atender a três premissas básicas: frmaçã científic tecnlógic humanística sólida, flexibilidade para as mudanças e educaçã cntinuada. Frente à acelerada glbalizaçã da ecnmia, d acess às infrmações e da velcidade da geraçã e disseminaçã d cnheciment, verifica-se, n cntext da sciedade atual, a necessidade cada vez mair de manter-se atualizad. Cm cnseqüência dessa evluçã tecnlógica e infrmacinal, encntram-se inúmers prfissinais em busca de nvs aprendizads para se manterem cmpetitivs n mercad de trabalh. Paralelamente, a educaçã a distância despnta cm uma alternativa eficaz para a aprendizagem cnstante. O us das "nvas tecnlgias" a serviç da educaçã permite que um univers cada vez mair de pessas tenha acess às infrmações. O Brasil apresenta enrme diversidade de estágis de desenvlviment e necessidades na área da Educaçã; Barcia (1996) apnta a 5

7 Curs Técnic de Nível Médi Subseqüente em Turism na mdalidade EaD Educaçã a Distância (EAD) cm uma alternativa para a melhria em qualidade e aument da quantidade de atendiment na educaçã d país. Pr nã ser um assunt nv n Brasil, a educaçã à distância tem vltad à cena e chamad a atençã em funçã d grande avanç da tecnlgia na última década, especialmente após a disseminaçã da Internet e ds incentivs d gvern federal. A Lei de Diretrizes e Bases da Educaçã (LDB) dá seu api através da lei n. 9394/96, n artig 80, quand diz: pder públic incentivará desenvlviment e a veiculaçã de prgramas de ensin a distância, em tds s níveis e mdalidades de ensin e de educaçã cntinuada. (Neves, 1997). A EAD tem pr bjetiv desenvlviment de ambientes e de metdlgias que prpiciem aprendizad remt, ist é, que um u mais aluns pssam vivenciar experiências de aprendizagem em lcal fisicamente diferente d qual ambiente e s recurss instrucinais se encntram. A natureza das pesquisas nesta área tem caráter nitidamente multidisciplinar, unind esfrçs das Ciências da Educaçã, da Psiclgia, da Engenharia e da Ciência da Cmputaçã. A Wrld Wide Web (www) se apresenta cm uma tecnlgia capaz de atender às expectativas ds pesquisadres da área de ensin/aprendizagem à distância, prprcinand sluções para prblema d fereciment de educaçã e treinament em larga escala, a custs mais acessíveis que s atuais, permitind a publicaçã de material didátic, aplicaçã de tutriais, aplicaçã de prvas e testes, cmunicaçã cm s estudantes e apresentaçã de aulas à distância (cnferência multimídia). Diante desse cntext, a educaçã em Turism em nível técnic subseqüente na mdalidade à distância mstra-se uma alternativa viável, visand atender, principalmente, as demandas distantes gegraficamente de grandes centrs de frmaçã, pssibilitand cnheciment neste setr e s diverss benefícis que a atividade turística pde prpiciar para a lcalidade. O Turism é uma atividade de extrema relevância para desenvlviment sciecnômic mundial, tend permitid mvimentar intens flux de capital extern e intern e pssibilitad a geraçã de empreg e renda direta e indiretamente cm reflexs redistributivs evidentes. Segund a Organizaçã Mundial d Turism OMT 3 (pp. 201, 202) - Durante décadas, turism tem sid luvad pr seus benefícis ecnômics, cntribuind para desenvlviment (...). O turism representa a prtunidade de bter, de maneira rápida, as divisas necessárias que equilibram a balança nacinal de pagaments. O setr turístic representa um grande ptencial de desenvlviment, geraçã de renda e empregs, agregand diversas pções de diversã e entreteniment. Pr pertencer a um dmíni de cnheciment que envlve inúmeras disciplinas para investigar e explicar suas áreas de interesse, turism pde ser cnsiderad cm interdisciplinar, perand em um cntext de aplicaçã relacinad a diverss segments. Vale salientar que desenvlviment d turism exige cada vez mais prfissinais qualificads, vist que turism é uma atividade de utilizaçã 3 ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO TURISMO. Intrduçã a turism. Trad. Dlres Martins Rdriguez Córner. Sã Paul: Rca, 2001, pp

8 Curs Técnic de Nível Médi Subseqüente em Turism na mdalidade EaD intensa de capital human, nde as mudanças tecnlógicas e as exigências de cmpetitividade se fazem presentes ns mais diverss níveis de frmaçã. Trig (2000) ressaltu em sua análise que atender a mercad impõe desafis bastante cmplexs n prcess de frmaçã. É precis estabelecer um quadr cnceitual de cmpetências para prfessres e aluns, encarand esses últims cm futurs prfissinais. A prcura da cmpetência prfissinal, cm reflexs na qualidade, exige metdlgia cuidadsamente planejada e atitudes pessais firmes cm: a) Espírit de iniciativa, autnmia, criatividade; b) Saber nde e cm buscar a infrmaçã; c) Saber utras línguas e culturas; d) Cultivar relações interpessais. A fertar curss de nível técnic nessa área, ressalta-se cmprmiss de capacitar prfissinais para atuaçã cmpetente neste setr da ecnmia, deixand-s apts a enfrentament ds desafis impsts pel cenári deste nv sécul e pela irrefutável necessidade de prfissinalizaçã de recurss humans para uma nva realidade que s encaminhe à prmçã humana e a desenvlviment scial. Entretant, a frmaçã d prfissinal smente será adequada cm a smatória da educaçã e d treinament. Segund Fays (apud Ansarah, 2002 p. 62), As nvas cndições da demanda exigem cnteúds curriculares que dêem mair atençã à pesquisa de mercad, especialmente n que diz respeit à realidade e à tendência n cmprtament ds cnsumidres. As inputs prdutivs, será necessári aumentar investiment na educaçã, melhrand a qualidade e a eficiência na frmaçã de educadres, na atualizaçã de nvs métds pedagógics e n us de nvas tecnlgias. Ainda, a gestã turística na nva era d turism vai requerer mudanças curriculares imprtantes, cm mair desenvlviment de prgramas de frmaçã gerencial, mair intercâmbi cm instituições educacinais e cm mund empresarial e uma atençã especial à frmaçã cntinuada dentr e fra das empresas. É nesse ambiente que setr turístic se destaca cm epicentr de discussões a respeit das inúmeras variáveis que permeiam a qualidade da capacitaçã prfissinal específica, pis curss, prgramas e currículs devem, atualmente, ser permanentemente estruturads, renvads e atualizads, seguind as leis imperisas e mutáveis d mund d trabalh. Verifica-se, prtant, uma situaçã de mercad bastante cmpetitiva. Os prfissinais encntram um mercad de trabalh muit seletiv, que exige cmprvaçã das suas cmpetências e cnheciments, uma pstura ética cerente cm as especificidades da prfissã e, principalmente, da cnsciência clara das capacidades e aptidões ds cncrrentes, em um mund cada vez mais regid pels imperativs da glbalizaçã. O Ri Grande d Nrte está vivenciand uma fase de expansã d seu mercad turístic, que vem favrecend a sua ecnmia. Iss se deve 7

9 Curs Técnic de Nível Médi Subseqüente em Turism na mdalidade EaD a implantaçã da variedade de seus prduts e a frmaçã de rteirs turístics em cidades d litral e d interir, ainda puc explradas que pssuem atrativs naturais e culturais. Iss está send pssível cm a viabilizaçã de bras de infra-estrutura e a adçã de prgramas de capacitaçã prfissinal. Os investiments n turism n Estad d Ri Grande d Nrte se expandem e se desenvlvem a cada an. O resultad dessa expansã dá-se n crescente flux de turistas a Estad. Nesse sentid, a Nva Lei de Diretrizes e Bases da Educaçã LDB, reserva um espaç especial para a educaçã prfissinal, que cnsta em um capítul específic dentr d títul que abrda s níveis e mdalidades de educaçã e ensin, send cnsiderada cm um element estratégic de cmpetitividade e desenvlviment human na nva rdem ecnômica mundial. Sb essa ótica, a educaçã prfissinal também deve se cnstituir num direit à cidadania. A partir da leitura dessas ptencialidades e necessidades, CEFET/RN, pineir na atuaçã n setr terciári, dentr da rede federal de educaçã tecnlógica, a fertar curss de nível técnic à distância nessa área, assume cmprmiss de capacitar futurs prfissinais para atuaçã cmpetente neste setr da ecnmia, deixand-s apts a enfrentament ds desafis impsts pel cenári deste nv sécul e pela irrefutável necessidade de prfissinalizaçã de recurss humans para uma nva realidade que s encaminhe à prmçã humana e a desenvlviment scial. O Curs Técnic de Nível Médi Subseqüente na mdalidade à Distância EaD - em Turism tem cm bjetiv frmar jvens e adults de nível médi, visand cntribuir para a cnslidaçã de plíticas públicas para a educaçã, bem cm prtunizar as jvens e adults, cm acess à educaçã, uma frmaçã subseqüente, cnjugand desenvlviment human, inserçã na sua realidade e prfissinalizaçã qualificada. Frmar prfissinais cmpetentes técnica, ética e pliticamente, cm elevad grau de respnsabilidade scial e que cntemple um nv perfil para saber, saber fazer e gerenciar as atividades de planejament, gestã, prmçã e venda de serviçs turístics, de hspedagem, dentr das nvas exigências d mund d trabalh cntemprâne. Frmar técnics de nível médi em Turism apts a: Desenvlver planejament e a execuçã de diferentes tips de events; Exercer a funçã recepcinal ns diverss segments da hspitalidade; Atuar cm guia de turism reginal. 4. FORMAS DE ACESSO Terã acess a curs Técnic de Nível Médi Subseqüente em Turism - EaD, jvens e adults cm idade acima de 17 ans, cm ensin médi cmplet. 8

10 Curs Técnic de Nível Médi Subseqüente em Turism na mdalidade EaD 5. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DO CURSO A final de sua frmaçã, prfissinal técnic de nível médi em Turism deverá demnstrar um perfil que lhe pssibilite: Saber lidar cm diferentes pessas nas mais diversas situações inerentes à cnvivência humana, Adequar s prcediments relativs as serviçs turístics, as interesses e expectativas de diferentes públics; Prmver a venda de prduts e serviçs turístics; Interpretar mapas e guias turístics; Efetuar cálculs de distância e estimativa de temp; Elabrar rteirs; Elabrar relatóris; Desenvlver atividades prfissinais, demnstrand iniciativa, liderança, crtesia e presteza; Demnstrar cuidad cm a apresentaçã pessal, n exercíci das atividades prfissinais; Cmunicar-se ns três idimas: inglês, francês e espanhl; Dminar cnheciments inerentes a Estad d RN, d pnt de vista gegráfic, históric, artístic, esprtiv, recreativ, cmercial, flclóric, artesanal, gastrnômic, religis, entre utrs; Cmpreender a imprtância das manifestações culturais e ds recurss ambientais cm prdut de uma realidade scial; Aplicar a legislaçã pertinente às atividades da área d turism e da hspitalidade; Desenvlver prcediments de primeirs scrrs e segurança d trabalh, em ambientes urbans e rurais; Dminar as ferramentas básicas da infrmática; e Desenvlver habilidades interpessais. 6. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A rganizaçã curricular Curs Técnic de Nível Médi em Turism na frma subseqüente EaD - bserva as determinações legais presentes nas Diretrizes Curriculares Nacinais para a educaçã prfissinal de nível técnic, ns Referenciais Curriculares Nacinais da educaçã prfissinal de nível técnic e n Decret nº 5154/04, bem cm nas diretrizes definidas n Prjet Pedagógic d CEFET-RN. A rganizaçã d curs está estruturada em regime seriad semestral cm uma Matriz Curricular integralizada pr disciplinas, dividida em quatr períds letivs e acrescida de uma prática prfissinal de 400 hras. 9

11 Curs Técnic de Nível Médi Subseqüente em Turism na mdalidade EaD O primeir períd d curs cmpreende algumas disciplinas de educaçã geral que subsidiam a frmaçã técnica d alun. Os três períds seguintes se cnstituem de disciplinas de frmaçã técnica. A carga hrária ttal d curs é de 1540 hras. Tabela 1 - Matriz Curricular d Curs Técnic em Turism EaD B a s e d e C n h e c i m e n t s C i e n t í f i c s e T e c n l ó g i c s F r m aç ã Pr f is si n al Disciplina Língua prtuguesa e Técnicas de Cmunicaçã Matemática e Estatística Aplicada Leitura e prduçã de text Carga hrária Semestre Carga hrária Ttal 1º 2 º 3º 4º H/a Hras Infrmática Psiclgia Geral Fundaments d Turism e da Hspitalidade Recurss Ambientais Aplicads a Turism e legislaçã Primeirs Scrrs e segurança d Trabalh Inglês Espanhl Francês História d RN Gegrafia d RN História da Arte Manifestações Culturais Técnica de Trabalh para Guias de Turism Subttal Prática prfissinal Ttal CH

12 Curs Técnic de Nível Médi Subseqüente em Turism na mdalidade EaD Os princípis pedagógics, filsófics e legais que subsidiam a rganizaçã d curs Técnic de Nível Médi em Turism frma Subseqüente EaD - definid pel MEC, ns quais a relaçã teria-prática é princípi fundamental, assciads à estrutura curricular d curs, cnduzem a um fazer pedagógic n qual atividades cm semináris, visitas técnicas, práticas labratriais e desenvlviment de prjets, entre utrs, estã presentes em tds s períds letivs. 6.1 Prática Prfissinal Esta prática prfissinal será realizada, preferencialmente, através de Prjets a serem desenvlvids em empreendiments de turism e hspitalidade a partir d 2º períd, integrand s diverss cnheciments trabalhads n períd anterir e tend em cada períd disciplinas âncras desencadeadra desse prcess; n 2º períd a disciplina âncra será História da Arte, n 3º períd será a disciplina Gegrafia d Ri Grande d Nrte e n 4º períd será a disciplina Técnicas de Trabalh para Guias de Turism. A metdlgia a ser adtada será através de visitas técnicas, levantament de prblemas relativs às disciplinas bjet da pesquisa e pssíveis sluções para s prblemas detectads. 7. PROPOSTA METODOLÓGICA A definiçã da prpsta metdlógica d curs está mediada pr um cnjunt de saberes e práticas que se integram, visand a uma frmaçã autônma, respnsável e crítica. Nesse sentid, as disciplinas e as demais atividades sã rganizadas para permitir aprfundament e a reflexã ds cnteúds que integram s cnheciments específics da área, elegend cm elements de ligaçã e prblematizaçã a experiência d estudante e a realidade d turism n espaç semi-árid nrdestin cm tema geradr que rientará a prática dialógica dessa frmaçã. Dessa perspectiva, cnstrói-se uma transversalidade entre s cnteúds específics da área de turism, da de gestã e de utras ciências em uma escala lcal e glbal, verticalizand-se prcess ensin-aprendizagem em uma perspectiva interdisciplinar. Cnsiderand-se ptencial de infra-estrutura e de pessal existente na Instituiçã, presente curs crrerá cm encntrs presenciais e a distância, utilizand-se s recurss tecnlógics dispníveis nas instituições parceiras e de acrd cm planejament prévi. O curs terá um frmat de rganizaçã pr períd semestral dentr de um núcle temátic, em que as disciplinas serã desenvlvidas pr móduls separadamente. Os estudantes terã dis encntrs presenciais para cada disciplina, pr períd letiv, mediads pr prfessres frmadres (um encntr n iníci d módul de cada disciplina e utr na avaliaçã). Os mments presenciais de cada disciplina serã crdenads pel Crdenadr d Curs, que se encarregará de: 11

13 Curs Técnic de Nível Médi Subseqüente em Turism na mdalidade EaD rganizar crngrama de visitas ds prfessres respnsáveis pelas disciplinas; frnecer as prfessres relatóri ds tutres que subsidie a avaliaçã da disciplina, durante a visita; planejar e crdenar, juntamente cm s tutres as atividades culturais, a slenidade de abertura e de encerrament d períd. Essa prpsta está rientada a viabilizar prcess de cnheciment e a interaçã de educadres e educands pr mei da utilizaçã de tecnlgias da infrmaçã e cmunicaçã, cmpreendend s tópics a seguir. a) Linguagens e mídias cmpatíveis cm prjet e cm cntext sciecnômic d públic alv Cmpreende-se a educaçã a distância cm um diálg mediad pr bjets de aprendizagem, s quais sã prjetads para substituir a presencialidade d prfessr. Nesse sentid, s materiais e bjets didátics adquirem uma imprtância fundamental n planejament de curss a distância. A esclha das mídias a serem utilizadas pde interferir n aprendizad d estudante, se nã fr levada em cnsideraçã a sua realidade sóciecnômica. Partind dessa realidade, cmpreendems que material impress será mais indicad e melhr aprveitad se articulad a utrs materiais de áudi e víde. N entant, nã se pde deixar de ter em cnta avanç ds meis infrmátics e digitais, sbretud, cm uma tecnlgia acessível que facilita em grande medida a cmunicaçã, a trca e a aquisiçã de infrmaçã a tdas, inclusive às pessas cm necessidades especiais. É nesse sentid que, mesm investind preferencialmente em materiais impresss, nã se pde abrir mã de prjetar também a elabraçã de materiais para web u a utilizaçã de mídias digitais, cm CD-ROM. b) Cnvergência e integraçã das diferentes mídias Serã utilizads váris meis específics, que se cmplementam entre si, para mediar s cnteúds e prpiciar interaçã entre s participantes d curs e seus tutres. O material impress será a base principal para estudante, entretant, serã utilizads materiais específics tais cm: víde e material digital a serem utilizads durante as visitas presenciais a municípi. Essas mídias audivisuais serã utilizadas cnfrme a necessidade específica d cnteúd para melhr pder de ilustraçã e dinâmica da imagem em mviment. Cada material prduzid levará em cnsideraçã a linguagem específica de cada tecnlgia utilizada, bem cm sua adequaçã para pssibilitar a acessibilidade, cnsiderand s padrões internacinais, em especial W3C. Durante as leituras d material impress, estudante será cnvidad e estimulad a buscar utrs materiais indicads em diferentes mídias, cm sugestões de filmes, sites da internet e prgramas televisivs. 12

14 Curs Técnic de Nível Médi Subseqüente em Turism na mdalidade EaD Ele também será estimulad a relacinar s cnteúds prpsts cm experiências d dia-a-dia. Uma platafrma de aprendizagem nline acessível será adtada cm referência para curs, n sentid de dispnibilizar utrs materiais cmplementares as materiais impresss e, sbretud, prprcinar a estudante a experiência de cnhecer e interagir cm s clegas pr mei de ferramentas especiais de cmunicaçã cm: s fóruns de discussã, s chats e crrei eletrônic. Essa interaçã dinamizará e enriquecerá s cntats ds estudantes entre si, entre estudantes e prfessres e entre estudantes e tutres. O presente prjet pedagógic pressupõe um curs técnic a distância, utilizand priritariamente Internet e materiais impresss, suprtad pr um sistema pedagógic, de tutria e mnitria que articule, rganize e estimule trabalh grupal, cperativ, mais d que individual. Iss, sem abrir mã de uma das características mais básicas da Educaçã à distância, que é a autnmia d estudante e sua liberdade de aprender. Dentre s meis e recurss didátics pssíveis, planeja-se utilizar basicamente: suprte infrmátic - sistemas multimeis (CD-ROM) e Internet; rganizaçã de grups de discussã e fóruns de debate via Internet; materiais audivisuais - fitas de áudi, víde, transmissões de prgramas pr televisã; materiais impresss - guias de estuds, caderns de exercícis, unidades didáticas, texts, livrs, etc; Imprtante aqui é ressaltar a quantidade de bjets de aprendizagem já dispníveis ns diverss sites da Internet. O mei impress será suprte básic. Cncrdand cm Garcia Areti (p. cit., p. 175), bserva-se nesse mei algumas vantagens que faz, ainda, mais utilizad em td mund: trata-se de um mei acessível, fácil de usar e que nã necessita de equipaments especiais; pssui mair prtabilidade, send transprtad facilmente a tds s lugares; permite releitura e leitura seletiva cm aprfundament de pnts imprtantes. Pr utr lad, é necessári que estudante tenha a capacidade de interpretar adequadamente s cnstruts simbólics presentes n text, que nem sempre acntece. O cnteúd ds materiais didátics será elabrad pels prfessres respnsáveis pelas disciplinas. Será cnstituída uma equipe de prfissinais (de artes gráficas, multimídia e web) para transpr cnteúd para s frmats aprpriads e acessíveis, de acrd cm a cncepçã d prfessr da disciplina e as necessidades ds estudantes. c) Os materiais a serem utilizads pels estudantes para api e desenvlviment d aprendizad - guias para estudantes, tutriais e afins Além d material didátic d curs, estudante receberá um manual u guia específic que rientará para ser um estudante na 13

15 Curs Técnic de Nível Médi Subseqüente em Turism na mdalidade EaD mdalidade de educaçã a distância. Esse material também traz tdas as infrmações sbre a instituiçã na qual ele está ingressand, sua estrutura física e administrativa. 7.1 Estratégias de desenvlviment da aprendizagem a) Prcess de cmunicaçã-interaçã entre estudantes, tutres, mnitres e prfessres frmadres a lng d curs. Durante cada períd letiv, prcess de cmunicaçã-interaçã será realizad pr, n mínim, dis encntrs presenciais para rientaçã, avaliaçã e apresentaçã de trabalhs, um n iníci e utr n final d períd, e cntará cm a presença d prfessr frmadr. As disciplinas serã desenvlvidas em móduls, separadamente. Será utilizad um ambiente virtual em que s estudantes, tutres, mnitres e prfessres frmadres pderã interagir n prcess de cnstruçã cgnitiva. Além diss, nesse ambiente serã dispnibilizads alguns materiais didátics a serem utilizads pels estudantes. Também será dispnibilizad a estudante, n at da matrícula, Manual d Estudante que cntemplará as rientações mais relevantes sbre a rganizaçã didátic-pedagógica d curs, rganizaçã curricular, pstura d estudante de educaçã à distância, infra-estrutura dispnível, critéris de avaliaçã, entre utras. A cmunicaçã entre prfessres frmadres, tutres, mnitres e pessal de api será realizad pr mei de cntat telefônic e/u e encntrs presenciais. b) papel da tutria a lng d curs A presença e a dispnibilidade d tutr/rientadr têm-se mstrad imprtantes nã smente cm elements mtivadres, mas também, cm estratégias de diminuiçã da evasã. Um papel que a tutria deve desempenhar é de espaç de articulaçã e suprte a estud cperativ, de md a garantir a cnstruçã cletiva d cnheciment. Em funçã ds princípis que nrteiam esta prpsta curricular, a tutria adquire uma imprtância fundamental, cm a característica de rientaçã de estuds, de rganizaçã das atividades individuais e grupais, de incentiv a prazer das descbertas. Esta prpsta prevê a tutria presencial. A tutria presencial será tarefa de um prfessr/pesquisadr cm a rientaçã d prfessr frmadr respnsável pela disciplina. Ele deverá dar suprte nas questões específicas da área e rientá-ls na realizaçã das atividades práticas e grupais. A tutria será individual e grupal. A tutria individual estará dispnível tds s dias da semana, ns hráris estabelecids, e visará, sbretud, à rientaçã de estuds e as acmpanhaments d estudante na sua adaptaçã à mdalidade de ensin. Terá papel de ajudá-l na rganizaçã ds hráris, na maneira de estudar, na superaçã das dificuldades de ser um estudante à distância. A tutria 14

16 Curs Técnic de Nível Médi Subseqüente em Turism na mdalidade EaD grupal crrerá sempre que as atividades das disciplinas exigirem trabalhs cletivs. O tutr terá papel na rganizaçã e dinamizaçã ds grups, estimuland trabalh cperativ. O estudante deverá prcurar atendiment individual e/u grupal em n mínim it hras semanais. As demais cargas hrárias serã cumpridas através da mnitria à distância e mments presenciais cm s prfessres frmadres. A tutria será desempenhada pr prfessres/pesquisadres que demnstrem nã só cnheciment d cnteúd da área, mas também cmpetência para trabalhar cm grups, rientar e estimular estuds. Será selecinad entre s prfessres da instituiçã, n municípi em que curs estiver send realizad, que apresentem s requisits citads. c) Prjet de trabalh da tutria e a frma de api lgístic a tds s envlvids O trabalh da tutria será rientad pels prfessres respnsáveis pelas disciplinas, rientadr pedagógic e crdenad pel crdenadr d curs. Td material didátic d curs será apresentad a tutr antes d estudante ter acess, em semináris específics criads para essa finalidade. d) Relaçã numérica de tutres e hra dispníveis para atendiment a curs O atendiment as estudantes será realizad pr dis (2) tutres presenciais, que s acmpanharã nas atividades já especificadas. Os tutres presenciais deverã dedicar-se a vinte (20) hras semanais, durante cinc (5) dias na semana. e) Freqüência acadêmica exigida as aluns Os estudantes disprã de mments presenciais e a distância, descrits a seguir. Abertura d semestre letiv Mment de cnfraternizaçã e espaç para apresentaçã d funcinament d semestre que se inicia. Neste event, s estudantes serã apresentads as prfessres das disciplinas, as tutres e mnitres. Este mment também deverá ser aprveitad para cnferências e semináris de interesse a aprendizad ds estudantes. A iníci de cada disciplina, haverá uma aula presencial, cm data a ser definida pela crdenaçã d curs, para a apresentaçã da disciplina, da metdlgia de estuds e de utilizaçã d espaç virtual de aprendizagem e interatividade. A final de cada disciplina, estudante deverá participar de uma etapa presencial para a scializaçã das atividades acadêmic-científicculturais e para avaliaçã da disciplina cursada, mediante realizaçã de avaliaçã escrita individual. 15

17 Curs Técnic de Nível Médi Subseqüente em Turism na mdalidade EaD O estudante também deverá cumprir uma carga-hrária de, n mínim, it hras semanais cm a rientaçã ds tutres presenciais. Além ds mments presenciais mencinads acima, cada disciplina cntará cm cntats e participaçã ds estudantes em mnitrias à distância, s quais deverã ser devidamente cmputads através de lista de freqüência, para efeit de integralizaçã de 75% de freqüência mínima exigida pela Organizaçã Didática e Prjet Plític Pedagógic d CEFET-RN. f) Espaç para representaçã estudante O municípi dispnibilizará de espaç físic para representaçã d crp estudante d curs. 7.2 Definiçã da cncepçã d tutr e mnitr A nssa cncepçã de tutria baseia-se n mdel generalista, em que estudante será acmpanhad durante td prcess ensinaprendizagem pr mei da figura d tutr, cuja funçã é mediar didáticpedaggicamente prcess de aprendizagem. A tutria crrerá de frma presencial, que trabalhará em cnjunt cm prfessr frmadr. O tutr presencial e mnitr à distância devem ter cnheciment generalista da área e dmíni n us das nvas tecnlgias da infrmaçã e cmunicaçã (NTIC), habilidade nas relações interpessais e de mediaçã pedagógica. A atuaçã ds tutres presenciais e mnitres crrerá ns seguintes mments: 1 - Planejament d Curs: nessa fase, caberá a tutr discutir cm prfessr frmadr s cnteúds d material didátic a ser utilizad e sistema de acmpanhament e avaliaçã ds estudantes. Terá uma capacitaçã em EaD para cnhecer sistema de tutria que irá exercer, suas funções e respnsabilidades. 2 Desenvlviment d Curs: nessa fase, tant tutr presencial cm mnitr à distância serã um estimuladr e rientadr d prcess pedagógic. O tutr presencial deverá auxiliar prfessr frmadr n desenvlviment d curs, na interaçã cm estudante, através de diversas mídias, tant n que diz respeit a cnteúd quant às demais atividades acadêmicas; estará à dispsiçã ds estudantes para tirar dúvidas quant a cnteúd das disciplinas. Pr iss, um ds critéris de seleçã serã sua qualificaçã e cmpetência prfissinal naquela área d cnheciment. O mnitr à distância dará suprte cgnitiv, afetiv e de mtivaçã, necessáris para a adaptaçã d estudante a essa mdalidade de ensin. Auxiliará s estudantes na execuçã das atividades previstas e infrmará a tutr presencial, crdenadr d curs e a prfessr frmadr a freqüência e desenvlviment d prcess ensin-aprendizagem, através de relatóris mensais; deverá também infrmar 16

18 Curs Técnic de Nível Médi Subseqüente em Turism na mdalidade EaD quand bservar dificuldades de aprendizagem, e/u a necessidade de material didátic cmplementar. 3 Avaliaçã d Curs: s tutres presenciais e mnitres à distância participarã, de frma sistemática, d prcess de avaliaçã d curs tant em seu desenvlviment quant a final d períd letiv, a partir de sua efetiva participaçã e bservaçã d prcess. Essa avaliaçã levará em cnsideraçã aspects cm material didátic, instruments de avaliaçã de cnteúd, participaçã d prfessr frmadr e d estudante, interaçã prfessr frmadr, tutr e mnitr, atuaçã d Crdenadr d curs, infraestrutura e funcinament d curs, metdlgias utilizadas, bibligrafia recmendada etc. 7.3 Requisits para cupaçã das funções de tutr e mnitr a) Tutria presencial A tutria presencial será desempenhada pr prfessres cm cnheciment generalista na área, selecinad pela crdenaçã, juntamente cm s prfessres frmadres, cm seguinte perfil acadêmic: Ser prfessr da instituiçã, n municípi nde curs está send realizad, Ter cnheciments básics de infrmática e dmíni de us da Internet; Apresentar ba cmunicaçã inter-pessal e capacidade de aclhiment. b) Mnitria à distância A mnitria à distância será desempenhada pr aluns/pesquisadres cm cnheciment específic na área, selecinad pela crdenaçã, juntamente cm s prfessres frmadres, cm seguinte perfil acadêmic: Ser alun e estar matriculad n curs técnic em turism d Cefet-RN, Ter cnheciments básics de infrmática e dmíni de us da Internet; Apresentar ba cmunicaçã inter-pessal e capacidade de aclhiment 17

19 Curs Técnic de Nível Médi Subseqüente em Turism na mdalidade EaD 8. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS E CERTIFICAÇÃO DE CONHECIMENTO N Curs Técnic de Turism aprveitament de estuds e a certificaçã de cnheciments, adquirids pr mei de experiências vivenciadas previamente a iníci d curs, crrerã cnfrme descrit a seguir: 8.1 Critéris de Aprveitament de Estuds Cmpreende a pssibilidade de aprveitament de estuds realizads em utra instituiçã de educaçã. Pderá ser cncedid mediante requeriment dirigid a Departament Acadêmic de Gestã, Cmérci e Serviçs. Cm vistas a aprveitament de estuds, a avaliaçã recairá sbre a crrespndência de 70% entre prgrama da disciplina cursada na utra instituiçã e d CEFET-RN, englband bjetivs, cnteúds e referencial teóric. O prcess de avaliaçã será realizad pr cmissã cmpsta pel Crdenadr de Curs, pel prfessr pesquisadr frmadr e pel tutr a distância, nã cabend recurs da decisã. 8.2 Certificaçã de Cnheciments O estudante pderá slicitar certificaçã de cnheciments adquirids através de experiências previamente vivenciadas, inclusive fra d ambiente esclar, cm fim de alcançar a dispensa de alguma(s) disciplina(s) integrantes da matriz curricular d curs. O respectiv prcess de certificaçã cnsistirá em uma avaliaçã teórica u teóric-prática, cnfrme as características da disciplina. Os dis prcediments serã regids pel Regulament ds Curss Técnics ferecids pel CEFET-RN. 9. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Neste plan d Curs Técnic de Nível Médi em Turism na mdalidade EaD, cnsidera-se a avaliaçã cm um prcess cntínu e cumulativ. Nesse prcess, sã assumidas as funções diagnóstica, frmativa e smativa de frma integrada a prcess ensin-aprendizagem, as quais devem ser utilizadas cm princípis rientadres para a tmada de cnsciência das dificuldades, cnquistas e pssibilidades ds estudantes. Igualmente, deve funcinar cm indicadres na verificaçã da aprendizagem, levand em cnsideraçã predmíni ds aspects qualitativs sbre s quantitativs. A prpsta pedagógica d curs prevê atividades avaliativas que funcinem cm instruments clabradres na verificaçã da aprendizagem, cntempland s seguintes aspects: adçã de prcediments de avaliaçã cntínua e cumulativa; 18

20 Curs Técnic de Nível Médi Subseqüente em Turism na mdalidade EaD prevalência ds aspects qualitativs sbre s quantitativs; inclusã de atividades cntextualizadas; manutençã de diálg permanente cm alun; definiçã de cnheciments significativs; divulgaçã ds critéris a serem adtads na avaliaçã; exigência ds mesms critéris de avaliaçã para tds s aluns; divulgaçã ds resultads d prcess avaliativ; estratégias cgnitivas e metacgnitivas cm aspects a serem cnsiderads na crreçã; incidência da crreçã ds errs mais freqüentes; imprtância cnferida às aptidões ds aluns, as seus cnheciments prévis e a dmíni atual ds cnheciments que cntribuam para a cnstruçã d perfil d futur egress. A avaliaçã d desempenh esclar é feita pr disciplinas, cnsiderand aspects de assiduidade e aprveitament. A assiduidade diz respeit à freqüência às aulas presenciais e mnitrias à distância, realizaçã ds trabalhs esclares, exercícis de aplicaçã e atividades práticas. O aprveitament esclar é avaliad através de acmpanhament cntínu d estudante e ds resultads pr ele btids nas atividades avaliativas. Os critéris de verificaçã d desempenh acadêmic ds estudantes sã tratads pel Regulament ds Curss Técnics Subseqüentes d CEFET-RN. O estudante que nã btiver aprvaçã em até duas disciplinas pr períd, pderá prsseguir s estuds n períd seguinte, recebend rientaçã para recuperaçã ds cnteúds relativs às disciplinas em que fi reprvad. A final d períd de rientaçã, submeter-se-á a nva avaliaçã de aprendizagem. Em cas de reprvaçã nas disciplinas bjet da recuperaçã, estudante autmaticamente será desligad d Curs. 10. INFRA-ESTRUTURA E EQUIPAMENTOS O CEFET-RN dispõe de estrutura para realizaçã de curss na mdalidade a distância, cmpreendend: 1 Crdenadria de Tecnlgias Educacinais e Educaçã a Distância cm ações institucinais de EAD; Labratóris de Infrmática; Prvedr de Internet; 1 sala equipada cm videcnferência na Unidade sede em Natal; 1 sala equipada cm videcnferência na Unidade descentralizada de Mssró; Prjet para 1 sala equipada cm videcnferência na Unidade descentralizada de Currais Nvs 1 estúdi de prduçã multimídia; 19

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