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1 ASUFJF- a n o s ANO XVI - EDIÇÃO JANEIRO/FEVEREIRO DE 2013 IMPRESSO ESPECIAL CONTRATO ECT/DR/MG Reafirmar o compromisso! ALERTA AOS TRABALHADORES DO SERVIÇO PÚBLICO Governo pretende regulamentar o direito de greve antes da negocição coletiva estar garantida Anúncio do Ministério do Planejamento sobre a intenção de estabelecer limites à greve no setor público abre debate no movimento sindical, que luta por um poder de pressão qualificado, política de data-base e relações de trabalho democráticas. Sintufejuf entra com nova ação Sindicalizados podem discutir na Justiça o direito à equiparação dos valores do auxílio-alimentação entre os Poderes. 28,86%: servidores da ação coletiva buscam processos individuais no Sintufejuf Leia na pág. 4 Sindicalizados se divertem em Hotel Fazenda na comemoração pelo Dia Nacional do Aposentado Passeio no hotel fazenda em Rio Novo Sintufejuf levou cerca de 80 sindicalizados ao Hotel Fazenda Santa Felicidade, em Rio Novo-MG, em mais uma edição do passeio dedicado aos aposentados. Leia na pág. 8 Leia nas págs. 4 e Jurídico do Sintufejuf reuniu sindicalizados para definir os rumos da ação dos 28% C A P A C I T A Ç Ã O E Q U A L I F I C A Ç Ã O Fasubra reage à ameaça do governo de descumprir acordo de greve com aposentados Servidores partem em caravana até Brasília para a realização de protestos pelo cumprimento integral do acordo de greve assinado em O governo disse, em reunião com a Fasubra, que os aposentados não seriam contemplados com as revisões dos auxílios de capacitação e qualificação. Categoria denuncia quebra da paridade no acordo. Leia na pág. 6

2 Expediente EDITORIAL Parabéns aos companheiros de tantas batalhas e conquistas O que o ontem tem a ver com o hoje? Essa é a pergunta que pretendemos nos fazer diariamente nesse momento de comemoração pelos 0 anos de ASUFJF e Sintufejuf. Isso porque acreditamos que relembrar o passado pode nos ajudar a construir um futuro com mais conquistas e reforçar a união em torno dos nossos ideais. Companheiras e companheiros se doaram pela entidade, dedicaram um precioso tempo de suas vidas estruturando o que hoje é o Sintufejuf. Tamanha dedicação está hoje em cada marca que tece a nossa história. Também está nos grandes exemplos deixados, para que pudéssemos seguir atualmente. É para valorizar esses 0 anos que estamos ampliando nossos lugares de memória. Estes ganharão vida tanto nos eventos comemorativos deste ano como especificamente em dois projetos da Assessoria de Comunicação do sindicato, que são: a construção da nossa linha do tempo nas redes sociais, com fotos antigas a serem compartilhadas para todos; e a digitalização dos jornais e boletins antigos, da associação e do sindicato. Isso é só o começo. Queremos reunir todos aqueles que têm boas histórias para contar, importantes fatos para narrar sobre a nossa categoria. Nesse mundo moderno acelerado, em que não damos conta de olhar para trás muitas vezes, nós sugerimos um exercício de memória para entendermos nossas heranças, nossos valores, nosso mundo sindical. E é este mundo em constante transformação que nos impulsiona a lembrar e a nos afirmar enquanto grupo de trabalhadores da UFJF e também enquanto categoriaunida e forte. Sintufejuf: da Associação ao Sindicato, a luta é real Há cinquenta anos, nossos bravos companheiros iniciaram uma história de lutas na universidade, com a criação da Associação dos Servidores da UFJF - ASUFJF. O princípio fundamental, inicialmente, era promover melhorias da qualidade de vida dos trabalhadores, conveniando-se com o comércio da cidade, farmácias, seguradoras, etc. Além disso, a Associação criou a famosa lojinha que, dentre outros produtos, vendia material escolar para os trabalhadores e seus familiares. A entidade buscava, ainda, alternativas de lazer, como excursões, festas e também a grande conquista dos trabalhadores que foi a construção de nossa sede campestre. Com o passar do tempo e a politização do funcionário público, novas demandas surgiram e a vida da Associação passou por uma mudança radical com o aparecimento da luta classista. Vale lembrar que, nessa época, o país passava por um período ditatorial e a Fasubra (na época Federação das Associações dos Trabalhadores das Universidades Brasileiras) dava seus primeiros passos. Entre os nossos trabalhadores, surgiam as primeiras disputas políticas pela direção da Associação e a criação do Grupo Mobilização e Luta, que muito contribuiu para o avanço da luta classista no meio do quadro técnico-administrativo da UFJF. Jairo, Margot, Everaldo, Dorinha, Valter, Altair, Sr. Benício, Tadeu, Ângela, e tantos outros, foram pessoas fundamentais para o crescimento da mobilização, em busca do nosso PUCRES (o antigo plano de cargos e salários), pela isonomia salarial com as fundações públicas e tantas outras demandas. ARTIGO O grande propósito é construir a luta sem esquecer dos tempos em que nossos companheiros, que passaram por esta tão valente entidade, se dedicaram e esforçaram em prol da organização da categoria e do movimento. 2 Vamos lembrar dos tempos da sacolinha nas assembleias e das reuniões no Bar Esperança - o último que fecha - onde também discutimos a construção do nosso movimento. Muitos foram os momentos de descontração que geraram boas ideias. No fim dos anos de 1980, iniciou-se a luta pelo nosso Regime Jurídico Único e novamente nossos valorosos companheiros não se negaram à luta. A Fasubra passou por uma mudança radical, passando para Federação de Sindicatos, e a transformação da Associação em sindicato surge como uma necessidade, face às demandas que apareciam. Diversas alternativas foram pensadas, até que categoria optou, em assembleia Estatutária, p e l a t r a n s f o r m a ç ã o e m Sintufejuf. O crescimento do neoliberalismo e a globalizaçao da economia trouxe novas demandas, como a luta contra o Estado mínimo e as Reformas propostas pelos nossos governantes. Nosso sindicato foi se fortalecendo de uma forma natural e hoje é um exemplo para outros, tanto de trabalhadores de universidades quanto de outros ramos de atividades. Nossos companheiros, que hoje estão chegando na universidade, precisam conhecer nossa trajetória e o legado deixado pelas outras gerações. O grande propósito é construir a luta sem esquecer dos tempos em que nossos companheiros, que passaram por esta tão valente entidade, se dedicaram e esforçaram em prol da categoria. Vamos construir o futuro baseado em nosso presente, mas sem esquecermos o nosso passado. A luta é uma realidade, sempre. Aluisio da Silva - Coordenador do Sintufejuf Sintufejuf Sindicato dos Trabalhadores Técnico- Administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino no Município de Juiz de Fora Av. Getúlio Vargas 763 A - Centro Tel.: (32) / Fax: (32) No Coordenação Geral: Paulo Dimas de Castro Lucas da Silva Simeão Coordenação de Comunicação: Rosangela Marcia Frizzero Luiz Roberto Pereira Jornalista Responsável: Monique Campos DRT/MG Conselho Editorial: Edson Furtado de Mello José Henrique Lopes José Fanias Lima José Pedro de Paula Lucas da Silva Simeão Luiz Roberto Pereira Paulo Dimas de Castro Rogério da Silva Rosangela Márcia Frizzero Silvestre dos Santos Diagramação: Sintufejuf Colaboração: Mauro Assis e Laura Caputo Fotos: Sintufejuf Projeto gráfico: Kojio Comunicação Os artigos assinados são de total responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente a opinião da Diretoria do Sintufejuf.

3 NOSSO DIREITO 3 Assessoria Jurídica entra na Justiça pedindo equiparação do valor do auxílio-alimentação Legislativo e Judiciário pagam quase o dobro do valor concedido aos servidores do Executivo atualmente A Assessoria Jurídica do Sintufejuf atende os sindicalizados interessados em entrar com ação na Justiça solicitando a equiparação do valor do auxílio-alimentação de servidores públicos. Para isso, é necessário apresentar cópias da carteira de identidade, do CPF, de um comprovante de residência (conta de água, luz ou telefone) e do último contracheque. Os sindicalizados também devem solicitar as fichas financeiras dos últimos cinco anos na Central de Atendimento da UFJF (prédio da Reitoria), que devem ser entregues junto com os outros documentos. Segundo informações da Pró- Reitoria de Recursos Humanos, o prazo para que as fichas estejam disponíveis é de, aproximadamente, um mês. Podem entrar com a ação servidores que estão em atividade e também os que se aposentaram em menos de cinco anos. No caso dos pensionistas, têm direito aqueles cujo instituidor da pensão estava em atividade e faleceu em menos de cinco anos ou cujo instituidor da pensão estava aposentado em menos de cinco anos. Por ser uma ação individual, é necessário que o sindicalizado assine no Sintufejuf os documentos pertinentes ao processo. A Assessoria Jurídica do sindicato solicita a gratuidade de justiça para todos. Em assembleia realizada no dia 16 de janeiro, no anfiteatro da Faculdade de Comunicação Social da UFJF, as advogadas Luciana Delacio e Vívian Fagundes explicaram alguns possíveis trâmites do processo na Justiça. Segundo elas, o Sintufejuf pode solicitar a antecipação de tutela, que é concedida pela Justiça por meio de uma liminar (se o sindicalizado assim desejar, depois de esclarecido sobre o funcionamento desta). Isso quer dizer que, se o servidor ganhar uma liminar favorável da Justiça, este já começa a receber os novos valores até a decisão definitiva. As advogadas explicaram que o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou o caso como repercussão geral. Isso quer dizer que o órgão vai julgar o mérito da matéria, que foi considerada de relevância jurídica, política, administrativa e econômica. A decisão do STF será aplicada posteriormente pelas instâncias inferiores, em casos idênticos. Os plantões da área administrativa para outros esclarecimentos sobre a ação acontecem nas terças e quartas, das 9h às 13h (Luciana Delacio) ou terças e sextas, de 13h30 às 17h30 (Vívian Fagundes). Desequilíbrio dos valores Enquanto o Executivo paga R$ 373 mensais de auxílio-alimentação aos servidores (valor já com o reajuste de 2013), os Poderes Legislativo e Judiciário chegam, cada um, a quase o dobro desse valor. No caso do Judiciário e do Ministério Público da União (MPU), o auxílio-alimentação é de R$ 710. O Legislativo paga R$ 741 a cada um dos seus servidores. O caso da equiparação do auxílioalimentação foi ainda mais amplamente discutido entre os sindicatos devido a uma ação ajuizada por um servidor do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ele pleiteou a equiparação do benefício àquele concedido aos servidores do Tribunal de Contas da União (TCU) e teve êxito na ação. Saída para sindicalizados é entrar com ações individuais no caso dos 28% Superior Tribunal de Justiça acatou antigo recurso da Procuradoria da UFJF e extinguiu ação coletiva Os sindicalizados que estão na ação coletiva do índice de 28,86% podem continuar a discussão na Justiça por meio de processos individuais no Sintufejuf. Isso porque o Superior Tribunal de Justiça extinguiu a ação no final do ano passado, depois de acatar um antigo recurso da UFJF contra o Sintufejuf. A procuradoria da instituição (na época) questionou a legitimidade do sindicato, em virtude da ausência de carta sindical. Diante do impasse, o advogado do Sintufejuf, Sérgio Ricardo Silva, apresentou como solução a entrada com ações individuais, de forma que a autoria não fique mais com o nome do sindicato e sim com o nome de cada servidor. Dessa maneira, a Assessoria Jurídica convocou os 421 representados na ação coletiva dos 28% para uma reunião que aconteceu em 6 de fevereiro no anfiteatro da Faculdade de Comunicação Social da UFJF. Na ocasião, Sérgio Ricardo apresentou a situação da ação coletiva e os procedimentos a serem tomados para a entrada com as ações individuais. De acordo com o advogado, a estratégia é dar uma solução mais rápida à questão. "O direito não se perdeu. Porém se continuássemos discutindo a legitimidade do sindicato, demoraríamos mais dez anos". A Assessoria Jurídica organiza plantões especiais, com atendimento realizado pela advogada Vanessa Martins, para recolher os documentos dos sindicalizados da ação coletiva que pretendem entrar com a individual. Estes devem assinar a procuração e o pedido de justiça gratuita. Ainda durante a reunião convocada pelo Sintufejuf, a Coordenadora de Assuntos Jurídicos, Lêda Faria, esclareceu que está no Ministério do Trabalho o pedido do Sintufejuf pela carta sindical. Reunião da Assessoria Jurídica com sindicalizados do processo dos 28,86% no anfiteatro da Comunicação da UFJF

4 4 SERVIDORES PÚBLICOS SE MOBILIZAM PELA GARANTIA DE LIBERDADE E LUTA SINDICAL Governo quer impor limites antes de garantir direito à negociação Anúncio da possibilidade de regulamentação da greve no serviço público neste ano, antes de garantir a negociação coletiva, traz preocupação para servidores que percebem ataque à organização sindical e democracia O Secretário de Relações de Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, anunciou que uma das prioridades do governo em 2013 será a regulamentação da greve no serviço público. Ele afirmou à imprensa que se trata de um grande legado. Outros representantes governamentais falam em solução do problema de uma vez por todas, fazendo referência à repercussão da greve nacional dos servidores públicos no ano passado, em que pararam setores importantes do país. Este foi o cenário, inclusive, da edição do decreto nº 7.777/12, que permitia contratações temporárias para suprir a falta dos grevistas em áreas estratégicas do governo. No entanto, dispor sobre os limites do exercício do direito de greve do servidor, ou seja, a regulamentação da greve, torna-se assunto complexo se considerado o contexto brasileiro: a inexistênc i a d o d i r e i t o à negociação e de uma data-base para as categorias. Portanto, p e r m a n e c e u m contexto em que o s e r v i d o r t e r i a o s deveres expostos sem os direitos garantidos. D i a n t e d i s s o, é amplamente divulgad o, p e l o s ó r g ã o s estatais na imprensa, d e q u e h á u m a r e s i s t ê n c i a d o s servidores à imposição d e r e g r a s p a r a o atendimento da comunidade. Os servidores não têm resistência às regras para o exercício do direito de greve. Os servidores não aceitam é a restrição de um direito garantido constitucionalmente, produto da luta histórica dos trabalhadores e trabalhadoras do serviço público brasileiro, avalia o sub-secretário de Relações de Trabalho da CUT Nacional e secretário de finanças da Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal), Pedro Armengol. O dirigente foi representante da bancada dos trabalhadores entre os anos de 2007 a 2010, dentro de um grupo de trabalho com o governo que discutiu sobre a regulamentação da greve o direito à negociação coletiva. Ao ser questionado sobre qual o papel dos sindicatos de servidores nesse momento para garantir o melhor em questões de direito de greve, Armengol definiu que é conscientizar e mobilizar a categoria sobre a importância da institucionalização da negociação coletiva no setor público, para que tenhamos um poder de pressão qualificado, principalmente dentro do Congresso Nacional. Para ele, se os servidores não se mobilizam, a tendência do Congresso é reduzir o debate à restrição do direito de greve dos servidores públicos, desconsiderando as contribuições já efetivadas pelo movimento sindical. O dirigente conta que, em novembro de 2012, as Centrais Sindicais CUT, Força Sindical, UGT, NSC, CTB e CGTB encaminharam à Secretaria Geral da Presidência da República uma minuta de proposição de regulamentação da Convenção 11 da O I T ( n e g o c i a ç ã o coletiva no serviço público). O documento apresenta diretrizes para a negociação e a regulamentação do direito de greve, sob a ótica dos trabalhadores. Armengol destaca que a minuta reproduz os debates acumulados entre os Ministérios do Planejamento e do Trabalho com as Centrais e entidades representativas de servidores públicos federais. Em virtude desse fato, a Secretaria Geral da Presidência se comprometeu em constituir um Grupo de Trabalho, em que participaria junto com o Planejamento, Trabalho, a Advocacia Geral da União e as Centrais para, a partir da minuta dos trabalhadores, construir uma proposta de negociação no serviço público coletivamente. Fonte: galeria de fotos - página senador Paulo Paim Os servidores não têm resistência à regras para o exercicio do direito de greve. Os servidores não aceitam é a restrição de um direito garantido constitucionalmente, produto da luta histórica dos trabalhadores e trabalhado ras do serviço público brasileiro. Pedro Armengol Entretanto, são muitos os impasses políticos a serem superados para se alcançar uma efetiva democratização das relações de trabalho no setor público no Brasil. Segundo Armengol, o Estado é impregnado de valores conservadores e neoliberais. A relação continua sendo unilateral e autoritaria por parte do Estado brasileiro em questões trabalhistas. Outro ponto destacado por ele é a presença de um Congresso Nacional também de perfil extremamente conservador, que ajuda a massificar a 'campanha' permanente dos setores dominantes conservadores e joga a sociedade contra os servidores públicos. Isso passa, inclusive, pela não existência de políticas públicas de qualidade, o que envolve a qualificação para os trabalhadores do serviço público, política de carreiras e remuneração. Enfim, a sociedade, continua compreendendo que a falta de politicas públicas de qualidade, é culpa do servidor público, comenta o dirigente. Negociação coletiva ainda é um desafio brasileiro A Convenção 11 da Organização Mundial do Trabalho (OIT), que trata das relações de trabalho na função pública dos países signatários, garante aos servidores o direito de negociar condições de trabalho com o governo. Criado em 1978, o texto só passa a valer no país se é ratificada pelos parlamentares e regulamentada. No caso brasileiro, a convenção 11 só foi ratificada em abril de 2010, depois de muita pressão do movimento sindical. Ainda falta a regulamentação, com as devidas regras de funcionamento das mesas permanentes. Na prática, as greves no serviço público no Brasil não se dão por impasse na negociação, se dão por falta de negociação. Nesta perspectiva do debate em torno da regulamentação da negociação e do direito de greve, entendemos que qualquer proposição deverá ser produto de uma negociação entre o Governo, o Congresso Nacional e as Entidades Sindicais representativas dos servidores públicos, defende Armengol.

5 EM DEBATE, DIREITOS DOS SERVIDORES E SERVIÇOS ESSENCIAIS NO PAÍS Congresso Nacional analisa 24 projetos de lei sobre a regulamentação da greve de servidores públicos Embora uma proposta traga avanços e consiga dialogar com o movimento sindical, os favoritos do legislativo não dizem sobre compromisso com negociação coletiva dos servidores, segundo aponta secretário da CUT e da Condsef De acordo com o balanço feito pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar Diap, tramitam atualmente no Congresso Nacional 24 projetos que trazem como tema a regulamentação da greve no serviço público. Dois deles estão em destaque na pauta política do Congresso Nacional, contando os vários outros que tramitam junto a estes dois por semelhança (os chamados apensados ). O primeiro deles é o projeto de lei 4.497/01, em que um dos últimos relatores foi o Deputado Nelson Marquezelli (PTB- SP). Este projeto, que é de proposição da exdeputada Rita Camata, estabelece formalidades para convocação da greve, atividades essenciais ou inadiáveis, reposição dos dias paralisados, prazo para o governo enviar reposta à pauta de reivindicação e de envio ao congresso do que foi pactuado. Também proíbe exoneração de servidor em greve ou contratar pessoal terceirizado, além de considerar ilegal a greve declarada nos primeiros 7 dias de negociação. O segundo projeto de destaque é o PLS 710/11, do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), o mais criticado pelas entidades sindicais. Em resumo, estabelece que o Poder Público deve se manifestar no prazo de trinta dias, acolhendo as reivindicações, apresentando proposta conciliatória ou fundamentando a impossibilidade de seu atendimento, caso em que poderão os servidores deflagrar a greve. Veda ao Poder Público a adoção de medidas contra o servidor nos dias paralisa O que diz a constituição A Constituição Brasileira reconhece o direito de greve aos trabalhadores do setor privado (artigos 7º, inciso XXVI, 8º e 9º da Constituição Federal), mas restringe sua aplicação para os servidores públicos. O artigo 37 da Constituição (incisos VI e VII) garante aos servidores: 1) sem restrições, o direito de associação sindical e 2) nos termos e limites de lei específica, o direito de greve. Na ausência de qualquer referência legal, em 2007 o Supremo Tribunal Federal resolveu impor ao funcionalismo público as mesmas dos e dispõe que, durante a greve em serviços públicos, ficam as entidades sindicais ou os servidores obrigados a manter em atividade o percentual mínimo de 0% em caso de serviços públicos estatais não essenciais; 60% em atividades essenciais e de 80% na segurança pública. Há uma pressão dos deputados pela aprovação do projeto de Aloysio Nunes, sobretudo devido ao fato do governo pretender limitar o direito de greve de algumas categorias consideradas essenciais no seu ponto de vista, c o m o s a ú d e, s e g u r a n ç a, t r a n s p o r t e, abastecimento e controle de tráfego. O sub-secretário de Relações de Trabalho da CUT e secretário de finanças da Condsef, Pedro Armengol, considera que o terceiro destaque na pauta política é o PL 4.32/12, de proposição do deputado Roberto regras em vigor para a iniciativa privada. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), três pilares devem sustentar a estrutura organizativa do funcionalismo: 1) o direito à sindicalização, 2) à negociação coletiva, e 3) à greve. As lacunas deixadas pela ausência da negociação coletiva acabam se refletindo nos outros direitos. Isso porque a negociação coletiva é exercida por meio de Mesas de Negociação Permanentes, construídas de comum acordo entre as partes: funcionalismo e governo. Policarpo (PT/DF), o que melhor dialoga com a posição da maioria das entidades sindicais de servidores públicos. De acordo com o dirigente, o PL reproduz os conceitos acumulados, de 2007 a 2010, num grupo de trabalho composto pelo Ministério do Planejamento e a maioria das entidades nacionais. Os outros dois projetos [4.497/01 e 710/11], conceitualmente, significam não a regulamentação do direito de greve, mas a restrição do exercício de um direito garantido na Constituição Federal de 1988, defende Armengol. O projeto do deputado Policarpo estabelece as diretrizes básicas da negociação coletiva no setor público. Além disso, diz sobre oatendimento das necessidades inadiáveis da sociedade e a autorregulamentação do exercício da greve pelas entidades sindicais representativas dos servidores públicos e acolhida por um Observatório das Relações de Trabalho (de caráter tripartite, é instância mediadora nos eventuais conflitos advindos das Mesas de Negociação). Também tramita no Congresso o projeto nº84/07, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), que define os serviços ou atividades essenciais para os efeitos do direito de greve no serviço público. Em síntese, a matéria aborda os seguintes pontos: liberdade sindical; estímulo à negociação coletiva; organização do movimento para manutenção dos serviços essenciais; prazo de notificação de greve e proibição da paralisação das atividades pelo empregador, na recusa em ceder aos trabalhadores os instrumentos de trabalho. Segundo Pedro Armengol, falar de áreas essenciais no serviço público é um debate complexo e passivo de muita manipulação pelos setores dominantes. Até parece que os serviços públicos brasileiros só têm problemas no período das greves, o que não verdade. Então a greve não é o problema, e poderá ser até a solução, porque a maioria da pauta das greves não se restringe só a salários, mas também à reivindicação de melhores condições de trabalho e maior investimento do Estado, para se prestar serviços melhores à polulação, defende.

6 6 SEM DIREITO À REVISÃO DA CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO Governo ameaça quebrar acordo com aposentado da Fasubra Servidores vão mostrar a força da luta em caravana até Brasília, com o objetivo de pressionar o governo a cumprir o acordo integral Em pleno mês de janeiro, quando é c o m e m o r a d o o D i a N a c i o n a l d o Aposentado, a Fasubra Sindical e suas bases foram surpreendidas com a notícia de que os aposentados não estariam contemplados na parte do acordo de greve que traz mudanças nos incentivos à capacitação e à qualificação (anexos III e IV da carreira). Em reunião com a Fasubra e o Sinasefe em 22 de janeiro, representantes do M i n i s t é r i o d a E d u c a ç ã o comunicaram esta exclusão dos a p o s e n t a d o s d u r a n t e a apresentação de uma minuta de nota técnica sobre as alterações nos pagamentos dos incentivos. A nota seria encaminhada aos setores de recursos humanos das universidades para que pudessem efetivar as mudanças acordadas com o fim da greve de De acordo com o relatório da federação, o Secretário de Relações de Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, disse não ter acordado a inclusão dos aposentados na revisão dos anexos III e IV. Os dirigentes da Fasubra argumentaram que o compromisso com esta O cumprimento integral do acordo de greve dos técnico-administrativos em educação se soma a uma série de reivindicações que compõem o calendário de lutas referente à previdência dos servidores. Os pontos da mobilização foram definidos no último Encontro de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria da Fasubra, realizado em Brasília nos dias 12 e 13 de dezembro do ano passado. O objetivo é investir em ações juntoa parlamentares nos estados, lutando pela extinção do fator previdenciário e da contribuição de aposentados para a previdência, além de modificações dos critérios de aposentadoria por invalidez. Estas pautas estão na agenda de discussões do Grupo de Trabalho de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do Sintufejuf, que se reúne todas as quartas, às 14h, na sede do sindicato. A Fasubra orientou os aposentados que adquiriram títulos e/ou certificados de cursos no período em que ainda estavam na ativa para apresentarem a documentação nos setores de Recursos Humanos das instituições inclusão está registrado nas gravações das reuniões entre o governo e o Comando de Greve no ano passado. Diante do impasse, o Secretário disse não ter uma resposta rápida e que agendará uma nova reunião na semana de 18 a 22 de março para voltar ao assunto, de posse dos cálculos do impacto orçamentário da inclusão dos aposentados. A Fasubra convocou sua base para uma caravana até Brasília em 7 de março, quando organizará protestos para mostrar a disposição d e l u t a d a c a t e g o r i a e a reivindicação pelo tratamento isonômico no acordo de greve. Uma grande marcha será realizada n a c a p i t a l c o m o t e m a cumprimento integral do acordo de greve, reunindo servidores em atividade e aposentados. O assunto também vai para a pauta da Plenária da Fasubra dos dias 8, 9 e 10 de março. A Lei /12 (acordo de greve) estabeleceu as seguintes alterações nos casos dos incentivos: para a capacitação (anexo III), passa a permitir a acumulação de cargas horárias de cursos realizados durante a permanência no nível de capacitação, Calendário de lutas extenso para os aposentados em 2013 Também faz parte do eixo de luta a i n t e n s i f i c a ç ã o d a c a m p a n h a p e l o resposicionamento dos aposentados, que há quase oito anos aguardam justiça em suas carreiras. O segmento ainda se mobiliza contra a discriminação, para colocar fim à classificação do aposentado como inativo. Aposentados do GT do Sintufejuf discutem as lutas da Fasubra para 2013 e comemoram mais um ano de atividades respeitando o mínimo de 20 horas; para a qualificação, novos valores são aplicados e o direito ao incentivo passa a ser de todos, independente do nível de classificação em que se encontra na carreira. Fasubra orienta aposentado a encaminhar documentos aos RHs Mesmo com a tentativa do governo de barrar a isonomia no acordo de greve, a Fasubra orientou sua base a seguir o percurso esperado para o cumprimento do acordo de greve. Logo, os aposentados que adquiriram títulos e/ou certificados de cursos no período em que ainda estavam na ativa precisam a p r e s e n t a r a d o c u m e n t a ç ã o n o s Departamentos de Recursos Humanos das instituições. Conforme esclareceu o coordenador de formação e comunicação da Fasubra, José Ronaldo Ribeiro, o aposentado pode entrar com processo no RH com base na lei da carreira (nº /0). A justificativa do dirigente é a de que todas as alterações na lei da carreira (neste caso, o novo acordo) têm aplicações sobre aposentados e pensionistas, garantida a paridade. Por esse motivo, eles não podem ser excluídos das novas tabelas. CARTÃO BAHAMAS O S i n t u f e j u f c o m u n i c a a o s sindicalizados usuários do cartão Bahamas que neste ano o fechamento do cartão será sempre no dia 22, com recarga no dia 23. CLASSIFICADOS Aluga-se apartamento novo, 2/4 com garagem no bairro Nossa Senhora Aparecida. Interessados entrar em contato com Marlene: / Aluga-se apartamento novo, dois quartos, com garagem, no bairro Nossa Senhora Aparecida. Anúncio do nosso c o l e g a P a u l o A l c e u, d o C E A D. Interessados entrar em contato com Marlene: /

7 espaço da SAÚDE Doação de sangue é peça chave para qualidade de vida dos hemofílicos A hemofilia é a doença hereditária mais frequente no mundo. No Brasil, os pacientes hemofílicos dependem das doações de sangue para viver. Eles precisam das transfusões do fator da coagulação, que é retirado do plasma sanguíneo, explica o hematologista e gerente técnico do Hemocentro de Juiz de Fora, Sebastião Avelar. Ele ressalta que a participação da comunidade é de suma importância no tratamento dos hemofílicos. Correlacionada ao cromossomo sexual X, a hemofilia compromete, na maioria dos casos, os homens. É transmitida da mãe para o filho, quando este herda o cromossomo X com o defeito. A hemofilia pode ser classificada como A (mais comum) ou B ; a diferença está, basicamente, no fator da coagulação. O s p r i n c i p a i s s i n t o m a s d a hemofilia são as hemorragias internas (em músculos e articulações), provocando h e m a t o m a s, i n c h a ç o s e d o r e s. O diagnóstico é feito quando aparecem os primeiros sintomas: é necessário pesquisar na história familiar se há casos de hemofilia para comprovar e, em seguida, fazer exames complementares de laboratório. De acordo com a hematologista e coordenadora do Hemocentro de Juiz de Fora, Andrea Nicolato, em 30% dos casos não há história familiar, mas sim uma mutação genética. Os hemofílicos precisam de um cuidado especial. Tem que ter o apoio da família, do governo e das equipes multidisciplinares, ressalta a médica. O hemofílico necessita de atendimento com a equipe de enfermagem, serviço de psicologia, odontologia, assistência farmacêutica, social e também pedagógica, segundo Andrea. Uma das principais mudanças está no tratamento domiciliar. Atualmente o paciente recebe um treinamento e uma quantidade de doses necessárias do plasma para que possa fazer o tratamento em casa. A t u a l m e n t e h á u m a r e d e organizada pelo Ministério da Saúde e a r e s p o n s á v e l p e l o t r a t a m e n t o d o s hemofílicos são os hemocentros. A referência local é o Hemominas Juiz de Fora, que atende cerca de 300 hemofílicos. O contato é o Administração e Finanças Prestação de contas As prestações de contas, bem como os balancetes detalhados, estão disponíveis em nossa Sede Administrativo à sua disposição. SETEMBRO/2012 RECEITAS Mensalidades Comissões de seguros Renda de aplicação financeira Taxa administrativa Outras receitas Total DESPESAS Folha e encargos Desp. administrativas Desp. operacionais Desp. relações sindicais Desp. formação e política sindical Sede Campestre Taxas e serviços bancários Serviços de terceiros Baile Total Comemoração Parabéns a todos os companheiros! 0 anos ASSUFJF e O / ASUFJF comemoram, em 2013, 0 anos de muitas lutas, conquistas e realizações. Hoje a entidade é mais forte e deve tudo isso à luta da categoria unida, assim como dos que aqui estiveram e proporcionaram dias melhores a todos nós. Em 08/03/2013, às 18h, no Museu de Arte Murilo Mendes da UFJF (Rua Benjamin Constant, Centro), haverá uma solenidade de comemoração que marca este momento tão importante para nós. Também estamos organizando nossos espaços de memória, com a digitalização de jornais antigos, resgate de fotografias e criação de uma linha do tempo nas redes sociais e na nossa página na Internet. Participe dos nossos projetos e conheça a nossa história! A Coordenação de Comunicação do Sintufejuf conta com você para ajudar a escrever esse importante capítulo de nossa trajetória ,91 803, , ,43 984, , , , ,49 2.8, , , , , ,39 OUTUBRO/2012 RECEITAS Mensalidades Comissões de seguros Renda de aplicação financeira Taxa administrativa Outras receitas Total DESPESAS Folha e encargos Desp. administrativas Desp. operacionais Desp. relações sindicais Desp. formação e política sindical Sede Campestre Taxas e serviços bancários Serviços de terceiros Baile Total INVESTIMENTO Sprinter , , , ,3 990, , , ,2 8.34, , , ,9 3.77, , , , ,00

8 JANEIRO /FEVEREIRO DE 2013 CONFRATERNIZAÇÕES MARCAM CALENDÁRIO DO Sede campestre recebe sindicalizados no Almoço do Servidor 8 A sede campestre do Sintufejuf ficou ainda mais bonita com a participação de mais de 800 pessoas no Almoço do Servidor, o tradicional evento de fim de ano do sindicato. Os sindicalizados se despediram de 2012 com uma animada confrat e r n i z a ç ã o, m a r c a d a p e l o delicioso almoço, música ao vivo e, como não poderia faltar, o sorteio de prêmios.o Almoço do Servidor encerrou o calendário anual de programação do Sintufejuf. Nossos agradecimentos Centro de Especialidades Médicas, SAMTA (Rede de Convênios), Unimed-JF, MB Contabilidade, Açougue Bom Bife, Supermercado Bahamas, Fundação do HU- UFJF, Uniodonto e Uniben. Aposentados aproveitam hotel fazenda em Rio Novo D e s t a v e z o p a s s e i o d o s Aposentados ficou ainda mais animado: dois ônibus saíram de Juiz de Fora rumo ao Hotel Fazenda Santa Felicidade, em Rio Novo-MG. 2 de janeiro foi um dia de muita alegria, em confraternização com os amigos, com direito a passeio a cavalo, música, piscina, lindos lugares com muito verde e os deliciosos café da manhã e almoço. Os aposentados da base do Sintufejuf aproveitaram a valer e aprovaram mais esta iniciativa.

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