Marciel Lohmann (Autor) Luciane Strassbuger (Co-autora) Patricia Nascimento Móta (Co-autora) Roberto Cassol (Orientador) UFSM Santa Maria, RS.

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1 !"$#% &' ()*+, -. /) /'0 1,2 ')3+0 /(' ' 7 0 ' /(- /) 8 '( )* 9:; Marciel Lohmann (Autor) Luciane Strassbuger (Co-autora) Patricia Nascimento Móta (Co-autora) Roberto Cassol (Orientador) UFSM Santa Maria, RS. INTRODUÇÃO A degradação das formações ciliares, não pode ser discutida sem considerar a sua inserção no contexto do uso e da ocupação do solo brasileiro. A expressão florestas ciliares segundo Rodrigues & Filho (2000) envolve todos os tipos de vegetação arbórea vinculada à beira dos rios. É um conceito que se confunde com o amplo sentido de matas de beira-rio. Fitoecologicamente trata-se da vegetação florestal às margens de cursos d água, independentemente de sua região de ocorrência e de sua composição florística. Nesse sentido, Suguio & Bigarella (1990) afirmam que o leque de abrangência do conceito de florestas ou matas ciliares é quase total, para o território brasileiro, já que elas ocorrem, de uma forma ou de outra, em todos os domínios morfoclimáticos e fitogeográficos do país. No Brasil, assim como na maioria dos países, a degradação das áreas ciliares sempre foi e continua sendo fruto da expansão desordenada das fronteiras agrícolas, e áreas urbanas. O desmatamento indiscriminado em áreas impróprias para o uso agrícola e pastagens passam a provocar problemas no meio como erosão, lixiviamento do solo, assoreamento de rios, além de perda de fertilidade do solo, provocada pela ação intensa de intempéries. Além disso, a segregação espacial caracteriza o quadro atual de degradação em que se encontra nosso objeto de estudo. A ação antrópica de devastação das matas ciliares gera conseqüências desmedidas, que requerem uma avaliação e um planejamento para implantar programas de recuperação da mata ciliar, que venham a atender e solucionar os problemas existentes. O trabalho teve como objetivo elaborar, através de reambulação e trabalhos em laboratório a partir de fotografias não métricas tomadas em campo, um breve levantamento da atual situação em que se encontra a floresta ciliar do Arroio Cadena, já que o mesmo possui a

2 2 maior parte de seu curso normal drenado na área urbana do município de Santa Maria RS e, é atingido de forma significativa pelos processos de degradação urbanos. METODOLOGIA O trabalho foi elaborado em duas etapas, sendo que a primeira consistiu no levantamento bibliográfico sobre o tema em questão, permitindo desta forma, obter o conhecimento específico e a revisão dos conceitos referentes ao assunto abordado. Na segunda etapa do trabalho, fez-se as saídas a campo, com o objetivo de coletar o material fotográfico do referido Arroio, a fim de permitir a análise e discussão dos dados. No trabalho de campo fotografou-se pontos aleatoriamente ao longo de seu curso principal para caracterização geral da área, bem como alguns pontos específicos para demonstração da fragilidade ambiental da área. Além disso, obteve-se com as saídas a campo, um maior conhecimento da área em estudo, auxiliando desta forma numa maior análise e interpretação dos resultados. Para a análise e interpretação da situação das florestas ciliares do Arroio Cadena, utilizou-se como base, o Código Florestal instituído pela Lei N. º 4771 de 15 de Setembro de 1965 que em seu Art. 1º afirma que as florestas existentes no território nacional são bens de interesse comum a todos os habitantes do país, e o uso e exploração afora o código florestal é considerada uso nocivo de propriedade. Art. 1º Considera-se de preservação permanente, pelo efeito desta Lei, as florestas e demais formas de vegetação naturais situadas: Ao longo de rios ou de qualquer curso de água desde o seu nível mais alto em faixa marginal cuja largura mínima seja: De 30 metros para cursos de água de menos de 10 metros de largura; Nas nascentes ainda que intermitentes e nos chamados olhos d'água, em qualquer situação topográfica num raio mínimo de 50 metros; Em encostas ou parte destas com declividades superiores a 45º. A partir do que estabelece o Código Florestal, elaborou-se as análises das fotografias tomadas em campo, chegando-se desta forma aos resultados.

3 3 RESULTADOS E DISCUSSÕES A Sub-bacia Hidrográfica do Arroio Cadena possui uma ampla planície de inundação, a qual abrange várias áreas do município de Santa Maria, tanto no meio rural como no meio urbano, abrangendo bairros, vilas e distritos, situado-se entre as coordenadas geográficas 29º 38'53 'e 29º 45'55 'de latitude sul, 53º 46'44 'e 53º 51'44 'de longitude oeste, totalizando 6.255,47 ha, desaguando no Arroio Picadinho afluente do Rio Vacacaí (Figura 1).O Arroio Cadena, por se tratar de um curso d água possuindo sua maior parte no perímetro urbano do município de Santa Maria-RS, possui muitos problemas de natureza ecológica, sendo que entre eles destaca-se a degradação das matas ciliares, constituindo-se talvez no principal problema ambiental, devido à expansão urbana desordenada e sem planejamento das zonas periféricas da cidade. A segregação espacial caracteriza o quadro atual de degradação, em que se encontra a área de estudo. Percebe-se que quanto à ocupação urbana, ocorrem grandes áreas próximas ao Arroio Cadena, onde se encontram moradias sem infra-estrutura. Estas áreas são ocupadas devido a suas características de serem planas e principalmente por serem deixadas de lado pela especulação imobiliária, já que as condições são de irregularidade para ocupação residencial. Desse modo, a retirada da floresta ciliar se torna cada vez mais intensa, na medida em que se necessita de novas áreas para a construção destas moradias irregulares. De acordo com Cristo (2001), a situação ambiental e os impactos ambientais causados por este fato são preocupantes, sendo que a ocorrência de situações de risco na área acrescenta a necessidade de um tratamento especial às margens desse Arroio e de toda a sub-bacia em si, principalmente no sentido de não aumentar a ocupação nestas áreas, sem planejamento adequado. A ação antrópica de devastação das florestas ciliares gera conseqüências desmedidas, que requerem uma avaliação e um planejamento para implantar programas de recuperação da floresta ciliar que venham a atender e solucionar os problemas existentes. Outro problema existente em função da retirada dessa floresta, vem a ser o desequilíbrio hidrológico, já que sabe-se que essa vegetação é a grande responsável pelo equilíbrio hidrológico. Os problemas que atingem diretamente a população residente nas margens do Arroio são: a invasão pelas águas das cheias das áreas ocupadas por residências; o grande poder de destruição da água devido a velocidade da mesma, causada pela retirada dos obstáculos naturais; o processo erosivo causado nas margens com a formação de voçorocas e/ou

4 4 assoreamento das áreas mais baixas devido a deposição do solo erodido, além do desequilíbrio do nível de base do lençol freático. Outra relevância a ser considerada, e que de certa forma auxilia na degradação dessas florestas, é o lixo e o esgoto. As áreas segregadas urbanas, ou seja, as áreas mais pobres e que residem nessas margens, jogam o lixo e o esgoto diretamente no curso do Arroio Cadena. Essa poluição visual também atinge as florestas ciliares, já que causam a poluição das águas e que conseqüentemente serão absorvidas pelas raízes das plantas, atingindo as mesmas de forma direta, apressando o processo de destruição da área. Além disso, essa poluição acaba por matar os microorganismos existentes no leito do rio, o que irá prejudicar os processos de polinização e os processos dispersores, diminuindo dessa forma a biodiversidade e conseqüentemente abarcando condições favoráveis para a degradação da área. Percebe-se desse modo, a necessidade de implantação de programas de recuperação da floresta ciliar, que inicia na reestruturação da área urbana ocupada. Com o surgimento da infra-estrutura básica necessária, como a realização de coleta de lixo e implantação de rede de esgoto, pode-se partir para a realização propriamente dita da recuperação da área, seguindo alguns modelos de recuperação, como o repovoamento vegetal através das florestas implantadas. A figura 2, ilustra a atual situação das margens e conseqüentemente da vegetação ciliar do Arroio Cadena. Na figura 2 (anexo) percebe-se de forma clara, que por o Arroio possuir grande parte de seu curso sobre uma base arenosa, o processo de assoreamento é bastante intenso nesta drenagem, sendo ainda mais pela retirada da vegetação ciliar. Deste modo constata-se que em grande parte das margens do Arroio, ocorre o desmoronamento das mesmas, auxiliando o processo de assoreamento do leito do Arroio. Percebe-se ainda que existe lixo no leito do Arroio Cadena, lixo este proveniente da população que reside nas margens do Arroio e que em épocas de muita chuva acabam auxiliando no represamento das águas e conseqüentemente o processo de inundação. Na figura 3 (anexo), pode-se visualizar a ocupação irregular nas margens do Arroio Cadena, desrespeitando desta forma os 30 metros de preservação permanente de cursos d água de menos de 10 metros de largura de acordo com o Código Florestal. Além disso, nesta figura percebe-se a forte vulnerabilidade ao risco de inundação, pois o Arroio possui uma ampla planície de inundação que não é propícia a ocupação residencial, mesmo assim esta planície esta praticamente tomada pelo uso urbano residencial. As áreas que demonstram a ocorrência de risco de inundação qualificam este fato, como um elemento importante para atentarmos a intensificação urbana sobre esta drenagem e sua atuação impactante ao

5 5 ambiente, trazendo prejuízos não só ao meio físico, mas também a caracterização social da cidade, sendo que nestas áreas estão colocadas pessoas que de certa forma se submetem a acontecimentos inesperados, colocando em risco seus bens materiais e suas posições sociais locais, que refletem em parte o município. Segundo Cristo (2001), a ocupação urbana das margens, portanto, favorece ainda mais o risco de inundação, já que as margens possuem características arenosas e sem cobertura vegetal (floresta ciliar), ou seja, não apresentam as condições mínimas de preservação da cobertura vegetal para facilitar a infiltração da água pluvial e evitar o processo erosivo. Na figura 4, pode-se visualizar o processo de erosão e desmoronamento das margens, processo este intensificado pela ausência da floresta ciliar, já que a mesma funciona como proteção das margens. Com a erosão, grande quantidade de solo é levado para dentro do leito do Arroio, intensificando o processo de assoreamento nas porções a jusante do Arroio Cadena. CONCLUSÕES A partir das leituras feitas, do conhecimento empírico adquirido e trabalhos de campo na área em estudo, pode-se concluir que as matas ciliares possuem importância vital. A presença da mata nativa exerce papel fundamental, tanto para o meio ecológico, funcionando como um corredor para dispersão das espécies ao longo da paisagem e diminuindo o processo erosivo das margens, como para o meio urbano, atenuando o pico nos períodos de cheia e dissipando a energia do escoamento superficial (diminuição da velocidade das águas) Levando-se em consideração o Código Florestal pode-se perceber que a vegetação que deveria ser de preservação permanente (30 metros) encontram-se quase que totalmente degradadas principalmente em função do uso urbano. A mata ciliar foi praticamente extinta, condicionando a baixa capacidade de retenção, infiltração de águas superficiais no solo aumentando o poder erosivo das margens, favorecendo assim, o assoreamento do Arroio e conseqüente acúmulo de sedimentos no seu leito. Desta maneira sua calha fica com pouca capacidade de vazão, aumentando em épocas chuvosas, com possibilidades de extrapolarem seu nível normal e originar inundações esporádicas.

6 6 Os depósitos de lixo nas suas margens, além de atingir de forma direta a vegetação ciliar, também se tornam barreiras ao fluxo normal das águas do Arroio, deixando sua calha praticamente obstruída, favorecendo o processo de inundação nas áreas ribeirinhas. Desse modo, percebe-se que a conscientização da população que reside nas margens e a recuperação das áreas degradadas torna-se imprescindível, sendo que o mesmo deve levar em conta, o máximo de características que se assemelham as características da área de origem, como por exemplo a alta diversidade, os polonizadores e os dispersores. Esses agentes são de extrema importância para que seja garantida a continuidade da floresta implantada. Um trabalho de Educação Ambiental com a população residente nas margens deste arroio, começando com as crianças na escola no ensino fundamental e médio, sem dúvida irá diminuir o impacto ambiental nesta área. O desenvolvimento da Educação Ambiental na escola vai implicar em uma mobilização de recursos didáticos além daqueles que integram a rotina tradicional da escola. A Educação ambiental apela a cenários, pessoas, meios, serviços, ambientes, literatura e materiais variados. Estes recursos são definidos em função de itinerários investigatórios e de solução de problemas, implantados, preferencialmente, a partir de projetos elaborados pela classe ou por grupos de trabalho, e dos processos de registro, comunicação e divulgação dos estudos realizados. A abordagem interdisciplinar também deve ser levada em conta, já que o empréstimo de lógicas originárias de diferentes áreas de conhecimento promove a criação conjunta de uma outra visão dos fenômenos, ou seja, duas ou mais disciplinas interconectam suas estruturas conceituais e metodológicas para desvendar, juntas, uma dada realidade. Dessa maneira, a Educação Ambiental proporciona vivências inesquecíveis e fortemente impregnadas de uma ética necessária, sendo estas experiências vividas na escola repassadas em casa, gerando assim uma certa ligação com os pais e que irá amenizar os impactos antes gerados por esta população neste arroio. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ) RODRIGUES, R. R. & FILHO, H. F. L. Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, p.!"#$ % São

7 7 SUGUIO, K. & BIGARELLA, J. J. " % 2 Edição. Florianópolis: Editora da Universidade Federal de Santa Catarina, p. CRISTO, S. S. V. de. "! "! $! $! " ) $ % % f. Monografia (Especialização em interpretação de imagens orbitais e suborbitais) Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 2001.

8 8 ANEXOS: 7. - : Mapa de localização da Sub-bacia Hidrográfica do Arroio Cadena no município de Santa Maria, RS.

9 Situação atual das margens do Arroio Cadena: leito e margens arenosas além da falta da vegetação ciliar Ocupação residencial nas proximidades do Arroio Cadena Erosão das margens em virtude de ausência da mata ciliar.

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